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Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira

ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102 AT-

M.Sc. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br

ENGRENAGENS

1

ENGRENAGENS
INTRODUÇÃO: Estes elementos estão presentes em quase todos os sistemas que transmitam potência de uma unidade motora para uma unidade consumidora. Uma característica extremamente importante é o fato que em função da configuração ou arranjo destes elementos, podemos variar (aumentar ou reduzir) variáveis da transmissão, como por exemplo a rotação, velocidade angular e principalmente o torque.

ENGRENAGENS
INTRODUÇÃO: A transmissão de movimento rotativo de um eixo para outro ocorre em quase todas as máquina que se possa imaginar. As engrenagens constituem um dos melhores meios dentre os vários disponíveis para essa transmissão. (Serão os mais eficientes?)

2

ENGRENAGENS
INTRODUÇÃO: Quando se constata que as engrenagens de um diferencial de automóvel, por exemplo, possa funcionar por 150.000 quilômetros ou mais antes de necessitarem substituição, e quando se conta o número real de engrenamentos ou de revoluções de um sistema de transmissão, começa-se a avaliar o fato de que o projeto e a fabricação destas engrenagens é realmente uma realização notável.

ENGRENAGENS
HISTÓRICO: As engrenagens possuem uma história longa. Um aparato denominado “Carroça chinesa apontando para o Sul” supostamente usada para navegar pelo deserto de Gobi nos tempos pré-Bíblicos, continha engrenagens rudimentares. Leonardo Da Vinci mostra muitos arranjos de engrenagens em seus desenhos. Após um grande desenvolvimento e o advento da revolução industrial, as engrenagens passaram a ser construídos com materiais metálicos muito mais resistentes.

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ENGRENAGENS
HISTÓRICO: As primeiras engrenagens foram provavelmente feitas cruamente de madeira e outros materiais fáceis de serem trabalhados. Sendo meramente constituídos por pedaços de madeira inseridos em um disco ou roda.

http://pfdrastromar.wordpress.com/2008/07/29/fazendas-parte-1/

ENGRENAGENS
HISTÓRICO:

Engrenagens construídas com madeira

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Possuem formato cilíndrico (engrenagem cilíndrica). cônico (engrenagem cônica).ENGRENAGENS DEFINIÇÃO: Denomina-se engrenagem o elemento dotado de dentadura externa ou interna. multiplicando os esforços com a finalidade de gerar trabalho. cuja finalidade é transmitir movimento sem deslizamento e potência. ENGRENAGENS DEFINIÇÃO: Engrenagens 5 . helicoidal (engrenagens helicoidais) ou reta (cremalheira).

ENGRENAGENS DEFINIÇÃO: Engrenagens de pequeno e médio porte ENGRENAGENS DEFINIÇÃO: Engrenagens de grande porte 6 .

destacam-se: Engrenagens de formato cilíndrico. Engrenagem planetária. Engrenagens de formato helicoidal. Engrenagens de formato reto. 7 . Engrenagens de formato cônico. Parafusos sem fim.ENGRENAGENS DEFINIÇÃO: Engrenagens de grande porte para industria do cimento e de açúcar ENGRENAGENS CLASSIFICAÇÃO: Como relatado na definição. existem diversos tipos de engrenagens entre as principais.

ENGRENAGENS CLASSIFICAÇÃO: Engrenagens de formato cônico.ENGRENAGENS CLASSIFICAÇÃO: Engrenagens de formato cilíndrico. 8 .

9 . conhecidas como cremalheiras.ENGRENAGENS CLASSIFICAÇÃO: Engrenagens de formato helicoidal. ENGRENAGENS CLASSIFICAÇÃO: Engrenagens de formato reto.

ENGRENAGENS CLASSIFICAÇÃO: Engrenagem planetária. ENGRENAGENS CLASSIFICAÇÃO: Parafusos sem fim. 10 .

Dupla ENGRENAGENS CLASSIFICAÇÃO: Obviamente.ENGRENAGENS CLASSIFICAÇÃO: Outras. cada tipo de elemento estará associado a uma aplicação específica. 11 . Paralelas. Perpendiculares Internas. Externas Hipóide Simples. deve-se conhecer as cargas e solicitações que o sistema de transmissão estará submetido a fim de se optar pelo melhor elemento. De maneira geral.

ENGRENAGENS PADRONIZAÇÃO: As engrenagens. Diversas entidades de padronização estabelecem normas e diretrizes. ENGRENAGENS FABRICAÇÃO: Os processos utilizados normalmente para produção de engrenagens são: Usinagem. Fundição. dentre estas se destaca a AGMA – American Gear Manufacturers Association. ABNT e a DIN. são altamente padronizadas com relação à forma do dente e ao tamanho. 12 . Conformação. hoje em dia.

Processos de usinagem utilizados na construção de engrenagens 13 . Usinagem por geração: É efetuada com a utilização de fresa caracol (hob). fresa de fonta. ENGRENAGENS FABRICAÇÃO: Usinagem.ENGRENAGENS FABRICAÇÃO: Usinagem. brochamento entre outros. Consiste no processo mais utilizado na industria. Pode ser divido em dois grupos: Usinagem com ferramenta: A usinagem com ferramenta de forma consiste na utilização da fresa módulo. cremalheira de corte entre outros.

ENGRENAGENS FABRICAÇÃO: Fundição. Entre os processos mais utilizados estão o por gravidade. ENGRENAGENS FABRICAÇÃO: Fundição. sob pressão e em camadas. Consiste na deposição de material metálico liquefeito em formas. 14 .

Os processos mais utilizados são o forjamento.ENGRENAGENS FABRICAÇÃO: Conformação. 15 . extrusão. laminação e a estampagem. trefilação. ENGRENAGENS FABRICAÇÃO: Conformação.

engrenagens de precisão (laboratórios e radares). turbinas e instrumentos de medidas. 06-07. 4320. 4340. 16 . 8620 e 8640. utilizadas em máquinas agrícolas. estão o 1020. 1050. 3145. Ferro fundido nodular. 08 e 09-Máquinas em geral.ENGRENAGENS MATERIAIS PARA AS ENGRENAGENS: Normalmente se utiliza materiais metálicos resistentes na produção de engrenagens tais como o aço de baixo ou médio carbono laminados a frio ou a quente. 10 e 12-engrenagens rústicas. Bronze e aço inoxidável. 01 a 04. 3150. Dentro os principais aços padrão SAE/AISI utilizados. pois não são retificadas.engrenagens comuns utilizadas em veículos. ENGRENAGENS QUALIDADE DAS ENGRENAGENS: A norma DIN especifica doze qualidades em função da tolerância. 05.engrenagens para máquinas operatrizes. 1040.

x x x x Conjuntos externos e internos 17 . (m/s) <2 2a3 3a4 4a5 5 a 10 10 a 15 > 15 Qualidade 11 a 12 10 a 11 9 a 10 8 a 10 7a9 6a7 6 ENGRENAGENS TEORIA DO DENTE DE ENGRENAGEM: O meio mais fácil de transferir movimento rotatório de um eixo a outro é com um par de cilindros.ENGRENAGENS QUALIDADE DAS ENGRENAGENS: Para definir a qualidade de engrenagem. pode-se basear na sua velocidade periférica e utilizando a tabela: Vel. Per.

ENGRENAGENS TEORIA DO DENTE DE ENGRENAGEM: Se o sistema necessitar de sincronia. assim existe a necessidade da adição de alguns dentes aos cilindros rodando. 18 . apresenta algumas deficiências.ENGRENAGENS TEORIA DO DENTE DE ENGRENAGEM: Este sistema porém. dentre as mais críticas estão a baixa transmissão de torque e a grande possibilidade de escorregamento. o escorregamento não pode ocorre. tornando-se então as engrenagens.

19 . Considerando este fato.ENGRENAGENS LEI FUNDAMENTAL DO ENGRENAMENTO: Conceitualmente. ENGRENAGENS LEI FUNDAMENTAL DO ENGRENAMENTO: A razão da velocidade angular mv é igual à razão do raio de referência (primitivo) da engrenagem de entrada para aquela da engrenagem de saída. os dentes previnem o escorregamento do sistema de transmissão. podemos enunciar a lei: “A velocidade angular das engrenagens de um par de engrenagens deve manter-se constante durante o engrenamento”.

ENGRENAGENS LEI FUNDAMENTAL DO ENGRENAMENTO: Pinhão Engrenagem ENGRENAGENS LEI FUNDAMENTAL DO ENGRENAMENTO: 20 .

devido a sua facilidade de construção. ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Características geométricas 21 .ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: São as engrenagens mais utilizadas.

As circunferências primitivas de duas engrenagens acopladas são tangentes. Passo frontal: É a distância entre dois pontos homólogos medida ao longo da circunferência primitiva. O diâmetro da circunferência primitiva é o diâmetro primitivo. 22 .ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Características geométricas ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Características geométricas Circunferência Primitiva: É uma circunferência teórica sobre a qual todos os cálculos são realizados.

O módulo deve ser expresso em milímetros. É o número de dentes por polegada. 23 . ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Características geométricas Módulo: Passo Diametral: É a grandeza correspondente ao módulo no sistema inglês.ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Características geométricas Módulo: É a relação entre o diâmetro primitivo e o número de dentes de uma engrenagem. Duas engrenagens acopladas possuem o mesmo módulo. O módulo é a base do dimensionamento de engrenagens no sistema internacional.

24 . Circunferência de base: É a circunferência em torno da qual são gerados os dentes. Altura total do dente: É a soma da altura do pé com a altura da cabeça. Altura do pé ou Profundidade: É a distância radial entre a circunferência primitiva e a circunferência do pé.ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Características geométricas Altura da Cabeça do Dente ou Saliência: É a distância radial entre a circunferência primitiva e a circunferência da cabeça. ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Características geométricas Ângulo de ação ou de pressão: É o ângulo que define a direção da força que a engrenagem motora exerce sobre a engrenagem movida.

ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Características geométricas (Formulário) ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Características geométricas (Formulário) 25 .

ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Características geométricas (Formulário) Diâmetros principais Diâmetro primitivo Diâmetro de base Diâmetro interno ou do pé do dente Diâmetro externo ou da cabeça do dente (d0)=m.72.( ).cos α (df)=d0-2hf (dk)=d0+2hk ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Dimensionamento A expressão seguinte deve ser utilizada no dimensionamento de pinhões e engrenagens com ângulo de pressão α=20° e número de dentes de até 40.10 5 ). Para Aço: b. fs 2 Padm ι ± 0.d 0 2 = (5.14 Sinal + é utilizado em engrenamentos externos Sinal – é utilizado em engrenamentos internos (planetários) 26 .Z (dg)=d0.( T ι ±1 ).

[mm] T-Torque ou momento torçor [N.HB ) → [Pa].[mm] d0-diâmetro primitivo [m].[ N / mm²] W 1/ 6 Onde: HB-dureza Brinell [Pa=N/m²].[N.mm] Padm-pressão admissível [Pa=N/m²].105 Pa=N/m² .m]. Ajustar quando utilizar comprimento em mm =5.487.1011 N/mm² b-Largura do dente [m].72.ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Dimensionamento Onde: 5.72.[N/mm²] ι-relação de transmissão Z2/Z1 [adimensional] fs ou ϕ-fator de serviço (Tabelado) [adimensional] ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Pressão Admissível (Padm) Padm = ( 0.[N/mm²] W-fator de durabilidade [adimensional] 27 .

ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Fator de Durabilidade (W) W =( 60. [N/mm²] ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Tabela de dureza Brinell Material Aço fundido Aço SAE 1020 Aço SAE 1040 Aço SAE 4320 Aço SAE 4340 Aço SAE 8620 Aço SAE 8640 Aço fundido cinzento Aço fundido nodular HBrinell N/mm² 1500-2500 1400-1750 2200-2600 2000-4200 2600-6000 1700-2700 2000-6000 1200-2400 1100-1400 1N/mm²=1000000N/m² 28 .n p .h 10 6 ) Onde: np-rotação do pinhão [rpm] h-duração do par [horas] HB-dureza Brinell [Pa=N/m²].

50. 1.75 ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Módulos Normalizados (m) Supondo que.ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Relação entre a largura da engrenagem e o diâmetro primitivo (b/d0) Biapoiada: Em Balanço: b/d0≤1.2 b/d0≤0.3.3.25.0 a 6. Como se nota.4. 1.. Neste intervalo.. há um incremento de 0.00.75.0mm.. 29 . ao estimar o módulo.00. 1. os módulos normalizados são: 1.75. ele se encontre na faixa de 1..25 para os módulos normalizados da faixa.50.

ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Resistência à Flexão no Pé do Dente Somente o dimensionamento ao critério de desgaste é insuficiente para se projetar uma engrenagem. quando a tensão atuante no pé do dente for menor ou igual à tensão admissível do material indicado. É necessário que seja verificada à flexão no pé do dente. ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Resistência à Flexão no Pé do Dente Forças atuantes: 30 . A engrenagem estará apta para suportar os esforços da transmissão.

sendo também a carga que origina momento fletor. tendendo a romper por flexão o pé do dente.ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Carga Tangencial (Ft) A carga tangencial é responsável pelo movimento das engrenagens.T = r0 d 0 Onde: Ft-Força tangencial [N] T-Torque [N.mm] r0-raio primitivo [mm] d0-diâmetro primitivo [mm] 31 . ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Carga Tangencial (Ft) A força tangencial é determinada pela formula: Ft = T 2.

É determinada por meio da tangente do ângulo de pressão α: tgα = Fr → Fr = Ft.tgα Ft Onde: Fr-Força radial [N] Ft-Força tangencial [N] α-ângulo de pressão [graus] 32 .ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Carga Tangencial (Ft) ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Carga Radial (Fr) Atua na direção radial da engrenagem.

como segue: Fn = Ft 2 + Fr 2 Ou : cos α = Ft Ft → Fn = Fn cos α Fr Fr senα = → Fn = Fn senα ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Tensão de Flexão no Pé do Dente (σmáx) A tensão atuante no pé do dente deve ser menor ou igual à tensão admissível do material indicado. Pois se isto não ocorrer haverá falha do material devido ao sub-dimensionamento. sendo determinada por meio de Pitágoras. 33 .ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Carga Resultante (Fn) Consiste na resultante das cargas radial e tangencial.

Muitas vezes é necessário utilizar a interpolação para se determinar o valor de q para um valor intermediário de dentes.[N/mm²] Ft-Força tangencial [N] m-Módulo normalizado [m].ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Tensão de Flexão no Pé do Dente (σmáx) A formula que determina a intensidade da tensão é a que segue: σ máx = Onde: Ft.m σmáx-Tensão máxima atuante na base do dente [Pa].q. 34 .ϕ ≤ σ material b.[mm] ϕ-Fator de serviço (Tabelado) [adimensional] q-Fator de forma (Tabelado) [adimensional] ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Fator de Forma (q) Este fator é obtido em função do tipo de engrenamento e do número de dentes.[mm] b-Largura do dente [m].

Polpa e Papel Eq.9 24 3.25/1.25/1.ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Fator de Forma (q) Engrenamento Externo N.1 70 2.7 1.2 100 2.25-1. Conversão de Madeira Serviço 10h/24h 1-1.5 1-1.3 200 2. de dentes 10 18 q 5. Ind.25-1.5-2 1-1.5-2 35 .5 1-1.2 40 2.5 Engrenamento Interno N.4 ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Fator de Serviço (ϕ) Aplicação Agitadores Alimentadores Bombas Transmissões Eq.25-1.25-3 1.25-1.6 100 2.5 50 2.25-1.2 3. de dentes 20 30 q 1.75/1.15/1.9 80 2.5 1.75/1.75/1.

36 . para que possa atuar com segurança em um transmissão específica. A transmissão será acionada por um motor de potencia de 11KW que atua com uma rotação de 1140 rpm.ENGRENAGENS ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS: Tensão admissível (σmat) Material MPa (N/mm²) FoFo cinzento 40 FoFo nodular 80 Aço fundido 90 SAE 1010/1020 90 SAE 1040/1050 120 SAE 4320/4340 170 SAE 8620/8640 200 ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Dimensionar o par de engrenagens cilíndricas de dentes retos.

(Biapoiado) Considerar b/d0=0.25 α=20° Z1=12 dentes (pinhão) Z2=38 dentes (coroa) As engrenagens atuarão em eixos de transmissão com carga uniforme.ENGRENAGENS EXERCÍCIO: O material a ser utilizado é o SAE 4340. com tempo de serviço máximo de 10h diárias. ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Dimensionamento: Z2 Mancais Engrenagens Motor Z1 Acoplamento Eixo-Árvore 37 .

Torque no pinhão: T=P/ω T=11000/((2. não será consideradas perdas de potência.N)/60) T=92.π. ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Dimensionamento: Como a árvore do pinhão está acoplada ao eixo do motor e desprezando as possíveis perdas encontradas no acoplamento. conclui-se que o torque no pinhão é o torque do motor. procedendo desta forma.ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Dimensionamento: Na resolução deste exercício. trabalha-se a favor da segurança. Assim.14 Nm =92140Nmm 38 .

487.ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Dimensionamento: Relação de transmissão: i=Z2/Z1 i=38/12 i=3.16 ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Dimensionamento: Fator de durabilidade: W=(60.106 .1140. 104 )/106 W=684 Pressão admissível: Padm=(0. Pa=984N/mm² 39 .HB)/W1/6 Padm=984.h)/106 W=(60.np.

d0²=82248 mm³ 40 .d0²=5. 1.26. ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Dimensionamento: Volume mínimo b.1.14)).14)). para funcionamento de 10h diárias é igual a 1-1.ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Dimensionamento: Fator de serviço: (Tabelado) O fator de serviço para eixo de transmissão. carga uniforme.((i+1)/(i+0.2 b.((T/(Padm²)).16+1)/(3.72.1011. 1.72.25.51.72.2.((3.((92.1011.d0²=8.(9.d0²=5. Adotaremos 1.14/((984.106)²))).2 b.16+0.10-17).10-5m³ b. ϕ b.1011.d0²=5.2248.

25 → b=0.25 d0=69 mm 1 2 ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Dimensionamento: Módulo do engrenamento: (Pinhão) m=d0/Z m=69/12 m=5. Utilizaremos m=5 mm 41 . d0²..75 mm Valor de módulo que deve ser normalizado (Tabelado) mn=2.=82248 d0³=82248/0.25.00-2.d0²=82248 mm³ b/d0=0..50-. d0.25. d0 Substituindo: 0.25-2.ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Dimensionamento: Módulo do engrenamento: (Pinhão) b.

d0n²=82248 b=82248/60² b=22. d0n=mn. b.Z1 d0n=5. 42 .8 mm recalculado.12 d0n=60 mm ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Dimensionamento: Em função do diâmetro primitivo determinamos o valor da largura. existe a necessidade do redimensionamento do diâmetro primitivo.ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Dimensionamento: Em função da normalização do módulo.

43 .92140/60 Ft=3071. determinamos que o fator q será igual 5.3N ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Dimensionamento: Fator de forma: Como o pinhão possui 12 dentes.T/d0n Ft=2.ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Dimensionamento: Resistência à flexão no pé do dente Ft=2.0.

8.134.mn)≤σmat σmáx=((3071.5. conclui-se que o pinhão deverá ser redimensionado.5) σmáx=134.7N/mm² = 134.7N/mm² .7MPa Como a tensão máxima atuante é superior à tensão admissível do material.ϕ)/(b.q.3.7MPa ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Dimensionamento: Análise do dimensionamento: material: Aço σmat=130N/mm² .1)/(22.ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Dimensionamento: Tensão máxima atuante no pé do dente: σmáx=((Ft.130MPa Como foi calculado: σmáx=134. 44 .

modulo entre outros. utilizando a tensão admissível do material (SAE4340).130) b=23. Melhor opção muitas vezes.6mm 45 .130MPa b=(Ft.5. Por exemplo utilizar aço SAE 8620. σ4340) b=(3071. poderíamos adotar as seguintes hipóteses: Modificação do material por um outro mais resistente. ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Re-dimensionamento: Manter módulo e fazer o redimensionamento da largura.q. pois σmat=200N/mm² .3. diâmetro primitivo.ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Re-dimensionamento: Em função do que foi calculado. Largura. Como σmat=130N/mm² .200MPa Alterar as dimensões geométricas da engrenagem.1)/(5.ϕ)/(mn.

2 a engrenagem está dentro das especificações.393 Segundo as orientações: Para engrenagens biapoiadas b/d0≤1.mn Espessura do dente-S0=t0/2 Pinhão 5mm 15. ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Características geométricas Característica Módulo normalizado-mn Passo-t0=mn.8mm 5mm 10mm 11mm 3.7mm 7.π Vão entre os dentes-lo=t0/2 Altura da cabeça-hk=mn Altura comum do dente-h=2mn Altura total do dente-2.ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Re-dimensionamento: Nova relação b/d0: b/d0=23.9mm 46 .2 Como 0.2.6/60 b/d0=0.393<1.

Z D.3mm ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Dimensionar um pinhão de dentes retos. 47 .2. para que possa atuar com segurança na transmissão onde esta será acionada por um motor de potencia de 15KW que atua com uma rotação de 1750 rpm.mn D.ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Características geométricas Característica Folga da cabeça-Sk=0. Base-dg=do.cosα Pinhão 1mm 60mm 56. Primitivo-d0=mn.

ENGRENAGENS EXERCÍCIO: Dimensionamento: Engrenagens Mancais Motor Acoplamento Eixo-Árvore 48 . Considerar b/d0=0.ENGRENAGENS EXERCÍCIO: O material a ser utilizado é o SAE 1040.50 α=20° Z1=32 dentes (pinhão) Z2=65 dentes (coroa) As engrenagens atuarão em equipamentos de conversão de madeira com carga uniforme. com tempo de serviço máximo de 10h diárias.

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