UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA

2012

Universidade Federal do Ceará Reitor: Jesualdo Pereira Farias Vice-Reitor: Henry de Holanda Campos Pró-Reitoria de Administração Pró-Reitor: Prof. Luís Carlos Uchôa Saunders Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis Pró-Reitora: Profa. Maria Clarisse Ferreira Gomes Pró-Reitoria de Extensão Pró-Reitor: Prof. Antonio Salvador da Rocha Pró-Reitoria de Graduação Pró-Reitor: Prof. Custódio Luís Silva de Almeida Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Pró-Reitor: Prof. Gil de Aquino Farias Pró-Reitoria de Planejamento Pró-Reitor: Prof. Ernesto da Silva Pitombeira

Biblioteca Universitária Direção: Francisco Jonatan Soares

Comissão de Normalização Ana Cristina Azevedo Ursulino Eliene Maria Vieira de Moura Isabela da Rocha Nascimento Islânia Castro Teixeira da Silva Kleber Lima dos Santos Margareth de Figueiredo Nogueira Mesquita Monica Correia Aquino Raimundo Nonato Ribeiro dos Santos Vanessa Pimenta Rodrigues Revisão Ortográfica Prof. Vianney Mesquita

APRESENTAÇÃO As instituições de ensino superior (IES) têm, dentre suas funções as de criar e produzir conhecimento. Os resultados de suas pesquisas devem ser repassados para a sociedade, consequentemente, é imperativo viabilizar o fluxo da informação. Com o advento da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD) e a disponibilidade dos trabalhos acadêmicos no Pergamum, as teses, dissertações e trabalhos de conclusão de curso alcançaram grande visibilidade, proporcionando aos pesquisadores fontes de pesquisa atualizadas e de fácil acesso. Estes trabalhos encontraram espaço de destaque extraordinário, no entanto, com esse privilégio, tornam-se passíveis de constante julgamento, o que demanda maior atenção dos envolvidos, tanto no tocante à qualidade do conteúdo como no que concerne à apresentação. A qualidade da apresentação é alcançada por meio da normalização, que equilibra a padronização e a simplificação no ato de elaborar o trabalho cientifico, além de facilitar o processo de comunicação e o intercâmbio da informação, proporcionando uma visão uniforme da produção científica que se traduz em qualidade. Em 2004, o Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Ceará (UFC) constitui uma comissão para desenvolver um manual destinado a normalizar a apresentação da produção científica. O manual, intitulado “Guia para normalização de trabalhos acadêmicos de acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)”, foi publicado em CDROM e lançado oficialmente em parceria com Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. Esta iniciativa do Sistema de Bibliotecas atende as exigências do Ministério da Educação (MEC) que requer das IES, para efeito de avaliação, mecanismos efetivos de acompanhamento e cumprimento do trabalho de conclusão de curso. A Biblioteca Universitária designou a Comissão de Normalização de Trabalhos acadêmicos, com o intuito de atualizar este manual, agora intitulado “Guia de normalização de trabalhos acadêmicos da UFC”, o qual estabelece a normalização das teses, dissertações e trabalhos de conclusão de curso produzidos na UFC. Este guia foi elaborado de acordo com as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e tem como objetivo elevar a qualidade da produção científica desta Instituição. Foram tomadas como base as seguintes normas: a) NBR 6023/2002 Referências – Elaboração; b) NBR 6024/2003 Numeração progressiva das seções de um documento; c) NBR 6027/2003 Sumário – Apresentação; d) NBR 6028/2003 Resumos – Apresentação; e) NBR 6034/2004 Índice – Apresentação; f) NBR 10520/2002 Citações – Apresentação; g) NBR 14724/2011 Trabalhos Acadêmicos – Apresentação; h) NBR 15287/2011 Projetos de pesquisa – Apresentação; e i) Normas de apresentação tabular do IBGE, para Apresentação de tabelas. As orientações aqui apresentadas são consideradas como requisitos mínimos a serem adotados na normalização dos trabalhos acadêmicos desenvolvidos na UFC. Em alguns casos, foram adequadas para facilitar seu entendimento e emprego. Este Guia, por não ser um trabalho acadêmico, em alguns momentos não segue as orientações aqui apresentadas.

.............1................ Lombada ......... Forma de apresentação do trabalho acadêmico ..........5.....................................1............................ Glossário ...2...........1...2......................................... Estrutura do trabalho acadêmico ..................2........................................1.....................2.....................................1..........10 1...............................2....................................................................................1...............2..........1...................4 1.... Folha de aprovação .. Estrutura ................................5 1.1....1.....................1............ Lista de ilustrações ..............2 1............ Dedicatória ...... Parte externa ....1.....................................................2........1 2..........................................1..........1............1.................. Formato ............. Alíneas ..........2........1..2.............................2......................8 1.......................2..................2 1........................2.... APÊNDICES .......4 1.........................................2................................... Ilustrações .. Resumo em língua estrangeira ......................... Equações e fórmulas .....................................2........................... Lista de tabelas .....................................................................................................1..................................................... Parte interna ....................1................2 1............... Capa ...1.3 1..........................................4 1...............2...................11 1..........................5 1..8 1........................3......... Subalíneas ........................ Seções ........1........ Elementos pré-textuais .......................2 1.. 8 8 9 9 10 10 10 10 11 11 12 12 12 12 13 13 13 14 14 14 15 15 15 15 15 15 15 16 16 16 17 17 17 17 18 18 18 19 20 20 20 20 21 22 63 63 63 63 .......................1 1.............................................................. APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA . Lista de símbolos ........1...... Numeração progressiva ....................... Espaçamento ....1 2...................2..9 2 2.....................1..................2...2...................1 1...........................................................5 1...................2.....2.................................... Elementos textuais ..2............................13 1.........................................................................2........1..... Elementos pós-textuais .......................................... Siglas ...................2 1..................................6 1...... Errata ...2......2.................. Parte externa .....3....................................1....2.... Agradecimentos .......2.................................................................................... Desenvolvimento ...................1......2....... Conclusão ............................................................6 1.....1..............................................................................1 1.................................................................................................1............................................................................1......................................1 1.................... Índice .......SUMÁRIO 1 1...............3..................1............................... Capa ...............2 1................................ Resumo em língua vernácula ... Lista de abreviaturas e siglas ......................................................2........................................1 1..............................1...............................................2 1..........2..........2...................................... Referências ........................3......................................................................................................................... Epígrafe ..........................3 1....1......................................................1.........................................................1.....................1 1.....................2..................................1.................................3 1............1.......1.......7 1.................................................1...5..........................2............................. Anexo ........1..........................................2...............1...........................................................................2.....7 2...................... Paginação ...2.............................................................................5...........................................1..................................................1 1. Margem ........................................................ Tabela ........................ Sumário ...........12 1........................................1............................................... Apêndice ...........1.1 1..........................................................................................1................1..1 APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS ....................................................................................... Folha de rosto .................................1..3..................................3 1...............................1 1.................1.........2.................................2.....................2 1.................................................................3.................................................................. Introdução .....2..................2 1...............................................................3 1.3 1................................................................9 1................1...........

..............................2 2.... Autores com o mesmo sobrenome e data de publicação ......................................1............1.............................1 3.................................... Equações e fórmulas ...............2.............2 3...................2.............. Espaçamento ...... Lista de símbolos ............................5............6 2.... Elementos pré-textuais ...................................................................1...5.........1 3..................................1..............4 3.............. Folha de rosto .....4 3.....1...............5...................................................6 3............................................................................................................2.......5..............2 3.......................................................1...........................................1 3.......... Sumário ........2...........................................................2......1......................................3 2..2 3...... Elementos pós-textuais ........................................1...................................................1..4 2.................................................................................1...... Citação direta ... 64 64 64 64 65 65 65 66 66 67 67 67 68 68 68 68 69 69 69 70 70 71 71 71 71 72 73 95 95 95 95 96 96 96 96 97 97 98 98 98 99 99 99 99 101 101 101 102 102 102 ...................................1 2.............1................................1.................... Siglas ............................8 2.............. CITAÇÕES .....................................................3 2.................. Supressões ...................1 2..2.......................................5 Parte interna ....................... Lista de tabelas ....................1................ Anexo ................5 2.......1..................1.............2.................................................................................5....................................................................................2 2.....................................................2 3........2........ Interpolações...................1...2....................................................... Critérios para apresentação de autoria nas citações ....................1............5......................................................4 2......................................2...2............................................................ em um mesmo ano .....................1 2......... Mais de três autores .. Sistema autor-data ......1......... Definição de citação .........2..........................6 2..............1............ Seções ...................3................................. Citação de citação ......................3.................. Citação de texto traduzido pelo autor ............................2 2..........2 3...................................................2.................3 3............ Citação direta com mais de 3 linhas .9 3 3............................................................................. Tipos de citação ........... Regras gerais de apresentação .....................2.....2 2............2...5..... Tabelas .........................5....2....................2....................................3......1 3...................................................................1...................................1............................................................. Sistemas de chamada ... Trabalhos em fase de elaboração ......................... Dois autores ....2..................................................... Apêndice ...... acréscimos ou comentários ...................2...........1...............................................3......... Alíneas .............................. Citação direta com até 3 linhas .................................................................. Referências ................1..................................................................1.......2...............3..........................................2.................................................2.............. Lista de abreviaturas e siglas ................2 2..3......................... APÊNDICES ....................1.................... Elementos textuais ..2................................................ Subalíneas ........................... Diversos documentos de um mesmo autor......1 3.1........2...... Citação indireta ................2.............5..........................3 3............1............................3................................................... Lista de ilustrações ...................... Regras gerais de apresentação ..................................................3 2.............................................................1...2.........................................3 2................................................................. Margem ...................................................1....1...............3 3.................................................................................................................................2........................................................ Três autores .......1..1 2.............1 3...............................5 3.......................5 2............... Paginação ................................................... Numeração progressiva ...............................2.....3 3.........2 2...........................................................1 3.................................... Dados obtidos por informação verbal ............................................................................... Formato .5............. Ilustrações ........3 2............................3........................................................5 3.............2..................2....1 2.......................1....2 2..7 2........ Ênfase ou destaque .......................3...............

....................1 5............................1.......3 5....................2 5............. Partitura ............................................................1 5......... em anos distintos .....................................4.10...................1.................1 5...........................7 3...4 5............ Parte de publicação periódica com título próprio ......................................... Documentos iconográficos em meio eletrônico ..............................10 5..5.8 3.......................5.............................. Monografia no todo ............................ Artigo e/ou matéria de jornal ............. Vários autores citados simultaneamente ................. Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico ...4...............3.....................5.............. NOTAS DE RODAPÉ ............................1....................12.................................3 5.13 Diversos documentos de um mesmo autor.............. Monografia em parte ......5 5..........6 5.......................................................................................................8................................................................... REFERÊNCIAS .......5...........1 5................... Modelo de referência para patente ...6................... Evento no todo .......2 5...................................................................................1.... Localização das referências .........1...................6 3.......................1 5....8.................................... Relatórios ........................................... Modelos de referências para imagem em movimento ...................................... Modelos de referências para documentos iconográficos .................................................................... Documentos cartográficos em meio eletrônico .......5 5....... Teses............................4..........................4............................2 5.................. Monografia em formatos eletrônicos ................................................ Artigo e/ou matéria de revista em meio eletrônico ...........................1.............................................................................6......................5...............................................3 5... Modelos de referências para documentos jurídicos .......1...............................................................................3 5...........6............. Livros .....................12 5............................. Evento no todo em meio eletrônico .......................................................4 5...........4..1........ Jurisprudência ...........4 5..... Autor entidade .............5......... Modelos de referências para monografias ...4............4.............................................................4 5..1 5.................................. Modelos de referências para documento sonoro ........................................................... Legislação ..1....................... Modelos de referências para documentos cartográficos ............ 103 103 103 103 105 105 105 108 108 108 108 109 109 109 109 109 109 110 110 110 111 111 111 111 112 112 112 113 113 113 113 114 114 114 115 115 115 115 116 116 117 117 117 118 118 118 118 118 119 119 ...5...4.................................6 5..............3 5........ Enciclopédia ................................................................1 5...............................................5...2 5 5. Monografia em parte no formato eletrônico ......................2 5......................................................................7 5............................................. Parte de publicação periódica sem título próprio ..............5..........................4..........................................1......................................1...8 5..................................5 5........................................................................2 5..........2 5.6 5.........2 5.... Dicionário .........................................5....................................... Documento sonoro em parte ..... Artigo e/ou matéria de revista .........1 5.....................1......... Sistema numérico ................................... Regras gerais para apresentação ...............4................................................................8..................3 5................... Notas explicativas ................... Definição ........1 4........4 5............................................... Publicação periódica no todo ..............4 5...........................................................................11...............................5...............2 5... Trabalho apresentado em evento .. Modelos de referências para eventos ...............2 4 4................. Bíblias .......................................................... dissertações e trabalhos de conclusão de curso ............. Doutrina ............................................... Modelos de referências para publicações periódicas ...........................................8........................................................................................... Documento sonoro no todo .......11 5................9 5.................. Documento jurídico em meio eletrônico .......12.................................... Trabalho apresentado em eventos em meio eletrônico ..................... Nota de referência ....1 5...............................................6.

............ Título e subtítulo .....................6.............8.1 5....... Modelos de referências para documento tridimensional ...............................17.....17.....17......... Abreviatura de títulos de periódicos .........................................17...................................3 5.....................17..2 5...........................3......17............ Descrição de parte de publicação ...................3 5......7. Mais de três autores .................................................. Mais de um local para uma só editora ...............17.........2 5....................17....................17.........17............................................................ Documento sem título ................. Resenha e rescensão ........................7 5.................................................................. Descrição de páginas preliminares . Datas em publicação periódica .......6..............................................5 Partitura em meio eletrônico .........6................................ Data ............................13.......17...................................................................17................................3........................... Títulos demasiadamente longos ............1 5.. Outros tipos de responsabilidade ...............................2 5........ Títulos em mais de uma língua .......6.................................... Indicação de responsabilidade (organizador...................................17.... Editora responsável pela autoria ...................................3 5.1 5............3.. Sobrenomes que indicam parentesco ................................................17..............................15 5....................................................................................................17........... Títulos genéricos em periódicos ..................................4.............1..................................... Até três autores .....17........... Autores de nome espanhol ........................... Emendas e acréscimos à edição .......17........................................................ Local ........................3.................. Bula de remédio ............... Três ou mais editoras ........................................1 5................7 5.. Publicação não paginada ou com numeração irregular .........................................5 5........................ Indicação de dimensões ..................5 5..........................17...................................................................1 5............................................................................................................. Autor pessoal ...................................................5 5....................... Modelos de referências para documentos de acesso exclusivo em meio eletrônico ........................................2 5.......................5...............................1.........6 5.......3...................3 5........................................................ Editora ..............................................................17.....................................17... Duas editoras em cidades diferentes ... Edição ..2 5........................ Duas editoras em uma mesma cidade ...17..................17....16.....................17..................2.........................5...................17...) ...................................17..............5.7.....................3 5....................................................... 119 119 120 120 120 121 121 121 121 121 122 122 122 122 123 123 123 123 124 124 124 124 125 125 125 125 126 126 126 126 127 127 127 127 128 128 128 128 128 129 129 129 130 131 131 131 132 132 132 ....1 5............4 5........................6 5......... Documentos diversos ................17............ Documento sem data de publicação ...........17....................................................................17 5.................. Autor-entidade ...............................16...........6.........17..........17.................................. Documento sem indicação de editora .4 5....................... Entidade com denominação específica .17...................................................................5 5..2 5...8.................................5...............................................8..17.3 5..6.........14 5....................................................... Cidades homônimas .....8...................... Descrição física ................6 5............17..........17.....................4 5...........17..........2.....17................1.................7............8......1............. Documento sem indicação do local de publicação .....................16...2 5.........1...............................17............................ Autoria desconhecida ............................................................................................. Entrevista .......... Indicação de ilustrações . Obra publicada sob pseudônimo ............... Documento sem indicação do local de publicação e da editora .....17......................... Transcrição dos elementos ..8 5.8 5..........1.............17..................17.....1 5..2 5................................................................17...1.. Entidade com denominação genérica ...................2 5.......................................16 5.........1......2 5............ editor etc.17..1 5....................................................................................................1 5.......................1 5............4 5.................. Datas em documentos de vários volumes ......................1 5..3 5..........4 5........

...............................17..................................................17....10....................................9 5...................17...1 5..5..............................17..4 5....................................................1 5...........17.................. Outras notas ....... Indicação do título no idioma original .........................11............. Notas ........... Separatas ................... 132 132 133 133 133 133 133 134 134 134 136 .................. Tradução com base em outra tradução .......................................................... Dissertações...........17............2 Séries e Coleções ....................................17.......................2 5...10.............................11 5..3 5..........................................17.....................................................................11..........10........................10........17......... REFERÊNCIAS ...............................................10 5.................. Sistema numérico ........... Sistema alfabético ...........................10..........5 5.................................................................... teses e outros trabalhos acadêmicos ...................................17. Ordenação das referências ......................................

. Tem o objetivo de contribuir para a especialidade em foco. nos trabalhos desenvolvidos no decorrer da vida acadêmica. de tema único e bem delimitado. Objetiva a obtenção do título de mestre. são documentos que exibem o resultado de um estudo emanado da disciplina. programa e outros ministrados. curso. de tema único e bem delimitado. seja de graduação. As monografias constituem o produto de leituras. Os trabalhos de conclusão de curso (TCC). reflexões e críticas desenvolvidas nos cursos de graduação e pós-graduação. módulo. os trabalhos acadêmicos distinguem-se uns dos outros pelo grau de profundidade com que tratam o assunto. Desta forma. trabalhos de conclusão de curso (TCC). Deve revelar a capacidade de sistematização do candidato e domínio do tema escolhido.8 1 APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS A NBR 14724/2011 diz respeito aos princípios gerais para a elaboração de trabalhos acadêmicos. Esta norma aplica-se às teses. observações. as quais contêm elementos obrigatórios e opcionais. visando a sua apresentação à instituição (banca. estudo independente. analisar e interpretar informações. Visa à obtenção do título de doutor. comissão examinadora e outros). dissertações. Os trabalhos de conclusão de curso de graduação. Aplica-se. Tem o objetivo de reunir. especialização e/ou aperfeiçoamento. livre-docente ou professor titular. especialização e/ou aperfeiçoamento são geralmente chamados de monografias. trabalhos de graduação interdisciplinar (TGI).1 Estrutura do trabalho acadêmico A estrutura do trabalho acadêmico é composta de duas partes: externa e interna. trabalhos de graduação interdisciplinar (TGI). no que couber. investigações. Todos os trabalhos acadêmicos são monográficos e devem ser feitos sob a supervisão de um orientador. bem como sua entrega à biblioteca. A tese é o documento que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico elaborado com base em investigação original. A dissertação é o documento que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo. dispostos na ordem a seguir. trabalhos de conclusão de curso de especialização e/ou aperfeiçoamento e outros. 1. Sua principal característica é a abordagem de um tema único (monos = um só e graphein = escrever).

b) nome do autor. a) subtítulo. e f) ano de entrega.1.1 Capa Elemento obrigatório.9 Parte externa Capa (obrigatório) Lombada (opcional) Folha de rosto (obrigatório) Errata (opcional) Folha de aprovação (obrigatório) Dedicatória (opcional) Agradecimento (opcional) Epígrafe (opcional) Resumo em língua vernácula (obrigatório) Resumo em língua estrangeira (obrigatório) Lista de ilustrações (opcional) Lista de tabelas (opcional) Lista de abreviaturas e siglas (opcional) Lista de símbolos (opcional) Sumário (obrigatório) Introdução (obrigatório) Desenvolvimento (obrigatório) Conclusão (obrigatório) Referências (obrigatório) Glossário (opcional) Apêndice (opcional) Anexo (opcional) Índice (opcional) Elementos Pré-textuais Parte interna Elementos Textuais Elementos Pós-textuais 1. exibidas na seguinte ordem: a) nome da instituição. 1. É a proteção externa do trabalho sobre a qual se imprimem as informações indispensáveis à sua identificação. separado do título por dois pontos para evidenciar a subordinação ao título. seguido do centro ou faculdade. e) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado o trabalho.1.1. em algarismos arábicos. Se houver mais de um.1 Parte externa São compreendidas como elementos pertencentes à parte externa dos trabalhos acadêmicos a capa e a lombada. . departamento. deve constar em cada capa o respectivo volume. programa de pós-graduação (se for o caso) e/ou curso. d) número de volume. recomenda-se o acréscimo da sigla da unidade da Federação. Em caso de homônimos. c) título do trabalho.

No caso de cidades homônimas. identifica-se com elementos alfanuméricos. se houver. e c) quando houver mais de um volume. coladas ou mantidas juntas de outra maneira.1. separado do título por dois pontos para evidenciar a subordinação ao título. devem vir alinhados a partir do meio da área do texto para a margem direita (recuo de 8 cm da margem esquerda).1. É a parte da capa do projeto que reúne as margens internas das folhas.2 Parte interna Nesta parte. 1. e) natureza – nota contendo o tipo do trabalho (tese. agradecimentos. do coorientador. b) título do trabalho. área de concentração. dispostas no anverso e verso da folha. em letras . São elaboradas conforme a NBR 12225/2004.1 Elementos pré-textuais Os elementos pré-textuais são: folha de rosto. em letras maiúsculas. Contém informações que identificam o trabalho. fonte tamanho 12 e espaço 1. folha de aprovação. Se houver mais de um. errata.1. A natureza do trabalho. nome da instituição a que é submetido. recomenda-se o acréscimo da sigla da unidade da federação.2. b) ano de publicação impresso na horizontal na altura de 1 cm. dedicatória. fonte tamanho 12 e espaço 1. em letras maiúsculas. abaixo do ano de publicação. na horizontal. 1. As informações que devem constar na lombada são: a) último sobrenome do autor e título do trabalho. g) local (cidade) da instituição onde vai ser apresentado o trabalho.2. nome do orientador e coorientador. sejam elas costuradas. dissertação.1. 1. na ordem indicada. deve constar em cada folha de rosto o respectivo volume em algarismos arábicos.5 de entrelinhas (APÊNDICE A). No anverso da folha de rosto devem constar: a) nome do autor. Inicia-se na margem superior da folha/página com autor e título centralizados. constam os elementos pré-textuais. d) número do volume. c) subtítulo (se houver).5 de entrelinhas. grampeadas. abreviaturas e siglas e símbolos) e sumário. 1. listas (ilustrações. epígrafe.1 Folha de rosto Elemento obrigatório.1. área de concentração.2 Lombada Elemento opcional. 1. f) nome do orientador e. Recomenda-se um espaço de 2 cm entre o final do título e a data. tabelas. em algarismos arábicos. para colocação da etiqueta de identificação (número de chamada da biblioteca) sem comprometer a visualização das informações (APÊNDICE B). por exemplo: v. trabalhos de conclusão de curso e outros) e objetivo (aprovação em disciplina.10 Inicia-se na margem superior da folha/página com todas as informações centralizadas. impressos longitudinalmente e legível de cima para baixo. resumo em língua vernácula. textuais e pós-textuais. grau pretendido e outros). h) ano de entrega.1. se houver. resumo em língua estrangeira. em negrito.

2. dissertação. . No verso da folha de rosto devem constar os dados internacionais de catalogação-napublicação (ficha catalográfica). e nome do orientador e coorientador. nome da entidade a que é submetido.1. e centralizados (APÊNDICE C).5 de entrelinhas e centralizados (APÊNDICE F).2 Errata Elemento opcional. A natureza do trabalho. fonte tamanho 12. titulação e assinatura dos componentes da banca em letras maiúsculas/minúsculas. Lista de erros ocorridos no texto. fonte tamanho 12. Brasília: Ministério da Agricultura. Usina de beneficiamento de leite e derivados. Inicia-se na margem superior da folha/página com autor e título centralizados. aprovação em disciplina e outros) nome da instituição e área de concentração. C. área de concentração.1. constituída pela referência do trabalho e pelo texto da errata. em espaço 1.1.3 Folha de aprovação Elemento obrigatório. em espaço simples de entrelinhas e justificados. 1. e) data de aprovação. nesta ordem: a) nome autor. em fonte tamanho 12. em espaço 1. seguidos das devidas correções. do Abastecimento e da Reforma Agrária.2. Folha 31 Linha 34 Onde se lê sacos plásticos Leia-se embalagem cartonada 1. Apresenta-se em papel avulso ou encartado. O nome. 1995. f) nome. c) subtítulo (se houver).5 de entrelinhas. Deve ser inserida logo após a folha de rosto. titulação e assinatura dos componentes da banca examinadora e instituição a que pertencem. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2). d) natureza – tipo do trabalho (tese. Deve conter as seguintes informações. 46 p. em espaço simples e justificado. Exemplo ERRATA SILVA. em letras maiúsculas. devem vir alinhados a partir do meio da área do texto para a margem direita (recuo de 8 cm da margem esquerda). B. acrescida ao trabalho depois de impresso (APÊNDICE E). O local e a data apresentam-se em letras maiúsculas. A data de aprovação deve vir em fonte tamanho 12. fonte tamanho 12 e espaço 1. b) título. fonte tamanho 12 e espaço 1.5 de entrelinhas e alinhada à esquerda. A.11 maiúsculas/minúsculas. objetivo (grau pretendido. separado do título por dois pontos. trabalhos de conclusão de curso e outros).1. Folha que contém os elementos essenciais à aprovação do trabalho.5 de entrelinhas. que devem ser elaborados pela biblioteca que atende ao curso em que o trabalho foi apresentado (APÊNDICE D).

O texto deve ser apresentado em tamanho 12. em letras maiúsculas. 1.1.1.5 de entrelinhas e centralizada. Texto em que o autor presta homenagem ou dedica seu trabalho. antecedidas da expressão “Palavras-chave:” separadas e finalizadas por ponto.2. em espaço 1. g) deve ser evitado o uso de frases negativas. O texto do resumo deve ser digitado em espaço 1. sem indicativo numérico. Iniciam-se em folha/página distinta. metodologia. fonte tamanho 12 e justificado (APÊNDICE K). afirmativas e não de enumeração de tópicos. O texto deve ser digitado em tamanho 12. comentário pessoal.5.2. 1. Apresentação concisa dos pontos relevantes do documento.12 1. dissertações e outros) deve conter de 150 a 500 palavras.7 Resumo em língua vernácula Elemento obrigatório. em negrito. Inicia-se abaixo do meio da folha. Pode também haver epígrafes nas folhas/páginas de abertura das seções primárias (APÊNDICE J).2. com a palavra AGRADECIMENTOS na margem superior. com indicação de autoria. em letras maiúsculas. justificado. em negrito.1. críticas ou julgamento de valor. c) deve-se usar parágrafo único e justificado. O texto deve ser em espaço 1. d) usar o verbo na voz ativa e na 3ª pessoa do singular. com recuo de 8 cm da margem esquerda. Inicia-se em folha/página distinta com a palavra RESUMO. Deve iniciar abaixo do meio da folha com recuo de 8 cm da margem esquerda. na margem superior. Citação relacionada com o tema do trabalho.1. fornecendo uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho.5. sem aspas. Dispensa o uso da palavra epígrafe (APÊNDICE I). espaço entrelinhas 1. e) o resumo expresso em trabalhos acadêmicos (teses. entre aspas.4 Dedicatória Elemento opcional. justificado. Dispensa o uso da palavra dedicatória (APÊNDICE G). sem indicativo numérico e centralizada. apresentando finalidades. resultados e conclusões.2. conforme as seguintes orientações: a) o resumo deve ser informativo.5 de entrelinhas.1. 1.5 de entrelinhas e justificado (APÊNDICE H).6 Epígrafe Elemento opcional. e h) as palavras-chave devem figurar logo abaixo do resumo. expressa em folha/página distinta. símbolos e fórmulas que não sejam de uso corrente. Texto em que o autor faz agradecimentos dirigidos àqueles que contribuíram de maneira relevante à elaboração do trabalho.1.1. fonte tamanho 12. b) composto de uma sequência de frases concisas. f) a primeira frase do resumo deve ser significativa e expressar o tema principal do trabalho.5 Agradecimentos Elemento opcional. .1. Elaborado de acordo com a NBR 6028/2003. espaço entrelinhas 1.

. Exemplo Tabela 1 – Frequência das marcas evidenciais quanto à posição ....5 de entrelinhas e justificada (APÊNDICE M)..... em letras maiúsculas. sem indicativo numérico. gráficos.5 de entrelinhas e centralizado.... fluxogramas. Quando necessário..2...... com cada item designado por seu nome e número específico.. em letras maiúsculas..... A lista deve ser digitada em fonte tamanho 12. É a tradução do resumo em língua vernácula para outro idioma de propagação internacional (em inglês ABSTRACT. 89 Inicia-se em folha/página distinta. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração (desenhos...5 de entrelinhas e centralizado.1... mapas e outras). na margem superior..8 Resumo em língua estrangeira Elemento obrigatório.... Exemplo Quadro 1 – Adaptação do esquema de interação verbal . 31 Inicia-se em folha/página distinta.. quadros..1. 1. .. em espaço 1...1.. sem indicativo numérico. fonte tamanho 12.. esquemas.. fonte tamanho 12 e justificado (APÊNDICE L)... em espaço 1. em negrito..2... e b) as palavras-chave e/ou descritores também devem ser traduzidas.. em francês RESUMÉ ou outro). LISTA DE QUADROS (APÊNDICE N)... em espaço 1.9 Lista de ilustrações Elemento opcional..1... Elaborada de acordo com a ordem exibida no texto. 1.. título e número da folha/página em que os itens se encontram. organogramas. espaço 1.... Seguem as orientações: a) aparece logo após o resumo em língua vernácula e em formato idêntico... em letras maiúsculas..5 de entrelinhas e justificada (APÊNDICE O).... na margem superior. com o título LISTA DE ILUSTRAÇÕES. RESUMEM ou RESUMÉ.... em espanhol RESUMEN. sem indicativo numérico e centralizada..... mapas... na margem superior. em negrito. fotografias....5 de entrelinhas. travessão... travessão. em negrito.....10 Lista de tabelas Elemento opcional..1. A lista deve ser digitada em fonte tamanho 12...1.13 2. fonte tamanho12.....2.......... por exemplo: LISTA DE GRÁFICOS.. conforme a língua. Inicia-se em folha/página distinta com a palavra ABSTRACT. fonte tamanho 12.. com o título LISTA DE TABELAS. com cada item designado por seu nome e número específico.. Elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto.. título e número da folha/página em que se encontram os itens. O texto do resumo em língua estrangeira deve ser digitado em espaço 1.

A lista deve ser digitada em fonte tamanho 12. seguidas das palavras ou expressões correspondentes. na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. espaço 1. Lista de símbolos elaborada de acordo com a ordem expressa no texto.11 Lista de abreviaturas e siglas Elemento opcional.5 de entrelinhas e justificado (APÊNDICE Q). em negrito.2. em letras maiúsculas. . fonte tamanho 12.1.5 de entrelinhas e centralizado. com o título LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS. espaço 1. com a palavra SUMÁRIO. c) os títulos das seções e subseções sucedem os indicativos numéricos. 1. com o devido significado. em cada um deve constar o sumário completo. espaço 1. em negrito. obedecendo às seguintes orientações: a) os elementos pré-textuais não constam no sumário. Apresentação das divisões. acompanhadas pelo respectivo número da página. em negrito. com o título LISTA DE SÍMBOLOS. grafadas por extenso. 1. na margem superior.12 Lista de símbolos Elemento opcional. fonte tamanho 12. pode-se elaborar lista própria para cada tipo.1. sem indicativo numérico.5 de entrelinhas e centralizado.5 de entrelinhas (APÊNDICE R). e e) caso o trabalho seja apresentado em mais de um volume. seções e outras partes do trabalho.2. Quando necessário. na margem superior.1. em letras maiúsculas. por exemplo: LISTA DE ABREVIATURAS e LISTA DE SIGLAS.1. Exemplo ABNT Associação Brasileira de Norma Técnicas UFC Universidade Federal do Ceará Inicia-se em folha/página distinta. Inicia-se em folha/página distinta. d) os títulos das seções e subseções são alinhados à margem do título do indicativo numérico mais extenso. sem indicativo numérico. sem indicativo numérico.2. Relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no trabalho. em letras maiúsculas. espaço 1. Exemplo Dab Distância euclidiana H2O Água Inicia-se em folha/página distinta. Elaborado conforme a NBR 6027/2003.1.14 1.5 de entrelinhas e justificada (APÊNDICE P). b) os indicativos numéricos das seções e subseções são alinhados à esquerda.1. A lista deve ser digitada em fonte tamanho 12.5 de entrelinhas e centralizada.13 Sumário Elemento obrigatório. O sumário deve ser digitado em fonte tamanho 12 e espaço 1. na margem superior. espaço 1.

na margem superior. sem indicativo numérico e centralizada.3 Conclusão A conclusão deve ser decorrência natural do que foi exposto no desenvolvimento.2. em qualquer tipo de trabalho. espaço simples. na ordem em que se seguem. A nomenclatura dos títulos dos elementos textuais fica a critério do autor. As referências devem ser digitadas em fonte tamanho 12. experimental.1.1.15 1.2. fonte tamanho 12. descritiva ou outra). Não possui uma estrutura rígida de apresentação. As referências são elaboradas conforme a ABNT NBR 6023/2002. de forma que fique evidente sobre o que se está investigando.3 Elementos pós-textuais Os elementos pós-textuais são: referências. em letras maiúsculas. . alinhadas à esquerda e separadas uma da outra por um espaço simples em branco (APÊNDICE S).1 Introdução Tem como finalidade dar ao leitor uma visão concisa do tema investigado.2.2 Desenvolvimento Visa a expor e discutir o tema abordado no trabalho acadêmico. Visa a recapitular sinteticamente os resultados da pesquisa. Assim.3.1. acompanhadas de seus respectivos significados ou definições. deve resultar de deduções lógicas sempre fundamentadas no que foi apresentado e discutido anteriormente. Nos elementos textuais.2. 1. As seções primárias devem iniciar em página distinta e. em negrito.2. no anverso (página ímpar).1. os objetivos do trabalho. 1. Lista em ordem alfabética de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou sentido obscuro.1.3.1.1 Referências Elemento obrigatório. Sucedem o texto e complementam o trabalho.2.2 Glossário Elemento opcional.1. apêndices. o objeto de pesquisa que será investigado durante o transcorrer da pesquisa.2 Elementos textuais Exposição da matéria em três partes fundamentais: introdução. ou seja. a justificativa da escolha do tema.2. admitindo-se que seja constituído de capítulos que devem apresentar a temática de forma detalhada. ressaltandose: o assunto de forma delimitada. com a palavra REFERÊNCIAS.2. podendo ser ordenada alfabeticamente ou pelo sistema numérico. glossário. Independentemente da natureza do estudo (pesquisa bibliográfica. todas as seções são numeradas. os materiais e métodos e as análises ou resultados sempre constituem a parte textual do trabalho acadêmico.2. 1. Inicia-se em folha/página distinta.2. desenvolvimento e conclusão. quando digitado nos dois lados da folha. anexos e índices. enquadrando-o sob a perspectiva de uma área do conhecimento. 1. a revisão de literatura. 1. 1. de campo. Listagem das publicações citadas na elaboração do trabalho.

Texto ou documento não elaborado pelo autor. em letras maiúsculas. com a palavra GLOSSÁRIO.Curva de crescimento de Isochrysis galbana Iniciam-se em folha/página distinta. na identificação dos apêndices. travessão e pelo respectivo título.Curva de crescimento de Isochrysis galbana Iniciam-se em folha/página distinta.5 de entrelinhas (APÊNDICE T). travessão e pelo respectivo título. quando esgotadas as letras do alfabeto (APÊNDICE U). em negrito. fonte tamanho 12. em letras maiúsculas. Elaborado conforme a NBR 6034/2004. 1. Exemplos ANEXO A .3. Cada anexo deve ser precedido da palavra ANEXO e identificado por letras maiúsculas consecutivas. quando esgotadas as letras do alfabeto. 1.3.2.1. em letras maiúsculas. Utilizam-se letras maiúsculas dobradas. Exemplos APÊNDICE A .Curva de crescimento de Dunaliella salina APÊNDICE B . Lista de palavras ou frases ordenadas segundo determinado critério. sem indicativo numérico e centralizada (APÊNDICE V). que localiza e remete para as informações contidas no texto. comprovação e ilustração.4 Anexo Elemento opcional.1. Utilizam-se letras maiúsculas dobradas. fonte tamanho 12.1. na margem superior. o índice pode ser classificado em: alfabético. assunto etc. complementando sua argumentação.3 Apêndice Elemento opcional. Quanto ao enfoque.Curva de crescimento de Dunaliella salina ANEXO B .3. na identificação dos apêndices. Cada apêndice deve ser precedido da palavra APÊNDICE e identificado por letras maiúsculas consecutivas. cronológico. em negrito. numérico e alfanumérico. negrito. na margem superior. o índice pode ser geral e especial (quando organizado por autor. Quanto à ordenação. sem indicativo numérico e centralizada.5 Índice Elemento opcional. com a palavra APÊNDICE(S).16 Inicia-se em folha/página distinta. na margem superior. fonte tamanho 12. Texto ou documento elaborado pelo autor. sistemático.).2.3. A lista de palavras deve ser digitada com fonte tamanho 12 e espaço 1. que serve de fundamentação. 1. . com a palavra ANEXO(S). sem indicativo numérico e centralizada.

c) a citação direta com mais de três linhas é destacada com recuo de 4 cm da margem esquerda (APÊNDICE X. os elementos pré-textuais (com exceção da ficha catalográfica).2. com a palavra ÍNDICE e a respectiva classificação. legendas .2. podendo utilizar cores somente para as ilustrações. orientador e coorientador (se houver) devem estar alinhados a partir do meio da área do texto para a margem direita (recuo de 8 cm à esquerda) (APÊNDICE Z). formato A4 (210 mm x 297 mm). b) para o verso (APÊNDICE Y): − margens direita e superior de 3 cm. − margens direita e inferior de 2 cm.2 Margem Deve obedecer às seguintes orientações: a) para o anverso (APÊNDICE X): − margens esquerda e superior de 3 cm. a área de concentração. e e) quando digitado no anverso e verso da folha. na margem superior. dados internacionais de catalogação-na-publicação (ficha catalográfica). notas de rodapé. c) o texto deve ser digitado em preto. referências. A lista de palavras deve ser digitada com fonte tamanho 12 e espaço 1. com exceção das citações diretas com mais de três linhas.1 Formato A formatação obedece às seguintes orientações: a) impresso em papel branco ou reciclado. que devem ser em fonte tamanho 10. 1.2 Forma de apresentação do trabalho acadêmico Os trabalhos acadêmicos devem ser elaborados conforme a NBR 14724/2011. notas de rodapé. que é impressa obrigatoriamente no verso da folha de rosto. pós-textuais e seções primárias dos elementos textuais devem iniciar no anverso da folha (página ímpar).3 Espaçamento O trabalho acadêmico deve obedecer às seguintes orientações sobre espaçamento: a) todo o trabalho deve ser digitado com espaço de 1.5 de entrelinhas (APÊNDICE W). 1. 1. e) na folha de aprovação. a natureza do trabalho e a área de concentração devem estar alinhadas a partir do meio da área do texto para a margem direita (recuo de 8 cm à esquerda) (APÊNDICE AA). Y). inclusive a capa. 1. a natureza do trabalho. fonte tamanho 12.2. em negrito. b) fonte Arial ou Times New Roman. ou somente no anverso. d) na folha de rosto. em letras maiúsculas. espaço 1.5 de entrelinhas. e f) as notas devem ser digitadas dentro das margens do texto (APÊNDICE AB). com exceção das citações com mais de três linhas.17 Inicia-se em folha/página distinta. d) pode ser digitado no anverso e verso da folha. com exceção da ficha catalográfica.5 cm de entrelinhas. − margens esquerda e inferior de 2 cm. legendas e fontes das ilustrações e das tabelas. sem indicativo numérico e centralizada. fonte tamanho 12 para todo o trabalho. paginação.

em algarismos arábicos. as notas de rodapé devem ser separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por um filete de 5 cm. 1. − para o verso. organizando as seções em que se divide o texto. não se conta a página da ficha catalográfica. AD): a) todas as páginas. os números devem figurar a 2 cm da borda superior. e d) para trabalhos em mais de um volume. a 2 cm da borda superior. . e d) para trabalhos em mais de um volume. são contadas sequencialmente.2. no canto superior direito da folha.1 Seções De acordo com a NBR 6024/2003 (APÊNDICE AE): a) devem ser utilizados algarismos arábicos. considerando anverso e verso.2. ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha. quando utilizados. ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da página. Dessa forma. no canto superior direito da página.5 Numeração progressiva Deve ser utilizada para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho. c) os apêndices e anexos. a partir da margem esquerda. b) a numeração deve figurar. 1. b) deve-se limitar a numeração progressiva até a seção quinária. considerando somente o anverso. devem ser numerados de forma contínua ao texto. e as referências ao final do trabalho devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco. devem ser numerados de forma contínua ao texto. ficha catalográfica e natureza do trabalho (na folha de rosto e folha de aprovação). a partir da folha de rosto. deve ser dada uma numeração sequencial às folhas do primeiro ao último volume.5 cm em branco.18 b) c) d) e) das ilustrações e tabelas. a partir da folha de rosto. os títulos das seções e subseções devem ser separados do texto que os precede e os sucede por um espaço de 1. Para os trabalhos digitados no anverso e verso (APÊNDICE AC. as citações diretas com mais de três linhas devem ser separadas do texto que as precede e as sucede por um espaço de entrelinhas simples em branco. ficando o primeiro algarismo a 2 cm da borda esquerda da página. c) os apêndices e anexos. que devem ser digitados em espaço simples. devem ser contadas sequencialmente. em algarismos arábicos.4 Paginação Para os trabalhos digitados somente no anverso (APÊNDICE AC): a) todas as folhas. quando utilizados. 1. a 2 cm da borda superior. deve ser dada uma numeração sequencial das páginas do primeiro ao último volume. a partir da primeira página da parte textual (Introdução).2. b) a numeração deve figurar a partir da primeira folha da parte textual (Introdução).5. da seguinte forma: − para o anverso.

I). que ocupem mais de uma linha.19 c) o indicativo numérico de uma seção antecede seu título. glossário. itálico ou sublinhado e outros.1 Dissertação 2. e . devem. c) as letras indicativas das alíneas devem apresentar recuo de 2 cm em relação à margem esquerda. g) os itens folha de rosto. sumário. da primária à quinaria.1 Definição 2. referências.2. agradecimentos.2 Tese 2. utilizando-se os recursos caixa alta. e) títulos de seções com indicação numérica. resumo em língua estrangeira.5 cm em branco. d) todas as seções devem conter um texto relacionado com elas. resumo em língua vernácula. (APÊNDICE AE). Quando digitadas no anverso e verso da folha. alinhado à esquerda. não devem constar as respectivas palavras (APÊNDICE C.1 Folha de rosto OBS. b) as alíneas são ordenadas alfabeticamente por letras minúsculas. negrito. anexos e índices não são numerados.1. a partir da segunda linha. seguidas de parênteses.1. h) os títulos das seções devem ser destacados tipograficamente. exceto a última.1. A disposição gráfica das alíneas obedece às seguintes regras: a) o trecho final do parágrafo anterior às alíneas termina em dois pontos.5 cm em branco. G. listas de ilustrações. apêndices. listas de abreviaturas e siglas. folha de aprovação. e) o texto da alínea deve terminar em dois pontos se houver subalíneas.1. em letras maiúsculas e em negrito. Utilizam-se letras dobradas quando esgotadas as letras do alfabeto. esta deve ser subdividida em alíneas (APÊNDICE AF).: Não confundir este exemplo com o sumário. em relação ao espaço entre o indicativo numérico e o título da seção. e j) os títulos das seções secundárias a quinarias devem ser separados dos textos que os precede e os sucede por um espaço entrelinhas de 1. 1.2. ser alinhados abaixo da primeira letra da primeira palavra do título. i) os títulos das seções primárias devem começar em folha distinta. portanto. Exemplo: 1 INTRODUÇÃO 2 APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS 2. lista de símbolos.1. as seções primárias devem iniciar em página ímpar. f) errata. F.2. dedicatória e epígrafe são elementos sem indicativo numérico e sem título. e devem ser centralizados.2 Alíneas Quando for necessário enumerar os diversos assuntos de uma seção que não possua título próprio. separados por um espaço de caractere em branco. Não se utiliza qualquer pontuação ou sinal entre o indicativo numérico e o texto.1 Estrutura 2. alinhados à esquerda e separados do texto que os sucede por um espaço entrelinhas de 1. que termina em ponto final.5. d) o texto da alínea começa por letra minúscula e termina em ponto-e-vírgula. na parte superior.

travessão e título. imagem. d) o texto da subalínea começa por letra minúscula e termina em ponto-e-vírgula. a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão responsável pela normalização técnica no País. b) as subalíneas devem começar por travessão. número de ordem em algarismos arábicos.7 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto e. que comporte seus elementos. seguido da sigla entre parênteses. composta pelo nome específico da ilustração (em letras maiúsculas/minúsculas). 1.6 Siglas Quando aparecem pela primeira vez no texto. Exemplo: x2 + (x2 + y2 = z2 y2) / 5 = n (1) (2) 1. indicar a fonte consultada (elemento obrigatório.8 Ilustrações Designação genérica de imagem que ilustra ou elucida um texto. fotografia. usa-se uma entrelinha maior.2. entre outros (APÊNDICE AH).3 Subalíneas Quando a exposição de ideia exigir. mesmo que seja produção do próprio autor). Na sequência normal do texto. A disposição gráfica das subalíneas obedece às seguintes regras: a) a alínea anterior às subalíneas termina em dois pontos. a alínea pode ser dividida em subalíneas.2. gráfico. Exemplo Fundada em 1940. 1. quadro. figura. retrato. Apresentam-se da seguinte forma: a) sua identificação aparece na parte superior. esquema. fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro.2. seguido de espaço. . na parte inferior. São considerados ilustrações: desenho. deve-se colocar a expressão por extenso. organograma. índices e outros. como expoentes.5. 1. c) devem apresentar recuo em relação à alínea. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses e alinhados à direita. quando necessário. planta. Se não existir alínea subsequente.2.20 f) a segunda e as seguintes linhas da alínea começam abaixo da primeira letra do texto da própria alínea. mapa. fluxograma. b) após as ilustrações. a última subalínea deve terminar em ponto final. e) a segunda e as seguintes linhas da subalíneas começam abaixo da primeira letra do texto da própria subalínea (APÊNDICE AG).

número de ordem em algarismos arábicos. que estabelecem: a) possuem numeração independente e consecutiva. f) utilizam-se traços horizontais e verticais para separar os títulos das colunas no cabeçalho e para fechá-las na parte inferior. b) sua identificação aparece na parte superior composta pela palavra tabela (em letras maiúsculas/minúsculas). após o traço de fechamento. sendo o título e o cabeçalho repetidos na folha/página seguinte. c) as fontes citadas e notas eventuais aparecem no rodapé da tabela. 1. em espaço simples e justificado.21 c) após a indicação da fonte. “continuação” (em tabelas com mais de 3 folhas) e “conclusão”. .2. e g) evitam-se traços verticais para separar as colunas e traços horizontais para separar as linhas no corpo da tabela. e d) as ilustrações devem ser citadas e inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem. das quais o dado numérico se destaca como informação central (APÊNDICE AI). e) caso a tabela precise ser continuada na folha seguinte. travessão e respectivo título. A ABNT orienta a utilização das Normas de Apresentação Tabular do IBGE (1993). podem ser acrescentadas legenda. na última folha/página. notas e outras informações necessárias ao entendimento das ilustrações. constando as palavras “continua” na primeira folha/página. não será delimitada por traço horizontal na parte inferior. d) devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem.9 Tabela Forma não discursiva de apresentar informações.

22 APÊNDICES APÊNDICE A – Capas UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA VÂNIA ÁVILA DE CASTRO ESTUDO DA CRISTALIZAÇÃO DE NANOPARTÍCULAS DE Au POR DIFRAÇÃO E ABSORÇÃO DE RAIOS-X FORTALEZA 2011 .

23 UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO JULIANA GASTÃO BARROSO PERCEPÇÃO SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM BIOLOGIA: CONTRIBUIÇÕES PARA A AVALIAÇÃO CURRICULAR FORTALEZA 2011 .

24 UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE HUMANIDADES DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA JÚLIO SANTOS DUARTE PERFIL DOS EGRESSOS DO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ NO PERÍODO DE 2008 A 2010 FORTALEZA 2011 .

25 APÊNDICE B – Lombada BARROSO PERCEPÇÃO SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM BIOLOGIA Espaço reservado para a etiqueta 1 cm 2011 v. 1 .

FORTALEZA 2011 .26 APÊNDICE C – Folha de rosto VÂNIA ÁVILA DE CASTRO ESTUDO DA CRISTALIZAÇÃO DE NANOPARTÍCULAS DE Au POR DIFRAÇÃO E ABSORÇÃO DE RAIOS-X Tese apresentada ao Curso de Doutorado em Física do Departamento de Física da Universidade Federal do Ceará. Dr. Área de concentração: Física de Materiais Orientador: Prof. como parte dos requisitos para obtenção do título de Doutor em Física. Mariana Costa.

FORTALEZA 2011 . Área de concentração: Avaliação Curricular.27 JULIANA GASTÃO BARROSO PERCEPÇÃO SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM BIOLOGIA: CONTRIBUIÇÕES PARA A AVALIAÇÃO CURRICULAR Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação Brasileira. Rui Carmo Sena. Orientador: Prof. Dr. como requisito parcial para obtenção do Título de Mestre em Educação. da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Ceará.

FORTALEZA 2011 . Dr. como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Biblioteconomia. Paulo César Mota Barros. Orientador: Prof.28 JÚLIO SANTOS DUARTE PERFIL DOS EGRESSOS DO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ NO PERÍODO DE 2008 A 2010 Monografia apresentada ao Curso de Biblioteconomia do Departamento de Ciências da Informação da Universidade Federal do Ceará.

2. 2011. Dra. Silvia Helena Vieira Cruz.21 _________________________________________________________________________ . 3. I. no barco de Rosa : o papel das interações estabelecidas entre a professora de creche e as crianças na constituição do eu infantil / Sinara Almeida da Costa. Na ilha de Lia. . Tese (doutorado) – Universidade Federal do Ceará. CDD 372. 397 f. Professores de creches. Programa de Pós-Graduação em Educação Brasileira. Fortaleza. Sinara Almeida da.. Título.29 APÊNDICE D – Verso da folha de rosto: dados internacionais de catalogação-napublicação (ficha catalográfica) Dados Internacionais de Catalogação na Publicação Universidade Federal do Ceará Biblioteca de Ciências Humanas ________________________________________________________________________ V875n Costa. enc. – 2011. : il. color. 4. Análise de interação em educação. Orientação: Profa. Faculdade de Educação. Educação pré-escolar – Fortaleza (CE). 1. 30 cm. Área de Concentração: Educação pré-escolar. Subjetividade.

B. Usina de beneficiamento de leite e derivados. Brasília: Ministério da Agricultura. C. do Abastecimento e da Reforma Agrária. 46 p.30 APÊNDICE E – Errata ERRATA SILVA. A. 1995. Folha 31 Linha 34 Onde se lê sacos plásticos Leia-se embalagem cartonada .

Dra. Dra. Dr. Mariana Costa (Orientador) Universidade Federal do Ceará (UFC) ___________________________________________ Prof. Área de concentração: Física de Materiais. Aprovada em: ___/___/______. Wilson Lima Sales Coronado Universidade Federal do Maranhão (UFMA) . Rui Carmo Sena Universidade Federal do Ceará (UFC) ___________________________________________ Prof. como parte dos requisitos para obtenção do título de Doutor em Física. BANCA EXAMINADORA ___________________________________________ Profa. Dagoberto Santos Filgueiras Universidade Federal do Ceará (UFC) ___________________________________________ Profa. Dr. Dr.31 APÊNDICE F – Folha de aprovação VÂNIA ÁVILA DE CASTRO ESTUDO DA CRISTALIZAÇÃO DE NANOPARTÍCULAS DE Au POR DIFRAÇÃO E ABSORÇÃO DE RAIOS-X Tese apresentada ao Doutorado em Física do Departamento de Física da Universidade Federal do Ceará. Suely Bezerra Oliveira Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) ___________________________________________ Prof.

Mariana Costa Universidade Federal do Ceará (UFC) ___________________________________________ Prof. BANCA EXAMINADORA ___________________________________________ Prof. Rui Carmo Sena (Orientador) Universidade Federal do Ceará (UFC) ___________________________________________ Profa. Dr.32 JULIANA GASTÃO BARROSO PERCEPÇÃO SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM BIOLOGIA: CONTRIBUIÇÕES PARA A AVALIAÇÃO CURRICULAR Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação Brasileira. como requisito parcial para obtenção do Título de Mestre em Educação. Dr. Área de concentração: Avaliação Curricular. Wilson Lima Sales Coronado Universidade Estadual do Ceará (UECE) . Aprovada em: ___/___/______. Dra. da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Ceará.

Wilson Lima Sales Coronado Universidade Federal do Ceará (UFC) . BANCA EXAMINADORA ___________________________________________ Prof. Me. Mariana Costa Universidade Federal do Ceará (UFC) ___________________________________________ Prof. Aprovada em ___/___/______.33 JÚLIO SANTOS DUARTE PERFIL DOS EGRESSOS DO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ NO PERÍODO DE 2008 A 2010 Monografia apresentada ao Curso de Biblioteconomia do Departamento de Ciências da Informação da Universidade Federal do Ceará. Dr. Paulo César Mota Barros (Orientador) Universidade Federal do Ceará (UFC) ___________________________________________ Profa. Dra. como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Biblioteconomia.

Raul e Lúcia.34 APÊNDICE G – Dedicatória A Deus. . Aos meus pais.

pela excelente orientação. pelo tempo concedido nas entrevistas. Paulo César Mota Barros. Aos colegas da turma de mestrado. Ao Prof. críticas e sugestões recebidas. pelo apoio financeiro com a manutenção da bolsa de auxílio. Dr. . Aos professores entrevistados. pelas reflexões. Aos professores participantes da Banca examinadora Mariana Costa e Wilson Lima Sales Coronado pelo tempo pelas valiosas colaborações e sugestões.35 APÊNDICE H – Agradecimentos AGRADECIMENTOS À CAPES.

" (Umberto Eco) .36 APÊNDICE I – Epígrafe "Não importa tanto o tema da tese quanto a experiência de trabalho que ela comporta.

as suas características demográficas (sexo. sendo a maneira mais simples de cunho descritivo. em termos quantitativos (PEREIRA. randomizados e não rondomizados. de cada um deles. com área territorial de 318. e analisados pelo Comitê Regional de Prevenção do Óbito Infantil e Fetal (CRPOIF). que geralmente pertence a uma área geográfica definida. 2000). de observação e de intervenção. Limita-se ao norte e ao leste com o oceano Atlântico e com os Municípios de Eusébio e Aquiraz: ao sul com os municípios de Maracanaú. avalia como os contextos sociais e ambientais podem afetar a saúde de grupos populacionais. Nas pesquisas de conteúdo ecológico.37 APÊNDICE J – Epígrafe em capítulos 4 METODOLOGIA "Não importa tanto o tema da tese quanto a experiência de trabalho que ela comporta.2 Amostra Composto pelos óbitos de menores de um ano no universo temporal de dois anos (2008 e 2009). a unidade de análise é uma população. a efetividade de intervenções nestes grupos. cor etc. na qual uma só série de dados estatísticos é utilizada para descrever uma situação." (Umberto Eco) Este é um estudo ecológico. idade. . ocorridos nos 27 bairros da Secretaria Executiva Regional VI (SER VI) – Fortaleza.1 Tipo do estudo Os estudos ecológicos podem ser descritivos e analíticos.2. 4. quantitativo e descritivo.8 km2.1 Contextualização do ambiente do estudo – cenários da pesquisa O Município de Fortaleza está localizado no litoral norte do Estado do Ceará. 4. e procura saber. 4. Pacatuba e Itaitinga e ao oeste com os Municípios de Caucaia e Maracanaú.).

bem como do tempo de protrombina representada pelo INR e receberam alta entre o 10o e o 16o dia de pós-operatório. . Todos os pacientes foram extubados dentro das 6 primeiras horas pós-transplante. Há três anos foi iniciado um programa de transplante hepático experimental em suínos no Hospital Universitário da Universidade Federal do Ceará com a finalidade de reunir e treinar uma equipe multidisciplinar em torno de um projeto comum. Assim. Desde então. com uma população estimada de 7 milhões de habitantes. técnica conhecida pelo nome de piggyback.5 anos. Em 17 de maio de 2002.3%. Cinco pacientes eram do sexo masculino e um do sexo feminino. Transplante de fígado. Palavras-chave: Farmacologia clinica. pode-se considerar consolidada a etapa de implantação do programa de transplante de fígado no Estado do Ceará.38 APÊNDICE K – Resumo em língua vernácula RESUMO O transplante ortotópico de fígado é o único tratamento eficaz para as doenças hepáticas terminais. não oferecia esta opção terapêutica.6 concentrados de hemácias por paciente. Doenças do fígado. O tempo de isquemia fria do enxerto foi em média de 7. A etiologia da doença hepática foi cirrose pelo virus C em 5 pacientes e doença de Wilson em uma paciente. Até recentemente. Cinco pacientes evoluíram com normalização das enzimas hepáticas e das bilirrubinas. Concluiu-se que o sucesso técnico dos transplantes de fígado realizados foi de 100%. foram realizados 6 transplantes de fígado com preservação da veia cava.5 horas e a permanência hospitalar média foi de 17 dias. Um paciente apresentou grande elevação de AST e ALT. seguida por hemorragia digestiva alta e óbito no 8o dia. o Estado do Ceará. que foi transplantada de urgência por falência hepática aguda. caracterizando uma disfunção primária do enxerto. sendo que a sobrevida inicial maior que 30 dias foi de 83. A média de transfusão foi de 2. Cirrose hepática. A idade média foi de 39. todo esse esforço foi coroado pela realização com sucesso do primeiro transplante de fígado do Ceará.

Keywords: Clinical pharmacology. this therapeutic modality. Five patients presented normalization of the hepatic transaminases and bilirrubins as well as the prothrombin time and left the hospital between the 10th and 16th day. with a population of about seven million inhabitants did not offer. This patient had a clinical presentation of acute hepatic failure and priority for transplantation. and presented variceal and diffused bleeding. The state of Ceará.5 years and five of the recipients were men. Diseases of the liver. and an initial survival (more than 30 days) of 83. There were an average of 2. the liver transplant program was consolidated as a therapeutic option in the State of Ceará. dying at the 8th post operative day. Since then were realized six liver transplants with inferior caval vein preservation. On May 17th 2002. until recently. Cirrhosis of the liver.6 packed red blood cells per patient.3%. All patients were weaned from ventilation until six hours of post transplant. Figura 12 – Modelo de resumo em língua estrangeira . In 1999 an experimental liver transplantation program in pigs was initiated in the University Hospital of the Federal University of Ceará with the objective to group and train a multidisciplinary team in this procedure. The etiology of the liver failure was virus C cirrhosis in five patients and Wilson´s disease in one. After these successful results. the graft cold ischemia time was in average 7. a technical variant called piggyback. Concluded that there was a 100% technical success.39 APÊNDICE L – Resumo em língua estrangeira ABSTRACT The orthotopic liver transplantation is the only effective treatment for the end-stage liver diseases. One patient had an acute increased in hepatic enzymes. characterizing a primary graft dysfunction. all these efforts were rewarded with the successful fulfillment of the first liver transplantation. Liver transplantation. The patients average age was 39.5 hours and the mean hospitalization time 17 days.

..................... 48 Gráfico 1 ....Plântulas de feijão-de-corda .......................Valores médios de acesso à plântula (AP) de 72 soja ...Valores médios de acesso à plântula (AP) de feijão-de-corda ..................................Plântulas de soja .....40 APÊNDICE M – Lista de ilustrações LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 ..... ................. 47 Figura 2 ...................... 61 Gráfico 2 ...........................................................

41

APÊNDICE N – Lista de gráficos

LISTA DE GRÁFICOS

Gráfico 1 - Plântulas de soja .............................................. 48 Gráfico 2 - Plântulas de feijão-de-corda ............................ 47 Gráfico 3 - Valores de variância de soja ............................ 58 Gráfico 4 - Valores de variância de feijão-de-corda .......... 58 Gráfico 5 - Meios de acesso à plântula (AP) de soja ......... 61 Gráfico 6 - Meios de acesso à plântula (AP) de feijão-de61 corda ................................................................

42

APÊNDICE O – Lista de tabelas

LISTA DE TABELAS Tabela 1 − Composição, classificação e fabricante do pino intraradicular Reforpost Fibra de Vidro ......................... Tabela 2 − Composição, classificação e fabricante do adesivo e cimento resinoso: Single Bond 2 + RelyX CRA ....... Tabela 3 − Composição, classificação e fabricante do adesivo e cimento resinoso: ED Primer + Panavia 21 ............... Tabela 4 − Composição, classificação e fabricante do cimento resinoso: RelyX Unicem ............................................ Tabela 5 − Resultados da resistência de união média com seus respectivos desvio-padrão nos terços das raízes para todos os cimentos utilizados ...................................... Tabela 6 − Análise de Variância (ANOVA) para comparação da resistência de união entre os terços (cervical, médio e apical), utilizando Panavia 21 como cimento ......... Tabela 7 − Análise de Variância (ANOVA) para comparação da resistência de união entre os terços (cervical, médio e apical), utilizando RelyX CRA/Single Bond 2 como cimento ............................................................. Tabela 8 − Análise de Variância (ANOVA) para comparação da resistência de união entre os terços (cervical, médio e apical), utilizando RelyX Unicem como cimento ...

20 24 24 24

24

24

33

37

43

APÊNDICE P – Lista de abreviaturas e siglas

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

ABNT CNPq IBICT ISBN MEC TCC UFC

Associação Brasileira de Normas Técnicas Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia International Standard Book Number Ministério de Educação e Cultura Trabalho de Conclusão de Curso Universidade Federal do Ceará

UNESCO United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization

44 APÊNDICE Q – Lista de símbolos LISTA DE SÍMBOLOS $ % £ ¥ € § © ® ∞ α β Dólar Porcentagem Libra IIene Euro Seção Copyright Marca Registrada IInfinito Alfa Beta .

............................................................... 24 Tratamento endodôntico e desobstrução do conduto radicular .............. CONCLUSÃO ............................................................................ 2................................................................. 24 MATERIAL E MÉTODOS............... 92 REFERÊNCIAS ................................... RESULTADOS ....................................................................1 2.......................... 24 24 44 54 Preparo das superfícies dos pinos ......................................................................................... 24 Seleção e preparo dos dentes ..............................................4 3 4 5 INTRODUÇÃO ........... 104 .....................................................................4.................... 24 Material .....1 Pinos de platina ............... 100 ANEXOS ...................................2 2....................................................3 2..........................................................45 APÊNDICE R – Sumário SUMÁRIO 1 2 2............ 94 APÊNDICES ............................ 15 TRATAMENTO DENTÁRIO ..................................

n. Belo Horizonte: Rede Pitágoras. M. MILLER. n. Londres: Macmlliam. 28. A educação e a nova ordem constitucional. KOVARICK. VEIGANETO. Alfredo. ARELARO L. 2004. p. 2005. 27-51. B. 1994. In: ALBUQUERQUE JÚNIOR. . P. Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil. DINIZ. 2008. GENTILI. Principles of econmic. Michel. GORDON. 18. FOUCAULT. Emir.61-85. São Paulo: Cortez. n. 2003. Marisa. Maria Fernanda Diamante. BASQUES. O empreendedorismo na escola. v. R. 1. p. 269-294. Balanço do neoliberalismo. 2005. Formulação e implementação das políticas públicas em educação e as parcerias público-privadas: impasse democrático ou mistificação da política? Educação & Sociedade. 5). Petrópolis: Vozes. Clébio Campolina. C. Cartografias de Foucault. SOUZA FILHO. Revista Brasileira de Ciências Sociais. GOHN. M. Hemel Hempstead: Harvester Wheatsheaf.). 899-919. Porto alegre: ARTMED. 15-11. (Questões da nossa época. CURY. 2006. Carlos Roberto Jamil. São Paulo: Paz e terra. out. The Foucault effect: studies in governmentality. Alípio. In: ACUCIO. Campinas. p. Pablo. n. Cartografando a gurizada da fronteira: novas subjetividades na escola. 2011. R. 1991. In: SABER. Movimentos sociais e educação. COSTA. G. (Org. Maria da Gloria. Pós-neoliberalismo: as políticas sociais e o Estado democrático. p. 11-20. Alfredo. ANDRADE. L. MARSHAL. C. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Revista da Associação Nacional de Educação. A industrialização nordestina recente e suas perspectivas. Sobre a vulnerabilidade socioeconômica e civil: Estados Unidos. p. Belo Horizonte: Autêntica. Empreendedorismo: um novo passo em educação. p. R. 51. Durval. 2009. ed. França e Brasil. Perry. 14. São Paulo.. São Paulo.46 APÊNDICE S – Modelo de referências REFERÊNCIAS ANDERSON. 2007. v. fev. 2.

O que vale também simplesmente dizer que educar é desequilibrar o organismo (indivíduo). É desenvolvimento. − Adaptação: movimento de equilíbrio contínuo entre a assimilação e a acomodação. motora e mental). ou seja. Assim. O conhecido (conhecimento anterior) representa a assimilação. provocadoras de conflito cognitivo. O indivíduo modifica o meio e é também modificado por ele. − Aprendizagem: modificação da experiência resultante do comportamento. Esta teoria valoriza o meio ou a aprendizagem por condicionamento. No sentido restrito (específico) aprender que alguma coisa se chama "lua". "macaco". do objeto ou da situação. educar seria propiciar situações (atividades) adequadas aos estágios de desenvolvimento. isto é. − Centração: fixação da atenção em um só aspecto da totalidade. − Desequilíbrio: é a ruptura do estado de equilíbrio do organismo e provoca a busca no sentido de condutas mais adaptadas ou adaptativas. − Acomodação: reestruturação dos esquemas de assimilação. como também. O novo conhecimento representa a acomodação. a aquisição do pensamento operatório formal. − Cibernética: a ciência e a arte da auto-regulação. Assimilação e acomodação são processos indissociáveis e complementares. − Condutismo: teoria psicológica que sustenta que o desenvolvimento do comportamento humano é determinado pelas condições do meio em que o organismo está inserido. No sentido amplo "aprender a estruturar todos os objetos no universo em sistemas hierárquicos de classificação". em outras palavras. − Auto-regulação: características que as estruturas tem de se ordenarem e organizarem a si mesmas. Só há aprendizagem quando os esquemas de assimilação sofrem acomodação. é um processo de equilibração sucessiva que tende a uma forma final. Pode-se dizer ainda que é a construção de estruturas nas . − Assimilação: incorporação da realidade aos esquemas de ação do indivíduo ou o processo em que o indivíduo transforma o meio para satisfação de suas necessidades. para novas adaptações (atividades de assimilação e acomodação).47 APÊNDICE T – Glossário GLOSSÁRIO − Abertura: realização das possibilidades operativas de uma estrutura de comportamento (verbal. − Desenvolvimento: é o processo que busca atingir formas de equilíbrio cada vez melhores ou.

Dentre as ações desenvolvidos em sua gestão. avalia a efetivação dessas políticas públicas? APÊNDICE B .. Dentre as ações desenvolvidos em sua gestão. assumiu a Secretaria de Educação? 2. perguntar: O que mudou. perguntar: O que mudou. e quais são de capital local? 7. como gestor público. Como era a cidade de Horizonte (características econômicas e sócioculturais) na época em que o Sr.. considera as mais importantes? Por quê? Segundo momento da entrevista 1. houve alguma parceria com Secretarias de Educação? Em caso positivo. Durante sua gestão. Houve participação da sociedade na elaboração e no desenvolvimento dessas políticas? Em caso positivo. perguntar: qual o papel da Secretaria nesse acompanhamento. Em relação à SEDUC e ao MEC. hoje. quais o Sr. e por quê? 4. perguntar: Por quê? 5. Dos anos 1990 para cá. perguntar: Que segmentos da sociedade foram convidados para participar das discussões e como se deu efetivamente essa participação? Em caso negativo. correspondiam às orientações assumidas e encampadas pela prefeitura? 5. e por quê? 3. avalia a efetivação dessas políticas públicas? . Como o Sr. que ações o senhor considera prioritárias? 4. e como ele era feito? 4. assumiu a Secretaria de Desenvolvimento econômico? 2. Como o Sr. tinha sobre a educação e a escola? Em caso positivo. perguntar: Que parceria foi essa. Em relação à educação no município. EVERARDO CAVALCANTE DOMINGUES Primeiro momento 1. como um todo. Suas idéias pessoais acerca do que fazer. Como é feito pela secretária o acompanhamento e implementação dessas políticas? Em caso positivo. Qual o numero de empresas instaladas em horizonte hoje. mudou algo na visão que o Sr. mudou algo na visão que o Sr.48 APÊNDICE U – Apêndices APÊNDICES APÊNDICE A . que sistemas de cooperação foram estabelecidos em sua gestão. considera as mais importantes? Por quê? 5. quais o Sr. que diretrizes nortearam a elaboração de políticas públicas para a educação no município de Horizonte? 3. Quantas são de capital externo? Segundo momento 1. Como era a cidade de Horizonte (características econômicas e sócioculturais) na época em que o Sr. na cidade de Horizonte? 3.Roteiro de entrevista aplicado ao ex-secretário de educação de Horizonte-CE ROTEIRO DE ENTREVISTA APLICADO AO EX-SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HORIZONTE-CE PROF. diante dos desafios e problemas enfrentados pela cidade de Horizonte. hoje. quais os seus objetivos e como o Sr. DÁRIO RODRIGUES DA SLVA JUNIOR Primeiro momento 1. Dos anos 1990 para cá. e quais as suas finalidades? 2. diante dos desafios e problemas educacionais da cidade de Horizonte. que sistemas de cooperação estão sendo estabelecidos em sua gestão. perguntar: Que segmentos da sociedade foram convidados para participar das discussões e como se deu efetivamente essa participação? Em caso negativo. tinha sobre a educação e a escola? Em caso positivo. Como gestor público. hoje. Durante a gestão do Sr. Qual era a situação das escolas e da educação. Há participação da sociedade na elaboração e no desenvolvimento de políticas voltadas para o enfrentamento da questão do desemprego na cidade? Em caso positivo. e quais as suas finalidades? 2. a avalia? 6.Roteiro de entrevista aplicada ao Secretário de Desenvolvimento Econômico de Horizonte-CE ROTEIRO DE ENTREVISTA APLICADA AO SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO ECONIMICO DE HORIZONTE-CE SR. perguntar: Por quê? 3.

Fonte: IPECE (2010).49 APÊNDICE V – Anexos ANEXOS ANEXO A .Mapa dos municípios que compões a Macrorregião de Saúde de Sobral ANEXO B – Mapa da microrregião de saúde de Sobral Fonte: DATASUS (2010). .

141. 66 . 66 Evolução. 135 Equilibração. 71. 10. 109 Equilibração majorante. 29 Auto-regulação. 81 Experiência. 67 Epistemologia. 220 Inovação. 102 Esquema. 144 Liberdade. 29 Logicização. 17 Estrutura. 70 Funcionamento. 63 Adaptação. 12 Acomodação. 49 Interesse. 103 Culturalismo. 90 Inteligência. 209 Desequilíbrio. 52 Condutismo.50 APÊNDICE W – Índice ÍNDICE Abertura. 72 Intuição. 15. 103 Centração. 56 Inatismo. 87 Desenvolvimento. 15 Aprendizagem. 105. 95 Liderança. 11 Epistemologia genética. 12. 77 Estágios. 76 Jogo simbólico. 201 Behaviorismo. 15. 44 Função semiótica. 56. 93. 101 Dinâmica de grupo. 27 Assimilação. 50. 99 Imagem mental. 34 Interacionismo. 103 Construtivismo.

com um olhar criterioso sobre os temas mais recorrentes. tentamos priorizar algumas categorias para analisar os dados obtidos. Margem de citação longa 4 cm Até os anos 1980 as políticas públicas. derivando daí possíveis explicações para a compreensão dos mesmos. intersetorialidade. avaliação de políticas públicas. a partir da Constituição Federal de 1988. p. A compreensão é resultado. rede socioassistencial. 2009. ausentes e/ou contraditórios. interdisciplinaridade e terceirização. é preciso passar pela explicação. O esmiuçar crítico das informações coletadas possibilita a integração e composição de um painel da realidade estudada a partir de diferentes visões e perspectivas. planejadas e executadas sob a égide da centralização.1 Tentando entrelaçar categorias 87 Margem da paginação Margem do Parágrafo 2 cm Analisar os dados coletados exige agir de maneira sistemática. Para compreender o sentido de nossos atos. compreender a realidade que nos envolve. fragmentação. Dada a grande complexidade e diversidade de aspectos presentes em programas sociais.51 APÊNDICE X – Formato. sem a proposição de esferas 2 cm Margem direita e inferior do texto . Propomos com o referencial escolhido alcançar uma discussão consistente dos resultados. Procuramos utilizar o referencial teórico de alguns autores para embasar os diversos aspectos presentes num programa social que tem como um de seus objetivos contribuir para a melhoria da qualidade de vida das famílias em situação de vulnerabilidade social. margem e espaçamento no anverso da folha Margem esquerda e superior do texto 2 cm 3 cm 4 QUADRO TEÓRICO O objetivo deste capítulo é fazer uma breve análise de algumas categorias que utilizamos na pesquisa. inacabado. exclusão social.7). de um processo de explicação (GHEDIN. superposição e focalização. São elas: políticas públicas. foram delineadas. Compreender significa explicar o sentido das significações atribuídas à realidade das coisas e do mundo. pobreza. 4. é próprio do ser humano significar e através da interpretação. no Brasil. Também serão analisados os percursos Política de Assistência Social no Brasil e Ceará. Seja qual for o método ou a maneira utilizada.

inacabado. foram delineadas. de um processo de explicação (GHEDIN. compreender a realidade que nos envolve. Seja qual for o método ou a maneira utilizada.7). FARAH. p. superposição e focalização. MORONI. 2007). 2000. Propomos com o referencial escolhido alcançar uma discussão consistente dos resultados. rede socioassistencial. no Brasil. pobreza. é preciso passar pela explicação. 2 cm Margem esquerda e inferior do texto . 2009. interdisciplinaridade e terceirização. Dada a grande complexidade e diversidade de aspectos presentes em programas sociais. margem e espaçamento no verso da folha Margem da paginação 2 cm 87 3 cm Avaliação de políticas públicas. intersetorialidade. planejadas e executadas sob a égide da centralização. com um olhar criterioso sobre os temas mais recorrentes. exclusão social. sem a proposição de estratégias nas três esferas de governo que minimizassem essas distorções. 2000. a partir da Constituição Federal de 1988. Procuramos utilizar o referencial teórico de alguns autores para embasar os diversos aspectos presentes num programa social que tem como um de seus objetivos contribuir para a melhoria da qualidade de vida das famílias em situação de vulnerabilidade social. ausentes e/ou contraditórios. Para compreender o sentido de nossos atos. Também serão analisados os percursos Política de Assistência Social no Brasil e Ceará. 2 cm 4 cm Margem de citação com mais de 3 linhas Até os anos 1980 as políticas públicas. O sistema de proteção social era baseado no modelo do Estado provedor (ARRETCHE. O esmiuçar crítico das informações coletadas possibilita a integração e composição de um painel da realidade estudada a partir de diferentes visões e perspectivas. é próprio do ser humano significar e através da interpretação. 4. derivando daí possíveis explicações para a compreensão dos mesmos.52 APÊNDICE Y – Modelo de formato.1 Tentando entrelaçar categorias Margem superior e direita do texto Margem do Parágrafo Analisar os dados coletados exige agir de maneira sistemática. tentamos priorizar algumas categorias para analisar os dados obtidos. A compreensão é resultado. fragmentação. Compreender significa explicar o sentido das significações atribuídas à realidade das coisas e do mundo.

FORTALEZA 2011 . Mariana Costa. como parte dos requisitos para obtenção do título de Doutor em Física. Área de concentração: Física de Materiais Orientador: Prof. Dr.53 APÊNDICE Z – Margem da folha de rosto VÂNIA ÁVILA DE CASTRO ESTUDO DA CRISTALIZAÇÃO DE NANOPARTÍCULAS DE Au POR DIFRAÇÃO E ABSORÇÃO DE RAIOS-X Metade da mancha gráfica (8 cm) Tese apresentada ao Curso de Doutorado em Física do Departamento de Física da Universidade Federal do Ceará.

Dr. BANCA EXAMINADORA ___________________________________________ Prof. Mariana Costa Universidade Federal do Ceará (UFC) ___________________________________________ Prof. Wilson Lima Sales Coronado Universidade Estadual do Ceará (UECE) . como requisito parcial para obtenção do Título de Mestre em Educação. Área de concentração: Avaliação Curricular.54 APÊNDICE AA – Margem da folha de aprovação JULIANA GASTÃO BARROSO PERCEPÇÃO SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM BIOLOGIA: CONTRIBUIÇÕES PARA A AVALIAÇÃO CURRICULAR Metade da mancha gráfica (8 cm) Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação Brasileira. Rui Carmo Sena (Orientador) Universidade Federal do Ceará (UFC) ___________________________________________ Profa. Aprovada em ___/___/______. da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Ceará. Dra. Dr.

Foucault. Entre os célebres convidados. 2010). tendo como sistema de governo o modelo democrático. 2010. três anos depois. Tais articulações não devem ser pensadas como simples conexões mecânicas de causa e efeito. mas sim. Karl Popper. O Presidente da República nomeava um chanceler que seria responsável pelo poder Executivo. Essas duas formas de governamentalidade neoliberal se distinguem em alguns pontos e comungam em outros. Johnson. 14 de fevereiro de 1979 e 21 de fevereiro de 1979). para explicar como o neoliberalismo de vertente alemã (ordoliberalismo). passou a operar “[. dá interessantes pistas para se pensar como se deu a transição do liberalismo para o neoliberalismo. bem como a reconstrução da Alemanha no pós-guerra. Entre os convidados não estavam apenas os que se mostravam contrários às concepções do Estado de bem-estar europeu. Em relação ao neoliberalismo de vertente americana o neoliberalismo americano. etc. e consequentemente inspiração para produção de uma soberania política como uma segunda condição de possibilidade.55 APÊNDICE AB – Margem de nota de rodapé Filete de 5 cm 3 cm De acordo com Butler (1987). Foucault (2008a) dedicou quatro aulas (31 de janeiro de 1979. No livro Nascimento da biopolitíca.. Tomando suas reflexões. 7 de fevereiro de 1979. p. tinham na “fobia ao Estado” a base para sua crítica. Ludwing Von Mises. o desenvolvimento do nazismo e a crítica ao mesmo. 2 cm Margens das notas de rodapé 2 cm . na Suíça.] contra o intervencionismo federal. Kennedy. saber até que ponto uma política de mercado poderia servir de princípio. em 1947. nos anos 1970. a crise de 1929. identificada com os problemas da república de Weimar1. depois contra os programas de assistência e outros programas que foram implantados pelos administradores democratas principalmente Truman. Lionel Robbins.” (COSTA.. encontravam-se Milton Friedman. como complexas e inextricáveis relações de causalidade imanente. 28). de forma e de modelo para um Estado cujos problemas atualmente são questionados tanto pela a direita como pela a esquerda. As principais metas da doutrina neoliberal eram combater o keynesianismo e o solidarismo assentados na concepção de um Estado paternalista. nos termos propostos por Deleuze. Hayek convocou aqueles que partilhavam de sua orientação ideológica para uma reunião na pequena estação de Mont Pèlerin. mas também inimigos ferrenhos do New Deal norte-americano. inicio uma introdução ao estudo das articulações2 que ajudará a identificar conceitos que o filósofo elaborou – principalmente em seus estudos genealógicos – para descrever e problematizar as práticas sociais da Modernidade. ____________________ 1 2 A República de Weimar foi instaurada na Alemanha logo após a Primeira Guerra mundial. ambas. Walter Euplken e Walter Lipman. se vêem diante da necessidade de responder a uma questão que se mostrava desafiadora. encontrar uma nova maneira de legitimar esse Estado e essa soberania (COSTA.

com um olhar criterioso sobre os temas mais recorrentes. Para compreender o sentido de nossos atos. é preciso passar pela explicação. inacabado. Também serão analisados os percursos Política de Assistência Social no Brasil e Ceará. compreender a realidade que nos envolve. 87 Margem da paginação Até os anos 1980 as políticas públicas. O esmiuçar crítico das informações coletadas possibilita a integração e composição de um painel da realidade estudada a partir de diferentes visões e perspectivas. exclusão social. é próprio do ser humano significar e através da interpretação. sem a proposição de esferas 2 cm Margem direita e inferior do texto . pobreza. a partir da Constituição Federal de 1988. no Brasil. interdisciplinaridade e terceirização. planejadas e executadas sob a égide da centralização. avaliação de políticas públicas. São elas: políticas públicas. Seja qual for o método ou a maneira utilizada. superposição e focalização. Dada a grande complexidade e diversidade de aspectos presentes em programas sociais. p.1 Tentando entrelaçar categorias Analisar os dados coletados exige agir de maneira sistemática. Procuramos utilizar o referencial teórico de alguns autores para embasar os diversos aspectos presentes num programa social que tem como um de seus objetivos contribuir para a melhoria da qualidade de vida das famílias em situação de vulnerabilidade social.7). 4. ausentes e/ou contraditórios.56 APÊNDICE AC – Paginação no anverso da folha Margem esquerda e superior do texto 2 cm 3 cm 4 QUADRO TEÓRICO O objetivo deste capítulo é fazer uma breve análise de algumas categorias que utilizamos na pesquisa. rede socioassistencial. A compreensão é resultado. 2009. fragmentação. foram delineadas. Propomos com o referencial escolhido alcançar uma discussão consistente dos resultados. de um processo de explicação (GHEDIN. intersetorialidade. derivando daí possíveis explicações para a compreensão dos mesmos. tentamos priorizar algumas categorias para analisar os dados obtidos. Compreender significa explicar o sentido das significações atribuídas à realidade das coisas e do mundo.

7). pobreza. ausentes e/ou contraditórios. Propomos com o referencial escolhido alcançar uma discussão consistente dos resultados. a partir da Constituição Federal de 1988. no Brasil. sem a proposição de estratégias nas três esferas de governo que minimizassem essas distorções. Seja qual for o método ou a maneira utilizada. 4. é preciso passar pela explicação. Para compreender o sentido de nossos atos. Também serão analisados os percursos Política de Assistência Social no Brasil e Ceará. MORONI. é próprio do ser humano significar e através da interpretação. 2000. O esmiuçar crítico das informações coletadas possibilita a integração e composição de um painel da realidade estudada a partir de diferentes visões e perspectivas. A compreensão é resultado. 2009. superposição e focalização. inacabado. O sistema de proteção social era baseado no modelo do Estado provedor (ARRETCHE. 2000. exclusão social. compreender a realidade que nos envolve. foram delineadas. de um processo de explicação (GHEDIN. fragmentação. interdisciplinaridade e terceirização. rede socioassistencial. Procuramos utilizar o referencial teórico de alguns autores para embasar os diversos aspectos presentes num programa social que tem como um de seus objetivos contribuir para a melhoria da qualidade de vida das famílias em situação de vulnerabilidade social. planejadas e executadas sob a égide da centralização. intersetorialidade. p. Dada a grande complexidade e diversidade de aspectos presentes em programas sociais. tentamos priorizar algumas categorias para analisar os dados obtidos.1 Tentando entrelaçar categorias Analisar os dados coletados exige agir de maneira sistemática.57 APÊNDICE AD – Paginação no verso da folha Margem da paginação 2 cm 87 3 cm Margem superior e direita do texto Avaliação de políticas públicas. com um olhar criterioso sobre os temas mais recorrentes. 2 cm . FARAH. Compreender significa explicar o sentido das significações atribuídas à realidade das coisas e do mundo. derivando daí possíveis explicações para a compreensão dos mesmos. 2007). Margem esquerda e inferior do texto Até os anos 1980 as políticas públicas.

Pacatuba e Itaitinga e ao oeste com os Municípios de Caucaia e Maracanaú. 4.8 km2. negrito.).2. . que geralmente pertence a uma área geográfica definida. avalia como os contextos sociais e ambientais podem afetar a saúde de grupos populacionais. o Município de Fortaleza está dividido em seis secretarias executivas regionais (SERs). as suas características demográficas (sexo. sendo a maneira mais simples de cunho descritivo. de observação e de intervenção. a unidade de análise é uma população. 2000). ocorridos nos 27 bairros da Secretaria Executiva Regional VI (SER VI) – Fortaleza. Fortaleza é hoje a 4ª maior cidade do País.1 Tipo do estudo Os estudos ecológicos podem ser descritivos e analíticos. na qual uma só série de dados estatísticos é utilizada para descrever uma situação. Nas pesquisas de conteúdo ecológico. a efetividade de intervenções nestes grupos.2 Amostra Composto pelos óbitos de menores de um ano no universo temporal de dois anos (2008 e 2009). cor etc. quantitativo e descritivo. idade. em termos quantitativos (PEREIRA. de cada um deles. com uma população estimada de 3. e analisados pelo Comitê Regional de Prevenção do Óbito Infantil e Fetal (CRPOIF). randomizados e não rondomizados.58 APÊNDICE AE – Numeração progressiva Seção primária Maiúsculo. que funcionam como instâncias executoras das políticas públicas municipais (FIGURA 3). com área territorial de 318. Em termos administrativos. negrito Seção terciária Maiúsculo-minúsculo. itálico 4. Seção secundária Maiúsculo-minúsculo. Limita-se ao norte e ao leste com o oceano Atlântico e com os Municípios de Eusébio e Aquiraz: ao sul com os municípios de Maracanaú. negrito 4 METODOLOGIA Este é um estudo ecológico. 4. e procura saber.232 habitantes.062.1 Contextualização do ambiente do estudo – cenários da pesquisa O Município de Fortaleza está localizado no litoral norte do Estado do Ceará.

pensada para avaliar as IES brasileiras. houve um aumento da preocupação do Estado com a qualidade do ensino ofertado. foi a primeira iniciativa. o que na realidade se operou foi uma sistemática de avaliação feita pelo Estado. (ANDRIOLA. b) surgimento de associações e sindicatos de peso no cenário nacional. . no PARU. 2008) O PARU tratou basicamente de dois temas. à relação entre atividades de ensino. Este programa. como uma metodologia de pesquisa que permitiria não só obter os dados. tais como a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o ANDES. no Brasil. por parte de setores da comunidade acadêmica. características do corpo docente e técnico administrativo e vinculação com a comunidade. que se estendeu até 1986. no governo civil de José Sarney. com a finalidade de realizar uma pesquisa de avaliação sistêmica. ao nível governamental. à expansão das matrículas e à sua caracterização. A avaliação. pesquisa e extensão. Sendo uma das maiores conquistas do PARU o reconhecimento. 2003) Andriola (2008) ressalta que este programa. o PARU recorreu à "avaliação institucional" e considerou à "avaliação interna" como procedimento privilegiado. inaugurou a concepção de avaliação formativa e emancipatória. mas também permitia fazer "uma reflexão sobre a prática". (BRASIL. foi criado e implementado em um contexto que apresentava as seguintes características principais: a) movimentos em defesa das eleições diretas para Presidente da República. Para isso. com o intuito de implementar a Reforma Universitária.59 APÊNDICE AF – Alíneas Alíneas Em 1983. a partir do crescente número de matrículas no Sistema de Educação Superior. propôs a participação da comunidade na realização de auto-avaliação e deixou uma herança importante que foi a sua preocupação com a avaliação dos resultados da Gestão das Instituições de Educação Superior. durante o governo militar do General João Figueiredo. a saber: gestão e produção / disseminação de conhecimentos. no entanto. o que motivou a origem do PARU. Ela foi entendida como uma forma de conhecimento sobre a realidade. concebido e realizado pela CAPES. caracterizando intenso momento de mobilização e busca de abertura política. Ele acolheu igualmente estudos específicos para apreender o impacto da Lei 5540 / 1968 quanto à estrutura administrativa. c) organizações reivindicaram direito de participar das decisões políticas do país.

intermediários e de apoio. e Governos Estaduais. a regionalização dos serviços e de assistência individual. Esta política foi importante.307 que tinha como objetivo principal dotar as comunidades do nordeste. Alguns princípios seguem o que hoje regem o SUS. responsável pela assistência médica e os planos do MEC responsável pela formação de profissionais de Saúde. No final do ano de 1970 iniciaram-se os primeiros movimentos de transição democrática e uma crise econômica no país. desdobrandose em três níveis: elementar. d) a reorientação do modelo de atenção é a égide dos princípios: − princípio de integralidade de atenção. que conduziram o Governo a cancelar o plano. c) a responsabilidade estatal na previsão das condições de acesso a esse direito. vilas e povoados de até 20 mil habitantes de estrutura sólida e permanente de saúde pública. o Ministro da Saúde Mário Machado de Lemos implementou um conjunto de princípios e diretrizes definindo os postulados básicos a serem observados na institucionalização do Sistema Nacional de Saúde (SNS). bem como os planos do MPAS. Foi neste cenário que consolidou-se o movimento pelo reforma sanitária que tinha as seguintes bandeiras: a) melhoria das condições de saúde da população. O Conselho de Desenvolvimento Social (CDS) era responsável por apreciar a Política Nacional de Saúde formulada pelo Ministério da Saúde. tais como a universalização da Assistência.60 APÊNDICE AG – Subalíneas Alíneas Subalíneas Houve uma manifestação de oposição de entidades representativas das profissões de saúde. Na década de 1980 foram criadas a Comissão Interinstitucional de Planejamento IPLAN. O Ministério da Previdência deu um passo importante com o Plano de Proteção (PRA). pois pela primeira vez usava seus recursos no atendimento universal. o CONASP e foram implantadas as Ações Estados e . − princípio de equidade. b) o reconhecimento da saúde com direito social universal. Com o cancelamento do plano. Foi criado o Programa de Interiorização de Ações de Saúde e Saneamento (PIASS) 24/08/1976 através do Decreto nº 76. que consistia proporcionar condições para a universalização de previdência social. organizações sindicais de trabalhadores. e) a reorganização do sistema com a descentralização de responsabilidade pela provisão de ações e serviços.

em Horizonte. e de responsabilidade do governo estadual. O município tem um parque escolar composto por 42 instituições municipais. em períodos adequados às possibilidades dos alunos. 2. em diversas áreas. se dar através de parcerias com universidades públicas e privadas que têm utilizado espaços das escolas públicas. sendo 27 escolas de ensino fundamental. atendendo um demanda de um total de 14. sendo atendidos pelas escolas: Escola Estadual de Ensino Médio Raimundo Nogueira Lopes e Escola Estadual de Ensino Profissional Maria Dolores Alcântara e Silva.61 APÊNDICE AH – Ilustrações O ensino médio que completa a educação básica. ambos oferecendo formação profissional para a comunidade. de acordo com o Censo Escolar 2009. . apresenta um total de 2.776 estudantes nas instituições municipais.768 jovens matriculados.768 nas escolas estaduais e 952 estudantes nas instituições privadas. municipal e privada Fonte: Secretaria Municipal de Horizonte (2009). 14 centros de educação infantil e 1 Centro de Educação de Jovens e Adultos. Já em relação ao ensino na modalidade de ensino profissionalizante é compartilhada entre o Centro Vocacional Tecnológico (CVT) e o Núcleo SESI-SENAI. O ensino superior. Gráfico 1 – Distribuição dos alunos de Horizonte nas redes estadual. conforme matrícula por dependência administrativa apresentada no gráfico seguinte.

8 Química Orgânica 2 2 2. .3 2 Microbiologia Médica 2 2.1 Total 25 62 87 100.1 Zootecnia 1 1 1.4 Saúde Pública 1 1 1. contava com 859 trabalhos publicados.1 Cirurgia 1 1 2 2. no dia 2 de agosto de 2008. sendo 25 teses e 62 dissertações (TABELA 3). a amostra final resultou em 87 trabalhos. o que representou um total de 90 documentos.6 Farmacologia 8 6 14 16.1 Psicologia 6 6 6.1 Geologia Ambiental 1 1 1. pois três arquivos apresentaram problemas: um não abriu e em dois constava apenas parte da dissertação. que.1 Odontologia 1 1 1. Tabela 3 – Distribuição dos documentos analisados por programa de pósgraduação Categoria Programas de pósTotal % graduação Teses Dissertações Tecnologia de Alimentos 9 9 10.1 Bioquímica 1 1 1.9 Química Inorgânica 4 1 5 5.2 Física 3 6 9 10.2 Engenharia Civil 2 8 10 11.9 Enfermagem 4 4 8 9. foram coletadas no sítio da BDTD/UFC.62 APÊNDICE AI – Tabela 4. somente 87 foram analisadas. objeto de estudo desta pesquisa. Desse quantitativo.8 Economia Rural 6 6 6.0 Fonte: Universidade Federal do Ceará (2008). foram pinçadas as defendidas entre janeiro e julho de 2008.3 Lingüística 1 1 1. De tal modo. sendo um com apenas três páginas e o outro com 45.1 Análise da normalização das teses e dissertações As teses e dissertações.4 Agronomia / Fitotecnia 1 1 1. Meio Ambiente 1 1 1.3 Des. Por motivo já relatado na Metodologia.1 Economia CAEN 5 5 5.1 Tocoginecologia 1 1 1.

1. exibidas na seguinte ordem: a) nome da entidade para qual o projeto deve ser submetido (quando solicitado). 2. seguido do centro ou faculdade. Parte externa Capa (opcional) Lombada (opcional) Folha de rosto (obrigatório) Lista de ilustrações (opcional) Lista de tabelas (opcional) Lista de abreviaturas e siglas (opcional) Lista de símbolos (opcional) Sumário (obrigatório) Elementos Pré-textuais Parte interna Elementos Textuais Referências (obrigatório) Glossário (opcional) Apêndice (opcional) Anexo (opcional) Índice (opcional) Elementos Pós-textuais 2.1 Parte externa São compreendidas como elementos pertencentes à parte externa do projeto de pesquisa a capa e a lombada. Compreende uma das fases da pesquisa.63 2 APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA O projeto de pesquisa é a descrição da estrutura de uma investigação científica a ser realizada. Se houver mais de um. A NBR 15287/2011 especifica os princípios gerais para a sua elaboração.1. precedido de dois pontos para evidenciar a subordinação ao título. c) título do projeto. departamento. as quais contêm elementos obrigatórios e opcionais. 2. programa de pós-graduação (se for o caso) e/ou curso. deve constar em cada capa o respectivo volume. d) subtítulo (se houver). e) número do volume. É a proteção externa do projeto sobre a qual se imprimem as informações indispensáveis à sua identificação.1. .1 Estrutura A estrutura do projeto de pesquisa é composta de duas partes: externa e interna.1 Capa Elemento opcional. dispostos na ordem a seguir. b) nome do autor ou autores.

em negrito.. listas (ilustrações. se houver.. d) número do volume..... em algarismos arábicos. nome da entidade a que é submetido e nome do orientador.. em letras maiúsculas.. 2.... fonte tamanho 12.1. Se houver mais de um.1.. e g) ano da entrega.. com o título LISTA DE ILUSTRAÇÕES. tabelas..5 de entrelinhas.1 Folha de rosto Elemento obrigatório.. c) subtítulo (se houver) precedido de dois pontos.2 Parte interna Nesta parte. g) local (cidade) da entidade onde vai ser apresentado o projeto... No caso de cidades homônimas. em letras maiúsculas. e h) ano da entrega. 2. em negrito. recomenda-se o acréscimo da sigla da unidade da Federação..1. 2... e) tipo de projeto de pesquisa e nome da entidade a que deve ser submetido... 89 Inicia-se em folha/página distinta.. em algarismos arábicos.1. espaço simples de entrelinhas e justificado (APÊNDICE B).... dispostas na ordem a seguir: a) nome do autor. 2. Contém as informações essenciais que identificam o projeto. fonte tamanho 12 e espaço 1.2.....5 de entrelinhas (APÊNDICE A).... se houver. título e número da folha/página em que os itens se encontram..2. b) título do projeto.. textuais e pós-textuais.. travessão.. com cada item designado por seu nome e número específico. Exemplo Quadro 1 – Adaptação do esquema de interação verbal .. recomenda-se o acréscimo da sigla da unidade da Federação.. Inicia-se na margem superior da folha/página com autor e título centralizados.. deve constar em cada folha de rosto o respectivo volume em algarismos arábicos.. fonte tamanho 12 e espaço 1.2. devem vir alinhados a partir do meio da área do texto para a margem direita (recuo de 8 cm da margem esquerda)..... em letras maiúsculas. Elaborada de acordo com a ordem exibida no texto. coorientador ou coordenador. abreviaturas e siglas e símbolos) e sumário. fonte tamanho 12. sem indicativo .1... O tipo de projeto. coorientador ou coordenador.64 f) local (cidade) da entidade onde vai ser apresentado o projeto. na margem superior..2 Lista de ilustrações Elemento opcional. constam os elementos pré-textuais..1 Elementos pré-textuais Os elementos pré-textuais são: folha de rosto.. Inicia-se a partir da primeira linha do texto com todas as informações centralizadas. em letras maiúsculas/minúsculas... No caso de cidades homônimas... para evidenciar a subordinação ao título. f) nome do orientador..1.

5 de entrelinhas e centralizado.1. com cada item designado por seu nome e número específico. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração (desenhos.. por exemplo: LISTA DE ABREVIATURAS e LISTA DE SIGLAS... LISTA DE QUADROS (APÊNDICE D).. A lista deve ser digitada em fonte tamanho 12. Por exemplo: LISTA DE GRÁFICOS..1..5 de entrelinhas e centralizado.1. em espaço 1... organogramas. Exemplo Dab Distância euclidiana H2O Água .. em espaço 1.1.. na margem superior.. em espaço 1.5 de entrelinhas e justificada (APÊNDICE C). seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso. 2..5 de entrelinhas e centralizado. na margem superior. gráficos..5 Lista de símbolos Elemento opcional. fonte tamanho 12.. em negrito. 31 Inicia-se em folha/página distinta.2.....1. com o título LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS.. em espaço 1. A lista deve ser digitada em fonte tamanho 12... Lista de símbolos elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto. A lista deve ser digitada em fonte tamanho 12. com o título LISTA DE TABELAS.5 de entrelinhas e justificada (APÊNDICE F)..4 Lista de abreviaturas e siglas Elemento opcional. 2. em letras maiúsculas.. Exemplo ABNT Associação Brasileira de Norma Técnicas UFC Universidade Federal do Ceará Inicia-se em folha/página distinta.. em negrito. sem indicativo numérico... Exemplo Tabela 1 – Frequência das marcas evidenciais quanto à posição .1.. em espaço 1.3 Lista de tabelas Elemento opcional.. em letras maiúsculas. esquemas.. com o devido significado... em espaço 1.5 de entrelinhas e justificada (APÊNDICE E). mapas. Quando necessário. Relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no trabalho.....2.. Quando necessário. sem indicativo numérico. fonte tamanho 12..65 numérico. fotografias.2.. 2. quadros... fluxogramas. travessão. título e número da folha/página em que se encontram os itens.. mapas e outras).. pode-se elaborar lista própria para cada tipo. Elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto.

em negrito. na margem superior. Inicia-se em folha/página distinta.66 Inicia-se em folha/página distinta. d) objetivos – a definição dos objetivos cumpre a função de esclarecer para que se produz um determinado conhecimento e quais os seus propósitos.1. espaço 1. na margem superior. espaço 1. as hipóteses. seções e outras partes do projeto. na tentativa de explicar o que se desconhece (o problema). o problema a ser abordado. a) tema – em virtude da impossibilidade de se desenvolver uma pesquisa sobre assuntos vastos e abrangentes. sem indicativo numérico.2 Elementos textuais O texto deve ser constituído de uma parte introdutória. Elaborado conforme a NBR 6027/2003. 2. 2011). 2. tornando-o claro e permitindo ampliar o conhecimento sobre determinado assunto. O sumário deve ser digitado em fonte tamanho 12 e espaço 1. A pesquisa poderá confirmar ou negar a hipótese suscitada.5 de entrelinhas e centralizada. o problema a ser abordado. em letras maiúsculas. obedecendo as seguintes orientações: a) os elementos pré-textuais não constam no sumário. situando o projeto no contexto do tema escolhido. d) os títulos das seções e subseções são alinhados à margem do título do indicativo numérico mais extenso. b) os indicativos numéricos das seções e subseções são alinhados à esquerda.2. fonte tamanho 12. Permite o nivelamento dos conhecimentos. A lista deve ser digitada em fonte tamanho 12. e . bem como os objetivos e a justificativa. A introdução possibilita a compreensão do que vai ser apresentado ao longo do projeto. os objetivos e a justificativa. é uma suposição provisória que serve para preencher lacunas do conhecimento. consistindo no objeto a ser pesquisado. Definido o tema.5 de entrelinhas e centralizado. em cada um deve constar o sumário completo. sem indicativo numérico.1.5 de entrelinhas e justificada (APÊNDICE G).2. é necessário selecionar um aspecto ou enfoque específico da realidade. Nela devem ser expostos o tema do projeto. Conforme a finalidade a que se destina o projeto. na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. é uma pré-solução para o problema levantado. acompanhadas pelo respectivo número da página.1. é importante colocá-lo na forma de um problema. Geralmente conta com a divisão delineada a seguir. Devem ser extraídos do problema. a metodologia a ser utilizada. c) os títulos das seções e subseções sucedem os indicativos numéricos. em letras maiúsculas. espaço 1. em negrito. que podem constituir partes do projeto que seguem a introdução. identificar a questão que deve ser elucidada no decurso da investigação. as hipóteses. os recursos e o cronograma necessários à sua consecução (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. o texto pode ser estruturado de maneira distinta.5 de entrelinhas (APÊNDICE H). quando couberem.6 Sumário Elemento obrigatório. as quais se encontram detalhadas na sequência. É necessário que sejam indicados o referencial teórico que o embasa. com a palavra SUMÁRIO. c) hipótese – quando couber. na qual devem ser expostos o tema do projeto. ou seja. quando couberem. e e) caso o trabalho seja apresentado em mais de um volume. Apresentação das divisões. com o título LISTA DE SÍMBOLOS. b) problema – é uma dificuldade cuja solução poderá ser encontrada com a realização de uma pesquisa.

Utilizam-se letras maiúsculas dobradas. Inicia-se em folha/página distinta. materiais e financeiros.1. Geralmente é apresentado em forma de quadro.2. na ordem em que se seguem.2. apêndices. quando esgotadas as letras do alfabeto (APÊNDICE J). As referências devem ser digitadas em fonte tamanho 12. Além dos motivos e de sua relevância. são incluídos quando o projeto é apresentado a uma instituição financiadora. Exemplos APÊNDICE A – Curva de crescimento de Dunaliella salina APÊNDICE B – Curva de crescimento de Isochrysis galbana Inicia-se em folha/página distinta. espaço 1. sem indicativo numérico. 2.3 Elementos pós-textuais Os elementos pós-textuais são: referências. as técnicas. A metodologia apresenta os métodos. em negrito. indicando-se a previsão de tempo necessário para a execução de cada etapa da pesquisa. na margem superior. Podem ser humanos. Geralmente. As referências são elaboradas conforme a ABNT NBR 6023/2002. Os recursos são todas as informações concernentes aos expedientes necessários para a realização da pesquisa. espaço simples. a definição da amostra ou universo.5 de entrelinhas e centralizada.1. Cada apêndice deve ser precedido da palavra APÊNDICE e identificado por letras maiúsculas consecutivas.2. alinhadas à esquerda e separadas uma da outra por um espaço simples em branco (APÊNDICE I). espaço 1. anexos e índices. em letras maiúsculas. Texto ou documento elaborado pelo autor. Deve apresentar a literatura sobre o assunto.67 e) justificativa – exposição de motivos para a execução da pesquisa. complementando sua argumentação.1 Referências Elemento obrigatório. O cronograma é a relação das atividades a serem realizadas. Listagem das publicações citadas na elaboração do trabalho. travessão e pelo respectivo título. com a palavra APÊNDICE(S). . glossário. os materiais. em letras maiúsculas.3.1.5 de entrelinhas e centralizada. os procedimentos de coleta de dados e a forma de análise desses indicadores. de forma a embasar as ideias do projeto e contribuir para a análise e interpretação dos dados. na margem superior. O referencial teórico fundamenta o projeto.3. fonte tamanho 12. sem indicativo numérico. devem também constar nesse item a experiência ou a afinidade do pesquisador com o tema e as contribuições que a pesquisa pode dar à sociedade no sentido de solucionar determinado problema. 2. em negrito. na identificação dos apêndices. com a palavra REFERÊNCIAS.2 Apêndice Elemento opcional. Sucedem o texto e complementam o trabalho. podendo ser ordenada alfabeticamente ou pelo sistema numérico. fonte tamanho 12. 2.

d) na folha de rosto.68 2. fonte tamanho 12. b) fonte Arial ou Times News Roman. − margens direita e inferior de 2 cm. travessão e pelo respectivo título.2 Margem Deve obedecer as seguintes orientações: a) para o anverso (APÊNDICE L): − margens esquerda e superior de 3 cm. com a palavra ANEXO(S).3 Anexo Elemento opcional. na identificação dos apêndices. Texto ou documento não elaborado pelo autor que serve de fundamentação. e e) quando digitado no anverso e verso da folha. e e) as notas de rodapé devem ser digitadas dentro das margens do texto (APÊNDICE O). paginação. sem indicativo numérico.2. na margem superior. notas de rodapé.3. Exemplos ANEXO A – Curva de crescimento de Dunaliella salina ANEXO B – Curva de crescimento de Isochrysis galbana Inicia-se em folha/página distinta. c) a citação direta com mais de três linhas é destacada com recuo de 4 cm da margem esquerda (APÊNDICE L. os elementos pré-textuais. Utilizam-se letras maiúsculas dobradas. b) para o verso (APÊNDICE M): − margens direita e superior de 3 cm.2. comprovação e ilustração. que devem ser em fonte tamanho 10. o tipo de projeto e o nome da entidade a que é submetido devem ser alinhados a partir do meio da área do texto para a margem direita (recuo de 8 cm à esquerda) (APÊNDICE N). em espaço 1. inclusive a capa. negrito.2 Regras gerais de apresentação 2. quando esgotadas as letras do alfabeto. com exceção das citações com mais de três linhas. . Cada anexo deve ser precedido da palavra ANEXO e identificado por letras maiúsculas consecutivas.1. M). d) pode ser digitado no anverso e verso da folha. 2. póstextuais e seções primárias dos elementos textuais devem iniciar no anverso da folha (página ímpar).2.5 de entrelinhas e centralizada (APÊNDICE K). legendas e fontes das ilustrações e das tabelas. podendo utilizar cores somente para as ilustrações. − margens esquerda e inferior de 2 cm. ou somente no anverso. c) o texto deve ser digitado em preto. em letras maiúsculas.1 Formato O projeto de pesquisa deve obedecer à seguinte formatação: a) impresso em papel branco ou reciclado. 2. formato A4 (210 mm x 297 mm). fonte tamanho 12 para todo o projeto.

devem ser contadas sequencialmente. Para os projetos digitados no anverso e verso (APÊNDICE P. os números devem figurar a 2 cm da borda superior. b) a numeração deve figurar. que devem ser digitados em espaço simples. e d) para trabalhos em mais de um volume. referências. .69 2. notas de rodapé. c) as citações diretas com mais de três linhas devem ser separadas do texto que as precede e as sucede por um espaço de entrelinhas simples em branco. ficha catalográfica e natureza do trabalho (na folha de rosto e folha de aprovação). b) os títulos das seções e subseções devem ser separados do texto que os precede e os sucede por um espaço de 1. com exceção das citações diretas com mais de três linhas.5 Numeração progressiva Deve ser utilizada para evidenciar a sistematização do conteúdo do projeto. considerando anverso e verso. ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha. em algarismos arábicos. d) as notas de rodapé devem ser separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por um filete de 5 cm. − para o verso. a 2 cm da borda superior. ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da página. a partir da primeira página da parte textual (Introdução). quando utilizados. quando utilizados. da seguinte forma: − para o anverso.5 cm em branco. Q): a) todas as páginas. devem ser numerados de forma contínua ao texto. deve ser dada uma numeração sequencial das páginas do primeiro ao último volume. a partir da folha de rosto. devem ser numerados de forma contínua ao texto. em algarismos arábicos. organizando as seções em que se divide o texto. a partir da margem esquerda.3 Espaçamento O projeto de pesquisa deve obedecer às seguintes orientações: a) todo o trabalho deve ser digitado com espaço de 1. e d) para trabalhos em mais de um volume.5 cm de entrelinhas.2. c) os apêndices e anexos. deve ser dada uma numeração sequencial às folhas do primeiro ao último volume.2. ficando o primeiro algarismo a 2 cm da borda esquerda da página. são contadas sequencialmente. legendas das ilustrações e tabelas. considerando somente o anverso. 2. e e) as referências ao final do trabalho devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco. a partir da folha de rosto. 2. b) a numeração deve figurar a partir da primeira folha da parte textual. c) os apêndices e anexos.4 Paginação Para os projetos digitados somente no anverso (APÊNDICE P): a) todas as folhas. no canto superior direito da folha a 2 cm da borda superior.2. no canto superior direito da página.

1 Seções De acordo com a NBR 6024/2003 (APÊNDICE R): a) devem ser utilizados algarismos arábicos. as seções primárias devem iniciar em página ímpar. não deve constar a respectiva palavra (APÊNDICE B). Exemplo: 1 INTRODUÇÃO 2 APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS 2. Não se utiliza qualquer pontuação ou sinal entre o indicativo numérico e o texto.5 cm em branco.5. listas de abreviaturas e siglas. alinhado à esquerda. que termina em ponto final. referências. E. e j) os títulos das seções secundárias a quinarias devem ser separados dos textos que os precede e os sucede por um espaço entrelinhas de 1. Quando digitadas no anverso e verso da folha. apêndices e anexos não são numerados. portanto. F. D. exceto a última.G. lista de símbolos. c) o indicativo numérico de uma seção antecede seu título.2. c) as letras indicativas das alíneas devem apresentar recuo de 2 cm em relação à margem esquerda.1 Estrutura 2. d) o texto da alínea começa por letra minúscula e termina em ponto-e-vírgula. I).1 Dissertação 2. alinhados à esquerda e separados do texto que os sucede por um espaço entrelinhas de 1. g) a folha de rosto não tem indicativo numérico nem título.2 Tese 2. se houver subalíneas. e) o texto da alínea deve terminar em dois pontos. b) deve-se limitar a numeração progressiva até a seção quinária.1. b) as alíneas são ordenadas alfabeticamente por letras minúsculas seguidas de parênteses. f) listas de ilustrações. e .5. e devem ser centralizados.2. negrito. i) os títulos das seções primárias devem começar em folha distinta. itálico ou sublinhado e outros (APÊNDICE R).1. que ocupem mais de uma linha devem. a partir da segunda linha.5 cm em branco.1. em letras maiúsculas e em negrito (APÊNDICES C. separados por um espaço de caractere em branco.1. h) os títulos das seções devem ser destacados tipograficamente. Utilizam-se letras dobradas quando esgotadas as letras do alfabeto.1 Definição 2.1 Folha de rosto 2. utilizando-se os recursos caixa alta. H.2.2. da primária à quinaria. esta deve ser subdividida em alíneas (APÊNDICE S).2 Alíneas Quando for necessário enumerar os diversos assuntos de uma seção que não possua título próprio. e) títulos de seções com indicação numérica. ser alinhados abaixo da primeira letra da primeira palavra do título.70 2. d) todas as seções devem conter um texto relacionado com elas. A disposição gráfica das alíneas obedece às seguintes regras: a) o trecho final do parágrafo anterior às alíneas termina em dois pontos. sumário.1. na parte superior.

deve-se colocar o nome por extenso.71 f) a segunda e as seguintes linhas da alínea começam abaixo da primeira letra do texto da própria alínea. 2. composta pelo nome específico da ilustração (em letras maiúsculas/minúsculas). .2. figura. d) o texto da subalínea começa por letra minúscula e termina em ponto-e-vírgula. mapa. 2. fotografia.7 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto e.2. a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão responsável pela normalização técnica no País. Na sequência normal do texto. índices e outros. imagem. tais como expoentes. travessão e o título. entre outros (APÊNDICE U). retrato. seguido de espaço. esquema. fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. quando necessário. São considerados ilustrações: desenho.8 Ilustrações Designação genérica de imagem que ilustra ou elucida um texto. que comporte seus elementos. organograma. na parte inferior. e) a segunda e as seguintes linhas da subalíneas começam abaixo da primeira letra do texto da própria subalínea (APÊNDICE T).2.2. fluxograma. Exemplo Fundada em 1940. Apresentam-se da seguinte forma: a) sua identificação aparece na parte superior.5. usa-se uma entrelinha maior. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses e alinhados à direita. indicar a fonte consultada (elemento obrigatório. gráfico. a última subalínea deve terminar em ponto final. mesmo que seja produção do próprio autor). a alínea pode ser dividida em subalíneas. 2. Exemplo x2 + (x2 + y2 = z2 y2) / 5 = n (1) (2) 2. c) devem apresentar recuo em relação à alínea. A disposição gráfica das subalíneas obedece às seguintes regras: a) a alínea anterior às subalíneas termina em dois pontos. do número de ordem em algarismos arábicos. planta. seguido da sigla entre parênteses. Se não existir alínea subsequente. b) após as ilustrações.6 Siglas Quando aparecem pela primeira vez no texto.3 Subalíneas Quando a exposição de ideia exigir. quadro. b) as subalíneas devem começar por travessão.

d) devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem.2. na última folha/página. que estabelecem: a) possuem numeração independente e consecutiva. sendo o título e o cabeçalho repetidos na folha/página seguinte.9 Tabelas Forma não discursiva de apresentar informações. e d) as ilustrações devem ser citadas e inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem. b) sua identificação aparece à esquerda na parte superior composta pela palavra tabela (em letras maiúsculas/minúsculas). das quais o dado numérico se destaca como informação central (APÊNDICE V). A ABNT orienta a utilização das Normas de Apresentação Tabular do IBGE (1993). notas e outras informações necessárias ao entendimento das ilustrações. e g) evitam-se traços verticais para separar as colunas e traços horizontais para separar as linhas no corpo da tabela. travessão e respectivo título. constando as palavras continua na primeira folha/página. após o traço de fechamento. e) caso a tabela precise ser continuada na folha seguinte. continuação (em tabelas com mais de 3 folhas) e conclusão. não será delimitada por traço horizontal na parte inferior. podem ser acrescentadas legenda.72 c) após a indicação da fonte. . f) utilizam-se traços horizontais e verticais para separar os títulos das colunas no cabeçalho e para fechá-las na parte inferior. número de ordem em algarismos arábicos. 2. c) as fontes citadas e notas eventuais aparecem no rodapé da tabela.

73 APÊNDICE APÊNDICE A – Capa de Projeto de Pesquisa UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA CURSO DE ZOOTECNIA DANIEL CARVALHO DOS SANTOS PERCEPÇÃO SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ZOOTECNIA FORTALEZA 2011 .

Paulo César Mota Barros. Orientador: Prof. Dr. FORTALEZA 2011 .74 APENDICE B – Folha de rosto de Projeto de Pesquisa DANIEL CARVALHO DOS SANTOS PERCEPÇÃO SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ZOOTECNIA Projeto apresentado ao Curso de Zootecnia do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal do Ceará.

...................... ...... 47 Figura 2 ..Valores médios de acesso à plântula (AP) de feijão-de-corda .....Plântulas de soja .......................Plântulas de feijão-de-corda ....................................................Valores médios de acesso à plântula (AP) de 72 soja ............................... 61 Gráfico 2 ........75 APÊNDICE C – Lista de ilustrações LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 ..................................... 48 Gráfico 1 .......

............. 58 Gráfico 5 ...............Meios de acesso à plântula (AP) de soja ..........Valores de variância de feijão-de-corda ........Plântulas de soja ............................................ ... 58 Gráfico 4 .......... 48 Gráfico 2 ...................Valores de variância de soja ...76 APÊNDICE D – Lista de gráficos LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 .........Meios de acesso à plântula (AP) de feijão-de61 corda . 61 Gráfico 6 ......... 47 Gráfico 3 .......Plântulas de feijão-de-corda .........................................

.... Tabela 6 − Análise de Variância (ANOVA) para comparação da resistência de união entre os terços (cervical............................ Tabela 4 − Composição................... Tabela 2 − Composição..... classificação e fabricante do adesivo e cimento resinoso: ED Primer + Panavia 21 ...... Tabela 7 − Análise de Variância (ANOVA) para comparação da resistência de união entre os terços (cervical........... Tabela 3 − Composição.......... classificação e fabricante do pino intraradicular Reforpost Fibra de Vidro .... utilizando Panavia 21 como cimento ........... médio e apical).. classificação e fabricante do cimento resinoso: RelyX Unicem .... Tabela 5 − Resultados da resistência de união média com seus respectivos desvio-padrão nos terços das raízes para todos os cimentos utilizados .........77 APÊNDICE E – Lista de tabelas LISTA DE TABELAS Tabela 1 − Composição..................... 20 24 24 24 24 24 33 37 ..... utilizando RelyX CRA/Single Bond 2 como cimento ........................ Tabela 8 − Análise de Variância (ANOVA) para comparação da resistência de união entre os terços (cervical.... utilizando RelyX Unicem como cimento ................... classificação e fabricante do adesivo e cimento resinoso: Single Bond 2 + RelyX CRA ..................... médio e apical)... médio e apical)...

78

APÊNDICE F – Lista de abreviaturas e siglas

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

ABNT CNPq IBICT ISBN MEC TCC UFC UNESCO

Associação Brasileira de Normas Técnicas Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia International Standard Book Number Ministério de Educação e Cultura Trabalho de Conclusão de Curso Universidade Federal do Ceará United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization

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APÊNDICE G – Lista de símbolos

LISTA DE SÍMBOLOS

$ % £ ¥ € § © ® ∞ α β

Dólar Porcentagem Libra IIene Euro Seção Copyright Marca Registrada IInfinito Alfa Beta

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APÊNDICE H – Sumário

SUMÁRIO

1 2 2.1 2.2 2.3 2.4 3 4 5

INTRODUÇÃO .................................................................... 15 TRATAMENTO DENTÁRIO ........................................... 24 Material ................................................................................. 24 Seleção e preparo dos dentes ............................................... 24 Tratamento endodôntico e desobstrução do conduto radicular .............................................................................. 24 24 44 54

Preparo das superfícies dos pinos ....................................... 24 MATERIAL E MÉTODOS................................................. RESULTADOS ....................................................................

2.4.1 Pinos de platina ....................................................................

CONCLUSÃO ...................................................................... 92 REFERÊNCIAS ................................................................... 94 APÊNDICES ........................................................................ 100 ANEXOS ............................................................................... 104

81

APÊNDICE I – Modelo de referências

REFERÊNCIAS ANDERSON, Perry. Balanço do neoliberalismo. In: SABER, Emir; GENTILI, Pablo. Pós-neoliberalismo: as políticas sociais e o Estado democrático. São Paulo: Paz e terra, 2005. p. 27-51. ANDRADE, R. C. Empreendedorismo: um novo passo em educação. In: ACUCIO, M. R. B. O empreendedorismo na escola. Porto alegre: ARTMED; Belo Horizonte: Rede Pitágoras, 2005. p. 11-20. ARELARO L. R. G. Formulação e implementação das políticas públicas em educação e as parcerias público-privadas: impasse democrático ou mistificação da política? Educação & Sociedade, Campinas, v. 28, n. 1, p. 899-919, out. 2007. BASQUES, Maria Fernanda Diamante; DINIZ, Clébio Campolina. A industrialização nordestina recente e suas perspectivas. Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 2004. COSTA, Marisa. Cartografando a gurizada da fronteira: novas subjetividades na escola. In: ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval; VEIGANETO, Alfredo; SOUZA FILHO, Alípio. Cartografias de Foucault. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. p. 269-294. CURY, Carlos Roberto Jamil. A educação e a nova ordem constitucional. Revista da Associação Nacional de Educação, São Paulo, n. 14, p. 15-11, 2009. FOUCAULT, M. Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Petrópolis: Vozes, 2006. GOHN, Maria da Gloria. Movimentos sociais e educação. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1994. (Questões da nossa época, n. 5). GORDON, C.; MILLER, P. (Org.). The Foucault effect: studies in governmentality. Hemel Hempstead: Harvester Wheatsheaf, 1991. KOVARICK, L. Sobre a vulnerabilidade socioeconômica e civil: Estados Unidos, França e Brasil. Revista Brasileira de Ciências Sociais, São Paulo, v. 18, n. 51, p.61-85, fev. 2003. MARSHAL, Alfredo. Principles of econmic. Londres: Macmlliam, 2011.

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APÊNDICE J – Apêndices

APÊNDICES APÊNDICE A - Roteiro de entrevista aplicado ao ex-secretário de educação de Horizonte-CE ROTEIRO DE ENTREVISTA APLICADO AO EX-SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HORIZONTE-CE PROF. EVERARDO CAVALCANTE DOMINGUES Primeiro momento 1. Como era a cidade de Horizonte (características econômicas e sócioculturais) na época em que o Sr. assumiu a Secretaria de Educação? 2. Qual era a situação das escolas e da educação, como um todo, na cidade de Horizonte? 3. Dos anos 1990 para cá, mudou algo na visão que o Sr. tinha sobre a educação e a escola? Em caso positivo, perguntar: O que mudou, e por quê? 4. Suas idéias pessoais acerca do que fazer, como gestor público, diante dos desafios e problemas educacionais da cidade de Horizonte, correspondiam às orientações assumidas e encampadas pela prefeitura? 5. Dentre as ações desenvolvidos em sua gestão, quais o Sr. considera as mais importantes? Por quê? Segundo momento da entrevista 1. Em relação à SEDUC e ao MEC, que sistemas de cooperação foram estabelecidos em sua gestão, e quais as suas finalidades? 2. Durante sua gestão, que diretrizes nortearam a elaboração de políticas públicas para a educação no município de Horizonte? 3. Houve participação da sociedade na elaboração e no desenvolvimento dessas políticas? Em caso positivo, perguntar: Que segmentos da sociedade foram convidados para participar das discussões e como se deu efetivamente essa participação? Em caso negativo, perguntar: Por quê? 5. Como o Sr., hoje, avalia a efetivação dessas políticas públicas?

APÊNDICE B - Roteiro de entrevista aplicada ao Secretário de Desenvolvimento Econômico de Horizonte-CE ROTEIRO DE ENTREVISTA APLICADA AO SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO ECONIMICO DE HORIZONTE-CE SR. DÁRIO RODRIGUES DA SLVA JUNIOR Primeiro momento 1. Como era a cidade de Horizonte (características econômicas e sócioculturais) na época em que o Sr. assumiu a Secretaria de Desenvolvimento econômico? 2. Dos anos 1990 para cá, mudou algo na visão que o Sr. tinha sobre a educação e a escola? Em caso positivo, perguntar: O que mudou, e por quê? 3. Como gestor público, diante dos desafios e problemas enfrentados pela cidade de Horizonte, que ações o senhor considera prioritárias? 4. Dentre as ações desenvolvidos em sua gestão, quais o Sr. considera as mais importantes? Por quê? 5. Durante a gestão do Sr, houve alguma parceria com Secretarias de Educação? Em caso positivo, perguntar: Que parceria foi essa, quais os seus objetivos e como o Sr. hoje, a avalia? 6. Qual o numero de empresas instaladas em horizonte hoje, e quais são de capital local? 7. Quantas são de capital externo? Segundo momento 5. Em relação à educação no município, que sistemas de cooperação estão sendo estabelecidos em sua gestão, e quais as suas finalidades? 6. Há participação da sociedade na elaboração e no desenvolvimento de políticas voltadas para o enfrentamento da questão do desemprego na cidade? Em caso positivo, perguntar: Que segmentos da sociedade foram convidados para participar das discussões e como se deu efetivamente essa participação? Em caso negativo, perguntar: Por quê? 7. Como é feito pela secretária o acompanhamento e implementação dessas políticas? Em caso positivo, perguntar: qual o papel da Secretaria nesse acompanhamento, e como ele era feito? 8. Como o Sr. hoje, avalia a efetivação dessas políticas públicas?

Mapa dos municípios que compões a Macrorregião de Saúde de Sobral ANEXO B – Mapa da microrregião de saúde de Sobral Fonte: DATASUS (2010). .83 APÊNDICE K – Anexos ANEXOS ANEXO A . Fonte: IPECE (2010).

compreender a realidade que nos envolve. 4. Procuramos utilizar o referencial teórico de alguns autores para embasar os diversos aspectos presentes num programa social que tem como um de seus objetivos contribuir para a melhoria da qualidade de vida das famílias em situação de vulnerabilidade social. São elas: políticas públicas. com um olhar criterioso sobre os temas mais recorrentes. A compreensão é resultado. no Brasil. O esmiuçar crítico das informações coletadas possibilita a integração e composição de um painel da realidade estudada a partir de diferentes visões e perspectivas. planejadas e executadas sob a égide da centralização. Compreender significa explicar o sentido das significações atribuídas à realidade das coisas e do mundo. Propomos com o referencial escolhido alcançar uma discussão consistente dos resultados. sem a proposição de esferas 2 cm Margem direita e inferior do texto . ausentes e/ou contraditórios. p. Também serão analisados os percursos Política de Assistência Social no Brasil e Ceará. inacabado. 2009. foram delineadas. superposição e focalização. tentamos priorizar algumas categorias para analisar os dados obtidos. a partir da Constituição Federal de 1988. de um processo de explicação (GHEDIN. intersetorialidade. rede socioassistencial.84 APÊNDICE L – Formato. avaliação de políticas públicas. margem e espaçamento no anverso da folha Margem esquerda e superior do texto 2 cm 3 cm 4 QUADRO TEÓRICO O objetivo deste capítulo é fazer uma breve análise de algumas categorias que utilizamos na pesquisa.7). é próprio do ser humano significar e através da interpretação. interdisciplinaridade e terceirização. pobreza. Margem de citação com mais de 3 linhas 4 cm Até os anos 1980 as políticas públicas. fragmentação. é preciso passar pela explicação. Dada a grande complexidade e diversidade de aspectos presentes em programas sociais. exclusão social. Para compreender o sentido de nossos atos.1 Tentando entrelaçar categorias 87 Margem da paginação Margem do Parágrafo 2 cm Analisar os dados coletados exige agir de maneira sistemática. Seja qual for o método ou a maneira utilizada. derivando daí possíveis explicações para a compreensão dos mesmos.

de um processo de explicação (GHEDIN. Compreender significa explicar o sentido das significações atribuídas à realidade das coisas e do mundo. tentamos priorizar algumas categorias para analisar os dados obtidos. ausentes e/ou contraditórios. O sistema de proteção social era baseado no modelo do Estado provedor (ARRETCHE. 2000. Também serão analisados os percursos Política de Assistência Social no Brasil e Ceará. compreender a realidade que nos envolve. exclusão social. interdisciplinaridade e terceirização. A compreensão é resultado. é preciso passar pela explicação.7). Margem da paginação 2 cm 87 3 cm Avaliação de políticas públicas. 2000. MORONI. inacabado. p. sem a proposição de estratégias nas três esferas de governo que minimizassem essas distorções. Seja qual for o método ou a maneira utilizada. 2 cm Margem de citação longa 4 cm Até os anos 1980 as políticas públicas. no Brasil. 2007). FARAH. Para compreender o sentido de nossos atos. rede socioassistencial. planejadas e executadas sob a égide da centralização. intersetorialidade. margem e espaçamento no verso da folha. pobreza. derivando daí possíveis explicações para a compreensão dos mesmos. superposição e focalização. a partir da Constituição Federal de 1988. Propomos com o referencial escolhido alcançar uma discussão consistente dos resultados. 2009. com um olhar criterioso sobre os temas mais recorrentes. O esmiuçar crítico das informações coletadas possibilita a integração e composição de um painel da realidade estudada a partir de diferentes visões e perspectivas. fragmentação. 4. é próprio do ser humano significar e através da interpretação.1 Tentando entrelaçar categorias Margem superior e direita do texto Margem do Parágrafo Analisar os dados coletados exige agir de maneira sistemática. Dada a grande complexidade e diversidade de aspectos presentes em programas sociais. foram delineadas.85 ANEXO M – Formato. Margem esquerda e inferior do texto 2 cm . Procuramos utilizar o referencial teórico de alguns autores para embasar os diversos aspectos presentes num programa social que tem como um de seus objetivos contribuir para a melhoria da qualidade de vida das famílias em situação de vulnerabilidade social.

Área de concentração: Física de Materiais Orientador: Prof. Dr.86 APÊNDICE N – Margem da folha de rosto VÂNIA ÁVILA DE CASTRO ESTUDO DA CRISTALIZAÇÃO DE NANOPARTÍCULAS DE Au POR DIFRAÇÃO E ABSORÇÃO DE RAIOS-X Metade da mancha gráfica (8 cm) Tese apresentada ao Curso de Doutorado em Física do Departamento de Física da Universidade Federal do Ceará. como parte dos requisitos para obtenção do título de Doutor em Física. Mariana Costa. Fortaleza 2011 .

encontravam-se Milton Friedman. 2 Tais articulações não devem ser pensadas como simples conexões mecânicas de causa e efeito. Ludwing Von Mises. e consequentemente inspiração para produção de uma soberania política como uma segunda condição de possibilidade. identificada com os problemas da república de Weimar1. mas também inimigos ferrenhos do New Deal norte-americano. Margens das notas de rodapé 2 cm 2 cm . 28). de forma e de modelo para um Estado cujos problemas atualmente são questionados tanto pela a direita como pela a esquerda. Foucault. Em relação ao neoliberalismo de vertente americana o neoliberalismo americano. dá interessantes pistas para se pensar como se deu a transição do liberalismo para o neoliberalismo.] contra o intervencionismo federal. Karl Popper. Entre os célebres convidados. saber até que ponto uma política de mercado poderia servir de princípio. como complexas e inextricáveis relações de causalidade imanente. p. Essas duas formas de governamentalidade neoliberal se distinguem em alguns pontos e comungam em outros. 14 de fevereiro de 1979 e 21 de fevereiro de 1979).87 APÊNDICE O – Margem de nota de rodapé Filete de 5 cm 3 cm De acordo com Butler (1987). tendo como sistema de governo o modelo democrático. 2010. nos anos 1970. Tomando suas reflexões. passou a operar “[. Hayek convocou aqueles que partilhavam de sua orientação ideológica para uma reunião na pequena estação de Mont Pèlerin. ____________________ 1 A República de Weimar foi instaurada na Alemanha logo após a Primeira Guerra mundial. nos termos propostos por Deleuze. Entre os convidados não estavam apenas os que se mostravam contrários às concepções do Estado de bem-estar europeu. a crise de 1929. 2010). Walter Euplken e Walter Lipman. Lionel Robbins. inicio uma introdução ao estudo das articulações2 que ajudará a identificar conceitos que o filósofo elaborou – principalmente em seus estudos genealógicos – para descrever e problematizar as práticas sociais da Modernidade.. ambas. etc. encontrar uma nova maneira de legitimar esse Estado e essa soberania (COSTA. em 1947. se vêem diante da necessidade de responder a uma questão que se mostrava desafiadora. 7 de fevereiro de 1979. As principais metas da doutrina neoliberal eram combater o keynesianismo e o solidarismo assentados na concepção de um Estado paternalista. bem como a reconstrução da Alemanha no pós-guerra. mas sim.” (COSTA. No livro Nascimento da biopolitíca. Kennedy. depois contra os programas de assistência e outros programas que foram implantados pelos administradores democratas principalmente Truman. para explicar como o neoliberalismo de vertente alemã (ordoliberalismo). três anos depois. na Suíça.. Foucault (2008a) dedicou quatro aulas (31 de janeiro de 1979. tinham na “fobia ao Estado” a base para sua crítica. O Presidente da República nomeava um chanceler que seria responsável pelo poder Executivo. Johnson. o desenvolvimento do nazismo e a crítica ao mesmo.

derivando daí possíveis explicações para a compreensão dos mesmos. 2009. intersetorialidade. interdisciplinaridade e terceirização. 87 Margem da paginação Até os anos 1980 as políticas públicas. Seja qual for o método ou a maneira utilizada. avaliação de políticas públicas. no Brasil. Para compreender o sentido de nossos atos.7). Propomos com o referencial escolhido alcançar uma discussão consistente dos resultados. 4. superposição e focalização. Também serão analisados os percursos Política de Assistência Social no Brasil e Ceará. São elas: políticas públicas. sem a proposição de esferas 2 cm Margem direita e inferior do texto . foram delineadas. é próprio do ser humano significar e através da interpretação. Procuramos utilizar o referencial teórico de alguns autores para embasar os diversos aspectos presentes num programa social que tem como um de seus objetivos contribuir para a melhoria da qualidade de vida das famílias em situação de vulnerabilidade social. é preciso passar pela explicação. rede socioassistencial. Compreender significa explicar o sentido das significações atribuídas à realidade das coisas e do mundo.88 APÊNDICE P – Paginação no anverso da folha Margem esquerda e superior do texto 2 cm 3 cm 4 QUADRO TEÓRICO O objetivo deste capítulo é fazer uma breve análise de algumas categorias que utilizamos na pesquisa. Dada a grande complexidade e diversidade de aspectos presentes em programas sociais. a partir da Constituição Federal de 1988. O esmiuçar crítico das informações coletadas possibilita a integração e composição de um painel da realidade estudada a partir de diferentes visões e perspectivas. tentamos priorizar algumas categorias para analisar os dados obtidos. ausentes e/ou contraditórios. compreender a realidade que nos envolve. de um processo de explicação (GHEDIN. pobreza. com um olhar criterioso sobre os temas mais recorrentes. fragmentação.1 Tentando entrelaçar categorias Analisar os dados coletados exige agir de maneira sistemática. A compreensão é resultado. p. exclusão social. planejadas e executadas sob a égide da centralização. inacabado.

2000. O sistema de proteção social era baseado no modelo do Estado provedor (ARRETCHE. sem a proposição de estratégias nas três esferas de governo que minimizassem essas distorções. Seja qual for o método ou a maneira utilizada. compreender a realidade que nos envolve. ausentes e/ou contraditórios. superposição e focalização. derivando daí possíveis explicações para a compreensão dos mesmos. 2000. a partir da Constituição Federal de 1988.1 Tentando entrelaçar categorias Analisar os dados coletados exige agir de maneira sistemática. no Brasil. tentamos priorizar algumas categorias para analisar os dados obtidos. MORONI. 2009. exclusão social. 2007). Até os anos 1980 as políticas públicas. fragmentação. rede socioassistencial. 7).89 APÊNDICE Q – Paginação no verso da folha Margem da paginação 2 cm 87 3 cm Margem superior e direita do texto Avaliação de políticas públicas. Propomos com o referencial escolhido alcançar uma discussão consistente dos resultados. 4. Compreender significa explicar o sentido das significações atribuídas à realidade das coisas e do mundo. é próprio do ser humano significar e através da interpretação. Margem esquerda e inferior do texto 2 cm . Procuramos utilizar o referencial teórico de alguns autores para embasar os diversos aspectos presentes num programa social que tem como um de seus objetivos contribuir para a melhoria da qualidade de vida das famílias em situação de vulnerabilidade social. FARAH. inacabado. com um olhar criterioso sobre os temas mais recorrentes. é preciso passar pela explicação. planejadas e executadas sob a égide da centralização. pobreza. de um processo de explicação (GHEDIN. Dada a grande complexidade e diversidade de aspectos presentes em programas sociais. O esmiuçar crítico das informações coletadas possibilita a integração e composição de um painel da realidade estudada a partir de diferentes visões e perspectivas. p. A compreensão é resultado. interdisciplinaridade e terceirização. Também serão analisados os percursos Política de Assistência Social no Brasil e Ceará. foram delineadas. Para compreender o sentido de nossos atos. intersetorialidade.

com uma população estimada de 3. e analisados pelo Comitê Regional de Prevenção do Óbito Infantil e Fetal (CRPOIF). o Município de Fortaleza está dividido em seis secretarias executivas regionais (SERs). na qual uma só série de dados estatísticos é utilizada para descrever uma situação. avalia como os contextos sociais e ambientais podem afetar a saúde de grupos populacionais. de observação e de intervenção. que funcionam como instâncias executoras das políticas públicas municipais (FIGURA 3). 4.232 habitantes. . randomizados e não rondomizados. 4. negrito. Em termos administrativos.2 Amostra Composto pelos óbitos de menores de um ano no universo temporal de dois anos (2008 e 2009).90 APÊNDICE R – Numeração progressiva das seções Seção primária Maiúsculo. itálico 4. Nas pesquisas de conteúdo ecológico. quantitativo e descritivo. Pacatuba e Itaitinga e ao oeste com os Municípios de Caucaia e Maracanaú. as suas características demográficas (sexo. e procura saber.8 km2. de cada um deles.1 Tipo do estudo Os estudos ecológicos podem ser descritivos e analíticos. sendo a maneira mais simples de cunho descritivo. Seção secundária Maiúsculo-minúsculo. negrito Seção terciária Maiúsculo-minúsculo.062. negrito 4 METODOLOGIA Este é um estudo ecológico. Fortaleza é hoje a 4ª maior cidade do País. em termos quantitativos (PEREIRA. ocorridos nos 27 bairros da Secretaria Executiva Regional VI (SER VI) – Fortaleza.1 Contextualização do ambiente do estudo – cenários da pesquisa O Município de Fortaleza está localizado no litoral norte do Estado do Ceará. com área territorial de 318. 2000). idade. que geralmente pertence a uma área geográfica definida. Limita-se ao norte e ao leste com o oceano Atlântico e com os Municípios de Eusébio e Aquiraz: ao sul com os municípios de Maracanaú. cor etc. a efetividade de intervenções nestes grupos. a unidade de análise é uma população.2.).

2008) O PARU tratou basicamente de dois temas. como uma metodologia de pesquisa que permitiria não só obter os dados. A avaliação. pensada para avaliar as IES brasileiras. tais como a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o ANDES. no governo civil de José Sarney. à expansão das matrículas e à sua caracterização. . Sendo uma das maiores conquistas do PARU o reconhecimento. Ele acolheu igualmente estudos específicos para apreender o impacto da Lei 5540 / 1968 quanto à estrutura administrativa. que se estendeu até 1986. à relação entre atividades de ensino. houve um aumento da preocupação do Estado com a qualidade do ensino ofertado. Ela foi entendida como uma forma de conhecimento sobre a realidade. e) surgimento de associações e sindicatos de peso no cenário nacional. a saber: gestão e produção / disseminação de conhecimentos. no entanto. Este programa. no PARU. concebido e realizado pela CAPES. a partir do crescente número de matrículas no Sistema de Educação Superior. mas também permitia fazer "uma reflexão sobre a prática". propôs a participação da comunidade na realização de auto-avaliação e deixou uma herança importante que foi a sua preocupação com a avaliação dos resultados da Gestão das Instituições de Educação Superior. ao nível governamental. o que motivou a origem do PARU. com o intuito de implementar a Reforma Universitária. foi criado e implementado em um contexto que apresentava as seguintes características principais: d) movimentos em defesa das eleições diretas para Presidente da República. 2003) Andriola (2008) ressalta que este programa. durante o governo militar do General João Figueiredo. Para isso. inaugurou a concepção de avaliação formativa e emancipatória. no Brasil. (BRASIL. com a finalidade de realizar uma pesquisa de avaliação sistêmica. por parte de setores da comunidade acadêmica. características do corpo docente e técnico administrativo e vinculação com a comunidade. f) organizações reivindicaram direito de participar das decisões políticas do país. (ANDRIOLA.91 APÊNDICE S – Alíneas Alíneas Em 1983. pesquisa e extensão. foi a primeira iniciativa. o PARU recorreu à "avaliação institucional" e considerou à "avaliação interna" como procedimento privilegiado. o que na realidade se operou foi uma sistemática de avaliação feita pelo Estado. caracterizando intenso momento de mobilização e busca de abertura política.

bem como os planos do MPAS. vilas e povoados de até 20 mil habitantes de estrutura sólida e permanente de saúde pública. Esta política foi importante. h) a responsabilidade estatal na previsão das condições de acesso a esse direito. que consistia proporcionar condições para a universalização de previdência social. No final do ano de 1970 iniciaram-se os primeiros movimentos de transição democrática e uma crise econômica no país. Foi criado o Programa de Interiorização de Ações de Saúde e Saneamento (PIASS) 24/08/1976 através do Decreto nº 76. que conduziram o Governo a cancelar o plano. tais como a universalização da Assistência. o Ministro da Saúde Mário Machado de Lemos implementou um conjunto de princípios e diretrizes definindo os postulados básicos a serem observados na institucionalização do Sistema Nacional de Saúde (SNS). o CONASP e foram implantadas as Ações Estados e . j) a reorganização do sistema com a descentralização de responsabilidade pela provisão de ações e serviços. Alguns princípios seguem o que hoje regem o SUS. i) a reorientação do modelo de atenção é a égide dos princípios: − princípio de integralidade de atenção. Foi neste cenário que consolidou-se o movimento pelo reforma sanitária que tinha as seguintes bandeiras: f) melhoria das condições de saúde da população. a regionalização dos serviços e de assistência individual.92 APÊNDICE T – Subalíneas Alíneas Subalíneas Houve uma manifestação de oposição de entidades representativas das profissões de saúde. g) o reconhecimento da saúde com direito social universal.307 que tinha como objetivo principal dotar as comunidades do nordeste. intermediários e de apoio. O Conselho de Desenvolvimento Social (CDS) era responsável por apreciar a Política Nacional de Saúde formulada pelo Ministério da Saúde. Com o cancelamento do plano. e Governos Estaduais. responsável pela assistência médica e os planos do MEC responsável pela formação de profissionais de Saúde. pois pela primeira vez usava seus recursos no atendimento universal. organizações sindicais de trabalhadores. desdobrandose em três níveis: elementar. O Ministério da Previdência deu um passo importante com o Plano de Proteção (PRA). − princípio de equidade. Na década de 1980 foram criadas a Comissão Interinstitucional de Planejamento IPLAN.

em Horizonte. 2. em períodos adequados às possibilidades dos alunos. .93 APÊNDICE U – Ilustrações O ensino médio que completa a educação básica. sendo atendidos pelas escolas: Escola Estadual de Ensino Médio Raimundo Nogueira Lopes e Escola Estadual de Ensino Profissional Maria Dolores Alcântara e Silva. ambos oferecendo formação profissional para a comunidade. Já em relação ao ensino na modalidade de ensino profissionalizante é compartilhada entre o Centro Vocacional Tecnológico (CVT) e o Núcleo SESI-SENAI. atendendo um demanda de um total de 14. O ensino superior.768 jovens matriculados. se dar através de parcerias com universidades públicas e privadas que têm utilizado espaços das escolas públicas. Gráfico 1 – Distribuição dos alunos de Horizonte nas redes estadual. 14 centros de educação infantil e 1 Centro de Educação de Jovens e Adultos. e de responsabilidade do governo estadual. de acordo com o Censo Escolar 2009.768 nas escolas estaduais e 952 estudantes nas instituições privadas. sendo 27 escolas de ensino fundamental. O município tem um parque escolar composto por 42 instituições municipais. municipal e privada Fonte: Secretaria Municipal de Horizonte (2009). em diversas áreas. conforme matrícula por dependência administrativa apresentada no gráfico seguinte.776 estudantes nas instituições municipais. apresenta um total de 2.

1 Zootecnia 1 1 1.6 Farmacologia 8 6 14 16. a amostra final resultou em 87 trabalhos. contava com 859 trabalhos publicados. sendo 25 teses e 62 dissertações (TABELA 3). Meio Ambiente 1 1 1. objeto de estudo desta pesquisa.1 Total 25 62 87 100.3 Des. foram pinçadas as defendidas entre janeiro e julho de 2008. Tabela 3 – Distribuição dos documentos analisados por programa de pósgraduação Categoria Programas de pósTotal % graduação Teses Dissertações Tecnologia de Alimentos 9 9 10.9 Enfermagem 4 4 8 9.2 Engenharia Civil 2 8 10 11.1 Psicologia 6 6 6.4 Agronomia / Fitotecnia 1 1 1. De tal modo.2 Física 3 6 9 10.3 2 Microbiologia Médica 2 2.1 Tocoginecologia 1 1 1.1 Cirurgia 1 1 2 2.3 Lingüística 1 1 1.0 Fonte: Universidade Federal do Ceará (2008). o que representou um total de 90 documentos.1 Odontologia 1 1 1. que. Por motivo já relatado na Metodologia.9 Química Inorgânica 4 1 5 5.94 APÊNDICE V – Tabela 4. pois três arquivos apresentaram problemas: um não abriu e em dois constava apenas parte da dissertação.1 Análise da normalização das teses e dissertações As teses e dissertações.1 Geologia Ambiental 1 1 1. .8 Economia Rural 6 6 6. no dia 2 de agosto de 2008.4 Saúde Pública 1 1 1. somente 87 foram analisadas. sendo um com apenas três páginas e o outro com 45. Desse quantitativo.8 Química Orgânica 2 2 2. foram coletadas no sítio da BDTD/UFC.1 Bioquímica 1 1 1.1 Economia CAEN 5 5 5.

incorporadas ao texto. “[.” 3. devem ser especificados. 176) afirmam que “Uma citação é textual [direta]. Exemplo Segundo Vasconcelos (2010.. quando há a transcrição literal do texto de um autor ou parte dele.. p.’). 3. citação é a “Menção de uma informação extraída de outra fonte. de forma abreviada. indireta ou citação de citação.2 Tipos de citação A citação pode ser: direta.” Assim. p. comprovando a fonte das quais foram extraídas. 46).”).1 Definição de citação Segundo a ABNT (2002.1 Citação direta É a transcrição textual de parte da obra do autor consultado. Cruz e Ribeiro (2004. estas devem ser transformadas em aspas simples (‘. precedidos pelos termos que os caracteriza... o idioma e até eventuais incoerências. Exemplos “A ética procura o fundamento do valor que norteia o comportamento. com indicação das fontes de onde foram retiradas.] é imprescindível mapear as atividades de estágio realizadas pelos alunos. 3.. conservando-se grafia. . após a data. erros de ortografia e/ou concordância.1 Citação direta com até 3 linhas Devem ser transcritas entre aspas duplas (“.2.95 3 CITAÇÕES A NBR 10520/2002 estabelece as condições exigidas para a apresentação de citações em documentos técnico-científicos e acadêmicos.1. as citações são as ideias retiradas dos textos lidos e servem para dar fundamentação teórica aos trabalhos acadêmicos. sem destaque tipográfico. v.” Nas citações diretas. identificando espaços.. partindo da historicidade presente nos valores. o volume (se houver) e a página das fontes consultadas. a pontuação..” (RIOS. conforme se descreve a seguir. 405) afirmam que “[.” Quando houver na frase que está sendo citada uma palavra ou trecho entre aspas duplas. 3. 1999. período. 1).. e de que forma essa atividade vem sendo desenvolvida e até que ponto ela contribui ou entrava a formação profissional.2. Solomons e Fryhle (2009. p.] os químicos estão se aproveitando da adaptabilidade natural do sistema imune para criar o que podemos convenientemente chamar de catalisadores projetados. 24). p. 2. p.

2006.96 Exemplo “A ‘codificação’ e a ‘descodificação’ permitem ao alfabetizando integrar a significação das respectivas palavras geradoras em seu contexto existencial.2 Citação direta com mais de 3 linhas É transcrita em parágrafo distinto. A bibliografia visa apresentar ao leitor a documentação. Neste tipo de citação. título da obra. Sordi e Ludke (2009. o próprio processo de organização do espaço.3 Citação de citação É a transcrição direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso ao original. 59). p. Este tipo de citação só deve ser utilizado na total impossibilidade de acesso ao documento . conservando o sentido do texto original. usando outras palavras. 22). O que diferencia a aceitação do trabalho de um artesão dos demais. relacionada com o tema abordado. p. edição. [continua] é necessário manter a diversidade no artesanato de maneira que se resguardem as suas características como bem cultural. 3. (GALVÃO. não se utilizam as aspas.2. proporcionando um referencial bibliográfico para um eventual aprofundamento do tema ou para uma revisão do trabalho. Não é obrigatório colocar o número da página. 3.2. No caso do Ceará. diretamente ligado à pecuária e ao produto algodão. Exemplos De acordo com Tachizawa e Mendes (2009. destacada com recuo de 4 cm da margem esquerda. Exemplo Com efeito. é o apelo comercial voltado para a cultura local. 10). A citação deverá ser separada do texto que a precede e a sucede por um espaço de entrelinhas simples em branco. Nesta parte devem ser relacionados todos os autores em ordem alfabética. Para cada obra devem ser descritos os seguintes dados: auto. 3. mas.1. 322) defendem a Avaliação Institucional Participativa (AIP) como alternativa para se potencializar a adesão dos agentes da escola a projetos de qualificação do ensino. sem as aspas e com espaçamento simples entrelinhas. p. logo. citada ou consultada.” (FREIRE.2. editora e data. p.2 Citação indireta É a transcrição das idéias de um autor. mas o autor e a data de publicação devem ser indicados. com letra menor do que a do texto utilizado (tamanho 10). se desta forma se fizer deve-se repetir em todas as outras citações indiretas. favoreceu as economias primário-exportadoras (SOUZA. local de publicação. tanto os referenciados na monografia quanto os consultados e não referenciados. 2000. 1994).

para indicar a citação de citação. Semiárido e o manejo dos recursos naturais: uma proposta de uso adequado do capital natural. 147). p. José Carlos. p. 2010. Na referência: KOCHE. “[. 39). RJ: Vozes.] os repositórios institucionais são considerados como aqueles que. usando-se reticências entre colchetes [. . PALHARES. lidam com informações científicas ou academicamente orientadas. Aparece na lista de referências apenas o trabalho dos autores citantes.].. Exemplo No texto: Paulino et al. 14). Neste caso. 3. Fortaleza: Imprensa Universitária da UFC. 121 apud KOCHE.3. 396 p. a instituição responsável ou título estiver incluído na sentença. As supressões em citação são indicadas. No texto: “Um texto é citado para ser interpretado ou para apoio a uma interpretação. ed. exprime que o tipo de suplemento depende da composição química do pasto.. 28. 1983. 2009.3 Regras gerais de apresentação Nas citações. SORIO. conforme. 3. torna-se necessário entender a razão e a forma pela qual os consumidores realizam suas compras. p. em letras maiúsculas. quando o sobrenome do autor. Exemplos De acordo com Leite (2009. (2003 apud ANDRADE et al. 2010. Petrópolis.” (ECO.” (MARIANI. 182 p. 2010)..1 Supressões São permitidas quando estas não alteram o sentido do texto. este se apresenta em letras maiúsculas/minúsculas.97 original. deve-se utilizar a expressão apud – citado por. p. Eunice Maia de. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à pesquisa. 2009. segundo – em itálico. Na referência: ANDRADE. e quando estiverem entre parênteses. além de serem de acesso aberto.” “Para entender as necessidades e desejos do consumidor...

uma proposta educacional e uma metodologia de conteúdos.] precisa estar atenta às mudanças tecnológicas e educacionais. 2). .. Exemplo "Definir é fazer conhecer o conceito que temos a respeito de alguma coisa. a referência deve ser exata e precisa [não se cita um autor sem dizer em que livro e em que página]. p. p.4 Citação de texto traduzido pelo autor No caso de citação de texto traduzido pelo autor do trabalho.3. 2002. usando-se grifo (negrito. Aprender a aprender. Aprender a viver. conforme indicação a seguir: a) quando o destaque já fizer parte da obra consultada.” 3. 2009. as necessidades e os hábitos de uso de informação de usuários reais e/ou potenciais de um sistema de informação.98 Exemplo Nascimento (2008. utilizar a expressão: tradução nossa..2 Interpolações. após a citação utilizar a expressão grifo nosso. Precisamos estar sempre em condições de retomar o depoimento e demonstrar que é fidedigno.3 Ênfase ou destaque A ênfase ou destaque em uma citação deve ser dada." (RUDIO. b) quando o autor do trabalho destacar algo em citações diretas. 16. p. como também averiguável por todos. sob o ponto de vista da nossa compreensão. adequando seus serviços e acompanhando-os aos novos paradigmas do processo educacional..3. 2006. aponta que “A biblioteca universitária [. é dizer o que a coisa é.3.” 3. acréscimos ou comentários São indicados entre colchetes [ ]. O princípio biocêntrico é: a vida ao centro. itálico ou sublinhado). p.] uma investigação que objetiva identificar e caracterizar os interesses. grifo nosso). p. 43. Exemplo Citar é como testemunhar num processo. utilizar a expressão grifo do autor. Exemplo “A biodança é uma postura filosófica. grifo do autor). Deve-se especificar ainda se o destaque faz parte da obra ou foi dado pelo autor do trabalho. 38). 29. Por isso. tradução nossa). (ECO. Exemplo Duarte (2008. 3. define estudos de usuários como “[.. Isso é o que você precisa saber.” (TORO.

3. . Os dados disponíveis devem ser mencionados somente em notas de rodapé. de autoria da Comissão de Normalização. seguido do ano de publicação do documento e da página. No rodapé da página: _______________________ 2 Normas para apresentação de trabalhos acadêmicos da Universidade Federal do Ceará.5 Dados obtidos por informação verbal No caso de dados obtidos por informação verbal (palestras. a ser editado pelas Edições UFC. separados por vírgula e entre parênteses.5 Sistemas de chamada Existem dois tipos de sistemas de chamada – autor-data e numérico.3. 3. realizada pela Biblioteca Universitária da UFC. permitindo sua correlação em lista de referências ou em notas de rodapé. Exemplo No texto: A normalização de documentos técnico-científicos tem como finalidade tornar eficaz a comunicação no meio acadêmico (em fase de elaboração)2.1 Sistema autor-data A indicação da fonte é feita pelo sobrenome do autor ou pela instituição responsável ou ainda.). indicando-se os dados disponíveis somente em notas de rodapé. Exemplo No texto: Em agosto do ano corrente ocorrerá na UFC um treinamento no uso do Portal de Periódicos da CAPES.6 Trabalhos em fase de elaboração No caso de trabalhos em fase de elaboração. menciona-se o fato entre parênteses. 3. na V Maratona do Conhecimento. Qualquer que seja o sistema adotado. comunicações etc. no caso de citação direta.5. em Fortaleza. pelo título (não havendo indicação de autoria). debates. para professores. pesquisadores. 2012. No rodapé da página: _______________________ ¹ Informação fornecida por Raimundo Nonato Ribeiro dos Santos.3. indicar entre parênteses a expressão “informação verbal”. em junho de 2011. funcionários e alunos de graduação e pós-graduação de instituições de ensino superior do Nordeste (informação verbal)1.99 3. este deve ser seguido em todo o trabalho.

16 maio 2011. A usabilidade nos estudos de uso da informação: em cena usuários e sistemas interativos de informação. Perspectivas em Ciência da Informação.. p. Belo Horizonte.gov. jan.htm>. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 25 de setembro de 2008. 2010. Brasília. Luciana Ferreira da. incluindo o espaço de trabalho. São Paulo. 2006. p.uol.788. Francisca Arruda.. p. “[. buscam. Ciência da Informação. v.. 92-117.shtml>.] na década de 1990 os estudos de usuários estavam voltados para a compreensão do comportamento informacional dos usuários dos sistemas de informação. /dez. separados por vírgula e entre parênteses. 3. 35.folha. Silvânia... Costa e Ramalho (2010. que define como as pessoas necessitam. n. p. 106). No caso de citação direta. 1./abr.] define-se necessidades de informação como um estado ou um processo no qual alguém percebe a insuficiência ou inadequação dos conhecimentos necessários para atingir objetivos e/ou solucionar problemas. MIRANDA. Folha de São Paulo. Acesso em: 2 mar. 2008. (TRIBUNAL. Dispõe sobre o estágio de estudantes e dá outras providências. No caso das obras sem indicação de autoria ou responsabilidade. n. data de publicação do documento e da página da citação. Como as necessidades de informação podem se relacionar com as competências informacionais. Disponível em: <http://www1. Brasília. COSTA.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei /L11788.” “O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular.br/mundo/ 916260-tribunal-internacional-pede-prisao-de-gaddafi-por-crimes-contra-humanidade.. 100) afirmam que: [.” (BRASIL. fornecem e usam a informação em diferentes contextos. objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho.. 26 set. Disponível em: <http://www. 2008.planalto. RAMALHO. v. p. 2011). 2010. a indicação da fonte é feita pela primeira palavra do título seguida de reticências. Na referência: TRIBUNAL internacional pede prisão de Gaddafi por crimes contra humanidade. . 2). Exemplo No texto: Gaddafi e vários de seus filhos constavam em uma lista de nomes que o campo divulgou em fevereiro. set. 15. Na lista de referências: BRASIL.com.100 Exemplo No texto: Na concepção de Miranda (2006. Acesso em: 16 maio 2011. 99-114. Lei Nº 11.

5. 103). Se os autores estiverem incluídos na sentença.1.. separados por ponto e vírgula. separados por ponto-e-vírgula. 2005. Polícia. 3.1. Na sentença: Conforme Oliveira e Nunes (2011.. 3.. p. realizado no Brasil aconteceu em Fortaleza.5.. NUNES. p.. Na referência: O TÚNEL: um furto milionário. citam-se os três.]. 5. 7 jun. Exemplos Após a sentença: (CRUZ. 2005.101 Caso o título inicie por artigo ou monossílabo. caso estes estejam após a sentença. p. caso estes estejam após a sentença.1 Critérios para apresentação de autoria nas citações A seguir apresentam-se as regras gerais para indicação de autoria nas citações. 3.” (O TÚNEL.5. 5).1 Dois autores Havendo dois autores na citação.1. devem ser separados por vírgula e pela conjunção “e”. Fortaleza. Exemplo No texto: “O maior furto. MENDES. 103). Se os autores estiverem incluídos na sentença. p. este deve ser incluído na indicação da fonte.1. Diário do Nordeste. PEROTA. Perota e Mendes (2000. p. citam-se os dois. 2000.1. Exemplo Após a sentença: (OLIVEIRA. sem nenhuma ação de violência contra as pessoas [. . 26). Na sentença: Segundo Cruz. 2011.2 Três autores Havendo três autores na citação. até o momento. devem ser separados pela conjunção “e”. 26). p.

Se ainda persistir a coincidência colocam-se os prenomes por extenso.. Rio de Janeiro: Elsevier. 150). . ed.. p. p. Idalberto.3 Diversos documentos de um mesmo autor. p. CHIAVENATO. 40). Nas referências: CHIAVENATO. (FERREIRA. num mesmo ano. (do latim et alii. p. 2007. p. 2007. 198). 2008a. 2008a. Leandro. Exemplos No texto: (CHIAVENATO. Segundo Chiavenato (2008a. (CHIAVENATO.. Gestão de pessoas. acrescentam-se as iniciais de seus prenomes. Administração para administradores e nãoadministradores: a gestão de negócios ao alcance de todos. L. e atual. p.1. 3.1. p. 2008b. 2007.3 Autores com o mesmo sobrenome e data de publicação Quando houver coincidência de autores com o mesmo sobrenome e data de publicação. (FERREIRA. p.5. totalmente rev.5.1. 3.3 Mais de três autores Havendo mais de três autores. Luís. 40). Este mesmo critério deve ser observado na lista de referências. 198). 2008b. e sem espaço. 3.1. C. que significa “e outros”): Exemplo (ALANDI et al. 39). 20).5. p.102 3. p.1. 23). indica-se o primeiro. Segundo Chiavenato (2008b. 2007. São Paulo: Saraiva. 2001. seguido da expressão et al. Idalberto. em um mesmo ano Havendo citações de várois documentos de um mesmo autor.1. 150). De acordo com Alandi et al. (2001. 39). Exemplos (FERREIRA. acrescentam-se após a data letras minúsculas em ordem alfabética. (FERREIRA.

p. Conforme Rudio (2002. SILVA.5. Exemplo De acordo com a Associação Cearense dos Criadores de Camarão (2011). estadual ou municipal.1. 5). 2007). 2002. 2007. na mesma ordem em que aparecem no texto.3 Vários autores citados simultaneamente Havendo citações indiretas de diversos documentos de vários autores mencionados simultaneamente.1.” (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRIADORES DE CAMARÃO. as datas devem figurar separadas por vírgula.3 Autor entidade Havendo citações de documentos cuja responsabilidade intelectual é de uma entidade. independentemente do ano de publicação. Exemplos (FERREIRA. 2003. p. 2007). um estado um país é compreendida. 3. separam-se os autores por ponto-e-vírgula.3 Diversos documentos de um mesmo autor. um estado um país é compreendida. PAIVA. em algarismos arábicos. a jurisdição deve ser indicada. 2003. 2007). o Estado possui hoje cerca de 80 fazendas de cultivo do produto no Ceará.1.5.1. 3. 3. publicados em anos distintos. 2006).1. Quando se tratar de órgão do Poder Público federal.5. 1). em anos distintos Havendo citações indiretas de vários documentos de mesma autoria. remetendo à lista de referências ao final do trabalho. 2006. o nome desta deve ser escrito por extenso. SILVA.103 3. 2005. “Um governo popular se diferencia pelo modo como a administração de uma cidade. (FONSECA. p. 2011.2 Sistema numérico As citações têm numeração única e consecutiva. e que expressam a mesma ideia. 1). Não se . em ordem alfabética. Exemplo (RUDIO. “A situação das importações de pescado do Brasil há muito tempo deixou de ser preocupante e passou a ser calamitosa. mencionados simultaneamente. 2008. Exemplo De acordo com Fortaleza (2008.1.” “Um governo popular se diferencia pelo modo como a administração de uma cidade.” (FORTALEZA.5.

10. método e criatividade. Exemplos No texto: “A pesquisa qualitativa responde a questões muito particulares. v./dez.”3 Nas referências: 1 MINAYO. nas ciências sociais. Pesquisa social: teoria.” (3) ou: “A pesquisa qualitativa responde a questões muito particulares. Petrópolis: Vozes. jul. 2 GIL. nas ciências sociais.104 inicia a numeração das citações a cada página. O sistema numérico não deve ser utilizado quando há nota de rodapé explicativa. com um nível de realidade que não pode ser quantificado. 1982. alinhada ao texto. A indicação da numeração pode ser feita entre parênteses. ed. 1994.” (1) “As pesquisas descritivas tem como objetivo a descrição das características de determinada população. 2. Brasília. Revista de Biblioteconomia de Brasília. Maria Cecília de Souza (Org. Metodologias para estudos dos usuários de informação científica e tecnológica. p. em expoente e após a pontuação que fecha a citação. 5-19. ou acima da linha do texto. Métodos e técnicas de pesquisa social.” (2) “O questionário e a entrevista são os métodos de coleta de dados mais utilizados nas pesquisas de estudos de usuários. São Paulo: Atlas. Antônio Carlos. Ela se preocupa.”1 “As pesquisas descritivas tem como objetivo a descrição das características de determinada população.”2 “O questionário e a entrevista são os métodos de coleta de dados mais utilizados nas pesquisas de estudos de usuários. n. com um nível de realidade que não pode ser quantificado.). . 1999. 3 CUNHA. Murilo Bastos. 13. Ela se preocupa.

p. 4. 2002. em sequência única e consecutiva para cada capítulo. A indicação da numeração pode ser feita entre parênteses alinhada ao texto ou acima da linha do texto.] indica as fontes citadas ou remete a outras partes da obra em que o assunto foi abordado. A partir da segunda linha da mesma nota. de forma a destacar o expoente. separadas do texto por um filete de 5 cm. em expoente e após a pontuação que fecha a citação. a partir da margem esquerda. 2003. dentre outras atividades. As notas servem para abordar pontos que não devem ser incluídos no texto para não sobrecarregá-lo. Exemplo _______________________ 1 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Permitem que o leitor tenha acesso mais rápido às informações adicionais ao texto. Podem ser de dois tipos – notas explicativas e notas de referências. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação.. 2007). 1994. . Rio de Janeiro. demanda e usos da informação necessitam estar bem definidos para que não haja confusão em sua aplicação na área de estudos de usuários. Exemplo No texto: Convém-nos mencionar que necessidade de informação difere de desejo de informação.” (UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ.105 4 NOTAS DE RODAPÉ As notas de rodapé são “Anotações colocadas ao pé da página a fim de prestar esclarecimentos ou complementar o texto. A primeira citação de uma obra. 1994) considera que termos como necessidade. 4. Devem ser digitadas dentro das margens.. deve ter sua referência completa. enquanto o desejo de informação compreende o que um indivíduo gostaria de ter. são alinhadas abaixo da primeira letra da primeira linha.2 Nota de referência A nota de referência “[. 54).” (MIRANDA. p. em nota de rodapé. desejo. sem espaço entre elas e com fonte menor (tamanho 10). Line10 (1974 apud FIGUEIREDO. A numeração das notas de rodapé é feita por algarismos arábicos.1 Notas explicativas A nota explicativa é usada para comentários ou explanações que não possam ser incluídos no texto. pesquisa. GUSMÃO. 34) afirma que a necessidade de informação refere-se ao que um indivíduo necessita para realização de seu trabalho. No rodapé: ________________________ 10 Line (1974 apud FIGUEIREDO.

. 11 NASCIMENTO. 29-32. cit. 7 LOUREIRO. 2002.. p. p. 8 FERREIRA. 2006. op. cit. 1989. compare. 5 Ibid. d) Passim – aqui e ali.106 As citações seguintes da mesma obra podem aparecer de forma abreviada. em diversas passagens. c) Opus citatum. devem ser usadas apenas em nota de rodapé. f) Confer – cf. Indica mesma página de uma obra já citada.: indica a mesma obra.: indica obra citada anteriormente.. p. loc. Usada para recomendar consulta a um trabalho ou uma nota. CASTRO. 2006. p. Indica que a informação foi retirada de várias páginas do documento referenciado.: indica mesmo autor. Exemplo ____________________________ 10 NASCIMENTO. Exemplo ________________________ 9 OLIVEIRA. passim. Apresenta-se a seguir as expressões e as indicações de quando estas podem ser utilizadas. 46. cit. opere citato – op. 3 Id. Exemplo ________________________ 2 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. CASTRO.. 6.: no lugar citado. quando houver intercalações de outras notas na página. 2002. Exemplo ________________________ 4 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. p. . Exemplo ________________________ 6 FERREIRA. 19. sem especificar as páginas. usando-se as expressões latinas. Com exceção de apud e et al. 2004. p. 4. a) Idem – Id. p. 7. e) Loco citato – loc. 4. 2010. b) Ibidem – Ibid. p. 33-40.: confira. cit.

” As expressões em latim. Exemplo _____________________________ 10 MOURA. SANTOS. 2004. "A relatividade portanto já não diz respeito somente à relação entre espaço e tempo. Pode ser usada no texto ou na nota de rodapé. Usada quando não se quer citar todas as páginas da obra consultada. b).: seguinte ou que se segue. .107 Exemplo ____________________________ 10 Cf. idem. p. constantes nas alíneas a). 25. segundo. 2009. opus citatum e confer. 2011. No texto: Conforme Coelho (2001 apud LOUREIRO. 17 et seq. conforme. Indica a fonte de uma citação em que não se teve acesso ao original. c) e f). p. p. g) Sequentia – et seq. só podem ser usadas na mesma página ou folha da citação a que se referem. h) apud: citado por. 25). Exemplo No rodapé da página: ____________________________ 9 COELHO. 2001 apud LOUREIRO. indicando-se apenas a primeira página. ibidem. 2004. mas ao próprio tempo.

sublinhado ou itálico) utilizado para destacar o elemento título deve ser uniforme em todas as referências. variando de acordo com o tipo (livros. dependendo do sistema de chamada utilizado nas citações. a lista de referências encontra-se após os elementos textuais sob o título REFERÊNCIAS. Isto não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade.108 5 REFERÊNCIAS A NBR 6023/2002 é a norma que estabelece os elementos a serem incluídos em referências. permitem melhor caracterizar os documentos. sem indicativo numérico. e) os elementos essenciais e complementares da referência devem ser apresentados em sequência padronizada e retirados do próprio documento. bem como a ordem de apresentação dos mesmos. utilizam-se outras fontes de informação. a partir da segunda linha da mesma referência. Quando isso não for possível. serão alinhadas abaixo da primeira letra da primeira linha. antecedendo resumos (quando publicado separado).). . conforme a NBR 10520. acrescentadas às essenciais. É constituída por elementos essenciais e complementares. Os elementos essenciais são indispensáveis à identificação do documento. resenhas e recensões. fonte tamanho 12 e centralizado. b) as referências são alinhadas somente à margem esquerda.3 Regras gerais para apresentação Devem obedecer às seguintes recomendações: a) as referências devem aparecer em ordem alfabética de entrada (autores pessoais. 5. e f) as referências constantes em uma lista padronizada devem obedecer aos mesmos princípios. Nos trabalhos acadêmicos. já destacado pelo uso de letras maiúsculas. estes devem ser incluídos em todas as referências daquela lista. indicando-se os dados assim obtidos entre colchetes. em negrito. mapas etc. 5. entidades ou títulos) ou em ordem numérica. 5.1 Definição Referência é o conjunto de elementos descritivos retirados de um documento que permitem sua identificação individual. d) o recurso tipográfico (negrito. de forma a destacar o expoente ou número. Ao conjunto de documentos citados no corpo do trabalho dá-se o nome de Referências. cujo elemento de entrada é o próprio título. em espaço simples de entrelinha e separadas entre si por um espaço simples em branco. Ao optar pela utilização de elementos complementares. em lista de referências. no fim do texto ou de capítulos.2 Localização das referências As referências podem ser encontradas: no rodapé. periódicos. c) quando as referências aparecem em nota de rodapé e/ou sistema numérico. Os elementos complementares são as informações que.

4. Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira.2 Bíblias Exemplos BÍBLIA.1 Livros Exemplos MESQUITA.109 5. Dicionário contemporâneo da língua portuguesa.1. Resgate de ideias: estudos e expressões estéticas. 1980.3 Relatórios Exemplo UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ. André (Espírito). MARCONI. folhetos. 2002. Eclesiastes. Nos domínios da mediunidade. 5. LAKATOS. 2006.1. A.4. Fortaleza. ed.4. . 882891. dicionário. catálogo. Biblioteca Universitária. Marina de Andrade.4. 2006. editora e data de publicação. 5. 5. BÍBLIA.4 Dicionário Exemplo AULETE. ed.1 Monografia no todo Os elementos essenciais são: autor(es). guia. Rio de Janeiro: Delta. Metodologia científica. São Paulo: Atlas. 4. 29. Caldas. manual. Português. 3. Eva Maria. 5.1. Vianney.4 Modelos de referências para monografias Monografias incluem os seguintes documentos: livros. ed. teses. 1996. p. local. 285 p. Bíblia sagrada. 305 p. Relatório de atividades 2011. dissertações. Fortaleza: Casa de José de Alencar. trabalhos de conclusão de curso.4. Português. edição.1. 2004. T. 5 v. 5. LUIZ. título. relatórios entre outros. 2011. enciclopédia. São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil. São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil.

também são essenciais as informações sobre o endereço eletrônico. trabalho de conclusão de curso etc. R. Quando se trata de obras consultadas online. Monografia (Graduação em Agronomia) – Centro de Ciências Agrárias. Universidade Federal do Ceará. Fortaleza. W. 2006. vinculação acadêmica.). Atuária e Contabilidade. 2006. L.). Universidade Federal do Ceará. CD-ROM. Universidade Federal do Ceará.110 5. online etc. Monografia (Especialização em Avaliações e Perícias de Engenharia) – Centro de Tecnologia. 102 f. local e data de defesa ou apresentação.). M.). apresentado entre os sinais < >. Análise de transmissão de preços do mercado de melão do Brasil. Administração. 1986.6 Teses. L. precedido da expressão “Disponível em:” e a data de acesso ao documento. 5. Fortaleza. CHAGAS JÚNIOR. Pode-se acrescentar dados referentes a hora. 2006. nota do tipo de documento (tese. Exemplos BENEGAS. título. Ação do óleo essencial de alecrim pimenta na germinação do matapasto. R. 47 p. Tese (Doutorado em Economia) – Faculdade de Economia. Reuso de água tendo como estudo de caso o projeto do Aeroporto Zumbi dos Palmares. 2006. dissertação. Fortaleza. 2006. Quando impressos apenas no anverso indica-se a quantidade de folhas (f. 5. grau. Quando impressos no anverso e verso. Fortaleza. data de publicação. 18 f. EDVAN. 2006. acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquete.2 Monografia em formatos eletrônicos As referências devem obedecer aos padrões indicados para os documentos monográficos no todo. DVD. Chicago: Encyclopaedia Britannica.4. MAYORGA. indica-se o total de páginas (p.4. 2006.1.4. minutos e segundos. dissertações e trabalhos de conclusão de curso Os elementos essenciais são: autor. . 2006.5 Enciclopédia Exemplo: THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. Dissertação (Mestrado em Economia Rural) – Centro de Ciências Agrárias. Três ensaios em análise econômica. A indicação da quantidade de folhas ou páginas é opcional. 30 v. mencionada na folha de aprovação. Universidade Federal do Ceará.1. Rodrigo de Oliveira. precedida da expressão “Acesso em:”.

4. 2002. Antônio (Ed. A. jornais.). Morfologia dos artrópodes. Parasitologia humana. G. [S.priberam. André. Lisboa: Priberam Informática. I. Os estudantes de medicina e o ato médico: atitudes e valores que norteiam seu posicionamento. 5. título da parte. Amebas de vida livre. POLÍTICA. J. São Paulo: Atheneu. local de publicação. datas de início e de encerramento da publicação. 11.4. acrescidas das informações relativas á descrição física do meio eletrônico. c1998.).]: Planeta DeAgostini. ANDRADE. Acesso em: 8 mar.2. Castro. In: CASTRO.3. Enciclopédia e dicionário digital. G. 5. 2005.4.. João Vianney Campos de. ALVES.4 Monografia em parte no formato eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados para partes de monografias. ed. Brasília: Conselho Federal de Medicina. 23-26. Exemplos BARBOSA.terra. e da referência completa da monografia no todo. Exemplos NASCIMENTO. R. HOUAISS. p. 1998. deve-se informar a paginação ou outra forma de individualizar a parte referenciada. P. PINHEIRO. NEVES.htm>. BARBOSA. Dicionário da língua portuguesa. Navio negreiro. Fortaleza: Ágora. Disponível em: <http://www.5. MESQUITA. 5. [S. editora. proceder-se-á conforme 5. D. 2000.br/virtualbooks/portr /Lport2/navionegreiro. Disponível em: <http://www. 2004. E. 139-142.pt/dlDLP>. Impressões: estudos de literatura e comunicação. CD-ROM 9. 5 CD-ROM. 1998. 25-30. No final da referência. cap. A. E. Enciclopédia multimídia dos seres vivos. O. Introdução. p. A. P. N. seguidos da expressão “In”. 16.111 Exemplos KOOGAN.. G. Quando se tratar de obras consultadas online.4. A. 5. In: RIBEIRO. Acesso em: 10 jan. se houver.). 1988. In: PIMENTEL. A filosofia conexa à geografia.3 Monografia em parte Os elementos essenciais são autor(es)..com.5 Modelos de referências para publicações periódicas Incluem os seguintes documentos: revistas. Direção geral de André Koogan Breikman. (Org. In: ______. . In: ______. 2011. de acordo com 5.1 Publicação periódica no todo Os elementos essenciais são: título. São Paulo: Delta.l. anuários entre outros documentos publicados periodicamente. (Org. p.l]: Virtual Books.

título da publicação. 34-48. São Paulo. Pode-se abreviar os títulos de periódicos. conforme a NBR 6032. v. Gestão Universitária. 23. desde que seja mantida a uniformidade em todas as referências. Curitiba: Sociedade Brasileira de Zoologia. entre outros. 3./dez. Edição especial. ano 23.. v. 2011. Semestral.3 Artigo e/ou matéria de revista Os elementos essenciais são: autor(es). Os elementos essenciais incluem: título da parte.2 Parte de publicação periódica sem título próprio Refere-se ao volume. Os elementos essenciais incluem: título da publicação. REVISTA BRASILEIRA DE ODONTOLOGIA. 1999. local. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.112 Exemplos REVISTA BRASILEIRA DE PLANTAS MEDICINAIS. Graduação em química: um novo químico para uma nova era. suplementos. CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. intervalo de publicação (se houver) e data. 31. fascículo. 2006. v. C. fascículo. 5. . Exemplos REVISTA BRASILEIRA DE ZOOLOGIA. título da publicação. 2. Botucatu: Fundação do Instituto de Biociências. local de publicação. paginação inicial e final. 2002. 5. 5. numeração correspondente ao volume e/ou ano. São Paulo. set. 2. numeração do ano e/ou volume. Suplemento. ISSN 1516-0572. título do artigo ou matéria. números especiais entre outros.5. Bimestral. Exemplos ZUCCO. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Odontologia. informações de períodos e datas de sua publicação. 2006. numeração correspondente ao volume e/ou ano.5. Química Nova. ISSN 0034-7272. suplementos. Exemplo AS MELHORES universidades do Brasil. 28. n. de um periódico. REVISTA BRASILEIRA DE ZOOLOGIA. de um periódico. data e particularidades que identificam a parte. nov.2 Parte de publicação periódica com título próprio Refere-se ao volume. editora. p. maio/ago. local de publicação. set. v. 2005. n. fascículo ou número. Curitiba: Sociedade Brasileira de Zoologia. numeração do fascículo. 1943-2010.5.

62. Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia: assistência. 5. v. 1. Perspect. caderno ou parte.scielo. set. SOUSA. NESMITH. 347-350. Economia. Dental. p. 360-382. 2007. A. Fortaleza. 4. R.5. NUNEZ BARRIOS. G. G.br/app/opovo/radar/2011/05/18>. Ribeirão Preto. Acesso em: 18 maio 2011..6 Modelos de referências para eventos Inclui o conjunto de documentos resultante de um evento (anais.113 HOFFMANN. 11. p. 56-68. Disponível em: <http://www./dez. 83. PALÁCIO F. 1. E.. M. 5. 2006. relatórios. S. Disponível em: <http://www. Masseter muscle hypertrophy: case report. v. 15 jun. E. P. A. M.eci. M. M. p. entre outros). D. Acesso em: 11 abr.br/pcionline/>. título do artigo ou matéria. Acesso em: 9 abr.. Diário do Nordeste.. et al. Inf. 11. a paginação do artigo ou matéria precede a data. 2004. MARTINS. Uma noite de muitas vitórias. jan. 9. 3.5 Artigo e/ou matéria de jornal Os elementos essenciais são: autor(es) (se houver).. Sci. ensino e pesquisa. 2007. S. atas. 5. Quando não houver seção.. O Estado. Exemplos ALMEIDA. Ágora: estudos em teoria psicanalítica. CAVALCANTI. L.opovo. Stress hídrico e a distribuição de características vegetativas e reprodutivas de um cultivar de feijão. SOUSA. Segurança: cresce serviço de blindagem no CE. M. Belo Horizonte.. data de publicação. p. HOOGENBOOM.5. Ciênc. C. PIEGAS. A.ufmg. A autoridade e a questão do pai. OLIVEIRA. Rio de Janeiro.com. p.5. 17. São Paulo.. K. p. Agric./dez. v. Fortaleza. J. n.. Mapeamento de competências em bibliotecas universitárias. v. Bras. título do jornal. N. . 2005.br>. dez. n. Piracicaba. v. R. 2011.. p. 16 maio 2011. Fortaleza. caderno ou parte e a paginação correspondente. 2006. Braz. Cardiol. 18-22. 5. jul. O Povo. seção. Arq. 2. 2006. GONÇALVES. A.. J.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico Exemplo CEARÁ bate novo recorde de transplante em 2011. 169-176. Disponível em: <http://www. 18 maio 2011.4 Artigo e/ou matéria de revista em meio eletrônico Exemplos SANNOMYA. local de publicação. n. n.

CONGRESSO IBEROAMERICANOS DE GESTÃO DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA COMPETITIVA. local de realização (cidade). Curitiba: CIETEP. RS: Associação Brasileira de Criadores de Suínos.114 5. Curitiba: Fundação Boticário de Proteção à Natureza.. nome do evento. 12. 2003. ano. Em seguida. Brasília. 2004. Exemplos CONGRESSO DE ECOLOGIA DO BRASIL. 419-420. 5. CONGRESSO BRASILEIRO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO.. Exemplos LIMA. Anais. Fortaleza. Anais..6. seguido dos dados de local de publicação. Fortaleza. 2004. 2005.com. tópico temático). C... In: CONGRESSO BRASILEIRO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO..br>. CE. 2006. M.gecic. Disponível em: <http://www. 2003.2 Evento no todo em meio eletrônico Exemplos CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE. In: CONGRESSO DE ECOLOGIA DO BRASIL. Curitiba: Fundação Boticário de Proteção à Natureza. 2004. local. 43 p. 2004.. 45-54. Estudos etnobotânicos na Serra de Maranguape. 2003. Brasília: Ministério da Saúde. numeração (se houver). editora. Relatório de registro genealógico e provas zootécnicas 2003. editora e data de publicação. 5. atas. Curitiba. 2005. R. 2006. 1. seguido da expressão “In:”. 2006. 11. 1 CD-ROM. . Parque Nacional do Pico da Neblina: conservação. Relatório final. titulo do documento (anais. deve-se mencionar o titulo do documento (anais. 2003. Estrela.. data de publicação e página inicial e final da parte referenciada. p. título do trabalho apresentado. 4. Acesso em: 22 out.. Curitiba. numeração do evento (se houver). p... atas. 692 p. 2003. Fortaleza: UFC.. Palestras..6. Curitiba. L. 2003. Caldas Novas.. DIAS.. 4.. Anais.6. Fortaleza: UFC. 6.1 Evento no todo Os elementos essenciais são: nome do evento. pesquisa e divulgação.. 224 p.. ano e local (cidade) de realização. tópico temático etc.. SEMINÁRIO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA SUINOCULTURA. 6.3 Trabalho apresentado em evento Os elementos essenciais são: autor(es).). Anais.

1989. seguida do ano de promulgação entre parênteses.4 Trabalho apresentado em eventos em meio eletrônico Exemplos TARAPANOFF. 2004. 29 out. PI 8706898-2 B1. 2006. Utilização de técnicas robóticas em neurocirurgia. Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos. título. 1. Francisco José Freire de Araújo. acrescenta-se a palavra Constituição após o nome da jurisdição.8. Credle.8 Modelos de referências para documentos jurídicos Inclui legislação. Florianópolis: Sociedade Brasileira de Neurocirurgia. Curitiba: CIETEP.br>. K. CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEUROCIRURGIA FUNCIONAL E ESTEREOTAXIA.gecic.espacenet. 9 nov. 5. 2007. Alfred A. 2011... 25. William S.6.. Os elementos essenciais são: jurisdição (ou cabeçalho da entidade. 29 mar. 30 maio 1995. Acesso em: 22 out. número da patente e datas (do período de registro). 2004. . Educação corporativa. ALENCASTRO. In: CONGRESSO IBEROAMERICANO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA COMPETITIVA. Anais. 1988. Exemplos EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. A.. resoluções e outros).com. título. Paulo Estevão Cruvínel. A. LODETTI. 2006. ALENCASTRO. BR n. jurisprudência (decisões judiciais) e doutrina (interpretação dos textos legais). C.. 26 jun. numeração. UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ. PI0704286-8 A2.1 Legislação Inclui a Constituição. THE COCA-COLA COMPANY. L. L.115 5. 5.. 5. 7 jul. BR n. 2006. Unidade de Apoio. Processo para o preparo do adubo de caranguejo. BR n.7 Modelo de referência para patente Elementos essenciais: entidade responsável e/ou autor. SP). 7. data e dados da publicação em que se encontram. Disponível em: <http://www. 1 CD-ROM. 2009. Disponível em: <http://worldwide. Palestras. decretos e outros) e normas emanadas de entidades públicas e privadas (portarias. PI 8903105-9. No caso de constituições e suas emendas. Aparelho para servir bebidas e processo para converter um aparelho para servir bebidas. textos legais (leis. Acesso em: 14 jul.. F. 1991. no caso de se tratar de normas).com/publicationDetails/originalDocument?CC =BR&NR=PI0704286A2&KC=A2&T=D&date=20090707&DB=EPODOC&local=en_EP>.. Curitiba. Goiânia. as emendas constitucionais. Schroeder. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE NEUROCIRURGIA..

São Paulo: Saraiva. jan. ed. 205. maio 2006. Brasília.116 Exemplos BRASIL. em razão de idade. 5. 31. Regras de direito fundacional do código civil de 2002. 2005. 2005. BRASIL. ed.284 de 2 de março de 2006. p. Decreto n° 6. Os elementos essenciais são: jurisdição e órgão judiciário competente. 151-167. 23-27. São Paulo: Saraiva. In: _____. dispositivos da Lei n° 11. sentenças e demais decisões judiciais. 748 p. 5. BRASIL. Exemplos BRASIL. Revista de Informação Legislativa. p. relator. . 1994. 18.0074630-2). BRASIL. Agravantes: Adroaldo Lemos Guerreiro e outro. 46. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. n. p. Código civil. p. Agravado Banco do Brasil S/A. ed. DF. Advogados: Magda Montenegro e Rosella Horst e outros. 9 de maio de 2006.063.2 Jurisprudência Inclui súmulas. 42. Constituição (1988). aplicam-se as regras de acordo com o tipo de publicação que se apresenta. partes envolvidas (se houver). Supremo Tribunal Federal. súmulas.3 Doutrina Discussão técnica sobre questões legais consubstanciadas em um documento. In: _____. Não é admissível por ato administrativo restringir. Superior Tribunal de Justiça. Seção 1. de 19 de dezembro de 2002. que dispõe sobre gestão de florestas públicas para a produção sustentável. São Paulo.RS (2004. e dá outras providências. Súmula n° 14./mar. precedentes normativos e índice. v.097 . 1994. Poder Executivo. 165. 2003. Regulamenta no âmbito federal. 1. Relator: Ministro Carlos Alberto Menezes Direito. de 1 de maio de 1943. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais.8. Para referenciar uma doutrina.542.8. BRASIL. local. acompanhado de legislação complementar. 2006. Súmulas. p. 2007. de 20 de março de 2007. 4. atualizada até a Emenda Constitucional nº 39. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 16. Agravo regimental de instrumento n° 612. BRASIL. acórdãos. Brasília. Súmula n° 14. Gustavo Saad. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil. v. Supremo Tribunal Federal. enunciados. orientações jurisprudenciais. Brasília. título e número. Súmulas. inscrição em concurso para cargo público. data e dados da publicação em que se encontram. 16. CLT e Constituição Federal: Decreto-lei nº 5. Advogados: César Augusto Bier e outro e Maria Eloísa da Costa. São Paulo: Saraiva. 21 mar. Exemplos Doutrina em forma de artigo de periódico: DINIZ. n.

título (quando não existir. data e características físicas (especificação de suporte. Tribunal de Justiça. 5. Rio de Janeiro: Bananeira Filmes. cartaz.117 Doutrina em forma de livro: MIRABETE. 1992. Roteiro: Roselyne Bosch. 1935. local. realizador. diapositivo. e atual. óleo sobre tela. fotografia.]: DATAPREV. ed. JOSUÉ de Castro: por um mundo sem fome.tjce. data. 15 jun.10 Modelos de referências para documentos iconográficos Inclui pintura. 2003. em todas as unidades do Tribunal de Justiça. roteirista e outros). 3 v. color. dimensões etc. Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. Intérpretes: Gérard Depardieu. Disponível em: <http://esaj. Exemplos PORTINARI. 1 CD-ROM. fitas de vídeo. Fortaleza. material estereográfico. Exemplos NARRADORES de Javé. entre colchetes). desenho técnico. DVD. In: SISLEX: Sistema de Legislação. Julio Fabbrini. .). São Paulo: Atlas. Café. 2. produtor. Direção: Ridley Scott. créditos (diretor. Os elementos essenciais são: título. Produção: Vânia Catani. diafilme. 1 DVD (100 min). Direção: Eliane Caffé. Armand Assante e outros.8.jus. Manual de direito penal. entre outros. 130 cm x 195 cm. 1 DVD (154 min). 1999. Música: Vangelis. 5. CEARÁ. 1 reprodução. C.l. Elementos essenciais: autor. [S.br/cdje/consultaSimples. transparência.]: Paramount Pictures. Regulamento dos benefícios da previdência social. produtora. especificação do suporte em unidades físicas. [S.l. Seção 1. ilustração. 17.do?cdVolume=2&nuDiario=252&cdCaderno=1& nuSeqpagina=1>. Produção: Nilson Rodrigues. Produção: Alain Goldman e Ridley Scott. rev. entre outros.l.4 Documento jurídico em meio eletrônico Exemplos BRASIL. 2011. Blu-ray. deve-se atribuir uma denominação ou a indicação “Sem título”. 1492: a conquista do paraíso. Diário da Justiça. Sigourney Weaver. Acesso em: 24 jun.]: Mercado Cultural. Portaria nº 805 de 13 de junho de 2011. 5. indicação de cor. Resolve determinar que o expediente do dia 14 de junho de 2011 seja encerrado às 15:00. 2003. 2011. p. 2004.9 Modelos de referências para imagem em movimento Inclui filmes. [S.

Rio de Janeiro: Globo.11 Modelos de referências para documentos cartográficos Inclui atlas. 1987. Braseiro. local. [Biblioteca de Ciências e Tecnologia].aspx>.1 Documento sonoro no todo Elementos essenciais: compositor(es) ou intérprete(s).gov. Fortaleza: Fundação Instituto de Planejamento do Ceará. Roberta. 1 atlas. Fortaleza. Ney. Disponível em: <http://atlas. mapa. (Globo Collection. 2011.1 Documentos iconográficos em meio eletrônico Exemplo SERRA Leoa.12. Altura: 600 pixels. 2005. Rio de Janeiro: Universal Music. 1995.000. color. 5. 2). fita magnética de rolo. 1 fotografia: color.10. entre outros. 1997. Rio de Janeiro: PolyGram.12 Modelos de referências para documento sonoro Inclui disco. designação específica e escala. fita cassete.srh. Acesso em: 26 abr. Os elementos essenciais são: autor(es).118 NASCIMENTO. MPB especial. Largura: 375 pixels. 1 CD (ca. Acesso em: 28 mar. SÁ. Exemplos CEARÁ.11. Escalas variam.br>.. 17. 5. título. globo. Formato JPEG. fotografia aérea etc. gravadora (ou equivalente). 48 min). 2005. 1 CD (50 min). I. 2011. Disponível em: <http://www. editora. data de publicação. Escalas variam.ce. ATLAS do Ceará. Secretaria de Infraestrutura. título. 2011. data e especificação do suporte. . 1 atlas.com/pt/br/default. Mapa rodoviário e político. 133 Kb. 5. 1 mapa.1 Documentos cartográficos em meio eletrônico Exemplo ATLAS eletrônico dos recursos hídricos e meteorológicos do Ceará. 5.5 x 13 cm.microsoft. CD. Exemplos MATOGROSSO. 1 CD. Fortaleza: Secretaria de Recursos Hídricos do Estado Ceará. 5. 2000. Escala 1:750. local. Personalidade.

título. A força que nunca seca. . designação específica e instrumento a que se destina. 5. 1998.br>. Intérprete: Nana Caymmi. 1 maquete em madeira. 1 escultura. faixa 9 (3 min). Penas do tiê.12.). 5. título (caso não exista. atribuir uma denominação ou a indicação “Sem título” entre colchetes). CÉSAR.13 Partitura Elementos essenciais: autor(es). título.n. 1856.13. In: FAGNER. materiais. Chico. Disco 1. H. MATA. data. Amigos e canções. O pensador.]. 1 partitura (23 p.2 Documento sonoro em parte Inclui partes e/ou faixas de documentos sonoros. Acervo do Museu de Arte da UFC. Rio de Janeiro: [s.). técnicas.]: BMG. monumentos entre outros). deve-se informar a faixa ou outra forma de individualizar a parte referenciada. Acesso em: 25 jun. 2011. Intérprete: Maria Bethânia. 2 CDs (60 min). [S. dimensões etc. Maquete da Concha Acústica da UFC. objetos de museu. Violoncelo. Coleções de quartetos modernos. e da referência do documento sonoro no todo.l. 1880. Violoncelo. 1 castiçal em ouro. color. H. Vanessa da. 1 CD. 1 partitura (23 p.1 Partitura em meio eletrônico Exemplo VILLA-LOBOS. Rio de Janeiro: Sony. Exemplo VILLA-LOBOS. In: BETHÂNIA. Rio de Janeiro: Universal. Exemplos: RODIN. Faixa 2. esqueletos. Disponível em: <http://www. Raimundo. data e características físicas (especificação do objeto.14 Modelos de referências para documento tridimensional Inclui escultura. animais empalhados.119 5. Raimundo et al. Os elementos essenciais são: compositor(es) ou intérprete(es) da parte (ou faixa de gravação). 1916.com. CASTIÇAL de ouro. objetos (fósseis. A força que nunca seca.cantemos. Exemplos FAGNER. Auguste. Maria. Elementos essenciais: autor(es) (quando for possível identificar o criador artístico do objeto). 1999. editora. 1916. maquete. seguidos da expressão “In:”. RIBEIRO. local. Coleções de quartetos modernos.). 32 cm de altura. N. No final da referência. 5.

C. Mensagem recebida por <comut100@ufc. listas de discussão. e-mails. Exemplo PIRES. R. Cupom de desconto [mensagem pessoal]. 2 disquetes 5 1/4 pol. .15 Modelos de referências para documentos de acesso exclusivo em meio eletrônico Incluem-se e-books.portaldapesquisa. softwares. 2011. Lista mantida pelo IBICT.ufc. Disponível em: <comut_on_line@ibict.br>.br/index. 2011. Quando se tratar de obra online incluir o endereço eletrônico. bases de dados.120 5. 2002. São Paulo: Atheneu. Vitória: UFES. recensões. Brasília. versão (se houver) e descrição física do meio eletrônico. Exemplos UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ.br> em 12 abr. Nota: Mensagens de e-mail devem ser referenciadas somente quando não houver nenhuma outra fonte que aborde o assunto em discussão. Acesso em: 5 ago. INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA. não sendo recomendável seu uso como fonte de informação científica. M. H. Entrevista concedida a Rogério Pereira. entre outros. GUIMARÃES. disquetes entre outros.16. precedida da expressão “Acesso em:”. L. arquivos em disco rígido.16 Documentos diversos Incluem entrevistas.biblioteca. 1 CD-ROM.EXE: sistema de gerenciamento para seleção e aquisição de material bibliográfico. Acesso em: 18 maio 2011. Acesso em: 8 nov. P. Disponível em: <http://www. Bibliotecas da UFC.com. Bases de dados em ciência e tecnologia. SILVA. Biblioteca Universitária. out. 1995. 5. KOWALSKI. 2007. INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA. O Rascunho. resenhas. título do serviço ou produto. ISA. Programa de Comutação Bibliográfica. 2005. Disponível em: <http://www.1 Entrevista Os elementos incluem: entrevistado. entre os sinais < > precedido da expressão “Disponível em:” seguido da data de acesso. bulas de remédio.php?option=com_content&task= section&id=29&Itemid=55>. Mensagens trocadas por e-mail têm caráter informal e efêmero. título da entrevista. Paulo Roberto. sites. Afecções cirúrgicas do pescoço. 5. L. dados da fonte na qual foi publicada e nota de identificação do entrevistador. Longe do patético e da obviedade. Curitiba.br/databases/sites?action=booktoc&publisher= atheneu&db=atheneu180&book_id=85-7379-775-4&chapter=00#00>. Os elementos essenciais são: autor(es). 1996.

5.16. S. 2006. separados por ponto-e-vírgula. Eva Maria. Porto Alegre: L&PM. apresentação do medicamento. São Paulo: Global.br/o-livro-e-o-pao>. F. R. seguido do prenome e outros sobrenomes abreviados ou não. JARDIM. laboratório. São José dos Campos. ed.1 Autor pessoal Indicam-se os autores pelo último sobrenome. Exemplos FITZGERALD. MARCONI. A. 5.1 Até três autores Quando houver até três autores. Acesso em: 18 nov. 2011. PEREIRA. Disponível em: <http://rascunho. local. em letras maiúsculas. Exemplo LISINOPRIL: comprimidos.17. Afonso Romano de. O livro e o pão. M. S. autor da resenha. Exemplo FITZGERALD.1. Fundamentos de metodologia científica. n. título da resenha. 3. 2011. J. Marina de Andrade.gazetadopovo. 3. SP: EMS. 2006. Recensão de: MARQUES. data e nota de designação específica. 5. 2007. 134 p. 2006. com. 1991. p. Porto Alegre: L&PM. dados da fonte na qual foi publicada. seguida da expressão “Resenha de:”. Resenha de: MARTIRANI. O diamante do tamanho do Ritz e outros contos. 188-189. responsável técnico. Bula de remédio. 134 p. 2011. 5. Interações. Porto. Responsável técnico Cláudio dos Reis Tassinari.17 Transcrição dos elementos A transcrição dos elementos nas referências deve obedecer às orientações seguintes. Exemplos SANT’ANNA. O diamante do tamanho do Ritz e outros contos. Competências pessoais e sociais: guia prático para a mudança positiva. Ler o mundo. .16.121 5.2 Resenha e recensão Os elementos incluem: referência da obra resenhada. São Paulo: Atlas. indicam-se todos.17. C.. Porto: Edições Asa. 2006. LAKATOS.3 Bula de remédio Os elementos são: título (nome do remédio). F.

(Org. Exemplo ALMEIDA. Cordéis e outros poemas.. O trabalho de enfermagem. A relação entre a autoria e a orientação no processo de elaboração de teses e dissertações. (Org. a entrada deve ser feita pelo nome do responsável. ano 20. Fortaleza: Fundação Instituto de Planejamento do Ceará. compilador.5 Obra publicada sob pseudônimo Em caso de obra publicada sob pseudônimo. São Paulo: Cortez. 5. A bússola do escrever: desafios e estratégias na orientação e escritas de teses e dissertações. M.17. do tipo de participação (organizador.17. acrescentando-se a expressão et al.4 Autoria desconhecida Em caso de autoria desconhecida. 2006. Rev. é facultado indicar todos os nomes. 5. N.1.) entre parênteses. A. Nota: em casos específicos nos quais a menção dos nomes de todos os autores for indispensável para certificar a autoria.17. de Ecocardiogr. São Paulo: Martin Claret. p. no singular. 1 atlas. Exemplo ATLAS do Ceará.) Quando houver indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra. coordenador etc. . L. Patativa do. B. Florianópolis: UFSC. M.1. Exemplo ASSARÉ. editor.17. indica-se apenas o primeiro.122 PETRÔNIO. Tradução de Alex Marins. seguida da abreviação. MACHADO. este deve ser adotado na referência. editor etc. São Paulo. M. em coletâneas de vários autores. 176 p. C. a entrada é feita pelo título. Satíricon. C. Escalas variam. Bras. A. p./mar. N.2 Mais de três autores Havendo mais de três autores. n. 1997. Exemplo PACHECO. O Scan Duplex para diagnósticos de hipertensão renovascular. 5. P. 180 p.). et al. MACHADO.. 43-47. M. 2003. 2007.1. In: BIANCHETTI. ROCHA. J.. 1. S. 5. 45-66.). São Paulo: Cortez. jan.1. 2006. 1997.3 Indicação de responsabilidade (organizador. Fortaleza: UFC.

Ilustrações de Pauline Baynes. conforme o exemplo a seguir. Teor e rendimento de óleo essencial no peso fresco de arnica. FONSÊCA NETO. v.2 Autor-entidade Obras de responsabilidade de entidade têm entrada pelo seu próprio nome por extenso. 2005. El Profesional de la Informácion. Estud. entre outros). p. C. conforme aparecem no documento. 3. Bras. Exemplo LEWIS. 735-739.17.1. Florianópolis. 8 p. INTERNATIONAL CONFERENCE ON GREY LITERATURE.7 Autores de nome espanhol Autores de nome espanhol têm entrada pela primeira parte do sobrenome. Rio de Janeiro. 5. 23. 2004. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração.17./oct. 12. logo após o título. v. A. New Orleans. 5. ONTALBA Y RUIPÉREZ.123 5. 94-99. Tempo de nascer: o cuidado humano no parto e no nascimento.n.6 Outros tipos de responsabilidade Indicam-se outros tipos de responsabilidade (tradutor. Las comunidades virtuales acadêmicas y científicas españolas: el caso de RedIris.17. n. D.1. em função de calagem e adubação. 328-338.. Antônio C. Hortic. Exemplos ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. New Orleans: [s. Fortaleza: Expressão. et al. .17. Barcelona. S. 2006.1. ilustrador. Feminist's publications in el Ecuador: el Ágora de las mujeres. n. M. set. Text release.8 Sobrenomes que indicam parentesco Em sobrenomes que indicam parentesco não separar a indicação do sobrenome.. 2007./dez. p. sept. Fem. 11. 2006. 2002. Maria. 2005. Botucatu. jul. 2002. 5. revisor. 5. J.]. 8th. Rev. Exemplos CUVI-SANCHEZ. p. quando necessário. As crônicas de Nárnia. Tradução de Paulo Mendes Campos e Silêda Steuernagel. São Paulo: Martins Fontes. v. Exemplos OLIVEIRA JÚNIOR.

Anuário estatístico 2010: base 2009. Anuário estatístico 2011: base 2010. entre parênteses. . 2010. 62 p. separados por dois pontos.17.2 Entidade com denominação específica Quando a entidade tem uma denominação específica que a identifica. Fortaleza. Exemplo CEARÁ. após a entidade. 2000. ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. A supressão deve ser indicada com reticências. Bibliografia Vicentina.3. 2007. Fortaleza. 5. Exemplos MARTIN.2. a unidade geográfica que identifica a jurisdição.17. desde que não seja alterado o sentido. Fortaleza: Edições UFC.3 Título e subtítulo O título e subtítulo devem ser reproduzidos como figuram no documento. Secretaria de Saúde. podem-se suprimir as últimas palavras.17. 2002. Anais da Biblioteca Nacional. R. CASTRO.2. Aspectos psicogênicos do paciente cirúrgico: uma aproximação entre a cirurgia e a psiquiatria. Rio de Janeiro.17. Josué de. Havendo duplicidade de nomes. 1942. 5. Fortaleza. BIBLIOTECA NACIONAL (Portugal). A fúria dos reis. deve-se acrescentar. 5. Exemplos BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). R. 5. G. A história dos secretários da saúde do Estado do Ceará: 1961-2006. 2011. Exemplo UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ. seu nome é precedido pelo nome do órgão superior. 2011. 31 p. São Paulo: Leya. Lisboa.1 Entidade com denominação genérica Quando a entidade tem uma denominação genérica. a entrada é feita diretamente pelo seu nome.1 Títulos demasiadamente longos Em títulos e subtítulos demasiadamente longos.124 UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ.

Exemplo MUELLER. 1999.4 Abreviatura de títulos de periódicos Pode-se abreviar os títulos dos periódicos. 2005. . Rio de Janeiro: Associação Editora Espírita. registra-se o primeiro. ed.. registra-se o segundo ou o que estiver em destaque. 5. n. ARQUIVO BRASILEIRO DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA = BRAZILIAN JOURNAL OF VETERINARY AND ANIMAL SCIENCES. S.3 Títulos genéricos em periódicos Quando o periódico possui título genérico. Brasília.3. René. ISSN 0102-0935. que se vincula ao título por uma preposição entre colchetes. P. Fortaleza. 2003.com>.3. 5. Exemplos [JARDIM].17. 2. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. entre colchetes. 1983. E.. Vocabulário de bolso = Posa vortaro..17. 5. Rio de Janeiro: José Olympio.2 Títulos em mais de uma língua Quando o título aparecer em mais de uma língua. Belo Horizonte: FEP MVZ. Exemplo BOLETIM ESTATÍSTICO [da] Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará. Bimestral.125 Exemplo SAADI. Inf. v. Largura: 335 pixels.17. Altura: 500 pixels.17. conforme a abreviatura oficial destes. 1944.5 Documento sem título Caso não exista um título. Acesso em: 11 jun. 2. incorpora-se o nome da entidade autora ou editora.3. p. DU GUAY-TROUIN. Opcionalmente. M.. Memórias do Senhor Duguay-Troin: Tenente-General das Forças Navais da França. 133 Kb. Ci. Disponível em: <http://www. 2011.3. Formato JPEG. A comunicação cientifica e o movimento de acesso livre ao conhecimento. M. 124 p. maio/ago. 2006. N.. 35. 27-38. separando-o do primeiro pelo sinal de igualdade. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional..facebook. Exemplos MACHADO. O jardim das rosas. 5. Imprensa Oficial do Estado. Anual.

atual. 2006. A natureza do espaço: técnica e tempo.4. 5.1 Emendas e acréscimos à edição Indicam-se emendas e acréscimos à edição. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências. de forma abreviada. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.17.. rev. IMPERATRIZ-FONSECA. Exemplos BRASIL. Ministério da Saúde. 5. P. 1. deve ser transcrita. 4. 2006. V. PR .17. ed.01. 1 CDROM. país etc. ed. Análise microbiológica de alimentos e água: guia para a garantia da qualidade. e ampl. Manual do diretor técnico. 286 p. 2001. 6.17. São Paulo: EDUSP. 2002. L. Exemplos SANTOS. Exemplo Cascavel.. 1980. CE Cascavel. Exemplo LIGHTFOOT. Brasília. 2006. Version 3. MAIER. Rio de Janeiro: Navegantes.5. 2nd ed. G. 1978. 2003. Brasília: Ministério do Desenvolvimento.17. ed. 5. [Trabalhos apresentados]. Exemplo ARIEL for Windows. 284 p. Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso. Recife. utilizando-se abreviaturas dos numerais ordinais e da palavra “edição”. N. acrescenta-se o nome do estado. ambas na forma adotada na língua do documento. KEVAN. E.1 Cidades homônimas No caso de homônimos de cidades. Mountain View: Research Libraries Group. 5. Milton.. A versão de documentos eletrônicos deve ser tratada como edição e transcrita da mesma forma. rev. CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. 5. F. A.126 SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AQUICULTURA.5 Local O nome da cidade de publicação deve ser indicado tal como figura no documento.4 Edição A indicação de edição quando houver. Pollinating bees: the conservation link between agriculture and nature.

6 Editora O nome da editora deve ser indicado tal como figura no documento. Louis. 141 p.3 Documento sem indicação do local de publicação Quando a cidade não aparecer no documento. Exemplo FERREIRA. Não sendo possível determinar o local. separadas por dois pontos. S. utiliza-se a expressão Sine loco. Exemplos FROTA. 3. Viagem ao Brasil. 5. 120 p. Washington. 2006. 6th ed. entre colchetes [S. Rio de Janeiro: Zahar.]. O Brasil antes dos brasileiros: a pré-história de nosso país. Cria e recria.5. Manual de conforto térmico. San Francisco.l. mas pode ser identificada. 2006.17.]: Kapa. Anesia Barros. [São Paulo]: Aprenda Fácil. Auckland. Nota: na obra encontram-se listadas as seguintes cidades: New York. desde que sejam dispensáveis para identificação. abreviando-se os prenomes e suprimindo-se palavras que designam a natureza jurídica ou comercial.1 Duas editoras em uma mesma cidade Quando houver duas editoras de uma mesma cidade. Exemplo LAZZARINI NETO. ed. ed.2 Mais de um local para uma só editora Quando houver mais de um local (cidade) para uma só editora.l. 7. 2000. abreviada. PROUS.127 5. Alexandre Rodrigues. Nota: na publicação consta Zahar Editora. [S. indica-se entre colchetes. indica-se o primeiro ou o mais destacado.17. Nota: na publicação consta Editora Nobel. New York: McGraw-Hill. St. 2002. São Paulo: Nobel. indicam-se ambas. . 5.6. Sueli Ramos.17. SCHIFFER. 243 p. André. 5. 1984. Exemplo PERRY´S chemical engineers´ handbook.17.5.

Campinas: UNICAMP. separados por ponto e vírgula.n.6.l.17. IBASE e FAO. abreviadas e entre colchetes [S. priapéia latina.2 Duas editoras em cidades diferentes Quando houver duas editoras em cidades diferentes. emprego e renda: o relatório da FAO em debate. Falo no jardim: priapéia grega. Nota: Na obra constam as editoras Vozes.128 Exemplo VIEIRA.]. Sérgio (Org.6. 1994.]. 2006. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine. usa-se a expressão sine nomine. Cotia: Ateliê. 2004. Exemplo ROMEIRO. Xenofanias: releitura de Xenófanes. GUANZIROLI.17. indicam-se ambas com seus respectivos locais.6.17.4 Documento sem indicação de editora Quando não for possível identificar a editora na publicação. 5.). 2. Implantação de bacias experimentais no semiárido.: s. 5. Adhemar. Reforma agrária: produção. Petrópolis: Vozes. não é indicada.).]. 216 p.17.n. [S. Â. São Paulo: UNESP: IOESP. LEITE.n. 432 p. 2006. Fortaleza: [s.5 Editora responsável pela autoria Quando a editora é a mesma instituição responsável pela autoria e já tiver sido mencionada. entre colchetes [s. .l. abreviada. ed. 5. Carlos.3 Três ou mais editoras Se houver três ou mais editoras. T. 5. Exemplo OLIVA NETO. 193 p. 5.: s. J. indica-se a primeira ou a que aparecer com maior destaque na página de rosto.]. Exemplo RIGHETTO.n.17.6. Antonio Marozzi (Coord.6. 116 p.5 Documento sem indicação do local de publicação e da editora Quando o local e o editor não puderem ser identificados na publicação. Exemplo IRACEMA: imagens de uma lenda. 2006.

Exemplo FREIRE. 1985-1996. 5. 2005] data aproximada [200-] década certa [200-?] década provável [20--] século certo [20--?] século provável Exemplo NOÇÕES de Direito para jornalistas: guia prático. 13..17. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2006. Rio de Janeiro.7 Data A data de publicação deve ser indicada em algarismos arábicos. 4. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. da impressão. Weinheim: VCH. seja da publicação. . M. não indicada no item [2009 ou 2010] um ano ou outro [2010?] data provável [entre 2001 e 2006] use intervalos menores de 20 anos [ca. 119 p. do copyright ou outra. F. ed. FREIRE. HIB. c2006. Bases da biologia celular e molecular. 24 v. sempre deve ser indicada uma data.7. São Paulo: Justiça Federal. 5.2 Datas em documentos de vários volumes Nas referências de vários volumes de um documento. conforme abaixo: [2010] data certa.7. Exemplo ROBERTIS. Por se tratar de elemento essencial para a referência. Paulo. 389 p. 5. [200-]. ed. Procedimentos para a manipulação de microorganismos patogênicos e/ou recombinantes na FIOCRUZ.17. Ana Maria Araújo. indicam-se as datas inicial e final da publicação. E. 2005. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Exemplo ULLMANN’S encyclopedia of industrial chemistry. J. indica-se uma data entre colchetes. 245 p. produzidos em um período.1 Documento sem data de publicação Caso nenhuma data possa ser identificada.129 Exemplo FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ.17.

S. jun. semestres etc.. Sept.130 5. v. out. feb. abr. Carlsbad. Remembering G. no idioma original da publicação. Se a publicação indicar. abr. déc. n. Português Espanhol Italiano jan. S. Os meses devem ser indicados de forma abreviada. Exemplo AGROCERES INFORMA. Mensal. p. C. Exemplo ENGENHARIA NA AGRICULTURA. maio mayo magg. Viçosa. Feb. No caso de ainda estarem em curso. p. Nov.. Dec. as estações do ano ou as divisões do ano em trimestres. indica-se a data inicial e final do período da edição. nov.2 Datas em publicação periódica Em caso de publicação periódica. févr. maio/ago. sett. n. 95. Okt. Inglês Jan. transcrevem-se as estações tais como figuram no documento e abreviam-se as divisões. mars avril mai juin juil. mar. Francês janv. p. Oct. enero genn. Sept. Exemplos VIANNA. 205. UNBEHAUM. sept. Bioet. una necesidad bioética. nov. 27. Pers. v. set. giugno jul. Mar. März Apr. 2006. dic. Robert Crowningshield. Alemão Jan. fev. 42. São Paulo: Sementes Agroceres. luglio ago.. dez. dic. winter 2007. Mai Juni Juli Aug. Gênero na educação básica: quem se importa? Educ. Dez. Apr.v. Nov. ott. 2006. febbr. jul. Gems & Gemology. agosto ag. apr. 407-428. conforme o Quadro 1. Soc. Educación en riesgo suicidad. Exemplos KELLER. 4. Y. jun. oct. nov. oct. . Fonte: Adaptado de Associação Brasileira de Normas Técnicas (2003).. Feb. May June July Aug. 1997./dic. Quadro 1 – Abreviatura dos meses. 10.. 1969-1973. em lugar dos meses. GUZMÁN SABOGAL. nov. R. 82-99. MG: AEAGRI.17. um espaço e ponto. indica-se apenas a data inicial seguida de hífen. n. A. quando se tratar de publicação encerrada.7. marzo mar. jul. 27. Trimestral. août sept.

L. 1/2. Indexação e resumos: teoria e prática.17. . In: ENCYCLOPAEDIA Britannica. I. Amebas de vida livre. 3 v. rev. 2004. Podese indicar o número do volume.8. ampl. Parasitologia humana. O papel do corpo no corpo do ator. Pediatria básica. O corpo na dança. xxxii p. D. 6. In: _____. São Paulo: Perspectiva. A avaliação da qualidade dos serviços e o melhoramento de processos no setor público. n. F. dissertações e teses. 5.” para folhas ou “p.8 Descrição física Indicação de número de páginas. Fortaleza. Exemplo LANCASTER. 2006. 5. Med. M. Prática de exercício físico entre funcionários hipertensos e normotensos da Universidade Estadual do Ceará (UECE). 2004. Exemplos MARCONDES. sem. 2006. Monografia (Graduação em Engenharia de Produção) – Centro de Tecnologia. ed.2 Descrição de páginas preliminares Quando a publicação incluir páginas preliminares numeradas em algarismos romanos pode-se mencioná-las. p.8. UFC. Encyclopaedia. 2005. Fortaleza: Edições UFC. O. v. 2007. Eduardo et al. 139-142. Chicago: Parkson. P. xii. 2002. 40. 2006. Fortaleza. 2. Rev. p. Aves de arribação.1 Descrição de parte de publicação Quando se referencia parte de publicações. C. In: _____. Quando impressos no anverso e verso.” para páginas. 51-86. 5. R. v. São Paulo: Sarvier. precedidos das abreviaturas “f. NEVES. LEITE. Antônio. 2000.17. SALES. W. Brasília: Briquet de Lemos. 9.17. Sônia Machado de. Exemplos AZEVEDO. 11. e atual. volumes ou folhas. D. 16.131 SABRY. COLLISON. quando impressos apenas no anverso indica-se a quantidade de folhas (f.). ed. precedido da abreviatura “v. 14-21. Universidade Federal do Ceará. 452 p. São Paulo: Atheneu.). respeitando a forma encontrada na publicação (algarismos romanos ou arábicos). Nota: os trabalhos de conclusão de curso. p. cap. ou ainda outra forma de individualizar a parte referenciada. ed. F. 779-799. devem-se mencionar os números das páginas inicial e final. indicamse as páginas (p.”. p. 64 f.

3 Publicação não paginada ou com numeração irregular Caso a publicação não seja paginada ou a numeração irregular. Amebas de vida livre. color. ao final da referência. Paginação irregular. 318 p. Corumbá: EMBRAPA. Rio de Janeiro: Campus: Elsevier. Buenos Aires: Clacso.9 Séries e coleções Após todas as indicações de aspectos físicos.5 Indicação de dimensões Indicam-se as dimensões (altura e largura). 5. 22 cm. NEVES. entre parênteses. il. podem ser incluídas informações relativas a séries e/ou coleções..17.4 Indicação de ilustrações Indicam-se as ilustrações de qualquer natureza pela abreviatura “il. sem destaque tipográfico. 5. São Paulo: Atheneu. D. Alberto.” Exemplos MAY. 11. 120 p.8. neste último caso. Economia do meio ambiente: teoria e prática. . Curitiba. Peter Herman. 73 cm x 60 cm. Exemplos BANCO de sêmen de peixes do pantanal. AMARAL. 2005. 2006.17. Maria Cecília. 2007. A pobreza do Estado: reconsiderando o papel do Estado na luta contra a pobreza global. 5. Exemplo UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Referências. da numeração em algarismos arábicos. In: _____. 2003.”. il. Não paginado. as séries e coleções e sua numeração tal como figuram no documento. Tarsila do. (Normas para apresentação de documentos científicos. 1923.10 Notas Sempre que necessárias à identificação da obra. VINHA. Parasitologia humana..17.. pela abreviatura “color. Manteau rouge. Sistema de Bibliotecas.8. deve-se indicar esta característica. ed. entre parênteses.17. 4). Exemplo CIMADAMORE. e se coloridas. color.132 5. 2002. Valéria da. 5. com os títulos separados por vírgula.17.8. devem ser incluídas notas com informações complementares. LUSTOSA. 303 p. P.

. teses e outros trabalhos acadêmicos Nas dissertações. Jadir de Morais. Exemplo PESSOA. 5.17. Fortaleza. C. teses e outros trabalhos acadêmicos. A estrutura ausente: introdução à pesquisa semiológica. Slides. 2007.3 Separatas As separatas devem ser transcritas como figuram na publicação. Tradução de Pérola de Carvalho. além da língua do texto traduzido.1 Indicação do título no idioma original Em documentos traduzidos.4 Dissertações. 5. Dissertação (Mestrado em Saúde da Família) – Faculdade de Medicina. CEDES. . p. Exemplo SILVA. O Programa Saúde da Família na prevenção e situações de complexidade: o exemplo da AIDS. E.17.10. pode-se indicar o título no idioma original.10. 5. (Coleção Rubaiyat). 2004. Olympio. Tradução de Aurélio Buarque de Holanda. dissertação. tese etc./abr. indica-se.133 5. 2003. 63-83.5 Outras notas Outras notas podem ser incluídas. devem ser indicados em nota o tipo de documento (monografia. Separata de: Cad. São Paulo: Perspectiva.17. 27. Exemplo ECO. Exemplo SAADI.10. Universidade Federal do Ceará. Biblioteca de Ciências da Saúde. Normalização de trabalhos acadêmicos.10. [Fortaleza]. 2004. 121 f. Tradução de: La struttura assente. o grau. S. 1944.. v. 5. 2007. a vinculação acadêmica. Mestres de caixa e viola.2 Tradução com base em outra tradução No caso de tradução feita com base em outra tradução. n.10. a do texto original.17. il.). Rio de Janeiro: J. Exemplos UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ. Versão francesa de Franz Toussaint do original árabe. desde que sejam importantes para a identificação e localização de fontes de pesquisa. O jardim das rosas. A. Umberto.17. 426 p.. jan. 71. 124 p. local e a data da defesa mencionada na folha de aprovação (se houver).

5. T.).” . As chamadas no texto devem obedecer à forma adotada na referência. conforme a NBR 10520. tais como as traumáticas. A.1 Sistema numérico As referências devem seguir a mesma ordem numérica crescente. Fisiopatologia das epilepsias generalizadas: ênfase no papel do corpo caloso. No prelo. Arquitetura colonial no Brasil. 15).17. O sistema numérico não pode ser usado concomitantemente para notas de referência e notas explicativas. com relação à escolha da entrada. In: ______. Exemplos No texto: “A epilepsia é uma síndrome causada geneticamente ou resultado secundário de lesões do córtex.11 Ordenação das referências As referências dos documentos devem ser ordenadas de acordo com o sistema de chamada utilizado nas citações. In: YACUBIAN. T. apresentando incidência bastante variável nos diferentes países. São Paulo: [Arco].. M. atual. 17): “A epilepsia é uma doença relativamente comum na população geral. as chamadas das referências são indicadas por algarismos arábicos. p. C. p. E. São Paulo: Lemos. infecciosas ou tóxicas.11.2 Sistema alfabético As referências devem ser reunidas no final do capítulo. colocada no texto. 2004. C.. infecciosas ou tóxicas. No texto. G. 2006. 2006. Rev. 2. 2007. 5. 2 BUSTAMANTE.11. Tratamento medicamentoso das epilepsias. V. Mimeografado. ed. e ampl. Lísia et al. SAKAMOTO. Adaptation and construct validation of the Barratt Impulsiveness Scale BIS 11 to Brazilian Portuguese for use in adolescents. (Ed.”2 Nas referências: 1 CUKIERT. do artigo ou do trabalho. Exemplos No texto: “A epilepsia é uma síndrome causada geneticamente ou resultado secundário de lesões do córtex.17.17.”1 Dizem Bustamante e Sakamoto: “A epilepsia é uma doença relativamente comum na população geral.” (CUKIERT.134 VON DIEMEN. A. PEREIRA. em ordem alfabética. apresentando incidência bastante variável nos diferentes países. Bras. Epilepsias generalizadas. Psiquiatr. Classificando as crises epilépticas para a programação terapêutica. 2007. tais como as traumáticas. Dizem Bustamante e Sakamoto (2004. 5. São Paulo: Segmento Farma.

In: YACUBIAN. 2004. SAKAMOTO. Tratamento medicamentoso das epilepsias. ______. Epilepsias generalizadas. 2006. p.. A. ______. V. CUKIERT. In: ______. cap. nas referências seguintes à primeira. por um traço sublinear. A. São Paulo: Segmento Farma. ed. 2. 2006. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1. São Paulo: Contexto. O título de várias edições de um documento referenciado sucessivamente também pode ser substituído. 15-26. F. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Exemplos CARLOS. (Ed. P. 2001. A. ed. São Paulo: Lemos. 2002. equivalente a seis espaços. ed. nas referências seguintes à primeira. 2004. C. ______. O nome dos autores de várias obras referenciadas sucessivamente podem ser substituídos. M. e um ponto. O espaço urbano: novos escritos sobre a cidade. T. 7. E. Fisiopatologia das epilepsias generalizadas: ênfase no papel do corpo caloso. T. e ampl. C. Classificando as crises epilépticas para a programação terapêutica. 6. Espaço-tempo na metrópole: a fragmentação da vida cotidiana. São Paulo: Contexto. atual. por um traço sublinear. Farmacologia. equivalente a seis espaços e um ponto. .). A. Exemplos SILVA.135 Nas referências: BUSTAMANTE.

______. 2002a. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. 2003a. 2003b. NBR 6024: numeração progressiva das seções de um documento. Belo Horizonte: Ed. ______. Curitiba: Ed. NBR 6028: resumos. Rio de Janeiro. Rio de janeiro. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. NBR 12225: títulos de lombada. ______. VASCONCELLOS. ______.136 REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. IBGE. NBR 6034: índice. 2004b. FRANÇA. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. ed. NBR 14724: trabalhos acadêmicos: apresentação. 2003c. 2007. Rio de janeiro. Rio de janeiro. NBR 6027: sumário. Júnia Lessa. 9 v. UFPR. NBR 6023: referências: elaboração. ed. 2004a. . 2002b. 2011. 8. 1993. 2007. Ana Cristina de. 3. Rio de Janeiro. Sistema de Bibliotecas. ______. Rio de janeiro. Normas de apresentação tabular. ______. NBR 10520: apresentação de citações em documentos. Normas para apresentação de documentos científicos. 2. Rio de Janeiro. ______. UFMG. ed.

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