COLECÇ ÃO LUSO-GRAPHIAS/PHONIAS

CLEPUL · Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Focais Literárias

Annabela Rita
Doutorada e com Agregação em Literatura. Professora na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Presidente da Associação Portuguesa de Tradutores. Membro do Conselho de Administração do Observatório da Língua Portuguesa e dos Conselhos Consultivos da Fundação Marquês de Pombal, da CompaRes (Associação Internacional de Estudos Ibero-Eslavos) e do Instituto de Cultura Europeia e Atlântica. Integra a Mesa da Assembleia Geral da Associação Portuguesa de Escritores. Integrou a Missão para o Relatório sobre o Processo de Bolonha, 2003-04, e foi Conselheira para a Igualdade de Oportunidades do MCTES. Foi também Presidente da Direcção do CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias). Além da direcção de várias colecções ensaísticas, da edição prefaciada de autores nacionais consagrados, de vasta colaboração dispersa em Portugal e no estrangeiro, com frequente participação em júris de prémios literários nacionais e internacionais, é autora de diversas obras ensaísticas, nomeadamente: Paisagem & Figuras, 2011; Cartografias Literárias, 2010; Itinerário, 2009; No Fundo dos Espelhos (2 vols.), 2003-07; Emergências Estéticas, 2006; Breves & Longas no País das Maravilhas, 2004; Labirinto Sensível, 2003; Eça de Queirós Cronista. Do “Distrito de Évora” (1867) às “Farpas” (1871-72), 1998.

AS LETRAS, AS ARTES E OS MITOS CAPTADOS PELA OBJECTIVA DE UMA ENSAÍSTA QUE VÊ E QUE FAZ VER DE MANEIRA DIFERENTE. UMA SUCESSÃO DE DISPAROS FOTOGRÁFICOS CENTRADOS NA CENA COMUNICATIVA LITERÁRIA E CULTURAL DESDE O POLÉMICO “JURAMENTO DE D. AFONSO HENRIQUES”.

Esta obra passa em revista textos, autores, problemáticas e casos. Escritores como Eça de Queirós, Fialho de Almeida, Guerra Junqueiro, Teolinda Gersão e Gonçalo M. Tavares: da crónica à ficção, da poesia ao teatro, do texto mais modelar ao da confluência de géneros, analisando as transformações dos processos e das estratégias comunicativas em função das circunstâncias históricas, sociais, estéticas e culturais.
Mas também ensaístas como Vitorino Magalhães Godinho, Luís Machado de Abreu e Onésimo Teotónio de Almeida, favorecendo as reflexões sobre os sentidos e as vias do trabalho e do discurso nas ciências humanas. E, finalmente, casos da cultura portuguesa, a partir dos mitos fundadores da nossa identidade nacional.

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