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SUMÁRIOPARTE 1
1. A Ioga do Ocidente511. A Escolha de um Caminho11111. 0 Método da Cabala15IV. A Cabala Não-escrita20V. A Existência Negativa28VI. Otz Chiim, a Árvore da Vida35VII. As Três Supremas40VIII. Os Padrões da Árvore491X. As Dez Sephiroth nos Quatro Mundos55X. Os Caminhos da Árvore63XI. As Sephiroth Subjetivas68XII. Os Deuses da Árvore74XHI. 0 Trabalho Prático Sobre a Árvore80PARTE IIXIV. Considerações Gerais89XV. Kether, a Primeira Sephirah93XVI. Chokmah, a Segunda Sephirah104XVII. Binah, a Terceira Sephirah118XVIII. Chesed, a Quarta Sephirah136XIX. Geburah, a Quinta Sephirah146XX. Tiphareth, a Sexta Sephirah158PARTE IIIXXI. As Quatro Sephiroth Inferiores180XXH. Netzach184XXIII. Hod198XXIV. Yesod209XXV. Malkuth220XXVI. As Qliphoth246XXVII. Conclusão252
 
DIAGRAMAS1. Os Ts Pilares e a Descida da Força254II. Os Três Triângulos255111. A Árvore da Vida a os Trinta a Dois Caminhos256Índice analítico257
 
A CABALA MÍSTICAPARTE II. A IOGA DO OCIDENTE
1. São poucos os estudantes de ocultismo que sabem alguma coisaa respeito da fonte de onde surgiu a sua tradição. Muitos delessequer sabem que existe uma Tradição Ocidental. Os eruditossentem-se perplexos diante dos subtergios a das defesasintencionais de que se valeram tanto os iniciados antigos como osmodernos para ocultar-se, a concluem que os poucos fragmentosque ainda nos restam dessa literatura não passam de contrafaçõesmedievais. Muito se espantariam eles se soubessem que essesmesmos fragmentos, suplementados por manuscritos que jamaisse permitiu saírem das mãos dos iniciados, a complementados poruma tradição oral, ainda são transmitidos até hoje nas escolas deiniciação, constituindo a base do trabalho prático da ioga doOcidente.2. Os adeptos das raças cujo destino evolutivo consiste emconquistar o plano sico desenvolveram uma cnica guicaprópria que se adapta aos seus problemas especiais a às suasnecessidades peculiares. Essa técnica baseia-se na bem conhecida,mas pouco compreendida Cabala, a Sabedoria de Israel.3. Poder-se-á perguntar por que as nações ocidentais teriamqualquer razão para procurar a sua tradição mística na culturahebraica. A resposta a essa questão será facilmente compreendidapor aqueles que estão familiarizados com a teoria esotérica relativaàs raças a sub-raças. Tudo tem uma fonte. As culturas não brotamdo nada. As sementes de cada nova fase de cultura devem surgirnecessariamente da cultura anterior. Não podemos negar que o judsmo foi a matriz da cultura espiritual européia, quandorecordamos que tanto Jesus como São Paulo eram judeus.Nenhuma outra raça além da judia poderia ter fornecido a basepara uma nova revelação, visto que nenhuma outra raça abraçavaum credo monoteísta. 0 panteísmo e o, politeísmo tiveram seusdias de esplendor, mas uma nova cultura, mais
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