Destruidor - Parte Cinco by Sky Corgan by Sky Corgan - Read Online

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Destruidor - Parte Cinco - Sky Corgan

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HOLDEN

CAPÍTULO UM

PIPER

Ainda há uma pequena parte da minha mente questionando o que estou fazendo. No entanto, uma parte maior nem se importa.

Holden já me despiu e eu não resisti em momento algum. Quando ele começou a tirar a camisola sobre a minha cabeça, eu me sentei e levantei os braços. E depois foi a vez da calcinha.

Agora ele está beijando a parte interna da coxa, e eu estou agarrando o meu travesseiro, olhando para o teto, sentindo a euforia que vem em estar perdida nos braços de um homem. Exceto que esse homem é o meu inimigo. Gostoso pra cacete, mas ainda meu inimigo. Eu o odeio. Não é lógico que eu goste disso.

Quando a língua dele fica entre as minhas dobras, não há ódio forte o bastante para mascarar o meu prazer. Holden envolve as mãos ao redor das minhas coxas, me colocando na posição que bem entende. Minha respiração para quando ele intensifica o movimento, sua boca envolvendo o meu sexo, a língua passando rapidamente pelo clitóris. Eu o senti entre as minhas pernas antes, mas não assim. A fome que ele tem por mim é quase palpável. Ele está completamente sem controle, adorando o meu corpo de maneira egoísta. É o melhor tipo de prazer. A maioria dos homens é melhor na cama quando está sendo egoísta.

Ele envolve os braços em volta das minhas pernas e me levanta. Um rubor cobre as minhas bochechas, enquanto ele inclina o meu corpo em uma posição que me permite vê-lo completamente me devorando. É um pouco desconfortável ficar nessa posição, mas tão sexy que eu quase não percebo isso. Seus olhos encontram os meus, tão intensamente cinzas, enquanto sua língua gira em minha boceta e depois entra nela.

Meu coração está batendo tão rápido, que me assusta um pouco. Não porque é doloroso ou estou preocupada que possa estar tendo um ataque de pânico, mas porque nunca me senti assim antes. Tudo está errado, mas parece tão certo. A maneira como ele assumiu o controle sobre mim completamente e como não tem medo de fazer o que quer. Se alguém estivesse olhando para nós, poderia pensar que fomos feitos um para o outro. No entanto, é uma coisa boba para se refletir. Eu não deveria estar tão afetada por ele, não deveria estar me afogando nas sensações agradáveis ​​do ele está me proporcionando. E, acima de tudo, não deveria deixá-lo no controle.

Como se estivesse lendo meus pensamentos, Holden me segura com um pouco mais de força – se empenhando mais no que está fazendo. Em segundos, estou perdida de novo. Sua língua se move sobre mim com muita maestria, seus lábios pressionando de maneira precisa. E esses olhos.

A leve pulsação entre as minhas pernas me diz que estou prestes a gozar. Fecho os olhos, envergonhada pela rapidez com que ele conseguiu isso. A minha parte submissa se pergunta se eu deveria dizer a ele. Em circunstâncias normais, eu faria isso. Entretanto, preciso desta noite, e a ideia de permitir que ele me negue qualquer coisa neste momento é irritante.

Mordo meu lábio inferior e me concentro apenas no calor e na umidade me acariciando, no turbilhão da sua língua e todo o prazer que ele está me proporcionando. Estou bem no limite quando ele para de repente. Posso senti-lo ofegante, seus lábios roçando levemente minhas partes sensíveis.

— Olhe para mim. — Sua voz é ofegante e tão sexy que eu estremeço.

Abro os olhos e ele desce sobre mim novamente. O orgasmo que me atinge é explosivo. Conectando-me com ele de tal maneira, que ao olhar os seus olhos eu só vejo as intenções pervertidas... Eu me perco completamente. Meus dedos se fecham e eu deixo um gemido constrangedor escapar. Ele geme contra mim em sinal de aprovação, sua boca nunca me deixando, enquanto tenho uma última contração, até que acho que não aguento mais.

Provavelmente eu devo parecer embriagada e tonta de prazer, meus lábios entreabertos, minha cabeça deitada preguiçosamente no travesseiro, mas eu não me importo. Foi absolutamente incrível. Estou tão satisfeita, que mal o noto se mover. Ele mantém o meu corpo apoiado em suas coxas enquanto abre o zíper da calça. Estou vagamente ciente do som de um invólucro laminado se abrindo, e então ele está deslizando dois dedos dentro de mim, meio me tocando,