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EXERCÍCIOS – AULA 01

8.1 Considere um escoamento incompressível em um duto circular. Deduza expressões
gerais para o número de Reynolds em termos de (a) vazão volumétrica e diâmetro
do tubo (b) vazão mássica e diâmetro do tubo. O número de Reynolds é 1800 em
uma seção onde o diâmetro do tubo é 10 mm. Encontre o número de Reynolds para
a mesma vazão em uma seção onde o diâmetro do tubo é 6 mm.
RESOLUÇÃO EX. 8.1
a)
4
2
V D
AV Q
t
= = ¬
2
4
D
Q
V = Substituindo na Eq. De Reynolds:
Dv
Q
D
Q
D
Q D
V
D
t µt
µ
t µ
µ
µ
µ 4 4 4
Re
2
= =
|
.
|

\
|
= =
b)
4
2
*
V D
AV m
t
µ µ = = ¬
2
4
D
m
V
µt

= Substituindo na Eq. De Reynolds:

D
m
D
m D
V
D
µt µt µ
µ
µ
µ   4 4
Re
2
=
|
|
.
|

\
|
= =
c) Encontrar a Eq. da vazão em função de Reynolds pela Eq. da letra (a):
4
. . . Re v D
Q
t
=
Como tem a mesma vazão, iguala para os casos.
4
. . . Re
4
. . . Re
2 2 2 1 1 1
v D v D t t
= Como é o mesmo fluido,
2 1
v v = , logo:
2 2 1 1
Re Re D D = ¬ ) 6 ( Re ) 10 )( 1800 (
2
= ¬ 3000 Re
2
=
EXERCÍCIOS – AULA 01
8.2 Ar padrão entra em um duto de 0,25 m de diâmetro. Determine a vazão em volume
na qual o escoamento torna-se turbulento. Para esta vazão, estime o comprimento
de entrada necessário para estabelecer escoamento completamente desenvolvido.
Dados:
5
10 46 , 1
÷
= x v , 2300 Re =
crit
.
RESOLUÇÃO EX. 8.2
a) Q = ? ¬
min / ³ 3956 , 0 / ³ 00659 , 0
4
) 10 46 , 1 )( 25 , 0 ( ) 2300 (
4
. . . Re
5
m s m
x v D
Q = = = =
÷
t t

b) m D L
tur
25 , 6 ) 25 , 0 ( 25 25
(min)
= = =
m D L
tur
0 , 10 ) 25 , 0 ( 40 40
(max)
= = =
O comprimento de entrada ficará entre estes 2 valores.
ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS
INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS
• EXERCÍCIO
8.6 O perfil de velocidade para escoamento completamente desenvolvido entre
placas planas paralelas estacionadas é dado por ²) 4 / ² ( y h a u ÷ = , onde a é uma constante, h é
o espaçamento entre as placas e y é a distância medida a partir da linha de centro da folga.
Desenvolva a razão
max
/ u V .
ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS
INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS
• RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO
1) Encontrar
dy
du

(
¸
(

¸

|
|
.
|

\
|
÷ =
2
2
4
y
h
a
dy
d
dy
du
¬ ay
dy
du
2 ÷ =
Para se ter
max
u , a primeira derivada
dy
du
tem de ser igual a zero. Logo:
0 2 = ÷ = ay
dy
du
¬ 0 = y
Isto é,
max
u quando y = 0, logo, substitui-se o valor de y = 0 na Eq dada na questão:

²) 4 / ² ( y h a u ÷ =

²) 0 4 / ² (
max
÷ = h a u ¬ ) 4 / ² (
max
h a u =

ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS
INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS
• RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO
2) Velocidade Média (
A Q V / =
)
) 1 ( . h l h A = = ¬ dy dy l dy dA = = = ) 1 ( .
}
= = dA u
A A
Q
V .
1
Substituindo A e dA pelas expressões deduzidas acima, tem-se:
}
÷
=
2 /
2 /
.
1
h
h
dy u
h
V Substituindo u pela expressão dada na questão, tem-se:
2 /
2 /
3 2 2 /
2 /
2
2
3 4 4
1
h
h
h
h
y y h
h
a
dy y
h
a
h
V
÷ ÷
|
|
.
|

\
|
÷ =
|
|
.
|

\
|
÷ =
}

|
|
.
|

\
|
+ =
(
¸
(

¸

|
|
.
|

\
|
÷ ÷
|
|
.
|

\
|
÷ =
(
¸
(

¸

|
|
.
|

\
|
+ ÷ ÷
|
|
.
|

\
|
÷ =
24
2
24
2
24
2
24 8 24 8 3 ) 8 ( 2 4
3 3 3 3 3 3 3 3 2
h h
h
a h h h
h
a h h h h h
h
a
V

ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS
INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS
• RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO
|
|
.
|

\
|
=
6
3
h
h
a
V ¬
6
2
ah
V =
Encontrando a expressão que a questão pedi, tem-se:
) 4 / ² (
6
/
2
max
h a
ah
u V
|
|
.
|

\
|
= ¬
3
2 4
6
/
2
2
max
=
|
.
|

\
|
|
|
.
|

\
|
=
ah
ah
u V

ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS
INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS
• EXERCÍCIO
8.7 Um fluido incompressível escoa entre duas placas paralelas estacionárias
infinitas. O perfil de velocidade é dado por ) ² (
max
C By Ay u u + + = ), onde A, B e C são
constantes e y é a distância medida para cima a partir da placa inferior. O espaçamento entre as
placas é h. Use condições de contorno apropriadas para expressar a magnitude e as unidades SI
das constantes em termos de h. Desenvolva uma expressão para a vazão em volume por unidade
de profundidade e avalie a razão
max
/ u V .
ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS
INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS
• RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO
1) Condições de contorno:
I) y = 0 ¬ u = 0
II) y = h ¬ u = 0
III) y = h/2 ¬
max
u u =

2) Substituindo a condição de contorno (I) na eq. dada na questão:
) ) 0 ( )² 0 ( ( 0
max
C B A u + + = ¬C = 0
3) Substituindo a condição de contorno (II) e depois a condição (III) na Eq. dada na
questão, para, através de um sistema, encontrar os valores de A e B, já sabendo que
C foi encontrado acima.
) 0 ) ( )² ( ( 0
max
+ + = h B h A u ¬ )² ( ) ( h A h B ÷ = ¬ Ah B ÷ =

|
|
.
|

\
|
+
|
.
|

\
|
+
|
.
|

\
|
= 0
2 2
2
max max
h
B
h
A u u ¬ 1
2 4
2
= +
|
|
.
|

\
| Bh h
A ¬ 4 2
2
= + Bh Ah
Acima, encontrou-se o valor B em função de A, então vamos substituir agora, para encontrar A.
ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS
INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS
• RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO
4 ) ( 2
2
= ÷ + h Ah Ah ¬ 4 2
2 2
= ÷ Ah Ah ¬ 4
2
= ÷ Ah ¬
2
4
h
A ÷ =

Voltando para saber o valor de B.

h
h
h
Ah B
4 4
2
=
|
.
|

\
|
÷ ÷ = ÷ =

Substituindo na Eq. dada na questão, tem-se:
|
.
|

\
|
+ ÷ = y
h
y
h
u u
4
²
4
2
max

ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS
INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS
• RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO
b) Vazão em Volume
h
h h
y
h
y
h
u dy y
h
y
h
u dy u
l
Q
0
2 3
2
max
0
2
2
max
0
2
4
3
4 4 4
.
(
¸
(

¸

|
|
.
|

\
|
+ ÷ =
(
¸
(

¸

|
.
|

\
|
+ ÷ = =
} }

|
.
|

\
|
+ ÷ =
(
¸
(

¸

÷
|
|
.
|

\
|
+ ÷ = h h u
h
h
h
h
u
l
Q
2
3
4
0
2
4
3
4
3
max
2 3
2
max

|
.
|

\
|
=
3
2
max
h
u
l
Q
¬
max
.
3
2
u h
l
Q
=
a)
h l V A V Q . . = = ¬ h V
l
Q
=


Substituindo Q/l visto no item anterior, tem-se:
h V
l
Q
= ¬ h V u h =
max
.
3
2
¬
max
3
2
u V = ¬
3
2
max
=
u
V

ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS
INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS
• EXERCÍCIO
8.8 Um óleo viscoso escoa em regime permanente entre duas placas paralelas
estacionárias. O escoamento é laminar e completamente desenvolvido. O espaçamento entre as
placas é h = 5 mm. A viscosidade do óleo é 0,5 N . s/m
2
e o gradiente de pressão é -1000
N/m
2
/m. Determine a magnitude e o sentido da tensão de cisalhamento sobre a placa superior e
a vazão em volume através do canal largura
ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS
INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS
• RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO
Considerando: mm a 5 = , m m N
dx
dp
/ ² / 1000 ÷ = , ² / . 5 , 0 m s N = µ
A Eq. da Tensão de Cisalhamento, onde a é distância entre as placas, e y é a distância
do eixo a placa superior (a=y=h), é dada por:
a)
(
¸
(

¸

÷
|
.
|

\
|
c
c
=
2
1
a
y
x
p
a
yx
t

Substituindo os valores, tem-se:

( ) ² / 5 , 2
2
1
10 5
10 5
1000 10 5
3
3
3
m N
x
x
x
yx
=
(
¸
(

¸

÷ ÷ =
÷
÷
÷
t (Está no sentido do escoamento)

b) A vazão em volume, conforme visto em aula, é dada por:

3
12
1
a
x
p
l
Q
|
.
|

\
|
c
c
÷ =
µ
¬ ( ) m s m x x
l
Q
/ / ³ 10 8 , 20 ) 10 5 ( 1000
) 5 , 0 ( 12
1
6 3 3 ÷ ÷
= ÷ ÷ =
ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS
INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS
• EXERCÍCIO
8.9 Um óleo viscoso escoa em regime permanente entre duas placas paralelas. O
escoamento é laminar e completamente desenvolvido. O gradiente de pressão é -8 lbf/ft
2
/ft e a
meia-altura do canal é h = 0,06 in. Determine a magnitude da tensão de cisalhamento na
superfície da placa superior. Determine a vazão em volume através do canal (
² / . 01 , 0 ft s lbf = µ ).
Para transformar as unidades: ft in ÷÷ ÷
÷12

ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS
INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS
• RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO
Para transformar as unidades: ft in ÷÷ ÷
÷12

a)
² / 037 , 0 5 , 0
12
5 , 0
) 8 (
12
12 , 0
2
1
ft lbf
a
y
x
p
a
yx
÷ =
|
.
|

\
|
÷ ÷ =
(
¸
(

¸

÷
|
.
|

\
|
c
c
= t

b)
( ) s ft x
l
Q
/ ² 10 67 , 6
12
12 , 0
8
) 01 , 0 ( 12
1
5
3
÷
=
|
.
|

\
|
÷ ÷ =

ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS –
PLACA SUPERIOR MOVENDO-SE COM VELOCIDADE U
• EXERCÍCIO:
8.11 Óleo está confinado em um cilindro de 100 mm de diâmetro por um pistão que
possui uma folga radial de 0,025 mm e um comprimento de 50 mm. Uma força constante de 20
kN é aplicada ao pistão. Use as propriedades do óleo SAE 30 a 50°C. Estime a taxa à qual o
óleo vaza pelo pistão. Dado: ² / . 10 9 , 5
2
m s N x
÷
= µ


ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS –
PLACA SUPERIOR MOVENDO-SE COM VELOCIDADE U
• RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO:
Primeiramente, vamos encontrar a variação de pressão através da equação:

MPa Pa
x
D
F
A
F
P 55 , 2 473 . 546 . 2
031416 , 0
000 . 80
) 1 , 0 (
) 10 20 ( 4 4
2
3
2
~ = = = = = A
t t


Agora, vamos encontrar a vazão através da equação:

L
p a
l
Q
µ 12
3
A
= , onde a é a folga, L é o comprimento, l é o comprimento do arco (
D R l t t = = 2 )
s m x
x x
x
l
Q
/ ³ 10 53 , 3
) 10 50 )( 10 9 , 5 ( 12
) 1416 , 3 )( 1 , 0 )( 2546473 ( ) 10 025 , 0 (
7
3 2
3 3
÷
÷ ÷
÷
= =
ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS –
PLACA SUPERIOR MOVENDO-SE COM VELOCIDADE U
• EXERCÍCIO:
8.12 Um macaco hidráulico suporta uma carga de 9000 kg. Os seguintes dados estão
disponíveis:

Diâmetro do pistão 100 mm
Folga radial entre o pistão e o cilindro 0,05 mm
Comprimento do pistão 120 mm

Estime a taxa de vazamento de fluido hidráulico pelo pistão, admitindo que o fluido é
óleo SAE 30 a 30°C. Dados: ² / . 10 0 , 3
1
m s N x
÷
= µ

ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS –
PLACA SUPERIOR MOVENDO-SE COM VELOCIDADE U
• RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO:
Primeiro, vamos calcular o peso do pistão e depois encontrar a diferença de pressão.


MPa Pa
D
W
A
W
A
F
P 2 , 11 65 , 405 . 241 . 11
) 1 , 0 (
) 81 , 9 )( 9000 ( 4 4
2 2
~ = = = = = A
t t


s m x
x
x
L
D p a
L
l p a
l
Q
/ ³ 10 01 , 1
) 12 , 0 )( 10 3 ( 12
) 1 , 0 )( 1416 , 3 )( 65 . 405 . 241 . 11 ( ) 10 05 , 0 (
12
. .
12
.
6
1
3 3 3 3
÷
÷
÷
= =
A
=
A
=
µ
t
µ

ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS –
PLACA SUPERIOR MOVENDO-SE COM VELOCIDADE U
• EXERCÍCIO:
8.13 Uma alta pressão em um sistema é criada por um pequeno conjunto pistão-cilindro.
O diâmetro do pistão é 6 mm e ele penetra 50 mm no cilindro. A folga radial entre o pistão e o
cilindro é 0,002 mm. Despreze deformações elásticas do pistão e do cilindro causadas pela
pressão. Considere que as propriedades do fluido são aquelas do óleo SAE l0W a 35°C. Estime
a taxa de vazamento para uma são pressão no cilindro de 600 MPa.
ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS –
PLACA SUPERIOR MOVENDO-SE COM VELOCIDADE U
• RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO:
s m x
x x
x x x
L
D p a
l
Q
/ ³ 10 97 , 3
) 10 50 )( 10 8 , 3 ( 12
) 10 0 , 6 )( 1416 , 3 )( 10 600 ( ) 10 002 , 0 (
12
. .
9
3 2
3 6 3 3 3
÷
÷ ÷
÷ ÷
= =
A
=
µ
t
ESCOAMENTO LAMINAR COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM
UM TUBO
EXEMPLO 01:

Um óleo que apresenta viscosidade dinâmica µ = 0,40 N.s/m² e massa específica µ =
900 kg/m³ escoa num duto com diâmetro D = 20 mm. (a) Qual é a queda de pressão,
2 1
p p ÷ , necessária para produzir uma vazão de Q =
5
10 0 , 2
÷
x m³/s se o duto for
horizontal com o x =
1
e m x 10
2
= ?
ESCOAMENTO LAMINAR COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM
UM TUBO
ESCOAMENTO LAMINAR COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM
UM TUBO
DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO
ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS
• EXERCÍCIOS
8.19 Um mancal de deslizamento selado é formado por cilindros concêntricos. Os raios
interno e externo são 25 e 26 mm, respectivamente, o comprimento do cilindro interno é 100
mm e ele gira a 2800 rpm. A folga radial é preenchida com óleo em movimento laminar. O
perfil de velocidade é linear através da folga. O torque necessário para girar o cilindro interno é
0,2 N.m. Calcule a viscosidade do óleo. O torque aumentará ou diminuirá com o tempo? Por
quê?
DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO
ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS
• RESOLUÇÃO:
O fluido está entre 2 cilindros e o de dentro está girando, então a área de contato do cilindro
com o fluido é a superfície do cilindro 2. E para calcular é como se abrisse o cilindro, ficando
rh A t 2 = . A folga é dada pela diferença entre os raios
i
r r r a ÷ = A =
0


Torque = Força x Raio (como é o cilindro interno, é a força vezes o raio interno.
A questão diz que o perfil de velocidade é linear, logo 0 =
|
.
|

\
|
c
c
x
p
, porque é um sistema
girando em cima de outro, não tem perturbação, com isso,
r
r
r
U
dy
du
i
yx
A
=
A
= =
e
µ µ µ t
Como já dito: r F T . = , mas A F . t = (força é tensão de cisalhamento vezes a área),
logo:
i i
i i
r l r
r
r
r A
r
r
r A r F T . 2 . . . t
e
µ
e
µ t
A
=
A
= = = ¬
|
.
|

\
|
=
60
2
) 025 , 0 )( 1 , 0 )( 025 , 0 ( 2
) 001 , 0 (
) 025 , 0 )( 2800 (
2 , 0
t
t µ ¬ ² / . 0695 , 0 m s N = µ
Lembrando que:
60
2t
e f = , onde f é dado em rpm
DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO
ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS
• EXERCÍCIO:
8.20 Considere o escoamento laminar completamente desenvolvido entre placas
paralelas infinitas espaçadas de d = 0,35 in. A placa superior move para a direita com
velocidade U
2
= 2 ft/s; a placa inferior move para a esquerda com velocidade
1
U = 1 ft/s. O
gradiente de pressão no sentido do escoamento é zero. Desenvolva uma expressão para a
distribuição de velocidade na folga. Determine a vazão em volume que passa por uma dada
seção, por unidade de profundidade.
DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO
ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS
• RESOLUÇÃO:
Como a questão diz que “o gradiente de pressão no sentido do escoamento é zero”, então
0 =
|
.
|

\
|
c
c
x
p
.
Fazendo o balanço de massa: 0 =
|
.
|

\
|
c
c
=
x
p
dy
dt
logo 0
2
2
=
dy
u d
µ , pois 0 =
dy
dt
,
0 =
|
|
.
|

\
|
dy
du
dy
d
µ , assim: 0
2
2
=
dy
u d
µ

Como 0
2
2
=
dy
u d
¬ 0 =
|
|
.
|

\
|
dy
du
dy
d
¬Chamando de uma função ¢ , ¢ =
dy
du
, assim 0 =
dy

,
logo ¢ é uma constante (
1
tan C te cons = = ¢ )

Mas
1
C
dy
du
= = ¢ ¬
1
C
dy
du
= , integrando: dy C du
1
= ¬

2 1
C y C u + = (a)
DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO
ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS
• RESOLUÇÃO: As condições de contorno são:
(I) y = 0 ¬
1
U u ÷ =
(II) y = d ¬
2
U u =
Aplicando estas condições na equação (a) encontrada anteriormente, tem-se:

2 1
C y C u + = ¬
2 1 1
) 0 ( C C U + = ÷ ¬
2 1
C U = ÷
2 1
C y C u + = ¬
1 1 2
) ( U d C U ÷ = ¬
d
U U
C
1 2
1
+
=
Assim, a expressão geral ficará:
1
1 2
U y
d
U U
u ÷ |
.
|

\
| +
=
Substituindo pelos valores: ( ) 1 3 1 1 2 ÷ = ÷ + =
d
y
d
y
u (Esta é uma expressão para a
distribuição de velocidade)

A vazão em volume é dada por:
d
d d
y U
y
d
U U
dy U y
d
U U
dy u
l
Q
0
1
2
1 2
0
1
1 2
0
2
.
(
¸
(

¸

÷ |
.
|

\
| +
=
(
¸
(

¸

÷ |
.
|

\
| +
= =
} }

d
U
d
U
d U d
U
d
U
d U d
U U
d U
d
d
U U
l
Q
2 2 2 2 2 2
1 2
1
1 2
1
1 2
1
2
1 2
÷ = ÷ + = ÷ |
.
|

\
| +
= ÷ |
.
|

\
| +
=
ft s ft d
U U
l
Q
/ / ³ 0146 , 0
12
1
) 35 , 0 (
2
1 2
2
1 2
=
|
.
|

\
| ÷
= |
.
|

\
| ÷
=
DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO
ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS
• EXERCÍCIOS:
8.21 Dois fluidos imiscíveis estão contidos entre placas paralelas infinitas. As placas
estão separadas pela distância 2h, e as duas camadas de fluidos têm espessuras iguais, h; a
viscosidade dinâmica do fluido superior é três vezes aquela do fluido inferior. Se a placa inferior
é estacionária e a placa superior move com velocidade constante V = 5 m/s, qual é a velocidade
na interface? Admita escoamentos laminares e o gradiente de pressão na direção do escoamento
como zero.
DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO
ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS
• RESOLUÇÃO:
Pela questão: 0 =
|
.
|

\
|
c
c
x
p
,
2 1
3µ µ = , 0 =
|
.
|

\
|
c
c
=
x
p
dy
dt
, logo 0
2
2
=
dy
u d
µ , pois 0 =
dy
dt
,
0 =
|
|
.
|

\
|
dy
du
dy
d
µ , assim: 0
2
2
=
dy
u d
µ

Como 0
2
2
=
dy
u d
¬ 0 =
|
|
.
|

\
|
dy
du
dy
d
¬Chamando de uma função ¢ , ¢ =
dy
du
, assim 0 =
dy

,
logo ¢ é uma constante (
1
tan C te cons = = ¢ )

Mas
1
1
C
dy
du
= = ¢ ¬
1
1
C
dy
du
= , integrando: dy C du
1 1
= ¬

2 1 1
C y C u + = (a)
E para a interfase tem-se:
2
2
C
dy
du
= , integrando dy C du
3 2
= ¬

4 3 2
C y C u + = (b)
DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO
ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS
• RESOLUÇÃO:
As três condições de contorno são:
(I) y = 0 ¬ 0
1
= u
(II) y = h ¬
2 1
u u =
(III) y = 2h ¬ U u =
2

(IV) pela condição da interfase:
2 1
t t = ¬
2 1
t t = ¬
dy
du
dy
du
2
2
1
1
µ µ = . Observe
que no inicio chamou-se
1
1
C
dy
du
= e
3
2
C
dy
du
= , então podemos fazer esta
substituição aqui, tornando:
3 2 1 1
C C µ µ =

Usando a C.C. (I) tem-se:

2 1 1
C y C u + = ¬
2 1
) 0 ( 0 C C + = ¬
2
0 C =

Usando a C.C. (II)
2 1
u u = e y = h¬
4 3 2 1
C y C C y C + = + ¬como
2
0 C = ¬
4 3 1
C h C h C + =
DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO
ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS
• RESOLUÇÃO:
Usando a C.C. (II)
2 1
u u = e y = h¬
4 3 2 1
C y C C y C + = + ¬como
2
0 C = ¬
4 3 1
C h C h C + =

Usando a C.C. (III)
U u =
2
e y = 2h¬ U C y C = +
4 3
¬ U C h C = +
4 3
) 2 (

Usando a C.C. da interfase:
3 2 1 1
C C µ µ = , e substituindo
1
µ e
2
µ pelas suas respectivas
expressões.

h C U h C
3 1
÷ = ÷ e
3 2 1 1
C C µ µ = ¬
1
2
1
3 1
.C h h C U h C
µ
µ
÷ = ÷ = ÷ ¬
|
|
.
|

\
|
+
=
2
1
1
1
µ
µ
h
U
C
Para o fluido 1:
y h
U
|
|
.
|

\
|
+
=
2
1
1
1
µ
µ
µ fazendo y = h, onde
erfase int 1
µ µ =
s m
y h
U
erfase
/ 75 , 3
3
1
1
5
1
2
1
int
=
|
.
|

\
|
+
=
|
|
.
|

\
|
+
=
µ
µ
µ
DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO
ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS
• EXERCÍCIOS:
8.22 Água a 60°C escoa para a direita entre duas grandes placas planas. A placa
inferior move para a esquerda com velocidade de 0,3 m/s; a placa superior está parada.
O espaçamento entre as placas é 3 mm e o escoamento é laminar. Determine o gradiente
de pressão necessário para produzir vazão resultante zero em uma seção transversal.
Dados: ² / . 10 63 , 4
4
m s N x
÷
= µ
DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO
ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS
• RESOLUÇÃO:
|
.
|

\
|
c
c
=
x
p
dy
dt
¬
1
C y
x
p
yx
+
c
c
= t ¬
dy
du
yx
µ t = ¬
1
C y
x
p
dy
du
+
c
c
= µ ¬
2 1
2
2
C y C
y
x
p
U + +
c
c
= µ ¬
2 1
2
2
C y C
y
x
p
u + +
c
c
=
µ
(a)
As C.C. são:
(I) y = 0 ¬ U ÷ = µ
(II) y = h ¬ 0 = µ
Substituindo na Eq. (a), encontra-se o valor de:
2 1
2
) 0 (
2
) 0 (
C C
x
p
U + +
c
c
= ÷
µ
¬
2
C U = ÷
U h C
h
x
p
÷ +
c
c
=
1
2
2
0
µ
¬
µ 2
2
1
h
x
p
U h C
c
c
÷ = ¬ h
x
p
h
U
C
|
.
|

\
|
c
c
÷ =
µ 2
1
1

DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO
ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS
• RESOLUÇÃO:
Logo, substituindo os valores de
1
C e
2
C na equação original, tem-se:
U y h
x
p
h
U
y
x
p
u ÷
(
¸
(

¸

|
.
|

\
|
c
c
÷ +
|
.
|

\
|
c
c
=
µ µ 2
1
2
1
2

Arrumando:
( )
|
.
|

\
|
÷ + ÷
|
.
|

\
|
c
c
= 1
2
1
2
h
y
U hy y
x
p
u
µ


Encontrar a Eq. da vazão:
} }
÷
|
.
|

\
|
c
c
÷ =
(
¸
(

¸

|
.
|

\
|
÷ + ÷
|
.
|

\
|
c
c
= =
2 12
1
1 ) (
2
1
.
3 2
0
Uh
h
x
p
dy
h
y
U hy y
x
p
dy u
l
Q
d
µ µ

Determinar o gradiente de pressão quando Q = 0.

2 12
1
0
3
Uh
h
x
p
÷
|
.
|

\
|
c
c
÷ =
µ
¬
2 12
1
3
Uh
h
x
p
÷ =
|
.
|

\
|
c
c
µ
¬
2 3
6
2
12
h
U
h
Uh
x
p µ µ
÷ = ÷ =
|
.
|

\
|
c
c

Substituindo os valores, tem-se:

m m N
x
x
h
U
x
p
/ ² / 6 , 92
) 10 3 (
) 10 63 , 4 )( 3 , 0 ( 6 6
2 3
4
2
= ÷ = ÷ =
|
.
|

\
|
c
c
÷
÷
µ

PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS
COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS

• EXERCÍCIOS
8.25 A cabeça de leitura/gravação do disco rígido de um computador flutua
acima do disco giratório sobre uma delgada camada de ar (a espessura do filme de ar é
0,5 (micrometro) m µ

). A cabeça está a 150 mm da linha de centro do disco; o disco gira
a 3600 rpm. A cabeça de leitura/gravação é quadrada, com 10 mm de lado. Para ar
padrão no espaço entre a cabeça e o disco, determine (a) o número de Reynolds do
escoamento, (b) a tensão de cisalhamento viscoso e (c) a potência requerida para superar
o cisalhamento viscoso. Dados: ² / . 10 79 , 1
5
m s N x
÷
= µ ,
5
10 46 , 1
÷
= x v
PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS
COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS

• RESOLUÇÃO:
s m R V / 55 , 56 ) 15 , 0 (
60
2
) 3600 ( =
|
.
|

\
|
= =
t
e
a)
µ
µVD
= Re como é para calcular no espaço D = a, logo:
v
Va Va
= =
µ
µ
Re
94 , 1
10 46 , 1
) 10 5 , 0 )( 55 , 56 (
Re
5
6
= = =
÷
÷
x
x
v
Va


b) ² / 02 , 2
10 5 , 0
5 , 56
10 79 , 1
6
5
m kN
x
x
a
V
dy
du
yx
= = = =
÷
÷
µ µ t
c)
2
l A Força
yx yx
t t = =
R l R F T Torque
yx
2
. ) ( t = =
e t e R l T P Potencia
yx
2
) ( = =
Assim: W x x R l P Potencia
yx
4 , 11
60
2
) 3600 )( 15 , 0 ( ) 10 10 ( 10 02 , 2 ) (
2 3 3 2
=
|
.
|

\
|
= =
÷
t
e t
PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS
COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS

• EXERCÍCIOS
8.32 Uma correia contínua, movendo-se com velocidade U
o
para cima através
de um banho químico, arrasta uma película de líquido de espessura h, massa específica
µ , e viscosidade µ . A gravidade tende a fazer com que o líquido desça, mas o
movimento da correia impede que ele retome completamente. Admita que o escoamento
é laminar, completamente desenvolvido, com gradiente de pressão zero, e que a
atmosfera não produz tensão de cisalhamento na superfície externa da película. Enuncie
claramente as condições de contorno a serem satisfeitas pela velocidade em y = O e y =
h. Obtenha uma expressão para o perfil de velocidade.
PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS
COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS

• RESOLUÇÃO:
Fazendo o balanço de massa e colocando a força peso.
g
x
p
dy
d
µ
t
+
c
c
= , mas 0 =
c
c
x
p
, logo g
dy
d
µ
t
= , integrando:
1
C gy + = µ t , mas pelo
conceito:
dy
du
µ t = . Igualando as duas expressões, tem-se:
dy
du
C gy µ µ t = + =
1

Integrando novamente: ( )dy C gy du
} }
+ =
1
µ µ ¬
2
1
2
2
C y
C y g
u + + =
µ µ
µ

Condições de contorno:
I) y = 0 ¬
0
U u =
II) y = h ¬ 0 = t (a questão diz que a atmosfera não produz t na superfície
externa)
Substituindo a C.C (I), encontra-se:
2
1
2
0
) 0 (
2
) 0 (
C
C g
U + + =
µ µ
µ
¬
2 0
C U =
Pela C.C (II), como 0 = t ¬ 0 =
dy
du
, logo pela Eq. 0
1
= = + =
dy
du
C gy µ µ t ,
operando: 0
1
= +C gh µ ¬ gh C µ ÷ =
1

Assim, a Eq, fica:
0
2
2
U y
gh y g
u + ÷ =
µ
µ
µ
µ

PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS
COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS

• EXERCÍCIOS
8.34 O perfil de velocidade para escoamento de água completamente desenvolvido
entre placas paralelas, com a placa superior em movimento, é dado pela Eq. 8.8.
Considere U = 2 mls e a = 2,5 mm. Determine a vazão em volume por unidade de
profundidade para gradiente de pressão zero. Avalie a tensão cisalhante sobre a placa
inferior e esboce a distribuição de tensão de cisalhamento através do canal. A vazão em
volume aumentaria ou diminuiria com um ligeiro gradiente adverso de pressão? Calcule
o gradiente de pressão que dará tensão cisalhante zero em y/a = 0,25. Esboce a
distribuição de tensão de cisalhamento para este caso. Dados: ² / . 10 14 , 1
3
m s N x
÷
= µ ,
PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS
COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS

• RESOLUÇÃO:
a)
3
12
1
2
a
x
p Ua
l
Q
|
.
|

\
|
c
c
÷ =
µ
, como 0 =
c
c
x
p
¬
m s m x
x Ua
l
Q
/ / ³ 10 5 , 2
2
) 10 5 , 2 ( 2
2
3
3
÷
÷
= = =
b)
(
¸
(

¸

|
.
|

\
|
÷
|
.
|

\
|
|
.
|

\
|
c
c
+ =
2
1
a
y
x
p
a
a
U
yx
µ t como 0 =
c
c
x
p
¬
² / 912 , 0
10 5 , 2
) 2 ( 10 14 , 1
3
3
m N
x
x
a
U
yx
= = =
÷
÷
µ t
c) Se 0 >
|
.
|

\
|
c
c
x
p
, a vazão diminui ( é adverso porque normalmente |
.
|

\
|
c
c
x
p
é negativo)
d) 0 =
yx
t , 25 , 0 =
|
.
|

\
|
a
y
, ? =
|
.
|

\
|
c
c
x
p

(
¸
(

¸

|
.
|

\
|
÷
|
.
|

\
|
|
.
|

\
|
c
c
+ =
2
1
a
y
x
p
a
a
U
yx
µ t ¬
(
¸
(

¸

|
.
|

\
|
÷
|
.
|

\
|
c
c
+ =
÷
÷
÷
2
1
25 , 0 10 5 , 2
10 5 , 2
2
) 10 14 , 1 ( 0
3
3
3
x
p
x
x
x ¬ |
.
|

\
|
c
c
÷ = ÷
x
p
000625 , 0 912 , 0
m m N
x
p
/ ² / 1459 =
|
.
|

\
|
c
c

PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS
COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS

• EXERCÍCIOS
8.51 Considere escoamento laminar completamente desenvolvido em um tubo circular.
Use um volume de controle cilíndrico conforme mostrado. Indique as forças que atuam
sobre o volume de controle. Usando a equação da quantidade de movimento,
desenvolva uma expressão para a distribuição de velocidade.
PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS
COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS

• RESOLUÇÃO:
0 =
¿
F , porém essãoxÁrea F Pr = , e neste caso, a área é dada por
2
r A t = ¬
0 ) 2 (
2 2
2 2
= +
(
¸
(

¸

c
c
+ ÷
(
¸
(

¸

c
c
÷ dx r r
dx
x
p
p r
dx
x
p
p
yx
t t t t
¬
0 ) 2 (
2 2
2 2 2 2
= +
c
c
÷ ÷
c
c
÷ dx r r
dx
x
p
r p r
dx
x
p
r p
yx
t t t t t t
¬
0 ) 2 (
2
= +
c
c
÷ dx r dx r
x
p
yx
t t t
¬
0 2 = +
c
c
÷
yx
r
x
p
t
¬
2
r
x
p
yx
c
c
= t

Mas como
dr
du
µ t = , igualando as duas expressões, temos:
2
r
x
p
dr
du
c
c
= µ ¬ dr
r
x
p
du
µ 2 c
c
= , integrando ¬
1
2
4
C
r
x
p
u +
c
c
=
µ

Aplicando a Condição de Contorno:
I) 0 = u ¬ R r =
1
2
4
C
r
x
p
u +
c
c
=
µ
¬
1
2
4
0 C
R
x
p
+
c
c
=
µ
¬
µ 4
2
1
R
x
p
C
c
c
÷ =

Logo:
µ µ 4 4
2 2
R
x
p r
x
p
u
c
c
÷
c
c
=
ou
x
p
R r u
c
c
÷ = ) (
4
1
2 2
µ

PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS
COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS

• EXERCÍCIOS
8.52 Considere escoamento laminar completamente desenvolvido no espaço anular
entre dois tubos concêntricos. O tubo externo é estacionário e o tubo interno move na
direção x com velocidade V. Considere gradiente axial de pressão zero ( x p c c / = 0).
Obtenha uma expressão geral para a tensão de cisalhamento, t , como uma função do
raio, r, em termos de uma constante,
1
C . Obtenha uma expressão geral para o perfil de
velocidade, u(r), em termos de duas constantes,
1
C e
2
C . Obtenha expressões para
1
C e
2
C .
PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS
COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS
• RESOLUÇÃO:
0 =
¿
F , porém essãoxÁrea F Pr = ,

0
2
2
2 2
2
2
=
|
.
|

\
|
÷
(
¸
(

¸

c
c
÷ ÷
|
.
|

\
|
+
(
¸
(

¸

c
c
÷ dx
dr
r
dr
r
dx
dr
r
dr
r
t
t
t t
t
t
¬
0
2
2 2
2 2
2 2
2
=
|
.
|

\
|
÷
(
¸
(

¸

c
c
÷ ÷
|
.
|

\
|
+
(
¸
(

¸

c
c
+ dx
dr
r
dr
r
dx
dr
r
dr
r
t t
t
t t t
t
t
¬
0
2
2
2
2
2 2
2 2
2
2
2
2
2 2
2 2 =
c
÷
c
+ + ÷
c
+
c
+ + dx
dr dr
dr
rdx
dr
dr
dx
dr
rdx dx
dr dr
dr
rdx
dr
dr
dx
dr
rdx t
t
t
t
t t t t t
t
t
t
t t t t
0 2
2 2
2 2
2 2
2 =
c
+ +
c
+ rdx
dr
dr
dx
dr
rdx
dr
dr
dx
dr
t
t
t t t
t
t t
¬
0 2 2 2 2 =
c
+ +
c
+ rdx dr
dr
drdx rdx dr
dr
drdx t
t
tt t
t
tt
, cancelando os termos, temos:
0 =
c
+ +
c
+ r
dr
r
dr
t
t
t
t
¬
0 2 2 =
c
+ r
dr
t
t
¬
0 =
c
+ r
dr
t
t
ou
0
) (
=
c
dr
r t

Logo, para a derivada ser zero,
1
C cte r = = t ¬
r
C
1
= t

Pela lei da viscosidade:

dr
du
µ t = ¬
dr
du
r
C
µ =
1
¬
r
dr C
du
µ
1
= ¬
2
1
) ln( C r
C
u + =
µ

PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS
COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS

• RESOLUÇÃO:
Pelas Condições de contorno:
I)
1
r r = ¬
0
V u =
II)
0
r r = ¬ 0 = u ¬
Logo:
2 1
1
0
) ln( C r
C
V + =
µ
e
2 0
1
) ln( 0 C r
C
+ =
µ
¬ ) ln(
0
1
2
r
C
C
µ
÷ =

Substituindo, os valores na equação original, tem-se:

) ln( ) ln( ) ln(
0
1 1
0
1
1
1
0
r
r C
r
C
r
C
V
µ µ µ
= ÷ = ¬
) ln(
0
1
0
1
r
r
V
C
µ
=

Logo:
) / ln(
) ln(
) ln(
) ln(
0 1
0 0
0
0
1
0
2
r r
r V
r
r
r
V
C = ÷ =
µ
µ

Finalmente,
) / ln(
) / ln(
) ln(
) / ln(
0 1
0
0 1
0 1
0
r r
r r
V r r
r r
V
u = ÷ =
CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS
• EXERCÍCIOS:

8.68 Água escoa em um tubo horizontal de área transversal constante; o
diâmetro do tubo é 50 mm e a velocidade média do escoamento é 1,5 m/s. Na entrada
do tubo, a pressão manométrica é 588 kPa e a saída é à pressão atmosférica. Determine
a perda de carga no tubo. Se o tubo estiver alinhado agora de modo que a saída fique 25
m acima da entrada, qual será a pressão na entrada necessária para manter a mesma
vazão? Se o tubo estiver alinhado agora de modo que a saída fique 25 m abaixo da
entrada, qual será a pressão necessária na entrada para manter a mesma vazão?
Finalmente, quão mais baixa deve estar a saída do tubo em relação à entrada para que a
mesma vazão seja mantida, se ambas as extremidades estão à pressão atmosférica (i.e.,
campo gravitacional)?
CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS
• RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS:

- A Eq. de Bernoulli usa pressão manométrica ou relativa, sem a pressão
atmosférica.
- m
Kg
J
÷ ÷ ÷ ÷
÷ 81 , 9
¬ m N J . =

1)
f
h E E + =
2 1
, onde
2 1
V V = e 0
2
= P
f
h z
g
V P
z
g
V P
+ + + = + +
2
2
2 2
1
2
1 1
2 2 ¸ ¸
¬
f
h
x
=
9810
10 588
3
¬ m h
f
94 , 59 =
2) 94 , 84 94 , 59 25
1
= + =
¸
P
¬ Pa P 833250 ) 9810 ( 94 , 84
1
= =
3) 94 , 34 94 , 59 25
1
= = +
¸
P
¬ Pa P 342761 ) 9810 ( 94 , 34
1
= =
4) 0
2 1
= = P P e
2 1
V V =
f
h z
g
V P
z
g
V P
+ + + = + +
2
2
2 2
1
2
1 1
2 2 ¸ ¸
¬
f
h z =
1
¬ m z 94 , 59
1
=
A saída deve está a 60m abaixo no numero 1.
CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS
• EXERCÍCIOS:
8.69 Medidas foram feitas para a configuração de escoamento mostrada na
Fig. 8.11. Na entrada, seção (1), a pressão é 10,2 psig, a velocidade média é 5,5 ft/s, e a
elevação é 7,5 ft. Na saída, seção (2), a pressão, a velocidade média e a elevação são,
respectivamente, 6,5 psig, 11,2 ft/s e 10,5 ft. Calcule a perda de carga em ft, Converta
para unidades de energia por unidade de massa.
Transformar as unidades:
Pa Psig P 70329 2 , 10
1
= =
Pa Psig P 5 , 44817 5 , 6
2
= =
s m s ft V / 6764 , 1 / 5 , 5
1
= =
m ft z 286 , 2 5 , 7
1
= =
s m s ft V / 4138 , 3 / 2 , 11
2
= =
m ft z 2 , 3 5 , 10
2
= =
CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS
• RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS:

f
h z
g
V P
z
g
V P
+ + + = + +
2
2
2 2
1
2
1 1
2 2 ¸ ¸
¬
f
h + + + = + + 2 , 3
) 81 , 9 ( 2
) 4138 , 3 (
9810
5 , 44817
286 , 2
) 81 , 9 ( 2
) 6764 , 1 (
9810
70329
2 2
¬
f
h + + + = + + 2 , 3 594 , 0 5686 , 4 286 , 2 143 , 0 169 , 7 ¬
f
h + = 363 , 8 59 , 9 ¬ m h
f
236 , 1 =
Ou ft h
f
054 , 4 ) 281 , 3 ( 236 , 1 = =
Por unidade de massa: ² / 130 ) 054 , 4 ( 2 , 32 s ft h
f
= =
CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS
• EXERCÍCIOS:

8.71 Considere o escoamento no tubo do reservatório no sistema do Problema-
Exemplo 8.5. Em uma condição de escoamento, a perda de carga é 2,85 m a uma vazão
volumétrica de 0,0067 m³/s. Determine a profundidade do reservatório requerida para
manter esta vazão.
CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS
• RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS:

2 1
P P = , 0
2
= z , 0
1
= V
s m
A
Q
V / 517 , 1
) 075 , 0 (
) 4 ( 0067 , 0
2
2
= = =
t

f
h
g
V
z + =
2
2
2
1
¬ m z 97 , 2 85 , 2
) 81 , 9 ( 2
) 517 , 1 (
2
1
= + =
CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS
• EXERCÍCIOS:

8.72 Considere o escoamento no tubo do reservatório no sistema do Problema-
Exemplo 8.5. Em uma condição de escoamento, a perda de carga é 1,75 m e a
profundidade do reservatório é 3,60 m. Calcule a vazão volumétrica do reservatório.
CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS
• RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS:

f
h
g
V
z + =
2
2
2
1
¬ 75 , 1
) 81 , 9 ( 2
60 , 3
2
2
+ =
V
¬ 297 , 36
) 81 , 9 ( 2
2
2
=
V
¬ s m V / 02 , 6
2
=
¬ s m VA Q / ³ 0266 , 0 ) 075 , 0 (
4
02 , 6
2
=
|
.
|

\
|
= =
t

CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS
• EXERCÍCIOS:

8.73 A velocidade média de escoamento em um trecho de diâmetro constante da
tubulação do Alasca é 8,27 ft/s. Na entrada, a pressão é 1200 psig e a elevação é 150 ft;
na saída, a pressão é 50 psig e a elevação é 375 ft. Calcule a perda de carga nesse trecho
da tubulação. Dados: ³ / 8829 m N = ¸
Transformar as unidades:
Pa Psig P 82740000 1200
1
= =
Pa Psig P 344750 50
2
= =
s m s ft V / 6518 , 2 / 7 , 8
1
= =
m ft z 72 , 45 150
1
= =
2 1
V V =
m ft z 3 , 114 375
2
= =
CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS
• RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS:

f
h z
g
V P
z
g
V P
+ + + = + +
2
2
2 2
1
2
1 1
2 2 ¸ ¸
¬
f
h + + = + 3 , 114
8829
344750
72 , 45
8829
8274000
¬
f
h + + = + 3 , 114 05 , 39 72 , 45 14 , 937 ¬
f
h + = 35 , 153 86 , 982 ¬ m h
f
5 , 829 = ou
ft h
f
2721 =
CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS
• EXERCÍCIOS:


8.74 Na entrada de um trecho de diâmetro constante da tubulação do Alasca, a
pressão é 8,5 MPa e a elevação é 45 m; na saída, a elevação é de 115 m. A perda de
carga nessa seção da tubulação é 6,9 kJ/kg. Calcule a pressão na saída. Dados:
³ / 8829 m N = ¸ .
CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS
• RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS:

m
x
kg kJ h
f
36 , 703
81 , 9
10 9 , 6
/ 9 , 6
3
= = =
f
h z
g
V P
z
g
V P
+ + + = + +
2
2
2 2
1
2
1 1
2 2 ¸ ¸
¬ 36 , 703 115
8829
5 , 4
8829
10 5 , 8
2
6
+ + = +
P x
¬
36 , 818
8829
74 , 1007
2
+ =
P
¬ Pa P 1672001
2
=
CÁLCULO DE PERDA DE CARGA
EXERCÍCIOS:



8.76 Água escoa a 3 gpm através de uma mangueira de jardim horizontal com diâmetro
de
8
5
de polegada. A queda de pressão ao longo de 50 ft de mangueira é 12,3 psi.
Calcule a perda de carga.
Transformar as unidades
s m x gpm Q / ³ 00018927 , 0 ) 10 309 , 6 ( 3 3
5
= = =
÷

m x in D 015875 , 0 ) 10 54 , 2 (
2
8
5
8
5
= = =
÷

m ft l 24 , 15 ) 3048 , 0 ( 50 50 = = =
Pa x Psi P 5 , 84808 ) 10 895 , 6 ( 3 , 12 3 , 12
3
1
= = =
atm
P P =
2
,
2 1
z z = ,
2 1
V V =
CÁLCULO DE PERDA DE CARGA
RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO:



f
h z
g
V P
z
g
V P
+ + + = + +
2
2
2 2
1
2
1 1
2 2 ¸ ¸
¬
f
h
P
=
¸
1
¬ m h
f
64 , 8
9810
5 , 84808
= = ou
ft h
f
36 , 28 =
CÁLCULO DE PERDA DE CARGA
EXERCÍCIOS:



8.80 Um tubo liso horizontal, de 75 mm de diâmetro, transporta água (65°C). Quando
a vazão é 0,075 kg/s, a queda de pressão medida é 7,5 kPa por 100 m de tubo. Baseado
nestas medidas, qual é o fator de atrito? Qual é o número de Reynolds? Este número de
Reynolds normalmente indica escoamento turbulento ou laminar? Afinal, o escoamento
é realmente turbulento ou laminar? Dados: ³ / 999 m kg = µ , ² / . 10 4
4
m s N x
÷
= µ
CÁLCULO DE PERDA DE CARGA
RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO:



AV Q Q Q = = =
2 1
¬
5
10 51 , 7
999
075 , 0
÷
= = = x
m
Q
µ


s m x
x
x
D
Q
A
Q
V / 10 7 , 1
) 10 75 (
10 51 , 7
2
2 3
4
5
2
4
÷
÷
÷
= = = =
t t

f
h z
g
V P
z
g
V P
+ + + = + +
2
2
2 2
1
2
1 1
2 2 ¸ ¸
¬como
2 1
z z = ,
2 1
V V = ¬
¸
2 1
P P
h
f
÷
= ¬
E sabe-se que
g
V
D
L
f h
f
2
2
= , então igualando as duas expressões, tem-se:
¸
2 1
2
2
P P
g
V
D
L
f
÷
= ¬
( )
2
2 1
2
LV
Dg P P
f
¸
÷
= ¬
( )
2 2
2 1
2 . 2
LV
D P
LV
D P P
f
µ µ
A
=
÷
=
039 , 0
) 10 7 , 1 )( 100 )( 999 (
) 10 75 )( 5 , 7 )( 2 (
2 2
3
= =
÷
÷
x
x
f
3184
10 4
) 10 75 )( 10 7 , 1 )( 999 (
Re
4
3 2
= = =
÷
÷ ÷
x
x x VD
µ
µ

O número de Reynolds indica que o escoamento é turbulento.
CÁLCULO DE PERDA DE CARGA
EXERCÍCIOS:



8.84 Água escoa através de um tubo de 25 mm de diâmetro que subitamente alarga-se
para um diâmetro de 50 mm. A vazão através do alargamento é 1,25 l/s. Calcule o
aumento de pressão através do alargamento. Compare com o valor para escoamento sem
atrito.
CÁLCULO DE PERDA DE CARGA
RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO:



mm D 25
1
= , mm D 50
2
= , s l Q / 25 , 1 = , Q Q Q = =
2 1

2 2 1 1
A V A V = ¬
2
2
2
1
) 50 (
4
) 25 (
4
t t
V V = ¬
2 1
4V V = ¬
1 2
25 , 0 V V =
f
h z
g
V P
z
g
V P
+ + + = + +
2
2
2 2
1
2
1 1
2 2 ¸ ¸
¬como
2 1
z z = e
g
V
k h
f
2
2
1
= (alargamento), sendo
4
1
2
1
=
A
A
¬ 56 , 0 = k (pela tabela). E s m
x
x
A
Q
V / 55 , 2
) 10 25 (
10 25 , 1
2 3
4
3
1
1
= = =
÷
÷
t
, e deixando as
velocidades em função de
1
V , tem-se:
g
V
k z
g
V P
z
g
V P
2 2 2
2
1
2
2
2 2
1
2
1 1
+ + + = + +
¸ ¸
¬
g
V
k z
g
V P
z
g
V P
2 2
) 25 , 0 (
2
2
1
2
2
1 2
1
2
1 1
+ + + = + +
¸ ¸
g g
P
g
P
2
) 55 , 2 (
) 56 , 0 (
2
) 55 , 2 )( 0625 , 0 (
9810 2
) 55 , 2 (
9810
2 2
2
2
1
+ + = + ¬ 125 , 0
9810
2 1
÷ =
÷ P P
¬
Pa P P 1227
2 1
÷ = ÷ ou Pa P P 1227
1 2
= ÷

Sem atrito: 0 =
f
h
g
V P
g
V P
2
) 25 , 0 (
2
2
1 2
2
1 1
+ = +
¸ ¸
¬
g g
P P
2
) 55 , 2 (
2
) 55 , 2 )( 0625 , 0 (
9810
2 2
2 1
÷ =
÷
¬
Pa P P 3048
2 1
÷ = ÷ ¬ Pa P P 3048
1 2
= ÷

% 40 4 , 0
3048
1227
= = =
A
A
P
P
atrito

CÁLCULO DE PERDA DE CARGA
EXERCÍCIOS:



8.86 Água escoa através de um tubo de 50 mm de diâmetro que subitamente contrai-se
para 25 mm. A queda de pressão através da contração é 3,4 kPa. Determine a vazão em
volume.
CÁLCULO DE PERDA DE CARGA
RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO:



mm D 50
1
= , mm D 25
2
= ,
001964 , 0 ) 10 50 (
4
2 3
1
= =
÷
x A
t
, 00049 , 0 ) 10 25 (
4
2 3
2
= =
÷
x A
t
, 25 , 0
1
2
=
A
A
¬ 4 , 0 = k
2 2 1 1
A V A V = ¬
2
2
2
1
) 25 (
4
) 50 (
4
t t
V V = ¬
2 1
25 , 0 V V = ¬
1 2
4V V =
g
V
k z
g
V P
z
g
V P
2 2 2
2
2
2
2
2 2
1
2
1 1
+ + + = + +
¸ ¸
¬
g
V
g
V
g
V P P
2 2
4 , 0
2
2
1
2
2
2
2 2 1
÷ + =
÷
¸
¬
g
V
g
V
g
V x
2
) 25 , 0 (
2
4 , 0
2 9810
10 4 , 3
2
2
2 2
2
2
2
3
÷ + = ¬
g
V
g
V
2
0625 , 0
2
4 , 1
35 , 0
2
2
2
2
÷ = ¬
) 81 , 9 )( 2 ( 35 , 0 3375 , 1
2
2
= V ¬ s m V / 27 , 2
2
=
s m x x VA Q / ³ 10 11 , 1 ) 10 25 (
4
27 , 2
3 2 3 ÷ ÷
=
|
.
|

\
|
= =
t

MEDIDORES DE VAZÃO
• EXERCÍCIOS



OBS: A Placa de orifício tem o seu valor de K retirado de um gráfico que é função do número de Reynolds e da
razão entre os diâmetros.
8.158 Água a 150°F escoa através de um orifício com diâmetro de 3 in
instalado em um tubo de 6 in de diâmetro interno. A vazão é 300 gpm. Determine a
diferença de pressão entre as tomadas de canto. Dados:
7
10 357 , 4
÷
= x v
,
1000 = µ
Transformando Unidades:
m in D 0762 , 0 ) 0254 , 0 ( 3 3
2
= = =

m in D
tubo
1524 , 0 ) 0254 , 0 ( 6 6
) 1 (
= = =

s m x gpm Q / ³ 01893 , 0 ) 10 309 , 6 ( 300 300
5
= = =
÷

) ( 2
2
P kA m
real
A = µ 
MEDIDORES DE VAZÃO
• RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 8.158
s m
A
Q
V / 04 , 1
) 1524 , 0 (
) 01893 , 0 ( 4
2
1
= = =
t

5
7
1
1
10 63 , 3
10 357 , 4
) 1524 , 0 ( 04 , 1
Re x
x v
VD
= = =
÷

472 , 0
1524 , 0
072 , 0
1
2
= = =
D
D
|

Pelo gráfico da figura 8.20: k = 0,624
Substituindo na equação:
Vazão em massa:
Q m
real
µ = 

Igualando:
) ( 2
2
P kA Q A = µ µ ¬ ) ( 2
2
2
2 2 2
P A k Q A = µ µ ¬
2
2
2
2
2
2
2
2 2
2 2 A k
Q
A k
Q
P
µ
µ
µ
= = A
Pa P 125 . 22
) 0762 , 0 (
4
) 624 , 0 ( 2
) 01893 , 0 )( 1000 (
2
2 2
2
=
(
¸
(

¸

= A
t

MEDIDORES DE VAZÃO
• EXERCÍCIO:
8.161 Um medidor venturi, com 75 mm de diâmetro na garganta, é instalado
em uma linha de 150 mm de diâmetro que transporta água a 25°C. A queda de pressão
entre a tomada de montante e a garganta do venturi é 300 mm de mercúrio. Calcule a
vazão. Assumindo C = 0,99, SG = 13,6, g = 9,81,
O H2
µ =1000
MEDIDORES DE VAZÃO
• RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 8.158
Pa x g SG h h P
O H
40000 ) 1000 )( 81 , 9 )( 6 , 13 ( 10 300 . . .
3
2
= = = =
÷
µ ¸
² 0044 , 0 ) 075 , 0 (
4
2
2
m A = =
t

5 , 0
150
75
1
2
= = =
D
D
|

02 , 1
) 5 , 0 ( 1
99 , 0
1
4 4
=
÷
=
÷
=
|
C
k
) ( 2
2
P kA m
real
A = µ  ¬ 14 , 40 ) 40000 )( 1000 ( 2 ) 0044 , 0 )( 02 , 1 ( = =
real
m
s m
m
Q
real
/ ³ 04014 , 0
1000
14 , 40
= = =
µ


MEDIDORES DE VAZÃO
• EXERCÍCIO:
8.163 Considere um venturi horizontal de 2 x 1 in, com escoamento de água.
Para um diferencial de pressão de 20 psi, calcule a vazão em volume.
Assumindo C = 0,99
Transformando Unidades:
m in D 0254 , 0 ) 0254 , 0 ( 1 1
2
= = =

m in D 0508 , 0 ) 0254 , 0 ( 2 2
1
= = =

Pa x Psi P 137900 ) 10 895 , 6 ( 20 20
3
= = = A
MEDIDORES DE VAZÃO
• RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 8.163:
5 , 0
0508 , 0
0254 , 0
1
2
= = =
D
D
|

02 , 1
) 5 , 0 ( 1
99 , 0
1
4 4
=
÷
=
÷
=
|
C
k

² 000507 , 0 ) 0254 , 0 (
4
2
2
m A = =
t

s m P kA m
real
/ ³ 584 , 8 ) 137900 )( 999 ( 2 ) 000507 , 0 ( 02 , 1 ) ( 2
2
= = A = µ 
s m
m
Q
real
/ ³ 00859 , 0
1000
584 , 8
= = =
µ


EXERCÍCIOS – 10.3
• 10.3 As dimensões do rotor de uma bomba centrífuga são






• A bomba é acionada a 1250 rpm enquanto bombeia água. Calcule a altura
de carga teórica e a potência mecânica de alimentação da bomba, se a
vazão é 0,10 m³/s.



FÓRMULAS
) (cot
i ni i ti
g V U V | ÷ =
i i
ni
b r
Q
V
t 2
= e
i i
r U =
rbi
ni
i
V
V
sen = |
i
ni
rbi
sen
V
V
|
= ) (
1
1 1 2 2
U V U V
g
H
t t
÷ =
QH m U V U V W
t t m
¸ = ÷ = 

) (
1 1 2 2

RESOLUÇÃO – EX. 10.3
m U V U V
g
H
t t
9 , 99 )] 75 , 6 )( 82 , 9 ( ) 95 , 31 )( 75 , 32 [(
81 , 9
1
) (
1
1 1 2 2
= ÷ = ÷ =
KW m U V U V W
t t m
9 , 97 ) 999 )( 10 , 0 )]( 75 , 6 )( 82 , 9 ( ) 95 , 31 )( 75 , 32 [( ) (
1 1 2 2
= ÷ = ÷ = 


s rad / 9 , 130
60
2
. 1250 = =
t
e
Entrada

) (cot
1 1 1 1
| g V U V
n t
÷ =
s m
b r
Q
V
n
/ 305 , 5
) 04 , 0 )( 075 , 0 ( 2
1 , 0
2
1 1
1
= = =
t t

s m r U / 82 , 9 ) 075 , 0 )( 9 , 130 (
1 1
= = = e
1
1
1
rb
n
V
V
sen = |
s m
sen sen
V
V
n
rb
/ 12 , 6
60
305 , 5
0
1
1
1
= = =
|

s m g V
t
/ 75 , 6 ) 60 (cot 305 , 5 82 , 9
0
1
= ÷ =

SAÍDA

) (cot
2 2 2 2
| g V U V
n t
÷ =
s m
b r
Q
V
n
/ 12 , 2
) 03 , 0 )( 25 , 0 ( 2
1 , 0
2
2 2
2
= = =
t t

s m r U / 73 , 32 ) 25 , 0 )( 9 , 130 (
2 2
= = = e
2
2
2
rb
n
V
V
sen = |
s m
sen sen
V
V
n
rb
/ 26 , 2
70
12 , 2
0
2
2
2
= = =
|

s m g V
t
/ 95 , 31 ) 70 (cot 12 , 2 73 , 32
0
2
= ÷ =
EXERCÍCIO – 10.5
• 10.5 As dimensões do rotor de uma bomba centrífuga são









• A bomba é acionada a 575 rpm e o fluido é água. Calcule a altura de carga teórica e a
potência mecânica de alimentação da bomba se a vazão é 5,00 m³/s.




) (cot
i ni i ti
g V U V | ÷ =
i i
ni
b r
Q
V
t 2
= e
i i
r U =
rbi
ni
i
V
V
sen = |
i
ni
rbi
sen
V
V
|
= ) (
1
1 1 2 2
U V U V
g
H
t t
÷ =
QH m U V U V W
t t m
¸ = ÷ = 

) (
1 1 2 2

RESOLUÇÃO – EX. 10.5
m U V U V
g
H
t t
3 , 486 )] 33 , 4 )( 09 , 24 ( ) 47 , 67 )( 25 , 72 [(
81 , 9
1
) (
1
1 1 2 2
= ÷ = ÷ =
MW QH W
m
85 , 23 ) 3 , 486 )( 5 )( 9810 ( = = = ¸


s rad / 21 , 60
60
2
. 575 = =
t
e
ENTRADA

) (cot
1 1 1 1
| g V U V
n t
÷ =
s m
b r
Q
V
n
/ 58 , 16
) 12 , 0 )( 4 , 0 ( 2
5
2
1 1
1
= = =
t t

s m r U / 09 , 24 ) 21 , 60 )( 4 , 0 (
1 1
= = = e
1
1
1
rb
n
V
V
sen = |
s m
sen sen
V
V
n
rb
/ 79 , 25
40
58 , 16
0
1
1
1
= = =
|

s m g V
t
/ 33 , 4 ) 40 (cot 58 , 16 09 , 24
0
1
= ÷ =
SAÍDA

) (cot
2 2 2 2
| g V U V
n t
÷ =
s m
b r
Q
V
n
/ 29 , 8
) 08 , 0 )( 2 , 1 ( 2
5
2
2 2
2
= = =
t t

s m r U / 25 , 72 ) 21 , 60 )( 2 , 1 (
2 2
= = = e
2
2
2
rb
n
V
V
sen = |
s m
sen sen
V
V
n
rb
/ 57 , 9
60
29 , 8
0
2
2
2
= = =
|

s m g V
t
/ 47 , 67 ) 60 (cot 29 , 8 25 , 72
0
2
= ÷ =
EXERCÍCIO – 10.8
• 10.8 Para o rotor do Problema 10.3, determine a velocidade de rotação para a qual
a componente tangencial da velocidade de entrada é zero se a vazão volumétrica
for 0,25 m³/s. Calcule a altura de carga teórica e a potência mecânica teórica de
entrada na bomba.

SEÇÃO (1) SEÇÃO (2)
r(mm) 75 250
b(mm) 40 30
60 70 |
? = e
) (cot
i ni i ti
g V U V | ÷ =
i i
ni
b r
Q
V
t 2
= e
i i
r U =
rbi
ni
i
V
V
sen = |
i
ni
rbi
sen
V
V
|
= ) (
1
1 1 2 2
U V U V
g
H
t t
÷ =
QH m U V U V W
t t m
¸ = ÷ = 

) (
1 1 2 2

RESOLUÇÃO – EX. 10.8
m U V U V
g
H
t t
38 , 61 ] 0 ) 6 , 23 )( 52 , 25 [(
81 , 9
1
) (
1
1 1 2 2
= ÷ = ÷ =
KW QH W
m
150 ) 38 , 61 )( 25 , 0 ( 9810 = = = ¸


Entrada
0
1
=
t
V
) (cos
1 1 1 1
|
rb t
V U V ÷ =
s m
b r
Q
V
n
/ 263 , 13
) 04 , 0 )( 075 , 0 ( 2
25 , 0
2
1 1
1
= = =
t t

s m
sen sen
V
V
n
rb
/ 31 , 15
60
263 , 13
0
1
1
1
= = =
|

e
1 1
r U =
0 ) (cos
1 1 1 1
= ÷ = | e
rb t
V r V
) (cos
1 1 1
| e
rb
V r =
s rad
r
V
rb
/ 102
075 , 0
) 60 (cos 31 , 15 ) (cos
1
1 1
= = =
|
e
SAÍDA
s m r U / 52 , 25 ) 25 , 0 )( 102 (
2 2
= = = e
s m
b r
Q
V
n
/ 305 , 5
) 03 , 0 )( 25 , 0 ( 2
25 , 0
2
2 2
2
= = =
t t

s m
sen sen
V
V
n
rb
/ 65 , 5
70
305 , 5
0
2
2
2
= = =
|

s m V
t
/ 6 , 23 ) 70 (cos 65 , 5 52 , 25
0
2
= ÷ =
EXERCÍCIO – 10.9
• 10.8 Para o rotor do Problema 10.3, determine a velocidade de rotação para a qual
a componente tangencial da velocidade de entrada é zero se a vazão volumétrica
for 0,25 m³/s. Calcule a altura de carga teórica e a potência mecânica teórica de
entrada na bomba.

SEÇÃO (1) SEÇÃO (2)
r(mm) 75 250
b(mm) 40 30
60 70 |
? = e
) (cot
i ni i ti
g V U V | ÷ =
i i
ni
b r
Q
V
t 2
= e
i i
r U =
rbi
ni
i
V
V
sen = |
i
ni
rbi
sen
V
V
|
= ) (
1
1 1 2 2
U V U V
g
H
t t
÷ =
QH m U V U V W
t t m
¸ = ÷ = 

) (
1 1 2 2

RESOLUÇÃO – EX. 10.9
Entrada
0
1
=
t
V
s rad / 54 , 78
60
2
750 = =
t
e
s m r U / 74 , 13 ) 175 , 0 ( 54 , 78
1 1
= = = e
0 ) (cos
1 1 1 1
= ÷ = |
rb t
V U V
s m
sen
U
V
rb
/ 52 , 32
65
74 , 13
cos
0
1
1
1
= = =
|

s m sen sen V V
rb n
/ 48 , 29 ) 65 )( 52 , 32 (
0
1 1 1
= = = |
s m b r V Q
n
/ ³ 62 , 1 ) 05 , 0 )( 175 , 0 )( 2 )( 48 , 29 ( . . . 2 .
1 1 1
= = = t t
SAÍDA
s m r U / 27 , 39 ) 5 , 0 )( 54 , 78 (
2 2
= = = e
s m
b r
Q
V
n
/ 19 , 17
) 03 , 0 )( 5 , 0 ( 2
62 , 1
2
2 2
2
= = =
t t

s m
sen sen
V
V
n
rb
/ 29 , 18
70
19 , 17
0
2
2
2
= = =
|

s m V
t
/ 33 ) 70 (cos 29 , 18 27 , 39
0
2
= ÷ =
m U V U V
g
H
t t
16 , 132 ] 0 ) 33 )( 27 , 39 [(
81 , 9
1
) (
1
1 1 2 2
= ÷ = ÷ =
MW QH W
m
1 , 2 ) 16 , 132 )( 62 , 1 ( 9810 = = = ¸


EXERCÍCIO – 10.10
• 10.10 Para o rotor do Problema 10.5, determine o ângulo de entrada da pá
para o qual a componente tangencial da velocidade de entrada é zero se a
vazão volumétrica for 8 m³/s. Calcule a altura de carga teórica e a potência
mecânica teórica de entrada.







SEÇÃO (1) SEÇÃO (2)
r(mm) 400 1200
b(mm) 120 80
? 60 |
s rad / 21 , 60
60
2
. 575 = =
t
e
) (cot
i ni i ti
g V U V | ÷ =
i i
ni
b r
Q
V
t 2
= e
i i
r U =
rbi
ni
i
V
V
sen = |
i
ni
rbi
sen
V
V
|
= ) (
1
1 1 2 2
U V U V
g
H
t t
÷ =
QH m U V U V W
t t m
¸ = ÷ = 

) (
1 1 2 2

RESOLUÇÃO – EX. 10.10
s rad / 21 , 60
60
2
. 575 = =
t
e
m U V U V
g
H
t t
475 )] 6 , 64 )( 25 , 72 [(
81 , 9
1
) (
1
1 1 2 2
= = ÷ =
MW QH W
m
34 , 37 ) 475 )( 8 )( 9810 ( = = = ¸


ENTRADA
0 ) (cot
1 1 1 1
= ÷ = | g V U V
n t

s m
b r
Q
V
n
/ 53 , 26
) 12 , 0 )( 4 , 0 ( 2
8
2
1 1
1
= = =
t t

s m r U / 09 , 24 ) 21 , 60 )( 4 , 0 (
1 1
= = = e
1
1
1
cot
n
V
U
g = |
908 , 0
53 , 26
09 , 24
cot
1
= = | g
0
1
7 , 47 = |
SAÍDA
) (cot
2 2 2 2
| g V U V
n t
÷ =
s m
b r
Q
V
n
/ 26 , 13
) 08 , 0 )( 2 , 1 ( 2
8
2
2 2
2
= = =
t t

s m r U / 25 , 72 ) 21 , 60 )( 2 , 1 (
2 2
= = = e

s m g V
t
/ 6 , 64 ) 60 (cot 25 , 13 25 , 72
0
2
= ÷ =
EXERCÍCIO 10.14
• Uma bomba centrífuga, projetada para bombear água a 1300 rpm
tem dimensões







Desenhe o diagrama de velocidade de entrada para uma vazão
volumétrica de 35 l/s. Determine o ângulo de entrada nas pás para o
qual a velocidade de entrada não possui componente tangencial.
Trace o diagrama de velocidade de saída. Determine o ângulo
absoluto do escoamento de saída (medido em relação à direção
normal). Avalie a potência hidráulica fornecida pela bomba, se a sua
eficiência é de 75%. Determine a altura de carga desenvolvida pela
bomba.

RESOLUÇÃO – EX. 10.14
ENTRADA
s m
x
b r
Q
V
n
/ 57 , 5
) 01 , 0 )( 1 , 0 ( 2
10 35
2
3
1 1
1
= = =
÷
t t

s m r U / 61 , 13 ) 1 , 0 )( 14 , 136 (
1 1
= = = e
0 ) (cot
1 1 1 1
= ÷ = | g V U V
n t

1
1
1
cot
n
V
U
g = |
436 , 2
57 , 5
61 , 13
cot
1
= = | g
0
1
26 , 22 = |
SAÍDA
s m
x
b r
Q
V
n
/ 24 , 4
) 0075 , 0 )( 175 , 0 ( 2
10 35
2
3
2 2
2
= = =
÷
t t

s m r U / 82 , 23 ) 175 , 0 )( 14 , 136 (
2 2
= = = e
) 40 (cot 24 , 4 82 , 23 ) (cot
0
2 2 2 2
g g V U V
n t
÷ = ÷ = |

s m V
t
/ 76 , 18
2
=
425 , 4
24 , 4
76 , 18
2
2
2
= = =
n
t
V
V
tgo
0
2
27 , 77 = o
m U V U V
g
H
t t
475 )] 6 , 64 )( 25 , 72 [(
81 , 9
1
) (
1
1 1 2 2
= = ÷ =
MW QH W
m
34 , 37 ) 475 )( 8 )( 9810 ( = = = ¸


s rad / 14 , 136
60
2
1300 = =
t
e 0
1
=
t
V
EXERCÍCIO – 10.17
• Uma bomba centrífuga, projetada para bombear água a 460 gpm
tem dimensões (Q = 0,029m³/s)






• Desenhe o diagrama de velocidades de entrada. Determine a
velocidade de projeto, se a velocidade de entrada não possui
componente tangencial. Trace o diagrama de velocidades de
saída. Determine o ângulo absoluto do escoamento de saída
(medido em relação à direção normal). Avalie a altura de carga
teórica desenvolvida pela bomba. Estime a mínima potência
mecânica entregue à bomba.


PARÂMETRO ENTRADA SAÍDA
RAIO, r (m) 0,0762 0,1524
Largura da pá, b (m) 0,00762 0,00635
Ângulo da pá, (grau) 25 40
|
RESOLUÇÃO – EX. 10.17
ENTRADA
0 ) (cot
1 1 1 1
= ÷ = | g V U V
n t

s m
b r
Q
V
n
/ 95 , 7
) 00762 , 0 )( 0762 , 0 ( 2
029 , 0
2
1 1
1
= = =
t t

0 ) (cot
1 1 1 1
= ÷ = | e g V r V
n t

) (cot
1 1 1
| e g V r
n
=
1
1 1
) (cot
r
g V
n
|
e =
s rad
g
/ 87 , 223
0762 , 0
) 25 )(cot 95 , 7 (
0
= = e
SAÍDA
s m V
n
/ 77 , 4
) 00635 , 0 )( 1524 , 0 ( 2
029 , 0
2
= =
t

s m r U / 12 , 34 ) 1524 , 0 )( 87 , 223 (
2 2
= = = e

s m g V
t
/ 43 , 28 ) 40 (cot 77 , 4 12 , 34
0
2
= ÷ =
96 , 5
77 , 4
43 , 28
cot
2
2
2
= = =
n
t
V
V
go
0
2
47 , 80 = o
m U V U V
g
H
t t
88 , 98 ] 0 ) 43 , 28 )( 12 , 34 [(
81 , 9
1
) (
1
1 1 2 2
= ÷ = ÷ =
W QH W
m
28131 ) 88 , 98 )( 029 , 0 )( 9810 ( = = = ¸


EXERCÍCIO – 10.25
• Dados medidos durante testes de uma bomba centrífuga a 2750 rpm
são







• A vazão é 15 m
3
/h e o torque aplicado ao eixo da bomba é 8,5 N.m.
Avalie as alturas totais de carga dinâmica na entrada e na saída da
bomba, a potência hidráulica entregue ao fluido e a eficiência da
bomba. Especifique o tamanho (potência) do motor elétrico
necessário para acionar a bomba. Se a eficiência do motor elétrico for
85%, calcule a potência elétrica necessária.

RESOLUÇÃO – EX. 10.25
s rad / 98 , 287
60
2
2750 = =
t
e s m Q / ³ 00417 , 0
3600
15
= =
) 1 (
2
) 2 ( arg
2
2 2
sucção a desc
p
z
g
V p
z
g
V p
H
|
|
.
|

\
|
+ + ÷
|
|
.
|

\
|
+ + =
¸ ¸

) 1 (
2 3
) 2 ( arg
2 3
5 , 2
2
) 5 , 2 (
9810
10 120
9
2
) 5 , 3 (
9810
10 500
sucção a desc
p
g
x
g
x
H
|
|
.
|

\
|
+ + ÷
|
|
.
|

\
|
+ + =
m H
p
5 , 45 05 , 15 6 , 60 = ÷ =
W QH W
p h
1863 ) 5 , 45 )( 00417 , 0 )( 9810 ( = = = ¸



A potência mecânica de entrada é:
W T W
h
2448 ) 98 , 287 )( 5 , 8 ( = = = e



Rendimento (
p
q )
% 76 76 , 0
2448
1863
= = = =
m
h
p
W
W


q

A potência requerida pelo rotor é:
hp P
m
28 , 3
76 , 0
2448
= =
W
P
P
e
m
e
2880
85 , 0
2448
= = =
q

EXERCÍCIO – 10.17
• Uma bomba centrífuga, projetada para bombear água a 460 gpm
tem dimensões (Q = 0,029m³/s)






• Desenhe o diagrama de velocidades de entrada. Determine a
velocidade de projeto, se a velocidade de entrada não possui
componente tangencial. Trace o diagrama de velocidades de
saída. Determine o ângulo absoluto do escoamento de saída
(medido em relação à direção normal). Avalie a altura de carga
teórica desenvolvida pela bomba. Estime a mínima potência
mecânica entregue à bomba.


PARÂMETRO ENTRADA SAÍDA
RAIO, r (m) 0,0762 0,1524
Largura da pá, b (m) 0,00762 0,00635
Ângulo da pá, (grau) 25 40
|
RESOLUÇÃO – EX. 10.17
ENTRADA
0 ) (cot
1 1 1 1
= ÷ = | g V U V
n t

s m
b r
Q
V
n
/ 95 , 7
) 00762 , 0 )( 0762 , 0 ( 2
029 , 0
2
1 1
1
= = =
t t

0 ) (cot
1 1 1 1
= ÷ = | e g V r V
n t

) (cot
1 1 1
| e g V r
n
=
1
1 1
) (cot
r
g V
n
|
e =
s rad
g
/ 87 , 223
0762 , 0
) 25 )(cot 95 , 7 (
0
= = e
SAÍDA
s m V
n
/ 77 , 4
) 00635 , 0 )( 1524 , 0 ( 2
029 , 0
2
= =
t

s m r U / 12 , 34 ) 1524 , 0 )( 87 , 223 (
2 2
= = = e

s m g V
t
/ 43 , 28 ) 40 (cot 77 , 4 12 , 34
0
2
= ÷ =
96 , 5
77 , 4
43 , 28
cot
2
2
2
= = =
n
t
V
V
go
0
2
47 , 80 = o
m U V U V
g
H
t t
88 , 98 ] 0 ) 43 , 28 )( 12 , 34 [(
81 , 9
1
) (
1
1 1 2 2
= ÷ = ÷ =
W QH W
m
28131 ) 88 , 98 )( 029 , 0 )( 9810 ( = = = ¸


EXERCÍCIO – 10.25
• Dados medidos durante testes de uma bomba centrífuga a 2750 rpm
são







• A vazão é 15 m
3
/h e o torque aplicado ao eixo da bomba é 8,5 N.m.
Avalie as alturas totais de carga dinâmica na entrada e na saída da
bomba, a potência hidráulica entregue ao fluido e a eficiência da
bomba. Especifique o tamanho (potência) do motor elétrico
necessário para acionar a bomba. Se a eficiência do motor elétrico for
85%, calcule a potência elétrica necessária.

RESOLUÇÃO – EX. 10.25
s rad / 98 , 287
60
2
2750 = =
t
e s m Q / ³ 00417 , 0
3600
15
= =
) 1 (
2
) 2 ( arg
2
2 2
sucção a desc
p
z
g
V p
z
g
V p
H
|
|
.
|

\
|
+ + ÷
|
|
.
|

\
|
+ + =
¸ ¸

) 1 (
2 3
) 2 ( arg
2 3
5 , 2
2
) 5 , 2 (
9810
10 120
9
2
) 5 , 3 (
9810
10 500
sucção a desc
p
g
x
g
x
H
|
|
.
|

\
|
+ + ÷
|
|
.
|

\
|
+ + =
m H
p
5 , 45 05 , 15 6 , 60 = ÷ =
W QH W
p h
1863 ) 5 , 45 )( 00417 , 0 )( 9810 ( = = = ¸



A potência mecânica de entrada é:
W T W
h
2448 ) 98 , 287 )( 5 , 8 ( = = = e



Rendimento (
p
q )
% 76 76 , 0
2448
1863
= = = =
m
h
p
W
W


q

A potência requerida pelo rotor é:
hp P
m
28 , 3
76 , 0
2448
= =
W
P
P
e
m
e
2880
85 , 0
2448
= = =
q

EXERCÍCIO 10.35
10.35 Uma bomba centrífuga opera a 1750 rpm (183,26 rad/s); o rotor tem
pás curvadas para trás com | = 60° e b
2
= 0,50 in (0,0127 m). A uma
vazão de 350 gpm (0,0220815 m³/s), a velocidade radial de saída é
2
n
V =
11,7 ft/s (3,57 m/s). Estime a altura de carga que esta bomba pode
desenvolver a 1150 rpm (120,43 rad/s).
RESOLUÇÃO DO EX. 10.35
' e = 183,26 rad/s;
2
' b = 0,0127 m;
2
'
n
V = 3,57 m/s
' Q = 0,00220815 m³/s; ' ' e = 120,43 rad/s
) )( )( 2 ( '
'
2
'
2
'
2
b r V Q
n
t =
Considerando o mesmo diâmetro, faremos a análise de semelhança através
do coeficiente de vazão.



' '
'
' '
'
e
e
=
Q
Q
÷
43 , 120
26 , 183
' '
0220815 , 0
=
Q
÷ s m Q / ³ 0145 , 0 ' ' =
Então se os diâmetros são iguais:
' '
'
' '
2
'
2
e
e
=
n
n
V
V
÷ s m V
n
/ 35 , 2
26 , 183
43 , 120
) 57 , 3 (
' '
2
= =
s m r U / 33 , 9 ) 0775 , 0 )( 43 , 120 ( ' '
2
' '
2
= = = e
s m V U V
n T
/ 16 , 8 ) 60 cos( ) 35 , 2 ( 33 , 9 cos ' '
2 2
' '
2
' '
2
= ÷ = ÷ = |
Logo, a altura de carga será dada por:
m
g
U V
H
T
76 , 7
81 , 9
) 16 , 8 )( 33 , 9 (
' '
2
' '
2
= = =
3
2 2
2
3
1 1
1
2
2 2
1
2 2
2 1
D
Q
D
Q
U A
Q
U A
Q
n n
e e
| | = ÷
|
|
.
|

\
|
=
|
|
.
|

\
|
÷ =
EXERCÍCIO 10.36
10.36 Use os dados abaixo para verificar as regras de similaridade para
uma bomba com diâmetro de impulsor D = 11,0 in (0,2794 m), operada a
1750 rpm (183,26 rad/s) e 3550 rpm (371,76 rad/s) .

N (RPM) Q (gpm) H (ft) Wm (HP) Rendimento
(%)
Bomba 1 1750 470 104 17 73
Bomba 2 3550 970 430 135 74

Rad/s Q (m³/s) H (m) Wm (W) Rendimento
(%)
Bomba
1
183,26 0,0297 31,7 12.677 73
Bomba
2
371,76 0,0612 131,1 100.670 74

RESOLUÇÃO DO EX. 10.36
Os coeficientes de similaridade são:
Vazão:
3
2 2
2
3
1 1
1
D
Q
D
Q
e e
=
Carga:
2
2
2
2
2
2
1
2
1
1
D
H
D
H
e e
=
Potência:
5
2
3
2
2
5
1
3
1
1
D
P
D
P
e e
=
Considerando
2 1
D D = , tem-se:
030 , 0
) 76 , 371 (
) 26 , 183 (
0612 , 0
1
2
1
2 1
2
2
1
1
= = ÷ = ÷ = Q Q Q
Q Q
e
e
e e

Este valor encontrado é semelhante ao que está tabelado acima

8 , 31
) 76 , 371 (
) 26 , 183 (
1 , 131
2
2
1
2
2
2
1
2 1
2
2
2
2
1
1
= = ÷ = ÷ = H H H
H H
e
e
e e

Este valor encontrado é semelhante ao que está tabelado acima

12060
) 76 , 371 (
) 26 , 183 (
100670
3
3
1
3
2
3
1
2 1
3
2
2
3
1
1
= = ÷ = ÷ = P P P
P P
e
e
e e

Percebe-se mais uma vez a similaridade entre as bombas
EXERCÍCIO 10.46
10.46 Um modelo de bomba centrífuga, em escala 1:3, produz uma vazão
m
Q = 32 cfs (pés cúbicos por segundo) ou (0,906 m³/s) com uma altura de
carga
m
H = 15 ft (4,572 m), operando a
m
N = 100 rpm (10,472 rad/s).
Admitindo eficiências comparáveis para modelo e protótipo, estime a
vazão, a altura de carga e a potência requerida se a velocidade de projeto é
125 rpm (13,09 rad/s). O fluido é água.
RESOLUÇÃO DO EX. 10.46
3
1
=
p
m
D
D

Os coeficientes de similaridade são:
Vazão: ( ) 58 , 30 3
472 , 10
09 , 13
906 , 0
3
3
3 3
= |
.
|

\
|
=
|
|
.
|

\
|
|
|
.
|

\
|
= ÷ =
m
p
m
p
m p
p p
p
m m
m
D
D
Q Q
D
Q
D
Q
e
e
e e

Carga: ( ) 294 , 64 3
472 , 10
09 , 13
572 , 4
2
2
2 2
2 2 2 2
= |
.
|

\
|
=
|
|
.
|

\
|
|
|
.
|

\
|
= ÷ =
m
p
m
p
m p
p p
p
m m
m
D
D
H H
D
H
D
H
e
e
e e

Potência:
5 3
5 3 5 3 |
|
.
|

\
|
|
|
.
|

\
|
= ÷ =
m
p
m
p
m p
p p
p
m m
m
D
D
P P
D
P
D
P
e
e
e e

Contudo, teremos que antes encontrar a potência hidráulica do modelo, que
é dada pela equação:
W H Q P
m m m
40635 ) 572 , 4 )( 906 , 0 ( 9810 = = = ¸
Logo: ( ) W P
p
19269140 3
472 , 10
09 , 13
40635
5
3
= |
.
|

\
|
=
EXERCÍCIO – 10.17
• Uma bomba centrífuga, projetada para bombear água a 460 gpm
tem dimensões (Q = 0,029m³/s)






• Desenhe o diagrama de velocidades de entrada. Determine a
velocidade de projeto, se a velocidade de entrada não possui
componente tangencial. Trace o diagrama de velocidades de
saída. Determine o ângulo absoluto do escoamento de saída
(medido em relação à direção normal). Avalie a altura de carga
teórica desenvolvida pela bomba. Estime a mínima potência
mecânica entregue à bomba.


PARÂMETRO ENTRADA SAÍDA
RAIO, r (m) 0,0762 0,1524
Largura da pá, b (m) 0,00762 0,00635
Ângulo da pá, (grau) 25 40
|
RESOLUÇÃO – EX. 10.17
ENTRADA
0 ) (cot
1 1 1 1
= ÷ = | g V U V
n t

s m
b r
Q
V
n
/ 95 , 7
) 00762 , 0 )( 0762 , 0 ( 2
029 , 0
2
1 1
1
= = =
t t

0 ) (cot
1 1 1 1
= ÷ = | e g V r V
n t

) (cot
1 1 1
| e g V r
n
=
1
1 1
) (cot
r
g V
n
|
e =
s rad
g
/ 87 , 223
0762 , 0
) 25 )(cot 95 , 7 (
0
= = e
SAÍDA
s m V
n
/ 77 , 4
) 00635 , 0 )( 1524 , 0 ( 2
029 , 0
2
= =
t

s m r U / 12 , 34 ) 1524 , 0 )( 87 , 223 (
2 2
= = = e

s m g V
t
/ 43 , 28 ) 40 (cot 77 , 4 12 , 34
0
2
= ÷ =
96 , 5
77 , 4
43 , 28
cot
2
2
2
= = =
n
t
V
V
go
0
2
47 , 80 = o
m U V U V
g
H
t t
88 , 98 ] 0 ) 43 , 28 )( 12 , 34 [(
81 , 9
1
) (
1
1 1 2 2
= ÷ = ÷ =
W QH W
m
28131 ) 88 , 98 )( 029 , 0 )( 9810 ( = = = ¸


EXERCÍCIO – 10.25
• Dados medidos durante testes de uma bomba centrífuga a 2750 rpm
são







• A vazão é 15 m
3
/h e o torque aplicado ao eixo da bomba é 8,5 N.m.
Avalie as alturas totais de carga dinâmica na entrada e na saída da
bomba, a potência hidráulica entregue ao fluido e a eficiência da
bomba. Especifique o tamanho (potência) do motor elétrico
necessário para acionar a bomba. Se a eficiência do motor elétrico for
85%, calcule a potência elétrica necessária.

RESOLUÇÃO – EX. 10.25
s rad / 98 , 287
60
2
2750 = =
t
e s m Q / ³ 00417 , 0
3600
15
= =
) 1 (
2
) 2 ( arg
2
2 2
sucção a desc
p
z
g
V p
z
g
V p
H
|
|
.
|

\
|
+ + ÷
|
|
.
|

\
|
+ + =
¸ ¸

) 1 (
2 3
) 2 ( arg
2 3
5 , 2
2
) 5 , 2 (
9810
10 120
9
2
) 5 , 3 (
9810
10 500
sucção a desc
p
g
x
g
x
H
|
|
.
|

\
|
+ + ÷
|
|
.
|

\
|
+ + =
m H
p
5 , 45 05 , 15 6 , 60 = ÷ =
W QH W
p h
1863 ) 5 , 45 )( 00417 , 0 )( 9810 ( = = = ¸



A potência mecânica de entrada é:
W T W
h
2448 ) 98 , 287 )( 5 , 8 ( = = = e



Rendimento (
p
q )
% 76 76 , 0
2448
1863
= = = =
m
h
p
W
W


q

A potência requerida pelo rotor é:
hp P
m
28 , 3
76 , 0
2448
= =
W
P
P
e
m
e
2880
85 , 0
2448
= = =
q

RESOLUÇÃO EX. 8.1
4Q Substituindo na Eq. De Reynolds: 2 4 D D D  4Q  4 Q 4Q Re  V     2     D  D Dv *  D 2V 4m b) m  AV   Substituindo na Eq. De Reynolds: V  4 D 2
a) Q  AV 

D 2V

V 

Re 

  D D  4m  4m   V    D 2  D  
Re . .D.v 4

c) Encontrar a Eq. da vazão em função de Reynolds pela Eq. da letra (a): Q  Como tem a mesma vazão, iguala para os casos.

Re1 . .D1 .v1 Re 2 . .D2 .v2  Como é o mesmo fluido, v1  v2 , logo: 4 4
Re 1 D1  Re 2 D2  (1800 )(10 )  Re 2 (6)  Re 2  3000

EXERCÍCIOS – AULA 01
8.2 Ar padrão entra em um duto de 0,25 m de diâmetro. Determine a vazão em volume na qual o escoamento torna-se turbulento. Para esta vazão, estime o comprimento de entrada necessário para estabelecer escoamento completamente desenvolvido.

Dados: v  1,46 x10 5 , Re crit  2300 .

3956 m³ / min 4 4 b) Ltur (m in)  25 D  25 (0.RESOLUÇÃO EX.v (2300 ) (0. .00659 m³ / s  0.25 )  6.25 )  10 .2 a) Q = ?  Re . 8.25 m Ltur (m ax)  40 D  40 (0.0m O comprimento de entrada ficará entre estes 2 valores.25 )(1. .46 x10 5 ) Q   0.D.

onde a é uma constante.6 O perfil de velocidade para escoamento completamente desenvolvido entre placas planas paralelas estacionadas é dado por u  a(h² / 4  y ²) . . h é o espaçamento entre as placas e y é a distância medida a partir da linha de centro da folga. Desenvolva a razão V / u max .ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS • EXERCÍCIO 8.

u m ax quando y = 0. substitui-se o valor de y = 0 na Eq dada na questão: u  a(h² / 4  y ²) u max  a(h² / 4  0²)  u m ax  a (h ² / 4) . logo. Logo: dy du  2ay  0  y  0 dy Isto é.ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS • RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 1) Encontrar du dy  du du d   h 2  2ay  a  y 2      dy dy dy   4  Para se ter u m ax . a primeira derivada du tem de ser igual a zero.

l  dy(1)  dy V Q 1  u. tem-se: A A h/2 1 V  / u.ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS • RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 2) Velocidade Média ( V  Q/ A ) A  h.l  h(1)  dA  dy.dA Substituindo A e dA pelas expressões deduzidas acima.dy Substituindo u pela expressão dada na questão. tem-se: h h 2 h/2  h2 1 a  h2 y y3  2 V  / 2 a 4  y dy  h  4  3     h h      h / 2 h/2 a  h 2 h h 3   h 3 h 3  a  h 3 h 3   2h 3  a  2h 3 2h 3                 V      h  4 2 (8)3   8 24  h  8 24   24  h  24 24            .

tem-se: V / u m ax  ah 2   6       ah 2  4  2  V / u max    6  ah 2   3  a ( h ² / 4)    .ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS • RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO ah 2 a  h3  V    V  6 h 6    Encontrando a expressão que a questão pedi.

O espaçamento entre as placas é h.ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS • EXERCÍCIO 8. Use condições de contorno apropriadas para expressar a magnitude e as unidades SI das constantes em termos de h. B e C são constantes e y é a distância medida para cima a partir da placa inferior. Desenvolva uma expressão para a vazão em volume por unidade de profundidade e avalie a razão V / u max . .7 Um fluido incompressível escoa entre duas placas paralelas estacionárias infinitas. onde A. O perfil de velocidade é dado por u  u m ax ( Ay ²  By  C ) ).

ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS • RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 1) Condições de contorno: I) y=0  u =0 II) y=h  u =0 III) y = h/2  u  u m ax 2) Substituindo a condição de contorno (I) na eq. para encontrar A. . encontrar os valores de A e B. através de um sistema. já sabendo que C foi encontrado acima. encontrou-se o valor B em função de A. então vamos substituir agora. dada na questão: 0  u m ax ( A(0)²  B(0)  C )  C = 0 3) Substituindo a condição de contorno (II) e depois a condição (III) na Eq. dada na questão. para. 0  u m ax ( A(h)²  B(h)  0)  B(h)   A(h)²  B   Ah u m ax   h 2   h 2  Bh h 2  u m ax  A   B   0   A    4  2  1  Ah  2Bh  4  2  2     Acima.

4 h2 4  4  B   Ah    2 h  h  h  Substituindo na Eq. dada na questão.ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS • RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO Ah 2  2( Ah)h  4  Ah2  2 Ah2  4   Ah2  4  A   Voltando para saber o valor de B. tem-se: 4   4 u  u m ax   2 y ²  y  h   h .

u max l l 3  3  Q  V A  V .h  a) Q  Vh l Substituindo Q/l visto no item anterior.ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS • RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO b) Vazão em Volume   4 y 3 4 y 2   Q  4 2 4   u.u max  V h  V  u m ax   l 3 3 u max 3 .l. tem-se: Q 2 2 V 2  V h  h.dy   u m ax   2 y  y  dy  u m ax   2  h 3  h 2   l  h  h    0 0 0   h h h  4 h3 4 h2 Q   u max   2  h 3 h 2 l      4    0  u max   h 3  2h    3    Q Q 2  2h   u m ax     h.

5 N . Determine a magnitude e o sentido da tensão de cisalhamento sobre a placa superior e a vazão em volume através do canal largura .8 Um óleo viscoso escoa em regime permanente entre duas placas paralelas estacionárias.ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS • EXERCÍCIO 8. O espaçamento entre as placas é h = 5 mm. s/m2 e o gradiente de pressão é -1000 N/m2/m. A viscosidade do óleo é 0. O escoamento é laminar e completamente desenvolvido.

5 N . tem-se:  yx  5 x10 3 1   5 x10  1000    2.5 N / m² (Está no sentido do escoamento) 3 2  5 x10 3 b) A vazão em volume. dp  1000N / m² / m .8x10 6 m³ / s / m  a     l 12   x  l 12 (0. conforme visto em aula. onde a é distância entre as placas. e y é a distância do eixo a placa superior (a=y=h).   0. da Tensão de Cisalhamento.ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS • RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO Considerando: a  5mm .s / m² dx A Eq. é dada por: Q 1 Q 1  p  3  1000 (5 x10 3 ) 3  20.5) . é dada por: a)  yx  a  p   y 1      x   a 2  Substituindo os valores.

9 Um óleo viscoso escoa em regime permanente entre duas placas paralelas.01lbf .  Para transformar as unidades: in 12 ft .06 in. Determine a vazão em volume através do canal   0. O escoamento é laminar e completamente desenvolvido. O gradiente de pressão é -8 lbf/ft2/ft e a meia-altura do canal é h = 0. Determine a magnitude da tensão de cisalhamento na superfície da placa superior.ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS • EXERCÍCIO 8.s / ft² ).

5  (8)  0.5   0.01) 12   .ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS – AMBAS AS PLACAS ESTACIONÁRIAS • RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO  Para transformar as unidades: in 12 ft a)  yx  a b)  p   y 1  0.12  0.037 lbf / ft ²      x   a 2  12  12  3 Q 1  8 0.12   6.67 x10 5 ft² / s    l 12(0.

ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS – PLACA SUPERIOR MOVENDO-SE COM VELOCIDADE U • EXERCÍCIO: 8.9 x10 2 N . Dado:   5. Use as propriedades do óleo SAE 30 a 50°C. Estime a taxa à qual o óleo vaza pelo pistão. Uma força constante de 20 kN é aplicada ao pistão.s / m² .11 Óleo está confinado em um cilindro de 100 mm de diâmetro por um pistão que possui uma folga radial de 0.025 mm e um comprimento de 50 mm.

ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS – PLACA SUPERIOR MOVENDO-SE COM VELOCIDADE U • RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO: Primeiramente.9 x10 2 )(50x10 3 ) .031416  (0.1416)   3. onde a é a folga.473Pa  2. l é o comprimento do arco ( l 12 L l  2R  D ) Q (0. vamos encontrar a variação de pressão através da equação: F 4F 4(20x103 ) 80. vamos encontrar a vazão através da equação: Q a 3 p  .546.1) Agora.000 P      2.025x10 3 ) 3 (2546473)(0.55MPa 2 2 A D 0.53x10 7 m³ / s l 12(5.1)(3. L é o comprimento.

05 mm Comprimento do pistão 120 mm Estime a taxa de vazamento de fluido hidráulico pelo pistão.12 Um macaco hidráulico suporta uma carga de 9000 kg.s / m² . Dados:   3. admitindo que o fluido é óleo SAE 30 a 30°C.0 x10 1 N . Os seguintes dados estão disponíveis: Diâmetro do pistão 100 mm Folga radial entre o pistão e o cilindro 0.ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS – PLACA SUPERIOR MOVENDO-SE COM VELOCIDADE U • EXERCÍCIO: 8.

241.81)     11 .05x10 3 ) 3 (11. .12) . P  F W 4W 4(9000 )(9.65)(3.1416)(0.2 MPa 2 2 A A D  (0.1) Q a 3 p.405 . vamos calcular o peso do pistão e depois encontrar a diferença de pressão.65 Pa  11.ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS – PLACA SUPERIOR MOVENDO-SE COM VELOCIDADE U • RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO: Primeiro.1)     1.01x10 6 m³ l 12L 12L 12(3x10 1 )(0.D (0.l a 3 p.241 .405.

Estime a taxa de vazamento para uma são pressão no cilindro de 600 MPa. A folga radial entre o pistão e o cilindro é 0.002 mm. O diâmetro do pistão é 6 mm e ele penetra 50 mm no cilindro.ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS – PLACA SUPERIOR MOVENDO-SE COM VELOCIDADE U • EXERCÍCIO: 8. Considere que as propriedades do fluido são aquelas do óleo SAE l0W a 35°C. Despreze deformações elásticas do pistão e do cilindro causadas pela pressão. .13 Uma alta pressão em um sistema é criada por um pequeno conjunto pistão-cilindro.

1416)(6.97 x10 9 m³ / s l 12L 12(3. .0 x10 3 )    3.D (0.002x10 3 ) 3 (600x106 )(3.ESCOAMENTO LAMINAR ENTRE PLACAS PARELALAS INFINITAS – PLACA SUPERIOR MOVENDO-SE COM VELOCIDADE U • RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO: Q a 3 p.8x10 2 )(50x10 3 ) .

necessária para produzir uma vazão de Q = 2.40 N.0 x10 5 m³/s se o duto for horizontal com x1  o e x2  10 m ? . (a) Qual é a queda de pressão. p1  p 2 .ESCOAMENTO LAMINAR COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM UM TUBO EXEMPLO 01: Um óleo que apresenta viscosidade dinâmica  = 0.s/m² e massa específica  = 900 kg/m³ escoa num duto com diâmetro D = 20 mm.

ESCOAMENTO LAMINAR COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM UM TUBO .

ESCOAMENTO LAMINAR COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM UM TUBO .

m.19 Um mancal de deslizamento selado é formado por cilindros concêntricos. o comprimento do cilindro interno é 100 mm e ele gira a 2800 rpm. O torque aumentará ou diminuirá com o tempo? Por quê? .DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • EXERCÍCIOS 8. O perfil de velocidade é linear através da folga. Calcule a viscosidade do óleo.2 N. respectivamente. O torque necessário para girar o cilindro interno é 0. Os raios interno e externo são 25 e 26 mm. A folga radial é preenchida com óleo em movimento laminar.

E para calcular é como se abrisse o cilindro.r .001 )  60  2 Lembrando que:   f . porque é um sistema  x  r du U   i girando em cima de outro.  p    0 . onde f é dado em rpm 60 . logo  Como já dito: T  F. com isso.2   2 (0.0695N . logo: r r T  F .A (força é tensão de cisalhamento vezes a área).s / m² (0. ficando A  2rh . então a área de contato do cilindro com o fluido é a superfície do cilindro 2.025 )( 0.  yx   dy r r A questão diz que o perfil de velocidade é linear.r   i 2ri l.r  A.025 )     0. mas F   .025 )  2  0. A folga é dada pela diferença entre os raios a  r  r0  ri Torque = Força x Raio (como é o cilindro interno. é a força vezes o raio interno.r   i A.ri  r r (2800 )( 0.DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • RESOLUÇÃO: O fluido está entre 2 cilindros e o de dentro está girando. não tem perturbação.1)( 0.

Determine a vazão em volume que passa por uma dada seção.20 Considere o escoamento laminar completamente desenvolvido entre placas paralelas infinitas espaçadas de d = 0. por unidade de profundidade. . a placa inferior move para a esquerda com velocidade U 1 = 1 ft/s.35 in. Desenvolva uma expressão para a distribuição de velocidade na folga.DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • EXERCÍCIO: 8. O gradiente de pressão no sentido do escoamento é zero. A placa superior move para a direita com velocidade U2 = 2 ft/s.

então  p    0. assim:  2  0 dy  dy  dy   du d d  du  d 2u   .DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • RESOLUÇÃO: Como a questão diz que “o gradiente de pressão no sentido do escoamento é zero”. Como 2  0     0  Chamando de uma função  . assim 0. dy d  du  d 2u     0 .  dy  dy dy dy   dy logo  é uma constante (   cons tan te  C1 ) Mas   du du  C1   C1 . integrando: du  C1 dy  dy dy (a) u  C1 y  C 2 . pois dy  x  dy d  0.  x  Fazendo o balanço de massa: d  p  d 2u     0 logo  2  0 .

dy     U1 y  y  U 1  dy    l d d   2   0 0 0  d U U U U Q  U 2  U1  d 2  U  U1    U1d   2  d  U 1 d  2 d  1 d  U 1 d  2 d  1 d l  d 2  2 2 2 2  2  Q  U 2  U1  1  2 1  d   (0. tem-se: u  C1 y  C 2   U 1  C1 (0)  C 2   U 1  C 2 U  U1 u  C1 y  C 2  U 2  C1 (d )  U 1  C1  2 d  U  U1  Assim.DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • RESOLUÇÃO: As condições de contorno são: (I) y = 0  u  U 1 (II) y = d  u  U2 Aplicando estas condições na equação (a) encontrada anteriormente.35)  0. a expressão geral ficará: u   2  y  U1 d   y y Substituindo pelos valores: u  2  1  1  3  1 (Esta é uma expressão para a d d distribuição de velocidade) A vazão em volume é dada por: d d  U 2  U 1  y 2   U 2  U 1   Q   u.0146 ft³ / s / ft l  2  12  2  .

DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • EXERCÍCIOS: 8. . e as duas camadas de fluidos têm espessuras iguais. qual é a velocidade na interface? Admita escoamentos laminares e o gradiente de pressão na direção do escoamento como zero. As placas estão separadas pela distância 2h. h. a viscosidade dinâmica do fluido superior é três vezes aquela do fluido inferior.21 Dois fluidos imiscíveis estão contidos entre placas paralelas infinitas. Se a placa inferior é estacionária e a placa superior move com velocidade constante V = 5 m/s.

pois x  dy  x  dy dy  d  du  d 2u     0 .  0. assim 0. 1  3 2 . dy dy dy  dy  dy   logo  é uma constante (   cons tan te  C1 ) Mas   du1 du  C1  1  C1 .     0 . assim:  2  0 dy  dy  dy   du d d  du  d 2u   . integrando du 2  C 3 dy  dy u 2  C3 y  C 4 (b) .DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • RESOLUÇÃO: d d  p  d 2u  p  Pela questão:    0 . Como 2  0     0  Chamando de uma função  . integrando: du1  C1dy  dy dy (a) u1  C1 y  C 2 E para a interfase tem-se: du 2  C 2 . logo  2  0 .

C.DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • RESOLUÇÃO: As três condições de contorno são: (I) y = 0  u1  0 (II) y = h  u1  u 2 (III) y = 2h  u 2  U (IV) du1 du 2  2 pela condição da interfase:  1   2   1   2  1 . Observe dy dy du1 du 2  C1 e  C 3 . (II) u1  u 2 e y = h  C1 y  C 2  C3 y  C 4  como 0  C 2  C1 h  C 3 h  C 4 . então podemos fazer esta que no inicio chamou-se dy dy substituição aqui. tornando: 1C1   2 C3 Usando a C.C. (I) tem-se: u1  C1 y  C 2  0  C1 (0)  C 2  0  C 2 Usando a C.

da interfase: 1C1   2 C3 . C1 h  U  C3 h e 1C1   2 C3  C1 h  U  C 3 h   1 U h.75m / s   1   h1  1  y 1       3 2   fazendo y = h.C.C1  C1  2    h1  1     2   Para o fluido 1: 1  U  int erfase    h1  1  y    2   U 5    3.C. (II) u1  u 2 e y = h  C1 y  C 2  C3 y  C 4  como 0  C 2  C1 h  C 3 h  C 4 Usando a C. (III) u 2  U e y = 2h  C 3 y  C 4  U  C 3 (2h)  C 4  U Usando a C. onde 1   int erfase .C. e substituindo  1 e  2 pelas suas respectivas expressões.DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • RESOLUÇÃO: Usando a C.

s / m² .3 m/s.63 x10 4 N . a placa superior está parada. Dados:   4. Determine o gradiente de pressão necessário para produzir vazão resultante zero em uma seção transversal.22 Água a 60°C escoa para a direita entre duas grandes placas planas. A placa inferior move para a esquerda com velocidade de 0.DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • EXERCÍCIOS: 8. O espaçamento entre as placas é 3 mm e o escoamento é laminar.

C. (a). encontra-se o valor de: p (0) 2 U   C1 (0)  C 2   U  C 2 x 2  p h 2 p h 2 U 1  p  0  C1 h  U  C1 h  U   C1    h x 2  x 2  h 2   x  RESOLUÇÃO: .DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • du du p d  p  p  y  C1       yx  y  C1   yx    dy  x  dy dy x x p y 2 U   C1 y  C 2  x 2 p y 2 u  C1 y  C 2 (a) x 2  As C. são: (I) y = 0    U (II) y=h  0 Substituindo na Eq.

tem-se: 6U 6(0. substituindo os valores de C1 e C 2 na equação original. tem-se: 1  p  2 U 1  p    y     h y  U 2  x  h 2  x     Arrumando: 1  p  2 y  u   y  hy   U   1 2   x  h  u Encontrar a Eq. da vazão: d  1  p  Q 1  p  3 Uh  y    u.63x10 4 )  p   92.6 N / m² / m   2  3 2 h (3x10 )  x  .dy     ( y 2  hy)  U   1 dy    h  l 0 2  x  h  12  x  2   Determinar o gradiente de pressão quando Q = 0.3)(4.DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CISALHAMENTO NO ESCOAMENTO COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • RESOLUÇÃO: Logo. 0 1  p  3 Uh 1  p  3 Uh 12 Uh 6 U  p   2       h   h   12   x  2 12   x  2 2h 3 h  x  Substituindo os valores.

5 (micrometro) m ). v  1. com 10 mm de lado.PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • EXERCÍCIOS 8. determine (a) o número de Reynolds do escoamento. Para ar padrão no espaço entre a cabeça e o disco. A cabeça está a 150 mm da linha de centro do disco. (b) a tensão de cisalhamento viscoso e (c) a potência requerida para superar o cisalhamento viscoso. Dados:   1. o disco gira a 3600 rpm.46 x10 5 .79 x10 5 N . A cabeça de leitura/gravação é quadrada.25 A cabeça de leitura/gravação do disco rígido de um computador flutua acima do disco giratório sobre uma delgada camada de ar (a espessura do filme de ar é 0.s / m² .

PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • RESOLUÇÃO:  2  V  R  (3600 ) (0. logo: Re    v Va (56 .55 m / s  60  VD Va Va  a) Re  como é para calcular no espaço D = a.R   yxl 2 R Potencia(P)  T   yxl 2 R Assim: Potencia( P )   yxl 2 R  2.79 x10 5  2.02 x10 3 (10 x10 3 ) 2 (0.5 x10 6 c) Força   yx A   yxl 2 Torque(T )  F.5 x10 6 ) Re    1.15 )  56 .02 kN / m² dy a 0.46 x10 b)  yx   du V 56 .15 )( 3600 )  2    11.5    1.94 5 v 1.55 )( 0.4W 60   .

Enuncie claramente as condições de contorno a serem satisfeitas pela velocidade em y = O e y = h. completamente desenvolvido. Admita que o escoamento é laminar.PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • EXERCÍCIOS 8. e viscosidade  . massa específica  . . movendo-se com velocidade Uo para cima através de um banho químico. Obtenha uma expressão para o perfil de velocidade. arrasta uma película de líquido de espessura h. A gravidade tende a fazer com que o líquido desça. com gradiente de pressão zero.32 Uma correia contínua. e que a atmosfera não produz tensão de cisalhamento na superfície externa da película. mas o movimento da correia impede que ele retome completamente.

integrando:   gy  C1 . tem-se:   gy  C1   dy dy g y 2 C1  y  C2 Integrando novamente:  du   gy  C1 dy  u   2  Condições de contorno: I) y = 0  u  U0 II) y = h    0 (a questão diz que a atmosfera não produz  na superfície externa) g (0) 2 C1  ( 0)  C 2  U 0  C 2 Substituindo a C. fica: g y 2 gh u  y U0  2  Pela C. logo pela Eq. logo dy x dy x du du conceito:    . mas pelo  0 .C (I).   gy  C1    0. d p d p   g . Igualando as duas expressões. a Eq. mas  g .C (II).PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • RESOLUÇÃO: Fazendo o balanço de massa e colocando a força peso. encontra-se: U 0   2  du du  0 . como   0  . dy dy operando: gh  C1  0  C1   gh Assim.

PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • EXERCÍCIOS 8.14 x10 3 N . Esboce a distribuição de tensão de cisalhamento para este caso. com a placa superior em movimento. Determine a vazão em volume por unidade de profundidade para gradiente de pressão zero. Dados:   1.25. A vazão em volume aumentaria ou diminuiria com um ligeiro gradiente adverso de pressão? Calcule o gradiente de pressão que dará tensão cisalhante zero em y/a = 0.s / m² .5 mm.34 O perfil de velocidade para escoamento de água completamente desenvolvido entre placas paralelas. . 8. Considere U = 2 mls e a = 2.8. Avalie a tensão cisalhante sobre a placa inferior e esboce a distribuição de tensão de cisalhamento através do canal. é dado pela Eq.

25      0.5x10 3  0.5 x10 3  p   p  c) Se    0 . a vazão diminui ( é adverso porque normalmente   é negativo)  x   x   p   y d)  yx  0 .5 x10 3 m³ / s / m l 2 2 p U  p  y   1  b)  yx    a      como 0 x a  x  a   2  a) U 1.5 x10 3 )    2.000625   2. como l 2 12   x  x Q Ua 2(2.    0.14 x10 3 (2)  yx     0.912  0.5x10 3  x   x   2   p     1459 N / m² / m  x  .    ?  x  a  yx   U  p  y   1   a       a  x  a   2  2  p   p   1  0  (1.PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • RESOLUÇÃO: Q Ua 1  p  3 p   0  a .912 N / m ² a 2.14 x10 3 )  2.25 .

. Use um volume de controle cilíndrico conforme mostrado. Indique as forças que atuam sobre o volume de controle. Usando a equação da quantidade de movimento. desenvolva uma expressão para a distribuição de velocidade.PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • EXERCÍCIOS 8.51 Considere escoamento laminar completamente desenvolvido em um tubo circular.

PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • RESOLUÇÃO:  F  0 . igualando as duas expressões. temos: dr p r 2 p r du p r  C1 dr . e neste caso. a área é dada por A  r 2  p dx  2  p dx  2  p r   p  r   yx (2r )dx  0   x 2  x 2      p dx 2 p dx 2 p pr 2  r  pr 2  r   yx (2r )dx  0   r 2 dx   yx (2r )dx  0  x 2 x 2 x p p r  r  2 yx  0   yx  x x 2 du . integrando  u     du  x 4  x 2  dr x 2 Aplicando a Condição de Contorno: u 0r  R I) p r 2 p R 2 p R 2 u  C1  0   C1  C1   x 4  x 4  x 4  Mas como    p r 2 p R 2 1 2 p u  u (r  R 2 ) x 4  x 4  ou 4 x Logo: . porém F  Pr essãoxÁrea .

PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • EXERCÍCIOS 8. O tubo externo é estacionário e o tubo interno move na direção x com velocidade V. em termos de uma constante. u(r). Obtenha expressões para C1 e C2 . como uma função do raio. C1 .52 Considere escoamento laminar completamente desenvolvido no espaço anular entre dois tubos concêntricos. em termos de duas constantes. C1 e C 2 . Obtenha uma expressão geral para a tensão de cisalhamento.  . . Considere gradiente axial de pressão zero ( p / x = 0). Obtenha uma expressão geral para o perfil de velocidade. r.

Pela lei da viscosidade:    C dr C C du du  1   du  1  u  1 ln( r )  C 2  r  r dr dr .  F  0 . porém F  Pr essãoxÁrea . para a derivada ser zero. cancelando os termos.PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • RESOLUÇÃO:  dr   dr   dr   dr     2  r  dx    2  r  dx  0   r 2   2 r 2   2     dr  dr    dr    dr    2r  2 dx     2r  2 dx  0    r 2  2 2    r 2  dr  dr  dr dr dr  dr  dr dr  2rdx   2 dx  2rdx  2 dx   2rdx   2 dx  2rdx  2 2 dr 2 dr 2 2 2 dr 2 dr 2 2 dr  dr dr  dr  2 dx  2rdx   2 dx  2rdx  0  2 dr 2 2 dr 2   2 drdx  dr 2rdx  2 drdx  dr 2rdx  0 . temos: dr dr (r )       r    r  0  2  2 r  0    r 0 0 dr dr dr dr dr ou C r  cte  C1    1 r Logo.

tem-se: V0  C1  ln( r1 )  C1  ln( r0 )  C1  ln( r1 V0 )  C1  r r0 ln( 1 ) r0 V0 C2   r ln( 1 ) r0 ln( r0 )  V0 ln( r0 ) ln( r1 / r0 ) Logo:  u Finalmente.PERFIS DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTOS TURBULENTOS COMPLETAMENTE DESENVOLVIDO EM TUBOS • RESOLUÇÃO: Pelas Condições de contorno: I) r  r1  u  V0 r  r0  u  0  C C C Logo: V0  1 ln( r1 )  C 2 0  1 ln( r0 )  C 2  C 2   1 ln( r0 )    e II) Substituindo. os valores na equação original. V0 ln( r / r0 ) ln( r  r1 )  V0 ln( r1 / r0 ) ln( r1 / r0 ) .

CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS • EXERCÍCIOS: 8.68 Água escoa em um tubo horizontal de área transversal constante. o diâmetro do tubo é 50 mm e a velocidade média do escoamento é 1. campo gravitacional)? .5 m/s.e. qual será a pressão necessária na entrada para manter a mesma vazão? Finalmente. quão mais baixa deve estar a saída do tubo em relação à entrada para que a mesma vazão seja mantida. qual será a pressão na entrada necessária para manter a mesma vazão? Se o tubo estiver alinhado agora de modo que a saída fique 25 m abaixo da entrada. se ambas as extremidades estão à pressão atmosférica (i. a pressão manométrica é 588 kPa e a saída é à pressão atmosférica. Determine a perda de carga no tubo.. Na entrada do tubo. Se o tubo estiver alinhado agora de modo que a saída fique 25 m acima da entrada.

de Bernoulli usa pressão manométrica ou relativa.m  Kg 1) E1  E 2  h f .CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS • RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS:   A Eq.94 (9810 )  833250 Pa   4) P1  P2  0 e V1  V2 P1 V12 P2 V22   z1    z 2  h f  z1  h f  z1  59 . 3) P1  25  59 .81 9 m  J  N.94  P1  84.94  84 .94 m  2g  2g A saída deve está a 60m abaixo no numero 1.94  34 . sem a pressão atmosférica.94 (9810 )  342761 Pa . onde V1  V2 e P2  0 P1 V12 P2 V22 588 x10 3   z1    z2  h f   h f  h f  59 .94  P1  34.94 m  2g  2g 9810 P 2) 1  25  59 . J .

5 ft / s  1.5 psig. a pressão.2m . 8.2 Psig  70329 Pa P2  6.69 Medidas foram feitas para a configuração de escoamento mostrada na Fig.CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS • EXERCÍCIOS: 8. seção (1).5 ft/s. seção (2). e a elevação é 7. a velocidade média é 5. a pressão é 10.5 ft. respectivamente.5 ft  2. Transformar as unidades: P1  10. 11.6764 m / s z1  7. Converta para unidades de energia por unidade de massa. 6.11.2 ft/s e 10. Calcule a perda de carga em ft. a velocidade média e a elevação são.2 psig.5Psig  44817 .286 m V2  11.5 ft.5Pa V1  5.2 ft / s  3.4138 m / s z 2  10. Na entrada. Na saída.5 ft  3.

054 ft Por unidade de massa: h f  32 .5 (3.81) 7.236 m Ou h f  1.2(4.054 )  130 ft / s ² .2  h f  9.143  2.169  0.594  3.4138 ) 2   2.CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS • RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS: P1 V12 P2 V22   z1    z2  h f   2g  2g 70329 (1.5686  0.81) 9810 2(9.6764 ) 2 44817 .363  h f  h f  1.59  8.286    3.236 (3.2  h f  9810 2(9.286  4.281 )  4.

CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS • EXERCÍCIOS: 8.71 Considere o escoamento no tubo do reservatório no sistema do Problema- Exemplo 8. a perda de carga é 2. Em uma condição de escoamento.0067 m³/s. Determine a profundidade do reservatório requerida para manter esta vazão.85 m a uma vazão volumétrica de 0.5. .

z 2  0 .075 ) V22 (1.81) .517 ) 2 z1   h f  z1   2.85  2.97 m 2g 2(9.517 m / s 2 A  (0.CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS • RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS: P1  P2 .0067 (4) V2    1. V1  0 Q 0.

72 Considere o escoamento no tubo do reservatório no sistema do ProblemaExemplo 8. Calcule a vazão volumétrica do reservatório. Em uma condição de escoamento.75 m e a profundidade do reservatório é 3.5. a perda de carga é 1. .60 m.CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS • EXERCÍCIOS: 8.

0266 m³ / s 4 .75   36 .02 m / s 2g 2(9.60   1.02  (0.81) 2(9.CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS • RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS: V22 V22 V22 z1   h f  3.297  V2  6.075 ) 2  0.81)    Q  VA  6.

a pressão é 1200 psig e a elevação é 150 ft. a pressão é 50 psig e a elevação é 375 ft.27 ft/s. na saída.73 A velocidade média de escoamento em um trecho de diâmetro constante da tubulação do Alasca é 8. Dados:   8829N / m³ Transformar as unidades: P1  1200 Psig  82740000 Pa P2  50 Psig  344750 Pa V1  8.3m .CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS • EXERCÍCIOS: 8.6518 m / s z1  150 ft  45.7 ft / s  2.72 m V1  V2 z 2  375 ft  114 . Calcule a perda de carga nesse trecho da tubulação. Na entrada.

72   114.5m P1 h f  2721 ft ou .35  h f  h f  829 .86  153 .72  39 .CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS • RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS: V12 P2 V22 8274000 344750   z1    z2  h f   45.3  h f  982 .05  114 .14  45.3  h f   2g  2g 8829 8829 937 .

9 kJ/kg.5 MPa e a elevação é 45 m. a elevação é de 115 m. na saída. Calcule a pressão na saída.74 Na entrada de um trecho de diâmetro constante da tubulação do Alasca. a pressão é 8. . Dados:   8829N / m³ .CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS • EXERCÍCIOS: 8. A perda de carga nessa seção da tubulação é 6.

5  2  115  703 .CONSIDERAÇÕES DE ENERGIA NO ESCOAMENTO EM TUBOS • RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS: 6.81 P V12 P2 V22 8.5 x10 6   z1    z2  h f   4.9kJ / kg   703 .36 m 9.36  P2  1672001 Pa 8829 P1 .74  2  818.9 x10 3 h f  6.36   2g  2g 8829 8829 P 1007.

3Psi  12 .895 x10 3 )  84808 .5Pa P2  Patm . V1  V2 .015875 m l  50 ft  50(0. Calcule a perda de carga.24m P1  12 .00018927 m³ / s 5 5 D  8 in  8 ( 2. z1  z 2 .309 x10 5 )  0. Transformar as unidades Q  3gpm  3(6. A queda de pressão ao longo de 50 ft de mangueira é 12.3(6.CÁLCULO DE PERDA DE CARGA EXERCÍCIOS: 8.3 psi.76 Água escoa a 3 gpm através de uma mangueira de jardim horizontal com diâmetro 5 de 8 de polegada.3048)  15.54 x10 2 )  0.

5 hf   8.36 ft P1 P1   hf  84808.CÁLCULO DE PERDA DE CARGA RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO: V12 P2 V22   z1    z2  h f   2g  2g h f  28.64m 9810 ou .

075 kg/s.5 kPa por 100 m de tubo. transporta água (65°C).80 Um tubo liso horizontal. Quando a vazão é 0. de 75 mm de diâmetro.s / m² . qual é o fator de atrito? Qual é o número de Reynolds? Este número de Reynolds normalmente indica escoamento turbulento ou laminar? Afinal. Baseado nestas medidas.CÁLCULO DE PERDA DE CARGA EXERCÍCIOS: 8.   4 x10 4 N . a queda de pressão medida é 7. o escoamento é realmente turbulento ou laminar? Dados:   999kg / m³ .

7 x10 2 m / s 3 2 A 4D 4 (75 x10 ) P1 V12 P2 V22 P  P2   z1    z 2  h f  como z1  z 2 . .075  7.51 x10 5 999 Q Q 7.7 x10 ) VD (999 )(1.51x10 5 V  2   1. então igualando as duas expressões.2 D L V 2 P1  P2 f   f  1 f  1 2 2 D 2g  LV LV LV 2 (2)(7. V1  V2  h f  1   2g  2g  L V2 E sabe-se que h f  f .CÁLCULO DE PERDA DE CARGA RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO: Q  Q1  Q2  AV  Q   m   0.7 x10 2 )( 75 x10 3 ) Re    3184 4  4 x10 O número de Reynolds indica que o escoamento é turbulento. tem-se: D 2g P  P2 2 Dg P  P2 2 D P.5)(75x10 3 ) f   0.039 2 2 (999)(100)(1.

84 Água escoa através de um tubo de 25 mm de diâmetro que subitamente alarga-se para um diâmetro de 50 mm. Compare com o valor para escoamento sem atrito. A vazão através do alargamento é 1. Calcule o aumento de pressão através do alargamento.25 l/s. .CÁLCULO DE PERDA DE CARGA EXERCÍCIOS: 8.

25l / s .0625 )( 2. e deixando as  k  0. D2  50 mm .55m / s .55 ) 2 (2. Q  1.4  40% P 3048 .55 ) 2 (2. tem-se: P  P2 P1 P2 (2.55 ) 2         2g  2g 9810 2g 2g P1  P2  3048 Pa  P2  P1  3048 Pa P1 Patrito 1227   0.0625 )( 2.56 )  0.125   1 9810 2g 9810 2g 2g 9810 P1  P2  1227 Pa ou P2  P1  1227 Pa Sem atrito: h f  0 V12 P2 (0.55 ) 2     (0. E V1  A2 4 A1  (25x10 3 ) 2 4 P1 P1 V12 P2 (0.55 ) 2 (0.CÁLCULO DE PERDA DE CARGA RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO: D1  25 mm .25V1 ) 2 P1  P2 (0.25V1 ) 2 V12 V12 P2 V22 V12   z1    z2  k  z1    z2  k    2g  2g 2g  2g  2g 2g velocidades em função de V1 .56 (pela tabela). Q1  Q2  Q   V1 A1  V2 A2  V1 (25) 2  V2 (50) 2  V1  4V2  V2  0.25x10 3    2.25V1 4 4 2 2 P1 V1 P2 V2 V12   z1    z 2  h f  como z1  z 2 e h f  k (alargamento). sendo  2g  2g 2g A1 1 Q 1.

86 Água escoa através de um tubo de 50 mm de diâmetro que subitamente contrai-se para 25 mm.4 kPa. A queda de pressão através da contração é 3. . Determine a vazão em volume.CÁLCULO DE PERDA DE CARGA EXERCÍCIOS: 8.

4V22 (0.4 A1 4 4   V1 A1  V2 A2  V1 (50) 2  V2 (25) 2  V1  0.35 (2)(9.25  k  0. A   A1  (50 x10 3 ) 2  0.27  (25 x10 3 ) 2  1.11 x10 3 m³ / s 4 .4V22 V12   z1    z2  k       2g  2g 2g  2g 2g 2g 1.3375 V22  0.25 ) 2 V22      0.00049.4 x10 3 V22 0.27 m / s   Q  VA  2.81)  V2  2. A2  (25x10 3 ) 2  0.25V2  V2  4V1 4 4 P1 V12 P2 V22 V22 P1  P2 V22 0.0625 V22 3.35   9810 2g 2g 2g 2g 2g 1.4V22 0.CÁLCULO DE PERDA DE CARGA RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO: D1  50 mm . 2  0.001964 . D2  25 mm .

MEDIDORES DE VAZÃO
• EXERCÍCIOS
8.158
Água a 150°F escoa através de um orifício com diâmetro de 3 in instalado em um tubo de 6 in de diâmetro interno. A vazão é 300 gpm. Determine a diferença de pressão entre as tomadas de canto. Dados: v  4,357 x10 7   1000
,
OBS: A Placa de orifício tem o seu valor de K retirado de um gráfico que é função do número de Reynolds e da
razão entre os diâmetros.

Transformando Unidades:
D2  3in  3(0,0254 )  0,0762 m Dtubo (1)  6in  6(0,0254 )  0,1524 m
Q  300 gpm  300 (6,309 x10 5 )  0,01893 m³ / s

 mreal  kA2 2 (P)

MEDIDORES DE VAZÃO
• RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 8.158
V1  Q 4(0,01893 )   1,04 m / s 2 A  (0,1524 ) VD 1,04 (0,1524 ) Re 1  1   3,63 x10 5 7 v 4,357 x10 D 0,072  2   0,472 D1 0,1524

Pelo gráfico da figura 8.20: k = 0,624 Substituindo na equação:

 Vazão em massa: mreal  Q
Igualando:
2

 2Q 2 Q 2 Q  kA2 2 (P)   Q  k A 2  (P)  P  2 2  2 2 k A2 2  2k A2
2 2 2 2

P 

(1000)(0,01893) 2   2(0,624) 2  (0,0762) 2  4 
2

 22.125Pa

MEDIDORES DE VAZÃO
• EXERCÍCIO:

8.161

Um medidor venturi, com 75 mm de diâmetro na garganta, é instalado em uma linha de 150 mm de diâmetro que transporta água a 25°C. A queda de pressão entre a tomada de montante e a garganta do venturi é 300 mm de mercúrio. Calcule a vazão. Assumindo C = 0,99, SG = 13,6, g = 9,81,  H 2O =1000

5 D1 150 C 0.SG.5) A2   (0.81)(1000 )  40000 Pa 4 D 75  2  0.14  m 40 .6)(9. H 2O  300 x10 3 (13.075) 2  0.14 Q  real   0.g.0044) 2(1000)(40000)  40.0044m²   mreal  kA2 2 (P)  mreal  (1.99 k   1.04014 m³ / s  1000 .158 P  h  h.MEDIDORES DE VAZÃO • RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 8.02 4 4 1  1  (0.02)(0.

MEDIDORES DE VAZÃO
• EXERCÍCIO:

8.163 Considere um venturi horizontal de 2 x 1 in, com escoamento de água.
Para um diferencial de pressão de 20 psi, calcule a vazão em volume. Assumindo C = 0,99

Transformando Unidades:
D2  1in  1(0,0254 )  0,0254 m D1  2in  2(0,0254 )  0,0508 m P  20 Psi  20 (6,895 x10 3 )  137900 Pa

MEDIDORES DE VAZÃO
• RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 8.163:
D2 0,0254   0,5 D1 0,0508 C 0,99 k   1,02 4 4 1  1  (0,5)



4  mreal  kA2 2 (P)  1,02(0,000507) 2(999)(137900)  8,584m³ / s  mreal 8,584 Q   0,00859 m³ / s  1000

A2 

(0,0254) 2  0,000507m²

EXERCÍCIOS – 10.3
• 10.3 As dimensões do rotor de uma bomba centrífuga são •

• A bomba é acionada a 1250 rpm enquanto bombeia água. Calcule a altura de carga teórica e a potência mecânica de alimentação da bomba, se a vazão é 0,10 m³/s.
FÓRMULAS

Vti  U i  Vni (cot g i )

Vni 

sen i 

Vni Vrbi

Vrbi

Q 2ri bi V  ni sen i

U i  ri 

H

1 (Vt 2U 2  Vt1U 1 ) g

  Wm  (Vt 2U 2  Vt1U 1 )m  QH

75m / s Vt 2  U 2  Vn 2 (cot g 2 ) Q 0.73m / s V sen 2  n 2 Vrb 2 V 2.12 Vrb 2  n 2   2.73  2.82)(6.10)(999)  97.1 Vn 2    2.075)  9.82m / s V sen1  n1 Vrb1 V 5.305m / s 2r1b1 2 (0.075)(0.75)]  99.12(cot g 70 0 )  31.95)  (9.75)(31.1 Vn1    5.25)(0.03) U 2  r2  (130.9 KW H .95)  (9.12m / s sen1 sen60 0 Vt1  9.9m g 9.75)(31.9)(0.RESOLUÇÃO – EX.12m / s 2r2 b2 2 (0. 10.82)(6.9rad / s 60 SAÍDA Vt1  U 1  Vn1 (cot g 1 ) Q 0.82  5. Entrada 2  130.9)(0.26m / s sen 2 sen70 0 Vt 2  32.95m / s 1 1 (Vt 2U 2  Vt1U 1 )  [(32.305 Vrb1  n1   6.3   1250.305(cot g 60 0 )  6.04) U 1  r1  (130.81   Wm  (Vt 2U 2  Vt1U 1 )m  [(32.75)](0.25)  32.

Calcule a altura de carga teórica e a potência mecânica de alimentação da bomba se a vazão é 5. Vti  U i  Vni (cot g i ) Vni sen i  Vrbi Vni  Vrbi Q 2ri bi Vni  sen i U i  ri  H 1 (Vt 2U 2  Vt1U 1 ) g   Wm  (Vt 2U 2  Vt1U 1 )m  QH .5 As dimensões do rotor de uma bomba centrífuga são • A bomba é acionada a 575 rpm e o fluido é água.00 m³/s.5 • 10.EXERCÍCIO – 10.

08) U 2  r2  (1.58(cot g 40 0 )  4.4)(60.4)(0.21)  72.25m / s V sen 2  n 2 Vrb 2 V 8.21)  24.2)(0.09)(4. ENTRADA 2  60.25)(67.3m g 9.29m / s 2r2 b2 2 (1.21rad / s 60 SAÍDA Vt1  U 1  Vn1 (cot g 1 ) Q 5 Vn1    16.09  16.79m / s sen1 sen 40 0 Vt1  24.25  8.29 Vrb 2  n 2   9.47 m / s H 1 1 (Vt 2U 2  Vt1U 1 )  [(72.47)  (24. 10.5   575.85MW .09m / s V sen1  n1 Vrb1 V 16.57 m / s sen 2 sen60 0 Vt 2  72.33m / s Vt 2  U 2  Vn 2 (cot g 2 ) Q 5 Vn 2    8.3)  23.33)]  486.81  Wm  QH  (9810)(5)(486.2)(60.RESOLUÇÃO – EX.58 Vrb1  n1   25.12) U 1  r1  (0.58m / s 2r1b1 2 (0.29(cot g 60 0 )  67.

8 Para o rotor do Problema 10. Calcule a altura de carga teórica e a potência mecânica teórica de entrada na bomba.   ? SEÇÃO (1) r(mm) b(mm) 75 40 60 SEÇÃO (2) 250 30 70  Vti  U i  Vni (cot g i ) Vni sen i  Vrbi Vni  Vrbi Q 2ri bi Vni  sen i U i  ri  H 1 (Vt 2U 2  Vt1U 1 ) g   Wm  (Vt 2U 2  Vt1U 1 )m  QH .3.25 m³/s.8 • 10. determine a velocidade de rotação para a qual a componente tangencial da velocidade de entrada é zero se a vazão volumétrica for 0.EXERCÍCIO – 10.

075 1 1 (Vt 2U 2  Vt1U 1 )  [(25.25)  25.31(cos 60)   102rad / s r1 0.RESOLUÇÃO – EX.25)(61.8 Entrada Vt 1  0 Vt1  U 1  Vrb1 (cos  1 ) Q 0.263m / s 2r1b1 2 (0.81  Wm  QH  9810(0.263 Vrb1  n1   15.6)  0]  61.04) V 13. 10.25 Vn1    13.305m / s 2r2 b2 2 (0.65m / s sen 2 sen70 0 Vt 2  25.52m / s Q 0.65(cos 70 0 )  23.52)(23.25 Vn 2    5.38m g 9.305 Vrb 2  n 2   5.52  5.6m / s r1  Vrb1 (cos 1 )  Vrb1 (cos 1 ) 15.31m / s sen1 sen60 0 U 1  r1 Vt1  r1  Vrb1 (cos 1 )  0 SAÍDA U 2  r2  (102)(0.25)(0.03) V 5.075)(0.38)  150KW H .

25 m³/s. Calcule a altura de carga teórica e a potência mecânica teórica de entrada na bomba.3.EXERCÍCIO – 10.   ? SEÇÃO (1) r(mm) b(mm) 75 40 60 SEÇÃO (2) 250 30 70  Vti  U i  Vni (cot g i ) Vni sen i  Vrbi Vni  Vrbi Q 2ri bi Vni  sen i U i  ri  H 1 (Vt 2U 2  Vt1U 1 ) g   Wm  (Vt 2U 2  Vt1U 1 )m  QH . determine a velocidade de rotação para a qual a componente tangencial da velocidade de entrada é zero se a vazão volumétrica for 0.9 • 10.8 Para o rotor do Problema 10.

16)  2.62)(132.27  18.54rad / s 60 U 1  r1  78.9 Entrada Vt1  0 2  78.27m / s Q 1.62m³ / s H 1 1 (Vt 2U 2  Vt1U 1 )  [(39.5)  39.175)(0.52)( sen65 0 )  29.81  Wm  QH  9810(1.48m / s Q  Vn1 .b1  (29.74m / s Vt1  U 1  Vrb1 (cos 1 )  0 SAÍDA   750 Vrb1  U1 13.52m / s 0 cos 1 sen65 U 2  r2  (78.175)  13.19 Vrb 2  n 2   18.03) V 17.74   32.29(cos 70 0 )  33m / s Vn1  Vrb1 sen 1  (32.62 Vn 2    17.5)(0. 10.29m / s sen 2 sen70 0 Vt 2  39.r1 .19m / s 2r2 b2 2 (0.RESOLUÇÃO – EX.16m g 9.54(0.27)(33)  0]  132.05)  1.54)(0.1MW .2. .48)(2 )(0.

EXERCÍCIO – 10.10 • 10.  60.   575.5. Calcule a altura de carga teórica e a potência 2 mecânica teórica de entrada.10 Para o rotor do Problema 10.21rad / s 60 SEÇÃO (1) r(mm) b(mm) 400 120 ? SEÇÃO (2) 1200 80 60  Vti  U i  Vni (cot g i ) Vni sen i  Vrbi Vni  Vrbi Q 2ri bi Vni  sen i U i  ri  H 1 (Vt 2U 2  Vt1U 1 ) g   Wm  (Vt 2U 2  Vt1U 1 )m  QH . determine o ângulo de entrada da pá para o qual a componente tangencial da velocidade de entrada é zero se a vazão volumétrica for 8 m³/s.

25m / s Vt 2  72.08) U 2  r2  (1.53m / s 2r1b1 2 (0.53 1  47.2)(0. 10.4)(60.09m / s U cot g1  1 Vn1 24.10   575.4)(0.25(cot g 60 0 )  64.21rad / s 60 Vt1  U 1  Vn1 (cot g 1 )  0 Q 8 Vn1    26.RESOLUÇÃO – EX. ENTRADA 2  60.21)  24.81  Wm  QH  (9810)(8)(475)  37.21)  72.6)]  475m g 9.6m / s 1 1 H  (Vt 2U 2  Vt1U 1 )  [(72.7 0 SAÍDA Vt 2  U 2  Vn 2 (cot g 2 ) Q 8 Vn 2    13.25  13.25)(64.908 26.2)(60.09 cot g 1   0.34MW .26m / s 2r2 b2 2 (1.12) U 1  r1  (0.

Determine o ângulo absoluto do escoamento de saída (medido em relação à direção normal). .EXERCÍCIO 10. Trace o diagrama de velocidade de saída. Avalie a potência hidráulica fornecida pela bomba. Determine o ângulo de entrada nas pás para o qual a velocidade de entrada não possui componente tangencial.14 • Uma bomba centrífuga. projetada para bombear água a 1300 rpm tem dimensões Desenhe o diagrama de velocidade de entrada para uma vazão volumétrica de 35 l/s. Determine a altura de carga desenvolvida pela bomba. se a sua eficiência é de 75%.

34MW .24(cot g 40 0 ) U1 Vn1 13.0075) U 2  r2  (136.81  Wm  QH  (9810)(8)(475)  37.25)(64.436 5.1)(0.14)(0.61m / s Vt1  U 1  Vn1 (cot g 1 )  0 SAÍDA Q 35 x10 3 Vn 2    4.82m / s Vt 2  U 2  Vn 2 (cot g 2 )  23.01) U 1  r1  (136.6)]  475m g 9.14rad / s 60 Vt1  0 Q 35 x10 3 Vn1    5.57 1  22.24m / s 2r2 b2 2 (0.26 0 cot g1  H Vt 2  18.24  2  77.RESOLUÇÃO – EX.76   4.27 0 1 1 (Vt 2U 2  Vt1U 1 )  [(72.425 Vn 2 4.175)(0.14)(0.61 cot g1   2.82  4.57 m / s 2r1b1 2 (0. 10.14   1300 ENTRADA 2  136.175)  23.76m / s tg 2  Vt 2 18.1)  13.

Trace o diagrama de velocidades de saída.029m³/s) PARÂMETRO ENTRADA SAÍDA RAIO.1524 Largura da pá. r (m) 0.0762 0. Estime a mínima potência mecânica entregue à bomba. se a velocidade de entrada não possui componente tangencial. (grau) 25 40 • Desenhe o diagrama de velocidades de entrada. Determine o ângulo absoluto do escoamento de saída (medido em relação à direção normal). Avalie a altura de carga teórica desenvolvida pela bomba. . EXERCÍCIO – 10. projetada para bombear água a 460 gpm tem dimensões (Q = 0. b (m) 0.17 • Uma bomba centrífuga.00762 0. Determine a velocidade de projeto.00635 Ângulo da pá.

88 m g 9.0762 Vt 2  34.96 Vn 2 4.43)  0]  98.RESOLUÇÃO – EX.17 ENTRADA SAÍDA Vt1  U 1  Vn1 (cot g 1 )  0 0.77(cot g 40 0 )  28.1524)  34.1524)(0.87rad / s 0.47 0 H 1 1 (Vt 2U 2  Vt1U 1 )  [(34 .029 Vn 2   4.81  Wm  QH  (9810 )( 0.87)(0.0762)(0.12m / s Vt1  r1  Vn1 (cot g1 )  0 r1  Vn1 (cot g 1 ) V (cot g1 )   n1 r1 (7.12  4.00635) 2r1b1 2 (0.77  2  80.029 Vn1    7.12 )( 28.95)(cot g 25 0 )   223.95m / s 2 (0.43   5.88 )  28131 W .00762) U 2  r2  (223.029 )(98. 10.43m / s cot g 2  Vt 2 28.77m / s Q 0.

. Avalie as alturas totais de carga dinâmica na entrada e na saída da bomba.25 • Dados medidos durante testes de uma bomba centrífuga a 2750 rpm são • A vazão é 15 m3/h e o torque aplicado ao eixo da bomba é 8.m.5 N. a potência hidráulica entregue ao fluido e a eficiência da bomba. Especifique o tamanho (potência) do motor elétrico necessário para acionar a bomba. Se a eficiência do motor elétrico for 85%. calcule a potência elétrica necessária.EXERCÍCIO – 10.

85 Pm  .05  45.RESOLUÇÃO – EX.5) 2  Hp    9    2.00417 )( 45.6  15.28hp 0.5   9810    2g 2g   desc arg a ( 2 )  9810  sucção(1) H p  60.76  76%  Wm 2448 A potência requerida pelo rotor é: 2448  3.00417 m ³ / s 60 3600  p V2   p V2  Hp    z    z   2g      desc arg a ( 2)   2 g  sucção(1)  500 x10 3 (3.5) 2   120 x10 3 (2.98)  2448W Rendimento ( p ) p   Wh 1863   0.5m  W  QH  (9810)(0.25   2750 2 15  287. 10.5)  1863W h p A potência mecânica de entrada é:  Wh  T  (8.5)( 287.98rad / s Q  0.76 P 2448 Pe  m   2880W e 0.

00635 Ângulo da pá. Avalie a altura de carga teórica desenvolvida pela bomba.17 • Uma bomba centrífuga. b (m) 0.1524 Largura da pá.029m³/s) PARÂMETRO ENTRADA SAÍDA RAIO.0762 0. EXERCÍCIO – 10. r (m) 0.00762 0. Determine a velocidade de projeto. Determine o ângulo absoluto do escoamento de saída (medido em relação à direção normal). (grau) 25 40 • Desenhe o diagrama de velocidades de entrada. Trace o diagrama de velocidades de saída. . projetada para bombear água a 460 gpm tem dimensões (Q = 0. Estime a mínima potência mecânica entregue à bomba. se a velocidade de entrada não possui componente tangencial.

1524)  34.00635) 2r1b1 2 (0.95m / s 2 (0.95)(cot g 25 0 )   223.12  4.87)(0.1524)(0.029 Vn1    7.12m / s Vt1  r1  Vn1 (cot g1 )  0 r1  Vn1 (cot g 1 ) V (cot g1 )   n1 r1 (7.77  2  80.00762) U 2  r2  (223.029 Vn 2   4.43   5.88 m g 9.77m / s Q 0.0762)(0.43)  0]  98.88 )  28131 W .87rad / s 0.17 ENTRADA SAÍDA Vt1  U 1  Vn1 (cot g 1 )  0 0.77(cot g 40 0 )  28.96 Vn 2 4.12 )( 28.81  Wm  QH  (9810 )( 0.029 )(98. 10.43m / s cot g 2  Vt 2 28.47 0 H 1 1 (Vt 2U 2  Vt1U 1 )  [(34 .RESOLUÇÃO – EX.0762 Vt 2  34.

Especifique o tamanho (potência) do motor elétrico necessário para acionar a bomba.25 • Dados medidos durante testes de uma bomba centrífuga a 2750 rpm são • A vazão é 15 m3/h e o torque aplicado ao eixo da bomba é 8. Se a eficiência do motor elétrico for 85%.EXERCÍCIO – 10. a potência hidráulica entregue ao fluido e a eficiência da bomba. calcule a potência elétrica necessária. Avalie as alturas totais de carga dinâmica na entrada e na saída da bomba.m.5 N. .

98rad / s Q  0.05  45.6  15.85 Pm  .5) 2   120 x10 3 (2.28hp 0.5)  1863W h p A potência mecânica de entrada é:  Wh  T  (8.76  76%  Wm 2448 A potência requerida pelo rotor é: 2448  3.5   9810    2g 2g   desc arg a ( 2 )  9810  sucção(1) H p  60.25   2750 2 15  287.76 P 2448 Pe  m   2880W e 0.5)( 287.RESOLUÇÃO – EX.00417 m ³ / s 60 3600  p V2   p V2  Hp    z    z   2g      desc arg a ( 2)   2 g  sucção(1)  500 x10 3 (3.5) 2  Hp    9    2. 10.5m  W  QH  (9810)(0.98)  2448W Rendimento ( p ) p   Wh 1863   0.00417 )( 45.

EXERCÍCIO 10. 2 . A uma vazão de 350 gpm (0. o rotor tem pás curvadas para trás com  = 60° e b2 = 0.50 in (0.57 m/s). a velocidade radial de saída é Vn = 11.26 rad/s).0127 m).43 rad/s).35 10.35 Uma bomba centrífuga opera a 1750 rpm (183.0220815 m³/s).7 ft/s (3. Estime a altura de carga que esta bomba pode desenvolver a 1150 rpm (120.

1  2     Q   Q  Q Q2     13  3    1D1 2 D2  An 2U 2 1  An 2U 2  2 Q'  ' 0.43  Vn''2  (3.0145m³ / s   Q' '  ' ' Q' ' 120 .35 ) cos(60 )  8.26 Vn 2  ' ' ' U 2'   ' ' r2  (120 . a altura de carga será dada por: ' VT''2U 2' (9.RESOLUÇÃO DO EX. ' Q '  Vn' 2 (2 )( r2' )( b2 ) b' 2 = 0.16 ) H   7.26   Q' '  0. V ' n2 = 3.43 rad/s Considerando o mesmo diâmetro.26 rad/s.43 Então se os diâmetros são iguais: Vn' 2  ' 120 .57 )  2.35  ' = 183. Q ' = 0.57 m/s ' ' = 120. 10.0220815 183 .00220815 m³/s. faremos a análise de semelhança através do coeficiente de vazão.81 .16 m / s Logo.0127 m.0775 )  9.43)( 0.76 m g 9.33)(8.35 m / s  '' 183 .33 m / s ' VT''2  U 2'  V ' ' n 2 cos  2  9.33  (2.

36 Use os dados abaixo para verificar as regras de similaridade para uma bomba com diâmetro de impulsor D = 11.76 rad/s) .76 Q (gpm) 470 970 Q (m³/s) 0.677 100.7 131. operada a 1750 rpm (183.0612 H (ft) 104 430 H (m) 31.36 10.26 371.1 Wm (HP) 17 135 Wm (W) 12.2794 m).0297 0. N (RPM) Bomba 1 1750 Bomba 2 3550 Rad/s Bomba 1 Bomba 2 183.26 rad/s) e 3550 rpm (371.0 in (0.670 Rendimento (%) 73 74 Rendimento (%) 73 74 .EXERCÍCIO 10.

8 12  2 2 (371.26) 3  3  P1  P2 3  P1  100670  12060 13  2 2 (371.76) Este valor encontrado é semelhante ao que está tabelado acima 12 (183.36 Os coeficientes de similaridade são: Q1 Q2  3 1 D13  2 D2 H H Carga: 2 1 2  2 2 2 1 D1  2 D2 P P Potência: 3 1 5  3 2 5 1 D1  2 D2 Vazão: Considerando D1  D2 . tem-se: Q1 1  Q2 2  Q1  Q2 1 (183.1  31. 10.76) 2 H1 H2 Este valor encontrado é semelhante ao que está tabelado acima 13 (183.0612  0.26) 2  2  H 1  H 2 2  H 1  131.26)  Q1  0.030 2 (371.76) 3 P1 P2 Percebe-se mais uma vez a similaridade entre as bombas .RESOLUÇÃO DO EX.

472 rad/s). em escala 1:3.572 m).46 10.09 rad/s). estime a vazão. operando a N m = 100 rpm (10. produz uma vazão Qm = 32 cfs (pés cúbicos por segundo) ou (0. . a altura de carga e a potência requerida se a velocidade de projeto é 125 rpm (13. O fluido é água.46 Um modelo de bomba centrífuga.906 m³/s) com uma altura de carga H m = 15 ft (4. Admitindo eficiências comparáveis para modelo e protótipo.EXERCÍCIO 10.

46 Dm 1  Dp 3 Os coeficientes de similaridade são: Qp p Qm Vazão:   Q p  Qm  3   m Dm  p D 3 p  m  D p   D  m   13.09  3   0.472   3 H  H Carga: 2 m 2  2 p 2  H p  H m  p   m Dm  p D p  m     2  Dp  D  m 3   13. que é dada pela equação: Pm  Qm H m  9810(0. 10.09  5 Logo: Pp  40635  3  19269140W  10.472  .294   10.906 3  30. teremos que antes encontrar a potência hidráulica do modelo.09  2   4.906)(4.RESOLUÇÃO DO EX.572  3  64.472   2 2 Pp p Pm Potência: 3 5  3 5  Pp  Pm    m Dm  p D p  m      Dp  D  m     5 Contudo.58   10.572)  40635W 3  13.

(grau) 25 40 • Desenhe o diagrama de velocidades de entrada. Estime a mínima potência mecânica entregue à bomba. Determine o ângulo absoluto do escoamento de saída (medido em relação à direção normal).17 • Uma bomba centrífuga.029m³/s) PARÂMETRO ENTRADA SAÍDA RAIO. b (m) 0.0762 0. se a velocidade de entrada não possui componente tangencial. Determine a velocidade de projeto.1524 Largura da pá. . EXERCÍCIO – 10. projetada para bombear água a 460 gpm tem dimensões (Q = 0. Avalie a altura de carga teórica desenvolvida pela bomba.00635 Ângulo da pá. Trace o diagrama de velocidades de saída.00762 0. r (m) 0.

12m / s Vt1  r1  Vn1 (cot g1 )  0 r1  Vn1 (cot g 1 ) V (cot g1 )   n1 r1 (7.12 )( 28.43m / s cot g 2  Vt 2 28.87rad / s 0. 10.96 Vn 2 4.77(cot g 40 0 )  28.81  Wm  QH  (9810 )( 0.029 Vn1    7.88 m g 9.00762) U 2  r2  (223.1524)  34.00635) 2r1b1 2 (0.88 )  28131 W .43   5.95)(cot g 25 0 )   223.0762)(0.0762 Vt 2  34.029 Vn 2   4.77m / s Q 0.47 0 H 1 1 (Vt 2U 2  Vt1U 1 )  [(34 .77  2  80.029 )(98.95m / s 2 (0.43)  0]  98.1524)(0.17 ENTRADA SAÍDA Vt1  U 1  Vn1 (cot g 1 )  0 0.87)(0.12  4.RESOLUÇÃO – EX.

EXERCÍCIO – 10. Especifique o tamanho (potência) do motor elétrico necessário para acionar a bomba. . Se a eficiência do motor elétrico for 85%.25 • Dados medidos durante testes de uma bomba centrífuga a 2750 rpm são • A vazão é 15 m3/h e o torque aplicado ao eixo da bomba é 8. Avalie as alturas totais de carga dinâmica na entrada e na saída da bomba. calcule a potência elétrica necessária. a potência hidráulica entregue ao fluido e a eficiência da bomba.m.5 N.

6  15.05  45.5)  1863W h p A potência mecânica de entrada é:  Wh  T  (8. 10.98rad / s Q  0.00417 )( 45.76  76%  Wm 2448 A potência requerida pelo rotor é: 2448  3.5) 2  Hp    9    2.5   9810    2g 2g   desc arg a ( 2 )  9810  sucção(1) H p  60.76 P 2448 Pe  m   2880W e 0.98)  2448W Rendimento ( p ) p   Wh 1863   0.5)( 287.25   2750 2 15  287.5) 2   120 x10 3 (2.28hp 0.5m  W  QH  (9810)(0.85 Pm  .00417 m ³ / s 60 3600  p V2   p V2  Hp    z    z   2g      desc arg a ( 2)   2 g  sucção(1)  500 x10 3 (3.RESOLUÇÃO – EX.