RICCEURl

PAUL TTIEMPO Y NARRACIÓN

configuración del tiempo en el relato tiistórico

Malerial protegido por derechos de autor

traducción de A G U S T Í N NEIRA

TIEMPO Y NARRACIÓN I Configuración del tiempo en el relato histórico
por PAUL RICCEUR

siglo veintiuno ecftores

m

siglo xxl editores, s.a. de c.v.
C E R R O DEL AGUA 248, DELEGACIÓN C O Y O A C A N , D4310, M É X I C O . D F

siglo xxi editores argentina, s.a.
T U C U M A N 1 6 2 1 . 7 N, C 1 0 5 0 A A G . B U E M O S A I R E S , A R G E N T I N A

portada de carios palleiro primera edición en español, 1^95 quinta edición en español, 2004 © siglo XX! editores, s.a. de c.v. isbn 968-23-1965-x (obra completa) isbii 968-23-1966-8 (volumen 1) primera edición en francés, 1985 © édilions du seuil, paris título original: lemps el récit. i: ¡ 'hisíoire el le récit derechos reservados conforme a la ley impreso y hecho en méxico/printed and made in mexico

ÍNDICE

PRESENTACIÓN DE LA EDICIÓN ESPAÑOLA, por MACEIRAS INTRODUCCIÓN

MANUEL 9 31

PRIMERA PARTE: EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN Y TEMPORALIDAD
1. APORÍAS DE L.\ EXPERIENCIA DEL TIEMPO. EL LIBRO XI DE 41

LAS CONFESIONES DE SAN AGUSTÍN 1. Aporías del ser y del no-ser del tiempo, 44; 2- l a medida del tiemp o , 53; 3. "Intcntio" y "disEentio", 58; 4. El contraste d e la eternidad, 66

2.

LA C O N S T R U C C I Ó N DE LA TR-'VMA. U N A LKCTURA DE LA 80

POÉTICA DE ARISTÓTELES 1. La melódica; el b i n o m i o "mimesis"-"mythos", 82; 2- La trama: iin m o d e l o d e concordancia, 91; 3. La discordancia incluida, 97; 4. El antes y el después de la configuración poética, 103

,

3.

TIEMPO Y NARRACIÓN. LA TRIPLE "MIMFJ5IS"

113

I. Mimesis I II. Mimesis II III. Mimesis III
1. El círculo de la "mimesis", 141; 2. Configuración y lectura, 146; 3. Narratividad y referencia, 148; 4. El tiempo narrado, 155

115 130 139

[7J

8

ÍNDICE

SEGUNDA PARTE: HISTORIA Y NARRACIÓN
1. El. F.CLIPSE D E l A NARRACIÓN 1. Eclipse del acontecimiento e n la historiogi-afía francesa, 170; 2. Eclipse de la comprensión: el m o d e l o "nomológíco" e n la filosofía analítica d e lengua inglesa, 194 2. ALEGATOS EN FAVOR D K I J V NARRACIÓN 209 169

I. Explosión del modelo nomolágico
1. Una explicación sin legalidad: William Dray, 209; 2. La explicación histórica según G. Henrik v o n Wright, 224

209

íí. Argumentos "narrativistas"
L IJI "fj-ase narrativa" s e g ú n Arthur Danto, 242; 2- Proseguir una his­ toria, 251; 3. El acto configurante, 260; 4. La explicación por medio d e la trama, 269; 5. "Cómo se escribe la historia", 281

241

3.

LA INTENCIONALIDAD HISTÓRICA Introducción, 290; 1. La imputación causal singular, 300; 2. Las enti­ dades d e primer o r d e n de la historiografía, 315; 3. T i e m p o d e !a his­ toria y deiiiino del aconiecimienfo, 335

CONCLUSIONES

365

P R E S E N T A C I Ó N D E LA E D I C I Ó N E S P A Ñ O L A

La filosofía d e Paul Ricoeur arriba a sus conclusiones tras u n a discusión lenta y rigurosa con los interlocutores q u e considera n o m á s afines a sus propósitos, sino con aquellos q u e m á s los p o n e n en e n t r e d i c h o . T o d a su filosofía está así e l a b o r a d a d e s d e u n a pluralidad d e intervenciones que, d o t á n d o l a d e u n a evidente riqueza, la complica e incluso c o m p r o m e t e . El objeto de esta presentación, al publicarse en español el prim e r volumen de su última obra, es llamar la atención sobre la p r o f u n d a u n i d a d n o sólo d e su p r o p ó s i t o ontológico fundamental, sino también d e la p e r ü n e n c i a e n la elección d e interlocutores y temas. Tal llamada d e atención m e parece justificada teniendo en c u e n t a q u e u n a lectura d e la o b r a d e Ricceur, d e s d e presup u e s t o s n o estrictamente ontológicos, dejaría su filosofía desposeída d e su único objetivo. Nuestra intención es, p r e c i s a m e n t e , contribuir a señalar ese hilo c o n d u c t o r ontológico q u e n o p u e d e olvidarse al leer i o d o s sus textos sobre el simbolismo, la lingüística, la poética, la historia, la narratividad, etc. Sin d u d a , el filósofo va a e n c o n t r a r e n la o b r a d e Ricoeur materiales h e t e r o g é n e o s y extraños al lenguaje ontológico tradicional q u e d e b e r á p e n s a r e integrar e n la u n i d a d del discurso sobre el ser del yo. Y el n o filósofo (lingüista, historiador, mitólogo, n a r r a t ó l o g o , psicoanalista, teólogo, etc.), n o p o d r á pasar p o r alto, a su vez, la i n t e n c i ó n ontológica d e toda la obra. Las páginas siguientes p r e t e n d e n señalar los hitos d e este itinerario p r o g r e s i v a m e n t e consecuente.

I. F E N O M E N O L O G Í A V HERMENÉUTICA

C o n sus palabras, p o d r í a la filosofía d e Ricoeur ser llamada " u n a filosofía sobre el sentido del sentido". ¿ Q u é significa tal redundancia? Rápida y v u l g a n n e n t e dicho, significa q u e el lenguaje usufructúa el sentido q u e es p a t r i m o n i o del yo. P o r lo tanto, el [9]

el lenguaje. convertido e n polo intencional. p r e t e n d e fundar las condiciones d e t o d o c o n o c i m i e n t o absoluto y universal —de t o d a ciencia.1o PRESENTACIÓN DE LA EDICIÓN ESPAÑOLA sentido.. F u n d a m e n t o q u e radica e n la intuición del sujeto p o r sí mi. La fenomenología se convierte así en u n a reivindicación del " f u n d a m e n t o último". c o m o correlato objetivo. p o r lo tanto— en u n a d i m e n s i ó n n o psicológica q u e Husserl llama fenomenológica. q u e se enfrenta. Y eso n o sólo en las Investigaciones lógicas y en las Meditaciones cartesianas. es ella "su realización" al p r e t e n d e r h a c e r posible u n a fenomenología real q u e logre evitar la huida hacia u n f u n d a m e n t o inalcanzable. d e significados esenciales. la fenomenología se confina e n u n a b ú s q u e d a retroactiva —inacabada siempre— hacia el f u n d a m e n t o subjetivo. libre d e t o d o supuesto y d e toda traza naturalista y positivista. para su filosofía. c o m o le s u c e d e a Husserl. Eso sería. a u n campo. O sea. 1. De este m o d o . dificultosamente b u s c a d o p o r la filosofía de Ricceur. P o r el contrario. se apoya la reflexión para identificar la realidad d e la conciencia intencional. La h e r m e n é u t i c a d e Ricceur. en polémica c o n el psicologismo. Precisemos tales conceptos. q u e lo pieriamente intuido es la subjetividad inm a n e n t e . el naturalismo y la antropología. movida p o r p r e o c u p a c i o n e s poéticas. a b a n d o n a n d o a Husserl. retirar d e la reflexión "el aguijón d e la lucha" y. injertada sin d u d a e n la fenomenología d e Husserl. van a ser el polo objetivo en el que. ya q u e su r e c u r s o p o s t r e r o —la Lebenswelt— n o deja d e ser u n a realidad siempre supuesta y n u n c a encontrada. históricas o literarias. los signos. viene a ser su subversión e n la m e d i d a e n que. la auténtica significación d e su e m p r e s a . el j o se hace intelectualmente p r e s e n t e a sí m i s m o p a r a considerar intuitivamente sus actos sin confundirse con ellos. los textos. del m u n d o . d e s d e el inicio. n o se agota en la interpretación n e u t r a y desinteresada d e los textos.. sino incluso en el último Husserl. r e s u l t a n d o siempre! d u d o s a t o d a trascendencia. r e c o r d a n d o a Fichte. c o m o él m i s m o reconoce. . esto es. P o r m e d i o d e la epojé. C o n este m é t o d o . La fenomenología d e Husserl. se pretend e alcanzar u n á m b i t o d e sentido q u e p r e s c i n d e d e las cosas y d e cuestiones d e h e c h o .smo. p o r lo tanto.

Esta pertenencia ontológica yo-mundo e s anterior y previa a la constitución del yo c o m o sujeto e n f r e n t a d o c o n u n m u n d o d e objetos. E n efecto. cada síntesis objetiva r e m i t e a u n a cada vez más radical síntesis subjetiva. la reflexividad del yo n o logra alcanzar la inteligibilidad d e l sentido intencional d e los actos noétícos. E n efecto. y. el sujeto q u e i n t e r r o g a d e b e s e r c o n s i d e r a d o c o m o perten e c i e n t e a la cosa s o b r e la q u e interroga. al idealismo. P u e s t o q u e la c o m p r e n s i ó n q u e resulta d e la analítica del "Dasein" es la misma p o r la q u e "este ser" se c o m p r e n d e c o m o "ser". p r e t e n d i d a m e n t e a u t ó n o m o . h a c e posible u n s e g u n d o m o v i m i e n t o : la posibilidad d e u n a distancia e n t r e el yo y los actos e n los q u e se objetiva. D e este m o d o . A c e p t a n d o la ontología d e la c o m p r e n s i ó n . 2. y es e n el lenguaje d o n d e aparece la com- . Husserl n o escapa. Entonces. n o va a c o n t i n u a r la h e r m e n é u t i c a p o r la "vía corta" heideggeriana dirigiéndose hacia la analítica del "Dasein". 3. A q u í se aparta t a m b i é n Ricoeur d e H e i d e g g e r . con l o cual la reflexión noélico-noemátíca n o alcanzará j a m á s la a d e c u a d a c o m p r e n s i ó n d e sí por sí mismo. Distancia q u e e s la exigencia dialéctica d e la p e r t e n e n c i a y q u e h a r á posible el movim i e n t o reflexivo q u e va del signo al acto y d e éste al ser del yo. s e g ú n el cual "ser e n el m u n d o " p r e c e d e a la reflexión. noesis (polo subjetivo) y noeTim (polo objetivo) d e la intencionalidad d e b e n ser e n t e n d i d o s e n u n i d a d . Tal p e r t e n e n c i a . Radicaliz a n d o la distinción husserliana e n t r e f u n d a m e n i a c i ó n trascendental y justificación última. el ideal d e u n a justificación última d e t o d a d e n c i a e n c u e n t r a su límite fundam e n t a l e n la "condición ontológica d e la c o m p r e n s i ó n " . Se acepta así el p r e s u p u e s t o d e H e i d e g g e r . p o r l o t a n t o . anterior a la constitución d e la subjetividad. " p o d e m o s luego preg u n t a m o s p o r su sentido". p u e s . y del objeto q u e se le o p o n e . la hermenéutica p a r t e del reconocimiento d e u n a relación d e inclusión y p e r t e n e n c i a m u t u a del sujeto. P o r q u e p r i m e r o perten e c e m o s participatívamente a u n m u n d o .PRESENTAaÓN D E L A E D I C I Ó N E S P A Ñ O L A 11 C o m o consecuencia. Ricoeur recurre entonces a Heidegger. el " c o m p r e n d e r " tiene u n a significación ontológica: p e r t e n e c e al "Dasein".

p u e s t o q u e el ser del yo viene " d e d u c i d o " del a prioñ d e los símbolos. Su o b r a p o s t e r i o r n o h a r á sin o ampliar tal recurso hasta alcanzar los textos históricos y las narraciones d e ficción. e n la q u e la subjetividad ha a b a n d o n a d o la p r e t e n s i ó n d e ser fund a m e n t o último. p o r el contrario. P o d e m o s saber —en efecto— lo q u e es el h o m b r e a t e n d i e n d o la secuencia narrativa d e su vida. O sea. p u e s t o q u e la c o m p r e n s i ó n d e Í¡ coincide c o n la interpretación aplicada a los elementos m e d i a d o r e s : signos. mejor: "simbolizada" (La symboUquedu mal. C o n este m é t o d o . Tiempo y narración va a concluir en u n a "identidad narrativa" o "narrada". Y t o d o el r a z o n a m i e n t o d e L 'homme faillible c o n d u c e ya a reclam a r el auxilio del lenguaje simbólico p a r a identificar las categorías d e la antropología fundamental. sím- . caníbia d e m é t o d o p a r a buscar e n el c o n c e p t o d e misterio d e G. Le volontaire et l'involoniaire. iniciada c o n los p r e s u p u e s t o s d e la f e n o m e n o l o g í a d e Husserl. Marcel u n a nueva orientación. De este m o d o . La ontología definitiva. c o n t a n d o u n a vida. Le conjlit des interprétations). la c o m p r e n s i ó n ontológica q u e d a pend i e n t e d e la interpretación h e r m e n é u t i c a .siempre militante. . es la tierra p r o m e t i d a j a m á s alcanzada p o r la h e r m e n é u t i c a . p u e s t o q u e la p r e g u n t a p o r el ser del yo se contesta n a r r a n d o u n a historia. U n a d e sus p r i m e r a s obras. Y. p o r últim o . viniendo a ser u n a "identidad simbólica". los símbolos y los textos e n general. Ricoeur considera necesario sustituir la "vía corta" d e la analítica del "Dasein" p o r la "vía larga" del análisis del lenguaje.m i s m o ^ en u n a triunfante identificación del f u n d a m e n t o trascendental y d e la justificación última d e toda ciencia. De l'interprétation. la identidad del yo se "deducirá" —en sentid o kantiano— p r i m e r o a partir d e los símbolos. sin r o d e o s . a toda p r e t e n s i ó n —en fin— del sujeto p o r fundarse y c o n o c e r s e a sí m i s m o p o r m e d i o / d e u n a intuición q u e haga transp a r e n t e el "sí" p o r " s í . La o b r a d e Ricoeur t o m i e n z a c o n s t a t a n d o el fracaso d e la fenomenología. c o m o p r u e b a n los tres volúmenes d e Tiempo y narración. 4.12 P R E S E N T A C I Ó N D E tA EDICIÓN ESPAÑOLA p r e n s i ó n c o m o m o d o d e ser. a t o d o saber absoluto. toda c o m p r e n s i ó n d e sí deberá ir mediatizada p o r el análisis d e los signos. Ricceur reconoce. a t o d a f e n o m e n o l o g í a fundamental. q u e la h e r m e n é u t i c a p a g a u n p r e c i o : la r e n u n c i a a toda hybris d e la reflexión. a t o d a ontología definiti\^.

del proyecto. el m é t o d o es u n a "descripción d e estilo husserliano d e las estructuras intencionales del cogito práctico y afectivo". La filosofía d e Ricoeur es p r u e b a d e q u e tal apuesta n o es u n a veleidad y q u e ella p u e d e ser revalidada p o r u n m é t o d o riguroso. De ahí su cuid a d o e n n o pasar p o r alto a cuantos p u e d a n discutir su propósito. temática y metodológicam e n t e distintas: Eidética d e lo voluntario y lo involuntario. Sin hablar d e fenomenología. A la p r i m e r a p a r t e r e s p o n d e Le volontaire et Vinvolontaire. EXISTENCIALISMO Y FENOMENOLOGÍA Tras la publicación d e artículos d e s d e 1936. seguida p o r Gabriel Marcel et Karl Jaspers. m o v i d o en gran p a r t e p o r la o b r a d e este ú l t i m o . del d e s e o . . La filosojia de la voluntad T r a s la p r e o c u p a c i ó n p o r Jaspers y Marcel. I n t e r p r e t a c i ó n siempre sujeta a u n a triple contingencia: la d e los símbolos y textos escogidos —inevitablemente prisioneros d e u n a cultura—. "para n o investirme d e la a u t o r i d a d d e Husserl". q u e él proyecta e n tres partes. la p r i m e r a o b r a d e Ricceur. 1. la d e su carencia d e univocidad significativa y la d e la individualidad del i n t é r p r e t e . q u e n o será ya c o n t i n u a d a . Ello q u e d a b i e n d e m o s t r a d o en Tiempo y narración. 13 bolos y textos. L'homme faillible y La symbolique du mal ( p r i m e r a y s e g u n d a p a r t e s d e Finitude et culpabilité) son sólo la int r o d u c c i ó n a la Empírica. Dufrenne. Tales s o n los riesgos d e apostar p o r la contingencia del lenguaje.P R E S E N T A C I Ó N D E LA EDICIÓN ESPAÑOLA. Y la Poética será d e h e c h o desarrollada en n u m e r o s o s artículos y es t e m a implícito e n la Méiaphore vive y Tiempo y narración. e n colaboración c o n M. etc. Empírica y Poética d e la voluntad. E n Le volontaire et Vinvolontaire el m é t o d o reflexivo consiste e n u n a descripción fenomenológica en c u a n t o p r e t e n d e extraer d e la experiencia vivida Jos significados y estructuras esenciales d e la intención. E n a m b a s se advierte el impacto existencia! e n sus p r i m e r a s p r e o c u p a c i o n e s . es Karl Jaspers et la philosophie de l'existence. II. del motivo. Philosophie du mystére et philosophie du paradoxe. Ricoeur e m p r e n d e La philosophie de la volonté.

Y ello p o r q u e la culpa "es u n c u e r p o e x t r a ñ o e n la eidética del h o m b r e . t a n t o el c o n s e n t i m i e n t o c u a n t o la necesidad q u e e m a n a d e u n carácter. desvío. s u p r i m i d a la abstracción. la expresamos p o r m e d i o d e t é r m i n o s indirectos y e n cierta m a n e r a alegóricos. A h o r a bien: la 'eidética' d e la conciencia n o p u e d e c o n t a r más q u e c o n las únicas nociones q u e son susceptibles d e ser descifradas e n los actos d e u n sujeto". tales c o m o el motivo.14 P R E S E N T A C I Ó N DE L A E D i a Ó N E S P A Ñ O L A reciprocidad d e lo voluntario y d e lo involuntario es el principio epistemológico q u e guía la descripción. U n a particularidad precisa esta m e t o d o l o g í a inicial: la abstracción d e la culpa y d e la trascendencia.. K a n t será el g r a n m a e s t r o e n esta b ú s q u e d a d e la finitud h u m a n a q u e posibilita el mal. p o r su particular m a n e r a d e manifestarse p o r m e d i o d e u n lenguaje indirecto. Mientras los rasgos d e la ontología fundamental. e n los m o d o s simbólicos d e la expresión del paso d e la inocencia a la culpa.. d e u n a vida (de esta vida d e c a d a u n o ) .. Deb e m o s p o r ello introducir e n la reflexión t a n t o la decisión volitiva c u a n t o el involuntario corporal q u e la limita. la culpa. la i n t r o d u c c i ó n d e temas existenciales lo q u e p r o v o c a este desplazamiento metodológico. La revolución m e t o d o l ó g i c a exigida p o r la presencia d e la culp a es d e b i d a a la calidad d e c u e r p o e x t r a ñ o d e la falta e n la eidética del h o m b r e y. esto es. servidumb r e . . p o r u n a p a r t e . etc.d e s p r o p o r c i ó n q u e se manifiestan t a n t o en la síntesis trascendental c o m o e n la síntesis práctica y e n la afectiva. p o r lo tanto. Finit u d . tales c o m o esclavitud. Si e n el existencialism o clásico finitud y culpabilidadx p a r e c e n identificarse. y fije su atención. Es. a d e m á s . La finítud se manifiesta c o m o labilidad o " d e s p r o p o r c i ó n del h o m b r e consigo m i s m o " . Ricceur n o va a realizar ese análisis del m a l e n c o n c r e t o y se va a d e t e n e r e n la mítica q u e expresa su llegada a la voluntad. p o r el contrario. Ricoeur c o m i e n z a e n L'homme faillible el análisis d e su diferencia y relación. decisión. Esto i m p i d e u n a fenomenología directa y exige q u e . e n u n a "míüca concreta". c o m o origen y c o m o capacidad d e mal. Sólo es inteligible u n discurso sobre la voluntad q u e haga explícita tal relación. sólo sea posible u n a descripción empírica q u e p r o c e d a m e d i a n t e indicios concretos del mal. proyecto. los designamos m e d i a n t e u n lenguaje directo. evitando la tesis d e su identinpación. t a n t o la m o c i ó n voluntaria y la intencionalidad c u a n t o la e s p o n t a n e i d ^ corporal y sus condiciones. p o r otra. Tal realidad antropológica hace^^posible la culpa c o m o ocasión.

n a d a . sino d e u n a mítica concreta". El motivo era. P o r este motivo. etc. P e r o ese lenguaje. el discurso filosófico recibe aliora del simbolismo "un impulso n u e v o y u n e n r i q u e c i m i e n t o considerable. r e c u r r i r ai m e d i o d e objetivación y exteriorización d e tal realidad. sin d u d a . sea ésta empírica. Ésta n o es " u n a interpretación alegorizante q u e p r e t e n d a culminar en u n a filosofía e n m a s c a r a d a bíijo el disfraz i m a ^ n a t i v o del m i t o . ya sea e n la explicación conceptualizada o e n los mitos. "esclavitud". la suficiencia del lenguaje directo p a r a h a b l a r d e los e l e m e n t o s voluntarios e involuntarios. instaurar el sentido p o r m e d i o d e u n a interpretación creadora. a unas reglas d e desciframiento aplicadas al m u n d o d e los símbolos" q u e nos a p r o x i m e n a la comp r e n s i ó n del mal. p o r el m o m e n t o . Yo m e atrevería [. es u n a filosofía a p a r t i r d e los símbolos q u e b u s c a p r o m o v e r . símbolos tales c o m o "mancha". Si la p r i m e r a p a r t e d e Finitude et culpabilité c o n d u c e Iiasta la posibilidad del mal. El lenguaje simbólico C o n c l u y e n d o L'homme faillible e n el c o n c e p t o d e finitud y e n la posibilidad d e la culpa. es s i e m p r e indirecto. "servidumbre". P e r o q u e r e r introducir la realidad del m a l e n la estructura d e la voluntad exige u n a renovación fundam e n t a l del m é t o d o descriptivo-empírico. "carga". había exigido u n a p r e o c u p a c i ó n especial p o r el lenguaje. al lenguaje del mal. El simbolismo se convierte así en el a priori d e u n a d e d u c c i ó n . T o d a s ellas expresiones simbólicas no accesibles a p r i m e r a ^ásta. Ñ o p o d e m o s localizarlas si n o es calando a través d e los diversos estratos lingüísticos e n q u e se manifiestan.] a llamar a esta tarea u n a ' d e d u c c i ó n trascendental del símbolo'". La symbolique du mal obed e c e a esta convicción.. el lenguaje simbólico s u p o n e u n p r o b l e m a lingüístico y u n p r o b l e m a exegético. esto es. Se h a c e así necesaria u n a h e r m e n é u t i c a p r o p i a m e n t e filosófica q u e p r o c e d a a partir d e u n a descripción del simbolismo ( p r ó x i m a a la d e la fenomenología d e la religión al estilo d e Mircea Eliade) y q u e p a s e al nivel filosófico participando en la dinámica del simbol ¿ m o para culminar en u n a interpretación creadora. per o al p r e c i o d e u n a revolución de método r e p r e s e n t a d o p o r el recurso a u n a h e r m e n é u t i c a . Se realiza p o r m e d i o d e metáforas.PRESENTACIÓN DE LA EDICIÓN ESPAÑOLA 15 2. ya q u e "el p a s o d e la inocencia a la culpa n o es susceptible d e u n a descripción. Es preciso.. c o m o ya dijimos. p u e s .

De lo dicho d e b e m o s d e d u c i r q u e el simbolismo n o es u n inst r u m e n t o d e demostración.16 PRESENTACIÓN D E LA EDICIÓN ESPAÑOLA trascendental n o sólo p o r q u e él es d e t e c t o r d e la realidad h u m a na. n u e s t r a relación c o n el ser q u e n o s interpela e n cada símbolo. p u e s . el origen d e la totalidad d e las cosas". Posee. los p r o b l e m a s específicos d e l l e n g u ^ e . sino t a m b i é n p o r q u e u n a filosofía iluminada p o r los símbolos p u e d e p r e t e n d e r "la transformación cualitativa d e la conciencia" e n c u a n t o q u e el símbolo nos revela n u e s t r a relación c o n lo sagrad o . q u e tenenios p l a n t e a d o u n p r o b l e m a h e r m e n é u t i c o . El psicoanálisis está implicado e n los p r o b l e m a s lingüísticos derivados del u s o d e las estructuras simbólicas d e las q u e echa m a n o . lo q u e es lo mism o . Y ello porq u e el símbolo p u e d e ser definido c o m o u n a expresión e n la q u e " u n sentido primario. p o s e e significaciones concernientes al origen del m u n d o . Puesto q u e n o s enfrentamos c o n u n lenguaje indirecto. d e b e m o s r e c o n o c e r . in. EDo reclama una hermenéutica. P L U R A I J D A D HERMENÉUTICA U n n u e v o c e n t r o d e interés se ofrece a la reflexión d e Ricceur: F r e u d . Y esto p o r u n doble motivo: p o r la problemática del mal y d e la culpa y p o r el p r o b l e m a del simbolismo o. cósmica y psíquica. la h e r m e n é u t i c a está llamada a i n t e r p r e t a r la semánüca p r o p i a del lenguaje simbólico. d e b e descifrar la estructura d e las expresiones d e d o b l e sentido. Vinculado al simbolismo aparece el p r i m e r c o n c e p t o d e herm e n é u t i c a en la o b r a d e Ricceur. E n La symbolique du mal e incluso e n sus p r i m e r o s comentarios sobre F r e u d . literal. designa o t r a cosa figurativamente. p e r t e n e c i e n t e a la experiencia interior. La evolución del c o n c e p t o se a d e c ú a a la variada p r o blemática q u e él i n c o r p o r a en su obra. Más allá del símbolo . sino c o m p r e n d e r el estar del h o m b r e en el m u n d o y su relación c o n el ser. p e r o sí u n vehículo d e c o m p r e n s i ó n . n o s hace c o m p r e n d e r nuestra "situación" ontológica. u n a doble expresividad. r e c í p r o c a m e n t e . q u e sufrirá u n e n r i q u e c i m i e n t o posterior. q u e n o p r e t e n d e explicar el m a l n i d e m o s t r a r las estructuras del cogito. y u n d o b l e sentido. p o r el contrario. a la vivencia d e u n a experiencia existencia! o. t o m a d o d e la experiencia cotidiana. Idea firmemente arraigada en Ricoeur.

descentra t a m b i é n la conciencia. H e m o s alcanzado así u n p u n t o clave d e la filosofía d e Ricoeur. p e r o hacia u n a d i m e n s i ó n regresiva q u e justifica lo apar e n t e p o r lo oculto. el psicoanálisis amplía su c a m p o interpretativo hasta el á m b i t o universal d e los símb o l o s culturales y mitos religiosos c o n la p r e t e n s i ó n d e convertirse e n u n a interpretación general del yo y d e la cultura. Nietzsche y sobre t o d o F r e u d . La otra. Ella n o es d a t o inicial. Es ésta la h e r m e n é u t i ca d e la "escucha". lo q u e se p r e t e n d e es la formulación d e u n a n o c i ó n . nacida del magisterio d e Husserl sobre t o d o . E n él. lo q u e lleva a Ricoeur n o a d e s e c h a r el c o n c e p t o freudiano d e interpretación. "como u n kerigma" incitante a u n a rica p r o m o c i ó n d e sentido. e n t e n d i d o c o m o lenguaje indirecto. el estilo desmitificador: tal es el caso d e las h e r m e n é u t í cas nacidas en el siglo Xix bajo la influencia d e Marx. F r e u d i n t e r p r e t a el símbolo p o r m e d i o d e u n a reducción. a la escucha d e su mensaje. E n definitiva. sino a c o n t a r c o n él a lo largo d e toda su o b r a posterior. P o r eso r e c o n o c e r á Ricceur: "Actualmente estamos [. lo actual p o r lo anterior.. El p r o b l e m a d e Ricoeur será e n t o n c e s afrontar la relación y la d i n á m i c a e n t r e a m b o s estilos h e r m e n é u t i c o s . símbolos y lenguaje ocultan m á s q u e manifiestan. que es dirigido como u n a proclama. La conciencia n o es abolida. p o r el contrario. A m b a s coinciden e n r e c o n o c e r la conciencia c o m o lugar d e llegada y n o d e partida.] divididos p o r dos g r a n d e s estilos d e interpretación. Nietzsche y F r e u d . La h e n n e n é u t i c a fenomenológica n a c i d a d e Husserl i n t r o d u c e la d i m e n s i ó n d e escucha. a m p l i a n d o su c o m e t i d o m á s allá del m e r o análisis d e las expresiones d e doble sentido y a c e n t u a n d o la instancia reductiva del freud i s m o . a d e m á s d e u n a energética. p u e d e e n t e n d e r s e c o m o u n a h e n n e n é u t i c a o exégesis del sentido a p a r e n t e q u e se explica p o r el r e c u r s o a lo latente. Es así c o m o se i n t r o d u c e u n n u e v o c o n c e p t o d e h e r m e n é u t i c a .PRESENTACIÓN DE LA EDICIÓN ESPAÑOLA 17 onírico. p o d r í a ser tildado d e "remilificad o r " .. U n o es el estilo d e la sospecha. q u e tiende a u n d e s c e n t r a m i e n t o d e la conciencia hacia nuevos significados q u e el sentido p r i m e r o sólo preconiza. hasta atiora p a t r o c i n a d o p o r n u e s t r o a u t o r . q u e son los tres g r a n d e s maestros d e la h e r m e n é u t i c a m o derna. a t e n t o a la palabra q u e encierra el símbolo. p e r o t a m p o c o es realidad p r i m e r a . sino tarea a íealizar. el o t r o estilo h e n n e n é u t í c o . El psicoanálisis." E n c o n t r a d e esta h e r m e n é u t i c a "reductiva" d e Marx.

El c o n c e p t o d e interpretación n o s h a ido a c e r c a n d o . d e los m o n u m e n t o s . de las obras d e arte y d e cultura". El yo es su arqueología y su teleología. N o es posible. d e u n a inserción h í b r i d a del discurso freudiano y hegeliano. p u e s t o q u e las figuras d e su fenomenología impelen la conciencia hacia adelante. e n su m a d u r a ción. se explicita u n a teleología q u e reclama la arqueología irreductible d e la vida. Y sófi. p u e s t o q u e si el m é t o d o del u n o insiste e n la d i m e n s i ó n a r q u e o l ó g i c a . el m e d i o e n el q u e la pluralid a d se unifica dialécticamente evitando la yuxtaposición d e amb o s m o d e l o s . la interpretación c o m o restauración d e sentido a p u n ta la o t r a posibilidad: la d e u n a conciencia q u e . p a r a él. e n consecuencia. a d q u i e r e su sentido al final. la adecuación d e la conciencia a la crítica naturalista del freudismo lo q u e se busca. El mal nos veta tal posibilidad. m o d e l o s . Ellos son escogidos sólo c o m o m o d e l o s e n la exploración d e su realidad. A su vez. . entonces. a u n a confrontación q u e sobrepasa lo m e t o d o l ó g i c o . tras la confrontación c o n sus ilusiones. p e r o Hegel a n u n c i a la polaridad teleológica c o n t r a p u e s t a a la a r q u e o logía freudiana. Ésta n o será n u n c a a d e c u a d a m e n t e conocida sin el rec u r s o al j u e g o d e fuerzas y pulsiones arqueológicas q u e p o n e d e manifiesto el análisis freudiano. n i n g ú n saber absoluto. e n virtud d e u n a p r o g r e s i ó n e n q u e la figura p o s t e r i o r explicita la anterior. p e r o q u e la práctica psicoanalíüca p o n e d e manifiesto. c o m o sucede e n la Fenomenología del espiñtu. es e n H e g e l lo "dépassé indépassable".18 PRESENTACIÓN D E LA EDICIÓN E S P A Ñ O L A d e conciencia q u e . H e g d señala el c a m i n o d e la p r o g r e s i ó n d e la conciencia. Tal es la exigencia d e la " h e r m e n é u ü c a d e la sospecha". p e r o ésta d e b e t e n e r s e t a m b i é n e n c u e n t a p a r a la formulación d e u n a noción realista d e conciencia. N o se trata. La reflexión será. la alejan d e su infancia e n u n a dirección distinta d e la fi-eudiana: la conciencia es "la interiorización d e este movimiento. e n definitiva. en él existe u n a teleología impKcita a u n q u e n o ternatizada. e n efecto. p o r el contrarío. p o r lo tanto. N o es. sino d e la v o l u n t a d d e e n c o n t r a r u n a posibilidad d e c o m p r e n s i ó n unitaria del sujeto. N o aceptar á t a m p o c o Ricoeur la visión final d e Hegel. U n n u e v o m o d e l o reflexivo es así r e q u e r i d o en c o n t r a p u n t o con la regresión freudiana. En el o t r o . q u e hay q u e e n c o n t r a r en la estructura objetiva d e las inslitucjones. La vida. posibilite u n a filosofía del sujeto ilustrada p o r las diversas interpretaciones. N o p o r q u e Freud y H e g e l así lo hayan dicho. d e Hegel.

a su v e z . En esta o n t o l o g í a q u e d a p e n d i e n t e u n a c o m p r e n s i ó n d e f i n i t i v a d e l y o . la q u e d é h e c h a u n a v e z p o r todas razón d e l yo del cogito. sino q u e e l l a e s m a n i f e s t a c i ó n d e la realidad d e l y o i d e n ü f i c a d o aliora c o m o u n i d a d d i a l é c t i c a d e a m b a s d i m e n s i o nes. IV. s i n o q u e caracteriza p o r u n análisis de que como forma. El e s t r u c t u r a l i s m o . T o d a l a última p a r t e d e De Vinterprétation o b e d e c e a t a l convicción d i a l é c t i c a a l a p a r q u e e v i d e n c i a s u Umitación. Regresión y progresión d e s i g n a n n o d o s procesos p a r a l a comp r e n s i ó n d e l yo y d e la cultura. s i n o " l o s t é r m i n o s a b s t r a c t o s e x t r a í d o s d e u n único p r o c e s o concreto" q u e p o n e e n e v i d e n c i a l a dialéctica p r o p i a d e l yo e n s u totalidad. sino t a m b i é n c o m o m o d o d e conocer. s i n o l o q u e p u e d e llegar a s e r p o r s u r e l a c i ó n c o n el mundo. El ego n o es sólo l o q u e es. La c o n c l u s i ó n p a r a l a filosofía a n t r o p o l ó g i c a es e n t o n c e s g r a ve. T a n t o F r e u d c o m o H e g e l q u i e r e n d a r c u e n t a d e l h o m b r e e n t e r o . c o m o e x i s t e n c i a viva. sitúa a Ricoeur e n t r e cuantos p r o f e s a n l a finitud n o s ó l o c o m o m o d o d e ser. n a c i d o d e la lingüística d e . d e l q u e razón si n o e s p o r medio e n t e n d i d o c o m o acto m á s no p o d r e m o s dar l a d i a l é c t i c a d e s u n a t u r a l e z a condidel ser c i o n a n t e y s u s p o s i b i l i d a d e s c r e a t i v a s y e s p i r i t u a l e s . a f i r m a r á a Ricceur ca d e b e ir este m i s m o c o n v e n c i m i e n t o : t o d a precedida d e l a e x p l i c a c i ó n interpretación estructural del texto.PRESENTACIÓN DE L A EDICIÓN ESPAÑOLA 19 Dialéctica arqueología/teleología Tal dualidad s i g n i f i c a n t e d e l simbolismo n o p e r m a n e c e s ó l o e n el p l a n o l i n g ü í s t i c o . N o es el u n o m a e s t r o d e l a s t i n i e b l a s y m a e s t r o d e l a l u z e l otro. De l a a n a l í t i c a f r e u d i a n a t o m a Ricoeur otra c o n c l u s i ó n m e t o dológica importante: la vinculación d e l explicar y el c o m p r e n d e r . Y e s t o .tmCA Y ESTRUCTURALISMO El e n c u e n t r o c o n el estructuralismo. y definitivamente explicativa. No será u n a o n t o l o g í a sustancialista. Es como sustancialís- una se "ontología militante" que no se c o n f i g u r a m o n i se e m p e q u e ñ e c e e n l a f e n o m e n o l o g í a d e la c o s a . MERMEN f. s i n d u d a . Sobre en la "explicación" psicoanalítica se articula la posibilidad d e hexTnenéuti- l a " c o m p r e n s i ó n " .

. Las conclusiones e. El discurso deberá.structursAistas n o dejarían muchas posibilid a d e s p a r a la pretensión de llegar al yo p o r el lenguaje. De este m o d o . G a d a m e r . La ampliación del m o d e l o lingüístico estructural a la filosofía antropológica p o r obra. es f e c u n d o e n consecuencia p a r a la h e r m e n é u t i c a . es u n "en sí" del q u e parte la interpretación. a o t r o inconsciente. P e r o Ricceur tratará de incorporar el aporte estmctural c o m o u m llamada a la objetividad. la h e r m e n é u t i c a e r a todavía feudataria de l a h e n n e n é u ü c a l o m á n t i c a d e Schleierm a c h e r y Dilthey. a o t r o impersonal.2O PRESENTACIÓN D E L A EDICCÓ N ESPAÑOLA De Saussure. e l estnicturalismo s u p o n e un desplazamiento d e la subjetividad c o m o lugar del sentido hacia las estiucturas lingüísticas y semióticas. e n consecuencia. Estructuralismo y hermenéutica En p r i m e r lugar. en la que el i n t é r p r e t e d e b e r e h a c e r el c a m i n o d e s d e la obra hasta su autor. d e este m o d o . El/texto habla a h o r a p o r sí m i s m o . EKla p r i m e r a etapa. p a t r o c i n a d a p o r H. La relación e n t r e el m o m e n t o d e la explicación objetiva del texto y la apropiación subjetiva se convierten e n su p r e o c u p a c i ó n con el reconocimiento del significado objetivo del texto. 1. se rectifica la p r i m e r a acepción d e interpretación considerada c o m o arte d e descifrar los significados segundos del lenguaje simbólico. situarse en u n nivel h o m o g é n e o d e sentido q u e p o d r í a m o s llamar "isotopía del discurso". n o psicoanalítico. La primacía d e lo p e r s o n a l se trasvasa. Se alcanza así el conc e p t o d e h e r m e n é u t i c a como "fusión d e horizontes". sino la confluencia d e dos discursos: el del texto y el del i n t é r p r e t e . marca olra etapa i m p o r t a n t e en la o b r a de Ricceur. G. y el acto d e su apropiación es m á s u n a fusión del m u n d o del lector y del m u n d o del texto q u e u n a proyección del intéiprete sobre el texto. sino categorial. sobre t o d o d e Lévi-Strauss. La h e r m e n é u t i c a no buscará ya la convergencia d e dos subjetividades: la del a u t o r y la del intérprete. Los postulados estructuralisías son estudiados con atención y r e p l a n t e a d o s d e n t r o del problem a general del ser y la significación al p r e t e n d e r la h e r m e n é u t i c a alcanzar al sujeto mediante el lenguaje. Lo q u e exige ser interp r e t a d o e n un texto es su sentido.

r e p r e s e n t a d a p o r Auslin y Searle. al m u n d o ) c o m o carácter f u n d a m e n t a l del lenguaje.PRESENTACIÓN DE LA EDICIÓN ESPAÑOLA 21 A la dualidad h e r m e n é u l i c a (arqueología/teleología) se a ñ a d e a h o r a la dualidad metodológica nacida del estructuralismo. De la tentativa d e Chomsky. Chomsky admitirá Ricceur —retomando a Humboldt— la tesis del p o d e r creativo del espíritu y la aceptación del transformacionalismo.semánticos son tesis q u e se a c e p t a n c o m o fundamentales p a r a u n a h e r m e n é u t i c a del simbolismo. El sujeto a d q u i e r e n u e v a m e n t e vigencia e n u n a "lingüística del disc u r s o " y se restaura la vigencia q u e había p e r d i d o c o n la "lingüística d e la lengua" d e De Saussure y Hjelmslev. disociadas p o r D e Saussure. p o r exigencias d e m é t o d o . e n p r i m e r lugar. sino q u e reclama este o t r o nivel d e c o m p r e n s i ó n q u e l a ' h e r m e n é u d c a le b r i n d a . La insistencia en la referencia. está muy cerca la i n q u i e t u d d e Ricoeur. La contribución d e R. Y para justificar su convicción. q u e configuran el lenguaje c o m o in'strumento d e extraordinaria utilidad p a r a la exploración d e los procesos m e n tales. puesto q u e p a r a él lo metafórico es c o n s i d e r a d o c o m o p r o c e s o ordin a r i o d e la lengua. É. d e b e n enc o n t r a r la u n i d a d e n su actualización t e m p o r a l c o m o discurso. Ricoeur estudia a h o r a la lingüística posteslructuralista. La atención a los aspectos referencíales y creativos del lenguaje le a p r o x i m a n igualmente a la escuela inglesa y americana del lenguaje iLsual. J a k o b s o n será igualmente valiosa. La p r e g u n t a inicial: ¿qué es i n t e r p r e t a r el lenguaje simbólico?. motivos suficientes p a r a m a n t e n e r la referencia (al yo. Benveniste q u i e n le facilita. Es. D e N . . L e n g u a y habla. Umita la lingüística al m u n d o d e los signos y sus relaciones. d e b e ser remplazada p o r la d e : ¿qué es i n t e r p r e t a r u n texto? Planteado el p r o b l e m a m e t o d o l ó g i c o e n t r e u n a tendencia m á s romántica d e la hermenéutica y otra más objetiva patrocinada p o r el estructuralismo. en su p r e t e n s i ó n d e relacionar p e n s a m i e n t o y lenguaje. la aceptación del carácter polisémico irreductible d e los t é r m i n o s y la variabilidad d e los valores . la filosofía h e r m e n é u t i c a e n c u e n t r a su fiancíón e n abrir al ser el lenguaje q u e . El simbolismo e n c u e n t r a así u n estatus patroc i n a d o p o r la m i s m a lingüística. La lingüística n o rechaza. C o n razón p u e d e afirmarse q u e su c o n c e p c i ó n lingüística se a p r o x i m a a la teoría del "speech act" p r o p i a d e la escuela del lenguaje usual. d e s d e dent r o d e la lingüística. a u n q u e en el e s q u e m a voluntad-lenguaje. al o t r o .

El estnicturalismo. el significado d e c a d a u n a d e ellas es a b a n d o n a d o e n aras d e su articulación en el conjunto. C a b e p r e g u n t a r s e . sea d e los elementos últim o s c o m o d e los g r u p o s d e relaciones q u e a p a r e c e n e n u n texto. y sus e l e m e n t o s simples (los "mitemas". Estos mitos n o g u a r d a n ya la estrecha relación con las clasificaciones naturales y sociales. Dejar d e lado tal realidad s u p o n e p r o c e d e r a partir d e u n a formalización y d e u n a abstracción q u e p a r e c e n injustificadas. d e b e cond u c i m o s hasta el " q u é " o significación d e a m b a s realidades: es u n análisis "semántico". a u n q u e se p r e s t e n al análisis estructural ( c o m o Lévi-Strauss enseñ ó en el m i t o d e Edipo. p a r a n u e s t r o a u t o r . y a d q u i e r e n significatividad e n la historia q u e e n éstos se realiza. . el p e n s a m i e n t o es esencialmente clasifícatorio. E n los mitos peculiares d e esta parcela lingüística y cultural. E n ella. \ Su c o m p r e n s i ó n r e q u i e r e ü n n u e v o t r a t a m i e n t o intelectual. diría Benveniste y Ricceur c o n él. c o m o el lenguaje e n general. d e la q u e precisamente se h a originado nuestra cultura. E n c o n u a p u n t o con esta área totémica —área "sintáctica"—. La h e r m e n é u t i c a .Análisis estructural y comprensión hermenéutica C u a n t o a c a b a m o s d e decir nos lleva a la discusión d e Ricoeur c o n Lévi-Strauss en t o r n o a la interpretación del lenguaje mítico y d e la cultura e n general. p o r lo contrario. es u n análisis sintáctico. y requier e a b i e r t a m e n t e su articulación con u n a h e r m e n é u t i c a aplicada a i n t e r p r e t a r los niismos contenidos c o n el fin d e p r o l o n g a r su vida y d e i n c o r p o r a r su eficacia a la reflexión filosófica". El análisis estructural d e los mitos es favorecido a d e m á s p o r el á r e a totémica q u e Lévi-Strauss escoge p a r a sus investigaciones. diría LéviStrauss) son ya significativos. En ella. su reinterpretación es posible en lugares y tiempos m u y distintos. pod e m o s afirmar q u e m u y o t r a es la suerte del p e n s a m i e n t o mítico e n el á r e a semítica y prehelénica. e n t o d o caso m e n o s exclusiva. n o n o s acerca más q u e al " c ó m o " del lenguaje y d e la cultura. hasta q u é p u n t o el análisis estructural n o p r e s c i n d e d e la significación.22 PRESENTACIÓN DE LA EDICIÓN ESPAÑOLA 2. es discurso. "la inteligencia estructural es quizá m e n o s i m p o r t a n t e . a su vez. descubrimos u n a riqueza semántica q u e deja u n resto d e significación del q u e n o d a razón el análisis estructural. P e r o el mito. único p o r él escogido d e esta zona). Si la significación es r e d u c i d a a las relaciones resultantes.

p e r t e n e c e a la lógica del de. L a metáfora se p r e s e n t a e n t o n c e s c o m o p o d e r heurístico del discurso. P a r a Benveniste. lo m i s m o q u e el m o delo científico. y la historicidad d e la c o m p r e n s i ó n . hace posible e n t e n d e r la metáfora n o c o m o sustitución. cada u n o d e ios cuales se r e m i t e a u n a u n i d a d mín i m a d e significación. la historicidad hermenéutica''. En este trabajo se articulan "las tres historicidades: d e los acontecimientos fundantes o Henipo oculto. la m e t á f o r a es al lenguaje poético lo q u e el m o d e l o es al lenguaje científico. q u e ya sirvieron a Ricoeur p a r a su aceptación del lenguaje c o m o discurso referencial. la frase es r e q u e r i d a c o m o u n i d a d m í n i m a d e significación. sino c o m o tensión e n t r e dos sentidos. Palabra y frase se relacionan c o m o u n i d a d e s d e distinto o r d e n . e n la tensión e n t r e el "es" y u n " n o es" o "es c o m o " q u e el "es" impii- . El lenguaje metafórico La méiaphore vive s u p o n e u n a p o r t e decisivo para la filosofía e n sus relaciones con el lenguaje.PRESENTAaÓN D E LA EDICIÓN ESPAÑOLA 23 q u e es la c o m p r e n s i ó n h e r m e n é u t i c a . en o t r o nivel. El libro gira e n t o m o a las tesis lingüísticas d e Benveniste. V. desplegado e n la ficción metafórica. r e c l a m a d o p o r Benveniste. Ella es u n i n s t r u m e n t o d e "re-descripción" y. METÁFORA Y N A R R A C I Ó N 1. El o r d e n semántico. era fundamental distinguir diversos niveles en el lenguaje. d e la invención. T o d o discurso poéü c o es u n a "redescripción p o r la ficción". acercándose así Ricoeur a Nelson G o o d m a n y a Max Black. en el o r d e n d e las palabras. n o a la lógica d e la p r u e b a . más q u e e n los n o m b r e s o e n las frases. o b t e n i d a e n la totalid a d d e la frase considerada c o m o u n t o d o : es la metáfora enunciado. com o ya dijimos antes. d e la interpretación viviente p o r los escritores sagrados. Así entendida. q u e constituye la tradición. La significación viene d a d a p o r la secuencia completa ligada al tiempo y al i n t é r p r e t e tanto c o m o al autor. Si e n u n nivel semiótico la palabra es consid e r a d a c o m o signo d e u n código.*ícubrimiento. la metáfora se convierte e n u n a significación e m e r g e n t e creada p o r el lenguaje. La ficción libra u n a v e r d a d metafórica q u e reside. Para este tiltimo. el semántico.

el discurso q u e p r e t e n d e r e a s u m i r la v e r d a d d e la ontología implícita a la metáfora es d e o t r o o r d e n . pues.. p u e s . n u e v a m e n t e .. p e r o lo q u e d e él a d q u i e r e n o es todavía el c o n c e p t o . e n cuyo origen d e b e m o s r e c o n o c e r u n a "vehemencia ontológica" q u e desvincula la significación d e su p r i m e r s e n t i d o y la informa d e u n sentido figurado. es preciso r e c o n o c e r q u e " c o m p r e n d e r u n a expresión lógica" n o es lo mism o q u e "descubrir imágenes". a p e n s a r "más allá". el discurso especulativo se p r e s u p o n e c o m o condición de posibilidad del discurso poético. sino q u e ella redescribe lo q u e es y afirm a q u e es d e tal m o d o . Es. n o c o m o d e t e r m i n a c i ó n . Ello n o s u p o n e la sub o r d i n a c i ó n del discurso poético al discurso d e la especulación filosófica. sino el r e c o n o c i m i e n t o d e la pluralidad d e discursos. Y la metáfora es viva sólo c u a n d o impele el élan d e la imagin a c i ó n hacia u n p e n s a r "más allá". c o n Husserl. es. La cuestión epistemológica es d e s b o r d a d a p o r la cuestión f u n d a m e n t a l sobre si la poética nos i n t r o d u c e p o r sus p r o p i o s m e d i o s e n el á m b i t o d e la ontología. El discurso especulativo reasumirá. sino c o m o equivalencia. sino una solicitación del concepto. Cierto q u e el discurso especulativo p u e d e ser facilitado p o r el p o é ü c o . caverna. su fLincíón aplicánd o s e a la intención constitutiva d e la experiencia q u e se dice e n la metáfora. necesario u n paso al c o n c e p t o siguiendo la trayectoria del c a m p o referencial d e s c o n o c i d o d e la enunciación metafórica. la connivencia. Del m i s m o m o d o e n t i e n d e q u e las metáforas platónicas (sol.24 PRESENTACIÓN DE l A EDICIÓN ESPAÑOLA ca. C u a n d o el p o e t a dice. n o obstante. D e h e c h o .. q u e "la naturaleza es u n t e m p l o e n el q u e vivientes pilares. sino q u e su vigencia reside en la elección q u e d e ellas hace el discurso especulativo. e n t r e la d i a d a metafórica del sentido " p r o p i o " y "figurad o " con la diada metafísica "visible"/"invisible".) n o prejuzgan la metafísica platónica. Y e n el "es" se implica el " n o es" d e cualquier o t r o m o d o . A m b o s se vivifican y a n i m a n m u t u a m e n t e . c o m ú n a H e í d e g g e r y Derrida. Ésta es operativa e n t r e lo especulativo y lo metafórico. Ricoeur n o acepta. La interpretación e n c u e n t r a . Pero. la cópula "es" n o es s o l a m e n t e relacional. t o m a n d o el verbo.. Su respuesta es explícita: el discurso poético n o es el discurso especulativo y la filosofía n o p r o c e d e d i r e c t a m e n t e d e la poética.". con sus pro- . p o r ejemplo. llevando el discurso conceptual a "pensar más". p e r o cada u n o se establece sobre lógicas diferentes. P e r o Ricceur n o concluye en una poética.

p o r l o t a n t o . adecuado. sugiere u n a "re-descripción" d e la experiencia. H e i d e g g e r . ni su inadmisible p r e t e n s i ó n d e p o n e r fin a la historia del ser. Allí. su tesis f u n d a m e n t a l d e la —en continuidad de pertenencia del yo a su Heidegger—. se entrecruza d e nuevo en el camino de Ricceur. 2. r e v e l a n d o d e ella c a t e g o - Tiempo y narración p r e t e n d e s i t u a r s e e n e l m i s m o o r d e n : e l u c i d a r . e l l e n g u a j e m e t a f ó r i c o s u s c i t a o r í a s o n t o l ó g i c a s n o r e d u c t i b l e s a la e x p e r i e n c i a e m p í r i c a . la trama narrativa. En e s t e s e n t i d o .PRESENTACIÓN DE LA EDICIÓN F5PAÑOLA 25 p i o s medios. Tiempo y narración La trilogía integrada l ó g i c a d e las tesis d e Tiempo y narración v i e n e a s e r l a c o n t i n u i d a d La méiaphore vive. c o m o p u e d e adivinarse. a p e s a r d e la t u r b a d o r a apariencia q u e p a r e c e englobarlas. Eila es la categoría última a partir d e la cual t o d o lenguaje p u e d e ser p e n s a d o . p o r e s o temporalidad humana. Realidad que. q u e él deplora. p o r otra. y p r e c i s a r el c a r á c t e r t e m p o r a l d e la e x p e r i e n c i a h u m a n a . A pesar d e t o d o . e l l e n g u a j e del m a l e r a e l m e d i o Aquí es el relato. articulando la experiencia d e pertenencia q u e incluye al h o m b r e e n el discurso y a éste en el ser. c o n c i e n c i a subjetiva n o p u e d e ser alcanzada e n su p r o p i a d a d s i n o e s p o r e l l e n g u a j e . c l a r i f i c a r Ricceur r e t O i n a mundo y. AHÍ. sino la m a r c a d a diferencia e n t r e p e n s a m i e n t o y poesía. sit u a n d o a la realidad c o m o condición d e posibilidad d e t o d o disc u r s o . c o n d u c e hasta los múltiples significados del ser c o m o f u n d a n t e d e t o d o m o d o d e decir y q u e remite. p o r u n V p a r t e . l a m e t á f o r a e s t a b l e c e u n a t e n s i ó n c u y a r e f e r e n c i a s e e n c u e n t r a f u e r a d e la e x p e r i e n c i a o r d i n a r i a y. i n a c c e s i b l e a l l e n g u a j e d i r e c t a m e n t e d e s c r i p t i v o . en consecuencia. con Aristóteles. n u e s t r o a u t o r prefiere r e t e n e r d e la última o b r a d e Heidegg e r n o su r u p t u r a c o n la metafísica. r e c o n o c e l a d e la experiencia la identiprivíle- como el carácter d e t e r m i n a n t e Pero lo m i s m o q u e sucedía e n la simbólica del mal. el p e n s a m i e n t o especulativo apoya su trabajo s o b r e el d i n a m i s m o d e la enunciación metafórica o r i e n t á n d o l a hacia u n d o m i n i o d e sentido q u e es p r o p i o del p e n s a r p o r conceptos. En fin. la consistencia del discurso p o é t i c o al discurso sobre el ser. el medio . la intención semántica del discurso poético. p o r medio d e la explicación ontológica del p o s t u l a d o d e la referencia. la poesía ofrece los rasgos d e u n a concepción t e n s i o n ^ d e la verdad.

Dray) e n el p r i m e r t o m o . sin d u d a . Ricoeur establece la hipótesis. la n a r r a c i ó n se eleva a condición identíficadora d e la existencia temporal. . Tal p r e s u p u e s t o va a ser el hilo c o n d u c t o r d e la trilogía q u e inicia el p r e s e n t e volumen. esto es. a la narratología y a la literatura d e ficción e n el seg u n d o y a las fenomenologías d e la conciencia t e m p o r a l (de san Agustín a Hegel y Husserl) en el tercero. N a d a p u e d e ser c o n s i d e r a d o c o m o acontecimiento si n o es susceptible d e "ser i n t e g r a d o e n u n a trama". c o m o del relato d e ficción o narración imaginativa. Y d e tal exigencia n o p u e d e alejarse la historia (ciencia) si q u i e r e preservar su condición d e ciencia h u m a n a . A m b o s géneros tienen c o m o referente común el carácter temporal d e la experiencia. La narratividad. p o r lo tanto. P e r o la ficción n o e s t á desposeída d e referencia. Y. articula y clarifica la experiencia temporal". q u e p a u l a t i n a m e n t e irá revalid a n d o . N o p u e d e . La p r e t e n s i ó n d e verdad del p r i m e r o a p u n t a a u n a realidad episódica ya acontecida q u e n o tiene la s e g u n d a . a su vez. d e q u e t a n t o la historia (ciencia) c o m o la narración ficticia o b e d e c e n a u n a única operación configurante q u e d o t a a ambas d e inteligibilidad y establece e n t r e ellas una analogía esencial. E m p r e s a tan amplia la a b o r d a Ricoeur con sus p r e s u p u e s t o s ya e n u n c i a d o s : la aceptación del texto n o c o m o á m b i t o a u t ó n o m o d e sentido. tanto del relato histórico. d e ser i n t e g r a d o e n u n a historia. P e r o t a m b i é n a q u í Ricoeur se aparta p r o n t o d e Heídegger. De este m o d o . r e c o n o c i e n d o q u e a t o d o texto es inherente u n sentido que n o se agota en la analítica d e su estructura. La t r a m a confiere u n i d a d e inteligibilidad p o r m e d i o d e la "síntesis d e lo h e t e r o g é n e o " . y la anahtica "corta" del "Dasein" se sustituye p o r la "vía larga" del análisis d e los relatos. a través d e la cual los acontecimientos singulares y diversos a d q u i e r e n categoría d e historia o narración. ser identificada la referencia del relato histórico y la d e ía narración ficticia. siguiendo la "lingüística del discurso" d e Benveniste.26 PRESIÍNTACIÓNDE LA EDICIÓN ESPAÑOLA giado p a r a esclarecer la experiencia t e m p o r a l i n h e r e n t e a la ontología del ser-en-el-mundo. Trilogía q u e tiene c o m o interlocutores a u n a amplísima historiografía {de Braudel a W. al estilo estructuralista. "determina. Tal o p e r a c i ó n m e d i a d o r a en la trama. el t i e m p o c o m o realidad abstracta o cosmológica a d q u i e r e significación antropológica e n la m e d i d a e n q u e p u e d a ser articulado e n u n a narración. sino. q u e tiene la pret e n s i ó n referencial d e la verdad.

u n relato con pasado. p r e s e n t e y futuro. a r e p l a n t e a r el p r o b l e m a d e la referencia e n t é r m i n o s d e "redes cripción". T o d o ello exige la discusión c o n histor i a d o r e s (l) y con n a r r a t ó l o g o s (ii). Aristóteles se enfrenta a san Agustín. a n o ser q u e t o d a identificación subjetiva se p i e r d a e n la serie episódica d e las acciones. Ricoeur m u e s t r a c ó m o la perspectiva d e cada u n o oculta e invalid a la d e los otros. o se . Sin narración n o hay. san Agustín. El relato. P e r o . c o m o sucedía con la metáfora. La vinculación historia-ficción obliga. e n c u a n t o q u e la n a r r a c i ó n a p u n t a hacia m o d o s "excéntricos" d e la experiencia t e m p o r a l . Husserl y Heidegger. e n t r e el cosmológico y el fenomenológico: el t i e m p o p r o p i o a la n a r r a c i ó n y a la historia. Ello q u i e r e decir q u e la n a r r a c i ó n identifica al sujeto en u n á m b i t o e m i n e n t e m e n t e práctico: el del relato d e sus actos. La identificación subjetiva a la q u e c o n d u c e la narración n o es o t r a q u e u n a "identificación narrativa". a su vez. Kant. en efecto. Cierto que. sin d u d a . p u e s . tamp o c o aquí h e m o s alcanzado u n a "explicación" del t i e m p o . a u n q u e lo n a r r a d o n o haya acontecido o n o vaya a realizarse. d e Aristóteles a san Agustín o Heidegger n o es sino el signo d e la contradicción y d e la a p o r í a para la reflexión. Hegel. identificación posible n i del individuo ni d e las c o m u n i d a d e s . p e r o n o p o r eso ajenos a ella. Incluso la n a r r a c i ó n d e ficción es m u c h o m á s rica en informaciones sobre el t i e m p o q u e el m i s m o relato histórico. el t i e m p o q u e el relat o —con la actividad mímética— g e n e r a p o r m e d i o d e la configuración original d e la "construcción d e la trama".PRESENTACIÓN DE LA EDICIÓN ESPAÑOL. Las perspectivas fenomenológicas i m p i d e n u n a c o n c e p c i ó n cosmológica^del t i e m p o . concluye así en la exigencia d e u n "tercer tiempo". P e r o sí se h a abierto u n a vía p a r a su c o m p r e n s i ó n y para su a p r o p i a c i ó n h u m a n a . h a c i e n d o imposible toda i d e n t i d a d subjetiva. fiel a su tesis d e la finitud d e la c o m p r e n s i ó n . H e i d e g g e r a la "concepción vulgar" del t i e m p o . a b r i é n d o s e u n largo c a m i n o en discusión c o n Aristóteles. la narración a p i m t a ficticiam e n t e a m o d o s d e ser nuevos. hace llegar a la c o m p r e n s i ó n los aspectos d e la experiencia t e m p o r a l q u e el lenguaje conceptual n o p u e d e m e n o s d e confesar aporéticos. p o r lo tanto. El tiempo. Se ha abierto u n a vía p a r a la identificación subjetiva del hombre.^ 2 7 Lo m i s m o q u e sucedía e n la poética. Es el tiempo verd a d e r a m e n t e h u m a n o q u e aparece c o m o competencia p a r a seguir u n a historia. E n el tercer t o m o . Kjmt a Husserl.

^^le sujeto no es sino una ilusión sustancialísta [.28 PRFMENTACIÓN DE LA EDICIÓN ESPAÑOl-A confine en u n a ilusión sustancialísta q u e n o d a r á cuenta d e la diversidad. la identidad postulada no será sin resto: es u n a identidad comprendida. en efecto. p o r u n h o m b r e . T a n t o e n la lírica. inaccesible a una comprensión en totalidad. es posible r e s p o n d e r a la p r e g u n t a p o r u n sujeto. sin q u e ellas agoten t a m p o c o su enigma. sino q u e las hace fecundas. c o m o allí. T o d o s esos lenguajes debieran ser explorados. e n las q u e se j n u n c i a . Se alcanza aquí. Por el relato. p o n e e n evidencia la imposibilidad d e pensar el tiempo. el problema de la identidad personal eslá. pues. a su vez.. o bien se sostiene [. Y Ricceur señala. sin e m b a r g o . a la vez. c o m o sucede e n la Biblia. a Hegel. La narratividad. Sin el recurso de la narración. de m o d o diferente. la vieja tesis d e la symboliqíiv du mal. c o m o el lenguaje religioso. condenado a una antinomia sin solución: o bien se piensa un sujeto idéntico a sí mismo en la diversidad de sus estados. a la p a r que p o n e de manifiesto sus propias limitaciones. el p r o f u n d o enigma d e la temporalidad. la refiguración del t i e m p o aparecerá bajo otras luces.. diseña el p r e s e n t e c o m o iniciativa y establece u n horizonte de espera vinculados p o r la intriga. contada y r e t o m a d a p o r la reflexión aplicada a las obras. Y. distintos del relato. Ello no s u p o n e q u e la intriga narrativa resuelva las aportas de la temporalidad.. .. por lo tajilo. a la cultura. O t r o s discursos y lenguajes. p e r o d e f o r m a "narrativa": La histoiia narrada dice el qnién de la acción. e n efecto. vinculada a la finitud temporal. p e r o es. otros géneros e n los q u e lo narrativo y no narrativo se entrelazan.]. a los textos. esclarecen vivencias distintas de la temporalidad. Los límites d e la f o r m a narrativa p a r a reñgiirar el t i e m p o a p u n t a n hacia otras formas d e discurso. La identidad del quiéii no es. el m e d i o más a d e c u a d o para elucidar su experiencia. en la épica y e n la dramática. p o r u n a identidad.] que e. al final d e Tiempo y narración. renunciando. el relato int r o d u c e la experiencia d e la totalización c o m o resultado d e la mediación narrativa q u e recoge el pasado. Ricoeur alcanza así u n a d e sus raás viejas convicciones: la d e q u e el yo del c o n o c i m i e n t o de sí es el resultado d e u n a vida examinada. ella misma más que una identidad narrativa. que no agota la ipseidad. C o n t r a la c o n c e p c i ó n del t i e m p o c o m o totalidad.

T o d o ello n o p u e d e olvidarse e n esta introducción. p u e s t o q u e la h e r m e n é u t i c a q u e d a abierta a la pluralid a d d e lenguajes y d e culturas. Exégesis y hermenéutica. Delachaux et Niestlé) c o m p e n d i a n trabajos q u e bien p o d r í a n figurar n o ya c o m o a p é n d i c e s d e la trilogía d e Tiempo y narración. El i n t e r r o g a n t e kantiano: "¿qué es el h o m b r e ? " . sino c o m o estudios paralelos e n los q u e n o sólo la t e m p o r a l i d a d . L a edilorial Cristiandad recogió en el v o l u m e n dirigido p o r X. e n 1980. sino t a m b i é n o t r o s aspectos d e la vivencia. p e r o incontenible e n sus límites. T o d o lo escrito p o r Ricceur sobre el lenguaje poético. q u e p r e t e n d í a señalar el hilo c o n d u c t o r d e la obra d e Ricceur. varios artículos sobre herm e n é u t i c a del lenguaje religioso d e i n d u d a b l e interés y publicó. Morcelliana) y Exxgése. Madrid. C i e r t o q u e ya antes d e estas últimas obra. Podrían citarse a b u n d a n t í s i m o s trabajos q u e lo testifican. Problemes de méthode et exercices de lecture (Neuchátel. son esclarecidos a la luz d e sus lenguajes. MANtTEL MACEIRAS Profesor Titular d e Filosofía Universidad C o m p l u t e n s e . la traducción d e La méiaphore vive. Y c o n f i r m a n d o sus p r o p i a s convicciones. la narración y el lenguaje religioso viene así a desarrollar u n a Poétim de la voluntad.PRESENTACIÓN DE LA EDICIÓN ESPAÑOLA 29 La filosofía d e Ricoeur q u e d a así i r r e m e d i a b l e m e n t e abierta. t a m p o c o el yo p o d r á ser identificado a d e c u a d a m e n t e . Léon-Dufour.-* suyas la h e r m e n é u l i c a del lenguaje religioso y d e sus símbolos había m e r e c i d o a t e n c i ó n p r e f e r e n t e . p r o p u e s t a e n su p r i m e r proyecto. lo será i g u a l m e n t e d e lo s e g u n d o . S i e n d o la tarea d e la reflexión incapaz d e lo p r i m e r o . seguirá así a n i m a n d o la investigación d e Ricceur. m i e n t r a s el r e i n o d e los lenguajes n o p u e d a ser v e r t e b r a d o e n u n a u n i d a d significativa. noviembre de 1987 . O t r a s recopilaciones c o m o Ermeneiitica biUica (Brescia.

c o n el esque[31] . lo inédito— surge e n el l é ñ ^ í i j e : aquí. p o r lo tanto.INTRODUCCIÓN La metáfora viva y Tiempo y narración son dos obras gemelas. la innovación semántica consiste e n la invención d e u n a trama.. la m e t á f o r a viva. E n la metáfora. a m e n a z a d a p o r la i n c o n g r u i d a d literal d e la atribución. Y es p r e c i s a m e n t e esta síntesis de lo heterogéneo la q u e acerca la narración a la metáfora. allí. es decir. la innovación semántica p u e d e relacionarse c o n la imaginación c r e a d o r a y. u n a nueva p e r t i n e n c i a e n la predicación. fines. sin e m b a r g o . es decir. fueron. e n el de los actos d e lenguaje q u e tienen u n a d i m e n s i ó n igual o superior a la frase. causas y azares se r e ú n e n en la u n i d a d t e m p o ral d e u n a acción total y completa. t a m b i é n su incompatibilidad e n el p l a n o d e la interpretación literal d e la frase. los efectos d e sentido p r o d u c i d o s p o r a m b a s i n c u m b e n al m i s m o f e n ó m e n o central d e innovación semántica. ésta sólo se p r o d u c e e n el p l a n o del discurso. En la narración. más exactamente. Publicadas consecutivamente. la innovación consiste en la p r o d u c c i ó n d e u n a nueva pertinencia semántica m e d i a n t e u n a atribución impertin e n t e : "La naturaleza es u n t e m p l o e n el q u e pilares vivientes. sino sólo u n m e d i o al servicio del proceso q u e se sitúa e n el p l a n o d e t o d a la frase. p o r m e d i o d e la n u e v a pertinencia semántica —y e n cierto m o d o e n su densidad—. la resistencia d e las palabras en su u s o corriente y. lo n u e v o —lo n o dicho todavía. q u e t a m b i é n es u n a o b r a d e síntesis: e n virtud d e la trama. concebidas j u n tas.. E n los dos casos." El desplazamiento d e sentido q u e experim e n t a n las palabras e n el e n u n c i a d o metafórico —al q u e r e d u c í a la rfetórica antigua la metáfora— n o es lo i m p o r t a n t e e n elía." La metáfora p e n n a n e c e viva mientras percibimos. y tiene p o r función salvar la n u e v a pertinencia d e la predicación "extraña". E n amb o s casos. Si b i e n la metáfora se incluye tradicionalmente e n la teoría d e los "tropos" (o figuras del discurso) y la narración e n la d e los " g é n e r o s " literarios. u n a nueva cong r u e n c i a e n la disposición d e los incidentes. E n u n o y o t r o caso. o sea. u n a t r a m a finada.

En consecuencia. el p r o b l e m a epistemológico p l a n t e a d o . e n figurar la asimilación p r e d i c a d v a d e la q u e resulta la innovación semántica. trátese d e metáfora o d e trama. "alejados" al princip i o . " P e r o ¿qué es percibir lo semejante sino instaurar la semejanza m i s m a a c e r c a n d o t é r m i n o s que. La imaginación c r e a d o r a q u e actúa e n el p r o c e s o metafórico es así capaz d e p r o d u c i r nuevas especies lógicas p o r asimilación predicativa. En las metáforas nuevas. la inteligibilidad. Esta racionalidad t i e n d e m á s bien a simular. se distingue t a n t o J e la r a c i o n a h d a d combinatoria q u e la semántica estructural p o n e e n j u e g o .32 TNTRODUCCIÓN m a t i s m o . q u e es su matriz significante. los reveses d e fortuna y todas las consecuencias n o deseadas d e los actos h u m a n o s . y así esquematiza la significación inteligible q u e se atribuye a la narración t o m a d a c o m o u n t o d o . en el p r i m e r caso. la inteligibilidad enraizada e n el esquematismo. q u e consiste e n esquematizar la operación sintética. en el caso d e la metáfora. En g r a n parte. t a n t o p o r la metáfora c o m o p o r la narración. e m e r g e d e las ruinas d e la pertinencia semántica tal c o m o aparece en la lectura literal d e la frase. en el s e g u n d o caso. las iniciativas y las interacciones. e n los dos casos. C o m p r e n d e r . es r e c u p e r a r la o p e r a c i ó n q u e unifica e n u n a acción total y c o m p l e t a lo diverso constituido p o r las circunstancias. en el caso d e la narración. u n a nueva pertinencia semántica. puesta d e manifiesto p o r este p r o c e s o d e esquematización. en el p l a n o superior del metalenguaje. el n a c i m i e n t o d e la nueva pertinencia semántica m u e s t r a perfect a m e n t e lo q u e p u e d e ser u n a imaginación q u e crea s e g ú n normas: "Metaforizar bien —decía Aristóteles— es percibir lo semej a n t e . C o m p r e n d e r . explicar más es c o m p r e n d e r mejor. la t r a m a d e la narración es c o m p a r a b l e a esta asimilación predicativa: ella "toma j u n t o s " e integra e n u n a historia total y completa los acontecimientos múltiples y dispersos. es recuper a r el d i n a m i s m o e n virtud del cual u n e n u n c i a d o metafórico. a pesar d e la resistencia d e las categorizaciones usuales del lenguaj e . los objetivos y los m e d i o s . c o m o d e la racionalid<:d 'cg-sl a d o r a utilizada p o r la teoría d e la n a r r a c i ó n o p o r la historiografía erudita. c o n la c o m p r e n s i ó n previa q u e deriva d e la familiaridad adquirida c o n la práctica del lenguaje. Finalmente. consiste e n relacionar la explicación. p r o p i a d e las ciencias semiolingüísticas. a p a r e c e n "próximos" d e p r o n t o ? Este c a m b i o d e distancia e n el espacio lógico es o b r a d e la imaginación creadora. t a n t o poético . Pues bien.

la fijnción mimética de las narraciones se manifiesta p r e f e r e n t e m e n t e en el c a m p o d e la acción y d e sus valores tempo­ rales. a expensas d e la función re­ ferencial. el estu­ d i o d e la metáfora viva nos h a llevado a plantear. m e h e arriesgado a hablar n o sólo d e sentido meta­ fórico. H e sos­ tenido q u e la suspensión d e la función referencial directa y des­ criptiva n o es más q u e el reverso. en el p l a n o onlológico m á s radical. pa­ sivos. P o r este últinm sentido. Mientras q u e la redescripción metafórica p r e d o m i n a en el c a m p o d e los valores sensoriales. tres sentidos. el discurso p o é t i c o transforma e n lenguaje aspectos. Distinguiré.INTRODUCCIÓN 33 c o m o narrativo. es la mimesis d e u n a ac­ ción. Así. d e u n a función referencial m á s disimulada del discurso. cua­ lidades y valores d e la realidad. a la q u e d e algu­ n a f o r m a libera la suspensión del valor descriptivo d e los enuncia­ d o s . la función mimética d e la t r a m a se acerca a la referencia metafórica. q u e n o tienen acceso al lenguaje d i r e c t a m e n t e descriptivo y q u e sólo p u e d e n decirse gracias al j u e ­ go complejo e n t r e la enunciación metafórica y la transgresión re­ g u l a d a d e las significaciones corrientes d e nuestras palabras. P o r consiguiente. p r ó x i m a o lejana. q u e h a c e n del m u n d o una reali­ d a d habitabk. La función mimética d e la narración p l a n t e a u n p r o b l e m a e x a c t a m e n t e paralelo al d e la referencia metafórica. sino d e referencia metafórica. La t r a m a . El paralelismo e n t r e nietáfora y n a r r a c i ó n va más lejos. más allá del p r o b l e m a d e la estructura o del sentido. estéticos y axiológicos. el d e la referencia o el d e la p r e t e n s i ó n a la verdad. E n los d a s casos se trata d e explicar a la vez la a u t o n o m í a d e estas disciplinas racionales y su filiación directa o indirecta. En La metáfora viva h e d e f e n d i d o la tesis d e q u e la función poética del lenguaje n o se limita a la exaltación del lenguaje p o r sí mismo. . o la condición negativa. Incluso h e sugerido h a c e r del "ver-como". a partir d e la inteligencia poética. en el q u e se c o m p e n d i a el p o d e r d e la metáfora. el revelador d e u n "ser-como". tal c o m o p r e d o m i n a en el lenguaje descriptivo. dice Aiistóteles. Incluso n o es m á s q u e u n a aplicación particular d e esta liltima a la esfera del obrar h u m a n o . al m e n o s . en su m o m e n t o . del tér­ m i n o mimesis: reenvío a la pre-comprensióii familiar q u e t e n e m o s del o r d e n d e la acción. p a r a expresar este p o d e r q u e tiene el e n u n c i a d o metafórico d e re-describir u n a realidad inaccesible a la descripción directa. acceso al reino d e la ficción y nueva confi­ guración m e d i a n t e la ficción del o r d e n p r e c o m p r e n d i d o d e la ac­ ción.

c o m o indica la palabra. sino t a m b i é n el padecer . r o d e a n la acción y las consecuencias n o queridas q u e f o r m a n u n a p a r t e d e lo trágico d e ésta. informe y. 1 9 8 0 ) . . D e este m o d o . las circunstancias q u e . implican también u n a d i m e n s i ó n d e pasividad accesible. Se a ñ a d e a esas lecciones o t r a s o b r e The contribution of French historiography to the theory of history. CNRS. d a d a en 1979 e n la Taylor Instituüon. en parüculai" e n formas c o m o la elegía y la lamentación. El n ú c l e o inicial d e este libro está f o r m a d o p o r las lecciones dadas e n 1978 e n las "Brich Lectures" d e la Universidad d e Missouri-Columbia. e n el límite. el tiempo? —pregunta Agustín—. Diversas partes d e la o b r a se e l a b o r a r o n e n f o r m a esquemática c o n motivo d e dos seminarios en la cátedra N o r t h r o p Frye y en el m a r c o del " P r o g r a m a d e literatura c o m p a r a d a " d e la Universidad d e T o r o n t o . redescripción metafórica y mimesis narrativa se entrelazan estrechamente.34 INTRODUCCIÓN Este último aspecto es el q u e estudiaré c o n d e t e n i m i e n t o e n este libro. d e la Universidad d e Chicago. d e París. p o r lo t a n t o . si q u i e r o explicárselo a quien m e lo pregunta. entonces. Varios esbozos del conjunto m e h a n p r o p o r c i o n a d o m a t e r i a p a r a mis seminarios e n el C e n t r e d'Études d e P h é n o m é n o l o g í e et d ' H e r m é n e u t i q u e . y en la c á t e d r a d e J o h n N u v e e n . Si nadie m e lo p r e g u n t a . En p r i m e r lugar. La poesía lírica raya así c o n la poesía dramática. P e r o la frontera e n t r e ambas funciones es inestable. p o r o t r a p a r t e . Se perfila así u n vasto c a m p o poético q u e incluye el e n u n c i a d o metafórico y el discurso narrativo. ya n o lo sé. al discurso p o é ü c o . El original francés llena los tres p r i m e r o s capítulos d e La narrativité {París. t a m b i é n los personajes en c u a n t o agentes y en c u a n t o victimas. Veo e n las tramas q u e i n v e n t a m o s el m e d i o privilegiad o p o r el q u e re-configuramos n u e s t r a experiencia t e m p o r a l confusa. Giles (Oxford. St. m u d a : "¿Qué es. las tramas q u e configuran y transfiguran el c a m p o práctico e n g l o b a n n o sólo el obrar. A d e m á s . p r o n u n c i a d a e n la "Zaharoff Lecture". lo sé. 1980). C l a r e n d o n Press. hasta tal p u n t o q u e se p u e d e n intercambiar los d o s vocabularios y hablar del valor mimético del discurso poético y del p o d e r d e redescripción d e la ficción narrativa." La f u n d ó n referencial d e la t r a m a reside p r e c i s a m e n t e e n la capacidad q u e tiene la ficción d e re-figurar esta experiencia t e m p o r a l víctima d e las aporías d e la especulación filosófica.

d e la Taylor Instítution. Estoy particularmente en d e u d a c o n Fran^ois Wahl. P. p o r sus gentiles invitaciones. d e París. Oxford. d e la Universidad d e Míssouri-Columbia. su inspiración y sus exigencias críticas. sino q u e colaboraron e n la o b r a colectiva La narrativité. Collyer. PAUL RICCEUR . al igual y d e m o d o m u y especial a cuantos p a r t i c i p a r o n en los cursos del C e n t r e d'Études d e P h é n o m é n o l o g i e e t d'Herm é n e u t i q u e . V. N o p u e d o olvidar a mis colegas y estudiantes d e la Universid a d d e Chicago p o r su acogida. y a N o r t l i r o p Frye y Mario Valdés. cuya lectura minuciosa y a t e n t a m e pe^initiÓTnejórar la a r g u m e n t a c i ó n y el estilo del libro.INTRODUCCIÓN 35 Mi agradecimiento a los profesores J o h n Bien y Noble Cunn i n g h a m . a G. d e la Universidad d e T o r o n t o . q u e n o sólo m e a c o m p a ñ a r o n a lo largo d e m i investigación. d e Édition d u Seuil.

PRIMARA PARTE X. _ EL C Í R C U L O E N T R E N A R R A C I Ó N Y T E M P O R A U D A D .

E n p r i m e r lugar. la n a r r a c i ó n es signifi­ cativa en la m e d i d a e n q u e describe los rasgos d e la experiencia t e m p o r a l . esto o c u r r e e n t o d o aserto h e r m e n é u t i c o . Su i n d e p e n d e n c i a n o consiste sólo e n q u e las Confesiones úe san Agustín y la Poética d e Aristóteles p e r t e n e c e n a universos p r o f u n d a m e n t e diferentes. la s e g u n d a (capítulo 2). La elección d e estos dos escritores tiene u n a d o b l e justifica­ ción. Es innegable q u e la tesis p r e s e n t a u n carácter circular. Ya se tra­ te d e afirmar la i d e n t i d a d estructural e n t r e historiografía y relato d e ficción. ya de afirmar el parentesco p r o f u n d o e n t r e la exigencia d e v e r d a d d e u n o u o t r o m o d o narrativo. sino u n círculo bien construido. c o m o h a r e m o s e n la cuarta. c o m o i n t e n t a r e m o s d e m o s t r a r e n las partes s e g u n d a y tercera. p o r el lado d e las para­ dojas del tiempo. t a n t o en la i d e n t i d a d estructural d e la función narrativa c o m o en la exigencia d e v e r d a d d e cualquier o b r a d e este g é n e r o . p o r el d e la organización inteligible d e la narración. el tiempo se hace tiempo h u m a n o e n cuan­ t o se articula d e m o d o narrativo. c o m o r e p e t i r e m o s a m e n u d o e n el trans­ curso d e este estudio. Para p r e p a r a r esta discu­ sión m e h a p a r e c i d o necesario d a r a la tesis d e la c o r r e s p o n d e n ­ cia e n t r e narratividad y t e m p o r a l i d a d d o s introducciones históri­ cas independientes e n t r e sí. Des­ p u é s d e t o d o . El m u n d o d e s p l e g a d o p o r t o d a o b r a narrativa es s i e m p r e u n m u n d o t e m p o r a l . a su vez. T o d o s ellos p o s e e n u n n ú c l e o c o m ú n . el s e g u n d o .La p H m e r a p a r t e d e esta o b r a intenta p o n e r d e manifiesto los principales p r e s u p u e s t o s q u e el resto del libro d e b e s o m e t e r al j u i c i o d e las diversas disciplinas q u e t r a t a n d e historiografía o del relato d e ficción. es el carácter temporal d e la experiencia hu­ m a n a . Esta pri­ m e r a p a r t e se o c u p a d e esta objeción. n o s ofrecen dos accesos independientes al círculo d e n u e s t r o p r o b l e m a : el p r i m e r o . cuyas d o s mitades se refuerzan m u t u a m e n t e . separados p o r varios siglos y p o r problemáticas q u e n o se p u e d e n s u p e r p o n e r . u n p r e s u p u e s t o d o m i n a sobre t o d o s los d e m á s : lo q u e es­ tá ú l t i m a m e n t e e n j u e g o . Más impor­ t a n t e p a r a n u e s t r o p r o p ó s i t o es q u e el p r i m e r o se p r e g u n t a p o r la [39] . La primera (capítulo 1) está consagrada a la teoría del tiempo e n san Agustín. a la d e la t r a m a en Aristóteles. O . N u e s t r a p r i m e r a p a r t e está consagrada a este i m p o r ­ tante presupuesto. I n t e n t a r e m o s d e m o s t r a r e n el tercer capítulo q u e el círculo e n t r e narratividad y t e m p o r a l i d a d n o es u n círculo vicioso.

Kermode. a n u e s t r o p r o b l e m a circular. mientras q u e el o t r o construye su teoría d e la t r a m a dra­ mática sin considerar las implicaciones temporales d e su análisis. sin p r e o c u p a r s e a p a r e n t e m e n t e p o r fun­ d a r e n esta b ú s q u e d a la estructura narrativa d e la autobiografía espiritual desarrollada en los n u e v e p r i m e r o s libros d e las Confe­ siones. En el capítulo 3 e n c o n t r a r á el lector el leitmotiv cuyo desarro­ llo. Gedisa. el análisis agustiniano ofrece u n a representación del ü e m p o e n la q u e la discordancia d e s m i e n t e c o n t i n u a m e n t e el d e s e o d e concordancia del animus. dejando p a r a la Física el estudio del t i e m p o . esp. Es e n este preciso sentido c o m o las Confesiones y la Poética ofrecen dos accesos. Studies in the tkeory of ficlion (Oxford. El análisis aristotélico. C r e o q u e esta relación in­ versa e n t r e concordancia y discordancia constituye el interés principal d e la conft"ontación entre las Confesiones y la Poética —con­ frontación q u e p u e d e parecer t a n t o más i n c o n g r u e n t e c u a n t o q u e va d e Agustín a Aristóteles. establece la s u p e r i o r i d a d d e la c o n c o r d a n c i a sobre la discor­ dancia e n la configuración d e la trama. 1983. 1966). y a veces alteración. En efecto. ya q u e n o se limitan a converger e n la mis­ m a interrogación d e s d e dos horizontes filosóficos radicalmente diferentes. inde­ p e n d i e n t e s e n t r e sí.. s i n o q u e c a d a u n o e n g e n d r a la i m a g e n invertida del o t r o . la confianza e n el p o d e r del p o e t a y del p o e m a d e h a c e r triunfar el o r d e n sobre el d e s o r d e n .] . respectiva­ mente. sin tener en cuenta la cronología. constituye el resto d e la obra. Barcelona. C a d a u n o p o d r á c o m p r e n d e r p o r sí mismo —sin o t r a p r e o c u p a c i ó n d e exégesis histórica— el j u e g o invertido d e la c o n c o r d a n c i a y d e la dis­ cordancia q u e nos h a n legado los extraordinarios análisis del tiempo y d e la t r a m a h e c h o s p o r Agustín y Aristóteles. e n cam­ b i o . P e r o esta i n d e p e n d e n c i a d e a m b o s análisis n o es lo q u e reten­ d r á m á s m i atención.* * La elección del vocabulario d e b e aquí m u c h o a la obra d e F. P e r o b e p e n s a d o q u e la confrontación e n t r e las Confesiones y la Poética e n el á n i m o del m i s m o lector se haría más dramática si fuese d e la o b r a en q u e p r e d o m i n a la perplejidad e n g e n d r a d a p o r las paradojas del t i e m p o a aquélla e n q u e prevalece e n cam­ bio. [Ed. al que dedico un análisis particular e n la tercera parte de este estudio.40 EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN Y TEMPORAUDAD naturaleza del t i e m p o . The sense of an ending. El sentido de un fi­ nal.

17. pp. sobre el texto d e M. Le sysléme du monde i (París. 1 hasta 14. 39. 1933. Notes sur Velre et le temps chez Augustin: "Kecherches augusiiniennes" (1929). Das Elfie Buch d^r Bekenntnisse (Leiden. Emigkeit und Zeit. he- ' l í e adoptado la traducción francesa d e E. Plotin über Ewigkeit und Zeit {Enneade III.. el d e m p o ? " N o ignoro q u e su análisis se inserta e n la meditación sobre las relaciones e n t r e la e t e r n i d a d y el tiempo.] ^ Esta meditación c o m p r e n d e desde 1. a los q u e el autor. c o n su caracterísüco gust o p o r las antítesis sonoras. 1913) cap. Mi estudio d e b e muc h o al comentario eiiidito d e E. y a J o h n C. Poster i o r m e n t e c o m p a r a r é este contraste con el d e mythos y peripeteia d e Aristóteles. pp. sobre Iodo. llama intentio y distentio animi.. 246-255.. 4 L [41] . 270-343. véase P. con introducción y notas d e A. [En nuestra traducción h e m o s tenido siempre presente la edición de las Confesiojies publicadas e n 1987 por Ediciones Cristiandad. 17. 149-204. 1979). en la dialéctica entre dislenlio e intentio. D u h e m .^ Alií vemos enfrentados dos rasgos del alma h u m a n a . 1962. Se reanuda e n 29. en efecto. hasta el final. 1948). Solignac subraya fuertemente este último aspecto e n sus "Notas complementarias" 3 la traducción d e TréhorcJ/Rouissou. Skutella (Ed. 7) (Francfort. 1934). v. Le temps et l'étemité chez Plotin et saint Augustin (París. A. 3 1 . Insisto más que él e n el carácter aporético d e la discusión y. 1957). En las referencias a Plotinc m e h e servid o d e la introducción y del comentario de Kerner Beierwaltes. 572-591. Bouissou. Solignac ("Bibliothéque angustínienne" X I V . 4a. Tréhorel y G. Callaban. en cambio. Meijering Augustin über Sckopfung. Teubner. E. 1971) n o ha perdido nada d e su agudeza. Four xñews of time in ancient pkilosophy (Harvard.P. pp. Sobre la historia del problema del instante. aislar el análisis del t i e m p o d e esta meditación es violentar u n t a n t o el texto. Consultar igualmente a E. c o n la p r e g u n t a : "¿Qué es. AJ0ÓRÍAS DE LA EXPERIENCIA DEL T I E M P O El libro XI d e las Confesiones d e san Agustín La antítesis principal en t o r n o a la q u e va a girar n u e s t r a reflexión e n c u e n t r a su m á s aguda expresión hacia el final del libro XI d e las Confesiones d e san Agustín. ed.1. La obra d e Jean Guifton. p p . D e b e m o s hacer dos observaciones previas: la p r i m e r a es q u e yo comienzo la lectura d e ese libro XI p o r el capítulo 14. Gilson.^ suscitada p o r el p r i m e r versículo del Génesis: "In principio fecit Deus." En este sentido. París.

Para corregir u n p o c o este perjuicio ocasionado al texto d e Agustín. el análisis agustiniano p r e s e n t a u n carácter lleno d e inter r o g a n t e s e incluso d e aporías al q u e n i n g u n a d e las antiguas teorías s o b r e el tiempo. el e n g a r c e del análisis del t i e m p o e n la meditación sobre la e t e r n i d a d d a a la b ú s q u e d a agustiniana el matiz singular d e u n " g e m i d o " lleno d e e s p e r a n ? ^ q u e desaparece en u n análisis q u e aisle el a r g u m e n t o p r o p i a m e n t e dicho sobre el t i e m p o . p a r a señalar con más fuerza la deficiencia ontológica característica del t i e m p o h u m a n o . Estas dos observaciones precias d e b e n ir j u n t a s . coloca a Agustín unas veces p r ó x i m o a los escépticos. esta violencia p u e d e justificarse e n cierto m o d o e n la p r o p i a a r g u m e n t a c i ó n d e Agustín. La s e g u n d a d e las observaciones es q u e . Agustín ( c o m o Aristóteles) n o sólo p r o c e d e siempre d e s d e aporías recibidas d e la tradición. consigue llevar a semejante g r a d o d e agudeza. introduciré d e n u e v o la meditación s o b r e la eternid a d e n u n estadio posterior del análisis con el fin d e buscar ahí la intensificacián d e la experiencia del tiempo. aislado d e la meditación sobre la e t e r n i d a d p o r el artificio del m é t o d o q u e acabo d e señalar. Este estilo. Quizá se d e b a afirmar incluso q u e la llamada tesis agustiniana sobre el tiempo. sino q u e la resolución d e cada u n a d e ellas d a lugar a nuevas dificultades q u e reavivan c o n t i n u a m e n t e Ja b ú s q u e d a . q u e hace q u e cualquier p r o g r e s o d e p e n s a m i e n t o suscite u n a nueva perplej i d a d . Al m e n o s eso intentaré mostrar. sólo se refiere a la eternidad. q u e n o saben. y otras a los platónicos y neoplatónicos. y se centra directam e n t e e n las aporías q u e aquejan a la c o n c e p c i ó n del t i e m p o en c u a n t o tal. a la vez. al tratar del fiempo. quien. p e r o . P e r o p r e c i s a m e n t e c u a n d o se s e p a r a su análisis d e su trasfondo d e e t e r n i d a d se h a c e n resaltar los rasgos aporéticos jdel t i e m p o . C o n tod o . es m á s aporética d e lo q u e admitiría el p r o p i o Agustín. difiere del d e los neoplatónicos toda vez q u e el núcleo afirmativo n o se deja n u n c a captar en su . q u e saben. Es cierto q u e este m o d o aporético difiere d e l d e los escépticos e n c u a n t o a q u e n o i m p i d e alg u n a certeza firme. q u e se suele cafificar fácilmente d e tesis psicológica p a r a o p o n e r l a a la d e Aristóteles e incluso a la d e Plotino.42 EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN Y TEMPORALIDAD c h e q u e n o basta para justificar )a intención d e situar e n el mism o espacio d e reflexión la antítesis agustiniana e n t r e intentio y distentio y la antítesis aristotélica e n t r e mythos y peñpeteia. d e s d e Platón hasta Plotino. Agustín i n q u i e r e (veremos c ó m o el verbo quaerere vuelve c o n insistencia a lo largo del texto).

* J. Guítton. las cabezas d e la h i d r a del escepticismo. ega animus).. E n cierto sentido. pasaré p o r alto). E¿i p r i m e r lugar hay q u e decir que. La construcción d e la trama. 25: "Yo. m e fatigo aquí y m e farigo e n m í m i s m o . qui memini.al fundir el a r g u m e n t o c o n el h i m n o (alabanza) e n la p r i m e r a parte del libro XI (que. cit. este estilo a p o r é t i c o a d q u i e r e u n a significación particular e n la estrategia global d e la p r e s e n t e o b r a . ' Este carácter a p o r é t i c o d e la reflexión p u r a sobre el ü e m p o es d e s u m a importancia p a r a la p r e s e n t e investigación. Y esto d e s d e d o s p u n t o s d e vista. n o hay descripción sin discusión. r e s p o n d e a la a p o r í a especulativa c o n u n h a c e r poético capaz d e aclarar la a p o r í a (tal será el sentido principal d e la catarsis aristotélica). Me h e convertido e n tierra d e fatiga y d e sudor intenso para m í [J. Cita las Cottfesiones X. atento al vínculo entre tiempo y conciencia e n san Agustín.^ Así! la "teoría" agustiniana del t i e m p o es inseparable d e la o p e r a c i ó n argumentativa p o r la q u e el p e n s a d o r corta. E n m i libro será c o n s t a n t e la tesis d e q u e la especulación s o b r e el tiempo es u n a cavilación inconclusiva a la q u e sólo r e s p o n d e la actividad narrativa. es e n el sentido poético y n o teorético. 224). diremos después^.. ni siquiera u n a "solución" q u e se p u e d a sustraer definitivamente del r é g i m e n aporético. q u e r e n a c e n contin u a m e n t e . e n principio. u n a tras otra. n o hay fenom e n o l o g í a p u r a del t i e m p o . Quizá n o la h a b r á n u n c a d e s p u é s d e él. 16. sino t a m b i é n d e la p r e g u n t a misma. libera la aporía del no-sentido a !a q u e se aproxima. N o p o r q u e ésta resuelva p o r suplencia las aporías. N o estudiam o s aquí las regiones del cielo ni m e d i m o s los intervalos d e los astros. A d e m á s . Guítt o n traduce c o n más elegancia: u n a tierra d e dificultad y d e sudor]. Señor. e n Agustín. observa q u e la aporía del t i e m p o es también la aporía del y o (op. empleada nuevamente al final d e la primera parte. el p r o p i o Agustín o r i e n t a hacia u n a solución . L a "solución psicológica" a t r i b u i d a a Agustín n o es quizá ni u n a "psicología" q u e se p u e d a ^aislar d e la retórica del a r g u m e n t o .APORÍAS DE l A EXPERIENCIA DEL HEMPO 43 d e s n u d e z fuera d e las nuevas aporías q u e e n g e n d r a . p e r o n o d e resolverla teóricamente. . d e j a n d o entrever así q u e ú n i c a m e n t e la transfiguración poética. p. n o sólo d e la solución. a b u e n seguro. si las resuelve.' ^ Esta audaz afírmación. es o b j e t o d e una larga discusión e n la cuarta. P o r eso es m u y difícil —quizá imposible— aislar el n ú c l e o f e n o m e nológico d e la ganga argumentativa. sino el espíritu {ego sum. En consecuencia.

d e u n a m a n e r a q u e n o s a b e m o s todavía explicar. cualquiera que sea la c o m p r e n s i ó n q u e podam o s tener d e la eternidad. 14. P o d e m o s . Sin embargo. H a b l a m o s del t i e m p o y lo h a c e m o s d e m a n e r a sensata. provisionalmente. q u e p o n e a p r u e b a el ingenio d e Agustín: la d e la m e d i d a del t i e m p o . n o sería tiempo. el t i e m p o es. V e r e m o s que. hablamos del t i e m p o c o m o q u e tiene ser.tempus? (xi. lo cual sostiene cierta aserción sobre el ser del t i e m p o : "Y. lo e n t e n d e m o s c u a n d o lo m e n c i o n a m o s y lo e n t e n d e m o s también c u a n d o oímos a o t r o q u e lo m i e n t a " (54. El presente no es siempre. si siempre fuese presente y n o pasara. Es significativo q u e sea el uso del lenguaje el q u e sustente.44 EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN YTEMPORALIDAD 1. u n i d a a la intentio. El a r g u m e n t o escéptico es b i e n conocido: el t i e m p o n o tiene ser. Aporía del ser y del no-ser del tiempo La n o c i ó n d e distentio animi. 17). si se quiere. etcétera. p u e s t o q u e el futuro n o es todavía. d e alguna m a n e r a . se puede dhservar que. sin emb a r g o . es. surgen todas las antiguas dificultades sobre el ser y el no-ser del t i e m p o . pues sólo p u e d e medirse lo q u e . el tiempo?". 17. . la a r g u m e n t a c i ó n escéptica se inclina hacia el no-ser. se hace más sutil la definición del presente.). lamentarlo. la fenom e n o l o g í a del t i e m p o nace e n el c e n t r o d e u n a p r e g u n t a ontológica: "¿qué es. sino eternidad" (ibid. plisar requiere el contraste de Remanecer (Meijering cita aqut el Sermo IOS. Así. 18. P e r o es significativo que. ^ Aquí. Pero esta misma a p o r í a se inscribe e n el círculo d e o t r a a ú n más fundamental: la del ser o del no-ser del t i e m p o . el contraste con la eternidad es decisivo: "En cuanto al presente. 15. a l o largo d e ! arg u m e n t o . sin d u d a . 17). la resistencia a la tesis del no-ser. el argumento p u e d e linútarae a recurrir a nuestro uso del lenguaje que contiene ta palabra "siempre". e incluso q u e ese pasar n o es nada. quid est enim. en cl qiic pasar se o p o n e d e múitiples maneras -A permanecer). las pasadas h a n sido y las p r e s e n t e s pasan.^' P e r o si es verdad q u e hablamos del t i e m p o d e m a n e r a sensata ^ En lo sucesivo citaremos cl capítulo XI d e las Confesiones así: 14. afirmando q u e las cosas venideras serán. Y. sólo se d e s p r e n d e lenta y p e n o s a m e n t e d e la aporía principal.^ A p e n a s planteada la p r e g u n t a . m i e n t r a s q u e u n a confianza c o m e d i d a en el uso cotidiano del lenguaje obliga a decir q u e . se i m p o n g a el estilo inquisitivo d e Agus: tín: p o r u n lado. el p a s a d o ya n o es y el p r e s e n t e n o p e r m a n e c e . d e s d e el principio. entonces.

fue.". el cómo le es inaccesible: "¿cómo es posible que?. y si trato d e explicárselo a quien m e lo p r e g u n t a . ¿Cómo se p u e d e m e d i r lo q u e n o es? La paradoja del ser y del no-ser del t i e m p o e n g e n d r a direct a m e n t e la d e la m e d i d a . entonces. el tiempo? Si nadie m e lo p r e g u n t a . 18). p o d r á salvar esta certeza inicial d e u n desastre a p a r e n t e al trasladar a la e s p e r a y a la m e m o r i a la idea d e u n largo futuro y d e u n largo p a s a d o . C o n o c e m o s d e m e m o r i a el grito d e Agustín e n el u m b r a l d e su meditación: "¿Qué es.. d e la experiencia y d e la acción sólo se r e c u p e r a r á tras su p é r d i d a y su transformación profunda. es). es sin d u d a del futuro del q u e se dice q u e se acorta y del p a s a d o q u e se alarga. y "¿con q u é título (sed quo pacto) p u e d e ser largo o b r e v e lo q u e n o es?" (15. n o lo sé" (14. lo sé. 17). u n a vez más. p u e s .. L u e g o . del alma h u m a n a a sí misma: "Se te h a d a d o la capacidad d e apreciar la duración [moTos] y la m e d i d a . A este respecto. la paradoja ontológica o p o n e n o sólo el lenguaje al a r g u m e n t o escéptico. Más aun. U n a vez más. P e r o el lenguaje se limita a atestiguar el h e c h o d e la m e d i d a . 19.". "todavía n o " . ¿ Q u é m e responderás?"). al colocar el p a s a d o y el futuro e n el presente. y e n cierta m a n e r a o b s e r v a m o s la d u r a c i ó n y la m e d i m o s (véase el apostrofe. delimitada: ¿cómo p u e d e ser el t i e m p o si el p a s a d o ya n o es. P e r o esta certeza del lenguaje. Así. "ser" y la negatividad d e los adverbios "ya no. p o r el sesgo d e la mem o r i a y d e la espera. la impotencia p a r a explicar el cómo d e este uso nace precisamente d e esta certeza. N o cabe d u d a d e q u e el decir del t i e m p o resiste al a r g u m e n t o escéptico.APORÍAS DE LA EXPERIENCIA DEL TIEMPO 45 y e n t é r m i n o s positivos (será. el lenguaje es u n guía relativamente seguro: decimos u n tiempo largo y u n t i e m p o breve. p e r o la separación e n t r e el " q u é " y el " c ó m o " p o n e e n lela d e juicio al piT^pio lenguaje. el futuro todavía n o es y el p r e s e n t e n o es siempre? A esta paradoja inicial se i n c o r p o r a la paradoja central. sólo del p a s a d o y del futuro decimos q u e son largos o breves: p a r a anticipar la "solución" d e la aporía. "no siempre"? La p r e g u n t a queda.. "sobrevenir". sino el lenguaje a sí m i s m o : ¿ c ó m o conciliar la positividad d e los verbos " h a b e r pasado". En u n principio p a r e c e q u e Agustín va a d a r la espalda a la certeza d e q u e lo q u e se m i d e es el p a s a d o y el futuro. es u n rasgo d e la b ú s q u e d a agustiniana ei anticipar la respuesta fija bajo . d e la q u e saldrá e l t e m a d e la distensión.. en 15.

Agustín carece d e palabras para las imidades más pequeñas q u e ta hora.46 EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN Y TEMPORALIDAD diversas modalidades. op. e n t r o n c a c o n u n a r g u m e n t o escéptico b i e n conocido: "¿Pueden cien anos estar p r e s e n t e s al m i s m o tiempo?" (15. sino también p o r lo q u e n o tiene extensión.^° E n u n a fase p o s t e r i o r d e la discusión. dí. P e r o . pp. Sobre el argumento del instante indivisible.. Esta precisión. e n el día.. el p r e s e n t e se o p o n e todavía al p a s a d o y al futuro... 60-61. q u e lleva la paradoja al e x t r e m o . 20).. a u n q u e s e a n m í n i m o s .. d e n t r o del a ñ o . 18). careciendo así el p r e s e n t e d e espacio {spatium}" {loe. l a idea d e u n triple p r e s e n t e todavía n o se h a abierto paso. p a r e c e q u e e n u n principio r e n u n c i a Agustín a u n a certeza a r g u m e n t a d a d e m a s i a d o d é b i l m e n t e : "Señor m í o . el día.] temporis) q u e n o p u e d e dividirse e n m o m e n t o s . Michcl.^ P o r lo tanto. y. presentada p o r Victor Goldschmidt e n Le systóme stotcien et le temps. ^ C o m o los antiguos. ¿acaso e n este p u n t o tu v e r d a d n o se reirá del h o m b r e ? " (15. Este a r g u m e n t o se dirige sólo c o n t r a la idea d e d u r a c i ó n q u e se atribuye al p r e s e n t e . La notion de l'heure dais l'Antí(piité: "Janus" 5 7 (1970). si quid inUUigilur temporis. q u e d e b e n s o m e t e r s e inicialmente a la crítica antes d e q u e surja su sentido v e r d a d e r o . véase Meijering. ^ Sobre la risa d e Dios. el mes. la de' Meijcring señala perfectamenre e n su comentario este papel d e las anticipaciones. dt. va a e x a m i n a r el p r e s e n t e e n p r i m e r lugar. q u e ya n o se caracteriza sólo p o r lo q u e n o permanece. P o r eso la solución fundada sólo e n el p r e s e n t e tien e q u e venirse abajo. luz mía.cii. la h o r a : "Pero es q u e esta h o r a a q u e aludimos se c o m p o n e d e partículas fugitivas. El fracaso d e esta solución p r o v i e n e d e la precisión d e la idea d e p r e s e n t e .I I 5 s . 64) remite a H. pp. se habrá observado d e paso la aparición d e . lo q u e d e ella transcurrió es pasado. 37s. lo q u e falta es futuro" (15. en la fase actual del a r g u m e n t o .... ¿No era largo el p a s a d o p r e c i s a m e n t e " c u a n d o todavía era p r e s e n t e " (15. y 184s. p e r o sin extensión. Meijering (op.^ Es necesario. se encontrará e n Meijering {op. pp.. ya q u e mem o r i a y e s p e r a aparecerán c o m o m o d a l i d a d e s del p r e s e n t e . e n el mes. cit. C o n o c e m o s lo q u e sigue: sólo está p r e s e n t e el a ñ o e n curso. eso es lo único q u e p o d r í a llamarse presente. 19). p . Se habrá observado q u e Agustín es perfectamente consciente d e la dependencia d e su análisis d e la arg u m e n t a c i ó n especulativa. Además. Nada p u e d e aquí reivindicar u n a f e n o m e n o l o g í a pura. p p . p u e s . 63-64) una evocación d e los textos de Sextus Empiricus y u n a afortunada referencia a la discusión estoica. concluir c o n los escépticos: "si se concibe (inteUigiíur)-algún t i e m p o (quid [. 18)? T a m b i é n e n esta p r e g u n t a se anticipa algo de la respuesta final. ' E n efecto.).

20). subsistir bajo la ráfaga del escepticismo? A h o r a y siempre. p r e c i s a m e n t e . articulada p o r el lenguaje e ilum i n a d a ^ o r la inteligencia: "Con t o d o . N o es.A. cit.. 22).. p u e d e ser percibido y m e d i d o " {loe. H a s t a q u e n o c o n o z c a m o s la relación distendida e n t r e espera. sin d u d a . C r e e m o s d a r u n paso decisivo si sustituimos la n o c i ó n d e presente p o r la d e paso. c o m o distentio. en q u e el t i e m p o pasa. cit. sino volviendo a la conclusión del a r g u m e n t o escéptico: la n o c i ó n d e extensión temporal. n o prosigue su b ú s q u e d a apoyado e n el impulso d e esta i d e a d e paso. t a m b i é n ella d e b e r á som e t e r s e a la críüca antes d e resurgir. ¿ Q u é /puede. casualidad q u e Agustín se p a r e e n el m o m e n t o e n q u e p a r e ce m á s seguro: " P r e g u n t o yo. p e r o todavía n o está e n condiciones d e echar raíz: "Porque si (el presente) se extiende. 20).. en la huella d e la afírmación anterior: "Luego el t i e m p o p u e d e sentirse y medirse m i e n t r a s pasa {praeteruntiay (16. J. transición. Sin e m b a r g o . metimur es la d e nuestras actividades sensoriales." (17. Guitton distingue una fiícnte n o griega del létein e n la tradición sapiencial d e los hebreos. m e r c e d a la dialéctica d e los tres p r e s e n t e s . dividititr. Se mezclan c o n t i n u a m e n t e falsas certezas con la evidencia auténtica. La afirmación del sentimus. pues. la experiencia. Padre. Señor. Parece q u e la fórmula especulaüva se adh i e r e a la certeza práctica. p . hay q u e llamar la experiencia n o nos ayuda a avanzar u n paso e n la cuestión del "cóm o " .). P e r o esta obstinación e n lo que.^' Más aún. ya se dividirá e n futuro y pasado" {nam ñextendüur.. 15. Meijering {op. EXPERIENCIA DEL TIEMPO 47 finición del p r e s e n t e se precisará liasta la idea d e instante p u n tual. intelectuales y pragmáticas relativas a la m e d i d a del t i e m p o .APORÍAS DE L. Agustín d a u n giro d r a m á t i c o a la d e s p i a d a d a conclusión d e la m á q u i n a argumentativa: "El t i e m p o p r e s e n t e gritaría q u e n o p u e d e s e r l a r g o " (15. que constituye la diferencia entre la aporía agustiniana y la ignorancia total d e los escépticos. que encuentra u n eco e n ios I l c h 17. pues. comparamus. n o afirmo.. 26. 66) reconoce e n el quaero agustiniano el zétein griego. La fórmula es a la vez u n anticipo d e la solución y u n callejón sin salida provisional. 21). 21). M e d i m o s (metimur) t a m b i é n en q u é p r o p o r c i o n e s es u n t i e m p o m á s largo o más corto q u e el o t r o " (16. percibimos (sentimus) los intervalos del t i e m p o y los c o m p a r a m o s {comparamus) entre sí diciendo q u e u n o s son m á s largos y otros más cortos. . m e m o r i a y atención n o nos e n t e n d e m o s a nosotros mismos c u a n d o r e p e t i m o s p o r s e g u n d a vez: "En el m o m e n t o . pues.

que sólo se refiere a los profetas inspirados: este segiuido plantea u n problema diferente. En efecto. Pero. Esta declaración n o es la simple repetición d e la afirmación descartada d e s d e el principio d e q u e eJ futuro y el p a s a d o existen. p a r a abrir paso a la idea d e q u e lo q u e m e d i m o s es sin d u d a el futuro e n t e n d i d o m á s t a r d e c o m o espera. consiguientemente. d e la paradoja central sobre la m e d i d a . es necesario abogar p o r el ser del p a s a d o y del futuro n e g a d o demasiad o p r o n t o . sino a cualidades temporales q u e p u e d e n existir e n el p r e s e n t e sin q u e las Agustín volverá a emplear esta afirmación casi e n los mismos términos sólo tras haber resuelto la primera paradoja (ser/no-ser): "Medimos el tiempo a medida que pasa" (21. Los t é r m i n o s futuro y p a s a d o figuran e n lo sucesivo c o m o adjetivos: futura y praeterita.48 EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN YTEMPORALIDAB "El p r e s e n t e n o tiene extensión. ¿qué decimos y h a c e m o s a este respecto? N a r r a m o s cosas q u e t e n e m o s p o r verd a d e r a s y p r e d e c i m o s acontecimientos q u e s u c e d e n c o m o los hem o s anticipado. Hay que distinguir el argumento de la predicción. 22). Agustín concluye: "Existen. ¿En n o m b r e d e q u é afirmamos el d e r e c h o del p a s a d o y d e l fut u r o a existir d e alguna forma? U n a vez más. op. Predecir es prever. El De Trinitate (15. P o r eso. 21) habla e n este sentido del d o b l e "testimonio" (Meijering. y el p a s a d o e n t e n d i d o c o m o m e m o ñ a . p u e s {sunt ergo). y cl d e la profecía. 261-270: el autor subraya el carácter liberador del análisis agustiniano d e la expectatio e n relación c o n toda la tradición pagana de la adivinación y d e la mánlica. pp. véase Guitton. p e s e al a r g u m e n t o escéptico. que concierne a todos los hombres. y n a r r a r es "discernir c o n el espíritu" (cerneré). así c o m o la experiencia y la acción q u e éste arücula.Sobre este p u m o . . la idea d e paso se i m p o n e siempre e n rcíación c o n la n o c i ó n d e medida. Este imperceptible d e s h z a m i e n t o abre e n realidad el c a m i n o al desenlace d e la paradoja inicial sob r e el ser y el no-ser y." Así. los q u e resisten el asalto d e los escépticos. ] --Í profecía sigue siendo. cit. p e r o e n u n sentido q u e todavía somos incapaces d e articular. 27). 12. cosas futuras y cosas pasadas" (17. 25). una excepción y u n d o n . el del m o d o e n que Dios (o el Verbo) "instruye" a los profetas (19. estamos e n condiciones d e c o n s i d e r a r c o m o seres n o al p a s a d o y al futuro e n c u a n t o tales. . e n esta medida.'^ P o r lo tanto. 67) d e la historia y d e la previsión. es el lenguaje... op. cit. Pero n o t e n e m o s todavía el m e d i o para c o m p r e n d e r aquélla. Por lo ramo. p . e n n o m b r e d e lo q u e decimos y h a c e m o s a p r o p ó s i t o d e ellos. p u e s .

p a r a llegar a situar " d e n t r o " del a l m a las cualidades temporales implicadas e n la n a r r a c i ó n y e n la previsión. La p r e g u n t a |io es inocente: consiste e n b u s c a r u n emplaz a m i e n t o p a r a las cosas futuras y pasadas. pues. . impresas al pa«ar e n el espíritu. son allí presente. las nociones d e narración y d e previsión d e n t r o del m a r c o d e la cuestión dónde. En el u m b r a l m i s m o d e su respuesta a la p a r a d o j a ontológica. c o m o o c u r r e m u y a m e n u d o . p u e s . E n efecto. 23). P e r o se trata d e u n p r e s e n t e bien distinto.APORÍAS DE LA EXPERIENCIA DEL TIEMPO 49 cosas d e q u e h a b l a m o s c u a n d o las n a r r a m o s o las p r e d e c i m o s existan todavía o existan ya. ¿ C ó m o es esto posible? P o r q u e esta i m a g e n es u n a huella q u e dejan los acontecimientos y q u e p e r m a n e c e marcada e n el espíritu. Se d e b e estar. Parece tam^bién q u e h e m o s olvid a d o el aserto d e q u e " m e d i m o s las cosas c u a n d o pasan". C o n t i n u a m o s c o n la d e dónde. m u y a t e n t o a las transiciones d e Agustín. m á s a ú n . también él convertido e n adjetivo plural {praesentia). T o d o el resto d e la a r g u m e n t a c i ó n se m a n t e n d r á e n el m a r c o d e esta cuestión. Agustín se p a r a u n a vez más: " P e r m í t e m e proseguir m i investígación {amplius quaerere). S e ñ o r y esperanza mía" (18.^'* ^* Hay que citar t o d o el párrafo: "Lo c i e n o es q u e cuando se cuentan hechos verídicos del pasado. El paso p o r la p r e g u n t a dónde es esencial p a r a c o m p r e n d e r b i e n la p r i m e r a respuesta: " D o n d e q u i e r a q u e estén. c u a n d o volvamos sobre la cuestión d e la m e d i d a . P e r o ¿qué es recordar? Es t e n e r u n a imag e n del p a s a d o . toma la f o r m a d e u n a p r e g u n t a : "Si existen p a s a d o y futuro. Así. e n c u a n t o son n a r r a d a s y predichas. sino las palabras creadas p o r la imaginacjón. ni p a s a d o ni futuro" (18. r e a n u d a m o s . q u i e r o saber d ó n d e están" (18. y previsión. P e r o este p a s o . 23). 23). para estudiarlas c o n más p r o f u n d i d a d m á s adelante. P e r o lo e n c o n t r a r e m o s d e n u e v o m á s adelante. a esta p a u s a sigue u n p a s o audaz q u e llevará d e la afirmación q u e a c a b a m o s d e h a c e r a la tesis del triple p r e s e n t e . Esto n o es simple habilidad retórica ni piadosa invocación. espera. Narración —diremos— implica m e m o ria. Parece q u e volvemos la espald a a la anterior afirmación d e q u e lo q u e m e d i m o s es sólo el pas a d o y el futuro. lo q u e se extrae d e la memoria n o son los hechos acontecidos. Hem o s c o m e n z a d o p o r / l a p r e g u n t a cómo. parece q u e volvemos a n e g a r la afirmación d e q u e el p r e s e n t e n o ü e n e espacio. colocado j u n t o a praeteñta y futura y dispuesto a recibir u n a multiplicidad interna.

La e s p e r a es así lo análogo d e la m e m o r i a . Pero a ñ a d e .. P e r o se c o m o huellas grabadas e n los sentidos" (18. c o n p r o p i e d a d q u e los tiempos son tres: pasad o . sino u n "signo" y u n a "causa" d e las COSÉIS futuras.). y a la espera el d e las futuras. quiero saber d ó n d e {vbimmqué) están"] exige la respuesta "en". gracias a la e s p e r a p r e s e n t e . p u e s . Consiste e n u n a i m a g e n q u e existe ya.. q u e d e este m o d o s o n anticipadas. C o n o c e m o s la famosa fórmula d e la q u e se olvida d e m a s i a d o fácilmente el vínculo c o n la aporía q u e se s u p o n e q u e resuelve: " H a b r í a q u e decir q u e los tiempos son tres: p r e s e n t e d e (tfc) las cosas pasadas. b i e n es v e r d a d q u e c o n prudencia. y e n su mayoría son inexactas (non propñe). c o n t e m p l o e n {in) el presente su imagen. percíbidas-conantelación. ni siquiera el paso d e l presente.50 EL CÍRCULO ENTRE N A R R A C I Ó N Y T E M P O R A L I D A D C o m o vemos. 26). se apoyó. en el sentido d e q u e p r e c e d e al acontecimiento q u e todavía (nondum) n o existe. c o m o marginalmente: "EJI realidad. ni el p r e s e n t e p u n t u a l . anunciadas. p r e s e n t e y futuro" {loe. q u é costosa y m a l garantizada! Solución elegante: al confiar a la m e m o r i a el destino d e las cosas pasadas. existen las cosas futuras y las cosas pasadas. predichas. son m u y pocas las expresiones q u e u s a m o s c o n p r o p i e d a d . q u e h a dejado d e ser. d e r e p e n t e t o d o se precipita tras la lentitud calculada q u e p r e c e d e .. T e n e m o s d e ellas u n a "pre-percepción" (praesensio) q u e n o s p e r m i t e "anunciarlas c o n antelación" (praenuntio). que todavía perdura e n (in) mi memoria" {ibid. Al decir esto. Cuando la recuerdo y describo. sino q u e pertenece al {in) tiempo pasado. . "mi n i ñ e z ya n o Ciaste. p r o c l a m a d a s p o r anticipado (se observará la riqueza d e l vocabulario habitual d e la espera). e n el q u e . La previsión se explica d e u n a m a n e r a a p e n a s m á s compleja: las cosas futuras n o s son presentes c o m o venideras. La pregunta dónde ['si. L a solución es elegante. para rebatir el a r g u m e n t o escéptico: " n o se dice. Es llamativa la abundancia d é preposiciones d e lugar: sácanse d e (ex) la memoria. se p u e d e incluir m e m o ria y e s p e r a en u n p r e s e n t e e n s a n c h a d o y dialectizado q u e n o es n i n g u n o d e los t é r m i n o s rechazados a n t e r i o r m e n t e : ni el pasado. p e r o ¡cuan laboriosa. Las tres existen e n cierto m o d o e n (in) el espíritu y fuera d e él (alibi) n o creo q u e existan" (20. p e r o esta i m a g e n n o es u n a huella dej a d a p o r las cosas pasadas.). n o obstante. 23). cit. las palabras concebidas partiendo d e (ex) las Imágenes que están grabadas en (in) el espíritu. Agustín es consciente d e q u e se aleja u n p o c o del lenguaje ordinario. p r e s e n t e d e (de) las cosas p r e s e n t e s y p r e s e n t e d e (de) las futuras.. n i el futuro.

y el d e las cosas futuras. p l a n t e a u n a dificultad semejante. 18. la imagen a n t i c i p a d o r a n o es m e n o s enigmática q u e la imagen-huella. del p a s a d o y del fut u r o : "No m e i m p o r t a ni m e o p o n g o ni lo r e p r u e b o . e n efecto. q u e indica mejor el contraste con la distentio]. n o el futuro. y a s e g u r o {fateorque) q u e los tres existen" {loe. 26). p e r o el fateor. q u e . Solución elegante. grabadas e n el alma. n a d a imp i d e q u e se c o n t i n ú e h a b l a n d o del p r e s e n t e . se sigue emp l e a n d o el lenguaje corriente. la huella existe ahora. m u e s t r a d e q u é d e b a t e constituye esta visión el desenlace. veo {video) tres tiempos. es necesario d o t a r a ciertas imágenes del p o d e r d e h a c e r referencia a cosas pasadas (véase la preposición latina dé). u n i d o al mdeo. Sin e m b a r g o . con tal q u e se e n d e n d a lo q u e se dice. e x t r a ñ o p o d e r . la expectación** (20. P e r o "ya" significa d o s cosas: "lo q u e ya es. sino el p r e s e n t e " (18. E n lo q u e afecta a la m e m o r i a . 24)." (loe. T o m e m o s c o m o ejemplo la premeditacióti . sólo q u e r e f o r m u l a d o d e m o d o m á s riguroso. existen "todavía" (adhuc) (18. Así. p e r o laboriosa. Pero "ya" señala. Esta visión y esta confesión constituyen sin dud a u n núcleo f e n o m e n o l ó g i c o para t o d o el análisis. q u e son cosas presentes. P o r u n lado.). P o r lo tanto. al ü e m p o q u e la existencia presente del signo. 23) e n la m e m o r i a . e n este sentido n o se ven las cosas futuras q u e "todavía n o " {nondum) son. vale para las cosas pasadas. p o r o t r o . ¿ C ó m o lo sabemos? Agustín r e s p o n d e lacónicamente: "Si es p e r m i ü d o hablar así. p o r esta razón.. Para q u e se c o m p r e n d a el sentido d e esta rectificación. cit. el futuro "se dice a n t i c i p a d a m e n t e " {ante dicatur). p o r su p a r t e . q u e p u e d o predecirlas.^^ Quizá hasta lo es tin p o c o más. las vestida. Decir q u e las cosas "existen ya" es afirmar q u e p o r el signo yo a n u n c i o cosas futuras. cit. Esa palabra —"todavía" {adhuc)— es a la vez la solución d e la a p o r í a y el o r i g e n d e u n n u e v o enigma: í c ó m o es^ posible q u e las iniágenes-huellas.APORÍAS DE l A EXPERIENCIA DEL TIEMPO 51 e n t i e n d e lo q u e q u e r e m o s decir" (loe. el d e las cosas presentes.. cit). 24). p u e s .). estén al tiempo "en el sujeto del" pasado? L a i m a g e n del fiít u r o . así. la visión (contuitus) [veremos luego el t é r m i n o attenÚo. Agustín se apoya e n u n a triple equivalencia q u e —al parecer— se comp r e n d e p o r sí misma: "El p r e s e n t e d e las cosas pasadas es la memoria. su carácter d e anticipación. se dice q u e las imágenes-signos "existen ya" {jam sunt.

f u n d a m e n t o d e toda m e d i d a del tiempo. mientras que la acción futura n o l o está todavía. y fuera d e él (alibi) no c r e o q u e existan" (20.52 EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN Y TEMPORALIDAD Lo q u e crea eniguia es la p r o p i a estructura d e la imagen. Esta solución costosa d e la aporía del ser y del no-ser del tiemp o m e d i a n t e la noción del triple p r e s e n t e q u e d a todavía p e o r garantizada hasta q u e n o se haya resuelto el e n i g m a d e la m e d i d a del tiempo. Pues Jo que anticipo es n o sólo el c o m i e n y o d e la acción. estudia con amplitud y sistematicidad los tiempos verbales (véase tercera parte. 26). el m i s m o lenguaje cuasi espacial p e r m a n e c e e n s u s p e n s o hasta q u e n o se haya privado a esta extensión del espíritu h u m a n o . veo su c o m i e n z o com o el pasado d e su acabamiento futuro. porque entonces n o será futura. cualquier tesis q u e coloque al t i e m p o dependien- d c u n a acción futura: c o m o toda espera. ¿ T e n e m o s u n a respuesta en términos d e "lugar" (en el espíritu. s i n o su acabamiento: c o l o c á n d o m e de antemano más allá d e su c o m i e n z o . ella está presente. . inserta e n el espíritu. P o r su parte. sino presente" (18. por eso hablamos d e él e n pretérito perfecto d e subjuntivo: "Cuando la hayamos emprendido {ag7essi fuerimus). cap. q u i e r o saber d ó n d e están" (18. d e cualquier s o p o r t e cosmológico. Pero el "signo"-"causa" es más complicado que la simple previsión. 23). A esto r e s p o n d e : "Las tres existen e n cierto m o d o e n (m) el espíritu. Ei triple p r e s e n t e n o h a recibido a ú n el sello definitivo d e la distentio animi mientras n o se haya r e c o n o c i d o e n esta m i s m a triplicidad la laguna q u e p e r m i t e o t o r g a r al p r o p i o espíritu u n a extensión distinta d e la q u e se h a n e g a d o al p r e s e n t e p u n tual. p o r vía argumentativa. Harald Weinrich. Lo q u e crea a ú n m á s e n i g m a es el lenguaje cuasi espacial e n el q u e se inscriben la p r e g u n t a y la respuesta: "Si existen p a s a d o y futuro. E! lenguaje cuasi cinético del paso del futuro al pasado a través del presente (véase más adelante) consolidará aún más este lenguaje cuasi espacial. la q u e exige la p r e g u n t a del emplazamiento d e las cosas fiíturas y pasadas?^^ N o se p u e d e r e s p o n d e r en el m o m e n t o actual del análisis. entonces existirá esa acción. Parece q u e p a r a Agustín esta e s t r u c t u r a se d a p u r a y simplem e n t e tal c o m o aparece. La inherencia del tiempo al espíritu h u m a n o sólo a d q u i e r e t o d o su sentido u n a vez eliminada. cuando lo que premeditamos haya recibido d e nosotros u n c o m i e n z o d e realización {agere coeperimtis). otras c o m o signo del fut u r o . e n Tempus. q u e vale unas veces c o m o huella del pasado. e n la m e m o r i a ) p o r q u e se h a plant e a d o la p r e g u n t a e n t é r m i n o s d e "lugar"? (¿dónde están las cosas futuras y pasadas?) ¿O es m á s bien la cuasi espacialidad d e la imagen-huella y d e la imagen-signo. 3). 23).

26) n o está f i r m e m e n t e asegurado hasta q u e n o se haya form a d o la noción d e la distentio animi. e n el s e n ü d o e n q u e el p r e s e n t e es el instante indivisible o. lo confieso" (20. El a r g u m e n t o . 21) q u e n o s o t r o s m e d i m o s los tiempos c u a n d o pasan (praetereuntia)" ( 2 1 . El atasco p a r e c e total: el t i e m p o n o tiene espacio.)]. pues. es transitar. R e a n u d a el t e m a d e la m e d i d a en el p u n t o e n q u e l o h a b í a dej a d o e n 16. En este sentido. cit. se t r a n s f o r m a i n m e d i a t a m e n t e en aporía. En p r i m e r lugar descuida la diferencia e n t r e pasar y estar presente. el " p u n t o " . P e r o . es el p r e s e n t e . Estamos v i e n d o q u e es el t é n n i n o "pasar" {transiré) el q u e suscita esta a p r e h e n s i ó n e n la cuasi espaciaüd a d . p o r iper) el presente. 16. Pasar. Este aserto.APORÍAS DE LA EXPERIENCIA DEL TIEMPO 53 le del m o v i m i e n t o físico. La medida del tiempo Agustín llega a esta última caracterización del t i e m p o h u m a n o al resolver el e n i g m a d e la m e d i d a (21-31). Es a q u í d o n d e llega a p r o n u n c i a r la p a l a b r a enigma: "Mi espíritu a r d e en deseos d e c o n o c e r este enigma {ae- . q u e u n a vez más nos lanza hacia los escépticos. 27). el a r g u m e n t o adverso es c o n s t r u i d o p r e c i s a m e n t e con los recursos d e la i m a g e n cuasi espacial d e q u e se h a revestido la captación del t i e m p o c o m o triple p r e s e n t e . Este tránsito confirma q u e la m e d i d a del t i e m p o se hace "en algún espacio" {in aliquo spatio) y q u e t o d a s las relaciones e n t r e intervalos d e t i e m p o c o n c i e r n e n a "espacios d e t i e m p o " {spatia temporum) (ibid.). el "lo veo. legítimo p r e g u n t a r s e : "¿de d ó n d e (unde) viene.). 2 1 : " H e dicho p o c o antes (cap. sobre t o d o . d e b e m o s decir q u e p a s a r es ir del {ex) futuro. Y si seguimos la p e n d i e n t e d e esta expresión figurada.). Es. r e a n u d a d o c ^ fuerza ["Lo sé p o r el h e c h o d e m e d i r s e . p o r d ó n d e {qica) y a d o n d e {quo) pasa mientras lo m e d i m o s ? " {ibid. a h o r a bien: "lo q u e n o tiene espacio n o lo m e d i m o s " {ibid. 2. Pero. hacia {in) el p a s a d o . i n t e r p r e t a d a c o m o distensión. s e g ú n h e m o s a d m i t i d o . En este p u n t o h a c e Agustín u n a pausa. c o m o antes e n c a d a m o m e n t o crítíco. e n efecto. e n efecto. p u e s n o se p u e d e m e d i r lo q u e n o existe" {loe. Sólo la dialéctica del triple presente. c o m o diremos m á s adelante. Lo q u e pasa. el p r e s e n t e n o tiene extensión. m e r e ce anaHzarse con detalle. p o d r á salvar u n aserto q u e antes d e b e p e r d e r s e e n el laberinto d e la aporía.

son las nociones corrientes las q u e son abstrusas. Sobre esto véase la cuarta parle. lo oímos. acelerarse o retardarse. 28).. . De este m o d o .)P A q u í se manifiesta el lado h í m n i c o d e la b ú s q u e d a q u e la investigación s o b r e el tiempo d e b e a su engarce c o n la meditación sobre el V e r b o e t e r n o . 29)? Este a r g u m e n t o anticipa la tesis d e q u e el m o v i m i e n t o d e los astros p o d r í a variai^ o sea. Por eso —diremos nosotros— q u e hay enigma. Se p u e d e decir también q u e la narración d e los libros T-IX es la historia de la búsqueda d e esta concentración y d e esta estabilidad.54 E L CÍRCXILO E N T R E N A R R A C I Ó N Y T E M P O R A U D A D nigma) tan complicado" {22. que. ¿cuánto tiempo h a c e {qtmm diu)} [. E n efecto.. se relacionai'á c o n la esperanza d e la estabilidad. c o m o la r u e d a del alfar e r o o la p r o d u c c i ó n d e las sílabas p o r la voz h u m a n a .. p o r el m o m e n t o . Para resolver el e n i g m a es necesario dejar d e lado la solución cronológica con el fin d e forzar la investigación a buscar sólo e n el espíritu.]. el f u n d a m e n t o d e la extensión y d e la m e d i d a . ¡cuan largo t i e m p o {quam longo tempore)\ [. p e r o n o ignorancia. L i m i t é m o n o s . c o m o s a b e m o s d e s d e el inicio d e esta investigación. lo cual es inimaginable p a r a Aristóteles. P r i m e r a r g u m e n t o : si el movimiento d e los astros es el tiempo. 28). a diferencia del escepticism o . cuya larga historia se extiende d e s d e el Timeo d e Plat ó n y la Física d e Aristóteles hasta la Enéada Ul. ¿por q u é n o decirlo t a m b i é n del m o v i m i e n t o d e cualquier c u e r p o (23. L o decim o s . Volveremos sobre esto m á s adelante. " D a m e lo q u e a m o . al final del libro. 7. e n la estructura múltiple del triple presente. p a r a Agustín. la confesión del e n i g m a va a c o m p a ñ a d a d e u n deseo ardiente. " Meijering subraya aquí el papel d e la concentración.]. la cual da aJ presente h u m a n o cierta semejanza con el presente eterno d e Dios. a subrayar la m o d e r a d a confianza q u e Agustín o t o r g a al lenguaje o r d i n a r i o : "Y decimos. es u n a figura del a m o r . somos c o m p r e n d i d o s y c o m p r e n d e m o s " (22. la visión d e Agustín n o es i n d e p e n d i e n t e d e la polémica. p u e s lo a m o p o r u n d o n q u e m e otorgaste" {ibid. q u e . P e r o también aquí.. p o r lo tanto. d e Plotino. M e n o s q u e n u n c a .. La distentio animi se conquista a r d u a m e n t e e n el transcurso y al térm i n o d e u n a a r g u m e n t a c i ó n rigurosa q u e p o n e e n j u e g o la difícil retórica d e la reductio ad absurdum. La discusión q u e c o n c i e r n e a la relación del tiempo c o n el m o v i m i e n t o d e los astros y con el movimiento en general n o constituye ni algo necesario ni u n r o d e o ... los astros se red u c e n a la categoría d e los otros móviles.

La n o c i ó n d e distentio animi servirá precisamente d e sustituto a este s o p o r t e cosmológico del espacio d e ü e m p o . T e r c e r a r g u m e n t o : subyacente a las presuposiciones a n t e r i o r e s está la convicción. p e n s a m o s e s p o n t á n e a m e n t e q u e sus v e i n ü c u a t r o h o r a s se m i d e n p o r el circuito total del sol ( 2 3 . sin d u d a h a b r í a q u e m e d i r el ü e m p o p o r otra cosa distinta del m o v i m i e n t o {ibid. Rebajados así d e categoría. 30). sin e m b a r g o . Meijering subraya c u á n t o se aleja Agustín d e t o d a la tradición c o n la hipótesis d e la velocidad variable del sol.APORÍAS D E LA EXPERIENCIA D E L TIEMPO 55 S e g u n d o a r g u m e n t o .. N o se p u e d e decir.). el a r g u m e n t o s u p o n e q u e la tesis d e la inmutabilid a d d e los movimientos celestes es p o c o segura. cit. distinguen tiempo y movimiento— e m p l e a r o n este a r g u m e n t o . sí las luminarias del firmamento se parasen y la r u e d a del alfarero siguiese d a n d o vueltas. 229). los astros n o p u e d e n constituif el t i e m p o p o r su m o v i m i e n t o . 30). u n a hora— sin referencia cronológica. U n a variante del a r g u m e n t o : h a b l a r del movimiento d e la r u e d a del alfarero exige t i e m p o . q u e n o se m i d e por el movimiento astral. Dios. c o n Guitton {op. . p u e d e cambiar la velocidad d e los astros c o m o el alfarero la d e su r u e d a o el recitador el c ó m p u t o d e sus sílabas (la p a r a d a del sol p o r J o s u é va en el m i s m o sentido q u e la hipótesis d e la aceleración d e su movimiento. s j s e p u e d e h a b l a r d e este m o d o . si el día es el m i s m o movimiento (wioítw) o su duración (mora). al Esta sustitución explica que Agustín n o haga ya ningún uso de la distinción entre mútus y mora: "Pregunto. Sólo Agustín se atreve a a d m i t i r q u e se p u e d e h a b l a r d e e s p a d o d e ü e m p o —un día. C u a r t o a r g u m e n t o : si p r e g u n t a m o s p o r el constituyente d e la m e d i d a q u e llamamos "día". U n a vez más. Ni Aristóteles n i Plotino —quienes. que para Agustín "el tiempo n o es ni motus ni mora. q u e . Descartadas las ires hipótesis y abandonada la investigación sobre el propio sentido d e la palabra "día". ' * E n efecto. s u p u e s t a m e n t e alterado o parado. o ambas cosas a la vez" (23. p. la distinc i ó n n o tiene ninguna consecuencia. en c u a n t o tal. d e q u e ios astros n o son más q u e luminarias destinadas a m a r c a r el t i e m p o {ibid. Para Agustín. a u n q u e sin o t r a calificación. instruida p o r las Escrituras. pues. 30). La distentio animi n o se vincula más a mora que a motus. el "día" ya n o se mediría p o r el m o v i m i e n t o del sol (23. es indep e n d i e n t e del a r g u m e n t o del milagro). es f u n d a m e n t a l observar q u e Agustín i n t r o d u c e p o r vez p r i m e r a la n o c i ó n d e distentio.). P e r o sí el sol girase m á s d e prisa e hiciese su r e c o r r i d o e n u n a hora. p e r o más mora q u e motus". al ser d u e ñ o d e la creación.

n o obligan a vincular la medida del tiempo al movim i e n t o regular d e algún móvil distinto del alma. E n efecto. Pero ¿lo veo. 30). Volveremos más tarde sobre esta dificultad. p e r o éste n o p u e d e ser el m o v i m i e n t o circular d e los astros. n o p o d e m o s decir "cuánto tiempo tardó en efectuarse el movimiento del cuerpo. hace falta u n t é r m i n o fijo d e comparación. Ahora el problema es saber si estas seriales espaciales. El movim i e n t o p u e d e pararse. Parece que esta noción d e "señal" es eí único p u n t o de contacto que queda entre tiempo y movimiento e n Agustín. Sin esta vacilación n o se c o m p r e n d e r í a p o r qué. q u e el ü e m p o es u n a distensión o dilatación. . 31). ¿No p o d r í a ser el t i e m p o la m e d i d a del m o v i m i e n t o sin ser el movimiento? Para q u e el t i e m p o exista.56 EL CfRCUI . el t i e m p o era "algo del m o v i m i e n t o " . c u a n d o escribe: "Siendo. o d e sus partes. sino e n la m e d i d a del m o v i m i e n t o del espíritu h u m a n o . n o el t i e m p o . ¿no b a s t a c o n q u e el m o v i m i e n t o sea p o t e n c i a l m e n t e mensurable? A p r i m e r a vista p a r e c e q u e Agustín hace a Aristóteles esta concesión i m p o r t a n t e .). P e r o Aristóteles la h a b í a r e c h a z a d o i g u a l m e n t e al afirmar q u e . E n efecto. loh luz d e la verdad!" (23. pues. a p e s a r d e los a r g u m e n t o s p r e c e d e n t e s . 31). si n o . tras el argu- e n primer Jugar. Sólo se h a dejado d e lado la tesis e x t r e m a d e q u e "el t i e m p o es el movimient o d e u n c u e r p o " (24. pues. ya q u e se h a a d m í ü d o q u e podía variar. d e s d e tal p u n t o hasta tal otro" (24. ¿señalará cuál d e las dos cosas h a b r á d e llamarse propiam e n t e t i e m p o ? " (24. ¿no se m i d e n las p a r a d a s lo m i s m o q u e los movimientos? (ibid.^^ C u a n d o dice q u e el t i e m p o es m á s bien la m e d i d a del m o v i m i e n t o q u e el p r o p i o m o v i m i e n t o n o está p e n s a n d o e n el m o v i m i e n t o regular d e los c u e r p o s celestes. sin ser el m o v i m i e n t o . que para distinguir el m o m e n t o e n que u n intervalo de t i e m p o comienza y aquel e n que se para es preciso "señalar" (notare) el lugar d e d o n d e parte y aquel a d o n d e llega el cuerpo e n movimiento. ¿Por q u é esta reticencia en el m o m e n t o en q u e p a r e c e q u e está a p u n t o d e h a c e r s e la r u p t u r a ? De h e c h o . si se a d m i t e q u e la m e d i d a del ü e m p o se hace p o r c o m p a r a c i ó n entre u n ü e m p o m á s largo y o t r o más breve. e n s e g i m d o lugar. 31). q u e el m o \ i m Í e n t o d e las grandes luminarias "marca" el tiempo. el m o v i m i e n t o d e u n c u e r p o diferente d e la m e d i d a q u e le aplicamos e n su duración. 0 ENTRE NARRACIÓN Y TEMPORAUDAD t é r m i n o del a r g u m e n t o q u e separa t o t a l m e n t e la noción d e "día" d e la d e m o v i m i e n t o celeste: "Veo. o sólo m e p a r e c e verlo? T ú lo aclararás. para cumplir su función de señal d e ia longitud del tiempo. n o se h a t e r m i n a d o con la cosmología.

1.. Paul Verghese establece que la n o c i ó n de díastema sirve fundamentalmente d e criterio para distinguir la Trinidad divina de la criatura: e n Dios n o hay diastema entre el Padre y cl Hijo. y p u e s t o q u e n i n g ú n m o v i m i e n t o físico ofrece u n a m e d i d a fija d e comparación. Por e s o el diastema caracteriza a la creación en cuanto tal y singularmente el intervalo entre el Creador y la criatura (T. 1958 CFiorcncia. si hay algún n ú c l e o fen o m e n o l ó g i c o en esta asercióíi. J960. pp. (Plotino.P. Introdtiction tú a concept and the posing of a concept. 1972) (Leidcn. . autor de Four views of time in ancient philosophy. 7.) p a r a afirmar la tesis? U n a vez más. ni espacio. A.fernity and time in Gregory of Nyssa's 'Contra Eunomium'". p p . Brill. p e r o él h a b l a b a del espíritu del m u n d o . "Notas complementarias"..jj_50-_Lo. Paul Verghese. e n la p á g i n a siguiente surge la fórmula decisiva: "Por eso (inde) m e h a p a r e c i d o q u e el t i e m p o n o es más q u e u n a distensión. 588-591. Caüahan. Sin e m b a r g o . EJ. e n Gregory von Nyssa und die pkilosophie (II Coloquio iniernaciona] sobre Gregorio d e Nisa. 234-258). I-a adaptación libre de los icmiinos plotliiianos diasihna-diaitasis al ambiente cristiano se remonta a Gregorio de Nisa. así lo afirma J. op. E. s u p o n i e n d o que haya alcanzado a Agustín. n o del espíritu h u m a n o . pp. cil. deja intacta la originalidad d e este último. Meijering. incluso tras h a b e r p r o n u n c i a d o la p a l a b r a clave: distentio Sobre este tema. véase e! comentario de Beierwaltes ad loe. cit.r. e n su artículo Gregary of Nyssa and the psychologicaí vii^o of time: "Atti del XII C o n g r e s s o internazionale di filosofía". 11.. P o r eso. P o r eso t o d o está resuelto y t o d o continúa en susp e n s o . sólo él saca la dv-tentio d e la sola extensión del alma.APORÍAS DE LA EXPERIENCIA DEL TIEMPO 57 m e n t ó a p a r e n t e m e n t e victorioso c o n t r a la identificación del tiemp o con el m o v i m i e n t o . Solignac. Diastema and diastasis in Gregory of Nissa. 32). sé. Esta adaptación por la patristica griega d e los términos plotinianos. Venecia. Es cierto q u e Plotino lo había d i c h o antes q u e Agustín.. q u e n i siquiera sé lo q u e n o sé!" (25.onfii:ma. En cl m i s m o coloquio. p u e s . d a d o p o r supuesto q u e el m o v i m i e n t o d e los astros es variable. q u e el t i e m p o existe y q u e se m i d e .. ¿qué es eso?. p u e s t o q u e n o se p u e d e m e d Í A u n t i e m p o largo más q u e p o r o t r o breve. Y ¿por q u é esa fórmula rebuscada (y sería s o r p r e n d e n t e q u e n o fuese. a u n a confesión d e total ignorancia: "Sé q u e m i discurso sobre el tiemp o está e n el t i e m p o . op. Enneade m. P e r o n o sé ni lo q u e es el t i e m p o ni c ó m o se le m i d e : lAy d e mí. ni intervalo. q u e d a q u e la extensión del t i e m p o es u n a distensión de! espíritu.. 90-93. ibid. P e r o ¿distensión d e qué? L o i g n o r o .Da^d-I _RiJá-s_erLAiL.. Maravilla será q u e n o sea del espíritu m i s m o " (26. estudio "F. 41) diastasiszoés. 1976). éste es inseparable d e ía reductio ad absurduniy q u e h a descartado las otras hipótesis: puesto q u e u n i d o el m o v i m i e n t o d e u n c u e r p o p o r el t i e m p o y a la inversa. u n a vez más.... Agustín se a b a n d o n a . 33).

q u e resolvería el p r i m e r e n i g m a —la d e u n ser q u e carece d e ser— y la d e la distensión del espíritu. pues la \'aríación d e u n o a o t r o es sutil. P r i m e r ejemplo (27. Estos ejemplos exigen gran atención. sin o q u e pareció s u m e r g i d a p o r el asalto escéptico: m e d i m o s el t i e m p o c u a n d o pasa. . Heidegger y MerleauPonty. C o m p e t e a los tres ejemplos célebres d e la voz —la q u e está son a n d o . ¿Cómo hablar d e ella? Para la comp r e n s i ó n d e este pasaje es i m p o r t a n t e observar q u e está escrito t o t a l m e n t e en pasado. 33-28. p o d í a medirse c u a n d o sonaba. H a s t a q u e n o hayamos relacionado la distentio animi c o n la dialéctica del triple p r e s e n t e n o nos h a b r e m o s e n t e n d i d o a nosotros m i s m o s . e n t r e la tesis del triple presente. pues. n o el futuro q u e n o existe ni el p r e s e n t e q u e n o tiene extensión. La continuación del libro XI {23.58 EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN Y TEMPORALIDAD animi. 27). E n el paso m i s m o . se habla del paso m i s m o del p r e s e n t e e n p a s a d o . sino "los t i e m p o s q u e pasan". 21 y 2 1 . llamada a resolver el e n i g m a d e la extensión d e u n a cosa q u e n o tiene extensión. la q u e acaba d e s o n a r y la d e las dos q u e s u e n a n consecutivamente— m o s t r a r este d e s g a r r a m i e n t o c o m o si fuera el del triple presente. p o r considerar el triple presente c o m o distensión y la distensión c o m o la del triple p r e s e n t e . hay q u e buscar a la vez la multiplicidad del p r e s e n t e y su d e s g a r r a m i e n t o . P o r lo tanto. el m o m e n t o d e s o n a r —su p r e s e n t e . tras cuyas huellas se lanzaran Husserl. sólo se habla del sonido d e la voz c u a n d o h a cesado. p o r lo tanto— se cita c o m o desaparecido. en el tránsito. 37) tiene p o r objeto asegurar esta u n i ó n e n t r e los dos temas i m p o r t a n t e s d e la investigación. "Intentio"y "distentio" Para efectuar este último paso. q u e n o sólo q u e d ó e n s u s p e n s o . 34): s u p o n g a m o s u n a voz q u e e m p i e z a a sonar. "el todavía n o " {nondum) del futuro se dice e n p a s a d o {futura erat). sigue s o n a n d o y cesa. Agustín lo r e a n u d a c o n u n a aserción a n t e r i o r (16.). A q u í se revela la genialidad del libro XI d e las Confesiones d e Agustín. Q u e d a . 3. " p e r o a ú n e n t o n c e s (sed et tune) esa voz n o era estable (non stabat): pasab a (ibat) y c a m i n a b a (praeteribat)" (ibid.

tenditur animcia la intentio cuyo reverso es la distentio. mientras q u e el p r e s e n t e carece d e ese espacio" (ibid. N o se hablará del p a s o e n p a s a d o .^^ Se observará la ligera variación de la expresión: un p o c o antes.). Ésta incluso se a g r a n d a u n p o c o m á s si n o se m i d e n los t i e m p o s q u e pasan ni c u a n d o h a n cesado ni c u a n d o c o n ü n ú a n . p a r e c e inmersa en las mismas ünieblas q u e la d e l futuro. En efecto. 329).APORÍAS DE LA EXPERIENCIA DEL TIEMPO 59 El p r i m e r ejemplo. "pues carece d e extensión" (26. La p r e g u n t a del "cuánto t i e m p o " (quanta sit) se p l a n t e a entonces e n el p r e s e n t e . Agustín ha n e g a d o la medida al presente puntual qtiia nullú spatio teriditur. así. P e r o . En efecto. al pasar. 34. a la vez tendido y distendido. ni los presentes. u n intervalo m e n s u r a b l e . la dificultad? En la imposibilidad d e m e d i r el p a s o c u a n d o c o n t i n ú a en su "aún" {ad^ kuc). Por eso. sin d u d a . Solignac subraya el carácter aporético de esta página al dar c o m o subtítulo a la traducción d e 27. e n el lado d e lo q u e pasa.^' El s e g u n d o ejemplo explota esta abertura. ni los q u e están p a s a n d o " (ibid. la dirección d e la solución está e n el p r o p i o e n i g m a t a n t o c o m o el e n i g m a está en la solución.). lejos d e p r o p o r c i o n a r u n a respuesta tranquiliz a d o r a al enigma. . Nuevas aporías" {op. ¿En virtud d e q u é p o d r e m o s medirla? (ibid. L a clave hay q u e buscarla. ^ A. N o se trata del punto sino del presente vivo. La m i s m a idea d e t i e m p o q u e pasa. 33). ¿Dónde está. q u e "se extiende" e n u n a especie d e lapso. p u e s ." S e g u i d a m e n t e se habla en futuro a n t e r i o r (cessaverit) d e su cesación c o m o d e u n futuro pasado: Y e n c u a n t o cese d e s o n a r ya n o existirá {non erit). el p a s a d o y el p r e s e n t e p u n t u a l : " N o m e d i m o s . ni los t i e m p o s futuros. s e p a r a d a p a r a el a r g u m e n t o . e n c u a n t o distinto del p r e s e n t e puntual. "Examen más detenido. se e x t e n d í a {tendehatur) p o r cierto espacio d e t i e m p o {in aliquod spatium temporis) e n el q u e p o d í a medirse. cit. p e r o h a c i e n d o variar la hipótesis (27. 34. es preciso q u e algo cese p a r a q u e haya u n c o m i e n z o y u n fin y. continuaci<5n). P e r o si sólo se m i d e lo q u e h a dejado d e existir. pues. se vuelve a caer e n la aporía anterior.). S u p o n g a m o s q u e la voz empieza a son a r o t r a vez y sigue s o n a n d o {adfmc)\ "Midámosla mientras (dum) suena. ni los pasados. en cuanto pasa {praeteriens). e n el párrafo siguiente p u e d e afirmar del presente. A mi entender. c o m o siempre. eJ presente puntual n o tiene ni tensión ni distensión: sólo pued e n tenerla ^ o s tiempos q u e pasan". p. p a r e c e agrandarlo. U n detalle del ejemplo p e r m i t e seguir el r u m b o : " P o r q u e (enim). sino en p r e s e n t e .

el quantum marca u n a reserva respecto de los epicúreos. El tercer ejemplo (27. sin d u d a . y con esta expresión todas 2^ Si el íensiiur fracasa ante los escépticos —observa Meijering {op. demasiado confiados e n la sensación. q u e h a n dejado d e existir. a la vez c u a n d o h a n cesado y c u a n d o continúan? El tercer ejemplo orienta. sino algo q u e q u e d ó g r a b a d o en (in) m i m e m o r i a (infixum manet)" (ibid. 95)—. sino d e sus huellas e n la m e m o r i a y d e sus signos e n la espera: "lo q u e mid o n o son r e a l m e n t e esas sílabas (ipsas). el d e la recitación m e m o r i z a d a d e u n verso —en este caso. 35). c o m o se hablaba a n t e r i o r m e n t e d e la voz misma.. Volvemos a e n c o n t r a r el p r e s e n t e del p a s a d o . h e r e d a d o del análisis q u e cerraría el p r i m e r enigma. cit. d e las cosas pasadas y futuras. n o t e n e m o s la posibilidad d e s u p e i p o n e r l a s com o d o s codos sobre u n o . ¿qué es r e t e n e r lo q u e ha cesado? La aporía p e r m a n e c e íntegra si se habla d e las sílabas mismas.a aporía se resuelve si se habla n o d e sílabas q u e ya n o existen o n o existen todavía.60 EL CÍRCULO ENTRE N A R R A C I Ó N Y T E M P O R A U D A D ¿De d ó n d e p r o v i e n e e n t o n c e s n u e s t r a seguridad d e q u e medim o s (la declaración "y. 1.''^ P e r o Agustín n o i n t r o d u c e el sentir más q u e p a r a avivar la a p o r í a y guiar hacia su solución. la investigación en este sentido. el d e u n a confianza mesurada en los sentidos controlados p o r la inieligencia. d e a c u e r d o con la clara manifestación d e los sentidos" (quantum sensitur sensu manifestó). n o p a r a cubrirla c o n el m a n t o d e la intuición. si i g n o r a m o s el cómo? ¿Existe algún m e d i o para m e d i r los tiempos q u e están p a s a n d o . c o m p o r t a u n a complejidad m a y o r q u e la d e la voz continua: la alternancia d e cuatro sílabas largas y c u a t r o breves en u n a sola expresión. y veo q u e es así. Es necesario p o d e r r e t e n e r (tenere) la breve y aplicarla (applicare) a la larga.). Así. P e r o . es decir. el Detis creaíor omnium. Pues si las breves y las largas sólo son tales p o r comparación. sin e m b a r g o . p. t o m a d o del h i m n o ambrosiano—. m e d i m o s " aparece dos veces e n el m i s m o a p a r t a d o dramático). el verso (versus). En efecto. Precisamente esta complejidad del ejemplo obliga a introducir d e n u e v o la m e m o r i a y la retrospección ignoradas p o r e! análisis d e los dos ejemplos anteriores. la alternancia d e las cuatro breves y las c u a t r o largas i n t r o d u c e u n e l e m e n t o d e c o m p a r a c i ó n q u e r e c u r r e i n m e d i a t a m e n t e al sentim i e n t o : "Las p r o n u n c i o y las repito. . ú n i c a m e n t e e n el tercer ejemplo se realiza la u n i ó n e n t r e la cuestión de la m e d i d a y la del triple p r e s e n t e . Agustín seguiría en esto el camino intermedio del platonismo.

mi análisis difiere del de Meijering. y q u e p e r m a n e c e (manet) apenas pasaron. n o las cosas q u e pasaron p a r a producirla" (27. el instante es u n "acto del espíritu" {ihid-. d e la que es su forma espirinial" {op. el elemento fijo q u e p e r m i t e compar a r los tiempos largos y los breves. P e r o nos e n g a ñ a m o s resp e c t o d e la f u n d ó n d e estas imágenes sí olvidamos subrayar q u e recitar es u n acto q u e p r o c e d e d e la espera dirigida hacia el p o e iña e n t e r o y luego hacía lo q u e q u e d a del p o e m a hasta q u e {doñee) se agole la operación.APORÍAS DE LA EXPERIENCU DEL TIEMPO 61 las dificultades d e la imagen-huella. 232). mid o yo los tiempos" (27. el v e r b o i m p o r t a n t e ya n o es pasar {transiré). una intentio. tras su paso. la m e m o r i a y la atención. N o hay q u e p e n s a r q u e este recurso a la impresión cierra la investiga ción. S u extensión es una extensio. En esta nueva descripción del acto d e recitar. ¿Y cómo? En Cuanto p e r m a n e c e . 36). Por eso el tiempo se halla interiormente u n i d o a la aclio. p e r o e n su aspecto dinámico. . E n este sentido. sino p e r m a n e c e r (manet). la impresión {affectió) q u e las cosas m a r c a n e n el espíritu al pasar: "La impresión q u e dejan en ti ^as cosas al pasar. el p r e s e n t e cambia d e sentido: ya n o es u n p u n t o . Sin e m b a r g o . Es cierto. p o r u n a p a r t e h e m o s vuelto a nosotros mismos. la ventaja es e n o r m e : s a b e m o s a h o r a q u e la medida del tíempo n o d e b e n a d a a la del m o v i m i e n t o exterior. confiar e n la m e m o r i a .^^ La noción d e distentio animi n o ha recibido lo q u e le c o r r e s p o n d e hasta q u e n o se haya contrastado la pasividad d e la i m p r e s i ó n con la actividad del espíritu a t e n d i d o e n direcciones opuestas. comenzar. Guitton insiste principalmente e n esta tensión del espíritu d e la q u e la dislmtio es c o m o el reverso: "San Agusu'n. en la imagen-huella. « n a distenlio que envuelve en sí una attentio. los dos enigmas —el del ser no-ser y el d e la m e d i d a d e lo q u e n o tiene extensión— se resuelven al m i s m o t i e m p o .. En cambio. p o r cl progreso d e su reflexión. e n el p r o p i o espíritu. Así. n i si- En este punto. h e m o s encont r a d o . 36). 234). p . Además. cit."En ti. diversamente e x t e n d i d o . tantas operaciones activas a las q u e duplican e n su pasividad las imágenes-signos y las imágenes-huellas. lia debido atribuir al t i e m p o cualidades opuestas. p u e d e distenderse. c o m o se dirá más tarde. alma mía. r e c o r r e r . Sólo u n espíritu así. que se limita casi exclusiv a m e n t e al contraste entre la eternidad y el tiempo y n o subraya la dialéctica interna del propio tíempo entre intención y distensión. e n t r e la espera. comp o n e r d e a n t e m a n o . esa pt-esencia es la q u e m i d o . p. Este aspecto activo del p r o c e s o exige volver d e n u e v o al ejemp l o a n t e r i o r d e la recitación. del vestigium.. q u e este contraste es acentuado p o r el objetivo de la eternidad que anima la intentio.

P e r o la i m p r e s i ó n sólo está e n el espíritu e n c u a n t o éste actúa.62 EL CÍRCULO ENTRE N A R R A C I Ó N Y TEMPORALIDAD q u i e r a u n p u n t o d e paso. 33-30. 37). El espíritu espera y r e c u e r d a . Sin d u d a . y. pasa (transeat) a lo q u e r e c u e r d a " (ibid. P o r u n a p a r t e . e n c u a n t o pasa se r e d u c e a u n p u n to (in pundo praeterit): es la e3q>resión más e x t r e m a d e la ausencia d e extensión del p r e s e n t e . hay q u e afirm a r q u e "la atención p e r d u r a " (perdurat attentio). espera. q u e es quien lo realiza {animus qui illud agit)" (28. 36). Si la a t e n c i ó n m e r e c e así llamarse intención. c o n s u m i d o el futur o . e n c u a n t o hace pasar. es e n la m e d i d a e n q u e el tránsito p o r el p r e s e n t e se h a h e c h o transición activa: ya n o sólo es atravesado el p r e s e n t e . n o habría futuro q u e disminuye ni p a s a d o q u e a u m e n t a sin "el espíritu. 36). y e n la "larga m e m o ria del p a s a d o " . el espíritu "espera {exspectat). la distensión? E n el contraste m i s m o e n t r e tres tensiones. hasta q u e . La esp e r a y la m e m o r i a tienen extensión e n el espíritu. com o imágenes-huellas e imágenes-signos.) H a c e r p a s a r es también pasar. es u n a "intención p r e s e n t e " ipraesens iivtentio) (27. p r e s t a atención y r e c u e r d a . e n c u a n t o q u e la atención "pasa {pergal) al n o ser lo q u e es". tiene su justificación última e n la pasividad q u e duplica al proceso anterior. Si los parágrafos 26. q u e Agustín sustituye p o r la —absurda— d e largo futuro.). En efecto. es decir. el n ú m e r o 38 del capítulo 28 es p o r sí solo la . este verbo trae a la m e n t e la intentio praesens) y r e c u e r d a (meminit)" (ibid. El contraste se c o n c e n t r a e n el p r e s e n t e . c o m o impresión. Pero dejamos d e ser víctimas d e la representación d e dos lugares d e los q u e u n o se llena a m e d i d a q u e el o t r o se vacía tan p r o n t o c o m o dinamizamos esta r e p r e s e n t a c i ó n y discernimos el j u e g o d e acción y d e pasión que en ella se oculta. Hs-Y q u e saber discernir este j u e g o del acto y d e la afección e n la fórmula compleja "larga expectación del futuro". ¿En q u é consiste. sin e m b a r g o . P e r o . 40 constituyen el tesoro del libro XI. m e r m a n d o el ñ i t u r o y a u m e n t a n d o el pasado. t o d o se convierte e n p a s a d o " (27. El resultado es que "lo q u e espera. la espera y la m e m o r i a están "en" el espíritu. p o r lo tanto. p u e s . a t i e n d e (attendit. p o r m e d i o d e lo q u e atiende. A q u í el vocabulario oscila c o n s t a n t e m e n te e n t r e la actividad y la pasividad. sino q u e "la intención p r e s e n t e traslada (traicit) el futuro al pasado. q u e o c u p a el lugar d e la d e "largo pasado". Es cierto q u e n o q u e d a abolida la imagen cuasi espacial del m o v i m i e n t o del futuro hacia el p a s a d o p o r el p r e s e n t e . La pasividad a c o m p a ñ a c o n su s o m b r a a las tres acciones expresadas a h o r a c o n tres verbos.

36). la m e m o r i a y la atención es la q u e "avanza y avanza". hace b r o t a r la distentio d e la intentio estallada. El t e m a d e este p á r r a f o es la dialéctíca d e la espera. Pero mi atención (attentio) sigue estando presente. La impresión aparece e n él todavía c o n c e b i d a c o m o el reverso pasivo d e la p r o p i a "tensión" del acto —aunque fiíera mudo— d e recitar. la no-coincidencia d e las tres modalidades d e la acción: "y la vitalidad d e esta acción mía se dilata e n ella (memoria) p o r lo q u e ya h e r e c i t a d o y e n expectación p o r lo q u e a ú n recitaré". t r a d u c e n el impulso q u e rige el c o n j u n t o . pero apenas comienzo. algo más q u e u n a aplicación concreta: señala el p u n t o d e articulación d e la teoría d e la distentio con la del triple p r e s e n t e . Ya n o se trata d e imágenes-hupllas ni d e imágenes anticipadoras. Se dice q u e la expectación y la m e m o r i a mismas "se e x t i e n d e n " : la p r i m e r a . Al fin disminuye la expectación. El ejemplo del canto. la segunda. antes de comenzar. hacia la p a r t e ya pasada. formulada e n t é r m i n o s d e triple intención. q u e engloba el d e la voz q u e s u e n a y cesa y el d e las sílabas largas y breves es. ¿Tiene algo q u e ver la distentio con la pasividad d e la i m p r e sión? Esa impresión da. El t é r m i n o actio y la expresión verbal agitur. Esta acción c o m b i n a d a d e la expectación. al acabarse toda acción y pasar enteramente a la memoria (28. sino d e u n a acción q u e acorta la expectación y alarga la m e m o r i a . d e la mem o r i a y d e la atención. T o d a la tensión d e la a t e n c i ó n consiste e n el "transito" activo d e lo q u e era futuro hacia lo q u e se convierte en pasado. disminuye la expectación y se prolonga la memoria. en este m o m e n t o . consideradas n o aisladamente. 38).A P O R Í A S D E LA EXPERIENCIA D E L TIEMPO 63 j o y a d e este tesoro. la distentio n o es más q u e el desfase. repetidas i n t e n c i o n a d a m e n t e . Ésta. Algo p e r m a n e c e (manet) en la m e d i d a e n q u e "recitamos . y por ella pasará (transitur) lo que era fiíturo para convertirse en pasado. Y a medida que esto se va realizando (agitur et agitur). sino en interacción. Y la vitalidad de esta acción {acíionis) mía se dilata (distendifur) en ella por lo que ya he recitado y en expectación por lo que aún recitaré. todo lo que voy recordando de ella relacionado con (el pasado se amplía (tenditur) en mi memoria. Es necesario citar t o d o el párrafo: Cuando deseo cantar una canción conocida. mi expectación abarca (tenditur) su totalidad. si relacionamos este h e r m o s o texto —del q u e p a r e c e q u e la affectió h a desaparecido— c o n el p r i m e r e s b o z o d e análisis del acto d e recitar (27. P o r lo tanto. hacia t o d o el p o e m a antes del c o m i e n z o d e la canción.

u n a metáfora viva. sino la actividad y la pasividad q u e se c o n t r a p o n e n . y que. e n consideración el c a m b i o físico q u e engend r a el r e c o r r i d o del móvil en el espacio? 2] ¿ Q u é acceso i n d e p e n d i e n t e p o s e e m o s p a r a Uegar a la extensión d e la huella mientras ésta esté sólo "en" el espíritu? 3] ¿Tenemos algún o t r o m e d i o p a r a expresar el vínculo e n t r e la affectio y la intentio. la pasividad d e la affectio y la distentio animi es necesario decir q u e los tres objetivos temporales se disocian en la m e d i d a e n q u e la actividad intenciona! tiene c o m o c o n t r a p a r t i d a ia pasividad e n g e n d r a d a p o r esta actividad misma.^^ 2 ^ Kant encontrará el mismo enigma de ¡a pasividad activamente producida e n . sino su expectación y su r e c u e r d o . A decir verdad. cada u n o d e estos estadios d e la solución constituye u n enigma: 1] ¿ C ó m o m e d i r la expectación o el r e c u e r d o sin apoyarse e n las "señales" q u e delimitan el espacio r e c o r r i d o p o r u n móvil. p o r lo tanto. N o son sólo tres actos q u e n o coinciden. ¿Está resuella la a p o r í a del t i e m p o largo o breve? I n d u d a b l e m e n t e . la atención y el recuerdo? A este respecto p a r e c e insuperable la metáfor a del tránsito d e los acontecimientos a través del p r e s e n t e : es u n a b u e n a metáfora. "la intención p r e s e n t e h a c e pasar el futuro al p a s a d o " (27. 4] q u e esta m i s m a acción es triple y se distiende a m e d i d a q u e se extiende. c u a n t o más se convierte el espíritu e n intentio m á s sufre d e distentio. y. e n c u a n t o q u e m a n t i e n e j u n t a s la idea d e "pasar" e n el sentido d e cesar. pues. 36). Si relacionamos. finalmente. sin tomar. Parece q u e n i n g ú n c o n c e p t o "sobrepasa" (aujhebt) a esta metáfora viva. se designa c o m o imagen-huella o imagen-signo. u n a d e eUas vinculada a la expectación y la o t r a a la m e m o r i a . c o m o creo q u e se p u e d e . a falta d e o t r a cosa. P o r lo mism o . sí se a d m i t e : 1] q u e lo q u e se m i d e n o son las cosas futuras o pasadas. fuera d e la dinamización progresiva d e la metáfora d e los lugares atravesados p o r la expectación. y la d e "hacer pasar" e n el d e a c o m p a ñ a r . 3] q u e estas afecciones son c o m o el reverso d e la actividad del espíritu q u e avanza sin cesar. p o r n o decir n a d a d e la discordancia e n t r e las dos pasividades. 2] q u e se trata d e afecciones q u e p r e s e n t a n u n a espacialidad m e n s u r a b l e d e gén e r o único.54 EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN Y TEMPORALIDAD [peragimus) con el p e n s a m i e n t o p o e m a s y versos y toda clase d e discursos".

6769). Lo hace actuar. El valioso hallazgo d e Agus­ tín al r e d u c i r la extensión del tiempo a la distensión del espíritu es h a b e r u n i d o esta distensión al desfase q u e c o n t i n u a m e n t e se insinúa e n el corazón del triple p r e s e n t e e n t r e el del futuro. P a r a esta nueva travesía. Volveré sobre esto e n la cuarta parte (cap. como también en una acción más lar­ ga (í'n aclione longiore). y así pasa igualmente en el curso de la vida de los hijos de los hombres. de la que quizá es la caiicióii una parte. se consagra la p r e s e n t e obra. en u n paradig­ m a p o d e r o s o p a r a otras acciones e n las q u e el espíritu. la solución d e la aporía d e la m e d i d a es inestima­ ble p r e c i s a m e n t e e n c u a n t o enigma.A P O R Í A S D E L A EXPERIENCLV D E L T I E M P O 65 4] La Última tesis. A estas extrapolaciones. A este e n i g m a d e la especulación sobre el t i e m p o r e s p o n d e p r e c i s a m e n t e el acto p o é t i c o d e la construcción d e la trama. La Poética d e Aristóteles n o resuelve especulativamente el e n i g m a ni lo resuelve d e m a n e r a alguna. de la que forman parte todas las vidas huma­ nas (28. 38).. p o é t i c a m e n t e . Agustín n o s deja u n a palabra d e aliento: el frágil ejemplo del canticus recitado d e m e m o r i a se con­ vierte d e p r o n t o . si se p u e d e llamar así. Esto mis­ mo ocurre en toda la vida humana. hacia el final d e la investigación. sufre distensión: Y lo que digo de la canción en su totalidad se realiza también en cada parte y en cada sílaba de la misma.2). el del p a s a d o y el del p r e s e n t e . la idea d e Selbstaffektion e n la segunda e d i d ó n de la Critica de la razón pura ( p p . aquel a costa del cual Agustín "resuelve" la a p o r í a d e la medida: el espíritu se "distiende" e n la m e d i d a e n q u e "se extiende": éste es el s u p r e m o enigma. A q u í se despliega virtualmente t o d o el c a m p o d e lo narrativo: d e s d e el simple p o e m a . .. al exten­ d e r s e . de la que fonnan parte todas las ac­ ciones (actiones) del hombre. p a s a n d o p o r la historia d e u n a vida ente­ r a . constituye el e n i g m a m á s i m p e n e t r a b l e . h a s t a la historia universal. al p r o d u c i r la figura invertida d e la discordancia y d e la c o n c o r d a n ­ cia. la a t e n c i ó n y la m e m o r i a . Sin e m b a r g o . simplemen­ te sugeridas p o r Agustín. Así ve n a c e r y i^nacer la discordancia d e la p r o p i a c o n c o r d a n c i a d e los objetivos d e j a expectación.

L a n o ción d e distentio animi sólo necesita p a r a su c o m p r e n s i ó n d e l contraste con la intentio i n m a n e n t e a la "acción" <^e\ espíritu. Unas cuantas notas al píe d e página n o bastan evidentemente. Me interesa sobremanera la relación entre la especulación sobre el tiempo y la narración d e los n u e v e primeros libros. P e r o lo q u e falta n o c o n c i e r n e a lo q u e llamaré el s e n t i d o suficiente d e la distentio animi: m e refiero al sentido q u e basta p a r a replicar a las a p o r í a s del no-ser y d e la m e d i d a . . e n el marco de la reflexión sobre la repetición. también al estudio d e Beierwaltes sobre Ewigkeil und Zeii bei Piolín. tercer a es exigir a esta misma experiencia q u e se s u p e r e e n la línea d e Podrían presentarse otras dos objeciones. A l g o se adivinará ya al evocar la confessio q u e envuelve toda la obra de Agustín. La s e g u n d a es intensificar la experiencia m i s m a d e la distentio e n el p l a n o existencial. Sólo se ha r e s p o n d i d o p a r c i a l m e n t e a la objeción s u b r a y a n d o la a u t o n o m í a q u e esta investigación d e b e a su p e r p e t u o e n f r e n t a m i e n t o con los a r g u m e n t o s escépticos q u e se referían esencialmente al tíempo. Volveré sobre ella e n la cuarta parte d e la presente obra. 37 d e la g r a n m e d i t a c i ó n s o b r e la e t e r n i d a d q u e las e n m a r c a . al s e n t i d o p l e n o d e la distentio animi le falta alg o q u e sólo el contraste d e la e t e r n i d a d p r o p o r c i o n a . ¿Qué es d e la relación d e la distentio animi agustiniana con la diastasis zoís d e Plotino? cY d e la relación d e t o d o el libro XI c o n la narración d e los nueve primeros d e las Confesiones} A la primera obj e c i ó n r e s p o n d o q u e mi primera intención excluye que y o trate c o m o historiador d e las ideas la relación d e Agustín c o n Plotino. 17-28.66 E L CÍRCXJLO E ^ m l E N A R R A C I Ó N Y T E M P O R A U D A D 4. p o r c u a n t o r e s p o n d e a aporias internas a la n o c i ó n d e t i e m p o . Lo q u e falta es d e o t r o o r d e n . A este respecto. la p r o p i a tesis d e q u e el t i e m p o está "en" el espíritu y "en" él e n c u e n t r a el p r i n c i p i o d e su medida. Kcmito al comentario d e A. Solignac y d e Meijering d e las Confesiones para colmar esta lagUTia. ha. Y o distingo tres incidencias i m p o r t a n t e s d e la meditación d e la e t e r n i d a d sobre la especulación c o n c e r n i e n t e al tiempo. Su p r i m e r a función es colocar t o d a la especulación s o b r e el fiempo bajo el h o r i z o n t e d e u n a idea-límite q u e obliga a p e n s a r a la vez el tiempo y lo o t r o del t i e m p o . El contraste de la eternidad Q u e d a p o r ver la objeción formulada al principio d e este e s t u d i o c o n t r a la lectura del libro xr d e las Confesiones. q u e aisla artificialm e n t e las secciones 14. En cambio.^^ Y. r e c o n o z c o gustosamente que u n a buena c o m p r e n s i ó n d e !a mutación experimentada p o r el análisis plotiniano del tiempo p u e d e contribuir a encauzar el e n i g m a l e g a d o p o r Agustín a la posteridad. sin e m b a r g o . se basta a m p l i a m e n t e p o r sí misma.

6). La anterioridad de la eternidad respecto del tiempo —en un sentido d e anterioridad que queda todavía por determinar— se da e n el contraste entre *todo lo que n o ha sido creado y. Es incontestable que la meditación d e Agu:stín se refiere de manera indivisible a la eternidad y al tiempo.. La especulación y el h i m n o se u n e n e n la "confesión". se dice y se piensa es. ¡Pueda y o confesarte {confiiear tibí) cuanto hallare e n tus libros. la meditación que ocupa los primeros catorce capítulos del libro XI relaciona d e manera indivisible la alabanza del salmista cotMina especulación de u p o platónico y neoplatónico. por lo tanto. £1 libro x i se abre con el primer versículo del Génesis (según una d e las versiones latinas conocidas en África e n la época d e la redacción d e las Confesiones): "In principio fecit Deus..APORÍAS D E LA EXPERIENOA DEL TIEMPO 67 la eternidad y." En este doble aspecto. Desde el principio e n qu« creaste el cielo y la tierra. A tu voluntad vuelan l o s instantes. c o n gran criterio. que se jerarquice interiormente e n contra d e la fascinación p o r la representación del tiempo rectilüíeo. que "cambia" y que "varía" (4. al mismo tiempo. Hasta el reino e t e r n o contigo e n tu tanta ciudad! .". de la eternidad partiendo del tiempo. L o que se plantea. n o se puede considerar u n simple adorno retórico la gran oración d e 2. Y n o cierres la puerta a los {)ue llaman. Y beberte y considerar la maravilla d e tu ley. Este contraste se expresa fcn u n g^to: "Ahí están el cielo y la tierra. sin embargo. El trabajo de la inteligencia n o s e refiere e n absoluto a la cuestión d e saber si la eternidad existe. existe" y el que üene u n antes y un después.). la meditación no permite ninguna derivación. 3 (el traductor francés. la ha traducido e n verso): c o n d e n e la célula metódica q u e desplegarán d e s p u é s tanto la especulación c o m o el h i m n o : Tuyo es el día y tuya la n o c h e . Y Agustín subraya: "Y esto lo sabemos" ^' A este respecto. C o n el estilo d e u n a confesión se invoca e n la oración tAPrincipium d e C n 1. en ningún sentido propio d e la palabra. el contraste d e la eternidad y del tiempo. A<^emás. D a n o s largos espacios d e e s e tiempo Para meditar los secretos d e tu ley. proclamando que fueron creados al ser mudables y cambiantes" {ibid. Y oír la voz d e tu alabanza.1.

a impedir su nacimiento o a disolverla" (p. De esta perplejidad p r o c e d e la p r i m e r a función del aserto sobre la e t e r n i d a d con r e s p e c t o al t i e m p o : la función d e la idea-límite. Dios mío. el tiempo se Justifica y se funda. Así. q u e antes d e ser fuente d e nuevas dificultades lo es d e n e g a ü v i d a d e n lo q u e concierne al t i e m p o . e n guardia.. el esfuerzo d e la inteligencia proviene d e las dificultades suscitadas p o r esta m i s m a confesión d e la eternidad: "Escuche yo y e n t i e n d a c ó m o (quomodo) luciste e n el principio el cielo y la tierra" (3. en el transcurso d e los catorce p r i m e r o s capítulos del libro xr. 136-145): San Agustín. {Cuesüón p l a n t e a d a d e n u e v o al c o m i e n z o d e 5. véase Guitton.?" (5. 17-57). Esta p r i m e r a función proviene del e n c a d e n a m i e n t o m i s m o entre confesión y p r e g u n t a . que el ejemplarisnio neoplatónico que q u e d a e n la identidad del m i s m o y n o se libra d e u n antropomorfismo más sutil p o r p u r a m e n t e formal. con la misma seguridad. En cuanto al antropomorfismo al que parece escapar el inmanentismo plotiniano. p p . op.] se dice t o d o (omnia) a u n t i e m p o {simul) y d e m o d o e t e r n o {sempiteme). 5). p o r ello te doy gracias" {ibid. Surge u n d o b l e contraste. cit. T o d a s las referencias se encontrarán e n el Timeo y e n las E-néadas. 140). El tema de la creación origina esta diferencia. h a b r í a t i e m p o y cambio. Sobre "el c e a d o r e t e r n o d e la creación temporal". "ha vaciado en cl m o l d e proporcionado p o r las Enéaáas una inspiración extraña a Plotino. la conversión temporal... D e la idea d e creación proviene el c o s m o s temporal. cit. Guitton valora toda su profundidad e n algunas densas páginas (op. pues. E x a m i n e m o s . pp. la religión histórica. q u e p o r la e t e r n i d a d del Verbum: "[. cit. .. De o t r a forma. esta e t e r n i d a d del V e r b o .) E n este sentido o c u r r e con la e t e r n i d a d c o m o c o n el t i e m p o : q u e exista n o constituye p r o b l e m a . véase el comentario exhaustivo d e Meijering {op. al tiempo. el c ó m o es el q u e crea perplejidad. respecto del e s q u e m a d e la causalidad creadora. pp. Se r e s p o n d e . 9). dice Guitton. n o g e r m i n a e t e r n i d a d y g e r m i n a inmortalidad" (7.). ^ En este saber se resumen el parentesco y la diferencia radical entre Plotino y Agustín. más ai'm. 7. P e r o d e esta respuesta nace u n a n u e v a p r e g u n t a : " ¿ C ó m o hablaste?" (6. Agustín confiesa: "Esto lo sé. contraría a su espíritu. A la p r i m e r a p r e g u n t a : "¿Cómo {quomodo) hiciste el cielo y la tierra. 7) se r e s p o n d e c o n el m i s m o espíritu d e alabanza q u e antes: "Creadas todas ellas p o r su palabra" {ibid. 198-199). p o d e m o s p r e g u n t a m o s sí los recursos metafóricos del antropomorfismo material d e Agusu'n n o s o n más preciosos. mientras que el ejemplarismo nos seduce p o r su carácter filosófico (sobre este p u n t o .).^^ Dicho esto.. de tal m o d o que toda su dialéctica tendía a negarla.68 EL C Í R C U L O ENTRE N A R R A C I Ó N V T E M P O R A L T O A D (ibid.). La metáfora creacionista n o s mantiene alerta y. 8).

las verba "ni síquiera son. Señor. P e r o el contraste decisivo. Se anticipa a q u í la creación ex nihilo. Ya aquí. Retengamos. 7). 29c). el tíempo es afectado n u e v a m e n t e p o r u n síntoma n e g a ü v o : si el Verbum p e r m a n e c e . ciL. El V e r b o y la voz son tan irreductibles el u n o al o t r o y tan inseparables c o m o lo s o n el oído i n t e r n o . 8). ser etern o implica no "ceder el lugar". en efecto. en la medida e n q u e n o es lo que era. En cuanto a los sinónimos d e eternidad (immorialUas. p u e s t o q u e h u y e n y p a s a n " (6. p. m u e r e y nace t o d o ser" (7. a Timeo. la p r o g r e s i ó n d e la negación a c o m p a ñ a r á sin cesar a la d e la p r e g i m t a que. g e n e r a d o r d e nuevas negaciones —y d e nuevas perplejidades— es el q u e o p o n e el Verbum divino a la vox h u m a n a : el V e r b o c r e a d o r n o ^ s ^ o m o la voz h u m a n a q u e "comienza" y "termina". 39. Una vez más. 9). duplica ía confesión d e e t e r n i d a d . a su vez.APORÍAS DE EXPERIENCM. pues. q u e recoge las verba y las trasmite a la inteligencia vigilante. c o n u n material anterior. Temporal significa n o eterno. El Verbum p e r m a n e c e . c o m o las sílabas q u e " s u e n a n " y " p a s a n " (6. pero n o con una voz q u e resuena m el tiempo. las d o s funciones del no-ser se r e c u b r e n . op. c o m o u n artesano. n o se realizan a u n tiempo y s i e m p r e todas las cosas q u e creas con tu palabra" (7. Señor. incommutabilitas. Meijerifig. el Verb o habla. sin embargo. y esta n a d a d e o r i g e n h i e r e d e s d e este m o m e n t o al t i e m p o d e deficiencia ontológica. decir q u e las cosas s o n hechas e n el V e r b o es negar q u e Dios cree al m o d o del a r t e s a n o q u e h a c e a partir d e aJgo: "Ni hiciste el universo en el universo. C o n este contraste (y la "comp a r a c i ó n " q u e lo a c o m p a ñ a ) . En lo sucesivo. sab e m o s que. estos dos prim e r o s m o m e n t o s de la función-límite d e la idea d e eternidad contenida e n las dos negaciones: el V e r b o n o crea. q u e escucha la p a l a b r a y recibe la instrucción del d u e ñ o interior.^^ En este sentido. sino diciéndolo. D E L TIEMPO 69 En p r i m e r lugar. 8). p u e s n o había d ó n d e h a c e r l o antes d e ser c r e a d o p a r a q u e existiese" (5. la interrogación surge d e la respuesta p r e c e d e n t e : "No lo haces d e o t r o m o d o . u n i d o al "todavía no" del futuro y al "ya no" del pasado. en esta ocasión. Sin e m b a r g o {nec tamen). que remite. las verba desaparecen. los dos adjetivos "eterno" (y su s i n ó n i m o "inmonal") y "temporal" se o p o n e n . y el o í d o e x t e m o . 9). Dicho d e o t r o m o d o : ¿cómo u n a criatura t e m p o r a l p u e d e ser h e c h a p o r y e n el V e r b o eterno? "¿Por q u é así? T e m e g o . cf. n o "suceder". . e n 7. incormptibüitas. 9. N o s preguntarem o s m á s tarde si la negación n o actúa e n los dos casos. En lo sucesivo. Dios m í o . q u e m e ^ Es cierto que esta deficiencia ontológica tiene e n la argumentación u n a función distinta que el no-ser del argumento escéptico sobre el tiempo. p o n e sobre este no-ser cl sello d e la carencia d e ser propia del estatuto d e criatura: "Sabemos. y es lo q u e n o era.

12). Este quando nos vuelve a arrojar en la perplejidad En primer lugar hace respetable y plausible el interrogante de los maniqueos y de algunos platónicos. e n este sentido. por última vez. La eternidad es "siempre estable" (semper stans) en conüaste con las cosas. q u e n o s h a n p a r e c i d o suscitadas p o r la p r o p i a coi^fcsión d e l a e t e r n i d a d . 8). 12. "La c r e a c i ó n y el V e r b o c r e a d o r " ( 3 . pues.1 4 . b] El s e r del t i e m p o y su m e d i d a (14. . e n las respuestas de Agustín. q u e c o m i e n z a e n 10. E n fin. 12 p e r t e n e c e al mism o estilo a p o r é t i c o m a r c a d o p o r hs p r e g u n t a s ccámo? ( 5 . ¿por qué n o es eterna también la criatura?" ( 1 0 . D e algún m o d o lo veo.** Pero esta respuesta contiene en g e n n e n la principad diñcultad que estimulará ampliamente la sagacidad de Agustín respecto del antes d e la creación: en efecto. 11 y 10. resultan de la confesión de la eternidad. Mi p r o p i o análisis m e h a llevado a r e a g r u p a r i y n al bajo el m i s m o título d e la intensifícación d e la distentio animi p o r su c o n t r a s t e c o n la e t e r n i d a d . 17-29. 5 . La eternidad. 1 2 . y d i v i d e n así el l i b r o xi: I. ¿por qué n o continuó siempre e n ese ocio. 1 2 ) . 17). negativa en el plano psicológico. dicen. su noción de eternidad. por el progreso d e la negatividad ontológica que afecta a la experiencia. c o m o hasta entonces había estado?" "Pero si la voluntad de Dios de que existiese la criatura era eterna. Vemos. A esta dificultad responde Agustín atribuyendo al Verbo una "razón eterna" que hace q u e las cosas creadas comiencen a ser y dejen d e ser. Antes de presentar su respuesta personal a estas dificultades que. "E3 p r o b l e m a del t i e m p o " : á] El a n t e s d e ia c r e a c i ó n ( 1 0 . a. una vez más. esta asignación de un comienzo y d e un fin por la razón eterna implica que ésta conozca "el m o m e n t o cuando" {qtiandó) esa cosa ha tenido que comenzar o acabar. que ^ El t r a d u c t o r y el i n t é r p r e t e d e fcis Confesiones e n l a "Bibliolhfeque augustin i e n n e " s e ñ a l a n u n a cesura e n t r e 9. A d e m á s . 39). la a p o i i a y las r e s p u e s t a s a la a p o r í a d a r á n l u g a r a u n m i s m o e s t u d i o átá t r a t a m i e n t o n e g a t i v o d e la t e m p o r a l i d a d c o m e n z a d a c n 3 . 5 . a Agustín enfrentado a las acuciantes objeciones del adv írsario. Agustín precisa. 1 0 .70 EL C Í R C U L O E N T R E NARRAaÓN Y T E M P O R A L I D A D lo digas. la p r e g u n t a . 10). crea tantos enigmas c o m o el üempo. 7) y ipor qué? (6. a p a r e n t e m e n t e d e s c a b e l l a d a . que toman la forma de una triple pregunta: "¿qué hacía Dios antes {antequam) de crear el cielo y la tierra?" "Si estaba inactivo. pero n o sé c ó m o expücario" (8. N o s interesaremos. y sin hacer nada. de la distentio animi. que otros pensadores cristíanos habrían considerado ridículo y tratado c o n burla.

APORÍAS DE LA EXPERIENCIA DEL TIEMPO 71 n o son "nunca estables". Meijering [op. sino anterior a lo creado [. Hay. d e las disputas suscitadas p o r la idea de la creación temporal. VI.. op. op. a s u propia sustancia. cit. 14. 9. Hoy n o p o d e m o s hacernos idea de la vehemencia. que afirma que "la voluntad de Dios n o es nada d e lo creado. Guitton muestra cóm o éstas eran exacerbadas además por el conflicto entre exégesis literal y excgcsis alegórica.*^ La respuesta a la p r i m e r a formiílacjj5n_es franca y clara: "Antes d e q u e hicieras el cielo y la tierra n o hacías n a d a " (12. 37c. p u e s . Meij e r i n g (p. 46) cita otros textos d e Agustín que interpretan el stare y el vianere de D i o s c o m o eterno presente.. véase Guitton. 13). La v o h m t a d d e Dios pertenece. tú el p r o m o t o r d e tod o s los tiempos. n o hay "antes" con relación a la creación. Así. q u e n u n c a está p r e s e n t e e n su totalidad" ( 1 1 .. La negatividad llega a q u í a su cima: p a r a p e n s a r hasta el f o n d o la distentio animi —el desfase del triple presente— es necesario "compararla" con u n p r e s e n t e sin p a s a d o n i futuro. p e r o lo i m p o r t a n t e es q u e este "antes" sea afectado p o r la n a d a : el "nada" d e " n o h a c e r nada" es el "antes" d e la creación. 170-173) y luego e n Gregorio d e Nisa y e n Atanasio.. cil. 13. antes d e su formulación e n Plotino (sobre este p u n t o remite a Beierwaltes. Enéadas vi. q u e p e n s a r "nada" para p e n s a r el t i e m p o c o m o com e n z a n d o y t e r m i n a n d o . La respuesta a la s e g u n d a formulación es m á s n o t a b l e a ú n . 32. cii.]. 14). en Tim¿o. pp. p u e s . Sobre este punto." "Tú habrías creado ese t i e m p o sin q u e pudier a n transcurrir esos tiempos si tú n o los hubieras h e c h o . suscitado p o r el relato bíblico d e la creación "en seis días" y más especialmente p o r el sentido que hay que dar a los "tres días" que p r e c e d e n a la creac i ó n d e las grandes luminarias. pues. Es cierto q u e la respuesta deja intacta la suposición d e u n "antes". Esta estabilidad consiste e n q u e "en la e t e r n i d a d n a d a es p a s t e r o . 177191. el tiempo existe c o m o r o d e a d o d e nada. Al contrario del d e n i p o . 8. pp. 43) subraya insistentemente que Agustín acepta la parte del argumento d e 10. . había excluido eí pasado y el futuro d e la eternid a d sin hablar aún d e e t e r n o presente. p o r q u e Dios h a c r e a d o los tiempos al crear el m u n d o : "Siendo.'^ Es esta negación extrema la q u e subyace e n la r e s p u e s t a al a r g u m e n t o d e apariencia frivola. Identifica la primera expresión del eterno presente con el platonismo m e d i o d e N u m e n i u s . Si Agustín se p r e o c u p a tanto p o r refutarlo es p o r q u e constituye u n a aporía e n g e n d r a d a p o r la p r o p i a tesis d e la eternidad. p o r n o decir violencia. p. " Al mism o tiempo la respuesta s u p r i m e la p r e g u n t a : "No es posible ' u n Ya Platón.. sino q u e t o d o está p r e s e n t e {tutum esse praesens)." Et propio comentarista relaciona este texto c o n Plotino.

i m p r o p i a s para caracterizar u n "antes del mundo". Sí h e insistido t a n t o e n la negatividad ontológica q u e el contraste e n t r e la e t e r n i d a d y el t i e m p o p o n e d e manifiesto e n la experiencia psicológica d e la distentio animi. Las n e g a c i o n e s se acentúan: "Tus años ni van ni vien e n " (ibid. n o es c i e r t a m e n t e para e n c e r r a r la e t e r n i d a d según Agustín d e n t r o d e la función kantian a d e la idea-límite. Para descartar cualquier idea d e " n o v e d a d " e n la voluntad d e Dios es necesario d a r a la idea d e u n "antes" d e la creación u n a significación q u e elimine d e ella cualquier t e m p o ralidad. ya p a r a reservar a los seres angélicos u n a d i m e n s i ó n t e m p o r a l p r o p i a ) .72 EL CÍRCULO ENTRE N A R K ^ C I Ó N YTEMPORALIDAD a n t e s ' {non erat tune) si n o existía el t i e m p o " (13. 20) e n . 38d— deja abierta la posibilid a d d e q u e haya otros tiempos antes del Uempo {Confesiones xi. Pasar es m e n o s q u e sobrepasar. La conjunción del h e b r a í s m o y del platonism o e n la interpretación del ego sum qui sum del Éxodo (3. 15). La respuesta a la t e r c e r a objeción del adversario p r o p o r c i o n a a Agustín la ocasión d e d a r el último t o q u e a su oposición e n t r e ü e m p o y e t e r n i d a d . Decir q u e Dios estuvo ocioso equivale a decir q u e h u b o u n tiempo en el q u e n o hizo j a m á s antes d e hacer. pues. pues. Sea c o m o fuere. evoca esta posibilidad. Se otorga. Debe pensarse la antecedencia c o m o superioridad. sería también éste u n a criatura. Timeo. 40 final. 30. Este a r g u m e n t o basta p a r a desechar la suposición d e la ociosidad d e Dios antes d e la creación. "Existen todos a la vez (simul stans)" {ibid.). c o m o el "hoy" d e q u e h a b l a el É x o d o . al p e n s a m i e n t o la formación d e la idea d e la ausencia d e t i e m p o p a r a p e n s a r hasta el fin el ü e m p o c o m o p a s o . ya q u e Dios es el h a c e d o r d e t o d o s los tiempos. P e r o la tesis d e q u e el t i e m p o h a sido c r e a d o c o n el m u n d o —tesis q u e se lee ya en Platón. 16). c o m o altura: "Tú p r e c e d e s a t o d o s los tiempos pasados p o r la m a g n i t u d {celsitudine) d e la eternidad. c o m o excelencia. Las categorías t e m p o r a l e s son. U n t i e m p o antes d e t o d a creación es.). a s u m e la significación n o t e m p o r a l d e lo q u e sobrepasa sin preced e r . D e b e p e n s a r s e c o m o transitorio p a r a vivirse p l e n a m e n t e c o m o transición. Este "no-entonces" es d e igual g r a d o negativo qtie el n a d a del n o h a c e r n a d a . impensable. a u n q u e hubiera u n ü e m p o antes del t i e m p o . ya c o m o hipótesis especulativa. El simul stans d e los "años d e Dios". Agustín d a a su tesis el giro d e la reduo tio ad absurdum p a r a h a c e r frente a esta posibilidad. p u e s . siempre presente" (13.

Solignac (op. tolum esse praesens. se dirige al E t e r n o . Solignac comenta: "La trascendencia d e la eternidad respecto del tiempo. la negación es doble: es preciso que y o p u e d a negar los rasgos d e mi experiencia del tiempo para. La m e m o r i a y la espera s o n experiencias positivas p o r la presencia d e las imágenes-vestigios y d e las imágenes-signos. Philosophie et ÍTÍcamation chez Augustin. p o r el índice negativo d e la falta o del defecto d e ser. Así. T a m b i é n la eternidad es p e n s a d a negativamente c o m o lo q u e n o implica tiempo. sejnper. Es estable e n cuanto n o es u n presente atravesado. sians. A d e m á s . e n particular el Sermo 7.^5 La r e p e r c u s i ó n —como diría E u g é n e Minkovski— d e esta nega- £1 problema n o radica c n la fidelidad d e la traducción latina al hebreo. la eternidad es también lo negativo del tiempo. 583-584) remite a Étienne G i h o n . Para decir que es etern o h a y q u e negar que sea el paso. se p u e d e h a b l a r d e u n a experiencia d e e t e r n i d a d en Agustín con las reservas q u e d i r e m o s desp u é s . ^ A. El p r o p i o p r e s e n t e e t e r n o se declara e n prim e r a p e r s o n a : sum y n o esse. p. i o otro del tiempo. lo invoca e n s e g u n d a p e r s o n a . d o n d e se estudian los principales textos d e la obra d e Agustín sobre el famoso versículo del É x o d o y sobre otros versículos d e los Salm o s . es la trascendencia d e u n Dios personal q u e crea personas y dialoga c o n ellas. E n esto es inseparable del h i m n o . "cesar". eit. para Agustín. Es esta doble y mutua negación p o r la que la eternidad es l o otro del tiempo. . cit. la trascendencia d e u n ser que se p o s e e e n un presente sin fin c o n relación a la existencia d e seres cuya contingencia s e manifiesta e n las vicisitudes del tiempo" {op. pasivo y activo. percibir a ésta c o m o en falta respecto d e lo que niega. TIEMPO 73 la ti-aducción l a t i n a ' ' nos p r o h i b e i n t e r p r e t a r el p e n s a m i e n t o d e la e t e r n i d a d c o m o u n p e n s a m i e n t o sin objeto. pues. Y laTincidencia d e esta "comparación" s o b r e la e x p e r i e n c i a viva d e la distentio animi es la q u e h a c e del p e n s a m i e n t o d e la e t e r n i d a d la idea-límite e n cuyo horiz o n t e la experiencia d e la distentio animi se ve afectada. sino en su eficacia e n la tradición filosófica. "pasar" son términos positivos. la conjunción d e la alabanza y d e la especulación d e m u e s t r a q u e Agustín n o se limita a p e n s a r la e t e r n i d a d . intensifica la experiencia del t i e m p o . En la medida e n que "comenzar". 5S4). c o m o tlan a entender los términos maniré.. Parece q u e el presente eterno sólo es una n o c i ó n puramente positíva gracias a su h o m o n i m í a c o n el presente que pasa.Es.APORÍAS DE LA EXPERIENOA D O . en el plan o ontológico. del futuro hacia el pasado. P e r o p r e c i s a m e n t e esta e x p e r i e n c i a d e e t e r n i d a d es la q u e a s u m e la función d e idea-Iímíte>pyesto q u e la inteligencia "comp a r a " el t i e m p o c o n la e t e r n i d a d .^'*' T a m b i é n a q u í la especulación es inseparable del r e c o n o c i m i e n t o d e aquel q u e se manifiesta.. E n este sentido. p p . lo que n o es temporal. la que. ^ » o discuto ahoTS la cuestión d e saber si la idea d e eternidad es enteramente positiva. más que otra cosa.

q u e p r o v i e n e d e Platón (Pol. " ¿ Q u é es eso q u e ilumina {interlucet) m i interior y hiere (percuíet) mi corazón sin lastimarlo? M e h o r r o riza e inflama. cap. va a a s e g u r a r n o s aliora q u e el defecto d e e t e r n i d a d n g es sólo u n límite p e n s a d o . 1 6 . La idea-límite se convierte e n t o n c e s en la tristeza d e lo negativo. Stud. la diferencia ontológica radical q u e s e p a r a la criatura del creador. Agustín se lamenta: "Descub r í q u e estaba lejos d e ü. M e horroriza e n c u a n t o soy m u y diferente y m e inflama en c u a n t o soy m u y semejante" (9. Solignac (op. c o m o diremos más adelante. e n u n a región d e desemejanza (in regione dissimilitudinisy (lib. 273d) y se h a b í a trasmitido aJ a m b i e n t e cristiano p o r m e d i a c i ó n d e Plotino (Enéadas i. la queja despliega sin r u b o r sus p r o p i o s efectos. VII." 9 [1947J p p . al contrario. CÍRCULO ENTRE N A R R A O Ó N Y TEMPORAUDAD ción. La expresión in repone dissimtlitudinis ha dado lugar a niunerosos trabajos: véase la importante nota complementaria n ú m e r o 16 d e A. está también ahí incluida. a la caída en el ciénago oscuro.^ En el h o r i z o n t e d e la e t e r n i d a d estable.74 El. dt. e n san Agustín. 689-693). d e Platón a la Edad Media cristiana lo ha recalcado Éiienne Gilson (Regio dissimilitudinis dé Platón á saint Berrmrd de Clairvaux: -Mediaev..*' ^ Fierre Courcelle. AI imir el p e n s a m i e n t o del t i e m p o al d e lo " o t r o " del t i e m p o . la experiencia d e distensión es llevada al p l a n o d e la qiieja. y la confessio lleva a los dos j u n t o s al lenguaje. I. 11). señala. sino u n a carencia sentida en el corazón d e la experiencia temporal.. El éxito d e esta expresión. p p . Ya e n el transcurso n a r r a ü v o d e las Confesiones. insiste e n que el término "confesión". RecKerdies sur Us Cmfessüms de sainí Auguslin (E^Ts. 16). El h i m n o engloba la queja. p e n s a d a sobre la experiencia viva d e la t e m p o r a l i d a d . se extiende más allá d e la confesión d e los pecados y engloba la confesión d e fe y la d e alabanza. a d q u i e r e ahora u n realce s o r p r e n d e n t e : ya n o se refiere. 3. c o n ocasión d e la exposición d e los vanos intentos d e éxtasis p l o ü n i a n o . 1970). ÍOS-130) y Fierre CourceJJe (Traditiom n¿oi>Iaioni- . Intensificada así e n el p l a n o existencial. 17). La narración. La traspasa e n t e r a m e n t e d e negatividad. ya evocad a a n t e r i o r m e n t e . 1 3 . 10. E^le n u e v o contraste se c o n d e n e en g e r m e n e n la admirable plegaria d e 2. el contraste ante éste y la e t e r n i d a d n o se limita a r o d e a r d e negaüvidad la experiencia del ü e m p o . El análisis del t i e m p o y la elegía de la distentio animi s e remontan a este s e g u n d o y este tercer sentido d e la confessio agustiniana. expresión. c o m o e n Plotíno. 8. diferencia q u e el alma d e s a i b r e p r e c i s a m e n t e en su m o v i m i e n t o d e r e t o m o y e n su esfuei:zo m i s m o p o r c o n o c e r el principio.

expresa tamb i é n el d e s g a r r o del a l m a privada d e la estabilidad del e t e r n o p r e sente. d e la inteniio-distentio. la mía n o es m á s q u e disipación (distentio est vita mea)" (29. c o n J . 237). "Olvidad o d e las cosas pasadas y n o distraído p o r las futuras y transitorias. n o s o r i e n t a h a d a l o e t e r n o " ? ¿Existen a h í "dos f o r m a s d e l t i e m p o " (ibid. "Archives d'histoire littér a í r e e t d o c t r í n a l e d u M o y e n A g e " 24 [1927]. 39). sino p o r la atención (non secundum distentionem sed seaindum intentionem). 41).APORÍAS D E LA EXPERIENCIA D E L TIEMPO 75 P e r o si la discriminación d e lo semejante y d e lo d e s e m e j a n t e p r o v i e n e d e la inteligencia q u e " c o m p a r a " (6. sino e n la dialéctica d e la alabanza y d e la queja. e n definitiva. m a r c a d a p o r el m i s m o t o n o d e alabanza y d e queja q u e los p r i m e ros capítulos del libro. P o r q u e n o será p o r la dispersión.)]. q u e las páginas finales del lib r o XI. G u i t t o n {op. su r e p e r c u s i ó n sacude c o n violencia el sentir e n su extensión y en su profundid a d . m e p e g u é (non distentus sed extentus) s o l a m e n t e a las presentes. q u e n o s lleva h a c i a el fiíturo.. 8). p . Vuelven las m i s m a s palabras d e distentio e intentio. p e r o n o e n el c o n t e x t o p u r a m e n t e especulativo d e aporía y d e b ú s q u e d a . c o m o yo alcanzar é la p a l m a d e la s u p r e m a vocación. Mientras q u e la distentio se hace sinón i m o d e la dispersión e n la multiplicidad y d e la errancia del h o m b r e viejo.. la intentio t i e n d e a identificarse c o n la concentración del h o m b r e i n t e r i o r ["vincularme a su u n i d a d " (ibid. y la extensio ad superiora. p p . bajo el signo del contraste e n t r e e t e r n i d a d y tíempo. "Pero así c o m o t u misericordia es mejor q u e cualquier vida (Sal 62.) d e las q u e d éxtasis d e Ostia ilustraría la segunda. D e h e c h o . sino el e m b l e m a del h o m b r e viejo s e g ú n san Pablo e n Filipenses 1. i n t e r n a al t i e m p o mismo. q u e afecta a eiennes et traditúms chrÉtienms de ta región de dissemblancr. "dos m o v i m i e n t o s i n t e r i o r e s q u e s e s e p a r a n p a r a la c o n c i e n c i a .).12-14. p r o p o n g a n u n a última interpretación d e la distentio animi.." (ibid. a este respecto. 5-33. Es significativo. 39-31.** C o n este c a m b i o d e sentido.^ N o l o c r e o . r e p e t i d o c o m o a p é n d i c e e n las Rech^tkís sur Us Omfessions de saint A ugustin). en la m e d i d a e n q u e el p a s a d o q u e h a y q u e olvidar n o es ya el libro d e la m e m o r i a . la intentio ya n o es la anticipación del p o e m a c o m p l e t o antes d e la recitación q u e lo hace pasar ñtl futuro al pasado. cit. *8 cEs n e c e s a r í o llegar h a s u distinguir. Entonces. . a u n q u e se i n t e r f i e r e n m u t u a m e n t e : la expectatio futvrorum. q u e . sino la esperanza d e las cosas últimas. La distentio animi ya n o significa sólo la "solución" d e las aporías d e la m e d i d a del tiempo. se vuelve a r e t o m a r t o d a la dialéctica. q u e concluyen el análisis del tiempo e n el h o r i z o n t e d e la m e d i t a c i ó n s o b r e Jas relaciones e n t r e él y la e t e r n i d a d (29.4).

El éxtasis d e Ostia lo c o n f i r m a e n c u a n t o es. copiosa indigencia. la n a r r a d ó n es posible allí d o n d e ta e t e r n i d a d a t r a e y exalta al t i e m p o . oscuridad... d e s e o inútil. se franquea tácitamente la frontera q u e s e p a r a la condición del ser c r e a d o y la del ser caído: "Yo m e disperso {dissilui) e n tiempos. 243) la extensio ad mpmora. opacid a d . g u e r r a intestina.76 EL CÍRCULO ENTRE N A R R A C I Ó N Y T E M P O R A U D A D la distentio animi. T a m b i é n J . la t e m p o ralidad c o m o "destierro" r e a g r u p a las imágenes d e tribulación. 323-385. enrancia. cada u n a d e las cuales empareja lo q u e yo h e llamado antes la tristeza d e lo finito c o n la celebración d e lo absoluto: c o n la t e m p o r a l i d a d c o m o "disolución" se relacionan las imágenes d e ruina. esterilidad. bajo las figuras d e la recolección. la distentio animi seguiría siendo el simple esbozo d e u n a respuesta especulativa d a d a a las aporías q u e la a r g u m e n t a c i ó n escéptica suscita c o n s t a n t e m e n t e . alteración. exilio. d e la t e m p o r a l i d a d c o m o "agonía" p r o v i e n e n las imágenes d e c a m i n o hacia la m u e r t e . del hogar. final n o colmado. Bajo el m i s m o h o r i z o n t e d e e t e r n i d a d a d q u i e r e n sentido todas las expresiones p o r las q u e otras obras d e Agustín ofrecen los recursos d e la metáfora a la metáfora central d e la distentio. nostalgia. desvanecimiento. en fin. e n g e n d r a d o p o r la dialéctica d e la e t e r n i d a d y del t i e m p o . si se c o n s i d e r a la t e r c e r a i n c i d e n c i a d e la e t e r n i d a d d e n t r o d e la e x p e r i e n c i a del t i e m p o . q u e e n S p i n o z a se convierte e n duratío. el p a d r e Stanislas Boros p r e s e n t a cuatro "imágenes sintéticas". crea las imágenes d e ceguera. Volveré s o b r e ello e n la cuart a p a r t e . cuyo o r d e n desconozco. e n f e r m e d a d y fragilidad.^'^ d o n d e estudia p r e f e r e n t e m e n t e las Enarrationes in Psalmos y los sermones. d e la expectatio futurorum. el t e m a d e la "noche". d e la p l e n i t u d viviente. cautividad e n el llanto. t a n t o u n desfallecimiento c o m o u n a ascensión. . G u i t t o n lo r e c o n o c e : lo q u e d i s t i n g u e f u n d a m e n t a l m e n t e a Agustín d e P l o t i n o y d e S p í n o z a es la imposibilidad d e "separ a r o n t o l ó g i c a m e n t e " {p. vulnerabilidad. dispersión. d e s m o r o n a m i e n t o p r o gresivo. a diferencia del éxtasis n e o p l a t ó n i c o . d e la luz. Los "gemid o s " e n q u e t r a n s c u r r e n nuestros años son p o r igual los d e l pecad o r y los d e la criatura. q u e e n S p i n o z a s e l l a m a r á a-mr intelledualis. N o hay n i n g u n a d e estas c u a t r o imágenes-clave n i d e sus variantes q u e n o reciba su fuerza significativa a contrario del símbolo o p u e s t o d e la eternidad. E n u n i m p o r t a n t e ensayo sobre Las categorías de la temporalidad en san Agustin." (ibid. S e p a r a d a d e este simbolismo arborescente. envejecimiento.). »9 "Archives d e p h ü o s o p h i e " 2 1 (1958) p p . n o d o n d e l o anula. d e la q u e h a b l a r é l u e g o .

El r e t o r n o n o es m á s q u e esta escucha: pues si al principio "no p e r m a n e c i e s e . la distentio animi se hace experiencia viva. y q u e los p r i m e r o s p e n s a d o r e s cristianos h a b í a n c o m e n z a d o a r e i n t e r p r e t a r e n función d e las ideas d e creación.. E n efecto. Se p o d r í a decir q u e la instrucción franquea el a b i s m o q u e se abre e n t r e la Palabra e t e m a y la voz temporal. este libro d e m u e s t r a q u e la atracción d e la ^'^ A esto hay que añadir la advertencia (admonitio).^° r e c o n o c i m i e n t o y r e t o r n o . q u e comenta A. m á s allá d e las palabras exteriores. Eleva el tíempo hacia la e t e r n i d a d . Así se e n c a d e n a n i n s t m c ción. Este m o v i m i e n t o es el m i s m o del q u e h a b l a n los nueve p r i m e r o s libros d e las Confesiones. q u e reviste d e carne el esqueleto d e u n contra-argumento. 562.] y ¿quién n o s e n s e ñ a sino la verdad inmutable?" (8. E n t r e el verbo e t e r n o y la voz h u m a n a n o hay sólo diferencia y distancia. la narración realiza d e h e c h o el r e c o r r i d o cuyas condiciones d e posibilidad describe el libro XI. ella. q u e m e dice q u e n o s habla aquel q u e nos e n s e ñ a (docet nos) [. el d e la instrucción p o r el v e r b o i n t e r i o r y el del r e t o r n o .. E n este sentido.APORÍAS D E LA EXPERIENCIA D E L TIEMPO 77 R e i n t e g r a d a e n la d i n á m i c a d e la alabanza y d e la queja. . Mas c u a n d o regresam o s d e los errores lo h a c e m o s p o r el c o n o c i m i e n t o y él es q u i e n n o s comunica ese c o n o c i m i e n t o al i n d i c a m o s q u e es el Principio y es a nosotros a quienes habla" ( 8 . c u a n d o n o s desviamos. n o t e n d r í a m o s a d o n d e volver. 1 0 ) . sino el q u e escuchemos y el q u e .^Esta semejanza se expresa e n la capacidad d e a p r o x i m a c i ó n d e la e t e r n i d a d q u e Platón h a b í a inscrito e n la p r o p i a definición del tiempo. A q u í se subraya n o t a n t o la desemejanza c u a n t o la semejanza e n t r e la e t e r n i d a d y el tieijipo e n la " c o m p a r a c i ó n " q u e la inteligencia hace d e u n a y d e otrí»-(^8}. d e salvación. Así.cit. 10). Agustín d a a esta r e i n t e r p r e t a c i ó n u n a c e n t o singular al u n i r los dos temas. n u e s t r a p r i m e r a relación c o n el lenguaje n o es el q u e hablem o s ..p. "Allí oigo tu voz. d e e n c a m a c i ó n . según q u e esta experiencia se aleje o se a p r o x i m e a su p o l o d e e t e r n i d a d . e n efecto. N o es m e n o s considerable la tercera incidencia d e la dialéctica d e e t e r n i d a d y t i e m p o sobre la interpretación d e la distentio animi. S e ñ o r . suscita e n el corazón m i s m o d e la experiencia t e m p o r a l u n a j e r a r q u í a d e temporalización. Solignac. oigamos la p a l a b r a interior. op. sino también instmcción y comunicación: el verbo es el d u e ñ o interior b u s c a d o y o í d o " d e n t r o " (intvs).

ni siquiera el éxtasis d e Ostia.). P o r eso. q u e n o es futuro n i p a s a d o . sin d u d a . la proxim i d a d reitera la función d e límite d e la e t e r n i d a d c o n relación al tiempo: "¿Quién d e t e n d r á el corazón del h o m b r e p a r a q u e t e n g a estabilidad y vea c ó m o la eternidad. q u e señala el p u n t o c u l m i n a n t e d e la narración del libro JX.?) d a p a s o a u n a afírmación m á s decidida: "Me m a n t e n d r é (stabo) y consolidaré (solidabor) e n ti.78 E L C Í R C U L O E N T R E NARRAaÓN Y T E M P O R A U D A D experiencia temporal p o r la e t e r n i d a d del v e r b o n o es tal q u e a n u l e la narración todavfe. tiempo d e la esperanza. la acrecienta c o n t i n u a m e n t e . temporal e n u n a c o n t e m p l a c i ó n libre d e las p r e s i o n e s del t i e m p o . c o m p a r ^ d o l o c o n los t i e m p o s e n c o n t i n u o cambio. P e r o p a r a suscitar u n a p e r e g r i n a c i ó n relanza el a l m a s o b r e Jos caminos del t i e m p o . 13).. p a r a reiterar la diferencia e n t r e el tíempo y la e t e r n i d a d : "¿Quién lo apresará y lo fijará para q u e se estabilice u n p o c o («í paululum stet) y capte ligeramente el e s p l e n d o r d e la e t e r n i d a d siempre estable {semper stantis). Así. p e r o e n tu v e r d a d " (30. Estas d o s experiencias culm i n a n t e s p o n e n fin sólo a la errancia. sin p e r d e r la a u t o n o m í a q u e le confiere la discusión d e las aporías antiguas q u e c o n c i e m e n al t i e m p o . Peregrinación y n a r r a d ó n se fund a n e n la a p r o x i m a c i ó n a la e t e r n i d a d p o r el tíempo.). referidos e n el libro VIL N i la conversión n a r r a d a en el vni. suprim e n la condición t e m p o r a l del alma. p a r a ver q u e n o existe posible comparación?" (ibid. semejante a la del p r e s e n t e e t e r n o . 40). f o r m a debilitada d e la distentio animi. lejos d e abolir la diferencia. C i e r t a m e n t e .. el t e m a d e la distensión y d e la i n t e n c i ó n recibe d e su engarce e n la meditación so- . la cual. purificado y limpio p o r el fijego d e tu a m o r " (29. es definitivo el fincase d e los intentos d e éxtasis plotiniano. c u a n d o la dialéctíca d e la intentio y d e la distentio se sitúa definitivamente e n la d e la e t e r n i d a d y el tiempo. A] tíempo q u e se a g r a n d a la distancia. según m i m o d o d e ser. c u a n d o Agustín fustiga la frivolidad d e los q u e atribuyen a Dios u n a voluntad nueva e n el m o m e n t o d e la creación y o p o n e a su "corazón q u e revolotea" el "corazón estable" d e q u i e n escucha el V e r b o ( 1 1 . se m a n t i e n e inmóvil y dicta (dictet) los t i e m p o s futuros y pasados?" (ibid. P e r o esta estabilidad sigue estando e n el futuro. sólo evoca esta estabilidad. El d e s e o d e p e r m a n e n c i a se p r o n u n c i a todavía d e s d e el c e n t r o d e la experiencia d e distensión: "hasta el día e n q u e (doñee) m e funda contigo. A este respecto. 39). la tímid a interrogación p r o c l a m a d a dos veces (¿quién detendrá.

s e g ú n planos d e temporalización cada vez m e n o s "distendidos" y m á s "extendidos". sino profiandizarla. la acronía d e las leyes o d e los m o d e l o s . Esta intensificación n o con­ siste sólo en p e n s a r el tíempo c o m o a b o l i d o bajo la perspectíva d e la idea-límite d e u n a e t e r n i d a d q u e l o h i e r e c o n la n a d a . desarrollarla. La incidencia d e esta ultima observación s o b r e t o d o n u e s t r o estudio será considerable. jerarquizarla. cuyo p r o v e c h o n o será abolir la t e m p o r a l i d a d . Su v e r d a d e r o adversario es la p r o p i a temporalidad. 39). la l u c h a c o n t r a la c o n c e p c i ó n lineal del t i e m p o n o tíene necesaria­ m e n t e c o m o única salida "logicizar" la narración. Sin d u d a . .APORÍAS D E LA EXPERIENCIA D E L TIEMPO 79 b r e la e t e r n i d a d y el t i e m p o u n a intensificación d e la q u e se h a r á e c o sin i n t e r r u p c i ó n el p r e s e n t e libro. non secundum distentionem^ sed secundum inten­ tionem (29. Tarap o c o se r e d u c e a transferir al registro d e la queja y del g e m i d o lo q u e n o era todavía m á s q u e u n a r g u m e n t o especulativo. sino profundizarla. I n t e n t a fiíndamentalmente extraer d e la p r o p i a experiencia del tíempo r e c u r s o s d e jerarquización interna. e r a preciso confesar lo " o t r o " del t i e m p o p a r a estar e n condiciones d e h a c e r justicia p l e n a a la temporalidad h u m a n a y p a r a p r o p o ­ n e r s e n o aboliría. Si es cierto q u e la principal p r o p e n s i ó n d e la teoría m o d e r n a d e la narración —tanto e n historiografía c o m o e n el arte d e narrar— es "descronologizar" la n a r r a c i ó n . sino profiíndizar su temporalidad. La cronología —o la cronografía— n o tíene u n ú n i c o adversario.

Este s e g u n d o t e m a difícilmente p u e d e distinguirse del pri­ m e r o en Aristóteles. por todas las anotacio­ nes del texto d e Aristóteles que sugieren una relación d e referencia entre el tesfto "poético" y eí m u n d o real "ético". Ni q u e decir tiene q u e soy yo. LA C O N S T R U C C I Ó N DE LA TRAMA U n a lectura d e la Poética d e Aristóteles El s e g u n d o texto i m p o r t a n t e q u e h a p u e s t o e n movimiento mi in­ vestigación es la Poética d e Aristóteles.2. p o r lo t a n t o . lector d e Agustín y d e Aristóteles. m o s t r a r á su e n v e r g a d u r a y conquistará su a u t o n o m í a sólo e n la continuación d e esta obra. Aristóteles divisa e n el acto poético p o r excelencia —la composi­ ción del p o e m a trágico— el triunfo de la c o n c o r d a n c i a sobre la discordancia. el c o n c e p t o d e actividad mímética (mimesis) m e ha p u e s t o e n el c a m i n o del s e g i m d o p r o b l e m a : el d e la imitación c r e a d o r a d e la experiencia t e m p o r a l viva m e d i a n t e el r o d e o d e la trama. La razón d e esta elección es d o b l e . ya q u e co­ loca d e s d e el principio n u e s t r a investigación al abrigo del r e p r o ­ che d e circularidad tautológica y así instaura. el silencio total d e Aristóteles sobre este p u n t o n o carece d e ventajas. ^ N o s interesaremos. e n c u a n t o tal. sin embargo. nin­ g ú n carácter t e m p o r a l específico. sin supervalorarlas. Este tema. e n t r e las dos cues­ tiones del t i e m p o y d e la narración. h e e n c o n t r a d o en el c o n c e p t o d e construcción d e la t r a m a (mythosy la réplica invertida d e la distentio animi d e Agustín. [80] . quien establece esta relación entre la experiencia vi­ va. n o dice na­ d a sobre la relación e n t r e la actividad poética y la experiencia t e m p o r a l .^ La Poética. P o r otra. Sin e m b a r g o . e n efecto. Éste gime bajo el aprieto existencia! d e la discordancia. en c u a n t o en él la actividad mimética tiende a confundirse con la construcción d e ía trama. Ni la p r o p i a actividad poética tiene. P o r u n a parte. Ja distancia m á s favorable V e r e m o s más adelante p o r qué traducimos así. e n la q u e la discordancia r o m p e la concordancia y la actividad e m i n e n t e m e n t e verbal e n la q u e la c o n c o r d a n c i a restablece la dis­ cordancia.

m á s aún. sino la trágica la q u e eleva a la m á x i m a perfección las virtudes estructurales del a r t e d e c b m p o n e r . c u a n d o . Poética al d r a m a (tragedia y comedia) y a la epopeya. p a r a q u e p o d a m o s hacerle alcanzar la problemática establecida p o r Agustín referente a la experiencia discord a n t e del ü e m p o . p o r u n a parte.^aLprivilegio c o n c e d i d o p o r la. Para conservar su función rectora d e b e r á pasar la p r u e b a d e o t r o s contra-ejemplos m á s temibles. los m á r g e n e s q u e ofrece el texto d e Aristóteles. será necesario salvar algtmas restricciones y proliibiciones q u e son inherehtes. el p l e n o desarroDo del c o n c e p t o d e mimesis exige q u e se d é m e n o s i m p o r t a n c i a a la relación referencial al d o m i n i o "real" d e la acción. P o r su parte. lo q u e Aristóteles llama historia (historia) en el c o n t e x t o d e la poética d e s e m p e ñ a más b i e n la función d e contra-ejemplo. p o r lo d e m á s . la e p o p e y a y la historia. n o es la p o e s í a diegétíca. d e n t r o d e la única categoría e n g l o b a n t e d e la mimesis. el c o n c e p t o aristotélico d e c o n s t m c c i ó n d e la t r a m a n o p u e d e ser p a r a nosotros m á s q u e el g e r m e n d e u n desarrollo considerable.\ TRAMA 81 p a r a la investigación d e las operaciones m e d i a d o r a s e n t r e la experiencia viva y el discurso. al m e n o s . la n a r r a c i ó n —o. H a b r á u n largo c a m i n o m á s allá d e Aristóteles. y p o r otra. . Estas breves observaciones dejan ya e n t r e v e r q u e n o p r e t e n d o e n absoluto e m p l e a r el m o d e l o aristotélico c o m o n o r m a exclusiva e n la prosecución d e este estudio. considerables— q u e le asigna Aristóteles. la reorganización d e t o d o el c a m p o narrativo. Este desarrollo afectará a los dos conceptos t o m a d o s d e Aristóteles: el d e la construcción d e la t r a m a (mythos) y el d e la actividad mimética (mimesis). p r o p o r c i o n a d o s t a n t o p o r el relato m o d e r n o d e ficción (la novela) c o m o p o r la historia cont e m p o r á n e a (la historia n o narrativa). cuyo desarrollo es tan imp o r t a n t e c o m o su i m p u l s o inicial. ¿ C ó m o p o d r í a convertirse la narración e n t é r m i n o e n g l o b a n t e c u a n d o e n su p u n t o d e partida n o es m á s q u e u n a especie? D e b e m o s decir hasta q u é p u n t o el texto d e Aristóteles autoriza a disociar el m o d e l o estructural d e su p r i m e r a acepción trágica y suscita.LA CONSIUUCaÓN DE L. y q u e este d o m i n i o reciba otras determinaciones distintas d e las "éíjcas" —por lo d e m á s . lo q u e él llama poesía díegética— se o p o n e al d r a m a . Evoco e n Aristóteles la estruct u r a melódica d e u n a d o b l e reflexión. Cualesqiüei"a q u e sean. p r o g r e s i v a m e n t e . N o se p u e d e dejar d e señalar d e e n t r a d a la paradoja a p a r e n t e q u e consiste en erigir la actividad narrativa en categoría q u e e n g l o b a el d r a m a . Respecto d e la p r i m e r a .

Arístotle's "Poetics": Tbe argument ( H a r v a r d . L. Else. el p r o b l e m a d e la referencia cruzada —cruzada sobre la experiencia t e m p o r a l viva— del relato d e ficción y del relato histórico. 5). Aristote. 1. la "Poétique".82 EL CÍRCULO ENTRE N A R R A C I Ó N Y T E M P O R A U D A D N o p o d r á decirse c ó m o la narración se relaciona con el ü e m p o antes d e q u e se haya p o d i d o plantear. e n t o d a su amplitud. 1969). e n los dos t é r m i n o s d e mythos y mimesis. sin d u d a . Si el c o n c e p t o d e actividad mimética es p r i m e r o e n la Poética. Aristotle's "Poetics" ( O x f o r d . 1968). Por eso. I g u a l m e n t e estoy e n d e u d a c o n la o b r a d e J a m e s M. p a r a señalar el carácter o p e r a n te d e t o d o s los conceptos d e la Poética. t e x t o . t r a d . . La melódica: el binomio "mimesis"-"mythos" N o es m i intención h a c e r u n c o m e n t a r i o d e la Poética. G o l d e n / O . R e d ñ e l d . The tragedy of Héctor (Chicago. Natura and culture in the Iliad. "Poétique". 1968). al sustituir el definidor p o r lo definido. MÍ reflexión es d e s e g u n d o g r a d o y s u p o n e cierta familiaridad c o n los g r a n d e s comentarios d e Lucas.' Los lectores q u e h a y a n h e c h o el m i s m o r e c o r r i d o laborioso q u e yo r e c o n o c e r á n fácilm e n t e lo q u e m i meditación d e b e a cada u n o d e ellos. el d e Roselyne Dupont-Roc y J e a n Lallot. texto y t r a d u c c i ó n d e j .R o c y J e a n Lallot (París. Él solo p o n e el sello d e la p r o d u c c i ó n . B . q u e d e b e n t e n e r s e p o r operaciones y n o p o r estructuras. Lucas. d e s d e las p r i m e r a s líneas. 55). nuest r o c o n c e p t o d e referencia cruzada —heredero lejano d e la mimesis a r i s t o t é l i c a . y en p r i m e r lugar. F.. e n sistema) d e los h e c h o s . 1957). . sino la disposición (si se quiere. 1975). H a r d y (París. H a r d i s o n . cit. y n o t a s p o r Roselyne D u p o n t . d e la construcción y del d i n a m i s m o e n t o d o s los análisis. last but not least. 1980). N o es indiferente a b o r d a r el b i n o m i o mimesis-mythos p o r el térm i n o q u e a la vez a b r e y sitúa t o d o el análisis: el adjetivo "poéüca" (con el sustantivo "arte" s o b r e n t e n d i d o ) .n o p u e d e ser sino último y d e b e r e t r o c e d e r al horizonte d e toda n u e s t r a e m p r e s a . E b e . P o r eso sólo se estudiará d e m o d o sistemático en la cuarta p a r t e . Aristotle's "Poetics". 50a. Aristote. op.Hardison y. 5) n o el sistema ( c o m o trad u c e n Dupont-Roc y Lallot. C u a n d o Aristóteles. A translation and commentaTy for sludents of literature (Prentice-Hall. el mythos se p o n e c o m o c o m p l e m e n t o d e u n * G. diga q u e mythos es "la disposición d e los h e c h o s en sistema" (he ton pragmaton systasis) (50a. h a b r á q u e e n t e n d e r p o r systasis (o p o r el t é r m i n o equivalente syníhesis.

8-18. cuando Aristóteles enumere y defina. Pero volvamos al binomio mimesis-mythos. intencionada. . sin otra fi^rma de proceso. p o r imitatín^ para manifestar q u e el p r o c e s o m i m é t í c o e x p r e s a la p r o p i a actividad p o é t i c a . p p . Más concretamente aún: la imitación o la representación de la acción e n el médium del len- * A d o p t o la t r a d u c c i ó n d e D u p o n t . sin e m b a r g o . ya en relación c o n la explicación (estructuralista u otra) e n la narración de ficción. en la segunda y en la tercera parte de esta obra. habrá que entender n o las "par^s" del poema. Se trata. abogue por la primacía de la comprensión narrativa. El c o m e n t a r i s t a s u g i e r e incluso t r a d u d r el térm i n o mimesis. La Poética de Aristóteles sólo tiene u n concepto globalizador: el d e la mimesis. n o la h e c o n s e r v a d o p o r la i m p o r t a n c i a q u e e n raí o b r a t i e n e la historia. mimesis. el proceso activo de imitar o de representar. las "partes" de la tragedia. q u e corrijo s ó l o e n t i n p u n t o : v i e r t o mythos p o r trama. op. lo que hay que entender es la actividad mimética. pues. de invariantes intemporales. IM que sigue aclarará suficientem e n t e mi propósito. la p a l a b r a trnna o r i e n t a e n seguida h a d a su e q u i v a l e n t e : la disposición d e l o s h e c h o s . abogaré por la primacía de la actividad creadora de tramas respecto de cualquier clase d e estructuras estáticas. s i g u i e n d o e! m o d e l o del t é r m i n o inglés ploL l a t r a d u c c i ó n p o r historia se justífíca. con el arte de "componer las tramas" (47a. La poética se identifica d e este m o d o . subraya el c a r á c t e r d e p r o c e s o d e c a d a u n o d e estos t é r m i n o s . el que nos interesa aquí: la imitación o la representación d e la acción. e n t r e story y history. de imitación o representación en su sentido dinámico de puesta en escena. de paradigmas acrónicos.R o c . d e trasposición en obras de representación. c o m i i n a poiesis. N o añado nada más sobre esto aquí. 16). Else. cit.^ El mismo criterio debe emplearse en la traducción de mimesis: dígase imitación o representación (según los últim o s traductores fi-anceses).* Mi insistencia incéi^nte'sobre este carácter dinámico. e n el s e n t i d o d e historiografía. c o m o e n inglés. c u a n d o a p a r e c e e n p l u r a l (47a. H a r d y p o r fábula^ G. L a t e r m i n a c i ó n e n sis. La p a l a b r a historia n o p e r m i t e distinguir. impuesto por el adjetivo "poético" a todo el análisis posterior. E n c a m b i o . systasis. 47a. en el capítulo VT. 2). Cuando. sino las del arte de componer. sin duda. Y siguiendo la misma exigencia.lA CONSTRUCCIÓN D E LA TRAMA 83 verbo que quiere decir componer. ya e n relación con la explicación (sociológica u otra) e n historiografía. cosa q u e n o h a c e la t r a d u c c i ó n d e J . es. Este concepto sólo aparece definido contextualmente y en uno solo de sus usos.

el espectáculo y el c a n t o " (50Ü. m e d i a n t e u n a s e g u n d a j e r a r q u i z a c i ó n d e n t r o del "qué". e n el caso d e la tragedia. La s e g u n d a expresión es. c u a n d o nos d a la clave d e la construcción d e esta definición. el "principio" y.^ P e r o a q u í sólo se tiene e n c u e n t a la imitación o la representación d e la acción p r o p i a d e la tragedia. y d e ellas recibe su calidad.' N o a c o m e t e r e m o s d i r e c t a m e n t e esta seria dificultad d e la definición d e la tragedia.84 EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN V TEMPORALIDAD guaje m é t r i c o . respecto del " p o r lo q u e " (medio) —la expresión y el canto— y del " c ó m o " ( m o d o ) —el espectáculo—. carácter. q u e d a ta p r i o r i d a d ai "qué* (objeto) d e la r e p r e s e n t a c i ó n —intriga. pensamiento—. p o r lo t a m o . d e h o m b r e s q u e actúan". representación d e u n a acción {mimesis praxeos) y. q u e sitúa la acción p o r e n c i m a d e los caracteres y del p e n s a m i e n t o ["es. y q u e m e d i a n t e c o m p a s i ó n y t e m o r lleva a c a b o la p u r g a c i ó n d e tales a c c i o n e s " ( c a p . sólo p o r eso. a n t e t o d o .28). s e p a r a d a cada u n a d e las especies [ d e a d e r e z o s ] e n distintas p a r t e s . a d e m á s el espectáculo y el canto). los caracteres. Esta * Sin e m b a r g o . en lenguaje s a z o n a d o . 5 0 í . p o r ejemplo. -Ofi. d e la c o m e d i a y d e la epopeya. Sólo se define e x p r e s a m e n t e la imitación o la representación d e la acción p r o p i a d e la tragedia. princeps. sino p o r articulación e n "partes": " T o d a tragedia implica n e c e s a r i a m e n t e seis partes. el "fin buscado". luego. a c o m p a ñ a d o d e ritmos (a los q u e se a ñ a d e n . trama. Conservo p a r a mi trabajo esta cuasi idenüficación e n t r e las d o s expresiones: imitación o representación d e acción y disposición d e los h e c h o s . ei pensam i e n t o . Todavía n o es definida según su p r o pio p l a n o d e generalidad. Ésta n o se h a c e g e n é r i c a m e n t e —por diferencia específica—. ' " L a tragedia es la r e p r e s e n t a c i ó n d e u n a acción n o b l e y c o m p l e t a . la acción aparece c o m o la "parte principal". 24. Y son: la trama. p p . el "alma" d e la tragedia. 3]. vi. las " r e p r e s e n t a c i o n e s en i m á g e n e s " (7a. seguiremos m á s b i e n el hilo q u e Aristóteles n o s ofi"ece e n el p r o p i o capítulo VI. a c t u a n d o los p e r s o n a j e s y n o m e t l i a n t e r e l a t o {apangelia). c o m o h e m o s dicho. 1) evocadas e n el capítulo I —consagrado al " c ó m o d e la r e p r e s e n t a c i ó n " y n o a su " q u é " y a su " m o d o " (véase infra)— p r o p o r c i o n a n c o n t i n u a m e n t e paralelos ilustrativos t o m a d o s d e la pintura. d e cierta a m p l i t u d . sí se p u e d e h a b l a r así. Al t é r m i n o d e esta doble jerarquización. 7-9). . el definidor q u e Aristóteles sustituye p o r el definido mythos. la expresión. Se garantiza esta cuasi identificación m e d i a n t e u n a p r i m e r a jerarquización e n t r e las seis partes.

y si. 1). y las obras d e arte a las cosas.). £1 legislador n o p u e d e . C o n s e r v e m o s d e Platón el sentido metafísico d a d o a la mimesis. q u e es su f u n d a m e n t o último.. según el cual las cosas imitan a las ideas. si reser\'amos a la mimesis el carácter de actividad q u e le confiere la poiesis. las artes d e composición. Discutiremos m á s t a r d e otras maneras posibles d e construir la relación d e la imitación c o n su "qué" (trama. m a n t e n e m o s el sentido d e la definición d e la mimesis p o r el mythos.^ la d e Aristóteles sólo tiene u n p u n t o d e distanciamiento: el h a c e r h u m a n o . Sócrates saca d e a q u í a r g u m e n t o c o n t r a cl a i t e y el p o d e r q u e p r o v i e n e d e m a n i p u l a r la o p i n i ó n .x>s " m e d i o s " d e la r e p r e s e n t a c i ó n . Salimos d e p r o n t o del u s o platónico d e la mimesis. d e réplica d e lo idéntico. ^ I. Este texto será e n lo sucesivo nuesti'o guía. q u e a su vez h a c e lo m i s m o c o n G o r g i a s (Rcdfield. n o p e r m i t e n n u n c a salirse d e las artes d e c o m p o s i c i ó n . además. p a r a Aristóteles. Fsia desconfianza d o m i n a t o d a la d i s c u s i ó n d e la mimesis e n el l i b r o X d e la República. 596a-597¿) y a d e m á s c o n d e n a d a a "imitar cl paihos d e los d e m á s " (604e). q u e o p o n e la narración " p o r mimesis" a la narración "simple". en c o n e x i ó n c o n el c o n c e p t o d e participación. Mientras q u e la mimesis platónica aleja la o b r a d e arte bastante del m o d e l o ideal.í'-ste elogia al artista y al p i n t o r p o r su a r t e d e e n g a ñ a r (Dissoi logai y Elogio de Helena). a u n q u e m á s n u m e r o s o s q u e los q u e e m p l e a n la tragedia. alejada d o s g r a d o s d e l o q u e e s " {República X. Dejemos este s e g u n d o p u n t o par a la discusión del n e x o e n t r e narración y d r a m a .^ P o r lo tanto. 3)— c o m o el correlato d e la actividad m i m é ü c a regida p o r la disposición d e los h e c h o s {en sistema). C o n o c e m o s la f a m o s a definición d e a r t e c o m o "imitación d e la imitación. e n t o n c e s n o se d e b e dud a r e n e n t e n d e r la acción —complemento d e objeto en la expresión: mimesis praxeos {50b. cil. p u e s . a los q u e ya h e m o s a l u d i d o . esta equivalencia excluye cualquier interpretación d e la mimesis d e Aristóteles en t é r m i n o s d e copia. Él nos exige p e n s a r j u n t o s y definir r e c í p r o c a m e n t e la imitación o la r e p r e s e n t a c i ó n d e la acción y la disposición d e los hechos. carácter y pensamien^ A q u í -Ajisióteíes replica a Platóu. t a n t o en su s e n ü d o metafísico c o m o e n el técnico e m p l e a d o e n República III.LA CONSTRUCCIÓN DE J A TRAMA 85 cuasi identificación q u e d a garantizada p o r la afirmación: "La tram a es la representación de la acción" ( 5 0 í i . op. . la disposición d e los h e c h o s med i a n t e la construcción de-laJrama. es u n a actividad y u n a actividad q u e enseri-a. ver e n la p o e s í a m á s q u e lo c o n t r a r i o d e la filosofía. . p p . Ja c o m e d i a y la e p o p e y a . 45s. La imitación o la representación es u n a actividad m i m é ü c a e n cuanto p r o d u c e algo: precisamente. L a Poética es así u n a réplica a República x: la imitación. E n principio.

Además. Sin e m b a r g o . que es una composición d e ñ'ases. aparece i n t r o d u c i d a d e s d e el capítulo n d e la Poética: e n efecto. q u e t i e n d e n a explicar los g é n e r o s ya constituidos d e la tragedia. d e correlato n e o m á t i c o d e u n a noesis práctica. la relación noéticcwioemática n o excluye u n desarrollo referencial. 219-220). c o m o v e r e m o s m á s adelante. al orden semántico del discurso-frase y o fortiori al del texto. hay q u e suprimirlas p a r a extraer d e la Poética el m o d e l o d e construcción d e la t r a m a q u e i n t e n t a m o s ext e n d e r a t o d a composición q u e llamamos narrativa. M o s t r a r é más t a r d e q u e n o se d e b e forzar d e m a s i a d o esta correlación. Trasladar la m i s m a relación d e correlación d e n t r o del p r i m e r sintagma. representado e n Husserl p o r la problemática del Utnado. L a estricta correlación e n t r e mimesis y mythos a c o n s g a d a r al genitivo praxeos el sentido d o m i n a n t e . Pues. H a y q u e estar m u y atentos a estas constricciones adicionales.'° La acción es lo " c o n s t r u i d o " d e la construcción e n q u e consiste la actividad mimética. ad 51a. es a la vez plausible. c o n exclusión d e cualquier referencia extralingüística (Dupont-Roc/Lallot. N o se refiere a la acción en c u a n t o tal. e n t r e mimesis y praxis. y q u e t o m o d e Benveniste. sino a los caracteres. pues. sino q u e abre el camino a u n a investigación d e los referentes d e la actividad poética buscados a q u e apunta la construcción d e la trama antes y después d e la mimesis-mythos. c o m o o t r o sintagma. v e r e m o s q u e la Poética n o s u p o n e n a d a d e esto e n absoluto. en cierta m a n e r a . q u e Aristóteles s u b o r d i n a rigurosamente a la acción. Espero demostrar más tarde que la mimesis aristotélica n o se agota e n la estricta correlación noético-noemática entre representación y representado. p p . por razones q u e explico e n La metáfora viva. t o m a d a c o m q . 35. fecundo y arriesgado. . a justificar la preferencia d e Aristóteles p o r la tragedia. q u e t i e n d e a c e r r a r el texto p o é t i c o sobre sí m i s m o . N o a b a n d o n e m o s el b i n o m i o mimesis-mythos sin decir u n a palab r a d e las constricciones adicionales. q u e consideran la mimesis c o m o el significante y la praxis c o m o el significado. a u n q u e quizá n o exclusivo. y la disposición d e los h e c h o s . el b i n o m i o sígnificanteíignificado n o m e parece apropiado. La p r i m e r a constricción limitativa i n t e n t a explicar la distinción e n t r e c o m e d i a p o r u n a p a r t e y tragedia y e p o p e y a p o r otra. la disposición d e los hechos— c o m o el " q u é " d e la mimesis. a d e m á s . Así. d e la c o m e d i a y d e la epopeya y. Además.86 EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN Y TEMPORALIDAD to). la p r i m e r a vez q u e Aristóteles d e b e d a r Prefiero este vocabulatio husserliano al más saussuriano escogido p o r los últimos traductores franceses. u n sintagma único. la correlación n o e m á t í c a se realiza e n t r e mimesis praxeos. En primer lugar. la ú n i c a instrucción q u e n o s d a Aristóteles es la d e c o n s t r u i r el mythos —por lo tanto.

más que la aplicación del criterio del "cóm o " a las artes del lenguaje versificado (48fl. ¿ Q u é constricción obliga a o p o nerlas? E n p r i m e r lugar. e n particular a la pintura. y la comedia. . Esta limitación m e r e c e la m á x i m a atención. es p o r q u e necesita i n t r o d u c i r m u y p r o n t o e n el c a m p o d e la representación articulada p o r el lenguaje rítmico u n criterio ético d e nobleza o d e bajeza. las cuales se hallan esta vez e n el m i s m o lado d e la línea divisoria. la d e su "extensión". consagrado al modo d e la mimesis. es claro q u e n o es u n a constricción la q u e divide los objetos. e n este sentido. el "qué" d e la representación. la única canónica p a r a la Poética. es la imilación o la representación d e la acción. Hay que anotar que esa referencia a la ética se aplica e n realidad a t o d o el c a m p o d e la actividad mimética. 18).. "peores". d e la tragedia. p . el cual se aplica a los personajes e n c u a n t o q u e tienen tal o cual carácter. sino su "cóm o " . La distinción entre com e d i a y tragedia n o es. Lo esencial es q u e ^' ¿Mejores o peores q u e q u é cosa? El texto lo dice: mejores "que los h o m b r e s reales" (48a. si ios tres criterios d e los m e d i o s .^' La s e g u n d a constricción-limitativa es la q u e separa la epopeya. Sí n o acude d i r e c t a m e n t e a la fórmula. En su comentario al capítulo DI. aquí. q u e p u e d e o b t e n e r s e d e la . d e la comedia. D e h e c h o . Sobre la base d e esta dicotomía. Else observa q u e los tres m o d o s —narrativo. en el o r d e n del a r g u m e n t o . y p o r otra. se p u e d e definir la tragedia c o m o la q u e r e p r e s e n t a a los h o m b r e s "mejore^". e n virtud del carácter directo d e la expresión d e la verdad humana. El g é n e r o . 118).'^ Sin e m b a r g o . cit.propia composición y q u e n o tiene p o r q u é afectar a las reglas fiíndamentales d e la disposición d e los h e c h o s . d e la mimesis —"representación d e acción"—. Relacionaré esta referencia c o n el e m p l e o del térm i n o mimesis regido m e n o s estrictamente p o r la correlación noemática c o n el mythos. p o r u n a parte. t o d o el peso del análisis p o s t e r i o r está del lado del "qué". lo define p o r la expresión "actuantes": "los q u e r e p r e s e n t a n personajes e n acción" (48a. realizando los propios personajes la acción representada o imitada (op. 101).LA CONSTRUCCIÓN DE LA TRAMA 87 u n correlato d e t e r m i n a d o a la actividad d e "los q u e r e p r e s e n t a n " . mixto y dramático— constituyen u n a progresión que hace del m o d o dramático la imitación p o r excelencia. c o n u n a sola variante. 1). Discutiré más tarde esta referencia d e la Poética a u n rasgo d e la acción ética e n el m u n d o "real". ya q u e va e n c o n t r a d e nuestra i n t e n c i ó n d e c o n s i d e r a r la narración c o m o el g é n e r o c o m ú n y la e p o p e y a c o m o la especie narrativa. la e p o p e y a sigue las reglas d e la tragedia. su "modo". d e la q u e la n a r r a c i ó n y el d r a m a son especies coordinadas. d e l m o d o y del objeto son e n principio d e igual valor. La equivalencia e n t r e mimesis y mythos reside en el "qué".

o bien les da la palabra y habla i n d i r e c t a m e n t e a través d e ellos. p o d e r h a b l a r t a m b i é n d e relato d r a m á t i c o y así c o n c e d e r al térm i n o r e l a t o ( n a r r a c i ó n ) u n carácter g e n é r i c o c o n r e s p e c t o a sus d o s especies (dram á t i c a y diegética). e n su c o m e n t a r i o e n el capítulo xxiii. p a r a el q u e imita —por lo tanto. definida c o m o el "qué" d e la actividad mimética. p . q u e es u n a n a r r a c i ó n {en de te epopoiia dia to diegesin)' {59b. cualquiera q u e sea el arte y a p r o p ó s i t o d e caracteres d e cualquier cualidad—. ya q u e llamamos narración e x a c t a m e n t e a lo q u e Aristóteles llama mythos. Al comienzo (cap. N o diferimos. p u e s . ni) y lUegesis (capítulos x x m y xxvi): "La e p o p e y a . q u e e n g l o b a la c o m p o s i c i ó n d r a m á ñ c a y la c o m p o s i ción diegética..^* A d e m á s . es i m p o r t a n t e observar q u e la diferencia d e m o d o . 29). para el a u t o r d e la actividad mimética. ya relativizada c o m o simple m o d o . . 2 3 ) . P a r a evitar cualquier confusión. P e r o m i e n t r a s en Platón la n a r r a c i ó n " p o r mimesis" se o p o n í a a la n a r r a c i ó n "simple". la disposición d e los hechos. Ill). e n h a b l a r d e "relato d i c g é t i c o " y d e "relato n a r r a t i v o " p a r a d e s i g n a r la n a r r a c i ó n c o n t a d a p o r el n a r r a d o r (scgtin la definición del c a p í t u l o ni d e la Poética).R o c y Lallot. c o n Aristóteles la mimesis se conx i e n e e n la gran categoría. " Es. n o d u d a n . conducirse c o m o " n a r r a d o r " (apangelia. ya q u e éste minimiza c o n t i n u a m e n t e la diferencia. y e n t o n c e s ellos "hacen el d r a m a " {48o. 392c-394c). p u e s . El v o c a b u l a r i o v i e n e d e P l a t ó n {República III. o b i e n el p o e t a habla directamente. la traslación terminológica apenas fuerza las categorías d e Aristóteles. e n c u a n t o d e l e g a d a a u n personaje d e n a r r a c i ó n directa. sufre c o n s t a n t e m e n t e . p u e s . y la narración en el sentido estricto d e la diegesis aristotélica. d e Aristóteles e n el plano en el q u e él se coloca. 26). ¿Nos p r o h i b e esta distinción r e u n i r e p o p e y a y d r a m a bajo el título d e narración? En absoluto. ésta u n a distinción t o m a d a d e la actitud del p o e t a respecto d e sus personajes (en esto constituye u n " m o d o " d e representación). 3 7 0 . q u e llamaremos e n lo sucesivo composición diegética. "como o p e r a n t e s y actuantes" (48a. op cit. Además. D u p o n t . el del " m o d o " . n o caracterizarem o s la narración p o r el " m o d o " —por la actitud del autor—. Aristóteles e m p l e a s i m u l l á i i e a m e n t e apangelia (cap. En p r i m e r lugar. la diferencia es clara y tajante: u n a cosa es. y o t r a hacer d e los personajes "los autores d e la representación". n u m e r o s a s atenuaciones e n el transcurso d e los análisis posteriores d e la Poética. distinguiremos la narración e n sentido amplio. y en este caso n a r r a lo q u e sus personajes hacen. Se d e b e . apangelionta). sino p o r el "objeto".88 EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN Y TEMPORAUDAD el p o e t a —narrador o dramaturgo— sea " c o m p o s i t o r d e t r a m a s " (516. 27). e n su p r o p i o c a m p o d e aplicación.

que excluye la escenificación efectiva. que el tipo d e enunciación del texto dramático contiene la exigencia d e ser representado. Lo q u e tiene d e m á s (el espectáculo y la música) n o le es r e a l m e n t e esencial. per o "muy ajena al arte y la m e n o s p r o p i a d e la poética. De múltiples m a n e ras. El espectáculo. u n a " p a r t e " d e la tragedia. 407-408). e n u n a palabra: llenar la escena.'^ C o n respecto a la epopeya. pensam i e n t o . sin espectáculo. es. hablar en su p r o p i o n o m b r e . p o r otra. E n esto. p e r o es p a r a retractarse e n seguida: "La tragedia p r o d u c e . pues. es una prescripción d e e s p e c l i r u l o . El espectáculo efectivo n o es necesario para que esta prescriprión exista. sin la existencia del espectáculo. por una parte. Con otríis palabras: el libreto. Más adelante en \SL Poética. igual q u e la epopeya: sólo con leerla se p u e d e ver su calid a d " (62a.LA CONSTRUCCIÓN DE L. xxvi). Aristóteles a t e n ú a la oposición " m o d a l " e n t r e imitación Se puede atenuar c o m o signe la contradicción d e los dos juicios sobre el espectáculo y . sin d u d a . Este estatuto es también el d e la partitura d e orquesta. la e p o p e y a imita al d r a m a . etc. Aristóteles atribuye a la tragedia el lastrar algo. 21-23)." (59a. 19).s u p r o p i o efecto también sin movim i e n t o . d e dejarlos actuar. ya del d e la epopeya. 17-19). Así. cit. XXiii) p o r su arte d e p e r d e r s e tras íus personajes d o t a d o s d e caracteres. que el libreto de teatro contiene lodos los rasgos constitutivos d e la actiridad mimética. la relación del p o e t a con sus personajes e n el acto d e n a r r a r n o es tan directa c o m o quiere la definición. el p r i m e r o califica lateralmente a la seg u n d a hasta el p u n t o d e servirle d e m o d e l o . U n a p r i m e r a atenuación se incorpora a él incluso d e s d e el principio: Aristóteles a ñ a d e u n paréntesis a su definición del poeta e n c u a n t o n a r r a d o r : "Ya convirtiéndose h a s t a cierto p u n t o en o t r o ( c o m o hace H o m e r o ) .. y. p u e s la fuerza d e la tragedia existe también sin representación y sin actores" (50^. . al c o m i e n z o del capítulo cons a g i a d o al "arte d e r e p r e s e n t a r m e d i a n t e la narración en verso" (59o. ritmo) lo tiene también la iragedia. ya c o m o u n o m i s m o y sin cambiar" (48fl. c o m o en la tragedia. c o n Dupont-Koc y Lallol (op. 17): "Es evidente que. Puede afirmarse. e n particular. Del dram a se dice que lo q u e tiene la epopeya (intriga. Aristóteles p u e d e escribir. sin paradoja. e n el bin o m i o drama-narración. pp. las tramas d e b e n estructurarse d e m a n e r a dramática.\ TRAMA 89 ya la considere del lado del d r a m a . que quiere q u e se acepte su preferencia £ 0 r la tragedia sin transigir con su m o d e l o formal. carácter. 12). al entregarse al clásico ejercicio d e distribución d e los p r e m i o s (cap. Precisamente se alaba a H o m e r o m á s t a r d e (cap.il mismo tiempo la ligera mala fe de Aristóteles.

ya q u e p e r m i t e precisar el uso aristotélico d e la miviesis: m e refiero a la q u e s u b o r d i n a la consideración d e los caracteres a la d e la p r o p i a acción. y p a r a desarrollar u n a t r a m a hay q u e e n r i q u e c e r u n carácter.*^ q u e o t o r g a al desarrollo del carácter igual d e r e c h o . P o r lo tanto. A d e m á s . Es cierto q u e se p u e d e aten u a r el rigor d e las j e r a r q u í a s al observar q u e se trata sólo d e ord e n a r las "partes" d e la tragedia. pp. p . s e g ú n K a r m o d e . E n el m i s m o seiítido.90 EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN V TEMPORALIDAD (o representación) diegética e imitación (o r e p r e s e n t a c i ó n ) dramática.. La constricción parece limitaüva si se considera el desarrollo m o d e r n o d e la novela y la tesis d e H e n r y James. sino d e acción. si n o superior. sí" (50a.. 4 2 4 8 . q u e al d e la trama. ' ' p a r a desarrollar u n carácter hay q u e n a r r a r más. C o m o observa Frank K e r m o d e . d e todas formas. a la construcción d e la trama. sino d e las "funciones". Además.. P o r lo d e m á s . P e r o lo esencial n o es eso: al d a r así la p r e e m i n e n c i a a la acción sobre el personaje. la diferencia e n t r e la tragedia y la comedia se basa e n las diferencias éticas q u e afectan a los caracteres. Ya n o h a y d i s p u t a d e p r i o r i d a d si. d e vida y d e felicidad (la infelicid a d reside t a m b i é n en la acción). p e r o sin caracteres. p p . la atribución d e s e g u n d o r a n g o a los caracteres n o tiene n a d a q u e descalifique la categoría del personaje. "la implícita u n i d a d c o n c e p t u a l q u e h a d a d o a la o b r a su f o r m a a c t u a l " {ibid. . y el fin b u s c a d o es u n a acción. sólo i m p o r t a la i n t e r a c c i ó n d e los c a r a c t e r e s . Aristóteles es m á s exigente: "La tragedia es r e p r e s e n t a c i ó n n o d e p e r s o n a s . 16-24). J a m e s RedFieJd observa q u e la Híada está c o n s t r u i d a e n t o m o a la c ó l e r a d e Aquiles y t a m b i é n al d e s t i n o trágico d e H é c t o r . e n The art of the novel ( N u e v a York. e n c o n t r a r e m o s e n la semiótica narrafiva c o n t e m p o r á n e a —nacida d e Propp— intentos comparables al d e Aristóteles para reconstruir la lógica narrativa a p a r t i r n o d e los personajes. F r a n k K e r m o d e . se e n t i e n d e p o r trama. n o u n a cualidad. d e los segmentos abstractos d e acción. p . Es la o p i r ñ ó n a la q u e . a d e m á s . Prefacio a The potíraií of a lady (1906). 1978). Aristóteles establece el estatuto m i m é ü c o H e n r y J a m e s . oposición q u e . U n a liltima constricción limitativa m e r e c e situarse en el título del b i n o m i o mimesis-mythos. m e a d h i e r o e n t o d o m i estudio. 22).81s. P o r eso el c a r á c t e r sólo a d q u i e r e significación al e n g e n d r a r u n a tram a {ibid. sin acción n o p u e d e h a b e r tragedia. p o r mi p a r t e . P e r o . The génesis of secrecy ( H a r v a r d . 23). 1934). n o afecta al objeto d e !a imitación. e n u n a e p o p e y a e n la q u e los p e r s o n a j e s n o tienen i n t e r i o r i d a d afirmada..

pues. q u e h e m o s citado antes. Si se d e b e a c e n t u a r la disposición. El rigor del m o d e l o trágico p o s e e la ventaja d e colocar m u y alto la exigencia d e o r d e n al inicio d e n u e s t r a invesügación d e la c o m p r e n s i ó n narrativa. u n a constricción d e la m i s m a naturaleza q u e las dos p r e c e d e n t e s . Aristóteles sólo crea. q u e se lee en el_ capítulo VI d e la Poética. hasta el p u n ­ to d e p o d e r aplicarse al conjunto del c a m p o narrativo. el contraste más radical c o n la distentio animi agustiniana. sino t a m b i é n . e n t o n c e s la imitación o la re­ p r e s e n t a c i ó n d e b e serlo d e acción m á s q u e d e h o m b r e s . N o p o d e m o s olvidar q u e la teoría del mythos se saca d e la defi­ nición d e la tragedia. es saber si el p a r a d i g m a d e o r d e n . 2. I l . 30s. Nuestra tarea y nuestra responsabilidad será sa­ car las implicaciones temporales del m o d e l o . la composición d e la acción p o r el p o e t a d e t e r m i n a la cuali­ d a d é ü c a d e los caracteres. q u e n o n o s a b a n d o n a r á hasta el final d e esta o b r a . esta dificultad n o d e b e r e t e n e m o s . E n poéti­ ca. e n conexión c o n el despliegue d e la teoría d e la mimesis q u e p r e s e n t a m o s más t a r d e . característico d e la trage­ dia. Se instaura. En é ü c a (cf. La trama: un modelo de concordancia Pasemos t e m p o r a l m e n t e p o r alto la cuestión del estatuto d e la mi­ mesis. y a d e n t r é m o n o s sin vacilación en la teoría del mythos p a r a es­ t u d i a r e n él el p u n t o d e partida d e n u e s t r a p r o p i a teoría d e la composición narrativa. El p r o b l e m a . La subordinación del carácter a la acción n o es. p o r c u a n t o n o se define sólo p o r la construcción d e la tra­ ma. Sin embar­ go. 1105a.). P e r o la e m p r e s a d e p e n s a r c o n j u n t a m e n t e la distentio animi d e Agustüi y el mythos trágico d e Aristóteles p a r e c e r á al m e n o s plau­ sible si t e n e m o s a bien considerar q u e la teoría aristotélica n o ha­ ce sólo hincapié e n la concordancia. Así. confirma la equivalencia e n t r e las dos expre­ siones: "representación d e acción" y "disposición d e los h e c h o s " . es susceptible d e extensión y d e transformación. la teoría del mythos trágico. d e u n m o d o . el mythos trágico aparece c o m o la solución poéti­ ca d e la paradoja especulativa del t i e m p o e n c u a n t o q u e la p r o p i a invención del o r d e n se manifiesta excluyendo cualquier caracte­ rística temporal. sin más. Éík a Nic.LA CONSTRUCCIÓN DE LA TRAMA 91 d e la acción. pues. el sujeto pre­ c e d e a la acción e n el o r d e n d e Jas cualidades morales.

habland o d e la e p o p e y a e n el cap. e n el capítulo siguiente. 23-25). Y esta concordancia se caracteriza p o r tres rasgos: plenitud. 26). p . Aristóteles o p o n d r í a sus universales. 27). 21-34). q u e s o n " i n t e m p o r a l e s " (p. i m hij o del " o n " p a r m c n i d i a n o en el á m b i t o del a r t e (p. A esta " c r ó n i c a d e u n t i e m p o ú n i co". 30). sea d e la probabilidad" {50b. I n t e n t a r é . . El com e n t a r i s t a llega i n d u s o a v e r en este e s q u e m a t e m p o r a l . La definición del mythos c o m o disposición d e los h e c h o s subraya.^^ Y es p r e c i s a m e n t e en el m o m e n t o en q u e la definición roza la idea d e tiempo c u a n d o se m a n t i e n e m á s alejada d e él: "Un t o d o —se dice— es lo q u e tiene principio. di. A h o r a bien. 574). a m e n o s q u e se r e n u n c i e al p a r e n t e s c o e n t r e la Poética y la Ética. en p r i m e r lugar. totalidad y extensión apropiada. lo q u e sigue a o t r a cosa. Sólo el m e d i o p a r e c e definido p o r la simple sucesión: "Viene des- "Nuestra tesis es q u e la tragedia consiste e n la r e p r e s e n t a c i ó n d e u n a acción llevada h a s t a su t é r m i n o {télelas). sino d e u n p e r i o d o ú n i c o {henos khronou)' (59<i. sea d e la necesidad. m e d i o y fin" {50b. sin d u d a .^^ La n o c i ó n d é " t o d o " (holos) es el eje del análisis q u e sigue. Se apoya e n q u e . P o r e s o n o p u e d e i g n o r a r s e del t o d o el t i e m p o d r a m á t i c o . 2 8 2 ) . e l a b o r a r u n a n o c i ó n n o c r o n o l ó g i c a d e la t e m p o r a l i d a d narrativa.. p o r m i p a r t e . éste es.92 EL CfüCüLO ENTRE NARRACIÓN YTEMPORALIDAD m u y sutil. Éste. Precisamente esta dialéctica interna a la composición p o é t i c a hace del mythos t r ^ c o la figura invertida d e la paradoja agustiniana. L a perspectiva temporal única i m p u e s t a p o r u n a acción ejecutada p o r los p r o p i o s p e r s o n a j e s m e r e c e sin d u d a q u e se reflexione s o b r e el t i e m p o d e la n a r r a c i ó n d r a m á t i c a c o m o distinto d e la n a r r a c i ó n diegética y s o b r e el tiempo d e la t r a m a q u e rige a ambos. p e r o "en virtud. sólo e n virtud d e la composición poética algo tiene valor d e c o m i e n z o . al m e n o s e n el sentido habitual"? ( p . q u e f o r m a u n t o d o (holes) y tiene cierta extensión {megetkos)" {BOb. 1 9 Else apoya d e c i d i d a m e n t e esta disyunción d e lo lógico y d e lo c r o n o l ó g i c o (véase c o m e n t a r i o ad 50b. se atiene exclusivamente a su carácter lógico. Sólo c u e n t a la n e c e s i d a d i n t e r n a q u e h a c e d e lo verosímil o d e lo n e c e s a r i o la n o r m a principal d e la p o é t i c a {op. la concordancia. Respecto del fin. 2 9 4 ) . e n el j u e g o d e la discordancia d e n t r o d e la concordancia. 22-23). lejos d e orientarse hacia la investigación del carácter t e m p o r a l d e la disposición. N o c r e o q u e sea n e c e s a r i o lle\'ar t a n lejos esta o p o s i c i ó n e n t r e lo lógico y lo c r o n o l ó gico. ¿ N o h a b l a el p r o p i o Else d e los a c o n t e c i m i e n t o s c o n t e n i d o s e n el d r a m a c o m o d e "eventos q u e n o están en el t i e m p o . m e d i o o fin: lo q u e define et comienzo no es la ausencia d e a n t e c e d e n t e . xxiíi. i d e a l m e n t e d e n s o . Aristóteles se p o n e en g u a r d i a c o n t r a los tipos d e "crónicas q u e s o n n e c e s a r i a m e n t e la e x p r e s i ó n n o d e u n a acción sola. 574). sino la ausencia d e necesidad en la sucesión. d e s d e el m o m e n t o e n q u e se o t o r g a a la e p o p e y a el privilegio d e p o d e r " n a r r a r varias p a r t e s d e la t r a m a q u e se realizan s i m u l t á n e a m e n t e {hamo)" {59b.

a p r o p ó s i t o d e la e p o p e y a (cap. la e p o p e y a a d m i t e u n a exten­ sión mayor: más tolerante con respecto a los acontecimientos epi­ sódicos. él tiene su lógica propia: la del " c a m b i o " {metabole. Volveremos más t a r d e . este criterio e x t e m o se c o m b i n a con u n a exigencia interna e n la obra. Cualquiera q u e sea la capacidad del e s p e c t a d o r pa­ r a abarcar la o b r a d e u n solo golpe d e vista. 293). C o n el análisis d e es­ ta idea d e " t o d o " se a c e n t ú a . N o se p r e g u n t a p o r lo q u e el h é r o e hizo e n t r e dos acontecimientos q u e e n la vida estarían se­ p a r a d o s : e n Edipo rey —observa Else—. el m e n s a j e r o vuelve e n el instante preciso e n q u e la intriga r e q u i e r e su presencia: "Ni antes n i d e s p u é s " {no sooner and no later. un límite (horos. p e r o sin incumplir la exi­ gencia d e límite. 6) y. metabasis. d e m e d i o y d e fin n o se t o m a n d e la experiencia. n o el d e los acontecimientos del m u n d o : el carácter d e necesidad se aplica a acontecimientos q u e la t r a m a hace contiguos {ephexes. u n a extensión. pues. n o sólo n o lo tiene en cuenta. C o n respecto al t i e m p o . e n conse­ cuencia. sino q u e lo excluye: así. 31). Pe­ r o . p r o p o r c i o n a suficiente límite {horos) d e la longitud" (51a. n o s o n rasgos d e la acción efectiva. y d e s p u é s d e él viene o t r a cosa" (506. sobre la función d e la m i r a d a o d e la m e m o r i a en la definición d e este criterio d e conveniencia. ibid. Sólo d e n t r o d e la t r a m a tie­ ne la acción un c o n t o r n o . 16) d e la dicha e n in­ fortunio.cit. 51a. la ausencia d e azar y la confor­ m i d a d con las exigencias d e necesidad o d e p r o b a b i l i d a d q u e re­ gulan la sucesión.). al tratar d e la es­ tética d e la recepción. xxui). exige t a m b i é n m á s amplitud. en el m o d e l o trágico. metaballein. T a m b i é n p o r razones internas a la composición.I A CONSTRUCCIÓN DE LA TRAMA 93 p u e s d e o t r a cosa. L o m i s m o o c u r r e c o n la extensión. p . P e r o es el t i e m p o d e la o b r a . 52a. desarrollándose los acontecimientos e n sucesión verosímil o nece­ saria. LOÍ t i e m p o s vacíos n o e n t r a n e n cuenta. sujeta a las exigencias de plenitud y totalidad ilustradas e x c e l e n t e m e n t e . 5 í a . La teoría d e la t r a m a "compleja" h a r á u n a tipología d e los cambios con efecto p r o p i a m e n t e trágico. 14. es p o r q u e las ideas d e co­ m i e n z o . q u e ú n i c a m e n t e i n t e r e s a e n este m o m e n t o : "La extensión q u e p e r m i t e la transi­ ción d e s d e el infortunio hasta la dicha o d e la dicha eil infortunio. 12-15). A h o r a bien: si la sucesión p u e d e s u b o r d i n a r s e d e este m o d o a a l g u n a c o n e x i ó n lógica. sino efectos d e la o r d e n a c i ó n del poema. Es cierto q u e esta extensión sólo p u e d e ser t e m p o r a l : el c a m b i o exige t i e m p o . op. e n g e r m e n en Aristóteles.

c o m o cuando se dice: éste es aquél" (48¿. que caracteriza "un periodo único con todos los acontecimientos que durante él sucedieron a u n o o a varios hombres y que mantienen entre sí relaciones contingentes" (59a. 12-17). 23-24).94 E C C L E T E N R A I N Y TMO A D D L Í U O NR R AR C Ó E PRUA p o r la tragedia. aprend e n y deducen qué es cada cosa. Por eso se alaba a H o m e r o . salvo que necesidad y probabilidad son categorías familiares al Organon. sino también a los demás hombres [. n o se pronuncia el término 'lógico'.]. J a m e s Redfíeld insiste igualmente c o n fuerza e n esta .™ Pero. sino precisamente inventado. en efecto. que es la inteligencia de la acdón. En efecto. si n o se trata de los universales d e los filósofos. por haber escogido en la historia d e la guerra de Troya —aunque ésta tenga un comienzo y un fin— "una parte única". Estas observaciones confirman que Aristóteles n o muestra ningún interés por la construcción del ü e m p o que p u e d e ser implicada en la construcción de la trama. éste es el esqueleto inteligible del placer de la imitación (o de la representación). v í a s e G. Por lo tanto. con un comienzo. EUe (comentario ad 486. ¿de qué lógica se trata? A decir verdad. por otra. es un "hacer" y un "hacer" sobre un "hacer" —los "actuantes" del capítulo n—. S o b r e la " r e c u e s t a intelectual" a las imitaciones del artista. en el sentido aristotélico de estos dos términos. im medio y un fin).. Aristóteles nos lo advierte desde el capítulo IV. reconocer la forma. Si. La poesía. las numerosas acciones que sobrevienen en un único periodo n o forman una sola acción. la unidad dramática.. el vínculo interno de la trama es más lógico que cronológico. la unidad temporal (henos khronou). deducir. pues. Por eso es necesario distinguir los rasgos específicos de esta inteligencia mimética y mítica. Y n o se pronuncia porque se trata de una inteligibilidad apropiada al campo de la praxis y n o d e la theoria. donde establece por vía genéüca sus conceptos directivos. de la que sólo su arte determina el comienzo y el fin. Aprender. pues. si disfrutan viendo las imágenes es porque. al contemplarlas. que caracteriza a "una única acción" (b9a. Aristóteles o p o n e dos clases de unidades: p o r una parte. a la phronesis. ¿Por qué —se pregunta— nos gusta mirar las imágenes de cosas e n sí mismas repugnantes —animales innobles o cadáveres? "La razón es que aprender agrada m u c h o n o sólo a los filósofos. 22) (que forma un todo y llega hasta su término. 4-24). próxima. Q u e se trata sin duda d e inteligencia. poético. Sólo que n o es un hacer efectivo. ético.

pp. Sui e m b a r g o .. "la ficdón es el resultado de una especie de investigación" (p. c o m o se sabe. Y más tarde: "Lo general es lo q u e cierto tipo d e h o m b r e s hace o dice verosímil o n e c e s a r i a m e n t e " (516. según la verosimilitud o la necesidad" (51o. abandonada a l o contingente. la cuestión n o está del t o d o dilucidada. E n u n a palabra: es la t r a m a la q u e d e b e ser típica. p o r la c o n o c i d a oposición e n t r e la poesía y ía historia. p o r lo demás. p u e s la p o e s í a d i c e m á s b i e n l o 17). 9). ¿ C ó m o ha p o d i d o ocurrir esto? ¿Quién actuaría así? En el m i s m o sentido escribe Golden: "Mediante la imitación o representación. y n o s e r í a n m e n o s historia e n verso q u e e n prosa]. Esta elección tíene. 52-55): l o probable es universal a su m o d o (pp. ya q u e han reservado el término "historia" para traducir mythos. Así. p u e s t o q u e se p u e d e caracterizarlos p o r la d o b l e oposición d e lo posible a lo efectivo y d e lo general a lo particular. ^' Los últimos traductores fi^ceses dicen "la crónica". 37-38).] lo q u e p o d r í a suceder. C o n otras palabras: lo posible. el drama incluye el argumento e n la narración y construye las condiciones del acontecimiento d e s d e la trama: "Podemos definir la ficdón c o m o resultado d e u n a hipotética investigación sobre las causas intermedias d e la acción. . lo general. la trama da a c o n o c e r (pp. 236). los acontecimientos reciben forma.. Pero mientras e n el tribunal el argiunento se añade a la narración. n o hay q u e buscarlo e n o t r o sitio distinto d e la disposición d e los hechos. la diferencia está e n q u e u n o d i c e l o q u e ha s u c e d i d o y e l v o t r o l o q u e p o d r í a s u c e d e r . n o hay n i n g u n a d u d a . Se c o m p r e n d e .L A C NT U C N D O SR C I Ó E L TA A A RM 95 ¿qué p u e d e n ser estos universales "poéticos"? Q u e son universales. 60-67). investigación que ha c o n d u c i d o al poeta al descubrimiento y la c o m u n i c a c i ó n e n una historia de algunas formas umversalet d e probabilidad y necesidad h u m a n a s ' (pp. la ventaja d e permitir u n Juicio m e n o s negativo sobre la historíografia. 79). Por eso la Poética guarda u n vínculo estrecho c o n la retórica del siglo v y su cultura d e la argumentación. c o m o hace H e r o doto:^^ P u e s e l h i s t o r i a d o r y el p o e t a no s e d i f e r e n c i a n p o r d e c i r las c o s a s e n v e r s o o e n p r o s a [sería p o s i b l e v e r s i f i c a r las o b r a s d e H e r o d o t o . ya q u e es este encad e n a m i e n t o el q u e d e b e ser necesario o verosímil. p o r e s o l a p o e s í a e s más filosófica y elevada q u e laitrstoria. u n a vez más.. cit. los eventos representados s o n purificados —clasificados— dentro d e una inteligibilidad" (op. y la h i s t o r i a . 55-60). p. g e n e r a ] . El p r i m e r b i n o m i o se ¡lustra. l o p a r t i c u l a r (516. y así. aunque impuros e n tí mismos. p o r q u é la acción es m á s i m p o r t a n t e q u e los personajes: la universalización d e la t r a m a unlversaliza a los personajes. 59-60). p u e s Aristóteles se cuida bien e n o p o n e r a "lo q u e r e a l m e n t e s u c e d e [. át. a u n ftmcióti docente d e la imitación (op.

sino el d e coherencia. D e ahí el p r e c e p t o : concebir en p r i m e r lugar la trama. . p o r lo t a n t o .96 E C C L E T E N R A I N YE P R L A L Í U O NR R AR C Ó TMO AI D D c u a n d o conserven u n n o m b r e p r o p i o . Ya n o cabe d u d a : la universalidad q u e c o m p o r t a la t r a m a p r o v i e n e d e su ordenación. ésta constituye su plenitud y su totalidad. lo q u e dice Aristóteles en 516. Sería u n rasgo d e la mimesis buscar en el mythos n o su carácter d e fábula. Mink. luego. y la e p o p e y a saca d e ellos la mejor p a r t e . en u n a palabra: en el acto judicativo d e " t o m a r j u n t o s " . Aristóteles no r e p r u e b a los episodios: la tragedia n o p u e d e economizarlos so p e n a d e hacerse m o n ó t o n a . La t r a m a e n g e n d r a tales universales c u a n d o la estructura d e la acción descansa en el vínculo i n t e r n o a la acción y n o e n accidentes e x t e r n o s . p u e s . d a r n o m b r e s . q u e s u p o n e r q u e la^disposición c o m o tal —un vínculo relacionado c o n la causalidad— hace típicos los h e c h o s dispuestos? I n t e n t a r é p o r mi p a r t e . Ahí reside la oposición clave: " U n o después d e otro". causa d e o t r o " {di'allela. C o m p o n e r la t r a m a es ya h a c e r surgir lo inteligible d e lo accidental. siguiendo a teóricos n a r r a d vistas c o m o Louis O. Pensar u n vínculo d e causalidad. a su vez. 52(i. p e r o lo necesario y lo verosímil condicionan. Su "hacer" sería d e e n t r a d a u n "hacer" universalizante. p o r lo tanto. ¿Hay. 2. U n o d e s p u é s d e o t r o es la sucesión episódica y. segunda parte. 29-32: ^2 V é a s e injira. S o n universales próxim o s a la sabiduría práctica. lo universal d e lo singular. 33-35). " u n o . A q u í se contiene e n g e r m e n t o d o el problem a del verstehen narrativo. a la ética y a la política. 4). to posible y lo general caracterizan lo necesario o lo verosímil. es ya universalizar. cap. lo necesario o lo verosímil d e lo episódico. Esto viene confirmado p o r la oposición e n t r e t r a m a ú n i c a y t r a m a episódica (5\b. lo inverosímil. lo verosímil. Se p u e d e objetar e n t o n c e s q u e el a r g u m e n t o es circular. u n o a causa d e o t r o es el encadenam i e n t o causal y. lo posible y l o general. en definitiva.). d e ahí. incluso e n t r e acontecim i e n t o s singulares.^^ hacer recaer t o d o el p e s o d e la inteligibilidad sobre la c o n e x i ó n e n c u a n t o tal establecida e n t r e acontecimientos. La conexión i n t e r n a es el inicio d e la universalización. Los universales e n g e n d r a d o s p o r la t r a m a n o son ideas platónicas. Lo q u e conden a es la falta d e ilación d e los episodios: "Llamo episódica a la t r a m a en q u e la sucesión (met'allela) [y n o el e n c a d e n a m i e n t o ] d e los episodios n o es ni verosímil ni necesaria" (ibid. ¿No es esto.

La discordancia está p r e s e n t e e n c a d a estadio del análisis aristotélico." {teleios) (49a.L C NT U C N D A O SR C I Ó E L TA A A RM 97 De esto resulta claro que el poeta debe serlo de historias más que de versos. La discordancia inchiida El m o d e l o trágico n o es s i m p l e m e n t e u n m o d e l o d e c o n c o r d a n cia. p e r o ¿qué sucede e n la coniposidóij. N o ve lo universal. sino de su estructura lógica. 321). instaura lo necesario al c o m p o n e r . c o m o c u a n d o se dice: éste es aquél" (486. p r e s u p o n e .poética? P r e g u n t a embarazosa: si la actividad mimética " c o m p o n e " la acción. lo hace surgir. ofrece u n frente a ta distentio animi. N o el constructor d e la actualidad de los acontecimientos.. P e r o este c o n c e p t o prospectivo d e verd a d n o tiene cabida e n u n a teoría más formal d e la estructura d e t r a m a y s u p o n e u n a teoría m á s desarrollada d e la mimesis q u e la q u e la idenüfica s i m p l e m e n t e con el mythos. no es menos poeta. u n c o n c e p t o prospectivo d e verdad..^'* La p l e n i t u d n o es u n rasgo desdeñable. Sin e m b a r g o . c o m o afirman los últimos comentaristas fi-anceses. En este aspecto. d a d o Else exclama: "Eí constructor de lo que ha sucedido. Volveré sobre ello al final d e este estudio. su haber sucedido es accidental respecto d e su ser c o m p u e s t o " {op. 16-17).. sino d e c o n c o r d a n c i a discordante. y representa las acriones. ¿Cuáles son entonces sus criterios? T e n e m o s u n a respuesta parcial e n la expresión evocada a n t e r i o n n e n t e : "al c o n t e m p l a r las imágenes a p r e n d e n a conocerlas y d e d u c e n q u é es cada cosa. pues nada impide que algunos sucesos sean tales que se ajusten a lo verosímil y a lo posible. H e m o s citado anteriormente: "Una acción completa y entera. 25). a m i m o d o d e ver. d e c i e n a ex- . Este placer del r e c o n o c i m i e n t o . 3. d e su sentido. a u n q u e sólo es tratada temáticam e n t e bajo el título d e la t r a m a "compleja" {versus "simple"). cit. 27-32)?^* Los d o s t é r m i n o s d e la ecuación se equilibran: h a c e d o r d e int r i g a / i m i t a d o r d e acción. para el q u e inventar es r e e n c o n t r a r . Se a n u n c i a d e s d e la definición canónica d e la tragedia: ésta d e b e ser la representación d e u n a acción noble "llevada a su término. p . Y si cn algún caso compone poemas sobre acontecimientos reales. la dificultad sólo se resuelve parcialmente: se p u e d e verificar u n e n c a d e n a m i e n t o causal e n la realidad. gracias a lo cwal es poeta" (51¿. ya que es poeta por la representación. eso es el poeta.

4). cualquiera q u e sea el significado d e este t é r m i n o . Pero llegamos al corazón d e la concordancia discordante. Proscribe n o los episodios. ix). . C r e o q u e Else y Dupont-Roc y Lallot h a n c o m p r e n d i d o p e r f e c t a m e n t e la intención d e Aristóteles.) —cumb r e d e lo discordante— son entonces los golpes del azar q u e parecen llegar a d r e d e .. Aristóteles sólo c o m e n t a "entera" y "extensión". la t r a m a e n la q u e los episodios se e n c a d e n a n al azar. P o r eso Aristóteles vuelve a hablar d e ellos j u n t o a lo necesaiio y lo verosímil. Los episodios. la acción sólo llega a su t é r m i n o c u a n d o p r o d u c e i m o u o t r o ..98 EL C Í R C U L O EtsTTRE N A R R A C I Ó N V T E M P O R A U D A D q u e e! t é r m i n o d e la acción es dicha o desdicha y la cualidad ética d e los caracteres f u n d a m e n t a la plausibilidad d e u n o u o t r o desenlace. controlados p o r la trama. Así se señala el negativo d e los "episodios" q u e llevan la acción a su t é r m i n o .] m e d i a n t e la c o m p a s i ó n y el t e m o r lleva a cabo la p u r g a c i ó n {catkarsis) d e tales afecciones" (49¿. los incidentes d e t e m o r y d e c o m p a s i ó n son la disc o r d a n c i a primera. Lo " s o r p r e n d e n t e " (to thaumaston) (ibid. Aristóteles caracteriza a éste con u n a extraordinaria expresión en forma d e anacoluto: " C o n t r a lo e s p e r a d o / u n o a causa d e o t r o " (para ten doxan di'allela) (52a. 2). Por eso la catkarsis. q u e califican los incidentes r e p r e s e n t a d o s p o r el poeta p o r m e d i o d e la trama. sino la textura episódica. la realiza la p r o p i a intriga. Aristóteles n o dice n a d a c o n t r a los episodios. P o r consiguiente. P e r o la d e ñ n i c i ó n d e la tragedia c o n t i e n e o l r a advertencia: "[. 24-25). P o r lo tanto. Constituyen la amenaza principal para la coh e r e n c i a d e la trama. sino sus acljetivos respectivos (52íi. c o m o tercer c o m p o n e n t e d e la t r a m a compleja. Se busca la concordancia discordante todavía más directamente m e d i a n t e el análisis del efecto d e sorpresa. Lo c o n f í n n a r á el t r a t a m i e n t o posterior del t é r m i n o pathos. Y e n t o n c e s ya n o mencion a los sustantivos c o m p a s i ó n y t e m o r . Dejemos p o r a h o r a el p r o b l e m a espinoso d e la catkarsis y c e n t r é m o n o s e n el m e d i o (dia) d e la catkarsis. d a n a m p l i t u d a la o b r a y. y e n el m i s m o contexto q u e la crítica d e la o b r a en episodios (cap. u n a "extensión". 26-27). en la calidad d e los incidentes destructores y dolorosos p a r a los p r o p i o s personajes. todat e n s i ó n ' {50b. reflejada e n la construcción d e la frase: la respuesta emocional del espectad o r se construye en el d r a m a . En el contexto próximo. p o r lo m i s m o .

pero u n o a causa del otro. 1-4: "La imitación n o es sólo d e utia acción completa. p o r lo tanto. Es función d e la agnición. con el f e n ó m e n o central d e la acción trágica q u e Aristóteles llama "cambio" {metabole) (cap. Xl). Este cambio a d q u i e r e t e m p o r a l i d a d y regula la extensión d e la obra. pero u n o a causa del otro. en la m e d i d a en q u e peripecia. tales cosas s u c e d e n generalmente c u a n d o suceden. n o e n el arte trágico. e n c u a n t o q u e la teoría del mythos ü e n d e a identificarse c o n la d e la t r a m a trágica: el p r o b l e m a consistirá. 99 vía c o m ú n a las tramas simples y complejas.LA CONSmUCCIÓN DE LA TRAMA. y los comentarios son p e r f e c t a m e n t e conocidos.^' P e r o t o d a teoría d e la narratividad Redfield traduce 52(i.^^ Lo i m p o r t a n t e p a r a n o s o t r o s es q u e Aristóteles multiplica las constricciones del a r g u m e n t o trágico y d e este m o d o hace a su m o d e l o a la vez m á s fuerte y m á s limitado. p e r o su dirección p u e d e ser inversa: la tragedia n o explota este recurso d e b i d o . El arte d e c o m p o n e r consiste e n m o s t r a r c o n c o r d a n t e esta discordancia: el " u n o a causa {dia) del o t r o " p r e valece sobre el " u n o d e s p u é s {meta) del o t r o " (52a." Else traduce: "Contraiiamente a la experiencia. si n o definimos la sorpresa mediante algún conocimiento exterior. su carácter d e peripecia? Sí. En la tragedia. a las q u e hay q u e añadir el lance patético (paíhos). e n saber si lo q u e llamamos "lo narrativo" p u e d e o b t e n e r el efecto d e sorpresa d e p r o c e d i m i e n t o s distintos a los q u e e n u m e r a Aristóteles y. c o m o se s a b e r l a peripecia (peripeteia) y la agnición {anagnorisis). agnición y lance patético —sobre t o d o c u a n d o se j u n t a n e n la m i s m a o b r a . Pero el m o d e l o se hace tamb i é n más fuerte. sin duda. Los cambios característicos d e la trama compleja son. Más limitado. al papel d e los incidentes d e t e m o r o d e compasión. sino por la relación con la espera creada p o r el ciu-so interno de la intriga: el cambio está e n nuestra espera. sino d e cosas lamentables y temerosas. c o m o e n el Edipo d e Sófocles— lleva a su m á s alto g r a d o d e tensión la fusión d e lo "paradójico" y del e n c a d e n a m i e n t o "causal". L e e m o s las definiciones d e estas m o d a l i d a d e s d e c a m b i o e n el capítulo xi. e n g e n d r a r constricciones diferentes d e las d e lo trágico.^^ Es e n la vida d o n d e lo discordante destruye la concordancia. la rliscusión d e la relación entre la estructura y tas disposiciones del auditorio). pero lo crea la intriga (véase infra. d e la s o r p r e s a y d e la necesidad. pues." ¿Guarda la tragedia d e Edipo todavía para nosotros. el cambio se h a c e d e la d i c h a al infortun i o ." L é o n G o l d e n : "Inesperadamente. e n cuanto cambio d e la ignorancia en conocimien- . contrariamente a lo esperado. una a causa d e la otra. 18-22). que c o n o c e m o s la trama y el desenlace.

c o m o el q u e "invierte el efecto d e las acciones" (52o. 1978) pp. cap. e n Jürgen Mittelstrass y Manfred Ricdel (eds. e n definitiva. 22). n o reconstituye lo equivalente d e la coacción d e la amistad o del o d i o gracias a u n trabajo d e lucidez. La falta. tender u n puente entre la agnición aristotélica. 2 8 Hermann Lübbe. E n c o n t r a r e m o s d e n u e v o esta cuestión c u a n d o nos p r e g u n t e m o s mas adelante p o r "aquello q u e extrae u n a historia (o historias) d e la acción".). Es cierto q u e la amistad abarca más que los vínculos d e sangre. t o m a d o e n su definición m á s amplia. al m e n o s e n cuanto implica ignorancia y error. ¿no g u a r d a la conjunción del c a m b i o y d e la agnición u n a universalidad q u e sobrepasa el caso d e la tragedia? ¿No intentan también los historiadores p o n e r lucidez d o n d e hay perplejidad? Y ¿no es m a y o r la perplejidad d o n d e los cambios d e fortuna son m á s inesperados? H a y otra implicación m á s coercitiva todavía: ¿no será preciso conservar con el cambio la referencia a la dicha y al infortunio? ¿No tiene. Vemünfiiges Denken (Berlín. la agnición de Hegel y la repetición según Heidcgger. e n la cuarta parte d e esta obra. según el título del ensayo d e H . P o d e m o s p r e g u n t a m o s . Else tiene tal vez razón en relacionar e[ problema d e la falta trágica c o n el d e la agnición. Trabajo importante será. En este sentido. Al escapar a la autodecepción. al m e n o s e n la forma que ha t o m a d o e n la Pamela de Richardson. Lübbe.loo E C C L E T E N R A I N Y TM R LD D L Í U O NR R AR C Ó E P AT A O intenta preservar esta fuerza del m o d e l o p o r otros medios distintos d e los del g é n e r o trágico. m á s aún.^* El p a p e l d e los efectos n o queridos y. 31). al hacer del amor el único resorte d e la acción. Sus implicaciones son n u m e r o s a s : si el c a m b i o es tan esencial a cualquier historia e n la q u e lo insensato a m e n a z a a lo sensato. t a n t o p a r a mejor c o m o p a r a peor?^^ N o sería necesario c o n c e d e r al lance patético (pathos) la p a r t e c o n g r u e n t e e n este análisis d e las modalidades d e cambio: Aristóteles da —es cierto— u n a definición d e to. el d e los efectos "perversos" en la teoría d e la historiografía. tercera parte. es realmente lo inverso d e la agnición. compensar el efecto d e sorpresa contenido e n la peripecia por m e d i o d e la lucidez q u e instaura. el h é r o e entra en su verdad y el espectador e n el conocimiento de esta verdad. dentro d e los límites d e que hablaremos luego (siguiente nota). cualq u i e r historia n a r r a d a algo q u e ver con reveses d e fortuna. Was aus Handlungen Geschichten mackt. A este respecto p o d e m o s preguntarn o s sí n o n o s saldríamos d e lo narrativo sí a b a n d o n á s e m o s la constricción principal constituida p o r el cambio. sin embargo. p e r o constituye una coacción muy estricta. equivalente. . en la q u e el p a s o d e la ignorancia al conocimiento se hace e n el s e n o d e las relaciones d e "amistad o d e o d i o entre los que son designados para la felicidad" (52a. nos planteará u n p r o b l e m a análogo. a su vez. si la novela moderna. a la agnición aristotélica (véase infra. 1). 237-250^ Los límites del m o d e l o son quizá más claros e n ct caso d e la agnición.

Son las dos e m o c i o n e s trágicas q u e regulan la j e r a r q u í a d e las c o m b i n a c i o n e s posibles: "ya q u e u n a —la compasión— se refiere al q u e n o m e r e c e su desdicha. 3-5). Aristóteles llega a decir q u e el pathos es u n ingrediente d e la imitación o d e la representación d e la praxis. su rationale. Y a s i l o s purifica o.^** Es necesario ir más lejos: si los aspectos d e c o m p a s i ó n y d e tem o r p e r m i t e n así su i n c o r p o r a c i ó n a lo trágico. y la o t r a —el te. mor— a la desdicha d e u n semejante" (53Í2. Al incluir lo discordante e n lo c o n c o r d a n t e . mejor aún. c o m o dice Else {op. i n t e r p r e t a Else— p o n e sólo el c u l m e n a la c o m p a s i ó n y al t e m o r d e n t r o d e la trama compleja. 375). Ésta se construye sobre dos ejes: nobleza o bajeza e n los caracteres. sirve d e criterio p a r a la cualidad trágica d e c a d a c a m b i o d e fortuna. el cual. Los incidentes d e c o m p a s i ó n y d e t e m o r son cualidades estrechamente unidas a los más inesperad o s cambios d e fortuna y orientados hacia el infortunio.. D e este m o d o . igual q u e con lo i n h u m a n o (la falta d e esa "filantropía" q u e n o s hace r e c o n o c e r en los personajes a "semejantes"). J. desemp e ñ a n el papel principal e n la tipología d e las tramas. e n la m e d i d a e n q u e estas e m o c i o n e s son incompatibles con lo r e p u g n a n t e y lo m o n s truoso. "El lance patético" —"the thing siiffered". S o s p e c h o q u e Aristóteles entendía p o r calharsis exactamente esta c o m b i n a c i ó n d e e m o c i ó n e instrucción" {op. Precisam e n t e la trama tiende a h a c e r n e c e s a r i o s y verosímiles estos incid e n t e s discordantes. Aristóteles d e d i c a d o s capítulos (xil y XIV) a este efecto d e criba q u e la c o m p a s i ó n y el t e m o r ejercen respecto d e la p r o p i a estructura d e la trama. es q u e estas e m o ciones tienen. la t r a m a incluye lo c o n m o v e d o r e n lo inteligible. Redfield: "Pathe e i n s m i c c i ó n conjuntamenfc constituyen para nosotros el valor característico d e una narración b i e n hecha. p. Volveremos sobre esto m á s tarde. 67). p . . a su vez. los d e p u r a . la poesía los une.L A C NT U C N D lA O SR C I Ó E TA A RM 101 ellas b a s t a n t e limitativa al final del capítulo XI. La ética o p o n e estos términos. Esta consideración d e la cualidad emocional d e los incidentes n o es ajena a n u e s t r a investigación: n o c r e e m o s q u e la p r e o c u p a ción p o r la inteligibilidad p r o p i a d e la b ú s q u e d a d e p l e n i t u d y d e totalidad d e b a implicar u n "intelectual i s m o " q u e hubiese q u e o p o n e r a u n "emocionalismo". final feliz o desgraciado. El lance patético d e b e vincularse a estos "incidentes d e t e m o r y d e compasión" inh e r e n t e s a la t r a m a y s u p r e m o s g e n e r a d o r e s d e discordancia. cit.. cit. E n efecto.

'2 Else observa con razón que este discernimiento nos convierte e n jueces: pero emitimos j u i d o "no c o m o ministros d e la ley. al carácter de investigación d e la obra trágica. pues. Aristóteles concluye el t e m a c o n estas palabras: "Y. P o d e m o s . incluso el discernimiento d e la faslta trágica se realiza p o r la cualidad emocional d e la compasión. Y se halla e n tal caso el q u e n i sobresale p o r su « r t u d y justicia ni cae e n la desdicha p o r su bajeza y maldad.102 EL C Í R C U L O ENTRE N RA Ó Y T E M P O R A L r O A D AR Q N Finalmente. El s o l o h e c h o d e q u e Aristóteles incluya en la fa- . contribuye. cil. p . Encontramos d e nuevo el vínculo sugerido anteriormente entre la falta trágica y la agnición. el caso i n t e r m e d i o . La catkarsis es t o d o el proc e s o r e ^ d o por la estructura y q u e culmina e n la agnición .^' Así. pues.. n o h a h e c h o su modelo m á s fuerte y más limitado a la vez. 23).. xvjn.'* (53a. n.. es claro q u e esto hay q u e introducirlo e n (en) los h e c h o s al componer (empoieteon)" (53¿í. Problematiza la desdicha inmerecida.. pues. circular. sin e m b a r g o . 89). sin q u e .. op. La composición d e la t r a m a j u z g a las emociones.'* *^ La hamariia n o es s ó l o u n caso extremo d e discordancia. ií llevar a la representación los incid e n t e s d e c o m p a s i ó n y d e t e m o r . cit. sino p o r algún yerro (hamartia). las e m o c i o n e s trágicas exigen q u e u n a "falta" imp i d a al liéroe sobresalir e n el o r d e n d e la virtud y d e la justicia. Else comenta: "por m e d i o d e la creación d e la obra fuera d e las emociones". 12-13). e n grad o s u m o . Ni siquiera s o m o s nosotros quienes realizamos la purificación. p . 111. sino c o m o compañeros d e humanidad igualmente falibles'. 437). al aum e n t a r las constricciones d e la t r a m a trágica. ' ^ La relación es. p r e g u n t a r n o s si. el vicio o la m a l d a d lo h a g a n caer e n la desdicha.^' Éstas son las constricciones crecientes a las q u e Aristóteles som e t e su m o d e l o trágico. ^ G o l d e n traduce: "Puesto que el poeta debería producir placer d e {apo) la c o m p a s i ó n y del temor p o r m e d i o d e (dia) la imitación. sino la trama {op.. p . Volveremos más tarde sobre csia ftinción d e la obra poética c o m o reveladora d e las "disfunciones" d e la cultura {ibid. Interpretar el error trágico es la misión d e la i r ^ e d i a . y ías e m o c i o n e s purificadas regulan el discernimiento d e lo trágico. 1). está claro q u e esta func i ó n d e b e ser introducida e n los incidentes (en íois pragmasin empoieteon)" (op. Apenas se p u e d e llevar m á s lejos la inclusión d e los aspectos d e t e m o r y d e c o m p a s i ó n e n la textura dramática. e n cuanto "investigación del poder y la debilidad d e la cultura" (Redfield.). del t e m o r y del sentido d e lo h u m a n o . p u e s t o q u e el p o e t a d e b e p r o p o r c i o n a r p o r (dia) la rep r e s e n t a c i ó n el placer q u e nace d e (apo) la c o m p a s i ó n y del tem o r . La purgación d e la piedad y del temor sirve e n t o n c e s d e c o n d e n a c i ó n y d e execración. ^ Se habrá observado q u e n o h e c o m e n t a d o la distinción entre "nudo" (desis) y "desenlace" (¡ysis) del cap. cit. " Q u e d a . 7ss. p.

Por e s o Ía crítica del concepto de cerco narrativo que sacase argumento de las aporías d e este análisis (véase tercera parte) sólo alcanzaría a una categoría periférica. Sin e m b a r g o . sino sólo cuasi-cosas. P er o la p e r t e n e n c i a del términ o praxis a la vez al d o m i n i o real. . ya h e m o s hecho— el genitivo d e objeto c o m o el correlato n o e m á t i c o d e la imitación (o d e la representación) y e m p a r e j a r este correlato con la expresión completa "disposición d e los hechos". Si esto es cierto. Y si la traducimos p o r representación. p a r a dísünguirla d e mimesis 11 —la m¿77i«. 520). que p a r a Aristóteles constituye el " q u é " —el objeto— d e la mimesis. cit. q u e establece p r e c i s a m e n t e el estatuto d e trasposición "metafórica" del c a m p o práctico p o r el mythos. El p r o b l e m a n o m e p a r e c e solucionado p o r la equiparación d e las expresiones "imitación (o representación) de acción" y "disposición d e los hechos". Es cierto q u e se p u e d e construir —como. sugiere q u e la mimesis n o tiene sólo u n a función d e corte. s e g u n d o c e n t r o d e n ú interés e n la lectura d e la Poética. heterogénea y quizá tardíamente añadida por Aristóteles (Else. q u e sigue siendo la se d e anudamiento acontecimientos "exteriores" a la t i a m a hace pensar q u e n o liay que colocar esta distinción e n el mismo plano q u e los demás rasgos d e la trama compleja. El c r e a d o r d e palabras n o p r o d u c e cosas.LA C O N S T R U C C I Ó N DE I A T R A M A 103 4. p o r o t r a parte. es necesario m a n t e n e r en la p r o p i a significación del t é r m i n o mimesis u n a referencia al "antes" d e la composición poética. el t é r m i n o aristotélico d e mimesis es el e m b l e m a d e esta desconexión. la ecuación e n t r e mimesis y mythos n o colma el s e n t i d o d e la expresión mimesis praxeos. N o es q u e exista algo q u e suprimir e n esta ecuación. N o hay d u d a de q u e el s e n t i d o p r e d o m i n a n t e de la mimesis es precisam e n t e el fundado e n su acercamiento al mythos: si seguimos trad u c i e n d o mimesis p o r imitación es necesario e n t e n d e r t o d o lo c o n t r a r i o def calco d e u n a realidad preexistente y hablar d e imitación creadora. p r o p i o d e la ética. Llamo a esta referencia mimesis I. n o se d e b e e n t e n d e r p o r esta palabra^un r e d o b l a m i e n t o presencial. p . ni siquiera considerarla c o m o u n rasgo d e la trama. q u e . inventa el como-si. c o n palabras d e hoy.s¿s-creación—. c o m o p o dría ocurrir con la rtmñesis platónica. p r o p i o de la poética. El antes y el después de la configuración poética P a r a t e n n i n a r . sino d e u n i ó n . instaura la literalidad d e la o b r a literaria. op. cuyos a i t e r i o s s o n todos "internos".. E n este sentido. y al imaginario. n o al n ú c l e o d e su concepto de trama. sino el c o r t e q u e a b r e el esp a c i o d e ficción. q u i e r o volver a la cuestión d e la mimesis.

Al m i s m o tiempo. c o n t r a toda esperanza. Sirve d e conti'apunto a la ética. la actividad mimética. s i n o enriquecer. P e r o n o es t o d o : la mimesis. e n la desgracia. sólo tom a del saber-con-anterioridad d e la acción sus rasgos éticos. p . sólo trata d e la d i d i a e n f o r m a p o t e n c i a l : consider a sus c o n d i c i o n e s (sus virtudes). N o faltan e n la Poética las referencias a la c o m p r e n s i ó n d e la acción —y d e las pasiones— q u e la Ética articula. p o r el ejercicio d e las virtudes. El m o d e l o trágico. Hay. C R R A C I Ó N Y TMO A D D Í U O NH R E PRUA función-base. c o n d u c e a la dicha. u n " d e s p u é s " d e la composición poética. n o e n c u e n t r a el t é r m i n o b u s c a d o p o r su d i n a m i s m o sólo e n el t e x t o p o é t i c o . recibe préstamos. 63). a la realización d e la dicha. q u e llamo mimesis III. Al e n m a r c a r así el salt o d e lo imaginario p o r las dos o p e r a c i o n e s q u e constituyen el antes y el d e s p u é s d e la mimesis-'m\ención. q u e e n s e ñ a c ó m o la acción. m á s p r o ñ i n d a m e n t e . El capítulo siguiente d a r á u n a idea m á s c o m p l e t a d e la comprensión del o r d e n de la acción implicada e n la actividad narrativa. q u e es —él n o s lo r e c u e r d a u n a actividad. m i e n t r a s q u e la p o é t i c a convierte e n p o e m a el o b r a r y el p a d e c e r h u m a n o s . D e ahí la a p a r e n t e paradoja: "La ficción v e r s a s o b r e d i c h a y d e s d i c h a irreales. El mythos trágico. p u e s . n o c r e o debilitar. q u e gira en t o m o a los cambios d e fortuna —y exclusivamente d e s d e la dicha hacia la desdicha—. también limitados. el p r o p i o sentido d e la actividad mimética del mythos.'* J.. sino t a m b i é n e n el espectador o en el lector. Estas referencias son tácitas. el p o e t a h a c e inteligible e s t e vínculo c o n t i n g e n t e . incluso c o m o m o d e l o limitado d e narratividad. Se c o m p r e n d e la diferencia: la retórica explota estas pasiones. d e esta p r e c o m p r e n sión. es u n a exploración d e los caminos p o r los q u e la acción arroja a los h o m b r e s d e valor. Redfíeld insisre c o n fuerza e n este v í n a i l o e n t r e ética y poética. e n efecto. garantizad o visiblemente p o r Jos t é r m i n o s c o m u n e s a las d o s disciplinas: praxis . D i c h o vínculo c o n c i e r n e . i a ética. p e r o el vínculo e n t r e las virtudes y las circimstancifis d e la d i c h a sigue s i e n d o a l e a t o r i o . cuyas huellas intentar é b u s c a r t a m b i é n en el texto d e la Poética. Espero m o s t r a r en el p r o p i o t e x t o d e Aristóteles los indicios dispersos d e esta referencia al " a n t e s " d e la c o m p o s i c i ó n poética. p e r o e n su actualidad" {op. n o m b r a d a e n la definí- . cit. en cambio. q u e consiste en c o n d u c i r del antes al d e s p u é s del texto p o r su p o d e r d e refiguración. Es a este p r e c i o c ó m o n a r r a r " e n s e ñ a " s o b r e la d i c h a y s o b r e la vida. la Retórica inserta en su p r o p i o texto u n v e r d a d e r o " T r a t a d o d e las pasiones". Al c o n s t r u i r sus t r a m a s . E s p e r o m o s t r a r q u e ella o b t i e n e la inteligibilidad d e su función m e d i a d o r a . C C L E T E N ." a c c i ó n " y éthos = "caracteres".104 n .

6). d e "trasposición" cuasi metafórica d e la ética a la ción d e la tragedia: 'representación. 202-204). identificación y transformación. el objeto de la actividad mimética guarda. y aquélla mejores q u e los h o m b r e s reales (ion mm}" (48a. sino quizá hasta el final. 6). La expresión "todos" (pantes) es la señal d e mimesis I e n el texto d e IA Poética. p u e s Lodos sobresalen. 1). De la imitación o de la lepresentación p r o v i e n e la exigencia lógica d e coherencia. Según ellos. n o sólo e n esto capítulo. En el capítulo consagrado a los caracteres (capítulo XV). q u e "los caracteres son aquello según lo cual decimos q u e los q u e actúan son tales o cuales" (50a.^^ E n pocas palabras: p a r a q u e p u e d a hablarse d e "desplazamiento niimético". el sentido ambiguo d e objeto-modelo {el objeto n. j Lallot cuando afirman que la Poética invierte la relación d e prioridad que la ética establece entre la acción y los caracteres. sin duda. según Ifi ética.sabe y p r e s u p o n e q u e los caracteres p u e d e n mejorar o deteriorarse. í c ó r o o se percibiría este cambio alegado si el orden de precedencia que la Poética invierte n o fuera p r c s c n a d o por el cambio? Nuestros autores lo admitirían. e n u n solo y Ú T Ú C O movimiento" (p. e n c u a n t o al carácter. Las Calificaciones éticas vienen d e lo real. /\firman. ad 48«. el h o m b r e . 157). Veremos más adelante (tercera parte. el p o e t a . los caracteres son prioritarios. De todas formas.les o cuales" (50a. Igualníente se dice q u e la tragedia y la c o m e d i a difieren e n q u e "ésta tiende a representar a los personajes p e o r e s . Igualmente. cap. 17-18). pp. P o d e m o s seguir a Dnporti-RO'. implica a la vez semejanza y diferencia. sino d e acción. pasan a s e g u n d o lango. 196. 9: "La actividad mimética (los que representan) establece entre los dos objetos. d e vida y de felicidad (la infelicidad reside también c n la acción)" (500. m o d e l o y copia. una relación c o m pleja. 9-4) que. 27). q u e "estos personajes son esforzados o d e baja calidad" (48a. d e s d e siempre s u p o el poeta. 2). q u e los personaj e s q u e r e p r e s e n t a son "actuantes" (48ÍI. 2-4). Por lo tanto. e n la ética —dicen—. p o r el vicio o p o r la virtud)" (48a. "constituye el objeto d e la r e p r e sentación" {54ff. El paréntesis q u e sigue a esta frase es u n paréntesis ético: "(Los caracteres casi siempre se r e d u c e n a éstos solos. "la inversión de la relación d e prioridad entre agente y acción proviene directamente d e la definición d e la poesía dramática c o m o representación de acción' (p. 2) el uso que Claude B r e m o n d hace d e estas nociones d e mejora y d e deterioro dentro de su "lógica d e los posibles narrativos". 16-18): seg i m d a señal d e mimesis I . . es la acción la que confiere su cualidad moral a los caracteres. también para la ética. e n la poética. "Los caracteres son aquello según lo cual decimos q u e los q u e actúan son ta. se puede observar c o n Else (ad 48a. no de personas.itural que se imita) y d e objeto-copia (el objeto artificial que se crea).l A CONSTRUCCIÓN DE I A TRAMA 105 E n p r i m e r lugar. Sin embargo.

y redac- . N o hablan d e la fundación d e las ciudades. aseg u r a la c o n t i n u i d a d e n t r e los dos regímenes. son.'^ ^ ' 5 1 o .. sorprendente. pp. descritos con a m p l i t u d e n Retórica 11. 29-30). 31-35) que las historias d e héroes. pues. recibidos d e la tradición. el kleos. Es cierto q u e el a r t e también a q u í señala u n a r u p t u r a : "y si e n algún caso [el p o e t a ] c o m p o n e u n poem a sobre cosas sucedidas (genomena). separarse d e las coacciones culturales d e lo aceptable. casualidad q u e Aristóteles.. El p o e t a n o encuentra sólo e n su caudal cultural la categorización implícita del c a m p o práctico. pues. y el pathos —"efecto violento"—. a diferencia de las d e los dioses. ¿Quién contará el inagotable m a n a n t i a l d e violencia recibida d e los mitos. n o es m e n o s p o e t a " (516. P e r o sin mitos trasmitidos n o h a b r í a t a m p o c o n a d a q u e t r a s p o n e r p o é t i c a m e n t e .? No es. recibidas d e la tradición. a diferencia d e los autores d e comedia.). 16). s i n o de su destrucción. q u e el p o e t a transforma en efecto trágico? Y ¿ d ó n d e es m á s d e n s o este trágico potencial sino en las historias recibidas q u e c o n c i e m e n a algunas casas célebres: los Atridas. Ella es el n]o\'imiento m i s m o d e mimesis I a mimesis II. 16) —rasgo subjetivo. las más soportados. Redfíeld observa {op. 9ss. p o r lo d e m á s tan p r e o c u p a d o p o r la a u t o n o m í a del acto poético.. que n o forman e n absoluto u n a acción una. a veces superados.106 El. es q u e lo verosímil —rasgo objetivo— d e b e ser adem á s convincente (pitkanon) (516. C Í R C U L O E N T R E N A R R A C I Ó N Y T E M P O R A L I D A D poética es necesario concebir la actividad mimética c o m o vínculo y n o sólo c o m o r u p t u r a . " p a r t e " d e la trama. aconseje al p o e t a q u e siga sacando d e este tesoro la materia del t e m o r y d e la compasión. la p r o p i a palabra praxis. p o r su doble vasallaje. **se a t i e n e n a n o m b r e s q u e h a n existido (genomenon)" (516. Quizá hay q u e llevar m á s lejos la reasunción o el relevo d e la ética e n la poética. é d c o y poético. sino también la p r i m e r a formalización narrativa d e ese c a m p o . Si n o hay d u d a d e q u e el t é r m i n o mythos seríala la discontinuidad. Si los poetas trágicos. Edipo y los suyos. a este respecto. La c o n e x i ó n lógica d e lo verosímil n o p u e d e . dt. historias d e desastres y d e sufrimientos. El poeta épico recoge su "fama". seg ú n el a r t e trágico (526. 16-20 es.^' U n a relación p a r e c i d a d e i d e n t i d a d y d e diferencia p o d r í a rec o n o c e r s e sin d u d a e n t r e los pathe. hablando d e las acciones qne sobrevienen e n la \ i d a d e u n individuo únuo. q u e se p e r m i t e n usar c o m o s o p o r t e d e su t r a m a n o m b r e s t o m a d o s al azar. d e la acción.

A p r i m e r a vista. Las anotaciones q u e r e ú n o bajo el título d e mimesis III son tan­ t o m á s valiosas c u a n t o m á s raras. la principal categoría d e la Poética. d e encerrarse en él. exige. d e la q u e voy a o c u p a r m e e n seguida. 58). XXV). d e s d e las p r i m e r a s líneas d e la Poética. Deja incluso trashicir s i e m p r e u n a real p r e o c u p a c i ó n respecto d e las constricciones vinculadas a la institución d e los concursos (5 l a . su "efecto p r o p i o " (Golden. p o c o hay q u e esperar d e la Poética p o r lo q u e concierne al "después" d e la composición poética. la systasis (o syntkesis) es la operación d e o r d e n a r los h e c h o s en siste­ m a y n o el sistema m i s m o . 30). Es cierto q u e este acaba­ m i e n t o es el d e la obra. e n el capítulo VI. . el t é r m i n o poiesis p o n e el sello d e su dina­ m i s m o e n todos los conceptos d e la Poética y hace d e ellos con­ ceptos operativos: la mimesis es u n a actividad representativa. Éste es m i p u n t o d e partida: la Poética n o habla d e estructura. 7) y más todavía c o n respecto al mal gusto del público vulgar (cap. p a r a u n a poética q u e hace hincapié e n las estructuras internas del tex­ to. al q u e Aristóteles llama su ergon (52b. sino d e estructuración. La referencia q u e acabamos d e hacer a su u n i ó n con lo "persuasivo" d a a e n t e n d e r q u e esto último es e n cierto m o d o t a m b i é n recibi­ d o . a su ver. las tramas no" (p. A diferencia d e la Retórica. p e r o sólo es atestiguado p o r "el placer p r o p i o " (53A. d e su mythos. traducido: ta s u memorial. p u e s . c o m o exi­ gencia d e acabamiento (47a. y ésta es u n a actividad o r i e n t a d a q u e sólo alcanza su c u m p l i m i e n t o en el espectador o en el lector. el p o e t a trágico. 8-10). c o n la reserva de q u e "las historias p u e d e n copiarse.. sin apenas n i n g ú n mira­ m i e n t o hacia el q u e la recibe. D e este caudal bebe. el d i n a m i s m o [dynamis) d e la poiesis se enfoca. se p u e d e du­ d a r d e q u e él se deje e n c e r r a r en la p u r a "lógica" poética. Pero este p r o b l e m a p e r t e n e c e más b i e n a la p r o b l e m á t i c a d e mimesis 111. cit. 11) d e la tragedia. /a Poética n o revela n i n g ú n interés exph'cito p o r la comunicaci^íi d e la obra al público. Desde el comienzo. La acogi­ d a d e la o b r a n o es. p o r el q u e el p o e t a dis­ tingue sus tramas d e las historias recibidas —hayan s u c e d i d o real­ m e n t e o sólo existan e n el tesoro d e la tradición—. Muestran la imposibilidad. q u e la acción se lleve hasta su t é r m i n o (teleios). Ésta es u n tratado relativo a la composición. op.L C O N S T R U C C r Ó N D L T AA A E A R^ ^ 107 C o n respecto al criterio d e lo verosímil. q u e s u b o r d i n a el o r d e n del discurso a sus efectos sobre el auditorio. A d e m á s .

17). e n la flexión de la obra y del público. q u e la poética m o d e r n a r e d u c e con demasiada ligereza a u n a simple disyunción. la v e h e m e n c i a ontológica n o arrojara al lenguaje fuera d e sí m i s m o ! Poseemos en la Ética u n excelente guía p a r a articular c o r r e c t a m e n t e lo interior y lo exterior d e la obra. e n efecto. explica sin duda p o r qué el espectáailo ocupa u n lugar tan fluctuante e n ei curso d e la Poética. es necesario articular d e igual m a n e r a la finalidad i n t e r n a d e la composición y la e x t e m a d e su acogida. se dice que es "totalmente extraño al arte": "pues la tragedia alcanza su finalidad incluso sin concurrencia y sin actores" (50b. que argumenraré e n el próximo capítulo. e n n o m b r e d e u n a supuesta prohibición lanzada p o r la semiótica c o n t r a t o d o lo q u e es tenido p o r extralingüístico. Es la p r o p i a teoria del placer. Si se aplica a la obra literaria lo q u e Aristóteles afirma del placer en el libro VTI y en el X d e la Ética a Nicómaco —a saber: q u e p r o c e d e d e u n a acción n o impedid a y se a ñ a d e a la reahzada c o m o u n s u p l e m e n t o q u e es su colofón—. 19)? El placer d e aprender pasa por la "contempladón". U n e lo interior con lo exterior y exige q u e se trate d e m o d o dialéctico esta relación d e lo exterior con lo interior. 1978).'^ ÍCom o si. Aristóteles lo considera u n corolario del placer q u e e x p e r i m e n t a m o s e n las imitaciones o representaciones. el lector. el p r i m e r c o m p o n e n t e del placer del texto. La lectura. e n Pour une estkMque de la réception (París. q u e éste es aquél" (486. Q u i e r o m o s t r a r c ó m o este placer se construye e n la o b r a y se efectiía fuera d e la o b r a a la vez. es u n a d e las "partes" d e la tragedia.J 08 E C C L E T E N R A I N Y TMO AIA L Í U O NR R AR C Ó E PRL D > the properfunction). 21-80. excluirse. inésencial. si n o . p u e s . Por u n lado. 16). pp. pues el texto es para representarlo o. Por eso todos los esbozos d e mimesis III e n el texto d e Aristóteles tienen relación con este "placer p r o p i o " y c o n las condiciones d e su creación. 24-211. p u e d e apreciar la "adecuada extensión" d e una obra. si n o el espectador o su sustituto. el d e r e c o n o c e r . R. p o r ejemplo. Aristóteles asocia al acto d e a p r e n d e r el d e " d e d u c i r q u é es cada cosa. n o puede. . según el análisis genético del capítulo iv. pp.'*" El placer d e a p r e n d e r es. 1977). El placer d e a p r e n d e r es. Eso hace el e s p e c t a d o r c u a n d o r e c o n o c e en el Edipo lo universal q u e la Mi postura. para leerlo. si se define a ésta c o m o "lo que d e b e poderse contemplar simultáneamente d e s d e el principio hasta el final" (59&. p o r otro. n o es sino el sustituto del espectáculo. cuya teoría n o hace Aristóteles. e n efecto. el cual es u n a d e las causas naturales del a r t e poético. El estauíto mixto del placer. d e s d e siempre. Pues cquién. está próxima a la d e H. Respecto del "goce". p u e d e leerse del mismo autor Aesthetische Erfahrung und Literariscke Hermeneuíik (Munich. Jauss.

el último criterio d e la mimesis". Y c u a n d o . o bien c o m o d e b e n ser" {&0b. V e r d a d es q u e Aristóteles hace explícitamente d e lo c o n v e n i e n t e u n a t r i b u t o d e lo verosímil. c o n motivo d e los casos extremos d e consonancia disonante. P e r o c u a n d o lo imposible —figura e x t r e m a d e lo discordante— a m e n a z a a la estructura. o bien c o m o se dice o se cree q u e son. p o r su misma naturaleza. 10-11). 10-11). bajo la presión d e lo inverosímil. 16). la o p i n i ó n y el deber-ser sino la p r o p i a soberanía d e lo creíble disponible? A b o r d a m o s a q u í u n o d e los aspectos más encubiertos del placer d e reconocer: el criterio d e lo "convincente". q u e a su vez es la m e d i d a d e lo posible en poesía ("lo posible es c o n v i n c e n t e " . lo e x p e r i m e n t a el espectador.LA C NT U C N D O SR C I Ó E LA TA A RM 109 t r a m a e n g e n d r a p o r su sola composición. 5 1 ^ . p .inteligibilidad característica d e la consonancia disonante. d e b e explicarse l o irracional" (616. y. N o se h a olvidado el s o r p r e n d e n t e p r e c e p t o : "se d e b e preferir lo imposible verosímil a lo posible increíble" (60a. Estos mismos criterios "lógicos" se construyen e n la o b r a y se ejercen p o r el espectador a la vez. al vínculo establecido p o r Aristóteles e n t r e lo verosímil y lo aceptable —lo "convénceme"—. A su vez. en el capítulo siguiente ( X X V ) . cuyos c o n t o m o s son los mismos q u e los d e lo imaginario social (los últimos comentaristas franceses dicen c o n razón: "Lo convincente n o es m á s q u e lo verosímil c o n s i d e r a d o e n su efecto s o b r e el espectador. clasifica las cosas representables en tres apartados. 26-27). 328). la misma q u e Aristóteles coloca bajo el . Ya h e m o s h e c h o alusión. la. Así. pues. en este caso. es preferible lo imposible c o n r i n c e n t e a lo posible increíble" (61¿. p o r consiguiente. Aristóteles establece las n o r m a s q u e d e b e n guiar al crítico en la resolución d e los "problemas". P e r o (¡qué designan la realidad p r e s e n t e (y pasada). principal categoría d e la Retórica.) es.14). el único guía: "En o r d e n a lo q u e se dice. q u e la Iragedia d e b e evitar. se estira h a s t a Uegar a la r o t u r a . ¿no se convierte lo convincente en la m e d i d a d e lo imposible aceptable? "En o r d e n a la poesía. La " o p i n i ó n " (ibid. lo irracional. Entonces lo verosímil. Así. "o bien c o m o e r a n o son. Y a ú n más c u a n d o la e p o p e y a acoge lo alogon. el placer del r e c o n o c i m i e n t o se construye en la o b r a y. Así o c u r r e c u a n d o lo\para-dójico debe incluirse e n la c a d e n a causal del " u n o p o r m e d i o d e otro". este placer del r e c o n o c i m i e n t o es el fruto del placer q u e el espectador siente e n la composición según lo necesario y lo verosímil. a la vez.

. Y c o m o la trama es la imitación. D e este m o d o . C.^'^ p e r o u n espectador sensible capaz d e goce. "El arte. Golden. es u n a purificación [. E n efecto. 188193). 161). p p . ella misma realiza la purificación. U n a vez más.110 E L CfRCUIX> E N T R E N A R R A C I Ó N Y T E M P O R A U D A D c o n c e p t o d e verosímil. es el resultado c o m ú n d e la o b r a y del público. 4 3 (1962). A este respecto. según una expresión tomada d e Lévi-Strauss: "La señal d e esta reducción es el cierre artístico" (p. pp. D e esta forma. se p o d r í a decir q u e el espectador ideal d e Aristóteles es u n implied spectator. 166). Else: el propio proceso d e la imitación realiza la purificación. Redfield escribe: "El arte [. Lo "convincente" nace d e su intersección. Philological Assoc". art. Y ¿cómo los Ueva a la representación? P r e c i s a m e n t e haciéndolos surgir d e (ex) la disposición d e los h e c h o s . Consiste precisamente e n q u e el "placer p r o p i o " d e la tragedia p r o c e d e d e la c o m p a s i ó n y del t e m o r . sino que presupone toda la teoría d e la trama. Catharsis: "Transactions of the Ani.. lo h o r r o r o s o y lo compasiv o — c o m o adjetivos— caracterizan los p r o p i o s "hechos" q u e el mythos c o m p o n e simultáneamente. 165). que nada podría añadirse o quitarse.] C u a n d o la obra llega a su fm. e n cuanto realiza la forma. p u e s .. véase L é o n Golden. p o r u n a parte. al imitar la vida. u n a p u r g a c i ó n q u e tiene lugar en el espectador. J. En este sentido. pp. puede hacer inteligibles (al precio d e la reducción) situaciones ininteligibles e n la vida". el mythos imita o r e p r e s e n t a lo h o r r o r o s o y lo compasivo. Así. Por su parte. 51-60. Estriba. en la transformación en placer de la p e n a i n h e r e n t e a estas e m o ^' Wolfgang Iser. la traducción de catharsis p o r "purgación" d e Dupont-Roc y Lallot está plenamente justificada (véase su comentario. el t e m o r y la compasión se inscriben en los hechos por la composición.]. 13). ésta ha sido combatida y superada por el poder del a i t e formal" (p. porque el m u n d o de la obra literaria es self-contained (p. Pues la obra nos c o n d u c e a la pureza a través de la impureza. L o q u e exp e r i m e n t a el espectador d e b e construirse antes e n la obra. Así. E n n i n g u n a p a r t e mejor q u e a q u í se d e s c u b r e la flexión d e la o b r a al espectador. las e m o c i o n e s p r o p i a m e n t e trágicas alcanzan su p l e n o desarrollo en el espectador. . e n c u a n t o q u e ésta pasa por el tamiz d e la actividad representativa (536. mejor. La alusión a la catharsis e n el capítulo VI n o constimye. pues. J a m e s Redfíeld. en el sentido e n q u e Wolfgang Iser habla d e u n implied reader. 1974). Tké implied reader (Baltimore/Londres. D u p o n t Roc y J e a n I^UOL^^ La catharsis es u n a purificación —o. estoy d e a c u e r d o con las interpretaciones convergentes d e la catharsis d e Else. una adición. com o p r o p o n e n estos últimos. 274-294. v e m o s que cada cosa es c o m o debería ser.. el placer p r o p i o d e la tragedia es el placer e n g e n d r a d o p o r el t e m o r y la compasión. En el mismo sentido. pues.

esfuerzo y aplicación d e c o n o c i m i e n t o constiwycn Ja esfera d e la cultura" (op.'" E n este sentido. "La necesidad constimye la esfera d e la naturaleza. c o n los últimos comentaristas. c o m o acabamos d e decir. f o r m a n u n solo g o c e constituyen sólo el esbozo d e la teoría d e mimesis III. n o es excesivo afirmar. Pero esta alquimia subjetiva se construye también en la o b r a por la actividad mimética. 5 (1978).] coacciones para la acción.*'* La Poética d e Aristóteles n o hace n i n g u n a incursión T h e metaphorical process as congition. el eje principal d e la teoría d e la referencia al "después" d e la o b r a pasa p o r la relación e n t r e poesía y cultura C o m o afirma Jam e s Redfield en su o b r a Nature and culture in the Iliad. Este tema de la incidencia de la inteligencia poética sobre la cultura orienta toda la obra de James Redfield. Y o m i s m o h e sugerido e n o t r a p a r t e q u e hay q u e considerar la catharsis c o m o p a r t e integrante del p r o c e s o d e metaforización. Xl). En este sentido. la dialéctica d e lo interior y d e lo exterior alcanza su p u n t o culmin a n t e e n la catkarsis: el espectador la experimenta. 28). en ella. sin consagrarle u n análisis aparte: "al (dia) r e p r e s e n t a r la c o m p a s i ó n y el temor. q u e u n e cognición. las d o s relaciones m u t u a m e n t e inversas q u e p u e d e n establecerse e n t r e estos dos términos " d e b e n ser interpretadas [. p . cit.. D e ello se d e d u c e que el sentido de u n a obra de arte sólo se completa e n su efecto so- . en Cñticallnquiíy. en p r i m e r lugar. sino (teleológicamente) fuentes para la acción" (ibid-). lleva a cabo la purgación d e tales afecciones" (49b. q u e la purgación consiste. p u e s . 143-159.. a la r e p r e s e n t a c i ó n ..L A C NT U C N D O SR C I Ó E L TA A A RM 111 cienes. Define la cultura cn estos términos: "Aquellas cosas que p u e d e n ser hechas d e otro m o d o por elección.] a la luz d e u n a t e r c e r a relación: el poeta en c u a n t o h a c e d o r d e cultura" (Prefacio. p e r o se construye e n la obra.. las coias n o p u e d e n ser hechas d e otro m o d o " (p. Así. P e r o esta representación poética d e las emociones resulta a su vez d e la p r o p i a composición. en la construcción poética. imaginación y sentimiento. 70). pp.íte esencialmente e n la oposición entre necesidad y contingencia: "Valores y normas n o son [. Aristóteles p u e d e p o r eso incluirla e n su definición d e la tragedia. 71). La oposición entre naturaleza y cultura consi. p . en la Poética. Ésta adquier e su verdadera a m p l i t u d c u a n d o 1^ o b r a despliega un mundo q u e el lector hace suyo. Proviene d e q u e los incidentes d e c o m p a s i ó n y d e t e m o r son llevados. Este m u n d o es u n m u n d o cultural. imagination and fecling".. Confieso g u s t o s a m e n t e q u e las alusiones q u e hace la Poética al placer o b t e n i d o al c o m p r e n d e r y el o b t e n i d o al e x p e r i m e n t a r tem o r y compasión —los cuales.

Volveremos e n la cuarta parte. ofrece el esbozo d e la actividad mimética e n toda su e n v e r g a d u r a . p e r o muestra la carencia d e sentido d e toda empresa guerrera: "El arte dramático parte d e los dilemas y contradicciones d e la vida. 36). sobre t o d o . p o r el contrario. la ceremonia fúnebre de reconciliación n o revela ningún sentido. p e s e a su casi exclusivo interés p o r la mímastí-invención. La hamartia. pero n o p r o m e t e resolverlos. la epopeya d e s e m p e ñ ó esta función gracias a la "distancia épica": "La épica describe el m u n d o heroico a una audiencia que vive e n otro m u n d o . es también el p u n t o ciego d e la "enseñanza trágica". ParaJ. 84): "El poeta trágico prueba de este m o d o l o s límites d e la cultura. "Por m e d i o det sufrimiento inmerecido d e los caracteres d e la tragedia se nos hace sentir el problema d e la cultura" (p. Pero sitúa al espectador ideal. el arte trágico alcanza su perfección forma! más alta e n el m o m e n t o e n que nos revela estos dilemas c o m o universales.112 E C C L E T E N R A Ó Y TMO AI A L Í U O NR R AR O N E PRL D D e n este c a m p o . sus e m o c i o n e s "purgadas". Pero n o resuelve los dilemas de ta vida. P o r eso la Poética d e Aristóteles. 219). Así. Antes q u e ella. bre la cultura. . e n la lUada. agravado p o r la culpa trágica. convincentes y necesarios" (p. crítica: el drama nac e de las ambigüedades de los valores y d e las normas culturales. 218223). C o n sus ojos fij o s e n la norma. En la tragedia. El p o e t a ejercita su magisterio c o m e n z a n d o por desorienlar a su auditorio. y a ú n más al lector ideal: su inteligencia. 84). esta incidencia es. e n el m u n d o ordinario" {p. 220). S ó l o e n este sentido p o d e m o s arriesgarnos a llamar al arte "la negación d e la cultura" (pp. la cultura misma se hace problemática" (p. sobre esta función q u e tiene la obra Hteraria d e problematizar la vivencia de la cultura. p u n t o ciego d e la discordancia. Es el caso del sufrimiento n o merecido. sino inteligibilidad" (p. 87). "La poesía n o ofrece (a los hombres) gratificación. el poeta presenta a su auditorio u n a historia problemática c o n u n carácter desviante (p. con ayuda d e Hans Robert Jauss. luego ofreciéndole una representación ordenada d e los temas d e desolación y d e d e s o r d e n de sus conatos heroicos. su goce. u n i d o s a la o b r a y a la cultura q u e ésta crea. Redfíeld.

e n t r e la actividad d e n a r r a r u n a historia y el carácter t e m p o r a l d e la existencia h u m a n a exSste u n a correlación q u e n o es p u r a m e n t e accidental. El abismo cultural q u e separa el análisis agustiniano del tíempo en las Confesiones y el aristotélico de la trama e n la Poética m e obliga a construir p o r mi cuenta y riesgo los eslabones intermedios q u e articulan la correlación. T I E M P O Y N A R R A C I Ó N La triple "mimesis" H a llegado el m o m e n t o d e relacionar los dos estudios Independientes q u e precede'n y p o n e r a p r u e b a mi hipótesis d e análisis. en este estadio d e la investigación sólo p u e d e tratarse d e u n esbozo q u e exige todavía desarrollo. En efecto. Así. El ejemplo privilegiado d e la recitación d e u n verso o d e u n p o e m a sirve para avivar la paradoja m á s que para resolverla. la "lógica" d e la construcción de la trama descarta cualquier consideración sobre el tiempo. sino q u e p r e s e n t a la forma d e necesidad transcultural. E n efecto. D e la investigación separ a d a d e estos dos c a m p o s nacerán las m á s c o m p r o m e t i d a s discusiones d e t o d a m i e m p r e s a . Por su parte. L a construcción d e la mediación q u e voy a p r o p o n e r lleva int e n c i o n a d a m e n t e el m i s m o título q u e el conjunto d e la o b r a : Tiempo y narración. crítíca y revisión. más aún. la cual compete exclusivam e n t e a la física. el p r e s e n t e estudio n o tiene e n cuenta la bifurcación f u n d a m e n t a l e n t r e n a r r a c i ó n histórica y narración d e ficción. se h a dicho q u e las paradojas d e la experiencia del tíempo según Agustín no d e b e n n a d a a la actividad d e n a r r a r u n a historia. q u e d a r á origen a los estudios m á s técnicos d e la s e g u n d a y tercera p a r t e s d e esta obra. e n la Poética. medio y fin. lo [113] .3. al análisis d e la trama q u e hace Aristóteles le ocurre lo mismo con su teoría del tiempo. o se ocupe d e la extensión o d e la duración d e la trama en el discurso. a u n c u a n d o entrañe conceptos tales c o m o comienzo. t a n t o e n el p l a n o d e la p r e t e n s i ó n d e v e r d a d c o m o e n el d e la estructura i n t e r n a del discurso. C o n otras palabras: el t i e m p o se hace d e m p o h u m a n o e n la medid a e n q u e se articula en u n m o d o narrativo. Sin e m b a r g o . y la narración alcanza su p l e n a significación c u a n d o se convierte e n u n a condición d e la existencia t e m p o r a l .

Q u i e r o caracterizar mimesis II p o r su función d e mediación. c o m o ya h e sugerido. q u e el resto d e la o b r a d e b e r á p o n e r a pruebaT o m o c o m o hilo c o n d u c t o r d e este análisis d e la mediación entre tiempo y narración la articulación evocada antes. Lo q u e está e n j u e g o . Pero mi tesis es q u e el sentido m i s m o d e la operación d e configuración constitutiva d e la construcción d e la t r a m a resulta d e su posición i n t e r m e d i a e n t r e las d o s operaciones q u e yo l l a m o mimesis I y mimesis III. del o b r a r y del sufrir. Reservo p a r a la p a r t e d e esta o b r a consagrada a la n a r r a c i ó n d e ficción la confrontación e n t r e esta tesis y la q u e considero característica d e la semiótica del texto: que la ciencia del texto p u e d e establecerse e n la sola abstracción d e mimesis II y p u e d e t e n e r e n c u e n t a únicam e n t e las leyes inteiTias d e la o b r a literaria. sin considerar el antes y el d e s p u é s del texto. En cambio. C o n esto m e p r o p o n g o m o s t r a r q u e mimesis II consigue su inteligibilidad d e su facultad d e mediación. transfigurar el antes e n d e s p u é s p o r su p o d e r d e configuración. q u e consiste e n c o n d u c i r del antes al d e s p u é s del texto. Ñ o se limita a colocar mimesis II e n t r e I y III. Doy p o r sabido q u e mimesis II constituye el eje del análisis. p o r su función d e r u p t u r a . i n c u m b e a la h e r m e n é u t i c a r e c o n s t r u i r el c o n j u n t o d e las operaciones p o r las q u e u n a o b r a se levanta sobre el f o n d o o p a c o del vivir. es el p r o c e s o c o n c r e t o p o r el q u e la configuración textusú m e d i a entre la prefiguración del c a m p o práctico y su r e ñ g u r a c i ó n p o r la recepción d e la obra. el ú n i c o c o n c e p t o operativo sigue s i e n d o el del texto literario. pues. C o m o corolario. abre el m u n d o d e la composición poética e instituye. la hteralidad d e la o b r a literaria. q u e el lector es el o p e r a d o r p o r excelencia q u e a s u m e p o r su h a c e r —acción d e leer— la u n i d a d del r e c o r r i d o d e mimesis I a mimesis III p o r m e d i o d e mimesis II. e n cambio. Esta contemplación d e la dinámica d e la construcción d e la tram a es. a m i juicio. se verá.114 EL CIRCULO ENTRE NARRACIÓN Y TEMPORALIDAD q u e a q u í se esboza n o es m á s q u e u n a especie d e m o d e l o reducid o d e la tesis. autores y lectores. se p r e o c u p a d e reconstruir t o d a la g a m a d e operaciones p o r las q u e la experiencia práctica intercambia obras. entre los tres m o m e n t o s d e la mimesis q u e llamo mimesis I. y q u e constituyen "el antes** y "el d e s p u é s " d e mimesis II. la clave del p r o b l e m a d e la relación e n t r e tiem- . al t é r m i n o del análisis. e ilustrada ya parcialmente p o r la interpretación de la Poética d e Aristóteles. mimesis II y mimesis III. Para la semiótica. La hermenéutica. p a r a ser d a d a p o r el a u t o r a u n lector q u e la recibe y así cambia sü obrar.

En el h o r i z o n t e d e la investigación se p l a n t e a la objeción d e círculo vicioso entre el acto d e narrar y el ser temporal. hacia el final del capítulo. Pero ¿no volvemos a reforzar la objeción al b u s c a r u n t é r m i n o m e d i o p a r a estos d o s e x t r e m o s y al asignar u n papel m e d i a d o r a la construcción d e la t r a m a y al t i e m p o q u e ella estructura? N o i n t e n t o n e g a r el carácter circular d e la tesis según la cual la t e m p o r a l i d a d es llevada al lenguaje e n la m e d i d a e n q u e éste configura y refigura la experiencia temporal. el paso de un tiempo prefiguTado a otro refigurado por la mediación de uno configurado. Me p r o p o n g o excluirlos del acto d e configuración textual y m o s t r a r el p a p e l m e d i a d o r d e este t i e m p o d e la construcción d e la t r a m a e n t r e los aspectos t e m p o r a l e s prefigurados e n el c a m p o práctico y la refiguración d e nuestra experiencia temporal p o r este tiempo construido. En este sentid o . ¿Condena este círculo a toda la e m p r e s a a n o ser más q u e u n a vasta tautología? Parece q u e h e m o s e l u d i d o la objeción al escoger d o s p u n t o s d e p a r t i d a alejados e n t r e sí lo más posible: el t i e m p o en Agustín y la construcción d e la t r a m a en Aristóteles. Aristóteles —lo h e m o s visto— i g n o r ó los aspectos temporales d e la construcción d e la trama. pues. C o n otras palabras: p a r a resolver el p r o b l e m a d e la relación e n t r e t i e m p o y narración d e b o establecer el p a p e l m e d i a d o r d e la construcción d e la t r a m a e n t r e el estadio d e la experiencia práctica q u e la p r e c e d e y el q u e la sucede. I. La mediación e n t r e t i e m p o y narración la constituyo p r e c i s a m e n t e al construir la relación e n t r e los tres m o dos miméticos. el a r g u m e n t o del libro consiste e n construir la mediación entre t i e m p o y narración d e m o s t r a n d o el p a p e l m e d i a d o r d e la construcción d e la t r a m a en el p r o c e s o m i m é t i c o . I N I E P AR Ó \ C 115 p o y narración. MIMESIS I ^ Cualquiera q u e p u e d a ser la fuerza d e la innovación d e la c o m p o - . P e r o e s p e r o mostrar. q u e el círculo p u e d e ser algo muy distinto d e u n a tautología muerta.T MO Y N S . Lejos d e sustituir u n p r o b l e m a p o r o t r o . Seguimos. p a s a n d o d e la cuestión inicial d e la mediación e n t r e t i e m p o y narración a la nueva del e n c a d e n a m i e n t o d e los tres estadios d e la m í m ^ i s / b a s o t o d a la estrategia d e mi o b r a e n la s u b o r d i n a c i ó n del s e g u n d o p r o b l e m a al p r i m e r o . Esta m i s m a m e d i a c i ó n es la q u e pasa p o r las tres fases d e la mimesis.

Las acciones implican Jiiies. pp. Estos rasgos se describ e n m á s q u e se d e d u c e n . se requiere u n a competencia previa: la d e identificar la acción en general p o r sus rasgos estructurales. C o n s i d e r a r e m o s sucesivamente estos tres rasgos: estructurales. si imitar es elaborar la significación articulada. q u e h a c e n y p u e d e n h a c e r cosas q u e se consideran c o m o o b r a su' V é i s e nú contribución a La sfmantique de l'action (París. t o m a d o e n el sentido estricto d e lo que alguien hace. Las acciones tienen t a m b i é n agentes. E n este sentido. d e la q u e t o m a r é algimos ejemplos. a d e m á s .116 E L C Í R C U L O E N T R E N A R R A C t ó N V T E M P O R A L t D AD sición poética en el c a m p o d e n u e s t r a experiencia t e m p o r a l .c o m p r e n s i ó n del m u n d o d e la acción: d e sus estructuras inteligibles. la composición d e la trama se enraiza en la p r e . se r e q u i e r e u n a c o m p e t e n c i a suplementaria: la aptitud p a r a identificar lo q u e yo llamo mediaciones simbólicas d e la acción. d e la acción. en el sentido clásico q u e Cassirer da a la palabra símbolo y q u e h a a d o p t a d o la antropología cultural. obtiene su p l e n a significación d e los d e m á s términos d e toda la red. Además. q u e distingue estruciuralm e n t e el c a m p o d e la acción del m o v i m i e n t o físico. Las acciones. . Un p r i m e r p r é s t a m o de la fenomenología h e r m e n é u t i c a d e Heidegger a c o m p a ñ a r á la descripción d e este tercer rasgo. estas articulaciones simbólicas d e la acción son p o r t a d o r a s d e caracteres temporales d e d o n d e p r o c e d e n m á s directa* lente la p r o p i a capacidad d e la acción para ser c o n t a d a y quizá la necesidad de hacerlo. 1977). Sin e m b a r g o .' H a b l o d e r e d conceptual m á s q u e d e c o n c e p t o d e acción p a r a subrayar el hec h o d e q u e el p r o p i o t é r m i n o d e acción. 21-63. En p r i m e r lugar. q u e explican p o r q u é alg u i e n hace o h a h e c h o algo. La inteligibilidad e n g e n d r a d a p o r la construcción d e la t i a m a e n c u e n t r a el p r i m e r anclaje en nuestra c o m p e t e n c i a p a r a utihzar d e m a n e r a significativa la red conceptual. d e u n m o d o q u e distinguimos claram e n t e d e aquel p o r el q u e u n acontecimiento físico c o n d u c e a o t r o acontecimiento físico. Finalmente. r e m i t e n a motivos. si es cierto q u e la t r a m a es u n a imitación d e acción. simbólicos. d e sus recursos simbólicos y d e su carácter t e m p o r a l . sino q u e c o m p r o m e t e a aquel de quien d e p e n d e la acción. su e n u m e r a c i ó n sigue u n a progresión fácil d e establecer. temporales. cuya anticipación n o se confunde con algún resultado previsto o predicho. la semántica d e la acción explica esta p r i m e r a competencia. n a d a exige q u e su lista sea cerrada.

q u e es capaz d e hacer. sin observación. itntion {Oxford. Respecto del -. (1965). d e la competición o d e la lucha. t o d o s los m i e m b r o s del conjunto están en u n a relación d e intersignifícación. el "cómo". ¿Cuál es. el "quién". 1957). CJón c o n la noción d e sistema físico . u n o u o t r o d e estos t é r m i n o s en u n a situación d e p r e g u n t a y d e respuesta es ser capaz d e u n i r l o a cualquier o t r o m i e m b r o del m i s m o c o n j u n t o . Explanatúm and .1a c o m p r e n s i ó n práctica tal c o m o la a c a b a m o s d e organizar? L a |. n o es incompatible con la regresión finita abierta p o r la p r e g u n t a "¿quién?" Identificar u n a g e n t e y r e c o n o c e r l e motivos son operaciones complementarias. p o r consiguiente. ^. con el estadio inicial d e u n sistema físico cerrado. se p u e d e c o n s i d e r a r a e s t o s agentes responsables d e algunas consecuencias d e sus acciones.^ Además. c o m o su hecho. A su vez. el " p o r q u é " . la regresión infinita abierta p o r la p r e g u n t a "¿phx qué?". v o n Wright. Finalmente. sin e m b a r g o .TIEMPO V NARRACIÓN 117 ya. véase A. la relación d e la comprensión narrativa c o n i . "Basic actions". véase E. Und^standing {honárcs. esta intervención s u p o n e q u e o b r a r es h a c e r coincidir l o q u e u n a g e n t e p u e d e h a c e r —en c u a n t o "acción d e base"— y lo q u e sabe. saber sin observación. véase H. Finalmente. 1971). D o m i n a r la r e d conceptual en su conjunto. E n pocas palabras: estos términos u o t r o s parecidos sobrevien e n en respuesta a p r e g u n t a s sobre el "qué". p o r su carácter d e ayuda o d e adversidad. A n s c o m b e . e n Am.respuesta a esta p r e g u n t a exige la relación q u e p u e d e establecer- Para el concepto de acción d e Phil. Qiuiríerly. p e r t e n e c e n al c a m p o práctico. En este sentido.cerrado. ITVsobre ei c o n c e p t o d e intervención en su rtld. d e m o d o significante. y cada t é r m i n o c o m o m i e m b r o del conjunto. base. precis a m e n t e e n c u a n t o circunscriben su i n t e n e n c i ó n d e agentes históricos d e n t r o del transcurso de los acontecimientos físicos y ofi'ecen a su acción ocasiones favorables o desfavorables. entonces. S a b e m o s también q u e estos agentes actúan y sufi'en e n circunstancias q u e ellos n o h a n p r o d u c i d o y q u e . Las contingencias d e la interacción se j u n t a n e n t o n c e s c o n las d e las circunstancias. Danto. Pero el h e c h o decisivo es q u e emplear. el "con" o el "contra q u i é n " d e la acción. o b r a r es s i e m p r e o b r a r "con" otros: la interacción p u e d e t o m a r la forma d e la cooperación. es t e n e r la competencia q u e se p u e d e llamar comprensión práctica. En la red. el resultado d e la acción p u e d e ser u n c a m b i o d e suerte hacia la fehcidad o hacia la desgracia.

esta lectura. esta relación es doble. Lo h e m o s visto y dicho al h a b l a r d e Aristóteles. e n el sentido d a d o a este t é r m i n o e n la filosofía analítica d e lengua inglesa. E n c u a n t o p r o v i e n e n del o r d e n paradigmático. fin. el análisis estructural d e la narración en términos d e funciones y d e actantes verifica esta relación d e presuposición q u e establece el discurso narrativo t e n i e n d o c o m o base la frase d e acción.' P o r o t r o lado. la n a r r a c i ó n n o se limita a h a c e r u s o d e n u e s t r a familiaridad c o n la r e d conceptual d e la acción. fin a l m e n t e . a la vez. fracaso. Es. el o r d e n sintagmático del discurso e n t r a ñ a el carácter i r r e d u c t i b l e m e n t e diacrónico d e cualquier historia n a r r a d a . cooperación. véase mi trabajo La sémantique de l'action. Las narraciones tienen c o m o tema. ayuda. A mi ent e n d e r . E n cambio. u n a relación d e presuposición y d e transformación. e n el sentido d e q u e las relaciones d e intersignificación q u e existen e n t r e fines. familiaridad con t é r m i n o s c o m o a g e n t e . . p o r p a r t e del n a r r a d o r y d e su auditorio.118 E C C L E T E N R A I N Y TM R LO D L Í U O NR R AR C Ó E P AT A O se e n t r e teoría narrativa y teoría d e la acción. q u e asciende ' Sobre la relación entre fenomenología y análisis lingüístico. familiar e n semiótica. ya se trate d e narración histórica. la frase narrativa m í n i m a es u n a frase d e acción d e la f o r m a "X h a c e A e n tales o cuales circunstancias" y t e n i e n d o en cuenta q u e " K h a c e B e n circunstancias idénticas o diferentes". circunstancias y lo demás. n o existe análisis estructural d e la n a r r a c i ó n q u e n o recurra a la f e n o m e n o l o ^ a implícita o explícita d d "hacer". o b r a r y sufrir. m e d i o . d e s d e P r o p p a Greimas. característica —como veremos— del acto d e n a r r a r d e nuevo. En este sentido. cuya función es e n g e n d r a r la composición d e las m o d a l i d a d e s d e discursos dign o s d e llamarse narrativos. A u n q u e esta diacronía n o i m p i d e la lectura al revés d e la narración. Se p u e d e explicar la relación e n t r e la r e d conceptual d e la acción y las reglas d e composición narrativa rec u r r i e n d o a la distinción. Ella a ñ a d e los rasgos discursivos q u e la distinguen d e u n a simple secuencia d e frases d e acción. agentes. Estos rasgos ya n o p e r t e n e c e n a la r e d conceptual d e la semántica d e la acción. etc. son rasgos sintácticos. En este sentido. op. circunstancia. pp. m e d i o s . P o r u n lado.. ya d e n a r r a c i ó n d e ficción. son perfectamente reversibles. toda narración p r e s u p o n e . éxito. hostilidad. Se verá m á s t a r d e hasta q u é p u n t o . e n t r e o r d e n paradigmático y o r d e n sintagmático. 113-132. cit. conflicto. t o d o s los t é r m i n o s relativos a la acción son sincrónicos.

la inteligencia narrativa n o se limita a s u p o n e r la familiaridad con la r e d conceptual constitutiva d e la semántica d e la acción. Este rasgo d e t e n n i n a r á qué aspectos del hacer. del poder-hacer y del saber-poder-bacer derivan d e la trasposición poética. el e n c a d e n a m i e n t o d e las frases d e acción) e n la acción completa constitutiva d e la historia narrada—. c u a n d o discutamos las tentativas estructuralistas d e derivar la lógica d e la nar r a c i ó n d e m o d e l o s ñ m d a m e n t a l m e n t e acrónicos. los t é r m i n o s d e la semántica d e la acción adquieren integración y actualidad. n o anula la diacronía fijndameiilal d e la narración. e n t e n d i d a e n el sentido a m p l i o q u e h e m o s a d o p t a d o en el capítulo anterior —la disposición d e los h e c h o s (y. familiarizarse con las reglas d e composición q u e g o b i e r n a n el ord e n diacrónico d e la historia. P o d e m o s r e s u m i r c o m o sigue la d o b l e relación e n t r e inteligencia narrativa e inteligencia práctica. \ Sacaremos más t a r d e las consecuencias d e esto. a d e m á s . en efecto. requiere. m o tivos y circunstancias se vuelven compatibles y o p e r a n conjuntam e n t e d e n t r o d e totalidades temporales efectivas. es q u e ya está articulada en signos. En este sentid o . d e s d e diferentes p u n - .T MO Y N A R R A C I Ó N I E P 119 d e s d e el final hacia el comienzo d e la historia. C o m o se h a dicho a n t e r i o r m e n t e . es el equivalente literario del o r d e n sintagmático q u e la n a r r a c i ó n i n t r o d u c e en el c a m p o práctico. la doble relación e n t r e reglas d e construcción d e la t r a m a y t é r m i n o s d e acción constituye a la vez u n a relación d e presuposición y u n a relación d e transformación. Al pasar del o r d e n paradigmático d e la acción al sintagmático d e )a narración. p o r lo tanto. a su h a c e r y a su sufrir. reglas. t é r m i n o s q u e sólo tepían u n a significación virtual e n el o r d e n paradigmático —simple capacidad d e uso— reciben u n a significación efectiva gracias al e n c a d e n a m i e n t o a m o d o d e secuencia q u e la intriga confiere a los agentes. Actualidad. normas: d e s d e s i e m p r e está mediatizada simbólicamente. El s e g u n d o "anclaje" q u e la composición narrativa e n c u e n t r a e n la c o m p r e n s i ó n práctica reside e n los recursos simbólicos del c a m p o práctico. C o m p r e n d e r una historia es c o m p r e n d e r a la vez el lenguaje del "hacer" y la tradición cultural d e la q u e p r o c e d e la tipología d e las tramas. En consecuencia. Digamos p o r a h o r a q u e c o m p r e n d e r lo q u e es narración es d o m i n a r las reglas q u e rigen su o r d e n sintagmático. m e a p o y o aquí e n los trabajos d e a n t r o p ó l o g o s q u e apelan. Integración: t é r m i n o s tan h e t e r o g é n e o s c o m o agentes. La trama. la acción p u e d e contarse. Si.

n o es u n a o p e r a c i ó n psicológica destinada a guiar la acción. sino u n a significación i n c o r p o r a d a a la acción y descifrable gracias a ella p o r los d e m á s actores del j u e g o social. el t é n n i n o símbolo subraya d e e n t r a d a el carácter público d e la articulación significante. Entre u n a acepción d e m a s i a d o p o b r e y o t r a d e m a s i a d o rica. CliíTord Geertz. aquellos q u e sirven d e base a la acción. p o r oposición a o t r o explícito o a u t ó n o m o . a la sociología comprensiva. ^ En el ensayo del que extraigo la mayoría de las anotaciones dedicadas a la mediación simbólica de la acción. 29-50). "la cultura es pública p o r q u e la significación lo es". e n la m e d i d a en que.120 EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN Y TEMPORAUD. E n este sentido se p o d r í a hablar d e u n simbolismo implícito o inman e n t e . p p . p a r a éste. espérer: les limites de la raison (Bruselas. i n d u s o c o n significaciones ocultas. 1977. The interpretation of cultures (Nueva York. el t é r m i n o símbolo —o mejor. e n t r e los símbolos d e naturaleza cultural. sólo accesibles a u n saber esotérico. p p . es p a r a distinguir. h a s t a el p u n t o d e constituir su p r i m e r a sigrúficación.^ En esta o b r a se tom a la palabra símbolo en u n a acepción. las formas simbólicas son procesos culturales q u e articulan t o d a la experiencia. 207-228. ^ Para el a n t r o p ó l o g o y el sociólogo.^D tos d e vista. H o y este vocabulario m e parece inadecuado. a m i t a d d e c a m i n o d e su identificación con la simple notación (tengo presente a h o r a la oposición leibniziana e n t r e el c o n o c i m i e n t o intuitivo p o r visión directa y el c o n o c i m i e n t o simbólico p o r signos abreviados. e n Symbolisme. sustituidos p o r u n a larga c a d e n a d e operaciones lógicas) y d e su identificación c o n las expresiones d e doble sentido s e g ú n el m o d e l o d e Ja metáfora. distinguía yo entre u n simbolismo constituyeme y otro representativo ("La structure symbolique d e l'action". faire. Clifford G e e r t z habla e n este sentido d e u n "sistema d e símbolos en inter^ a i í f o r d Geertz. 1976). A d o p t o c o n gusto esta p r i m e r a caracterización. A d e m á s . Para un estudio complementario. a u t o r d e The interpretation of cultures. h e o p t a d o p e r s o n a l m e n t e p o r u n u s o c e r c a n o al d e Cassirer e n su Pkilosophie desformes symboliques. Si hablo m á s conc r e t a m e n t e d e mediación simbólica. . e n Savoir. antes d e d e s p r e n d e r s e del p l a n o práctico d e los conjimtos simbólicos a u t ó n o m o s q u e se refieren a la palabra o a la escritura. q u e muestra p e r f e c t a m e n t e q u e el simbolismo n o está en la m e n t e . media. mediación simbólica— señala el carácter estructurado del conjunto simbólico. Estrasburg o . digamos. remito también a mi ensayo "L'imagination dans le discours et dans l'acüon". e n t r e otros. Seg ú n Clifford Geertz. 1973).

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acción", d e "modelos d e significaciones sinérgicas". Antes d e ser texto, la mediación simbólica tiene u n a textura. C o m p r e n d e r u n rito es situarlo en u n ritual, éste en u n culto y, p r o g r e s i v a m e n t e , e n el conjunto d e convenciones, creencias e instituciones q u e for­ m a n la r e d simbólica d e la cultura. U n sistema simbólico p r o p o r c i o n a así u n contexto de descripción p a r a acciones particulares. Con otras palabras: p o d e m o s interpre­ tar tal gesto como significando esto o aquello, "con arreglo... a" tal convención simbólica; el m i s m o gesto d e levantar el brazo p u e d e e n t e n d e r s e , según el contexto, como saludo, llamada d e u n taxi o acción d e votar. Antes d e someterse a la interpretación, los sím­ b o l o s son "interpretantes" internos d e la acción.^ D e esta forma, el simbolismo confiere a la acción la p r i m e r a le­ gibilidad. Al decir esto n o p o d e m o s confundir la textura d e la ac­ ción c o n el texto q u e escribe el etnólogo, con el texto elno-gráfico, escrito e n categorías, con conceptos y sobre la base d e principios nomológicos q u e son la aportación p r o p i a d e la ciencia m i s m a y q u e , p o r consiguiente, n o p u e d e n confundirse con las categorías bajo las cuales u n a cnltui:a se c o m p r e n d e a sí misma. SÍ se p u e d e hablar, sin e m b a r g o , d e la acción c o m o u n cuasi-texto, es sólo e n c u a n t o q u e los símbolos, entendiólos c o m o i n t e r p r e t a n t e s , p r o ­ p o r c i o n a n las reglas d e significación según las cuales se p u e d e in­ t e r p r e t a r tal c o n d u c t a . ' El t é r m i n o símbolo i n t r o d u c e a d e m á s la idea d e regla n o sólo e n el sentido q u e a c a b a m o s d e decir —reglas d e descripción y d e
^ Es e n este p u n t o donde el sentido de la palabra símbolo, que h e privilegiado, roza c o n los dos sentidos q u e h e descartado. C o m o intérprete d e conducta, u n simbolismo es también u n sistema d e notación que compendia, a m o d o del simbo­ lismo matemático, numerosas acciones particulares y prescribe, c o m o el simbolis­ m o musical, la serie d e ejecuciones o acciones capaces d e efectuarlo. Pero también e n cuanto intérprete regulador d e l o que CliíTord Geertz llama una "descripción densa", el símbolo introduce una relación de doble sentido e n el gesto, e n la con­ ducta, cuya interpretación regula. Se puede considerar la configuración empírica del gesto c o m o el sentido literal portador de otro figurado. En último término, es­ te sentido p u e d e aparecer, e n ciertas condiciones próximas a lo secreto, c o m o sentido oculto que hay que descifrar. Para u n profano, así se manifiesta cualquier ritual social, sin que se necesite llevar la interpretación hacia el esolerismo y el hermetismo. ' Véase mi artículo "The m o d e l o f the tcxt. Meaningful action considercd as a texi", e n Social Research 3 8 (1971), pp. 529-562, reproducido e n New Literary ífijíory 5 (197S), pp. 91-117.

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interpretación p a r a acciones singulares—, sino e n el d e norma. Al­ g u n o s autores c o m o Peter Winch^ incluso privilegian este rasgo, al caracterizar la acción significante c o m o mle-govemed-behaviour. Se p u e d e clarificar esta fiínción d e regulación social c o m p a r a n d o los códigos culturales con los genéticos. C o m o estos últimos, aquéllos son " p r o g r a m a s " d e c o m p o r t a m i e n t o ; c o m o ellos, d a n forma, o r d e n y dirección a la vida. Pero, a diferencia d e los códi­ gos genéticos, los culturales se h a n edificado e n las zonas d e r r u m ­ b a d a s d e la regulación genética, y sólo p r o l o n g a n su eficacia a costa d e u n a r e o r d e n a c i ó n c o m p l e t a del sistema d e codificación. Las costumbres, los hábitos y t o d o lo q u e Hegel colocaba b ^ o el n o m b r e d e sustancia ética, d e la Sitilichkeit, previa a cualquier MÍ>ralitat d e o r d e n reflexivo, t o m a n así el relevo d e los códigos g e n é ­ ticos. De este m o d o se pasa sin dificultad, con el c o n c e p t o c o m ú n d e m e d i a c i ó n simbólica, d e la idea d e significación i n m a n e n t e a la d e regla, t o m a d a en el sentido d e regla d e descripción; luego a la d e n o r m a , q u e equivale a la idea d e regla t o m a d a en el sentido prescriptivo del t é r m i n o . C o n arreglo a las n o n n a s i n m a n e n t e s a u n a cultura, las accio­ nes p u e d e n valorarse o apreciarse, es decir, j u z g a r s e s e g ú n u n a escala p r e f e r e n t e m e n t e moral. A d q u i e r e n así u n valor relativo, q u e h a c e decir q u e tal acción vale más q u e tal o t r ? . Estos g r a d o s d e valor, atribuidos e n p r i m e r lugar a las acciones, p u e d e n exten­ d e r s e a los propios agentes, q u e son tenidos p o r b u e n o s , malos, mejores o p e o r e s . Llegamos d e este m o d o , p o r el r o d e o d e la a n t r o p o l o g í a cultu­ ra?, a algunos d e los p r e s u p u e s t o s "éticos" d e la Poética d e Aristó­ teles, q u e p u e d o relacionar así con el plano d e mimesis I. La Poética n o s u p o n e sólo "agentes", s i n o caracteres d o t a d o s d e cualidades éticas q u e los h a c e n nobles o viles. Si la tragedia p u e d e represen­ tarlos "mejores" y la comedia "peores" q u e los h o m b r e s actuales, es q u e la c o m p r e n s i ó n práctica q u e los autores c o m p a r t e n c o n su a u d i t o r i o implica n e c e s a r i a m e n t e u n a evaluación d e los caracte­ r e s y d e su acción e n t é r m i n o s d e bien y d e mal. N o hay acción q u e n o suscite, p o r p o c o q u e sea, a p r o b a c i ó n o r e p r o b a c i ó n , se­ g ú n u n a j e r a r q u í a d e valores cuyos polos son la b o n d a d y la mal­ d a d . Discutiremos, llegado el m o m e n t o , la cuestión d e saber sí es
^ Peter W í n c h , The idea of a social science (Londres, 1958), p p . 4 0 . 6 5 .

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posible la m o d a l i d a d d e lectura q u e s u s p e n d a t o t a l m e n t e cualq u i e r evaluación d e carácter ético. ¿ Q u é quedaría, en particular, d e !a c o m p a s i ó n q u e Aristóteles nos h a e n s e ñ a d o a relacionar c o n la desgracia i n m e r e c i d a si el placer estético llegase a disociarse d e t o d a simpatía y d e t o d a antipatía p o r la cualidad ética d e los caracteres? En cualquier caso, es necesario saber q u e esta eventual neutralidad ética h a b r í a q u e conquistarla con gran esfuerzo e n c o n t r a d e u n rasgo originariamente i n h e r e n t e a la acción: precisamente, el d e n o p o d e r ser j a m á s é t i c a m e n t e n e u t r a . U n a raz ó n p a r a p e n s a r q u e esta neutralidad n o es n i posible ni deseable es q u e el o r d e n efectivo d e la acción n o ofrece sólo al artista convenciones y con\'icciones q u e hay q u e deshacer, sino también amb i g ü e d a d e s y perplejidades q u e hay q u e resolver según el m o d o hipotético. M u c h o s críticos c o n t e m p o r á n e o s , al reflexionar s o b r e la relación e n t r e el arte y la cultura, h a n subrayado e! carácter conflictívo d e las n o n n a s q u e la cultura ofrece a la actividad mimética d e los poetas.® Hegel los h a p r e c e d i d o en este p u n t o e n la conocida meditación s o b r e la Ánttgona d e Sófocles, Al m i s m o tiempo, ¿no suprimíríar4ar-neiatralidad ética del artista u n a d e las funciones más antiguas del arte, la d e constituir u n l a b o r a t o r i o e n el q u e el artista busca, al estila d e la ficción, u n a experimentación con los valores? Sea lo q u e fuere d e la r e s p u e s t a a estas cuestiones, la poética r e c u r r e c o n t i n u a m e n t e a la ética, a u n c u a n d o aconseje la suspensión d e cualquier j u i c i o m o r a l o su inversión irónica. El p r o p i o p r o y e c t o d e neutralidad p r e s u p o n e la cualidad o r i g i n a r i a m e n t e ética d e la acción a n t e r i o r a la ficción. Esta mism a cualidad ética n o es m á s q u e u n corolario del carácter principal d e la acción: estar desde siempre mediatizada simbólicamente. El tercer rasgo d e la p r e - c o m p r e n s i ó n d e la acción q u e la actividad mimética del p l a n o II p r e s u p o n e es el t e m a m i s m o d e nuest r a investigación. C o n c i e r n e a los caracteres temporales, s o b r e los q u e el t i e m p o narrativo viene a i n c o r p o r a r sus configuraciones. E n efecto, la c o m p r e n s i ó n d e la acción n o se limita a u n a familiaridad con la r e d conceptual d e la acción y c o n sus m e d i a c i o n e s simbólicas; Uega hasta r e c o n o c e r e n la acción estructuras t e m p o rales q u e e M g e n la n a r r a c i ó n . E n este p l a n o p e r m a n e c e implícita la ecuación e n t r e narrativa y ü e m p o . Sin e m b a r g o , n o llevaré el
^ H e m o s dado u n ejemplo d e esto al hablar d e c ó m o relaciona J a m e s Redfield el arte y la cultura en Nature and culture in the Iliad, op. dí., véase supra, pp. 116s.

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EL CÍRCULO ENTRE NARR.4CIÓN Y TEMPORALTOAD

análisis d e estos caracteres temporales d e la acción hasta el extrem o e n q u e se p o d r í a hablar d e u n a e s t m c t u r a narrativa, o al menos d e u n a estructura prenarrativa d e la experiencia t e m p o r a l , c o m o lo sugiere n u e s t r o m o d o familiar d e hablar d e historias q u e n o s suceden o d e historias en las q u e nos hallamos i n m e r s o s , o s i m p l e m e n t e d e la historia d e u n a vida. Reservo p a r a el final del capítulo el e x a m e n d e la n o c i ó n d e estructura prenarrativa d e la experiencia; ofrece, e n efecto, u n a excelente ocasión para h a c e r frente a la objeción d e círculo vicioso q u e persigue a t o d o el anáfisis. P o r a h o r a m e limito al e x a m e n d e los rasgos temporales q u e h a n p e r m a n e c i d o implícitos e n las mediaciones simbólicas d e la acción, y q u e se pueden considerar como inductores d e narración. N o m e d e t e n d r é en la correlación, d e m a s i a d o evidente, q u e p u e d e establecerse, d e alguna forma t é r m i n o p o r t é r m i n o , e n t r e tal m i e m b r o d e la r e d conceptual d e Ja acción y tal d i m e n s i ó n t e m p o r a l considerada aisladamente. Es fácil observar q u e el p r o yecto tiene q u e ver con el futuro, p e r o d e u n m o d o específico q u e lo distingue del futuro d e la previsión o d e la predicción. N o es m e n o s evidente el estrecho p a r e n t e s c o e n t r e la motivación y la aptitud p a r a movilizar en el p r e s e n t e la experiencia h e r e d a d a del p a s a d o . Finalmente, el " p u e d o " , el "hago", el "sufro" contribuyen claramente al sentido q u e d a m o s e s p o n t á n e a m e n t e al p r e s e n t e . Más i m p o r t a n t e q u e esta débil correlación, e n t r e algunas categorías d e la acción y las dimensiones temporales, consideradas u n a p o r una, es ei intercambio, q u e la acción efectiva p o n e d e manifiesto e n t r e las dimensiones temporales. La estructura discord a n t e - c o n c o r d a n t e del t i e m p o según Agustín desarrolla e n el plan o del p e n s a m i e n t o reflexivo algunos rasgos paradójicos, cuyo p r i m e r esbozo p u e d e iniciarlo efectivamente la fenomenología d e la acción. Al afirmar q u e n o hay u n t i e m p o futuro, u n tiempo pasado y u n t i e m p o presente, s i n o u n triple p r e s e n t e —un p r e s e n t e d e las cosas futuras, u n p r e s e n t e d e las cosas pasadas y u n presente d e las cosas presentes—, Agustín nos ha e n c a m i n a d o hacia la investigación d e la estructura t e m p o r a l m á s primitiva d e la acción. Es fácil reescribir c a d a u n a d e las tres estructuras t e m p o r a les d e la acción e n Jos términos del triple presente. ¿Presente d e l futuro? En adelante, es decir, a partir d e ahora, m e c o m p r o m e t o a h a c e r esto mañana. ¿Presente del pasado? T e n g o ahora la intención d e h a c e r esto p o r q u e acabo de p e n s a r que... ¿Presente del presente? Ahora h a g o esto p o r q u e ahora p u e d o hacerlo: el presen-

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te efectivo del hacer testifica el p r e s e n t e potencial d e la capacid a d d e h a c e r y se constituye e n p r e s e n t e del p r é s e n l e . P e r o la fenomenología d e la acción p u e d e avanzar más q u e esta correlación t é r m i n o a t é r m i n o p o r el c a m i n o q u e abrió la meditación d e Agustín sobre la distentio animi. Lo i m p o r t a n t e es el m o d o c o m o la praxis cotidiana ordena u n o con respecto al o t r o el p r e s e n t e del futuro, el p r e s e n t e del p a s a d o y el p r e s e n t e del p r e sente. Pues esta articulación práctica constituye el i n d u c t o r m á s elemental d e la n a r r a c i ó n . En este m o m e n t o , el relevo del análisis existencial d e Heidegger p u e d e d e s e m p e ñ a r u n papel decisivo, p e r o bajo ciertas condiciones, q u e d e b e n establecerse con claridad. N o i g n o r o q u e u n a l e c m r a d e El ser y el tiempo e n sentido p u r a m e n t e a n t r o p o l ó g i c o p u e d e e c h a r a p e r d e r el sentido d e toda la o b r a e n c u a n t o q u e se ignoraría su objetivo ontológico: el "Dasein" es el "lugar" e n el q u e el ser q u e somos se constituye p o r su capacidad d e p l a n t e a r el p r o b l e m a del ser y del sentido del ser. Aislar la antropología filosófica d e El ser y el tiempo es, pues, ojvidar esta i m p o r t a n t e significación d e su categoría existencial péntral. E n El ser y el tiempo, la cuesliói^ del ser se a b r e p r e c i s a m e n t e p o r u n análisis q u e d e b e t e n e r e n p r i m e r lugar cierta consistencia e n el p l a n o d e la a n t r o p o l o g í a filosófica, p a r a ejercer la función d e a p e r t u r a ontológica q u e se le asigna. Más a ú n , esta a n t r o p o l o gía filosófica se organiza sobre la base d e u n a temática: la del cuidado (Sorge), que, sin j a m á s agotarse en u n a praxeología, saca, sin e m b a r g o , e n descripciones tomadas del o r d e n práctico, la fuerza subversiva q u e le p e r m i t e q u e b r a r la primacía del c o n o c i m i e n t o y develar la estructura del ser-en-el-mundo, m á s fundamental q u e cualquier relación d e sujeto a objeto. De este m o d o , el r e c u r s o a la práctica tiene, en El ser y el tiempo, u n alcance i n d i r e c t a m e n t e ontológico. Se c o n o c e n a este respecto los análisis del i n s t r u m e n t o , d e l "con-vistas-a-Io-cual", q u e p r o p o r c i o n a n la p r i m e r a t r a m a d e la relación d e significancia (o capacidad d e significación), antes d e cualquier proceso cognoscitivo explícito y d e cualquier expresión proposicional desarrollada. Es el m i s m o p o d e r d e r u p t u r a q u e e n c u e n t r o e n los análisis q u e cierran el estudio d e la temporalidad e n la s e g u n d a sección d e El ser y el tiempo. Estos análisis se c e n t r a n e n n u e s t r a relación con el t i e m p o c o m o aquello "en" lo q u e a c t u a m o s cotidianamente. M e p a r e c e q u e esta estructura d e la iníra-temporalidad (Innerzei-

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E C C L E T E N R A I N Y TM R LO D L Í U O NR R AR C Ó E P AT A O

tigkeit) es piecisanienie ía q u e mejor caracteriza la t e m p o r a l i d a d d e la acción e n el p l a n o en q u e tiene lugar el p r e s e n t e análisis, q u e es también el q u e conviene a la f e n o m e n o l o g í a d e lo voluntarío y d e lo involuntai'io y a la semántica d e la acción. Se p u e d e objetar q u e es m u y peligroso a d e n t r a r s e e n El ser y el tiempo p o r su capítulo final. P e r o se d e b e c o m p r e n d e r p o r q u é razones es el ú l t i m o e n la e c o n o m í a d e la o b r a . S o n dos. En p r i m e r lugar, la meditación s o b r e el tiempo, q u e o c u p a la s e g u n d a sección, se sitúa precisamente en t m a posición q u e se p u e d e caracterizar c o m o d e espera. En efecto, la p r i m e r a sección se recapitula bajo el signo d e u n a p r e g u n t a q u e se e n u n c i a así; ¿qué es lo q u e hace del Dasein u n todo? Se s u p o n e q u e la meditación s o b r e el t i e m p o r e s p o n d e a esta problemática p o r razones sobre las q u e volveré e n la cuarta p a r t e . A su vez, la organización j e r á r q u i c a q u e H e i d e g g e r i m p r i m e a la meditación s o b r e el t i e m p o retrasa el estudio d e la intratemporalidad, lo ú n i c o q u e m e interesa e n la fase actual d e m i p r o p i o análisis. Esta organización j e r á r q u i c a sig u e u n o r d e n d e derivación y d e a u t e n t i c i d a d decrecientes a la vez. C o m o se sabe, Heidegger reserva el t é r m i n o temporalidad (Zeitligkeit) a la forma m á s originaria y m á s a u t é n ü c a d e la experiencia del tiempo; la dialéctica e n t r e ser-por-venÍr, habiendo-sído y hacer-presente. E n esta dialéctíca, el t i e m p o se desúslancíaliza c o m p l e t a m e n t e . Las palabras futuro, p a s a d o y p r e s e n t e desaparecen, y el t i e m p o m i s m o figura c o m o u n i d a d r o t a d e estos tres éxtasis temporales. Esta dialéctica es ía constitución t e m p o r a l del cuidado. C o m o se sabe también, el ser-para-la-niuerte i m p o n e , c o n t r a r i a m e n t e a Agustín, la primacía d e l futuro s o b r e el presente y el cierre d e ese futuro p o r u n límite i n t e r n o a cualquier espera y a cualquier proyecto. H e i d e g g e r reserva luego el t é r m i n o d e historicidad (Geschichtlickkeií) p a r a el p l a n o i n m e d i a t a m e n t e contig u o d e derivación. D o s rasgos se subrayan: la extensión del tiemp o e n t r e nacimiento y m u e r t e y el d e s p l a z a m i e n t o del a c e n t o del futuro sobre el pasado. En este plano, H e i d e g g e r intenta relacion a r el conjunto d e las discipHnas históricas m e r c e d a u n tercer rasgo —la repefición—, q u e indica la d e r i v a c i ó n de esta historicid a d con respecto a la t e m p o r a l i d a d profianda."' Así, pues, la intratemporalidad, s o b r e la q u e quiero d e t e n e r m e

Volveré extensamente sobre el pape! d e la "repetición" e n la discusión d e conjunto que consagraré a ía fenometiología del t i e m p o en la cuarta p a n e .

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s e g u i d a m e n t e , viene sólo e n tercer l u g a r . " Esta estructura t e m p o ral se coloca e n última posición, ya q u e es la m á s apta p a r a s e r nivelada c o n la representación lineal d e l t i e m p o , c o m o simple sucesión d e ahoras abstractos. Si m e intereso p o r ella a q u í es d e b i d o p r e c i s a m e n t e a los rasgos p o r los q u e esta estructura se distingue d e la representación lineal del t i e m p o y resiste a l a nivelación q u e la reduciría a esa representación q u e H e i d e g g e r llama la c o n c e p ción "vulgar" del t i e m p o . La intratemporalidad es definida p o r u n a característica básica del cuidado: la condición d e s e r arrojado e n t r e las cosas ü e n d e a h a c e r la descripción d e n u e s t r a t e m p o r a l i d a d d e p e n d i e n t e d e la descripción d e las cosas d e n u e s t r o andado. Este rasgo r e d u c e el cuidado a las dimensiones d e la p r e o c u p a c i ó n {Besorgen) [op. cit., p . 121). P e r o p o r i n a u t é n ü c a q u e sea esta relación, p r e s e n t a a ú n rasgos q u e la apartan d e l d o m i n i o e x t e r n o d e los objetos d e nuestro cuidado y la vincula secretamente al p r o p i o cuidado e n su consü t u c i ó n fundamenta!. Se observa q u e , p a r a discernir estos caracteres propiamente existendales, Heidegger se dirige gustosamente a lo q u e decimos y h a c e m o s con respecto al tiempo. Este procedim i e n t o n o está lejos del q u e e n c o n t r a m o s e n la filosofía del lenguaje ordinario. N o es extraño, pues elfpíano e n el q u e n o s apoyamos e n este estadio inicial d e nuestro recorrido es precisamente aquel e n el q u e el lenguaje ordinario es r e a l m e n t e lo q u e J.-L. Austin y otros h a n dicho q u e es, a saber: el t e s o r o d e las expresiones m á s apropiadas p a r a lo q u e es p r o p i a m e n t e h u m a n o e n la experiencia. Es, p u e s , el lenguaje, c o n su reserva d e significaciones corrientes, el q u e i m p i d e a la descripción del cuidado e n la m o d a ^ d a d d e la p r e o c u p a c i ó n converürse e n la víctima d e la descripción d e las cosas d e n u e s t r o cuidado. D e esta forma, la intratemporalidad, o el ser-"en"-el-üempo, manifiesta rasgos irreductíbles a la representación del t i e m p o lineal. El ser-"en"-el-üempo es ya o t r a cosa q u e m e d i r intervalos e n t r e lánstantes-límites. Ser-"en"-el-üempo es, ante t o d o , contar c o n el ^ t i e m p o y, e n consecuencia, calcular. P e r o d e b e m o s recurrir a la medida, precisamente, p o r q u e c o n t a m o s c o n el ü e m p o y hacem o s cálculos; n o a la inversa. Debe, pues, s e r posible d a r u n a des" Heidegger, Sein und Zeit (Tubinga, 10a. ed., 1963), p p . 78-83, 404-437; trad. ¡española p o r J. Gaos, El ser y el tiempo (México, 1951). Traduzco Jnneneitigkeit p o r
H n t r a i e n i p o r a l i d a d o ser-"en"-el-tienipo.

m á s t e m p r a n o . pues... el cuidado tiende a contraerse en el hacer-presente y a a n u l a r su diferencia con respecto a la e s p e r a y a la retención. Son m u y reveladoras expresiones tales c o m o "tener t i e m p o para". m á s tarde. "tomarse t i e m p o para". etc. A este respecto. " p e r d e r el tiempo. hasta q u e . 413.. 445). Así n o está ni dentro ni fuera. El "ahora". Sucede lo m i s m o con la r e d gramatical d e los t i e m p o s del v e r b o y con la d e los adverbios d e tiempo. 452): "más objetivo" que cualquier sujeto posible. por el h e c h o d e que tnteqireía el tiempo al datarlo [. Heidegger n o lo sigue por este camino: coloca la diferencia entre Ja medida "más natural" del tiempo (ibid. p o r q u e sus p r i m e r a s medidas se t o m a n del m e d i o natural. p u e d e convertirse e n la presa d e su representación c o m o u n m o m e n t o abstracto sólo p o r q u e . op. 419. del " a h o r a " e n el sentido del instante abstracto... mientras.) y todas las medidas instrumentales y artificiales... así aislado.. española. inseparable d e "esperar" y d e "retener" (op. Sin e m b a r g o . Es el t i e m p o d e los trabajos y d e los días. se historiaiiza de dia en día" ("Scín Geschehen ist auf Grund der. trad. El "ahora" existencial se d e t e r m i n a p o r el p r e s e n t e d e la p r e o c u p a c i ó n . etc. P e r o es siempre la p r e o c u p a c i ó n la q u e d e t e r m i n a el sentido del tiempo. en el q u e "ahora" significa "ahora que. Recordanios las reflexiones de Agustín sobre el "día": n o consiente e n reducirlo pura y simplemente a u n a revolución del sol. p. datierenden Zeitauslegung ein Tagtagliches". cii.. Es i m p o r t a n t e . q u e es u n "hacer-presente". trad. p. d e ext r e m a sutileza y fina diferenciación. m u y ramificada: entonces. después. p r o p i o d e este ü e m p o d e la p r e o c u p a c i ó n .. es u n a m a g n i t u d q u e c o r r e s p o n d e a nuestro cuidado y al m u n d o e n el q u e hay "tiempo p a r a " h a c e r algo. ver la diferencia d e significado q u e distingue el "ahora". Para evitar q u e el significado del "ahora" p u e d a reducirse a u n a abstracción es i m p o r t a n t e observar en q u é ocasiones "decimos-ahora" en la acción y e n el sufrimiento cotidianos: "Decira h o r a —escribe Heidegger— es la articulación en el discurso d é u n "F. y en p r i m e r lugar del j u e g o d e la luz y d e las estaciones. a h o r a q u e . e n la p r e o c u p a c i ó n . T o d a s estas expresiones. p . el ser-"en"-ei-tiempo se int e r p r e t a tan fácilmente según la representación ordinaria del tiempo. orientan hacia el carácter datable y público del t i e m p o d e la p r e o c u p a c i ó n . cit. .128 EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN Y TEMPORALIDAD cripción existencial d e este "contar con" antes d e la m e d i d a g u e reclama.. cit. n o las cosas d e n u e s t r o cuidado.". p. mientras q u e . 416). p .I Dasein. españoia. Ei t i e m p o "en" cl que estamos es Wéltzeit {op. siempre q u e . el día es la m e d i d a m á s natural^^ p e r o el día n o es u n a m e d i d a abstracta.".].

Rec o n o c e r este umbral es tender. 508. e n el p l a n o d e la historicidad y n o d e la intratemporalidad.'* Se c o m p r e n d e c ó m o .española. p. La ventaja del análisis d e la i n t r a t e m p o r a l i d a d está en otra parte: reside en la r u p t u r a q u e o p e r a este análisis con la representación lineal del tíempo. u n e el cuidado con la luz del m u n d o . Sobre esta p r e c o m p r e n s i ó n . lo q u e es i n t e r p r e t a d o y consid e r a d o e n el 'ahora'".^ o r a r e t i e n e su significación existencial. q u e . decir-ahora r e t o m a a la r e p r e s e n t a c i ó n absti'acta del t i e m p o . Se p e r c i b e cuál es la riqueza del sentido d e mimesis 1: imitar o r e p r e s e n t a r la acción es. e n El ser y el tiempo. 416. cit. das in d e r Einhcít mit einem behaltenden Gewártigen sich zcitígt". p a r e c e q u e el texto d e H e i d e g g e r —como c o m p r o b a r e m o s en la cuarta parte— n o le deja n i n g u n a posibilidad. A simple vista. d e c i r . e n c u a n t o q u e el vínculo e n t r e la historiografía y el t i e m p o se hace. su realid a d simbólica. I' "Das jetzt-sagen aber ist die redende Ardkulation eines Gegenwártigens. esta interpretación p u e d e derivar hacia la r e p r e sentación del t i e m p o lineal: decir-ahora se h a c e p a r a n o s o t r o s s i n ó n i m o d e leer la h o r a e n el reloj. Sólo c u a n d o las m á q u i n a s q u e sirven p a r a m e d i r el tíempo son despojadas d e esta referencia p r i m a r i a a las m e d i d a s naturales. u n p u e n t e e n t r e e! o r d e n d e la narración y el cuidado. . cit. es decir.). das hcisst das i m 'jetzt' angesprochene Ausgelegte n e n n e n wir 'Zeit'". com ú n al p o e t a y a su lector. p . e n t e n d i d a c o m o simple sucesión d e ahoras. p a r e c e m u y lejana la relación e n t r e este análisis d e la i n t r a t e m p o r a l i d a d y la narración. (op. {op. p. española. con ella. en p r i m e r lugar. trad. "Das sich auslegende Gegenwártigen. a su vez. S o b r e el pedestal d e la intrat e m p o r a l i d a d se edificarán c o n j u n t a m e n t e las configuraciones narrativas y las formas más elaboradas d e t e m p o r a l i d a d q u e les corresponden. 439s. se levanta la construcción d e la t r a m a y. p. Pero m i e n t r a s la h o r a y el reloj se sigan p e r c i b i e n d o c o m o derivaciones del día..^' Y también: "Llamamos ' t i e m p o ' al hacer-presente q u e se interpreta a sí m i s m o . trad. su temporalidad. 449). p o r vez p r i m e r a . la mimética textual y literaria. c o m p r e n d e r previam e n t e e n q u é consiste el o b r a r h u m a n o : su semántica. e n algunas circunstancias prácticas. C o n la primacía d a d a al cuidado se franquea así el p r i m e r u m b r a l d e temporalidad.T MO Y N R A I N I E P VR C ' Ó 129 hacer-presente q u e se temporaliza en u n i ó n d e u n a e s p e r a q u e retíene".

P o r eso p u e d e ignorar la diferencia q u e afecta a la d i m e n s i ó n referen­ cial d e la narración y limitarse a los caracteres estructurales comu­ nes a la n a r r a c i ó n d e ficción y a la histórica.^^ o al d e "mención". según el u s o c o r r i e n t e e n crítica literaria. biyo el r é g i m e n d e la o b r a literaria. Cualquiera q u e sea la ampli­ t u d d e las revisiones a las q u e será necesarío s o m e t e r la distinción e n t r e ficticio o "imaginario" y "real". La palabra ficción q u e d a e n t o n c e s disponible p a r a designar la configuración del re­ lato cuyo p a r a d i g m a es la construcción d e la trama. n parte. p a r a h a b l a r c o m o Wolfgang Iser e n Der Akt des Lesens. n. Es cl s e n ü d o del mythos 15 Wolfgang Iser. MIMESIS II C o n mimesis 11 se a b r e el r e i n o del como si. s i e m p r e existirá u n a dife­ rencia e n t r e relato d e ficción y relato histórico. q u i e r o reservar el t é r m i n o d e ficción p a r a la s e g u n d a d e las acepciones consideradas a n t e r i o r m e n t e y o p o n e r "relato d e fic­ ción" a "relato histórico". d e las ventajas d e esta expresión perfecta­ m e n t e a p r o p i a d a al análisis d e mimesis II p a r a evitar el equívoco q u e crearía el uso del m i s m o t é r m i n o e n dos acepciones diferen­ tes: e n la p r i m e r a . . e n la segunda. sin t e n e r e n c u e n t a las diferencias q u e c o n c i e m e n sólo a la p r e t e n s i ó n d e ver­ d a d d e las dos clases d e n a r r a c i ó n . E n t r e tan­ t o . ra. la literatura sería p a r a s i e m p r e incomprensible si n o viniese a confi­ g u r a r lo q u e aparece ya e n la acción h u m a n a . esta com­ p r e n s i ó n previa del m u n d o d e la acción r e t r o c e d e al r a n g o d e " r e p e r t o r i o " . c o m o s i n ó n i m o d e las configuraciones narratívas. cap. sin e m b a r g o . q u e n o p o n e e n j u e g o los p r o b l e m a s d e referencia y d e verdad. 1976). Pero.130 E C C L E T E N R A I N VE P R LO D L Í U O NR R AR C Ó TM OAT A Es v e r d a d que. p a r a e m p l e a r o t r a terminología m á s fa­ miliar a la filosofía anaKtica. Hablaré d e composición o d e configu­ r a c i ó n según la p r i m e r a d e las acepciones. c o m o a n t ó n i m o d e la p r e t e n s i ó n d e la narra­ ción histórica d e c o n s ü t i ú r u n a narración "verdadera". cuya reformula­ ción h a b r á d e hacerse p r e c i s a m e n t e e n la cuarta p a r l e . Der Akt des Lesem (Munich. H u b i e r a p o d i d o d e c i r el r e i n o d e la ficción. M e privo. La crítica literaria n o c o n o c e esta dificultad al n o t e n e r e n c u e n t a la esci­ sión q u e divide el discurso n a r r a ü v o e n dos g r a n d e s clases. pese a la r u p t u r a q u e crea.

que le permite operar. Este dinamismo consiste e n que la trama desempeña ya. En consecuencia. las amplificaciones y correcciones de la teoría de la historia y la del relato de ficción n o alterarán radicalmente el modelo aristotélico. un acontecimiento debe ser alg o más que una ocurrencia singular. efectivamente. fuera de ote mismo campo. Espero demo^ttar luego (segunda y tercera partes) que. c n este sentido. el de disposición al de sistema. de mediación. que nos ha hecho preferir el término d e construcción de la trama al de trama simplemente. Quiero comprender mejor su fiínción de mediación entre el "antes" y el "después" de la configuración. Recibe su definición de su . completar el modelo por me<£o de un análisis d e sus estructuras temporales. Quiero. Al situar mimesis II entre una fase anterior y otra posterior de la mimesis. Mimesis Xí ocupa una posición intermedia sólo porque tiene una función de mediación. Todos los conceptos relativos a este plano designan. con un mayor grado ¿ e abstracción y con la adición de rasgos temporales apropiados. una función de integración y. n o trato sólo d e localizarla y de enmarcarla. en su propio campo textual. Ese m o d e l o d e construcción de la trama. Las dos relaciones recíprocas expresadas por t:\dey por el en caracterizan la intriga c o m o mediación entre acontecimientos e historia narrada. A este respecto se p u e d e decir equivalentemente que extrae una historia sensata de una serie de acontecimientos o de incidentes (los pragmata de Aristóteles). responde a una exigencia fundamental. operaciones. Esta función de mediación p r o g n e del carácter dinámico d e la operación de configuración. una mediación de mayor alcance entre la precomprensíón y ^valga la expresión— la poscomprensión del orden de la acción y de sus rasgos temporales.T MO Y N A R R A a Ó N I Z P 151 aristotélico. La trama es mediadora por tres razones al menos. que se pondrá a prueba e n el resto de esta obra. que la Poética —ya lo h e m o s visto— define c o m o "disposición de los hechos". Me propongo seguidamente deslindar esta actividad configuradora de las coacciones restrictivas que el paradigma de la tragedia i m p o n e al concepto de construcción de la trama en Aristóteles. media entre acontecimientos o incidente$ individuales y una historia tomada c o m o un todo. Sabemos q u ^ la Poética n o habla para nada de este análisis. ya evocada en el capítulo anterior. además. En primer lugar. o q u e transforma estos acontecimientos o incidentes en una historia.

Esta p r i m e r a extensión p r o p o r c i o n a al c o n c e p t o d e t r a m a el valor ini­ cial q u e va a permitirle recibir nuevos enriquecimientos. E n s e g u n d o lugar. y hacer d e ella el hilo director d e su historiografía e n Comment on écrit l'histoire (véase injra. Este paso d e lo paradigmático a lo sintagmático constituye la transi­ ción misma d e mimesis I a mimesis II. segunda parte. segunda parte. p u e s . t o d o s los c o m p o n e n t e s capaces d e figurar e n el cua­ d r o paradigmático establecido p o r la semántica d e la acción. El c o n c e p t o d e t r a m a a d m i t e . . fines. N a d a impide. e x t e n d e r el c o n c e p t o d e t r a m a a t o d a la tríada. la agnición y los efectos vio­ lentos. Aristóteles equipara la trama a la configuración. P o r otra p a r t e . d e fines. la trama c o m p o n e series heterogéneas d e múltiples maneras. etc. von Wright ve e n el razonamiento histórico u n a combina­ ción d e silogismos pi-ácticos y d e encadenamientos d e causalidad regidos por coacciones sistémicas (véase igualmente infra. u n historiador c o m o Paul Veyne podrá defi­ nir la intriga c o m o la combinación. H. complementaria pe­ ro n o contradictoria. cap. circunstancias. Es el {mío d e la actividad d e configuración. u n a extensión m á s amplia: al incluir e n la t r a m a compleja los incidentes q u e p r o d u ­ cen c o m p a s i ó n o t e m o r . Sin emA costa d e esta generalización. interaccio­ nes. cap. e n último t é r m i n o . caracteres y pensamiento— bajo el título del " q u é " (de la imitación). causas y ca­ sualidades. constituye la función m e d i a d o r a d e la trama. u n a histo­ ria d e b e s e r más q u e una e n u m e r a c i ó n d e acontecimientos en se­ rie. La t r a m a es m e d i a d o r a p o r u n tercer motivo: el d e sus caracte­ res temporales p r o p i o s . Es este r a s g o el q u e . D e otra manera.132 EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN V TEMPORALIDAD c o n t r i b u c i ó n al desarrollo d e la t r a m a .^^ Aristóteles n o tuvo en cuenta estos caracteres temporales. crea u n subconjunto d e tres "partes" d e la tragedia —trama. Por consi­ guiente. c u a n d o decíamos q u e la narración p o n e d e manifiesto. d e m o d o q u e se p u e d a c o n o c e r a c a d a m o m e n t o el " t e m a " d e la historia. q u e noso­ tros h e m o s caracterizado c o m o concordancia-discordancia. En r e s u m e n : la construcción d e la t r a m a es la o p e r a c i ó n q u e ex­ trae d e la simple sucesión la configuración. e n proporción variable. e n el o r d e n sin­ tagmático. resultados inesperados. Aristóteles antici­ pa este carácter m e d i a d o r d e varias formas: e n p r i m e r lugar. Lo h e m o s anticipado en la sección anterior. r e a l m e n t e . ella d e b e organizarlos en u n a totalidad inteligible. P o r generaüzación. 2). la construcción d e la t r a m a integra j u n t o s factores tan heterogéneos c o m o agentes. la peripecia. ellos n o s autorizan a llamar a la trama la síntesis de lo heterogéneo. 2). medios.

"The a u t o n o m y o f historical understanding". poiesis hace más q u e reflejar la p a r a d o j a d e la t e m p o r a ­ lidad. p a r a Kant. El acto d e la trama tiene u n a función similar. refleja la paradoja a ^ s t i n i a n a del tiem­ p o y la resuelve n o según el m o d o especulativo. pp. sino según el poético. ta t r a m a transforma los acon­ tecimientos en historia. Pbilosopky and the historical . De este m o d o . V e r e m o s más adelante otras implicaciones del carácter reflexivo del Juicio e n historia. p r o p i o del acto configurante. Este acto. a la vez.'^ P e r o la. d e esta variedad d e acontecimientos consigue la u n i d a d d e la totalidad temporal. La refleja e n c u a n t o q u e el acto d e construcción d e la t r a m a c o m b i n a en p r o p o r c i o n e s variables dos d i m e n s i o n e s temporales: u n a cronológica. L a afinidad es m a y o r aún con el j u i c i o q u e Kant o p o n e al juicio d e t e r m i n a n ­ te. Re­ c o r d e m o s que. el sentido trascendental del juicio n o consiste t a n t o en unir u n sujeto y ryi p r e d i c a d o c o m o e n colocar u n a diversidad intuitiva bajo la regla d e u n c o n c e p t o . se revela al oyente o al lec­ tor e n la capacidad q u e tiene la historia d e s e r c o n t i n u a d a . Mink. que aplica a la comprensión histórica y que yo extiendo a t o d o el c a m p o d e la in­ teligencia narrati^'a (Louis O. y la operación del j u i c i o s e g ú n Kant. 1965. N o se p u e d e indicar con más fuerza el p a r e n t e s c o e n t r e este "tomar-juntas". en History and theory 5. A este respecto p u e d e decirse d e la operación d é l a construcción d e la t r a m a que. 24-47. la construcción d e la trama a p o r t a a la paradoja u n a solu­ ción: el p r o p i o acto poético. T o m o d e Louis O. Gallie.TIEMPO YN R A I N A R CÓ 133 b a r g o . La segimda es la d i m e n s i ó n configu­ r a n t e p r o p i a m e n t e dicha: p o r ella. e n c u a n t o extrae ía configuración d e la sucesión. Al mediatizar los dos polos del acontecimiento y d e la his­ toria.2). La p r i m e r a constituye la di­ m e n s i ó n episódica d e la narración: caracteriza la historia c o m o h e c h a d e acontecimientos. Este acto c o n f i g u r a n t e " consiste e n "to­ m a r j u n t a s " las acciones individuales o lo q u e h e m o s llamado los incidentes de la historia. Mink la expresión configurational act —acto configurante—. V í a s e infra. Véase segunda parte cap. e n c u a n t o q u e sobre el trabajo del p e n s a m i e n t o q u e actúa e n el j u i c i o estético del g u s t o y e n el teleológico aplicado a totalida­ des orgánicas. dan sentido pleno al c o n c e p t o d e concordancia-discordancia del capítulo anterior.B. cap. están d i r e c t a m e n t e implicados en el dinamismo constituti­ vo d e la configuración narrativa. del q u e a c a b a m o s d e decir q u e extrae u n a figura d e u n a sucesión. 3. T o m o el concepto óe folio ability de W. otra n o cronológica. segunda parte.

Además. el "entonces-y-entonces". a su vez. En primer lugar. Merced a este acto reflexivo. Ésta da a la historia un "punto final". los episodios se siguen sucesivamente de acuerdo con el orden irreversible del tiempo c o m ú n a los acontecimientos físicos y humanos. El tiempo de la "fábula-y-del-tema". Esta capacidad de la historia para ser seguida constituye la solución poética de la paradoja de distensión-intención. Por un lado. El que la historia se deje continuar convierte a la paradoja en dialéctica viva. que halla su cumplimiento en la conclusión. es el tiempo narrativo que media entre el aspecto episódico y el configurante. que n o es otro que su "punta" o su "tema". presenta rasgos temporales contraríos a los de la dimensión episódica. La dimensión configurante. la dimensión episódica de la narración Ueva al tiempo narrativo de diversas formas del lado de la representación lineíd. debe ser.134 EL CÍRCULO ENTRE N A R R A O O N Y T E M P O R A U D A D Continuar una historia es avanzar en medio de contingencias y d e peripecias bajo la égida de la espera. understandir^ (Nueva York. aceptable. los episodios constituyen una serie abierta de acontecimientos que permite añadir al "entonces-y-entonces" un *Y así sucesivamente". la disposición configurante transforma la sucesión de los acontecimientos en una totalidad significante. . Reservo para la segunda parte la discusión de la tesis central de la obra d e Gallie de que la historiografía (History) es una espede del género de "historia narrada* (Story). Comprender la historia es comprender c ó m o y por qué los sucesivos episodios han llevado a esta conclusión. en cambio. proporciona la perspectiva desde la que puede percibirse la historia c o m o formando un todo. por el que resp o n d e m o s a la pregimta "¿y luego?". Pero nos equivocaríamos totalmente si considerásemos este pensamiento c o m o atemporal. Algunas d e las premisas anteriores n o implican lógicamente esta conclusión. 1964). que es el correlato del acto de reunir los acontecimientos y hace que la historia se deje seguir. En primer lugar. toda la trama p u e d e traducirse en im "pensamiento". la cual. que. leios de ser previsible. c o m o congruente con los episodios reunidos. sugiere que las fases de la acción están en una relación de exterioridad. para emplear la expresión d e Northrop Frey. en último análisis. íinalmente. Y esto también de varías maneras.

c o m o se verá d e s p u é s . hace productivas las paradojas q u e inqtiietaron a Agustín hasta el p u n t o d e llevarlo al silencio. s e g ú n la metáfora bien c o n o c i d a d e la "flecha del t i e m p o " . seguir la historia es n o t a n t o incluir las sorpresas o los descubrimientos e n el r e c o n o c i m i e n t o del s e n ü d o atribuido a la historia. H e m o s h a b l a d o antes del " p u n t o finaI". R e c o r d e m o s q u e se h a relacionado c o n s t a n t e m e n t e el "tomarj u n t o s " . P o r ésta. n o se d e b e d u d a r e n relacionar la p r o d u c c i ó n del acto configurante c o n el trabajo d e la imaginación creadora. estos rasgos exigen. Al leer el final" e n el c o m i e n z o y el comienzo e n el final. D e n t r o d e u n a perspectiva t a m b i é n kantiana.TIEMPO Y NARRACIÓN 135 E n s e g u n d o lugar.como aquel d e s d e el q u e p u e d e verse la historia c o m o u n a totalidad. r e g i d a c o m o totalidad p o r su m a n e r a d e acabar. En u n a palabra: el acto d e narrar. U n a nueva cualidad del t i e m p o e m e r g e d e esta comprensión. Es c o m o si la recolección invirtiese el l l a m a d o o r d e n "natural" del tiempo. m á s q u e e n el acto d e narrar. t o m a d a c o m o u n t o d o . Finalmente. The sense of an ending). c o m o a p r e h e n d e r los p r o p i o s episodios bien conocidos c o m o c o n d u c i e n d o a este fin. el s o p o r t e d e la lectura p a r a su reactivación. e n el d e narrar-de-nuevo. Más c l a r a m e n t e q u e los preced e n t e s . la configuración d e la t r a m a i m p o n e a la sucesión indefinida d e los incidentes "el s e n t i d o del p u n t o final" ( t r a d u c i e n d o el título d e la o b r a d e K e r m o d e . hay q u e e n t e n d e r . la reconsideración d e la historia n a r r a d a . P o d e m o s añadir a h o r a q u e esta fijnción estructural del cii. lo m i s m o q u e el d e las crónicas nacionales q u e relatan los acontecimientos fundacionales d e u n a coniunidad—. Se trata d e la esqtiematizacián y d e la tradiciomlidad característica del acto configurante. a m b a s tien e n u n a relación específica c o n el tiempo. característico del acto configurante. reflejado e n el d e c o n t i n u a r u n a historia. Me q u e d a n p o r a ñ a d i r al análisis del acto configurante d o s rasgos c o m p l e m e n t a r i o s q u e aseguran la c o n t i n u i d a d del p r o c e s o q u e u n e mimesis IH a mimesis II. E n c u a n t o se conoce p e r f e c t a m e n t e u n a historia —y tal es el caso d e la mayoría d e los relatos tradicionales o p o p u l a r e s . c o n el j u i c i o s e g ú n Kant. constituye u n a alternativa a la r e p r e s e n t a c i ó n del t i e m p o c o m o t r a n s c u r r i e n d o del pasad o hacia el futuro. a p r e n d e m o s también a leer el tíempo m i s m o al revés. c o m o la recapitulación d e las condiciones inicíales d e u n curso d e acción e n sus consecuencias finales.rre p u e d e discernirse.

sino q u e constituye la matriz g e n e r a d o r a d e las reglas. U n e el e n t e n d i m i e n t o y la intuición e n g e n d r a n d o síntesis a la vez intelectuales e intuitivas. i m a ^ n a ción c r e a d o r a n o sólo n o existe sin regla. elabora N o r t h r o p Frey e n su Anatomie de la cñtiqueP Este e s q u e m a t i s m o se constituye a su vez e n u n a historia q u e tiene t o d o s los caracteres d e u n a tradición. E n t e n d e m o s p o r ésta n o la trasmisión inerte d e u n depósito ya m u e r t o . s e g ú n el o r d e n d e las categorías. p o r la imaginación creadora. al conjunto del tiempo. y estas determinaciones. la constitución d e u n a tradición descansa en el j u e go d e la innovación y d e la s e d i m e n t a c i ó n . y la p r e s e n t a c i ó n intuitiva d e las circunstancias. al orden del tiempo. Pero esta tipología n o anula el carácter e m i n e n t e m e n t e temporal del esquematismo. B 184). sino la trasmisión viva d e u n a innovación capaz d e reactivarse c o n s t a n t e m e n t e p o r el r e t o m o a los m o m e n t o s más c r e a d o r e s del h a c e r poético. a n t e l o d o . . En la p r i m e r a Crítica. y que configuran la construcción d e la trama. d e los caracteres.136 EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN Y TEMPORALIDAD u n a facultad n o psícologizante. A 145. N o h e m o s olvidado el m o d o c o n q u e Kant relaciona su constitución c o n lo q u e él llama determinaciones d e tiempo a priorv "Los esquemas n o son. sino trascendental. pues. éste se presta a u n a tipología com o la q u e . p o r ejemplo. d e los episodios y d e los cambios d e fortuna q u e crean el desenlace. Así e n t e n d i d a . la tradicionalidad enriquece c o n u n rasgo n u e v o la relación d e la intriga c o n el t i e m p o . El esquematismo d e la fiínción narrativa implica determinaciones d e u n g é n e r o nuevo: precisamente. La. La construcción d e la t r a m a eng e n d r a igualmente la inteligibilidad mixta e n t r e lo q u e h e m o s llam a d o la p u n t a . el tema. El e s q u e m a t i s m o p o s e e este p o d e r p o r q u e la imaginación c r e a d o r a tiene f u n d a m e n t a l m e n t e u n a función sintética. A la s e d i m e n t a c i ó n —comencemos p o r ella— d e b e n referirse los p a r a d i g m a s q u e constituyen la tipología d e la c o n s t m c c i ó n d e la trama. e n fin. E n efecto. el " p e n s a m i e n t o " d e la historia n a r r a d a . C o m o cualquier e s q u e m a t i s m o . hechas s e g ú n reglas. respecto d e todos los objetos posibles" {Crítica de la razón pura. las categorías del e n t e n d i m i e n t o son esquematizadas. al contenido del tiempo. se p u e d e h a b l a r del esquematismo d e la función narrativa. c o n c i e m e n a la serie <Ul tietnpo. Kant n o r e c o n o c e que las determinaciones del tiempo concurren e n la constimción objetiva del m u n d o físico. Así. otra cosa q u e determinaciones d e tiempo a priori. las q u e acabamos d e designar por el n o m b r e d e dialéctica d e los caracteres episódicos. Estos paradigmas p r o c e d e n d e la historia s e d i m e n t a d a cuya génesis se h a borrado.

y con las condiciones res­ trictivas q u e lo convierten e n mythos trágico: c a m b i o d e la f o r t u n a e n infortunio. e n su magnífica obra Mimesis. q u e exigen d e n o s o t r o s gran discernimiento e n el u s o del t é r m i n o paradig­ mático. e n la disposición d e los hechos. aunque estrictamente limitados. De este m o d o . p o r la g r a n d e z a y exento d e vicio o maldad. sino t a m b i é n las o b r a s singulares. a u n q u e n o hay q u e olvidar q u e n u e s t r a cultura es h e r e d e r a d e varias tradiciones narrativas: h e b r e a y cristiana.^' P e r o n o es t o d o : c r e a n c o m o p a r a d i g m a n o sólo la forma d e la c o n c o r d a n c i a discordante o el m o d e l o q u e la tradición p o s t e r i o r h a identificado c o m o u n género literario estable. . L o que llamo esquematízación d e la construcción d e la intriga sólo existe e n este desarrollo histórico. e n la m e d i d a e n q u e . este g é n e r o cumple a lá vez con las condicio­ nes formales q u e h a c e n d e él u n mythos. y t a m b i é n celta. P o r o t r o . Edipo re^. si n o tres. germánica. sin e m b a r g o . accesoriamente. islandesa. establece el c o n c e p t o d e t i a m a e n sus rasgos m á s formales: los q u e h e m o s identificado con la c o n c o r d a n ­ cia discordante. e m e r g e u n universal q u e es. el d e la epopeya. eslava. género y tipo bajo el título d e pa­ radigma. la p r o p i a disposición erigida e n tipo. el vínculo causal ( u n o p o r causa d e otro) prevalece s o b r e la simple sucesión ( u n o d e s p u é s d e otro). e n The nature of narrative (Oxford. se­ g ú n lo h e m o s i n t e r p r e t a d o . Por e s o también Eric Auerbach. ] 968). han h e c h o b i e n e n hacer preceder su análisis d e las categorías narrativas d e otro d e la historia del arte de narrar e n Occidente. sín o también p o r la d e los tipos nacidos lo m á s cerca d e las o b r a s singulares. Este g é n e r o h a d o m i n a ­ d o e n g r a n m e d i d a el desarrollo p o s t e r i o r d e la literatura d r a m á ­ tica e n Occidente. desgracia i n m e r e ­ cida. A h o r a bien: estos p a r a d i g m a s . la tradición narrativa h a sido m a r c a d a n o sólo p o r la sedimentación d e la forma d e concordancia discordante y p o r lá del género trágico (y d e los d e m á s m o d e l o s del m i s m o nivel). incidentes lastimosos y horribles. describe el género d e la tragedia griega (y. E n efecto. Por u n lado. Así.T I E M P O y NARRACIÓN 137 Esta sedimentación se p r o d u c e en múltiples planos. p e r o iijustado a los criterios del m o d e l o trágico). etc. h o y n o s p a r e c e q u e Aristóteles hizo d o s cosas a la vez. diremos q u e los paradigmas n a c e n del trabajo d e la ima­ ginación creadora en estos diversos planos. nacidos a su vez d e u n a innovaScholes y Kellog. opta p o r apoyar su análisis y su apreciación de la re­ presentación d e la realidad e n la cultura occidental e n muestras d e textos n u m e ­ rosos. falta trágica d e u n carácter m a r c a d o . La Iliada. Si e n g l o b a m o s forma. la Poética d e Aristóteles.

-G. . la innovación^ es corre­ lativo d e l d e la sedimentación. . la novela. e incluso resis­ ten al c a m b i o e n virtud del p r o p i o p r o c e s o d e sedimentación. la desviación. P e r o c o n f o r m e u n o se ale­ j a del relato tradicional. El e s t a t u t o del o t r o p o l o d e la tradición. Siempre hay lugar p a r a la innova­ ción e n la m e d i d a e n q u e lo q u e . la o b r a d e arte —poema. Véase G. P o r eso los p a r a d i g m a s constituyen sólo la gramática q u e r e g u l a la c o m p o s i c i ó n d e o b r a s nuevas —nuevas. e n la poiesis del p o e m a . Granger. la separación. e n ú l t i m o t é r m i n o . c o n los p a r a d i g m a s d e la tradición. Essai d'une pkilosophie du style (París. se desplie­ ga e n t r e los dos polos d e la aplicación servil y d e la desviación calculada.138 EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN VTEMPORALTOAD ción a n t e r i o r . 1968). el trabajo d e la imaginación n o nace d e la n a d a . Así. P e r o p u e d e m a n t e n e r u n a relación variable c o n estos p a r a d i g m a s . el relato tradicional se m a n ü e n e n m u y cerca del p r i m e r p o l o . a los g é n e r o s y al p r o p i o principio formal d e la concordancia-discordancia. 5-16. u n a gran p a r t e d e la novela c o n t e m p o r á n e a p u e d e definirse c o m o antinovela. A d e m á s . el mito y. p e r o lo h a c e n l e n t a m e n t e . e n general. El abanico d e soluciones es amplio. es siempre i m a o b r a singular. e n c u a n t o q u e el rechazo preva­ lece s o b r e el gusto d e variar s i m p l e m e n t e la aplicación. c o n respecto al d r a m a o al relato maravillo­ so. se p r o d u c e . El c u e n t o . Así c o m o la gramática d e la lengua regula la p r o d u c c i ó n d e frases b i e n formadas. u n a existencia n u e v a e n el r e i n o del lenguaje. la desviación p u e d e actuar e n t o d o s los planos: c o n relación a los tipos.^ P e r o lo inverso n o es m e n o s v e r d a d e r o : la innovación sigue siendo u n a c o n d u c t a regida p o r reglas. se convier­ ten e n regla. esta o b r a . P e r o m á s ra- ^ Aristóteles observa que conocemos s ó l o universales: lo singular e s ine&ble. o la m i s m a historiografía respecto d e la crónica. M e n o s frecuente es el c a m b i o d e g é n e r o : equivale a la creación d e u n n u e v o g é n e r o . p r o p o r c i o n a n reglas p a r a la e x p e r i m e n t a c i ó n pos­ terior e n el c a m p o narrativo. p o r ejemplo. Parece q u e el p r i m e r tipo d e des­ viación es constitutivo d e cualquier o b r a singular: cada o b r a está e n desviación c o n relación a cada obra. antes d e hacerse típi­ cas. p a s a n d o p o r t o d o s los grados d e la "deformación regulatia". p p . Se relaciona. d r a m a . novela— es u n a p r o d u c c i ó n o r i ^ n a l . Estas reglas c a m b i a n p o r la p r e s i ó n d e nuevas invenciones. cuyo n ú m e r o y c o n t e n i d o son imprevisi­ bles. d e u n o u o t r o m o d o . Pero hacemos cosas singulares.

eQ h a c e r c o n t r a p u n t o c o n la sedimentación. ni.]. o c u a n d o evoca el placer q u e . n o significa la m u e r t e d e la p r o p i a f o r m a narrativa. "al r e p r e s e n t a r la c o m p a s i ó n y el t e m o r [. Este estadio c o r r e s p o n d e a lo q u e H . E x a m i n a r e m o s d e s p u é s la a m p l i t u d del espacio d e variación p e r m i t i d o p o r el p a r a d i g m a formal. e n su herm e n é u t i c a filosófica. realiza la p u r g a ción d e esta clase d e emociones". e n la q u e la teoría d e la persuasión se a m o l d a e n t e r a m e n t e a la capacidad receptiva d e los oyentes. Sólo al t é r m i n o del r e c o r r i d o d e la mimesis a d q u i e r e u n c o n t e n i d o c o n c r e t o la tesis e n u n c i a d a al inicio d e este capítulo: la n a r r a c i ó n tíene su p l e n o sentido c u a n d o es restítutída al tíempo dei o b r a r y del p a d e c e r e n la mimesis III. Ella es sólo. u n a vez más. I n d a g a r e m o s si este rechazo. hace posible la tradiñ ó n narrativa. a u n q u e se p r e o c u p a m e n o s d e l a u d i t o r i o e n su Poética q u e e n su Retórica. G. P e r m í t a s e m e r e c o r d a r .. El p r o p i o Aristóteles sugiere este últímo s e n ü d o d e la mimáis praxeos e n divereos pasajes d e su Poética. erigido e n cisma.TIEMPO Y N A R R A a Ó N 139 dical es el rechazo del principio formal d e la concordancia-discordancia. En t o d o caso. 1 ^ explicación d e la mimesis sigue e s t a n d o hasta el fin subord i n a d a a la investigación d e la mediación e n t r e tíempo y n a r r a ción. q u e la tragedia. P e r o c u a n d o afirma q u e la poesía "enseña" lo universal. lo contrario d e la aplicación servü. q u e m e r e c e Uamarse t a m b i é n mimesis. ñ a m a "aplicación". G a d a m e r . bajo la f o r m a e x t r e m a del cisma. Esta variedad e n la aplicación es la q u e p r o p o r c i o n a u n a historia a la imaginación c r e a d o r a y la q u e . se acrecienta e n el p l a n o d e mimesis II. llevada a su inteligibilidad p r i m e r a . con el tiempo. MIMESIS nr Quisiera m o s t r a r s e g u i d a m e n t e c ó m o mimesis 11. q u e el interés m o s t r a d o a q u í p o r el desarrollo d e la mimesis n o tiene su objetivo e n sí mism o . la fusibilidad d e la desviación se inscribe e n la relación e n t r e p a r a d i g m a s s e d i m e n t a d ^ y o b r a s efectivas. Éste es el ú l t i m o e n r i q u e c i m i e n t o c o n el q u e la relación d e la narración. exige c o m o c o m p l e m e n t o u n a tercera fase representativa. La d e f o r m a c i ó n r e g u l a d ^ c o n s t i t u y e el eje m e d i o a l r e d e d o r del cual se r e p a r t e n las m o d a l i d a d e s d e c a m b i o d e los paracügmas p o r aplicación..

El estudio d e la teoría agustiniana del ü e m p o p o r la q u e h e m o s c o m e n z a d o esta o b r a n o s ha d a d o ya la ocasión d e anticiparlo. 3. es necesario m o s t r a r cóm o se articula este acto e n el d i n a m i s m o p r o p i o del acto configurante. Si es cierto q u e la m e d i a c i ó n e n t r e tiempo y n a r r a c i ó n se constituye al e n c a d e n a r los tres estadios d e la mimesis. quisiera esbozar las principales dificultades q u e se relacionan con la noción d e referencia e n el o r d e n narrativo. P r o c e d e r é e n cuau'o etapas: 1. El p r o b l e m a d e la relación e n t r e tíempo y narración culmina e n esta dialéctíca e n t r e la aporética y la p o é ü c a d e la temporalidad.. La respuesta a esta p r e g u n t a p o n d r á d e manifiesto u n a circularidad m u c h o m á s radical q u e la q u e e n g e n d r a la relación d e mimesis III con mimesis I p o r m e d i o d e mimesis II. . Aristóteles está significando q u e el r e c o r r i d o d e la mimesis tíene su c u m p l i m i e n t o . Se r e s p o n d e r á a q u í a la objeción d e circur ¡andad suscitada d e s d e el principio d e este capítulo. Si es cierto q u e el acto d e lectura es el vector d e la aptitud d e la t r a m a para m o d e l a r la experiencia. e n el oyente o e n el lector. del m u n d o configurado p o r el p o e m a y del m u n d o e n el q u e la acción efectiva se despliega y despliega su t e m p o r a l i d a d específica. señala al m i s m o t i e m p o su e n t r a d a e n el c a m p o d e la referencia.140 EL C Í R C U L O ENTRE NARRACIÓN Y T E M P O R A U D A D e x p e r i m e n t a m o s al ver los incidentes horribles o lastimosos concurrir e n el cambio d e f o r t u n a q u e la tragedia. Volviendo sobre el p r o b l e m a d o n d e lo h a b í a m o s dejad o e n La metáfora viva. sin d u d a . Finalmente. G e n e r a l i z a n d o m á s allá d e Aristóteles. se p l a n t e a u n a cuestión pre^'ia: saber si este e n c a d e n a m i e n t o señala realm e n t e u n a progresión. diré q u e mirnesis III m a r c a la intersección del m u n d o del texto y del m u n d o del oyente o del lector: intersección. se m o s t r a r á cóm o la e n t r a d a d e la obra. se plantea la c u e s ü ó n d e sab e r q u é ayuda p u e d e esperar d e \2Í fenomenología del tiempo la herm e n é u t i c a del tiempo n a r r a d o . c ó m o lo p r o l o n g a y lo Ueva a su t é r m i n o . p o r la lectura. en ta m e d i d a e n q u e el m u n d o refigurado p o r la n a r r a c i ó n es u n m u n d o temporal. Al a b o r d a r d e frente la tesis d e la refiguración d e la experiencia t e m p o r a l p o r la construcción d e la trama. C o n c i e r n e a la relación e n t r e u n a fenomenología q u e n o deja d e e n g e n d r a r aporías y lo q u e h e m o s llamado a n t e r i o r m e n t e la "solución" poética d e estas aporías. pues. 2. e n el c a m p o d e la comunicación. 4..

sus recursos d e simbolización o su carácter temporal. facilita el " c o m o si" p r o p i o d e t o d a ficción. p o d e m o s caer en la tentación de d e d r q u e la n a r r a c i ó n p o n e la consonancia allí d o n d e sólo hay disonancia. D e este m o d o . L a acusación de círculo vicioso p r o c e d e d e la seducción p o r u n a u o t r a d e las dos versiones d e la circularidad. Si esto es cierto. 1] P o r un lado. A este respecto. Es así c o m o consuela frente a la m u e r t e . El círculo de la "mimesis " A n t e s d e a d e n t r a r m e e n el p r o b l e m a central de mimesis III q u i e r o afrontar la sospecha d e cii cularídad viciosa. no es más q u e artificio literario. su redundancia. n o s d a m o s c u e n t a d e la violencia y de la mentira. q u e . el d e llegada parece anticipado en el de partida. estamos a p u n t o de s u c u m b i r a la fascin a c i ó n p o r lo informe absoluto y p o r la defensa d e esta radical h o n e s t i d a d intelectual q u e Nict7. Sólo gracias a u n a cierta nostalgia del o r d e n resistimos a esta fascinación y n o s a d h e r i m o s d e s e s p e r a d a m e n t e a la idea d e q u e el o r d e n es n u e s t r o m u n d o . p e r o a u n a altura diferente.TIEMPO y NARRACIÓN 141 1. el p u n t o d e llegada p a r e c e conducir al p u n t o d e partida. a pesar de todo. N o niego que semejante dramalización d e la dialéctíca e n t r e narratívidad y t e m p o r a l i d a d revele de m o d o a p r o p i a d o el carácter d e concordancia discordante con q u e se designa la relación e n t r e tíempo y narración. preferiría hablar más bien d e u n a espiral sin fin q u e h a c e p a s a r la m e d i t a c i ó n varias veces p o r el m i s m o p u n t o .sche llamaba iíídZíc/tAíií. p e o r a ú n . Ya se considere la estructura semántica de la acción. En el m e j o r de los casos. el círculo h e r m e n é u t i c o d e la narratividad y d e la t e m p o r a l i d a d se resolvería e n el círculo vicioso de la mimesis. la n a r r a c i ó n d a forma a lo q u e es i n f o r m e . P e r o mientras p o n g a m o s d e m o d o uní- . La solución narrativa d e la paradoja n o es más q u e el b r o t e d e esta violencia. P e r o tan p r o n t o c o m o dejamos d e e n g a ñ a r n o s a nosotros mismos c o n el r e c u r s o al consuelo ofrecido p o r los paradigmas. N o se p u e d e n e g a r q u e el análisis sea circular. q u e n o deja d e suscitar el paso de la p r i m e r a a la tercera a través de la s^ffunda. P e r o p u e d e refutarse q u e el círculo sea vicioso. Por eso la c o n s o n a n c i a n a r r a ü v a i m p u e s t a a la disonancia t e m p o r a l sigue s i e n d o o b r a de lo q u e conviene llamar violencia d e la interpretación. la segunda. La p r i m e r a subraya la violencia de la interpretación. c o m o sabemos. P e r o este d a r forma m e d i a n t e la narración p u e d e s o m e t e r s e a la sospecha d e e n g a ñ o . o.

el propio Kermode n o deja de subrayar las innu­ merables tensiones originadas por este modelo en lo que afecta a los acontecimientos q u e suceden "entre los tiempos" y . según Frank Kermode. de ucronías. e n los "últimos tiempos". que estamos tentados de oponer d e for­ ma n o dialéctica a la disonancia de nuestra experíencia temporal. estoy pensando en el modelo apocalíptico que subraya magm'ficamente la correspondencia entre el comienzo —el Génesis— y el fin —éi Apocalipsis—. Lo mismo habría que decir del otro paradigma que. que h e m o s relacionado anteriormente con el poder de esquematización pro- . Las propias tramas coordinan distensión e intención. La construcción de la trama n o es nunca el simple triunfo del "or­ den". En una palabra: cuando pensadores o críticos parecen ceder a la sim­ ple nostalgia del orden o. mejor. per­ d e m o s el carácter propiamente dialéctico d e la relación. al terror del caos. El modelo apocalíptico engrandece la inversión en la medida en que el fin es la catástrofe q u e anula el tíempo y prefigura los "terrores de los últímos días". de las contingencias y de los re­ veses de fortuna que suscitan espanto y compasión. Gomo hemos visto e n san Agustín. la nuestra. lo que los emociona. El proceso mismo de la formación de tradiciones. dis­ tentio e intentio se enfrentan mutuamente dentro d e la experien­ cia más auténtica.-pese a su persistencia atestiguada por su re­ surgir actual en forma de utopías o. peor aún. Es necesario preservar la paradoja del tiempo de la nivelación operada por su reducción a la simple discordan­ cia. que n o agota en absoluto la dinámi­ ca narratíva.142 E L C Í R C U L O ENTRE N A R R A O O N Y T Í M P O R A L T O A D lateral la consonancia sólo del lado de la narración y la disonan­ cia sólo del de la temporalidad. Primeramente. Hasta el paradigma de la tragedia griega deja espacio al pa­ pel perturbador de \z. sólo es un paradigma entre muchos. como sugiere el argumento. Pero el m o d e l o apocalíptíco. la experiencia d e la temporalidad n o se reduce a la simple discordancia. debe moderarse también el carácter d e con­ sonancia de la narración. es el reconocimiento auténtico de las paradojas del tiempo. p o r encima de la pérdida de significa­ ción propia de una cultura particular. ha reinado sobre el "sentido del punto final" en nuestra tradición occidental. Más bien habría que preguntarse si la defensa de la ej^eriencia temporal radicalmente informe n o es ella misma producto de la fascinación por lo informe que caracteriza a la modernidad. peripateia. en último término. En segundo lugar. sobre lo­ do.

TIEMPO Y NARRACIÓN 143 p i ó d e la i m a ^ n a c i ó n creadora. En todos los casos. ilustrado p o r la antin o v e l a actual. Se aplica a t o d o s los "casos d e fig u r a " d e c o n c o r d a n c i a discordante y d e discordancia c o n c o r d a n te. V e r e m o s e n la tercera p a r t e q u e este r e n a c i m i e n t o d e los paradigm a s n o anula la dialéctica f u n d a m e n t a l d e la c ^ c o r d a n c i a discord a n t e . Se p u e d e . A h o r a es la discordancia e n g e n d r a d a e n el discurso p o r la distancia irónica c o n respecto a cualquier p a r a d i g m a la q u e vien e a m i n a r d e s d e el i n t e r i o r el d e s e o d e "concordancia" q u e sirve d e base a n u e s t r a experiencia temporal y a destruir la intentio. Si n o existe e x p e r i e n d a q u e n o esté ya m e diatizada p o r sistemas simbólicos y. y m e r c e d al placer más o m e n o s perverso q u e el lector e x p e r i m e n t a e n ser excitado y p r o v o c a d o . e n efecto. estas o b r a s satisfacen a la vez a la tradición q u e ellas inculpan y a las ejqjeríencias d e s o r d e n a d a s q u e finalmente imitan d e t a n t o n o imitar los para(ügmas recibidos. D e este m o d o . d e u n a vida h u m a n a c o m o d e u n a historia incipiente. Gracias a las frustraciones originadas p o r su desprecio irónico d e t o d o p a r a d i g m a . es necesario hacerlo a h o r a a la posibilidad inversa: a la redundancia de la i n t e r p r e t a d ó n . sin la cual n o habría distentid animi. 2] La objeción d e cfrculo vidoso p u e d e revestir o t r a forma. d a d o q u e n o t e n e m o s ac- . p r e s u m i r con fiíndamento q u e la p r e t e n d i d a discordancia d e n u e s t r a experiencia t e m p o r a l n o es m á s q u e u n artiíicio literario. nace d e la historia paradójica d e la "concordancia". la reflexión sobre los límites d e la c o n c o r d a n c i a n o p i e r d e n u n c a sus d e r e c h o s . T r a s h a b e r h e c h o frente a la violencia d e la i n t e r p r e t a c i ó n . q u e la acción d e m a n d a n a r r a c i ó n . p a r e c e inútíl decir. La sospecha d e violencia interpretativa n o es m e n o s legítima e n este caso e x t r e m o . e n t r e ellos. Esto ocurriría sí la p r o p i a mimesis I fuese d e s d e s i e m p r e u n efecto d e sentido d e mimesis TU. n o deja d e e n g e n d r a r o t r o s par a d i g m a s distintos d e los d e la tragedia griega o jdel apocalipsis. c o m o h e m o s hedho. p u e s . Ya n o es la "concordancia" la q u e se i m p o n e p o r la fuerza a la "discordancia" d e n u e s t r a experiencia del t i e m p o . H a s t a el rechazo d e t o d o p a r a d i g m a . L a objeción d e r e d u n d a n c i a p a r e c e s u g e r i d a p o r el análisis m i s m o d e mimesis I. p o r n a r r a d o n e s . el círculo es inevitable sin ser vicioso. t a n t o en el p l a n o d e la n a r r a d ó n c o m o e n el del t i e m p o . ya q u e ésta sería o b r a d e la tercera. E n t o n c e s la s e g u n d a n o h a r í a m á s q u e restituir a la tercera lo q u e habrfo t o m a d o d e la p r i m e r a . ¿ C ó m o p o d r í a m o s hablar.

El paciente q u e visita al psicoanalista le p r e s e n t a migajas d e historias vividas. episodios conflictuales. El análisis d e los rasgos temporales d e la acción en el p l a n o d e mimesis I h a c o n d u c i d o al u m b r a l d e este c o n c e p t o . sueños. Para caracterizar estas situaciones n o vacilaré e n hablar d e u n a estructura pre-narrativa d e la experiencia. Esta interpretación n a r r a ü v a d e la teoría psicoanalítica implica q u e la historia d e u n a vida p r o c e d e d e s d e historias n o contadas e inhibidas hacia historias efectivas q u e el sujet o p o d r í a h a c e r suyas y considerarlas c o m o constitutivas d e su ^ Roy Chafer. ¿es inaceptable la noción d e historia potencial? M e gustaría d e t e n e r m e e n dos situaciones m e n o s cotidianas e n las q u e la expresión d e historia n o n a r r a d a (todavía) se i m p o n e c o n u n a fuerza s o r p r e n d e n t e . a m i j u i cio. con razón se p u e d e decir d e las sesiones d e análisis q u e t i e n e n c o m o finalidad y c o m o r e s u l t a d o el q u e el analizador saque d e estas migajas d e historia i m a narración q u e sería a la vez m á s insoportable y m á s inteligible. cno s o m o s p r o p e n s o s a ver e n tal e n c a d e n a m i e n t o d e episodios d e n u e s t r a vida historias " n o n a r r a d a s (todavía)". 1976).144 E L C Í R C U L O ENTTRE N A R R A C I Ó N Y T E M P O R A L I D A D ceso a los d r a m a s temporales d e la existencia fuera d e las historias n a r r a d a s a este respecto p o r otros o p o r nosotros mismos? A esta objeción o p o n d r é u n a serie d e situaciones que. algo n a r r a d o ? C i e r t a m e n t e . Pero. si h a b l a m o s d e historias efectivas. sino q u e constituye u n a auténtica d e m a n d a d e n a r r a c i ó n . . Roy Schafer^^ nos h a e n s e ñ a d o incluso a considerar ei conjunto d e las teorías metapsicológicas d e F r e u d c o m o u n sistema d e reglas para volver-a-narrar las historias d e vida y elevarlas a la categoría d e historias d e casos. n o s fuerzan a otorgar a la experiencia t e m p o r a l c o m o tal u n a narratividad incoativa q u e n o p r o c e d e d e la proyección —como se dice— d e la Uteratura s o b r e la vida. historias q u e p i d e n ser contadas. Si n o lo h e f r a n q u e a d o ahora es p o r q u e pienso q u e la objeción d e círculo vicioso p o r r e d u n d a n c i a depararía u n a ocasión m á s propicia p a r a señalar la i m p o r t a n c i a estratégica d e las situaciones d e las q u e hab l a r e m o s e n el círculo d e la mimesis. ¿no es. "escenas primitivas". p o r definición. A new languagefor psychoanalysis {Yaie. historias q u e ofrecen p u n t o s d e anclaje a la narración? N o i g n o r o lo i n c o n g r u e n t e q u e es la expresión "historia n o n a r r a d a (todavía)". La historia. Sin a b a n d o n a r la experiencia cotidiana.

u n carácter. es necesario q u e las historias n a r r a d a s "emerjan" (auftauchen) d e este s e g u n d o plano. La consecuencia principal d e este análisis existencial d e l h o m b r e c o m o "ser e n r e d a d o e n historias" es ésta: n a r r a r es u n p r o c e s o secundario. des e n m a r a ñ a n d o el e n r e d o d e tramas e n el q u e está p r e s o el sospec h o s o . a p e n a s se sentírá satisfecho c o n esta noción d e u n a historia n a r r a d a q u e estaría e n "continuidad" con la implicación pasiva d e los sujetos d e n t r o d e historias q u e se p i e r d e n en u n h o r i z o n t e b r u m o s o . 1976). describe el caso e n el q u e u n j u e z i n t e n t a c o m p r e n d e r u n curso d e acción.TIEMPO Y NARRACIÓN 145 i d e n t i d a d personal. la p r i o r i d a d d a d a a la historia todavía n o n a r r a d a p u e d e servir d e instancia crítíca frente a cualquier énfasis sobre el carácter artificial del a r t e d e narrar. 100). T o d a la historia del sufrimiento clama venganza y p i d e narración. seguir. N a r r a r . c o m p r e n d e r historias n o es m á s q u e la "continuación" d e estas historias n o dichas. 85). el cei "ser-conocido d e la historia" (das Bekanntwerden der Geschichte) (p. Esta "prehistoria" d e la historia es lo q u e u n e a ésta con u n t o d o m á s a m p l i o y le p r o p o r c i o n a u n " s e g u n d o p l a n o " . pues. El estar e n r e t ^ d o a p a r e c e m á s b i e n c o m o la "prehistoria" d e la historia n a r r a d a . C o n esta "emergencia". Se hace hincapié e n el "estar-enredado" (verstricktsein) (p. v e r b o cuya voz pasiva subraya q u e la historia " o c u r r e " a alguien antes d e q u e n a d i e la cuente. La b ú s q u e d a d e esta i d e n t i d a d p e r s o n a l aseg u r a la c o n t i n u i d a d e n t r e la historia potencial o incoativa y la hist o r i a expresa cuya responsabilidad a s u m i m o s . cuyo com i e n z o lo sigue escogiendo el n a r r a d o r . Esta observación a d q u i e r e t o d a su fuerza c u a n d o evocamos la necesidad d e salvar la historia d e los vencidos y d e los p e r d e d o r e s . Este s e g u n d o p l a n o se h a c e c o n la "imbricación viva" d e t o d a s las historias vividas. In Geschichten verstrickf (Wiesbaden. El crítico literario f o r m a d o e n la tradición aristotélica. Sin e m b a r g o . Se p u e d e decir e n t o n c e s : "La historia r e s p o n d e del h o m b r e " (die Geschichte steht für den Mann) (p. al fin y al cabo. p a r a la cual la historia es u n artificio c r e a d o p o r el escritor. C o n t a m o s historias p o r q u e . 101). las vidas h u m a n a s necesitan y m e r e c e n contarse. Así. e n su o b r a In Geschichten ventrickt (1967)^^ —Enredado en historias—. Wilhelm Schapp. el suj e t o implicado e m e r g e también. H a y o t r a situación a la q u e p a r e c e convenir la n o c i ó n d e historia n o n a r r a d a . unas d e n t r o d e otras. . " Wilhelm Schapp.

d e las parábolas d e Jesús. al m e n o s . 1976). el s e g u n d o p l a n o . expulsan. Es cierto q u e éstos son lugares d e n t r o del texto. q u e . s o n dichas p a r a q u e "los d e fuera" n o las c o m p r e n d a n . y q u e .146 EL CR U O E T E NARRAaÓN Y T M O A I A ÍCL NR E P R LD D P e r o la crítica sentirá m e n o s aversión a aceptar la n o c i ó n d e historia c o m o aquello en lo q u e estamos e n r e d a d o s si r e p a r a e n u n a sugerencia q u e p r o v i e n e d e su p r o p i o c a m p o d e c o m p e t e n cia. Tal sería el caso. e n vacío su inexhausübilidad. p o d e m o s e n c o n t r a r e n ella u n refuerzo p a r a n u e s t r o a r g u m e n t o principal. H a lleF r a n k K e r m o d e . p o r narraciones próidmas a las d e Marcos o d e Kafka— y las historias n o dichas a ú n d e nuestras vidas. P e r o -ise p u e d e afirmar q u e el "potencial h e r m e n é u t i c o " {ibid.. q u e constituyen la prehistoria. según el cual la circularidad manifiesta d e t o d o análisis d e la narración —que i n t e r p r e t a siempre. al m e n o s u n a resonancia e n las historias n o dichas d e nuestras vidas? ¿No hay u n a complicidad oculta e n t r e el Secrecy e n g e n d r a d o p o r la p r o p i a narración —o. s e g ú n F. la imbricación viva.^'^ Frank K e r m o d e i n t r o d u c e la i d e a d e q u e algunas narraciones p u e d e n i n t e n t a r n o aclarar. e n t r e otros. refiguración y lectura El círculo h e r m e n é u t i c o d e la narración y del tiempo r e n a c e así sin cesar del círculo q u e f o r m a n los estadios d e la mimesis. P e r o existen otras m u c h a s narraciones q u e p o s e e n ese p o d e r enigmático d e "echar a los Intérpretes d e sus lugares secretos". c o n t o d o . según la interpretación del evangelista Marcos. d e las q u e e m e r g e la historia n a r r a d a ? C o n otras palabras: ¿no existe u n a afinidad oculta e n t r e el secreto del que e m e r g e la historia y aquel ai q u e la historia vuelve? Cualquiera q u e p u e d a ser la fuerza coactiva d e esta sugerencia. sino oscurecer y disimular. si n o u n a consonancia. a "los d e d e n t r o " d e su situación d e privilegio. con la m i s m a severidad. E n The génesis of secrecy. Señalan. K e r m o d e . 2. 40) d e las narraciones d e este tipo encuentra. la f o r m a t e m p o r a l i n h e r e n t e a la experiencia y la e s t r u c t u r a narrativa— n o es u n a tautología m u e r t a . p . ConfiguraciÓTi. u n a p o r otra. . The génesis r>/secrecy — Onthe inUrpretation oj narraíive {Harv a r d . Más bien hay q u e ver en ella u n "círculo s a n o " e n el q u e los a r g u m e n t o s expuestos sobre las d o s vertientes del p r o b l e m a se p r e s t a n m u t u a ayuda.

visible e n la oper a c i ó n d e la construcción d e la trama. o p e r a d a p o r el acto d e lectura. La noción d e la actividad e s t r u c t u r a n t e . categorías d e la interacción e n t r e la operatividad de la escritura y la d e la lectura. efectúa las desviaciones. L a construcción d e la t r a m a sólo p u e d e describirse c o m o u n a c t o del juicio y d e la imaginación c r e a d o r a e n c u a n t o q u e este a c t o es o b r a conjunta del texto y d e su lector. P o r u n lado. y e n ello e x p e r i m e n t a lo q u e R o l a n d Barthes llamaba el placer del texto. c o m o el vector d e la aptitud d e la traj?Ja p a r a modelizar la experiencia. el destinatario j u e g a con las coerciones narrativas. Estos rasgos contribuyen particul a r m e n t e a s u p e r a r el prejuicio q u e o p o n e u n " d e n t r o " y u n "fuera" del texto. esta oposición está e s t r e c h a m e n t e lig a d a a u n a c o n c e p c i ó n estática y cerrada d e la estructura del text o solo. igual q u e Aristóteles decía q u e la sensación es o b r a c o m ú n d e lo s e n ü d o y del q u e siente. d e e n t r a d a . los p a r a d i g m a s recibidos e s t r u c t u r a n las expectativas del lector y le ayudan a r e c o n o c e r la regla formal. Si este acto p u e d e considerarse. E n efecto. trasciende esta oposición. el acto d e leer a c o m p a ñ a la configuración d e la narración y actualiza su capacidad p a r a ser seguida. P r o p o r c i o n a n lín e a s directrices p a r a el e n c u e n t r o e n t r e el texto y su lector. según R o m á n I n g a r d e n e n La structure de l'oeuvre litíéraire y Wolfgang Iser e n Der Akt des Lesens. t o m a p a r t e e n el c o m b a t e d e la novela y d e la antinovela. N a d a lo d e m u e s t r a m e j o r q u e los dos rasgos con los q u e acabam o s d e caracterizar la t r a m a e n el estadio d e mimesis II: la esquematización y la tradicionalidad. El acto d e leer t a m b i é n a c o m p a ñ a al j u e g o d e la innovación y d e la meditación d e los p a r a d i g m a s q u e esquematizan la construcción d e la trama. la o b r a escrita es u n esbozo . Seguir u n a historia es actualizarla en lectura.TIEMPO Y NARRAaÓN 147 g a d o el m o m e n t o d e c e n t r a r nuestra reflexión en la transición e n t r e mimesis II y mimesis III. d e l q u e se h a subrayado también el p a r e n t e s c o con el j u i c i o q u e " c o m p r e n d e " —que " t o m a juntos"— lo diverso d e la acción e n la u n i d a d d e la trama. Esquematización y tradicionalidad son. E n dicho acto. es el lector el q u e r e m a t a la o b r a e n la m e d i d a e n q u e . según se l i a dicho anteriorm e n t e . Finalmente. E n u n a palabra: regulan la capacidad q u e p o s e e la historia p a r a dej a r s e seguir. es p o r q u e r e c o b r a y concluye/él acto configurante. P o r o t r o lado. el g é n e r o o el u p o ejemplificados p o r la historia n a r r a d a .

c o m o la d e R o b e r t Jauss. El texto sólo se hace obra e n la interacción d e texto y receptor. Para las dos. desafía la capacidad del lector p a r a configurar él m i s m o la o b r a q u e el autor p a r e c e q u e r e r desfigurar con malicioso regocijo. individual o colectivo. e n t r a ñ a racíos. a las obras literarias e n t r e los actos d e discurso y. respectivamente. El acto d e lectura se convierte así e n el a g e n t e q u e u n e mimesis III a mimesis II. p r ó x i m a a la n o c i ó n d e "fusión d e horizontes" d e H . el texto. Esta definición. en efecto. el oyente o el lector lo reciben según su p r o p i a capacidad d e acogida. L o q u e se comunica. E n este caso e x t r e m o . u n c o m p o n e n t e intrínseco d e la significación actual o efectiva del texto. q u e se define también p o r u n a situación a la vez limitada y abierta sob r e el h o r i z o n t e del m u n d o . 3. Es el ú l t i m o vector d e la refiguración del m u n d o d e la acción bajo la influencia d e la trama. al m o d o d e Wolfg a n g Iser. el texto es u n conjunto d e instrucciones q u e el lector individual o el público ejecutan d e f o r m a pasiva o c r e a d o r a . descansa e n tres presup u e s t o s q u e sirven d e base. casi a b a n d o n a d o p o r la o b r a . c o m o el Ulises d e Joyce. Limitém o n o s p o r a h o r a a decir q u e ambas tienen e n c o m ú n el ver e n el efecto p r o d u c i d o p o r el texto sobre el receptor. El t é r m i n o h o r i z o n t e y el correlativo d e m u n d o a p a r e c e n así dos veces e n la definición sugerida anteriormente d e mimesis 111: intersección e n t r e el m u n d o del texto y el del oyente o del lector. e n última instancia. el m u n d o q u e proyecta y q u e constituye su h o r i z o n t e . Narratividad y referencia C o m p l e t a r la teoría d e la escritura p o r la d e la lectura constituye sólo el p r i m e r paso e n el c a m i n o d e mimesis III. . La estética d e la r e c e p c i ó n n o p u e d e c o m p r o m e t e r el p r o b l e m a d e la comunicación sin h a c e r lo m i s m o con el d e la referencia. G. lagunas. el q u e Ueva sob r e sus h o m b r o s el peso d e la construcción d e la trama. G a d a m e r .148 EL C Í R C U L O ENTRE N A R R A C I Ó N Y T E M F O R A L I D A D p a r a la lectura. y u n a de la recepción. a los actos d e discurso e n general. S o b r e este f o n d o c o m ú n se destacan las d o s aproximaciones diferentes: la del acto de lectura y la d e la estética de la recepción. U n o d e los p r o b l e m a s críticos q u e n o s o c u p a r á e n la cuarta p a r t e será c o o r d i n a r a p a r t i r d e a h í las relaciones d e u n a teoría d e la lectura. En este sentido. es. m á s allá del sentido d e la o b r a . zonas d e i n d e t e r m i n a c i ó n e incluso. es el lector.

Este objetivo del referente del discurso es r i g u r o s a m e n t e sincrónico c o n su ca­ rácter d e acontecimiento y con su f u n c i o n a m i e n t o dialogal. el m u n d o es su "otro". y se levanta a la vez sobre u n h o r i z o n t e d e potencialidades q u e constituyen su h o r i z o n t e inter­ n o y e x t e r n o : i n t e r n o . Esta es la presuposición ontológica d e la referencia. si­ g u i e n d o a Benveniste más q u e a De Saussure. en c u a n t o q u e la cosa buscada m a n t i e n e relaciones potenciales con cualquier o t r a cosa bajo el h o r i z o n t e d e u n m u n ­ d o total. a las obras narrativas e n t r e las obras literarias. e x t e m o . m e limito a repetir ia tesis. N i si­ q u i e r a es u n m u n d o . am­ p l i a m e n t e razonada e n La metáfora viva. Con respecto al p r i m e r p u n t o . tocante a la relación en­ tre sentido y referencia e n t o d o discurso. El acontecimiento com­ p l e t o n o sólo consiste e n q u e alguien t o m e la palabra y se dirija a u n interlocutor. Según esta tesis. E n este d o b l e sentido d e la palabra horizonte. el o r d e n q u e enlaza estas tres presuposiciones es el d e u n a especificación creciente. Este p r e s u p u e s t o general im­ plica q u e el lenguaje n o constituye u n m u n d o p o r sí m i s m o . Referencia y horizonte son correlativos. En la frase. El lenguaje es p o r sí m i s m o del o r d e n d e lo "mismo". Es la o t r a vertiente d e la instancia d e discurso. tiene al m u n ­ d o p o r horizonte. a su vez. q u e . reflejada e n el interior del p r o p i o lenguaje c o m o u n p o s t u l a d o desprovisto d e justificación i n m a n e n t e . T o d a experiencia posee u n c o n t o r n o q u e la circunscribe y la distingue. el cual n o figura n u n c a c o m o objeto d e discurso. se sabe en el ser p a r a referirse al ser.TE P Y N A R R A C I Ó N IMO 149 finalmente. t a m b i é n e n q u e desee llevar al lenguaje y com­ partir con otro u n a n u e v a experiencia. u n a experiencia q u e compartir. así. si. se t o m a la frase c o m o u n i d a d d e discurso. el lenguaje se orienta más allá d e sí mismo: dice algo sobre algo. intentamos orientarnos sobre el m o d o d e la com­ p r e n s i ó n y t e n e m o s algo q u e decir. la intención del discurso deja d e con­ fundirse con ei significado correlativo d e cada significante d e n t r o d e la i n m a n e n c i a d e u n sistema d e signos. e n c u a n t o q u e s i e m p r e es posible detallar y precisar la cosa considerada en el i n t e r i o r d e u n c o n t o m o esta­ ble. La atestación d e esta alterid a d proviene d e la reflexibilidad del lenguiye sobre sí m i s m o . u n a experiencia q u e llevar al lenguaje. c o m o lo son la f o r m a y el f o n d o . P o r estar e n el m u n d o y p o r s o p o r t a r situaciones. situación y h o r i z o n t e si­ g u e n siendo nociones correlativas. Esta presuposición n o p r o v i e n e ni d e la lingüística ni d e la se- . C o m o se ve. que.

e n n o m b r e d e la estricta inmanencia del lenguaje literario a sí m i s m o . sino también. L o q u e acabo d e llamar atestación ontológica d e b e parecerles. referencia dialógica o dialogal. Greimas yj. Lo q u e el lector recibe n o sólo es el sentido d e la obra. T o d a referencia es correferencia. en el interior mismo d e una teoría que excluye sin concesión cualquier recurso a im referente e x t e m o . Esta segunda p r e s u p o s i c i ó n choca d e frente con la teoría d o m i n a n t e en la poética c o n t e m p o r á n e a q u e rechaza cualquier consideración d e la referencia a lo q u e ella considera c o m o extralingüístico. En realidad. exige u n a segunda presuposición. también las obras literarias a p o r t a n al lenguaje u n a experiencia. p o r m e d i o d e éste. H a y q u e c o o r d i n a r esta p r i m e r a presuposición c o n las reflexiones q u e p r e c e d e n sobre la recepción del texto: aptitud p a r a com u n i c a r y capacidad d e referencia d e b e n plantearse simultáneam e n t e . q u e n o anula la prim e r a . dictionnaíre raisonné dt la tkéorie du langí^. q u e escoger e n t r e la estética d e la recepción y la ontología d e la o b r a d e arte. e n ú l t i m o t é r m i n o . C u a n d o los textos literarios c o n t í e n e n alegaciones q u e c o n c i e m e n a lo v e r d a d e r o y a lo falso. e n Sémiotique. Según la tesis q u e h e d e f e n d i d o e n La metáfora viva y q u e m e limito a r e c o r d a r ahora. u n a vez p u e s t o su p o s t u l a d o d e m é t o d o . al contrario. N o hay. c o m o u n salto injustificable e inadmisible. llamar ilusión referencial. e n t r e todos los actos d e discurso. esta atestación ontológica sería u n salto irracional si la exteriorización q u e exige n o ñier a la c o n t r a p a r t i d a d e u n a m o c i ó n p r e \ í a y m á s originaria. q u e p r o v i e n e d e la e)q)eriencia d e estar en el m u n d o y e n el tíempo y q u e p r o c e d e d e s d e esta condición ontológica hacia su e x p r e s i ó n e n el lenguaje. estas ciencias rechazan p o r p o s t u l a d o d e m é t o d o la idea (?e u n objetivo intencional o r i e n t a d o hacia la extralingüística. pues. La consideración d e las "obras d e arte". sino q u e la complica. las cuales c o n d u c e n ineluctablemente a la dialéctíca del ser y del parecer. 417- .^^ esta poétíca se esfuerza p o r considerar c o m o u n simple efecto d e sentido lo q u e ella decide. el m u n d o y su t e m p o r a l i d a d q u e despliega a n t e ella. P e r o el p r o b l e m a d e la relación d e la literatura c o n el m u n d o del lector ^ El c o n c e p t o d e veñdicáón en Greimas nos proporcionará u n ejemplo excelente del r e t o m o de esta dialéctica. p . Véase A J . p o r d e c r e t o metodológico. a lo falaz y a lo secreto. C o u n é s . y así ven la luz c o m o cualquier discurso. "Véridictíon".150 EL C Í R C U L O ENTRE NARRAaÓN Y TEMPORALTOAD s miótica. su referencia: la experiencia q u e ésta trae al lenguaje y.

h a b l a c o n t e m o r y admiración. se encierra la literatura e n u n m u n d o e n sí y se r o m p e la p u n t a subversiva q u e lanza contra el o r d e n m o r a l y social. Esta fusión conflíctual d e los horizontes se relaciona con la dinámica del tex­ to. o d e la intersección e n t r e el m u n d o del texto y el del lector. Es cierto q u e se p u e d e incluir la m i s m a n o c i ó n d e h o r i z o n t e e n la i n m a n e n c i a del texto y considerar el c o n c e p t o del m u n d o del texto c o m o u n a ex­ crecencia d e la ilusión referencial. la intersección d e ! m u n d o del texto c o n el del lector. si n o se rechaza el p r o b l e m a d e la fusión d e los horizontes del texto y del lector. se ratifica p a r a d ó j i c a m e n t e el positivismo q u e g e n e r a l m e n t e se está comba­ tiendo. P e r o la lectura plantea d e n u e ­ vo el p r o b l e m a d e la fusión d e dos horizontes. el del texto y el del lector. Incluso la e x t r e m a enajenación en rela. P o r lo tanto. P e r o entonces. e n las o b r a s mismas. en­ tre los p a r a d i g m a s recibidos y la p r o d u c c i ó n d e desviaciones p o r la desviación d e las obrEis singulares. y. d e ese m o d o . Las "ilusiones refe­ rencíales" n o son cualquier efecto d e s e n t i d o del texto: r e q u i e r e n u n a teoría detallada d e las modalidades d e veridiccíón. e n t r e todas las o b r a s p o é ü c a s . a saber: el prejuicio d e q u e sólo es real el d a t o q u e p u e d e observarse e m p í r i c a m e n t e y describirse científicamente. Se olvi­ d a q u e la ficción es p r e c i s a m e n t e lo q u e h a c e del lenguaje ese su­ p r e m o peligro del q u e Walter Benjamín. y p o r otra.TIEMPO Y NARRACIÓN 151 n o se anula p o r ello. q u e n o es m e n o r q u e el d e lo real. hasta la crítica social e inclu­ so la b u r l a d e l o d o "real". se aplaza. c o m o e n el arte oficial o la crónica del p o d e r . Y estas m o d a l i d a d e s . Este f e n ó m e n o d e interacción abre t o d o u n abanico d e casos: d e s d e la confirmación ideológica del o r d e n establecido. se ampUfica p o r el j u e g o i n t e r n o . Se p u e d e i n t e n t a r n e g a r el p r o b l e m a m i s m o y considerar co­ m o n o p e r t i n e n t e la cuestión del i m p a c t o d e la literatura s o b r e la experiencia cotidiana. De este m o d o . p o r u n a parte. El conflicto d e lo posible. es preciso e n c o n t r a r e n el funcio­ n a m i e n t o m i s m o del lenguaje poético el m e d i o d e franquear el a b i s m o abierto e n t r e los dos m u n d o s p o r el p r o p i o m é t o d o d e in- . se r e c o r t a n sobre el f o n d o d e u n h o r i z o n t e d e m u n d o q u e constituye el m u n d o del texto. e n particular c o n la dialéctica d e la sedimentación y d e la innovación. S i m p l e m e n t e . a su vez.ción c o n lo real es también u n caso d e intersección. m o d e l a la efectividad práxica t a n t o p o r sus desviaciones c o m o p o r sus paradigmas. la literatura narraüva. tras Hólderlin.

S u p o n e q u e t a m b i é n los textos poéticos h a b l a n del m u n d o . a las o b r a s d e ficción d e b e m o s en gran p a r t e la ampliación d e nues­ tro h o r i z o n t e d e existencia. El c o n c e p t o d e hori­ zonte y d e m u n d o n o concierne sólo a las referencias descripti­ vas. pp. 293343. Ed. 1980). Lejos d é p r o d u c i r sólo imágenes de­ bilitadas d e la realidad. reenvía el lenguaje a sí mismo— se revela. a u n q u e n o lo h a g a n d e m o d o descriptivo. las d e la dicción poética. el m u n d o es el conjunto de las referencias abiertas p o r t o d o tipo d e textos descriptivos o poéticos q u e h e leído. Estos aspectos son a p u n t a d o s . e n u n a p r i m e r a aproximación. "Metáfora j-referencias". al m i s m o t i e m p o . 80.^' Esta tesis abarca t o d o s los usos n o descripti­ vos del lenguaje.152 EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN Y T E M P O R A U D A D m a n e n c i a d e la poética anlirreferencial.. 36-37. séptimo esmdio.. el d e la refe­ rencia metafórica. además del séptimo estudio d e La metáfora viva. 1976). así. Y. d e m o d o indirecto." lleva la segunda presuposición al p l a n o onlológico d e la p r i m e r a .^^ diré q u e . c o m o q u i e r e el t r a t a m i e n t o La metáfora viva (Madrid. H e i n t e n t a d o m o s t r a r en La metáfora viva q u e la capacidad d e referencia del lenguaje n o se agota e n el discurso descriptivo y q u e las o b r a s poéticas se refie­ r e n al m u n d o según u n r é g i m e n referencial p r o p i o . sino t a m b i é n a las n o descriptivas. e n el q u e se r e s u m e el trabajo d e la metáfora. Este "sercomo. sean líricos o narrativos. p a r a mí." el correlato d e "ver-co­ mo. i n t e r p r e t a d o y q u e m e h a n gustado. E n efecto.. pp. Esta articulación d e la re­ ferencia metafórica sobre el sentido metafórico sólo reviste u n alcance ontológico p l e n o si se llega hasta metaforizar el p r o p i o v e r b o ser y a percibir e n el "ser<omo. la enriquece... sobre las ruinas del sentido literal abolido p o r su p r o p i a impertinencia. d e u n simple e n t o r n o {Umwelt). el resumen d e mis tesis e n Interpretación theory (Texas. h a c e n u n m u n d o {Welt).". 98.. gracias a la nueva pertinencia q u e el e n u n c i a d o metafórico esta­ blece e n el p l a n o del s e n ü d o . . C o m p r e n d e r estos textos es interpolar e n t r e los p r e d i c a d o s d e n u e s t r a situación todas las significaciones q u e . c o m o la condición negativa p a r a q u e sea liberado u n po­ d e r m á s radical d e referencia a aspectos d e n u e s t r o ser-en-el-mund o q u e n o se p u e d e n decir d e m a n e r a directa. 40-44. p e r o positivamente afirmativo. Volviendo a u n a afirmación anterior. t o d o s los textos poéticos. véase. Sobre t o d o esto. e n u n a s e g u n d a aproxi­ mación. La referencia metafórica —recuerdo u n a vez más— consiste e n q u e la supresión d e la referencia descriptiva —que. "sombras". Cristiandad.

e n The langaages of art.TIEMPO Y NARRACIÓN 153 p l a t ó n i c o del Hkon en el o r d e n d e la p i n t u r a o d e la escritura [Fedra. 179-200. E n Écriture et iconographie. El postulado subyacente e n este r e c o n o c i m i e n t o d e la función d e refiguración d e la o b r a poética e n general es el d e u n a h e r m e néutica q u e m i r a n o t a n t o a restituir la intención del a u t o r d e t r á s del texto c o m o a expUcitar el movimiento p o r el q u e el texto despliega u n m u n d o . Frangois Dagognet. d e saturación y d e culminación. vale p a r t i c u l a r m e n t e p a r a las o b r a s narrativas. 1960. las o b r a s literarias sólo p i n t a n la realidad agrandándola con todas las significaciones q u e ellas mismas d e b e n a sus virtudes d e abreviación. diré e n esta o b r a q u e el h a c e r narrativo resignifica el m u n d o e n su d i m e n s i ó n t e m p o r a l . De la phénoménolo^e (1966). con u n a "ventana" cuya est r e c h a abertura da a Ja i n m e n s i d a d d e u n paisaje. caracteriza c o m o ampliación icónica la estrategia del p i n t o r q u e reconstruye la realidad t e n i e n d o c o m o base u n alfabeto ó p ü c o a la vez limitado y d e n s o . d e q u e las o b r a s literarias h a c e n y r e h a c e n c o n t i n u a m e n t e el m u n d o . delante d e sí m i s m o . en cierto m o d o . 1975). De igual m o d o . G a d a m e r . M e h e explicado a m p l i a m e n t e en o t r o lugar^° s o b r e este cambio d e perspectiva d e la h e r m e n é u t i c a posheideggeriana c o n r e s p e c t o a la h e r m e n é u t i c a romántica. re-describe el m u n d o . Eugen Fink c o m p a r a el Bild. La afirmación d e N e l s o n G o o d m a n . H. Este c o n c e p t o m e r e c e extend e r s e a todas las modalidades d e ¡conicidad. 27*1^-277^). G a d a m e r r e c o n o c e e n el Bild el p o d e r d e otorgar u n acrecent a m i e n t o d e ser a n u e s t r a visión del m u n d o e m p o b r e c i d o p o r el uso cotidiano. e n la m e d i d a e n q u e narrar. Wahrheit und Melhode\/2 (Tubinga. H . 1984). a lo q u e n o sotros llamamos a q u í ficción. H e defendido c o n t i n u a m e n t e estos últim o s años q u e lo q u e se interpreta en u n texto es la p r o p u e s t a d e u n m u n d o en el q u e yo p u d i e r a vivir y proyectar mis p o d e r e s m á s p r o p i o s . ^ "La l a c h e d e l ' h c r m é n e u t i q u e " .*' ^ E u g e n Fink. es r e h a c e r la acción según la invitación del poema. asomb r o s a m e n t e ilustradas p o r ía construcción d e la trama. española. al q u e distingue d e las simples presentificaciones d e realidades e n t e r a m e n t e percibidas. r e s p o n d i e n d o al a r g u m e n t o d e Platón dirigido c o n t r a la escritura y c o n t r a cualq u i e r eikOTí. p p . En La metáfora viva h e sostenido q u e la poesía. es decir. G. t r a d . P o r su p a r t e . En u n sentido p r ó x i m o . e n c u a n t o q u e la poiesis de la c o n s t r u c c i ó n d e la t r a m a es u n ha- . p o r su mythos. § 34. S a l a m a n c a . G. en Fxeghii: ProbUmes de méthode et exercices de fec/uí* ( N e u c h á t e l . recitar.

P e r o el p r o b l e m a p l a n t e a d o p o r la narratividad. La acción h u m a n a p u e d e ser sobresignificada p o r q u e ya es p r e significada p o r todas las m o d a l i d a d e s d e su articulación simbólica. descansa e n el hacer. La n a r r a c i ó n re-significa lo q u e ya se h a pre-significado en el p l a n o del o b r a r h u m a n o . . La ampliación icónica d e la q u e aquí se trata consiste en la ampliación de la legibilidad previa q u e la acción d e b e a los intérpretes q u e trabajan ya e n ella. El ser-en-el-mundo es. p o r q u e a q u í el m u n d o es a p r e h e n d i d o d e s d e la perspectíva d e la praxis h u m a n a m á s q u e d e s d e la del pathos cósmico. pensar las obras e n términos d e m u n d o s y los m u n d o s e n términos d e obras. E n este sentido. part i e n d o del mythos trágico. según la narratividad. además. Me lim i t o a q u í a e n u m e r a r algunos. En efecto. Más sencUlo. en efecto. la metaforízación d e l o b r a r y del p a d e c e r es la más fácil d e descifrar. ya que. P o r eso elaboré e n La metáfora viva.154 EL CÍRCULO ENTRE NARRAaÓN Y TEMPORALTOAD A q u í e n t r a e n j u e g o u n a tercera presuposición: si la capacidad referencial d e las obras narrativas d e b e p o d e r subsumirse bajo la d e las o b r a s poéticas e n general. Sólo la historíografía p u e d e reivindicar u n a referencia q u e se inscribe cer que. El m á s evidente. y quizá también el m á s difícil d e tratar. así c o m o su máxima. Record e m o s q u e la p r e c o m p r e n s i ó n det m u n d o d e la acción. En ningima parte es más apropiada la Fórmula del primer capítulo de la obra de G o o d m a n . e n el régim e n d e mimesis 1. u n ser en el m u n d o m a r c a d o ya p o r la práctica del lenguaj e c o r r e s p o n d i e n t e a esta p r e c o m p r e n s i ó n . La existencia d e dos grandes clases d e discursos narrativos —la n a r r a c i ó n d e ficción y la historiografía— plantea u n a serie d e p r o b l e m a s específicos q u e estudiaremos en la cuarta p a r t e d e esta obra. p o r la familiaridad con las mediaciones simbólicas y c o n los recursos preñarrativos del o b r a r h u m a n o . el p r o b l e m a p l a n t e a d o p o r la narratividad es a la vez m á s sencillo y m á s complicado q u e el p l a n t e a d o p o r la poesía lírica. Üeality remade. el p r o b l e m a d e la referencia es m á s sencillo e n el caso del m o d o narrativo q u e en el del m o d o Úrico d e la poesía. se caracteriza p o r el d o m i n i o d e la r e d d e intersignificaciones constitutiva d e la semántica de la acción. p r o c e d e d e la asimetría innegable e n t r e los m o d o s referenciales del relato históríco y del d e ficción. p o r extrapolación. la teoría d e la referencia poética q u e relaciona mythos y redescripción. es e n o t r o sentíd o m á s complicado q u e eJ p l a n t e a d o p o r la poesía lírica. respecto del objetivo referencial y a la p r e t e n s i ó n d e verdad.

lo q u e ella le añade. El a c o n t e c i m i e n t o p a s a d o . se planteará el p r o b l e m a d e sab e r si la narración d e ficción n o toma a su vez d e la referencia p o r huellas u n a p a r t e d e su dinamismo referencial. El p r o b l e m a d e la referencia cruzad a constituye u n a d e las principales tareas d e la cuarta p a r t e d e esta obra. la ficción recibiría t a n t o d e la historia c o m o ésta d e aquélla. ¿No se c u e n t a t o d o relato c o m o si h u b i e s e t e n i d o lugar. lo q u e esta referencia p o r huellas t o m a d e la referencia metafórica c o m ú n a todas las o b r a s p o é ü c a s . p o r a u s e n t e q u e esté d e la p e r c e p c i ó n p r e s e n t e . p u e s t o q u e es polarizada p o r lo real pasado. s e g ú n atestigua el u s o c o m ú n d e los tiempos verbales dei p a s a d o p a r a n a r r a r lo irreal? E n este sentido. ¿no refiguran en común el t i e m p o h u m a n o al cruzar sobre él sus m o d o s referencíales? 4. sigue siendo u n h e c h o q u e el p a s a d o h a t e n i d o lugar. a u n q u e sea d e p r e t e n s i ó n "realista". ya q u e el p a s a d o sólo p u e d e reconstruirse p o r la imaginación. este p r é s t a m o r e c í p r o c o m e autoriza a p l a n t e a r el p r o b l e m a d e la referencia cruzadü e n t r e la historiografía y la narración d e ficción. La referencia p o r huellas a lo real p a s a d o exige u n análisis específico al q u e se le dedicará u n capítulo e n t e r o d e la cuarta parte. convertidas e n d o c u m e n t o s p a r a el historiador—. P e r o idónde se cruzan la referencia p o r huellas y la metafórica sino e n la temporalidad d e la acción h u m a n a ? La historiografia y la ficción literaria. Inversamente. H a b r á q u e precisar. según la e x p r e s i ó n d e Agustín. El p r o b l e m a sólo p o d r í a eludirse en u n a concepción positivista d e la historia q u e ignorase la p a r t e d e la ficción en la referencia p o r huellas y e n u n a concepción antírreferencial d e la literatura q u e ignorase el alcance d e la referencia metafórica e n toda poesía. n o p o r eso deja d e regir la intencionalidad histórica. confiriéndole u n a n o t a realista q u e n i n g u n a literatura igualará n u n c a . p o r otra. p o r u n a parte.TIEMPO Y NAERACIÓN 155 e n la empina e n la m e d i d a e n q u e la intencionalidad histórica se c e n t r a e n acontecimientos q u e h a n t e n i d o lugar efecíivam£nte. Precisamente. A u n q u e el p a s a d o ya n o exista y. sólo p u e d a ser alcanzado e n el p r e s e n t e del p a s a d o —por m e d i o d e las huellas del p a s a d o . El tiempo narrado M e q u e d a n p o r esbozar los rasgos temporales del m u n d o refigura- .

sino p a r a . d e la s e g u n d a a la cuarta p a r t e . se amplía icónicamente. en la última p a r t e d e esta o b r a . está o r d e n a d a p o r tal o cual t r a m a a r ü c u l a d a en n u e s t r a literatu­ ra. sobre t o d o . U n a teoría del tiempo refigurado —o del t i e m p o narrado— n o p u e d e sacarse adelante sin la mediación del tercer m i e m b r o del diálogo ya enta­ blado e n t r e la epistemología d e la historíografía y la crítica litera­ ria aplicada a la narratividad d e n t r o d e la discusión d e la referen­ cia cruzada. Lo q u e sigue d e esta obra.. H a b l a r é p o c o d e los d o s p r i m e r o s rasgos: Ja trama. es el tiempo d e la acción el q u e r e a l m e n t e es refigurado p o r su r e p r e s e n t a c i ó n . Este tercer m i e m b r o es la ferwmenología del tiempo. P o d r í a m o s así c o n s i d e r a r n u e v a m e n ­ te c a d a u n o d e los rasgos c o n los q u e h e m o s caracterizado la p r e ­ c o m p r e n s i ó n d e la acción: la r e d d e intersignificación e n t r e cate­ gorías prácficas. d e la q u e só­ lo h e m o s c o n s i d e r a d o la fase inaugural e n el estudio del tiempo e n san Agustín. P e r o se i m p o n e u n largo r o d e o en estos m o m e n t o s . La dialéctica del tiempo y d e la n a r r a c i ó n n o p u e d e ser m á s q u e el envite ú l t i m o d e esta confrontación. la crítica literaria y la filosofía fenomenológíca. e n t r e tres n ú e m b r o s q u e d e o r d i n a r i o se igno­ ran m u t u a m e n t e . sin p r e c e d e n ­ te a m i e n t e n d e r . En último t é r m i n o . la simbólica i n m a n e n t e a esta p r e c o m p r e n s i ó n y.156 EL CÍRCULO ENTRE NARRACIÓN VTEMPORALIDAD d o p o r el acto d e configuración p a r a precisar u n p o c o m á s el m a r c o e n el q u e situaré. P a r a d a r toda su fuerza a la palabra del tercer m i e m b r o será i m p o r t a n t e desarrollar la fenomenología del tiempo d e s d e Agus­ tín a Husserl y Heidegger. se p u e d e de­ cir c o n exactitud q u e ella es re-simbolizada o des-simbolizada —o re-simbolizada p o r des-simbolización— gracias al e s q u e m a t i s m o unas veces convertido e n tradición y otras subvertido p o r la histo­ ricidad d e los paradigmas. n o será más q u e u n a larga y difícil convenación trian­ gular e n t r e la historiografía. circunstancias y azar.. Se p o d r í a de­ cir q u e c a d a u n o d e estos rasgos se intensifica. o r d e n a m u y es­ p e c i a l m e n t e la intersignificación e n t r e proyecto. Respecto d e la simbolización i n t e r n a a la acción. su t e m p o r a l i d a d p r o p i a m e n t e práctica. n o p a r a escribir su historia. M e gustaría p a r ü r o l r a vez d e la n o c i ó n d e ampliación icónica i n t r o d u c i d a a n t e r i o r m e n t e . tal c o m o la h e m o s definido ya —síntesis d e lo heterogéneo—. La obra narrativa es u n a invitación a ver nuestra praxis como. el p r o b l e ­ m a d e la referencia cruzada e n t r e historiografía y n a r r a c i ó n ..

al q u e h a t e n i d o q u e limitarse la discusión e n la p r i m e r a p a r t e d e esta o b r a . Esta imposibilidad d e la f e n o m e n o l o g í a pura del t i e m p o es. p u e s . al menos para m ^ la discusión nos conducirá a la tesis. hasta t a n t o la historiografía y la crítica literaria n o ha- . Entiendo por fenomenología pura una aprehensión intuitiva d e la e s t r u c t u r a del t i e m p o q u e n o sólo p u e d a aislarse d e los p r o c e d i m i e n t o s d e argumentación con los q u e la fenom e n o l o g í a intenta resolver las aporías recibidas d e la tradición a n t e r i o r . A este respecto. D e m a n e r a algo inesperada. Mi tesis es ésta: los auténticos hallazgos d e la fenomenología del t i e m p o n o p u e d e n sustraerse definitivamente al r é g i m e n a p o r é t i c o q u e caracteriza tan f u e r t e m e n t e a la teoría agustiniana del t i e m p o . Si se p u d i e s e a r g u m e n t a r d e f o r m a al m e n o s plausible el carácter a p o r é t i c o d e cualquier fenomenología p u r a del tiempo. En este sentido. p r e c i s a m e n t e .TIEMPO V NARRACIÓN 157 d a r c u e r p o a u n a observación lanzada sin m á s justificación e n el c u r s o del estudio del libro x i d e las Confesiones: n o hay —decíamos— fenomenología p u r a del tiempo e n Agustín. d e q u e es p r o p i a m e n t e invisible. el análisis y la discusión d e las Lecciones d e H u s s e r l sobre la fenomenología de la conciencia íntima del tiempo c o n s ü t u i r á n la contrap r u e b a principal d e la tesis del carácter definitivamente a p o r é t i c o d e la fenomenología p u r a del tiempo. Y a ñ a d í a m o s : quizá n o la h a b r á n u n c a d e s p u é s d e él. Será. ambición q u e define c o m o p u r a a la f e n o m e n o l o g í a del t i e m p o . el círculo h e r m e n é u t i c o d e la narratívidad y d e la t e m p o r a l i d a d se ampliaría m á s allá del círculo d e la mimesis. necesario r e a n u d a r el e x a m e n d e las aporías creadas p o r el p r o p i o Agustín y d e m o s t r a r su carácter ejemplar. las i n n u m e r a bles aporías d e la fenomenología p u r a del t i e m p o serían el p r e c i o q u e h a b r í a q u e pagar p o r cualquier i n t e n t o d e mostrar el tiempo mismo. la q u e h a b r á que demostrar. sino q u e n o tenga q u e p a g a r sus d e s c u b r i m i e n t o s con nuevas aporías a u n p r e c i o cada vez m á s elevado. Esta d e m o s t r a c i ó n es necesaria si se d e b e t e n e r c o m o universalmente válida la tesis d e q u e la poétíca d e la narratívidad resp o n d e y c o r r e s p o n d e a la aporética d e la t e m p o r a l i d a d . Constituirá u n a e t a p a i m p o r t a n t e d e la cuarta p a r t e el d e m o s t r a r el carácter esencialmente a p o r é t i c o d e la f e n o m e n o l o gía p u r a del tíempo. d e q u e el t i e m p o n o p u e d e observarse directamente. El acercam i e n t o e n t r e la Poética d e Aristóteles y las Confesiones d e Agustín sólo h a ofrecido verificación parcial y e n cierto m o d o circunstancial d e esia tesis. kantiana por excelencia.

¿no está Heid e g g e r e n su d e r e c h o d e afirmar q u e la t e m p o r a l i d a d . Agustín h a d a d o solvencia d e a n t e m a n o a la idea d e u n a pluralidad d e p l a n o s t e m p o r a l e s . los años e n los siglos. tal c o m o la describe. al i n t e r p r e t a r la extensión del t i e m p o e n t é r m i n o s d e distensión y al describir el tiempo h u m a n o c o m o elevado desde el i n t e r i o r p o r la atracción d e su p o l o d e eternidad. A la tesis del carácter u m v e r s a l m e n t e a p o r é t i c o d e la fenomenología p u r a del tiempo se p o d r í a objetar ahora que la hermenéutica d e H e i d e g g e r m a r c a u n a r u p t u r a decisiva c o n la fenomenología subjetivista d e Agustín y d e Husserl.158 ELCÍRCULO ENTRE NARRACIÓN Y TZMPORAUDAD yan dicho su palabra s o b r e el t i e m p o histórico y sobre los j u e g o s d e la ficción c o n el t i e m p o . los días e n los años. En general. El análisis q u e dedicaré a H e i d e g g e r h a r á p l e n a justicia a la originalidad q u e p u e d e alegar u n a fenomenología fimdada e n la o n t o l o ^ a y q u e se presenta al m i s m o tiempo c o m o u n a h e r m e n é u t i c a . P a r a decirlo ya. la extensión del tiempo n o tiene sólo u n aspecto cuantitativo c o m o respuesta a las p r e guntas ¿desde cuándo?. p o d e m o s e n c o n t r a r e n Agustín u n p r e s e n t i m i e n t o d e este tema. el círculo h e r m e n é u ü c o p o d r á emparejarse c o n el d e la poética d e la narratividad ( q u e culmina a su vez e n el p r o b l e m a d e la referencia cruzada evocada a n t e r i o r m e n t e ) y d e la aporética d e la temporalidad. Después d e t o d o . En efecto. Los lapsos n o encajan s i m p l e m e n t e u n o s e n otros según cantidades n u m é r i c a s . D e s d e el estudio c o n s a g r a d o al tíempo e n s a n Agustín. h e se- . Al fundar su fenomenolog& s o b r e la ontología del Dasein y del ser-en-el-tiempo. la originalidad p r o p i a m e n t e fenomenológica del análisis h e i d e g g e r i a n o del tiempo —originalidad q u e se d e b e enter a m e n t e a su anclaje e n u n a ontología del ciúdado— consiste en la jerarquización d e los planos d e t e m p o r a l i d a d o m á s bien d e temporalización. e n la q u e la f e n o m e n o l o g í a del t i e m p o h a b r á imido su voz a las d e las dos disciplinas anteriores. es "más subjetiva" q u e cualquier sujeto y "más objetiva" q u e cualquier objeto e n c u a n t o q u e su ontología se sustrae a la dicotomía del sujeto y del objeto? N o lo niego. ¿ d u r a n t e c u á n t o tiempo?. Sólo al t é r m i n o d e lo q u e acabo d e llamar conversación triangular. E n la m e d i d a en q u e la extensión refleja u n a dialéctica d e intención y d e distensión. ¿ d e n t r o d e c u á n t o tiempo? T i e n e también u n a s p e c t o cualitativo d e tensión graduada. los problem a s relativos a la extensión del tiempo n o a g o t a n la cuestión del tiempo h u m a n o .

es decir. Dú Grundprobleme der Phdnommolo^ (Frankfiírt. ya d e abajo arriba. m e p a r e c e d e la máxim a importancia u n a p a r a d a en el p l a n o m e d i o . e n el q u e b u s c a r e m o s u n a respuesta d e Martin Heidegger. ya d e a r r i b a abajo. el d e los GntndpTobleme. c o n los recursos d e la fenomenología hermenéutica. e n su afán d e descronologizar la narración. ' ' E n este c a m i n o a s c e n d e n t e o regresivo. P o r razones q u e eíqjlicaremos e n su m o m e n t o . según el o r d e n seguido en El ser y el tiempo —desde el t i e m p o auténtico y mortal hacia el t i e m p o cotidiano y p ú b l i c o e n q u e t o d o sucede " d e n t r o del" tiempo—. d e s d e la m e ditación sobre el ser-para-Ia-muerte y n o .^^ L a dirección q u e señala el r e c o r r i d o d e temporalización i m p o r t a m e n o s q u e la p r o pia jerarquización d e la experiencia t e m p o r a l . a u n q u e sea. E x p o n d r e m o s e n la c u a r t a p a r t e u n a razón intrínseca p a r a volver a este análisis d e la Geschichtlichkeit A él se r e m o n t a . q u e la experiencia d e la t e m p o r a l i d a d p u e d e desplegarse e n varios planos d e radicalidad y q u e p e r t e n e c e a la analítica del "Dasein" el recorrerlos. 19. . el análisis d e la repetición —Wiederholung—.ITEMPO y NARRACIÓN 159 ñ a l a d o la principal incidencia epistemológica d e esta n o c i ó n d e j e r a r q u í a t e m p o r a l : p a r e c e q u e la historiografía. e n efecto. E n este plan o es d o n d e m á s se acercan los dos análisis —el d e Agustín y el d e Heidegger— antes d e diverger radicalmente —al m e n o s . com o e n los Grundprobleme der Pkanomenologie. 1975). e n su lucha cont r a la historia episódica {événementielle). e n t r e la intratemp o r a l i d a d y la t e m p o r a l i d a d radical. d e s d e la e s t r u c t u r a del triple p r e s e n t e . Al homologar más tarde el t i e m p o práxico de mimesis I c o n la última d e las formas derivadas d e la temporalidad segtín El ser y el tiempo —la ínneneiligkeit. la cronología ü e n e o t r o contrario: la p r o p i a t e m p o r a lidad. la "intratemporalidad". o el "ser e n el tiempo"— h e m o s elegido e n realidad el o r d e n inverso d e Eí ser y el tiempo. Es e n el análisis h e i d e g g e r i a n o d e la t e m p o r a l i d a d —en El ser y el tiempo— d o n d e la b r e c h a abierta p o r Agustín es e x p l o t a d a d e m o d o más decisivo. H e i d e g g e r le asigna el n o m b r e d e Geschichtlichkeit —historialidad. e n apariencia— hacia la esperanza paulina el p r i m e r o y hacia la resolución cuasi estoica frente a la m u e r t e el s e g u n d o . sólo dejan opción a u n a sola alternativa: la cronología o las relaciones sistémicas acrónicas. y la narratología. C o n s i d e r o u n hallazgo inapreciable d e l análisis h e i d e g g e r i a n o el h a b e r establecido. p. A h o r a bien. c o m o se d i r á luego. q u e señala el ser-para-lam u e r t e . c o m o en Agustín. llevada a su m a y o r g r a d o d e tensión.

N o se trata. la n a r r a c i ó n y el tiempo se jerarquizan simultánea y m u t u a m e n t e . así c o m o la temática general d e las ciencias h u m a n a s recibidas d e Dilthey. se p u e d e d u d a r q u e haya c o n s e g u i d o derivar el c o n c e p t o d e historia. familiar a los historiad o r e s especialistas. T a m b i é n aquí la b r e c h a abierta e n el p l a n o fenomenológico crea dificultades d e u n upo n u e v o q u e a u m e n tan todavía m á s el carácter a p o r é t i c o d e la fenomenología p u r a . d e n e g a r la originalidad p r o p i a m e n t e fenom e n o l ó g i c a q u e la descripción heideggeriana d e la t e m p o r a l i d a d d e b e a su anclaje e n la ontología del cuidado. crítica literaria y fenomenología. al t i e m p o público exigido p o r la historiografía? E n este sentido. p a r a m a n t e n e r Ja dialéctica d e Ja narración y del tíempo. la paradoja es q u e H e i d e g g e r h a h e c h o m á s difícil la conversación triangular e n t r e historiografía. Sin e m b a r g o . q u e a veces nos alejará d e Heidegger. constituye el p l a n o m e d i o en la j e r a r q u í a d e los g r a d o s d e temporalidad.160 EL CÍRCULO ENTRE N A R R A C I Ó N Y TEMPORALTOAD carácter ontológico a los p r o b l e m a s epistemológicos p l a n t e a d o s p o r la referencia cruzada e n t r e la intencionalidad histórica y el objetivo d e verdad d e la ficción literaria. Unas veces será la f e n o m e n o l o g í a h e r m e n é u t i c a del tiempo ía . P o r eso señalamos a h o r a m i s m o su p u n t o d e inserción. c o n m a y o r razón. pues. q u e es n o sólo n o d e b e r n a d a a la epistemología d e las ciencias físicas y h u m a n a s . d e la historialidad del "Dasein". sin llegar al trastrocamiento —Kehre—. del q u e p r o c e d e n las obras posteriores n El ser y el Üempo. si la t e m p o r a l i d a d más radical lleva la huella d e la m u e r t e . p e s e al abismo q u e p a r e c e abrirse e n t r e los dos polos. C o n m a y o r razón. Este agravamiento está e n p r o p o r c i ó n c o n la ambición d e esta fen o m e n o l o g í a . el paso p o r la fenomenología d e H e i d e g g e r exigirá u n esfuerzo suplementario. Sí. La p a r a d o j a consiste e n q u e la aporía descansa p r e c i s a m e n t e en las relaciones e n t r e la fenomenología del ü e m p o y las ciencias h u m a n a s : la historiografía p r í n c i p a l m e n t e y t a m b i é n la narratología c o n t e m p o r á n e a . p a r a la f e n o m e n o l o g í a h e r m e n é u t i c a . ¿cómo se p o d r á pasar d e u n a t e m p o r a l i d a d tan fiindamentalmente privatizada p o r el ser-para-la-muerte al tíempo c o m ú n exigido p o r la interacción e n t r e múltiples personajes en toda n a r r a c i ó n y. sino servirles d e fundamento. q u e . Será u n a d e los principales retos d e n u e s t r a cuarta p a r t e m o s t r a r c ó m o . hay q u e confesar q u e la ontología del "Dasein" sigue siendo e m p l e a d a en u n a fenomenología q u e p l a n t e a p r o b l e m a s análogos a los q u e suscita la fenomenología d e Agustín y d e Husserl. En efecto.

e n la estabilidad d e u n alma e n reposo: "Me m a n t e n d r é y consolidaré e n ü. la dificultad m i s m a d e derivar las ciencias históricas d e l análisis del "Dasein" y la dificultad a ú n m á s seria d e p e n s a r j u n tos el tíempo mortal d e la fenomenología y el tíempo público d e las ciencias d e la narración n o s servirán d e acicate p a r a pensar mejor la relación del tíempo y d e la narración. Así. nos h a cond u c i d o ya. la interiorización d e las relaciones p u r a m e n t e extensivas del tíempo remite a u n a e t e r n i d a d en la q u e todas las cosas están p r e s e n t e s al m i s m o t i e m p o . a su vez. . 40). ¿ p u e d e sólo constituirse en u n a historia? ¿Y la historia. p e r o en tu verdad" (Confesiones XI. ¿Son estas dos m a n e r a s irreductibles d e r e c o n d u c i r la d u r a c i ó n m á s extensiva hacia la m á s tensa? ¿O es la alternativa sólo a p a r e n t e ? ¿Hay q u e p e n s a r q u e sólo u n m o r t a l p u e d e t e n e r la idea d e " d a r a las cosas d e la vida u n a d i g n i d a d q u e las eterniza"? La e t e r n i d a d q u e las obras d e a r t e o p o n e n a la fugacidad d e las cosas. otras serán las ciencias d e la narración histórica y d e la d e ficción las q u e n o s p e r m i t a n resolver p o é t i c a m e n t e —según u n a expresión ya e m p l e a d a anteriormente— las aporías d e m á s difi'cil acceso especidativo d e la fenomenología del ü e m p o . La a p r o x i m a c i ó n a la e t e r n i d a d p o r el t i e m p o consiste. sino hacia la finitud sellada p o r el ser-para-la-muerie. s e g ú n m i m o d o d e ser. a o t r a q u e integra esta dialéctíca e n el círculo m á s amplio d e la p o é t í c a d e la nar r a c i ó n y d e la a p o r é t i c a del t i e m p o . sigue s i e n d o histórica sólo si. orienta la meditación n o hacia la e t e r n i d a d divina. q u e constituye la p r i m e r a p a r t e d e esta obra. U n últímo p r o b l e m a q u e se p r e s e n t a es el del límite superior del p r o c e s o d e jerarquización d e la t e m p o r a l i d a d .TIEMPO Y NARRACIÓN 161 q u e p r o p o r c i o n e la clave d e la j e r a r q u i z a c i ó n d e la narración. 30. P e r o la reflexión p r e Uminar. p u e s . d e u n a concepción en la q u e el círculo h e r m e n é u t í c o se identifica con el d e los estadios d e la mimesis. i r a n s c u m e n d o p o r e n c i m a d e la m u e r t e . se g u a r d a del olvido d e la m u e r t e y d e los m u e r t o s y sigue s i e n d o u n r e c u e r d o d e la m u e r t e y u n a m e m o r i a d e los m u e r t o s ? L a cuestión m á s grave q u e p o d r í a p l a n t e a r este libro es saber h a s t a q u é p u n t o la reflexión filosófica sobre la narratividad y el tíempo p u e d e ayudar a p e n s a r j u n t a s la e t e r n i d a d y la m u e r t e . d o n d e desarrolla con gran rigor el t e m a d e los p l a n o s d e temporalización. La filosofía del tiempo d e Heidegger. Para Agustín y tod a la tradición cristiana. al m e n o s en la é p o c a d e El ser y el tiempo.

S E G U N D A PARTE

HISTORIA Y NARRACIÓN

H e m o s intentado, e n la p r i m e r a p a r t e d e esa o b r a , caracterizar el discurso narrativo sin t e n e r en cuenta las dos ramas q u e comparlen hoy su ámbito: la historiografía y el relato d e ficción. D e este m o d o h e m o s a d m i t i d o tácitamente q u e la historiografía p e r t e n e ce r e a l m e n t e a este á m b i t o . A h o r a d e b e m o s s o m e t e r a discusión esta p e r t e n e n c i a . Dos convicciones d e igual fuerza motivan la p r e s e n t e investigación. La p r i m e r a afirma q u e hoy es causa p e r d i d a vincular el carácter narrativo d e la historia a la supervivencia d e u n a f o r m a particular d e historia, la historiografía. A este respecto, m i tesis s o b r e el carácter narrativo último d e la historia n o se c o n f u n d e e n absoluto c o n la defensa d e ía Iiistoria narrativa. La s e g u n d a convicción es ésta: si la historia r o m p i e s e t o d o vínculo con la cap a c i d a d básica q u e t e n e m o s p a r a seguir u n a historia y c o n las o p e r a c i o n e s cognoscitivas d e la c o m p r e n s i ó n narrativa, tal c o m o las h e m o s descrito e n la p r i m e r a p a r t e d e esta obra, p e r d e r í a su carácter distintivo en el concierto d e las ciencias sociales: dejaría d e ser histórica. P e r o ¿de q u é naturaleza es este vínculo? E n esto radica el problema, Para resolverlo n o h e q u e r i d o ceder a la fácil solución d e decir q u e la historia es u n a disciplina ambigua, semiliteraria, semicientífica, y q u e a la epistemología d e la historia sólo le q u e d a d a r fe con pesar d e esta realidad, con riesgo d e trabajar p o r u n a historia q u e ya n o sería bajo n i n g ú n c o n c e p t o u n a forma d e n a r r a c i ó n . Este eclecticismo p e r e z o s o es lo contrario d e m i pretensión. Mi tesis es ésta: la historia m á s alejada d e la f o r m a narrativa sigue est a n d o vinculada a la c o m p r e n s i ó n narrativa p o r u n vínculo d e derivación, q u e se p u e d e reconstruir paso a paso, p u n t o p o r p u n t o , m e d i a n t e u n m é t o d o a p r o p i a d o . Este m é t o d o n o proviene d e la m e t o d o l o g í a d e las ciencias históricas, sino de u n a reflexión d e s e g u n d o g r a d o s o b r e las condiciones últimas d e inteligibilidad d e u n a disciplina que, e n virtud d e su ambición científica, t i e n d e a olvidar el vínculo d e derivación que, sjn e m b a r g o , sigue conserv a n d o tácitamente su especificidad d e ciencia histórica. Esta tesis tíene u n a implicación inmediata, q u e concierne al t i e m p o histórico. N o d u d o q u e el historiador tenga el privilegio d e c o n s t r u i r p u n t o s d e referencia temporales a p r o p i a d o s a su obj e t o y a su m é t o d o . Sólo sostengo q u e la significación d e estas construcciones es prestada; q u e proviene i n d i r e c t a m e n t e d e la d e las configuraciones narrativas q u e h e m o s descrito c o n el título
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mSTORIA Y NAJUÍACrÓN

d e mimesis 11 y, p o r m e ( ü o d e ellas, se enraiza e n la t e m p o r a l i d a d característica del m u n d o d e la acción. D e este m o d o , la construcción del tiempo histórico será u n a d e las principales apuestas d e n u e s t r a e m p r e s a . U n a apuesta, es decir, a la vez u n a consecuencia y u n a p i e d r a d e toque. Mi tesis se aleja, pues, igualmente d e otras dos: d e la q u e deduj e s e del retroceso de la historia narrativa la negación d e cualquier vínculo e n t r e historia y n a r r a c i ó n e hiciese del t i e m p o histórico u n a construcción sin a p o y o en el t i e m p o d e la narración y e n el d e la acción; y de la q u e estableciese entre historia y narración u n a relación tan directa, p o r ejemplo, c o m o la d e la especie c o n el gén e r o y u n a c o n t i n u i d a d d i r e c t a m e n t e legible e n t r e el t i e m p o d e la acción y el t i e m p o histórico. Mi tesis descansa e n la afirmación d e u n vínculo indirecto d e derivación p o r el q u e el saber históric o procede d e la comprensión narrativa sin p e r d e r nada d e su ambición científica. En este sentido, n o es u n a tesis d e l j u s t o m e d i o . ' R e c o n s t r u i r los vínculos hidirectos d e la historia c o n la narración es, en definitiva, esclarecer la intencionalidad del pensamiento historiador p o r el q u e la historia c o n t i n ú a b u s c a n d o oblicuam e n t e el c a m p o d e la acción h u m a n a y su t e m p o r a l i d a d básica. Gracias a ese objetivo oblicuo, la historiografía viene a inscribirse e n el gran círculo mimético q u e h e m o s r e c o r r i d o en la prim e r a p a r t e d e este trabajo. T a m b i é n ella, a u n q u e d e u n m o d o derivado, se enraiza e n la capacidad pragmática, c o n su m a n e j o d e los acontecimientos q u e suceden "en" el tiempo, s e g ú n n u e s t r a descripción d e mimesis I; t a m b i é n ella configura el c a m p o práxico m e d i a n t e el r o d e o d e las construcciones temporales d e r a n g o sup e r i o r , q u e la historiografía inserta e n el t i e m p o d e la n a r r a c i ó n , característico d e mimesis II, y, e n fin, también ella culmina su sentido e n la refiguración del c a m p o práxico y contribuye a la recapitulación d e la existencia en la que culmina mimesis III. Éste es el h o r i z o n t e más lejano de m i e m p e ñ o . N o lo llevaré a su t é r m i n o e n esta p a r t e . D e b o reservar p a r a u n a investigación distinta el último s e g m e n t o c o n e s p o n d i e n t e a mimesis III. En

* Esto n o e x d u y e que la e!q)]icación histórica sea descrita c o m o u n "mixto". A s u m o , en este aspecto, la tesis d e Henrik v o n Wright. a la que dedico u n a parte del capítulo 2. Pero "mixto" n o quiere decir ni confiíso ni ambiguo. U n "mixto" es cualquier cosa m e n o s u n "compromiso", puesto q u e es construido cuidadosamente c o m o "mixto" e n el plano epistemológico que le es apropiado.

HISTOMA Y NARRACIÓN

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efecto, la inserción d e la historia e n la acción y e n la vida, su ca­ p a c i d a d d e reconfigurar el tiempo, p o n e n e n j u e g o la cuestión d e la verdad e n historia. Ésta es inseparable d e lo q u e yo llamo refe­ rencia cruzada e n t r e la p r e t e n s i ó n d e verdad d e la historia y la d e la ficción. P o r lo tanto, la investigación a la q u e se dedica la se­ g u n d a p a r t e d e esta o b r a n o abarca t o d o el c a m p o d e la p r o b l e ­ mática histórica. Utilizando los t é r m i n o s d e La metáfora uiva, p o ­ d e m o s decir q u e ella separa el p r o b l e m a del "sentido" d e la "referencia". O , s i e n d o fieles al vocabulario d e la p r i m e r a p a r l e , la p r e s e n t e investigación i n t e n t a unir, según el m o d o d e la oratio obliqua, la expUcación c o n la c o m p r e n s i ó n narrativa descrita c o n el titulo d e mimesis II. El a r g u m e n t o d e la tesis q u e a c a b a m o s d e esbozar e n c a b e z a el o r d e n d e las cuestiones tratadas e n esta s e g u n d a p a r t e . E n el p r i m e r capítulo, "El eclipse d e la narración", se c o m p r u e ­ b a el alejamiento d e ía historia m o d e r n a respecto d e la f o r m a ex­ p r e s a m e n t e narrativa. M e h e dedicado a establecer la convergen­ cia, e n el ataque c o n t r a la historia-narración, e n t r e d o s c o r r i e n t e s d e p e n s a m i e n t o m u y i n d e p e n d i e n t e s e n t r e sí. La p r i m e r a , m á s p r ó x i m a a la práctica histórica, p o r lo t a n t o , m á s m e t o d o l ó g i c a q u e epistemológica, m e h a p a r e c i d o la mejor ilustrada p o r la his­ toriografía francesa c o n t e m p o r á n e a . La s e g u n d a p r o v i e n e d e las tesis del positivismo lógico sobre la u n i d a d d e la ciencia; es, p o r lo m i s m o , m á s epistemológica q u e metodológica. E n el s e g u n d o , "Alegatos en favor d e la narración", doy c u e n t a d e diversas tentativas —tomadas, e n su mayoría, d e a u t o r e s d e l e n g u a inglesa— p a r a e x t e n d e r directamente la c o m p e t e n c i a n a r r a ­ tiva al discurso filosófico. Pese a mi g r a n simpatía p o r estos análi­ sis, q u e intento integrar en mi p r o p i o proyecto, d e b o confesar q u e n o m e p a r e c e n alcanzar p l e n a m e n t e su objetivo e n t a n t o sólo d a n cuenta d e las formas d e historiografía, cuya relación c o n la narración es directa y, p o r lo tanto, visible. El tercero, "La intencionalidad histórica", c o n t i e n e la tesis principal d e esta s e g u n d a p a r t e : la d e la derivación indirecta d e l saber histórico d e s d e la inteligencia narraüva. En este m a r c o vuel­ vo, u n a vez más, sobre el análisis, ya realizado e n o t r a p a r t e , d e las relaciones e n t r e explicar y c o m p r e n d e r . * P a r a t e r m i n a r , d o y
^ "Expliquer et comprendre", en Revue pkilosophiqué p p . 126-147. de Louvain 7 5 (1977),

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HISTORIA Y NARRACIÓN

u n a respuesta parcial a la cuestión q u e inicia la p r i m e r a sección, la del estatuto del acontecimiento. La respuesta n o p u e d e ser completa, e n c u a n t o q u e el estatuto epistemológico del aconteci­ m i e n t o —el tánico objeto d e discusión en esta segunda parte— es inseparable d e su estatuto ontológico, q u e es u n o d e los objetivos d e la cuarta p a r t e . P i d o al lector m u c h a paciencia. D e b e saber q u e sólo p o d r á en­ c o n t r a r , e n las tres secciones q u e siguen, u n análisis preparatorio r e s p e c t o d e la cuestión central del t i e m p o y d e la n a r r a c i ó n . Es necesario, e n p r i m e r lugar, esclarecer la relación e n t r e la explica­ ción histórica y la comprensión narrativa p a r a p o d e r p r e g u n t a r s e válidamente sobre la c o n t r i b u c i ó n del relato histórico a la refigur ración del t i e m p o . Pero este esclarecimiento exige u n largo reco­ rrido; es necesario q u e la teoría nomológica y la narrativísta hayan revelado, bajo la presión d e a r g u m e n t o s a p r o p i a d o s , su insufi­ ciencia respectiva p a r a q u e la relación indirecta e n t r e historiogra­ fía y n a r r a c i ó n p u e d a restablecerse paso a paso y g r a d u a l m e n t e . Sin embargo, esta larga preparación epistemológica n o debe hacer­ nos p e r d e r d e vista la a p u e s t a ontológica final. U n a razón suple­ m e n t a r i a a b o g a p o r la prolongación d e las líneas del frente d e c o m b a t e ; la refiguración del tíempo p o r la n a r r a c i ó n es, a m i jui­ cio, o b r a conjunta d e la n a r r a c i ó n histórica y d e la d e ficción. P o r lo tanto, sólo al t é r m i n o d e la tercera p a r t e , c o n s a g r a d a a la na­ rración d e ficción, p o d r á estudiarse en su conjunto la p r o b l e m á t i c a del tiempo narrado.

1. EL ECLIPSE D E í A N A R R A C I Ó N

La historiografía d e lengua francesa y la epistemología neopositivista p e r t e n e c e n a dos universos d e discurso m u y diferentes. P o r tradición, la p r i m e r a desconfía c o n s t a n t e m e n t e d e la filosofía, a la q u e identifica fácilmente con la filosofía de la historia d e estilo hegeliano, q u e a su vez se confunde p o r c o m o d i d a d con las especulaciones d e Spengler o d e T o y n b e e , E n cvianto a la filosofía crítíca d e la historia, h e r e d a d a d e Dilthey, Rickert, Simmel y Max W e b e r , y c o n t i n u a d a p o r R a y m o n d A r o n y H e n r i M a r r ó n , no h a sido n u n c a integrada v e r d a d e r a m e n t e e n la corriente principal d e la historiografía francesa.^ P o r eso n o se e n c u e n t r a e n las o b r a s más cuidadas d e metodología u n a reflexión c o m p a r a b l e a la d e la escuela a l e m a n a d e comienzos d e siglo y a la del actual positivismo lógico o d e sus adversarios d e l e n g u a inglesa sobre la estructura epistemológica d e la explicación cn historia. Su fuerza está e n o t r a parte: e n la estricta a d h e r e n c i a al oficio d e historiador. Lo mejor q u e ofrece la escuela histórica francesa es la m e t o dología d e h o m b r e s c o n o c e d o r e s del tema. A este r e s p e c t o , ella d a t a n t o más q u e p e n s a r al filósofo c u a n t o q u e n o toma n a d a d e él. E n cambio, la s u p e r i o r i d a d d e los trabajos nacidos del n e o p o sitivismo estriba e n su constante p r e o c u p a c i ó n p o r m e d i r la explicación e n historia p o r los m o d e l o s q u e p r e s u m e n d e definir el sab e r científico, la u n i d a d p r o f u n d a d e su p r o y e c t o y d e sus éxitos. E n este sentido, estos trabajos p r o c e d e n m á s d e la epistemología q u e d e la metodología. Pero su fuerza constituye m u y a m e n u d o su debilidad: tan a u s e n t e está la práctica historiadora d e la discu-

^ P i c n e Chaunu escribía en 1960: "La epistemología es m í a tentación q u e hay que alejar resueltamente. La experiencia de los íiltimos años, ¿no parece probar que p u e d e ser la solución fácil para los que gustan obcecarse e n ella —una o dos excepciones brillantes n o hacen más que confirmar la regla—, señal d e u n a búsqueda que se estanca y se esteriliza? A lo sumo, es o p o r t u n o que algunos j e f e s d e fila se consagren a ella —cosa que n o s o m o s e n absoluto ni pretendemos ser— para preseri'ar a los valerosos artífice! d e u n conocimiento en construcción —único título al que aspiramos— de las peligrosas tentaciones d e esta mórbida Capua" (Hisíoire qmntiiative, histoire sérielle, Paris, 1973, p. 10).

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HISTORIA Y NARRACIÓN

sión d e los m o d e l o s d e explicación. Desgraciadamente, este de­ fecto afecta también a los adversarios del positivismo lógico. Go­ m o v e r e m o s luego, e n el e x a m e n d e los a r g u m e n t o s "narratívistas", los ejemplos q u e t o m a la epistemología, t a n t o positivista c o m o antipositivista, .de los historiadores r a r a vez alcanza el nivel d e complejidad d e las disciplinas históricas actuales. P e r o , p o r h e t e r o g é n e a s q u e sean las d o s corrientes d e pensa­ m i e n t o , p o s e e n en c o m ú n , al m e n o s , a d e m á s d e su negación d e la filosofía d e la historia, q u e n o nos concierne ahora, la negación del carácter narrativo d e la historia tal c o m o se escribe hoy. Esta convergencia e n eí resultado es tanto m á s s o r p r e n d e n t e c u a n t o q u e su a r g u m e n t a c i ó n es diferente. En la historiografía francesa, el eclipse d e la narración p r o c e d e p r i n c i p a l m e n t e del desplazamiento del objeto d e la historia: ya n o es el individuo a g e n t e , sino el h e c h o social e n su totalidad. En el positivismo lógi­ co, el eclipse d e la narración p r o c e d e m á s b i e n d e la r u p t u r a epis­ temológica e n t r e la explicación histórica y la narrativa. En el capítulo siguiente h a r e m o s hincapié e n la convergencia d e las d o s i m p u g n a c i o n e s , t o m a n d o c o m o hilo c o n d u c t o r el desti­ n o del acontecimiento y d e la d u r a c i ó n histórica en a m b a s pers­ pectivas.

2

1. Eclipse del acontecimiento en la historiografía francesa La elección del c o n c e p t o d e a c o n t e c i m i e n t o c o m o p i e d r a d e to­ q u e d e la discusión es m u y a p r o p i a d a para el e x a m e n d e la con­ tribución d e la historiografía francesa a la teoría d e la historia, e n la m e d i d a e n q u e la crítica d e la "historia del a c o n t e c i m i e n t o " o c u p a e n ella el lugar d e t o d o s sabido y en c u a n t o esta crítica es c o n s i d e r a d a c o m o equivalente del rechazo d e la categoría d e la narración. Al c o m i e n z o d e cualquier reflexión, el c o n c e p t o d e acontecí-

^ Algunos análisis d e esta sección presentan abreviados los puntos de mi ensa­ y o "The contribution o f French historiography to the theory o f history", e n T?te ZaharoffLecture (1978-1979) (Oxford, Q a r e n d o n Press, 1980). En cambio, e n el ca­ pítulo 3 podrán leerse análisis de obras d e historiadores franceses que n o han te­ nido cabida e n la Zakaroff Lecture.

d e la esfera posible d e comunicación: a la n o c i ó n d e p a s a d o h u m a n o se a ñ a d e c o m o obstáculo constitutivo la idea d e u n a alteridad o d e u n a diferencia absoluta. A este triple p r e s u p u e s t o ontológico —haber-sido absoluto. la actualidad p a s a d a d e lo q u e sucedió se considera u n a propiedad absoluta (del p a s a d o ) . Esta m i s m a aserción ü e n e varios aspectos. Finalmente. U n tercer rasgo p r o v i e n e d e la delimitación. Implica d o s series d e asercion e s n o criticadas: ontológicas y epistemológicas. o p o n e m o s la singularidad n o r e p e ü b l e d e l a c o n t e c i m i e n t o físico o h u m a n o a la universalidad d e la ley. d e conexión causal o d e relación funcional. Parece q u e sea u n a implicación d e n u e s t r a capacidad p a r a buscar la alianza y el c o n s e n s o .s cosas q u e han sucedido. q u e afecta n u e s t r a capacidad d e comunicación. alteridad absoluta— corresp o n d e o t r o triple p r e s u p u e s t o epistemológico. E n p r i m e r lugar. O t r o rasgo delimita el c a m p o del a c o n t e c i m i e n t o histórico: e n t r e todas la. se e n t i e n d e p o r a c o n t e c i m i e n t o históric o lo q u e r e a l m e n t e se h a p r o d u c i d o e n el p a s a d o . parece q u e n u e s t r a capacidad d e c o m u n i c a r e n c u e n t r e la extrañeza d e lo e x t r a ñ o c o m o u n desafío y u n obstáculo. d o n d e H a b e r m a s ve la n o r m a d e u n a pragmática universal. e n este sentido. los acontecimientos históricos son aquellos q u e los seres actuantes h a c e n q u e acontezca o p a d e c e n : la definición o r d i n a r i a d e la historia c o m o conocimiento d e las acciones d e los h o m b r e s del p a s a d o p r o c e d e d e esta restricción del interés a la esfera d e los acontecimientos asignables a agentes humanos. se a d m i t e q u e la p r o p i e d a d d e h a b e r sucedido ya difiere radicalmente d e la d e n o h a b e r sucedido todavía. el acontec i m i e n t o es lo q u e sólo sucede u n a vez. ya se trate d e alta frecuencia estadística. dent r o del c a m p o práctico. p o r lo tanto. L u e g o o p o n e m o s continencia práctica a necesidad lógica o física: el a c o n t e c i m i e n t o es lo q u e h u b i e r a p o d i d o h a c e r s e d e o t r o m o d o . y q u e n o p u e d a esp e r a r c o m p r e n d e r l a m á s q u e a costa d e r e c o n o c e r su irreductible alteridad. En p r i m e r lugar. E n s e n ü d o ontológico. acción h u m a n a a b s o l u t a m e n t e pasada. algunas son o b r a d e agentes semejantes a n o s o t r o s . éstas fxmdadas e n aquéllas. la alterid a d ü e n e su c o n t r a p a r t i d a epistemológica en la noción d e desvia- .EL E C U P S E D E LA N A R R A O Ó N 171 m i e n t o histórico c o m p a r t e la evidencia e n g a ñ o s a d e la mayoría d e las nociones d e s e n ü d o c o m ú n . i n d e p e n d i e n t e d e nuestras construcciones y reconstrucciones. Este p r i m e r rasgo es c o m ú n a los acontecimientos físicos e históricos.

P e r o m e r e c e citarse aquí p o r su gran c o n t r i b u c i ó n a resolver la p r i m e r a suposición d e sentido c o m ú n : la aserción del carácter absoluto del acontecimiento. La selección sólo p u e d e provenir d e la crítica o p e r a d a p o r la p r o p i a práctica historiadora. Volveré más adelante sobre el libro d e A r o n c u a n d o h a b l e m o s d e la dialéctica entre e x p h c a r y c o m p r e n d e r . Civilisations". después d e 1945. u n a realidad histórica t o t a l m e n t e h e c h a antes d e la ciencia. 120). d e la sedimentación filosófica o teológica o d e coacciones normativas universales. se convirtieron en "Annales.^ q u e apareció p o c o antes d e q u e Lucien Eebvre y Marc Bloch fundasen los "Aúnales d'historie é c o n o m i q u e et sociale" (1939). a la q u e s i m p l e m e n t e convendría r e p r o d u c i r con fidelidad" (p. J957). c o m o aquello q u e h a sucedido r e a l m e n t e . a grandes rasgos. Éstos son. AI plantear los límites d e la objetividad histórica. Sólo significa esto: e n la m e d i d a e n q u e el historiador está implicado e n la c o m p r e n s i ó n y en la explicación d e los acontecimientos pasados. Économíes.172 HISTORIA Y NARRACIÓN ción con respecto a cualquier m o d e l o construido o a cualquier invariante. Sólo evocaré b r e v e m e n t e el libro clave d e R a y m o n d A r o n . 1898). A i ü n ñega a proclamar lo q u e él llama "disolución del objeto" (p. Introdixction á la pkilosophie de l'histoire: Essai sur les limites de l'objectivité kisíorique (1938). Al c o m i e n z o d e la investigación ignoramos lo q u e p r o c e d e del prejuicio. Tenía c o m o mira m u c h o más el positivismo reinante bajo la égida d e Langlois y Seignobos'* q u e cualquier otra tesis ontológica. E n pocas palabras: "No hay. Sociétés. La c o m p r e n sión —incluso la c o m p r e n s i ó n d e o t r o singular e n la vida cotidiana— n o es nunca u n a intuición directa. En las páginas q u e siguen se apreciará la historiografía francesa p o r su contribución a esta crítica d e los p r e s u p u e s t o s del acontecimiento. Esta conocida tesis h a suscitado desgraciadam e n t e más d e u n equívoco. sino Tina reconstrucción. Jnlroduction aux études kütoriques (París. un acontecimiento absoluto n o p u e d e atestiguarse p o r el discurso histórico. Que "Juan sin Tierra haya p a s a d o p o r allí" sólo es u n h e c h o ' Oto p o r la segunda edición (París. q u e . 120). . los p r e s u p u e s t o s tácitos d e nuestro e m p l e o n o crídco d e la noción d e acontecimiento histórico. La c o m p r e s i ó n es s i e m p r e más q u e la simple simpatía. Charles-Victor Langlois y Charles Scignobos.

igual q u e p a r a Max W e b e r .-I. la apreciación histórica d e la probabilidad difiere d e la lógica del e r u d i t o y se acerca a la del j u e z . Así c o m o la adecuación difiere d e la necesidad lógica o física. p e r o m e d i a n t e la p r o b a b i l i d a d retrospectiva).Marrou.EL ECLIPSE DE LA N A R R A C I Ó N 173 histórico en virtud d e l haz d e intenciones. la g r a d u a c i ó n más baja define lo accidental. ^ "No hay nada específico e n la comprensián relativa a! pasado. el libro d e A r o n oírece esta conclusión clara: el p a s a d o . el paso d e la memoria individual al pasado histórico n o constituye problema e n la medida e n que el verdadero corte se realiza entre el a p e g o a sí mismo y la apertura al otro. A este respecto. la apuesta filosófica era. . su desaparición es m á s c o m p l e t a en el p l a n o del p e n s a m i e n t o causal. el d o c u m e n t o considerad o es u n 'texto') e n la c o m p r e n s i ó n del lenguaje articulado" (p. Para Marrou. Dejaré a q u í d e lad o p o r el m o m e n t o u n p r o b l e m a sobre el q u e volveré e n la cuarta p a r t e : el d e la fdiación e n t r e c o m p r e n s i ó n del otro y el conocim i e n t o del pasado h u m a n o . y la más alia. P o r lo tanto. es el m i s m o proceso puesto en j u e g o por la comprensión del otro en el presente. Si la "disolución del objeto" se realiza ya p o r el m á s h u m i l d e e n t e n d i m i e n t o . 1954). concebido c o m o el conjunto d e lo q u e r e a l m e n t e h a sucedido. e n él la práctica del historiador es m á s visible. y e n particular (ya que. "La probabilidad q u e nace del carácter parcial d e los análisis históricos y d e las relaciones causales está en n u e s t r a m e n t e y n o e n las cosas" (p. está fuera del alcance del historiador. En la escala d e la probabilidad. De la connaissance historique (París. M a r r o u . P a r a la p r e s e n t e investigación.-I. 83). P o r eso las diversas reconstrucciones n o h a c e n más q u e acentuar la división q u e separ a la objetividad —a Ja q u e aspira el trabajo d e comprensión— d e la experiencia viva n o repetible. d e motivos y d e valor e s q u e i n c o r p o r a a u n conjunto inteligible. E n c o n t r a m o s en H. Z)« la connaissance histoñque (1954). p a r a A r o n . lo q u e Max W e b e r llama adecuación. evocada ^ H. lo accidental t a m p o c o es lo equivalente d e la singularidad absoluta. e m p l e a n d o las palabras d e A r o n (volveremos sobre este p u n t o e n el capítulo 111: p a r a A r o n . A d e m á s . lo más a m e n u d o y e n el mejor d e los casos. 168).^ u n a r g u m e n t o semejante al d e R a y m o n d A r o n . la destiucción de cualquier ilusión retrospectiva d e fatalidad y la a p e r t u r a d e la teoría d e la historia a la espontan e i d a d d e la acción o r i e n t a d a hacia el futuro. ^ L a c o n t i n u i d a d e n t r e t i e m p o moral y tíempo público. la causalidad histórica es u n a relación d e lo particular a lo particular.

Subjetividad y objetividad n o se enfrentan. p e r o n o sería objeto d e conocimiento. N o es ella el l a d o subjetivo cuya explicación sería su l a d o objetivo. El conjunto d e los p r o c e d i m i e n t o s d e la historia form a p a r t e d e la ecuación del c o n o c i m i e n t o histórico. n o p u e d e p r e t e n d e r la tarea imposible d e re-actualizar el p a s a d o . c u a n d o era p r e s e n t e . y ahí radica su verdad. cuarta parte).174 H B T O R M Y NARRACIÓN al final d e n u e s t r a p r i m e r a parte. aJ estar el historiador implicado e n el conocim i e n t o histórico. Marrou se aleja de u n o d e los pensadores q u e él admira más: Collihgwood. De eUo se d e d u c e q u e el p a s a d o r e a l m e n t e vivido p o r la h u m a n i d a d sólo p u e d e ser postulado c o m o sucede con el n o ú m e n o k a n t i a n o e n el origen del f e n ó m e n o e m p í r i c a m e n t e c o n o c i d o . la historia sólo es c o n o c i m i e n t o p o r la relación q u e establece entre el p a s a d o vivido p o r los h o m b r e s d e o t r o t i e m p o y el historiad o r d e hoy. 221). D e este recurso a la c o m p r e n s i ó n del o t r o sólo t e n d r é e n c u e n t a sus implicaciones metodológicas principales. ' Imposible. el c o n o c i m i e n t o histórico. q u e descansa e n el testimonio d e otro. su significación y su valor" (p. L a c o m p r e n s i ó n abarca t o d o el trabajo del historiador. el pasad o vivido nos sería accesible. el p u n t o d e vista central en el q u e t o d o se ord e n a y se ilumina" (ibid. La c o m p r e n s i ó n se i n c o r p o r a así a "la v e r d a d d e la historia" (cap. sin o sólo u n conocimiento d e fe" (p. 137). A h o r a bien. 197). V M a r r o u añade: "Ahí está el c e n t r o m i s m o d e nuestra filosofía críüca. c u a n d o la historia es v e r d a d e r a . se c o m p l e m e n t a n . IX). "De h e c h o . p u e s . multiforme. e n c u a n t o q u e "la historia es u n a a v e n t u r a espiritual d o n d e la personalidad del historiador se comp r o m e t e totalmente. la historia ' En este punto. A d e m á s . P o r o t r a parte. ese p a s a d o era c o m o n u e s t r o presente: confuso. E n p r i m e r lugar. En p r i m e r lugar. La subjetividad n o es u n a prisión ni la objetividad la lib e r a c i ó n d e esta prisión. está implicada d i r e c t a m e n t e e n él. su verdad es doble: h e c h a a ta vez d e v e r d a d sobre el p a s a d o y d e testimonio sobre el historiador" (p. . Pero quizá una nueva lectura d e Collingwood lo situaría más cerca d e la tesis sostenida aqm' (véase más adelante. p o r dos razones. ininteligible. e n la v e r d a d d e la historia [es el título del peniiltimo capítulo del libro].). q u e se relac i o n a n c o n el axioma d e R a y m o n d A r o n c o n c e r n i e n t e a la "disolución del objeto". " n o es u n a ciencia p r o p i a m e n t e h a b l a n d o . e n pocas palabras: está d o t a d a p a r a él d e u n valor existencial. a la verdad d e la q u e la historia es capaz.

sino a la cuestión p l a n t e a d a p o r el historiador. marcadas p o r la p r o b l e m á t i c a alem a n a del verstehen. al q u e la n u e v a h¡storiografí!a fi-ancesa considera c o m o su pesadüla. d e a c u e r d o con la ilusión metodológica p a r a la cual el h e c h o histórico existiría d e m o d o latente en los d o c u m e n t o s y el h i s t o r i a d o r sería el parásito d e la ecuación histórica. su talante m o r a l está. iil). M a r r o u se acerca así a A r o n . . establecida s o b r e cadenas d e relaciones causales. Ésta ü e n e la p r i o r i d a d lógica e n la investigación histórica. El a r g u m e n t o m e t o d o l ó g i c o —lo estamos viendo— dobla exactamente al a r g u m e n t o sacado d e la c o m p r e n s i ó n : a u n q u e el hipercríüco atríbuye más valor a la sospecha q u e a la simpatía. el sujeto c o n o c e d o r . e n u n sentido creador. En lo esencial. 50-51). La contribución d e esta escuela a n u e s t r o p r o b l e m a difiere m u c h o d e la d e R a y m o n d A r o n . d e los antecedentes y del desarrollo d e la escuela de los "Anuales". "'Claro que no. q u e habría q u e reproducir simplemente c o n fidelidad' (Aron. C o n esta escuela^ estamos e n contacto c o n la m e t o d o l o g í a d e historiadores profesionales. u n a visión o r d e n a d a . Roger Chartier y Jacques Revel (París. sin d u d a . m u y ¡ijenos a la p r o - ^ G t a n d o precisamente a Aron. D e este m o d o . Si la historia es la relación del historiador c o n el p a s a d o . d e Jacques Le Goff. p u e d e leerse el artículo L'histoire nouvelle. c o n d e n a también el posiüvismo. Marrou escribe. enciclopedia dirigida p o r Jacques Le Coff. La historia es el resultado del esfuerzo. historiador-filósofo. por el q u e e! historiador. p r e cisamente c u a n d o éste habla d e la "disolución del objeto". filósofo. 1978). Al m i s m o ü e m p o . n o cídste u n a realidad hislórica totalmente construida antes de la ciencia. e n el s e n ü d o expuesto anteriormente. establece esta relación entre el pasado que evoca y el presente que es el suyo" (pp. p. la o b r a d e Man'ou refuerza la d e A r o n e n su lucha c o n t r a el prejuicio del pasado en st. 120). C o n t r a esta ilusión metodológica hay q u e afirmar q u e la iniciatíva e n historia n o perten e c e al d o c u m e n t o (cap. o finalistas. garantiza la u n i ó n con la orientación anüpositivista d e la escuela d e los "Annales".^ El m i s m o a r g u m e n t o . p p .E L E C U P S E DE LANARJIACIÓN 175 tiene c o m o objetivo u n saber. 210-241. e incluso d e la d e H e n r i ' M a r r o u . n o se p u e d e h a b l a r d e aquél c o m o d e u n factor p e r t u r b a d o r q u e se añadiese al p a s a d o y q u e h a b r í a q u e eliminar. ^ Para ima breve historia d e la fundación. e n "La nouvelle histoire". sobre significaciones y valores. q u e p r o h i b e c o n c e b i r la historia c o m o reminiscencia del p a s a d o .

Los ensayos m á s teóricos d e los historiadores d e esta escuela son tratados d e artesanos q u e refle­ x i o n a n sobre su oficio. q u e h a manejado m u c h o t i e m p o la toesa y el nivel. Su audacia estriba seguramente e n haber vinculado sus principales n o c i o n e s m e t o d o ­ lógicas a la definición d e la historia c o m o "conocimiento p o r huellas".^^ Es cierto q u e las narraciones constituyen sólo la categoría d e los "testigos voluntarios". sin creerse p o r ello u n m a t e m á t i c o " (p. Q u e el historiador sólo c o n o c e del pasado lo que e n él es h u m a n o y se deja definir co­ m o "ciencia de los hombres en el tiempo" (p.176 HISTORIA Y NAKKACIÓN blemática d e la "comprensión". Por eso. Ade­ más. P e r o esta amplia- La o b i a ha conocido hasta siete ediciones: la última contiene u n importante prefacio d e Georges Duby (Paris. c o m o son todas las d e m á s huellas familiares al a r q u e ó l o g o y al historia­ d o r d e la e c o n o m í a y d e las estructuras sociales. Marc Blocb había llevado la voz cantante e n Apologiepour l'histoire ou métier d'historien. destinados a la información del lector y nunca c o m o forma literaria d e la obra que ci historiador escribe (véase los casos d e la palabra narración. la narración n o aparezca más que c o m o u n o de los tipos d e testimonios d e los que el historiador hace la crítica. Este libro inconcluso q u i e r e ser "el maimal d e u n artesano a q u i e n siempre le h a gusta­ d o m e d i t a r sobre su tarea cotidiana. que el conocimiento del presente es imposible sin el del pasado y redpTocamente. 144). 30). a saber: los testimonios intencionales. Las vacilaciones. 55. el c u a d e r n o d e notas d e u n o b r e r o . las au­ dacias y las p r u d e n c i a s del libro constituyen h o y su valor. 97. Volveré. 1974).t í t u l o del ni— serán dedicadas esencialmente a la tipología y a la criteriologia del testimonio. que la historia debe sustraerse a la obsesión d e los o r í ^ n e s . pp. T o d o s estos temas volverán al primer plano cuando nos pregimtem o s p o r los referentes de la historia. la "observación histórica" —título del capítulo n— y la "crítica" . e n primer lugar. 50). Ahora bien: las huellas sobre las q u e se estable­ c e una ciencia d e los hombres e n el tiempo s o n esencialmente las "relaciones d e los testigos" (p. al estatuto de las nociones d e kueüa y de testimonio. que el tiempo histórico es a la vez ip continuo y lo desemejante. cuyo p o d e r í o sobre la historia es nece­ sario limitar con la ayuda d e esos "testigos a pesar suyo". e n la cuarta p a n e . p o r el p e l o t ó n nazi d e ejecución en 1944. sobre la relación entre "la historia. sobre el problema que preocupa a Marc Bloch. sólo nos limitaremos a generali­ dades epistemológicas que Marc Bloch vincula a sus rápidas reflexiones sobre el objeto y. Es digno d e observación que. según la fe­ liz expresión d e Frangois Simiand. se complace en subrayar las "irresoluciones" d e la p r o p i a historiografía. Por ahora. . e n la Apologie pour l'hütotre.^'^ o b r a escrita lejos d e las bibliotecas e in­ t e r r u m p i d a . 57). los hombres y el tiempo". 60. c u a n d o faltaba u n a tercera p a r t e d e su redacción. e n su capitulo I.

. invención. incluso la subsección titulada "Ensayo d e u n a lógica del m é t o d o crítíco" (pp. ya n o d e p e n d í a d e la crítíca del testimonio. es actualmente el pasado" (p. u n a persecución d e la impostura. d e ello se d e d u c e q u e "la crítica del testimonio q u e trabaja sobre realidades psíquicas seguirá s i e n d o siempre u n a r t e d e agudeza [. u n a crítica del testimonio: u n a p r u e b a d e veracidad. D e ello se ded u c e q u e la "crítica" será esencialmente. tiende fundamentalmente^^ a la especificación d e la n o c i ó n d e huella p o r el carácter psíquico d e los f e n ó m e n o s históricos: las condiciones sociales son. mentales" (p. p r o p a l a c i ó n d e prejuicios y d e r u m o r e s ) .]. Este i m p o r t a n t e p u e s t o o t o r g a d o a la crítica del testimonio.EL ECLIPSE DE LA N A R R A C I Ó N 177 ción ilimitada d e las fuentes d o c u m e n t a l e s n o quita p a r a q u e la n o c i ó n d e testimonio englobe la d e d o c u m e n t o y siga s i e n d o el m o d e l o d e t o d a observación "sobre huellas" (p. e n este sentido. imaginariamente la línea del pasado. p o r lo d e m á s m u y sutil: a u n q u e p o n g a los testimonios e n contradicción m u t u a o dosifique los motivos d e la mentira. a expensas d e las cuestiones d e causa y d e ley. 107). 97-116) sigue siendo prisionera del análisis psicosociológico del testimonio. N o es q u e el a u t o r n o haya percibido y. 107). d e alguna forma.^' Utilizarla sólo p a r a El papel considerable d e lo falso en la historia medieval explica también d e m o d o contingente la importancia dada a la crítica del testímonlo. " "Valorar la probabilidad d e u n acontecimiento es medir las probabilidades q u e tiene d e producirse" (p.. 158). d e la o b r a son la c o n t r a p a r t i d a d e esta sumisión d e la n o c i ó n d e d o c u m e n t o a la d e testimonio. . para nosotros. ya sea e n g a ñ o r e s p e c t o del a u t o r y la fecha (falsedad e n sentido j u r í d i c o ) o respecto del f o n d o ( p l i ^ o . incluso las timideces. d e h e c h o . es u n futuro d e otro t i e m p o construido sobre u n pedazo d e lo que. Marc Bloch n o está lejos de Weber y d e A r o n c u a n d o observa la singularidad d e este m o d o de razonamiento q u e parece aplicar la previsión al pasado concluido: "Habiendo sido alejada. "en su naturaleza profunda. los bolandístas y los benedictinos. estudiadas e n la mism a é p o c a p o r la epistemología d e l e n g u a inglesa. estudiad a veinte años antes p o r Max W e b e r y r e a n u d a d a d e s p u é s p o r R a y m o n d A r o n . modificación. 97). sino del p r o b l e m a d e la causalidad en historia. este arte racional sigue s i e n d o el h e r e d e r o d e los m é t o d o s eruditos creados p o r R i c h a r d Simón. anticipado el papel d e la crítíca estadístíca. Las p r u d e n c i a s . 37). si n o exclusivamente. per o es también u n a r t e racional q u e descansa e n la práctica m e t ó dica d e algunas i m p o r t a n t e s operaciones del espíritu" (p. sino q u e n o se h a d a d o cuenta d e q u e la lógica d e la probabilidad.

Estas intuiciones p e n e t r a n t e s h a c e n q u e e c h e m o s d e m e n o s a ú n m á s la interrupción violenta d e la o b r a e n el m o m e n t o e n q u e iniciaba la discusión del temible p r o b l e m a d e la relación cau"A fin d e cuentas. del h e c h o histórico y del a c o n t e d m í e n t o . a riesgo d e olvidar q u e "el vocabulario d e los d o c u m e n t o s n o es a su m a n e r a m á s q u e u n testimonio y. 130-155). Se resume así e n el uso del "principio d e semejanza limitada" (p. la especificidad d e los fenóm e n o s pasados y d e eternizar p o r arrogancia nuestras categorías? V e m o s q u e la dialéctíca d e lo semejante y d e lo d e s e m e j a n t e gob i e r n a t a n t o el análisis histórico c o m o la crítica. sobre t o d o . .178 HISTORIA V NARRACIÓN descubrir y explicar las imperfecciones del testimonio es limitar inevitablemente su alcance. sujeto a crítíca" (p.'* El v e r d a d e r o avance d a d o p o r la Apologie pour l'histoire hay q u e buscarlo m á s bien e n las anotaciones consagradas al "análisis histórico" (título del cap. p e r o p l a n t e a el p r o b l e m a específico d e la p r o p i e d a d del l e n g u E i j e : ¿hay q u e nombrar las entidades del p a s a d o c o n los t é r m i n o s c o n q u e los d o c u m e n t o s los designan ya. Esta primacía del análisis s o b r e la síntesis'^ h a p e r m i t i d o al a u t o r e x p o n e r —con el p r e t e x t o d e u n a cita d e Focillo. la crítica del testimonio se qx>ya e n u n a instintiva metafísica d e lo semejante y de lo desemejante. En este punto d e articuladón hubiera p o d i d o ser esclarecedora i m a reflexión sobre la narradón y sobre el vínculo entre a c o n t e d m í e n t o y narradón. p o r q u e todos estos diversos elementos gravitaban j u n t o s e n la unidad d e la narración" (cit. Y. p o r lo tanto. al hablar d e Georges Duby. 101). e c o n ó m i c o . es c o n el pretexto d e u n a cita d e Michelet: "Pero era necesario u n gran movimiento vital. IV). 103)U n a sola vez es asociada la narración a la fase d e reconstrucción. e n p. d e l o u n o y de lo múltiple" (p. L o que quizá falta a esta Apologie pour l'histoire es una reflex i ó n sobre el m o d o c o m o el problema d e la explicación —por l o tanto. artístico. a riesgo d e e c h a r a p e r d e r . 138)? O í h a y q u e proyectar sobre ellas los t é r m i n o s m o d e r n o s . es d e d r . le h a p r o p o r c i o n a d o la ocasión d e discutir s e r i a m e n t e el p r o b l e m a d e nomeiiclatura {pp. Es evidente q u e este p r o b l e m a está ligado al d e la clasificación d e los h e c h o s . d e la causalidad e n historia— se articula e n el d e la observación. 129). p o r a n a c r o n i s m o . Marc Bloch h a advertido perfectamente q u e la explicación histórica consistía esencialmente e n la constitución d e cadenas d e f e n ó m e n o s semejantes y e n la elaboración d e sus interacciones. sobre los q u e volveremos m á s adelante. a u t o r d e la admirable Vie des formes— el desfase existente e n t r e los diferentes aspectos distinguidos e n el f e n ó m e n o histórico global: político.

trad. Médilerranái el le monde máditerranéen i l'ípoque de Phüippe JI. Écñls sur l'histoire (París. Madrid. 1969. Lo q u e se discute es el m o d e l o d e acción implicado p o r la n o c i ó n misma d e "hacer q u e sucedan" (y su corolario. conservaré d e los ensayos d e Braudel y de los historiadores d e su escuela lo q u e va directamente e n contra d e la s e g u n d a d e nuestras suposiciones iniciales: los acontecimientos son aquello q u e seres actuantes h a c e n q u e suced a y. P o r lo tanto. la "Lección inaugural" e n el Colegio d e Francia (1950). Estos dos corolarios e n t r a ñ a n u n tercero. (París. A d e m á s . 1949. trad. historia-política. Incluso si se incluye el c o n c e p t o d e interacción e n el d e la acción. c o m o en otras ciencias. lo m i s m o o c u r r e c o n otras dos presuposiciones estrecham e n t e vinculadas e n t r e sí (y q u e sufren d i r e c t a m e n t e el fuego d e la críüca d e Braudel y d e sus sucesores). según este m o d e l o implícito. p o r consiguiente. a u t o r e s o víctimas d e los acontecimientos. se buscan. 1982). extractos del prefacio a la Méditerranée. . El Mediterráneo y el mundo mediterráneo en la época de Felipe U}^ Para m a y o r claridad didácfica.. historia-episódica. 1976). n o p u e d e ser m á s q u e u n a historia-narración. n o se postulan. n u n c a discutido p o r sí m i s m o : u n a historia d e acontecimientos.EL ECUPSE DE LA NARRACIÓN 179 sal e n historia.. El v e r d a d e r o manifiesto d e la escuela d e los "Annales" debía ser la e n t e r a o b r a m a e s t r a d e F e r n a n d Braudel. el autor reunió e n u n volumen. p u e d e atribuirse siempre a agentes individuales. española. n o nos libramos d e la presuposición d e q u e el a u t o r d e la acción d e b e ser s i e m p r e u n agente identificable. historia-narración Fernand Braudel. de 1979. Nos q u e d a m o s con u n a frase q u e la i n t e r r u p c i ó n hace m á s preciosa: "Las causas e n historia. Braudel invalida la presuposición tácita d e q u e los acontecim i e n t o s son aquellos q u e los individuos h a c e n q u e sucedan o padecen. española. 2 vols. c o m p a r t e n la c o n ü n g e n c i a p r o p i a d e la acción. La acción. "padecer") acontecimientos.--. esos q u e afectan a la vid a d e los individuos d e b i d o a su b r e v e d a d y a su instantaneidad. el famosa artículo d e los "Annales" consagrado a "la larga duración" y otros ensayos sobre las relaciones entre la historia y las demás ciencias del h o m bre." (p. a saber: q u e el individuo es el p o r t a d o r último del c a m b i o histórico y q u e los cambios m á s significativos son los cambios p u n t u a l e s .A éstos reserva Braudel el n o m b r e d e acontecimientos. La obra c o n o c i ó dos revisiones importantes hasta la cuarta edición. 160). México. . u n a historia episódica (événementielle).

crisis. estructura. a p r o x i m a b a n fun­ d a m e n t a l m e n t e la realidad histórica. y la d e la primacía del acontecimiento. fundador d e la escuela d e los "Anuales" con Marc Bloch. c r e a d o igualmente p o r el n a r r a d o r . etc. c o m o último á t o m o del cambio social. social. al relato d e ficción. e n todas sus dimensiones h u m a n a s : económica. La enciclopedia "La nouvelle histoire" n o estudia las palabras "narración" o "nariativo". q u e su crítica v e h e m e n t e d e la noción d e h e c h o histórico. c o m o o c u r r e con la primacía d e la historia política y la del acontecimiento. Estas d o s desestimaciones n o provienen d e u n a especulación sobre la acción y el t i e m p o . e n el sentido p u n t u a l d e la palabra. q u e p o n e p o r delante el individuo y el acontecimiento.^''' c o n c e b i d o c o m o á t o m o d e la histo­ ria t o t a l m e n t e d a d o p o r las fuentesi y el alegato e n favor d e la re­ alidad histórica construida p o r el historiador. tendencia. sino el "hecho social en su totalidad" —término t o m a d o d e Marcel Mauss—. espiritual. p o r lo tanto. A la noción d e acontecimiento. cuyas categorías principales —coyuntura. la historia-narración al estilo d e R a n k e ( h e m o s visto antes q u e p a r a Marc Bloch la n a r r a c i ó n f o r m a p a r t e d e los testimonios voluntarios. cultural. Se limita a negar. m e d i a n t e el ro­ d e o d e u n a frase. son consecuencia directa d e la desvia­ ción del eje principal d e la investigación histórica de la historia " "Lección inaugural" en el Colegio d e Francia (1933). sólo p o r m e d i o d e la críüca d e la historia política. Tam­ p o c o se le ocurrió n u n c a a Lucien Febvre. es q u e el c o n c e p t o d e narración n o sea i n t e r r o g a d a n u n c a p o r sí misma. o p o n e n la d e u n tiempo social. Lo i m p o r t a n t e es captar la conexión e n t r e a m b o s tipos d e opo­ sición. los nue­ vos historiadores o p o n e n la tesis d e q u e el objeto d e la historia n o es el individuo. Al individualismo metodológico e n ciencias sociales. Lo más s o r p r e n d e n t e p a r a noso­ tros. etc. Sólo estas dos concepciones se afrontan di­ rectamente.— se t o m a n d e la econo­ mía. d e los d o c u m e n t o s ) . política. en Combata pour l'histoi­ re (París. d e la demografía y d e la sociología. c o n c e b i d o c o m o salto t e m p o r a l . 1953) 7. la d e la primacía del individuo c o m o últímo á t o m o d e la investigación histórica. así creada p o r la historia. . P o r lo tan­ to. ciclo. se h a c e la crítica d e la historia-narración.180 HISTORIA y NARBACIÓN son expresiones casi sinónimas. crecimiento. q u e nos p r e g u n t a m o s p r e c i s a m e n t e p o r el estatuto narrativo d e la historia.

EL ECLIPSE DE LA NARRACIÓN 181 política hacía la historia social. D e este m o d o . 12 vols. Primacía del individuo y primacía del a c o n t e c i m i e n t o p u n t u a l son los dos corolarios necesarios d e la p r e e m i n e n c i a d e Ja historia política. o p u e s t o al d e acontecimiento. Proviene m á s b i e n d e la lucha metodológica c o n t r a la tradición positivista q u e p r e d o m i n a b a e n los estudios históricos e n Francia e n el p r i m e r tercio d e siglo. 1955-1960). 1894). p o r o t r a parte. categorías y clases sociales. Lacombe. Beir. L'histoire íraditionnelle et la synthiss historique [ {París. el Atiántico e n t r e Sevilla y el N u e v o Mundo. diplomáticos. campesinos y o b r e r o s se convierten e n los h é r o e s colectivos d e la historia. e n la q u e g r u p o s . "Historia d e batallas" e "historia événementielle" (expresión creada p o r Paul L a c o m b e y t o m a d a d e s p u é s p o r Francois Simiand y H e n r i Berr)^* van j u n t a s . c o n H u g u e t t e y Pierre C h a u n u . sin dejar d e subrayar c o n fuerza sus condiciones económicas y sociales. "Méthode historique et science sociale'. e n t e n d i d o c o m o d u r a c i ó n breve. P. d e la historia. y m á s tarde. A este respecto. según la tradición hegeliana. eclesiástica. (París. responsables d e la guerra. Simiand. [ '9 P. 157. ministros. De l'histoire considérée comrae une science (Par&. . cuyo h é r o e es el M e d i t e r r á n e o y el m u n d o m e d i t e r r á n e o . F. la historia se hace incluso geohistoria. burgueses. t a m b i é n filosófica. 129.. se hallan ya instituidos y constituid o s e n t o m o a las peripecias y accidentes q u e afectan a la distrib u c i ó n del p o d e r . Ja doble d e n u n c i a d e la historia d e batalla y d e la historía episódica constituye el reverso polémico d e u n alegato e n favor d e la historia del f e n ó m e n o h u m a n o total. los m á s n u m e r o s o s d e la escuela histórica francesa están consagrados a la historia social. En efecto. H. P a r a esta tradición.'^ E n este contexto crítico nació el c o n c e p t o d e "larga duración". artesanos. los cuáles. Y es a h í d o n d e r e i n a t a m b i é n el acontecimiento asimilable a u n a explosión. se s u p o n e q u e es e n la historia política. Chaunu. d o n d e los individuos —jefes d e E s t a d o . e n Revue de Synthise Historique I (1903) p p . prelados— h a c e n la historia. militar. los trabajos más notables y. 1-22.. los acontecimientos i m p o r t a n t e s están ya consignados e n los archivos. sin d u d a . Es i m p o r t a n t e observar q u e esta crítica d e la historía évériementielle n o p r o v i e n e en absoluto d e la crítica filosófica d e la concepción. Séville eí l'Atlantüpie (1504-1650).. diplomática. ciudades y campiñas. C o n Braudel. 192J).

24). p r o f u n d a y silenciosa" (p. 11). y e n su artículo La larga duración: "Annales". E n ella y e n su t i e m p o individual se despliega " u n a historia d e lentit u d a c o m p a s a d a " (ibid. U n alegato y u n c r e d o : " C r e o así e n la realidad d e u n a historia p a r t i c u l a r m e n t e lenta d e las civilizaciones" [ibid. P e r o es el oficio d e historiador. e n el corazón d e la realidad social "entre el instante y el t i e m p o l e n t o q u e pasa" (p.. Braudel insiste siempre en lo m i s m o . La idea d e q u e hay q u e s u p e r a r s i m u l t á n e a m e n t e al individuo y al acontecimiento es el p u n t o i m p o r t a n t e d e la escuela. l a historia episódica es la historia d e osciíacioncs breves. e n su "Lección inaugural" e n el Colegio d e Francia e n 1950. rápidas. La conciencia d e esta pluralidad del t i e m p o social d e b e convertirse e n u n comp o n e n t e d e la m e t o d o l o g í a c o m ú n a todas las ciencias del h o m b r e . H a b l a n d o e n t é r m i n o s ab- . a falta d e u n a discusión m á s sutil d e las ideas d e causa y d e ley. 11) y su "larga d u r a c i ó n " ( p p .. Llevando el axioma a la inmediatez d e la paradoja. 21) y. N o sin razón: el ü e m p o corto es la m á s caprichosa. n o la reflexión filosófica —afirma el a u t o r e n La larga duración— el q u e sugiere "esta oposición viva". p e r o la larga duración es t a m b i é n el t i e m p o d e las instituciones políticas y el d e las mentalidades.). p e r o t a m b i é n la m á s peligrosa. 46). Esta larga duración la enseña el economista al historiador. 13). es la m á s cargada d e h u m a n i d a d . el alegato en favor d e la historia se convierte e n u n aleg a t o d e la "historia a n ó n i m a . C o n B r a u d e l . Este escalonamiento d e las duraciones es u n a d e las contribuciones m á s i m p o r t a n t e s d e la historiografía francesa a la epistemología d e la historia. 43). sino d e tiemjx) rápido y lento. "La d e n c i a social tiene casi m i e d o del acontecim i e n t o ..182 fflSTORU Y NARRACIÓN E n su prefacio a La Méditerranée. p o r ello m i s m o . E l lector epistemólogo p u e d e s o r p r e n d e r s e d e la ausencia d e rigor e n las expresiones características d e la pluralidad d e las t e m p o r a l i d a d e s . la m á s engañosa d e las d u r a c i o n e s " (p. la del h o m b r e e n sus r e l a d o n e s con el m e d i o q u e le r o d e a " (p. d e diferencias cuantitativas e n t r e espacios d e tíempo—.) es la historia social. la d e los g r u p o s y la d e las tendencias profundas.. 4ss. p . del " t i e m p o social d e vértigo y d e lentitud" ("Lección inaugural". nerviosas. Así. p . e n t e r r a d a a ú n m á s p r o f u n d a m e n t e . el a u t o r llega hasta decir. e n Écrits sur l'histoire. Finalmente. p a r a esta historia hay q u e hablar d e u n " t i e m p o geográfico" (p. e! a u t o r n o habla sólo d e ü e m p o c o r t o o largo —por lo tanto. reina " u n a historia casi inmóvil.

p u e s . T o d a u n a serie d e metáforas h a b l a n del e n g a ñ o del tíempo corto: "sortilegios".. "esa historia silenciosa. tan del gusto d e Ranke: "resplandores. d e sus aguas vivas s o b r e las q u e se desliza n u e s t r a b a r c a c o m o los b a r c o s m á s ebrios" (ibid. "tiempo c o r t o d e nuestras ilusiones". eclipsado y r e d u c i d o al silencio p o r el c l a m o r del d r a m a . la q u e h a c e a los h o m b r e s más q u e éstos a ella ("Lección inaugural". 24). al c o m p á s d e su vida. todavía ardiente.. las olas q u e las m a r e a s levantan c o n su p o d e r o s o m o v i m i e n t o . q u é revelan estas metáíbraa? En p r i m e r lugar. 29). p . Si a h o r a profundizamos e n esta voluntad. sino d e los movimientos q u e los r e c o r r e n . la voluntad d e h a c e r visible y audible el impulso del tíemp o p r o f u n d o . p r o f u n d a y a m e n u d o silenciosa". p . P o r u n lado. d e estos movimientos. Y ahora.).. Es la historia tradicional. rápidas. ¿ Q u é ocultan.EL ECLIPSE DE LA NARRAaÓN 183 solutos. "una historia p e s a d a cuyo tiempo ya n o c o n c u e r d a c o n nuestras antiguas m e d i d a s " (ibid. descrito. h e c h o s . p e r o opacos. las metáforas q u e p r o c l a m a n el "valor excepcional del tíempo l a r g o " (La larga duración. " h u m o " .. 21). nerviosas" (Prefacio a Écrits sur l'histoire. vivido. Así. tal y c o m o los c o n t e m p o r á n e o s la h a n sentido. si e n t e n d e m o s p o r "nosotros" a los grímdes h o m b r e s d e la historia mundial. "capricho". "contra la orgullosa palabra unilateral d e Treitschlce: los h o m b r e s h a c e n la historia" ("Lección inaugural". e n Écrits. breve c o m o la n u e s t r a " (ibid. E n última instancia. ¿qué encontramos? Dos p e r c e p c i o n e s contrarias. la velocidad n o se dice d e los intervalos d e ü e m p o . 12). p . p e r o imperiosa. 12). nacidas d e la imagen d e la velocidad o d e la lentitud. "falaces e n s u e ñ o s " d e R a n k e . a la pesadez. com o el n u e s t r o .. s e g ú n H e gel. p e r o sin h u m a nidad". 44): "Esa historia a n ó n i m a . d e las civilizaciones" (ibid. "un m u n d o ciego. p. "desconfiemos d e esa historia. "resplandores opacos". p. C o m e n c e m o s p o r las q u e señalan la depreciación del acontecimiento. se trata.. d e s p r e o c u p a d o d e historias d e p r o f u n d i d a d .. al silencio del . s i n ó n i m o d e tíempo c o r t o : " U n a agitación superficial.u n a historia d e oscDaciones breves. gracias a la lentítud. e n Écrits. c o m o t o d o m i m d o viviente. la historia-narración.. O t r a s p r o c l a m a n su v o l u n t a d habladora: "reaccionar c o n t r a la historia totalmente r e d u c i d a a la función d e los h é r o e s quintaesenciados".). u n deseo t a n t o d e veracidad c o m o d e modestia: la confesión d e q u e nosotros n o h a c e m o s la historía. p . sin d u d a . Lo confirman algunas metáforas. m a n t e n i d a s e n equilibrio.

sobre h o m b r e s m u y p o r e n c i m a dei h o m b r e . sus m o d e l o s intemporales... e n Écñts. e n u n a palabra. inconsunta. u n a vivienda" (p. p e r o "muy p o r encima d e esta s e g u n d a narración se sitúa u n a historia d e inspiración más sostenida todavía. pese a l o d o lo mal que se p u e d e hablar al respecto. u n a especie d e estabilid a d e n el cambio: "Realidad d e larga.. opuesta al frenesí del acontecim i e n t o . P e r o la percepción adversa aparece d e s d e el m o m e n t o e n q u e la m a t e m á t i c a social p r o p o n e aplicar a la larga d u r a c i ó n sus estructuras acrónicas. 44-45). A h í es d o n d e se m u e s t r a vigilante el historiador. 114). d e a m p l i t u d secular esta vez: la historia d e larga. Pero la duración. Sí. p . m e n o s lo q u e cambia q u e lo q u e p e r d u r a : el verbo d u r a r lo expresa mejor q u e el sustantivo d u r a c i ó n . C u a n d o el t i e m p o se inscribe e n la geografía. ante t o d o . el historiador sigue siendo el g u a r d i á n del cambio. U n a sabiduría discreta. T o y n b e e . incluso d e larguísim a d u r a c i ó n " (pp. 292). inagotable duración. Díjérase q u e Braudel alcanza aquí. 303). sin d u d a . se c o n c e n t r a e n la p e r e n n i d a d d e los paisajes: " U n a civilización es. lo vio perfectamente: "Trabajó sobre algunas d e esas realid a d e s q u e p e r d u r a n s i e m p r e y sobre acontecimientos q u e se implican m u t u a m e n t e a siglos d e distancia. incluso la larguísima. 303). H a b l a n d o d e las civilizaciones. en el u m b r a l e n q u e la historia p o d r í a bascular hacia la sociología. las sobreviven" ("Historia y t i e m p o p r e s e n t e " .184 HISTORIA YNAREACIÓN t i e m p o largo. las civilizaciones. h o m b r e s también d e larga d u r a c i ó n " (p. "las civilizaciones son realidades d e larguísima d u r a c i ó n " (p. p o r m e d i o d e la noción d e duración.. u n a coherencia q u e sólo es p r o p i a d e los equilibrios d u r a d e r o s . u n a era cultural. 284).. se deja adivinar tras este respeto p o r la gran lentitud d e los cambios verdaderos. P u e d e . c o n s a g r a d a a las . s u p e r a n p o r eso e n longevidad a todas las d e m á s realidades colectivas.. p . la historia consigue u n a inteligibilidad q u e sólo pert e n e c e a la larga duración. o p o n e r a la n a r r a c i ó n tradicional otra "coyuntura!". sobre J e s ú s .. sigue s i e n d o duración. el a u t o r llega a designarlas c o m o " u n a realidad q u e el t i e m p o usa mal y transmite m u y lentamente". r e a d a p t a d a s c o n t i n u a m e n t e a su destino. L o vemos e n la sección del ensayo La larga duración (1958). u n espacio. C o n t r a esta pretensión y esta tentación. B u d a o M a h o m a . A la fugacidad del acontecimiento se o p o n e la roca d e la duración. "La larga d u r a c i ó n es la historia interminable. ibid. d e las estructuras y g r u p o s d e estructuras" (Histoñay sociología.

vuelve d e n u e v o c o n ftierza la metáfor a m a r i n e r a : "El naufragio es siempre el m o m e n t o m á s significativo" (p.*'' Más adelante. T e n e m o s . q u e n o p u e d e hacer olvidar "el j u e g o múltiple d e la vida. p o r los caminos oscuros y desconocidos de la larguísima duración" (p. p p . 71). 62). e n verdad. 72). 75). 61s). 66). compararé la práctica . c o m o intemporal" (p. Los m o d e l o s d e las matemáticas cualitativas se prest a n p o c o a los viajes e n el tiempo. Sin d u d a . 72). su b r u s c o o lento deterioro p o r presiones contradictorias" (p. el a t a q u e c o n t r a la historia événementielle n o sería la última palabra del historiador sobre la p r o pia noción d e acontecimiento. todas sus r u p turas..a {ibid. a cubierto d e los accidentes. d e las r u p t u r a s " (p. pues. los sociólogos matemáticos p u e d e n c o n s t r u i r m o d e l o s cuasi intemporales: "cuasi intemporales: circulando. lo q u e c u e n t a p a r a el l ú s t o r i a d o r es el r e c o r r i d o d e u n m o d e l o . t o d o s sus m o v i n ú e n t o s . d e l e n t o desarrollo. p . 73). el d e la larga. 75). e n el capítulo 3 d e esta segunda parte. a m o d o d e u n a explosión. Así los mitemas.. d e las coy u n t u r a s . p a r a el historiador. 97s). p u e s m á s significaüvos a ú n q u e las estructuras profiíndas d e la vida son sus p u n t o s d e r u p t u r a . "En el lengLiaje d e la historia —firma Braudel— apenas p u e d e h a b e r sincronía perfecta" (p.. pues es m á s i m p o r t a n t e p a r a u n acontecimiento su c o n t r i b u c i ó n al desarrollo d e u n a trama q u e el ser breve y vivaz.. c o r r e s p o n d e n t a m b i é n a estructuras d e g r a n longevidad. Si esto es así. todas sus variaciones" (p.]. los m o d e l o s son d e d u r a c i ó n variable: "Su valor es el del tíempo d e la realidad q u e m u e s t r a n [. E n realidad.EL ECLIPSE DE U NARRACIÓN 185 matemáticas sociales (Ecrjts. Éste es el caso d e los m o d e l o s construidos p o r Lévi-Strauss: siempre se aplican a "un f e n ó m e n o d e extrema lentitud.. y en el trabajo Historia y sociologi. todas sus d u r a c i o n e s . la prohibición del incesto es u n a d e las realidades d e larguísima duración. P e r o . esta duración es "la d e m a s i a d o larga duración" (p. esos á t o m o s d e inteligibilidad. al teórico d e la larga d u r a c i ó n c o m p r o m e t i d o e n u n c o m b a t e d e dos frentes: el del a c o n t e c i m i e n t o y el d e la " d e m a s i a d o larga duración". Los mitos. "ante t o d o p o r q u e circulan sólo p o r u n o d e los i n n u m e r a b l e s caminos del tiempo. En definitiva. larguísima duración.. I n t e n t a r e m o s explicar en el capítulo 3 c ó m o esta apología d e la larga d u r a c i ó n y su doble rechazo siguen siendo compatibles c o n el m o d e l o narrativo d e la construcción d e la trama. u n e n lo infinitamente p e q u e ñ o a la larguísima d u r a c i ó n .

a las q u e m e limito aquí. prever— su evolución e n el tíem­ p o " (art. s o b r e u n a base '^seriar. e n t e n d i d a p o r los historiadores e n u n a d o b l e acepción: estática —de a r q u i t e c t u r a racional d e u n c o n j u n t o dado— y dinámica —de u n a estabilidad duradera—.. "expresa la vcdimtad d e superar to discontinuo d e las diversas curvas establecidas p o r los estadistas para captar la interdependencia d e todas las variables y d e los factores aislados e n u n m o m e n t o d a d o y para seguir —por l o tanto. y estructura. De este m o d o . histoire sérielle. cultural e incluso espiritual. es f u n d a m e n t a l m e n t e u n a "historia seriar —en expresión ya clásica d e Fierre Chaunu— descansa e n la constitución d e series h o m o g é n e a s d e ítems. co­ y u n t u r a tiende a designar el t i e m p o corto. Histoire quantitative. e n La nouvelle histoire. op. d e ahí. a la historia general. el largo. inventado p o r los economistas.185 H I S T O R I A V NARRAaÓN T r a s Braudel. Eí c o n c e p t o d e coyuntura. o q u e la larga duración —generalmente bien acogi­ d a p o r la historiografía fi:ancesa— se niegue a disolverse en el tíem­ p o inmóvil de las "sociedades frías" {La nouvelle histoirey p . C o n este desa­ rrollo se discute u n a i m p o r t a n t e presuposición c o n c e r n i e n t e a la naturaleza del acontecimiento: la d e q u e el acontecimiento. e n efecto. la coyuntura pasa d e la historia e c o n ó m i c a a la historia social y. progresivamente. e v e n t u a l m e n t e accesibles al t r a t a m i e n t o p o r c o m p u t a d o r a . T o d a s las categorías i m p o r t a n t e s del tíempo histó­ rico p u e d e n redefinirse. op.. . braudeliana e n Méditerranée. 525). social. p u e s t o q u e ésta p u e d e concebirse c o m o u n m é t o d o p a r a integrar en un momento dado el m a y o r nú­ m e r o posible d e correlaciones e n t r e seríes alejadas. ' S t r u c t u r e / C o n j o n c t u r e ' ." Asimismo. p e r o d e n t r o d e u n a perspectiva d e historia "serial". p. Así. la n o c i ó n d e estructura. toda la escuela d e los "Anuales" se lanzó al estu­ dio d e la larga duración. d e h e c h o s repetibles. las d o s nociones t i e n d e n también a designar u n a polari­ d a d d e investigación histórica. Fierre Chaunu. eit. Q u i e r o d e t e n e i í n e e n u n o d e los desa­ rrollos m á s significativos d e la historiografía fi-ancesa c o n t e m p o ­ ránea: la i n t r o d u c c i ó n masiva e n historia d e los p r o c e d i m i e n t o s cuantitativos t o m a d o s d e la e c o n o m í a y ampliados a la historia demográfica. La historia cuantitativa.. o sea. según q u e la victoria sobre lo acci­ d e n t a l y lo episódico sea llevada hasta la absorción d e la coyuntura en la estructura. cit. y las declaraciones teóricas d e los Écrks sur l'histoire. n o se repite. Consideradas j u n t a s . al ser ú n i c o . sólo conserva alguna precisión si p u e d e referirse a la intersección d e numerosas variables q u e p r e s u p o n e n todas u n a seriación. 527).

^* Al m i s m o tíempo. P e r o c o m o la p r i m e r a tentación provenía d e las ciencias sociales. y la s e g u n d a d e la m i s m a tradición histórica. op. "Labrousse marcaba los límites d e la significación d e u n a coyuntura q u e sólo p u e d e manifestarse e n el interior d e u n a estructura" {Histoire quaníiíaiive. El c o n c e p t o d e "larga duración" les h a a y u d a d o . a resistir a la total descronologización d e los m o d e l o s y a la fascinación p o r el acontecimiento accidental y aislado. a la q u e se le h a r e p r o c h a d o encerrarse e n los límites nacionales. p r o ñ m d i z a n d o el c a m i n o abierto p o r Fran^ois Simiand. gracias a esta mediación.^^ con su historia d e los precios. la lucha h a sido siempre m á s i n t e n s a e n el frente del acontecimiento. c o y u n t u r a y estructura. e n g r a n m e d i d a . t i e n d e n a conservar. P o r eso también. el anclaje e n los g r a n d e s espacios y la alianza con la geopolítica d e Braudel e r a n necesarios p a r a q u e la historia serial se mantuviese fiel a la larga d u r a c i ó n e injertada. e n el t r o n c o d e la historia tradicional.. incluso c u a n d o se las o p o n e . la historia serial h a sido forzada a distinguirse d e la p u r a m e n t e cuantitativa. P o r eso. Precisamente. la lucha e n el frente d e las estructuras acrónicas n i m c a h a estado t o t a l m e n t e ausente del p a n o r a m a : frente al desarrollo d e la e c o n o m í a p u r a m e n t e cuantitativa d e S i m ó n Kuznets y d e J e a n Marczewski. incluso e n la noción d e estructura. 1944). E m e s t Labrousse. e n esta lucha d e dos frentes. a d o p t a n d o c o m o m o d e l o la contabilidad del país. el desarrollo d e la historia e c o n ó m i c a ha sido u n a respuesta al desafío p l a n t e a d o p o r la gran d e p r e s i ó n d e 1929. r e c o n q u i s t a d o c o s t o s a m e n t e a expensas del tíempo d r a m á t i c o del acontecimiento. . al ^ S u introducción general a La críse de l'éamomie Jnmgaise á la fin de l'Anaen Régime eí au debut de la Révolution Jranfaise (Parú. P o r su p a r t e .1 2 5 ) . la historia cuantitativa d e los economistas sacrifica en aras d e las ciencias exactas el tíempo largo. m a r c a n en la diacronía la primacía d e la lógica i n m a n e n t e sobre lo accidental y el a c o n t e c i m i e n t o aislado. m o s t r a b a el c a m i n o p a r a la ampliación d e este c a m p o abierto a la cantidad. 2"* Según el testimonio d e Pierre Chaunu. a diferencia d e sus colegas economistas o sociólogos. file el "discurso del m é t o do" d e la historia e c o n ó m i c a . cil. p .E L E C L I P S E DE LA N A R R A C I Ó N 187 G e n e r a l m e n t e . cercanas. histoiresétielle. su matiz t e m p o r a l . se h a c o n v e r t i d o e n el p r i m e r historiador q u e h a i n c o r p o r a d o a su disciplina la n o ción d e c o y u n t u r a y estructura. los historiadores —y m u y especialmente los especialistas e n historia económica—. m e d i a n t e u n análisis d e amplia d u r a c i ó n q u e quitara al acontecimiento su singularidad catastrófica.

la fascinación p o r el acontecimiento único. en la lín e a auténtica d e Marx. c o m o veremos luego. y finalmente. la e s t r u c t u r a es social. el tercer plano. Labrousse. e n p r i m e r lugar. C o m o m o d e l o d e análisis. Al n o estar declarada esta elección. el social.^' Al 25 "En el comienzo existió la economía. La m e t o d o l o g í a d e la historia económica señalaba u n a contin u i d a d m á s q u e u n a r u p t u r a c o n la lucha antiposiiivista d e Marc Bloch y d e Lucien Febvre. e n sus círculos d e sociabilidad q u e él Uama las clases. h a p o d i d o p a r e c e r q u e el d o c u m e n t o g o b i e r n a al h e c h o histórico y q u e el historiad o r recibe sus p r o b l e m a s d e estos datos. Desde 1950 trabaja en la c a n t i d a d social. la identificación d e la historia c o n u n a crónica m e j o r a d a del Estado. quizá sobre t o d o . lo q u e los f u n d a d o r e s d e la escuela d e los "Anuales" h a b í a n q u e r i d o combatir era. P a r a E. Los h e c h o s —estos historiadores lo repiten constantemente— n o se d a n e n los docum e n t o s . d e problemática. n o repetible. p o r parte d e los fenómenos socioculturales. p o r lo tanto. concierne al h o m b r e e n sus relaciones c o n la p r o d u c c i ó n y con los d e m á s h o m b r e s . Labrousse. s e ñ a l a n d o así el é x o d o del m é t o d o estadístico hacia regiones más rebeldes a la cuantifícación. La "cantidad social" es el paso del p i i m e r plano. en la elaboración d e lo q u e c u e n t a c o m o "hechos" e n historia. al segundo. p e r o e n el centro de t o d o existe el . En esta conquista del c a m p o histórico e n t e r o p o r la historia cuanütatíva (o serial) d e b e hacerse u n a m e n c i ó n especial d e la historia demográfica d e b i d o a sus implicaciones t e m p o r a l e s . el n ú m e r o d e h o m b r e s y el r e c u e n t o d e esos n ú m e r o s e n la escala d e sustituciones d e las generaciones sobre el planeta. Para esta ciencia lo q u e i m p o r t a es.188 HISTORIA Y NARRACIÓN c o n d u c i r su disciplina d e la historia e c o n ó m i c a a la historia social sobre la b a s e d e encuestas socio-profesionales. sino q u e se seleccionan en función d e u n a problemática. Los d o c u m e n t o s mismos n o se dan: los archivos oficiales son instituciones q u e reflejan u n a elección implícita e n favor d e la historia c o n c e b i d a c o m o conjunto d e acontecimientos y c o m o crónica del Estado. en p r i m e r lugar. la ausencia d e criterio d e elección y. La demografía histórica —la demografía con perspectiva temporal— m u e s t r a la evolución biológica d e la h u m a n i d a d considerada c o m o u n a sola masa. las mentalidades. E n efecto. p e r o sin afán d e ortodoida marxista. según E. luego. el plano económico. la historia económica aparecía así enriquecida p o r u n desarrollo arborescente: p o r parte d e la demografía e incluso.

E L E C L I P S E D E LA N A R R A C I Ó N

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m i s m o tiempo, revela ritmos mundiales d e población q u e establecen la larga d u r a c i ó n a escala de m e d i o milenio y p o n e n e n tela d e juicio la periodización d e la historia tradicional. Finalmente, la demografía, e n m a n o s del historiador, p o n e e n evidencia el vínculo e n t r e el nivel d e población y los niveles d e cultura y d e civilización.^^ E n este sentido, la demografía histórica asegin^a la transición e n t r e u n a historía serial d e nivel e c o n ó m i c o y otra d e nivel social, luego d e nivel cultural y espiritual p a r a r e t o m a r d e nuevo los tres niveles d e E. Labrousse. Hay q u e e n t e n d e r p o r nivel social u n amplio abanico d e fenóm e n o s , q u e van d e s d e lo q u e F e r n a n d Braudel llama e n su o t r a o b r a maestra,^' Civilisation matérielle, a lo q u e otros d e n o m i n a n historia de las mentalidades. La civilización material constituye u n v e r d a d e r o subconjunto p o r su carácter {gestos, habitat, alimentación, etc.). P o r eso, la disposición p o r estratos d e las temporalidades según el m o d e l o d e La Méditerranée... se revela p e r f e c t a m e n t e a p r o p i a d a , tanto c o m o la pertinencia d e l tíempo largo y d e las series n u m e r a das. Esta breve incursión e n el c a m p o d e lo cuantitativo e n historia sólo h a tenido u n a finalidad: mostrar la c o n t i n u i d a d d e la lucha d e la historiografía francesa coritra la historia episódica, c o n t r a el m o d o d i r e c t a m e n t e naixativo d e escribir la historia. Es u n h e c h o notable el q u e la historia nueva, p a r a liberarse del d o m i n i o d e l

hombre, el hombre frente a sí m i s m o —por lo tanto, frente a ta muerte—, e n la sucesión d e generaciones, y de ahí la demografía" {P. Chaunu, "La voie démographiq u e et ses dcpassements", e n Histoire tpianlitative, histoiresérieile, op. cit., p . 168). 2 ^ La obi-a de P. Goubert, Beauvais et le Beauvaisis de 1600 d 1730 (París, 1960; reeditada c o n el título d e Cent mille provinciaux au xvif siécle, París. 1968) señala, a este respecto, la total integración d e la historía demográfica y de la historia e c o n ó mica e n el marco d e la monografía regional. En este ientido, quizá es la historia demográfica la que ha permitido acercar a la idea d e estructura la d e síntesis d e civilización y delimitar este sistema cinco veces secular, extendiéndose d e s d e la mitad del siglo xin hasta comienzos del xx, es decir, hasta el final de la Europa rural. Pero el límite d e este sistema d e civilización sólo aparece claro si la demografía n o se limita a contar hombres, sino q u e extrae caracteres culnirales y n o naturales, q u e regulan el difícil equilibrio de este sistema. Civilisation maiérielle, économie et capitalisme (xv'-xvnf sikle), I: Les structures du quotidien; n: Lesjeux de l'échange; lll: Le temps du monde (París, 1967-1979; trad. española). Véase infra, cap. 3-

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HISTORIA Y NARRACIÓN

acontecimiento, d e b a unirse a o t r a disciplina q u e considera el t i e m p o c o m o u n a p r e o c u p a c i ó n sin importancia. H e m o s visto a la historia d e larga d u r a c i ó n nacer del e m p a r e j a m i e n t o con la geografía, y a la historia cuantitadva, en c u a n t o q u e es t a m b i é n u n a historia d e larga duración, del e m p a r e j a m i e n t o c o n la economía. Esta vinculación d e la historia a o t r a ciencia agudiza m á s el p r o b l e m a d e saber en q u é sigue siendo histórica la historia e n este m a t r i m o n i o d e conveniencia. La relación c o n el acontecimient o p r o p o r c i o n a c o n s t a n t e m e n t e u n a p i e d r a d e t o q u e apropiada. Éste es el caso d e la antropología histórica q u e se o c u p a e n transferir a la distancia histórica el m o d o d e e x t r a ñ a m i e n t o d a d o a la a n t r o p o l o g í a p o r la distancia geográfica y e n reconquistar, m á s allá d e la cultura erudita, la c o s t u m b r e , el gesto, lo imaginario, e n u n a palabra; la cultura p o p u l a r . La o b r a tipo es la d e J. Le Goff, e n Pour un autre Moyen Age. Temps, travail et culture en Occident. En ella, el a u t o r se p r o p o n e constituir " u n a antropología histórica del O c d d e n t e preindustrial" (p. 15).^^ El filósofo n o p u e d e dejar d e interesarse p o r lo q u e e n ella se dice del tiempo; n o del tiempo d e los acontecimientos n a r r a d o s , sino p r e c i s a m e n t e del tiempo tal c o m o lo representan los h o m b r e s del m e d i e v o . Es curioso q u e sea j u s t a m e n t e la representación del t i e m p o la que, p a r a el historiador, constituye el a c o n t e c i m i e n t o : "El conflicto del tiempo d e la Iglesia y del d e los comerciantes constituye, e n p l e n a E d a d Media, u n o d e los principales acontecim i e n t o s d e la historia m e n t a l d e esos siglos, e n los q u e se elabora la ideología del m u n d o m o d e r n o bajo la p r e s i ó n del deslizamiento d e las estructuras y d e las prácticas económicas" (p, 48). P a r a acceder a este tiempo d e los h o m b r e s , convertido e n objeto p o r el historiador-antropólogo, y e n particular p a r a d e s c u b r i r el p r o g r e s o del tíempo d e los comerciantes, es necesario p r e g u n t a r a los m a n u a l e s d e confesión, e n los q u e se siguen los cambios e n la definición y la categorización d e los pecados. P a r a apreciar la c o n m o c i ó n m e n t a l y espiritual del m a r c o cronológico n o hay q u e olvidar el comienzo y la difusión d e los relojes: el t i e m p o exacto
2 ^ J. Le Goíf, Pour un cutre Moyen Age. Temps, Iramil et culture en Occident: Dixkuit essais (París, 1977). La obra se apoya e n la historia d e larga duración: el autor se complace e n evocar "la larga Edad Media", "la larga duración pertinente d e nuestra histotia" ( p . 10). Volveré, e n la cuarta parte de mi estudio, sobre algunas afirmaciones d e Le Goff respecto d e la relación entre esta Edad Media "total", "larga", "profunda" y nuestro presente.

EL ECLIPSE DE LA N A R R A a Ó N

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sustituye a la j o m a d a d e trabajo m r a l y a las h o r a s canónicas a c o m p a s a d a s p o r el s o n i d o d e las c a m p a n a s . Pero el historiador se h a c e a n t r o p ó l o g o p i i n c i p a l m e n t e c u a n d o se t o m a c o m o eje d e la p r o b l e m á t i c a la oposición e n t r e cultura e r u d i t a y cultura p o p u lar. El p r o b l e m a estriba, pues, e n saber e n q u é sigue siendo histórica esta historia. Pues bien: lo es p o r seguir s i e n d o d u r a c i ó n la larga d u r a c i ó n . En este sentido, la desconfianza del a u t o r respect o del vocabulario d e la diacronía —problemática i m p o r t a d a d e la semiología y d e la a n t r o p o l o g í a estructural— r e c u e r d a la d e Braudel r e s p e c t o d e los m o d e l o s d e Lévi-Strauss.'" E n realidad, lo q u e interesa al h i s t o r i a d o r n o sólo son los "sistemas d e valor" y su resistencia a los cambios, sino también sus m u t a c i o n e s . Volveré, al final del capítulo 3, sobre u n a idea q u e a v e n t u r o a h o r a c o m o uiia adaraja p a r a la discusión. P o d e m o s , e n efecto, p r e g u n t a m o s si, p a r a seguir s i e n d o historia n o d e b e la historia elaborar c o m o cuasi acontecimientos las mutaciones lentas q u e c o m p e n d i a e n su m e m o r i a p o r u n efecto d e aceleración cinematográfica. ¿No considera Le Goff el conflicto c o n c e r n i e n t e a la apreciación del p r o p i o t i e m p o c o m o " u n o d e los acontecimientos principales d e la historia m e n t a l d e esos siglos"? Sólo p o d r e m o s h a c e r justicia a esta expresión c u a n d o p o d a m o s d a r u n m a r c o epistemológico a p r o p i a d o a lo q u e yo llamo aquí, provisionali n e n t e , u n cuasi acontecimiento.^' E n la historia de las mentalidades se manifiesta o t r o tipo d e emp a r e j a m i e n t o d e la historia c o n otras ciencias p a r a las q u e el tiemp o n o es u n a categoría i m p o r t a n t e . Estas ciencias son principalm e n t e la sociología d e las ideologías, d e o r i g e n marxista, el psicoanálisis d e tipo freudiano (raras veces d e tipo j u n g i a n o ) , la semántica estructural y la retórica d e los discursos. H p a r e n t e s c o c o n la historía antropológica es evidente. La escucha d e las ideologías, del inconsciente colectivo, del habla e s p o n t á n e a , confiere a la historia u n s e n ü d o d e lo extraño, d e la distancia y d e la diferencia c o m p a r a b l e al ofrecido, hace u n instante, p o r la visión del
R e h u s a n d o " a b a n d o n a r s e a u n a etnología fuera del t i e m p o " (p. 347), L e G o f f c o n s i d e r a q u e la d i a c r o n í a o p e r a "segiín sistemas a b s t r a c t o s d e t r a n s f o r m a c i ó n m u y d i f e r e n t e s d e Jos e s q u e m a s d e evolución e m p l e a d o s p o r el h i s t o r i a d o r p a r a i n t e n t a r a c e r c a r el d e v e n i r a las sociedades c o n c r e t a s q u e estudia" ( p . 3 4 6 ) . S e g ú n él, el p r o b l e m a consiste e n s u p e r a r el "ftilso d i l e m a e s t r u c t u r a / c o y u n t u r a y, s o b r e t o d o , e s t r u c t i u V ^ c o n t e c i m i e n t o " (p. 3 4 7 ) . 9 1 Véase ÍÍI/T'O, c a p . 3 d e esta p a r t e .

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HISTORIA Y NARRACIÓN

a n t r o p ó l o g o . U n a vez más, el h o m b r e cotidiano, m u c h a s veces p r i v a d o d e voz p o r el discurso d o m i n a n t e , es el q u e r e e n c u e n t r a la palabra p o r m e d i o d e la historia. Esta m o d a l i d a d d e racionalid a d histórica muestra, al m i s m o tiempo, el esfuerzo m á s interesante p o r llevar lo cuantitativo al tercer p l a n o : el d e las actitudes c o n r e s p e c t o al sexo, al amor, a la m u e r t e , al discurso h a b l a d o o escrito, a las ideologías y a las religiones. P a r a seguir siendo señal, esta historia debía e n c o n t r a r d o c u m e n t o s a p r o p i a d o s al establec i m i e n t o d e series h o m o g é n e a s d e hechos reconocibles. A q u í , c o m o ya sucede en la historia económica, el historiador es el inventor d e u n tipo d e d o c u m e n t o s : a n t i g u a m e n t e eran los mercuriales, luego los diezmos. A h o r a p o s e e m o s la p r o d u c c i ó n escrita, los libros d e reclamaciones, los registros parroquiales, las dispensas eclesiásticas y, sobre t o d o , los testamentos, "esos viejos docum e n t o s d u r m i e n t e s " , c o m o se h a dicbo.^^ P o r eso, la cuestión del t i e m p o histórico vuelve con u n n u e v o matiz: p a r a C h a u n u , el i n s t r u m e n t o cuantitativo n o es más q u e el m e d i a d o r destinado a p o n e r d e manifiesto u n a estructura, en el m e j o r d e los casos u n a mutación, o incluso el fin d e u n a estructura cuyo ritmo d e disgregación está s o m e t i d o al peso aquilatado. De este m o d o , lo cuantitativo salva lo cualitativo, p e r o "un cualitativo seleccionado y h o m o g e n e i z a d o " ("un c a m p o p a r a la historia serial: la historia del tercer nivel", r e t o m a d o e n op. cit, p . 227). De esta forma, las estructuras e n t r a n en el c a m p o d e la historia p o r su cualidad t e m p o r a l d e estabilidad, d e mutación, d e disgregación. Georges Duby, cuya o b r a ilustra p e r f e c t a m e n t e la historia d e las mentalidades, plantea el p r o b l e m a e n t é r m i n o s parecidos. P o r u n lado, recoge la definición d e la ideología d e Althusser: "Un sist e m a ( q u e posee su lógica y su rigor p r o p i o ) d e representaciones (imágenes, mitos, ideas o conceptos, según los casos) d o t a d o d e existencia y d e función histórica e n u n a sociedad d a d a " (p. 149).^^ En c u a n t o sociólogo, caracteriza después las ideologías c o m o globalizantes, deformantes, concurrentes, estabilizadoras, g e n e r a d o -

^2 Véase VoveUe, Mété baroque et déchristianisation en Fruvence au xvilf siécle, les altitudes áevant la mort d'aprés les clauses des testaments (París, 1973); P. Chaunu, La mort á Paris, xvf, xim', xvnf sikles (Paiís, 1978). *^ Histoire sociaU ¿t idéalo^ des sociétés, e n J. Ix; Goff y P. Nora (eds.), Faire de l'histoire {París, 1974), 1.1: Nouveauxproblemes. p- 149.

EL E C U T S E D E LA N A R R A C I Ó N

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ras d e acción. Estos rasgos n o se refieren a la cronología y a la narración. Pero la sociología se abre paso a la historia e n la m e d i d a e n q u e los sistemas d e valor "poseen su p r o p i a historia cuyo ritm o y fases n o coinciden c o n los d e la r e p o b l a c i ó n y m o d o s d e p r o d u c c i ó n " (ibid.). Y es r e a l m e n t e el h i s t o r i a d o r el q u e se interesa p o r la transformación d e las estructuras, ya sea p o r la p r e s i ó n d e los cambios d e n t r o d e las condiciones materiales y las relaciones vividas, ya gracias a los conflictos y discrepancias. M e gustaría t e r m i n a r este análisis d e las contribuciones d e la historiografía francesa a la exploración del tíempo histórico evoc a n d o los trabajos dedicados a la relación del h o m b r e c o n la m u e r t e . Es, quizá, el ejemplo más significativo y más fascinante d e esta reconquista d e l o cualitativo p o r lo cuantítativo. E n efecto, ¿qué hay m á s í n t í m o , más solitario, m á s i n t e g r a d o en la vida q u e la m u e r t e o, m á s bien, el morir? P e r o , t a m b i é n , ¿qué m á s público q u e las actitudes frente a la m u e r t e inscritas en las disposiciones testamentarias? ¿ Q u é hay más social q u e las anticipaciones p o r la intensidad del espectáculo d e sus p r o p i o s funerales? ¿ Q u é m á s cultural q u e las representaciones d e la m u e r t e ? P o r eso se c o m p r e n d e p e r f e c t a m e n t e q u e la tipología d e Pliilippe Aries, e n su i m p o r t a n t e libro L'komme devant la mort^ y su m o d e l o e n cuat r o t i e m p o s ( m u e r t e a c e p t a d a del patriarca d e la antigua alianza, del valiente caballero d e las canciones d e gesta, del c a m p e s i n o d e Tolstoi; m u e r t e b a r r o c a d e los siglos x v i y XVII; m u e r t e intímista d e los siglos xvni y XJX; m u e r t e p r o h i b i d a y disimulada d e las sociedades posindustriales) hayan p o d i d o a la vez p r o p o r c i o n a r u n a articulación conceptual a estudios seriales c o m o los d e Vovelle y d e C h a u n u y recibir d e éstos la única verificación d e la q u e la historia es capaz e n ausencia d e cualquier e x p e r i m e n t a c i ó n del pasad o , a saber: la frecuencia cifrada d e lo repelible. A este r e s p e c t o , la historia d e la m u e r t e es quizá n o sólo el p u n t o últímo alcanzad o p o r la historia serial, sino quizá d e cualquier historia p o r razon e s q u e e x p o n d r é e n la cuarta parte.^^
** Philippe A r i e s , L'homme devaní ¡a mort (París, ] 9 7 7 ; trad. española: Madrid, 1984). Michet Vovelle ofrece u n balance crítico de los logros y dificultades d e veinte años d e historia d e "larga duración", desde el célebre artículo d e Fernand Braudel d e 1958 ("L'histoire et la l o n g u e durée", e n La noumlU histoire, pp. 316-343). A d m i t i e n d o que "la muerte d e cierta historia historizante es hoy u n h e c h o consumado" (p. 318), se pregunta si el acontecimiento i m p u g n a d o p o r Braudel h a desa-

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HISTORIA Y NAR.^\CIÓN

2. Eclipse de la comprensión: el modelo "nomológico" en la filosofía analítica de lengua inglesa Dejamos la m e t o d o l o g í a d e los historiadores franceses p o r la epist e m o l o g í a d e la historia nacida del positivismo lógico; d e este m o d o , c a m b i a m o s d e universo d e p e n s a m i e n t o (algunas veces también, a u n q u e n o siempre, d e continente). N o es la práctica d e la historia la q u e n u t r e la a r g u m e n t a c i ó n , sino la p r e o c u p a c i ó n , m á s n o r m a t i v a q u e descriptiva, p o r afirmar la unidad de la ciencia seg ú n la tradición del Círculo d e Viena. P e r o esta defensa d e la unid a d d e la ciencia es incompatible con la distinción establecida p o r W i n d e l b a n d e n t r e m é t o d o "idiográfico" y m é t o d o "nomotétíco".^^ La relación d e la historia con la n a r r a c i ó n n o es objeto dir e c t o d e discusión e n la p r i m e r a fase del d e b a t e e n los años cuar e n t a y cincuenta. P e r o la p r o p i a posibilidad d e derivar la historia d e la n a r r a c i ó n es m i n a d a e n su base p o r u n a a r g u m e n t a c i ó n esencialmente dirigida c o n t r a la irreductibÜidad d e la " c o m p r e n sión" a la "explicación", que, e n la filosofía crítica d e la historia

parecido p o r ello del campo histórico. Duda que el m o d e l o d e encaje d e l o s tiempos, definido por Braudel, pueda trasladarse a los otros campos históricos, com e n z a n d o por la historia social. Por u n lado, la heterogeneidad d e los ritmos y los desfases entre duraciones tienden a malograr la idea d e historia total. Por otro, la polarización entre la cuasi inmovilidad de grandes estructuras mentales y el retorn o del acontecimiento, producida por el valor reciente d e las ideas d e corte, d e trauma, d e niptura, d e revolución, pom'a e n duda la propia idea d e una escala graduada d e duración. Así, la historia más actual parece buscar una nueva dialéctica del tiempo corto y del tiempo largo, una "concordancia de los tiempos" (p. 341). Volveré, e n el capítulo 3 de esta segunda parte, sobre este problema q u e quizá n o tiene su solución e n el plano de! oficio de historiador, sino en el d e u n a reflexión más sutil sobre la intencionalidad histórica. Fuera d e esta reflexión, la honestidad intelectual del historiador consiste, sin duda, e n rechazar tanto la historia inmóvil c o m o el acontecimiento ruptura y, e n este vasto intervalo, e n dar rienda suelta a la profusión d e los tiempos históricos, según lo requieran el objeto considerado y el m é t o d o elegido. Así, v e m o s al m i s m o autor, Emmanucl Le Roy l a d u r i c , ilustrar unas veces el tiempo corto e incluso la forma narrativa e n su famoso Montaillou, viilage aceitan de 1294 á 1324 (París, 1975), y otras la larga duración, c o m o e n Paysans du Languedoc (Mouton, 1966), e incluso la larguísima duración c o n la Histoire du climat depuis Van mil, y e n la cuarta parte de Le territoire de ¡'historien la historia sin los hombres: Le climat, nouveau domaine de Clio (París, 1973). ^ Wilhelm Windelband, Geschichte und Naiurwissenschafi, discurso de Estrasb i u ^ o , 1894, reproducido e n Preludien: Aufsatu und Reden zur Philosophie und ihrer Geschichte, vol. II (Tubinga, 1921), pp. 136-160.

EL ECLIPSE DE L \ NARRACIÓN

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d e comienzos d e siglo en Alemania, p r o l o n g a la distinción e n t r e m é t o d o idiográfico y m é t o d o nomotético.^' Si h e creído posible colocar bajo el m i s m o título d e eclipse de la narración dos a t a q u e s p r o c e d e n t e s de dos horizontes tan diferentes c o m o la historiografía francesa vinculada a la escuela d e \ot "Annales" y la epistemología nacida de la filosofía analítica d e lerigua inglesa —unida e n este p u n t o a la epistemología h e r e d a d a del Círculo d e Viena—, es p o r q u e ambas fienen c o m o p i e d r a d e t o q u e la noción d e acontecimiento y están convencidas d e q u e la suerte d e la narración está a s e g u r a d a al m i s m o t i e m p o q u e la del acontecimiento, e n t e n d i d o c o m o á t o m o del c a m b i o histórico. Esto es t a n cierto, q u e la cuestión del estatuto narrativo d e la historia, q u e n o ha estado n u n c a e n j u e g o e n la p r i m e r a fase d e la discusión epistemológica —la tínica e x a m i n a d a aquí—, sólo ha p a s a d o al p r i m e r p l a n o , al m e n o s e n el m u n d o anglosajón, m á s tarde, gracias a la discusión e n torn o al m o d e l o n o m o l ó g i c o y c o m o contra-ejemplo o p u e s t o a este m o d e l o . Confirma este diagnóstico el caso del único h i s t o r i a d o r francés —Paul Veyne— q u e ha a b o g a d o p o r el r e t o r n o a la n o c i ó n d e t r a m a en historia: e n él también —lo v e r e m o s luego— este ret o r n o está vinculado a la crítica v e h e m e n t e d e cualquier p r e t e n sión a la cientificidad q u e sería incompatible c o n el estatuto "sublunar" d e la historia (¡por r e m e d a r a Aristóteles rehabilitando a Max Weber!). C o m o lo confirmaría la discusión posterior, el a t a q u e c o n t r a la c o m p r e n s i ó n en los partidarios del m o d e l o n o m o l ó g i c o fiene el m i s m o resultado, sí n o la misma problemática, q u e el a t a q u e contra el acontecimiento e n los historiadores d e la larga d u r a c i ó n : el eclipse d e la narración. T o m a m o s c o m o p u n t o d e partida el c o n o c i d o artículo d e Cari G. H e m p e l , The function of general laws in history.^^ La tesis central d e este artículo es q u e "las leyes generales tien e n funciones c o m p l e t a m e n t e análogas e n historia y en las ciencias n a t u r a l e s " . N o es q u e H e m p e l ignore el interés d e la histoVéase Raymond Aron. Lu philosophié miiqtíe de ('histoire: DiUfmj, Rickert, Simmel, Weber (1938; París, 4a. ed., 1969). Véase la nota sobre las relaciones d e Windelband y Rickert, ibid, pp. 306-307. Cari G. Hempel, "The function of general laws in hisior)'", en Tke Journal of Philosophy 39 (1942), pp. 3 5 4 8 ; artículo reproducido e n Patrick Gardiner, Theories of history (Nueva York, 1959), pp. 344-356. ^Op. cit,p. 345.

U n a vez p l a n t e a d a esta c o n c e p c i ó n h o m o g é n e a d e lo q u e se c o n s i d e r a acontecimiento. La p r i m e r a describe las condiciones iniciales: acontecimientos anteriores. P e r o considera n o sólo i m p o r t a n t e . el vínculo lógico e n t r e premisas y consecuencia p u e d e estar viciado p o r u n sofisma o u n e r r o r d e r a z o n a m i e n t o . se p u e d e e n t o n c e s decir q u e la realidad del a c o n t e c i m i e n t o conside­ r a d o se h a d e d u c i d o lógicamente y que. 345). * "Por ley general e n t e n d e r e m o s aquí una afirmación d e forma condicional universal q u e p u e d e ser confirmada por m e d i o d e datos empíricos apropiados" (of. su tesis concierne p r e c i s a m e n t e al estatuto del acontecimiento. en u n testimonio ocular o en u n a narración b a s a d a en r e c u e r d o s personales. Sólo gra­ cias a la discusión p o s t e r i o r del m o d e l o n o m o l ó g i c o p o r los q u e sostienen la tesis "narrativista" se h a p o d i d o subrayar el h e c h o d e q u e . m e r e c e llamarse u n a ley.^" Si es posible establecer estas dos premisas c o r r e c t a m e n t e . etc. La s e g u n d a enuncia cualquier regularidad: u n a hipótesis d e f o r m a universal q u e .196 HISTORIA y NARRACIÓN ría p o r los acontecimientos particulares del p a s a d o . se ha explicado. la n o c i ó n d e a c o n t e c i m i e n t o histórico h a b í a sido despojada d e su estatuto narrativo y colocada en el m a r c o d e la oposición e n t r e particular y universal. el a r g u m e n t o se desarrolla c o m o sigue. tras la crítica d e W. sino decisivo. el q u e e n histo­ ria los acontecimientos o b t e n g a n su estatuto p r o p i a m e n t e históri­ co d e h a b e r sido incluidos inicialmente e n u n a crónica oficial. Esta expUcación p u e d e viciarse d e tres m o d o s : los e n u n c i a d o s empíri­ cos q u e establecen las condiciones iniciales p u e d e n ser defectuo­ sos. p. p o r lo tanto.. etc. cit. Se i m p o n e n tres observaciones concernientes a la e s t r u c t u r a d e la explicación en este m o d e l o {llamado. así. al contrario. d e u n a f o r m a cualquiera d e regularidad. condiciones p r e d o m i n a n t e s . u n cataclismo geológico. si se verifica. d e s d e el comienzo del anáfisis. el acontecimiento histórico se integra e n u n c o n c e p t o ge­ neral d e acontecimiento q u e incluye los acontecimientos físicos y cualquier suceso i m p o r t a n t e . Se i g n o r a totalmente la especificidad d e este p r i m e r p l a n o d e discurso en favor d e la relación directa e n t r e la singula­ ridad del acontecimiento y la aserción d e u n a hipótesis universal. . Admiti­ d o esto. la reali­ d a d d e u n acontecimiento d e u n tipo específico p u e d e deducirse d e dos premisas. u n c a m b i o d e estado físico. las generalidades alegadas p u e d e n n o ser auténticas leyes. tal c o m o la r o t u r a d e u n d e p ó s i t o .

. la i d e a d e ley en el sentido d e regularidad verificada. 345). n o d e acontecimientos singulares. la llamaré e n lo sucesivo " m o d e l o nomológico").. entonces. 347.. P o r eso n o da importancia a las objeciones dirigidas a la terminología causal y al i n t e n t o . seg ú n su expresión más reciente. e n The problem of historical hnmvUdge {Nueva York. D e ello se d e d u c e q u e el valor predictivo d e u n a hipótesis se convierte en u n criterio d e validez d e la explicación y q u e la ausencia d e valor predictivo d e u n a hipótesis es u n signo del carácter inc o m p l e t o d e la explicación. Russell. op. va y viii.. se h a b r á observado q u e sólo se trata d e acontecim i e n t o s d e u n tipo especifico. U n acontecimiento es explicado c u a n d o es "cub i e r t o " p o r u n a ley.*^ I m p o r t a .. Volveremos sobre la tesis d e Mandelbaum. quien. había intentado distinguir la causal explanaiioJí. Society. explicación y previsión van j u n t a s : p o d e m o s esperar q u e el e v e n t o d e u p o C sea seguido del d e típo E. 1-26. e n el capítulo 3. of the Arislotelmn { 1 9 2 M 9 2 3 ) . o t r o d e u n tipo específico E se p r o d u c i r á e n u n lugar y e n u n tíempo e n relación con los del p r i m e r o . Sin e m b a r g o . d e la causal analysis. d e causa y d e explicación se r e c u b r e n . o a n t e r i o r a.EL ECLIPSE DE LA N R A I N A R CÓ 197 Dray. E n p r i m e r lugar. e n Proc. cit.'*^ d e e m p l e a r sólo los t é r m i n o s d e condición y d e función. idéntica a la explicación p o r leyes científicas ( H e m p e l . Finalmente. Se asume. d e acontecimientos e m i n e n t e m e n t e repetibles (el E. sxíbrayar que. n. esta disputa n o es u n simple a s u n t o d e sem á n ü c a : nos p r e g u n t a r e m o s m á s t a r d e si n o es posible u n a explicación causal —precisamente en historia— q u e sea i n d e p e n d i e n t e de. y sus antecedentes son llamados legítimamente causas.. 1938). p . los tres conceptos d e ley. pp. practicada p o r los historiadores. al c a r e c e r d e u n a traducción satisfactoria d e esta expresión. d e Bert r a n d RusseU. La previsión n o es más q u e el e n u n c i a d o invertido d e la explicación e n t é r m i n o s d e si. 13 ^ La negación a dar u n eslatuio distinto a la relación causal se dirige contra Mauricc Mandelbaum. coveñng-law model. sin reservas la idea h u m a n a d e causa: el a u t o r habla indiferentem e n t e d e "causas" o d e "condiciones d e t e r m i n a n t e s " (determining conditions.. d e la q u e h a b l a r e m o s luego. p . p o r lo tanto. Esta observación n o p u e d e t a m p o c o dejar de concernir a la historia. La idea clave es la d e la regularidad: siempre q u e u n a c o n t e c i m i e n t o del tipo C se p r o d u c e e n cierto lugar y e n cierto t i e m p o . a d e m á s . "On The notion o f cause". caps. 1). p u e s . e n t r e otros. en u n m o d e l o n o m o l ó g i c o .

El a u t o r n o ve e n esto n i n g ú n obstáculo: expresar todas las p r o p i e d a d e s d e u n objeto individual es u n a tarea imposible.ii]?>?i'*p^ítifti2J^«'camínos.). la historia se c o n t e n t a c o n hipótesis a p r o x i m a t i v a m e n t e universales: e n t r e estas leyes. p e r o desprovistos d e a p a r a t o estadísfico. e n las q u e se c o n s i d e r a n c o m o naturales generalidades tácitas q u e comp e t e n a la psicología individual o social. al proced e r así. hay q u e situar los enunciados explícitamente formulados e n t é r m i n o s d e probabilidad. P e r o la realidad es q u e la historia n o es todavía u n a ciencia p l e n a m e n t e desarroUada. se trata a h o r a d e saber si la historia c u m p l e con este m o d e l o . se r e c o n o c e su ambición a ser c o n s i d e r a d a c o m o u n a ciencia y n o c o m o u n arte. Sólo e n este s e n t i d o la previsión se distingue e n t e r a m e n te d e la profecía.njjj^fTi^j:tíra. El autor. N o es crificable su estatuto . En efecto. P o r lo t a n t o . el carácter ú n i c o del a c o n t e c i m i e n t o es u n m i t o q u e hay q u e d e s e c h a r del h o r i z o n t e científico. O b i e n —segundo c a s ó las regularidades alegadas carecen d e confirmación empírica: a p a r t e d e la e c o n o m í a o la demografía. q u e n a d i e . sin d u d a .^ bría expUcación alguna d e n i n g ú n acontecimiento individual si se le exigiese a ésta explicar todas las características del acontecim i e n t o . Si ésta es. este m o d e l o es m u y prescriptivo dic i e n d o lo q u e d e b e ser u n a explicación ideal. AI c o n t r a r i o . cuya verificación sigue siendo endeble. C o m o es fácil d e observar. La discusión n o p u e d e p o r m e n o s d e volver aliora y s i e m p r e s o b r e este escollo tradicional d e la teoría d e la historia. n o q u e agote lo singular. etc. p o r «tv-r. O b i e n —primer caso— estas g e n e r a ü d a d e s n o se e n u n c i a n explícitamente c o m o o c u r r e c o n las explicaciones i n c o m p l e t a s d e la \áda cotidiana. n o cree perjudicar a la historia. sino q u e s u c e d e n según la previsión q u e se d e b e r í a p o d e r establecer u n a vez conocidos ciertos a n t e c e d e n t e s o ciertas condiciones simultáneas y u n a vez enunciadas y verificadas las hipótesis universales q u e f o r m a n u n a mayor q u e atañe a la d e d u c c i ó n del acontecim i e n t o . Sólo se p u e d e p e d i r a u n a explicación q u e sea precisa y sutil. al asignarle u n ideal tan elevado.r»atíe.198 HISTORIA Y NARRACIÓN d e s c e n s o d e la t e m p e r a t u r a e n tal o cual condición. ryji^e j5£. s o b r e t o d o p o r q u e las p r o p o s i c i o n e s generales q u e f u n d a m e n t a n su ambición p o r explicar las cosas n o m e r e c e n la calificación d e regularidad. la estructura universal d e la explicación aplicada a acontecimientos —sean naturales o históricos—. la historia q u i e r e m o s t r a r q u e los acontecimientos n o son d e b i d o s al azar.

/ r n f ' * » i . Estas distinciones. p r e s c r i b e n los pasos q u e hay q u e d a r p a r a cumplir c o n el m o d e l o d e la explicación científica. a falta d e ser leyes exph'citas y verificadas.E L E C L I P S E D E LA N A R R A C I Ó N 199 probabilista. p . i . m e m o r i a s . son excluidas tácitamente. a d e m á s . es. e n la c o n s t n i c c i ó n del m o d e l o n a d a se refiere a la naturaleza narrativa d e la historia o al estatuto narrativo d e l a c o n t e c i m i e n t o . la historia n o ofrece m á s q u e u n "esbozo d e explicación" (explanation sketch) {op. sino e n t r e los planos d e exactitud. c o m o significación (meaning). u n p r o c e d i m i e n t o heurístico q u e n o es suficiente n i siquiera necesario. F u e r a d e esta única concesión. d e c o m p r e n s i ó n o d e interpretación y q u e hiciesen referencia a rasgos supuestam e n t e distintos del objeto histórico. q u e descansa s o b r e r e g u l a r i d a d e s que. p u e s .tj£^u*Q^iúe'íj^ w í v . D e b e . c o m o se h a d i c h o antes. El único matiz q u e H e m p e l a p o r t a a su tesis sin c o m p r o m i s o es q u e . d e t e r m i n a c i ó n {determination) o dep e n d e n c i a {dependence). etc. " ^ . e n el m e j o r d e los casos. c u a n d o n o prejuicios evidentes. e n la dirección e n q u e h a b r í a q u e descubrir regularidades expresas y q u e . p u e s se p u e d e explicar e n historia sin c o m p r e n d e r p o r empatia^ P o r lo t a n t o . cit. a la originalidad d e la p r o b l e m á ü c a d e la interpretación en historia. El supuesto m é t o d o d e c o m p r e n s i ó n p o r e m p a t i a n o es u n m é t o d o . tales esbozos p e r t e n e c e n a la explicación auténtica y n o a seudoexplícaciones. la frontera n o se sitúa e n t r e explicación causal y explicación p r o babilista. Incluso u n a u t o r c o m o Charles Frankel. tratarse c o n claridad la línea e n t r e explicación y seudoexplicación.-Tai"gísilfci\muáae5 alegadas son francamente seudoleyes. A este r e s p e c t o . p u e s t o q u e n o se a d m i t e ningun a diferencia d e principio e n t r e u n a c o n t e c i m i e n t o liistórico y u n a c o n t e c i m i e n t o físico q u e s i m p l e m e n t e a c o n t e c e d e s d e el m o m e n t o e n q u e n o se considera p e r ü n e n t e p a r a el estatuto históric o dei a c o n t e c i m i e n t o el h e c h o d e q u e haya sido c o n t a d o en crónicas. sea ésta empírica o gf'3ítfe. sino la falta d e exactitud estadística. m e n o s a ú n a u n a especificidad cualquiera del t i e m p o histórico c o n relación al ü e m p o cosmológico. restos d e "explicación" mágica o mística d e las realidades h u m a n a s y cósmicas. pertinencia (relevance). 351). En este sentido. t o m a d a s d e la sabiduría p o p u l a r o d e la psicología n o científica. n o in- . se alzan. el a u t o r rehusa c o n v e h e m e n c i a c o n c e d e r algún valor p r o p i a m e n t e epistemológico a procedim i e n t o s q u e se f u n d a r a n e n el título d e e m p a t i a . narraciones legendarias. í í . e r c e i uAso-=. c o m o v e r e m o s luego. a lo m á s . sin e m b a r g o . tan a t e n t o .

sin relación intrínseca con el relato.*^ Debilitar u n m o d e l o es u n trabajo positivo q u e a u m e n t a su aplicabilidad. reproducido en Patrick Gardiner. al debilitar el m o d e l o . *^ En realidad. El precio pagado h a sido el "debilitamiento" del modelo para asegurar su viabilidad.*^ N o haría falla. pp. c o m o el acontecimiento físico. *' CharJes Frankel. cit.200 HISTORIA Y NARRACIÓN corpora a la n o c i ó n d e acontecimiento su contribución a la forma d e la narración: el a c o n t e c i m i e n t o del q u e hablan los historiadores e n sus obras se inscribe. p . además. 4 0 9 . op. los partidarios del modelo nomológico se h a n propuesto fundamentalmente la tarea apologétíca de minimiáar las discordancias e n t r e las exigencias del modelo "fuerte" y los rasgos específicos del conocimiento histórico d e hecho. La definición lógica del a c o n t e c i m i e n t o sigue siendo la d e u n h e c h o singular. despreciar el trabajo p r o d u c i d o p o r la escueta d e H e m p e l : e n p r i m e r lugar p o r q u e . Hay q u e c o m p r e n d e r esta esiraiegia para dar un sejiíido c o m p l e t o al efecto de ruptura creado poi' 1. p. *^ El uso de u n m o d e l o "débil" d e explicación será para nosotros una razón suficiente para n o ceder a la tesis directamente narrativista y para recurrir a u n mét o d o más indirecto d e reenvío d e la expUcación a la comprensión. d e n o r e p e ü b ü í d a d del acontecimiento. en Philosophy of Science 24 (1957). q u e s u p r i m a este rasgo d e unicidad. **/Wi/. "Explanation and íiiterprelaüon ¡n history".. 4 1 0 . este trabajo d e reform u l a c i ó n sale al e n c u e n t r o d e la labor d e los p r o p i o s historiadores —con la q u e n o s h a famiharizado la historiografía f r a n c e s a e n c a m i n a d a a resolver las dificultades reales o supuestas q u e aquejan al c o n o c i m i e n t o histórico. 137-155.'** Lo p r o p i o d e la explicación es precisamente abolir este rasgo. q u e e n u n p r i m e r m o m e n t o los p r o p i o s adversarios del m o d e l o nom o l ó g i c o se h a n p u e s t o d e a c u e r d o con él p a r a esperar —también ellos— d e Ja explicación.a obra d e WiUiam Dray sobre el que volveremos más adelante: Laws and explanation in history (Oxford. al calificar d e apologética la empresa. Tras Hempel. estos autores h a n p u e s t o d e manifiesto rasgos del c o n o c i m i e n t o histórico q u e tienen q u e ver a u t é n t i c a m e n t e con la explicación y q u e cualquier teoría contraria d e b e r á t e n e r e n cuenta. Esta idenüficación h a sido tan tenaz. e n " e m m c i a d o s singulares q u e afirman la realidad d e acontecimientos únicos en lugares y t i e m p o s específicos". 1957). el propio H e m p e l había abierto el camino con su n o c i ó n d e "esbozo d e expíicacíón". .*' el historiador se p r o p o n e s i m p l e m e n t e "relatar acontecimientos individuales q u e h a n sucedido u n a vez y u n a sola vez".

monolítico. Ryle.'*^ a d m i t e e n el r a n g o d e las regularidades aceptadas e n historia lo q u e llama latvUke explanations] se trata p r i n c i p a l m e n t e d e las regularidades d e tipo "disposicional" a las q u e G.". E n efecto.. P. P o r función hay q u e e n t e n d e r la corresp o n d e n c i a e n t r e cierto típo d e respuestas y cierto tipo d e p r e g u n tas. la p r e g u n t a "¿por qué?". e n The nature of historical explanation. Esta flexibilidad m u e s t r a q u e el p r o b l e m a d e la estructura d e la explicación d e b e c o m p l e t a r s e c o n el referido a su función. The nature of historical eíplanation (Londres. d e q u é debilitamiento es capaz el m o d e l o n o m o l ó g i c o sí se excluye cualquier vuelta vergonzosa a la concepción intuicionista o empalica d e la " c o m p r e n s i ó n " histórica y. G a r d i n e r . La historia no establece las leyes q u e figuran en la m a y o r p a r t e d e la d e d u c c i ó n hempeliana. Esta h e t e r o g e n e i d a d la acepta p e r f e c t a m e n t e el lector d e o b r a s históricas.".. h a b í a r e c o n o c i d o u n p a p e l i m p o r t a n t e en la explicación del c o m p o r t a m i e n t o . d e explicación e n su m e n t e . consiste e n saber d e q u é extensión y. m o n ó t o n o . sino con u n abanic o m u y amplio d e expectativas. la sustítución p u r a y simple d e la c o m p r e n s i ó n p o r la explicación. es la q u e a b r e el espectro d e respuestas aceptables d e la forma "porque. 1961)- . El p r o b l e m a . Así. Patrick Gardiner. Pero sobre t o d o p u e d e n n a c e r d e planos h e t e r o g é n e o s d e universalidad y d e regularidad. Los adversarios del m o d e l o nomológico verán en ellas la señal d e que la explicación cn historia se injerta e n la inteligibilidad previa d e ta narración. a la que refuerza c o m o por interpolación. Así.. u n a d e las funciones del conectivo " p o r q u e " es situar la acción d e u n a g e n t e e n el m a r c o d e su c o m p o r t a m i e n t o "habitual". Éste n o se acerca al texto con u n m o d e l o único. E l caso d e explicación en t é r m i n o s d e disposiciones a b r e el c a m i n o a la reflexión sobre la diversidad d e los planos d e imprecisión q u e a d m i t e la noción d e regularidad. Las emplea. el m o d e l o "fuerte" sólo d a c u e n t a d e u n s e g m e n t o limitado del esp e c t r o d e expectativas abierto p o r la p r e g u n t a "¿por q u é ? " y del d e las respuestas aceptables d e la f o r m a "porque. d e esta forma. A este r e s p e c t o . d e u n m o d o general. e n The concept of mind..EL ECLIPSE DE LA N A R R A C I Ó N 201 La p r i m e r a concesión i m p o r t a n t e —que será explotada d e diversas m a n e r a s p o r los adversarios del modelo— consiste e n admitir q u e las explicaciones ofrecidas p o r los historiadores n o funcion a n e n historia c o m o e n las ciencias d e la naturaleza.^' P o r eso p u e d e n p e r m a n e c e r implícitas. 1952. p o r lo mism o .

Reproducido e n P. op. al carácter masivo d e la objeción. En este aspecto. cit. La única cuestión interesante es saber si. U n s e g u n d o d e b a t e m u e s t r a el esfuerzo evocado anteriormente p a r a salir al e n c u e n t r o d e los historiadores e n su lucha p o r conseguir q u e a d q u i e r a su disciplina el r a n g o d e ciencia. e n t a n t o q u e m u e s t r a e n la práctica lo q u e es u n a r g u m e n t o analítico y cóm o . pp. E l libro d e R a y m o n d A r o n sigue s i e n d o e n Francia el testigo indispensable d e esta última tesis. Pues bien: esta distancia'no es inalcanzable al historiador. la tínica m a n e r a d e evitar q u e la explicación p i e r d a fuerza e n los usos m á s variados del "¿por qué?" y d e la respuesta "a causa de. u n a actitud liberal respecto d e l func i o n a m i e n t o del m o d e l o p e r m i t e garantizar u n g r a n rigor e n lo q u e a t a ñ e a la estructura d e la explicación.. El m o d e l o "fuerte" sig u e siendo e n t o n c e s el logical marker d e cualquier a p r o x i m a c i ó n p o r formas m á s débiles del m i s m o m o d e l o . ¿Se e n t i e n d e p o r selectividad la elección p o r p a r t e del historiad o r d e u n c a m p o o d e u n p r o b l e m a ? P e r o n i n g ú n e r u d i t o se libra d e ello. 373-386. se le r e s p o n d e con u n trabajo d e descomposición y d e distinción. el e r u d i t o es capaz d e g u a r d a r las distancías r e s p e c t o d e los valores o pasiones d e las q u e hace su objeto. e n esta escuela d e p e n s a m i e n t o la defensa del modelo equivale a la defensa d e la objetividad e n historia. Este d e b a t e tiene algo d e ejemplar en c u a n t o q u e a b o r d a u n a d e las dificultades evocadas m á s a m e n u d o e n la tradición del verstehen p a r a n e g a r a la historia u n a "objetividad" c o m p a r a b l e a la d e las ciencias d e la naturaleza. Tbeories o f history. .. NageP^ es excelente. p p . E n este sentido.. incluso define la historia c o m o " b ú s q u e d a " (inquiry).202 HISTORIAY NARRACIÓN P a r a los partidarios del m o d e l o n o m o l ó g i c o o d e subsunción. Se trata d e la función d e los p r o c e d i m i e n t o s d e selección e n historia. la réplica d e E. S e g u n d o a r g u m e n t o : ¿Se q u i e r e hablar d e la limitación d e la m a t e r i a tratada resultante d e esta elección? P e r o ésa sólo sería E m c s í Nagc]. u n a vez elegido u n c a m p o d e estudio. e n The SdertíiJicMonthly (1952). 162-169. Gardiner." es r e m i t i r siempre las formas débiles a la forma " í u e r t e " del m o delo y asignar a las p r i m e r a s la tarea d e unirse p o r a p r o x i m a c i ó n a la s e g u n d a . La epistemología neoposiüvista ha replicado al a t a q u e vinculando estrictam e n t e la suerte d e la objetividad e n historia a la del m o d e l o nomológico. Sabido esto. "Some issues in tbe Ipgic of histórica! analysís".

La i m p u t a c i ó n d e u n a importancia relativa a las variables causales r e c u r r e a u n "sopesar" (weighing) q u e n o p a r e c e susceptible d e objetividad. ¿De la interrupción. hiciera falta c o n o c e r t o d o . a saben que el historiador pertenece al c a m p o d e sus propios objetos d e una manera distinta a c o m o el físico perten e c e al m u n d o físico. Pero. p p . Sólo el perfeccionamiento del material estadístico p o d r á ha- ^'^ Es u n h e c h o nnportante q u e el problema d e la seleclividad n o se relaciona nunca c o n esie rasgo específico d e la historia. políticos.. sociales. para c o n o c e r algo. Finalmente.E L E C L I P S E D E LA N A K R . la tesis escéptica caería bajo su p r o p i o juicio y su validez se limitaría al círculo d e los q u e la profesan. T e r c e r a r g u m e n t o : ¿Se quiere hablar d e la selección d e las liipótesis? De h e c h o . La tesis filosófica subyacente. El m e r o h e c h o d e q u e se p u e d a distinguir lo q u e es prejuicio d e lo q u e no lo es p r u e b a q u e se p u e d e confiar e n el ideal d e objetividad. etc.^^ U n n u e v o obstáculo p a r a conseguir u n a explicación "garantizad a " (warranted) p r o v i e n e d e la limitación d e la invesügación histórica a lo q u e ella considera la causa "principal" d e u n c u r s o d e acontecimientos. d e orig e n hegeliano. La posibilidad d e llevar m á s lejos el análisis d e m u e s t r a sólo el carácter progresivo d e la investigación. op. A u n c u a n d o la v e r d a d d e los juicios d e i m p o r t a n c i a está sujeta a d e b a t e . ¿se quiere afirmar q u e la historia n o p u e d e liberarse d e prejuicios colectivos o personales? P e r o es u n a p e r o g r u llada afirmar q u e los ideales d e invesügación están rinculados causalmente a otros rasgos culturales. del carácter "interno" d e todas las relaciones es d e s m e n t i d a p o r la práctica d e la ciencia q u e verifica el carácter "analítico" del discurso. respuesta definida. cit. En o t r o caso. . eso d e m u e s t r a q u e es posible formular e n u n c i a d o s válidos sobre las cosas hum a n a s . \ C I Ó N 203 u n a causa d e distorsión en el supuesto d e q u e . si escapa a su p r o p i o criterio. Se p u e d e r e s p o n d e r q u e la n o c i ó n d e i m p o r t a n c i a n o es inaccesible al análisis. sigue s i e n d o cierto q u e algo se significa c u a n d o se habla d e importancia. Nagel. Volveremos sobre esto e n la cuarta parte. S82385). en algún m o m e n t o . Se p u e d e entonces h a c e r u n a lista d e las significaciones asociadas a la asignación d e grados d e importancia (E. d e la búsqueda? El argum e n t o d e la regresión infinita es u n sofisma: a p r o b l e m a definid o . L o significativo es q u e los prejuicios p u e d a n ser d e t e c t a d o s y sometidos a investigación. t o d a b ú s q u e d a es selectiva e n este s e n t i d o .

art. el debilitamiento del m o d e l o c o m i e n z a c o n la re­ formulación d e la fase expHcativa. cSon sus generalizacio- También aquí es significativo que *c eluda la cuestión d e saber por q u é hay u n problema d e importancia e n historia. E n él. e n c u a n t o que. cit. pp. es decir. existe u n a c u e r d o sustancial e n t r e los h o m b r e s c o n o c e d o ­ res d e estas materias sobre las probabilidades q u e hay q u e asig­ n a r a m u c h a s hipótesis. p. op. la historia n o p r o c e d e d e m o d o diferente a las d e m á s ciencias. es d e rigor u n escepticismo local q u e n o tiene p o r q u é transformarse e n escepticismo global: "En efecto. El artícu­ lo d e Charles Frankel^' es típico a este respecto."^^ G o m o vemos. 408-427. n o su ideal epistemológico. se admite q u e t o d o b u e n his­ t o r i a d o r tiene cuidado d e distinguir los d o s planos operativos y justifica la epistemología e n su afán p o r aislar el n ú c l e o d e expli­ cación. el a r g u m e n t o sacado d e la práctica d e la historia se acerca al d e los defensores d e la historia cuantitativa serial e n la historiografía francesa. cit. 5^ Charles Frankel. a u n q u e el a u t o r sostenga q u e . es a d m i t i d a c o m o u n momento necesario del c o n o c i m i e n t o liistórico. p o r o t r a parte.^' Entre tanto. 385. p o r u n a parte. considerada en u n sentido p r ó x i m o al del verstehen d e la filosofía crítica d e la his­ toria. Nagel. el m o d e l o se debilita en el sentido d e q u e la interpretación. Nagel ha acrecentado el m o d e l o al defenderlo. y e n cuanto. i d e a l m e n t e . P e r o el esfuerzo p a r a articular tos dos m o m e n t o s sigue e s t a n d o en el á m b i t o del m o d e l o n o m o l ó ­ gico. En este as­ pecto. V a m o s a llevar esta apología del m o d e l o n o m o l ó g i c o hasta el p u n t o en q u e su debilitamiento linde con su a b a n d o n o . e n Patrick Garditicr. Pero c o m o es indiscutible que es­ te "sopesar" concierne a la historia c o m o "búsqueda". la p r o p i a interpretación está s o m e t i d a a las exigencias limitativas d e la explicación. así el problema permanece e n el ámbito interrogativo e n el p r o c e s o gloh:ü d e la c o m p r e n s i ó n histórica. Y e s o n o podrá olvidarlo la diaJécüca d e la explicación y d e la comprensión.. Este m o m e n t o se distingue del d e la expHcacJón en q u e establece conexiones causales e n t r e acontecimientos.. En realidad. . atribuye sentido y valor. S 2 E. Las discordancias c o n el m o d e l o caracterizan la realidad d e la historía.204 H I S T O R I A Y NARRAaÓN cer c o n c o r d a r la práctica con esta lógica del "sopesar" los g r a d o s d e importancia. Está fuera d e duda q u e el sopesar los grados de importancia proviene de la lógica d e las garantías relatívas. "Explanation and interpretation in history". el m o m e n t o d e la interpretación es aquel e n q u e el his­ t o r i a d o r aprecia. Theories of history.

p. 4 1 2 . El caso d e la explicación genética sugiere q u e "todas Jas explicaciones satisfactorias n o nos p r o p o r c i o n a n e x a c t a m e n t e ei m i s m o tipo d e información y q u e todas las d e m a n d a s d e explicación n o constituyen la exigencia desprovista d e equívoco d e u n a sola clase d e respuesta" (op. op. d e u n acontecimiento? Lo i m p o r t a n t e n o es q u e la explicación sea Incompleta. el p o d e r absoluto corrompe absolutamente). Las explicaciones causales. y hasta las d e sentido comiin. y n o se p u e d e c o m p r o b a r q u e el p o d e r absoluto c o r r o m p a a b s o l u t a m e n t e ) . The pkilosophy of history. rozan aquí c o n las reglas d e sabiduría (el p o d e r corrompe. ^ P o r eso tiende a b o r r a r s e la firontera e n t r e la explicación científica. ^ Veremos más adelante qué otro uso p u e d e hacerse de esta importante concesión. la explicación d e sentido c o m ú n y el tipo d e juicio p r u d e n c i a l . Ú l ü m o rasgo distintivo del c o n o c i m i e n t o histórico compatible c o n el m o d e l o n o m o l ó g i c o : se h a observado q u e e n historia. reproducido cn Patrick Gardnier. p . los contra-ejemplos n o invalidan las leyes generales (no siempre es cierto q u e el p o d e r c o r r o m p e . 1969. N o estamos muy lejos ya d e la teoría narrativista: "Esperamos del historiador que narre bien una historia {story) y la llene d e vida" (P-414). sino suficientes. sino "por la cuenta que da d e los asuntos concretos". Así. . c o m o ha dicho H e m p e l . del o r d e n d e los esbozos d e explicación? Ése es u n rasgo q u e n o crea n i n g u n a separación con las dem á s ciencias y designa m á s bien el lugar d e u n a "exigencia d e precisar los detalles d e generalizaciones vagas". cit. y así limita el c a m p o d e ^^Ibid. ¿ Q u é hace el historiador c u a n d o e n c u e n t r a excepciones a su explicación? A ñ a d e cláusulas restrictivas. sino q u e "parezca q u e satisface p l e n a m e n t e n u e s t r a exigencia d e explicación".four essays. Oxford. lo h a c e m o s e n embriología y e n todas las ciencias q u e tratan d e desarrollo o d e evolución. al ser las generalidades correlaciones d e alta frecuencia más q u e relaciones invariables. ¿Se r o m p e el vínculo e n t r e explicación y predicción? ¿No consigue el historiad o r crear las condiciones n o sólo necesarias. 4 1 2 ) .. pp. q u e relacionam o s g e n e r a l m e n t e c o n los asuntos h u m a n o s . y e n On liberty. cit.^^ Así a c e p t a m o s c o m o u n a explicación u n simple informe d e las etapas d e u n proceso. Algimos señalados p o r Charles Frankel debilitan el m o d e l o hasta el p u n t o d e dejarlo d e lado. c o n c e d e a Isaiah Berlin (en Historical inetñtability. por ejemplo.EL ECLIPSE DE LA N A R F A C I Ó N 205 nes. 161-186) q u e si la historia se escribe e n el lenguaje ordinario y si el lector n o espera u n lengtuje cienü'tico especializado es q u e el éxito d e la explicación n o se mide con el rigor d e la teoría.

en el capítiolo 3 . ¿ C ó m o asign a r valores sin asentarlos sobre conexiones causales bien establecidas? ¿Se dirá que lo contrario es igualmente verdadero? Es cierto que. con el espíritu "analítico". aplicar al c o n c e p t o d e interpretación el m i s m o criterio analítico q u e se h a aplicado al juicio d e importancia. T a m b i é n aquí el argumento roza la concepción narrativista. Deja d e serlo c u a n d o p r e t e n d e ser la única interpretación válida. De esta forma se deshace d e los contra-ejemplos. los valores d e la acción se infiltran e n cualquier apreciación d e las causas. p a r a seguir s i e n d o aceptables. sino aquella sobre la q u e se p u e d e a c t u a r . e n t o n c e s se p o n e e n j u e g o u n a filosofía implícita d e las relaciones "internas". cit. " e n este sentido. acepta q u e la explicación se articula en la interpretación.s i g u i e n d o e n este p u n t o a Gardiner— y muestra q u e . sostiene que. u n a causa define n o u n a condición cualquiera. se llama "marco d e este relato" (p. cuando los desacuerdos n o se refieren a la . P e r o . incompatible. es preciso u n a vez más. c o m o se ha dic h o a n t e r i o r m e n t e . En este caso. la interpretación es compatible c o n la explicación. Pero la i n t e r p r e t a c i ó n m á s interesante es la q u e se fija c o m o tarea p a r a a p r e c i a r u n a secuencia d e acontecimientos o u n conjunto d e instituciones con arreglo a "consecuencias terminales" (terminal consequences) (op. sobre la diversidad d e significaciones que reviste la n o c i ó n de causa en historia. p .^^ La significación global d e u n p r o c e s o son estas mismas Volveremos. e c o n ó m i c a u otra. al llevar el a r g u m e n t o al b'mite d e tolerancia del m o delo inicial. c o n exclusión d e cualquier otra. Pero. en historia. Frankel discute el problema d e la "verdadera" causa . 421) valoradas e n sí mismas en t é r m i n o s d e valor o d e contravalor.421) a la elección p o r parte del historiador d e las consecuencias terminales..206 HISTORIA Y NARRACIÓN aplicación d e las generalizaciones q n e alega. las interpretaciones m á s globahzadoras d e b e n basarse e n explicaciones parciales rigurosas. p a r a n o r o m p e r c o n el m o d e l o . La e m p r e s a m e n o s compatible consiste e n establecer afirm a c i o n e s sobre el sentido d e la historia e n términos d e Jínes. Al i n t e r p r e t a r se hacen tres cosas desigualmente compatibles con el ideal d e la explicación. Frankel. y se i m p o n e d e s d e fuera u n proyecto t r a s c e n d e n t e y oculto al c u r s o de la historia. M e n o s discutible es la designación d e la cama más importante. mientras se limita a p r o p o r c i o n a r a la investigación la base d e u n a idea seminal y a señalar grados d e importancia. d e objetivos o d e ideales. y hay q u e decir q u e asignar u n a causa es admitir u n hec h o y estipular u n valor. entonces.

q u e confesar q u e dos interpretaciones rivales d a n cuenta d e h e c h o s diferentes al estar sit u a d o s los mismos acontecimientos e n la perspectiva d e consecuencias terminales diferentes. "n. Marx considera la emergencia del p r o l e t a r i a d o industrial com o la causa principal. cumplir con una buena conexión causal e n el plano de los h e c h o s . N o se r e e s c r i b t la misma historia. se escribe o t r a historia.irra la historia (story) d e una secuencia de acontecimientos enlazados causalmente que tienen consecuencias e n términos d e valor o de n o valor" (p. hay sitio para u n pluralismo crítico. sino a las coni^xiones. el historiador n o es sectario y de cortos alcances. que la teoría del progreso ha situado e n el primer plano de la filosofía d e la historia. En estas frases se contien e t o d o el liberalismo y t o d o el humanismo de Charles Frankí^l. U n a y o t r a p u e d e n ser objetivas y verdaderas en c u a n t o a las secuencias causales sobre las q u e se edifican. aluden "a lo que el historiador debería o n o incluir cn la historia narrada para hacer de esta 'historia narrada' una respuesta adecuada al problema planteado" (p. ei cual. la única apuesta es saber si la elección de las consecuencias terminales n o debe. Tras haber hablado favorablemente d e las interpreíaciones ¡>egiin las consecuencias terminales. c o n las ocasiones limitadas. privada de la ironía o de las lágrimas que acompañan a la aplicación de esie ideal a la anotación d e las cosas humanas" (p. sin compromiso.E L E C L I P S E DE LA N A R R A C I Ó N 207 consecuencias terminales. desprovista d e ideal-guía. Charles Frankel obseiTa: si el esquema que se p r o p o n e d e la historia se relaciona c o m o conviene con Jos hechos. n o otorga a t o d o s la m i s m a legitimidad. Eso n o i m p i d e u n a atención minuciosa a ios h e c h o s si la p r o p i a elección d e las causas terminales q u i e r e ser u n a elección responsable. . si. Hay. entonces "una historia iluminada por una idea clara y circunspecta d e lo q u e p u e d e ser la vida h u m a n a se prefiere e n general a una historia apática. algunas d e las cuales coinciden con variables de la situación p r e s e n t e sobre la q u e se p u e d e actuar. Volveremos en la cuarta parte sobre este problema d e las relaciones entre la explicación del pasado y la acción en el presente. a u n q u e a d m i t e más d e u n p u n t o d e vista. 421). p o r otra parte. 424). 427). En la fase actual de la discusión.*''' Es difícil ir más lejos en la aceptación del p u n t o d e vista contrario sin r o m p e r con la hipóresis d e base d e q u e la explicación perspecüva. Un h e r m o s o texto d e Cliarlcs Franke] muestra este delicado equilibrio entre un pluralismo m e t o d o l ó g i c o y una actitud sin complacencia c o n el escepticismo. P e r o se p u e d e discuür siempre sobre ella. ante todo. Cuando un historiador presenta su interpretación d e una época o de una institución.^Así. La liistoria n o está c o n d e n a d a a seguir siendo u n c a m p o d e batalla e n t r e p u n t o s d e vista irreconciliables. c o n las posibilidades creadas por las circunstancias. pues. sino magnánimo y generoso. p o r q u e éste es t a m b i é n p o r t a d o r d e la "causa" q u e está e n j u e g o .

. e n definitiva. los defenso­ res del m o d e l o n o m o l ó g i c o se esfuerzan e n trasladar a la realidad d e la ciencia histórica los rasgos d e la m e t o d o l o g í a d e la historia q u e p a r e c e n discordantes respecto del m o d e l o explicaüvo. el p u n t o crítíco d e t o d a discu­ sión. tienden a convertirse en indiscernibles. D e este m o d o . la defensa d e la objetividad y la del m o d e l o nomológí­ co. Precisamente. d e solidarios. Ahí reside. p a r a salvar esta apuesta esencial.208 HISTORIA y NARRACIÓN en historia n o difiere f u n d a m e n t a l m e n t e d e la del resto d e las ciencias. Sus ar g u m e n l o s t i e n e n c o m o motivación declarada d e f e n d e r la historia c o n t r a et escepücismo y justificar su lucha p o r la objetividad.

L EXPLOSIÓN DEL MODELO N O M O L Ó G I C O 1.2. La c o m p r e n s i ó n narrativa se e n c o n t r ó así s o b r e e n c u m b r a d a . la narración se h a convertido en el objeto d e u n a reevaluación q u e se h a apoyado f u n d a m e n t a l m e n t e e n sus recursos d e inteligibilidad. Este capítulo está consagrado a la conjunción d e estos dos movimientos. P o r u n lado. las exigencias d e cientifícidad planteadas p o r el m o d e l o n o m o l ó g i c o d e explicación. debilitando el m o d e l o . inclu­ so r e m o t a m e n t e . [209] . La aparición d e las tesis "narrativistas" en el c a m p o d e la discusión surgió d e la u n i ó n d e dos c o r r i e n t e s d e p e n s a m i e n t o . O t r a m u y distinta es la actitud d e los q u e ven e n la distancia e n t r e el m o d e l o n o m o l ó g i c o y la m e t o d o l o g í a del h e d i ó histórico el s í n t o m a d e u n e r r o r d e b a s e e n la c o n s t r u c c i ó n del m o d e l o . y p o r otra. A L E G A T O S EN FAVOR D E LA N A R R A C I Ó N La cuestión del estatuto narrativo d e la historiografía n o h a sido u n t e m a directo d e la epistemología d e las ciencias históricas ni e n la historiografía francesa ni en la p r i m e r a fase d e la discu­ sión e n el seno d e la escuela analítica. a lo largo d e t o d o el d e b a t e . E n particular. h a q u e d a d o s o b r e n t e n d i d o q u e la n a r r a c i ó n es u n a f o r m a d e m a s i a d o elemental d e discurso p a r a satisfacer. la crítica del m o d e l o no­ m o l ó g i c o d e s e m b o c ó e n u n a explosión d e la p r o p i a idea d e expli­ cación q u e h a abierto la b r e c h a p a r a u n a c e r c a m i e n t o o p u e s t o al p r o b l e m a . mientras la explicación histórica p e r d í a al­ tura. a p o y á n d o s e e n el es­ fuerzo d e los p r o p i o s historiadores p a r a elevar su disciplina al r a n g o d e ciencia. p o r o t r o . U7ia explicación sin legalidad: William Dray H e m o s visto al final del capítulo anterior c ó m o los partidarios del m o d e l o h a n i n t e n t a d o explicar la distancia e n t r e el m o d e l o y la realidad d e la ciencia histórica m e d i a n t e u n a d o b l e táctica: p o r u n a p a r t e .

.. Finalmente. E n el p r i m e r o se aplica u n a critica p u r a m e n t e negativa. irreducti­ ble a la subsunción p o r leyes. a] El a u t o r c o m i e n z a p o r la tesis negativa d e q u e la idea de ex­ plicación no implica la de ley.^ E n la crítica del m o d e l o n o m o l ó g i c o subyace la convicción d e q u e "es p o c o p r o b a b l e q u e e n c o n t r e m o s algún rasgo lógico q u e p e r m i t a a g r u p a r j u n t a s todas las explica­ ciones históricas en c u a n t o históricas. D e b e r á n . p u e s . discu­ tirse según su p r o p i o valor. el mejor testigo d e la crisis del m o d e l o n o m o l ó g i c o .210 HISTORIA Y NAiUiACiÓN La o b r a d e William Dray. El alegato e n favor del análisis causal y d e la explicación p o r razones n o deriva d e la tesis negativa d e q u e la explicación en historia n o necesita d e la ley p a r a ser u n a explica­ ción. dt (véase nota 4 7 del cap. El t e m a subyacente a la p r i m e r a p a r t e —se p u e d e explicar e n historia sin r e c u r r i r a leyes genera­ les— recibe así la p r i m e r a aplicación. salvo en u n dicciona- ' Op. ^ Volveremos sobre la idea de explicación causal e n el capítulo S de esta segun­ da parte. El r e c o n o c i m i e n t o d e esta dispersión ló­ gica d e la explicación e n historia h a abierto el c a m i n o a la reeva­ luación del c o n c e p t o narrativo. sin q u e se llegue a afirmar q u e toda explicación e n historia deba asumir el lenguaje causal. la m i s m a formulación del vínculo alegado e n t r e u n a ley y los casos q u e "cubre" d a lugar —observa Dray— a la vacilación. 2. 85). Laws and explanation in history. eí a u t o r examina d e t e n i d a m e n t e u n tipo d e "explica­ ción p o r r a z o n e s " {rationál explanation) q u e n o abarca más q u e u n a p a r t e del c a m p o liberado p o r la critica d e la explicación regi­ d a p o r leyes empíricas. relativamente discon­ tinuos. y descubre el p u n t o d e anclaje d e su crítica e n las oscilaciones e n t r e m o d e l o "fuerte" y m o d e l o "débil" e n los partidarios del m o d e l o q u e él llama covering law model (mo­ delo s e g ú n el cual u n a ley " c u b r e " los casos particulares q u e se convierten e n ejemplos d e la ley. E n el s e g u n d o . A u n a problemática desunida.^ es. 1). q u e t e r m i n a p o r separar la Idea d e explicación d e la d e ley. E n el p l a n o formal. el a u t o r aboga p o r u n tipo d e análisis causal. p u e s las expHcaciones q u e se e n c u e n t r a n e n las o b r a s d e historia f o r m a n u n conjunto lógica­ m e n t e i n c o n e x o " (p." n o com­ p r o m e t e n i n g u n a estructura d e t e r m i n a d a . l. el p r o p i o libro r e s p o n d e p o r u n a e s t r u c t u m q u e b r a d a . . El t é r m i n o "porque. ixunque esos m o d e l o s la p r e s u p o n e n . Se a b r e n tres frentes. q u e p o d e m o s traducir p o r m o ­ delo d e subsunción). a este respecto.

q u e n o implican. Ya h e m o s visto q u e hay autores q u e prefieren debilitar el m o d e l o antes q u e someterlo a discusión.^ Lo m i s m o sucede en historia. es que toma c o m o m o d e l o al mecánico. está lejos d e ser unívoco. A estas oscilaciones e n la formulación del lugar d e implicación se a ñ a d e n las variaciones e n el p l a n t e a m i e n t o del p r o p i o m o d e l o . e n efecto. ya q u e la explicación alegada n o p u e d e convertirse en predicción. Para atribuir la causa a u n escape d e aceite n o basta c o n o c e r las diversas leyes aplicadas. Así. ¿Qué? T o m e m o s el ejemplo d e u n accidente mecánico: el a g a r r o t a m i e n t o d e u n m o t o r . q u e c o m prende perfectamente cada fase del accidente sin ser él m i s m o un físico. Pero hay mecánicos porque hay físicos. Respecto del vínculo d e implicación afirmado p o r el carácter " d e d u c i d o " del acontecimiento. niiigtin o r d e n temporal. d e s d e la exigencia deductiva m á s estricta h a s t a la idea d e cuasi ley. esbozada y n o completa.A L E G A T O S E N FAVOR D E L A N A R R A C I Ó N 211 rio escrito p o r los lógicos d e la escuela del m o d e l o d e subsunción. Se p u e d e mostrar. Esta "referencia a la serie d e h e chos q u e constimyen la historia d e lo q u e h a acontecido e n t r e el escape d e aceite y la paralización del m o t o r explica este agarrotamiento". el argumento debería enunciarse así: las leyes físicas y mecánicas utilizadas p o r el accidente. Estas oscilaciones son sólo el s í n t o m a d e la deficiencia lógica del p r o p i o m o d e l o . q u e el m o d e l o d e subsunción n o es u n a condición necesaria. la idea d e explicación t a m p o c o obliga a afirmar u n a relación d e c o b e r t u r a e n t r e leyes e instancias. suslitu- . es necesario a d e m á s p o d e r considerar u n a serie c o n t i n u a d e incidentes e n t r e el escape del aceite y el d e t e r i o r o del m o t o r . p e r o n o establecida. ni siquiera suficiente. exigen q u e se reconstituya el accidente fase p o r fose a fin d e p o d e r aplicarlas seriatim. La c o n d i c i ó n n o es suficiente. se limita a identificar acontecimientos d e g r a d o inferior y a situarlos en u n a serie q u e n o a d m i t e o t r o s acontecimientos inferiores a los q u e se citan. tácita y n o explícita. Si el autor n o ha dad o esta f o n n a a su argumento. la divisibilidad del tíem- * Para ser totalmente convincente. c o m o tales. Algo falta todavía. p a s a n d o p o r la d e ley asumida. p u e d e r e c o r r e r s e u n a escala d e valor decrecienic. «¡Quiere el autor situar el c o n o c i m i e n t o del historiad o r e n el plano de la habilidad del mecánico? Se corre el riesgo entonces d e caer e n una c o n c e p c i ó n sumariamente pragmática d e la explicación en historia. Esta aplicación seriatim hace q u e el conocimiento d e las leyes constituya u n a condición necesaria d e la explicación. E n fin. Al decir "continua" u n o n o se c o m p r o m e t e con n i n g u n a a p o r í a filosófica c o n c e r n i e n t e a la divisibilidad hasta el infinito del espacio y del tiempo. d e los acontecimientos explicados.

p p . p r e c i s a n d o la ley m e d i a n t e u n a serie d e adj u n c i o n e s . La obra de W. p u e s en n i n g u n a fase p u e d e p r o b a r s e q u e el caso consid e r a d o p o r el historiador es el único cubierto p o r la ley. sin o d e a t a q u e c o n t r a los jansenistas. se h a c e n impopulares.'. ¿en q u é condición sería necesaria? T o m e m o s el ejemplo d e la explicación q u e u n historiador p o d r í a o h a p o d i d o dar: Luis XTV m u r i ó i m p o p u l a r p o r q u e siguió u n a políüca perjudicial p a r a los intereses nacionales d e Francia.* Sólo u n a ley c o m p r o m e t e r í a lógicamente al historiador. El lógico d e b e entonces confesar que. Dray presenta n u m e r o s o s ejemplos de esta c o n c e p c i ó n {pp.212 HISTORIA Y NARRACIÓN p o t e r m i n a d o n d e concluye el análisis m á s detallado. En efecto. q u e persiguen a minorías religiosas o sustentan parásitos en su corte. e n efecto. pertenece a la lógica d e dicho enunciado que las adiciones a la cláusula explicativa n o son nunca excluidas por nuestra aceptación del enunciad o original" (p. etc. sin t e n e r e n c u e n t a las medidas q u e el rey h a dej a d o d e tomar. 70-76). El historiador replicará q u e él tenía p r e s e n t e n o u n a polítíca cualquiera. se haría i m p o p u l a r . 35). cit. sino u n a c o m o la seguida efectivamente e n el caso particular c o n s i d e r a d o . exactamente e n las mismas circunstancias q u e Luis XIV. hablar n o d e g u e r r a e n general. para ser completa. El lógico i n t e n t a r á entonces llenar la distancia e n t r e la ley y la explicación del historiador. la explicación p o r las leyes t a m p o c o es necesaria. N o suficiente. el resultay e n d o u n a concepción teórica. I m a g i n e m o s u n diálogo e n t r e este historiador y u n lógico d e la escuela hempeliana: ¿ c ó m o p o d r í a convencer éste al historíador d e q u e la explicación a n t e r i o r exige r e a l m e n t e leyes? El lógico dirá: la explicación tiene valor e n virtud d e u n a ley implícita c o m o la siguiente: los gobiernos q u e persiguen políticas perjudiciales p a r a los intereses d e sus subditos se h a c e n i m p o p u l a r e s .. P e r o esta formulación ya n o es la d e u n a ley.. sería ésta: cualquier g o b e r n a n t e q u e t o m a s e las mismas m e d i d a s políticas. * "Por complicada que sea la expresión con la que completamos u n enunciado del tipo 'X porque. etc. . d e b e m e n c i o n a r todas las circunstancias particulares del caso d e q u e se trata ( p o r ejemplo. P e r o hay q u e a ñ a d i r todavía otras precisiones: q u e ciertas m e d i d a s políticas h a n fracasado. c o m o los gobiernos q u e c o m p r o m e t e n a su país e n guerras extranjeras. la explicación exige u n p r o c e s o indefinido d e especificaciones.). Sólo a d q u i e r e visos d e generalidad c u a n d o i n t r o d u c e la expresión exactamente. q u e éstas c o m p r o m e t í a n la responsabilidad personal del rey..

Cn" ("X" designa el acontecimiento q u e hay q u e explicar. p u e s la ejqjresión "exactamente las mismas medidas e n las mism a s circunstancias" (p. el h i s t o r i a d o r aceptará u n e n u n c i a d o general com o éste: cualquier p u e b l o semejante al francés. P e r o ya n o es el tipo d e ley r e q u e r i d a p o r el m o d e l o n o m o l ó g i c o . El lógico vuelve a escribir: "Si ci . esta ley p a r a u n único caso n o es en absoluto u n a ley. lo q u e el historiador . sino la reformulación. pues la f o T i n a hipotética p u e d e expresar algo distinto d e u n a ley empírica. E n cambio. detestaría a u n dirigente semejante a Luis XrV y con "los rasgos especificados".. El rechazo del m o d e l o nomográfico p a r e c e implicar u n r e t o m o a la concepción del acontecimiento c o m o único. ya q u e la dialéctica e n t r e el lógico y el historiador h a b r á p r o p o r c i o n a d o los m e d i o s d e "llenar" las expresiones entrecomilladas. Este dice: "Xsc da p o r q u e ci . P e r o este pñncipio n o es m á s q u e el permiso d e inferir e n u n c i a d o en f o r m a hipotética.. entonces.. los factores e n u m e r a d o s p o r el historiador e n su explicación). d o n d e "si" equivale a "siempre que. a diferencia d e las ciencias nomológicas. se puede r a z o n a b l e m e n t e p r e d e c i r u n resultad o d e este u p o . del r a z o n a m i e n t o del historiador. e n casos semejantes. e n t o n c e s se d a X". P u e d e expresar el principio d e la inferencia d e q u e .. Pero esta equivalencia es e n g a ñ o sa. El fantasma lógico d e la "ley" p r o c e d e así d e la confusión e n t r e ley empírica y principio d e inferencia. p u e s lej o s d e ser vaga y general c o m o las leyes implícitas.A L E G A T O S EN FAVOR DE LA N A R R A C I Ó N 213 d o d e t o d o ello es la p r o d u c c i ó n d e u n caso límite vacío. es u n a ley tan detallada q u e equivale a u n a "ley" para u n solo caso. L a p r i m e r a concierne a la noción d e acontecimiento. Esta ley n o es vacía. bajo la apariencia d e u n a ley empírica. vacío. q u e m e p r o p o n g o i n c o r p o r a r m á s t a r d e a m i p r o p i o análisis d e las relaciones e n t r e explicar y c o m p r e n d e r en historia. Cn". 36) n o p u e d e adquirir sentido en n i n g u n a investigación concebible... Se i m p o n e n dos conclusiones provisionales. la cual es también t e m a d e discusión en la historiografía francesa. P e r o . E n realidad. el historiador q u i e r e describir y explicar lo q u e h a s u c e d i d o efectivamente en l o d o s sus detalles concretos. Pero es v e r d a d e r o si se q u i e r e decir q u e . c„.. El aserto es falso si se atribuye a la idea d e unicidad la tesis metafísica d e q u e el m u n d o está h e c h o d e pariiculares radicalmente desemejantes: la explicación se h a c e e n t o n c e s imposible.. "en las circunstancias especificadas".". y "c] .

b] El análisis causal. e n este ejercicio del j u i c i o se invoca. sino e n r e a g r u p a r factores dispersos y sopesar su i m p o r t a n c i a respectiva e n la p r o d u c c i ó n del resultado final. es relati\'amente i n d e p e n d i e n t e d e la crítica del m o d e l o d e explicación p o r subsunción. Este m o d o d e juzgar casos particulares n o consiste e n colocar u n caso bajo u n a ley. este aserto n o le i m p i d e e m p l e a r t é r m i n o s generales c o m o revo­ lución. conquista d e u n país p o r o t r o . com­ parte c o n ésta la propiedad d e ser a la vez singular y típico. el historíador sigue la lógica d e la elección práctica m á s q u e la d e la d e d u c c i ó n científica. De igual m o d o . p o r q u e el m o d e l o con^ V e r e m o s q u e este argumento s e p u e d e fácilmente incorporar a la tesis d e que. relativo al g r a d o d e precisión q u e h a escogido p a r a su estudio. C o m o indica el artículo determina­ d o la Revolución francesa. etc. p u e s .^ La s e g u n d a conclusión c o n c i e r n e a la p r o p i a explicación d e las diferencias. El análisis causal es sólo u n a d e las alternativas a la explicación nomológica. En esta ocasión. Su c o n c e p t o d e u n i c i d a d es. e n p r í m e r lugar. distinta d e la q u e se apoya e n leyes: la explicación causal. U n historíador n o se p r e o c u p a d e explicar la Revolución francesa e n c u a n t o fue revolución. q u e o c u p a el capítulo IV d e la obra d e Dray. p a r a u n historiador.214 HISTORIA Y NARRACIÓN e n t i e n d e p o r único es q u e n o existe n a d a exactamente semejante a su objeto d e estudio. A d e m á s . estos térmi­ nos generales n o obligan a formular leyes generales. En efecto. al ser u n acontecimiento lo q u e contribuye a la progresión d e la trama. Precisamente. es de­ fender sus conclusiones c o n t r a u n adversario q u e invocase o t r o c o n j u n t o d e factores p a r a d e f e n d e r su tesis. Justifica sus conclu­ siones a p o r t a n d o nuevos detalles en apoyo d e ella. explicar. E n t e n d e m o s p o r juicio la o p e r a c i ó n q u e realiza u n j u e z c u a n d o p o n d e r a a r g u m e n t o s contrarios y t o m a u n a decisión. se p u e d e afirmar q u e p e r t e n e c e al juicio m á s q u e a la deducción. Si se discute e n Dray es. En c u a n t o ésta r e a g r u p a factores únicos en el sentido q u e a c a b a m o s d e decir. La defensa del análisis causal. . sino e n c u a n t o q u e su curso h a sido diferente del d e los o t r o s m i e m b r o s del g r u p o d e las revoluciones. el historiador p r o c e d e n o d e s d e el tér­ m i n o clasificador hacia la ley general. sino d e s d e aquel h a d a la explicación d e las diferencias. c o m o "garante" (warrant) o t r a explicación. sino a b u s c a r en q u é aspecto los acontecimientos c o n s i d e r a d o s y sus circuns­ tancias dijeren d e aquellos c o n los q u e sería n a t u r a l agrupailos bajo u n t é r m i n o clasificador.

p o r la q u e h e m o s c o m e n z a d o . p r o p u e s t a e n la presentación polémica del libro. u n a persona hace que otra actúe d e cierta manera. las "leyes camales" —en este caso se tiene sólo i m a versión causal del modelo: decir "x causa y" es decir. la versión causal del m o d e l o p r o p o r c i o n a la transición a p r o p i a d a . c o n d u c i r a. el único que el autor considera propio de la historia —además d e originario—. La tesis subyacente es q u e la paremia d e la palabra "causa" ya n o es. Según el sentid o I. la causa de ima cosa es el "asidero". W. u s a n expresiones c o m o es causa d e y" ( q u e distinguiremos luego d e la ley causal a f i r m a n d o q u e "la causa d e y es x"). la exploración del análisis causal e n c u e n t r a su justificación p r o p i a e n el e m p l e o del lenguaje causal e n historia. 1952). ' Collingwot>d había estudiado este problema en An essi^ on meíapkysics (Oxford. 1982). 262 (trad. p e r o enmarcándolo e n una actividad específica d e juicio. "siempre q u e *. española. eqtnvalentemente. Collingw o o d excluye el s e n ü d o II d e la historia y lo reserva para las ciencias prácticas d e la naturaleza e n el descubrimiento de las leyes causales p o r experimentación.. El p r o b l e m a estriba e n o r d e n a r esta polisemia y n o e n rechazar el término. Para m u c h o s autores. 1948). 40ss) sobre el lugar d e las leyes e n historia. p. d e s d e la crítica negativa a la exploración positiva del análisis causal. p u e s . Según el sentido 11. ya se entienda p o r tzausas tipos específicos d e leyes. también y". Es el caso d e Popper. p o r privilegio. e x t e n d i e n d o la noción de u n efecto resultante d e las acciones humanas al comportamiento d e cualquier ser. Los historiadores. preguntarse sobre ía causalidad en historia es simplemente repetir la discusión (pp. pese a t o d o s los equívocos y a todas las dificultades vinculadas a su e m p l e o . p a r a el u s o reg u l a d o d e esíé t é r m i n o . Barcelona. A d e m á s d e esta filiación. d e d e r e c h o . el "mango" {thé handle\ que nos permite maneJEula: es.. d o n d e distingue e n el término tres sentidos (I.' * Véase The open society ajid its enemies n (l-ondres. d e h e c h o . Dray retiene algo d e él e n su criterio pragmático d e la atribución causal. proporcionándole u n motivo para obrar así. ya se entienda p o r causa lo mismo q u e por ley —entonces es mejor n o hablar d e causa dada la ambigüedad del término—. ocasionar (o sus contraríos: impedir. d e h e c h o y d e d e r e c h o .A L E G A T O S E N F A V O R D E LA N A R R A C I Ó N 215 t e s t a d o se h a expuesto a m e n u d o c o n el lenguaje d e la causalid a d . Éste es el t e m a del d e b a t e . al asumir la fuerza explicativa d e la c^usa. Se obtiene el sentido II del I. El sentido III establece u n a reía- . Las e m p l e a n . Las e m p l e a n . II y III). u n obstáculo m á s i m p o r t a n t e q u e la polisemia del t é r m i n o "explicar". dej a r d e hacer). El a u t o r considera inevitable y legítimo este lenguaje.^ En este sentido.. lo q u e p o d e m o s producir o prevenir (ejemplo: la causa d e la malaria es la picadura d e u n mosquito). c o n n u m e r o s a s variantes: p r o d u c i r .

Dray lucha aquí en dos frentes: c o n t r a los q u e vinculan la suerte d e la idea d e causa a la d e la idea d e ley. esta selección a d q u i e r e el carácter d e u n c o n c u r s o e n el q u e los candidatos d e b e n s u p e r a r cierto n ú m e r o d e p r u e b a s . el a c o n t e c i m i e n t o q u e hay q u e explicar n o h u b i e r a tenido lu­ gar. La p r u e b a inductiva es la m á s difícil d e definir c o r r e c t a m e n t e : ción "término a término". C o n otras palabras: sin él. la discusión sobre el análisis causal en historia sólo tiene interés si existen conexiones causales singulares cuya fuerza explicativa n o d e p e n d e d e u n a ley. La p r i m e r a es inductiva: el factor d e q u e se trata d e b e ser r e a l m e n t e necesario. P o r lo t a n t o . a las conside­ raciones d e manipulabilidad» p o r las q u e Collingwood define u n o d e los sentidos d e la idea d e causa: aquello s o b r e lo q u e "influye" la acción h u m a n a . lo q u e p u e d e censurarse ( p o r ejemplo. j u n t a s . p o r otra. tíene en cuenta lo q u e h u b i e r a debido hacerse. W . E n t o n c e s . La p r u e b a pragmática r e s p o n d e . Los historiadores e m p l e a n d e m o d o r e a l m e n t e legítimo expresiones c o m o "x causa y". . q u e t i e n d e a verificar las razones d e tal o cual c a n d i d a t o a la función d e causa. las razones p a r a o c u p a r el lugar del " p o r q u e " c o m o respuesta a la p r e g u n t a "dpor qué?". La s e g u n d a es pragmática: d e b e h a b e r u n a razón p a r a selec­ cionar la condición d e q u e se trata e n t r e las q u e . p o r u n a p a r t e . p o r t a n t o y". entre dos aconteci­ m i e n t o s o estados d e cosas. c u a n d o se investiga sobre las causas d e u n a guerra). N o lo es q u e el análisis causal d e u n curso particular d e acon­ tecimientos se reduzca a aplicar u n a ley causal. Finalmente. Es cierto q u e los historiadores i n t e n t a n d a r explicaciones causa­ les. el catalizador. Equivale a la idea d e condición suficiente. n o lo es q u e estas explicaciones sean la aplicación d e u n a ley d e la forma: "si x. semejante inves­ tigación es n e c e s a r i a m e n t e incompleta. p o r lo tanto. en virtud d e la necesidad lógica. P o r definición. Constituye u n a b ú s q u e d a e m i n e n t e m e n t e abierta. cqué es u n análisis causal? Es u n análisis esencial­ m e n t e selectivo. el criterio p r a g m á t i c o incluye lo q u e h a p r e c i p i t a d o el curso d e las cosas: la chispa. C o n s t a esen­ cialmente d e dos p r u e b a s . y c o n t r a los q u e q u i e r e n excluir toda explicación del c a m p o d e la historiografía. constitu­ yen la condición suficiente del f e n ó m e n o . El análisis causal —diría yo— es u n a críteriología causal.216 HISTORIA Y NARRACIÓN Si descartamos el caso e n q u e p o r causa se e n t i e n d e ley causal.

p o r o t r o lado. Semejante justificación p e r t e n e c e al ejercicio del juicio descrito a n t e r i o r m e n t e . N u m e r o ­ sas leyes causales n o son más q u e generalizaciones secundarias basadas e n cierto o r d e n d e diagnósticos individuales d e causali­ dad. q u e p e r t e n e c e a la situación d e q u e se trata. si este x n o h u b i e r a t e n i d o lugar. a m e n u d o sucede lo contrario. a lo más. a la luz d e lo q u e él sabe.^ Lo i m p o r t a n t e es q u e la imputación d e u n a causa respecto d e u n acontecimiento particular n o se origina p o r aplicación d e u n a ley causal.ALEGATOS EN FAVOR DE LA NARRACIÓN 217 consiste en justificar la afírmación d e q u e "si x n o . En realidad. q u e . . también y". d e este tipo. se p r o d u c i r í a e n el curso d e las cosas. a falta d e u n a regla q u e diga: "siempre q u e x. p o r lo d e m á s . co­ m o h e m o s dicho. n o son ellas las q u e justifican las explicaciones indiriduales sobre las q u e descansan. n o exige n i n g u n a ley d e la f o r m a "sólo si". e n el capitulo 3 . ya q u e se observa u n a t e n d e n c i a c o m ú n a estos casos particulares. El histo­ riador q u e s u p u e s t a m e n t e usa semejante fórmula q u i e r e decir q u e en esta situación particular —siendo. a profimdizar e n el análisis. Esta t e n d e n c i a es la q u e se r e s u m e e n la susodicha ley. pues. este y. d e n o ha­ b e r s e d a d o . siendo la situación c o m o es)—. p o r q u é r e n u n c i a r a la idea d e causa e n historia * Max Weber y Raymond Aron nos ayudarán. t a m p o c o y"." Semejante ley s u p o n e dispo­ n e r d e explicaciones particulares d e guerras particulares. 104) la causa alegada a fin d e apreciar —de juzgar-^ la diferencia que. P o r útiles q u e sean estas generalizaciones p a r a la investigación posterior. es. establecidos p o r el ejercicio d e juicio yjustificados i n d e p e n ­ d i e n t e m e n t e u n o s d e otros. El historiador elimina m e n t a l m e n t e (thinks away) (p. Igualmente: "La causa d e la g u e r r a es la envidia. al eliminar d e la lista d e candidatos a la función d e causa los factores cuya ausencia n o h a b r í a c a m b i a d o el curso d e las cosas. La supuesta ley causal: "La tiranía es causa d e revolución". N o hay. sin d u d a . Esta p r u e b a inductiva n o equivale a u n a explicación sufi­ ciente. q u e h a t e n i d o lugar d e h e c h o . todas las cosas iguales (o mejor. constituye u n a explicación necesaria. n o ha­ b r í a sucedido o h u b i e r a sido diferente. Para o b t e n e r u n a explicación c o m p l e t a —o tan c o m p l e t a c o m o sea posible— q u e d a p o r justificar positivamente la i m p u t a c i ó n p o r el p r o c e d i ­ m i e n t o d e "relleno" o d e interpolación ifilling in) d e detalles des­ critos anteriormente.

sería necesario m o s t r a r c o n más claridad el parentesco e n t r e la reconstitución d e u n a serie continua d e acontecimientos. el p r o c e d i m i e n t o d e eli­ m i n a c i ó n d e los candidatos a la causalidad singular y el ejercicio del j u i c i o . W. Dray a b r e la p u e r t a a u n a dialéctíca m á s sutil e n t r e explicar y c o m p r e n d e r c u a n d o conside­ r a los p r o c e d i m i e n t o s d e justificación d e la atribución causal y los c o m p a r a c o n los d e los procesos jurídicos. p r o c e d i m i e n t o d e juicio. explicación causal singular. [. tal c o m o se h a esbozado ante­ riormente.] y ex­ plicación p o r razones. Así. T l i e ascription of responsibility and rights". el abanico d e b e dejarse abierto: explicación p o r le­ yes. P o r otra p a r t e . yo preferiría subrayar el h e c h o d e q u e las leyes se i n t e r p o l a n en el tejido narrativo antes q u e insistir e n su carácter n o a p r o p i a d o . E n p r i m e r lugar. e n Proc. p e s e a la declaración p r e l i m i n a r d e q u e se apo- ^ H.L. el "sopesar" y la "apreciación" d e las causas. Dray d e separar la explicación en historia del m o d e l o n o m o l ó ­ gico. . y Stephen Toulmin. Se tiene razón si u n o se Umita a afirmar q u e la explicación e n historia n o satisface al m o d e l o n o m o l ó g i c o y q u e hay análisis causales q u e n o son explicaciones p o r la ley. proporcionando warrants. 85). respecto d e la expUcación: creo q u e es pre­ ciso aplicar a la teoría del análisis causal —y también a la expli­ cación p o r razones. pp.. excluyendo cualquier explica­ ción p o r leyes. Concluiré con algunas observaciones p u r a m e n t e conservado­ ras. q u e exige ser expUcada.218 H I S T O R I A Y NARRAaÓN si se respeta su lógica particular. 171-194. Esta poUsemia p u e d e servir d e a r g u m e n t o c o n t r a la p r e t e n s i ó n inversa d e W.A.. d e la q u e n o h e m o s h a b l a d o todavía— la advertencia dirigida a los partidarios del m o d e l o nomológico: las explicaciones encontradas e n las obras d e historia constituyen u n a colección lógicamente dispersa (a logically miscéllaneous lot.^ A este respecto. todas estas actividades d e jui­ cio p r o v i e n e n d e la analogía e n t r e la a r g u m e n t a c i ó n histórica y la jurídica. invitan a relacionar explicación y justificación d e u n claim con­ tra otro claim. of the Aristotelian Society 4 9 (1948). The uses of arguments (Cambridge. 1958). Hart. La b ú s q u e d a d e "ga­ rantes". P e r o sería e r r ó n e o concluir d e la discusión p r e c e d e n t e q u e el análisis causal es la ex­ plicación d o m i n a n t e e n historia. p. Además. la " p r u e b a " d e los candidatos al papel d e causa. La declaración tiene valor c o n t r a cualquier p r e t e n s i ó n d e considerar c o m o exclusivo u n m o d e l o d e explicación. P o r eso.

T a n t o e n la dia­ léctica e n t r e el lógico y el historiador c o m o e n la descripción del análisis causal d e acontecimientos singulares. Pero. en c u a n t o q u e el análisis causal constituía ya u n a alternativa a la explicación p o r leyes. P e r o que­ d a p o r h a c e r la ampliación d e la idea d e acontecimiento a o t r o s cambios distintos d e los q u e ilustra el ejemplo d e la m u e r t e d e Luis XIV. " The rationale of actions. 118). op. Se observará igualmente la alusión al d í i ^ ó s t i c o c o m o equivalente méd'=o d e la imputación causal individual e n historia.^^ La mayoría d e los críticos h a n vis­ to e n el e x a m e n del m o d e l o d e explicación p o r razones la contri­ b u c i ó n positiva d e W. 113-114). por otra. p o r una parte. A este respecto. n o d e b e olvidarse c u a n t o se h a dicho sobre la relatividad de la n o c i ó n d e a c o n t e c i m i e n t o único a escala d e investigación general. Dray: "Dar y defender una explicación causal e n historia es casi siempre cubrir l o explicado bajo una ley. e incluye generalmente u n a rela­ c i ó n descriptiva. pp. C i e r t a m e n t e . cit-. pp. la explicación por razones n o abarca t o d o el cam­ p o liberado p o r la crítica. P e r o t a m p o c o es exacto.A L E G A T O S EN FAVOR DE LA NARRACIÓN 219 yarán siempre e n la p r o p i a a r g u m e n t a c i ó n d e los historiadores. con tal d e q u e el historiador tenga e n c u e n t a la par­ ticularidad del c a m b i o q u e considera.. La imputa­ c i ó n causal particular p u e d e constituir el eslabón intermedio entre los planos. 118-155. los pocos ejemplos considerados p a r e c e n t o m a d o s del tipo d e his­ toria q u e los historiadores franceses c o m b a t e n . a fin d e justificar el juicio d e que la condición indicada es e n verdad la causa" (op. es ya una explicación y. . c] La explicación por razones. a este aspecto del problema. e n la medida en que. Dray al p r o b l e m a . cit. N o es del t o d o falso en la m e d i d a en q u e este m o d e l o constituye u n a alternativa coheren­ te al m o d e l o n o m o l ó g i c o . La explicación p o r r a z o n e s se aplica a "un abanico d e casos más r e d u c i d o " : "al tipo d e expli­ cación q u e los historiadores d a n e n general d e las acciones d e los R e t o i g o esta apología d e la imputación causal panicular para mi propia ten­ tativa de articular la explicación histórica e n la c o m p r e n s i ó n narraüva. Ni siquiera es exacto q u e se dirija a los mismos ejemplos d e explicación: la discusión anterior —incluida la del análisis causal— se aplicaba a "acontecimientos o condicio­ nes históricos e n g r a n escala" (p. u n a narración del curso actual d e los acontecimientos. estoy dispuesto a admitir q u e el análi­ sis causal particular vale p a r a cualquier c a m b i ó d e corta o d e lar­ ga duración. se establece so­ bre u n a base narrativa. sólo se hace u n a breve alusión en el libro de W. Además. p a r e c e darse c o m o u n h e c h o q u e la explicación se refiere s i e m p r e a acontecimientos particulares.

el m o d e l o quiere ser t a m b i é n u n m o d e l o d e explicación: d e ese m o d o . e n t r e los "idealistas". son palabras d e Collingwood. p e r o . cit. . Se trata d e d e m o s t r a r q u e estas o p e r a c i o n e s tienen su lógica. El n o m b r e d a d o p o r el a u t o r a este m o d o d e explicación resum e su p r o g r a m a : p o r u n a p a r l e . re-actualizar. Esta relativa disc o n t i n u i d a d d e los análisis m u e s t r a p r e c i s a m e n t e lo q u e yo h e llam a d o la explosión del m o d e l o n o m o l ó g i c o . por el análisis causal. es d e Collingwood del q u e el a u t o r sigue e s t a n d o más p r ó x i m o : re-vivir. 122). re-pensar las intenciones. señala así la intersección d e la teoría d e la historia con la d e la acción. 121). el m o d e l o se aplica a las acciones d e agentes semejantes a nosotros. y en favor d e la explicación p o r razones.). n u e s t r a capacidad p a r a u s a r d e m a n e r a inteligible la r e d conceptual d e la acción. del q u e p r e c i s a m e n t e se alejan los nuevos historiadores. h e c h o p o r el agente. re-actualizar. N o h a b r á q u e olvidar este p u n t o p a r a la discusión posterior (cap. e n m i p r i m e r a p a r t e .220 H I S T O R I A Y NARRAaÓN individuos q u e son suficientemente i m p o r t a n t e s para ser mencion a d o s e n el transcurso d e la narración histórica" (loe. p o r lo tanto. q u e las distingue d e la psicología o d e la heurística y las coloca e n el t e r r e n o d e la expHcación. el a u t o r se sitúa a igual distancia d e aquellos p a r a quienes explicar es "cubrir" u n caso p o r u n a ley empírica y d e aquellos p a r a quienes c o m p r e n d e r la acción es re-vivir. "el análisis lógico d e la explicación tal c o m o se d a e n historia" (p. re-pensar. a u n q u e la contestación del m o d e l o n o m o l ó g i c o sigue siendo el hilo c o n d u c t o r negativo d e toda la o b r a . E n realidad. es necesario r e s p e t a r la a u t o n o m í a relaüva d e los tres firentes sobre los q u e c o m b a t e el autor: contra el m o d e l o nomológico. en la m e d i d a e n q u e éstos se aislan en u n a teoría d e la congenialidad cuyo carácter n o científico d e n u n c i a n los p r i m e ros. p e r o por razones independientes d e las que Collingwood ha p o d i d o aplicar a la comprensión histórica (p. P o r eso. corre el riesgo d e confinar la explicación liistórica al d o m i n i o d e la "historia episódica". d e los m e d i o s q u e d e b e En este sentido. las concepciones y los sentimientos d e los agentes.'^ Explicar u n a acción individual p o r razones es "reconstruir el cálculo {calculation). p o r eso m i s m o . U n a vez más. Dray c o m b a t e e n d o s frentes: el d e los positivistas y el d e los "idealistas". Por o t r a p a r t e . el intento consiste en make sense. pues. con lo q u e yo h e llamado. til). El objetivo es.

a las circunstancias tal c o m o las ha conocido: "Se p u e d e ver e n la explicación racional u n i n t e n t o p o r alcanzar u n a especie d e equilibrio lógico a cuyo t é r m i n o u n a acción hace juego (matched) con u n cálculo" (p. q u e va más allá d e la "lógica". Explicar es m o s t r a r q u e lo q u e se h a h e c h o era lo q u e había q u e hacer. n o s e n c o n t r a m o s e n la línea d e p e n s a m i e n t o d e la teoría aristotélica d e la deliberación. Explicar la acción es esclarecer este cálculo. p u e s t o q u e p e r m i t e n la construcción d e u n cálculo. Explicar es. P e r o c o m p r e n d a m o s bien el t é r m i n o cálculo. etc. e n t e n d a m o s c o r r e c t a m e n t e el sentido d e las palabras: justificar n o es ratificar la elección según n u e s t r o s criterios morales. con el matiz d e evaluación q u e implica este térm i n o . y al m i s m o tiempo para sust r a e r su ex-plicación a la critica hempeliana. es explicar c ó m o la acción h a sido apropiada. 122). a sus creencias incluso e r r ó n e a s . D e ahí el t é r m i n o d e explicación "racional". Evidentemente. falta este equilibrio lógico: i n t e n t a m o s reconstituirlo. si se le hubiese p e d i d o explicar d e s p u é s lo q u e hizo. Sólo u n trabajo d o c u m e n t a l p e r m i t e esta reconstrucción. Él constituye lo rationale d e la acción. E n otras palabras: p a r a explicar la acción necesitamos c o n o c e r las consideraciones q u e lo h a n convencido d e q u e debía o b r a r c o m o lo h a h e c h o (p. justificar. Dray a ñ a d e u n a pincelada i m p o r t a n t e . si n o h u b i e s e visto q u é h a c e r e n u n a sola ojeada. vistas las razones y las circunstancias. 123).A L E G A T O S EN FAVOR DE LA NARRACIÓN 221 a d o p t a r con vistas al fin q u e h a escogido a la luz d e las circunstancias e n las q u e se h a e n c o n t r a d o " . y decir: "Lo q u e él h a h e c h o . El t é r m i n o equilibrio lógico es el mejor q u e el a u t o r p u d o enc o n t r a r p a r a distanciarse d e la c o m p r e n s i ó n p o r congenialidad. aquel p o r el q u e el a g e n t e h u b i e r a p a s a d o si hubiese t e n i d o t i e m p o . se a d m i t e n tod o s los planos d e deliberación consciente. n o se trata forzosamente d e u n razonam i e n t o estrictamente deductivo. yo también lo h a b r í a h e c h o " es sopesar la acción con arreglo a los fines del a g e n t e . Buscamos u n a explicación precisamente c u a n d o n o vemos la relación e n t r e lo q u e se h a h e c h o y lo q u e creemos saber d e los agentes. T a m b i é n aquí. e x p r e s a d o en f o r m a d e p r o p o s i ción: al t e n e r relación c o n u n a acción intencional. P o r eso el p r o c e d i m i e n t o n o tiene n a d a d e instan- . pues. Pues p a r a alcanzar este p u n t o d e equilibrio es necesario r e u n i r p o r vía inductiva las p r u e b a s materiales q u e p e r m i t a n apreciar el p r o b l e m a tal c o m o lo h a visto el agente. p o r proyección o p o r identificación.

op. El a u t o r n o ignora la dificultad y le dedica u n a p a r t a d o ( p p . q u e n o es aquella q u e el autor discute.. p u e s en la m e d i d a e n q u e el m o d e l o d e la explicación p o r razones coloca la teoría d e la historia e n in­ tersección c o n la d e la acción. Dray n o se h a p r e g u n t a d o sobre las relaciones d e su análi­ sis c o n el d e la construcción de la trama. y sería u n a b u e n a ra­ zón p a r a cualquiera suficientemente semejante a A para h a c e r x e n circunstancias suficientemente semejantes" (p. W. 132). sigue e n pie la principal dificultad. está. P e r o n o se p u e d e olvidar la distinción aristotélica e n t r e " u n o p o r causa d e o t r o " y " u n o d e s p u é s d e otro". c o m o h a h e c h o c o n la teoría d e la acción. es particularmente s o r p r e n d e n t e : el a u t o r observa q u e la explicación p o r razones implica u n típo d e g e n e r a l i d a d o d e universalidad q u e n o es el d e u n a ley empírica. . En este p u n t o . Digamos.. el p r o b l e m a estriba e n explicar la razón d e acciones q u e n o p u e d e n atribuirse a agentes individua­ les. La similitud d e a m b o s es m u y n o t a b l e . cit. Exige trabajo y está abierto a las rectifica­ ciones. 137). C o m p a r t e estos rasgos c o n el análisis causal.222 HISTORIA Y NARRACIÓN t á n e o n i d e dogmático. 133). P r e s e n t a tres respuestas q u e n o se r e c u b r e n exactamen­ te. "si es estu­ d i a d o con cierta proximidad" (p. c u a n d o William Dray a b o g a p o r la polisemia del t é r m i n o " p o r q u e " c o n t r a cualquier re­ d u c c i ó n a la univocidad e n términos n o m o l ó g i c o s .] El término 'a causa d e ' n o sitúa su nivel d e lenguaje e n su apariencia. Gardiner vuelve a tomar e n The ttaiure of hislorical explanation. e n verdad. 137-142). " A m i e n t e n d e r . pp. q u e Gilbert Ryle distingue d e la explicación p o r leyes empíricas e n The concept of mind y q u e P. p a r a interesarse p o r esa intersección d e la teoría d e la historia c o n la d e la narración. hay que determinarlo p o r otros medios" (p.. "Si y es u n a b u e n a razón p a r a A d e h a c e r x. Se reco­ n o c e la probabilidad invocada p o r Aristóteles: "Lo q u e u n h o m ­ b r e diría o haría necesaria o verosímilmente. q u e existe le p r e s u n c i ó n d e q u e u n h e c h o d a d o se presta a u n a explicación p o r razones. muy pocas veces fuera d e toda du­ da si u n determinado enunciado explicativo d e la forma 'hizo x a causa d e y' d e h e ser t o m a d o e n sentido racional o n o [. 89-90 y 96-97." El a u t o r está dema­ siado o c u p a d o en p o l e m i z a r c o n t r a el m o d e l o n o m o l ó g i c o y e n <üstinguir el principio d e la acción d e u n a generalización empíri­ ca. e n p r i m e r lugar. L-a ambigüedad del término "a causa de" aumenta si se tiene e n cuenta su uso e n la explicación p o r disposiciones. V e r e m o s q u e éste es el p u n t o crítico d e toda teoría "narrati­ vista". Esta presunción es la apuesT o m a d o aisladamente.

n o cabe invocar u n equivalente o u n sustituto d e la astucia d e la razón q u e p e r m i t i e r a h a b l a r t a m b i é n d e los resultados n o deseados d e la acción e n t é r m i n o s intencionales. m e d i a n t e u n trabajo c o n s t a n t e . T e r c e r a respuesta: e n el caso d e f e n ó m e n o s históricos a g r a n escala t r o p e z a m o s c o n lo q u e W h i t e h e a d llamaba el "lado insensato" {senseless side) d e la historia: acciones explicables e n términ o s d e razones p r o d u c e n efectos no q u e r i d o s . p o r u n p r o c e d i m i e n t o d e elipsis. W. En este p u n t o . así. Esta m i s m a elipsis se justifica d e dos m a n e r a s : p o r estudios m u y detallados se p u e d e m o s t r a r q u e el cálculo d e q u e se trata es. P e r o este r e c o n o c i m i e n t o n o i m p i d e u n a b ú s q u e d a detallada d e la con- . 140). e n últim a instancia. el a t a q u e d e Alemania a Rusia e n 1941 p u e d e explicarse i n v o c a n d o el t e m o r q u e tenía Alemania d e q u e Rusia la t o m a r a p o r la espalda —como si u n cálculo d e este tipo fuese válido p a r a las razones d e u n s u p e r a g e n t e llamado Alemania {p. Dray a d m i t e q u e el r e s u l t a d o d e estos cambios d e gran a m p l i t u d n o p u e d e explicarse p o r el proyecto d e u n individuo q u e h u b i e r a dispuesto t o d o . el d e individuos autorizados a actuar "en n o m b r e d e " Alemania. u n a explicación "irracional" es t a m b i é n u n caso d e explicación p o r razones. Así.A L E G A T O S EN FAVOR D E LA NARRACIÓN 223 ta d e q u e siempre es posible "salvar las apariencias" d e la racionalidad y descubrir. e n otros casos se extiende analógicamente la explicación "típica" del individuo al g r u p o (los p u r i t a n o s e n lucha contra el sistema d e i m p u e s t o s en la Inglaterra del siglo XViri). n o deseados. se p u e d e decir q u e el viaje d e Cristóbal C o l ó n es la causa d e la difusión d e la civilización e u r o p e a e n u n sentido d e la palabra causa q u e n o tiene n a d a q u e ver c o n las intenciones d e Cristóbal Colón. C o n otras paJabras. Esta p r e s u n c i ó n d e racionalidad n o c o n o c e límites. los historiador e s e n c u e n t r a n justificado personificar e n t i d a d e s c o m o A l e m a n i a y Rusia y aplicar a estos superagentes u n a explicación cuasi racional. la objeción se asemeja a las consideraciones d e la historiografía francesa s o b r e la larga duración y s o b r e la historia social. L o m i s m o o c u r r e con los f e n ó m e n o s sociales d e g r a n amplitud. las creencias alejadas —y acaso extrañas— q u e p e r m i t a n construir el p r e s u n t o cálculo y alcanzar el p u n t o d e equilibrio b u s c a d o e n t r e razones y acción. P e r o esta p r i m e r a respuesta vale s o l a m e n t e e n la m e d i d a e n q u e se p u e d e n identificar agentes individuales del h e c h o . incluso efectos adversos. Así. incluye el r e c u r s o a motivos inconscientes. ¿ Q u é s u c e d e si aplicamos la explicación p o r razones a colectividades? D r a y sugiere q u e .

sino u n h o r m i g u e o d e cálculos q u e h a y q u e tratar según u n p r o c e d i m i e n t o ^íecmea/. Mittelstrass/M. P e r o el problem a estriba en esta equivalencia. Ventünfiiges Denken. p o d r í a llenar el espacio q u e q u e d a e n t r e la explicación p o r razones d e agentes individuales o cuasi individuales y la explicación d e los procedim i e n t o s históricos d e gran escala p o r fuerzas sociales n o individuales. d e los cálculos q u e h a n dirigido sus actividades. En s e g u n d o lugar. op.). Riedel (eds. Studien ZUT praktischen Pkilosophie und Wiísensckaftstheoñe (Berlín. la escala d e los f e n ó m e n o s q u e estudia la referencia a entidades d e carácter social.224 HISTORIA Y NARRACIÓN tribución al resultado final d e los individuos y d e los g r u p o s y. en o p o n e r ex- ^* Sobre este punto. finalmente. hay supercálculo. c o m o e n W. 237-268. dt. Henrik von Wñght^° L a crítíca del m o d e l o n o m o l ó g i c o da u n paso decisivo c o n la o b i a d e V o n Wright. N o así. La explicación históñca según G. Ya n o consiste. el a r g u m e n t o sólo tiene valor si se considera el p r o c e s o social c o m o equivalente a la s u m a d e los procesos individuales analizados e n t é r m i n o s intencionales y si se considera sencillamente "insensata" la distancia q u e los separa. q u e emplease los recursos d e inteligibilid a d d e la narración q u e p r o v i e n e n d e mimesis II. . Se trata. Georg Henrik v o n Wright. 1978). e n p r i m e r t é r m i n o . Dray. 2. cambios irreductibles a las variaciones del t i e m p o vivido p o r los individuos c o n s i d e r a d o s u n o a uno. Was atu Handlungen Geschichten mackt. a la d e sus cálculos. e n efecto. Q u e d a p o r ver si u n t r a t a m i e n t o "narratívista" d e la c o m p r e n s i ó n histórica. e n J. pp. la aparición d e efectos irreductibles a la s u m a d e las intenciones d e sus m i e m b r o s . S e g ú n vemos. p o r lo t a n t o . irreductibles a la s u m a d e sus individuos. fragmento p o r fragmento. Explanation and understanding. d e saber sí lo q u e distingue la explicación histórica del h e c h o p o r razones n o es. véase H e r m a n n Lübbe.'* E n u n a palabra: ¿cómo vincular procesos sociales a las acciones d e los individuos y a sus cálculos sin profesar u n "individualismo m e t o d o l ó g i c o " q u e d e b e p r o d u c i r t a m b i é n sus p r o pias cartas d e crédito? William Dray se limita a los recursos d e u n a teoría d e la acción p r ó x i m a a la q u e h e desarrollado en la p r i m e r a p a r t e c o n el título d e mimesis I.

q u e encuentra e n W. d e este m o d o . 30).^'^ Pero mientras q u e el modelo nomológico estaba c o n d e n a d o a negar cualquier valor exphcativo a la comprensión. e n Elizabeth A n s c o m b e . 1968). Considera u n signo favorable la orientación de la hermenéutica hacia las cuestiones d e len­ guaje: al disociar "comprensión" y "congenialidad". contribuya al acercamiento d e las d o s tradiciones. sin lograr ex­ plicar. 1964). Muestra. ia s e g u n d a defiende el pluralismo m e t o d o l ó g i c o . La segunda. ^' Von Wright tiene mny en cuenta la triple crítica dirigida contta esta dicoto­ mía. las operaciones intelectuales q u e actúan real­ m e n t e e n las ciencias h u m a n a s . da la p r i o r i d a d a la expli­ cación causal y mecanicista. al d o m i n i o d e la c o m p r e n s i ó n histórica. familiar a la tradi­ ción germánica. bien c o n o c i d o p o r sus trabajos d e lógica deóntica. V o n W r i g h t reen­ c u e n t r a esta antigua polaridad en la oposición. Dray. e n t r e verstehen (understanding) y erkláren (explana­ tion). 1957). The idea of social science (Londies. T i e n d e a u n i r explicación causal y d e d u c c i ó n teleológica d e n t r o d e u n m o ­ d e l o "mixto". destinada a explicar el m o d o más típico d e explicación d e las ciencias h u m a n a s y d e la historia. n o obstante. q u e se r e m o n t a a Galileo. Intention (Oxford. 1963): An essay in deoniic lo^c and íJ>egeneral theory of Qclion {Amsterdam. e n el u m b r a l d e su e m p r e s a . además. incluso a Platón. al q u e r e c o n o c e continua­ m e n t e u n a capacidad originaria d e a p r e h e n s i ó n con respecto al Nom and action {Londres. V o n Wright espera d e la filosofía d e Wittgenstein q u e tenga sobre la filosofía hermenéutica u n impacto igual al que ha t e n i d o sobre la filosofía analí­ tica y. N o es indiferente q u e el autor. dentro de Ja corrien­ te hermenéutica o diaicctico-hennenéutica. y e n Peter Winch. En la contemplación de estas influen­ cias cruzadas. La p r i m e r a exige la unidad del m é t o d o científico. la d e Gadamer e n particular. La p r i m e r a . la explicación p o r razones.'^ reconozca. u n vivo interés p o r las convergencias entre los desarrollos que quedan e n la esfera d e influencia de la filosofía analítica y las evoluciones paralelas que observa en el continente e u r o p e o . la d u a l i d a d d e las tradiciones q u e h a n p r e s i d i d o la formación de las teorías e n las disciplinas "humanistas y sociales". c o m o u n m o d e l o alternativo parcial. la nueva filosofía hermenéuti­ ca. la explicación cuasi causal.ALEGATOS ZN FAVOR DE LA NARRACIÓN 225 plicación causal a explicación p o r leyes y e n construir. IMWÍ and explanation in history (1957). hace d e la c o m p r e n s i ó n "una categoría m á s se­ mántica que psicológica" (p. aboga p o r la especificidad d e la explicación teleológica o fi­ nalista. q u e viene d e s d e Aristó­ teles. V o n W r i g h t p r o p o n e u n m o d e l o suficientemente fuerte para acercarse. . m e d i a n t e extensiones su­ cesivas del lenguaje inicial d e la lógica proposicional clásica.

espacios-de-estados fini­ tos. construcción. e n La narraüvité {París. ll. consiste p r e c i s a m e n t e e n esta a p r o x i m a c i ó n sin ane­ x i ó n del d o m i n i o d e la c o m p r e n s i ó n p o r u n m o d e l o n a c i d o del e m i q u e c i m i e n t o d e la lógica proposicional con ayuda d e la lógica m o d a l y d e la teoría d e los sistemas dinámicos. 43-50. Petit. e n t r e éstos. e n t r e los conjuntos d e esta­ d o s . V o n Wright induye la noción d e acontecimiento e n la d e estado d e cosas: "Un acontecimiento. . se podiía decir. 1980). implicados en sistemas físicos dinámicos. Nonn OTUÍ action. e n virtud d e la atracción ejercida so­ b r e él p o r u n a a p r e h e n s i ó n originaria d e sentido. d e u n m o d e l o más rico y co­ h e r e n t e c o n las exigencias teóricas d e este lenguaje y polarización t a m b i é n del m o d e l o teórico.L. la presuposición d e q u e los esta­ dos d e cosas lógicamente i n d e p e n d i e n t e s se c o m b i n a n e n u n nú­ m e r o finito d e estados. 12).^^ Decir aproximación es decir.226 HISTORU y NARRACIÓN s e n t i d o d e la acción h u m a n a . M e limitaré a u n escueta presentación del a p a r a t o lógico-for­ mal q u e g o b i e r n a la o b r a d e V o n Wright. pp. a la vez. u n espacio-de-estados y. la realización d e estos estados d e cosas e n m o m e n t o s d a d o s (espaciales o temporales). el d e V o n Wright extiende su d o m i n i o a las relaciones de condicionandad e n t r e estados anteriores y estados ulteriores. A diferencia del m o d e l o nomológico. 6. sec. lógicamente i n d e p e n d i e n t e s (el sol brilla. lo q u e constituye u n estado total o mundo posible. pp. es u n a serie d e estados sucesivos" (p. "La narrativité e t le concept d e Texplication e n histoire". •'^ JSxplaTUition and undentanding. p a r a nuestra p r o p i a in­ vestigación. El conjunto d e las presuposiciones se r e s u m e así: J. q u e se limitaba a super­ p o n e r a datos sin vínculo lógico i n t e r n o u n a ley q u e los cubra. alguien a b r e la p u e r t a ) . op. N o se trata d e r e p r o d u c i r aquí la a r g u m e n t a c i ó n q u e rige este paso d e la lógica proposicional a la de los sistemas físico-dinámi­ cos. cap. cit. p o r exten­ siones sucesivas del lenguaje inicial. I87ss. Esta extensión constituye la e s t r u c t u r a d e acogida p a r a la lógica d e t o d o el p r o b l e m a d e la c o m p r e n s i ó n . El p r o b l e m a estará e n saber si esta aproximación p u e d e ir hasta la reformulación lógica d e los conceptos subyacentes e n la c o m p r e n s i ó n histórica. El interés.. Justifica esta definición en su obra anterior.^^ Este a u t o r p r e s e n t a las siguientes presuposiciones: u n conjunto d e estados d e cosas^° genéricas. q u e sigue sien­ d o exterior al p r o c e s o p u r a m e n t e i n t e r n o d e e n r i q u e c i m i e n t o del m o d e l o . la posibilidad d e considerar.

Estas anexiones sucesivas regulan la formalización d e la lógica d e las condiciones y d e lo q u e el a u t o r llamará luego análisis camal. e n cierto estado. Constituye una especie dentro de una concepción más genera] de cómo el mundo está constituido. T. p u e d e n c o n t e n e r también el símb o l o r. e n t r e las q u e está e n m a r c a d a T. Podemos llamar a esta concepción general la de un atomismo lógico (p. q u e p e r m i t e n designar los fragmentos d e la historia del m u n d o e n los q u e el t é r m i n o history indica a la vez la sucesión d e los estados totales del m u n d o y las expresiones q u e describen esta situación. T a m b i é n hay q u e e n r i q u e c e r el cálculo d e l n e x o T: e n p r i m e r lugar. "algunas veces") y luego m e d i a n t e u n o p e r a d o r d e m o d a l i d a d M. Un mundo que cumple con esta condición podría llamarse i m mundo [según el] Tractatus. q u e p u e d e ser el m i s m o o distinto s e g ú n los casos" (p. se construyen cadenas d e estados m a r c a d a s e n c u a n t o a la sucesión. y luego —la p r ó x i m a ocasión—. Es el tipo de mundo pensado por Wittgenstein en su libro. El a u t o r lo hace d e la f o r m a más sencilla. y n o sé c ó m o contestar" (p." Se a ñ a d e u n interés particular c u a n d o se trata d e descripciones d e estados. 4 4 ) . y la p r ó x i m a ocasión. añad i e n d o u n a tense-lógk r u d i m e n t a r i a a su lógica proposicional d e d o s valores. si este miembro se realiza o no en esta ocasión. E n esta fase del análisis lógico apenas se ve q u é pasos h e m o s d a d o hacia la c o m p r e n s i ó n práxica e histórica. La expresión total afirma e n t o n c e s q u e el m u n d o se e n c u e n t r a a h o r a en cierto estado total.. Si t e n e m o s e n c u e n t a a d e m á s q u e p y q. La afirmación d e q u e el m u n d o en q u e estamos situados efectiv a m e n t e cumple c o n el m o d e l o . 45). m e d i a n t e u n cuantificador t e m p o r a l ("siempre". tiene lugar el estado q.A L E G A T O S E N F A V O R DE L A N A R R A C I Ó N 227 Admitamos que el estado total del mundo en un momento dado pueda describirse totalmente estableciendo. A falta d e los desarrollos q u e provienen d e este cálculo. el au- . q u e se r e d u c e a u n n e x o binario: "La expresión T q' se lee: " a h o r a tiene lugar el estado p. Al vocabulario d e ésta se a ñ a d e u n n u e v o símbolo. sigue s i e n d o " u n a cuestión p r o funda y difícil. para cualquiera de los miembros dados de un espacio-de-estados. El m o d e l o significa sólo q u e los estados d e cosas son los únicos "ladrillos d e la construcción ontológica" d e los m u n d o s q u e estudiábamos y q u e n o se considera la estructura interna d e estos ladrillos.. "nunca". La p r i m e r a extensión significativa concierne a la anexión al sistema d e u n princip i o d e desarrollo. 44).

e n este sentido. Decir q u e p es la condición necesaria d e q. cierto n ú m e r o d e etapas d e desarrollo y u n c o n j u n t o d e alternativas e n el paso d e u n a e t a p a a otra" (p. es decir. La fig u r a sólo c o m p r e n d e estados totales del m u n d o ( c o m p u e s t o d e n estados d e cosas elementales) r e p r e s e n t a d o s p o r p e q u e ñ o s círculos. siempre q u e se da p. n o hay q u e p e r d e r n u n c a d e vista q u e . pues. C o n s i d e r a n d o u n estado terminal. l u e g o u n a "historia" r e p r e s e n t a d a p o r u n a línea q u e u n e los círculos y. posibiUdades alternativas d e p r o g r e s i ó n . u n estado inicial. t e n i e n d o e n c u é n t a l a s alternativas . P o r lo tanto. 48). la idea d e sistema. Decir q u e p es la condición suficiente d e q. P o r formal q u e sea este m o d e l o . r e p r e s e n t a d a s p o r ramificaciones. finalmente.228 HISTORIA Y NARRACIÓN tor se Umita a u n m é t o d o cuasi formal d e exposición e ilustración p o r m e d i o d e simples figuras topológicas o árboles (p. 49). u n a progresión d e izquierda a d e r e c h a d e u n estado total a o t r o . e n el e n t e n d i m i e n t o d e q u e es la p r i m e r a la q u e tiene imp o r t a n c i a p a r a la c o m p r e n s i ó n . es decir. Dicha anexión concierne al estatuto d e la explicación causal e n referencia al análisis causal. La diferencia e n t r e los dos tipos d e condiciones es ilustrada p o r la disimetría d e los recorridos e n el sentido regresivo y progresivo. s i e m p r e q u e se d a q. El anáUsis causal es u n a actividad q u e r e c o r r e los sistemas e n forma d e árboles topológicos. viene definido p o r u n ámbito-de-espacios. se d a también q (p basta p a r a asegurar la presencia d e q). se i n t e r r o g a sobre las "causas" del desarrollo y d e la composición d e este estado terminal e n t é n n i n o s d e condiciones necesarias y suficientes. Así. sólo se refiere a " u n fragmento d e la historia del m u n d o " : "un sistema. reserva f u n d a m e n t a l m e n t e su posibilidad y exige su c o m p l e m e n t o . o liabría tenido. lejos d e excluir la intervención d e sujetos Ubres y responsables —ya se trate d e h a c e r u n plano o u n a e x p e r i m e n t a c i ó n física—. c u a n d o se habla d e sistema. ¿Cómo? H a c e falta e n este caso una segunda anexión. implica ya la m a r c a e n negativo d e t o d o s los desarrollos posteriores: la condición m á s fundam e n t a l d e la historia está constituida p o r esta "libertad d e movim i e n t o " —esta i n d e t e r m i n a c i ó n t e ó r i c a m e n t e ilimitada— q u e el m u n d o tiene. R e c o r d e m o s s u m a r i a m e n t e la distinción e n t r e condición necesaria y condición suficiente. si la lógica d e los sistemas físico-dinámicos q u i e r e alcanzar la c o m p r e n s i ó n originaria q u e t e n e m o s d e la acción y d e la historia. en cada fase del desarrollo. se d a también p (q p r e s u p o n e la presencia d e p).

q u e la condición a n t e c e d e n t e necesaria d e b e d e h a b e r s e p r o d u c i d o y buscam o s sus huellas en el p r e s e n t e . inferimos. e n el sentido d e que. En cambio. se r e s p o n d e e n t é r m i n o s d e condición necesaria. La condición clave es la d e cierre del sistema. V e m o s el avance e n dirección a las ciencias h u m a n a s l o g r a d o p o r el paso del análisis a la explicación causal y p o r la aplicación a esta última d e la distinción e n t r e condición necesaria y condición suficiente. exploramos las relaciones condicionales e n el interior del m i s m o . la estructura d e la explicación causal sobre lo q u e e n t e n d e m o s s e r orig i n a r i a m e n t e u n a acción (se observará que. El f e n ó m e n o d e intervención —que a c a b a m o s d e anticipar. mientras q u e en aquélla se d a la o c u r r e n c i a individual d e u n f e n ó m e n o g e n é r i c o (acontecimiento. c o n las relaciones internas condicionales d e u n sistema. sino la retrodicción. a saber. p r o c e s o . e n biología y también. ipoT qué tal u p o d e estado ocurrió necesariamente?. e n esta fase. teoría d e la acción y teoría d e la historia se recubren). u n sistema n o p u e d e decirse c e r r a d o m á s q u e ocasionalmente. Estamos en condiciones d e d a r el paso decisivo. del q u e el a g e n t e tiene u n a c o m p r e n s i ó n inmediata. c o m o sucede e n cosmología. a p a r t a r e impedir— exige semejante articulación en el sentido d e q u e la intervención une el poder-hacer. p e r o n o suficiente. a contrapelo del t i e m p o . La relación d e condición suficiente rige la manipulación (al p r o d u c i r jí>. e n ciertas explicaciones históricas. a la p r e g u n t a : ¿cómo h a sido posible q u e o c u r r a tal tipo d e estado?. al hablar d e p r o d u c i r y d e h a c e r q u e ocurra. La explicación causal difiere del análisis causal en q u e e n éste. q u e proviene del análisis causal. las explicaciones del s e g u n d o g r u p o n o autorizan la predicción. estado) y b u s c a m o s d e n t r o d e q u é sist e m a p u e d e relacionarse este f e n ó m e n o genérico —el explanandum— con o t r o según cierta relación condicional. d a d o u n sistema. A la p r e g u n ta. se respond e e n t é r m i n o s d e condición necesaria. se consigue q u e q t e n g a lugar). En la explicación del p r i m e r g r u p o . para una ejeraplificación dada: se d a u n a . p a r t i e n d o del h e c h o d e q u e algo h a acontecido. c o m o d i r e m o s m á s adelante.A L E G A T O S EN FAVOR DE LA N A R R A C I Ó N 229 abiertas p o r las ramificaciones. la relación d e condición necesaria rige el i m p e d i m e n t o (al descartar se impid e aquello d e lo q u e p es u n a condición necesaria). la predicción es posible. La originalidad d e Explanation and understanding consiste e n buscar e n la p r o p i a estructura d e los sistemas la condición d e la intervención. En efecto. e n geología.

p o d e m o s perfectamente dejar q u e el m u n d o cambie sm n u e s t r a inteivención.. sin esta certeza d e q u e p o r n u e s t r a intervención p o d e m o s p r o d u c i r cambios en el m i m d o . N o se produciría n i n g u n a acción y. Llegamos así a u n p u n t o irreductible. La acción realiza o t r o tipo i m p o r t a n t e d e cierre: u n a g e n t e a p r e n d e a "aislar" u n sistema cerrado d e su e n t o r n o y desc u b r e las posibilidades d e desarrollo i n h e r e n t e s a este sistema. Estoy seguro d e q u e p u e d o . Este h e c h o constituye la intervención e n la intersección d e u n o d e los p o d e r e s del a g e n t e y de los recursos del sistema. en n i n g u n a e t a p a del sistema. s e g ú n u n o d e sus posibles cursos d e desarrollo p o r m e d i o de n etapas dadas. tiene condición suficiente a n t e c e d e n t e f u e i ^ del sistema. El agente a p r e n d e eso al p o n e r cii m o v i m i e n t o el sistema a p a r t i r d e i m estado inicial q u e él "aisla".. Esta certeza n o se apoya en u n a relación condicional. 60).230 HISTORIA Y N R A I N A R CÓ ocasión — o u n a secuencia de ocasiones— allí d o n d e su estado inicial se p r o d u c e . e n la m e d i d a en que hace algo. a m e n o s q u e n o s o t r o s lo c a m b i e m o s e n a. ¿ C ó m o se realiza esta intersección? W r i g h t r e s p o n d e c o m o sigue. H e m o s a d m i t i d o q u e <^ n o se c a m b i a r á en a a n o ser q u e nosotros lo h a g a m o s cambiar" (p. A la inversa. poniendo en práctica repetidas veces el sistema por medio de aclos consistentes en ¡jroducir su estada inicial. sobre la base d e la p a s a d a experiencia. por una parte.6 4 ) . . E n esta fi-asc se contiene t o d a la teoría d e la intervención. Así: aprendemos a aislar un fragmento de liistoria del mundo para hacer de él un sistema cerrado y llegamos a conocer las posibilidades (y las necesidades) que rigen los desarrollos internos a un sistema [. .. °° indica m á s bien la i n t e m i p c i ó n de la cadena: ". Y a d m i t a m o s q u e esto es algo q u e podemos hacer" (p. d e q u e no se transformará e n el estado a. Entre los posibles tipos de cierre podencos citar la sustracción d e u n sistem a a influencias causales exteriores: n i n g ú n estado. Sea a el estado inicial d e u n sistema e n u n a ocasión dada: " s u p o n g a m o s ahora q u e hay i m estado °^ tal q u e estamos convencidos.]. y luego observando ("pasivamente") las sucesivas etapas de su desarrollo. y el sistema se manifiesta. "con la i d e a d e po- . y por otra. V o n Wright p u e d e afirmar con razón que. n o se h a r í a n i n g i m a experimentación científica.. comparaíido estas etapas sucesivas con los desarrollos de sistemas procedentes de estados iniciales diferentes (pp. 6 5 . sobre t o d o . 61).

^ Arthur Danto. "What can wc do?". en lílfimo t é r m i n o . . la acción d e p o n e r e n m o ­ vimiento u n sistema. llamadas p o r D a n t o "acciones d e base". Volveremos so­ bre este problema d e los usos d e la idea de causa e n sentido rüstinto d e H u m e en el capítulo 3 d e esta parte. éste es. e n c u a n t o q u e ésta relata acciones. ya se trate d e lo que haría falta producir para obtener el efecto. en American Philosopkical Quarterly 2 (1965). En este senti­ d o . Restablece c o n ello u n a d e las significaciones m á s antiguas d e la idea d e causa. pues. El autor se acerca así a la descrip­ ción d e la causa c o m o "mango" {kandU) hecha por Collingwood. R a y m o n d A r o n y Maurice Mandel­ baum.A E A O E F V R D L\ N R A I N LGT S N AO E A R CÓ 231 n e r e n práctica sistemas. Las consecuencias metafísicas d e la idea d e intervención s o n im­ p o r t a n t e s y c o n c i e r n e n i n d i r e c t a m e n t e a la historia. 64). e n lo q u e llama­ m o s gustosamente causa. La acción n o es. V o n W r i g h t a d o p t a las disfinciones introducidas p o r A. identifica el estado inicial del sistema c o n el resultado d e la acción. cuya huella h a conservado el lengua­ je. i n d u s o despojada d e cualquier interpretación antropomórfica. Y si duda^' Además. c o n los usos analógicos y abusivos d e la idea d e causa c o m o la d e u n a g e n t e responsable. Aiiora bien: el vínculo e n t r e la acción d e base y su resultado es in­ trínseco. la causa d e su resultado. u n a p a r t e d e la acción. concebir una relación entre acontecimientos e n términos de causalidad es concebirla bajo el ^ j j e c t o d e la acción posible. ya de lo que es necesario suprimir para hacerlo desaparecer. consen'a un vinculo implícito con la acción humana. P o d e r h a c e r —diremos— es ser libre: "En la 'carrera' e n t r e la causalidad y el obrar. las nociones d e acción y d e causalidad se u n e n " (p. Danto. distingue e n t r e hacer algo (sin t e n e r otra cosa q u e h a c e r m i e n t r a s tanto) y hacer que algo acontezca (haciendo algo distinto).^^ C o m o éste. con Max Weber. r e d u c i d a a u n a acción d e base. Es u n a contr?dicción e n los términos decir q u e el o b r a r p u e d a caer cautivo totalmente e n la r e d d e la causalidad" (p. éste g a n a r á s i e m p r e . En este s e n ü d o . lo o c a s i o n a d o es su consecuencia" (p. ciencia p u e d e luchar. e n el pri­ m e r tipo d e acciones.^^ C o n respecto a la estructura lógica d e hacer algo. L causalidad. 67). sin d u d a . lógico y n o causal (si se retiene del m o d e l o h u m a n o la i d e a d e q u e la causa y el efecto son l ó g i c a m e n t e extrínsecos). en The foumal of fíiilosophy 6 0 (1963). p u e s la interferencia en el sistema descansa. Se decide a afirmar: "Lo h e c h o es el resultado d e u n a acción. este uso tiene su origen e n la idea d e hacer algo y d e intervenir int e n c i o n a l m e n t e en el curso d e la naturaleza. en el senü­ d o n o causal d e ía palabra resultado. "Basic actions". La distinción es i m p o r t a n t e . m á s bien. 81).

sin j a m á s alcanzarla. q u e tienen el carácter d e sistema c e r r a d o . e n este sentido. c o m o sugiere el texto citado.232 HÍSTORL^ Y NARRAaÓN m o s d e ello es. las cosas q u e h a c e m o s q u e o c u r r a n y. El avance t o m a d o p o r la acción sobre la causalidad. y las d e m á s . e n p r i m e r lugar. L a aproximación. p o r las q u e h a c e m o s de modo que algo ocurra. con D a n t o h e m o s distinguido las acciones d e base. aquello q u e implica la convicción d e q u e u n agente tiene p o d e r d e hacerla? Parece q u e n o . es definitivo. p o r q u e t o m a m o s p o r m o d e l o los f e n ó m e n o s d e desajuste y d e incapacidad m á s q u e las intervenciones logradas. las cuales descansan en la certeza íntima q u e tenem o s d e p o d e r obrar. p o r las q u e h a c e m o s algo sin q u e intervenga u n a acción intermediaria. D e t e n g á m o n o s en esta fase d e la d e m o s t r a c i ó n . Se h a b r á observado que. ¿Tendría fund a m e n t o decir q u e la teoría d e los sistemas dinámicos p r o p o r c i o n a u n a reformulación lógica d e lo q u e ya h e m o s c o m p r e n d i d o q u e es u n a acción en el sentido fuerte del t é r m i n o . del q u e t e n e m o s u n a c o m p r e n s i ó n tan originaria c o m o la del poder-hacer: la q u e t e n e m o s del carácter intenciona! d e la acción. La acción. las q u e c o n s e g u i m o s q u e haga o t r o . La capacidad d e p o n e r e n práctica los sistemas p r o d u c i e n d o sus estados iniciales es u n a c o n d i c i ó n d e su cierre. La expUcación causal corre tras la convicción del poder-hacer. q u e . en su acercam i e n t o al c a m p o histórico. estaba c o n t e n i d o implícitamente e n el anáUsis anterior del "hacer". Olvidamos q u e las relaciones causales son relativas a fragmentos d e la historia del m u n d o . Vamos a ver q u é extensión del modelo suscita esta a p r e h e n s i ó n originaria d e sentido y a preguntarn o s si la aproximación nueva q u e esta extensión suscita p u e d e . e n t r e eUas. En efecto.h a c e r p o r q u e extrapolamos a la totalidad del m u n d o las secuencias regulares q u e h e m o s observado. D u d a m o s d e n u e s t r o libre p o d e r . p o r o t r o f e n ó m e n o . sólo se h a c o n s i d e r a d o a la teoría d e la historía c o m o u n a m o d a l i d a d d e la teoría d e la acción. Esta certeza n o p r o v i e n e d e los saberes adquiridos q u e se apoyan e n no-poderes. sino la reducción progresiva d e l intervalo q u e p e r m i t e a la teoría lógica explorar la frontera q u e tíene en c o m t í n c o n la c o m p r e n s i ó n . O más bien. n o h e m o s distinguido teoría d e la acción y teoría d e la historia. pues. La extensión del m o d e l o lógico inicial se guía. e n cierto sentíd o . n o es u n a reformulación lógica sin más. está implicada en el d e s c u b r i m i e n t o m i s m o d e las relaciones causales. es decir. en el análisis del f e n ó m e n o d e intervención.

del "de m o d o que. A considera q u e n o p u e d e d a r lugar a j!). segmentos d e auténtica explicación teleológica. su unidad está constituida p o r la s u b s u n c i ó n bajo u n a m i s m a intcTición.A E A O EN F V R D L \ N R A I N LGT S AO E A R CÓ 233 apoyarse e n u n a reformulación lógica integi-al d e la c o m p r e n s i ó n del carácter intencional d e la acción. sino teleológico" (p. Basta. la conclusión d e la inferencia . descubrimos u n a nueva relación e n t r e c o m p r e n d e r y explicar. 69).. se verá luego q u e la historia presenta explicaciones cuasi causales q u e e n c u b r e n en u n vocabulario causal.. A ñ a d i r la explicación teleológica a la explicación causal lo suscita la lógica del "con objeto de. A se d i s p o n e a hacer o... Los f e n ó m e n o s d e adaptación. Descartem o s el caso d e la explicación cuasi teleológica. considerar la explicación teleológica c o m o u n a ded u c c i ó n práctica invertida. Ésta se expresa así: A se p r o p o n e d a r lugar a p. La cuestión q u e se plantea es saber hasta q u é p u n t o la lógica d e la explicación teleológica explica lo q u e ya se h a c o m p r e n d i d o c o m o intención. sino u n a intención a u n a explicación teleológica. y e n general las explicaciones funcionales en biología y e n historia natural. e n el s e n t i d o establecido del ténnino. Ya n o se trata d e i n c o r p o r a r u n " p u e d o " a u n e n c a d e n a m i e n t o causal. e incluso d e s d e ñ a hacer). n o están unidas p o r u n vínculo causal. P o r lo tanto. La tesis d é V o n W r i g h t a q u í es ésta: la intención n o p u e d e tratarse c o m o u n a causa d e la c o n d u c t a e n el sentido d e H u m e . p a r a la q u e el vínculo e n t r e u n a razón d e o b r a r y la p r o p i a acción es u n vínculo intrínseco y n o extrínseco: "Se trata d e u n m e c a n i s m o motívacional y. V o n Wright a d o p t a la tesis llamada del " a r g u m e n t o d e la conexión lógica". c o m o o c u r r e c u a n d o d e c i m o s q u e u n a fiera es atraída p o r su presa o q u e u n cohete es a t r a í d o p o r su blanco. p a r a q u i e n la causa y el efecto son lógicamente i n d e p e n d i e n t e s e n t r e sí. E n la explicación teleológica. q u e se refiere precisamente a las c o n d u c t a s del tipo d e la acción (action-like). definida p o r la cosa q u e el a g e n t e tiende a h a c e r (o se abstiene.". q u e n o es m á s q u e u n a explicación causal encubierta. Las fases d e la acción. La terminología teleológica n o p u e d e disimular el h e c h o d e q u e la validez d e estas explicaciones descansa íntegram e n t e en la verdad d e las conexiones causales. n o causal.". provienen d e este tipo d e explicación. a n o ser q u e h a g a a. e n su aspecto exterior. Invers a m e n t e . p a r a lograrlo. al ser así. Al igual q u e antes e n el análisis d e la intervención.

í c ó m o descubrimos q u e su conducta es d e aquellas cuya causa se s u p o n e ser la intención? Et argumento. n o haría falta u n a lógica del silogismo práctico si n o la suscitase la apreh e n s i ó n i n m e d i a t a d e sentido q u e descansa e n el carácter intencional d e la acción. e n la m e d i d a e n q u e la explicación teleológica se aplica a objetos r e m o t o s d e u n a intención. d e m o d o convincente p o r sus predecesores. De igual m o d o q u e . e n U m e d i d a e n q u e la descripción intencional es exigida p a r a constituir la p r e m i s a d e la d e d u c c i ó n práctica. q u e son alcanzados p r e c i s a m e n t e al t é r m i n o d e la d e d u c c i ó n práctica. la acción salía s i e m p r e ganadora. la p r i m e r a gana siempre? V o n Wright n o está lejos d e recon o c e r l o : "Para hacerse explicable d e m o d o teleológico. P o r o t r o . p u e s sólo la d e d u c c i ó n práctica h a c e pasar d e la descripción intencional a la explicación teleológica p r o p i a m e n t e dicha. e n la carrera e n t r e la interpretación intencional d e la acción y la explicación teleológica. extrínseca— n o ha sido presentado. la descripción intencional n o constituye m á s q u e la f o r m a r u d i m e n t a r i a d e la explicación teleológica.. "Para hacerse explicable d e m o d o teleológico. 121). P o r lo tanto. entonces. d e conclusión: A se dispon e a h a c e r a " p o r q u e " A se p r o p o n e d a r lugar a ^ . "Intencional" y "teleológico" son. El problema es doble: ¿ C ó m o —preguntaremos— nos cercioramos d e que u n agente tiene u n a intención determinada? Por otra parte. pues. 121). YA argiunento q u e V o n Wright llama el "de la c o n e x i ó n lógica" —por o p o s i c i ó n al d e la c o n e x i ó n causal n o lógica. ¿no es necesario decir q u e . Los d o s t é r m i n o s se r e c u b r e n . e n la c a r r e r a e n t r e la exp e r i e n c i a viva d e o b r a r y la explicación causal.234 HISTORIA Y NARRACIÓN práctica sirve d e premisa. la c o n d u c t a m e n c i o n a d a e n la conclusión d e b e ante t o d o c o m p r e n d e r s e d e m o d o intencional" (p. pues. Se distinguen. V o n Wright plantea ei problema e n términos d e verificación. es la inferencia práctica la q u e hay q u e considerar. Charles Taylor y Malcolm. es éste: Si . s e g ú n él.. t é r m i n o s q u e se rec u b r e n sin identificarse. V o n Wright llama intencional a la descripción c o n la q u e se enuncia la acción q u e hay q u e explicar. a la p r o p i a explicacién q u e p o n e e n j u e g o la d e d u c c i ó n práctica. y teleológica. P o r u n lado. la conducta m e n c i o n a d a en la conclusión [del silogismo práctico] d e b e a n t e t o d o c o m p r e n d e r s e d e m o d o intencional" (p.. Y a ñ a d e : "La explicación teleológica d e la acción va p r e c e d i d a n o r m a l m e n te d e u n acto d e c o m p r e n s i ó n intencional aplicado a u n a conducta d a d a " (p. y su mayor. A n s c o m b e . Dejo d e lado el largo análisis por el que V o n Wright intenta peri"ecdonar la teoria d e la deducción práctica nacida d e Aristóteles y reanudada e n la época m o derna por E.

Por consiguiente. se excluye adoptar al m i s m o tiempo las d o s explicaciones: así. n o p e r m i t e distinguir la historia d e la acción. Dejo d e lado la discusión concerniente a la compatibilidad entre explicación teleológica y explicación causal. hacer que suceda la misma cosa e n la misma ocasión. P e r o este aserto valía p a r a t o d o m u n d o posible q u e cumpliera con los criterios d e u n "Tractatus-world". pues. cuando actúo. En cambio. e n lo que se refiere a la explicación causal. si se p u e d e h a b l a r así. la verdad del argumento d e la c o n e x i ó n lógica consiste e n esta mutua d e p e n d e n c i a entre la verificación d e las premisas y la d e las conclusiones e n los silogismos prácticos" (p. 114). n o h e m o s explicado todavía lo q u e distingue la teoría d e la historia d e la d e la acción. N o resumiré la demostración d e esta relación circular. Irreductibles u n a a otra. De h e c h o . nadie p u e d e observar las causas d e los resultados d e sus propias acciones d e base. S ó l o m e refiero a ella e n la medida e n q u e el arg u m e n t o confirma la irreductibilidad de la primera a la segunda. p e r o compatibles entre sí. . dejo que sucedan las cosas. ¿hemos alcanzado la c o m p r e n s i ó n d e la historia q u e yo vinculo a la inteligencia narrativa?^^ E n realid a d . Al n o tener las d o s el m i s m o explanandum. h a g o q u e sucedan. la explicación causal y la explicación teleológica se fusionan e n el sentido que atribuimos a la acción: "Cabría decir que la base c o n c e p tual d e la acción es. los cambios que sobrevienen e n mi cerebro. A h o r a bien. 130). 116). e n ima pantalla. nuestra convicción d e que únicamente tendrán lugar determinados cambios c u a n d o lleguemos a actuar" (p. p o r sí sola. e n el sentido c o n c r e t o d e story. entonces la intención y la acción n o serán independientes lógicamente: "A mí entender. El silogismo práctico sólo h a p e r m i t i d o alargar. si hablamos d e la explicación teleológica. sólo a p a r e c e u n a vez e n el análisis d e la explicación teleológica. el u s o y la c o m p r e n s i ó n del lenguaje suresulla q u e n o p o d e m o s responder a la primera cuestión sin responder a la segunda. el p u n t o d e m i r a intencional d e la acción. nuestra ignorancia (no-conciencia) d e la interv e n c i ó n d e las causas. n o p u e d o al m i s m o tíempo levantar mi brazo y observar. 49). e n el sentido dado anteriormente a la palabra resultado. por ejemplo. al m i s m o tiempo. P o r eso la explicación teleológica. ambas explicaciones son compatibles. El t é r m i n o "historia". una conducta intencional. El a r g u m e n t o consiste esencialmente e n decir q u e las dos explicaciones n o tienen e n i s m o explajiandum. Se i n t r o d u c e así: Se p u e d e observar con Wittgenstein q u e la c o n d u c t a intencional se p a r e c e al u s o del lenguaje —"Es u n gesto p o r el q u e significo (mean) alg o " (p. una contradicción e n los términos dejar que suceda y.A E A O E F V RD L N R A I N L G T S N A O E A A R CÓ 235 Puntualicemos u n a vez más: Al c o m p l e t a r la explicación causal p o r la explicación teleológica. q u e n o es necesaria para nuestro caso. Es. d e u n a parte. Cuando observo. se trata d e f e n ó m e n o s colocados bajo descripciones diferentes: movim i e n t o s corporales. hasta a h o r a h e m o s h a b l a d o d e historia sólo e n u n sentido s u m a m e n t e formal: u n sist e m a —hemos dicho— es " u n fragmento d e la historia del m u n d o " (p. y d e otra.

con establecer la equivalencia e n t r e intencionalidad y explicación teleológica p a r a d a r razón d e la explicación e n historía. V o n W r i g h t i n t r o d u c e el c o n c e p t o de explicación cuasi causal p a r a acercarse u n paso más al estatuto particular de la explicación en historia. dependientes demasiado exclusivamente del m o d e l o hempeiiano. s u b o r d i n a d o a otros ü p o s de expUcación" (p. fie] e n esto a Wittgenstein.^RRAaÓN p o n e n el contexto de u n a c o m u n i d a d lingüística. en costumbres e instituciones". P e r o la explicación es sólo cuasi causal p o r dos razones. Von Wright. 200-201). 135). e n u n sentido característico. pues. Esta referencia al contexto d e la acción es la q u e exige la observación d e q u e "la intencionalidad d e la c o n d u c t a es su lugar en u n a historia {storf) q u e concierne al a g e n t e " (p. si hay lugar para explicaciones d e tipo causal. pues. 115). en razón de la posible confusión entre las categorías causales. q u e es u n a com u n i d a d de vida. D e ello se d e d u c e q u e n o p o d e m o s c o m p r e n d e r o explicar teleológicamente u n a c o n d u c t a q u e n o s sea c o m p l e t a m e n t e extraña.2S En una importante nota (pp. Parece más bien q u e la historia constituye. q u e n o es el único m o d o de explicación. T a m b i é n hay q u e d a r u n equivalente lógico al n e x o d e la intención con su contexto. "este lugar es peculiar y. Razón positiva: el s e g u n d o enunciad o ü e n e u n a estructura teleológica implícita: el motívo de la sublevación del p u e b l o era quitarse de e n c i m a el mal que padecía.236 HISTORIA Y N. la relación entre la explicación cuasi causal y la teleológica? Digamos. d e s d e el p u n t o de vista explicativo. . que. "Una intención —leemos e n las Investigaciones filosóficas (sección 337)— está engarzada en su situación. e n p r i m e r lugar. Una cosa es preguntarse si la terminología causal es apropiada para la historia y otra si tal categ o i i a causal se aplica a esta disciplina. Así. está h e c h o de todas las circunstancias y d e todos los efectos n o q u e r i d o s de la acción. en historia. u n g é n e r o e n t r e v e r a d o . De u n m o d o general. Ejemplo: el p u e b l o se sublevó p o r q u e el g o b i e r n o estaba c o r r o m p i d o . ¿Cuál es. se resiste a cualquier reforma lingüística que quisiera excluir la lemiJnoJogía causal de ta historia. N o basta. Razón negativa: la validez de los dos e n u n c i a d o s n o r e q u i e r e —como en la explicación causal y e n la cuasi teleológica— la verd a d d e u n a conexión causal. la explicación cuasi causal es de la f o r m a d e "esto sucedió p o r q u e " . La explicación se llama causal p o r q u e el explanans se refiere a u n factor que h a p r e c e d i d o al explanandum.

ai-quitectura.ale. m á s allá del efecto material. pues. ¿cuál fiíe la causa de su destrucción. explicación sólo es histórica si r e c u r r e a la acción (urbanismo. dcirás d e la causa material. entenrlidos en u n senüdo distinto a H u m e . "la función d e l. El explanans es también una causa en sentido de H u m e : los m e d i o s materiales e m p i c a d o s en la consüiicción.ALEGATOS EN FAVOR D LA NARRACIÓN E 237 Existen d o s ripos principales d e explicación causal: la explicación e n términos de condiciones suficientes (¿por q u é tal tipo d e estado aconteció necesariamente?) y la explicación e n t é n n i n o s de condiciones necesarias (¿cómo lia sido posible.i explicación causal p r o p i a m e n t e dicha es vincular las causas hum e a n a s d e su explanans con los efectos n o humeano. Pero 1. económicas y culturales del desastre. E n seguida p r e s e n t a m o s la explicación e n téirninos d e condiciones necesarias: ¿Cómo han p o d i d o los habitanles d e esta ciudad consUiíir un. La ex|:)licación histórica p r e t e n d e unir esta causa y este efecto.'.s d e explicación causal a otros tipos d e explicación p u e d e mostrarse del m o d o siguiente. La subordinación d e estas dos forina. 137). Pero este fragmento d e c x p ü r a d ó n causal n o es..?). Proviene sólo indirectamente d e ella. t m a inimdación o ima invasión? T e n e m o s u n a causa e n el sentido d e H u m e . y u n efecto e n el m i s m o sentido. se desairollan las consecuencias políticas. en c u a n t o que. Entonces.s? El explanandum es u n efecto en sentido d e H u m e : estos m u r o s q u e se m a n t i e n e n e n pie. etc. se perfila im s e g i m d o p l a n o de rivalidades políticas e n t r e ciudades y en c u a n t o que.. 137): explicación histórica causa en sentido disiintu al d e H u m e efecio e n sentido distinio al de H u m e i causa en sentido de H u m e i efecto e n sentido d e H u m e explicación caujal .).s de su explanandum" (p.i5 murallas tan coJo. Sean las r u i i ^ d e i m a ciudad. e n . o t r o acontecimiento físico (la conquista considerada c o m o a g e n t e físico). u n acontecimiento fi'sico.sí misma. el explananduvi es el resultado de esta acción F-sre primer tipo puede esqucmarizar^i^ así (p. incumbencia de la bistoria. En este p r i m e r tipo.

estos hechos constituyen situaciones nucv. 143): premisas pi^cticas eiphxiviiis ^ ^ explojiaiidum . ücno muchas ramificaciones e n ella. la expliaición es. de forma causal. la cual imfjlica también i m segmento n o r e g u l a d o (causal). Estos cursos d e motivacion e s d e b e n esquematizarse p o r m e d i o de otras tantas deducciones práctica'^. 138): acción explanan! (antecedente causal) exfiUtmmd-um (resultado de la . q u e e n g e n d r a n hf rho. q u e la causa y el efecto s o n lógicamente i n d e p e n d i e n t e s . E n este sentido. La respuesta a la p i e g i u i t a ¿por qué?. Poro la mediación verdadera se gai-zUifiza m e d i a n t e todos los cursos de modvaciones q u e afectan a todas Las partes implicadas.icción) explicai:ión causa! La explicación cuasi causal puede esque malí rar se así (p. ésfo^ aprecian su situación al Íncoq>orar el h e c h o realizado a las premisas de sus nuevas d e d u c c i o n e s prácticas. las cuales. e n g e n d r a n nuevos hechos. es decir. U n a vez m á s . q u e los d o s acontecimientos se consideran d i f e r e n t e s . El ejemplo p r e s e n t a d o a n t e r i o r m e n t e (el p u e b l o se sublevó p o r q u e su gobierno estaba c o r r o m p i d o ) encubre la complejidad real de la látior del lústoriador. a su vez.^' La ex-plicación cuasi causal es singularmente m á s compleja q u e las p r e c e d e n t e s . la explicación causal es u n segmento d e la exjilicación histórica. sin duda.A-s para t o d o s los agentes.s nuevos (en virtud del vínculo q u e existe —segiin h e m o s dicho— entre i n t e n c i ó n y acción e n el silogismo práctico). p o r necesidades del arg\imento. T o m e m o s la tesis q u e afinna quf la p ñ m f r a guerra m u n d i a l estalló " p o r q u e " el a i x h i d u q u e de Austria fue asesinado e n Sarajevo en julio d e 1914.2'iB HISTORIA V NARRACIÓN e n el scníido ya dicho de q u e el resultado d e la acción n o es u n efecto h u m a n o . ¿ Q u é clase de exjjlicación se asimie c o n esta afirmación? A d m i í a m o s . q u e afectan a Este segundo tipo puede esquematizarse así (p.

Esta última n o r e c u b r e más q u e los segmentos p r o p i a m e n t e teleológicos del m o delo "mixto": causal-ieleológico. Sin duda.ALEGATOS EN FAVOR DE LA NARRACIÓN 239 las premisas d e las nuevas deducciones prácticas efectiaadas p o r las distintas parles e n presencia. p e r m i t e incluir e n el m o d e l o mixto la referencia d e la historia a acciones h u m a n a s . p r e c i s a m e n t e d e la creada p o r la teoría aristotélica del silogismo práctico. la explicación cuasi causal restablece correctam e n t e varios caracteres específicos d e la expUcación e n historia. c o m o historiador. los segmentos teleológicos del e s q u e m a explicativo m u e s t r a n d e h e c h o q u e es razonable interrogarse. e n cambio. 142). En este sentido.^^ La explicación cuasi causal se p r e s e n t a así m á s compleja q u e la explicación p o r razones en el sentido d e W. p o d e m o s p r e g u n t a m o s si. cuya significación e n c u a n t o acción es atestiguada p o r la convicción q u e el p r o p i o agente tiene d e p o d e r h a c e r lo q u e h a c e . Dray. la explicación cuasi causal. cuya descripción completa induye el incidente d e Sarsyevo? La discusión n o tendria fm si perdiésemos d e risia que u n acontecim i e n t o es dependiente o independiente siempre bajo determinada descripción. ¿no es u n término d e "coligación". i E n cambio. P e r o sí es v e r d a d q u e estos segmentos d e d e d u c c i ó n n o se r e d u c e n a conex i o n e s nómicas. Mandelbaum n o s recordaría e n este m o m e n t o q u e este uso atoniísdco de la causalidad proriene d e la comprensión global d e procesos ininterrumpidos. la explicación cuasi causal es tributaria de u n a descripción paiticularmente analítica de los acontecimientos. el m o d e l o expresa la necesidad d e c o o r d i n a r estos núcleos d e poder-hacer y estos segmentos d e ded u c c i ó n práctica con s e g m e n t o s n o práxicos y n o leleológj'ios d e tipo p r o p i a m e n t e causal. la conjunción e n t r e la explicación causal y la teoría d e la acción. pese al e x t r a o r d i n a r i o esfuerzo p o r vincular los diversos m o d o s d e expUcación a u n mo- 2 ^ La independencia de los dos acontecimientos —observa V o n W r i ^ t — es discutible si el acontecimiento descrito es que la primera guerra mimdial "estalla". que afectan'a entidades continuas del tipo d e la nación (véase infra. . Es cierto q u e estos s e g m e n t o s p r o v i e n e n "de u n conjunto d e e n u n c i a d o s singulares q u e constituyen las premisas d e deducciones prácticas" (p. cap. sobre las intenciones d e los actores d e la historia e n los t é r m i n o s d e una deducción práctica q u e deriva d e u n a lógica específica. 3 d e esta misma parte). A d e m á s . Finalmente. n o se red u c e a la reconstrucción d e u n cálculo c o m o en la explicación p o r razones. E n r e s u m e n . E n p r i m e r lugar. gracias al f e n ó m e n o d e intervención.

del cual las ideologías señalan la i m p o r t a n c i a y quizá el carácter ineludible. etc. 145).240 HISTORIA Y NARRACIÓN délo lógico d e gran potencia. A m i juicio. el camp o d e motivación c o n t i e n e factores tan inconexos c o m o ó r d e n e s . C o m o es imposible igualmente p r o b a r l o p o r razones a priori o refutarlo sólo sobre la base d e la experiencia. razones d e obrar). E n realidad. la t r a m a " c o m p r e n d e " . resultados n o queridos. Parece q u e falta u n factor d e integración. sanciones. p a r a integi^ar e n la explicación histórica variables m á s num e r o s a s q u e las consideradas p o r V o n Wright y p a r a conferir a t o d o s estos m o d o s explicativos la u n i d a d d e u n estilo. La frontera e n t r e explicación científica e ideología aparece a q u í bien frágil p o r falta d e u n esfuerzo. sin q u e se p u e d a decir cuáles son "causas" y cuáles "efectos". q u e ella es a la explicación cuasi causal lo q u e la garantía del poder-hacer era a la intervención del agente e n el sistema n ó m i c o y lo q u e la intencionalidad a la explicación teleológica? ¿No es igualmente necesario . tecnología. se h a n p r o p u e s t o al m e n o s tres esquemas d e explicación histórica. q u e a ñ a d e n u n a explicación a la dispersión. y factores "internos" (motivos. en u n a totalidad intehgible. p o d e m o s p r e g u n t a r n o s sobre lo q u e garantiza la u n i d a d e n t r e los segmentos n ó m i c o s y los teleológicos d e n t r o del e s q u e m a d e conjunto: esta discontinuidad e n el interior del m o d e l o . se h a llegado a distinguir e n t r e factores "externos" (clima. lleva a p r e g u n t a r s e si n o falta u n hilo c o n d u c t o r del o r d e n d e la c o m p r e n s i ó n p a r a conseguir unificar los segmentos nómicos y los teleológicos d e la explicación cuasi causal. los tipos d e explicación n o están m á s dispersos q u e n u n c a . En efecto. ¿No se p u e d e decir. u n factor i m p o r t a n t e d e dispersión surge e n el p l a n o causal: e n u n a c e r c a m i e n t o p r o p i a m e n t e analítico. e n su p r e s e n t a c i ó n m á s elemental.. A p e n a s se ve c ó m o estas causas h e t e r o g é n e a s se i n c o r p o r a n a las p r e m i sas d e los silogismos prácticos. presiones normativas. P o r su p a r t e . i m p e d i m e n t o s . u n i d a a los d e m á s factores d e dispersión d e la explicación evocada al m o m e n t o . q u e sólo se e n c o n t r a r á e n H a y d e n White.). p u e s . circunstancias. etc. sin p r o b a r c ó m o los dos p r i m e r o s se incorpor a n al tercero. P a r a a t e n e m o s al m o d e l o d e la explicación cuasi causal. Además. señales d e a u t o r i d a d . interacciones. este hilo c o n d u c t o r es la t r a m a en c u a n t o síntesis de lo heterogéneo. hay q u e confesar q u e "la prim e r a m e d i d a d e su verdad reside e n su fecundidad" (p. fines. Se roza aquí la p r e t e n s i ó n d e las explicaciones globales c o m o las del materialismo histórico.

constituyen u n trasfondo d e motivación e n el c a m p o d e las interacciones? U n h e c h o afecta a las premisas d e u n a d e d u c c i ó n pri. lejos d e r e m p l a z a r a la c o m p r e n s i ó n narrativa. A R G U M E N T O S "NARRATIVISTAS" H e m o s dicho al c o m i e n z o del capítulo q u e el acercamiento e n t r e historia y narración fue fruto d e la u n i ó n d e dos corrientes d e p e n s a m i e n t o . al debilitamiento y a la explosión del m o d e l o nomológico c o r r e s p o n d i ó u n a reevaluación del relato y d e sus recursos d e inteligibilidad.ctica. la virtud del e s q u e m a explicaüvo en generalizar la noción d e circunstancia hasta el p u n t o d e h a c e r l a designar n o sólo u n a situación inicial. u n hec h o n u e v o e m e r g e d e la conclusión d e las premisas: esto es lo q u e d e b e e n t e n d e r s e c o m o síntesis d e lo h e t e r o g é n e o . d e igual nivel q u e la certeza del poder-hacer y q u e la c o m p r e n s i ó n intencional d e la conducta. sino todas las situaciones q u e p u e d e n intercalarse y que. sigue siendo la aproximación d e u n a o p e r a c i ó n m á s originaria. P e r o esta re formulación.ALEGATOS EN FAVOR DE LA NARRACIÓN 241 q u e la explicación causal sea p r e c e d i d a p o r la c o m p r e n s i ó n narrativa e n el sentido e n q u e se p u e d e decir q u e " u n a explicación teleológica d e la acción es p r e c e d i d a n o r m a l m e n t e p o r u n acto d e c o m p r e n s i ó n intencional aplicado a data d e c o n d u c t a " (p. p a r a los defensores del m o d e l o nomológico. 132)? Al c o m p r e n d e r u n a trama. la narración era u n m o d o d e articulación d e m a s i a d o r u d i m e n t a r i o y d e m a s i a d o p o b r e p a r a aspirar a expli- . ¿No es este c a m b i o lo q u e h e m o s llamado constantem e n t e circunstancias d e la acción q u e el relato i n c o r p o r a a la unid a d d e la trama? ¿No consiste. U. El h e c h o es q u e . ¿no t o m a m o s j u n t o s segmentos n ó m i cos y segmentos teleológicos y b u s c a m o s u n m o d e l o d e explicación a p r o p i a d o a este e n c a d e n a m i e n t o e m i n e n t e m e n t e h e t e r o g é n e o al q u e el d i a g r a m a d e la exphcación cuasi causal p o n e p e r f e c t a m e n t e d e relieve? E n c u e n t r o e n el m i s m o análisis d e V o n W r i g h t cierta justificación d e m i interpretación: se dice q u e c a d a resultado d e u n silog i s m o práctico crea u n n u e v o h e c h o q u e cambia "el trasfondo motivacional" c o r r e s p o n d i e n t e a la acción d e los diversos a g e n t e s históricos. pues. p o r su novedad. antes d e q u e la lógica d e la explicación p r o p o n g a su reformulación m á s adecuada.

la descripción del m u n d o tal c o m o estos m o d o s n o s so V é a s e la primera parte. sobre las implicaciones temporales d e miSI V é a s e ii^a. se trata d e saber si ia reconquista d e los rasgos c o n ñ g u r a d o r e s d e la narración justifica la esperanza d e q u e la c o m p r e n sión narrativa a d q u i e r a valor d e explicación.242 HISTORIA y NARRAaÓN car. c o m o el m a r c o conceptual q u e rige el uso q u e h a c e m o s d e cierto típo d e frases llamadas narrativas. del c o n o c i m i e n t o histórico. Ahora. según el vocabulario p r o p u e s t o e n la p r i m e r a parte. . La investigación p r o c e d e d e la filosofía analítica. Se e n c u e n t r a e n la o b r a d e A r t h u r C. Esta c o n c e p c i ó n nos dice e n q u é m o d a lidad previa d e c o m p r e n s i ó n está insertada la ejqjücación. Ánalytical pkilosophy of history}^ El hilo c o n d u c t o r del a r g u m e n t o n o es t a n t o la epistemología d e la historiografía. ' 2 Arthur C. D a n t o . p e r o n o n o s d a u n equivalente o el sustituto narrativo d e la explicación. si se e n t i e n d e p o r este t é n n i n o la descripción d e nuestros m o d o s d e p e n s a r y d e h a b l a r a p r o p ó s i t o del m u n d o y. P o r eso i n t e n t a r e m o s b u s c a r u n vínculo m á s indirecto e n t r e explicación hisv'írica y c o m p r e n s i ó n narrativa. V e r e m o s " q u e m i p r o p i a c o n t r i b u c i ó n a este p r o b l e m a nacerá del r e c o n o c i m i e n t o d e q u e la c o n c e p c i ó n "narrativista" d e la historia sólo r e s p o n d e parcialm e n t e a esta expectativa. D i r é q u e . capítulo 3. e n la medidía e n q u e . correlativamente. tal c o m o la ejercen los historiadores.'" P o r eso e n t r e historia y n a r r a c i ó n veían u n c o r t e epistemológico. la p r e s e n ' t investigación n o h a b r á sido inútil e n la m e d i d a e n q u e n o s h a p e r m i t i d o aislar el c o m p o n e n t e necesario. a u n q u e n o suficiente. la explicación histórica deje d e m e d i r s e seg ú n el p a t r ó n del m o d e l o n o m o l ó g i c o .La "frase narrativa" según Arthur Danto Es significativo q u e el p r i m e r alegato e n favor d e la interpretación narrativista d e la historia se haya f o r m u l a d o e n el p r o p i o m a r c o d e la filosofía analítica. capítulo 3 d e esta segunda parte. \. Sin e m b a r g o . D a n t o . Ánalytical pkilosophy of history {Cambric^e. p a r a l e l a m e n t e . p a r a estos autores la narración sólo tiene u n carácter episódic o y n o configurador. U n semifracaso se q u e d a e n u n semiéxito. 1965).

esta implicación d e u n a metafísica descriptiva e n el análisis d e la red conceptual y lingüística se o p o n e firmemente a la tendencia del estnicturalismo francés a concebir la red conceptual y lingüística c o m o cerrada e n sí misma y e x e n t a d e toda referencia extralingüística. 1959). . En cambio. el análisis lingüístico implica u n a descñpción metafísica d e la existencia histórica. En este punto. Este típo d e cuestiones —según Danto— las elude c u i d a d o s a m e n t e el empirismo. semejante significación sólo p u e d e asignarse a los acontecim i e n t o s "en el c o n t e x t o d e u n a historia n a r r a d a (story)" (p. la filosofía analítica s e acerca más a la filosofía hermenéutica. esta concepción analítica d e la filosofía i n t e n t a i n d a g a r e n q u é m e d i d a nuestros m o d o s d e p e n s a r y d e h a b l a r a p r o p ó s i t o del m u n d o implican frases q u e empleaii verb o s e n tiempo p a s a d o y e n u n c i a d o s i r r e d u c t i b l e m e n t e narrativos. esta c o n c e p c i ó n tiende a hacer del acontecimiento u n simple "efecto de discurso". así e n t e n d i d a . a su vez. Este idealismo lingüístic o es totalmente ajeno a la filosofía analítica. Le atribuye la p r e t e n s i ó n d e c o m p r e n d e r el t o d o d e la historia. Esra definición d e la tarea d e la filosofía analítica se asemeja al alegato pronunciado por Strawson. esto es. La filosofía analítica. aunque ésta procede más gustosamente d e la explicación del ser histórico e n dirección al lenguaje apropiado a este ser histórico. consiste e n h a b l a r del futuro e n t é r m i n o s a d e c u a d o s al p a s a d o . la filosofía d e la historia d e tipo hegeliano. a h o r a bien: p r o n u n ciarse s o b r e el futuro es extrapolar configuradores y encadenam i e n t o s del p a s a d o e n dirección al porvenir. e n p r o d e i m a metafísica descriptiva. P e r o n o p u e d e h a b e r historia del futuro (ni t a m p o c o —como v e r e m o s luego— historia del p r e sente) d e b i d o a la naturaleza d e las frases narrativas. De este m o d o . p e r o i n t e r p r e t a esta p r e t e n s i ó n com o sigue: hablar d e la totalidad d e la historia es c o m p o n e r u n c u a d r o d e conjunto del p a s a d o y del futuro. oponiéndola a u n a metafísica revisionista. la filosofía analítica d e la historia excluye p o r principio y p o r hipótesis lo q u e el a u t o r llama "filosofía sustantiva" d e la historia. constitutiva d e la profecía. lo q u e es cierto. q u e sólo c o n o c e verbos e n p r e s e n t e c o r r e s p o n d i e n tes a e n u n c i a d o s d e p e r c e p c i ó n . q u e describ e n n u e v a m e n t e los acontecimientos p a s a d o s a la luz d e acontecim i e n t o s posteriores desconocidos p o r los p r o p i o s agentes.ALEGATOS EN FAVOR DE LA NARRACIÓN 243 obligan a concebirlo. 11).^^ P o r su aspecto cuasi k a n t i a n o . A su vez. y esta extrapolación. es esencialmente u n a teoría d e las descripciones. para la cual el análisis d e nuestros m o d o s d e pensar y d e hablar del m u n d o y la metafísica descriptiva son convertibles m u t u a m e n t e . Aplicada a la historia. Aplicada a la historia. al c o m i e n z o de su obra Individuáis {Londres.

ü e n e u n a d o b l e virtud: p o r u n a parte. la Resurrección— c o m o j a l o n e s d e esa esperanza. el dis­ curso narrativo n o sólo es intrínsecamente incompleto. Sin e m b a r g o . en este aspecto. P e r o el a r g u m e n t o n o p u e d e eliminar la hipótesis d e q u e el discurso sobre la historia global n o sea d e na­ turaleza narrativa y p u e d a construir su sentido p o r otros m e d i o s . el estudio d e las fases narrativas se p r e s e n t a c o m o el estudio d e u n a clase d e frases. del q u e h a b l a r e m o s más adelante. c o m o n o lo es la anticipación del futuro en u n a filosofía o e n u n a teología d e la esperanza. n o p u e d e ser la expresión del discurso narrati­ vo a d e c u a d o al pasado. yo n o diría q u e alcanza el nú­ cleo d e la c o m p r e n s i ó n histórica e n c u a n t o q u e el "contexto d e u n a historia" n o se define p o r la estructura d e la frase narraüva. i n t e r p r e t a n d o ciertos aconteci­ m i e n t o s creadores —el É x o d o . el defecto d e las filosofías sustantivas d e la his­ toria consiste e n escribir e n futuro frases narrativas q u e sólo pue­ d e hacerse e n pasado. sino q u e c u a n t o d e sensato se dice sobre la historia n o es forzosa­ m e n t e d e carácter narrativo. delimita d e u n a forma e n cierto m o d o k a n t i a n a el espacio d e validez d e las frases narrativas. la fUosofía hegeliana d e la historia n o es narrativa. Esta segimda implicación se vuelve c o n t r a lo q u e todaría es d o g m á t i c o en la filosofía analítica d e la historia. C o m o afirma c o n razón Danto. S e g m a m e n t e . Al contrario. 26). p e s e a su aspecto d e l i b e r a d a m e n t e crítico c u a n d o esta­ blece los Kmites internos del conocimiento histórico. le i m p o n e u n límite. c u m p l e con la característica mínima d e la historia. Le falta el rasgo p r o p i a m e n t e discursivo. Establece el rasgo diferencial del conoci­ m i e n t o histórico y. ya q u e t o d a frase narrativa está sujeta a revisión p o r u n historiador posterior. Mientras se e m p l e a el a r g u m e n t o e n su f o r m a negativa. y p o r otra. El estudio descansa e n la teoría d e las descripciones aplicada a u n sector particular d e la realidad. Planteados los p r e s u p u e s t o s d e la filosofía analítica d e la histo­ ria. e n éstas la n a r r a c i ó n se r e i n t e r p r e t a d e s d e la esperanza. los cambios p r o d u c i d o s p o r la .244 HISTORIA y NARRACIÓN P o r consiguiente. El a r g u m e n t o es i m p e c a b l e siempre q u e se formule e n térmi­ n o s negativos: si la filosofía d e la historia se p l a n t e a c o m o totali­ d a d d e la historia. N o está pro­ b a d o q u e "la intención d e los filósofos d e la historia sustantiva sea h a c e r sobre el futuro el m i s m o g é n e r o d e aserciones q u e los historiadores tratan d e h a c e r sobre el p a s a d o " (p.

La refutación d e esta hipótesis es sencilla. si n o es añadiénd o l o a continuación. a dos acontecimientos separados e n el tiempo. ni q u e su o r d e n d e aparición p u e d a cambiar. m i e n t r a s q u e sólo el futuro estaría abierto. Entonces. Ese cronista ideal estaría d o t a d o d e la facultad d e d a r u n a descripción instant á n e a d e lo q u e acontece. ni p u e d a añadirse n a d a a su c o n t e n i d o . P e r o ¿quién p o d r í a hacerlo? Sólo u n cronista ideal p o d r í a ser testigo a b s o l u t a m e n t e fiel y absolutam e n t e seguro d e ese p a s a d o totalmente t e r m i n a d o . El ingenio d e D a n t o consiste e n a b o r d a r la teoría d e la frase narrativa m e d i a n t e u n r o d e o : la crítica del prejuicio según el cual el p a s a d o está d e t e r m i n a d o . La frase narrativa es u n a d e las descripciones posibles d e la acción h u m a n a . H a b l a r e m o s luego d e lo q u e la distingue d e las explicaciones q u e se d a n d e la acción e n el m a r c o d e lo q u e ordinariam e n t e se llama teoría d e la acción. A h o r a bien: sólo u n historiador p u e d e c o n t a r este tipo d e historia (story). u n a descripción c o m p l e t a d e u n a c o n t e c i m i e n t o debería consignar c u a n t o h a acontecido e n el ord e n en q u e eso tuvo lugar. a u n q u e describan el p r i m e r o d e ellos" (p. 143). A h o r a bien: u n m i s m o c a m b i o nacido d e la acción h u m a n a p u e d e p r e s e n t a r s e según varias descripciones.AI-EGATOS EN F V R DE L N R A I N AO A A R CÓ 245 acción h u m a n a . p e r o describen el p r i m e r a c o n t e c i m i e n t o al q u e se ha- . A h o r a p o d e m o s definir las frases narrativas: "Se refieren. d e a u m e n t a r d e m o d o p u r a m e n t e aditivo y acumulativo su testimonio e n la m e d i d a e n q u e los acontecim i e n t o s se añaden a los acontecimientos. en restablecer el o r d e n p e r t u r b a d o d e las filases verdaderas y e n añadir lo que faltase al testimonio. la tarea del historiador consistiría sólo e n eliminar frases felsas. fijo. A esta crónica absoluta le falta u n a clase d e descripción: p r e c i s a m e n t e aquella e n la q u e n o existe n i n g ú n testigo p a r a atestiguar u n acontecimiento. al m e n o s . O m á s exactamente: "Se refieren a dos acontecimientos. distintos y separados e n el tiempo. Este p r e s u p u e s t o descansa en la hipótesis d e q u e los acontecimientos son recogidos e n u n receptáculo en el q u e se a c u m u l a n sin q u e p u e d a n ser alterados. E\ y E2. e t e r n a m e n t e p a r a d o e n el ser. En u n a palabra: h e m o s olvidad o e q u i p a r al cronista ideal c o n el c o n o c i m i e n t o del futuro. a saber: q u e la verdad total concerniente a este acontecimiento sólo p u e d e conocerse después y a m e n u d o m u c h o t i e m p o d e s p u é s d e h a b e r t e n i d o lugar. n o d e t e r m i n a d o (en el sentido d e los "ftituros c o n t i n g e n t e s " d e Aristóteles y d e los estoicos). Respecto d e este ideal d e descripción completa y definitiva.

." n o es u n p r e d i c a d o accesible al cronista ideal y caracteriza sólo a las frases narrativas. En aquella fecha nadie p o d í a p r o n u n c i a r semejante frase q u e re-describe el acontecimiento del nacimiento d e u n n i ñ o a la luz d e o t r o acontecimiento: la publicación. sino el p r e d i c a d o "ser causa de. P u e d e p a r e c e r e n t o n c e s q u e u n acontecimiento p o s t e r i o r transforma a o t r o a n t e r i o r en causa. es necesario decir: E% es u n a condición necesaria p a r a q u e E\.. p r e c e d e r . Así. Se p l a n t e a r á m á s t a r d e la cuestión d e saber si esta frase. es típica d e la narración histórica. P e r o es u n sofisma. C o n otras palabras: escribir Le neueu de Ramean es el acontecimiento bajo cuya descripción se re-describe el p r i m e r acontecimiento.. El lugar d e nacimiento d e u n h o m b r e céleb r e sólo adquiere significación o importancia p a r a el visitante a la ." Exp r e s i o n e s similares —anticipar. 152). p o r lo t a n t o . A esto hay q u e a ñ a d i r a q u í q u e los dos acontecimientos d e b e n ser pasados con relación al t i e m p o d e la enunciación. Sencillamente se h a r e p e t i d o d e o t r a f o r m a q u e "ser causa de. d e su tan conocida obra. Así p u e s . Este análisis d e la frase narrativa tiene varias implicaciones epistemológicas. la caracterización d e u n acontecimiento c o m o causa d e o t r o p u e d e advenir tras el p r o p i o acontecimiento. pues. Son n u m e r o s o s los ejemplos d e estos u s o s retrospectivos d e la categoría d e causa.. comenzar. Si u n acontecimiento es significativo a la luz d e acontecimientos futuros.246 HISTORIAYNARRACIÓN ce referencia" (p. e n la frase narrativa se hallan implicados tres aspectos temporales: el del acontecimiento descrito. provocar. sea u n a causa. q u e u n a condición suficiente del acontecimiento anterior se p r o d u c e más t a r d e q u e el h e c h o m i s m o . pues lo q u e es determin a d o d e s p u é s n o es algo del acontecimiento. el del acontecimiento e n función del cual se describe el p r i m e r o y el del nar r a d o r . U n a p a r t e importante del c o n c e p t o d e significación p r o c e d e d e esta particularidad d e las frases narrativas. el n a c i m i e n t o d e Diderot. La p r i m e r a t o m a la forma d e u n a paradoja sob r e la causalidad.". p o r sí sola. El ejemplo paradigmático sobre el q u e descansa el análisis es la frase siguiente: e n 1717 nació el autor d e Le neveu de Ramean. U n historiador dirá fácilmente: "Aristarco anticipó al a ñ o 270 antes d e n u e s t r a e r a la teoría publicada p o r C o p é m i c o e n 1543 d e s p u é s d e Cristo. los d o s p r i m e r o s concernientes al e n u n c i a d o y el t e r c e r o a la enunciación. suscitar— sólo a p a r e c e n e n frases narrativas. c o n u n a descripción a p r o p i a d a . p o r p a r t e d e Dlderot.

salga b i e n o fracase. si la historia se caracteriza p o r e n u n c i a d o s q u e explican la verdad d e u n h e c h o particular e n función d e ciertos acontecimientos posteriores —en especial. o p e r a d o p o r la descripción p r o p i a m e n t e narrativa d e la acción. la v e r d a d d e estos e n u n c i a d o s q u e descansan e n los acontecimientos posteriores imp o r t a al p r o p i o sentído d e la descripción narrativa. Éstos h a c e n algo más q u e describir s i m p l e m e n t e u n a acción particular. La s e g u n d a implicación epistemológica es m á s i m p o r t a n t e . Es cierto q u e los dos m o d o s descriptivos tienen e n c o m ú n el usar verbos q u e p o d e m o s llamar "de proyecto".A E A O E F V R DE lA N R A I N LGT S N AO A R CÓ 247 luz d e acontecimientos venideros. p a r a el cronista ideal —con t o d o . Este reajuste va m u y lejos: e n la m e d i d a en q u e la c o n t e m plación del p a s a d o c o n perspectiva t e m p o r a l hace hincapié e n las consecuencias n o queridas. la categoría d e significación está vacía d e sentido. D a n t o dice alg o q u e Dray n o p o d í a anticipar con su m o d e l o d e explicación p o r q u e sólo conocía el cálculo d e los actores d e la historia en el m o m e n t o e n q u e ésta se p r o d u c e . testigo perfecto—. Encontram o s e n la historia i n n u m e r a b l e s usos d e estos verbos d e p r o y e c t o q u e organizan considerables microacciones d e n t r o d e u n a sola acción global. e n función d e sus consecuencias n o queridas—. En este aspecto. 182). se realice o n o . e n relación con acontecimientos posterío- . P e r o e n el discurso o r d i n a r i o sobre la acción su resultado n o afecta al sentido d e u n v e r b o d e proyecto. En este s e n t i d ) . las acciones d e los h o m b r e s n o son intencionales e n las descripciones q u e se d a n m e d i a n t e frases narrativas" (p. expresiones c o m o "hacer la guerra". En cambio. "escribir u n libro". La teoría d e la frase narrativa tiene así u n valor discriminante c o n relación al discurso d e la acción e n el lenguaje o r d i n a r i o . "pues su objetivo principal n o es r e c o n o c e r las acciones c o m o p o d r í a n hacerlo los testigos. Este último rasgo a c e n t ú a la desviación e n t r e teoría d e la acción y teoría d e la historia. "criar el g a n a d o " . El factor discriminante reside e n el "reajuste retroactivo del p a s a d o " (p. 168). el historiador tiende a debilitar el a c e n t o intencional d e la p r o p i a acción: " F r e c u e n t e m e n t e y casi típ i c a m e n t e . c o n t í e n e n verbos q u e e n t r a ñ a n n u m e r o s a s acciones p o r m e n o r i z a d a s q u e p u e d e n ser t o t a l m e n t e discontinuas e implicar a n u m e r o s o s individuos e n u n a e s t r u c t u r a t e m p o r a l cuya responsabilidad recae sobre el n a r r a d o r . sino c o m o lo hacen los historiadores. ya q u e p e r m i t e distinguir la descripción propiamente narrativa d e la descripción o r d i n a r i a d e la acción.

o en t o d o caso fechados. Si p u d i é r a m o s escribir y c o n o c e r esta na­ rración del presente. í E n q u é m e d i d a el análisis d e la frase narrativa aclara el p r o ­ b l e m a d e las relaciones e n t r e la c o m p r e n s i ó n narrativa y la expli­ cación histórica? E n n i n g ú n sitio afirma D a n t o q u e la teoría d e la historia se agote e n el análisis de las frases narrativas ni q u e u n texto históri­ co se reduzca a u n a secuencia de frases narrativas. p o d r í a m o s falsificarla h a c i e n d o lo c o n t r a r i o d e lo q u e predice. I g n o r a m o s a b s o l u t a m e n t e lo q u e los historia­ d o r e s del ftituro d i r á n d e n o s o t r o s . se r o m p e en el p r o p i o p l a n o del e n u n c i a d o histórico. . 183). Las limitacio­ nes impuestas a la descripción verdadera d e u n acontecimiento p o r la estructura t e m p o r a l d e la frase narrativa constituyen sólo u n a "caracterización m í n i m a d e la actividad histórica" (p. a la luz d e o t r o s acontecimientos p u n t u a l e s o datados constituyen los áto­ m o s lógicos del discurso histórico.248 HISTORIAYNARRACIÓN res y c o m o partes e n t e r a m e n t e t e m p o r a l e s " (p. Sería necesario prever los inte­ reses d e los futuros historiadores p a r a prever las descripciones c o n q u e p r e s e n t a r á n nuestras acciones. al m e n o s h a s t a el capítulo X. q u e n o es o t r o q u e el límite i n t e r n o d e los e n u n c i a d o s narrativos. caracte­ rística d e las ciencias nomológicas.^* Esta dis­ tancia e n t r e teoría d e la acción y teoría naiTativa es sólo u n a des­ cripción e n t r e muchas. La afinnación d e Peirce d e q u e "el futuro está a b i e r t o " significa q u e "nadie h a escrito la historia del presente". La simetría e n t r e explicar y predecir. Sólo p o d r í a ser u n a anticipación d e lo q u e los historiadores venideros p o d r í a n escri­ bir s o b r e nosotros. Es cierto q u e la elección d e la frase n a r r a ü v a c o m o coerción m í n i m a p o d r í a d a r a e n t e n d e r q u e los e n u n c i a d o s q u e describen acontecimientos puntuales. N o sólo i g n o r a m o s los acon­ tecimientos q u e se p r o d u c i r á n . N o se trata. m á s q u e d e "descripciones v e r d a d e r a s d e aconlecim i e n t o s e n su p a s a d o " ( p o r oposición a la p r e t e n s i ó n d e los filó­ sofos d e la historia e n describir también acontecimientos en su ^* En la cuarta parte volveré sobre el problema del testimonio c o m o categoría irreductible d e la relación c o n el pasado. sino q u e i g n o r a m o s cuáles s e r á n c o n s i d e r a d o s c o m o i m p o r t a n t e s . La última consecuencia es q u e no hay historia del presente. Esta última observación nos lleva a n u e s t r o p u n t o d e partida. e n el s e n ü d o estiictamente n a r r a ü v o del t é r m i n o . 25).

"la hisCuria es d e u n a sola pieza" {Hiilory 1Í all of a piece). explicar y describir— e n el sentido d e la frase narrativa —han sido considera­ d o s d u r a n t e m u c h o t i e m p o indiscernibles. P o r eso n o p a r e c e q u e la noción d e t r a m a o d e estructura narrativa falte a la lógica d e la Volveremos sobre esta distinción. Pues ya u n a simple narración hace más q u e relacionar acontecimientos d e n t r o d e su o r d e n d e aparición. D a n t o n o q u i e r e saber n a d a ni de la distinción d e Croce e n t r e crónica e historia^. en vir­ t u d d e la cual el sentido y la verdad d e u n acontecimiento con­ c i e m e n al sentido y a la verdad d e o t r o . Lo q u e se p u e d e distinguir son la narración y las p r u e b a s materiales q u e la justifican: u n a narración n o se r e d u c e a u n sumario de su p r o p i o apáralo crítico {ya se e n t i e n d a p o r esto su a p a r a t o conceptual o el documental). tam­ b i é n describir y explicar n o se distinguen. sino a una relación diferente c o n el pasa­ do. En este sentido.A E A O E F V RD L N R A I N L G T S N A O E A A R CÓ 249 futuro) (p. en este senti­ d o . aplicada a un pasado m u e n o . u n a n a r r a c i ó n q u e explica es u n a narración p u r a y simple. 25). Explicar p o r q u é algo ocurrió y describir lo q u e o c u n i ó coincideii.ni d e la distinción d e Waish e n t r e una n a r r a c i ó n p u r a y simple {plain). U n a n a r r a c i ó n q u e n o consigue explicar n a d a tiene d e narración. toda historia es historia contemporánea. U n a hsta d e h e c h o s sin vínculos e n t r e sí n o es u n a narración. historia propiamente dicha está unida visceralmente aJ presente y a la acción. que no tiene cabida aqm': n o cí>ncieme a u n a diferencia de grado epistemológico. Parece admitido q u e t o d o s los acontecimientos históricos. O . y u n a narra­ ción significativa (signijícant). la crónica es la historia separada det presente vivo y. según la i m p o r t a n t e expresión d e Danto. Esta afirmación n o tiene c o m o marco ni u n conflicto d e m é t o d o ni u n conflicto entre m é t o d o y verdad. P o r eso. Y n a d a Índica q u e lo q u e la narración hace d e más con rela­ ción a la simple e n u m e r a c i ó n de acontecimientos sea diferente d e la estructura d e doble referencia d e la frase narraüva. para Cruce. P e r o la distinción e n t r e la narración y su s o p o r t e conceptual o d o c u m e n t a l n o es lo mis­ m o q u e disdnguir dos planos d e composición. considerados u n o a u n o . qtie se limitaría a relacionar lo q u e h a acontecido. q u e establecería conexiones e n t r e los h e c h o s . que se discutirá e n la cuarta parte. P o r eso. sino el problema más vasto de las relacio­ nes entre la retrospección histórica y la anticipación del futuro vinculada a la ac­ ción. son d e la f o r m a "cqué h a su­ c e d i d o a X d u r a n t e tal o cual intervalo d e tiempo?" N a d a indica q u e el discurso histórico exija nexos distintos d e la e s t r u c t u r a —ya compleja p o r lo demás— d e la frase narrativa. .

reveladora. . etcétera.250 HISTORIA Y N R A T N ARCÓ ftase narrativa. x: "Historical explanation: the problem o f general laws". "una narración m e n c i o n a sólo los acontecimientos significativos" (ibid. 201ss. n o pertenec e a esta historia" (p. Sin e m b a r g o . inscrito e n u n a frase narrativa. P o r eso.. cap. D a n t o p u e d e ser m u c h o m á s liberal y ambivalente q u e W ü l i a m Dray con respecto al m o d e l o nomológico.). Así. vuelve a surgir la cuestión d e saber si la explicación p o r leyes tíene todavía u n lugar e n la historia. ap. tan p r e o c u p a d o s p o r la estructura fuerte del explunans. p o r lo tanto. p u e s t o q u e "la n a r r a c i ó n es ya. p o r lo t a n t o . D a n t o . q u e es ya u n a narración. n o ven q u e este explanans funciona en u n explanandum. pp. Pero hay otros m o d o s d e significación o d e importancia para los cuales la estructura textual y la d e la fiase se s u p e r p o n e n m e n o s fácilm e n t e : significación o importancia pragmática. ^' A. 132).^'^ ^ Eso parece e n el caso de la cons¿quential significance: 'Si un acontecimiento anterior n o es significativo respecto d e otro posterior e n u n a historia. teórica. p a r e c e invocar u n factor estructural m á s complejo: "Toda narración es u n a estructura imp u e s t a a los acontecimientos. ¿es s i m p l e m e n t e u n a ampliación d e la frase narrativa?'^ A m i parecer. p o d e m o s p r e g u n t a m o s si las dos nociones se sup e r p o n e n . q u e los a g r u p a u n o s c o n o t r o s y q u e excluye a algunos c o m o si carecieran d e p e r ü n e n c i a " (p. c u a n d o el a u t o r considera la actividad ineluctablem e n t e selectiva d e la narración histórica. 134). cit. p o r la naturaleza d e las cosas. 201). si la cuestión d e la relación e n t r e texto y frase n o se plantea c o m o tal es p o r q u e el a u t o r se centra excesivamente e n la d i s p u t a q u e sostiene c o n t r a el fantasma d e la descripción c o m p l e t a y p o r el h e c h o d e q u e éste se exorciza p o r el análisis d e la frase narrativa. Sin e m b a r g o . P e r o la organización n a r r a ü v a q u e confiere a los acontecimientos u n a significación o u n a i m p o r t a n c i a (el t é n n i n o sigtiificance p o s e e las dos connotaciones). Sólo se p u e d e "cubrir" u n a c o n t e c i m i e n t o por u n a ley genecal si figura e n el lenguaje c o m o u n f e n ó m e n o bajo cierta descripción. q u e está ya "cubierto" p o r u n a descripción q u e equivale a la explicación. n o se o p o n e f r o n t a l m e n t e a H e m p e l : se limita a observar q u e los partidarios del m o d e l o nomológico. Danto. u n a forma d e e d u cación" (p. es c o m o si la descripción d e u n acontecimiento a n t e r i o r e n función d e o t r o posterior fuese ya u n a t r a m a c n miniatura. e n efecto.

d e u n a u o t r a m a n e r a . sin e m b a r g o . d e n t r o d e estos límites precisos. la tesis narrativista n o dice n a d a d e la e s t r u c t u r a d e la explicación. pues. Ésta es. llena el vacío dejado p o r el análisis d e la frase narrativa.A E A O E F V R DE L N R A I N LGT S N AO A A R CÓ 2. c o n q u é recursos d e inteligibilidad la c o m p r e n s i ó n fiindam e n t a la explicación. n o b a s t a p a r a caracterizar la narración c o m o conexión e n t r e acontecim i e n t o s . a m i juicio. a la vez. nos acerca u n paso m á s hacia el principio estinictural d e la narración. e n t r e dos localizaciones t e m p o r a l e s . q u é carencia i n h e r e n t e a la comp r e n s i ó n exige el s u p l e m e n t o d e la explicación. su misión es d o b l e : m o s t r a r . sino q u e "procede". la m e n c i ó n d e la difer e n c i a e n t r e dos fechas. en función d e las intenciones y d e las razones d e los p r o p i o s agentes—. p o r otra. p e r m a n e c e "al servicio de" la f o r m a narrafiva. cit. Gallie. d e algún discurso q u e tiene ya la forma narrativa.B. ¿qué es u n a historia q u e se n a r r a (story)} ¿Y q u é es "proseguir" u n a historía? U n a historia describe u n a secuencia d e acciones y d e experienOp. p o r otra. d e u n a u o t r a m a n e r a . p . La tesis es tan prud e n t e c o m o firme. la matriz y la e s t r u c t u r a rec e p t o r a d e la explicación. que. "que se p u e d e proseguir". d e b e ser evaluad o (assessed) c o n relación a la narración d e la q u e p r o c e d e y a cuyo desarrollo contribuye" (Prefacio. . Es cierto q u e la d o b l e referencia d e la frase narrativa (al acontecimiento q u e describe y al acont e c i m i e n t o p o s t e r i o r biyo cuya luz se hace la descripción) constituye u n b u e n discriminante respecto d e otras descripciones d e la acción —por ejemplo. Subsiste u n a distancia e n t r e la frase narrativa y el texto narrativo. Proseguir una historia 251 La o b r a d e W.^^ c e n t r a d a e n el c o n c e p t o d e la followability d e la historia nar r a d a (story). Philosophy and the historical understanding. Así. Es la distancia q u e trata d e llenar p r e c i s a m e n t e la noción d e historia. p o r u n a p a r t e . q u e la expHcación n o nace d e la nada. P e r o Gallie p r e s e n t a su análisis d e n t r o d e la m i s m a hipótesis fundamental: "Cualquiera q u e sea el c o n t e n i d o d e la c o m p r e n sión o d e la explicación d e u n a o b r a d e historia. N o niega q u e la explicación haga o t r a cosa q u e n a r r a r s i m p l e m e n t e : se limita a afirmar. E n este s e n ü d o . p o r u n a p a r t e . Xl). Sin e m b a r g o . La n o c i ó n d e follottíability p r e t e n d e cumplir esta d o b l e exigencia. Este c o n c e p t o . pues.

. Dirigiendo nuesü-a m i r a d a hacia atrás. y e n g e n d r a n u n a nueva p r u e b a {predicament) q u e apela al p e n s a m i e n t o . Por eso hay q u e proseguir la historia hasta su conclusión. E n efecto. C o m o vemos. d e s d e la conclusión hacia los episodios interm e d i o s . proseguir u n a historia es c o m p r e n d e r las acciones. e n r e s p u e s t a al m o d e l o nomológico. estos cambios revelan aspectos ocultos d e la situación y d e los personajes. sin d u d a . 23). 22). Ia misma q u e hem o s subrayado e n n u e s t r o análisis del " p u n t o final". Sólo p e d i m o s u n a explicación suplementaria c u a n d o el p r o c e s o se i n t e r r u m p e o se bloquea. Si Gallie n o h a c r e í d o útil referir su c o n c e p t o de historia al d e t r a m a es. este esbozo d e la n o c i ó n d e historia {story) n o dista m u c h o d e lo q u e llamaba a n t e r i o r m e n t e construcción d e la t r a m a . los pensamientos y los sentimientos sucesivos en cuanto presentan u n a dirección particular {directedness). u n a conclusión d e b e ser aceptable. hay q u e a ñ a d i r q u e u n a "conclusión" narrativa n o es n a d a q u e p u e d a d e d u c i r s e o predecirse. p o r q u e se h a interesado m e n o s p o r las coerciones estructurales i n m a n e n t e s a la narración q u e p o r las subjetivas bajo las cuales u n a historia es aceptable. reales o imaginarios. ni coincidencias.^^ P e r o . Esto significa q u e s o m o s impulsados hacia adelante p o r el desarrollo tan p r o n t o c o m o resp o n d e m o s a este impulso p o r las expectativas q u e c o n c i e r n e n a la conclusión y al resultado d e t o d o el proceso. Estas condiciones d e aceptabilidad constituyen la aptitud d e ia historia p a r a s e r p r o seguida.252 HISTORIAD NAWíACIÓN d a s h e c h a s p o r cierto n ú m e r o d e personajes. U n a historia q u e no implicase soipresas. ni recon o c i m i e n t o s n o r e t e n d r í a n u e s t r a atención. Afirmar q u e estamos o r i e n t a d o s e n cierta dirección es reconocer a la "conclusión" u n a función teleológica. La respuesta a esta p r u e b a lleva la historia a su conclusión (p. "Idealmente. A su vez. u n a historia debería explicarse p o r sí mism a " (p. Estos personajes son r e p r e s e n t a d o s e n situaciones q u e cambian o r e a c c i o n a n d o al c a m b i o de estas situaciones. V e m o s ya c ó m o c o m p r e n s i ó n y explicación se mezclan inextricablemente e n este proceso. lo cual es distinto d e proseguir u n a r g u m e n t o cuya conclusión es coaccionante. d e b e m o s p o d e r afirmar q u e ese fin exigía estos aconteci- Mimesis II: capítulo 3 d e la primera parte. Más q u e previsible. a la acción o a los dos.

Por mi parte. La principal diferencia con el g r u p o d e los críticos aristotelizantes h a b r í a q u e buscarla. Precisa- El lugar otorgado a la simpatía e n lo que llamo teleología subjetiva confirma el diagnóstico: lo que regula nuestra expectativa —dice Gallíe— n o es u n a verdad d e naturaleza inductiva. Aceptar. e n u n a palabra. Además. 31). "somos llevados p o r ella y orientados p o r una parte más influyente de nuestro carácter que d e nuestras presunciones y expectativas intelectuales" (p. La inteligencia ejercitada aquí n o es la q u e se vincula a la leg a h d a d del p r o c e s o . La incompatibilidad. es este deslizamiento hacia la psicología el que facilita la critica de la obra d e Gallie p o r los sucesores d e H e m pel. n o m e parece condenable semejante interés por las condiciones psicológicas d e recepción d e u n a obra (narrativa u otra). recibir. al m i s m o tiempo. sobre la que volveré e n la cuarta parte. n o puede eliminarse de la teoría d e la narración. debem o s subrayar p r i m e r a m e n t e la c o n t i n u i d a d e n t r e ambas. E n este sentido. q u e vincula a la i d e a d e c o m p r e n s i ó n la d e d o m i n i o : proseguir u n a historía es " e n c o n t r a r (los acontecimientos) aceptables intelectualmente en toda caso" (p. dentro de la obra y fuera de ella. La contingencia sólo es inaceptable p a r a la m e n t e . Una vez embarcados e n una historia cualitativa.^^ Si p a s a m o s ahora del c o n c e p t o d e "story" al d e "history". N R A I N LGT S A R CÓ 253 m i e n t o s y esa c a d e n a d e acciones. pero.1. tiene su sitio en u n a hermenéutica para la cual el sentido de una obra concluye e n su lectura. la preocupación por separar el análisis d e la lógica del m o d e l o n o m o l ó g i c o puede hacerlo caer del lado d e u n a psicología centrada e n la respuesta emocional. sino nuestra simpatía o nuestra antipatía. es estar interesado. e n el factor subjetivo i n t r o d u c i d o p o r la n o c i ó n d e expectativa. el c o n c e p t o áe followability p r o v i e n e d e la psicología d e la recepción m á s q u e d e la lógica d e la configuración. s e g ú n los análisis que h e propuesto e n ía primera parte —relaciones entre mimesis II y mimesis III—. N o dejará d e advertir el lector la similitud s o r p r e n d e n t e d e esta declaración con la n o c i ó n d e c o n c o r d a n c i a discordante q u e yo h e o b t e n i d o del t r a t a m i e n t o aristotéUco d e la peñpeteia (los sucesos imprevistos) d e n t r o del m a r c o d e la teoría del mythos. P e r o esta m i r a d a se h a c e posible p o r el movimiento d e nuestras expectativas o r i e n t a d o teleológ i c a m e n t e c u a n d o proseguimos la historia. d e atracción p o r el fin. e n t r e la contingencia d e los incidentes y la aceptabilidad d e las conclusiones es p r e c i s a m e n t e lo q u e la a p t i t u d d e la historía a ser p r o s e g u i d a desmiente. sino la q u e r e s p o n d e a la coherencia i n t e r n a d e la historia. p l a n t e a d a a b s t r a c t a m e n t e . p o r la teleología subjetiva q u e remplaza al análisis estructural. desgraciadamente. . las reglas d e aceptabilidad d e b e n construirse. 45). q u e u n e contingencia y aceptabilidad. la noción d e interés.A E A O EN PAVORDE L. En efecto. sin d u d a .

P o r eso. la estrategia d e Gallie consiste en integrar la discontinuid a d epistemológica —que él n o niega— d e n t r o del m a r c o d e la c o n t i n u i d a d del interés narrativo. Es u n a "cualidad d e f o n n a d e estos acontecimientos . n o es decisiva la diferencia e n t r e individuo y g r u p o : ya las sagas y las antiguas epopeyas estaban centradas e n grupos y n o sólo e n figuras aisladas: " T o d a historia {history) es. 69). d e u n m o v i m i e n t o socfal. del a u g e o d e la d e c a d e n c i a d e u n a clase. El p r o b l e m a será saber si el análisis q u e sigue tiene u n a aplicación fuera d e la historia nairativa. e n este s e n ü d o . Es esta estrategia la que. Esta c o n t i n u i d a d narrativa e n t r e "story" y "history" se h a observado tan p o c o e n el p a s a d o d e b i d o a q u e los p r o b l e m a s planteados p o r el corte epistemológico e n t r e ficción e historia o e n t r e mito e historia h a n h e c h o fijar toda la atención e n la cuestión d e la p r u e b a {evidencia). 65). d e u n a secta religiosa o d e u n estilo literario. Incluso c u a n d o la historia se apoya e n corrientes. p e s e a su relación crítica con la n a r r a c i ó n tradicional. El trena sólo se manifiesta e n la sucesión d e los acontecimientos q u e seguimos. f u n d a m e n t a l m e n t e u n a n a r r a c i ó n d e acontecimientos e n los q u e el p e n s a m i e n t o y la acción h u m a n a d e s e m p e ñ a n u n papel p r e d o m i n a n t e " {p. E n este sentido. evident e m e n t e . las historias q u e tratan d e la unificación o d e la desintegración d e u n i m p e r i o . Y es este interés el q u e a s e g u r a la c o n t i n u i d a d e n t r e la historia e n el sentido d e la historiografía y la narración ordinaria. son n a r r a c i o n e s . sin emb a r g o . q u e expresen en sus m á r g e n e s la única historia que. su u n i d a d orgánica n a c e del a c t o d e seguir la n a r r a c i ó n . la historia q u e escribimos es la d e acciones cuyos proyectos o resultados p u e d e n r e c o n o c e r s e e m p a r e n t a d o s con los d e n u e s t r a p r o p i a acción. a expensas d e la m á s f u n d a m e n t a l d e saber lo q u e crea el interés d e u n a o b r a d e historia. n a d i e p u e d e escribu. trends. c o m o la saga. q u e GaUie considera ejemplar: su objeto son las acciones pasadas q u e h a n p o d i d o observarse o q u e p u e d e n inferirse sobre la b a s e d e informes o memorias.254 HISTORU Y N R A I N A R CÓ m e n t e . a u n c u a n d o sigan s i e n d o obras aisladas. t o d a historia es fragmento o s e g m e n t o del único m u n d o d e la comunicación. e n sociedades o naciones o en cualquier o t r o g r u p o organizado d e f o r m a d u r a d e r a " (p. afronta sin r o d e o s la p r o b l e m á t i c a expuesta e n el capítulo anterior. C o m o narración. p o r eso esperam o s d e las obras d e historia. tendencias. t o d a historia descansa en "algún éxito o en algún fracaso i m p o r t a n t e d e h o m b r e s q u e viven y trabajan j u n t o s .

Decíamos t a m b i é n q u e u n a historia d e b e ser aceptable.^' C o m o vemos. P o r estos d o s rasgos. hasta el p u n t o d e ins e r t a r u n m o m e n t o crítico e n el m i s m o c e n t r o del acto fundam e n t a l d e p r o s e g u i r u n a historía. las seguimos d e principio a fin y a la luz del desenlace p r o m e t i d o o entrevisto a través d e la serie d e acontecimientos c o n ü n g e n t e s . con los q u e rompen. cit. al m i s m o ü e m p o q u e a la d e ¿qué?. h a b r í a q u e d e c i r a pesar d e t o d o . Gallie retrasa el m o m e n t o en q u e es preciso cons i d e r a r el p r o b l e m a p o r el o t r o e x t r e m o : ¿por q u é los historiadores t r a t a n d e explicar d e m o d o diferente q u e los n a r r a d o r e s d e las historias tradicionales. Por eso: 1] la lectura d e estas historias d e historiadores se basa en n u e s t r a capacidad p a r a seguir historias (stories). Y esto —lo s a b e m o s d e s d e n u e s t r a i n t e r p r e t a c i ó n d e A r i s t ó t e l e s es cierto e n toda narración: el " u n o a causa del o t r o " n o es siemp r e fácil d e extraer del " u n o después del o t r o " . d e s p u é s d e todo.\CIÓN LGT S AO E A 255 particulaies" (p. Así percibimos c ó m o la fenomenología aplicada a este rasgo q u e p o s e e cualquier historia n a r r a d a p a r a " p o d e r ser seguida" es capaz d e expansión. 2] correlativamente. 70). H e m o s dicho q u e toda historia se explica en principio p o r sí misma. C o n otras palabras: toda n a r r a c i ó n r e s p o n d e a la p r e g u n t a ipor qué?.'' ¿Y c ó m o articular la discontinuidad i n t r o d u c i d a p o r la r a z ó n crfüca e n t r e la historia p o r u n a p a r t e y la ficción o las narraciones tradicionales p o r otra? Es a q u í d o n d e la n o c i ó n d e JollowabÜity p r e s e n t a u n n u e v o asp e c t o . Este j u e g o e n t r e expectativas g o b e r n a d a s p o r intereses y razo- 41 Op. d e b e n corregir n u e s t r o s p r e juicios. el t e m a d e estas historias m e r e ce c o n t a r s e y sus n a r r a c i o n e s seguirse. sujeto a la inter r u p c i ó n o al b l o q u e o . p e n o s o . . decir lo q u e a c o n t e c i ó es decir p o r q u é eso aconteció. p r o seguir u n a historia es u n p r o c e s o difícil. D e este m o d o . "la historiografía es u n a especie d e g é n e r o : historia n a r r a d a (ííory)". p . p o r q u e este t e m a se i m p o n e a nuestros intereses e n c u a n t o seres h u m a n o s . p o r alejado q u e este t e m a p u e d a estar d e nuestros sentimientos del m o m e n t o . Al m i s m o t i e m p o . 66.A E A O EN F V R D L NARR. P o r eso la comp r e n s i ó n narrativa m á s elemental c o n f r o n t a nuestras expectativas reguladas p o r nuestros intereses y p o r n u e s t r a s simpatías c o n las r a z o n e s q u e . p a r a a d q u i r i r sentído. la discontinuidad críüca se i n c o r p o r a a la c o n t i n u i d a d narratíva.

el nominalista n o ve q u e para c o m p r e n d e r f e n ó m e n o s globales c o m o " d e s c o n t e n t o social". a los esfuerzos. en n o m b r e p r o p i o o en el d e g r u p o s a los q u e rep r e s e n t a n . finalmente. d e las q u e se o c u p a la historia c o n t e m p o r á n e a . a las empresas propias d e individuos q u e actúan solos o d e com ú n a c u e r d o . u n c a m b i o institucional n o es m á s q u e el c o m p e n d i o d e m u l t i t u d d e h e c h o s en ú l t i m o t é r m i n o individuales. en última instancia. d e l p r o g r e s o d e u n a reforma. y el r e c u r s o d e leyes. n o n o s interesa e n absoluto l o q u e h a c e n los individuos c o m o tales. "instituciones económicas". ni p o r q u é es indiferente la e n u m e r a c i ó n d e todas las acciones y reacciones individuales para c o m p r e n d e r la evolución d e u n a institución. P a r a la prim e r a . q u e p o d e m o s llamar "realista". El p r i m e r p r o b l e m a p a r e c e forzar al naiTativista a t o m a r partíd o e n u n a disputa e n t r e d o s escuelas d e p e n s a m i e n t o . el nominalista n o explica p o r q u é interesa al historiador p r o c e d e r a la abreviación d e los h e c h o s individuales q u e los s u b o r d i n a a la abstracción d e u n h e c h o institucional. C o n t r a lo q u e se esperaba. Para la segunda escuela d e pensam i e n t o . irreductible a los fines. sino e n c u a n t o d e s e m p e ñ a n u n papel institucional. las instituciones y t o d o s los f e n ó m e n o s colectivos comparables son entidades reales. sin e m b a r g o .). n o se refieren a acciones identificables d e individ u o s singulares. p a r a c o m p r e n d e r acciones asignables a individuos es necesario referirse a los h e c h o s institucionales e n cuyo s e n o aquéllas se manifiestan. etc. Gallie se cuida m u c h o d e t o m a r p a r t i d o p o r la tesis nominalista. q u e p o d e m o s llamar "nominalista". d e u n c a m b i o d e constitución. t a m p o c o percibe q u e la mayoría d e las acciones atribuibles a individuos n o las h a c e n éstos c o m o individuos. inversamente. q u e tienen u n a historia p r o p i a . n o tienen sentido autón o m o las proposiciones generales q u e se refieren a entidades colectivas y les atribuyen predicados d e acción (hablamos d e la política d e l g o b i e r n o . e n fin.256 HISTORIAYNARRACIÓN nes reguladas p o r el e n t e n d i m i e n t o crítico p r o p o r c i o n a u n m a r c o a p r o p i a d o p a r a a c o m e t e r los dos p r o b l e m a s específicamente epistemológicos expuestos en el p r i m e r capítulo: el c a m b i o d e escala d e las entidades. es necesario recurrir a "variables fingidas": a alguna x q u e señala el lugar vacío d e todas las interacciones a ú n inexploradas q u e po- . e n el p l a n o d e la historia científica. En efecto. es cierto q u e estas proposiciones. El nominalista n o percibe el vínculo estrecho e n t r e el e m p l e o d e abstracciones y el carácter e m i n e n t e m e n t e selectivo del interés histórico. t o m a d a s al pie d e la letra.

Ga­ llie se inclina a b u s c a r u n a combinación e n t r e la epistemología implicada p o r la tesis realista y la ontología f u n d a m e n t a h n e n t e in­ dividualista significada p o r la tesis nominalista. La tesis n o ­ minalista. p o r lo tanto. expHca mejor el m o d o c o m o la historia realiza esta finalidad. el historiador se conten­ ta c o n sumarios generales. formulados e n t é n n i n o s instituciona­ les. p. d e los esfuerzos. La realista. Este eclecticismo n o tendría fuerza si n o representase c o n bastante exactitud lo q u e hace p r á c t i c a m e n t e el historíador especialista c u a n d o a b o r d a los m o m e n t o s cruciaUs d e su obra: t o d o su esfuerzo consiste en­ tonces e n d e t e r m i n a r c o n la mayor exactitud posible c ó m o tal o cual individuo o g r u p o d e individuos h a a d o p t a d o . n o está fundada e n personajes individuales —o e n individuos—. d o n d e reina el a n o n i m a t o masivo d e las p o r su crítica del nominalistno. y se halla suficientemente explicada c u a n d o se h a explicitado esta referencia insütucional. conservado. a b a n d o n a d o o n o h a l o g r a d o ciertos papeles institucionales. . 84). P e r o si la práctica del historiador d e s m i e n t e la tesis e x t r e m a . p . Gallie n o está muy lejos d e sumarse a la opi­ nión d e los historiadores d e ta escuela de los "Anuales": "La comprensión históri­ ca. d e s d e las perogrulladas tradicionales h a s t a los t e o r e m a s y los m o d e l o s abstractos d e las ciencias sociales. p o r q u e e n estos intervalos prevalece lo a n ó n i m o hasta q u e al­ g u n a r u p t u r a digna d e contarse venga a alterar el c u r s o del f e n ó m e n o institucional o social.'*^ P o r todas estas consideraciones. cit. aquélla t a m p o c o justifica la tesis realista. el m é t o d o weberíano d e los "tipos ideales" se revela el m á s a p r o ­ p i a d o p a r a explicar esta clase d e abstracción. Lejos d e ajustar la teoría narratívista a la tesis nominalista.ALEGATOS E F V R DE L NARRACIÓN N AO A 257 d r í a n o c u p a r el lugar d e esta x. p a r a la cual t o d a acción h u m a n a implica u n a referencia tácita a algún h e c h o social o insütucional d e carácter general. p a r a la q u e sólo existen cosas individuales. En cambio. e n t r e ellas p e r s o n a s . si­ n o e n aquellos cambios e n una determinada sociedad que p u e d e n considerarse significativos a la luz d e nuestros conocimientos d e c ó m o actúan las instituciones y d e qué puede darse o n o por m e d i o d e ellas" {op. 83). designa la fina­ lidad del p e n s a m i e n t o histórico: explicar los cambios sociales q u e n o s i n t e r e s a n ( p o r q u e d e p e n d e n d e las ideas. d e las o p c i o n e s . en cambio. r e c u r r i e n d o a t o d o el c o n o c i m i e n t o disponible r e s p e c t o d e la vida e n socie­ d a d . e n t r e estos m o m e n t o s cruciales. Esto es m u y evidente e n la histo­ ria e c o n ó m i c a y social. d e los éxitos y fracasos d e h o m b r e s y d e mujeres individuales. d e los lugares. pese a su inadecuación epistemológica.

sino u n a me­ j o r c o m p r e n s i ó n d e su c o n t r i b u c i ó n a la m a r c h a d e la historia. sagacidad d e h o m b r e s individuales. valor. n o deja d e explicar ciertas iniciativas. d e los d e s c u b r i m i e n t o s científicos o d e las innovaciones artístícas. q u e . n o fieneo o t r o efecto q u e p e r m i t i r n o s p r o s e g u i r mejor u n a historia c u a n d o se oscurece n u e s t r a visión d e su e n c a d e n a m i e n t o o c u a n d o n u e s t r a capacidad p a r a aceptar la visión del autor es rebajada hasta la r u p t u r a . N o e s p e r a la eliminación d e las contingencias. Simplemente. a p o r t a n su ayuda a n u e s t r a aptitud p a r a p r o s e g u i r u n a historia. De esta p r i m a c í a del c o n c e p t o d e follovmhility resulta q u e las explicacio­ nes. C o n respecto al s e g u n d o p r o b l e m a —el d e la función d e las le­ yes e n la explicación histórica—.'*^ El interés p o r esos aconteci­ m i e n t o s . n o significa q u e el historiador c e d a a lo sensacional: su p r o b l e m a consiste p r e c i s a m e n t e e n i n c o r p o r a r estos aconteci­ m i e n t o s a u n a narración aceptable. Él quiere c o m p r e n d e r mejor lo q u e h a sucedido. "incluso si se h a olvida­ d o sus n o m b r e s " (p. u n e r r o r total ver e n ellas formas debilitadas d e u n m o d e l o nomológico fuerte. al cruzarse. P o r eso n o le c o r r e s p o n d e a él ni deducir ni predecir. e n inscribir su contingencia e n el e s q u e m a d e conjunto. n o i n t e n t a ampliar el c a m p o d e las generalidades a cambio d e la reducción d e las con­ tingencias." . cuyas leyes t o m a el historiador d e las ciencias con las q u e e m p a r e j a su disciplina. Este rasgo es esencial a la followahility d e cualquier h e c h o capaz d e ser c o n t a d o . 107). sino com­ p r e n d e r mejor la complejidad d e los e n c a d e n a m i e n t o s . o sucesos imprevistos. p o r lo t a n t o . i m p o r t a g u a r d a r s e e n este p u n t o d e u n a falsa interpretación d e lo q u e el historiador e s p e r a d e sus leyes. p 98) se complace e n citar las palabras del general D e Gaulle tnLefiláe l'épée: "Hay que construir la acción sobre las contingencias. p se trate d e los conflictos e n t r e e s t a d o s / naciones. desespera­ ción. E n este sentido. d e las luchas sociales. d e las estructuras. se escribe sin fecha ni n o m b r e p r o p i o . el historiador se distingue del físico.258 fflSTORIA Y NARRACIÓN fuerzas. cit. 87). e n el límite. p u e s . Es. convergieron e n la realidad d e u n a c o n t e c i m i e n t o . d e las corrientes.. E n esto. Esta tesis sería inaceptable si n o s u p i é r a m o s q u e t o d a narraGallie {op. intenciones. q u e c o m p a r a r é c o n la peripeteia aristotélica. P e r o incluso esta his­ toria. In­ cluso existen c a m p o s e n los q u e son estas contingencias las q u e m e r e c e n su atención. que. su í x i n d ó n e n historia es d e "servicio" (p.

A E A O EN F V R DE L NARRACIÓN LGT S AO A 259 ción se explica p o r sí misma. n a d a se o p o n e a q u e generalizaciones y explicaciones c a d a vez m á s complejas y t o m a d a s d e otras ciencias v e n g a n a insertarse y. cualquier exploración d e los cursos posibles d e acción se vale d e semejantes generalizaciones. P o r lo tanto. La explicación p o r razones d e W. P e r o e n n i n g ú n caso la explicación r e b a s a su función s i n i e n t e . Así. n o s intriga. sean d e ord e n clasificatorio. hay q u e encarrilarla d e n u e v o . E n este trabajo d e refundición (recasting) de los m o d o s anteriores d e escribir la historia. e n cierto m o d o . q u e se h a n h e c h o p a r a él opacas y enigmáticas. c u a n t o crea e n i g m a se convierte e n u n desafío respecto d e los criterios d e lo q u e . P a r a el historiador. en este caso. El caso m á s frecuente y el m á s n o t a b l e d e refundición es aquel e n q u e u n hist o r i a d o r p r u e b a u n a explicación q u e n o sólo n o era accesible a los actores. h a c e q u e p u e d a seguirse o aceptarse u n a historia. el filólogo o el crítico r e o r d e n a n el detalle p a r a h a c e r n u e v a m e n t e inteligible el conjunto. la historia hace lo m i s m o q u e la filología o la crítica textual: c u a n d o la lectura d e u n texto recibido o la d e u n a interpretación recibida a p a r e c e d i s c o r d a n t e respecto d e o t r o s h e chos aceptados. T o d a narración histórica b u s c a la explicación q u e hay q u e i n t e r p o l a r p o r q u e n o h a l o g r a d o explicarse p o r sí misma. t o d a narración se explica p o r sí misma. Dray r e s p o n d í a a este criterio. el criterio d e i m a b u e n a explicación es pragmático: su función es e m i n e n t e m e n t e correctiva. e n o t r o sentido n i n g u n a n a r r a c i ó n histórica se explica p o r sí misma. construirá el m o d e l o d e u n curso n o r m a l d e acción y se p r e g u n t a r á c u á n t o se aleja d e él el c o m p o r t a m i e n t o d e los actores afectados. Explicar. la historia m á s p e q u e ñ a i n c o r p o r a generalizaciones. el historiador se acerca lo m á s posible a la explicación d e típo h e m p e h a n o : e n f r e n t a d o a u n curso e x t r a ñ o d e acontecimientos. es justificar la reorientación d e la atención histórica. El g r a n historiador es el q u e logra h a c e r aceptable u n n u e v o m o d o d e seguir la historia. a su juicio. Si. p u e s . Escribir es re-escribir. P o r eso. a i n t e r p o larse e n la n a r r a c i ó n histórica. e n el sentido d e q u e c o n t a r l o q u e h a sucedido es ya explicar p o r q u é h a sucedido. causal o teórico. E n este aspecto. r e c o n s t r u i m o s el cálculo d e u n a g e n t e c u a n d o u n c u r s o d e acción n o s s o r p r e n d e . A este respecto. n o s deja perplejos. q u e c o n d u c e a u n a revisión general d e t o d o u n c u r s o d e historia. sino q u e difiere d e las explicaciones ofrecidas p o r las historias anteriores.

Mink. Ya e n u n artículo p u b l i c a d o en 1965. en el capítulo 3 d e esta misma p a r l e . 160-192 (cito p o r esta edición). Mink pasa revista a las principales discordancias ya señaladas p o r otros. d i . El acto configurante C o n Louis O . e n el doble sentido asignado a este t é r m i n o p o r la p r i m e r a y la tercera Critica kantianas: la función sintética d e " t o m a r j u n t o s " y la reflexiva vinculada a t o d a o p e r a c i ó n totalizante.^^ los a r g u m e n t o s opuestos al m o d e l o n o m o l ó g i c o a b r e n el c a m i n o a la caracterización d e la c o m p r e n s i ó n histórica c o m o acto del juicio. Reprod u c i d o p o r William Dray. E n este artículo.260 HISTORIAYNARRACIÓN y c o r r e c t o r a respecto d e la c o m p r e n s i ó n aplicada a la followability d e la n a r r a c i ó n histórica. q u e discuüré al final d e este a p a r t a d o . PKilcsophkal üJiúlysis and history (Harper a n d Row. art. lo q u e significa "explicar u n acontecimiento describiendo sus re^ Louis O. "The autonomy o f historical imderstanding". E n historia. N o s p r e g u n t a r e m o s . 1966). explicar es a m e n u d o o p e r a r "conexiones" {colligations) —para e m p l e a r el t é r m i n o d e Whewell y d e Walsh—. El a r g u m e n t o es t a n t o m á s interesante c u a n t o q u e n o hace n i n g ú n uso del c o n c e p t o d e t r a m a e n críüca literaria. Mink nos acercamos al a r g u m e n t o principal d e la c o n c e p c i ó n "narrativista". ¿Por q u é los historiadores p u e d e n aspirar a explicar y n o a predecir? P o r q u e explicar n o equivale siempre a subsumir h e c h o s bajo leyes. esta ausencia d e referencia a los recursos estructurales d e la narración d e ficción p u e d e explicar cierta insuficiencia del análisis d e Mink. . segtín la cual las narraciones son totalidades muy organizadas q u e exigen u n acto específico d e c o m p r e n sión d e la naturaleza áé\ juicio. e n t r e las exigencias a l t a m e n t e prescriptivas del m o d e l o y la c o m p r e n s i ó n efectiva p u e s t a e n práctica p o r la historiografia corriente. Lo cierto es q u e nadie h a ido tan lejos c o m o Mink e n el reconocimiento del carácter sintético d e la actividad narrativa. muestra q u e sólo se p u e d e n explicar estas discordancias si se establece c o r r e c t a m e n t e la a u t o n o m í a d e la c o m p r e n s i ó n histórica. En cambio. si esta función "sirviente" d e ía explicación basta p a r a explicar la desnivelación o p e r a d a p o r la investigación histórica c o n respecto a las entidades y a los p r o c e d i m i e n t o s d e la n a r r a c i ó n . 3. pp.

q u e n i n g u n a técnica analítica p u e d e remplazar" (p. "La significación efectiva la p r o p o r c i o n a el texto t o t a l ' (p. guías al servicio d e u n m o d o d e c o m p r e n s i ó n . Y m á s q u e demostrarlas. Este p r o c e d i m i e n t o es. "se hace inteligible [.AIXGATOS EN FAVOR DE LA NARRACIÓN 261 laciones intrínsecas con otros acontecimientos y situarlo e n su c o n t e x t o iiistórico". La n o c i ó n d e síntesis comprensiva. 18). semej a n t e a la operación q u e n o s p e r m i t e i n t e r p r e t a r la frase c o m o u n t o d o . sino u n a "forma d e juicio reflexivo" (p.]. n i u n a técnica d e demostración. pasa claramente al p r i m e r p l a n o con este a r g u m e n t o . ¿Por q u é las hipótesis n o son falsifkables e n historia c o m o lo son en ciencia? P o r q u e las hipótesis n o s o n el b l a n c o . si se distingue en él el intent o d e c o m u n i c a r la experiencia consistente en ver-Ias-cosasjuntas e n el estilo n e c e s a r i a m e n t e narrativo e n q u e una<osa-viene-después-de-la-otra" (p. al m e n o s . Merece citarse la conclusión d e este artículo: el historiador . d e juicio sinóptico. p e r o las significaciones integrables r e q u i e r e n u n a teoría del juicio" (p. sino señales para delimitar u n c a m p o d e investigación. ¿Por q u é n o se p u e d e n "separar" las conclusiones d e u n arg u m e n t o o d e u n a o b r a d e historiador? P o r q u e es la n a r r a c i ó n considerada c o m o u n t o d o la q u e sustenta estas conclusiones. q u e es fund a m e n t a l m e n t e el d e la narración interpretativa. la diana. ni siquiera u n simple organon d e descubrimiento. 179). p r o p i o d e la explicación secuencial. 186).. ¿Por q u é los historiadores p r e t e n d e n dirigirse a u n a u d i t o r i o p o t e n c i a l m e n t e universal y n o s i m p l e m e n t e a u n foro cientifico? P o r q u e lo q u e q u i e r e n c o m u n i c a r es u n tipo de j u i c i o m á s próxim o d e \2i phronesis aristotéfica q u e d e la "ciencia": el p r o b l e m a del historiador.. ¿Por q u é ciertos acontecimientos históricos p u e d e n ser ú n i c o s y semejantes a otros? P o r q u e similitud y unicidad se a c e n t ú a n alternativamente e n función d e los contextos disponibles. la c o m p r e n sión histórica viene a significar " c o m p r e n d e r u n a c o n t e c i m i e n t o complejo al captar j u n t o s estos acontecimientos e n u n j u i c i o total y sinóptico. 188). P o r eso esta visión global n o es ni u n "métod o " . q u e n o es n i crónica ni "ciencia"... D e nuevo. 181). ¿Por q u é los historiadores r e c u r r e n habitualm e n t e a la r e c o n s t r u c c i ó n imaginativa? P o r q u e la tarea d e u n a visión global es " c o m p r e n d e r " [los acontecimientos constituyentes] en u n acto d e juicio q u e aspira a a p r e h e n d e r l o s j u n t o s m á s q u e a examinarlos seriatim. el o r d e n narrativo las exhibe. "La lógica d e confirmación es aplicable a la p u e s t a a p r u e b a d e conclusiones q u e se p u e d e n separar.

p r i n c i p a l m e n t e e n u n artículo d e 1968. El a u t o r a d m i t e g u s t o s a m e n t e q u e es­ ta identificación e n t r e el p e n s a m i e n t o histórico y el "juicio sinóp­ tico" deja abiertos los p r o b l e m a s epistemológicos p r o p i a m e n t e dichos. P o r eso t a m b i é n n u e s t r o s sentimientos d e simpatía o d e hostilidad d e b e n m a n t e n e r el d i n a m i s m o d e t o d o el proceso. las contingencias se r e d u c e n a in­ cidentes s o r p r e n d e n t e s e inesperados en circunstancias dadas. 667-698. c o m o "la cuestión d e saber si las síntesis interpretativas p u e d e n c o m p a r a r s e lógicamente. 191). e n Review Meíapkysics 2 0 (1968).*^ La fenome­ nología aplicada a la capacidad q u e u n a historia tiene d e ser p r o ­ seguida es indiscutible s i e m p r e q u e n o s o c u p e m o s d e historias cuyo resultado es desconocido p o r el oyente o p o r el lector. p o r consi­ g u i e n t e . Gallie. q u e consiste en p r o s e g u i r la histo­ ria. . P e r o estas cuestiones epistemológicas p r e s u p o n e n q u e h e m o s identificado "lo q u e dis­ tingue el p e n s a m i e n t o histórico e l a b o r a d o . Pkilosophy and Ihe historical understanding (1964). la actividad irreflexiva. Mink r e c o n o c e sin ambigüedad su deuda c o n M o r l ó n White. Mink especifica su p r o p i a aproximación. c o n Arthur Danto. t a n t o d e las explica­ ciones cotidianas del sentido c o m ú n c o m o d e las explicaciones teóricas d e la ciencia n a t u r a l " (pp. c o m o su­ cede c u a n d o seguimos u n a partida d e j u e g o . n o son características d e los p r o c e d i m i e n t o s del historiador: "La historia n o es la escritura. en cambio. se entrega a u n "proseguir reflexi­ vo". Es­ p e r a m o s u n a conclusión. p e r o ignoramos cuál d e ellas se p r o d u ­ cirá e n t r e varias posibles. pp. 191-192). Necesi­ t a m o s seguir todos los incidentes hasta su conclusión. a p o y á n d o s e e n la críti­ ca d e Gallie.B. sino la re-escritura d e las historias" (1967). El lector. Analytkal pki­ losophy of kistoTy (1965) y c o n W. Pe­ r o —sostiene Mink— esta condición d e ignorancia y. 191). Foundaíions of historical knouiUdge (1965).262 HISTORIA Y NARRACIÓN "cultiva el h á b i t o especializado d e c o m p r e n d e r lo q u e convierte e n c o n e x i o n e s a multitud d e acontecimientos y lo q u e subraya y acrecienta el alcance del juicio sinóptico e n n u e s t r a reflexión so­ b r e la experiencia" (p. q u e r e s p o n d e a la situación del historiador q u e c u e n t a y re- *^ "Philosophical analysü a n d historical understanding". E n u n a c o m p r e n s i ó n fenomenológica. El c o n o c i m i e n t o d e las reglas n o n o s sirve d e n a d a p a r a predecir el resultado. si hay razones generales p a r a preferir u n a u o t r a y si estas últimas constituyen criterios d e la objetividad y la verdad históricas" (p. P o r eso d e b e m o s seguirla d e principio a fin.

el lector h u b i e r a p o d i d o predecirlo. hay más que decir respecto d e la comprensión histórica. a fin d e "ver" la serie d e acontecimientos " c o m o configuración inteligible d e relacion e s " (p..A L E G A T O S EN FAVOR D E LA NARRACIÓN 263 escribe e n ese m o m e n t o . 688). D e esta forma.^' Eso n o q u i e r e decir q u e . ciL. Por eso. la lógica d e la narrac i ó n reOg'a "no lo que son las estructuras o los rasgos genéricos d e las narraciones n i l o que significa 'seguir*. El historiador sube c o n t i n u a m e n t e las pistas retroced i e n d o : " N o hay contingencia e n la p r o g r e s i ó n regresiva" (p. Seg ú n Mink. En un artículo d e 1970 ("History and fictions as m o d e s of comprehension". La historia sobreviene c u a n d o la p a r t i d a está terminada. etc. 687). la función d e la exphcación corre el riesgo d e n o ser s u b r a y a d a suficientemente y d e reducirse al arte d e llenar lagunas o d e evitar las oscuridades q u e obstruyen el flujo narrativo. c u a n d o hablamos d e "proletariado romano"). política. c o n o c i e n d o el resultado. d e nuevos instrumentos d e análisis intelectual ( c o m o . Este tipo d e redescripción es.J La diferencia entre seguir u n a historia y haber seguido u n a historia revela algo más q u e una diferencia accidental entre una experiencia presente y otra pasada"(p. 687. Esta inteligibilidad retrospectiva descansa e n u n a construcción q u e n i n g ú n testigo h u b i e r a p o d i d o realizar c u a n d o se p r o d u j e r o n los acontecimientos. a la asimetría temporal defendida p o r D a n t o entre el acontecimiento anterior d e que se habla y el posterior bajo cuya descripción se describe el primero. consiEste argumento concuerda totalmente c o n el análisis d e la "frase narrativa" d e D a n t o e n función d e una teoría original de la descripción. e n la medida e n que la redescripción del pasado implica técnicas d e c o n o c i m i e n t o d e reciente adquisición (económica.) y.^ Su misión n o es a c e n t u a r los accidentes. . u n a redescripción post eventum. p o r ejemplo. e n New Lilerary History [1979] pp. "nuestra marcha hacia a d e l a n t e vuelve a pasar p o r el c a m i n o ya r e c o r r i d o hacia atrás". c o m o la d e D a n t o . sobre tod o . p. hay que añadir la asimetria conceptual entre los sistemas d e p e n s a m i e n t o accesibles a los agentes y los introducidos p o r los historiadores posteriores. s i n o reducirlos. sino lo que s^nifica 'haber s e g u i d o una historia'" {ibid. Sólo c u a n d o n a r r a m o s d e n u e v o la historia.). 546). Pero hace hincapié más e n el p r o c e s o d e reconstrucción empleada q u e e n la dualidad d e los a c o n t e d m i e n t o s implicada p o r las frases narrativas. Op. el "jiucio histórico" dice más q u e la "frase narrativa". recordamos q u e la historia es u n a d e las descripciones d e las acciones (o de las pasiones) humanas: la descripción de acontecimientos anteriores bajo la descripción de acontecimientos posteriores desconocidos d e los g e n t e s (o d e los pacientes) d e los primeros. Hay más q u e decir. ya q u e este c a m i n o regresivo le e r a inaccesible entonces..^'^ Mink a ñ a d e dos observaciones: e n la f e n o m e n o l o g í a q u e se lim i t a a la situación en q u e se sigue u n a historia p o r vez p r i m e r a . La explicación aparece m e n o s e n su p r o p i a fimción d e servicio y. p e r o n o m e n o s . Él sigue.541-558) leemos: "f.

la ausencia d e simetría e n t r e ellos alimenta lo q u e Mink llama con m u c h a razón "el carácter p u n z a n t e d e la con­ ciencia histórica" (ibid. Gallie profesaría u n a ontolo­ gía e r r ó n e a del tiempo. Más con­ c r e t a m e n t e . q u e discutiremos m á s t a r d e . 688). en p a s a d o futuro" (p. p . El a r g u m e n t o n o p a r e c e convincente. a r t c i t . C o n esto.so en u n a ontología del tiempo. la p r i m e r a d e b e r í a servir p a r a corregir a la segun­ da.264 HISTORIAYNARRACIÓN g u i e n t e m e n t e . 688). y ésta. Este p o d e r p u e d e m u y bien provenir del carácter d e ficción d e la c o m p r e n s i ó n histórica. p u e s el p a s a d o consiste e n futuro pjisado. En p r i m e r lugar. y el futuro. el carácter determina­ d o del p a s a d o n o es tal q u e excluya el tipo d e cambios retroacti­ vos d e significación. s e g ú n él. en c u a n t o q u e n u e s t r o ü e m p o existencial se foqa p o r las configuraciones t e m p o r a l e s q u e la historia y la ficción estable"PhJiosophicaJ anatysis historical u n d e r s t a n d i n g " . p u e d e restituir u n a especie d e a s o m b r o ilus­ t r a d o . b a s a d a en "el principio d e q u e p a s a d o y f u t u r o n o son c a t e g ó r i c a m e n t e diferentes e n t r e sí. de­ b e existir u n lugar p a r a futuros p a s a d o s inclu. p a r a e n r i q u e c e r a la primera."^® L a s e g u n d a observación es m á s discutible: "Gallie —dice Mink— q u i e r e transferir la apertura y la contingencia d e n u e s t r o futuro presente a la n a r r a c i ó n d e los acontecimientos pasados. "La lógica d e la explicación debería t e n e r q u e ver c o n la fenomenología d e la c o m p r e n s i ó n . n o p o d e m o s c o n c e b M o s sino c o m o h a b i e n d o sido fiíturos i m a vez" (p.).el espacio d e contingencia q u e perteneció u n a vez al p a s a d o c u a n d o e r a presente. E n s e g u n d o lugar. gracias al cual las "contingencias" e n c u e n t r a n u n a p a r t e d e su p o d e r inicial d e sorpresa. p u e d e vincularse a ese aspecto d e la ficción q u e Aris­ tóteles caracteriza c o m o la mimesis d e la acción. . m e n o s retórica si la tarea del historiador consiste e n p r o c e d e r d e f o r m a regresiva y si —como h e m o s dicho— " n o hay contingencia c u a n d o se p r o c e d e p o r esta vía". el p r o c e s o q u e consiste e n r e c o r r e r d e n u e v o e n el sentido progresivo el c a m i n o q u e h e m o s r e c o r r i d o ya e n el regresivo p u e d e sin d u d a abrir d e n u e v o —si se p u e d e de­ c i r . al contrario. ya q u e . sobre los q u e D a n t o h a llamado la atención c o n éxito. En tercer lugar. E n este sentido. n o creo q u e futuros pasados y pasados futuros sean semejantes categorialm e n t e . 6 8 6 . Precisamente e n el p l a n o d e las contingencias iniciales algunos acontecimientos go­ zan del estatuto d e h a b e r sido futuros e n atención al c u r s o d e ac­ ción q u e se reconstruye retrospectivamente.

La negativa a atribuir a los acontecimientos n a r r a d o s el h a b e r sido futuros dejaba ya prever esta orientación.A E A O EN F V R DE lA N R A I N LGT S AO A R CÓ 265 cen j u n t a s . La c o m p r e n s i ó n en sentido amplio se define c o m o el acto d e ^ "Hisiory and fiction ai m o d e s of comprehension". rasgos d e la operación narrativa. U n tercer artículo d e Louis O . art. ya q u e p r o v i e n e n d e la misma e s t r u c t u r a d e la narración. característico d e la o p e r a c i ó n configurante. q u e son e n realidad c o m u n e s al n a r r a r y al n a r r a r d e nuevo. Mink u n a tendencia a despojar d e t o d o carácter t e m p o ral al p r o p i o acto d e " a p r e h e n d e r j u n t o s " . P e r o los tres m o d o s tienen u n objetivo c o m ú n . Para el categorial. e n t r e episodio y configuración.^" El p u n t o fuerte d e este articulo es c o n s t r u i r el m o d o configurante c o m o u n o d e los tres m o d o s d e la " c o m p r e n s i ó n " en sentido amplio. . d e m a s i a d o a m e n u d o c o n f u n d i d o c o n el anterior. Volveremos sobre esta discusión e n la cuarta p a r t e d e n u e s t r a investigación. seguiría s i e n d o caótíca. Prefiero subrayar el típo d e unilateral idad q u e resulta d e la sustítución d e la fenomenología d e la a p r e h e n s i ó n retrospectiva p o r la d e la captación directa d e la historia p r o s e g u i d a p o r p r i m e r a vez. Mink manifiesta claram e n t e esta intención. q u é sistema d e conceptos a priori da forma a u n a experiencia q u e . ¿No corre Mink el riesgo d e abolir. al lado del teórico y del categorial. A esta c o m p r e n s i ó n categorial aspiró Platón y aspiran los filósofos m á s sistemáticos. Según el teórico. c o m p r e n d e r u n objeto es d e t e r m i n a r d e q u é típo d e obj e t o proviene. Es p r o p i o del m o d o configurante el colocar elementos e n u n complejo único y c o n c r e t o d e relaciones. d i . e n su ausencia.dialéctica. los obj e t o s se " c o m p r e n d e n " c o m o casos o ejemplos d e u n a teoría general: el sistema d e Laplace r e p r e s e n t a el típo ideal d e este m o d o . e n el p l a n o del acto d e n a r r a r d e n u e v o . e n t r e discordancia y concordancia? P o r m e d i o d e esta. q u e p a r e c e reforzada p o r la insistencia s o b r e el acto d e nar r a r d e n u e v o a expensas del d e p r o s e g u i r u n a historia p o r vez p r i m e r a . d e la dialéctica e n t r e contingencia y o r d e n . ¿no es la temporalidad específica d e la narración la q u e c o r r e el riesgo d e ser ignorada? La realidad es q u e se observa e n los análisis d e Louis O . n o m e n o s implícito al m o d o configur a n t e q u e a los otros dos. Es el típo d e c o m p r e n sión q u e caracteriza a la operación narrativa.

553).266 HISTORIA V N A R R A a Ó N aprehender juntos en un solo acto mental cosas que no se experimentan juntas o que incluso no se pueden experimentar así. q u e tiene implicaciones considerables p a r a el m o d o narrativo d e la c o m p r e n s i ó n . p u e s t o q u e necesitamos "recorrer". porque están sepa­ radas en el tiempo. existen diferentes d e s c r i p d o n e s d e este objetivo ideal d e comprensión: el m o d e l o según LapLice d e u n m u n d o predecible e n el m e n o r detalle n o coincide c o n la syni^is d e Platón e n el libro v n d e la República. P e r o es sólo u n a m a n e r a d e repetir d e s p u é s d e K a n t q u e t o d a ex­ p e r i e n c i a se p r o d u c e e n el tiempo. e n este sentido. A d e m á s . "re­ tener". en el espacio o desde un punto de vista lógico. n o se limita n i al conocimien­ to histórico ni a actos t e m p o r a l e s . incluso aquella q u e se p r o d u ­ ce t a m b i é n e n el espacio. C o n otras palabras: la m e t a está fuera del alcance p o r q u e el proyecto h u m a n o es o c u p a r el lugar d e Dios (p. E n u n a palabra: "la c o m p r e n s i ó n es el ac­ t o individual d e v e r < o s a s j u n t a s y n a d a m á s " (p. C o m p r e n d e r u n a conclusión lógica c o m o resultado d e sus premisas es u n a especie d e com­ p r e n s i ó n q u e n o p o s e e rasgo narrativo: claro está q u e ella implica algunos p r e s u p u e s t o s temporales en la m e d i d a e n q u e lo q u e in­ t e n t a m o s p e n s a r j u n t a m e n t e consiste e n las "relaciones complejas e n t r e p a r t e s q u e sólo p u e d e n e x p e r i m e n t a r s e seriatim" (p. e n absoluto. La c o m p r e n s i ó n . marginal. 549). estas descripciones s o n extrapolaciones d e los tres m o d o s diferentes y m u t u a m e n t e exclusivos d e com­ prensión. la c o m p r e n s i ó n e n sentido a m p l i o p r e s e n t a u n rasgo fundamental. 548). Esta última m e t a alegada d e los tres m o d o s d e c o m p r e n s i ó n p r o c e d e d e t r a s p o n e r a la epistemología la definición q u e B o e d o <lÍo del "conocimiento q u e Dios tíene del m u n d o c o m o totum simul e n el q u e los m o m e n t o s sucesivos d e t o d o el tíempo están copresentes en u n a ú n i c a p e r c e p c i ó n . a p r e h e n d e r el m u n d o c o m o totalidad. a saber: . 547). matiza d e dos formas ta tesis d e que toda comprensión par­ cial p u e d e juzgarse sólo e n función d e este objetivo ideal.^' Es cierto: Mink. T o d a c o m p r e n s i ó n —declara Mink— tiene p o r ideal. En primer lugar. La ca­ pacidad de protlucir este acto es la condición necesaria (aunque no sufi­ ciente) de Ja comprensión (p. 549). q u e haría d e esos m o m e n t o s sucesivos u n p a i s ^ e d e aconteci­ m i e n t o s " (p. "reconocer" todos los c o m p o n e n t e s y todas las etapas d e la experiencia relatada. Pero estos dos correctivos n o afectan al argumento principal. En s e g u n d o lugar. Esta r e p e n t i n a intrusión d e u n t e m a teológico n o es. incluso si la m e t a n o está al alcance.

P o r a h o r a bastará p r e g u n t a r s e si esta m e t a ideal n o es la extrapolación a p r o p i a d a d e lo q u e está implicado e n la c o m p r e n s i ó n efectiva d e las narraciones. p u e d e n percibirse —si se p u e d e h a b l a r así— d e u n a sola ojeada. p a r a el q u e la historia consiste m á s en h a b e r p r o seguido q u e e n proseguir. se retrasa c o m o la sonrisa del 'gato d e C h e s h i r e ' " (p. 551). Volveremos s o b r e este p u n t o e n la cuarta p a r t e . Lo q u e es discutible. a d q u i e r e u n n u e v o relieve. Me p r e g u n t o si l o q u e se considera c o m o el g r a d o s u p e r i o r d e la c o m p r e n s i ó n configurante n o indica m á s bien su abolición. e n n o m b r e del íoium simul. "en la c o m p r e n s i ó n d e u n relato. M e p r e g u n t o si n o se lleva d e m a s i a d o lejos el a r g u m e n t o . es la afirmación d e que. la crítica a n t e r i o r d e la fenomenología. la forma secuencial d e las historias q u e esta fenomenología h a b í a l o g r a d o preservar. Par a evitar esta consecuencia enojosa p a r a la teoría narrativa n o hay q u e a s i g n a r u n a función inversa a la i d e a del totum simul. 554). el p e n s a m i e n t o d e la sucesión t e m p o r a l e n c u a n t o tal se desvanece —o. limitada al acto d e seguir u n a historia. el totum simul debería c o n t e m plarse c o m o idea e n el sentido k a n t i a n o d e idea4ím¡te. c o m o u n i d o s j u n t o s e n u n o r d e n d e significación —aproximación del totum simul. m á s q u e m e t a o guía. E n último t é r m i n o . a u n q u e r e p r e s e n t a d o s c o m o p r o d u c i é n d o s e e n el o r d e n del t í e m p o . . "acción y acontecimiento. e n u n p l a n o s i m p l e m e n t e fenomenológico —plano e n el q u e "haber-proseguido" se o p o n e c o n r a z ó n a "proseguir"—. e n el acto d e c o m p r e n s i ó n configur a n t e . Ia necesiq u e el objctívo de la c o m p r e n s i ó n es abolir el carácter seriatim d e la e x p e r i e n d a dentro del totum simul d e la comprensión.]. q u e n u n c a p o d e m o s efectuar m á s q u e parcialmente" ( p . a la c o m p r e n s i ó n narrativa p a r e c e negársele. a saber: limitar p r e c i s a m e n t e el afán d e la c o m p r e n s i ó n d e abolir el carácter secuencial del t i e m p o subyacente e n el l a d o episódico d e la invención d e la trama..ALEGATOS EN FAVOR DE LA NARRACIÓN 267 Mink n o d u d a e n trasladar al m o d o configurante el objetivo d e la c o m p r e n s i ó n e n sentido amplio: "El íotum simul q u e Boecio atrib u y e al c o n o c i m i e n t o q u e Dios tiene del m u n d o sería s e g u r a m e n te {of course) el g r a d o m á s elevado d e la c o m p r e n s i ó n configurante" (p. q u e p r o p u g n a q u e .. 554). e incluso si n o se debilita p o r la tesis posterior. A la luz d e esta declaración. P o r lo tanto. p o d r í a m o s decir. Me niego a c r e e r q u e "en la c o m p r e n sión configurante d e u n a historia q u e se h a seguido [. complet a m e n t e válido.

la c o n ü n g e n c i a d e las referencias progresivas" (ibid. e n la retrospección. a la vez. d i c i e n d o q u e "la acción y los acontecimientos d e u n a historia c o m p r e n d i d a c o m o u n t o d o están u n i d o s p o r u n a r e d d e descripciones q u e se a p o y a n unas e n otras" (p. Es igualmente correcto el a r g u m e n t o d e q u e la c o m p r e n s i ó n es c o m p l e t a c u a n d o se capta u n a acción d e t e r m i n a d a c o m o la r e s p u e s t a a u n acontecimiento ("enviar u n telegrama" r e s p o n d e a "recibir u n ofrecimiento"). N o s q u e d a p o r ver d e q u é m a n e r a la trasposición del c o n c e p t o d e t r a m a d e la crítica literaria a la epistemología d e la historia p u e d e iluminar la dialéctíca concreta e n t r e discordancia y concordancia e n la narración. en esta r e d d e descripciones q u e se a p o y a n m u t u a m e n te. a partír d e la "respuesta". p e r o el vínculo e n t r e enviar u n teleg r a m a y recibirlo está garantizado p o r u n t é r m i n o m e d i a d o r : "aceptar el ofrecimiento". P e r o sigue abierto el p r o b l e m a d e saber hasta q u é p u n t o la superación d e la simple cronología impUca la abolición d e cualquier m o d o d e temporalidad. . n o t e n e m o s d e r e c h o a generalizar. P e r o este r e t r a t o equivale al " p e n s a m i e n t o " d e la tragedia d e Edip o . p o r así decir. t o d a la ontología del tíempo ü e n d e a separ a r del tíempo p u r a m e n t e cronológico las p r o p i e d a d e s t e m p o r a les construidas sobre la sucesión. D e s d e Agustín a Heidegger. el " p e n s a m i e n t o " q u e Aristóteles llamaba dianoia es u n aspecto derivado d e la t r a m a con igual razón q u e los caracteres.268 HISTORIA Y NARRACIÓN d a d d e las referencias regresivas b o r r e {caneéis out). e n la historiografía ordinaria. Es p e r f e c t a m e n t e razonable el a r g u m e n t o p a r a el q u e . pues. q u e e n g e n d r a u n cambio del estado d e cosas inicial al estado d e cosas terminal. 556).). Así. dialéctíca del relato narrativo q u e n o se h a t e n i d o suficientemente e n cuenta en el análisis del m o d o configurante d e c o m p r e n s i ó n q u e tiende a suprimir su cualidad temp o r a l e n n o m b r e del objetivo q u e se le p r e s t a d e igualarse al totum simul del c o n o c i m i e n t o divino. t o d o s los incidentes q u e se h a n producid o en la historia d e E d i p o p u e d e n captarse j u n t o s e n su retrato. p e r o irreductíbles. es la señal d e q u e la cualidad narratíva d e la historia h a desap a r e c i d o con el vínculo t e m p o r a l . a la simple sucesión y a la cronología. La abolición d e las frases m a r c a d a s p o r t i e m p o s verbales. la cronología r e t r o c e d e —y c o n ella la p r e o c u p a c i ó n p o r la datación. Así. Se p u e d e afirmar con r a z ó n q u e . N i n g u n o d e los a r g u m e n t o s p r e s e n t a d o s es convincente.

En este sentido.A. a u n q u e n o abarcan t o d o su c a m p o . y q u e p o d r í a desestimarse c o m o si fiíera d e o r d e n s i m p l e m e n t e redaccional. reproducido e n R. L'écriture de l'histoire (París. s o b r e la q u e volveremos e n la cuarta parte. M 2 ) .^^ n o es exterior a la c o n c e p ción y a la composición d e la historia. S e g u n d o p r e s u p u e s t o : el acercamiento e n t r e historia y ficción e n t r a ñ a o t r o e n t r e historia y literatura. Metakistojy: The historical imaginaíion in nineteenth-century Europe (Baltimore. p a r a decirlo d e u n a f o r m a d e l i b e r a d a m e n t e provocadora. W h i t e descansa e n la lucidez c o n q u e explicita los p r e s u p u e s t o s d e sus análisis d e g r a n d e s textos históricos y define el universo del discurso e n el q u e estas presuposiciones tienen lugar.A E A O E F V R DE L N R A I N LGT S N AO A A R CÓ 4. El autor titula su introducción "The poetícs o f history" (pp. White reorganiza la relación e n t r e historia y ficción segtin n o r m a s distintas d e las d e la epistemología. 278). Es constitutiva del m o d o histórico d e c o m p r e n s i ó n . pp. e n Clio m/S (1974). u n artificio l i t e r a r i o ^ (a literary artifact). p r o p i a sólo <ie la retórica d e la comunicación. Hayden White.^^ los p r o c e d i m i e n t o s d e la construcción d e la t r a m a q u e h e estudiado antes c o n el título d e mimesis II se asignan p o r p r i m e r a vez a la e s t r u c t u r a narrativa d e la historiografía. las na- . La explicación por medio de la trama 269 C o n la o b r a d e H a y d e n White. 1978). Sea lo q u e fiíere d e esta problemática. The wrv ting of history (Wisconsin. el p r i m e r p r e s u p u e s t o d e la "poética" del discurso histórico es q u e ficción e historia pertenecen a la misma clase. P r i m e r p r e s u p u e s t o . "La escritura d e la historia". ^ En el artículo d e 1974 titulado "The historical text as literary artifact". La historia es intrínsecamente historiografía o. n o constituye u n a o p e r a ción secimdaria. 1975). p o r lo q u e se refiere a la estructura narrativa. White define así u n artificio verbal: "Un m o d e lo d e estructuras y procesos que tienen u n largo pasado y n o p u e d e n p o r e s o ser sometidos a u n control experimental u objeiual" (p. Este c a m b i o d e las clasificaciones usuales p i d e q u e se t o m e e n serio la caracterización d e la historia como escritura. Canary y H. p a r a emplear el'i título d e Michel d e Certeau. Michel de Gerteau. q u e afirma q u e la p r o b l e m á t i c a d e la objetividad y d e la p r u e b a es lo q u e determ i n a el criterio f u n d a m e n t a l d e cualquier clasificación d e los m o d o s d e discurso. Mink. H. 1973). La fuerza d e los análisis d e H . 277-303. a h o n d a n d o el surco ya abierto p o r Louis O . Kozicki.

a su c o n t r a p a r t i d a literaria. las filosofías d e la historia r e c u r r e n a los mismos m e d i o s d e articulación q u e las g r a n d e s o b r a s históricas. P o r eso e n su g r a n obra. White n o d u d a e n colocar e n el m i s m o m a r c o a Michelet. La atención exclusiva prestada a las condiciones d e "cíentificidad" d e la historia es considerada c o m o la responsable del d e s c o n o c i m i e n t o d e las estructuras. Para c o m p r e n d e r el alcance del gesto q u e conculca la prohibición aristotélica hay q u e e n t e n d e r b i e n las razones d e ésta. q u e colocan a la historia e n el espacio d e la ficción narrativa. Marx. p o r u n a p a r t e . p o r su c o n t e n i d o y su forma. Aristóteles n o se limita a constatar q u e la historia es dem a s i a d o "episódica" p a r a c u m p l i r con las exigencias d e la Poética (después d e t o d o . Nietzsche. p a r a distinguirla d e la epistemología b a s a d a e n el carácter d e inquiry d e la historia y.270 fflSTORIA Y NARRAaÓN T e r c e r p r e s u p u e s t o : d e b e también replantearse la frontera trazada p o r los epistemólogos e n t r e la historia d e los historiadores y la filosofía d e la historia e n c u a n t o que.estos p r é s t a m o s se t o m a n d e a u t o r e s q u e se h a n o p u e s t o a ellos precisamente. N o se h a olvidad o la firmeza con q u e Aristóteles excluye la historia d e su problemática del mythos. N o se p u e d e n e g a r q u e este cambio y esta nueva clasificación d e la p r o b l e m á t i c a implican u n a traslación a la historiografía d e categorías tomadas d e la crítica literaria. Burckliart y Hegel. . Ranke. Metahistory. Tocqueville. Más t a r d e se n o s p l a n t e a r á el p r o b l e m a d e saber si es posible clasificar así la historia c o m o artificio literario. Su a u t o r llama Metahistory a esta "poética" d e la historiografía.). L a ironía d e la situación es que. sin rebajarla c o m o c o n o c i m i e n t o c o n p r e t e n s i ó n científica. Sólo la metahistoría p u e d e atreverse a considerar las narraciones históricas c o m o ficciones verbales. t o d a g r a n o b r a histórica m u e s ü ^ u n a visión d e conjunto del m u n d o histórico. y p o r otra. este juicio es fácilmente revocable d e s d e la rraciones históricas son "ficciones verbales. Los tres p r e s u p u e s t o s q u e acabamos d e e n u n c i a r e n t r a ñ a n efectivamente u n deslizamiento y u n a nueva clasificación d e la p r o b l e m á t i c a . d e esta forma. Croce. H . próximas. a s e n t a d a e n las condiciones d e objetividad y d e verdad q u e instauran el c o r t e epistemológico e n t r e la historia c o m o ciencia y la narración tradicional o mítica. cuyo c o n t e n i d o es tan inventado com o ñ m d a d o y cuyos términos tienen más e n c o m ú n con sus duplicados e n la literattua q u e c o n las demás ciencias" {ibid.

la ficción concierne a lo posible. según Wliite. Así. Dice también p o r q u é la historia es episódica: p o r q u e relata lo q u e h a acontecido realmente. C o n Aristóteles. e n dirección hacia ella. d e b e r o m p e r dos resistencias. La transgresión d e la prohibición aristotélica e n c u e n t r a n o men o s resistencia p o r p a r t e d e la crítica literaria. "New directíons from oíd". Para A u e r b a c h . N o a g o t a r e m o s la discusión en este capítulo. y la d e Los críticos literarios. la d e los historiadores. q u e sostienen q u e el corte epistemológico e n t r e la historia y la narración tradicional y mítica aleja a la p r i m e r a del círculo d e la ficción. W a y n e Booth. 55. E n ú l t i m o t é r m i n o . e n el sentido d e mimesis II. T o y n b e e o H .A E A O E F V R DE LA NARRACIÓN LGT S N AO 271 o b r a d e Tucídides). P o r lo tanto. d e la que. Frye afirm a q u e el p o e t a actúa a partir d e u n a f o r m a d e unificación. p . p a r a quienes la distinción e n t r e lo imaginarío y lo real es u n a evidencia fuera d e d u d a . W h i t e . 1963). pues. p u e s . sin emb a r g o . la traslación d e la historia al círculo d e la poética n o es u n acto i n o c e n t e y n o p u e d e carecer d e consecuencias respecto d e la contingencia real. El colmo d e la ironía es q u e N o r t h r o p Frye. implica u n a contingencia q u e escapa al d o m i n i o del poeta. a diferencia d e lo q u e el p o e t a concibe. el p o e t a p u e d e alejarse d e lo real y elevarse a lo posible verosímil p o r ser el a u t o r d e su trama. a lo real. lo imaginario se define p o r o p o sición a lo "real". sólo filosofías d e la historia c o m o las d e Spengler.^^ Según él. la metahistoria. Soy consciente del perjuicio q u e ocasiono a la o b r a d e H . G. Frye. e n t e n d i d a c o m o configuración. la o b r a d e H . Por lo tanto. es u n o d e los guardianes m á s activos d e esta frontera: p a r a él. en FaUes of ideiüity (Nueva York. y q u e ilustra la peñpeteia. el historiador. . del q u e se sei^virá a b u n d a n t e m e n t e H. White al sep a r a r sus análisis más formales y los q u e c o n c i e m e n a lo real históríco (la línea d e división pasaría. p u e s lo real. Scholes y Kellogg. y la historia c o n ü n ú a ofi-eciendo el m o d e l o del realismo d e la representación. e n t r e sus consideracio^ N . n o s m a n t e n d r e m o s e n los límites d e la ficción. la historia. q u e obligan a consid e r a r d e n u e v o la noción d e representación d e lo real e n historía. Wells p u e d e n p a r e c e r q u e p e r t e n e c e n a la misma categoría "poética" q u e el d r a m a o la epopeya. Dejamos p a r a la cuarta p a r t e los aspectos d e la ficción verbal. p r o b l e m a q u e n o s o t r o s h e m o s e s t u d i a d o c o n el título d e mimesis III. W h i t e está más p r ó x i m a .

E n realidad. Es i m p o r t a n t e q u e la construcción d e la t r a m a n o reciba e n H.' (Metahistory. " coloca la t r a m a e n t r e la historia n a r r a d a y el a r g u m e n t o . El a u t o r t o m a b u e n cuidado. t a n t o e n Metahistory c o m o en sus artículos. desconcertante p a r a muclios críticos. es m á s necesaria en historia q u e en crítica literaria. d e u n a o b r a a otra. q u e creo m á s débil. p. P e r o creo q u e este perjuicio se c o m p e n s a con la ventaja d e n o u n i r la suerte d e los análisis forniales. p o r p r e o c u p a c i ó n didáctica..^^ q u e m e p a r e c e n más sólidos. Es claro que. el a u t o r q u i e r e quitarse d e e n c i m a el a r g u m e n t o p a r a el q u e la historia. n o veo en este a r g u m e n t o u n a m a n e r a d e r e s p o n d e r a la p r o h i b i c i ó n d e Aristó- "Mi m é t o d o . ya que. V e r e m o s e n qué s e n ü d o la teoría del emplotment (invención d e la trama) dtsdnguc este formalismo del estructuralismo francés y lo aproxima a la postura d e Northrop Frye. para abreviar.).. a la d e la tropología. p o r o t r a pai'te. p. q u e él asigna a la teoría d e los tropos: metáfora. consideraré e n p r i m e r lugar t o d o lo q u e n o es "trama". cuya e n u m e r a c i ó n varía. e n Clio 1 (1972). c o n comienzo. sólo vale si se r e d u c e la historia (story) al hilo d e la historia (story-line). la delimitación e n t r e story y plot (trama). los acontecimientos q u e constituyen la línea d e la historia n a r r a d a n o los p r o d u c e la imaginación del historiador. si n o es a condición d e n o identificar totalmente con ella la noción d e la "narrativa histórica". que discutiremos e n la tercera parte. De alií que. En Metahistory. ^' Hayden White. en el sentido d e u n a n a r r a c i ó n esencialmente secuencial. d e e n m a r c a r la invención d e la tram a e n t r e varias operaciones. m e d i o y fin. según él. tal c o m o se escribe hoy. Story se e m p l e a a q u í e n u n sentido limitativo (telling stoñes). White el t r a t a m i e n t o honorífico. En u n artículo d e la revista Clio ( 1 9 7 2 ) . "story" irá precedida d e "chronicle" y el "modo d e a l i mento" se completará por el "modo d e implicación ideológica". T h e stnicture o f historical narrative". e n historia. a u n q u e la objeción. p a r a c o n c e n t r a r luego en ella lo esencial d e mis observaciones. metonimia. . ya n o es narrativa. es formalista. 5 1 9 . 3). q u e nos sirve a q u í d e referencia. q u e luego i n d i c a r e m o s . etc. para H. Parece q u e .272 HISTORIA Y NARRACIÓN nes sobre la invención d e la t r a m a y las q u e c o n c i e r n e n a la preñg u r a c i ó n del c a m p o histórico. sino q u e están sometidos a los p r o c e d i m i e n t o s d e la p r u e b a . P o r mi p a r t e . con esto. traduzco p o r "hilo d e la historia" m á s bien el c o n c e p t o d e story-line q u e el d e story. Wliite.

Apenas estoy d e acuerdo c o n esta reducción del c a m p o del acto config\irante. es "motífícally encoded" (p. p. Esta reducción m e parece arbitraria. q u e volveremos a e n c o n t r a r e n Paul Veyne. 6). White cree encontrar u n a confirmación d e esta correlación entre el acto configurante y la explicación por story e n la distribución q u e Mink hace entre c o m p r e n s i ó n configurante. e n su f e n o m e n o l o g í a genética. White apenas hace justicia al análisis del acto configurante realizado p o r Mink. aquel en el q u e piensa Mink c u a n d o di­ ce que los historiadores proporcionan una 'comprensión d e los acontecimientos' e n sus historias 'configurándolos'" (The structure oí historical narrative. según Mink. es decir. pues. 5). Metahistoyy la distingue d e la "crónica". q u e se convierte e n la p r i m e r a articulación del c a m p o histórico. p o r lo q u e se distingue d e u n a simple crónica d e acontecimientos y se organiza s e g ú n "motivos" o "temas" q u e unifican y delimitan e n ella subconjuntos.ALEGATOS EN FAVOR DE LA NARRACIÓN 273 teles. y luego d e ésta al campo histórico. Así. "La transformación de la crónica en historia nairada {story) s e efectúa p o r la caracterización d e ciertos acontecimientos contenidos e n la cró­ nica e n términos de motivos inaugurales. En Metahistory Jo confirma. p o r oposición a la crónica. a mi m o d o de entender.^^ "Enronces. ya q u e el precio q u e hay q u e pagar p o r esta concesión es la p r o p i a distinción e n t r e stoiy yplot. p . la organización por motivos es u n aspecto d e la elaboración d e la story. Cree p o d e r asignar el m o d o categorial a ta explicación por emphtmerU. A d e ­ más d e q u e las dos triparticiones —la d e Mink y la d e White— n o se dejan superpo­ ner. ^ Esta regresión d e la story a la crónica. s e g ú n creo. la lústoria n a r r a d a es ya capaz d e u n "efecto explicativo". d e las síntesis activas a síntesis pasivas siempre precias. p r o p i o d e la story. los tres campos que White distingue. e n Metahistory. La clave d e la divergencia estriba. d e u n s e g u n d o p l a n o p r e c o n c e p t u a l abierto a los procesos d e selección y d e o r d e n a ­ ción. En efecto. plantea a su vez el p r o b l e m a d e u n a articulación previa. y el m o d o temá­ tico a la explicación por argumento {The strwture of historical narrative. d e s d e el i n t e r i o r d e la n a r r a c i ó n ya organizada sólo se p u e d e h a b l a r d e unprocessed historical record {Metahistory. 15). a saber: su iden­ tificación con una clase —la categoría d e trama— a la q u e pertenece la historia na­ rrada. en c u a n t o q u e la story es ya u n m o d o d e organización. el acto configurante d e Mink cubre.^^ P o r eso. esta distinción n o siempre es fácil d e m a n t e n e r . p . 18). p . En los d o s casos . c o n exclu­ sión del emplotment y del argumento. se parece a la regresión que conduce a Husserl. c o m p r e n s i ó n categoría] y c o m p r e n s i ó n teorética. 30). proporciona u n tipo d e explicación. A tenor d e mi c o n c e p t o d e intriga. E n c u a n t o a la n o c i ó n d e "campo histórico" {Metahistory. a la story. termínales o d e transición" (p. al reducir su campo de aplicación a la organización d e la story. 5). Precisamente p a r a h a c e r justicia a este efecto expli­ cativo. e n la reducción inversa que White i m p o n e a la explicación por construcción d e la trama. La story.

Esta cuestión perturbadora llevó a Husserl a la problemática d e la LebensweU y c o n d u c e a H. explícito. pues. W h i t e cree escapar así a los a r g u m e n t o s antinarraüvístas d e los partidarios d e H e m p e l . discursivo. 16. Estas categorías d e trama. P e r o los partidarios del m o d e lo n o m o l ó g i c o n o h a n visto q u e el c a m p o d e la a r g u m e n t a c i ó n es m u c h o m á s amplio q u e el d e las leyes generales. White a u n a problemática completamente diferente. El historiador a r g u m e n t a d e m o d o formal. p . El hilo d e la historia narrad a p e r m i t e identificar u n a configuración única. El historiador p o s e e su forma p r o p i a d e a r g u m e n t a r . T a m p o c o es fácil trazar el límite e n t r e t r a m a y a r g u m e n t o . regulan nuestra m a n e r a d e "leer" Ja pint u r a . q u e p e r t e n e c e tamse plantea la cuestión de l o que precede a toda síntesis activa o paúva. . Este designa t o d o aquello e n t o m o a lo cual gira la historia {^the poiní of it air o "what it all adds up to"*: Metahistory. p. sólo d e límite inferior a la clasificación d e las estructuras narrativas. ^ The struduTs of historical narrative. e n cuya función se codifica n o los acontecimientos d e la historia. sino esa misma historia. sino la historia misma. 11).H. Se p u e d e decir. la q u e exige esta distinción e n el plano d e los "efectos explícatívos".) el c a m p o histórico y l o abre a las estructuras tiarradvas. señala. al dejarles la organización d e la historia en t é r m i n o s d e causas y leyes y al quitarles la explicación categorial p r o p i a d e la construcción d e la trama.274 HISTORIAYNARRACIÓN La construcción d e la trama conserva u n efecto e)q>licativo distinto d e la historia n a r r a d a . la invención d e la t r a m a invita a r e c o n o c e r u n a clase tradicional d e configuraciones. la tragedia y la comedia. H . la transición entre el estudio d e los "efectos explicativos" d e la narración y la d e su f u n c i ó n "representativa". ya constituidas fuera del c a m p o histórico. sin e m b a r g o . Los lógicos h a n inventado el m o d e l o n o m o l ó g i c o p r e c i s a m e n t e p o r q u e la explicación p o r a r g u m e n t o p u e d e distinguirse d e la explicación p o r invención d e intriga. E n u n a palabra: la tesis d e la n a r r a c i ó n . n o están lej o s d e esos "criptogramas relaciónales"^^ q u e . q u e es la historiografía. sobre t o d o . al identificar la clase a la q u e p e r t e n e c e . t o m a d a s d e ciencias conexas. El c o n c e p t o d e c a m p o histórico n o sirve. en el sentido d e q u e explica n o los acontecimientos de la historia narrada. G o m brich e n Art and illusion. según E. q u e veremos e n la cuarta parte: la articulación tropológica q u e "prefigtira" (ibid. p e r o a costa d e sep a r a r explicación d e la historia y explicación del a c o n t e c i m i e n t o . Aristóteles incluía el a r g u m e n t o d e n t r o d e la t r a m a bajo la apariencia d e la probabilidad y la necesidad d e la misma. a diferencia d e la epopeya.

así com o a los d e n o p o c o s antropólogos c o m o ClifFord Geertz —e i n d u s o a los d e algun o s mandstas c o m o G r a m s d y Althusser—. p o r lo tanto. seguidos p o r K. p . White se acerca aquí a los intentos d e los filósofos d e la Escuela d e Frankñirt. d e la clasificación d e las ideologías d e Karl M a n n h e i m e n Idéologie et utopie. los del m o d o ideológico. W h i t e lom a esta última. A p e l y J. Habermas. \é2i%e Metahistory. es p o r q u e se equivocan sobre el estatuto epistemológico d e estas hipótesis globales. H . p o r liberar el c o n c e p t o d e ideología d e las connotadones puramente peyorativas usadas por Marx en L'idéolc^aUerriande.*^ Le gusta recalcar q u e si los d o s p r i m e r o s se c o n s i d e r a n más o r t o d o x o s y los s e g u n d o s m á s h e t e r o d o x o s y m á s metafísicos (en c o n t r a d e los m a e s t r o s del g é n e r o : R a n k e y Tocqueville). O. pp. H. hasta el p u n t o d e exigir u n a tipología. W h i t e distingue este último m o d o explicativo del a n t e r i o r p o r la p o s t u r a ética p r o p i a d e u n m o d o particular d e escribir la historia. a l o m á s es u n a proto-cíencia q u e incluye e n su constitución elementos n o científicos específicamente d e t e m i i n a b l e s " (Metahistory. Los p r e s u p u e s t o s del m o d o anterior se apoyan e n la n a t u r a l e z a del c a m p o histórico.A E A O EN F V R DE\JL N R A I N LGT S AO A R CÓ 275 bien al c a m p o narrativo. mecanicista. Y estos m o d o s d e a r g u m e n t a r son num e r o s o s . la explicación p o r estos g r a n d e s p a r a d i g m a s linda c o n la explicación p o r implicación ideológica.. contextualisia. Estas prescripciones son defendidas p o r argumentos que reivindican la autoridad d e la ciencia o del realismo" {Metahistory. H .21). 22). q u e Metahistory coloca e n el q u i n t o r a n g o d e las estructuras narrativas. Esto es así porq u e cada m o d o d e a r g u m e n t a r expresa al m i s m o t i e m p o u n a presuposición d e carácter metahistóríco sobre la p r o p i a naturaleza del c a m p o histórico y sobre lo q u e se p u e d e esperar d e la explicación e n historia. H . p. W h i t e la t o m a d e S t e p h e n P e p p e r e n World hypothtíes. modificándola a m p l i a m e n t e . conser- 61 Para el c o n o c i m i e n t o d e t a l b d o d e esta construcción y su ilustración p o r los grandes historiadores del siglo xix.. organicista. 62 "Por 'ideología' entiendo u n conjunto d e prescrip>cione9 para tomar postura e n el m u n d o presente de la praxis social y para actuar sobre él [. ]S-21s. E n realidad. E n c u a n t o a la tipología misma. e n el vínculo e n t r e la explicación d e los h e c h o s pasados y la práctica presente. q u e exige u n a tipología a p r o p i a d a . m á s bien e n la naturaleza d e la conciencia histórica y. Distingue c u a t r o g r a n d e s p a r a d i g m a s : formista.]. el m o d o ideológico d e explicación p o s e e t a m b i é n u n a estruct u r a conflictiva.^* P o r eso. . Postula c u a t r o actitudes ideológicas fundamentales: a n a r q u i s m o . Olvidan q u e "la historia n o es u n a ciencia.

tras cualquier narración. cno habría. hay siempre u n c o n o c e d o r . cuyo e x a m e n constituye precisamente el objetivo principal d e Metahistory. c o n c i e m e n a la metahistoria y a la construcción del m o d e l o verbal p o r el q u e la historia o r d e n a acontecim i e n t o s y procesos en n a n a d o n e s . u n narrador. radicalismo y liberalismo. e n cuanto a la raíz na. el recurso a la etimología (Tké structure of historical narrative. Pero entonces la unidad del género narrativ o n o hay q u e buscarla ya e n las estructuras narrativas. sino e n la narración c o m o enunciación. Volveremos sobre ello e n la tercera parte. Así e n m a r c a d a p o r el hilo d e la historia (plano d e s d o b l a d o a su vez en crónica y c a d e n a d e motivos) y p o r el a r g u m e n t o (igualm e n t e d e s d o b l a d o e n a r g u m e n t o s formales y e n implicaciones ideológicas). el a u t o r señala el lugar d e la crítica m i s m a d e la ideologia y somete la ideología a idéntica regla d e discusión q u e el m o d o de explicación p o r a r g u m e n t o s formales. e n su enunciado. ya n o proporciona ningún criterio determinante. pp. W h i t e u n sentido estricto y restrictivo. 12-13) apenas aclara nada: la narratio d e los r o m a n o s es demasiado polisémica y demasiado d e p e n d i e n t e d e sus contextos propios. sin e m b a r g o . p. incomprensión u olvido para dirigir nuestra atención conscientemente hacia u n s e g m e n t o d e experiencia organizada e n u n a dirección determinada" (ibid. e n su a m p l i t u d y e n su r i t m o deseables. H .^' U n o p u e d e preguntarse sobre lo que constituye la imidad d e lo narrativo. . M u c h o más interesante es la siguiente sugerencia: tras cualquier aptitud para conocer. White satisface dos exigencias distintas. r e p r e s e n t a d a e n Francia p o r A r o n y Mar r o u . al reintroducir. interesa subrayar q u e . pues. la explicación p o r constnieción de trama a d q u i e r e e n H . actúa con veracidad.. q u e se supone c o m ú n a t o d o s los m o d o s d e cognoscibilidad. p o r el r o d e o del c o n c e p t o posmarxista d e ideología. q u e buscar la unidad y la diversidad d e los efectos explicativos e n la voz narrativa? "Podemos decir q u e u n a narración es u n a forma literaria e n la q u e la voz del narrador se eleva contra u n trasfondo de ignorancia.276 HISTORIAYNARRACrÓN v a d u r i s m o ... pues su c a m p o aparece tan desarticulado. 13). la consideración d e los valores y el vínculo d e la historia con la a c d ó n e n el m u n d o p r e s e n t e . c o m p o n e n tes del c o n o c i m i e n t o histórico c o n t i n u a m e n t e recalcados p o r la tradición del verstehen. Cualquiera q u e sea la conveniencia d e esta tipología p a r a las grandes o b r a s históricas del siglo XIX. a saber: la implicación del historiador e n el trabajo histórico. P o r o t r a p a r t e . q u e p e r m i t e asegurar q u e ella n o es el t o d o d e la estructura narrativa y es. q u e se a p o y a n e n último t é r m i n o e n el cambio social. Las preferencias ideológicas. al distinguir a r g u m e n t o e ideología. su eje principal. si n o opuestas. C o m o siempre. p o r la a n e x i ó n del m o d o ideológico. Por u n a p a r t e .

satírica. 8). la sátira guar­ d a i g u a l m e n t e sus distancias respecto d e la reconciliación d e los . u n a d e esas categorías d e configuración q u e h e m o s a p r e n ­ d i d o a distinguir p o r m e d i o d e n u e s t r a cultura. "Consiste en p r o p o r c i o n a r el sentido d e u n a historia identifican­ d o el tipo d e historia q u e se h a c o n t a d o " {Metahistory. "Se obliga a u n historiador d a d o a o r d e n a r e n forma d e t r a m a al con­ j u n t o d e historias (stories) q u e c o m p o n e n su narración e n u n a única f o r m a total o arquetípica" {ibid. e n cambio. en­ t i e n d e el tipo (kind) al q u e p e r t e n e c e la historia n a r r a d a . E n este sentido. La construcción d e la t r a m a así concebida constitu­ ye u n m o d o d e explicación: "la explicación p o r invención d e la t r a m a " {Metahistory. a q u i e n le es d a d o percibir la ley q u e rige los destinos. trági­ ca.A E A O EN F V R DE L NARRACIÓN LGT S AO A 277 P o r invención d e t r a m a (mplotmení) e n t i e n d e el a u t o r m u c h o m á s q u e la simple c o m b i n a c i ó n e n t r e el aspecto lineal d e la histo­ ria n a r r a d a y el aspecto argumentativo d e la tesis defendida. 7). Digamos. H .. P e r o mientras yo caracterizo la construcción d e la t r a m a p o r m e d i o d e t o d a la g a m a d e intercambios e n t r e paradig­ m a s e historias singulares. e n fin. p e r o se o p o n e t a m b i é n . El g é n e r o satírico se c o n t e m p l a d e u n m o d o original e n la m e d i d a e n que. 9). Wliite reserva exclusivamente p a r a su noción d e emplotment su función d e categorización: esto expli­ ca. p o r lo tanto. p . q u e H . p p . a falla d e celebrar la trascendencia última del h o m b r e s o b r e el m u n d o venido a me­ n o s . "W^iite apela al t e m a q u e h e desarrolla­ d o a m p l i a m e n t e en la p r i m e r a p a r t e sobre el p a p e l d e los p a r a d i g m a s en la o r d e n a c i ó n d e la trama y sobre la constitución d e la tradición narrativa p o r el j u e g o d e la innovación y d e la sedimentación. q u e él traslade a la n o c i ó n d e stoiy el aspecto pura­ m e n t e lineal. la sátira se o p o n e p o l a r m e n t e al g é n e r o noveles­ co q u e m u e s t r a el triunfo final del h é r o e . La épica se deja a u n lado p o r q u e la e p o p e y a a p a r e c e c o m o la f o r m a implícita d e la crónica. es p r o p o r ­ cionar u n guía p a r a identífícar p r o g r e s i v a m e n t e el tipo d e cons­ trucción d e la t r a m a {The stnicture of historical narrative. se reserva u n a reconciliación p a r a el espectador. 7-11). Explicar. al trágico. al m e n o s parcialmente. e n este caso. las historias construidas según el m o d o irónico e x t r a e n su efecto d e frustrar al lector el tipo d e resolución q u e él e s p e r a d e historias construidas según el m o d o novelesco. H . p . p a r a ex­ plicar el p r o b l e m a . p . p a r a Frye. en el q u e . Wliite toma la tipología d e la construcción d e la t r a m a d e la Anatomie de la critique d e N o r t h r o p Frye: novelesca (romance). cómico o satírico. cómica.

t o d o lo q u e n a r r a n o es m á s q u e el " m e d i o " d e s p l e g a d o d e u n a histo­ ria n a r r a d a . T a m b i é n Tocqueville tiene u n a story. religión. 29-31). t o d o es story p a r a Ranke. argument En el artículo d e 1972. la teoría del estilo históríco pasa a u n . Historia de Alemania en tiem­ pos de la Reforma. la oposición es par­ cial: p u e d e h a b e r u n g é n e r o trágico satírico y o t r o cómico satíri­ co. E n u n pri­ m e r nivel. La sátira arranca d e la última inadecuación d e las visiones del m u n d o dramatizadas p o r novelesco. la explicación en t é r m i n o s d e a r g u m e n t o . con la sociedad y c o n el m u n d o . la explicación e n t é r m i n o s d e trama. la Democracia en América. P e r o .278 HISTORIA Y NARRAaÓN h o m b r e s e n t r e sí. q u e h a vencido antes del p r e s e n t e del lector. En este sentido. Pero se acentúa el tipo d e estructura q u e u n e clases sociales.6). í Q u é beneficio p u e d e sacar la epistemología del c o n o c i m i e n t o histórico d e esta distinción e n t r e tales " m o d o s d e explicación" (y sus "efectos explicativos" correspondientes) y d e las tres tipolo­ gías p r o p u e s t a s en el p l a n o d e la trama. tres o b r a s ilus­ t r a n la tripartición: la o b r a d e Ranke. . la teoría del estilo j u e g a s o b r e la trilogía fundamental: story. q u e conserva su identidad. Su a r g u m e n t o se r e d u c e a los cambios sucedidos al p u e b l o alemán. se p u e d e decir q u e en B u r c k h a r d t t o d o es a r g u m e n t o : la historia na­ r r a d a sólo sirve para ilustrar la tesis del individualismo del Rena­ cimiento. respectivamente? F u n d a m e n t a l m e n t e . p e r o e n p r o p o r c i o n e s variables. Si se quiere. sin e m b a r g o . cultura. Y la t r a m a se Hmita a m o s t r a r " c ó m o u n a cosa h a c o n d u c i d o a otra" (p. si e n t e n d e m o s p o r estilo u n a intersección n o ­ table e n t r e las potencialidades abiertas p o r las diversas categorías narrativas implicadas {Metahistory. insensiblemente. democracia política. etc. q u e ilustra el tipo "narrativista" d e historíogra­ fía. a r g u m e n ­ t o e hilo d e la historia. emplotment. En cambio. q u e realiza la c o m e d i a p o r su desenlace feliz. lo c ó m i c o y la tragedia. p p . El o r d e n lineal significa p a r a R a n k e q u e la historia tiene u n comienzo. ilustra la explicación en función del hilo d e la historia. u n a teoría del es­ tilo historiográfico. d e Tocqueville. y la o b r a d e Burckhardt. Es cierto q u e cada u n a d e estas obras implica trama. La culture de la Renaissance en Italie. u n m e d i o y u n fm. a quienes i n c u m b e la obligación d e darle u n fin c o n n u e s t r a acción. p e r o abierta p o r la ex­ t r e m i d a d q u e ella dirige hacia nosotros. del a r g u m e n t o y d e la ideología. Se p u e d e c o m p o n e r g r a d u a l m e n t e esta teoría del estilo si­ g u i e n d o el o r d e n d e complejidad d e la c o m b i n a c i ó n .

la teoría del estilo pasa a u n s e g u n d o plano aJ c o m b i n a r las tres tipologías respectivas d e la o r d e n a c i ó n d e la trama. lal c o m o la h u b i e r a n c r e a d o los otros p a r a d i g m a s d e o r d e n a ­ ción d e la trama: novelesca. u n j u e g o fiexible e n t r e afinidades: "La tensión dialécti­ ca q u e caracteriza a la o b r a d e t o d o gran historiador p r o v i e n e d e o r d i n a r i o d e u n esfuerzo p o r armonizar u n m o d o d e construc­ ción d e la t r a m a con u n m o d o d e a r g u m e n t o o d e implicación ideológica q u e es no c o n s o n a n t e con él" (p. p. de igual manera que. cit. d e la a r g u m e n t a c i ó n y d e la impHcación ideológica. The sense of an ending. y para otros. q u e describen Ía r e d d e compatibilidad d e la q u e e m e r g e n estilos historiográficos identificables: "Para mí. E n fin. e n Metaliislory. ^ Hayden White habla. c o m o dice Marx. cómica o trágica. art. que. al m e n o s las "afinidades selectivas". 20.. al c o m b i n a r la tripartición d e historia n a r r a d a . El estilo es.ALEGATOS EN FAVOR DE LA NARRACIÓN 279 s e g u n d o piano. y Tocqueville. Michelet. p. "el J8 b n i m a r í o de Luis N a p o l e ó n Bonaparte" p u d o ser u n a tragedia. si n o todas las c o m b i n a c i o n e s posibles. confie- ^ El autor propone. ^ Pero se equivocaría e n o r m e m e n t e quien viese e n el estilo histórico u n a c o m b i n a c i ó n necesaria e n t r e m o d o s d e expHcación. para unos. construye su historia según el m o d o novelesco. Se obtiene así u n a c o m b i n a c i ó n q u e tiene e n cuenta. m á s bien. El deslizamiento de una configuración a otra sigue siendo siempre posible. . t r a m a y a r g u m e n t o con la tipología d e la o r d e n a c i ó n d e la t r a m a . p . p . d e ar­ g u m e n t o y d e implicación ideológica" (Metabistory. a este respecto. una farsa {"The historical text as literary artifact". e n cam­ bio. Ranke. al final d e Structure and historical narrative. 29). pues u n a historía q u e n o va a n i n g u n a p a r t e destruye la expectativa d e u n a conclusión moral o intelec­ tual. 281). segiin la elección de la esinictura d e la trama q u e haga el historiador. 2 9 ) . sino también el m o d o irónico d e la o r d e n a c i ó n d e la trama. El mismo conjunto de acontecimientos puede conducir a una historia trágica o có­ mica. según el cómico. u n estilo historiográfico r e p r e s e n t a u n a combi­ nación particular e n t r e m o d o s d e construcción d e la trama. 29. t o m a d o s j u n t o s . u n cuadro de afinidades que regulan su propia lectura d e los cuatro grandes historiadores y d e los cuatro filósofos de la historia a los que se dedica la obra principalmente. de su deuda con Fraiik Kermode. según el trágico.^^ U n largo r o d e o n o s lleva así a n u e s t r o t e m a d e la consonancia disonante:^* la p r i m e r a fuente d e consonancia disonante p r o c e d e d e la oposición e n t r e los tres m o d o s . B u r c k h a r d t ilustra n o sólo la primacía del a r g u m e n t o sobre la tra­ m a y sobre la historía narrada.

La codificación contribuye a ello e n la m e d i d a e n q u e el historiador c o m p a r t e con el público la inteligencia d e las 6 ^ La teoría d e los tropos. Si se p u e d e afirmar q u e n i n g ú n acontecim i e n t o es en sí trágico y q u e sólo el historiador lo m u e s t r a así al codificarlo d e cierta m a n e r a . d e la q u e h e m o s p a r t i d o . c o m o escritor. . P e r o . E n r e s u m e n . pp. añade una dimensión suplementaria al estilo histórico. N o son clases surgidas d e u n a t a x o n o m í a a pñori. el más i m p o r t a n t e : el historiador. 0 e este m o d o . e n particular. reglas inertes. p . Este aspecto d e tradicionalidad es. abarca u n c a m p o m á s amplio q u e el q u e los autores "narradvistas" le o t o r g a n . sobre el aspecto mimético d e la narración). Las estructuras n o son. la codificación se o r d e n a más p o r los efectos d e sentido e s p e r a d o s q u e p o r el material q u e hay q u e codificar. Pero n o añade nada a la explicación propiamente dicha (Metahislory. m i e n t r a s q u e la n o c i ó n d e t r a m a recibe d e su oposición a las de histeria n a r r a d a y d e arg u m e n t o u n a precisión p o c o comiin. que paso por aJto ahora. sobre t o d o . e n el marco d e la discusión sobre las relaciones entre lo imaginario y lo real e n la idea del pasado. son los resultados d e u n a tradición d e escritura q u e les h a d a d o la configuración q u e el historiador p o n e en práctica.^' La o t r a fuente d e consonancia d i s o n a n t e p r o v i e n e del e n f r e n t a m í e n t o e n t r e varias maneras d e construcción d e la t r a m a n o sólo e n t r e historiadores diferentes. 285303. es p o r q u e lo arbitrario d e la codificación es limitado n o p o r los acontecimientos n a r r a d o s . p p . S o n las formas d e u n a h e r e n c i a cultural. e n definitiva. sino d e n t r o d e u n a gran obra. Volveré sobre esto e n la cuarta parte. pues. 31-52.280 HISTORIA Y N R A I N A K CÓ r e n a las estructuras narrativas u n a función explicativa. n o hay q u e p e r d e r d e vista q u e la triple tipología s o b r e la q u e descansa esta teoría del estilo historiográfico n o reivindica n i n g u n a a u t o r i d a d "lógica". Este efecto d e sentido consiste esencialmente e n h a c e r familiar lo no-familiar. y "The historical lext as literary artifact". se dirige a u n público capaz d e r e c o n o c e r las formas tradicionales del arte d e narrar. e n c o n t r a m o s q u e la n o c i ó n d e estructura narrativa. 238). sino p o r la e s p e r a del lector d e e n c o n t r a r formas conocidas d e codificación: "La codificación d e los acontecimientos c o n arreglo a u n a u o t r a e s t r u c t u r a d e intriga es u n o d e los p r o c e d i m i e n t o s d e q u e d i s p o n e u n a cultura p a r a conferir u n sentido a u n p a s a d o personal o público" {The historical text as literary artifact. Los m o d o s d e construcción d e la trama.

véase además. La c o m p a i a c i ó n actúa e n los dos sentidos. el carácter dinámico d e la construcción d e la trama. 284-285). a través d e su carácter d e tradicionalidad. P o r lo d e m á s . "Comment l'hisforíen écrit l'épisiémologie: a propos d u 1Í>TC de Paul Veyne". a u n q u e m u c h o gracias a él— la construcción d e la t r a m a c o m o la operación q u e dinamiza todos los planos d e articulación narrativa. las usa. véase mi ensayo The contribution of French historiography to the theory of history. q u e h a c e n d e él ei m i e m b r o d e u n a herencia cultural y n o d e otra" (ibid. este rasgo se halla c o m p e n s a d o p o r la continuidad q u e la n o c i ó n d e estilo historiográfico restablece e n t r e crónicas. ampliado c o n el trabajo Foucault révolutionne l'histoire (París. al final d e este capítulo. este procedimiento de refamiliarización c o n acontecimientos con los que el sujeto se ha desfaniíliarizado con lo q u e ocurre e n psicoterapia {Tke historical text. Raymond Aron. "Cómo se escribe la historia"^^ Me h a p a r e c i d o interesante volver. en Annales 6 (1971). Commenl on écrit l'histoire. pp. e n la medida e n que los acontecimientos con los que el historiador intenta familiarizrtrnos se han olridado muy a m e n u d o a causa d e su carácter traumático. p . Por eso el reconocimiento d e una forma tradicional p u e d e adquirir en historia valor d e explicación: VVhite compara. argum e n t o e implicación ideológica. Paul Veyne. 1319-1354. La construcción d e la u a m a es m u c h o más q u e u n p l a n o e n t r e tantos: ella realiza el p a s o e n t r e n a r r a r y explicar.^^ Así se restituye. Para un estudio más c o m p l e t o .A E A O E F V R DE L N R A I N LGT S N AO A A R CÓ 281 formas "que d e b e n t o m a r las situaciones h u m a n a s signiíicativas e n virtud d e la participación del historiador e n el p r o c e s o específico d e formación del s e n ü d o ... sobre la historiografía francesa: la o b r a d e Paul Veyne —aislada e n el pan o r a m a francés—. p o s e e la i m p o r t a n t e venttija d e u n i r u n debilitamiento científico d e la historía c o n u n a apología d e la noción d e trama. 283).. Hay que decir d e las formas heredadas d e la codificación lo que se ha dicho d e las leyes: el historiador n o las hace. P o r eso se p u e d e considerar —un p o c o contra White. . Comment on écñi l'histoire. 5. a u n q u e se considere sólo su carácter genérico.. trama. Paul Veyne se halla así curiosam e n t e situado en la confluencia d e las dos corrientes d e pensa- Este papeJ d e la tradición e n la codificación narrativa proporciona u n a respuesta a la objeción de que las tres tipologías utilizadas por esta teoría del estilo historiográfico son prestadas. a este respecto. 1971). c a d e n a d e motivos. pp.

. N a d a vincula esta curiosidad a algún f u n d a m e n t o existencial. La estructuración d e la t r a m a es lo q u e califica a u n h e c h o c o m o histórico: "Los h e c h o s sólo exis- ™ Ni A r o n ni. sobre t o d o . 21). roto p o r esta corriente.'" E n u n sentido. cosa q u e n u n c a h a n inten­ t a d o h a c e r ni Marc Bloch. Si. Veyne llama narración a lo q u e A r o n y M a r r o u l l a m a b a n reconstrucción. P e r o el cambio d e terminología tiene su importancia. y también: "La historia es u n a actividad intelec­ tual q u e . n i F e m a n d Braudel. Debilitar la p r e t e n s i ó n explicativa. 90). ni siquiera Henri-Irénée M a r r o u . el a u t o r p e r m i t e llevar más lejos la descripción del "objeto d e la historia" (título d e su p r i m e r a parte). Ésta*subsume hechos d e n t r o d e leyes. 103). Elevar la capacidad narrativa: esta m e t a se alcanza si se acoplan c o n v e n i e n t e m e n t e n a r r a c i ó n y trama. la historia n o es " n a d a más q u e u n a n a r r a c i ó n verídica" (p.282 fflSTORIA y NARRACIÓN m i e n t o q u e acabamos d e describir. sirve p a r a fmes d e simple curiosidad" (p. p a r a q u i e n la narración es la q u e h a r í a n los p r o p i o s actores. e s p e r o a u m e n ­ tar el m o r d i e n t e d e u n a o b r a q u e n o carece d e él. p o r lo tanto. e n t r e g a d o s a la confusión y a la o p a c i d a d d e su p r o p i o p r e s e n t e . ni Lucien Febvre. aqué­ lla los integra d e n t r o d e tramas. es u n a ciencia d e m a s i a d o "sublunar" p a r a ser explicada p o r leyes. E n efecto. a cierto aspecto d e lo vivido. Marrou cortarían tan fácilmente el vínculo decisivo q u e u n e la historia a la c o m p r e n s i ó n del otro. p r e c i s a m e n t e p o r q u e es construida: "La historia es u n a n o ­ ción libresca y n o existencial. a través de las formas literarias consagradas. e n efecto.. al situarlo e n esta encrucijada estratégica. es la organización p o r la inteligen­ cia d e datos q u e se refieren a u n a t e m p o r a l i d a d q u e n o es la del Dasein" (p. elevar la capacidad n a r r a ü v a : a m b o s movimientos se equilibran e n u n incesante mo­ vimiento p e n d u l a r . a u n q u e p r o c e d a d e Max We­ b e r y n o d e la corriente "narrativista" anglosíijona y conserve con el positivisto lógico u n vínculo. 13). Sin em­ b a r g o . Al vincular la c o m p r e n s i ó n histórica a la activi­ d a d narrativa. n o s a t e n e m o s al carácter intrínseco d e la n o c i ó n d e aconteci­ m i e n t o —toda ocurrencia individual i r r e p e t i b l e . sino e n la historiografía y la ciencia física" (p. el libro p u e d e leerse c o m o u n hábil cruce d e d o s motivos. P e r o la n a r r a c i ó n n o hace revivir n a d a . n a d a lo califica d e histórico o d e físico: "La v e r d a d e r a diferencia n o estriba e n los h e c h o s históricos y e n los físicos.

Al vincular así el acontecimiento a la trama. las series n o cronológicas. 31). con la trama. 83). sino lo q u e p u e d e ser n a r r a d o o se h a n a r r a d o ya en crónicas o leyendas.A E A O E F V R DE L NARRACIÓN LGT S N AO A 283 ten e n y p o r tramas e n las q u e a d q u i e r e n la importancia relativa q u e les i m p o n e la lógica h u m a n a del d r a m a " (p. d e casualidades: u n a t r a m a es " u n a mezcla m u y h u m a n a y m u y p o c o 'científica' d e causas materiales. H a y t r a m a siempre q u e se p u e d a r e c o n o c e r esta c o m b i n a c i ó n inconexa. 35). t o d o lo t e n u e q u e se quiera. incluso la historia cuantitativa e n t r a en su órbita: hay t r a m a siempre q u e la historia c o m p o n e conjuntos d e fines. se p u e d e recortar el c a m p o episódico con toda libertad" (p. Y tanibién: "Puesto q u e u n acontecimiento es tan histórico c o m o o t r o . d e la casa d e r e c r e o o d e la b ú s q u e d a d e seguridad d u r a n t e los siglos. p a r e c e garantizado p o r la noción t o m a d a d e C o u m o t (a la q u e A r o n remitía al c o m i e n z o d e su libro d e 1937) del cruce d e series causales: "El c a m p o d e los acontecimientos es u n e n t r e c r u z a d o d e series" (p. E n este sentido. La larga duración es tan episódica c o m o la corta si la t r a m a es la única m e d i d a del acontecimiento. E n este p u n t o . esta definición es totalmente compatible con la noción d e síntesis d e lo h e t e r o g é n e o p r e s e n t a d a e n nuestra primera parte. el historiador n o se sentirá desolado p o r trabajar sólo con d o c u m e n t o s parciales: u n a t r a m a se hace sólo c o n lo q u e se sabe. se llamará n o episódico a la historicidad d e la q u e n o t e n e m o s conciencia c o m o tal" (p. Lo n o episódico señala sólo la desviación e n t r e el camp o i n d e t e r m i n a d o d e los acontecimientos y el c a m p o ya s u r c a d o d e intrigas. es. Veyne se acerca a los autores "narrativistas" d e l e n g u a inglesa q u e acabamos d e estudiar. q u e el a u t o r n o explícita con claridad. Paul Veyne p u e d e desdramatizar el d e b a t e e n t r e lo episódico y lo n o episódico abierto p o r la escuela d e los "Anuales". siguen s i e n d o del d o m i n i o d e la historia en virtud d e su vínculo. A d e m á s . d e causas materiales. las series p o r Ítems d e los historiadores cuantitativistas. Por lo tanto. U n acontecimiento histórico n o es sólo lo q u e sucede. P e r o . d e fines y d e casualidades" (p. 46). "Lo n o episódico son acontecimientos n o declarados todavía c o m o tales: la historia d e las tierras. u n " c o n o c i m i e n t o mutilado". . A mi e n t e n d e r . si d a m o s u n a definición amplia d e lo q u e consideram o s c o m o trama. d e las mentalidades. N o le es esencial el o r d e n cronológico. Más a ú n . 70). El vínculo e n t r e t r a m a y series d e items. p o r naturaleza.

d e series u n a trama? P. Si el c a m p o histórico es. 73). m e d i o y fin. Wliile explota a f o n d o este r e c u r s o genérico categorial d e la estructuración d e la trama. sino lo específico. en los acontecimientos h u m a n o s " (p. comprensible. Esta tesis coincide c o n la d e la descripción p o r items y la del e n t r e c r u z a d o d e las series. p u e s esta posible acronicidad está vinculada al rasgo f u n d a m e n t a l d e la t r a m a sobre el q u e Aristóteles construye su Poética: la capacidad d e e n s e ñ a r lo universal. Diversos autores d e l e n g u a inglesa h a n e x p l o t a d o también esta posibilidad d e acronicidad (véase supra. c u a n t o se enc u e n t r a en él ha tenido lugar realmente. H e m o s visto a n t e r i o r m e n t e c ó m o H . c o m o se h a dicho. p o r lo tanto. a u n c u a n d o implica comienzo. Veyne se muestra p r o v o c a d o r : la historia —dice— tiene u n a crítica y u n a tópica. El a u t o r q u i e r e así llegar hasta el fin d e u n a d e las posibilidades abiertas p o r la n o c i ó n aristotélica d e t r a m a q u e —como h e m o s visto— ign o r a t a m b i é n el ü e m p o . es decir. p a r a entregarse totalmente a la única u n i d a d d e la trama? Es lo q u e a p a r e c e r á en el transcurso d e este libro" (p. pertenece al g é n e r o histórico. "La historia es la descripción d e lo q u e es específico. E n c u e n t r o d e nuevo e n Paul Veyne la m i s m a idea c u a n d o desarrolla la a p a r e n t e paradoja d e q u e la historia n o tiene p o r objeto lo individual. Mink). . Louis O . p e r o p u e d e n ti-azarse e n él n u m e r o s o s itinerarios. c o n las diferentes formas d e concebirlo q u e h a n existido a través d e los siglos. con tal q u e u n conjunto d e items sea también u n a trama. d e las u n i d a d e s d e t i e m p o y lugar. C o n este c o m p o n e n t e inteligible d e la trama p a s a m o s a la o t r a v e r ü e n t e d e la obra: debilitar la p r e t e n s i ó n explicaüva. específico: " C u a n t o p u e d e enunciarse d e u n individuo posee u n a especie d e generalidad" (p. U n a vez más. la noción d e tram a n o s aleja d e cualquier defensa d e la historia c o m o ciencia d e lo c o n c r e t o . p e r o n o u n m é t o d o . Veyne cree q u e p u e d e ampliar la n o c i ó n d e t r a m a hasta el p u n t o en q u e no le es indispensable el c o n c e p t o d e t i e m p o : "¿Qué sería d e la historiografía q u e t e r m i n a r a p o r liberarse d e los últimos restos d e singularidades. c o m p l e t a m e n t e i n d e t e r m i n a d o . J ^ o t e n e r m é t o d o significa n o t e n e r u n a regla p a r a h a c e r la síntesis d e los hechos. Introducir el acontecimiento e n la t r a m a es enunciar algo inteligible. En c u a n t o al arte d e trazarlos.284 HISTORIA Y NARRACIÓN Íes u n t o d o e n t r e c r u z a d o . 75). El individuo es u n a encrucijada d e series de items. 84). Debilitar la pretensión explicativa: En este p u n t o .

En este s e n ü d o . implica estos tres e l e m e n t o s " (p. si es hum a n o . E n este sentido. Es c o m o decir q u e la historia p e r t e n e c e a lo s u b l u n a r y q u e p r o c e d e p o r tramas: la historia "será siempre t r a m a p o r q u e será hum a n a . sublunar. y más adelante a ñ a d e : "La n a r r a d ó n es d e e n t r a d a causal. Es afirmar q u e la historia n o se explica e n t e r a m e n t e ni p o r e n c u e n t r o s accidentales.ALEGATOS EN FAVOR DE 1 ^ NARRACIÓN 285 La Única "lógica" compatible con la n o c i ó n d e t r a m a es la lógica de lo probable. 118). d e la causa material y d e la Übertad. . n o hay lugar a la distinción e n t r e narración. c o m p r e n s i ó n y explicación: "Lo q u e llamamos explicación casi n o es m á s q u e la f o r m a q u e tiene la narración d e organizarse e n u n a t r a m a comprensible" (p. p o r q u e n o será u n a p a r t e d e d e t e r m i n i s m o " (p. 112). sacada d e la d e ley. 119). 115). 114). Veyne la e m p l e a com o Maurice Mandelbaum:'^ "Las causas s o n los diversos episodios d e la trama" (p. desaparece el problema d e la relación e n t r e c o m p r e n s i ó n y explicación q u e t a n t o h a b í a p r e o c u p a d o a R a y m o n d A r o n . La retrodicción r e p r e s e n t a u n a excepción a p a r e n t e a la tesis q u e '^ Véase infra. Es la única p r o f u n d i d a d q u e p u e d e asignarse a la historia. la explicación s u b l u n a r n o se distingue d e la c o m p r e n s i ó n . Parece q u e la explicación llega m á s lejos q u e la c o m p r e n s i ó n i n m e d i a t a p o r q u e p u e d e explicar los factores d e la narración s e g ú n los tres aspectos del azar. P o d í a m o s c o n l a r con ello: en el o r d e n d e lo sublun a r n o existe explicación e n el sentido científico d e la palabra. P e r o c o m o lo p r o b a b l e es u n carácter d e la p r o p i a trama. cuyo vocabulario lo t o m a Paul Veyne d e Aristóteles: la ciencia y las leyes sólo están vigentes e n el o r d e n supralunar. Al m i s m o tiempo. e n el sentido e n q u e u n a ley explica u n h e c h o : "Explicar. h a c e r l o c o m p r e n d e r ' " (p. proyectos o ideas. La explicación d e la Revolución "es el resumen d e ésta y n a d a m á s " (p. q u i e r e decir ' m o s t r a r el desarrollo d e la trama. mientras q u e "lo sublunar es el reino d e lo p r o b a b l e " (p. 111). 121). Es otra form a d e decir q u e la historia carece d e m é t o d o . El probabÜismo es u n corolario d e la capacidad q u e tíene el historiador d e r e c o r t a r l i b r e m e n t e el c a m p o d e los acontecimientos. "explicar m á s es n a r r a r mejor" (p. comprensible" (p. capítulo 3 d e esta misma parte. 46). y n o hay regla p a r a o r d e n a r estos tres aspectos. p o r p a r t e d e u n historiador. 44). Resp e c t o d e la palabra causa. n i p o r causas económicas. "El m e n o r ' h e c h o ' histórico. n i p o r m e n t a l i d a d e s .

la r e t r o d i c c i ó n n o hace surgir condiciones del co­ n o c i m i e n t o sublunar. explicar es h a c e r c o m p r e n d e r (pp. Sin e m b a r g o . d e u n a civilización o d e u n a é p o c a a otra. 176209). confusa y sólo equivale a "las m á s d e las veces" y ". C u a n d o la acción desarrolla efectos n o intencionales —situación n o r m a l p a r a el historiador. D e n t r o d e estos límites estrechos d e lo vero­ símil. Se trata d e u n a o p e r a c i ó n inductiva p o r la q u e el historia­ d o r llena u n a laguna e n su narración m e d i a n t e analogía c o n u n e n c a d e n a m i e n t o semejante. A h o r a bien: p a r e c e q u e ésta i n t e r \ i e n e p r e c i s a m e n t e c u a n d o los d o c u m e n t o s n o facilitan u n a trama. eso dice Aristóteles d e la trama: hace q u e " u n o p o r causa d e o t r o " prevalezca sobre " u n o d e s p u é s d e o t r o " . D e s p u é s d e t o d o . 208). N o ü e n e n a d a e n c o m ú n c o n u n a ley d e subsimción. Este p u n t o n o se discute c o n seriedad. Es el m o m e n t o d e r e c o r d a r q u e la causalidad sublu­ n a r es irregular. en u n a circunstancia particular. en historia. Lo q u e p r o p o r c i o n a al historiador el equivalente d e la serie es la semejanza garantizada p o r la estabilidad relativa d e las c o s t u m b r e s . la retrodicción c o m p e n s a las lagunas d e n u e s t r o s d o c u m e n ­ tos. p o r retrodicción. salvo excepción". es causal" (p. d e las convenciones.286 HISTORIA Y NARRACIÓN afirma que. e n la m e d i d a en q u e la retrodicción p o n e en j u e g o u n a explicación causal. u n r é g i m e n fiscal d e m a s i a d o severo hizo impo­ p u l a r a Luis XIV). d e u n m o d o general. a u n a p r e s u n t a causa (se dirá. E n este caso. pare­ ce q u e la explicación m u e s t r a el fracaso d e la trama. n o s r e m o n t a m o s entonces. Es ahí d o n d e la explicación p a r e c e distinguirse m á s c l a r a m e n t e d e la c o m p r e n s i ó n . p o r ejemplo. en o t r a serie. n o nos traicione la analogía. d e los tipos. sin garantía d e que. a q u é a t e n e r s e con respecto a la g e n t e d e u n a é p o c a concreta. 201). p e r o sin falla.. El a u t o r pa­ rece estar d e a c u e r d o c o n esto: "Este intervalo e n t r e la intención y el efecto es el lugar q u e reservamos a la ciencia c u a n d o escribi­ m o s la historia y c u a n d o la h a c e m o s " (p. p r o c e d e m o s p o r semejanzas. Ella p e r m i t e saber. c o m o explican D a n t o y L ü b b e con a r g u m e n t o s diferentes—. Quizá se p u e d e contestar q u e la intriga. los filólogos y los iconografistas. P o r lo tanto.. al n o coincidir con la perspectiva d e u n . p o d e m o s p r e g u n t a m o s si la explicación causal y la c o m p r e n s i ó n p o r m e d i o d e la t r a m a coinciden siempre. Está m á s p r ó x i m a d e la explicación causal d e Dray y d e M a n d e l b a u m (volveremos sobre ella e n el capítulo siguiente): "La expUcación histórica n o es nomológica. El r a z o n a m i e n t o al q u e m á s se asemeja la retrodicción es la seriación practicada p o r los epigrafistas.

Este r é g i m e n p e r t e n e c e m á s bien a los c o n c e p t o s sublunares. es m á s bien la vigilancia del historíador respecto d e los c o n c e p t o s q u e emplea. c o m o hace Vico. n o i g n o r a n a d a d e los efectos n o queridos. Sencillamente. sólo existen h o m b r e s q u e p r o d u c e n " (p. c o m o d e b e ser. ¿Qué o c u r r e con la crítica? N o constituye el equivalente o el sustituto d e u n m é t o d o . e n este aspecto. a m o d o d e exploración. lo genérico n o es lo específico. sino lo específico. sino al expresar "el p u n t o d e vista" del q u e la liarra —la "voz narrativa". El a u t o r fiene p r e s e n t e algo p a r e c i d o a los "tipos ideales" d e Max W e b e r . p e r o sí u n a crítica y u n a teoría d e los tópicos. p u e s n o existen. p e r p e t u a m e n t e falsos p o r ser s i e m p r e imprecisos. p e r o sí u n a crítica y u n a teoría d e los tópicos (p.. a casos análogos. si se quiere—. e n el c a m i n o del comparatismo.IAIN 287 a g e n t e .. 157). e n La sociétéféodale. 138). C o m o indica su n o m b r e —kantiano—. N o s q u e d a la tópica. Marc Bloch tenía razón. d e los q u e subraya su carácter heurístico y n o explicativo. P. Sólo la heurística r e m i t e a las t r a m a s particulares: "¿Qué o t r a cosa h a c e m o s q u e c o m p r e n d e r tramas? N o hay dos formas d e c o m p r e n d e r " (p. p e r o la c o n t i n u i d a d q u e sugieren es engañ o s a y abusivas las genealogías. Los c o n c e p t o s en historía son m á s bien representaciones compuestas. extraídas d e d e n o m i n a c i o n e s anteriores y extendidas. Estos lugares com u n e s —como se sabe— constituyen la reserva d e p r e g u n t a s a p r o piadas d e las q u e d e b e servirse u n o r a d o r p a r a hablar eficazmente a n t e u n a asamblea o u n tribunal. T a m p o c o existen fuerzas de p r o d u c c i ó n . ¿Para q u é p u e d e servir la . el historiador n o h a p o d i d o reajustarlos y así escapar a los contrasentidos q u e suscitan. al comp a r a r la servidumbre en E u r o p a y e n J a p ó n . La palabra está tomada.A E A O EN F V R DE L NMR CÓ LGT S AO A . / S e g u i d a m e n t e d e b e m o s hacer justicia a dos tesis c o m p l e m e n t a rías: la historia n o tiene m é t o d o . d e la teoría aristotélica d e los topoi o "lugares c o m u n e s " . P e r o la c o m p a r a c i ó n n o hace descubrir u n a realidad m á s general ni d a lugar a u n a historia m á s explicativa. La historia n o tiene m é t o d o . m u y severa c u a n d o la historia se a d e n t r a . Al p r o venir éstos d e la heurística. E n este sentido. La vigilancia d e b e ser. e m p a r e n t a d a a su vez c o n la retórica. 267). Veyne profesa u n n o m i n a l i s m o sin concesiones: "Las abstracciones n o p u e d e n ser causas eficientes. Esta b r u s c a declaración n o d e b e —creo— separarse d e la tesis e n u n c i a d a anteríorm e n t e d e q u e el historiador n o c o n o c e lo individual.

sino q u e exige el p r o g i e s o en la conceptualización. digamos d e la historia "estructural" (p.). m e d i a n t e u n a apología del p r o g r e s o conceptual gracias al cual la visión del historiador m o d e r n o es más rica q u e la d e u n Tucídides. 263). ya se haga estructural o comparativa. P o r u n a p a r t e . la teoría d e los tópicos sigue siendo u n a heurística y n o cambia el carácter f u n d a m e n t a l d e la c o m p r e n s i ó n . hay q u e admitir q u e la conceptualización n o autoriza n i n g u n a confusión e n t r e el c o n o c i m i e n t o s u b l u n a r y u n a ciencia e n el sentido fuerte del t é r m i n o . Veyne lo dice muy bien: "Esta racionalización se t r a d u c e p o r m e d i o d e u n a conceptualización del m u n d o vivido m e d i a n t e la prolongación d e la teoría d e los tópicos" (p. q u e hay t r a m a igualmente e n la lústoria estructural. P a r a ser totalmente convincente. o que. P o r lo d e m á s . Es cierto q u e el contraste e n t r e las dos tesis es m e n o s fuerte si i n t e r p r e t a m o s c o r r e c t a m e n t e ambas aserciones. si e n t e n d e m o s p o r ésta el arte d e responder a las preguntas. necesario c o m p e n s a r el nominalismo. y la prolongación del cuestionario es el único p r o c e s o d e q u e es capaz la historia. n o a la explicación. 268). en . tan fuertemente asociado a la teoría d e la c o m p r e n s i ó n . En este sentido. 253ss. así. al arte d e interrogar). Es cierto q u e Veyne n o se contradice f o r m a l m e n t e en c u a n t o q u e asigna la teoría histórica d e los tópicos a la heurística ( p o r lo tanto. así ensanchada.288 HISTORIA Y NARSACrÓN teoría d e los tópicos e n historia? Sólo tiene u n a función: "la p r o longación del cuestionario" (pp. ¿sigue e s t a n d o la teoría d e los tópicos c o n t e n i d a en la heurística? ¿No invade el c a m p o d e la explicación? En el caso más frecuente hoy d e la historia n o episódica. P e r o ¿cómo p u e d e hacerse esto sino m e d i a n t e el e n r i q u e c i m i e n t o paralelo d e los conceptos? Es. Veyne n o s pide q u e a c e p t e m o s j u n t a s dos tesis a p r i m e r a vista inconexas: q u e en historia sólo hay q u e c o m p r e n d e r (ramas y q u e la p r o l o n g a c i ó n del cuestionario equivale a u n a progresiva conceptualización. P o r o t r a parte. hay q u e admitir q u e la noción d e t r a m a n o está vinculada a la historia episódica. la teoría d e los tópicos es la q u e p e r m i t e al historiador distanciarse d e la óptica d e sus fuentes y conceptualizar los acontecimientos d e m o d o distinto del q u e lo h u b i e r a n h e c h o los agentes históricos o sus c o n t e m p o r á n e o s y. qve sigue s i e n d o c o m p r e n s i ó n d e tramas. Paul Veyne debería explicar c ó m o la historia p u e d e seguir siendo u n a narración c u a n d o deja d e ser episódica. Pero. p u e s . racionalizar la lectura del pasado. la c o m p r e n s i ó n d e la t r a m a n o sólo n o contradice.

las m á s d e las veces. simples y n o sobrepasan el p l a n o d e la historia episó­ dica. En otras palabras: el libro d e Paul Veyne p l a n t e a la cuestión d e s a b e r h a s t a d ó n d e p u e d e extenderse la n o c i ó n d e t r a m a sin q u e deje d e ser discriminante.A E A O E F V R D lA N R A I N UCT S N AO E A R CÓ 289 fin. r e a g r u p e en serie iteins t o m a d o s del coníinuum t e m p o r a l . Esta cuestión se dirige h o y a l o d o s los q u e sosr t i e n e n u n a teoría "narrativista" d e la historia. Los a u t o r e s d e len-' g u a inglesa h a n p o d i d o eludirla p o r q u e sus ejemplos son. La teoría narrativista es puesta a p r u e b a r e a l m e n t e c u a n d o la historia deja d e ser episódica. La íuerza del libro d e Paul Veyne radica e n h a b e r c o n d u c i d o hasta este p u n t o crítico la idea d e q u e la historia es sólo construcción y c o m p r e n s i ó n d e tramas. .

se convierte e n algo distinto d e u n p r o c e s o d e autentificación y justificación. c o m p u e s t o e n p r i m e r lugar p o r los colegas del historiador. N o es q u e la n a r r a c i ó n ignore la for­ m a d e l ipoT qué} y del porque. pues. la historia-ciencia s e p a r a d e la t r a m a de la narración el p r o c e s o explicativo y lo eri­ ge e n p r o b l e m á t i c a distinta. p e r o sus conexiones siguen siendo i n m a n e n t e s a la construcción d e la trama. si n o universal. E n este aspecto. a m i juicio. Gallie— q u e la narración es "auto-explicativa". Busca. la f o r m a explicativa se hace a u t ó n o m a . LA I N T E N C I O N A L I D A D H I S T Ó R I C A Introducción El capítulo q u e iniciamos se p r o p o n e examinar d e t e n i d a m e n t e el vínculo indirecto. a cuya cabeza se halla la p r u e b a documental. el d e las entidades y el d e la temporalidad. A u n q u e se a d m i t a —con W.3. al m e n o s c o n s i d e r a d o competen­ te. B. Los análisis del p r ú n e r capítulo i m p o n e n la idea d e u n corte epistemológico e n t r e el c o n o c i m i e n t o histórico y la c o m p e t e n c i a pa­ r a p r o l o n g a r u n a historia. El balance d e la confrontación e n t r e los d o s capítulos prece­ d e n t e s es éste: tal vínculo d e b e preservarse. U n a cosa es explicar n a r r a n d o y otra problematizar la p r o p i a explicación p a r a someterla a la discusión y al juicio d e u n auditorio. E n el p l a n o d e los procedimientos. C o n el historiador. p e r o n o p u e d e ser u n vínculo directo. [290] . p u e s t o real o po­ tencial d e discusión en la q u e intenta probar q u e cierta explicación vale m á s q u e otra. la historiografía nace. Esta i n d e p e n d e n c i a d e la explicación histórica respecto d e los esbozos d e explicación i n m a n e n t e s a la narración tiene varios co­ rolarios. Forschung enquiry-'. "garantes". q u e acentúan la r o t u r a e n t r e historia y n a r r a c i ó n . q u e . del u s o especí­ fico q u e hace d e la explicación. tal c o m o se h a analizado e n el tercer capítulo d e la p r i m e r a p a r t e . d e b e preservarse e n t r e la histo­ riografía y la c o m p e t e n c i a narrativa. e n c u a n t o investigación —historia. El corte afecta a esta c o m p e t e n c i a e n tres planos: el d e los p r o c e d i m i e n t o s . el historiador se halla e n el p u e s t o d e u n j u e z .

p o s e e p r e c i s a m e n t e u n a crítica y u n a teoría d e los tópicos. social. segunda parte. p e r o incluid a e n el p r o p i o p r o y e c t o d e b ú s q u e d a histórica. ' Mauricc Mandelbaum. 150. p e r o n o hace su crítica. Poco i m p o r t a esto al n a r r a d o r : es cierto q u e él e m p l e a universales. e l e .^ S e g u n d o corolario del estatuto crítico d e la historia c o m o búsq u e d a : cualesquiera q u e sean los límites d e la objetividad histórica. A u n q u e la idea d e historia universal d e b a ser siempre u n a "Idea" en sentido kantiano. q u e algunos consideran incluso c o m o el principal criterio d e la historiografía. Nora (eds. p. ^ Véase supra. etc.^ Este p r o b l e m a sólo p u e d e pertenecer a u n a disciplina q u e . se p u e d e esperar q u e los h e c h o s d e q u e tratan las obras históricas. o también c o m o las facetas d e u n a m i s m a p i e d r a preciosa. U n s u e ñ o secreto d e cartógrafo o d e diamantista m u e v e la e m p r e s a histórica. 62-92. c o m o p i e n s a Paul Veyne. e n J. N o existe epistemología d e la historia q u e n o llegue a tom a r p a r t i d o . Le Goff y P. si carece d e m é t o d o . Pretensión siempre frustrada.^ u n juicio se llama "objetivo" " p o r q u e m i r a m o s su v e r d a d c o m o excluyente d e q u e su negación p u e d a ser igualmente verdadera" (p. . t o m a d o s u n o p o r u n o . e n u n o u o t r o m o m e n t o .). la historia d e Francia con la d e Inglaterra. el vaivén e n t r e el realismo y el n o m i n a l i s m o (Galüe). cap. o c ó m o la historia política o militar d e u n país en u n a época d e t e r m i n a d a se enlaza con su historia económica. en el g r a n d e b a t e d e los universales (historíeos) y a rehacer laboriosamente.L INTENCIONALIDAD HISTÓRICA A 291 P r i m e r corolario: al trabajo d e explicación se vincula o t r o d e conceptuaíización. 150). se enlacen e n t r e sí c o m o m a p a s geográficos si se respetan las mismas reglas d e proyección y d e escala. 2. la nota d e los amplios análisis que Marc Bloch consagra al problema d e la "nomenclatura" en historia (segunda parte. obras d e teatro. 1974). a falta d e constituir u n "plano g e o m e t r a l " e n el sentido ' Paul Veyne. Veyne). 1. L'histoire conceptualisante. 1977). c o m o se hizo e n la E d a d Media. p p . N o tiene n i n g ú n sentído colocar u n o detrás d e o t r o o a su lado cuentos. novelas. Según Mauríce Mandelbaum. Faire de l'histoire l (París. cultural. 1). 2. p e r o es u n a cuestión legítima e ineluctable p r e g u n t a r s e c ó m o la historia d e u n p e r i o d o se enlaza c o n la d e otro. i g n o r a el p r o b l e m a p l a n t e a d o p o r la "prolongación del cuestionario" (P. existe u n problema de la objetividad e n historia. cap. La objetividad buscada tiene dos caras: e n p r i m e r lugar. The anatomy of historical kjumwUd^ (Baltimore-Londres. Véase supra.

A este d e s e o d e con e x i ó n p o r parte del h e c h o histórico c o r r e s p o n d e la esperanza d e q u e los resultados logrados p o r diferentes investigadores pued a n acumularse p o r u n efecto d e c o m p l e m e n t a r i e d a d o d e rectificación m u t u a s . Mientras q u e e n la narración tradicional o mítica e incluso en la crónica q u e p r e c e d e a la historiografía la acción se refiere a agentes q u e se p u e d e n identificar. cap. d e sociedades. d e distinguirla d e los m o d o s propiam e n t e argumentativos e igualmente d e colocarla b ^ o la m i r a d a d e la crítica d e las ideologías. q u e "suspenda voluntariamente su incredulidad". Ú l t i m o corolario: p r e c i s a m e n t e p o r t e n e r u n p r o y e c t o d e objetividad. Éste e s p e r a m á s b i e n d e su público. según la expresión frecuentemente citada d e Coleridge. d e clases sociales o d e mentalidades. El historiador se dirige a u n lector desconfiado q u e espera d e él n o sólo q u e nar r e . es decir. 2. q u e el historiador considera c o m o su objeto suficiente. la historia coloca e n el lugar del sujeto d e la acción a entidades a n ó n i m a s e n el sentido p r o p i o d e la palabra. . Conceptualización. segunda parle. designar c o n n o m b r e p r o p i o y considerar responsables d e las acciones narradas. 2. n o es ni inútil ni insensato ei trabajo d e aproximación capaz d e acercar a esta idea los resultados concretos alcanzad o s p o r la investigación individual o colectiva. El " c r e d o " d e la objetividad n o es o t r a cosa q u e esta d o b l e convicción d e q u e los h e c h o s relatados p o r historias diferentes p u e d e n enlazarse y q u e los resultados d e estas historias p u e d e n complementarse. Esta cuestión es extraña a la inocencia y a la i n g e n u i d a d del n a r r a d o r . En este sentido. la historia p u e d e p l a n t e a r c o m o u n problema específico el d e los límites d e la objetividad. A esta i n d e p e n d e n c i a d e la explicación c o r r e s p o n d e o t r a semej a n t e d e las entidades. Este último corolario p o d r í a llamarse la reflexividad crítica d e la investigación histórica. Ya se trate d e naciones.292 HISTORIAYNARRACIÓN leibniziano. la historia-ciencia se refiere a objetos d e u n tipo n u e v o apropiados a su m o d o explicativo. sino también q u e autentifique su narración. r e c o n o c e r e n t r e los m o d o s explicativos d e la historia u n a "implicación ideológica (Hayden Wlúte)^ es ser capaz d e r e c o n o c e r u n a ideología c o m o tal. d e civilizaciones. Este corte epistemológico e n el p l a n o * Véase supra. b ú s q u e d a d e objetividad y reflexividad crítica señalan las tres etapas d e la i n d e p e n d e n c i a d e la explicación en historia respecto del carácter "auto-explicativo" d e la n a r r ^ ó n .

duración larguísima d e los símbolos creadores del estatuto social c o m o tal. Su e s t r u c t u r a es exactamente p r o ­ p o r c i o n a d a a los p r o c e d i m i e n t o s y a las e n t i d a d e s q u e e m p l e a la historia-ciencia. lo o c u p a n a h o r a fuerzas sociales cuya acción n o p o d r í a i m p u t a r s e d e m a n e r a distributiva a agentes individuales. 1. segunda parte. 3. Ya n o p a r e c e referido al p r e s e n t e vivo d e la conciencia subjetiva. tiempo semilargo d e la coyun­ tura. social y cultural. q u e Hegel llamaba los g r a n d e s h o m b r e s d e la historia mundial. primera parte. 2.^ Sin e m b a r g o . cap. Por u n a parte. p o r t a d o r e s d e la expli­ cación causal o nomológica. p a r e c e q u e la nueva historia n o tiene personajes. larga duración d e las civilizaciones. p e r o sin personajes n o p o d r í a seguir siendo u n a na­ rración. p o r eso h a n a u m e n t a d o la exigencia d e la dialéctica diferente e n t r e la investigación histórica y la capacidad narrativa. según la expresión d e Braudel.'' Las dos m i t a d e s del capítulo 2 d e la s e g u n d a p a r t e convergen sin e n c o n t r a r s e . 2. ir . i {Mimesis I). tiempo "para" hacer. la histo­ ria n o p u e d e r o m p e r su vínculo con la narración sin p e r d e r su ca­ rácter histórico. h a d e s e m b o c a d o en u n a di versificación d e la explica^ Véase supra. El tercer corte resulta d e los dos anteriores: concierne al esta­ tuto epistemológico del tiempo histórico. ^ Véase supra. segunda p a n e . Estos "tiem­ p o s d e la historia". el t i e m p o histórico p a r e c e reducir­ se a u n a sucesión d e intervalos homogéneos. c o n esa "intratempora­ lidad" d e la q u e decíamos con H e i d e g g e r q u e es siempre tiempo favorable o desfavorable. El lugar q u e n o hace m u c h o ocupa­ b a n esos h é r o e s d e la acción histórica. p o r la q u e co­ m e n z a m o s . pese a este triple corte epistemológico. Éste se p r e s e n t a sin víncu­ lo directo con el d e la memoria. este vínculo n o p u e d e ser directo hasta el p u n t o d e q u e la historia p u e d a considerarse c o m o u n a especie del g é n e r o d e n o m i n a d o story (Gallie). cap. cap. cuya escala se ajusta a la d e las entidades analizadas: t i e m p o corto del acontecimiento.L INTENCIONALIDAD HISTÓRICA A 293 d e las entidades se lleva a cabo e n la escuela francesa d e los "An­ nales" c o n la supresión d e la historia política en beneficio d e l a económica. ^ Véase supra. Inversamente. se dispersa en multiplicidad de tiempos. Así. Por u n a p a r t e . d e la espera y d e la circunspec­ ción d e agentes individuales. la crítica del m o d e l o nomológico.^ p a r e c e n sin relación visible con el t i e m p o de la acción. p o r otra.

las tesis narrativistas t i e n e n r a z ó n fimdamentalmente e u ' d o s p u n t o s . se n i e g u e la vocación explicativa p o r la q u e la historia se m a n t i e n e e n el círculo d e las ciencias h u m a n a s . Al debilitamiento y a la diversificacíón d e los m o d e l o s d e explicación p r o p u e s t o s p o r la epistemología " r e s p o n d e " . p a s a n d o p o r las generalidades d e carácter disposicional invocadas p o r G. q u e la explicación causal se distingue del análisis causal y q u e el tipo d e explicación semicausal se aleja d e la explicación causal-nomológica y a s u m e en su s e n o segmentos d e explicación teleológica. h e m o s observado. e n p r i m e r lugar. Finalmente. al debilitarse. H e d i c h o antes q u e el semiéxito d e las teorfcis narraüvistas era t a m b i é n u n s e m i ñ a c a s o . 1. que. segunda parre. A mi e n t e n d e r . d e p a r t e del análisis d e las estructuras narrativas. a d m i t i e n d o planos m á s diversificados d e cíentificidad p a r a las generalidades alegadas. e n virtud d e la p r o p i a o p e r a c i ó n d e construcción d e la trama. los narrativistas d e m u e s t r a n c o n éxito q u e narrar es ya explicar. H e m o s visto.294 HISTORIAYNARRACIÓN ción q u e la hace m e n o s extraña a la inteligencia narrativa. realiza la c o n e x i ó n lógica d e la trama— es e n lo sucesivo el p u n t o d e partida obligado d e toda discusión sobre la narración histórica. C o n estas tres vías. p a r e c e q u e la explicación p r o p i a d e la investigación histórica r e c o r r e u n a p a r t e del c a m i n o q u e la s e p a r a d e la explicación i n m a n e n t e a la narración. q u e el m o d e l o n o m o l ó g i c o se debilita p o r la p r e s i ó n d e la crítica. u n a tentativa simétrica p a r a elevar los recursos explicativos d e la narración y llevarlos d e alg ú n m o d o al e n c u e n t r o del movimiento d e explicación en línea hacia la narración. con G. cap. n o obstante. 2. s e g ú n Aristóteles. Gardiner. von Wright. se h a c e m e n o s monolítico. Esta declaración n o d e b e debilitar el rec o n o c i m i e n t o del semiéxito. Esta tesis básica tíene n u m e r o s o s corolarios. E n p r i m e r lugar. El di'alléla —el " u n o p o r el o t r o " . Ryle y P. Berlin). H . u n a conexión causal. d e autentificación y d e vigilancia crítica q u e cualquier o t r o m o d o d e explicación. d e s d e las leyes dignas d e este n o m b r e hasta las generalidades d e sentido c o m ú n q u e la historia c o m p a r t e c o n el lenguaje ordinario (1. sin q u e . Si tod a n a r r a c i ó n establece. esta construcción es ya u n a victoria sobre la simple cronología y h a c e posible la dis* Véase supra. .^ Desp u é s h e m o s visto q u e la explicación " p o r r a z o n e s " hacía \ ^ e r sus a r g u m e n t o s c o n las mismas exigencias d e conceptualización.

hasta el p u n t o d e q u e ya n o es sólo u n a diversificación lo q u e se p r o d u c e aquí. e n t r a e n u n a nueva configuración explicativa al unirse a la ex- ^ Véase infra. e n cone­ x i ó n c o n la explicación categorial y la explicación teorética. C o n t r a r i a m e n t e a la objeción clásica.L INTENaONALTOAD HISTÓRICA A I I . las ayudas y los obstáculos. it* Véase supra. si la construcción d e la t r a m a integra e n u n a u n i d a d significante c o m p o n e n t e s tan h e t e r o g é n e o s c o m o las circunstan­ cias. disociada ya d e la explicación i n h e r e n t e a la historia narra­ da. 295 tinción e n t r e la historia y la crónica. L ^^Jhid. . p e r m i t e al " p u n t o d e vista" d e este ú l t i m o desligarse d e la c o m p r e n s i ó n q u e los agentes o los personajes d e la historia p u e d e n h a b e r t e n i d o d e su c o n t r i b u c i ó n a la p r o g r e ­ sión d e la trama. c ó m o la m i s m a explicación configuran­ te se convierte e n u n a m o d a l i d a d explicativa e n t r e otras. White." h e m o s obser­ vado. cap. descripciones distintas d e la realizada e n t é r m i n o s s i m p l e m e n t e intencionales (Danto). es igualmente posible q u e la historia ten­ ga e n cuenta los resultados indeseados p o r la acción y p r o d u z c a . Finalmente. c o n H . 2."* E n s e g u n d o lugar. n. p o r lo tanto.^^ en u n p r i m e r m o m e n t o . el "efecto explicativo" característico d e la construcción d e la t r a m a se sitúa a m e d i o c a m i n o del d e la a r g u m e n t a c i ó n y del hilo d e la historia (story-line). e n u n a palabra: los resultados. ella vincula la n a r r a c i ó n a u n narra­ d o r y. sino u n estallido d e la función narrativa. la distancia establecida p o r el " p u n t o d e vista" posibili­ ta el p a s o del n a r r a d o r al d e historiador (Scholes y Kellogg). H e m o s asistido. las acciones. segunda parte. d e este m o d o .^ Fi­ n a l m e n t e . h e m o s visto q u e la estructura d e la frase na­ rrativa se a d a p t a a cierto tipo d e n a r r a c i ó n histórica b a s a d a e n u n a datación d o c u m e n t a l (Danto). si la constrticción d e la t r a m a es o b r a del juicio. apartado 3 . al contrario. Así. c o n el m i s m o autor. la narración n o se vincula e n absoluto con la perspectiva confusa y limitada d e los agentes y d e los testigos inmediatos a los acontecimientos. A d e m á s . i g u a l m e n t e . los cálculos. las tesis narrativistas r e s p o n d e n a la diversi­ ficación y jerarquización d e los m o d e l o s explicativos con u n a rfíversifkación y jerarquización comparables a los recursos explicativos de la narración. la explicación p o r la construcción d e la trama. a cierta diversificación del acto configurante (Mink). E n u n s e g u n d o m o m e n t o .

es p r o p i o d e la f e n o m e n o l o g í a genética en el sentido n o d e u n a génesis psicológica. q u e crea la cualidad histórica d e la historia y evita q u e se disuelva en los saberes c o n los q u e la historiografía llega a unirse p o r su m a t r i m o n i o d e razón con la e c o n o m í a . con Gallie. La ventaja q u e p o d e m o s t e n e r sobre Husserl en su investigación del " m u n d o d e la vida". Esta desviación excluye la posibilidad d e considerar a la historia. los indicios cruzados d e u n a convergencia entre el movimiento p o r el q u e el m o d e l o explicativo se inclina hacia la n a r r a c i ó n y el m o v i m i e n t o p o r el q u e las estructuras narrativas a p u n t a n hacia la explicación histórica d e m u e s t r a n la realidad del p r o b l e m a al q u e la tesis narrativista da u n a respuesta demasiad o breve. R e m i t e al . el m o d e l o narratívista se h a diversificado hasta el p u n t o d e desintegrarse. N o s p r e g u n t a m o s sobre lo q u e llamaré desde a h o r a la intencionalidad del conocimiento histórico o. la etnología y la sociología d e las mentalidades y d e las ideologías. la demografía. Esta aventura c o n d u c e al u m b r a l d e la principal dificultad: ¿tenía la tesis narrativista. y es la búsqueda misma. Este m é t o d o . E n t i e n d o p o r esto el sentido de la intencionalidad poética. Para llegar al p l a n o d e la explicación p r o p i a m e n t e histórica. s e g ú n él. al cual remite. c o m o u n a especie del g é n e r o story. El n u e v o despliegue d e las estructuras narrativas equivale. sino d e u n a génesis d e s e n ü d o . pulida hasta hacerse antínarrativista. la ciencia galileana. u n destino c o m p a r a b l e al del m o d e l o n o m o l ó gico se h a a d u e ñ a d o d e la tesis narrativista simple. la intencionalidad histórica. Las cuestiones q u e Husserl se p l a n t e a b a a p r o p ó s i t o d e la ciencia galileana y n e w t o n i a n a n o s las p l a n t e a m o s n o s o t r o s a p r o p ó s i t o d e las ciencias históricas. a u n a des a p r o b a c i ó n d e las tesis "narrativistas". algun a posibilidad d e sustituir al m o d e l o explicativo? Sin vacilar.296 HISTORIA Y NARRACIÓN plicación p o r a r g u m e n t o y p o r implicación ideológica. hay q u e r e s p o n d e r negativamente. abreviadamente. la geografi'a. Y. practicado p o r Husserl en la Krisis. estriba e n q u e el cuestionamiento regresivo. aplicado al saber historiográfico. reenvía a u n m u n d o cultural ya estructurad o y d e n i n g u n a m a n e r a a u n a vivencia inmediata. Subsiste una desmación e n t r e la explicación narrativa y la histórica. p u e s . reasignadas al p l a n o inferior del hilo d e la historia. sin e m b a r g o . La solución del p r o b l e m a d e p e n d e d e lo q u e p o d e m o s llamar m é t o d o d e cuestionamiento regresivo. D e este m o d o .

LA INTENCIONAUD. en efecto. P o r u n lado. si n o c o m o condición. Esta actividad narrativa. la operación narrativa p r e s e n t a ya los rasgos o p u e s t o s . cuyo contraste lo i n c r e m e n t a el c o n o c i m i e n t o histórico. P o r eso. p o r o t r o . sin e m b a r g o . la siguiente: ¿Por q u é mediaciones l o g r a el c o n o c i m i e n t o histórico t r a s p o n e r a su o r d e n p r o p i o la d o b l e constitución d e la o p e r a c i ó n configurante d e la narración? Es decir. b u s c a n d o o b l i c u a m e n t e el o r d e n d e la acción. ¿por q u é derivaciones indirectas el triple corte epistemológico q u e h a c e d e la historia u n a b ú s q u e d a p r o c e d e del c o r t e instaur a d o p o r la operación configurante en el p l a n o d e mimesis II. d e simbolización y d e organización prenarratíva en el p l a n o d e mimesis I? La tarea es t a n t o m á s a r d u a c u a n t o q u e la conquista d e la a u t o n o m í a científica d e la historia p a r e c e t e n e r c o m o corolario. m i hipótesis d e trabajo se h a c e m á s precisa: m e p r o p o n g o explorar los caminos indirectos por los que la paradoja del conocimiento histórico (en la q u e d e s e m b o c a n los d o s capítvilos anteriores) traspone a un grado superior de complejidad la paradoja constitutiva de la operación de configuración narrativa. s e g ú n sus recursos p r o p i o s d e inteligibilidad. c o n la acción presente. p o s e e ya su dialéctica p r o pia. p o r med i o d e las configuraciones constitutivas d e la construcción d e la t r a m a —en el sentido a m p l i o del mythos aristotélico—. ciencia del pasado. r e m i t e a la c o m p r e n s i ó n inm a n e n t e al o r d e n d e la acción y a las estructuras prenarrativas d e la acción efectiva. En la cuarta parte e x p o n d r é la otra vertiente d e la paradoja: el r e t o m o d e la c o m p o s i c i ó n narrati^-a al o r d e n de la acción. En virtud d e su posición m e d í a e n t r e el "antes" y el "después" del texto poético. anterior. pues. a la historiografía científica.'^ La p r e g u n t a es. principalmente política. desd e las prefiguraciones inherentes al o r d e n d e la acción. p o r m e d i o d e formas cada vez m á s alejadas d e la base narrativa.\D HISTÓRICA 297 m u n d o d e la acción ya configurado p o r la actividad narrativa. . el olvido c o n c e r t a d o d e su derivación indirecta a partir d e la actividad d e configuración narrativa y d e su reenvío. y continúa. abierta al futuro. n a c e d e la r u p t u r a q u e abre el reino d e la fábula y lo s e p a r a del o r d e n d e la acción efectiva. h a s t a las refiguraciones suscitadas p o r el conflicto e n t r e el m u n d o del texto y el d e la vida. en c u a n t o al sentido. q u e le h a c e r e c o r r e r los estadios sucesivos d e la mimesis. que contiene e n g e r m e n el problema clásico d e la relación d e la historia.

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HISTORIA Y NARRAaÓN

ai c a i n p o d e la praxis y a sus recursos prenairativos. U n a vez más, este r a s g o e n t r o n c a m i e m p r e s a con la d e H u s s e r l e n la Krisis: la p r o p i a ciencia galileana h a r o t o sus a m a r r a s c o n el m u n d o precientífico, hasta el p u n t o d e h a c e r casi imposible la reactivación d e las síntesis acüv'as y pasivas constítutivas del " m u n d o d e la vi­ da". P e r o n u e s t r a investigación p u e d e t e n e r u n a s e g u n d a ventaja respecto d e la e m p r e s a husserliana d e fenomenología genética, esencialmente orientada hacia la "constitución d e las cosas" a tra­ vés del f e n ó m e n o perceptivo: la v e n t e a d e e n c o n t r a r , e n el p r o ­ p i o s e n o del conocimiento histórico, u n a serie d e enlaces p a r a el c u e s t í o n a m i e n t o regresivo. E n este sentído, el olvido d e la deriva­ ción n o es n u n c a tan c o m p l e t o q u e ésta n o p u e d a reconstruirse con alguna seguridad y rigor. Seguiremos en esta reconstrucción el o r d e n e m p l e a d o ante­ r i o r m e n t e p a r a las m o d a l i d a d e s del corte epistemológico: a u t o n o ­ m í a d e los procedimientos explicativos, a u t o n o m í a d e las entidades d e referencia, a u t o n o m í a del tiempo —o, m á s bien, d e los tiemposde la historía. C o m i e n z o p o r los procedimientos explicaüvos y q u i e r o reanu­ dar, c o n el estímulo d e los análisis d e Von Wríght, el discutido p r o b l e m a d e la causalidad en historia, más c o n c r e t a m e n t e d e la atribución o d e la imputación causal singlar, n o p a r a oponeria, con u n afán polémico, a la explicación p o r leyes, sino, al contiario, p a r a distinguir e n ella la estructura d e transición e n t r e la ex­ plicación p o r leyes, idenüficada a m e n u d o con la explicación a se­ cas, y la expUcación p o r construcción d e la trama, identíficada a m e n u d o con la c o m p r e n s i ó n . En este sentido, la i m p u t a c i ó n cau­ sal singular n o constituye u n a explicación cualquiera, sino el nexus d e t o d a explicación en historía. P o r este motívo, ella constitu­ ye la mediación buscada e n t r e los p o l o s p p u e s t o s d e la explicación y d e la c o m p r e n s i ó n , e m p l e a n d o u n lenguaje ya a n t i c u a d o , o me­ j o r , e n t r e la explicación n o m o l ó g i c a y la explicación p o r cons­ trucción d e la trama, f a afinidad preservada e n t r e la i m p u t a c i ó n causal singular y la construcción d e la t r a m a permitirá hablar d e la primera, p o r transposición analó^ca, en términos d e cuasi trama. C o n r e s p e c t o a las entidades p r o d u c i d a s p o r el discurso históri­ co, q u i e r o mostrar q u e n o t o d a s s o n del m i s m o r a n g o , sino q u e se dejan o r d e n a r según u n a j e r a r q u í a precisa. La historia, a m i p a r e c e r , sigue siendo histórica e n la m e d i d a e n q u e t o d o s sus ob­ j e t o s r e m i t e n a entidades de primer orden —pueblos, naciones, civili-

L INTENCIONALIDAD HISTÓRICA A

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zaciones— q u e llevan la m a r c a indeleble d e la p e r t e n e n c i a particip a ü v a d e los agentes concretos q u e p r o v i e n e n d e la esfera práxica y narrativa. Estas entidades d e p r i m e r o r d e n sirven d e objeto transicional e n t r e t o d o s los objetos artificiales p r o d u c i d o s p o r la historiografía y los personajes d e u n a posible n a r r a c i ó n . Constituyen cuasi personajes capaces d e guiar el r e e n v í o intencional d e s d e el p l a n o d e la historia-ciencia al del d e la n a r r a c i ó n , y a través d e éste, a los agentes d e la acción efectiva. E n t r e el enlace p o r la imputación causal singular y el enlace p o r las e n t i d a d e s del p r i m e r o r d e n —entre el nexus d e la explicación y el objeto transicional d e la descripción— se d a n estiechos i n t e r c a m b i o s . La distinción e n t r e las d o s líneas d e derivación —de los p r o c e d i m i e n t o s y d e las entidades— p r e s e n t a a este respecto u n carácter s i m p l e m e n t e didáctico, p u e s las d o s líneas están m u y interrelacionadas. Sin e m b a r g o , es i m p o r t a n t e mantenerlas diferenciadas p a r a c o m p r e n d e r mejor su c o m p l e m e n t a r i e d a d y, si se p u e d e decir, su génesis recíproca. El reenvío a las entidades prim e r a s , q u e llamo d e p e r t e n e n c i a participativa, se hace principalm e n t e p o r el canal d e la i m p u t a c i ó n causal singular. Recíprocam e n t e , el objetivo q u e atraviesa la i m p u t a c i ó n causal está g u i a d o p o r el interés del historiador e n la c o n t r i b u c i ó n d e los agentes históricos a su destino, a u n c u a n d o éste se le escape c o m o consecuencia d e los efectos perversos que, p r e c i s a m e n t e , distinguen el c o n o c i m i e n t o histórico d e la simple c o m p r e n s i ó n del sentido inm a n e n t e d e la acción. P o r eso s e m i t r a m a y semipersonajes perten e c e n al m i s m o plano i n t e r m e d i o y tienen u n a f u n d ó n similar d e enlace d e n t r o del m o v i m i e n t o d e la investigación regresiva d e la historiografía hacia la n a r r a c i ó n y, m á s allá d e ésta, hacia la práctica efectiva. L a última c o m p r o b a c i ó n d e m i hipótesis d e t r a b ^ o concern i e n t e a la intencionalidad histórica se i m p o n e a la e v i d e n d a : atañ e al estatuto epistemológico del tiempo histórico c o n relación a la t e m p o r a l i d a d d e la n a r r a d ó n . N u e s t r a b ú s q u e d a sobre la historiografía d e b e a p r o x i m a r s e hasta este p u n t o si q u i e r e ser fiel al principal objetivo d e esta obra: narratividad y temporalidad. N o s interesa m o s t r a r dos cosas: p o r u n a p a r t e , q u e el tíempo construid o p o r el historiador se construye —en el s e g u n d o , e n el tercero, e n el enésimo plano— sobre la t e m p o r a l i d a d construida, cuya teoría se h a f o r m u l a d o e n la p r i m e r a p a r t e c o n el título d e mimesis II; p o r otra, q u e este tíempo construido, p o r artifidal q u e sea, re-

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HISTOííJAVNARRACrÓN

mite c o n s t a n t e m e n t e a la t e m p o r a l i d a d práxica d e tnimesis I. Las dos relaciones entrelazadas: construida sobre... y r e ^ ^ ^ ' s a..., son t a m b i é n las q u e caracterizan los p r o c e d i m i e n t o s y las entidades edificadas p o r la historiografía. El paralelismo c o n ^as otras dos mediaciones va todavía más lejos. Así c o m o yo b u s ^ o la causa­ lidad histórica y en las e n t i d a d e s d e p r i m e r r a n g o j o s enlaces ca­ paces d e guiar el reenvío d e las estructuras del con(^*^i"iiento his­ tórico al trabajo d e configuración narrativa —que, a Sti vez, remite a las prefiguraciones narrativas del c a m p o práxico-^» de m o d o si­ milar q u i e r o mostrar, e n el destino del acontecimiento histórico, a la vez, el índice d e la desviación creciente del t i e m p o histórico con r e s p e c t o al tiempo d e !a n a r r a c i ó n y al tiempo vivido, y el del reenvío i m b o r r a b l e del tiempo histórico al d e la at;ción a través del tiempo d e la narración. En estos tres m o m e n t o s sucesivos apelaremos al ó " ' c o testimo­ nio d e la historiografía, c u a n d o ésta va hasta el fin^ d e la refle­ xión crítica sobre sí misma.

1. La imputación causal singular La i m p u t a c i ó n causal singular es el procedimientí> explicativo q u e a y u d a a realizar el paso e n t r e la causaüdad nari^tiva —la es­ tructura del " u n o p o r el otro", q u e Aristóteles d i s t i n ^ í a del "uno después del otro"— y la causalidad explicativa, q u e , modelo n o m o l ó g i c o , n o se distingue d e la explicación p o r leyes. La b ú s q u e d a d e esta transición e n c u e n t r a u n apoyo ^^s aná­ fisis d e W. Dray y d e H . von Wright expuestos al coni'Cíizo del ca­ pítulo anterior. El p r i m e r o nos h a familiarizado coH L^ tesis d e q u e el análisis causal d e u n c u r s o particular d e acoí^^^cimientos n o se r e d u c e a explicar una ley causal. La doble prueija, inductiva y pragmática, p o r la que se verifican las razones áexs^o cual can­ d i d a t o a la función d e causa, n o está muy lejos d e la lógica d e im­ p u t a c i ó n causal d e Max W e b e r y R a y m o n d A r o n . Pefo carece d e u n enlace e n t i e la teoría del análisis causal y la del ar^'^'-'' p o r ra­ zones. Este lazo lo crea H. von Wright en su análisis ía explica­ ción cuasi causal. La explicación p o r razones se idenl'^ca con Jos segmentos d e deducción teleológica e n c a d e n a d o s e n a s t e tipo es­ pecífico d e explicación. P e r o la inferencia teleológica» a su vez, descansa e n la comprensión previa que t e n e m o s d e Ja intenciona-

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iidad d e la acción. Y ésta, igualmente, remite a la familiaridad q u e t e n e m o s c o n la e s t r u c t u r a lógica del h a c e r algo (hacer q u e alg o suceda, hacer d e forma q u e algo tenga lugar). A h o r a bien: h a cer q u e algo suceda es intervenir en u n curso d e a c o n t e c i m i e n t o s , p o n i e n d o en m o v i m i e n t o u n sistema y a s e g u r a n d o d e ese m o d o su t é r m i n o . Mediante esta serie d e engarces —deducción teleológica, c o m p r e n s i ó n intencional, intervención práctica—, la explicación semicausal, que, c o m o explicación causal, sólo se aplica a las ocurrencias individuales d e f e n ó m e n o s genéricos (acontecimientos, procesos, estados), reenvía, e n último t é r m i n o , a lo q u e a h o ra vamos a designar con el t é r m i n o d e imputación causal singular. La exposición m á s precisa d e la lógica d e i m p u t a c i ó n causal singular se e n c u e n t r a en el estudio crítico q u e Max W e b e r consag r ó a la o b r a d e E d o u a r d Meyer, Zur Theorie und Methodik der Geschichte (Halle, 1901),^^ al q u e hay q u e añadir los desarrollos, decisivos p a r a n u e s t r a investigación, d e R a y m o n d A r o n e n la t e r c e r a sección d e su Introduction á la philosaphie de l'histoire?^ Esta lógica consiste esencialmente en el siguiente p r o c e s o : construir por la imaginación u n c u r s o diferente d e acontecimientos, sopesar las

Éttides critiques pour servir á la logique des sciences de la 'culture", en Ges. Aufsatzezur Wissensckaftslehre {Tubinga, 2a. e d , 1951). Es significativo el lugar asignado por R. Aron a la causalidad histórica. Gastón Fessard, e n La philosophie histúri(pie de Raymond Aron (JullJard, 1980), nos hace sensibles al orden de las razones e n la Introduction... gracias a una audaz comparac i ó n con ios Ejercicios espirituales d e Ignacio d e Loyola (véase, e n particular, las pp. 55-86, consagradas a la reconstrucción d e las etapas y del movimiento d e la Introduction...). El análisis d e la causalidad histórica sigue d e cerca a la teoria d e la comprensión, a la que se consagra la segimda sección, cuya conclusión se refiere a "los límites d e la comprensión" (pp. 153-156). Colocada al c o m i e n z o d e la tercera sección, titulada "El determinismo histórico y el pensamiento causal", inicia una investigación e n tres etapas, sucesivamente, bajo el signo del juez, del erudito, del filósofo. La primera se consagra a "la causalidad de una sola consecución"; la segunda, a las "regularidades y a las leyes"; la tercera, a 'la estructura del determinismo histórico" (p. 160). Esta última etapa conduce, a su vez, al umbral d e la cuarta parte, propiamente filosófica: "Historia y verdad". D e este m o d o , la investigación sobre la causalidad queda doblemente delimitada: c n primer lugar, p o r el lugar d e la tercera sección dentro d e la e c o n o m í a de conjunto d e la obra; después, p o r el lugar, dentro d e la tercera sección, de la causalitlad histórica respecto d e la causalidad sociológica y a las supuestas leyes de la historia. N o se puede subrayar mejor el papel de transición atribuido a la causalidad histórica entre la comprensión, q u e p o s e e todos los caracteres d e la inteligencia narrativa, y la causalidad sociológica, q u e p o s e e los d e la explicación nomológica.

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consecuencias probables d e este acontecimiento real y, e n fin, comparar estas consecuencias con el c u r s o real d e los acontecim i e n t o s . "Para d e s e n r e d a r las relaciones causales reales {wirkliche), c o n s t r u i m o s otras irreales {unwirklichéy* {Max W e b e r , op. cit., p . 287). Y A r o n : " T o d o historiador, para explicar lo q u e h a sido, se p r e g u n t a p o r lo q u e h u b i e r a p o d i d o ser" (p. 164). Esta construcción imaginaria probabilista oñ'ece u n a d o b l e afin i d a d : c o n la construcción d e la trama, q u e es a su vez u n a construcción imaginaria p r o b a b l e , y c o n la eiq?Iicación s e g ú n leyes. Sigamos c o n más d e t e n i m i e n t o la a r g u m e n t a c i ó n d e Max Weber.^^ C o n s i d e r e m o s la decisión d e Bismarck d e entablar la guer r a c o n t r a Austria-Hungría e n 1866: " N o es, e n absoluto, 'ocioso' [observa Max Weber] p l a n t e a r la pregunta: ¿Qué habría podido suceder si Bismarck n o h u b i e s e t o m a d o la decisión d e h a c e r la guerra?" (p. 266). E n t e n d a m o s b i e n la cuestión. Consiste e n preguntarse: "¿Qué significación h a y q u e atribuir r e a l m e n t e a esta decisión individual d e n t r o del conjunto de los e l e m e n t o s infinitam e n t e n u m e r o s o s q u e d e b í a n disponerse p r e c i s a m e n t e d e esa m a n e r a y n o d e otra para llevar a ese resultado, y cuál es el lugar d e esta decisión en el p l a n t e a m i e n t o histórico?" [ibid.). Es la cláusula "de esa m a n e r a y n o d e otra" la q u e indica la e n t r a d a en escena d e la imaginación. D e s d e ese m o m e n t o , el r a z o n a m i e n t o se m u e v e e n t r e los potenciales irreales pasados. P e r o la historia sólo se traslada a lo irreal p a r a discernir mejor e n él lo necesario. La p r e g u n t a se transforma: " ¿ Q u é consecuencias habría que haber 'esp e r a d o ' si se hubiera t o m a d o o t r a decisión?" (p. 267). En este m o m e n t o e n t r a e n acción la exploración d e los e n c a d e n a m i e n t o s p r o b a b l e s o necesarios. Si el historiador p u e d e afirmar que, al modificar u omitir con el p e n s a m i e n t o u n acontecimiento singular d e n t r o d e u n conjunto d e condiciones históricas, se h a b r í a seg u i d o u n desarrollo diferente d e acontecimientos "relativos a ciertas relaciones históricas d e este acontecimiento", e n t o n c e s el historiador p u e d e plantear el j u i c i o d e i m p u t a c i ó n causal q u e decide s o b r e la significación histórica d e dicho a c o n t e c i m i e n t o .

1^ Se encuentra e n la segunda parte d e ! ensayo d e Max Weber titulado Posibilidad objetiva y causalidad adecuada en historia (pp. 266-323). Volveremos más tarde sobre la primera parte del ensayo. R a y m o n d Aron comienza su propio estudio exp o n i e n d o el "esquema lógico" del argumento que llama "probabilidad retrospectiva" (pp. 163-169). Veremos lo q u e A r o n añade al análisis propiamente lógico.

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E n mi opinión, este r a z o n a m i e n t o m i r a hacia dos frentes: a la construcción d e la t r a m a p o r u n a p a r t e y a la explicación científica p o r otra. A decir verdad, n a d a e n el texto d e Max W e b e r indica q u e el a u t o r haya percibido la p r i m e r a conexión. N o s c o m p e t e a nosotros establecerla con los recursos actuales d e la teoría d e la narración. P e r o dos observaciones d e Max W e b e r van e n este s e n t i d o . El historiador —afirma Weber— está y n o está en la situación del p r o p i o a g e n t e que, antes d e obrar, sopesa las posibles m a n e r a s d e hacerlo, e s t a n d o a su disposición tal fm y tales medios. Sin duda, Bismarck p u d o plantearse esta cuestión q u e nosotros formulamos, p e r o nosotros c o n o c e m o s el desenlace; p o r eso la planteam o s "con mejores probabilidades" (p. 267) q u e el h é r o e . Es cierto q u e la expresión "mejores probabilidades" anuncia la lógica d e la probabilidad, d e la q u e hablaremos después, p e r o , ¿no remite, a n t e t o d o , a ese extraordinario laboratorio d e lo p r o b a b l e q u e son los p a r a d i g m a s d e la construcción d e la trama? Max W e b e r señala también q u e el historiador se p a r e c e a u n criminalista y difiere d e él: al investigar sobre la culpabilidad, éste lo hace también sobre la causalidad, p e r o a la imputación causal añade la imputación ética. Ahora bien: ¿qué es la imputación causal despojada d e la imputación ética sino el ensayo d e esquemas d e intiigas alternativos? P e r o la imputación causal forma p a r t e e n t o d o s sus estadios d e la explicación científica. E n p r i m e r lugar, la explicación s u p o n e u n análisis sutil e n factores t e n d i e n t e a "la selección d e los eslabc^nes d e causalidad q u e hay q u e r e u n i r e n la exposición histórica" (p. 269, n. 1). Ciertamente, este "aislamiento m e n t a l " está orientado p o r n u e s t r a curiosidad histórica, es decir, p o r n u e s t r o interés e n d e t e r m i n a d o tipo d e resultados. Es u n o d e los sentidos imp o r t a n t e s d e ! t é r m i n o : e n la m u e r t e d e César, el historiador sólo se interesa p o r las consecuencias q u e j u z g a m á s significativas p a r a el desarrollo d e la historia del m u n d o . P e r o u n a discusión q u e se enzarzase d e n u e v o e n la disputa d e la subjetividad y d e la objetividad e n historia se alejaría del carácter altamente intelectual d e la o p e r a c i ó n abstracta q u e p r e c e d e a la posibilización. En segund o lugar, modificar m e n t a l m e n t e , e n u n s e n ü d o d e t e r m i n a d o , tal o cual factor seleccionado p r e v i a m e n t e es construir cursos alternativos d e acontecimientos, e n t r e los cuales es decisivo el acontecimiento cuya importancia se sopesa. Es, p u e s , el peso d e las consecuencias del acontecimiento q u e se s u p o n e s u p r i m i d o el q u e d a

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su estructura lógica a! a r g u m e n t o causal. P e r o , ¿ c ó m o construim o s las consecuencias q u e se h u b i e r a n d e b i d o e s p e r a r d e la sup u e s t a supresión d e u n factor sJno i n s e r t a n d o e n el r a z o n a m i e n t o lo q u e Max W e b e r define c o m o "reglas d e la experiencia" (p. 276), es decir, e n última instancia, u n s a b e r q u e , sín d u d a , hay q u e llamar "nomológico"? (p. 277). Es cierto q u e estas reglas d e la experiencia m u y a m e n u d o n o superan el p l a n o d e u n saber disposicional, c o m o dirían G. Ryíe y P. G a r d i n e r : Max W e b e r tien e p r e s e n t e específicamente las reglas "que c o n c i e m e n al m o d o c o m o los h o m b r e s a c o s t u m b r a n a reaccionar a n t e situaciones dadas" {ibid.). Sin e m b a r g o , b a s t a n p a r a mostrar, según se h a dicho a n t e r i o r m e n t e , c ó m o p u e d e n emplearse leyes e n historia a u n q u e n o las cree la historia. Estos dos primeros rasgos —análisis e n factores, recurso a reglas d e la experiencia— n o son, sin e m b a r g o , t o t a l m e n t e extraños a la "lógica" narrativa, sobre t o d o si trasladamos ésta d e s d e la superficie del texto a su gramática profunda, c o m o veremos e n la tercera p a r t e . La verdadera señal d e Ja cíentificidad d e q u e es capaz u n a c o n s t m c c i ó n , a la vez irreal y necesaria, p r o v i e n e d e aplicar al e x a m e n c o m p a r a d o d e las causas la teoría d e la "posibilid a d objetiva", q u e Max W e b e r t o m a del psicologista V o n Kríes.^' Este tercer rasgo m a r c a la verdadera distancia e n t r e la explicación p o r la narración y la explicación p o r i m p u t a c i ó n causal. Esta teoría intenta esencialmente elevar las construcciones irreales al r a n g o d e juicio d e posibilidad objetiva q u e afecta a los diversos factores d e causalidad con u n índice d e probabilidad relor tiva y p e r m i t e así situar estos factores en u n a m i s m a escala, aunq u e las gradaciones a q u e da lugar este j u i c i o n o p u e d a n cuantificarse d e n t r o d e lo q u e se llama en sentido estricto "cálculo d e probabilidades". Esta idea d e causalidad g r a d u a d a p r o p o r c i o n a a la i m p u t a c i ó n causal u n a precisión q u e n o tiene la probabilidad evocada p o r Aristóteles e n su teoría d e la t r a m a . Así, los grados d e p r o b a b i l i d a d se escalonan e n t r e u n u m b r a l inferior, el q u e define la carnalidad accidental (como, p o r ejemplo, e n t r e el movim i e n t o d e la m a n o q u e lanza los dados y la aparición d e u n núm e r o cualquiera), y o t r o superior, q u e define, s e g ú n los t é r m i n o s

" Véase las amplias notas d e la página 269 sobre el uso que hace V o n Kries del a r g m n e n t o probabilista y su trasposición al plano d e la criminología y de la jurisprudencia.

la causalidad adecuada ( c o m o e n el caso d e la deci­ sión d e Bismarck). en el sentido d e q u e el a r g u m e n t o n o p r o v i e n e d e la simple psicología del descubrimien­ to d e las hipótesis. El p o e t a se limita a p r o d u c i r la historia y a explicar n a r r a n d o . e n la asignación d e g r a d o s d e p r o b a b i l i d a d q u e regula la d e t e r m i n a c i ó n d e la cau­ salidad adecuada. sino q u e . se p o d r í a decir d e la construcción d e la t r a m a lo q u e Max W e b e r dice d e la construcción p o r el pensa­ m i e n t o d e u n curso diferente d e acontecimientos: "Para d e s e n r e ­ d a r las relaciones causales reales construimos otras irreales" (p. sobre t o d o . 279). P o r eso. 2- . La discontinuidad descansa e n el análisis d e factores. constituye la es­ tructura lógica del conocimiento histórico o. La continuidad está e n el p l a n o d e la tarea d e la imagina­ ción. cap. P a r a disipar este equívo­ c o . segunda parre. N o r t h r o p Frye tíe­ n e razón:^* el p o e t a p r o c e d e desde la forma. V e m o s d ó n d e reside la c o n t i n u i d a d y d ó n d e se sitúa la discon­ tinuidad e n t r e construcción d e la t r a m a e i m p u t a c i ó n causal sin­ gular. el "esqueleto sólido d e la imputación causal" (p. C o r r e m o s el peligro evidente d e materializarj p o r u n a n t r o p o ­ morfismo insidioso. Este estatuto es objetivo. 2. q u e n o d e b e faltar ni al historiador ni al matemático serios. Sólo después d e este e x a m e n u n factor recibe el estatuto d e causa suficiente. se p u e d e h a b l a r d e la influencia más o m e n o s favorable d e u n factor d e t e r m i n a d o . cualquiera q u e sea el talento.L INTENCIONALIDAD HISTÓRICA A 305 d e V o n Kries. A este respecto. hacia Véase supra. El p o e t a crea u n a tra­ m a q u e se sustenta también e n su esqueleto causal. los grados d e p r o b a b i l i d a d relativa asignados a las causas q u e n u e s t r o r a z o n a m i e n t o h a c e c o m p e t i r e n f o r m a d e tendencias antagónicas q u e luchan p o r la transformación d e la posibilidad e n realidad. El lenguaje o r d i n a r i o incita a ello c u a n d o nos h a c e decir q u e tal acontecimiento h a favorecido o contraria­ d o la aparición d e o t r o acontecimiento. En este sentido. Pero éste n o es objeto d e u n a a r g u m e n t a c i ó n . el historíador n o es u n simple n a r r a d o r : d a las razo­ nes p o r las q u e considera a u n factor más que a otro c o m o la causa suficiente d e u n curso d e acontecimientos. 287). e n la inser­ ción d e las reglas d e la experiencia y. el historiador. E n t r e estos dos extremos. b a s t a r e c o r d a r q u e los posibles son relaciones causales irreales q u e h e m o s construido p o r m e d i o del p e n s a m i e n t o y q u e la obje­ tividad d e las "probabilidades" p e r t e n e c e al juicio d e posibilidad. según el propio Max Weber.

La definición del accidente c o m o aquello cuya posibilidad objeti­ va es casi nula n o sirve m á s q u e para series aisladas. t o m a d a d e C o u m o t . realza la noción d e accidente. al m e n o s . sin e m b a r g o —digámoslo u n a vez más—. c o m o diría Williími Dray. R a y m o n d A r o n la define así: "La sociología se caracteriza p o r el esfuerzo e n establecer leyes (o. el o t r o a r g u m e n t a . 190). Y a r g u m e n t a p o r q u e sabe q u e se p u e d e explicar de otro modo. La considera­ ción. En el a p a r t a d o q u e dedica a la relación e n t r e causalidad y azar. racional. es ejemplar la relación e n t r e historia y sociología. ya q u e e n u n plano superior encontramos u n coi^unto o r d e n a d o " (p. 179). p u e s la p r u e b a es m á s concluyente p a r a eliminar candidatos a la causalidad. e n p r i m e r lugar. m i e n t r a s q u e la historia se limita a n a r r a r acontecimien­ tos e n su s e c u e n d a singular" (p. Weber. A r o n n o se limita a situar el accidente e n u n o d e los extremos d e la escala d e la p r o ­ babilidad retrospectiva. H a b l e m o s . Y lo sabe p o r q u e se halla. P o r todas estas razones. la reflexión sobre el azar n o se deja reducir a u n a simple oposición a la causalidad a d e c u a d a d e n t r o del r a z o n a m i e n t o d e p r o b a b i l i d a d retrospectiva. e n u n a situación d e discusión y d e p r o c e s o y p o r q u e su alegato n o se acaba n u n c a . q u e p a r a c o r o n a r a u n o solo d e ellos definiüvamente. e n la m e d i d a en q u e la causalidad adecuada sigue siendo irreduc­ tible a la sola necesidad lógica. o e n t r e sistemas y series. es necesario c o n t a r c o n "la i n c e r t i d u m b r e q u e nace d e las delimitaciones d e los sistemas y d e las series. d e los hechos d e coincidencia e n t r e se­ ries. d e la pluralidad d e las estructuras fortuitas q u e el eitidito es libre d e construir o d e imaginar" (p. Y. a d e c u a d o . p u e s t o q u e se e n t r e c r u z a n seríes míUtiples. La p r o p i a relación d e continuidad y d e discontinuidad se e n c u e n t r a t a n t o e n t r e explicación causal singular y explicación p o r leyes c o m o e n t r e la p r i m e r a y la cons­ trucción d e la trama.306 HISTORU Y NARRACIÓN ella. e n la q u e h a c e hincapié la relatividad d e la teoría probabilista d e W e ­ ber: " U n a c o n t e c i m i e n t o p u e d e decirse accidental c o n relación a u n c o n j u n t o d e a n t e c e d e n t e s . e n oposición a la p r o b a b i l i d a d adecuada. L a c o n t i n u i d a d e n t r e la eíq>licación causal singular y la explica­ ción p o r leyes aparece tan m a r c a d a c o m o la discontinuidad. R. c o n relación a o t r o . Y e n este m i s m o sentido es- . U n o p r o d u c e . d e la discontinuidad. A r o n la acentúa m á s q u e el d e M. n o se r o m p e la filia­ ción d e la explicación histórica a partir d e la explicación narrativa. co­ m o el j u e z . A d e m á s . A es­ te r e s p e c t o . azar. regularidades o genera­ lidades). 178). El análisis d e R.

la elaboración p o r el historiador d e la probabilidad retrospectiva d e cualquier constelación histórica incluye. d e tal m a n e r a q u e n o se explican u n a s a otras c o m o las leyes jerarquizadas d e u n a teoría física" (p. la sociológica. 191). es el antecedente constante" (p. hay q u e concluir que. En este sentido. 226). De este m o d o . A d e m á s . generalizaciones empíricas q u e suscitan la b ú s q u e d a d e regularidades p o r p a r t e del q u e A r o n llama " e r u d i t o " p a r a o p o n e r lo a "juez". 229).IDAJD HS Ó I A I T RC 307 cribe: "La investigación histórica se aplica a los a n t e c e d e n t e s d e u n h e c h o singular. la causalidad sociológica r e m i t e a la causalidad histórica más q u e absorberla e n sí misma: "El d e t e r m i n i s m o parcelario sólo se desarrolla r e g u l a r m e n t e e n u n a constelación singular q u e n u n c a se r e p r o d u c e exactament e " (p. 230). a la i m p u t a c i ó n causal singular. c o m o s e g m e n t o n o m o l ó gico. . la causalidad sociológica y la causalidad histórica se reclaman r e c í p r o c a m e n t e " (p. la causalidad histórica tiene el curioso estatuto de u n a investigación p o r defecto con relación a la b ú s q u e d a d e regularidades y d e leyes y p o r exceso con relación a las abstracciones d e la sociología.. e n la s e g u n d a vertiente d e la mediación o p e r a d a p o r la imputación causal singular e n t r e el p l a n o narrativo y el epistémico. Esta ambivalencia epistemológica hace q u e a su vez el determinismo histórico. 190). sea debilitado desde el interior p o r la contingencia q u e la causalidad histórica preserva: "Las relaciones causales se dispersan. Pero entonces la palabra causa cambia d e sentido: "La causa. Constituye un límite i n t e r n o a la p r e t e n s i ó n d e cienüficidad de la sociología d e s d e el m o m e n t o e n q u e t o m a d e ella regularidades q u e sirven de base a su probabilismo.LA INTENaONAI. "A la vez c o m p l e m e n t a r i a s y divergentes e n t r e sí. se observa la m i s m a dialéctica d e c o n t i n u i d a d y d e discontinuidad q u e e n la p r í m e r a vertiente. T o d o el estudio q u e la Introduction. consagra a la causalidad sociológica tiende a m o s t r a r a la vez la originalidad d e la e m p r e s a y su d e p e n d e n c i a respecto d e la causalidad histórica. n o se organizan e n sistema. Y a ñ a d e : "Las relaciones abstractas n u n c a a g o t a n la constelación única" (p. q u e intentaría elevarse u n g r a d o más q u e el d e la explicación sociológica. 20). P o r lo tanto.. a las causas d e u n h e c h o susceptible d e r e p r o d u c i r s e " (p. p a r a los sociólogos. Sin embargo. las interferencias e n t r e las d o s m o d a l i d a d e s d e causalidad —causalidad histórica y causalidad sociológica— son más i m p o r t a n t e s q u e sus disyunciones. p o r lo tanto.

¿ C ó m o es esto posible? Hay q u e c o m p r e n d e r q u e la o p e r a d ó n imaginaria p o r la q u e el historiador concibe u n o d e los a n t e c e d e n t e s desaparecidos o modificados. la lógica d e la probabilidad retrospectiva reviste u n a significación precisa q u e interesa d i r e c t a m e n t e a n u e s t r a investigación sobre la temporalid a d histórica: "La investigación causal del historiador —dice Aron— n o p r e t e n d e t a n t o dibujar los g r a n d e s rasgos d e relieve histórico c o m o conservar o restituir al p a s a d o la i n c e r t i d u m b r e del f u t u r o " ( p p . o p o n e la u c r o n í a a la fascinación del p a s a d o conduido. o c u p a n así u n a posición estratégica e n la e c o n o m í a d e la Introduction. Las últimas líneas del a p a r t a d o titulado "Límites y significación d e la causalidad histórica" ( p p . Al p e n s a r e n u n acontecim i e n t o distinto. Axon respecto d e Max W e b e r . la explicación causal i n c o r p o r a al p a s a d o la imprevisibilidad. y luego trata d e construir lo q u e hubiera p a s a d o e n esta hipótesis. a saber.. Y también: "Las construcciones irreales d e b e n seguir siendo p a r t e integrante d e la ciencia.308 HISTORIA Y NARRACIÓN T a m b i é n aquí se confirma la originalidad d e R. 183-189). p u e s b r i n d a n el ú n i c o m e d i o d e escapar a la ilusión retrospectiva de fatalidad" ( p p . Así. R e p u e s t a sobre el s e g u n d o p l a n o d e este g r a n designio filosófico. e n la q u e se o r d e n a la epistemología d e la introduction á la philosophie de Vhistoire. 186-187). la estimación retrospectiva d e las probabilidades reviste una significación m o r a l y política q u e sobrepasa su significación p u r a m e n t e epistemológica: r e c u e r d a a los lectores d e historia q u e "el pasado del historiador h a sido el futuro d e los personíijes históricos" {p. q u e es la m a r c a del futuro. a u n q u e n o sup e r e n la verosimilitud equívoca. tiene u n a significación q u e s o b r e p a s a a la epistemología. la lucha c o n t r a la ilusión d e fatalidad c r e a d a p o r la retrospección histórica y la defensa d e la contingencia del p r e s e n t e exigida p o r la acción política. P o r su carácter probabilista. D e este m o d o . 187). El historiador se c o m p o r t a e n este caso c o m o n a r r a d o r q u e redefine.. la insistencia con la q u e se subraya la depend e n c i a del d e t e r m i n i s m o parcelario respecto d e la causalidad histórica singular está e n p r o f u n d a a r m o n í a c o n "la filosofía histórica" (para e m p l e a r d e n u e v o el título d e G a s t ó n Fessard). q u e cierra el análisis d e ésta. con relación a u n p r e s e n t e ficticio. 181-182). Ésta p r o v i e n e del objetivo filosófico q u e impregn a t o d a la obra. e i n t r o d u c e e n la retrospección la incertidumb r e del acontecimiento. las tres dimensiones del tiempo.: .

187). En este sentido. las probabilidades retrospectivas de la narración verídica. es n e c e s a r i o decir q u e "el análisis causal n o exime n u n c a d e juicios d e valor. E n el ejemplo elegido p o r M a x W e b e r . 215-265). 225). y q u e u n juicio d e valor n o es. la ciencia histórica. Si se desdeñan las decisiones y los instantes. Respecto del p r i m e r p u n t o .^^ A u n c u a n d o el h i s t o r i a d o r intenta averiguar la responsabilidad d e u n individuo e n u n curso d e acontecimientos. distingue e x p r e s a m e n te la i m p u t a c i ó n causal d e la responsabilidad ética p o r u n a p a r t e y d e la expUcación n o m o l ó g i c a p o r otra. El u s o d e las categorías d e m e d i o y d e fin n o d e b e n llevar a e n g a ñ o : es cierto q u e el a i ' g u m e n t o enLa discusión q u e sigue n o s lleva hacia atrás. Meyer. sin dejar d e ser singular. p o r l o tanto. e n a b s o l u t o . se hace contemporánea de sus héroes (p. la i m p u t a c i ó n causal consiste e n p r e g u n t a r se "por qué la decisión d e h a c e r la g u e r r a fue p r e c i s a m e n t e e n a q u e l m o m e n t o el m e d i o a p r o p i a d o d e alcanzar el fin: la unificación d e A l e m a n i a " (p. . N o q u i e r o t e r m i n a r este alegato e n favor del p a p e l m e d i a d o r d e la causalidad histórica e n t r e construcción d e la t r a m a y explicación p o r leyes sin contestar a u n a objeción. En efecto. se p u e d e objetar q u e si p o d e m o s percibir u n vínculo d e filiación e n t r e construcción d e la t r a m a e i m p u t a c i ó n causal singular es d e b i d o a los límites del ejemplo escogido p o r M a x W e b e r : la decisión d e Bismarck d e atacar a Austria-Hungría e n 1866. q u e u n i r á la presente discusión c o n la q u e t e n d r e m o s e n el a p a r t a d o siguiente. 309 El cálculo anticipado es la condición de la conducía razonable. ya n o es individual. resurrección de la política. q u e se relaciona c o n las entidades características del c o n o c i m i e n t o histórico. se remplaza cl mundo vivido por una naturaleza o una fatalidad. ¿No relega esta elección. a la primera parte del ensayo d e Max Weber titulada "Elementos para u n a discusión d e las ideas d e Edouard Meyer" (pp. t o d a la argum e n t a c i ó n a la esfera política. tras E. si el a r g u m e n t o p u e d e e x t e n d e r se a n a l ó g i c a m e n t e a acontecimientos históricos d e g r a n amplit u d e n los q u e la causa.LA l^ní:NCIONALmAD HISTÓRICA. La p r o p i a naturaleza d e la cuestión p l a n t e a d a a p r o p ó s i t o d e l ejemplo princeps h a h e c h o posible esta extensión analógica. al p l a n o d e la historia episódica'? ¿No la c o n d e n a a n o ser m á s q u e u n a variante d e la explicación p o r "razones"? N o . 233). d e s d e el principio. u n a explicación causal" (p.

. Precisamente. hay que confesar q u e estas distinciones s o n sutiles y frágiles. los actos. ha desencadenado o contribuid o a desencadenar el acontecimiento cuyos orígenes s e buscan" (ibid. L o h e m o s visto ya c o n el análisis del azar. se distingue d e la fenom e n o l o g í a d e la acción. ya en el ejemplo princeps (la significación histórica d e u n a decisión individual). la desviación e n t r e la intención y las consecuencias es u n o d e los aspectos del valor causal vinculado a la decisión. la i m p u t a c i ó n histórica es irreductible a la i m p u t a c i ó n moral. a u n c u a n d o concierne a la función histórica d e u n a decisión individual. n o es un crimen" (p. si el a r g u m e n t o d e la i m p u t a c i ó n causal singular se e x t i e n d e e n realidad a e n c a d e n a m i e n t o s d e acontecimientos e n los q u e la causa n o es d e o r d e n individual. es p o r q u e . Estas observaciones se acercan a la tesis q u e h e m o s e n u n c i a d o varias veces: la explicación causal. bastante distinto del d e Max Weber: éste lleva su análisis c o n mucha scgtnidad e n sí m i s m o . p o r sus actos.. Eso explica el t o n o d e Raymond Aron. Aron distingue entre responsabilidad mora!. En este sentido. respecto al historiador. Concierne al valor causal q u e se d e b e atribuir a la decisión e n u n curso d e acontecimientos q u e implica otros factores diferentes del niicleo racional d e la decisión considerada y. coincide c o n la explicación cuasi causal d e V o n Wright. y hasta cierto p u n t o enreda. Sólo la i m p u t a c i ó n causal p u e d e decir hasta q u é p u n t o el resultado d e la acción h a frustrado o t r a i c i o n a d o las intenciones d e los agentes. el jurista confronta intenciones y actos y los ajusta a los conceptos jurídicos" (p. 170). 173). Raym o n d A r o n es m u c h o más sensible a lo que complica. la i m p u t a c i ó n causal. e n t r e éstos. "Históricamente es responsable quien. Es v e r d a d q u e la objeción p o d r í a r e a p a r e c e r c o n o t r a forma: ¿Por q u é h a b l a r —se preguntará— d e imputación c u a n d o ya n o está e n j u e g o n i n g u n a responsabilidad moral? P a r e c e q u e la n o c i ó n ^ En este mismo sentido. podríamos decir que el historiador contribuye a disociar la n o c i ó n d e imputación d e la de incriminación: "La guerra [. jurídica e histórica: "El mor^ista tíene p o r mira las intenciones. sino colectivo. el historiador.). p e r o g l o b a l m e n t e es causal. las m o d vaciones n o racionales d e t o d o s los protagonistas del curso d e la acción.310 HISTORIA y NARRACIÓN t r a ñ a u n s e g m e n t o teleológico.^" P o r lo t a n t o . e n la m e d i d a e n q u e valora las intenciones n o sólo en términos d e fines. D e este m o d o . sino también d e resultados. sin olvidar los factores "desprovistos d e s e n ü d o " q u e dim a n a n d e la naturaleza física. "el esquema lógico". Si añadimos que la imputación debe también distinguirse d e la interpretación psicológica d e las intenciones. q u e integra segm e n t o s teleológicos y epistémicos. según Max W e b e r .]..

237). a su vez. La n o c i ó n d e i m p o r t a n c i a sólo in*'"rviene e n la línea d e la explicación causal. el h i s t o r i a d o r considera este curso d e acontecimientos e n su singularidad. A u n c u a n d o el curso d e a c o n t e c i m i e n t o s ofrecido a la explicación causal p o n e en j u e g o factores n o indivi­ duales. E n este sentido. a u n q u e integran h e c h o s típicos.2^ Precisamente p o r q u e la explicación causal es singular y. así c o m o las relaciones causales t ^ n e n importancia n o c o m o razón de conocer.^^ Alude aquí Max Weber a la distinción establecida por Windelband. e n el dis­ curso rectoral de Estrasburgo {Gesckkkle und Naturwissemchajt. razón d e ser. son singulares. n o e n la d e la explica­ ción nomotética. se p l a n t e a la cuestión d e la impor­ tancia del factor histórico. sino sencillamente c o m o otjeto del c o n o c i m i e n t o .L INTENCIONALIDAD A fflSTÓRICA 311 d e i m p u t a c i ó n conserva u n a función diacrítica. . el p r o p i o a c o n t e c i m i e n t o individual n o e n t r a e n la serie causal histórica. real. e n c u a n t o q u e p r o p o r c i o n a u n criterio a la distinción e n t r e explicación causal y explicación n o m o t é t í c a . sino c o m o razón de ser" (p. C o n s i d e r e m o s las cartas d e G o e t h e a m a d a m e Stein (ejemplo t o m a d o t a m b i é n del ensayo d e M a x W e b e r s o b r e la teoría d e la historia d e E d o u a r d Meyer): u n a cosa es interpretarlas causalm e n t e (mostrar c ó m o los hechos q u é estas cartas p r e s e n t a n son "anillos reales e n u n e n c a d e n a m i e n t o causal". 244). La explicación causal n o se limita al p u n t o d e vista individual. Max Weber muestra esta diferencia al oponer RBaíOnmd. y Erkmntnisgrund. p e r o sirve p a r a "revelar los h e c h o s q u e m e r e c e n integrarse e n es­ tas series causales" (p. Esta singularidad de las series cau­ sales constítuye la diferencia e n t r e impíitación causal y explica­ c i ó n nomotética. y o t r a concebirlas c o m o ejemplo d e u n a f o r m a d e e n t e n d e r la vida o c o m o u n caso p a r a la psicología del erotismo. en este sentído. razón d e conocimiento: "En historia. las cuales. a u n q u e siga s i e n d o singular. yo diría q u e el individuo (la decisión individual) n o es m á s q u e el p r i m e r enalogon d e la causa singular. P o r e s o reviste u n valor ejemplar el a r g u m e n t o o b t e n i d o del e x a m e n d e la signi­ ficación histórica d e u n a decisión individual. los e l e m e n t o s singulares e in­ dividuales entran e n cuenta n o sólo c o m o medios de conocimiento. e n u n c o n j u n t o causal d e la historia d e la cultura alemana: e n este caso. entre proce­ d i m i e n t o n o m o i é t i c o (propio d e las ciencias d e la naturaleza) y et idiogrático (pro­ p i o d e las d e la cultura). c o m o veremos después c o n o t r o s ejemplos. a saber: el d e s a r r o ­ llo d e la p e r s o n a l i d a d d e la o b r a d e G o e t h e ) . ya q u e este típo d e c o n d u c t a p u e d e integrarse. 1894). a su vez.

m á s allá d e la i m p u t a c i ó n causal. a indivi­ d u o s recibe la confirmación d e o t r o ejemplo. q u e Max W e b e r to­ m a u n a vez m á s d e E. P e r o la estructura lógica del a r g u m e n t o causal lo constituyen la construcción del "cuadro imaginario". e n particular el valimiento p e r s a s o b r e los j u d í o s a la vuelta del exilio. se supri­ m e la c a d e n a d e otros factores: la construcción d e la flota ática. Así.312 fflSTORIA Y NARRACIÓN La tesis d e q u e la n o c i ó n d e imputación causal singular p u e d e e n principio ampliarse. c r e a d o p o r la abstracción y el peso d e las consecuencias del acontecimiento s u p u e s t a m e n t e s u p r i m i d o . Meyer. n u e s t r o interés p o r las guerras médicas p r o v i e n e d e la i m p o r t a n c i a q u e d a m o s a los valores culturales irremplazables del espíritu helénico libre. etc. tal c o m o se desarrolló efectivamente. la curiosidad historiográfíca. e n t a n t o p u e d e constituir c o m o tal el objeto d e u n a i m p u t a c i ó n causal singular. el a r g u m e n t o causal sigue s i e n d o u n a i m p u t a c i ó n causal singular. en u n a d e t e r m i n a d a si­ tuación d e discurso. P e r o la p r o p i a o b r a d e Max W e b e r nos ofrece u n ejemplo mu­ c h o m á s n o t a b l e d e i m p u t a c i ó n causal singular fuera del c a m p o d e la decisión individual y d e la historia político-militar. cultura q u e se p u e d e r e c o n s t r u i r s o b r e la base d e o t r o s factores conocidos y p o r c o m p a r a c i ó n c o n situa­ ciones similares. Esto sucede e n la m e d i d a e n q u e se p u e d e d e m o s t r a r q u e este a c o n t e c i m i e n t o decide e n t r e d o s posibilidades cuya probabilidad p u e d e ser apreciada sin ser cuantificada: p o r u n lado. P o r o t r o lado. La argu­ m e n t a c i ó n e m p l e a d a e n La ética protestante y el espíritu del capitalis­ mo satisface p l e n a m e n t e el m é t o d o d e d e d u c c i ó n causal q u e aca­ b a m o s d e describir. La victoria d e Salamina p u e d e considerarse la causa a d e c u a d a d e este desarrollo. e n efecto. al suprimir el acontecimiento p o r m e d i o del p e n s a m i e n t o .. factores todos q u e r e s u m i m o s con el n o m b r e d e "posi­ bilidad" elegida p o r el acontecimiento. Sin d u d a . a u n q u e n o concierna a individuos con- . el desarrollo d e las luchas p o r la libertad. La c o n e x i ó n alegada e n t r e ciertos rasgos d e la ética p r o t e s t a n t e y o t r o s del capitalismo constituye u n encade­ n a m i e n t o causal singular. la d e u n a cultura teocrático-religiosa q u e se habría i m p u e s t o a Grecia si se h u b i e r a p e r d i d o la batalla. a u n q u e ya n o se aplique a u n a decisión indivi­ dual. La batalla d e Salamina es p a r a el historiador. u n acontecimiento ú n i c o . el espíritu helénico Ubre. El historiador p u e d e p r e g u n t a r s e sobre el alcance histórico d e la batalla d e Salamina sin d e s ^ m p o n e r este acontecimiento e n infinidad d e acciones individuales.

c o m o la creencia e n la elección p e r s o n a l . la organización del c o m e r c i o . m e n t a l i d a d e s e instituciones.LAINTENCrONALroAD HISTÓRICA 313 siderados individualmente. el afán adquisitivo caracterizado p o r el cálculo raciona!. p o r ejemplo. sino a funciones. W e b e r aisla. el c o m p o n e n t e específico d e la ética del trabajo. el p r o b l e m a está bien delimitado: n o se trata d e explicar el nacim i e n t o del capitalismo en c u a n t o f e n ó m e n o global. la invención tecnológica. la afirmación d e q u e u n a doctrina c o m o la predestinación. u n caso relevante d e i m p u t a c i ó n causal singular. sino la visión particular del m u n d o q u e lleva consigo. y respecto del fen ó m e n o económico. Más aún. P e r o . la conexión causal estmctura u n proceso ú n i c o q u e hace n o p e r t i n e n t e la diferencia e n t r e acontecimiento p u n tual y larga duración. en la m e d i d a e n q u e estas d o s configuraciones y su conj u n c i ó n siguen siendo únicas e n la historia. I m a g i n a u n curso histórico e n el q u e el factor espiritual c o n s i d e r a d o estuviera a u s e n t e y en el q u e otros factores h u b i e r a n realizado la función a s u m i d a h i p o t é t i c a m e n t e p o r la ética p r o t e s t a n t e del trabajo: e n t r e estos factores hay q u e e n u m e r a r la racionalización del d e r e c h o . DeUmitado así el p r o b l e m a . e n este sentido. Para d e f e n d e r la imputación causal. atestiguada p o r el c o m p r o m i s o activo e n el trabajo. sólo p u e d e sostenerse c o m p e n s a d a p o r algunos factores g e n e r a d o r e s d e seguridad. La tesis defendida en esta o b r a d e Max Web e r es. ¿ c ó m o está articulado el a r g u m e n t o ? Fiel al m é t o d o abstractivo. q u e concluye en la i m p u t a c i ó n del espíritu del capitaÜsm o a la ética protestante. Es cierto q u e se p o n e n e n acción generalizaciones empíricas —como. la adaptación precisa d e los m e d i o s disponibles para fines deseados y la valorización del trabajo c o m o tal. q u e exime al individuo d e su responsabilidad última. P e r o generalizaciones empíricas d e este tipo n o son m á s q u e s e g m e n t o s argumentativos i n c o r p o r a d o s a la inferencia inductiva. etc. e n u n a imputación causal singular. La p r o p i a c o n c e p c i ó n rel i ^ o s a del p r o t e s t a n t i s m o ascético se c o n t e m p l a sólo en su relación d e causalidad a d e c u a d a respecto del espíritu del capitalismo. p o r lo q u e se refiere al f e n ó m e n o religioso. P o r lo t a n t o . la centralización del p o d e r político. el desarrollo del m é t o d o científico. nos q u e d a a h o r a la cuestión d e la adecuación d e la i m p u t a c i ó n causal e n ausencia d e cualquier regularidad d e tipo n o m o l ó g i c o . U n cálculo d e probabilidad su- . p o r lo tanto. Max W e b e r p r e c o n i z a el p r o c e d i m i e n t o ya e m p l e a d o p o r él e n el artículo c o n s a g r a d o a E d o u a r d Meyer.

P e r o h u b i e r a faltado el p o d e r emocional y la fuerza d e difusión. E n este sentido. e n ausencia d e l factor espiritual considerado. sin e m b a r g o . ni siquiera acontecimientos p u n t u a l e s . A m i e n t e n d e r . fortuna o infortunio.314 HISTORIA y NARRACIÓN giere q u e . con el q u e designa todas las configuraciones singulares q u e c u m p l e n con el criterio d e la construcción d e la t r a m a p r o p u e s t o p o r mí: la síntesis d e lo hete­ r o g é n e o e n t r e circunstancias. la aparición del m é t o d o científico h u b i e r a p o d i d o e n g e n d r a r la fijación d e la energía s o b r e u n fin específi­ co. .*la trama: la conjunción d e fi­ nes. sino ú n i c a m e n t e d e probabilidad. q u e sólo la é ü c a protes­ tante p o d í a aportar. la articulación e n t r e m e d i o s y fines. Y. la a d e c u a c i ó n d e la i m p u t a c i ó n causal n o equivale a u n a r g u m e n t o d e necesidad. intenciones. al pasar d e la cuestión d e los p r o c e d i m i e n t o s explicativos a la d e las entidades básicas del c o n o c i m i e n t o histórico. es lo q u e justifica el e m p l e o del t é r m i n o "trama" p o r p a r t e d e Paul Veyne. T o m a r e m o s ahora c o m o t e m a esta analogía. P o r o t r a p a r t e —como h e m o s visto—. m á s o menos. N o obstante. h e m o s llegado al p u n t o e n q u e se dijera q u e la explicación histórica p a r e c e ha­ b e r r o t o sus amarras c o n la narración. m e d i a n t e la lectura libre del texto d e Max W e b e r y la ayuda d e la Introduction a la philoso­ phie de l'histoire de R a y m o n d A r o n . Paul Veyne define así. C o n esta extensión d e la i m p u t a c i ó n causal singular a desarro­ llos históricos en los q u e ya n o se p u e d e n discernir decisiones in­ dividuales. la filiación cuyas etapas acabamos d e reconstruir. nos autoriza a aplicar analógi­ camente la noción d e t r a m a a todas las i m p u t a c i o n e s causales sin­ gulares. interacciones. P o r ejemplo. la explicación causal d e los resultados d e u n a decisión individual. adversi­ dad. El m i s m o r a z o n a m i e n t o d e b e h a c e r s e con los d e m á s candidatos a la causali­ d a d antes d e p o d e r considerar la ética p r o t e s t a n t e c o m o la causa a d e c u a d a del desarrollo del espíritu del capitalismo. P o r eso. h a b l a r é d e s e m i t r a m a p a r a subrayar el carácter analógico d e la extensión d e la imputa­ ción causal singular a p a r t i r d e su ejemplo princeps. p a r a seguir siendo cohe­ r e n t e c o n m i a r g u m e n t o d e la relación indirecta d e la explicación histórica con la estructura d e la narración. estos o t r o s factores no habrían bastado para p r o d u c i r el efecto d e q u e se trata. causas y causalidades. apenas ü e n e fuerza la pro­ babilidad d e q u e el m é t o d o científico h u b i e r a p o d i d o transfor­ m a r la ética tradicional en ética burguesa del trabajo.

e n principio. tres p r o c e d i m i e n t o s |del c u e s t i o n a m i e n t o regresivo: el p r i m e r o r e m i t e d e s d e los procedim i e n t o s explicativos d e la historia científica a l a fuerza explicativa incluida e n la construcción de la trama d e la narración. . c o m o lo e r a n las tres m o dalidades del corte epistemológico descrito e n la i n t r o d u c c i ó n a este capítulo. c o n s i d e r a d o c o m o responsable d e las acciones q u e se le atribuyen. Sólo la derivación indirecta p u e d e respetar el c o r t e epistemológico sin destruir el objetivo intencional del c o n o c i m i e n t o histórico. carácter q u e se verifica t a n t o en el p l a n o d e las entidades c o m o e n el d e los procedimientos. resolverse e n acciones elementales. Se p u e d e designar o identificar u n personaje c o n u n n o m b r e p r o pio. q u e unía la historiografía a la inteligencia narrativa. Éste es u n p r e s u p u e s t o cuyo valor p a r e c e desc o n o c e r esa forma d e "individualismo epistemológico". y se caracterizan n o sólo p o r el m i s m o estilo d e filiación indirecta.LAINTENCIONALIDAD HISTÓRICA 2. En p i i m e r lugar. a n ó n i m a s . él es el a u t o r o la víctima.' ¡ 315 H e distinguido. en el sentido p r o p i o del t é r m i n o . V e o e n él la expresión d e u n a exigencia d e derivación directa q u e desconoce la naturaleza del c u e s t i o n a m i e n t o regresivo. Las entidades de primer orden de la historiografía . sino también p o r el misnio recurso a enlaces q u e la p r o p i a historiografía ofrece al trabajo d e reconsUTicción d e la intencionalidad histórica. el ú n i c o q u e p u e d e p o n e r s e e n práctica en este c a m p o . el s e g u n d o . p a r a la cual t o d o c a m b i o social p u e d e . si nos a t e n e m o s a su epistemología explícita: las fuerzas sociales q u e actúan e n el s e g u n d o p l a n o d e las acciones individuales son. El corte epistemolológico e n t r e entidades histoiiográficas y personajes narrativos es —a mi entender— el p r e s u p u e s t o del q u e hay q u e partir ahora. p o r ellas es feliz o d e s d i c h a d o . asignables a individuos q u e son sus a u t o r e s y q u e soportan la responsabilidad última d e las mismas. desde los tiempos múltiples d e la historia a la dialéctica temporal d e la n a r r a c i ó n . p o r razones didácticas. A h o r a bien: las entidades a las q u e la historia refiere los cambios q u e i n t e n t a explicar n o son personajes. El e r r o r del individualismo metodológico es exigir p o r principio u n a operación r e d u c t o r a q u e n u n c a p u e d e llevarse a t é n n i n o efectivam e n t e . insistiremos e n este carácter i n d i r e c t o d e la filiación narrativa. d e s d e las entidades construidas p o r el historiador a los personajes d e la narración. y el tercero. Estos tres caminos son inseparables.

Mientras q u e . a u n q u e desconfíe d e la epistemología concebida p o r los filósofos. Dicho d e o t r a m a n e r a : a los procedimientos de mediación e n t r e la explicación científica y la explicación p o r construcción d e la t r a m a c o r r e s p o n d e n objetos transicionales q u e m e d i a n e n t r e las entidades historiográficas y las narrativas. la fenonicnología genética q u i e r e acompañar y explicar este trabajo d e o r d e n a c i ó n . entidades sociales q u e . T o d o historiador —y el ejemplo d e Braudel. la o r d e n a c i ó n d e las entidades se justifica suficientemente p o r su fecundidad heurística. a individuos capaces de ser t e n i d o s p o r los personajes d e u n a narración. Este enlace existe bajo la f o r m a d e las e n t i d a d e s d e p r i m e r ord e n del c o n o c i m i e n t o histórico.316 HISTORIA Y NARRACIÓN Se trata. sino q u e implica u n a inteligibilidad p r o p i a q u e se p u e d e explicar reflexivamente. E n la introducción a este capítulo h e llamado entidades de pertenencia participativa a estas entidades d e p r i m e r o r d e n . e n algún m o m e n t o . entonces. menr clonan. e n su constitución y e n su definición. . El p r i m e r r e c o r r i d o —que p o d e m o s llamar ascendente—jalonará la distancia creciente e n t r e el p l a n o d e la n a i r a c i ó n y el d e la historia-ciencia. a ordenar las entidades q u e p r e s e n t a e n su discurso. a las q u e llamamos personajes d e la narración. Esta inteligibilidad se r e d u c e a la posibilidad d e r e c o r r e r en los d o s sentidos la jerarquía establecida p o r el discurso histórico e n t r e sus entidades d e referencia. d e m o d o especial. la fenomenología genética intenta relacionar la jerarquización d e los niveles d e discurso c o n la intencionalidad del c o n o c i m i e n t o histórico. lo confirma cumplidamente— tiende. n o obstante. A estas entidades d e p r i m e r o r d e n se aplican. La c o n t i n u a c i ó n d e la discusión justificará esta d e n o m i n a c i ó n . los p r o c e d i m i e n t o s explicativos q u e h e m o s llamado d e "imp u t a c i ó n causal singular". si b i e n no p u e d e n descomponerse en infinidad d e acciones individuales. Por su p a r t e . C o n este fin. d e u n enlace semejante al d e la i m p u t a c i ó n causal singular e n el p l a n o d e los p r o c e d i m i e n t o s explicativos. d e saber si este p u n t o d e vista intencional d i s p o n e r e a l m e n t e . con su objetivo noético constitutivo. se afana p o r mostrar c ó m o la ordenación-practicada p o r el historiador n o se reduce al r e c u r s o metodológico. e n el p l a n o d e las entidades históricas. sobre el q u e volver e m o s en el tercer a p a r t a d o . p a r a el historiador especialista. La p e r t e n e n c i a participativa es a las entidades lo q u e la imputación causal singular a los p r o c e d i m i e n t o s d e la historiografía.

1915) 2. ed-. 5a. pese al caráct e r típico d e las situaciones y a c o n t e c i m i e n t o s d e q u e h a b l a la historia. . d e algunos lugares particulares d u r a n t e u n lapso determ i n a d o . 1977). Así. C o n otras palabras: Mandelb a u m tíene e n c u e n t a la distinción establecida p o r W i n d e l b a n d e n t r e ciencia idiográfica y nomotética. pese a su hostilidad a las tesis nar r a t i v i s t a s . q u e i n c o r p o r o al m é t o d o d e c u e s t i o n a m i e n t o regresivo. a la correlación e n t r e lo q u e M a n d e l b a u m consid e r a c o m o las entidades d e p r i m e r o r d e n del c o n o c i m i e n t o histórico y el p r o c e d i m i e n t o d e i m p u t a c i ó n causal. Esta posición estratégica hace d e su determinación el eje del c u e s t i o n a m i e n t o regresivo. la d e las entidades y la d e los p r o c e d i m i e n t o s . h e m o s c r e a d o nosotros: esta s e g u n d a enseñanza permitirá u n i r e n t r e sí las dos líneas del c u e s t i o n a m i e n t o regresivo. Contra los primeros sostiene q u e . p o r justificar las relaciones q u e establece e n t r e acontecimientos. m e p a r e c e b i e n fundada la tesis familiar d e q u e los historiadores se o c u p a n d e lo particular m á s q u e d e establecer generalizaciones explicativas" (p. . y p e s e a r e c u r r i r a generalizaciones. . la historia h a b l a f u n d a m e n t a l m e n t e d e "lo q u e ha sido v e r d a d e r o . La p r i m e r a c o n c i e r n e a la o r d e n a c i ó n d e las entidades asumidas p o r el discurso del historiador.L INTENCIONAUDAD HISTÓRICA A 317 El s e g u n d o —descendente— j a l o n a r á la serie d e reenvíos. Mandelbaum. The anatomy of historical knowledge. p o r o t r a parte. Para llevar a cabo la e m p r e s a d e derivación indirecta encont r a r e m o s alguna ayuda en la o b r a d e Maurice M a n d e l b a u m .^^ Contra los segundos. d e m o d o característico. P e r o c o m e n c e m o s p o r el estudio d e las entidades d e base. u n a disciplina p r e o c u p a d a p o r autentificar sus enunciados. 2 4 W. 5). La epistemología d e Mauríce M a n d e l b a u m le sitúa a igual distancia d e los defensores del m o d e l o d e subsunción y d e los d e la versión narratívista. E n esta b ú s q u e d a d e inteligibilidad se sitúa la d e t e r m i n a c i ó n d e las entidades d e b a s e del discurso histórico. D e él r e t e n g o u n a doble enseñanza. 1. Práludien (Tubinga. De alií q u e su inte2 ' M. q u e llevan d e s d e las entidades a n ó n i m a s del discurso histórico a los personajes d e u n a posible n a r r a c i ó n . 144-145. La segunda. el autor sostiene q u e la historia es una-investigación. pp. Windelband. Estas e n t i d a d e s d e p e r t e n e n c i a participativa se asientan e n el p u n t o d e intersección del itinerario a s c e n d e n t e y del descendente. La inteligibilidad d e la o r d e n a ción p r o v i e n e d e la reversibilidad d e los d o s recorridos. cuya teoría. Tfie anaUmy of historical knowledge (Baltimore.

perpetuando la existencia ininterrumpida de la comunidad (p. etcétera. La n o c i ó n d e sociedad. A simple vista. c o m o p u e b l o s y naciones. e n la m e d i d a e n q u e son considerados e n relación con la naturaleza y los acontecimientos d e u n a sociedad existente e n u n tíempo y e n u n l u g a r particulares" (p. P e r o u n a d e t e r m i n a c i ó n más precisa del t é r m i n o "sociedad" n o s orienta hacia la problemática específica d e las e n t i d a d e s d e base. los sentimientos y las acciones d e los individuos en el contexto específico d e su entorn o social: "Los individuos sólo interesan a los historiadores. La historia ve los p e n s a m i e n t o s . La general tíen e c o m o t e m a sociedades particulares. Precisemos este c o n c e p t o d e sociedad e n su oposición al d e cultura: Una sociedad —diré— consiste en individuos que viven en una comunidad organizada. recibe d e su oposición a la d e cultura u n a d e t e r m i n a c i ó n q u e m e p e r m i t i r á luego caracterizarla c o m o objeto transicional entre el p l a n o d e la narración y el d e la historia explicativa. la ciencia. cuyos personajes d e b e n p o d e r identificarse c o m o individuos responsables d e su acción. la religión. tales c o m o la tecnología. q u e c o n c u e r d a n b a s t a n t e bien c o n las conclusiones d e nuestros capítulos 1 y 2. N o discutir é estas presuposiciones. 10). esta tesis. 11). considerad a aisladamente. religión. sólo se u n e n e n t r e sí p o r la iniciativa del historiador. cuya existencia es continua.318 raSTORlA Y NARRAaÓN res p o r las constelaciones singulares n o p u e d a excluir la interpolación d e regularidades e n sus cadenas d e relaciones. confirma sólo la discontinuidad e n t r e el p l a n o d e la historia y el d e la n a r r a c i ó n . dueña de un territorio particular. p o r carecer d e u n a existencia c o n t i n u a propia. responsable d e la definición d e lo q u e c u e n t a c o m o arte. 11). S o b r e este s e g u n d o p l a n o se destaca la tesis e n la q u e se fijará n u e s t r a atención. el objeto irreductible d e la historia es d e o r d e n societario. ciencia. Proviene d e la distinción e n t r e dos modalidades d e la historiografía: la "historia general" y las "historias especiales** {p. . el arte. c o m o referencia última d e la historiografía. los cuales. la organización de semejante comunidad está garantizada por instituciones que sirven para definir el estatuto asumido por diferentes individuos. a quienes se les asignan las funciones que deben desempeñar. Las historias especiales tienen p o r tem a aspectos abstraídos d e la cultura.

q u e hacen d e ellos artificios c o n la m i s m a razón q u e las actividades enm a r c a d a s bajo el t é r m i n o cultura. q u e definen fimdones individuales. las técnicas. el f e n ó m e n o social p e r m i t e analizarse e n aspectos —político.L INTENCIONALÍDAD HISTÓRICA A 319 I m p o r t a resaltar los tres c o m p o n e n t e s d e esta definición: el p r i m e r o vincula la c o m u n i d a d —y. la distribución d e los bienes y la organización del trabajo. Esta distinción e n t r e la historia d e sociedades particulares y la d e tipos de actividades m a r c a los dos polos e x t r e m o s d e u n a g a m a d e casos i n t e r m e d i o s .— cuyo desglose. el s e g u n d o . las actividades q u e definen la cultura se abstraen d e las sociedades particulares. ¿Por q u é —se preguntará— las iustUuciones. su duración— a lugares. se colocan del lado d e la sociedad y n o d e la cultura? La respuesta nos la d a el tercer rasgo d e la sociedad: q u e ésta es particular y existe c o n t i n u a m e n t e . asignándoles u n a fimción institucionalizada. e n c u a n t o q u e estas diversas fiínciones se incluyen e n la herencia social d e los individuos q u e viv e n d e n t r o d e u n a sociedad particular. a individuos. social. y sus m o d a l i d a d e s se r e a g r u p a n bajo el m i s m o c o n c e p t o clasificador p o r la definición q u e d a n d e ellas los historiadores. d e ello se d e d u c e q u e u n a institución d i m a n a d e la sociedad y n o d e la cultura. c o m o m a p a s d e geografía. E n cambio. p o r lo tanto. ciertamente. las artes. y el t e r c e r o caracteriza la c o m u n i d a d p o r su existencia i n i n t e r r u m p i d a . La n o c i ó n d e cultura r e c u b r e todas las experiencias nacidas d e la creación social. La diferencia es. incluso los sistem a s d e p a r e n t e s c o . Esta capacidad q u e p o s e e el fenóm e n o social d e dejarse analizar e n aspectos. q u e p u e d e diferir g r a n d e m e n t e d e u n o a o t r o . Este tercer rasgo p e r m i t i r á m á s t a r d e tend e r u n p u e n t e e n t r e las entidades d e b a s e y los p r o c e d i m i e n t o s d e c o n e x i ó n causal q u e les c o r r e s p o n d e n e n este p l a n o . implicadas e n el u s o individual y trasmitidas p o r la tradición: el lenguaje. caracterizan a ésta e n última instancia. e n la m e d i d a en q u e constituye el factor d e integi'ación d e u n a sociedad particular q u e existe d e m a n e r a c o n t i n u a . etc. difícil d e sostener e n t o d o s los casos. P e r o m i e n t r a s estos aspectos se conciban c o m o las "facetas" d e u n a sociedad particular. d i m e n s i o n e s o face- . las actitudes y creencias religiosas o filosóficas. e c o n ó m i c o . definición y relaciones p r o c e d e n d e opciones metodológicas. Así. las facetas se dejan relacionar c o n el f e n ó m e n o social global e n virtud d e u n i m p o r t a n t e rasgo d e éste: q u e está constituido p o r u n a r e d d e instituciones y d e p o d e r e s cuya densidad indefinida se presta a investigaciones d e e s c ^ a variable.

filosofía. así. The problem of historical knoti'leJge. se p u e d e esperar más objetividad d e la historia "general" que d e la historia "especial". la investigación se inclina del lado d e la historia especializada o del d e la historia global. e n principio. rectificación. P o r eso las historias especializadas r e m i t e n a la historia general o global. Las historias especializadas s o n m u c h o más claramente relativas e n las concepciones controvertidas de los historiadores. según criterios q u e d e p e n d e n d e la c o n c e p c i ó n q u e él se h a c e del arte. concatenar (omrlocking) entre sí puntos d e vista diferentes sobre los mismos acontecimientos o concatenar entre sí aspectos (político. Se p u e d e h a c e r el r a z o n a m i e n t o inverso resp e c t o d e las historias especializadas. esta delimitación p o r estipulación n o está a la e n t e r a voluntad del historiador d e arte. éstas t o m a n siempre c o m o tema-guía u n a "clase" d e actividades separadas —técnica. ya con las clases d e p r o d u c t o s y d e o b r a s q u e definen u n f e n ó m e n o cultural. En efecto. P e r o u n a cosa es abstraer estos aspectos y reagruparlos e n clases q u e se convierten e n la intención tópica d o m i n a n t e d e u n a sociedad particular. social. P o r eso es m u c h o más difícil aplicarles los procedimientos d e corroboración. p e r o u n a clase n o es u n a totalidad concreta.320 fflSTORIA Y NARRACIÓN tas. pues. "especializadas"). sin e m b a r g o . ciencia. Es la semiautonomía d e las instituciones y d e las actividades la q u e p e r m i t e relacionarlas. econ ó m i c o . u n h i s t o r i a d o r d e a r t e o r d e n a e n f o r m a d e colección obras discontin u a s . s e g ú n se haga hincapié e n el carácter artificial d e las conexiones e n t r e p r o d u c t o s culturales o e n las tradiciones q u e las h a c e n participar e n la c o n t i n u i d a d t e m p o r a l d e socied a d e s particulares. garantiza el paso d e la historia general (preferiría decir "global") a las historias especiales (mejor. y o t r a relacionar estos aspectos con u n a sociedad particular. religión. porque la existencia continua d e su objeto se da antes del trabajo d e recorte y d e correlación del historiador. es.^ 25 N o se puede poner e n duda q\ie MauriEe Mandelbaum ha introducido esta distinción para abandonar una parte. sino u n artificio del m é t o d o . refutación. sobre los que s e establece la objetividad d e la historia ge- . pues los criterios d e clasificación varían e n o r m e m e n t e d e u n o a otro. posible. las o b r a s se inscriben e n tradiciones y e n r e d e s d e influencias q u e señalan su arraigo e n la c o n t í n u í d a d histórica d e las sociedades particulares y r e c i b e n d e ésta u n a c o n t i n u i d a d prestada. cultural) de l o s m i s m o s acontecimientos. ya con las constelaciones singulares q u e definen u n fenómen o social. arte. literatura. ideología—. para n o perderlo t o d o e n el debate q u e él m i s m o había suscitado sobre la objetividad e n historia mediante su obra d e 1938. P o r consiguiente. caracterizarla con cohesión y agudeza y d e este m o d o restituir su i d e n t i d a d singular.

H a y q u e señalar d o s cuestiones en este a r g u m e n t o . A su vez. La p r i m e r a nerai. Pero a mí n o m e interesa e n estos m o m e n t o s el debate sobre la objetividad. e n el senüdo d e Mandelb a u m . sino los recursos q u e ofrece ta distinción entre la singularidad d e las sociedades y la generalidad d e los f e n ó m e n o s d e cultura para u n a f e n o m e n o l o g í a genética aplicada a las entidades del discurso histórico. Y esta traslación analógica n o se r e d u c e a u n efecto retórico. incluso d e t r a m a según la acepción amplia del t é r m i n o . esta referencia oblicua p e r m i t e hablar d e la p r o p i a sociedad m i s m a c o m o d e u n gran individuo. d e s d e el m o m e n t o e n q u e se c o n s i d e r a u n a e n t i d a d singular. P o r o t r o lado. d e igual m o d o la sociedad. En este sentido. la historia n o h a c e m á s q u e prolongar y ampliar la disociación o p e r a d a por la construcción d e la intriga entre personaje y actor real. Se p u e d e incluso decir q u e contrib u y e a d a r al personaje toda su d i m e n s i ó n narrativa. p o r u n lado. n a d a exige. llama a las c o m u n i d a d e s históricas "personalidades d e r a n g o superior". las clases y todas las comunidades q u e ejemplifican la n o c i ó n d e sociedad singular. E n efecto. e n t e n d i d o en el sentido del q u e realiza la acción. d e n t r o d e la frase narrativa d e base "X hace R". q u e sea u n individuo. el p r o p i o f e n ó m e n o social e n t r a ñ a u n r a s g o q u e regula la extensión analógica d e la función del personaje. e n la noción d e personaje. ofrece u n enlace para la derivación d e las entidades históricas a p a r t i r d e los personajes d e la narración? Así c o m o la imputación causal singular p r e s e n t a u n a afinidad c o n la construcción d e la trama. e n la Quinta meditación cartesiana. las naciones. Se asienta e n u n d o b l e f u n d a m e n t o : e n la teoría d e la narración y e n la estructura d e l f e n ó m e n o social. . figura e n el discurso histórico c o m o u n semipersonaje. La definición q u e M a n d e l b a u m d a d e la sociedad singular n o p u e d e ser c o m p l e t a sin la referencia oblicua a los individuos q u e la c o m p o n e n . En este sentido h a b l a b a Platón d e la c i u d a d c o m o d e u n alma escrita e n letras capitales. y Husserl. El individuo responsable es sólo el p r i m e r o d e u n a serie d e análogos e n t r e los q u e figuran los p u e b l o s . C o m o lo m o s t r a r á a m p l i a m e n t e el análisis literario d e n u e s t r a tercera p a r t e . el lugar del personaje p u e d e o c u p a r l o ctialquiera que sea designado en la narración c o m o sujeto gramatical d e u n p r e d i c a d o d e acción. quejustifica q u e se hable d e eUa c o m o d e semitrama.L INTENaONALIDAD HISTÓRICA A 321 ¿Por q u é r o d e o la noción d e sociedad. análoga a los individ u o s q u e la integran.

La referencia oblicua a individuos se inscribe d e n t r o d e los rasgos p o r los q u e M a n d e l b a u m define la sociedad: organización territorial. Esta p u e d e ser la tarea .322 HISTORIAYNARRACIÓN c o n c i e r n e a la referencia oblicua —en toda definición del fenómen o social— a los individuos q u e la c o m p o n e n . e n c u a n t o q u e tiene p r i o r i d a d sobre la conciencia q u e los miembros tienen d e él.. c o n t i n u i d a d t e m p o r a l . la continuidad lústórica d e la sociedad considerada. exiliados o al m a r g e n d e la ley. disimularse. q u e relaciona las e n ü d a d e s históricas d e p r i m e r o r d e n con la esfera de la acción. p o r el relevo d e las generaciones. ritos. a e n ü d a d e s colecüvas. Hay q u e afirmar con la m i s m a fuerza la a n t e r i o r i d a d ontológica del Wnculo d e p e r t e n e n c i a y el papel d e las mediaciones simbólicas —norma. Sin olvidar esto. costumbres. q u e desempeñ a n el papel asignado p o r las instituciones y q u e garantizan. c o m o sucede en el patriotismo. sin demasiados escrúpulos. sin referencia explícita a sus c o m p o n e n t e s individuales. tematizar esta referencia oblicua. ontológico. p e r o este r e c o n o c i m i e n t o se funda e n el p r o p i o vínculo q u e la conciencia lleva al lenguaje. despreciarse. Lo e n c u e n t r a en el f e n ó m e n o de pertenencia participativa. Llamo obliciui a esla referencia p o r q u e n o forma parte del discurso directo del historiador. p o r las q u e se atestigua su r e c o n o c i m i e n t o . etc. s i t u é m o n o s u n m o m e n t o e n la perspectiva d e los grados d e conciencia: el vínculo d e pertenencia p u e d e sentirse con g r a n intensidad. es cierto q u e este vínculo p u e d e ser r e c o n o c i d o c o m o tal. sí i n c u m b e a la fenomenología g e n é ü c a descubrir en el f e n ó m e n o del ser-en-común el origen del vínculo e n t r e los individuos y las sociedades particulares. Este vínculo califica a los p o r t a d o r e s d e la acción com o miembros de. p e r o también p u e d e olvidarse. en c u a n t o disciplina d e ambición científica. Los tres se refieren a individuos q u e viven en el territorio. De ello se d e d u c e q u e ni los grados d e conciencia ni las modalidades d e ésta son constitutivos d e este vínculo. Es cierto q u e n o incumb e a la historia. o p o r los q u e se consideran a sí mismos c o m o disidentes.. el cual p u e d e atenerse. c o m p r o b a d o y declarado. incluso negarse c o n vehemencia. la conciencia d e clase o la mentalidad localista. en cambio. P o d e m o s llamar a este vínculo real. p o r aquellos a los q u e el resto d e la sociedad califica d e renegados o d e traidores. La s e g u n d a afecta a la contribución d e esta referencia oblicua a la extensión analógica d e ! p a p e l d e personajes e n las entidades d e p r i m e r g r a d o del discurso histórico.—. e s l n i c t u r a institucional.

365ss. ejercer la hospitalidad. con su estilo analítico y discontinuo. pp. 116). d e calificar el espacio h u m a n o p o r u n c o n j u n t o d e gestos inslauradores: construir u n refugio. per o esta crítica p r e s u p o n e a su vez la a n t e r i o r i d a d del vínculo resp e c t o d e la conciencia (y a la posibilidad d e llevarlo a ía conciencia explícita). extraída a n t e r i o r m e n t e d e su definición p o r M a n d e l b a u m . la gam a se despliega e n t r e los polos e x t r e m o s d e la a p r o b a c i ó n y del rechazo. Volveré. d e r a n g o y d e p o d e r . sobre esta triple estructura temporal d e la realidad social tan magisiralmeute analizada p o r Alfred Schutz. etc. es decir. d e unir trabajo y tiempo libre. La triple referencia del f e n ó m e n o social al individuo. la experiencia d e im individuo e n desarrollo e n su propia sociedad y el ensanchamiento de horizontes q u e se logra p o r m e d i o del con o c i m i e n t o de otras sociedades" (p. proviene claram e n t e del vínculo d e p e r t e n e n c i a partícipativa l o g r a d o p o r la fen o m e n o l o g í a genética. S e halla e n el propio Maurice Mandelbaum u n argumento en favor d e esta referencia oblicua. con sus contradicciones internas y sus retos externos. P o r lo q u e respecta a las m o d a l i d a d e s d e conciencia explícita.^' París. Y e n el s e g u n d o plano d e esta historia primordial se perfila la práctica social.L INTENCIONALIDAD HISTÓRICA A 323 d e la crítica d e las ideologías: desenmascarar su vasallaje oculto. n o podría p r o p o n e r s e reconstruir el proceso totalizante y continuo d e una sociedad particular si el historiador n o estuviese familiarizado ya c o n tales cambios globales por au propia experiencia d e vida e n sociedad. n o sólo c o n t e m p o r á n e o s . d e la c o n m e m o r a c i ó n y d e la execración (según expresión d e Franfois F u r e t e n Pmser la Révolution fran^aise^ s o b r e la q u e volveré e n el tercer a p a r t a d o ) . señalar y franquear u n umbral. incluso opuestas. 1978. Él admite q u e ía explicación. p u e s . véase infra. . vivir j u n t o s . sino t a m b i é n p r e d e c e s o r e s y sucesores. Las insütuciones asignan u n estatuto a los individuos c o n el q u e se c o r r e s p o n d e n las múltiples m o d a l i d a d e s d e asumir su papel los m i e m b r o s del g r u p o : maneras d e trabajar. A la p e r p e t u a c i ó n d e la existencia social c o r r e s p o n d e el vínculo e n t r e g e n e r a c i o n e s q u e entreteje el a m o r y la m u e r t e y p r o p o r c i o n a a los vivos. La historiografía —recuerda M a u n c e Mandelbaum— n o nace d e la nada. ta historia nace siempre de una historia anterior a la que viene a modificar. "La base o r i g i n a para nuestra c o m p r e n s i ó n d e las estructuras sociales es. d e d e s e m p e ñ a r u n oficio. e n la cuarta parle. d e c o m p o r t a r s e e n las relaciones d e clase. N o arranca d e una nube d e h e c h o s q u e esperaran el trabajo d e síntesis de la historia para recibir una estructura. la atestación d e la p e r t e n e n c i a participativa p u e d e adorn a r s e con las valorizaciones m á s diversas. A la organización territorial c o r r e s p o n d e el acto d e habitar.

Expreso e n seguida mi deuda c o n el p e n s a m i e n t o y la obra d e Alfred Schutz e n su El prúhUma de la realidad social. Schutz . n i n g u n o d e estos tres rasgos p e r m i t e definirse sin referencia a la acción individual y a la interacción e n t r e individuos. En este sentido. considerados u n o a u n o . las entidades histó­ ricas d e p r i m e r o r d e n p u e d e n ser designadas c o m o los sujetos lógicos d e verbos d e acción y d e pasión.^^ En la segunda parte volveremos sobre la ontología del ser e n c o m ú n presu­ puesta p o r este argumento. En cam­ b i o . En virtud d e esta analogía. Al d a r igual fuerza al m o m e n t o ontológico y al reflexivo. hay q u e afirmar dos cosas al t i e m p o : q u e es sólo analógica (y. permite librarnos d e las dificultades del individualismo metodológico. al c o m i e n z o d e Economía y sociedad. ni la organización d e un territorio. Sobre la traslación d e vocabulario del individuo a las entidades d e p r i m e r o r d e n d e la historiografía. D e ello se d e d u c e q u e el objeto transicional del c o n o c i m i e n t o histórico p r e ­ senta u n a polaridad insuperable q u e r e s u m e la expresión "perte­ nencia participativa". El r e c o n o c i m i e n t o d e este lazo e n t r e el carácter oblicuo d e la referencia al individuo y el carácter analógico d e la tiaslación d e vocabulario n o está e x e n t o d e consecuencias epistemológicas: él p e r m i t e a la historia y a las d e m á s ciencias sociales esquivar las di­ ficultades del individualismo metodológico.324 HISTORIA y N R A I N A R CÓ Q u e d a ]a segunda p a r t e del a r g u m e n t o : la referencia oblicua del f e n ó m e n o social a los individuos justifica la extensión aTialógica del p a p e l d e personajes a las entidades históricas d e p r i m e r or­ d e n d e la historia. n o im­ plica n i n g ú n reduccionísmo) y q u e se funda e n el f e n ó m e n o d e p e r t e n e n c i a participativa. n i n g u n o d e los tres rasgos constitutivos del f e n ó m e n o social p u e d e e m a n a r del individuo aislado. V e r e m o s incluso ti la definición de "acción social" p o r parte d e Max We­ ber. Presenta al individuo instalado en lo q u e H a n n a h A r e n d t gustaba llamar la "esfera pública d e aparición". el vínculo d e p e r t e n e n c i a par­ ticipativa confiere igual fuerza al g r u p o y al individuo. Decir q u e Erancia hace esto o sufre aquello n o im­ plica e n absoluto q u e la e n t i d a d colectiva d e q u e se trata d e b a re­ ducirse a los individuos q u e la c o m p o n e n y q u e sus acciones pue­ d a n asignarse distributivamente a sus m i e m b r o s . al final d e la Qtiinia irudUación. N o s preguntaremos si Husserl podía lograr. la analogía n o exige n a d a m á s q u e la referencia oblicua del f e n ó m e n o social a los individuos. ni la institu­ ción d e las funciones. En cambio. p o r lo tanto. ni la c o n t i n u i d a d d e la existencia. derivar d e la intersubjetividad las personalidades d e rango su­ perior. En efecto.

e n el lenguaje d e Maurice M a n d e l b a u m . incluso n o b u s c a d o s int e n c i o n a d a m e n t e . En efecto. u n rasgo capital d e la distinción e n t r e sociedad y cultura. incluso inexistente. Ella r o m p e d e l i b e r a d a m e n t e n o se ha Hraiíado a conciliar Husserl y Weber. Las entidades d e p r i m e r o r d e n del historiador sólo buscan las entidades de la esfera d e la acción —aquellas d e las q u e hemos hablado e n la primera parte. con los cuales mi deuda n o es m e n o r que c o n Alfred Schutz. d e b e t a n t o a u n a r g u m e n t o c o m o al o t r o : p o r estar compuesta de individuos. . e n la q u e h e m o s visto el p r o c e d i m i e n t o d e transición e n t r e explicación histórica y explicación nan"aliva. q u e a d o p t o p o r simetría c o n la d e cuasi trama. y el p l a n o d e la acción real. tiene su c a m p o privilegiad o d e aplicación p r e c i s a m e n t e en el p l a n o d e las entidades d e prim e r o r d e n del discurso histórico.LA I N T E N C I O N A n D A D H I S T Ó R I C A 325 La noción d e cuasi personaje. p o r q u e la noción narrativa d e personaje constituye p o r sí misma u n enlace e n el p l a n o d e la configuración e n t r e estas entidades d e p r i m e r o r d e n d e q u e trata la historia y los individuos actuantes q u e implica la práctica real. sin perder la fuerza d e los análisis d e los dos primeros ni limitarse a u n eclecticismo r 6 m o d o de lodos estos maestros. ha integrado sus c o n c e p t o s d e intersubjetividad y d e acción social e n u n c o n c e p t o d e ser en c o m ú n t o m a d o d e Heidegger. La fenomenología del ser social d e Alfred Schutz recibe además un refuerzo d e la antropología de Herbert Mead. u n a función esencial d e la atribución causal es restablecer la c o n t i n u i d a d d e u n proceso cuya u n i d a d d e desarrollo. P e r o el discurso histórico p u e d e realizar esta traslación al plano sintáctico p o r q u e la técnica d e la n a r r a c i ó n n o s h a e n s e ñ a d o a separar el personaje del individuo. 2. d e Richard Turner y de Clifford Geertz. R e c o r d a m o s q u e la existencia continua es. C o n otras palabras: las entidades historiográficas d e p r i m e r o r d e n sólo constituyen u n enlace e n t r e las entidades d e s e g u n d o . incluso d e tercer o r d e n . p o r u n a u otra razón. Esta función d e la explicación causal es u n a d e las tesis clave d e la o b r a d e Maurice M a n d e l b a u m . La simetría e n t r e la teoría del cuasi personaje y la d e la cuasi intriga se d e b e n a t u r a l m e n t e a q u e la i m p u t a c i ó n causal singular. p o r eso el historiador pued e atribuir a estas entidades singulares la iniciativa d e algunos cursos d e acciones y la responsabilidad histórica —en el sentido d e R a y m o n d Aron— d e ciertos resultados. p a r e c e inter r u m p i d a . al tratar d e mimesis I— p o r m e d i o d e la categoría narrativa d e personaje q u e d i m a n a del registro d e mimesis II. t o d a sociedad se c o m p o r t a en la escena d e la historia c o m o u n gran individuo.

s e g ú n esta tradición. su m o m e n t o terminal. Esta tesis se aleja d e la d e W. ^ La precisión: un efecto n o diferente autoriza el acercamiento entre este aná­ lisis y la constitución d e las sucesiones irreales en cl razonamiento d e probabilidad retrospectiva según Weber y Aron. Hart y A. sin embargo. contra él. partiendo d e la percepción d e la causalidad.L. a estos autores en su tesis según la cual la explica­ ción causal y la formulación d e leyes generales se aplicarían a dos c a m p o s diferentes del conocimiento: la historia y el derecho p o r u n l a d o y las ciencias p o r otro. Mandelba^um ve. Mandelbaum aílrma la primacía y la irreductibilidad d e la atribución causal singular. Dray tras haberse acercado a ella: c o n él y contra los partidatios del m o d e l o n o m o t é t í c o . 1959): "No es exagerado decir que d e s d e su aparición en 1959 ha cambiado el tenor global d e las discusiones e n tor­ n o a la e x p l i c a d ó n <^usal en la filosofía angloamericana' (p. el m a l t i e m p o p a r a la mala cosecha. p o r m e d i o d e la exis­ tencia c o n t i n u a . se niega a o p o n e r definitivamente causalidad singular y regularidad y admite q u e la explicación p o r leyes viene a "cimentar" la atribución causal. El a u t o r c o m b a t e este carácter atomista d e la u n i ó n causal. Sólo p o r razones d e c o m o d i d a d aislamos del proceso global el factor m á s variable y h a c e m o s d e él u n a causa distinta d e su efecto: p o r ejemplo. j i m t o a su ca­ racterización del f e n ó m e n o social d e base. c o m o "cimiento" del vínculo causal. M.^'* La. pasando p o r la atribución causal e n el plano del juicio y elevándose ai estableci­ m i e n t o d e las leyes.326 HISTORIA Y NAIUIAOÓN c o n la tradición empirista nacida d e H u m e . el efecto. 1974). explicación causal t e r m i n a siempre p o r "reconstituir los as­ pectos d e u n proceso ú n i c o e n el curso i n i n t e r r u m p i d o " (p. M. Hay q u e decir^ c o n t r a H u m e . 74). Siguiendo más b i e n los análisis d e J. . Causation in the law (Oxford. la causalidad e x p r e s a la continui­ d a d d e u n p r o c e s o singular: la causa es el p r o c e s o total. y la causa está incluida e n el acontecimiento c o m p l e t o . el carácter n o m o tético d e la relación d e causalidad es estrictamente solidario del carácter atomista d e las nociones d e causa y d e efecto. 75). H o n o r é . u n a sucesión d e planos explicativos indife­ rentes a los c a m p o s de aplicación. A. Mackie e n The cemenl ofthe universe: a siady cf causaiton (Oxford. La tesis d e Maurice Mandelbaum d e b e m u c h o a la obra d e H. q u e son responsables c o n j u n t a m e n t e d e q u e d i c h a circunstancia sea tal c o m o h a sido y n o diferente" (p. p a r a la q u e la causali­ d a d e x p r e s a u n a u n i ó n regular e n t r e dos tipos d e acontecimien­ tos lógicamente distintos. más q u e una dicotomía en­ tre d o s grandes campos d e aplicación. Maiuice Mandel­ b a u m n o sigue. 50). el h e c h o d e golpear u n a p e l o t a es la causa d e su movimiento. q u e "analizar la causa d e u n a circunstancia particular consiste e n r e m o n t a r s e a los diversos factores. ^ D e s d e el p l a n o perceptivo. P a r a el observador. L.

Sería necesario p o d e r considerar t o d o el universo c o m o u n El argumento sirve para el ejemplo d e H e m p e l d e la rotura d e im radiador d e agua d e baja temperatura: las leyes físicas puestas e n j u e g o n o s e aplican todas a la vez (aÜ at once) a las condiciones iniciales. n o fases concretas del p r o c e s o efectivo. p r o p o r c i o n a n el m o r t e r o . se recur r e a generalidades. D e esto se derivan dos consecuencias. si decimos " u n a bala q u e le atravesó el corazón m a t ó a x". se aplican a ima serie d e ocurrencias. n o sustitutos d e esta explicación (p. hay q u e explicar causalmente las series d e circunstancias q u e c o n d u c e n al resultado final para p o d e r aplicar leyes a estas s e r i e s . "entre tipos d e factores más q u e ent r e tipos d e acontecimientos efectivos" (p. La p r i m e r a c o n c i e r n e a la inserción d e regularidades e n u n a atribución causal singular. o. la explicación p o r un a n t e c e d e n t e discreto es el signo d e u n a explicación abreviada y t r u n c a d a . Si. existe u n a b i s m o lógico e n t r e la explicación causal. q u e descansa s i e m p r e e n los factores responsables d e u n a ocurrencia/»art¿cu/ar. p u e s u n p r o c e s o p u e d e decirse d e t e r m i n a d o sólo dentro de un sistema cerrado. q u e d e s e m b o can e n ese efecto particular y no en o t r o " (p. P e r o eso n o q u i e r e decir q u e el acontecimiento. cuya importancia p a r a la teoría d e la historia n o d e b e subestimarse. 100). haya sido d e t e r m i n a d o . c o m o u n t o d o . sólo este r e s u l t a d o particular p o d í a p r o d u c i r s e . n o los materiales. a leyes. y la enunciación d e u n a ley. las leyes fisiológicas c o n c e r n i e n t e s a la circulación d e la sangre e n c a d e n a n factores abstractos. 104). " S e g u n d a consecuencia: la explicación p o n e d e manifiesto el efecto d e u n p r o c e s o c o n t i n u o c o m o d e t e r m i n a d o necesariamente. . u n a vez d a d o el estado inicial del sistema. 93). q u e se apoya e n la conexión invariable e n t r e tipos d e acontecimientos o d e p r o p i e d a d e s . L a ventaja pragmática d e tales explicaciones truncadas n o d e b e h a c e r olvidar q u e "la causa es la conjunción total d e ocurrencias o d e acontecim i e n t o s efectivamente en curso (actually ongoing). si se prefiere. Las leyes n o se aplican m á s q u e seriatim a la secuencia d e las condiciones: p o r lo tanto. Las leyes üen e n u n a g a m a d e aplicaciones ilimitadas p r e c i s a m e n t e " p o r q u e n o b u s c a n establecer vinculaciones e n t r e ocurrencias d e ü p o s dad o s " (p. son instrumentos d e la explicación causal. esta generalidad d e las leyes n o sustituye a la singularidad d e la explicación causal.L INTENCIONALIDAD HISTÓRICA A 327 I n v e r s a m e n t e . E n este s e n ü d o . e n el c u r s o d e la explicación d e u n p r o c e s o singular. 98).

es la historia ge­ neral —en el sentido definido anterionnente— la q u e mejor ilustra la triple tesis q u e concierne a la explicación causal: q u e la causali­ d a d es el vínculo i n t e r n o d e u n proceso c o n t i n u o . 2 . e n fases. Volvamos sobre cada u n o d e estos tres p u n t o s . la historia pasa d e la descripción a la explica­ ción. el f e n ó m e n o social r e q u i e r e el análisis y el trabajo d e reconstrucción p o r el h e c h o d e q u e el tejido episó­ dico p o s e e la i m p o r t a n t e p r o p i e d a d d e constituir " u n a serie inde­ finidamente densa" (p. h a t e n i d o q u e ocu­ rrir el efecto r e a l m e n t e p r o d u c i d o . N o p u e d e decirse q u e las condiciones iniciales llevan consigo lógicamente su efecto. se i n d e p e n d i z a d e la c o m p r e n s i ó n global del f e n ó m e n o social total. La afinidad e n t r e el r a z o n a m i e n t o causal y el carácter c o n t i n u o d e los f e n ó m e n o s sociales se explica fácilmente: c o m o h e m o s di­ c h o a n t e r i o r m e n t e . u n a necesi­ d a d condicional: dado el conjunto c o m p l e t o d e las condiciones causales q u e h a n t e n i d o lugar (y n o d e otras). q u e las genera­ lizaciones e n forma d e leyes hay q u e insertarlas e n la explicación causal singular. a u n q u e n o exclusiva. pues. véase supra. sín p a r a n g ó n e n o t r o l u g a r d e la teoría d e la explicación causal d e Maurice M a n d e l b a u m es. y la cuestión del por qué se a u t o n o m i z a tan p r o n t o c o m o el p r o p i o análisis e n factores. q u e la necesidad causal es condicional y n o impli­ ca n i n g u n a creencia en el d e t e r m i n i s m o .'El rasgo decisivo —que yo sepa. La necesidad causal es. De h e c h o . Esta reconstrucción p u e d e seguir d o s caminos: a c e n t u a r la c o n t i n u i d a d temporal o la u n i d a d estructural. segunda parte. Estas dos consecuencias confir­ m a n la posición irreductible. La explicación causal d e b e .328 HISTORIA Y NARRACIÓN Único sistema p a r a identificar la idea d e d e t e r m i n a c i ó n causal c o n la d e d e t e r m i n i s m o . esta p r o p i e d a d p e r m i t e todos los * 2 Este argumento recuerda al d e Henrick v o n W r í ^ t respecto d e la explica­ c i ó n dentro d e sistemas cerrados. ya q u e este último p r o v i e n e del h e c h o c o n t i n g e n t e d e q u e cada u n a d e las ocurren­ cias consideradas e n el p u n t o d e partida se h a sucedido e n tal m o m e n t o y e n tal lugar. 1 . . c o m o h e a n u n c i a d o . d e la explica­ ción causal. p u e s t o q u e la cuestión del por qué se i n d e p e n d i z a d e la del qué y se convierte en u n t e m a distinto d e la investigación. E n el p r i m e r caso. p u e s . 123). c a p . el del análisis longitudinal. en estructuras. su estrecha afinidad c o n el análisis d e las en­ tidades d e p r i m e r r a n g o en historia. reconstruir la continuidad r o t a p o r el análisis.

económicos. ser explicado" {ibid. En este sentido. Desde ahora nos permite afirmar que los términos corto >' largo son siempre permutables e n historia. a su vez.. 142). c o m o h a c e Marx. la Médüenanée. En cambio. la diferencia e n t r e térm i n o c o r t o . 142). e n e l apartado siguiente. Las d o s líneas del análisis son a m p l i a m e n t e a u t ó n o m a s p o r el h e c h o d e q u e "es i m p r o b a b l e q u e t o d o s los aspectos d e la vida social y los d e la cultura cambien d e m o d o sincrónico" {p. P e r o este g r a d o d e u n i d a d n o hay q u e buscarlo fuera d e la interrelación d e las p a r t e s . p e r o t a m b i é n se p u e d e colocar cada u n o d e estos t é r m i n o s e n el p u n t o d e p a r t i d a del análisis funcional. reiomar c o n nuevos bríos el problema de la historia-no-episódica.. E n c u a n t o a la s e g u n d a tesis. se considera lograda. la necesaria inserción d e las generalidades e n la expUcación causal singular p r o v i e n e del carácter analítico d e la explicación: el c a m p o histórico es u n c a m p o relacional e n el q u e n i n g u n a conexión. .^^ A estos cambios d e escala en el análisis longitudinal correspond e n grados igualmente variables e n el análisis estructural: la sociedad es u n tejido institucional d e mallas más o m e n o s gruesas q u e p e r m i t e grados variables d e abstracción en la tópica institucional. d e este m o d o .). m e d i o y largo n o es m á s q u e el aspecto t e m p o r a l d e la relación d e la p a r t e con el t o d o q u e d o m i n a la explicación e n historia. p a r a "cimentar" la causalidad se re- El concepto d e densidad variable ilimitada nos permitirá. o e n t r e f e n ó m e n o s poh'tlcos. Estas discordancias favorecen la fragmentación d e la historia general e n historias especiales. d e este m o d o se p u e d e t o m a r c o m o t é r m i n o del análisis la distinción p l e n a e n t r e la e c o n o m í a y la ideología. sociales y culturales. longitudinal o transversal. este f e n ó m e n o h a c e m á s necesaria y m á s específica la tarea d e la historía general: "El grad o d e u n i d a d q u e p u e d e e n c o n t r a r s e en cualquier época se convierte e n lo contrario d e u n principio explicativo. A este respecto. P o r eso. d e Kraudel y Le carnaval de Ramans de l £ Roy Laduric ilustran a maravilla este intercambio permitido p o r los grados d e c o h e s i ó n det tejido temporal d e la historia. es u n r a s g o q u e exige. cualquier a c o n t e c i m i e n t o p u e d e analizarse e n sub-acontecimientos o integrarse e n u n acontecim i e n t o d e escala mayor. "La explicación del t o d o d e p e n d e r á d e la c o m p r e n s i ó n d e los vínculos q u e existen p o r el h e c h o d e q u e sus partes están formalizadas" (p.L I T N I N L O D HISTÓRICA A N E CO A T A 329 cambios d e escala.

ellas c o n c i e m e n t a n t o a las estructuras ins­ titucionales c o m o a las disposiciones q u e confieren a la c o n d u c t a h u m a n a u n a estabilidad y u n a relativa accesibilidad a la predic­ ción.330 HISTORIA Y NARRACIÓN q u i e r e n generalizaciones d e t o d o o r d e n . la necesidad a la q u e p u e d e aspirar el historiador al reconstruir la c o n t i n u i d a d d e su constitución secuencial o estructural. P e r o la raíz d e la distinción e n t r e necesidad causal condicional y d e t e r m i n i s m o universal hay q u e buscarla e n la naturaleza mis­ m a d e las entidades d e p r i m e r o r d e n . cuya cohe­ sión p r o v i e n e d e q u e s o n las p a r t e s d e u n t o d o c o n t i n u o . d e nivel epistemológico y d e o r i g e n científico. refuerza el a r g u m e n ­ t o d e R a y m o n d A r o n c o n t r a la ilusión retrospectiva d e fatalidad y su defensa d e u n d e t e r m i n i s m o fragmentario. Póngase lo q u e se quiera d e t r á s d e esta palabra —nación. la distinción e n t r e necesidad causal condicional y d e t e r m i n i s m o universal es p e r f e c t a m e n t e h o m o g é n e a c o n la dis­ tinción e n t r e historia general e historias especiales. M a n d e l b a u m e n t r o n c a t a m b i é n c o n la distinción h e c h a p o r Max W e b e r e n t r e causalidad a d e c u a d a y necesidad lógica. q u e son tan múltiples c o m o las cuasi intrigas d e las q u e son los há"oes. civilización—. al p a p e l d e intervención d e los agentes e n la o p e r a c i ó n m i s m a d e cierre y a la imposibilidad para t o d o sujeto d e ser a la vez el observador d e las conexiones sistemáticas y el o p e r a d o r ac­ tivo q u e p o n e e n m o v i m i e n t o el sistema. la p e r t e n e n c i a participativa q u e fundamenta el vínculo social e n g e n d r a oíasi per­ sonajes. El r a z o n a m i e n t o d e Man­ d e l b a u m enlaza con el d e H . Y. Así c o m o n o hay para el historiador u n a t i a m a únJca q u e encobe todas las d e m á s . c o m u n i d a d . Finalmente. Al ser inevita­ b l e m e n t e múltiples las sociedades singulares q u e constituyen el t é r m i n o ú l t i m o d e referencia d e la historia general. y d e algún m o d o regional. sólo p u e d e aspirar a u n a necesidad . a b i e r t o a la acción política libre. q u e s o n s i e m p r e socieda­ des singulares. p u e b l o . sigue s i e n d o fragmentaria. von Wright r e s p e c t o al cierre d e los sistemas. finalmente. p o r q u e es u n h e c h o insoslayable d e la experiencia d e los q u e h a c e n o sufren la histo­ ria. q u e actúa d e n t r o d e los límites d e este pluralismo. El plura­ lismo d e l o s p u e b l o s y d e las civilizaciones es u n h e c h o insos­ layable d e la experiencia d e historiador. P o r eso la atribución causal singular. clase. P e r o estas generalizaciones sólo fimcionan históricamente si se explican las estructuras y las secuencias temporales. t a m p o c o hay p a r a él u n personaje his­ tórico ú n i c o q u e sea el s u p e r h é r o e d e la historiografía.

1976). p o r consiguiente. se t o m a n d e las ciencias sociales. Esto hace Paul Veyne e n L'inventaire des différences. variables. Hablo con más extensión de esta obra e n The contribution of French historiography to the theory of history. T a m b i é n a q u í es u n b u e n guía Maurice M a n d e l b a u m . así c o m o d e la correlación e n t r e los p r o c e d i m i e n t o s explicativos y estas entidades derivadas. H a b l a r é b r e v e m e n t e d e las entidades d e s e g u n d o y d e tercer o r d e n construidas p o r el historiador. sino el estatuto e p i s t e m o l ó ^ c o d e las entida­ des constnúdas por el historiador. L'imimtaire des diffhences (Seuil. t a n t o m á s c u a n t o q u e logrará tratarlas c o m o invariantes. ciencias.LAINTENCIONALIDAD HISTÓRJCA 331 causal c o n d i c i o n a d a p o r la hipótesis d e q u e la sociedad singular se d a d o n d e existen h o m b r e s q u e actúan en c o m ú n . etc. Nuevas entidades o c u p a n e n t o n c e s la escena his­ tórica: son los simples correlatos del trabajo d e conceptuaíización característica d e la historia erudita. cil. H a c e n posible esta derivación el análisis e n fases y e n estructu­ ras. Estas entidades —hay q u e con­ vencerse d e ello— son clases. demografía. n o singularidades. ar­ tes. R e c o r d a m o s las características q u e atribuye a los f e n ó m e n o s culturales s o b r e los q u e descansan las historias especiales: tecnología. seres genéricos. S o n f e n ó m e n o s discontinuos. c o n su p a s o d e la historia general a las historias especiales. sociología d e ías orga­ nizaciones. menos susceptibles de objetividad q u e la historia general. etc. e n su c o n t i n u i d a d y en su singularidad. sociología d e las mentalidades y d e las ideologías. El historiador sentirá la tentación d e t o m a r estas entidades p o r realidades históricas. con las q u e la his­ toria forma pareja: e c o n o m í a . Desde este d o b l e trabajo d e abstracción. el interés del historia­ d o r p u e d e desplazarse t r a n q u i l a m e n t e d e s d e el f e n ó m e n o social. ciencia política. e n lo esencial. delimitados por el p r o p i o historiador. op. 3. q u e establece p o r estipulación lo q u e tiene va­ lor d e f e n ó m e n o cultural d e lal o cual clase.^ C o n s t r u y e Paul Veyne. q u e ya prevalece e n el p l a n o d e ta historia general. pasaré p o r alto cuanto concierne al g r a d o d e arbitrariedad p e r m i t i d o p o r las historias especiales y m e concentraré en la relación d e derivación q u e vincula las histo­ rias especiales a la historia general. o mejor. a los f e n ó m e n o s cultura­ les y genéricos. d e los q u e las sociedades singu­ lares n o son más q u e variantes. y. religiones. P u e s t o q u e m i intención e n este lugar n o es el d e b a t e e n t r e objetividad y sub­ jetividad en historia. y el recur­ so a t é r m i n o s generales e n el curso d e la explicación causal. .

l r é n é e Marrou. q u e es u n o d e los corolarios del corte epistemológico q u e e n g e n d r a la historia c o m o investigación científica. pp. cit. La tesis d e Maurice M a n d e l b a u m d e q u e los objetos p r o p i o s d e las historias especiales son clases y n o singularidades p r o p o r c i o n a u n r e ñ i e r ^ o al n o m i n a l i s m o m o d e r a d o profesado p o r m u c h o s epistemólogos concernientes al estatuto del a p a r a t o conceptual p u e s t o e n práctica p o r los nuevos historiadores. sin consideración d e espacio n i d e ü e m p o . y e n t r e sus variantes. C o n otras palabras: esta historia n o tiene significación e n sí misma. del q u e afirmábamos. La derivación d e las e n ü d a d e s d e s e g u n d o o r d e n a partir d e las del p r i m e r o tienen c o m o corolario la derivación. la singularidad r o m a n a se localizará.332 HISTORU Y N R A I N A R CÓ el invariante "imperialismo". la d e los p r o c e d i m i e n t o s y la d e las e n t i d a d e s . El valor del a r g u m e n t o d e Maurice M a n d e l b a u m consiste e n c o m b a t i r este olvido. d e la ciencia o d e cualquier o t r a función d e u n a sociedad d a d a sólo conserva su significación histórica si. el historiador n o p i e r d e d e \ista las entidades concretas d e las q u e se h a abstraído. al m e n o s implícitamente. derivan. a las q u e individuos agentes h a n p e r t e n e c i d o y e n las q u e h a n particip a d o c o n sus acciones e interacciones. Estoy p e n s a n d o e n esa especie d e disputa d e los universales suscitada e n el c a m p o d e los estudios históricos p o r el trabajo d e conceptualización. u n imperialism o q u e consiste en o c u p a r t o d o el espacio disponible p a r a adquirir el m o n o p o l i o del p o d e r . N o vuelvo d e nuevo sobre el a r g u m e n t o e n sí m i s m o . y q u e son los portadores de esta función.). e n el trayecto d e especificación del invariante t o m a d o p o r p u n t o d e partida. distingue cinco g r a n d e s categorías d e conceptos: a] la historia —dice Marrou— utiliza "conceptos d e ambición . e n la introducción a este capítulo.140ss. q u e expresa m á s d i r e c t a m e n t e el p a r e n t e s c o entre las d o s líneas d e derivación. Sólo falla c u a n d o se olvida q u e las e n t i d a d e s d e s e g u n d o g r a d o . constantemente observada. Tal vez el historiador n o p u e d a "creer" en estos seres d e razón más q u e olvidando e invirt i e n d o el o r d e n v e r d a d e r o d e derivación. en c u a n t o a su existencia. record a n d o q u e u n a historia del arte. tales c o m o el imperialismo. d e la explicación nomológica a la causal singular. sólo p o r referencia a las entidades q u e existen c o n t i n u a m e n t e . d e las entidades d e p r i m e r o r d e n . H e n r í . e n u n capítulo titulado El uso del concepto (op. sino s o b r e u n o d e sus aspectos. El mecan i s m o d e p e n s a m i e n t o es p e r f e c t a m e n t e legítimo y d e gran fuerza heurística y explicativa.

Las s e p a r a n d e ellas . virtud romana. su límite d e valid e z n o siempre se ve. en fin. si e n t e n d e m o s p o r Ideal-typus " u n e s q u e m a d e valor relativ a m e n t e genera]. c] sigue luego la nomenclatuia de ios "témiinos especiales que designan instituciones. m e n o s raros d e lo q u e a d m i t e la crítica relaüvista. formas d e obrar. con rigor y precisión p o r el historiador e n u n a definición q u e agota su c o n t e n i d o " (pp.. E n m i opinión. que denotan un conjunto.]. e n nuevas entidades holísticas. etc.. el Renacimiento. c o m o recalcaba con insistencia Max Weber. p o r q u e designa entidades d e tercer o r d e n q u e integran. la totalidad de lo que alcanzamos a conocer del objeto así defmido (p. b] la historia hace a d e m á s " u n uso analógico o metafórico [. sobre la b a s e d e u n a c o m p a r a c i ó n razonada.. la Revolución francesa: Se trata en este caso de términos singulares.. expresado. los p r o c e d i m i e n tos y los resultados d e las historias especiales.sccptibles de una definición exhaustiva. concernientes a lo q u e hay d e m e n o s variable e n el h o m b r e . rf] mas i m p o r t a n t e es la d a s e d e los Ideal-typus d e Max W e b e r . por ejemplo. d d pensamiento. c o n s t r u i d o p o r el historiador con e l e m e n t o s obsei-vados e n el estudio d e los casos particulares. t o m a d o fuera del contexto y trasladado. las designaciones. instrum e n t o s o h e r r a m i e n t a s . no su. un periodo más n menos amplio de hi historia de vm medio humano determinado. n u n c a es excesiva la vigilancia c o n t r a la tentación d e reifícar los "tipos ideales".. 159). tales c o m o la A n t i g ü e d a d clásica: Atenas. e] siguen. el empleo del Ideal-typus —observa Marrou— sólo es legítimo si. 156). finalmente. 151).]. etc. los temas. e n u n a palabra: h e c h o s d e civilización (p.L I T N T N L A HISTÓRICA A NECOAmD 333 universal". tal c o m o la h a elaborado Fustel d e Goulanges. el historiador n o olvida n u n c a su carácter estrictamente "nominalista" (p. e s q u e m a orgánico d e partes q u e d e p e n d e n e n t r e sí (. Estas totalidades n o son en absoluto comparables con las totalidades concretas caracleristicas d e las entidades d e p r i m e r o r d e n . p o r ejemplo. o de la historia del arte. d e sentir o d e p e n s a r . Es el caso d e la noción d e ciud a d antigua.. esta última clase es h e t e r o g é n e a frente a las p r e c e d e n t e s . el liarroco. a ello a ñ a d i r é —por mi parte— la r e d conceptual constitutiva d e la sem á n t i c a d e la acción {mimesü 1). 153-154). es decir. c u a n d o se extrapolan d e u n sector d e t e r m i n a d o del p a s a d o a o t r o : c o m o cónsul. a otros p e r i o d o s distintos del b a r r o c o p r o p i a m e n t e dicho. d e u n a i m a g e n singular": es el caso del adjetivo b a r r o c o .

159). p o r conservar rastros d e su deriva­ ción indirecta. Sólo este m o d o d e investigación explica la inteligibilidad d e la historía c o m o disciplina histórica. "El uso d e tales n o c i o n e s es perfectamente legítimo si se tiene cuidado d e salvaguardar su ca­ rácter estrictamente nominalista" (p. cuya base narrativa. Tai vez lamente el lector q u e el autor haya tratado del análisis causal e n his­ toria e n tres contextos diferentes. Con estas entidades t e n e m o s q u e habérnoslas con "construidos".^ Henri Marrou: "Tor los términos d e su e]atx>ración. estas entidades son las m á s abstractas d e todas. Refiriéndose más concretamente a los términos singulares que llenan su quinta clase d e c o n c e p t o s afirma. Por eso los p r o c e d i m i e n t o s q u e r e i n a n e n este nivel se alejan lo más posible d e los procedimien­ tos d e construcción d e la trama. N o h e creído conveniente soslayar esta visión triple. sin duda. c o n Mandelbaum. El lenguaje a p r o p i a d o a las e n t i d a d e s d e se­ g u n d o o d e tercer o r d e n se aleja demasiado del d e la narración. pese a u n a apariencia concreta. es cada vez m e n o s reconocible. la segunda. m u c h o más radical d e lo q u e pensaba Max We­ ber.'* El n o m i n a l i s m o d e los conceptos históricos es. e n el marco d e la discusión del m o d e l o n o m o l ó g i c o . sólo el m é t o d o m u y perfeccionado d e la investi­ gación regresiva p u e d e r e c o n s t r u i r los canales p o r los q u e n o só­ lo los p r o c e d i m i e n t o s . a n u e s t r o p a r e ­ cer. u n corolario epistemológico del carácter derivado d e las enti­ dades d e s e g u n d o y tercer o r d e n . q u e p u e d e n e x t e n d e r s e analógi­ c a m e n t e a los "héroes" colectivos d e Ja historia general.^ r á c ter sintético es la c o n t r a p a r t i d a del espíritu d e l i b e r a d a m e n t e ana­ lítico q u e regula la construcción d e las entidades d e s e g u n d o or­ d e n . y m á s zún del d e la acción real. la tercera. al tratar d e los procedimientos transicionales entre narración y explicación. En este sentido. c o n Max W e b e r y Raymond Aron. estrategia o incluso ocasión y circunstancia. p e s e a su profesión de fe" (pp.334 HISTORIA Y NARRACIÓN los p r o c e d i m i e n t o s complejos d e las historias especiales. d e . el c o n o d n i i e n t o históri­ co revela su nominalismo radical. S u . 158-159). Esta filiación sólo p u e d e reactivarse p o r m e d i o d e la relación d e derivación d e las entidades d e s e g u n d o o r d e n a p a r t i r d e las d e p r i m e r o r d e n . al hablar del estatuto d e las entidades d e primer or­ den. En u n a palabra: e n este nivel ya n o se p u e d e h a b l a r d e cuasi personaje. Ya n o p o d e m o s distinguir en estos construidos el equivalente d e lo q u e llamamos proyecto. m e d i o . S e trata. fin. y c o n ma­ yor r a z ó n la d e la experiencia. la primera vez c o n William Dray. sino t a m b i é n las entidades d e la investiga­ ción histórica reenvfein indirectamente al plano d e la c o m p r e n s i ó n narratíva. P o r lo tanto.

a saber: q u e h o y la historia d e larga duración tiene la partida g a n a d a y tiende a o c u p a r t o d o el c a m p o d e los estudios h i s t ó r i c o s . sin e m b a r g o la n o c i ó n d e cambio.lA INTENCIONALIDAD HISTÓRICA 3 . ése es el t e m a d e toda esta segunda p a r t e . d e la temp o r a l i d a d p r o p i a d e la narración? T a m b i é n a q u í h e b u s c a d o u n enlace a p r o p i a d o . Tiempo de la histoña y destino del acontecimiento 335 El lector n o se s o r p r e n d e r á si t e r m i n o mi investigación s o b r e la epistemología d e la historiografía con el p r o b l e m a del t i e m p o histórico: d e h e c h o . a su vez. Para relacionar los problemas discutidos e n las dos secciones anteriores. extremadam e n t e a m b i g u o . c o n d u c e c o n t i n u a m e n t e a la cuestión del t i e m p o histórico. d e u n m o d e l o d e subsunción c o n el que Max W e b e r y A r o n n o han tenido que enfrentarse. recordaré sólo el estrecho parentesco entre este importante presupuesto y las otras . Para esta d e m o s t r a c i ó n m e basaré d e n u e v o en la historiografía francesa. cuya autonomía n o se contesta. dentro d e la tradición alemana del Verstehen. ¿Tiene su equivalente igualmente e n esta tercera sección la tesis d e q u e los p r o c e d i m i e n t o s y la'í e n t i d a d e s nacidas del c o r t e epistemológico característico d e la historia-ciencia reenvían. la existencia continua. q u e h a c e n los historiadores d e la noción d e acontecimiento. la d e entidades últimas planeadas por el historiador e n ei plano d e ia existencia y la del proceso causal e n el plano epistemológico. H e creído e n c o n t r a r l o e n el uso. p o r u n a serie d e desviaciones. p u e s t o q u e concierne a todos los aspectos estructurales d e las relaciones e n t r e partes y t o d o . la tercera proviene del nuevo ciclo d e problemas nacidos d e la correspondencia entre dos ciases d e comunidad. La i m p u t a c i ó n causal singular se h a revelado m u y p r ó x i m a d e las entidades d e p r i m e r o r d e n empleadas p o r el historiador. A u n q u e este rasgo n o se reduzca a la c o n t i n u i d a d temporal. aplicada a las relaciones estructurales. a los p r o c e d i m i e n t o s y a las entidades del p l a n o narrativo? ¿Se p u e d e d e m o s t r a r q u e el t i e m p o c o n s t r u i d o p o r el historiador nace. p o r u n c a m i n o indirecto. Ía segunda está motivada p o r la cuestión planteada. E n las dos secciones anteriores h e m o s anticipado c o n s t a n t e m e n t e lo q u e es el estatuto epistemológico del tiempo histórico respecto de la t e m p o r a l i d a d d e la narración. sobre cl grado d e cientiíicidad al que p u e d a n aspirar las ciencias idiográficas. p o r supuesto. u n o d e cuyos rasgos distintivos es. A l r e a n u d a r la defensa d e la larga dura- tres problemáticas diferentes: la primera viene determinada por la aparición. sin olvidar lo q u e ya h e m o s demostrad o a m p l i a m e n t e antes. e n filosofía analítica.

lo q u e la configuración "míüca" —en el sentido aristotélico del término— hace del acontecimiento. Pero tiene sus criterios propios. c o m p r e n d e m o s q u e las cosas debían "funcionar" c o m o lo hicieron. las tramas son e n sí mismas. a la vez. la dicha en infortunio. C o m o h e m o s d e m o s t r a d o antes. C o m o la peripeteia. c u a n d o se hace u n a nueva narrainiíovaciones reivindicadas p o r la escuela de los "Annales": la revolución documental. las tramas c o m b i n a n contingencia y verosimilitud. contingencia. los acontecimientos mismos recib e n u n a inteligibilidad derivada d e su contribución a la progresión d e la trama. L i m i t é m o n o s a ios postulados epistemológicos implícitos e n e! uso corriente del t é r m i n o acontecimiento —singularidad. Dejemos d e lado p o r a h o r a los postulados ontológicos. c o m o observa Louis O .. f u n d a m e n t a l m e n t e . los acontecimientos o c u r r e n p o r sorpresa. la larga duración n o es más que u n c o m p o n e n t e del desplazamiento global del frente d e la invesügación histórica. singulares y n o singulares. p o r ejemplo. e n p r i m e r lugar. desviación— y o c u p é m o n o s d e reformularlos e n el m a r c o d e n u e s t r a teoría d e la trama. q u e volveremos a e n c o n t r a r e n ' l a cuaria parte. E n efecto.336 HISTORIA Y NARRACIÓN ción d e s d e el p u n t o d e vista del destino del acontecimiento. incluso necesidad. c a m b i a n d o . Ia primacía d e la problemática sobre el "hecho" histórico dado. p e r o la intriga hace d e la p r o p i a contingencia u n c o m p o n e n t e d e lo q u e Gallie llama con razón la followability d e la historia narrada. Mink. d e contingencia y d e desviación d e b e n m o d i f i c a r s e considerablemente. quiero o c u p a r m e en descubrir e n ella el desarrollo —propio d e la historia— d e la dialéctica e n t r e la configuración del t i e m p o p o r la composición narrativa y las prefiguraciones t e m p o r a l e s d e la vivencia práctica. A d e m á s . . bajo la d e n o m i n a c i ó n d e mimesis IL Esta reformulación p r o c e d e d e la i m p o r t a n t e conex i ó n e n t r e a c o n t e c i m i e n t o y narración p o r m e d i o d e ía t r a m a . C o n o c e m o s los postulados epistemológicos y ontológicos q u e se vinculan a esta noción d e acontecimiento. De ello se deduce que las nociones d e singularidad. p e r o hay tipos d e construcción d e tramas q u e unlversalizan el acontecimiento. En este sentido.. H a b l a n d e acontecimientos q u e sólo o c u r r e n e n esta trama. y. q u e exigen discusión. el r o d e o deliberadamente conceptualizante d e la investigación. la ampliación del cuestionario. según la Poética d e Aristóteles. c u a ñ a o ' m s c u t a m o s sboré la retererícia'üé lá historia al p a s a d o . R e c o r d e m o s .

E n t r e estos dos e x t r e m o s se extiende to­ d a la gama d e las combinaciones e n t r e sedimentación e inven­ ción. p e r m i t e p e n s a r q u e es posible. oscilando su gé­ nesis e n t r e u n a y o t r a p a r t e del p u n t o m e d i o d e la "deformación "leghiáa'á . a saber: esa historia episódica q u e la historia d e larga d u r a c i ó n d e b e d e s t r o n a r .LA INTENCIONALIDAD HISTÓRICA 337 ción. En este aspecto. los acontecimientos son sin­ gulares y típicos. d e b e partír el m é t o d o del c u e s t i o n a m i e n t o regresivo. establecida e n las sec­ ciones p r e c e d e n t e s . d e s d e la conclusión hacia su comienzo. sigue s i e n d o u n a c o n t r i b u c i ó n i m p o r t a n t e a la teoría del tíempo narrativo. pese a la distinción d e las duraciones. Hay q u e preguntar. pues. L a de­ rivación indirecta d e las estructuras d e la historiografía a p a r t i r d e las estructuras d e base d e la narración. leyendo la historia hacia atrás. p . desviadores y tributa­ rios d e paradigmas. El p r o c e s o d e construcción d e la trama oscila e n t r e la c o n f o r m i d a d servil a la tradición narrativa y la rebelión c o n t r a to­ d o p a r a d i g m a recibido. d e contingencia y d e desviación absolutas. p a r a e m p l e a r los t é r m i n o s d e la i n t r o d u c c i ó n a la Méditerranée. Mi tesis es ésta: los acontecimientos históricos n o difieren radi­ c a l m e n t e d e los acontecimientos e n m a r c a d o s p o r la trama.. contingentes y esperados. D e ella. {Écrits. 13). M e p a r e c e q u e la respuesta d e b e buscarse del lado del princi­ p i o d e unidad. p o r el h e c h o d e ser contados. los acontecimientos siguen la suerte d e la t r a m a . e n el s e n t í d o q u e a c a b a m o s d e darle: acontecimiento-estructurado-en-trama. M e gustaría volver a los Écrits sur l'histoire d e F e r n a n d B r a u d e l p e s e —o gracias— al pleito q u e m a n t i e n e n con la historía episódi­ ca. Así. e x t e n d e r a la n o c i ó n d e acontecimiento histórico la reformulación q u e la idea d e acontecimiento-estructurado-en-trama ha i m p u e s t o a los conceptos d e singu­ laridad. m e d i a n t e p r o ­ cedimientos a p r o p i a d o s d e derivación.se q u é hace pensable la p r o p i a distinción en­ tre u n a "historia cuasi inmóvil". Finalmente. o t r a " l e n t a m e n t e a c o m p a s a d a " y o t r a "de d i m e n s i ó n individual". a u n q u e sea d e forma irónica. p a r a m o s t r a r en q u é sentido la noción misma d e historia de lar­ ga duración d i m a n a del acontecimiento dramático. Fartíré d e la experiencia irrecusable d e la metodología b r a u d e liana: la idea d e pluralidad del tíempo social.. logra . la t r a m a c o m b i n a sumisión a los paradigmas y des­ viación. T a m b i é n ellos siguen la regla y la r o m p e n . La "descomposición d e la historia en planos escalonados". que.

r e c o n o c e r el carácter d e t r a m a q u e va u n i d o al conjunto f o r m a d o p o r las tres p a r t e s d e la obra.. 1976. Una "historia al 'ralentf. Su lectura reveía el i m p o r t a n t e papel d e las estructuras d e transición. Lo inmóvil es el m a r interior. reveladora d e . ^ V e a m o s los tres p r i m e r o s capítulos. sino e n la lectura p a c i e n t e d e la Méditerranée. A su vez. q u e garantizan la c o h e r e n c i a d e conjunto d e la o b r a . Quisiera apoyar m i i n t e r p r e t a c i ó n n o e n las declaraciones d e m é t o d o reunidas en Écrits sur l'histoire.yo la influencia de cierta geografía. referente del t e r c e r o . sin e m b a r g o . Y. y Felipe II. a m i e n t e n d e r . p. constituye a la vez u n objeto preciso y u n a estructura d e transición.. C o m p r e n d e r esta m e d i a c i ó n d e la función d e la larga d u r a c i ó n es. n a d a está escrito q u e ya n o pertenezca a la historia del Mediterrán e o . referente del p r i m e r volumen.. p o r su doble referencia —al Mediterrán e o y a Felipe II—. Además. lectura q u e h a g o en la t e r c e r a edición. E n este sentido. El lector n o p u e d e contentarse c o n r e c o n o c e r el d e r e c h o q u e cada u n a d e estas p a r t e s tiene a existir s e p a r a d a m e n t e : "Ya q u e cada u n a —dice la Introducción— es en sí m i s m a u n i n t e n t o d e explicación" (p. P o r estructura d e transición e n t i e n d o t o d o s los procedimientos d e análisis y d e exposición q u e h a c e n q u e la o b r a d e b a leerse d e a d e l a n t e hacia atrás y d e atrás hacia adelante. p e s e al p r e d o m i n i o d e la geografía. si la p r i m e r a p a r t e conserva u n carácter histórico. es en virtud d e todas las señales q u e a p u n t a n a la segunda y a la tercera parte y levantan el escenario en el q u e el resto de la o b m coloca los personaj e s d e su drama. 21). la investigación de este primer plano es "también y sobre t o d o la b ú s q u e d a d e cierta historia" (i. diría g u s t o s a m e n t e q u e . A su vez.338 HISTORIA Y NARRAaÓN m a n t e n e r j u n t a s las tres p a r t e s d e la obra. C o n s i d e r e m o s el p r i m e r p l a n o : su t e m a p a r e c e ser m á s el espacio q u e el tíempo. A este respecto. el título d e la obra. Esta última función la hape solidaria d e los dos marcos q u e la e n c u a d r a n . Veámoslo más detenidamente. 11). invita al lector a p r e g u n t a r s e c ó m o la larga d u r a c i ó n realiza el paso e n t r e la estructura y el acontecimiento. la segunda —consagrada p r o p i a m e n t e a la larga d u r a c i ó n d e los f e n ó m e n o s d e civilización— tiene p o r función m a n t e n e r j u n t o s los d o s polos: el M e d i t e r r á n e o . consagrados a este m a r Colocada b. estas estruc'^^uras p e r m i t e n tratar toda la o b r a en t é r m i n o s d e cuasi tr'ima. atenta e n primer término a los datos h u m a n o s .

212).215). los d e s p l a z a m i e n t o s d e t o d o tipo: t r a s h u m a n c i a . rigor d e los inviernos. surcados. s u s litorales y s u s islas: aparecen e n esta geo-historia a escala d e los h o m b r e s y d e su navegación. que. 75). el s e g u n d o p l a n o n o s ó l o está i m p l i c a d o .'*^ valores permanentes" (ibid. Estos dos Mediterráneos. e n . "Todos estos movimientos exigen siglos para realizarse" (i. z o n a s políticas. 93). son física. ajustando a las estaciones sus guerras.L rNTENCIONALIDAD HISTÓRICA A 339 interior.p. la presencia d e las dificultades —hosdiidad del mar.*^ sino rápidapresenta mira- f u n d a m e n t a l m e n t e la p o l a r i d a d d e l o s i m p e r i o s t u r c o y español. creado d e algima forma. p e r o la unidad física qtie nos o a i p a e n estos m o m e n t o s es. p r i m e r o : l a g e o . 125). bajo el signo d e la trinidad inamovible d e trigo. El h o m b r e e s t á p r e s e n t e p o r t o d a s p a r t e s . olivo y viña: "La misma civilización agraria. Están ahí para ser descubiertos. '^^ "Cada u n o d e estos grandes Mediterráneos ha trasmitido. d e s p u n t a n ya los acontecimientos. inclus o las l l a n u r a s l í q u i d a s .). este doble imperialismo" (i. p. D e h e c h o . 109). se sirve de la geografía c o m o d e u n m e d i o . la p r i m e r a parte n o s L a s z o n a s m a r í t i m a s s o n . por lo tanto. En u n a palabra: "la observación geográfica d e la larga duración nos c o n d u c e hacia las más lentas oscilaciones q u e conozca la historia" (i. "La política n o hace más que calcar una realidad subyacente. Los grandes conflictos entre los imperios español y turco proyectan ya su s o m b r a s o b r e los paisajes m a r i n o s . la d i s e m i n a c i ó n d e las p o b l a c i o n e s . anticipado e n el.). cada u n o es una zona d e historia" (i. Y c o n las r e l a c i o n e s d e fuerza. p.h i s t o r i a s e t r a n s f o r m a m e n t e e n geopolítica. p. ía misma victoria d e los hombres sobre el m e d i o físico" (l. p. ante todo. 125). T a m p o c o es posible n o citar ya la guerra d e Granada. S ó l o se trata d e e s p a c i o s h a b i t a d o s o inhabitables. .p o l í ü c o (Venecia. "El hombre es el artífice d e esta laiga historia" (i. ardores del sol— y cuanto constituye la identidad del h o m b r e mediterráneo.. L a planicie litoral n o se e v o c a sin la c o l o n i z a c i ó n . N o se p u e d e hablar d e ellos. 92).. el trabajo d e drenaje. n o m a d i s m o . p . p. p . sus n e g o c i o s y sus complots. se p u e d e afírmar que "el propio Mediterráneo n o es responsable del cielo q u e lo ilumina" {i. inv a s i o n e s . sin e v o c a r las relaciones d e d o m i n i o e c o n ó m i c o . i n c l u s o e n el p r i m e r p l a n o . A este respecto. es sorprendente que e! autor haya retrasado hasta cerca d e la página doscientos sus reflexiones sobre "la unidad física" del Mediterráneo. explorados. supliendo todas estas carencias. etc. p . y c o n él u n h o r m i g u e o d e a c o n t e c i m i e n t o s sintomáticos: la m o n taña se p r e s e n t a c o m o refugio y abrigo d e h o m b r e s libres. e c o n ó m i c a y culturalm e n t e diferentes entre sí.principio. "El acontecimiento nuevo es la llegada masiva d e los navios nórdicos d e s d e los años 1590" (l. 57). G e n o v a . la b o n i f i c a c i ó n d e las tierras. ' ^ É s t o s s o n a h o r a l o s m a r e s . "Toda España arranca a sus hombres e n beneficio d e esos países del Sur q u e dan al mar" (l. d o m i n a d o s p o r dueños enemigos.*" D e este m o d o .

resumen la historia del mar" (i. carece d e coherencia. "y. y el Mediterráneo mayor que lo acompaña) es c o m o lo h a c e n los hombres. e n el discurso del geógr^o-historiador. estas doWcs vidas. 151). Y hay q u e e x t e n d e r el espacio m e d i t e r r á n e o hasta el Sahara y hasta los istmos e u r o p e o s . q u e los confines del espacio c o n s i d e r a d o son c o n t i n u a m e n t e redibujados p o r la historia. aflora ya el f e n ó m e n o comercial. sino los h o m b r e s . hinchándose o extenuándose a m e r c e d d e la coyuntura económica. *^ La ciudad arrastra. P e r o es necesario n o olvidar q u e este p l a n o . unas que se deshacen. coyuntura" {i. p r e s e n t a tres sistemas rivales d e organización: el d e la coyuntura económica. haciendo frente a las maniobras de los estados territoriales. d e mercados. y sobre t o d o a las ciudades cuyo a s e n t a m i e n t o configura t o d o s los paisajes. sino los pueblos del mar"): e n g e n d r a u n espacio-movim i e n t o h e c h o d e caminos. El a u t o r n o t e m e declarar en lo mejor d e su p r i m e r v o l u m e n : "Repitámoslo: n o son los espacios geográficos los q u e h a c e n la historia. sobre el f o n d o d e las circunstancias. p . 322).'*' m i e n t r a s q u e la p r i m a c í a política pasa d e u n a a otra. p . las d e la e c o n o m í a y las d e la civilización" (l. Sí. g o b e r n a d a p o r la polaridad inestable en España y "Estos vínculos. 252). La historia principal se acerca c o n s t a n t e m e n t e a las islas y alcanza a las penínsulas. de las permanencias y d e las repeticiones q u e el primer plano del análisis n o s p r e s e n t a . la rueda de su destino fija el suyo. "hacia la q u e se orienta t o d o n u e s t r o libro" {I. P o r eso hay q u e evocar ya a la b a n c a y a las familias industriales y comerciales. todas las d e m á s primacías. 206). p . c o n ella. e n crecimiento general. otras que se establecen.*^ El s e g u n d o plano es e v i d e n t e m e n t e aquel e n el q u e el historiad o r d e la larga duración se m u e v e con mayor a g r a d o . e n su ritm o l e n t o d e arcaísmo y d e novedad. La geografía es tan p o c o a u t ó n o m a . una floración d e fechas (i. 310-312).340 HISTORIAYNARRACIÓN d a p u e d e i n t e n t a r fijarse e n la vida silenciosa d e las islas. el d e la físico-política. 155). d u e ñ o s o descubridores d e ellos" (l. p . tan i m p o n e n t e es la historia d e las ciudades. Éste es el trabajo d e los h o m b r e s ("No es el agua la q u e u n e las regiones d e ! Mediter r á n e o . p . el ú l t i m o capítulo d e este p r i m e r p l a n o c o n d u c e a b i e r t a m e n t e desde la u n i d a d física a la u n i d a d h u m a n a . dilata o reduce su dominio" (I. 151). A d e m á s . Al m i s m o tiempo. pp.** El M e d i t e r r á n e o se valora p o r sus irradiaciones. considerado e n sí mismo. d e comercio. "El Mediterráneo (J. las ciudades "hablan evolución. Al oscilar e n t r e el registro d e la estructura y el d e la coyuntura. p .

d e u n a edición a otra. p . 383). Las fechas abundan c o n el ciclo de los metales p o r las rutas occidentales. el h o r m i g u e o d e acontecimientos fechados.L INTENCIONAUDAD HISTÓRICA A 341 T u r q u í a . q u e c o n c i e r n e n a las c u a t r o cumb r e s del cuadrilátero Génova-Milán-Venecia-Florencia y a la historia d e las d e m á s plazas mercantes. p . C u a n d o p r e s e n t a este prim e r sistema. Así. en fin. Y más adelante: "Durante los duros años de guerra (pp. el flujo y salida de metales. el comercio y los transportes. . y el d e las civilizaciones. p o r carecer d e medidas m o n e tarias p a r a contabilizar los intercambios.).. A h o r a bien. el q u e hace q u e la larga historia d e las e c o n o m í a s se e n t r e g u e c o n t i n u a m e n t e a lo episódico. el papel d e la afluencia d e los metales preciosos. 420ss. Ya bajo el título "economías" —primer sistema organizador— se estudian p r o b l e m a s relativamente inconexos: las molestias origin a d a s p o r el espacio y el n ú m e r o d e h o m b r e s respecto d e la gestión d e los imperios. u n i d o al del capitalismo. p . 1607. considerada c o m o u n a "zona c o h e r e n t e e n sí" (I. y p o r otra. citar a Felipe II y considerar sus decisiones. la crisis del trigo. gracias a las interferencias entre. 1557-1558). atestigua q u e el p l a n o III se interfiere c o n s t a n t e m e n t e c o n el IL Y es el empuje d e los estados. las economías. el a u t o r reitera sus intenciones: "Me interesa u n p r o y e c t o d e conjunto" (l. la política y la guerra. los f e n ó m e n o s m o n e t a r i o s y la evolución d e los precios. etc. sus nombres propios. obligan a la vez a atravesar p o r En el capítulo consagrado a los metales p i e d o s o s . 427). pero hay que atravesar la historia episódica con sus fechas. Se c o n o c e la fecha exacta d e las bancarrotas reales (1596. d e c e d e r al materialismo unificador d e la c o y u n t u r a e c o n ó m i c a . P e r o eso sig u e siendo u n a e m p r e s a aleatoria. las llegadas d e navios cargados d e metales fueron los grandes acontecimientos del puerto d e Anvers" (l. el plano m arroja su sombra sobre el plano n.m u n d o " . "Es xm acontecimiento importante el avance d e los portugueses a lo largo d e la costa alta d e ÁfHca" (l. si es q u e existe u n o : "¿Se p u e d e construir el m o d e l o d e la e c o n o m í a m e d i t e r r á n e a ? " Sí.) n o se puede dejar d e citar Ips cambios d e los procedimientos comerciales. estos tres sistemas n o coinciden exactamente. p . Es cierto q u e se trata d e captar los resortes permanentes para verificar el esquema explicativo. p p . si se p u e d e d a r c u e r p o a la noción d e u n a " e c o n o m í a .^^ Al h a b l a r del comercio y d e los transportes. 493). etc. P e r o el comercio d e la pimienta. p e s e a sus límites inseguros y variables. esto explica quizá la tentación creciente. A d e m á s . 4 3 7 ) . Braudel plantea con insistencia creciente el problem a d e saber e n q u é p l a n o se sitúa el factor d e totalización. las m o n e d a s y los p r e a o s (i. la invasión del M e d i t e r r á n e o p o r los navios del Atiántico. p o r u n a parte.

sin e m b a r g o . es necesario más bien fijar la atención en la co)'unt u r a o b s t i n a d a m e n t e favorable a los vastos imperios. una auscultación. d e e n t r a d a en acción d e los colosos" (ll. A veces p a r e c e q u e son los imperios los q u e p r o p o r c i o n a n la t r a m a d e la historia: "El d r a m a del M e d i t e r r á n e o e n el siglo XVI es. '^^ "Nada más difícil que esia cronología. e n el p r o p i o sentido d e la coyuntura. Es cierto q u e los personajes d e Carlos V y Solimán son accid e n t e s . cn definitiva. d e Siria y más tarde de Egipto p o r los*turcos: "¡Qué gran acontecim i e n t o ! " (íl. a ir m á s allá d e las apariencias d e la narración.342 HISTORIA Y NARRACIÓN m u c h o s acontecimientos (la historia d e la p i m i e n t a portuguesa. e n u n p r i m e r m o m e n t o . 9): Osmanlís. p. . d e s d e las minas d e plata d e América hasta las Molucas o cl extremo oeste de la isla d e Sumatra" {i. P e r o c ó m o n o exclamar ante acontecimientos d e la envergadura d e la t o m a d e Constantinopla. p. H a b s b u r g o . la d e la reconquista y d e la e x p a n s i ó n hacia África y luego hacia América. la lucha d e los caminos rivales) y. Y el s e g u n d o p l a n o d e b e también dejar sitio a otros principios organizadores: los imperios. y m á s g e n e r a l m e n t e e n los factores favorables o desfavorables a las g r a n d e s formaciones políticas cuyo auge y c o m i e n z o d e su decadencia o c u r r e e n el siglo XVI. 530). el "dram a del trigo comercial" (i. encargadas d e explicar acontecimientos d e la talla del q u e a c a b a m o s d e evocar. sin n e g a r individuos y circunstancias. las civilizaciones. C o n t o d o . u n d r a m a de crecimiento político. 10). y t a m b i é n la creación d e u n a mística imperial.*^ Se p u e d e afirmar q u e la u n i d a d ibérica está en el aire. que n o es u n a relación de acontecimientos. los contratos de los Welser y Fugger. en el Oeste. 515). la llegada d e los veleros a d á m i c o s .*' Los equilibrios y las crisis del trigo m e