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Resumo - Nietzsche - Teoria I

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Universidade Federal da Paraíba Josafá dos Santos Pita Junior Teoria I Resumo do texto de Nietzsche “Da utilidade e desvantagem

da história para a vida” A menor felicidade, uma pequena felicidade contínua, é melhor do que um grande episódio de felicidade passageiro. Porém, em ambas o que fazem da felicidade o que são é o esquecimento. Para se tornar feliz é necessário que a pessoa viva no limiar do instante, no foco do presente na contagem do tempo. Na vida de seres viventes é preciso luz e sombras, assim tem é preciso ser o homem, as ações condicionadas ao esquecimento passado. Esse método do esquecimento é necessário para o homem, um povo até mesmo para uma civilização, como em metáfora é necessário dormir ao homem e ruminar ao animal, é necessário esquecer para que a vida não seja uma repetição. Há homens que pensam o passado para desejar o futuro e entenderem o presente, havendo resignações quanto a quem está a historia a serviço, ao conhecimento ou a vida. Quanto a esses pontos há divergências, porém quanto ao fato de que a humanidade é em si similar e não caro o homem conhecer a todas as línguas e desvendar todos os contos históricos dos povos, haverá de ter em todas as mesmas necessidades. Sendo assim o faz um clarividente, com o tempo dirá como Giacomo Leopardi: “Nada vive, que fosse digno De tuas emoções, e a Terra não merece um só suspiro. Dor e tédio é nosso ser e o mundo é lodo – nada mais. Aquieta-te. “ É melhor cultivar a história com fins para a vida e não para conhecimento histórico, também é importante a cultura histórica, pois dominada pode contornar favores para a civilização. Consideremos agora os favores da história, suas medidas e sua gradual transformação em ciência. Observaremos as medidas de história necessária para uma sociedade. A história é importante para que vejamos as proezas do passado e continuemos não achando o impossível. Para que o homem não desanime e pensar que com cem homens, assim como na renascença, haja uma cultura erudita. Porém, há uma questão de interpor o passado num molde do presente, modelando-o para que caiba no âmbito em que se propõe. Nesse caso só seria totalmente verdadeiro se o mundo reiniciasse todo o seu ciclo, e em todos os pormenores fossem iguais. Não podendo ser possível tal feito, o resultado jamais saíra igual ao que passou. A história flui cada vez mais, e nunca é tanto para que seja suficiente, sempre anseia por mais. È certo que se tem o conteúdo, mas há de ter ainda a forma para moldá-lo. É um saber que margeia a cultura, mas não é própria dela, está no pensamento-de-cultura, no sentimento-de-cultura, mas não há nenhuma decisão-de-cultura. Existe na cultura uma grande derivação de conhecimento, porém sem ênfase. Pensar a história é importante, mas vive-la é ainda mais para a vida.

recordar. Pensamento esse que era da igreja transformasse com menos nitidez à ciência. Em tudo na vida. de estar na velhice e pensar a velhice. como assim o fazem com o cristianismo. menor possível. Pois nesse sentido ainda vivemos.. Continuem escrevendo sobre as massas e procurar dentro delas as leias que poder ser provenientes das necessidades da massa. transcendente da religião. O sentido histórico não pode estar em todo o seu pleno poder à míngua. isso é cultura histórica. seguir em frente. Essa história entendida como Hegel a entendeu. . como obstáculos contra os grandes e como instrumento para os grandes. é um pensamento medieval. convertendo os instintos em admiração pelo factual. ínsita sim as mais nobres vontades e sentimentos. contra os caminhos errados do sentido histórico. esta necessária de um juiz que ordene o fim dos tempos. À velhice da humanidade. em detrimento do ser e da vida. a natureza. Esse pensamento.Para os homens supra-históricos o ser histórico é uma cultura. a dissecação histórica aniquila e é doentia. denuncia feita pela necessidade de história. mas sim como sociedade. e ver o passado pensando que o futuro é finito tão logo. Assim como o homem não quer que o vejam como um indivíduo pequeno. É preciso avançar. Uma geração de eunucos. ainda hoje é expresso. Há nele a intimidação da “potencia da história” e se curvar para ela. o castiga”. Esse pensamento. como da vida há uma necessidade de olhar para trás. como na era de Santo Agostinho. pois dessa forma ele destrói o futuro e erradica a ilusão. contra a abundância de necessidade pelo processo. fazer contar. tentativas audaciosas e novas. um abstrato concreto e não de fato um homem em suas entranhas. Deus o fim e o ponto culminante universal coincidem em sua própria existência. todos são iguais. como o mais rigoroso tirano. porém. contra as moldais perspectivas. Sob três aspectos as massas parecem merecer um olhar: como cópias esmaecidas dos grandes homens. “Quem destrói ilusão em si mesmo e nos outros. porém é atroz com o desejo livre. pesar os feitos. Esse pensamento é torturante. herdado da cultura cristã.

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