ROBERT

DILTS

Poder
de la

el

Palabra
Con cinco títulos ya publicados por Urano (Aprendizaje dinámico con PNL, Creación de modelos con PNL, Herramientas del espíritu, Identificación y cambio de creencias, Liderazgo creativo), Robert Dilts es uno de los autores más respetados de la PNL. La originalidad de su pensamiento lo sitúa en la vanguardia de este campo. Robert Dilts es investigador en el campo de la Programación Neurolingüística (PNL) desde el año 1975. Además de ser pionero en la aplicación de la PNL al desarrollo organizacional, al aprendizaje, a la creatividad y a la salud, sus contribuciones personales al campo de la PNL incluyen gran parte del trabajo seminal sobre las técnicas de Estrategias y Sistemas de Creencias en PNL, así como el desarrollo de lo que se conoce como «PNL sistémica».

Robert Dilts

El poder de la palabra
La magia del cambio de creencias a través d e la conversación

URANO
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.Dedicatoria Este libro está dedicado con afecto y respeto a Richard Bandler John Grinder Millón Erickson Gregory Bateson quienes me enseñaron la magia del lenguaje y el lenguaje de la «magia».Vcrdagucr. S. .A. 19. incluidos la reprografía y el tratamiento informático. Impreso por Romanyá Valls.Prinled in Spain . © 1999 by Meta Publications © 2003 by Ediciones Urano. The Magic of Conversacional Belief Change Editor original: Meta Publications. pral. Queda rigurosamente prohibida.08036 Barcelona wwwmundourano. S. 1 .A. California Traducción y actualización del glosario: David Scmpau Reservados todos los derechos. Capitola. .969 . la reproducción parcial o total de esta obra por cualquier medio o procedimiento. bajo las sanciones establecidas en las leyes. sin la autorización escrita de los titulares del copyright. Aribau. asi como la distribución de ejemplares mediante alquiler o préstamo públicos. 142.2008 Fotocomposición: Ediciones Urano. Titulo original: Sfeighí ofbtouth.A. S.com ISBN: 978-84-7953-519-3 Depósito legal: B.08786 Capellades (Barcelona) Impreso en España .

M a r c o s y r e e n c u a d r e s Marcos Cambio de objetivos Reencuadre Cambiar el t a m a ñ o del marco Reencuadrar el contexto Reencuadrar el c o n t e n i d o Reencuadrar a los críticos y las críticas Los patrones de «Intención» y «Redefinición» d e El poder de la palabra Ejercicio d e reencuadre de u n a palabra Percibir u n a situación desde otro m o d e l o de m u n d o situándose en «segunda posición» 7 13 15 21 23 28 31 34 38 40 43 45 49 53 56 60 61 64 69 72 74 .índice Dedicatoria Agradecimientos Prefacio Capítulo 1. Lenguaje y e x p e r i e n c i a La magia del lenguaje Lenguaje y Programación Neurolingüística Mapa y territorio Experiencia C ó m o el lenguaje e n c u a d r a la experiencia Reencuadrar c o n «aunque» Capítulo 2.

La e s t r u c t u r a básica d e las creencias 0 11 157 Capítulo 3. C r e e n c i a s y e x p e c t a t i v a s Creencias y sistemas de creencias El poder de las creencias Creencias limitadoras Transformar las creencias limitadoras Expectativas Las expectativas y el patrón d e consecuencias d e El poder de la palabra Cartografiar creencias y expectativas clave Evaluar la motivación para el cambio Hoja de evaluación de creencias C o n s t r u y e seguridad y refuerza las creencias Utilizar el m a r c o «como si» para reforzar creencias y expectativas Ejercicio « C o m o si» 79 81 83 86 87 89 91 95 97 100 102 104 106 108 111 116 121 127 129 131 134 135 137 144 148 151 153 154 154 155 Estructura lingüística de las creencias 159 Equivalencia compleja 160 Causa y efecto 162 Tipos de causas 165 La influencia d e las causas formales 167 El poder de la palabra y la estructura d e las creencias .10 E L PODER DE LA PALABRA índice C a p í t u l 6. Virus m e n t a l e s y la m e t a e s t r u c t u r a d e creencias Metaestructura d e creencias Virus mentales Presuposiciones Autorreferencia 191 193 195 201 203 205 206 208 210 212 217 221 223 227 236 242 . 170 Auditoría d e valores 173 Hoja de auditoría d e valores 178 Auditoría d e creencias 179 Procedimiento de «Auditoría de creencias» 179 Utilizar contra ejemplos para reevaluar las creencias limitadoras 182 Algunos marcos verbales para desvelar afirmaciones de creencias limitadoras 185 Generar contra ejemplos 186 Capítulo 7. . Valores y c r i t e r i o s La e s t r u c t u r a d e l significado Valores y motivación Criterios y juicios Recle finir valores y criterios para e n c a d e n a r l o s Fragmentar hacia abajo para definir «equivalencias de criterio» Estrategias de realidad Ejercicio de estrategia de realidad F r a g m e n t a r hacia arriba para identificar y utilizar jerarquías d e valores y criterios Técnica d e jerarquía de criterios C a p í t u l o 5. E s t a d o s i n t e r n o s y c a m b i o n a t u r a l d e creencias El proceso n a t u r a l de cambio de creencias El ciclo de c a m b i o de creencias Cambio de creencias y estados i n t e r n o s Reconocer estados internos e influir sobre ellos Ejercicio: Acceder a u n estado y anclarlo Tutoría y m e n t o r e s internos Procedimiento del ciclo d e creencias Implementar el ciclo d e cambio d e creencias Encadenado d e creencias La influencia d e la c o m u n i c a c i ó n n o verbal Capítulo 8. Fragmentación F o r m a s d e fragmentación Fragmentar hacia abajo Fragmentar hacia arriba F r a g m e n t a r lateralmente (descubrir analogías) Ejercicio: Busca isomorfismos Puntuación y repuntuación C a p í t u l o 4 .

d e m o d o q u e p u e d a n ser c o m p r e n d i d a s c o n m a y o r claridad. . C o n c l u s i ó n Epílogo Bibliografía Glosario 327 333 335 339 . c u y a s e x p e r i e n c i a s y explicaciones m e a y u d a r o n a c o m p r e n d e r el p r o c e s o n a t u r a l d e c a m b i o d e creencias y la « m e t a e s t r u c t u r a » d e las creencias. al igual q u e ha h e c h o c o n tantos o t r o s d e m i s libros y p r o y e c t o s . Agradecimientos Definición y ejemplos d e patrones d e E¡ poder de la palabra 267 Los patrones de El poder de la palabra c o m o sistema de intervenciones verbales 282 Utilizar El poder de la palabra c o m o u n sistema de patrones 283 Crear y m a n t e n e r u n «virus mental» utilizando El poder de la palabra 302 El poder de la palabra y la Ley d e variedad requerida . así c o m o d e las sugestivas i m á g e n e s q u e a b r e n cada u n o d e s u s capítulos. Mis hijos. J o h n es el c r e a d o r d e la c u b i e r t a d e este libro. que ha transformado en imágenes a l g u n a s d e las e s t r u c t u r a s más p r o f u n d a s s u b y a c e n t e s en El poder de la palabra. J o h n W u n d e s .B a n d l e r p o r su c o n t r i b u c i ó n y su a p o y o c u a n d o e m p e c é a desarrollar las ideas q u e c o n s t i t u y e n la base d e El poder de la palabra.12 EL PODER DH LA PALABRA La teoría d e los tipos lógicos Aplicación a sí m i s m a de u n a creencia o una generalización Metamarcos Niveles lógicos C a m b i o de niveles lógicos C a p í t u l o 9. 3 1 0 Reencuadrar y «sacar del marco» a u n virus mental utilizando El poder de la palabra 312 Practicar El poder de la palabra 319 C a p í t u l o 10. m e a y u d ó c o n la lectura d e p r u e b a s y la e d i c i ó n d e este libro. Todd E p s t e i n . Aplicar los p a t r o n e s c o m o u n s i s t e m a 246 248 253 256 262 265 D e s e o e x p r e s a r m i g r a t i t u d a: J u d i t h DeLozier. David G o r d o n y Leslie C a m e r o n . A n d r e w y J u l i a . A m i Sattinger q u i e n .

Q u e d é a s o m b r a d o a n t e las p o s i b i l i d a d e s q u e t a n t o el m e tamodelo c o m o el p r o p i o p r o c e s o de m o d e l a d o ofrecían. ciencia. sin n i n g u n a experiencia p r o p i a e n terapia d e clase a l g u n a . (ver Creación de modelos con PNL. M e pareció q u e el m o d e l a d o p o d í a tener i m p l i c a c i o n e s i m p o r t a n tes en t o d a s las áreas d e la actividad h u m a n a : arte. estos a u t o r e s m o d e l a b a n los p a t r o n e s del lenguaje y las c a p a c i d a d e s intuitivas d e tres d e los m á s eficaces psicoterapeutas del m u n d o (Fritz Perls. gestión e m p r e s a r i a l . Este c o n j u n t o d e p a t r o n e s ( c o n o c i d o c o m o Metamodelo) hacía p o s i b l e q u e c u a l q u i e r p e r s o n a . Barcelona. U r a n o . m u c h o m á s allá d e la p s i c o t e r a p i a . La clase estaba a cargo d e J o h n Grinder. G r i n d e r a c a b a b a d e c o m p l e t a r el primer v o l u m e n d e su o b r a p i o n e r a The Structure oj Magíc ( 1 9 7 5 ) . C o m o e s t u d i a n t e d e filosofía política. c o m o y o m i s m o ( e s t u d i a n t e d e tercer c u r s o d e ciencias políticas). Trata d e la magia del lenguaje y se basa e n los p r i n cipios y las clarificaciones d e la P r o g r a m a c i ó n N e u r o l i n g ü í s t i ca o PNL. c o m o a l u m n o en u n a clase d e lingüística en la U n i v e r s i d a d d e California en Santa C r u z . Dilts. Se m e o c u rrió q u e . Virginia Satir y M i l t o n Erickson). etc. J u n to con Richard Bandler. c o f u n d a d o r d e la PNL. e n s e ñ a n z a . política. la m e t o d o l o g í a del modelado podía conducir a amplias innovaciones en m u c h a s otras áreas e n las q u e interviniera la c o m u n i c a c i ó n h u m a n a .Prefacio Me he e s t a d o p r e p a r a n d o d u r a n t e m u c h o s a ñ o s p a r a escribir este libro. En esta o b r a . 1 9 9 9 ) . p u d i e r a f o r m u lar las p r e g u n t a s q u e u n t e r a p e u t a e x p e r i m e n t a d o plantearía. mi p r i m e r « p r o y e c t o d e m o d e l a d o » versó s o b r e la aplicación d e los filtros lingüísticos . E n t r é e n c o n t a c t o p o r p r i m e r a vez c o n la P N L hace ya casi v e i n t i c i n c o a ñ o s .

1 9 7 5 . la q u e m e c o n d u j o a r e c o n o c e r y formular c o n s c i e n t e m e n t e esos p a t r o n e s en el a ñ o 1980. E n los casi v e i n t e a ñ o s t r a n s c u r r i d o s d e s d e su formalización inicial. estos p a t r o n e s p r o p o r c i o n a n u n a h e r r a m i e n t a p a r a el c a m b i o d e creencias a través d e la conversación. Los p a t r o n e s d e El poder de la palabra c o n s t i t u y e n m i i n t e n t o p o r c o dificar a l g u n o s d e los m e c a n i s m o s lingüísticos clave q u e esas p e r s o n a s e m p l e a r o n para p e r s u a d i r a o t r a s . e n s e ñ a r estos p a t r o n e s d e forma eficaz presenta s u s dificultades. c o m u n e s y fundamentales. Bandler. m e p e r c a t é d e que se trataba e x a c t a m e n t e d e las m i s m a s e s t r u c t u r a s q u e h a b í a n utilizado p e r s o n a j e s c o m o Lincoln. estos p a t r o n e s d e El poder de la palabra e s t á n formados p o r categorías y d i s t i n c i o n e s v e r b a l e s . e n Aplications ofNLP. las p a l a b r a s s o n estructuras superficiales q u e t r a t a n d e representar o d e e x p r e s a r estructuras profundas. Es m á s . tenía q u e h a b e r algo m á s q u e las d i s t i n c i o n e s q u e el m e t a m o d e l o podía explicar. c o f u n d a d o r d e la P N L . es i m p o r t a n t e q u e al a p r e n d e r y practicar El poder de la palabra s e p a m o s d i s t i n g u i r la magia g e n u i n a d e los t r u c o s «tri- . Así p u e s . así c o m o p a r a influir s o b r e creencias sociales y s i s t e m a s d e creencias. h a b i d a c u e n t a d e q u e t r a t a n d e p a l a b r a s y éstas s o n f u n d a m e n t a l m e n t e abstractas. «oír». en la capacidad d e p e r s u a s i ó n d e Sócrates. A pesar de p o ner en ello t o d o s u e m p e ñ o . M o h a n d a s G a n d h i y Martin L u t h e r King. A m e d i d a q u e a v a n z a b a en el e s t u d i o d e l o s escritos y los d i s c u r s o s d e p e r s o n a s q u e h a b í a n influido o i n c i d i d o e n el curs o d e la historia d e la h u m a n i d a d — c o m o J e s ú s d e Nazaret. E n esencia. Si b i e n a q u e l e s t u d i o r e s u l t ó ser a la vez fascinante y revelador.). I n c l u s o a pesar d e q u e aplicaba p a t r o n e s «negativos» p a r a defender s u p o s i c i ó n . p a r a influir s o b r e las creencias d e q u i e n e s les e s c u c h a b a n . q u e p e r m i t e n a s u vez establecer. d e lo c o n t r a r i o . N o o b s t a n t e . Dilts. P u e d e n s e r definidas c o m o « r e e n c u a d r e s v e r b a les» q u e influyen t a n t o s o b r e las creencias c o m o s o b r e los m a pas m e n t a l e s a partir d e los q u e éstas h a n s i d o c o n s t r u i d a s . etc. 1 9 8 3 ) . Albert Einstein. A b r a h a m L i n c o l n . F u e u n a experiencia c o n R i c h a r d Bandler.16 EL PODCR DE LA PALABRA Prefacio 17 q u e G r i n d e r y B a n d l e r h a b í a n e m p l e a d o p a r a analizar a a q u e llos t e r a p e u t a s . m e fui c o n v e n c i e n d o d e q u e . a q u e l l a s clarificaciones c o n t r i b u í a n a la c o m p r e n s i ó n . r e p u t a d o p o r s u d o m i n i o del lenguaje. p u d e r e c o n o c e r a l g u n a s d e las e s t r u c t u r a s q u e e m p l e a b a . « m i rar». p a r a p r o m o v e r c a m b i o s sociales p o d e r o s o s y positivos. a pesar d e q u e q u i e n e s las p r o n u n c i a r o n h u b i e r a n d e s a p a r e c i d o físicamente m u c h o s a ñ o s atrás. C o m o la p r o p i a P N L señala. tales c o m o los predicados sistémicos representacionales (palabras descriptivas q u e i n d i c a n d e t e r m i n a d a m o d a l i d a d sensorial: «ver». Para aclarar u n p u n t o d e s u s e n s e ñ a n z a s d u r a n t e u n s e m i n a r i o . Lo m i s m o s u c e d í a c o n otras d i ferenciaciones verbales p r o p o r c i o n a d a s p o r la PNL. Sin d u d a . d e a l g ú n m o d o sentía q u e . n a d i e entre los p r e s e n t e s tuvo el m e n o r éxito en influir sobre el a p a r e n t e m e n t e i m p e n e t r a b l e sistema d e creencias q u e Bandler acababa de establecer ( u n sistema b a s a d o en lo q u e y o d e n o m i n a r í a m á s tarde «virus m e n tales»). desafiando a los p a r t i c i p a n t e s a q u e le c o n v e n c i e r a n p a r a cambiarlo (ver Capítulo 9 ) . c a m b i a r o t r a n s f o r m a r creencias a través del lenguaje. Al e s c u c h a r los d i s t i n t o s « r e e n c u a d r e s » verbales q u e Bandler creaba e s p o n t á n e a m e n t e . «tocar». estableció u n sistema d e creencias j o c o s o p e r o « p a r a n o i d e » . d e b e m o s interiorizar su « e s t r u c t u r a m á s p r o f u n d a » . los p a t r o n e s d e El poder de la palabra h a n d e m o s t r a d o s e r u n o d e los g r u p o s d e clarificaciones p r o p o r c i o n a d o s p o r la P N L c o n m á s p o d e r p a r a la p e r s u a s i ó n efectiva. Tal vez m á s que n i n g ú n o t r o c o n c e p t o d e P N L . Karl M a r x . aquellos pat r o n e s q u e s u s p a l a b r a s codificaban. p a r a tratar d e d e s c u b r i r q u é p a t r o n e s s u r g i r í a n del e s t u d i o d e los Diálogos Socráticos de Platón (Platos Use of the Dialectic in The Republic: A Linguistic Analysis. «sentir». G a n d h i y J e s ú s . e n t r e o t r o s — . Para c o m p r e n der r e a l m e n t e y aplicar c o n creatividad d e t e r m i n a d o p a t r ó n d e lenguaje. e n t r e otros. s e g u í a n i n f l u y e n d o y m o d e l a n d o la historia. n o s e s t a r e m o s l i m i t a n d o a i m i t a r o a r e p e t i r « c o m o u n loro» los e j e m p l o s q u e s e n o s h a y a n p r o p u e s t o . p e r o n o a c a b a n d e c a p t a r la t o t a l i d a d d e las d i m e n s i o n e s d e los p o d e r e s persuasivos d e Sócrates. a q u e l l a s p e r s o n a s e m p l e a b a n d e t e r m i n a d a s series de patrones. « s o n a r » .

El poder de la palabra es u n t e m a a p a s i o n a n t e . e n t r e o t r o s . con mayúscula. del T. .18 E L PODER DE LA PALABRA Prefacio 19 viales». este p l a n t e a m i e n t o refleje el m o d o e n q u e a p r e n d i m o s n u e s t r a l e n g u a m a t e r n a s i e n d o n i ñ o s . M a r x . n o es m e n o s cierto q u e tiene s u s limitaciones. a u n q u e al m i s m o t i e m p o les r e s u l t a n a veces c o m p l e j o s y algo confusos. d e m o s t r a t i v o s d e las diferentes e s t r u c t u r a s verbales. c o m o p u e d a n ser l o s t í p i c a m e n t e relacionados c o n la terapia o el d e b a t e . que m e permitieran presentar con claridad y concisión suficientes las estructuras m á s profundas subyacentes en El poder de la palabra. J e s ú s . H a l l b o m y Smith. (N. Algunas d e estas dificultades reflejan s i m p l e m e n t e el p r o p i o desarrollo histórico d e estos patrones. s u p o n i e n d o q u e el discíp u l o a d i v i n a r á i n t u i t i v a m e n t e p o r s u c u e n t a la e s t r u c t u r a p r o funda necesaria p a r a g e n e r a r los p a t r o n e s a d e c u a d o s . Dilts. Dilts. ROBERT DILTS Santa C r u z . el Proceso d e Instalación d e Creencias. e n cierta m e d i d a . tales c o m o la Reimpronta. Los identifiqué y formulé antes d e tener la o p o r t u n i d a d d e explorar con d e t e n i m i e n t o la estructura m á s profunda d e las creencias y del c a m b i o d e creencias. l o c u a l les ha c o n f e r i d o c o n el t i e m p o cierta r e p u t a c i ó n d e p o m p o s o s . tanto cognitiva c o m o n e u r o lógicamente. los p a t r o n e s d e El poder de la palabra h a n sido e n s e ñ a d o s p o r lo general p o r m e d i o d e la p r e s e n t a c i ó n al a l u m n a d o d e definiciones y e j e m p l o s verbales. La magia del c a m b i o p r o v i e n e d e la c a p a c i d a d para acceder a algo q u e está m á s allá d e las p r o p i a s palabras. influir y t r a n s f o r m a r creencias que r e s u l t a r o n cruciales e n la f u n d a c i ó n d e n u e s t r o m u n d o moderno. y Beliefs: Pathwcrys to Health and Well-Being. en el original. t i t u l a d o en p r i n c i p i o Eí Lenguaje del Liderazgoy del Cambio Social. b á s i c a m e n t e c o m o h e r r a m i e n t a p a r a la d i s c u s i ó n y el d e b a t e . el Metaespejo y la Integración d e Creencias Enfrentadas (ver Cíianging Belief Systems wiih NLP. A u n q u e . p a r a establecer. 1990). Se refiere a una de las categorías dentro de la formación reglada y certificada en PNL. C o n o c e r l o me p e r m i t e a y u d a r t e a p r o n u n c i a r las p a l a b r a s a d e c u a d a s e n el m o m e n t o o p o r t u n o . H a y i n c l u s o p r a c ticantes" d e P N L ( a l g u n o s c o n m u c h o s a ñ o s d e e x p e r i e n c i a ) q u e n o s i e m p r e tienen claro c ó m o encajan estos p a t r o n e s c o n otros c o n c e p t o s d e la P N L . hasta hace pocos a ñ o s n o h e c o n s e g u i d o la profundización y la c o m p r e n s i ó n necesarias acerca de c ó m o se forman las creencias y d e c ó m o se m a n t i e n e n . Tengo p r e v i s t o u n s e g u n d o v o l u m e n . sin n e c e s i d a d d e técnicas formales o d e contextos específicos. P o r e j e m p l o . Desde q u e identifiqué los patrones d e Eí poder de la palabra. L i n c o n y G a n dhi. h e ido desarrollando u n a serie d e técnicas para el cambio de creencias. California M a y o d e 1999 * Practitioners. Hasta a h o r a . Sin e m - bargo. el Patrón d e Transformación del Fracaso en E n s e ñ a n z a . 1990.). Confío en q u e disfrutes d e este viaje a la m a g i a del lenguaje y del c a m b i o d e creencias a través d e la c o n v e r s a c i ó n . los p a t r o n e s s o n a m e n u d o p r e s e n t a d o s y utilizados en u n m a r c o a d v e r s o . E s m á s . así c o m o su relación con otros niveles de c a m b i o y aprendizaje. h a y p e r s o n a s ( p a r t i c u l a r m e n t e las n o a n g l ó fonas p o r o r i g e n ) a las q u e los p a t r o n e s d e El poder de la palabra les p a r e c e n útiles y p o d e r o s o s . e n el q u e e x p l o raré e ilustraré c ó m o fueron u t i l i z a d o s estos p a t r o n e s p o r personajes h i s t ó r i c o s c o m o Sócrates.

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C o n s i d e r e m o s .La magia del lenguaje El poder de la palabra trata d e la magia de las palabras y del lenguaje. deforma universal. Con ellas podemos darnos unos a otros la mayor felicidad o la más grande de las desesperaciones. el medio a través del cual influimos sobre nuestros congéneres. El gran psiquiatra Sigmund Freud. e incluso hoy las palabras siguen reteniendo gran parte de su poder mágico. y p u e d e ejercer u n a tremenda influencia sobre el modo en q u e percibimos la realidad y r e s p o n d e m o s ante ella. los casos siguientes: . Los p a t r o n e s de E¡ poder de la palabra proceden del estudio del m o d o en que el lenguaje ha sido y p u e d e ser utilizado para influir sobre la vida de las personas. p o r ejemplo. con ellas imparte el maestro sus enseñanzas a sus discípulos. siendo considerado c o m o u n o de los principales factores que nos distinguen d e las d e m á s criaturas. El lenguaje constituye u n o de los c o m p o n e n t e s fundamentales a partir de los cuales construimos nuestros modelos m e n t a les del m u n d o . como tal. opinaba que las palabras son el i n s t r u m e n t o básico de la conciencia h u m a n a y q u e . determinando sus juicios y sus decisiones. tienen poderes m u y especiales. con ellas arrastra el orador a quienes le escuchan. El lenguaje verbal constituye u n a característica exclusiva de la especie h u m a n a . p o r ejemplo. Las palabras apelan a las emociones y constituyen. C o m o él m i s m o expuso: Palabrasy magia fueron al principio una y la misma cosa.

perm i t i e n d o q u e la a g e n t e haga s u trabajo sin m á s violencia n i enfrentamientos. Éste le r e s p o n d e : — L a m e n t o traer malas noticias. Finalmente consigue establecer relaciones sociales normales. deambula p o r la sala y predica a los d e m á s pacientes. y r e s p o n d e : —Servicio de reparación de televisores. Entonces el psiquiatra le explica q u e están c o n s t r u y e n d o u n a nueva instalación en la sala d e recreo y q u e necesitan a alguien que sepa manejar la madera. n i los psiquiatras ni l o s cuidadores h a n tenido el m e n o r éxito en sus intentos p o r persuadirle de que a b a n d o n e su ofuscación hasta que. que va a estrellarse contra el suelo para hacerse añicos ante los pies d e la agente. el paciente le pregunta al médico c ó m o h a ido la intervención. s o r p r e n d i d o : — B u e n o . . C o m o m á s tarde c o m e n t a r í a . si es q u e eres d e la clase de persona que gusta de ayudar a los d e m á s . más o m e n o s . llega un n u e v o psiquiatra. Ésta s e precipita hacia la p u e r t a y c o m i e n z a a golpearla c o n todas s u s fuerzas. . Reflexionando acerca de lo estresante y poco gratificante q u e ha sido su vida en los años preceden- . en la m e d i d a de lo posible. El resto es ahora cosa suya. que lo ignoran sistemáticamente. Un h o m bre está gritando fuertemente y se oye el r u i d o de objetos al ser arrojados contra la pared. el paciente comienza a reevaluar su estilo d e vida y las posibles alternativas. . El cirujano va a verlo para informarle del resultado de la operación. Enfrentándose a s u s peores temores. la agente escucha voces y chillidos procedentes del interior de aquélla. Un paciente despierta d e la anestesia en la sala de recuperación d e u n hospital.A PALABRA Lenguaje y experiencia 25 Una agente de policía de recibe orden de acudir urgentem e n t e a u n a vivienda para a t e n d e r u n incidente de violencia doméstica. Del interior d e la vivienda surge u n a voz de t r u e n o que pregunta: — ¡ ¿ Q u i é n d e m o n i o s es?! La agente echa una mirada d e reojo a los restos del televisor. Medio aturdido a ú n p o r los efectos de la anestesia y en cierta m e d i d a ansioso. Pasa s u s días sin hacer nada. Espoleado p o r el c o m e n t a r i o del médico. —Tu ayuda nos sería d e gran utilidad —prosigue el psiquiatra—. Bueno. j u n t o c o n los chillidos de terror de u n a voz femenina. d o n d e está siendo tratado de su creencia d e ser «Jesucristo». u n b u e n día. el recién llegado se acerca al j o v e n y le dice: —Tengo entendido que tienes experiencia como carpintero. esparcidos p o r el lugar d o n d e ella estaba tan sólo u n par d e s e g u n d o s antes. El t u m o r q u e h e m o s extirpado es canceroso. Hace cambios en su dieta y comienza a hacer ejercicio c o n regularidad.. sobre todo si se trata de personas violentas e irritadas. Al aproximarse a la vivienda en cuestión. Se implica en el proyecto y establece n u e v a s amistades con otros pacientes y con los obreros que trabajan en la construcción. el paciente decide prestarse al j u e g o . Incapaz de negarse. aquellas afortunadas palabras le sirvieron a la agente m u c h o m á s q u e meses d e preparación física para el c o m b a t e c u e r p o a cuerpo. s í . A lo q u e el otro le responde. . las b u e n a s noticias son que h e m o s extirpado todo el tumor.EL PODER DE I. Hasta el m o m e n t o . el h o m b r e d e d e n t r o estalla en u n a s o n o r a carcajada y abre la puerta. el paciente le pregunta: —¿Y ahora qué? A lo q u e el cirujano le responde: — B u e n o . Tras u n o s instantes d e silencio sepulcral. U n joven se halla i n t e r n a d o en el ala de psiquiatría de u n hospital mental. A la gente n o le gusta que la policía se m e t a en sus a s u n t o s familiares. De r e p e n t e sale volando a través d e la puerta de entrada u n televisor. tras u n a intervención quirúrgica. Tras observar discreta- m e n t e al paciente d u r a n t e u n tiempo. Sabe que es precisamente en esta clase d e situaciones en las que más peligra su integridad física. dejar el hospital y conseguir u n e m p l e o estable..

habida cuenta de la cantidad d e solicitudes. Finalmente. Ha barajado diversas opciones. pero parece incapaz d e atrapar bien la pelota y ésta le asusta. se embarca en u n proceso de crecim i e n t o p e r s o n a l . I m b u i d o d e la sensación d e q u e sí p u e d e aprender. el h o m b r e le dice c o n sinceridad y sencillez: — S e a m o s o n o conscientes d e ello. estudia psicología y se convierte en consejero de víctimas d e c o n d u c t o r e s ebrios y en terapeuta para personas que h a n sido arrestadas p o r c o n d u c i r bajo los efectos del alcohol. t e m e que. le explica su raz o n a m i e n t o a su m a d r e . Poniéndose d e pie frente al chaval. pero el coche patina. colocando su m a n o sobre el h o m b r o del s o b r i n o . probablemente habría visto antes a aquel peatón y habría p o d i d o responder con mayor rapidez y precisión. años más tarde. le p o n e la pelota en su guante y le pide q u e se la lance. considera incluso la idea d e suicidarse. Su vida cambia espectacularmente para mej o r y. Esta sencilla verdad anima a la j o v e n a m a n d a r también su solicitud a esa universidad de s u s s u e ñ o s . decide presentar solicitudes ú n i c a m e n t e para otras opciones más modestas. se e n c u e n t r a delante d e él con una persona q u e cruza la calle. libre de su cáncer y m á s sano d e lo que n u n c a antes había estado. Siente q u e el accidente es p o r completo culpa suya. todos c o r r e m o s peligro c o n s t a n t e m e n t e . Sintiéndose cada vez más d e p r i m i d o . convierten alguna creencia limitadora en u n a perspectiva más rica. A lo que su m a d r e le responde: — S i e m p r e hay sitio para alguien b u e n o . Una m u c h a c h a se está p r e p a r a n d o para acceder a la universidad. Un joven q u e ha estado en u n a cena con s u s amigos y se h a l o m a d o varios vasos de vino. y lo que más le gustaría sería entrar en la facultad de ciencias empresariales d e una d e las universidades m á s prestigiosas de su e n t o r n o .EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 27 tes a la intervención. Para su sorpresa y deleite. le dice a su entrenad o r q u e piensa dejarlo p o r q u e se considera u n «mal jugador». Cambia p o r completo s u s hábitos. De este m o d o consigue transformarse en u n a fuerza positiva d e cambio y sanación para la vida d e m u c h a s personas. Al t o m a r u n a curva. Luego da u n paso atrás y se la devuelve con suavidad al muchacho. sabe que ha acabado con u n a vida y q u e ha destrozado una familia de forma irreparable. hasta q u e el chico recibe y lanza con seguridad a u n a distancia respetable. diciéndole: —Seguro que esa universidad estará i n u n d a d a de solicitudes. Mientras rellena los formularios. se siente feliz. Paso a paso va a u m e n tando la distancia entre a m b o s . Quiere estar en el equipo con s u s amigos. se siente cada vez m á s d e s a n i m a d o . tan sólo hay personas que n o confían en su capacidad para aprender. Un m u c h a c h o trata desesperadamente d e a p r e n d e r a jugar a béisbol. De repente. El h o m b r e le responde: — N o hay malos jugadores. n o tenga la m e n o r o p o r t u n i d a d d e ser aceptada. golpea al peatón y éste m u e r e . Pisa el freno a fondo. Sin embargo. Ilustran hasta qué p u n t o las . Luego. A m e dida q u e el curso y los e n t r e n a m i e n t o s avanzan. al ver el lamentable estado del m u c h a c h o . Su tío va a visitarle y. Tratando de ser m á s «realista» y d e evitar el desengaño. Todos estos ejemplos c o m p a r t e n u n a característica c o m ú n : unas pocas palabras cambian para mejor el curso d e la vida de alguien. se sienta a su lado y p e r m a n e c e en silencio u n o s m i n u t o s . es aceptada y acaba convirtiéndose en u n a prestigiosa consultora. D u r a n t e semanas el joven se siente paralizado p o r el desasosiego y la confusión. que permite m á s opciones. coge su coche para volver a casa en m e d i o d e la helada n o c h e invernal. Si n o hubiera bebido tanto. s u s valores y su propósito vital. el chaval vuelve a entrenar hasta convertirse en u n m i e m b r o valioso para su equipo. el joven siente c o m o si una nueva luz c o m e n zara a iluminar su vida. clarificando sus creencias.

. así c o m o d e los patrones de lenguaje a través de los cuales p o d e m o s transformar afirmaciones perjudiciales en declaraciones positivas. nos servimos del lenguaje para comunicarnos unos a otros nuestro modelo o representación del mundo. Los patrones verbales de Eí poder de la palabra tienen u n a cualidad «mágica» en cierto m o d o parecida. Rhema ( p r | u a ) equivalía a u n a expresión. El gran filósofo griego Aristóteles describía c o m o sigue la relación entre palabras y experiencia mental: Las palabras habladas son los símbolos de la experiencia mental. a la vista de todos. han implicado la utilización del lenguaje. determinadas en parte por nuestro modelo de representación. Este libro trata del poder benéfico o perjudicial d e las palabras y de las distinciones que d e t e r m i n a n el tipo de impacto que esas palabras van a tener. A esta actividad consistente en la utilización del lenguaje como medio de comunicación la denominamos hablar.28 EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 29 palabras adecuadas en el m o m e n t o o p o r t u n o tienen p o d e r para generar efectos poderosos y positivos. Por desgracia. Richard Bandler y J o h n Grinder. a su vez. el lenguaje n o s sirve c o m o m e d i o tanto para representar o crear modelos d e nuestra experiencia. Como humanos. Por ejemplo. empleamos el lenguaje de dos formas. p u g n a b a n p o r definir algunos de los principios ocultos tras la aparente «magia» del lenguaje a la que se refiere Freud: Todos los logros de la especie humana. Las palabras inadecuadas en el m o m e n t o i n o p o r t u n o p u e d e n resultar dañinas y destructivas. Este modelo del mundo. Ésta se o c u p a de la influencia q u e el lenguaje tiene sobre nuestra programación mental y d e m á s funciones de n u e s t r o sistema nervioso. Según Bandler y Grinder. los griegos antiguos tenían n o m b r e s distintos p a r a cada u n a de estas dos utilizaciones del lenguaje. En realidad. pensar. ésta se ha «transformado» en la reina d e corazones. mientras que las palabras escritas lo son de las pa- Lenguaje y Programación Neurolingüística El presente estudio se basa en los patrones y las precisiones de la Programación Neurolingüística o PNL. y logos para d e n o t a r las palabras relacionadas c o n el pensamiento y la c o m p r e n s i ó n . u n espectador coloca el as de espadas sobre la baraja pero. escribir.. Empleaban los t é r m i n o rhema para referirse a las palabras utilizadas c o m o medio de c o m u n i c a ción. mer libro. p u e s t o que consiguen a m e n u d o provocar cambios espectaculares. En segundo lugar. estamos creando un modelo de nuestra experiencia. y éstas están. a «palabras c o m o cosas». La PNL trata asimismo del m o d o en q u e nuestra programación mental y nuestro sistema nervioso se reflejan tanto en nuestro lenguaje c o m o en los patrones lingüísticos que e m p l e a m o s . cofundadores de la PNL. ahora n o lo ves». En su pri- . La prestidigitación consiste en el arte d e practicar la «magia» a corta distancia. mientras q u e logos (koyoo) se refería a las palabras relacionadas con la «manifestación d e la razón». c u a n d o vuelve a mirar la carta. En primer lugar para representar nuestra experiencia. La esencia de la Programación Neurolingüística estriba en que el funcionamiento de nuestro sistema nervioso ( « n e u r o » ) está í n t i m a m e n t e vinculado a nuestra capacidad para el lenguaje («lingüística»). Cuando utilizamos el lenguaje como sistema de representación. Esta clase de magia se caracteriza p o r la experiencia «ahora lo ves. en una actividad que denominamos razonar. fantasear o ensayar. conferenciar o cantar. Las estrategias («programas») a través d e las que nos organizamos y c o n d u c i m o s n u e s t r o c o m p o r t a m i e n t o están construidas sobre patrones neurológicos y verbales. tanto e n la percepción c o m o en las presuposiciones sobre las que se basa cada percepción en particular. que hemos creado por medio del uso representativo del lenguaje. tanto en lo positivo como en lo negativo. discutir. como para c o m u n i c a r n o s acerca de los mismos. también las palabras p u e d e n confundirnos y limitarnos. se basa en nuestras percepciones del mundo. The Structure of Magic ( 1 9 7 5 ) .

el lenguaje p u e d e ser paralelo e incluso substituir a las experiencias y las actividades.30 EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 31 labras habladas. en gran medida. «logos» tía el principio regidor y generador. En Science and Sanity (1933). Para los estoicos. tanto habladas c o m o escritas. el lenguaje n o es tan sólo u n «epifen ó m e n o » o u n conjunto d e signos arbitrarios p o r medio de los cuales nos c o m u n i c a m o s acerca d e nuestra experiencia mental. p o r ejemplo. Según Philo —filósofo j u d í o griegoparlante. Korzybski afirma que el progreso del ser h u m a n o es. en n u e s t r o s sistemas de representación interna. etc. al nivel más profundo.C. Desde esta perspectiva. es el mismo sistema nervioso por medio del cual los humanos producimos todos y cada uno de los diferentes modelos del mundo (visual. cinestésico.). C o m o resultado d e todo ello. Por consiguiente. Mapa y territorio La piedra angular. responsable del sistema representacional del lenguaje. tanto para reflejar c o m o para moldear las expresiones mentales. F o r m u l a d o inicialmente por Alfred Korzybski (1879-1950). s o n «estructuras superficiales». capaces de formar y utilizar representaciones simbólicas o mapas. Sin embargo. fundador de la Semántica General.) definía el «logos» como el «principio universal a través del cual todas las cosas estaban interrelacionadas y sucedían todos los acontecimientos naturales». La afirmación aristotélica d e q u e las «palabras» simbolizan nuestra «experiencia mental» nos recuerda el concepto de PNL consistente en que las palabras. U n a i m p o r t a n t e implicación consiste en q u e «hablar de algo» p u e d e hacer m u c h o más que reflejar simplemente nuestras percepciones: p u e d e en realidad crear o modificar esas percepciones. las palabras tienen poder. Del mismo modo que no todos los hombres tienen la misma escritura. En cada uno de ambos sistemas actúan los mismos principios estructurales. tampoco tienen los mismos sonidos hablados. las experiencias mentales que ambas expresiones directamente simbolizan son las mismas para todos. consiste e n el principio de que «el mapa n o es el territorio». «logos» era el p u n t o intermedio entre la realidad última y el m u n d o perceptible. Ello implica u n papel especial y particularmente profundo para el lenguaje en el proceso de cambio y sanación. ahorrándoles así la necesidad de tener que cometer de nuevo los m i s m o s errores. tanto conscientes c o m o inconscientes. p o d r e m o s identificar e influir. i n m a n e n t e y activo en toda realidad y omnipresente en todo c u a n t o existe. La c o m b i n a c i ó n de su trabajo en el área d e la semántica c o n la teoría sintáctica d e gramática trasformacional de Noam C h o m s k y constituye el núcleo de gran parte del aspecto «lingüístico» de la Programación Neurolingüística. constituye u n tipo de mapa o modelo del m u n d o que nos permite resumir o generalizar nuestras experiencias y transmitirlas a otros h u m a n o s . p o r ejemplo. Heráclito (540-480 a. tanto d e El poder de la palabra c o m o del enfoque al lenguaje de la PNL. se consideraba que el «íogos» constituía el principio controlador y unificador del universo. una consecuencia de la superior flexibilidad de s u s sistemas nerviosos. El lenguaje. así c o m o para otros procesos mentales. su obra capital. reconoce la distinción fundamental entre n u e s t r o s m a p a s del m u n do y el propio m u n d o . Accediendo a esas estructuras profundas subyacentes a las palabras específicas utilizadas p o r cualquier persona. C o m o señalaran Bandler y Grinder: El sistema nervioso. del mismo modo que lo son todas las cosas de las cuales nuestras experiencias son imágenes. o d e . c o n t e m p o r á n e o d e J e s ú s — . transformaciones a su vez de otras «estructuras profundas». sino que constituye también una parte crucial de esta m i s m a experiencia mental. La filosofía del lenguaje de Korzybski ha significado u n a de las influencias más poderosas en el desarrollo de la PNL. Ello las convierte en h e r r a m i e n t a s poderosas para el p e n s a m i e n t o . En la filosofía de la Grecia antigua. las operaciones mentales que los patrones d e lenguaje de esa persona reflejan.

es importante que e x p a n d a m o s sin cesar n u e s t r o s m a p a s del m u n do. la palabra «gato» es c o m ú n m e n t e aplicada a millones de animales individualmente distintos. así c o m o q u e esta visión se basa en los m a p a s i n t e r n o s que h e m o s ido c o n s t r u y e n d o a través de n u e s t r o lenguaje y de nuestros sistemas sensoriales de representación. En palabras del gran científico Albert Einstein: «Nuestra forma d e p e n s a r genera problemas que la m i s m a clase d e pensamiento n u n c a logrará resolver». debido a que éstas no encajan en sus modelos del mundo.. a la «neurolingüística» c o m o área de estudio importante en relación con su semántica general. en 1941. I ( 1 9 7 5 ) . m á s q u e la propia realidad. De hecho. su primer libro. a ilustraciones y fotografías. La distinción de Korzybski entre mapa y territorio implica que nuestros m o d e l o s mentales de la realidad d e t e r m i n a n . C o m o señala el Hamlet de Shakespeare: «No hay más bien ni mal que el que el pensamiento construye». sino que se bloquean y no pueden ver las opciones y las posibilidades que se abren ante ellas. los cofundadores d e la PNL Richard Bandler y J o h n Grinder señalaron que la diferencia entre q u i e n e s r e s p o n d e n eficazmente al m u n d o que les rodea y q u i e n e s lo hacen deficientemente está. las ideas y los métodos d e Korzybski constituyen una de las bases de la PNL. son las que poseen una representación o un modelo ricos de su situación. n o está siempre claro si se está refiriendo a un animal d e cuatro patas. a u n a palabra de cuatro letras. declara q u e «no hay dos personas. a u n a palabra d e cuatro letras. Son estos «mapas lingüísticos» los que determinarán. Korzybski sugiere que los h u m a n o s necesitan ser adec u a d a m e n t e entrenados en la utilización del lenguaje con el fin de evitar las confusiones y los conflictos innecesarios que surgen d e la confusión entre el «mapa» y el «territorio». d o s situaciones o d o s etapas d e u n proceso que sean iguales en detalle».. E n The Structure of Magic. o incluso metafóricamente (ojos de gata) a las personas. el m o d o en que actuaremos. o a u n h o m í n i d o d e dos piernas. el propio Korzybski señaló. o que no dispongan de opciones. Así p u e s . Las otras creen tener pocas opciones. c u a n d o alguien utiliza el t é r m i n o «gato». e n gran medida. Hemos descubierto que no es que el mundo sea demasiado limitado para ellas. en función de su m o d e l o interno del m u n d o : Las personas que responden creativamente y se las arreglan con eficacia. más q u e la propia realidad. al m i s m o tiempo que su mal uso y s u mala comprensión constituyen también la explicación de nuestros problemas. Vol. P o r ejemplo. a n u e s t r a s imágenes mentales. Esta clase de capacidad lingüística generalizadora de los h u m a n o s —señala Korzybski— explica la diferencia abismal entre nuestro progreso y el de los animales. fenómeno que se conoce en PNL c o m o «generalización» o «ambigüedad». c ó m o reaccionaremos ante él. ninguna de las cuales les resulta atractiva. cómo interpretaremos el m u n d o que nos rodea. c o m o resultado de nuestras experiencias vitales individuales. Korzybski consideraba i m p o r t a n t e enseñar a las personas el m o d o de reconocer y trascender s u s hábitos lingüísticos. Trató d e desarrollar h e r r a m i e n t a s que a y u d a r a n a la gente a evaluar s u s experiencias. m e n o s p o r las implicaciones d e su lenguaje cotidiano y más p o r las realidades irrepetibles de su situación particular. El objetivo de Korzybski consistía en estimular a las personas a p o s p o n e r s u s reacciones inmediatas y a buscar las características únicas d e la situación j u n t o con interpretaciones alternativas. lo cual tiende a c o n d u c i r a la identificación o «confusión» entre dos o más situaciones. C o m o ha q u e d a d o dicho. La ley de individualidad d e Korzybski. al «mismo» animal en diferentes etapas de su vida. Por consiguiente. Korzybski señala que disp o n e m o s d e un n u m e r o d e conceptos y palabras m u y inferior al de experiencias únicas.. para que p u d i e r a n así comunicarse m á s eficazmente y apreciar mejor las características únicas d e s u s experiencias cotidianas. . qué significado extraeremos de nuestras experiencias y cuál d a r e m o s a n u e s t r o s c o m p o r t a m i e n t o s .. p o r ejemplo. La PNL postula que todos t e n e m o s nuestra propia visión del m u n d o .32 EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 33 reinventar lo que ya ha sido previamente descubierto. en la que perciben un amplio abanico de posibilidades donde elegir su acción.

oídos. piel. Toda la información d e la que d i s p o n e m o s acerca d e nuestra existencia física procede de estas ventanas sensoriales. c o m o la fantasía o la alucinación. este m o d o . Nuestra «experiencia» d e u n a puesta d e sol. d e u n a discusión o d e u n a s vacaciones está direct a m e n t e relacionada con nuestra percepción personal d e estos acontecimientos. si enriqueces o e x p a n d e s tu m a p a del m u n d o p o d r á s percibir más opciones disponibles. las «creencias». «Experiencia» se refiere aquí al proceso d e experimentar. A m e n u do. Desde la perspectiva de la PNL. los h u m a n o s t e n e m o s también u n a red interna d e información y c o nocimiento. y c o n l l a enriquecemos n u e s t r o particular m a p a del m u n d o . etc. Lo que sucede es que las personas más eficaces s o n aquellas cuyo mapa del m u n d o les permite percibir el mayor n ú m e r o posible d e posibilidades y perspectivas. Cada canal sensorial actúa c o m o u n filtro q u e responde a u n rango d e t e r m i n a d o de estímulos (ondas l u m i n o s a s . así c o m o la materia prima fundamental para la c o n s trucción de n u e s t r o s m o d e l o s del m u n d o . Experiencia sensorial se refiere a la información recibida a través de los órganos sensoriales (ojos. distorsionar y generalizar los datos recibidos a través d e ellos. contacto físico. organizarse y responder ante él es m u c h o más rica. Toda la información que nos llega p o r m e d i o d e los s e n t i d o s es constantemente codificada o envuelta en c o n o c i m i e n t o precedente. U n a d e las misiones prioritarias d e la PNL consiste en crear h e r r a m i e n t a s ( c o m o los patrones d e El poder de la palabra) q u e ayuden a las personas a ampliar y enriquecer s u s m a p a s i n t e r n o s d e la realidad.). Según la PNL. nuestras experiencias se construyen a partir de la información sobre el medio externo que recibimos a través d e los órganos sensoriales. construida a partir d e experiencias generadas internamente. ondas sonoras. las fantasías. A m o d o d e primera interfaz con el m u n d o que nos rodea. más posibilidades tendrás para manejar los retos que la realidad te plantee. Utilizamos también el t é r m i n o «experiencia» para referirnos al conocimiento a c u m u l a d o a lo largo de nuestra vida. C o m o resultado de ello. dada u n a m i s m a realidad. los sentidos constituyen n u e s t r a s «ventanas al m u n d o » . j u n t o con los recuerdos. n o hay ningún mapa del m u n d o «verdadero» o «correcto». actuarás c o n m á s eficacia y m a y o r sabiduría. el conocimiento previo existente actúa a m o d o d e filtro para e Experiencia Nuestros m a p a s del m u n d o p u e d e n ser contrastados c o n nuestra experiencia del m i s m o . Su forma d e percibir el m u n d o . la comunicación y el m o d e l a d o eficaces h u n d e n p o r igual s u s raíces en la experiencia sensorial. nariz y b o c a ) . que variará según la especie d e que se trate. así c o m o c o n nuestra participación en los mism o s . Esta red interna de c o n o cimiento genera otra serie de filtros «internos» q u e enfocan y d i rigen nuestros sentidos y q u e actúan asimismo para eliminar. Según la PNL. Además de la experiencia procedente de los sentidos. tales c o m o los «pensamientos».34 EL PODER DE l-A PALABRA Lenguaje y experiencia 35 U n a d e las creencias fundamentales en la PNL consiste en que. Los órganos sensoriales constituyen las facultades por las que los h u m a n o s y otros animales perciben el m u n d o que les rodea. Cada cual tiene el suyo y ning u n o es m á s «bueno» o «real» que otro. nuestra experiencia constituye la materia prima a partir de la cual creamos n u e s t r o s propios m a p a s o modelos del mundo. El aprendizaje. De . La experiencia sensorial constituye el medio principal p o r el c¡ue o b t e n e m o s información nueva acerca d e la realidad. generadas desde el cerebro del individuo en lugar d e percibidas p o r los sentidos. cuanto más extenso y rico sea tu m a p a del m u n d o . La experiencia sensorial p u e d e ser contrastada c o n otras clases de experiencias. Por esta razón la PNL valora en extremo la experiencia sensorial y la considera como la fuente primordial de todo nuestro conocimiento acerca del medio externo. las sensaciones y las emociones asociadas q u e emergen d e n u e s t r o propio interior. así como al conocimiento del m u n d o e x t e r n o derivado de esta información. l o s «valores» y el sentido d e «sí m i s m o » . sea lo q u e sea lo q u e estés haciendo. sentir y percibir tanto el m u n d o que nos rodea c o m o n u e s t r a s reacciones ante él.

Una vez en condiciones de experimentar algo directamente. e n s a n c h a n d o lo que Aldous Huxley d e n o m i n ó «válvula reductora» de la conciencia. valiosa en potencia.de u n estado en el q u e la conciencia sensorial del individuo está concentrada en el m e d i o externo. d e las descripciones e interpretaciones d e estas percepciones. La experiencia secundaria deriva de n u e s t r o s m a p a s mentales. necesitamos a p r e n d e r antes a dejar caer n u e s t r o s filtros i n t e r n o s y o b t e n e r u n a experiencia sensorial directa del m u n d o que nos rodea. n u e s t r a experiencia subjetiva es nuestra «realidad». Las teorías y las interpretaciones relacionadas con las causas o las implicaciones sociales de las experiencias podrán ser discutidas y cuestionadas.36 EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia Teorías Descripciones Interpretaciones 37 la experiencia sensorial nueva. n o ten e m o s conciencia ni p e n s a m i e n t o s disociativos acerca de lo q u e sentimos y experimentamos. Las personas con éxito y que disfrutan d e la vida tienen la capacidad de experimentar directamente más del m u n d o . La PNL distingue entre experiencia primaria y secundaría. y está sujeta p o r lo tanto a eliminación. La P N L n o cuestiona la validez subjetiva d e las vivencias «fuera de lo corriente» q u e las personas p u e d a n tener. creatividad y sensación d e singularidad a nuestra vida. y n o se limitan a diluirlo en los filtros de lo que «deberían» experimentar o esperan experimentar. Nuestra experiencia primaria es p o r fuerza m u c h o m á s rica y completa que cualquier mapa o descripción que consigamos hacer de ella. Se trata. c o m o las experiencias «espirituales» o d e «vidas pasadas». las «teorías» o las «descripciones» acerca d e esa experiencia. Causas Experiencia Significado 1 Estímulo sensorial Nuestra experiencia es la materia prima a partir de la cual creamos nuestros modelos del mundo Es nuestra experiencia primaria la q u e aporta vibración. la mayoría d e técnicas d e PNL se basan e n habilidades d e observación enfocadas a tratar d e maximizar nuestra experiencia sensorial directa de cada situación. n o s a y u d a n a percibir y disfrutar con m a y o r plenitud la vida y las a b u n d a n tes o p o r t u n i d a d e s d e aprendizaje que nos rodean. pero la experiencia en sí misma forma i n d u d a b l e m e n t e parte d e los datos esenciales de nuestra vida. Para lograrlo. La experiencia «primaria» consiste en la información que recibimos y percibimos realmente a través d e los sentidos. Los procesos y los ejercicios d e la P N L p o n e n el énfasis s o bre la experiencia. mientras q u e la experiencia «secundaria» trata d e los m a p a s verbales y simbólicos que creamos para representar y organizar nuestras experiencias primarias. La experiencia primaria es u n a función de nuestras percepciones directas del territorio circundante. j u n t o c o n el a u m e n t o de experiencia sensorial q u e le a c o m p a ñ a . El estado d e alerta. Desde la perspectiva d e la PNL. distorsión y generalización significativas. el c a m b i o eficaz proviene d e la capacidad para «recuperar el sentido». y es prioritaria ante cualquier teoría o interpretación c o n ella relacionada. u n a d e las habilidades básicas más i m p o r t a n t e s de la P N L consiste en alcanzar el estado de «alerta». De h e c h o . Richard Bandler y J o h n Grinder n o se cansaban de encarecer a s u s a l u m n o s q u e «utilizaran la experiencia sensorial» en lugar d e proyectar o alucinar. C u a n d o experimentamos algo directamente. De h e c h o . sin la c o n t a m i n a c i ó n de juicios y . Así p u e s . nuestra «experiencia» de algo p u e d e ser contrastada c o n los «mapas». U n a d e las misiones d e la P N L consiste precisamente en ayudar a las personas a enriquecer la cantidad de experiencia sensorial q u e s o n capaces d e recibir. Según el modelo d e la PNL. Las actividades basadas en la Programación Neurolingüística (sobre todo las de d e s c u b r i m i e n t o ) tienden a «conducir con la experiencia». en el «aquí y a h o r a » .

C u a n d o u n a persona nos dice q u e «Hoy es u n día soleado. C o n s i d e r e m o s . n u e s t r a s reflexiones sobre esa experiencia p u e d e n ser m u c h o m á s ricas y significativas. que conecta dos partes significativas de la experiencia e n una relación de causa y efecto: «loMi agradecimiento a Teresa Epstein por este ejemplo. p o r e n d e . pero m a ñ a n a lloverá». p o d e m o s también c o m e n z a r a librarnos d e ellas. Cuando alguna estructura se ajusta d e este m o d o a diferentes contenidos. pero sé que n o d u r a r á » . funcionan con u n patrón habitual que minimiza constantemente el lado positivo de su experiencia con la palabra «pero». pero tengo u n problema». p o r ejemplo. «y» o « a u n q u e » . la d e n o m i n a m o s patrón. Hoy hace sol pero mañana lloverá Hoy hace sol y mañana lloverá Hoy hace sol aunque mañana lloverá Algunas palabras «enmarcan» nuestras experiencias. que influyen tanto sobre las creencias c o m o sobre los m a p a s mentales a partir d e las q u e éstas se h a n formado. los patrones de El poder de la palabra p u e d e n ser considerados c o m o «reencuadres verbales». El poder de la palabra n o s ayuda a cobrar conciencia d e los filtros y los mapas. con i n d e p e n d e n c i a d e cuál sea el contenido que se expresa. nos m u e v e a centrar más nuestra atención sobre la p r e o c u p a c i ó n de la lluvia de mañ a n a q u e sobre el b u e n día q u e hace hoy. F i n a l m e n t e . Si alguien. aunque mañ a n a lloverá»—. aunque tengo u n problema».38 E L PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 39 evaluaciones. C o m o cualquier otro concepto o m o d e l o de PNL. dejando la otra en s e g u n d o término. «Deseo alcanzar m i objetivo y tengo u n problema» y «Deseo alcanzar mi objetivo. Y lo h a c e n m o s t r a n d o en primer plano ciertos aspectos d e la experiencia y d e j a n d o otros e n la sombra. el efecto resultante consiste en centrar nuestra . en cambio. a ampliar sus mapas del m u n d o y a restablecer la conexión con su experiencia. enfocamos la atención sobre distintos aspectos de ellas. conecta a m b a s frases c o n la palabra «y» — « H o y luce el sol y mañ a n a lloverá»—. si la palabra conectiva es «aunque» — « H o y luce el sol. invitándola a « p u n t u a r » s u s experiencias de form a diferente y a a d o p t a r distintas perspectivas. Esta clase de marco verbal p u e d e influir en gran medida sobre el m o d o en q u e interpretamos afirmaciones y situaciones concretas y. Desde esta nueva conciencia ampliada de estas limitaciones. Algunas personas. «Hoy m e siento feliz y sé q u e n o durará» y «Hoy m e siento feliz. las afirmaciones «Hoy m e siento feliz. sino q u e .' Se trata d e u n a creencia s u m a mente afirmadora y potenciadora. E n general. C u a n d o c o n e c t a m o s ideas o experiencias con esta clase d e palabras. El propósito d e los patrones de El poder de la palabra es el d e ayudar a la gente a enriquecer s u s perspectivas. a m e n u d o . colocando en primer plano ciertos aspectos de las mismas Esta clase d e encuadre y «reencuadre» verbal o c u r r e en t o dos los casos. susceptibles d e bloquear o distorsionar nuestra experiencia del m u n d o y su potencial. p o r ejemplo. atención sobre la primera parte de la manifestación —el b u e n día que hace h o y — . Lo m i s m o s u c e d e c o n las expresiones «Deseo alcanzar mi objetivo. Cómo el lenguaje encuadra la experiencia Las palabras n o tan sólo representan nuestra experiencia. en el m o d o en que r e s p o n d e m o s ante ellas. generan cambios de énfasis similares a los de las declaraciones anteriores. Los p a t r o n e s d e El poder de la palabra operan sobre la base de llevar a la persona a e n c u a d r a r o reencuadrar s u s percepciones en relación con d e t e r m i n a d a situación o experiencia. el resultado queda equilibrado. palabras conectivas c o m o «pero». Por ejemplo. aunque sé q u e n o d u r a r á » . Veamos la siguiente afirmación: Puedes lograr lo que te propongas si estás dispuesto a trabajar duro. la « e n c u a d r a n » . referentes a la climatología.

en cualquier frase en la q u e «pero» disminuya o minusvalore algún aspecto positivo de la experiencia. En la p r i m e r a afirmación. A u n q u e las palabras utilizadas sean las m i s m a s . En esta segunda versión. Se trata d e u n patrón que se aplica s i m p l e m e n t e substituyendo la palabra «pero» p o r « a u n q u e » . que vuelva a surgir de nuevo». al ir u n i d o s a m b o s conceptos c o n «lograr lo que te propongas» en primer lugar. El resultado final se parece m á s a un intento para convencer a alguien de que trabaje d u r o . a u n q u e sutil. necesario para «lograr lo que te p r o p o n g a s » . «lograr lo que se p r o p o n g a » parece más bien u n a eventual recompensa p o r haber «trabajado d u r o » .El PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia Ejemplo: «He encontrado una solución a mi problema. «Lograr lo que te p r o p o n g a s » constituye sin d u d a algo s u m a m e n t e motivador. que conecta u n s u e ñ o o u n deseo con los recursos necesarios para convertirlo en realidad. aun- Esta estructura permite mantener u n centro d e atención p o sitivo. » Identificar los patrones verbales nos p u e d e p e r m i t i r crear herram i e n t a s lingüísticas que n o s ayuden a moldear e influir en el significado q u e percibimos c o m o resultado de u n a experiencia. El reencuadre con «aunque» constituye u n b u e n ejemplo. eso de «trabajar duro» ya n o es tan apetecible. No obstante. p e r o . al m i s m o tiempo que satisface la necesidad de m a n t e n e r una perspectiva equilibrada. Identifica alguna afirmación en la que u n a experiencia positiva quede perjudicada por la palabra «pero». en cambio. pero grar lo que te propongas» y «estar dispuesto a trabajar d u r o » . . el conjunto genera u n fuerte s e n t i d o de motivación. «trabajar d u r o » quedaba enmarcado c o m o u n recurso i n t e r n o . He descubierto que esta técnica resulta particularmente poderosa e n el caso d e personas adictas a la clase d e p a t r ó n «Sí. Observa ahora lo q u e s u c e d e si le das la vuelta a la expresión y dices: «Si estás dispuesto a trabajar d u r o . p u e d e ejercer u n p o d e r o s o i m p a c to sobre el m o d o en q u e el mensaje es recibido y e n t e n d i d o . p o d r á s lograr lo que te p r o p o n g a s » . . seguro que volverá a surgir de nuevo». Cambia la palabra «pero» p o r « a u n q u e » . Esta diferencia. Observa hacia d ó n d e se desplaza tu atención. su impacto queda de algún m o d o d i s m i n u i d o debido a q u e la disposición a «trabajar duro» ha sido colocada e n p r i m e r términ o de la secuencia. que a u n a afirmación de que podrá «lograr lo q u e se p r o p o n g a » . Sin embargo. Reencuadrar con «aunque» 2. . Prueba con los siguientes pasos: 1. Ejemplo: «He encontrado una solución a mi problema.

Marcos y reencuadres .

El «marco temporal» constituye u n ejemplo c o m ú n d e e n cuadre. los marcos se refieren al contexto cognitivo que envuelve d e t e r m i n a d o suceso o experiencia. qué temas y qué cuestiones considerarán apropiado incluir en la interacción y qué cantidad d e esfuerzo aplicarán en ella. el «marco» establece el perímetro y los límites a los que se circunscribe determinada interacción. esta misma experiencia dolorosa tal vez se n o s antoje incluso trivial al contemplarla desde la perspectiva de toda u n a vida. Un marco temporal de u n a o de tres horas para el m i s m o acontecimiento generará dinámicas c o m p l e t a m e n t e distintas. Por ejemplo. por ejemplo. En este sentido. Los marcos t e m p o - . c o m o sobre la forma en que respondemos a ellos. en la medida e n que sirven para « p u n t u a r » esas experiencias y dirigir nuestra atención. Sin e m b a r g o .Marcos Por «Marco» o encuadre psicológico se entiende el foco de atención general o la dirección q u e proporciona u n a línea maestra para los p e n s a m i e n t o s y las acciones d u r a n t e u n a interacción. U n recuerdo doloroso. p u e d e aplastarnos y absorber toda nuestra atención en el marco temporal breve d e los cinco m i n u t o s siguientes al acontecimiento. p r e d e t e r m i n a r u n marco temporal de diez minutos para u n a r e u n i ó n o u n ejercicio influirá en gran m a n e r a sobre lo q u e estos acontecimientos p u e d a n dar d e sí. Los marcos contribuyen asimismo a la eficacia de las interacciones. e n la medida en que d e t e r m i n a n qué información y cuáles cuestiones q u e d a n d e n t r o o fuera del propósito d e la interacción. Los marcos suelen influir tanto sobre el m o d o en que percibimos experiencias y acontecimientos concretos. C o m o el propio término indica. Determinará d ó n d e p o n d r á n su atención las personas implicadas.

Visto d e este m o d o . p o d e m o s a s u m i r q u e hay ahí un objetivo implícito que consiste en «tener la seguridad de que voy a triunfar». t o d o s los p r o b l e m a s p u e d e n ser percibidos de n u e v o c o m o desafíos u «oportunidades» de cambio. mientras q u e otros más dilatados abren la posibilidad d e prestar también atención a las relaciones interpersonales. Establecer esta clase de marco implica evaluar cualquier actividad o información con referencia a su importancia para el logro de d e t e r m i n a d o objetivo o estado. si el p r o b l e m a es q u e «caen los beneficios». asimismo es a p o r t a n t e hacerlo d e n t r o d e u n c o n t e x t o orientado hacia la o b - . Por consiguiente. p o r ejemplo. «Quiero dejar d e fumar». etc. Es m u y frecuente q u e las personas formulen s u s objetivos de forma negativa: «Deseo evitar las situaciones embarazosas». en oposición a «lo deseado» o « q u e q u e r e m o s » . PODER DE 1A PALABRA Marcos _ reencuadres y Marco-objetivo ¿Qué es lo q u e quieres? ¿Cómo p u e d e s conseguirlo? ¿Cuáles son los recursos disponibles? Marco-problema 47 rales breves tienden a centrar la atención de los implicados en la tarea. El marco-problema conduce a centrar la atenci sobre los síntomas indeseables y la búsqueda de las causas que 1 provocan. ¿qué es lo que sentirías entonces?» v r e s 0 Temas que están «dentro» del marco Temas que están «fuera» del marco Marco por ejemplo. Aunque sea importante examinar los síntomas y s u s causas como p a n e de la resolución eficaz d e p r o b l e m a s .E l . Si se fija para u n a reunión u n marco temporal d e quince m i n u t o s . ¿Qué es lo que está mal? ¿Por q u é es eso u n problema? ¿Qué lo causó? ¿Quién es responsable de ello? Comparación entre marco-objetivo y marco-problema La aplicación del marco-objetivo implica tácticas c o m o transformar las afirmaciones de problemas en afirmaciones d e objetivos. mientras q u e el marco-objetivo n o s invita a pensar los objetivos y los efectos deseados. consiste en centrar y m a n t e n e r la atención en el objetivo o en el estado desea dos. «A ver si me libro de esta interferencia». El segundo p o n e el énfasis sobre «lo q está mal» o «lo n o deseado». p o r ejemplo. lo que se consigue es centrar la atención en el problema y. Si alguien nos dice: «Mi problema es que m e da m i e d o fracasar». lo más probable es que las personas convocadas entiendan que se trata de u n encuentro orientado a la tarea. Pensar «No quiero sentirme tan asustado» c o m p o r t a realmente la sugestión d e «estar asustado» como parte del propio p e n s a m i e n t o . el « c o m o si» y el d e «enseñanza frente a fracaso». El énfasis básico del marco-objetivo. el marco-objetivo n mueve a m a n t e n e r n o s con la atención puesta en las solucio orientados hacia las posibilidades positivas del futuro. un marco de «objetivo» Los marcos dirigen la atención e influyen sobre el modo en que los acontecimientos son interpretados Un marco-objetivo puede ser provechosamente contrasta c o n u n marco-problema. paradójicamente. así c o m o en los recursos cesarios para alcanzarlos. M a n t e n e r u n marco-objeti° implicaría formular p r e g u n t a s c o m o : «¿Qué es lo que quie' * «Si n o estuvieras tan asustado. más que de u n a sesión abierta y exploratoria dedicada a u n «bombardeo» de ideas. Con ello. Entre los «marcos» más habituales en PNL se c u e n t a n el del «objetivo». generar sugerencias implícitas en relación con el estado-problema. p o d e m o s d e d u c i r q u e el objetivo correspondiente es el d e « a u m e n t a r los beneficios». Desde la perspectiva de la PNL. t o d o «problema» comporta objetivos apetecibles. crecimiento o aprendizaje. De forma parecida. o reencuadrar descripciones formuladas negativamente en otras expresadas en términos positivos.

la madre o el e n t r e n a d o r a y u d a r o n a cambiar l percepción de u n a situación que estaba siendo e x p e r i m e n t a d c o m o u n «problema» o u n «fracaso». De este m o d o . sea inter pretado c o m o enseñanzas. formular preguntas a p a r e n t e m e n t e tontas y comportarse de u n m o d o u n tanto «extraño». cirujano. q u e «el propósito dirige la actividad». incluso sin haber llegado a c o m p r e n d e r p l e n a m e n t e el estado-problema. d e t e r m i n a lo que se percibe c o m o relevante. y 3) de u n marco-imposibilidad a u n marco «com si». El m a r c o d e «enseñanza frente a fracaso» centra la atención sobre el m o d o en que lo q u e aparece c o m o problemas. En consecuencia. inútil y «fuera del marco». La atención p u d o e n t o n e " desplazarse del «problema» al «objetivo». del psiquiatra. a m e n o s . a mi e n t e n d e r acertadamente. el análisis de los síntomas y s u s causas n o c o n d u c i r á a n i n g u n a solución. y lo que se considera irrelevante. parece m e n o s probable que utilizar analogías poco habituales.48 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 49 tención del estado deseado.) Cambio de objetivos Se ha señalado. Otros «marcos» de la PNL o p e r a n d e forma parecida. más q u e c o m o u n fracaso. del ciru j a n o . Señalar soluciones y políticas ya existentes c o m o «la respuesta correcta». el objetivo consistirá p r o b a b l e m e n t e en «establecer y alcanzar u n consenso sobre las prioridades para la culminación y entrega d e determinado p r o d u c t o o servicio». a r a e s e ac . Por otro lado si. el objetivo consiste en conseguir q u e afloren ideas «nuevas y singulares». Utilizar analogías p o c o habituales. (Incluso al identificarse c o m o m i e m b r o del «servici de reparación d e televisores». algo preferible a «libra de» lo que n o se quiere. en cambio. en lugar d e u n b o m b a r d e o de ideas se trata de la fase final de las negociaciones con u n cliente clave. sea percibido como relevante y útil. En u n a sesión de bombardeo d e ideas. El foco del marco « c o m o si» consiste en actuar « c o m o si» ya se hubiera alcanzado el objetivo o el estado deseados. etc. exitoso y situado «dentro del m a r c o » . abriendo nuevas p o bilidades. El patrón de El poder de la palabra d e n o m i n a d o Otro objetivo P 'ca formular u n a afirmación q u e traslade la atención de los t o r e s a u n objetivo distinto del p r o p u e s t o en principio o i m c. De forma parecida. contar chistes atrevidos. formular preguntas a p a r e n t e m e n t e tontas y c o m p o r t a r s e de u n modo u n tanto «extraño» s o n actividades relevantes y positivas en ese contexto concreto. cambiar el objetivo que constituye el foco de la atención con relación a e r m i n a d a situación o interacción alterará n u e s t r o s juicios y nuestras percepciones acerca de lo que resulta o n o relevante y sigcativo P contexto concreto. la agente de policía nos ofrecía u forma metafórica d e c a m b i o a u n marco-objetivo y d e enseñan za. C u a n d o el objetivo o el estado deseado constituyen el foco d e la recogida d e información a m e n u d o surgen las soluciones. p o r ejemplo. 2) d e u n marco-fracaso a u n marco-reali m e n t a c i ó n . c o m o información acerca d e las correcciones necesarias para alcanzar ese objetivo deseado. Los ejemplos de la agente d e policía. u n a brainstorming. del entrenador. p o r s u p u e s t o . Tal vez el objetivo más fundamental de la aplicación de 1 patrones verbales de El poder de la palabra consista en ayudar las personas a cambiar su perspectiva 1) de u n marco-proble a u n marco-objetivo. el tío. a su vez. inadecuado y estéril en ese m i s m o contexto. síntomas o errores. al p o n e r el énfasis en «reparar». C o n respecto a ese objetivo. u n objetivo concreto crea un tipo de marco q u e . que la r e u n i ó n se haya estancado e n u n estado q u e requiera p a r a s u superación u n poco de b o m b a r d e o de ideas. d e lo contrario. ubicándola d e n t r o de u marco de objetivo o d e enseñanza. El psiquiatra.. q u e h e m o s visto al principio d e este li bro s o n casos ilustrativos d e cambio del marco desde el q u e e percibida cada u n a d e las situaciones descritas. c o m p o r t a m i e n t o s diferentes serán percibidos como más relevantes y útiles para « c o n o c e r n o s mejor» q u e para «cumplir con u n plazo i n m i n e n t e » . o evaluar si algo de lo que se dice es o n o «realista» resultaría. contar chistes atrevidos.

Si evaluamos nuestra respuesta ante u n a situación complicada con relación al objetivo d e «sentirnos c ó m o dos y seguros». Lo que sería un fracaso en relación con «hacerlo todo perfecto». formulada p o r el famoso psiquiatra e h i p n o t e r a p e u t a Milton H. es m u y probable que nos parezca que h e m o s fracasado estrepitosamente. p o r ejemplo. sino en a p r e n d e r algo nuevo. S u p o n g a m o s . Te permitió medir tus fuerzas. e incluso disfrutar haciéndolo. podras enfrentarte a ello. Reaccionar ante lo bueno y lo malo y manejar ambas cosas adecuadamente: ahí es donde reside el verdadero gozo de vivir. 51 plícitamenie a s u m i d o por d e t e r m i n a d o juicio o generalización. ¿qué nuevas enseñanzas has descubierto?» U n principio parecido opera con relación a todas nuestras experiencias vitales. se convierte en u n éxito c u a n d o de lo que se trata es de «descubrir algo n u e v o » . venga lo La declaración d e Erickson constituye u n ejemplo d e aplicación del patrón Otro objetivo d e El poder de la palabra. Al reflexionar sobre la experiencia. muchas formas distintas. el conocimiento pleno de que. sacar más de tu potencial interior. resulta adecuada u n a generalización del tipo « n o lograr los resultados apetecidos significa q u e has h e c h o algo mal o que a ú n n o eres lo suficientemente c o m p e t e n t e » . darte cuenta de que esa enseñanza te resultó útil en muchas. la sensación de estar preparado. Aplicar e n este caso el p a t r ó n Otro objetivo implicaría decirle al participante: «El resultado del ejercicio n o consiste e n demostrar que ya sabes hacerlo a la perfección... al reflexionar sobre ello más tarde. Suele suceder que las personas se sientan asi por haberse fijado c o n anterioridad el objetivo de «hacerlo lodo perfecto». El propósito de este patrón consiste en cuestionar (o reforzar) la relevancia d e ese j u i c i o o generalización. Manejar la situación Reaccionar a n t e lo b u e n o y lo m a l o y m a n e j a r a m b a s cosas a d e c u a d a m e n t e Cambiar el objetivo modifica el marco de lo que se considera relevante y exitoso .. tal vez d e s c u b r a m o s que h e m o s tenido u n éxito s o r p r e n d e n t e . que n o es otro que el que solucionó el p r o b l e m a del j o v e n que creía ser Jesucristo en n u e s t r o ejemplo del Capítulo 1: Es importante tener un sentido de seguridad. sin embargo.. Sin embargo. También es una buena enseñanza encontrarte frente a una situación que no puedes manejar y. En este caso. También te permitió descubrir las áreas en las que necesitabas emplear más afondo la seguridad en ti mismo. q u e u n participante en u n seminario o en u n taller ha realizado u n ejercicio y se siente frustrad o p o r q u e «no ha obtenido los resultados esperados». «aprender» o «descubrir algo n u e v o » ."»0 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres que venga. Su comentario transforma lo que podría haber sido considerado c o m o un «fracaso» en relación con d e t e r m i n a d o objetivo (manejar la situación) en u n a enseñanza en relación con otro objetivo diferente («reaccionar ante lo b u e n o y lo malo y manejar a m b a s c o sas a d e c u a d a m e n t e » ) . Veamos la siguiente afirmación. Erickson. c o n s e g u i r e m o s alterar en lo fundamental el m o d o d e plantearse e interpretar las experiencias q u e vayan surgiendo a lo largo de la realización del ejercicio. si cambiam o s el objetivo d e ese ejercicio d e «hacerlo todo bien» a «explorar». manejarlo. si percibimos esa misma situación bajo el prisma del objetivo d e «hacernos más fuertes».

con lo que nuestra percepción del significado de esa imagen también será distinta. Por ejemplo. respeto por ti mismo y por los demás. Explora el impacto que tendría sobre tu percepción de esa situación si pensaras también en ella en relación con otros objetivos posibles. Reencuadrar significa literalmente poner un marco nuevo alrededor de una imagen o experiencia. Objetivo(s):. La información que podamos tener de la imagen variará según la parte de ella que quede dentro del marco. pero no me creo capaz de decírselo abiertamente. Por ejemplo: Conseguir decir abiertamente fuerte y valiente. Por ejemplo. actuar con integridad. El «reencuadre» se considera en PNL c o m o uno de los procesos cruciales para el cambio. seguridad. Desde la perspectiva de la PNL. 2. ¿Cuál e s la generalización o el juicio negativo que has hecho (sobre ti mismo o sobre los demás) con respecto a esa situación? ¿Qué objetivo u objetivos están implícitos en ese juicio o en esa generalización? Juicio:.52 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 53 Ensaya en ti mismo este patrón: 1. Situación:. etc. Piensa e n una situación en la que te sientas atascado. o te ayudara a ver las consecuencias de la situación presente c o m o una enseñanza en lugar de un fracaso? Objetivo(s) alternativo(s): Por ejemplo: Pienso que esa persona se está aprovechando mi. Ser lo que siento significa que Reencuadre Reencuadrar implica ayudar a las personas a reinterpretar problemas y a encontrar soluciones. El marco alrededor de una imagen constituye una buena metáfora para ayudar a comprender el concepto y el proceso de reencuadre. Por ejemplo: No decir abiertamente soy un cobarde. aprendizaje. sabiduría y compasión. . de Por ejemplo: Aprender a actuar conmigo mismo y con los demás con congruencia. Desde el punto de vista de la psicología. un fotógrafo o un pintor que estén reproduciendo un paisaje pueden enmarcar tan sólo un árbol o. por ejemplo. frustrado o fracasado. ¿Qué otro objetivo podrías añadir a — o cambiar por— tu objetivo actual. que hiciera parecer menos relevante la generalización o el juicio negativo. por medio de la substitución del marco en el que esos problemas son percibidos. sanación. 3. crecimiento. «reencuadrar» algo significa transformar su significado colocándolo dentro de un marco o contexto distinto de aquel en el que ha sido percibido inicialmente. lo que pienso. si cambiaras el objetivo a «tratarme a mí mismo y a los demás con respeto» o «tratar a los demás c o m o me gustaría ser tratado». cambiar a otro objetivo sirve para «reencuadrar» nuestra percepción de la experiencia. También constituye el mecanismo primario de El poder de la palabra. autodescubrimiento. considerarte un «cobarde» por n o hablar abiertamente ya n o te parecería una generalización tan relevante o apropiada. exploración. 4.

Marco pequeño Mira lo q u e sucede ahora al ampliar el marco. sus animales y tal vez un riachuelo o u n estanque. tan Marco más grande La primera imagen n o tiene demasiado significado p o r sí misma. Parece que el pez p e q u e ñ o n o se da cuenta de la situación. Observa que tu experiencia y tu c o m p r e n s i ó n de la situación se e n s a n c h a n para dar cabida a u n a nueva perspectiva. La situación aquí descrita. C o n demasiada frecuencia. nos percatamos de i n m e d i a t o de que n o s hallamos ante u n a situación distinta. El p r i m e r pez n o es ya simplemente «un p e z » . También p u e d e suceder q u e el c o m p r a d o r del c u a d r o o d e la fotografía decida cambiar el marco p o r otro q u e se adapte m e j o r a la decoración d e la habitación concreta d o n d e lo va a colgar. De forma parecida. El pez g r a n d e también va a ser comido por otro a ú n mayor. j u n t o con los n u e v o s niveles de conciencia que derivan de reencuadrar nuestra perspectiva d e la situación. Al cambiar el tamaño del marco. observa la siguiente imagen: pliar el marco y producir c o n ello la segunda imagen. En su lucha p o r la supervivencia. i n o r a n t e s d e alguna amenaza i n m i n e n t e . el pez grande se ha c o n c e n t r a d o tanto en comerse al p e q u e ñ o q u e n o se da cuenta d e la amenaza del otro pez m u c h o mayor. o aceptar en c a m b i o que el pez grande se tiene que c o m e r al p e q u e ñ o para sobrevivir. los marcos psicológicos influyen sobre el m o d o en que las exper i m e n t a m o s e interpretamos. constituyen u n a buena metáfora tanto para el proceso como el propósito del reencuadre psicológico. Marco aún más grande He aquí que n o s e n c o n t r a m o s d e n u e v o ante otra perspectiva y otro significado c o m p l e t a m e n t e diferentes. incluir d e n t r o del marco todo u n p r a d o con s u s árboles. Sin embargo. en la medida en q u e d e t e r m i n a n lo q u e «vemos» y percibimos d e d e t e r m i n a d a experiencia o situación. las p e r s o n a s acaban en la posición del pez p e q u e ñ o . al a m - . Observa ahora lo que s u c e d e c u a n d o «reencuadramos» d e nuevo la situación a m p l i a n d o a ú n más nuestra perspectiva. de la que nosotros sí p o d e m o s percatarnos gracias a nuestra perspectiva de «marco más grande». o del m e d i a n o .54 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 55 p o r el contrario. nos d a m o s cuenta de q u e el pez p e q u e ñ o n o es el único que corre peligro. sino que se ha convertido e n «un pez p e q u e ñ o q u e va a ser c o m i d o p o r otro mayor». Ello d e t e r m i n a r á m á s tarde lo que el espectador verá del paisaje original. Se trata s i m p l e m e n t e de algún pez. P o d e m o s sentirnos alarmados e inquietos p o r el pez p e q u e ñ o . A m o d o d e ejemplo.

Observa que el proceso de cambio del tamaño del marco es distinto del de cambio de objetivo. etc. Reencuadrar nos permite ver la «imagen mayor». según las informaciones que acompañan d a cambio de tamaño del marco. El campo de la homeopatía. nos damos cuenta de que el cantor está en medio de una gigantesca marcha nazi.56 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 57 concentradas en conseguir tal o cual objetivo que no se percatan de la crisis que se les viene encima. pueden ser considerados c o m o «no saludables» en el marco de sus consecuencias inmediatas. La imagen parece dulce y completa. de un número de participantes mayor (o desde el punto de vista individual) o de una perspectiva mayor o menor. reencuadrar implica colocar un nuevo marco mental e n torno al contenido de una experiencia o situación. Sin embargo. Este patrón supone reevaluar (o reforzar) la implicación de determinada acción. se basa en la premisa de que pequeñas cantidades de una substancia tóxica producen inmunidad ante la misma a largo plazo. puede de repente parecemos trivial si lo comparamos con los sufrimientos de otras personas. por ejemplo. En el caso del pez mediano. por ejemplo. a medida que la cámara retrocede. Sin embargo. un acontecimiento que nos parezca insoportablemente doloroso considerado a la luz de nuestros propios deseos y expectativas. e n relación con el objetivo concreto que estamos considerando dentro de ese marco. expandiendo nuestra percepción de la misma de modo que pueda ser manejada con más recursos y sabiduría. la paradoja consiste en que está tan absorto en un comportamiento específico relacionado con s u supervivencia que la pone en peligro de otro modo. generalización o juicio en el contexto de un marco temporal más largo (o más corto). pero también como un proceso de «limpieza» o de inmunización en relación con sus consecuencias a largo plazo. «seguridad». En la película Cabaret podemos ver un buen ejemplo de este cambio de tamaño del marco. si se le recuer- da a esa persona que se trata de un proceso que lleva evolucionando millones de años a través de millones de mujeres. al considerar años más tarde el acontecimiento con respecto al contexto mayor de sus vidas personales. Los síntomas específicos de una enfermedad. En una escena del film la cámara nos muestra un primer plano del rostro angelical de un adolescente que canta con su hermosa voz. De forma parecida. aquel mismo suceso les parecerá del todo insignificante. Cuando el tamaño del marco se hace lo suficientemente grande. lo que podría parecer algo «seguro» a corto plazo. de modo que podamos implementar opciones y acciones más apropiadas. c a Con el uso del lenguaje podemos lograr cambios parecidos. puede resultar destructiva y dañina si la hace un grupo de personas. Una persona puede mantener el mismo objetivo («sanación». Los espectadores de un acontecimiento deportivo pueden volverse locos si su equipo gana o pierde determinado partido. Una acción que resulte aceptable si la hace una sola persona. «considerando las implicaciones a largo plazo» o «por . En PNL. Por ejemplo. tal vez la ayude a sentir más confianza y menos miedo por lo que está ocurriendo dentro de su cuerpo. Cambiar el tamaño del marco El patrón de Cambio de tamaño del marco de El poder de la palabra aplica directamente este principio a nuestras percepciones de alguna situación o experiencia. El cambio del tamaño del marco está relacionado con la amplitud o la extensión de la perspectiva que tomamos. Sin embargo. Dar a luz suele ser una experiencia intensa y sobrecogedora para quien la vive por primera vez. Expresiones tales c o m o «viendo el asunto desde una perspectiva mayor». vemos primero que el muchacho viste un uniforme militar.) y cambiar al mismo tiempo el tamaño del marco dentro del que evalúa su progreso hacia ese objetivo. o si tal o cual jugador lo hace excepcionalmente bien o m u y mal. El significado y el sentimiento transmitidos por la imagen cambian radicalmente. luego vemos que lleva un brazalete con la esvástica. puede situar a quien lo hace en grave peligro en un plazo más amplio.

n o llora La solución a las dos primeras estrofas requiere q u e ampliem o s nuestro marco d e percepción a los ciclos vitales de la cereza y la gallina. . etc. ¿Cuál es el marco actual desde el q u e estás viendo esta situación? (Por ejemplo. PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres Situación: 59 m u c h a s generaciones».58 El. etc. individuo. . etc. .) 4. en u n solo a c o n t e c i m i e n t o . sistema global. El t a m a ñ o del marco que estamos c o n s i d e r a n d o d e t e r m i n a en gran medida el significado y la importancia que seremos capaces d e percibir. desagradable o d e algún m o d o dolorosa. . a p e n sar en términos d e d e t e r m i n a d o marco temporal. c o m u n i d a d . acontecimiento específico. C u a n d o la cereza florece. Algo q u e parece u n fracaso a corto plazo se ve a m e n u d o c o m o u n paso necesario para el éxito a largo plazo. p u e d e ayudarte a que se te hagan m e n o s pesados. Prueba tú mismo este patrón practicando los pasos siguientes: 1. adulto. Luego estréchalo hasta que se centre en u n individuo específico. más personas. Observa c ó m o cambia todo esto tus percepciones y t u s evaluaciones c o n respecto a esa situación. Cambia el t a m a ñ o del marco e n s a n c h á n d o l o para abarcar c o n él más t i e m p o . consecuencias a largo plazo. resultados inmediatos. Considera los cambios d e t a m a ñ o del marco en las siguientes estrofas d e u n a canción d e c u n a tradicional escocesa: Le di a mi amor u n a cereza sin cuesco Le di a m i a m o r u n a gallina sin h u e s o s Le di a mi amor u n bebé sin llanto ¿Cómo p u e d e haber u n a cereza sin cuesco? ¿Cómo p u e d e haber u n a gallina sin huesos? ¿Cómo p u e d e haber u n bebé sin llanto? .) Marco actual: 3. para q u e fueran algo m á s positivo? N u e v o marco: Los p a t r o n e s de Cambio de tamaño del marco y d e Otro objetivo de El poder de la palabra s o n ejemplos de lo q u e en P N L se conoce c o m o reencuadre de contexto y d e contenido. . o la m a y o r o m e n o r perspectiva q u e cambiarían tu juicio o tu generalización acerca d e esa situación. p u e d e n influir directamente sobre el tam a ñ o del marco que aplicamos para percibir la situación. «huevo» y « d u e r m e » nos c o n d u c e n d e forma n a t u r a l a este cambio e n la percepción. (Por ejemplo. darte cuenta d e q u e t u s esfuerzos s o n algo por lo q u e m u c h a s personas tienen q u e pasar alguna vez. g r u p o . Los t é r m i n o s «florece». d e m o d o natural. en u n lapso d e tiempo limitado. Decir algo así c o m o «hace u n o s diez años» o «en los p r ó x i m o s siglos» invita. futuro. pasado. q u e estrechemos nuestra percepción a períodos concretos del ciclo cotidiano el bebé. el acontecimiento o el objetivo. • 2. El t a m a ñ o del marco p u e d e también ser modificado m e d i a n t e la inclusión de palabras q u e pres u p o n g a n u n m a r c o mayor. ¿Cuál sería el marco temporal (más largo o m á s corlo). n o tiene cuesco C u a n d o la gallina es u n h u e v o . . p o r lo que p u e d e ser u n a cuestión d e s u m a importancia e n relación con la resolución eficaz de problemas. La solución a la tercera estrofa requiere q u e vayamos e n la dirección opuesta. u n sistema mayor. el n ú m e r o d e personas (mayor o m e n o r ) . Piensa en alguna situación q u e j u z g u e s difícil. n o tiene h u e s o s C u a n d o el bebé d u e r m e . . n i ñ o .

C o m o ejemplo. p. por ejemplo. si alguien la molestara en su camino de vueK ta a casa desde la escuela?» Eso puede ayudar a la madre a cambiar su percepción del comportamiento del hijo y verlo desde una perspectiva más amplia. ayudará a la madre del ejemplo anterior a situarse en una mejor «metaposición» con relación a ese comportamiento.0>O EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 61 Reencuadrar el contexto Reencuadrar el contexto tiene que ver con el hecho de que determinada experiencia. en lugar de tener que estar constantemente a la defensiva. por ejemplo. el reencuadre de contenido comporta alterar nuestra perspectiva o nuestro nivel de percepción respecto a determinado comportamiento o situación. Para un agricultor. un espacio en el que construir una casa de ensueño. La lluvia. «un comportamiento» (como la lluvia). en lugar de sentirse sólo atacado y criticado. Un mismo contexto (el «campo») es percibido de formas diferentes según la perspectiva y la «intención» del observador. el reencuadre contextual en PNL «acepta que todo comportamiento es útil en algún contexto». las respuestas negativas consiguen a menudo mantener. y así comenzará a comunicarse de forma más útil con él acerca de ese comportamiento dentro del contexto en el que se está produciendo. Como paso siguiente. Ése es claramente el mecanismo subyacente en el patrón de reencuadre de contenido El poder de la palabra. En lugar de sentirse irritada y avergonzada. resaltando la utilidad de éste en algunos contextos. Imaginemos. Ello nos permite ver el comportamiento simplemente como lo que es. e incluso aumentar. del comportamiento de su hijo. El sentimiento de culpa produce a menudo una especie de «respuesta de polaridad» que. Percibir los efectos positivos. los comporta- mientos problemáticos. tal vez pueda apreciar el comportamiento de su hijo como útil en determinado contexto. . aprender a crear sistemas de drenaje más eficaces. El propósito del reencuadre contextual consiste en cambiar la respuesta interna negativa de la persona ante determinado comportamiento. una oportunidad Para aterrizar con garantías. en realidad. la madre y el hijo pueden trabajar conjuntamente para tratar de establecer la intención positiva y los beneficios relacionados con la conducta del chaval en la escuela. permite asimismo al hijo percibir ese comportamiento desde una perspectiva distinta. puede ser percibida como un acontecimiento extremadamente positivo por un grupo de personas que hayan estado padeciendo una sequía severa. Para un piloto de avioneta al que se le está acabando el combustible. El juicio que cada cual se haga de ella estará relacionado con las consecuencias que provoque en un contexto determinado. 131). Según Leslie Cameron-Bandler (1978. sirve más para estimular que para inhibir el comportamiento no deseado. Y así sucesivamente. imaginemos que una madre está preocupada porque su hijo adolescente se mete constantemente en peleas en la escuela. En lugar de acabar con ellos. estando así en condiciones de poder responder de forma más constructiva. ese campo es una oportunidad para cultivar. Reencuadrar el contenido d e En lugar de cambiar de contexto. un lugar ideal para un picnic. o que tuviera prevista una boda al aire libre. en un contexto determinado. con lo cual podemos centrar nuestra atención en las cuestiones relacionadas con el contexto mayor. en lugar de maldecir la lluvia cuando nos inunda. pero como algo muy negativo para otro grupo que se encuentre en medio de unas inundaciones. según el contexto en el que se produzcan. conducta o acontecimiento pueden tener distintas implicaciones. por ejemplo. Ver que su comportamiento es validado como útil en determinado contexto. un campo de hierba vacío. Para un arquitecto. En sí misma. la lluvia no es ni «buena» ni «mala». Cambiar el tamaño del marco desde el que estamos percibiendo algún acontecimiento constituye claramente un medio para percibirlo dentro de un contexto diferente. buscando juntos alternativas más apropiadas. Reencuadrar el contexto implicaría preguntar algo así como: «¿No es agradable saber que su hijo podría proteger a su¡ hermana pequeña. Para una pareja joven.

protección. u n m o d o de mirar u n cuadro o u n a fotografía de forma diferente consiste e n «reencuadrarlo» t o m a n d o en consideración la intención del artista o del fotógrafo al crear la imagen. se consigue establecer alternativas d e c o n d u c t a viables. así c o m o q u e quedaba claro que su padre estaba en la posición d e «crítico» en relación c o n los s u e ñ o s de su hijo. q u e lo m o t i v a n . De forma parecida. Este comentario pilló al m u c h a c h o p o r sorpresa. el comportamiento problemático es separado de la intención positiva del p r o g r a m a i n t e r n o o «parte» responsable d e ese comportamiento. etc. «realista» y «crítico». además del papel de crítico. es decir. explicándole las diferencias entre «soñad o r » . Percibir u n s í n t o m a o u n c o m p o r t a m i e n t o problemático dentro del marco más a m p l i o del propósito positivo que trata de satisfacer modifica las respuestas ante ese c o m p o r t a m i e n t o . Este nuevo encuadre del c o m p o r t a m i e n t o de su progenitor también le permitió considerar a su padre c o m o u n recurso potencial para ayudarle a a p r e n d e r a planificar su futuro. Hasta entonces.) Una d e las principales aplicaciones del reencuadre de contenido en P N L es el Reencuadre en seis fases. Pero que n o tengan consecuencias negativas. Al permitir que la parte causante del c o m p o r t a m i e n t o pasado a s u m a la responsabilidad de implementar comportamientos alternativos q u e satisfagan la m i s m a intención positiva. la creencia. El practicante prosiguió. más que c o m o u n incordio o u n a piedra en el camino. U n o d e los principios básicos d e la PNL consiste e n la importancia de separar c o m p o r t a m i e n t o y persona. lo q u e se suele conseguir en PNL trat a n d o de averiguar la «intención positiva». reencuadrar el c o n t e n i d o implica d e t e r m i n a r la posible intención positiva que podría subyacer en u n comportamiento problemático. etc. amor. Se percató d e que. Los comentarios del experto bastaron para que cambiara la respuesta del chico a las objeciones de su padre. etc. También le explicó los problemas que p u e d e n presentarse entre u n s o ñ a d o r y u n crítico si no media entre a m b o s u n realista. así c o m o la importancia que cada u n o de estos papeles tiene para u n a planificación eficaz. ecológico y productivo r e s p o n d e r a su «estructura profunda» que a su manifestación superficial. U n practicante d e PNL aconsejaba a la familia de u n adolescente q u e se quejaba de que su padre siempre se oponía a los planes de futuro que él proponía. también podía asumir el de realista o entrenador. Señaló que la función d e u n b u e n crítico consiste en detectar lo que le falta a u n a idea o u n plan para evitar problemas. el deseo de seguridad. atención. su método d e participación) en la vida d e su hijo. E n este proceso. El practicante le dijo al chaval: «¿No te parece fantástico tener u n padre que trata d e protegerte p o r todos los medios de q u e te hagas d a ñ o o te decepciones? Apuesto a q u e n o conoces a m u c h o s padres que se p r e o c u p e n tanto p o r s u s hijos». desde la rabia al aprecio sincero. el «propósito positivo» o el «metaobjetivo» relacionado con d e t e r m i n a d o s í n t o m a o c o m p o r t a m i e n t o problemático. respeto. n u n c a se le había ocurrido que pudiera haber u n propósito positivo tras las críticas d e su padre. d e diferenciar el c o m p o r t a m i e n t o e n sí de la intención positiva. el reencuadre de contenido implica en PNL explorar la intención que se oculta tras el c o m p o r t a m i e n t o externo de u n a persona.). De acuerdo con este principio. p o r consiguiente. sólo lo había visto c o m o u n a t a q u e contra él.62 EL PODER DE LA PAIABRA Marcos y reencuadres 65 Utilizando c o m o ejemplo u n a imagen física. El primero consiste en la motivación positiva interna que hay detrás del c o m p o r t a m i e n t o ( p o r ejemplo. ¿Qué respuesta trataba de suscitar en el espectador? ¿Qué emociones trataba d e c o m u n i car? Considerar algo dentro del marco de esa intención altera nuestra percepción al respecto. La nueva validación de la intención del padre también le permitió a éste cambiar la percepción de su propio papel (y. la función.. abriendo la puerta a la posibilidad de tratarlo con más recursos y de forma más creativa. Así p u e s . El segundo es el efecto beneficioso con el q u e contribuye el c o m p o r t a m i e n t o en el contexto o sistema mayor en el q u e se está p r o d u c i e n d o ( p o r ejemplo. . ante u n c o m p o r t a m i e n t o problemático resulta más respetuoso. reconocimiento. La intención tiene dos aspectos distintos. Veamos u n ejemplo. cambio d e foco de atención.

suelen formularse en términos lingüísticamente negativos. A pesar de todo ello. «evitar el estrés» y «sentirse más cómodo y relajado» s o n dos formas d e expresar verbalmente un estado interno parecido. (Los soñadores o p e r a n desde el «marco-como-si». El propósito del «crítico» consiste en evaluar los resultados del «soñador» y del «realista». sino q u e enjuicia también al «soñador» o al «realista» a nivel personal. Los «críticos» son considerad o s a m e n u d o c o m o las personas m á s difíciles d e tratar d e n t r o d e una interacción. De forma parecida. Estamos hablando d e la diferencia entre decir «Es u n a idea estúpida» o decir «Eres u n e s t ú p i d o p o r p r o p o n e r esta idea». la capacidad para reconocer y extraer afirmaciones de intención positiva a partir d e críticas formuladas negativamente constituye una habilidad lingüística crucial para tratar con las críticas y transformar los marcos-probleen marcos-objetivo. en c a m b i o («sentirse más cómodo y relajado»). describe lo que sí deseamos. c o m o «Esta p r o p u e s t a es demasiado costosa». Se les suele considerar «aguafiestas» p o r q u e gustan d e operar desde u n «marco-problema» o «marco-fracaso». mientras que los realistas lo hacen desde u n «marco-objetivo» o «marco-realimentación»). «Te equivocas. habida cuenta d e ^ f e los críticos suelen operar desde u n marco-problema. en lugar de lo que sí se quiere. Sin embargo. si u n o n o se muestra d e acuerdo c o n la crítica. se expresan en forma de negaciones verbales. P o r ejemplo. n o es demasiado costosa». el reencuadre p u e d e constituir u n m é t o d o eficaz para tratar con los críticos y las críticas. n o solamente esun «aguafiestas». está motivado por su correspondiente intención positiva. u n o de los problemas principales con las críticas consiste en que suelen ser expresadas en forma d e juicios generalizados. El problema con esta clase de generalizaciones verbales consiste en q u e . Si alguien dice que «Esa idea n u n c a funcionará» o que «Esta propuesta es d e m a s i a d o costosa». dada la forma en que s o n formuladas. En el nivel lingüístico.64 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 65 Reencuadrar a los críticos y las críticas C o m o h e m o s visto en el ejemplo del padre crítico y su hijo adolescente. «Esa idea n u n c a funcionará». «Este proyecto requiere d e m a s i a d o esfuerzo». Los b u e n o s críticos suelen a d o p t a r el p u n t o de vista d e personas no involucradas directamente en el a s u n t o . debido a q u e ha sido formulada en t é r m i n o s d e lo que se quiere evitar. E n este caso. p o r causa de su aparente negatividad y de su tendencia a e n c o n t r a r problemas en las ideas y las sugerencias d e otros. c o m o cualquier otro. en el deseo de «utilizar los recursos disponibles d e forma juiciosa y eficiente». es i m p o r t a n t e n o perder de vista que el c o m p o r t a m i e n t o crítico. La primera de las expresiones («evitar el estrés») describe lo que no q u e r e m o s . pero que p o d r í a n o bien verse afectadas p o r s u s consecuencias o bien influir positiva o negativamente en la implementación del plan o actividad propuestos. m u c h a s críticas vienen enmarcadas en términos de lo que n o se quiere. esta intención n o resulta fácil d e discernir a partir de la «estructura superficial» d e la crítica expresada. es decir. De este m o d o . a u n q u e para ello se utilicen palabras distintas. «No es u n plan realista». etc. Obtener afirmaciones positivas a partir de intenciones positivas Uno de los problemas con gran parte de las críticas es q u e . Los problemas más difíciles se presentan c u a n d o el crítico n o se limita a criticar la idea o el plan. la crítica s u e l e c o n d u c i r a la polarización. P o r consiguiente. a la pérdida d e sintonía y finalmente al conflicto. Por . c u a n d o el crítico ataca a la persona al nivel d e su identidad. el ú n i c o m o d o de responder directamente consiste en decir «Creo q u e tienes razón» o bien. probablemente. Los críticos descubren lagunas. n o q u e d a n m á s opciones que estar de a c u e r d o con ellas o n o estarlo. Por ejemplo. la i n t e n c i ó n (o criterio) positiva subyacente en la crítica «esto es u n a pérdida de tiempo» reside. sino también un «asesino». p o r el contrario. m a Esto p u e d e resultar a veces complicado. consideran desde la lógica «lo q u e podría pasar si» se presentaran problemas. La segunda. Un crítico eficaz realiza u n análisis del plan o c a m i n o p r o p u e s t o para tratar de detectar qué es lo que podría salir mal y c ó m o p o dría ser evitado. además de ser juicios «negativos».

«¿Por qué tiene que ser tan cara esa propuesta?». deberemos plantear preguntas como: «Si lo que no quieres es estrés/gasto/fracaso/desperdicio. La formulación positiva de esa misma intención posiüva seria algo así como «Asegurarnos de que el coste sea asequible» o «Estar seguros de que respetamos el presupuesto». en lugar de lo que se desea conseguir. por ejemplo. presuponen a menudo otros juicios. se le brinda al interlocutor la posibilidad de entrar en los detalles del plan.] Cómo ayudar a los críticos a convertirse en consejeros Convierte las críticas en preguntas Una vez que la intención positiva tras la crítica haya sido desvelada y reformulada en términos positivos. es decir. a examinar «cómo sabes» que eso «es» o «no es». afirmaciones sobre lo que algo «es» o «no es». [Nota: Al nivel de sus estructuras profundas. el crítico preguntara: «¿Cómo vamos a costearlo?» Con esta pregunta. por ejemplo. Supongamos. o un consejero. las opciones de respuesta son completamente diferentes de cuando se formula como juicio o generalización. Lo mismo sucede con preguntas como «¿Qué es lo que hace que tu propuesta sea tan cara?» o «¿Quién va a pagarlo?» En líneas generales. Lo dicho es de aplicación para la práctica totalidad de las críticas. si le preguntas a un critico por la intención positiva tras un comentario como «Esta propuesta es demasiado costosa». lo más probable es que consigas una respuesta parecida a «La intención consiste en evitar gastos». las críticas son declaraciones ontológicas. resulta útil: 1) descubrir el propósito que se °culta tras la crítica. que en vez de decir «Eso es demasia- En resumen. las preguntas sobre el «cómo» suelen ser más eficaces para centrar la atención sobre el marco-objetivo o el marco-realimentación. puede reformularse así: «¿Cómo podrías conseguir que fuera más fácil y sencillo ponerlo en práctica?» Por lo general. si bien se trata de una intención positiva. esta clase de pregunta sirve al mismo propósito que la crítica. preferiblemente sobre el «cómo». pero resulta mucho más productiva. Cuando una crítica es transformada en pregunta. Las preguntas sobre «cómo» conducen a exploraciones epistemológicas. y 3) convertir esa crítica una pregunta. 2) asegurarse de que la intención positiva se exprese (encuadrada) positivamente. en lugar de limitarlo a mostrarse en desacuerdo o discutir con el crítico. ¿qué es lo que sí quieres?» o «En caso de que lograses evitar eso que no quieres.66 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 67 ejemplo. Observa que se trata de preguntas principalmente sobre el «cómo». e n . Observa que. señala lo que se trata de «evitar». aún está lingüísticamente formulada o enmarcada en términos negativos. o «¿Por qué no puedes ser un poco más realista?» sigue presuponiendo un marco-problema. la crítica puede ser transformada e n una pregunta. Esta clase de preguntas tienden a ser las más útiles. ¿qué es lo que conseguirías con ello (cual sería tu beneficio)?» Veamos a continuación algunos ejemplos de reformulación positiva de declaraciones negativas: Declaración negativa demasiado caro pérdida de tiempo temor al fracaso irreal demasiado esfuerzo estúpido Reformulación positiva asequible utilización juiciosa de los recursos disponibles deseo de triunfar concreto y alcanzable fácil y cómodo juicioso e inteligente ¿o caro». El comentario «Esa idea nunca funcionará» puede ser transformado en la pregunta «¿Cómo pondrías esa idea en práctica?» «Este plan no es realista» puede convertirse en «¿Cómo podrías hacer más tangibles y concretas las etapas de este plan?» La queja «Eso requiere demasiado esfuerzo». por ejemplo. Las que se hacen con «por qué». Preguntar. para ayudar a alguien a ser un crítico «constructivo». Para extraer formulaciones positivas a partir de intenciones y criterios. lo que puede conducir de nuevo al desacuerdo y al conflicto.

protección. Piensa en algún aspecto de tu vida en el que trates de manifestar nuevos valores a creencias y colócate en posición de «critico» respecto a ti mismo. Este proceso se basa en dos formas fundamentales de reencuadre que forman parte del núcleo mismo de los patrones de El poder de la palabra: el patrón de Intención y el de Redefinición. Es más fácil y más productivo responder a esa intención positiva que a la expresión de u n comportamiento problemático.) subyacente tras alguna generalización o afirmación. Aplicar el patrón de Intención implicaría responder a la(s) >ntención(es) positiva(s) tras determinada generalización o jui' s que directamente a la propia expresión.) . sin alterar el significado de ésta. 3. El patrón de Intención de El poder de la palabra se basa en la presuposición básica de la PNL que afirma que: En algún nivel. desde el punto de vista de la persona a la que ese comportamiento pertenece. recorre los pasos antes descritos y convierte tus críticas en preguntas. El patrón de Intención comporta dirigir la atención de la persona hacia el propósito o la intención (por ejemplo. 2. Es (o fue) percibido como apropiado dado el contexto en el que fue establecido. Una vez que hayas transformado tus críticas en preguntas. ¿Cuál es el criterio o la intención positiva que hay tras esa crítica u objeción? ¿Qué es lo que tratas de conseguir o de preservar con tu crítica? Por ejemplo: «Un cambio profundo y duradero». llamar la atención. etc. El patrón de Redefinición comporta la substitución de una o más palabras o frases de la generalización o afirmación por otras nuevas que. para obtener las correspondientes respuestas. ¿Qué objeciones o problemas encuentras a lo que estás haciendo? Cuando hayas identificado algunos problemas u objeciones. así como convertir la crítica e n una pregunta sobre el «cómo». constituye un ejemplo de una modalidad de «truco mágico verbal». Como ejemplo. pasa de ser un «aguafiestas» o un «asesino» a convertirse en un «consejero». Cuando un crítico formula preguntas sobre el «cómo». el objetivo de la fase crítica de un proyecto es asegurarse de que un proyecto o un plan sea ecológicamente sólido y que preserve cualquier beneficio o subproducto positivo de la forma presente de tratar de alcanzar el objetivo. Descubre la intención positiva y las preguntas «cómo» relacionadas con tu autocrítica (a veces resulta útil hacerlo con ayuda de otra persona). establecer límites. Reemplazar una frase formulada en negativo por otra expresada en positivo constituye un ejemplo de «redefinición». En última instancia. (Nota: También resulta útil conducir primero al crítico a reconocer qué criterios han sido satisfechos. para poder o bien reencuadrarla o bien reforzarla.68 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 69 Todo eso se puede conseguir empleando la siguiente secuencia de preguntas: 1. podrás llevarlas ante el «soñador» y el «realista» que hay en ti. antes de pasar a coi mentar lo que falta o se necesita. Asumido que ésta es la intención de la que se trata. ¿Cuál es tu crítica u objeción? Por ejemplo: «Lo que propones es los patrones de «Intención» y «Redefinición» de El p o d e r d e la p a l a b r a Identificar y reconocer la intención positiva del critico. C 1 0 m á superficial». todo comportamiento tiene (o e n algún momento tuvo) una «intención positiva». en el que utilizamos El poder de la palabra para trasladar la atención de un marco-problema o un marco-fracaso a un marco-objetivo y un marco-realimentación. ¿cuál es la pregunta «cómo» que tiene que ser formulada? Por ejemplo: «¿Cómo puedes estar seguro de que la propuesta presentada satisfará los aspectos cruciales para conseguir un cambio profundo y duradero?» Practica este proceso contigo mismo. tengan implicaciones distintas.

pero dice: «Me gusta. por ejemplo. Por ejemplo. Más que una reacción. «Excesivo» como redefinición de «demasiado caro» implica que la objeción del cliente está en función de su expectativa sobre el precio que el establecimiento debería cobrar por ese artículo. Eso contribuirá a que el cliente responda desde un marco-objetivo en lugar de hacerlo desde un marco-problema. permitir 1 Objeción «Demasiado caro» Marco Problema Caro Centrarse en la intención de un juicio o afirmación limitadores ayuda a cambiar de un marco-problema a un marco-objetivo Redefinir implicaría decir algo parecido a: «¿Es porque usted cree que el precio es excesivo o porque le preocupa que no se lo pueda permitir?» En este caso. La segunda substituye «temo» por «preocupa» y «demasiado caro» por «no se lo pueda permitir». Redefinir «demasiado caro» como «no se lo pueda permitir» coloca la fuente de la objeción en la preocupación del cliente en relación con sus propios recursos financieros y su capacidad de pagar el precio del artículo. Esta frase sirve para dirigir la atención del cliente a la intención subyacente tras el juicio de que algo es «demasiado caro» (en este caso. «Creer» y «no se lo pueda permitir» son expresiones. diferentes a «temer». más probabilidades de que algo sea percibido como enseñanza. la afirmación «Me temo que es demasiado caro para mí» ha sido redefinida por la vendedora en dos líneas distintas. La primera redefinición cambia «teme» por «cree» y «demasiado caro» por «excesivo». el impacto e s distinto si le preguntamos a alguien: «¿Cuánto dolor soporta usted?» o «¿Cuánta incomodidad siente usted?» A menudo. pero implicaciones distintas La redefinición que el cliente elija proporcionará información importante para la vendedora. decidir ofrecerle un descuento (si el cliente considera que el precio es «excesivo») o una financiación (si lo que le preocupa es que «no se lo pueda permitir»). por consiguiente. pero tienen implicaciones distintas. implican procesos cognitivos y. con el propósito de obtener más información específica sobre la objeción del cliente. esta clase de reencuadre erbal cambia automáticamente la percepción de dolor en la per- v . Ambas reformulaciones sig-? nifican algo parecido a la objeción original. pero m e temo que es demasiado caro para mí». Según cuál sea su respuesta. la vendedora podrá. Por consiguiente. Volver a etiquetar «dolor» c o m o «incomodidad» constituye otro buen ejemplo del impacto del patrón de Redefinición de El poder fe 'a palabra.70 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 71 supongamos que un cliente entra en unos almacenes y muestra interés por determinado artículo. redefinir constituye un modo simple pero eficaz de abrir nuevos canales de pensamiento e interacción. que sirven para reubicar el juicio del cliente en< un marco-realimentación. la vendedora diría algo así como: «Entiendo que para usted es importante obtener valor por su dinero». Intención Marco Objetivo / Excesivo / No se l o \ / \ pueda \ 4 . Si aplicara el patrón de Intención. en Las palabras pueden tener significados superpuestos. muchos aspectos. la intención de «obtener valor»).

etc. Consideremos. en cambio. «Irresponsable» podría ser reemplazado por «espíritu libre». «responsabilidad». tú estás enojado. como «ingenuo». él se ha echado atrás. tú has cambiado de idea. podrás tratar de aplicarlos a afirmaciones limitadoras con las que te encuentres. Yo lo he reconsiderado. «éxito». o «despreocupado». en lugar de llamar «hiperactivo» a un chaval que rebosa de energía y tiene dificultades en hacer lo que le mdican. a tus hijos. En lugar de acusar a un niño de «mentir». Prueba a ver si encuentras para estas palabras algunas redefiniciones que impliquen aspectos positivos. «Riqueza». Por ejemplo. rígido) Cuando ya te sientas cómodo con los reencuadres de una sola palabra. ingenuo) Asertivo (confiado. tanto en ti mismo c o m o en los demás. pesado) 75 sona preguntada. como: Yo estoy justamente indignado. tú tergiversas los hechos. él es un condenado mentiroso. son palabras o expresiones que colocan marcos distintos en torno al concepto de «dinero» y que afloran perspectivas diferentes. «inocente» o «distraído». acusaciones o implicaciones negativas. él es un calzonazos. «instrumento». «Estúpido» podría ser redelinido. Por ejemplo: Responsable (estable. Tal vez así suavizarías tus críticas redefiniendo algunas de las palabras que utilizas cuando hablas a tu pareja. Yo soy compasivo. Hazte una lista de palabras y practica formando con ellas tus propios reencuadres de una sola palabra. Las redefiniciones suelen conseguir «transmitir el mensaje» y evitan. a tus compañeros de trabajo o a tus amigos. él está haciendo una montaña de u n grano de arena. por ejemplo. por ejemplo. poco sincero) Frugal (sabio. Por ejemplo. la palabra «dinero». tú eres obstinado. a menudo. él es un tonto de cabeza dura». En lugar de decir que n a persona que no oye bien es «sorda». «Dolor». etc. Toma prestada la fórmula de Russell y trata de construir algunos ejemplos.. Un término c o m o «incomodidad» contiene implícita la sugerencia de «comodidad». desagradable) Respetuoso (considerado. podemos decir que es «fogoso». También puedes considerar la utilización de reencuadres de una sola palabra para reformular comentarios tuyos acerca de otras personas. «energía verde». «flexible». tal vez te maldigas a veces por ser tan «estúpido» o «irresponsable». no permite matiz positivo alguno. Ejercicio de reencuadre de una palabra Un buen m o d o de explorar el patrón de Redefinición de £1 poder de la palabra consiste en formular «reencuadres de una sola palabra». al mismo tiempo. El propósito de esta modalidad de reverbalización consiste en reducir los juicios negativos y los estigmas que acompañan. podemos decir que tieu . Cada una de estas afirmaciones toma determinado concepto de la experiencia y lo coloca en diferentes perspectivas. Eso se hace tomando una palabra que exprese determinado concepto o idea y buscando otra que la reemplace y que aporte un matiz más positivo (o negativo) que la anterior. Yo me he equivocado de buena fe. transigente) Global (expansivo.72 EL PODER DE LA PALABRA Meneos y reencuadres Estable (cómodo. tú eres blando. «corrupción». podrías decir que «tiene mucha imaginación» o que «explica cuentos de hadas». innecesarias y a menudo perniciosas. tacaño) Amistoso (agradable. Como señalara jocosamente el filósofo Bertrand Russell: «Yo soy firme. aburrido) Juguetón (flexible. Esta clase de redefinición constituye el proceso básico de la «corrección política» en el lenguaje. a las etiquetas que utilizamos para describir a personas de algún m o d o distintas de nosotros. lo «reencuadra» con distintas palabras. por ejemplo.

. lo conviertes en una obra de arte. y expresarlo acto seguido en palabras para ampliar la perspectiva de los demás. la segunda posición implica estar asociado con el punto de vista. aunque también habrá quien lo considere paternalista y poco sincero. te metes en su piel. No hay ningún mapa del m u n d o que sea el único correcto. Es decir. debes traducir sus sensaciones. que afirma que: El mapa n o es el territorio. las ideas y los acontecimientos desde el modelo del mundo de esa otra persona. En una entrevista del año 1998 para la revista Speak. La intención de este cambio de etiquetas consiste en ayudar a las personas a ver a los demás desde una perspectiva más amplia y menos enjuiciadora. hueles y gustas esa interacción desde la perspectiva del otro. dadas las posibilidades y las capacidades que perciba c o m o accesibles a ella d e s d e s u propio m o d e l o del m u n d o . [C]uando representas al acusado. en jerga legal. sientes como él. su sentido y su intelecto. Identifica una situación que implique a otra persona. las creencias y las presunciones del otro. Los mapas más «sabios» y «compasivos» son aquellos que convierten e n accesibles el mayor y más a m p l i o número de opciones. eso se consigue con facilidad y naturalidad poniéndose en la piel del otro. estos cambios de denominación ayudan también a cambiar la visión y la definición de papeles de un marco-problema a un marco-objetivo. Así pues. Toda persona tiene su propio mapa del m u n d o . «andar con sus zapatos» o estar «al otro lado de la mesa». Desde el punto de vista de la PNL. Toda persona elige la mejor opción disponible. La segunda posición es una de las tres posiciones básicas definidas por la PNL. en su «posición perceptiva». Ésa es la creatividad del abogado defensor. Tomas en tus manos el barro del comportamiento de esa persona y lo embelleces. El patrón de El poder de la palabra conocido c o m o Modelo ¿ ¡ mundo s e basa e n este proceso. Implica ser capaz de reencuadrar una situación o generalización por medio de la percepción y la expresión de un mapa mental distinto de esa situación. en la o hayas logrado actuar con toda la maestría que hubieras ( l U e n . en lenguaje popular. desde un modelo del mundo diferente. Implica cambiar de perspectiva y ver lo que está pasando c o m o si fueses la otra persona. o en metáforas persuasivas. Sólo «la palabra» es tuya. dentro de determinada situación o interacción. El «conserje» pasa a ser el «técnico de mantenimiento» y la «recogida de basuras» se convierte e n «gestión de los residuos». Necesitas conocerlo por completo para comprender la naturaleza de su comportamiento. la experiencia o el juicio. Serra comentaba: e Percibir una situación desde otro modelo de mundo situándose en «segunda posición» Una forma sencilla pero poderosa de reencuadrar consiste en considerar la situación. te conviertes en él. ves con sus ojos y oyes con sus oídos. como componentes relevantes de su comportamiento. Es lo que. llamaríamos «ponerse en su piel». sientes. a menudo ganamos con ello nuevas y numerosas ideas y comprensiones. en lo que se conoce c o m o «segunda posición». En lugar de «lisiado» podemos decir «disminuido físico». El abogado criminalista Tony Serra nos ofrece un buen ejemplo del proceso de situarse en segunda posición para conseguir un modelo del mundo diferente.74 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 7i nc «dificultades auditivas». e n oposición a los más «realistas» o «precisos».. Cuando conseguimos ver una situación desde el modelo del mundo de la otra persona. El patrón de Modelo del mundo de El poder de la palabra se basa en otra de las presuposiciones de la PNL. por consiguiente. Cuando resultan eficaces. en el lenguaje de la ley. En segunda posición ves. oyes. así como percibir. Colocarse en segunda posición implica situarse en el punto de vista del otro.

Desde esta nueva perspectiva. p u e d e ser u n a experiencia m u y poderosa. llevo anillo de boda. Mi primera estrategia consistió en tratar de ignorarles cortésmente. recuerdo u n a ocasión en la que m e encontraba con Richard Bandler en un bar. ¿Cuál es la generalización o el juicio que hiciste. En primer lugar p o r q u e y o n o q u i e r o pelear. a estas alturas.7O EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 77 p o d i d o . Estaban ebrios y con ganas de pelea. p o r q u e n o tardaron m u c h o en gritarnos obscenidades. y observar la situación desde su p u n t o d e vista. respondí: —Ya e n t i e n d o . así que. Habíamos c o m e n z a d o a hablar c u a n d o aparecieron por la puerta u n par de tipos e n o r m e s . no seria una gran pelea. Respiré h o n d o y me puse en su piel por u n instante. es u n a pelea justa. en realidad. p o r s u p u e s t o . pero a Richard le gustaba y lo había elegido para e n c o n t r a r n o s . Por otro lado. Pero. nosotros estamos borrachos. el otro tipo (que parecía ser el «cerebro» del dúo) intervino: —No. ¿que clase d e pelea iba a ser ésa? En ese m o m e n t o . me di cuenta a tiempo de q u e seguir el patrón habitual d e respuesta sólo serviría para e m p e o r a r la situación. ¿qué es lo que te llamaría la atención en esa interacción? ¿Cómo la percibiría un antropólogo/artista/sacerdote/periodista? Elegir para esa segunda posición a alguien que haya sido un profesor o u n m e n t o r importante para ti. tanto de ti m i s m o c o m o de la otra persona? Enriquece tu percepción d e la situación y d e tu generalización considerándola desde al men o s tres p u n t o s d e vista o «mapas del m u n d o » . Un ejemplo de palabras adecuadas en el momento oportuno brazo y a hacerme d e r r a m a r la bebida. le dije al q u e tenía mas cerca: —¿Sabe? No m e p u e d o creer q u e piense q u e s o m o s h o m o sexuales. Afortunadamente. pero francamente. para sorpresa mía. de m o d o que tuve u n a idea brillante: ¿Por qué n o usar la PNL? Decidí tratar de descubrir y atender su intención positiva. U n o de ellos dijo: ¿Qué d e m o n i o s estás mirando? — d e m o d o q u e bajé la vista. ¡queremos pelea! Me imagino q u e . así q u e n o sacaría gran cosa de mí. Con voz pausada y firme. en el sentido de que estaba lleno d e esa clase d e personajes r u d o s y malcarados. así que lo miré y sonreí. Evidentemente b u s c a b a n alguien con quien meterse. sacude a su hijo d e catorce años y le dice que ps «justo» p o r q u e él está bebido? a A m o d o de ejemplo práctico sobre c ó m o he aplicado personalm e n t e algunos d e los principios q u e h e m o s c o m e n t a d o hasta aquí. . Sup o n g o q u e les parecería que yo n o era la clase d e fulano más adec u a d o para estar allí. n o funcionó. d o n d e h a b í a m o s q u e d a d o para vernos. ¿Cómo esa situación si jueras ella? percibirías Imagina ahora que eres un observador neutral. que contempla esa situación. eso era precís e n t e lo que le había pasado a el una v otra vez c u a n d o tenia ^ edad. te estarás diciendo algo así como: «Vaya R o b e n . usted me dobla en tamaño. No pasó m u c h o tiempo antes d e que u n o de ellos empezara a d a r m e golpes en efl Estaba seguro de q u e . Era la clase de bar que p o d r í a m o s llamar «de m o t e r o s » . Me volví p a r a mirarle directamente a los ojos y le contesté: — ¿ N o le parece que eso sería algo así c o m o el padre que Ue8 a casa borracho. con toda probabilidad. en lugar del monólogo anterior. No es la clase de lugar que pretiero. pero. Colócate en la piel de ¡a otra persona. a llamarnos «mariquitas» y a invitarnos a que nos fuéramos d e allí. p u e s t o que habíamos conseguido iniciar u n a conversación. Entonces el otro m e espetó: —¡Mírame cuando te hablo! La cosa se iba p o n i e n d o cada vez más fea y. A p r o v e c h a n d o la o p o r t u n i d a d . A lo que el tipo me espetó: —Sí. m e estaba c o m e n z a n d o a enfadar. Q u i s e m o s t r a r m e amistoso. C o m o p u e d e ver. q u é gran cosa eso d e El poder de la palabra». sí que habíamos progresado algo. O p i n o que su intención es otra.

aquellos h o m b r e s ya n o podían c o n t i n u a r c o n s u s abusos. lo cierto es que el caso confirma mi fe absoluta e n el p o d e r del lenguaje y d e la Programación Neurolingüística. p a s a n d o acto seguido a hacer terapia con ellos. salieran a la calle a sacudirse entre ellos. iba a sugerirles q u e . PODER DE LA PALABRA Enfrentados a la verdad.78 EL. p u e s t o q u e lo q u e querían era pelear. j u n t o c o n su estrategia de decisión para elegirnos.) A u n q u e yo n o lo recuerde exactamente así. (Según él. Fragmentación . d e m o d o q u e se fueron a molestar a otro cliente q u e . lo q u e hice fue dilucidar las s u b m o d a l i d a d e s d e los dos h o m b r e s . resultó ser u n karateka experto y les dio en la calle u n a buena lección. p o r cierto. Tal c o m o Richard interpreta la anécdota.

barcos y aviones en u n a m i s m a categoría de «medios d e transporte». «conducir u n coche» p u e d e asimilarse a « m o n t a r a caballo».Formas de fragmentación Los procesos de reencuadre alteran a m e n u d o el significado de una experiencia o u n juicio al «re-fragmentarlo». c o m o p o r ejemplo incluir coches.» . «frenos». «transmisión». más general o abstracto.Barcos A A A A proa quilla timón silbido ruedas focos Trenes Aviones ruedas motor frenos pedales manillar horquilla cola patas cascos alas hélices tren de aterrizaje Fragmentar hacia abajo «Fragmentar » implica la capacidad de desplazar la atención entre las generalidades y los detalles . el término «fragmentar» significa reorganizar o fraccionar alguna experiencia en porciones mayores o menores. «Fragmentar lateralmente» c o m p o r t a encontrar otros ejemplos en el m i s m o nivel de información. p o r ejemplo. p o r ejemplo. « m o t o r » . «ir en bicicleta» o «o navegar a vela». «Fragmentar hacia abajo» significa desplazarse a u n nivel de información m á s específico y concreto. «Fragmentar hacia arriba» significa desplazarse hacia u n nivel d e información mayor. etc. Fragmentar hacia arriba Formas de transporte Fragmentar lateralmente Coches H Bicicletas Caballos . En PNL. trenes. el «coche» p u e d e ser fraccionado e n «ruedas».

para modificar así el modo en que son percibidos y para «reencuadrarlos». PODER DE LA PALABRA Fragmentación 83 Así pues. El «tamaño del fragmento» se refiere al nivel de detalle o generalización desde el que la persona o el grupo analizan o juzgan determinado problema o experiencia. Esta clase de lenguaje resulta de «fragmentar hacia arriba» hasta un punto que no resulta ya adecuado o útil. por ejemplo. conviene pensar en fragmentos más bien pequeños. c o m o por ejemplo el deletreo de las palabras de un párrafo. es importante mantener la flexibilidad para desplazar libremente la atención entre fragmentos pequeños y grandes. o en grandes detalles. el modo en que la persona fragmenta su experiencia puede ser útil o problemático. etc. Palabras c o m o «siempre».) Redefinir requiere las capacidades adicionales de «fragmentar hacia abajo» y «fragmentar lateralmente». a un juicio o a una creencia. puede ser fragmentado en sub-objetivos. es decir. Si. implica reducir l o s elementos de un juicio o de una afirmación a fragmentos más Pequeños. Un viejo refrán dice: «¿Cómo se come una sandía?» La respuesta constituye un ejemplo de fragmentación hacia abajo: «Trozo a trozo». así c o m o a si el juicio o la generalización es aplicable a toda la categoría o tan sólo a algunos de sus componentes. Transformar estas críticas en una pregunta sobre el «cómo» (como ya hemos visto) sirve frecuentemente para ayudar a «fragmentar hacia abajo» estas generalizaciones excesivas. Uno puede fijar su atención en los pequeños detalles. creando una percepción distinta y más rica de la generalización expresada por el juicio o la afirmación. es considerado en PNL como el resultado de la capacidad para fragmentar hacia arriba. También hay que considerar la cuestión de la relación entre fragmentos grandes y pequeños. que resulten manejables. por ejemplo. «identificar clientes potenciales». pero con asociaciones e implicaciones distintas. prestar atención a los pequeños frag m e m o s puede conducir a que «los árboles no permitan ver e bosque». Como dirían los indios nativos americanos: «Ver con los ojos del ratón y del águila». Para desarrollar competencia con El poder de la palabra. «crear un plan de negocio». (Si una palabra está mal deletreada. ¿significa eso que la idea expresada por esa palabra también es errónea?) Ante determinada situación. «respeto». como: «Eso no funcionará nunca». «protección». fragmentar está relacionado con el m o d o en que la persona utiliza su atención. etc. c o m o «desarrollar el producto». El patrón de fragmentar hacia abajo de El poder de la palabra. Las críticas no constructivas suelen estar expresadas en términos de «fragmentos» o generalizaciones más bien grandes. «nunca». «jamás» o «sólo» se conocen en PNL con el término genérico de universales o cuantifica dores universa/es. Cuando la persona traía de pensar de forma «realista». Las situaciones pueden ser percibidas en términos de grados de detalle variables (microfragmentos de información) y de generalización (macrofragmentos de información). Fragmentar hacia abajo Los procesos de fragmentar hacia arriba y hacia abajo pueden también ser aplicados directamente a una afirmación. el tema centra' del que trata el libro. para poder así identificar conceptos y experiencias similares a los expresados en la afirmación inicial. «Nunca acabas lo que comienzas» o «Siempre sales con ideas demasiado arriesgadas». como por ejemplo «abrir un nuevo negocio». por el contrario. «reconocimiento». u n problema que tal vez parezca primera vista insuperable. Fragmentar hacia abajo es un proceso fundamental en PNL. Esta metáfora es aplicable a cualquier clase de situación o experiencia. que implica reducir una situación o experiencia a sus com nentes básicos. Descubrir la intención subyacente en determinado comportamiento o creencia. por ejemplo. o relacionados con ellos. «buscar inversores».82 El. se trata de un bombardeo de ideas. Un objetivo sobrecogedor. una etiqueta propia de «marco-proble- . Supongamos que alguien ha sido catalogado como «discapacitado para aprender» (obviamente. Por ejemplo. puede ser fraccionado en proble más pequeños. para identificar la categoría más amplia de la que el juicio o el comportamiento son la expresión (por ejemplo.

el juicio o la generalización de que se trate. por ejemplo. emprender ( o n o ) la acción. al estado interno. tus codos. la gasolina y el aceite son igual de caros que en cualquier otro coche. tu antebrazo. Procura encontrar reformulaciones que tengan implicaciones más ricas o más positivas que las que contiene la etiqueta. que estén implícitos en la afirmación. se puede «fragmentar hacia abajo» con el argumento: «Bueno. Incluso ante una afirmación c o m o «No soy atractiva» es posible fragmentar el «yo» implícito: «¿Son asimismo tu barbilla. atender ( o n o ) a la realimentación. podría ser fragmentado en una serie de pasos que constituyen la experiencia de «fracasar». Discapacidad para «aprender» los componentes que los constituyen. tales como fP jarse (o no) un objetivo. ¿Discapacidad para asimilar representar almacenar retirar? Palabra clave Fragmentar una generalización hacia abajo puede cambiar musirás percepciones y presuposiciones sobre ella Los verbos y las palabras de proceso pueden ser «fragmentados» en la secuencia de subprocesos que las constituyen (como en el ejemplo anterior con «aprender»). el tubo de escape. etc. a uno mismo. el color de tu pelo. el parabrisas. porque se ha querido garantizar el rendimiento y la seguridad». o bien atención a los objetivos. ¿consiste el problema en que la persona es incapaz de recibir información?» De forma parecida: ¿Significa ser discapacitada para aprender que esa persona no está capacitada para «representar».) . «Fragmenta hacia abajo» lingüísticamente alguna de esas palabras clave buscando elementos o fragmentos más pequeños. Podemos coger la palabra «aprender» y fragmentarla en otras que reflejen diversos componentes del proceso al que el término «aprender» se refiere. cinestésica. los dedos pequeños de tus pies. tus sueños. el proceso sitúa el juicio o la evaluación en un marco completamente distinto. si alguien dice que «Este coche es demasiado caro». Por ejemplo. al pasado. poco atractivos?» Una vez más. el tono de tu voz. auditiva. al contexto. Un término como «fracaso». el juicio o la generalización. en lugar de en las categorías. Los substantivos y los objetos pueden ser fragmentados en «Fragmentos» más pequeños Toma una etiqueta como «déficit de atención» y explora con ella diferentes clases de atención (por ejemplo: visual. Con ello conseguiremos volver a centrar nuestra atención e n las personas y e n los procesos. «almacenar» o «retirar» información? Tales preguntas y consideraciones son susceptibles de estimularnos a repensar nuestras presuposiciones acerca del significado de esa clase de etiquetas. Entonces ya podemos preguntar: «¿Discapacitado para aprender quiere decir discapacitad o para asimilar? Es decir. etc.84 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentación 85 ma»). ayudándonos así a ubicar de nuevo la situación en un «marco-realimentación». Busca alguna etiqueta. las ruedas. algún juicio o alguna generalización negativa y anota las palabras clave. «representar». Practica tú m i s m o este proceso. «almacenar» y «retirar» información. como «asimilar».. Son el motor y los frenos los que cuestan un poco más. o que estimulen una perspectiva completamente diferente en relación con la etiqueta. responder con flexibilidad (o rigidez). establecer (o no) un plan. tu nariz. en realidad. etc.

Podemos decir. pero a pesar d e ello n o dejan de ser extensiones lógicas posibles d e estas etiquetas. creando de este m o d o u n a percepción nueva o enriquecida da la generalización expresada. identificando alguna clasificación superior en la que dicha palabra encaje. Clasificación superior Palabra clave Otros procesos u objetos en la misma categoría «Fracaso». etc. «Aprender». por ejemplo. «incapaz para el instinto» o «incapaz d e evolucionar»? P u e d e q u e a l g u n o s de estos términos s u e n e n casi cómicos. «Adaptarse» ¿Discapacidad o más positivas que las que c o m p o r t a la expresión actual d e esa etiqueta. Fragmentar lateralmente (descubrir analogías) Condicionar Aprender Instinto Evolución Fragmentar hacia arriba nos lleva a reconsiderar las implicaciones de una generalización o de un juicio Practica tú m i s m o este proceso. . «¿Cuál es la causa y c ó m o p u e d e ser corregida?». j u i cio o generalización negativos que utilizaste en el ejercicio anterior. así c o m o a sacarlo d e su «marco-problema». «Gasto» pasaría a ser «consideraciones sobre el m o v i m i e n t o d e capital». la «evolución». que la «discapacidad para aprender» es como el «mal funcionamiento d e u n p r o g r a m a informático». Y así sucesivamente. Coge la misma etiqueta. ¿significa eso que también está de algún m o d o «discapacitada para adaptarse»? ¿Es t a m b i é n «incapaz de c o n d i c i o n a r » . De nuevo. forma parte d e u n a categoría más amplia de procesos. Fragmenta lingüísticamente «hacia arriba» alguna de s u s palabras clave. «¿Viene el problema de alguna línea concreta de programación? ¿Del m e d i o físico del o r d e n a d o r ? ¿O tal vez el problema está en el programador? » Analogías c o m o ésta n o s estimulan a enriquecer nuestra perspectiva sobre u n a generalización o u n juicio en concreto. pero que tenga implicaciones más ricas Fragmentar lateralmente consiste p o r lo general en la b ú s q u e d a de metáforas o analogías. Eso n o s conduciría a u t o m á t i c a m e n t e a formular preguntas como: «¿Dónde está el fallo?». así como a desvelar y evaluar n u e s t r a s presuposiciones. reconsiderar el juicio en relación con esta clase de «reencuadre» nos lleva a c o m p r e n d e r n u e s t r o significado y nuestras presuposiciones desde u n a perspectiva nueva. podría ser «fragmentado hacia arriba» a la categoría de «consecuencias conductuales». al m i s m o ftempo q u e n o s a y u d a n a cambiar d e u n marco-problema a u n marco-objetivo o a u n marco-realimentación. o bien que estimule u n a perspectiva c o m p l e t a m e n t e diferente respecto a ellas. p o r ejemplo. que n o s aporte u n a nueva perspectiva sobre las implicaciones de esa generalización o ese juicio. el «instinto». C u a n d o se le cuelga a alguien la etiqueta d e «discapacitada para aprend e r » . juicio o generalización. Ser «poco atractivo» lo podría ser a «diferir de la n o r m a » . entre los que se incluyen también el «condicionamiento». p o r ejemplo. a los que p o d e m o s referirnos c o m o formas diversas de «adaptación».86 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentación 87 Fragmentar hacia arriba El patrón de El poder de la palabra para fragmentar hacia arriba c o m p o r t a generalizar hacia u n a clasificación m a y o r algún elem e n t o de u n a afirmación o d e u n j u i c i o . El p a t r ó n d e analogía de El poder de la palabra implica descubrir u n a relación análoga a la definida p o r la generalización o el j u i c i o .

u n a analogía a «fracaso» podría ser la incapacidad de Cristóbal Colón para establecer u n a ruta comercial a Oriente. «fragmentar lateralmente». Jenomenos r Deductivo Los h o m b r e s m u e r e n . Esta modalidad d e p e n s a m i e n t o es esencial para «fragm e n t a r hacia arriba». Sócrates m o r i r á . Podría establecerse otra analogía parecida entre «gasto» y la «energía» requerida para el ejercicio físico o el crecimiento. La h i e r b a m u e r e . Abductivo Los h o m b r e s m u e r e n . La cría de cisne (o «palito feo») constituye u n ejemplo clásico de analogía p a r a u n a p e r s o n a « p o c o atractiva». es análoga a . Éstas implican el establecimiento d e iso- . El p e n s a m i e n t o abductivo o metafórico c o n d u c e a u n a mayor creatividad y p u e d e . «fragmentar lateralmente» para descubrir analogías constituye u n a de las funciones del pensamiento ábduclivo. o b i e n que estimule u n a perspectiva c o m p l e t a m e n t e diferente respecto a ellas. percatarse de que todos los pájaros tienen p l u m a s . Bateson argumenta q u e razonar exclusivamente a través d e estas d o s m o d a l i d a d e s d e p e n s a m i e n t o p u e d e causar rigidez en el m o d o d e pensar. las modalidades inductiva y deductiva se centran más en los objetos y las categorías q u e en la estructura y la relación. Ejercicio: Busca isomorfismos Comparación entre procesos de pensamiento deductivo y abductivo La capacidad para «fragmentar lateralmente» y crear analogías constituye una habilidad fundamental para la construcción de metáforas terapéuticas. Practica tú m i s m o este proceso. . llevarnos a descubrir verdades m á s profundas acerca d e la realidad. el juicio o la evaluación (es decir. pero que tenga implicaciones m á s ricas o más positivas que las que comporta la expresión actual de esa etiqueta. El r a z o n a m i e n t o abductivo implica buscar las similitudes entre objetos y fenómenos. Por ejemplo. juicio o generalización negativos que utilizaste en el ejercicio anterior. . c o m o en el caso de la lógica del tipo «si-entonces». Y así sucesivamente. «Fragmenta lateralmente» e n busca d e algún otro proceso o fenómeno. q u e sea u n a metáfora para ellos). El r a z o n a m i e n t o inductivo implica la clasificación d e objet o s o fenómenos particulares de a c u e r d o con s u s características c o m u n e s . modalidad del p e n s a m i e n t o distinta d e la «inductiva» y la «deductiva». p o r ejemplo. Los h o m b r e s s o n h i e r b a . El razonamiento deductivo c o m p o r t a formular predicciones acerca d e d e t e r m i n a d o objeto o f e n ó m e n o b a s á n d o n o s en su clasificación. en realidad. Palabra clave n Otros procesos o . Vuelve a tomar la misma etiqueta.88 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentación 89 U n a «discapacidad p a r a aprender» es análoga a \j defecto e n u n p r o g r a m a informático n ¿Dónde está el problema y cuál es su causa? «Fragmentar lateralmente» implica descubrir analogías susceptibles de estimular ideas y perspectivas nuevas Según el antropólogo y teórico de la comunicación Gregory Bateson. juicio o generalización. Sócrates es u n h o m b r e . La d e d u c c i ó n implica «fragmentar hacia abajo». es decir. análogo al definido p o r la etiqueta. Gregory Bateson esclareció la diferencia entre la lógica deductiva y el p e n s a m i e n t o abductivo c o n t r a s t a n d o los siguientes razonamientos: Según Bateson. que lo condujo a las costas de América del Norte.

4. plantas. morfismos o paralelismos entre l o s personajes y los sucesos del relato y la situación personal de quien lo escucha. El diccionario define puntuar como «poner en la escritura los signos ortográficos necesarios para distinguir el valor prosódico de las palabras y el sentido de las oraciones y de cada uno de sus miembros». con el objetivo de ayudarlo a encontrar nuevas perspectivas y activar recursos. hacia abajo y lateralmente) proporcionan un poderoso conjunto de herramientas lingüísticas con las que enriquecer. A desearía tener una nueva relación. Las comas. B y C están atentos a los elementos significativos de la situación o el problema de A. A habla a B y C de un problema o de una situación p sentes. 5. etc. B y C hablan entre sí para ponerse de acuerdo sobre los elementos. puntuamos las palabras de varias formas diferentes: como preguntas. el término «puntuación» se utiliza para referirse al m o d o en que el individuo fragmente una experiencia en unidades de percepción significativas. por ejemplo: «La atención de A sobre el pasado le impide avanzar e n su vida». por ejemplo. como afirmaciones o c o m o exclamaciones. relaciones y procesos contextualmente significativos en la situación o el problema de A B los expresa verbalmente a A para comprobar su exactitud. B y C trabajan juntos para presentar una metáfora a A. Me dijo que podía conducir con seguridad mirando s ó l o al retrovisor siempre que la carretera delante de mí fuera exactamente la misma que la que dejaba atrás». En PNL. geo grafía. reencuadrar y «re-puntuar» nuestros mapas del mundo. los signos de exclamación o interrogación nos permiten comprender el significado implícito. Distintas «puntuaciones» de nuestra percepción del mundo nos permiten crear diferentes significados de una misma experiencia. personajes. 3. pe duda debido a los problemas experimentados e n relaci nes anteriores. En el lenguaje hablado. Pero observa lo que sucede cuando se puntúan c o m o sigue: .90 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentación Por ejemplo: «Mi abuelo me enseñó a conducir. 2. estaciones. B y C pueden utilizar las siguientes fuentes de inspiración Fantasía Temas universales Experiencias de la vida en general Experiencias de la vida personal Naturaleza (animales. a Tomemos como ejemplo las siguientes palabras: lo que es es lo que no es no es no es así así es A primera vista no parecen más que un parloteo carente de mido. B y C: 1. Cambiar de papeles hasta que todos hayan estado en el de A. geología. El ejercicio siguiente te ayudará a desarrollar y aplicar tus habilidades de pensamiento lateral: En grupos de tres personas.) Cuentos populares Ciencia ficción Deportes Puntuación y repuntuación Las diversas formas de fragmentar (hacia arriba. Esta clase de puntuación cognitiva funciona de forma análoga al modo en que I puntuación lingüistica opera en el lenguaje hablado y escrito. En la organización de nuestra experiencia ocurre algo parecido. para los que le gustaría obtener algún consejo Por ejemplo. A.

Compara la puntuación anterior con los siguientes ejemplos: Lo que es. no es. Lo que. del m o d o en que el lenguaje nos lleva a p u n t u a r y r e p u n t u a r n u e s t r o s m a p a s del m u n d o . los signos de admiración. ¿qué p o d r í a m o s hacer para esforzarnos más (interrogante)? Soñador: Los beneficios han caído el trimestre pasado. Así es. Es. Ver u n detalle en relación con la «gran imagen» es m u y diferente a verlo en relación con otros delalles. situada a u n nivel distinto al d e las propias palabras. No es así. Tomemos. d e t e r m i n a n d ó n d e colocar los interrogantes. W W W. p o r ejemplo.02 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentación 93 Lo que es. Por ejemplo. Las personas n o suelen discutir. El contenido d e nuestra experiencia es c o m o la primera de estas series de palabras. Lo que no es. así es. p u e s confieren distintos significados a ese c o n t e n i d o . N o es más que un tropezón en el c a m i n o ( p u n t o y coma). Procesos cognitivos c o m o la fragmentación. en gran medida. etc. Así. le conferirá u n significado c o m p l e t a m e n t e distinto a considerarlo en relación con el «pasado inmediato». I N T E R C A M B I O S V I R T U A L E S . es lo que no es. deprimirse. así c o m o del m o d o en que estas p u n t u a c i o n e s le dan sentido a nuestra experiencia. u n a información c o m o : «Los beneficios h a n caído el trimestre pasado». q u é tipo de relaciones v a m o s a percibir. La p u n t u a c i ó n . sino más bien p o r el lugar d o n d e colocan los signos de exclamación y los interrogantes. es. es. u n realista y u n crítico. la percepción del tiempo y los canales representacionales. creencias y expectativas: Crítico: Los beneficios h a n caído el trimestre pasado. El poder de la palabra trata. o matarse unas a otras p o r el c o n t e n i d o d e su experiencia ni p o r s u s respectivos mapas del m u n d o . d ó n d e c e n t r a m o s la atención. ¿No es así? ¡Así es! Parece q u e de repente cobran cierto sentido. lo que no es. Es relativamente neutral e incluso está vacío de cualquier significado real. ¡Eso es terrible! ¡Estamos a r r u i n a d o s (signo d e exclamación)! Realista: Los beneficios h a n caído el trimestre p a s a d o . He aquí c ó m o puntuarían esos m i s m o s datos u n soñador. A partir d e a q u í las cosas mejorarán. no es. sobre la base de sus respectivos valores. No es. O R G . Estas palabras podrían ser puntuadas también de m o d o distinto. no es. Nuestra p u n t u a c i ó n mental influye sobre qué percepciones a g r u p a m o s . las organiza y las «enmarca» de m o d o q u e nuestra percepción de ellas cambia. considerar u n acontecimiento e n términos de s u s implicaciones «a largo plazo». las c o m a s y los p u n t o s mentales y emocionales. lo p e o r ya ha pasado. Ya h e m o s atravesado m o m e n t o s difíciles e n otras ocasiones ( c o m a ) .

4 Valores y criterios .

p o r ejemplo. El equivalente inglés para «significado» es meaning. En u n a cultura árabe. n o tiene m o d a les o es grosera. eso gnificaría q u e la persona se siente indispuesta. equivalente a su vez del alemán antiguo meinen. significamos o representamos los datos empíricos. c ó m o interpretamos esos datos y les d a m o s u n significado i n t e r n o en n u e s t r o s m a p a s mentales del m u n d o . Los modelos y procesos d e PNL. S1 Todos los animales tienen la capacidad d e crear códigos y . Diferentes m a p a s del m u n d o producirán significados i n t e r n o s distintos p a r a u n mismo territorio d e experiencia. Desde la perspectiva d e la PNL. d e p e n diendo d e c ó m o sean s u s respectivos m a p a s internos. En otras culturas. q u e significa «tener en m e n t e » . fueron desarrollados con el objetivo d e explorar y descubrir «cómo» simbolizamos. meaning. eructar significa «gracias por la excelente comida». p u e d e ser visto c o m o u n «éxito» para algunos. el significado es u n a función de la relación entre «mapa y territorio». se refiere a las representaciones o experiencias internas asociadas c o n estímulos y acontecimientos externos. pero también c o m o u n «riesgo» o u n a «carga» p o r otros. Un m i s m o incidente o u n a misma experiencia en el m u n d o externo cobrarán significados distintos en i n d i v i d u o s diferentes o en culturas distintas. es decir.La estructura del significado El significado está relacionado con la intención o el sentido de u n mensaje o u n a experiencia. Así p u e s . «significado». en cambio. p o r ejemplo. c o m o los q u e El poder de la palabra representa. Tener mucho dinero. c ó m o c o n s t r u i m o s a partir d e ellos u n «sentido». del inglés hablado entre los siglos xn y xiv menen (inglés antiguo maman).

así como de dar significado a su experiencia a partir de esos mapas. asimismo. constituye otra fuente de influencia sobre el significado. Las mismas palabras pronunciadas con entonación y énfasis distintos tendrán significados muy diferentes.98 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 99 mapas del mundo. acontecimientos. sea cual fuere la intención del comunicador. El significado es la consecuencia natural de nuestra interpretación de la experiencia. el tono. Para sorpres u . los mensajes transmitidos. Así pues. el significado de toda comunicación consiste en la respuesta que suscita en él. que también comenzaban a andar escasos de suministros. Los marcos mentales que colocamos en torno a nuestra percepción de una situación. El medio o canal a través del que se recibe o se percibe un mensaje o una experiencia. En significado está asimismo muy influido por el contexto. Los metamensajes no verbales son como guías y marcadores de. etc. cierta clase de marco que influirá sobre el modo en que serán interpretadas. Una palabra hablada suscitará distinta clase de significado que un símbolo visual. Veamos un ejemplo. con toda probabilidad. por ejemplo. Así pues. la intensidad. la cantidad de movimiento. de un castillo medieval que estaba bajo el asedio de un ejército extranjero. muy realista. tanto la percepción del contexto c o m o los indicios contextúales constituyen un aspecto importante de la capacidad de extraer sentido de un mensaje o un acontecimiento. Ésta es la razón que hace que los procesos de PNL de enmarcar y reencuadrar sean herramientas con tanto poder para la transformación del significado de una situación o experiencia. La PNL subraya la importancia de explorar diferentes perspectivas y niveles de experiencia. Habida cuenta de que el significado es una función de nuestras representaciones internas de la experiencia. de un suceso o de un mensaje sirven a m o d o de contexto generado en nuestro interior para nuestra experiencia. Las representaciones sensoriales constituyen la «estructura profunda» de nuestro lenguaje. vieron caer sobre ellos aquellos alimentos. Cuando éstos. Sentir el «éxito» es una experiencia distinta a visualizarlo o a hablar de él. un significado igualmente limitado. Cambiar el color. decidieron mostrar determinación. centrará nuestra atención en determinados aspectos de esa situación y nos llevará a atribuir significados a los. que nos indican c ó m o interpretarlos para darles el significado adecuado. la comida comenzaba a escasear entre los sitiados. Con él ánimo de no rendirse. que si lo vemos tendido en medio del callejón que hay detrás de ese mismo teatro. Por ejemplo. Una misma comunicación o conducta tendrá diferentes significados en contextos distintos. (las cualidades de «submodalidad»). interpretaron que los del castillo tenían tanta comida que podían permitirse «uzar parte de ella a sus atacantes para desafiarles. Responderemos de forma diferente si vemos a alguien apuñalado o acribillado a balazos en la ficción de un escenario. de las representaciones internas alterará también el significado y el impacto de determinada experiencia. para crear así la posibilidad de descubrir distintos significados potenciales en relación con determinada situación o experiencia. alterar estas representaciones internas puede alterar también el significado que esa experiencia vaya a tener para nosotros. Un mapa limitado de la experiencia producirá. Colocaron en un cesto los pocos alimentos que les quedaban y los catapultaron sobre sus asaltantes. el modo en que cada cual extraerá sentido de una comunicación está en gran medida determinado por los paramensajes y metttmenstíjes que acompañen a esa comunicación. es muy diferente decir «¿No?» que decir «No» o que decir «¡No!» Uno de los principios fundamentales de la PNL consiste en que para el receptor. distintos a si percibimos la misma situación desde un «marco-objetivo» o desde un «marco-realimentación- en-vez-de-fracaso». A medida que el asedio se prolongaba. que un contacto físico o que un olor. Percibir una situación desde un «marco-problema». Qué significado extraemos y cómo lo extraemos está en función de la riqueza y la flexibilidad de nuestras representaciones internas del mundo. El teórico del medio Marshall McLuhan asegura que el medio por el que el mensaje es transmitido tiene más importancia sobre c ó m o s e recibe y se interpreta éste que el propio mensaje por sí mismo. Las presuposiciones acerca de la intención tras determinado comportamiento o determinada comunicación crean.

crecimiento. a c o n t e c i m i e n t o s y experiencias que e n c o n t r a m o s m á s «significativos» s o n aquellos que están más c o n e c t a d o s con n u e s t r o s valores fundamentales (seguridad. etc. el uso del t é r m i n o se amplió en el siglo xix hasta incluir u n a interpretación más filosófica.100 EL PODIÍR DE LA PALABRA valores y criterios A m o d o d e exploración d e tus p r o p i o s valores. p o r ejemplo. sobre todo en términos del sentido e c o n ó m i c o de interc a m b i o comercial. e n n a s sa d e los sitiados. ¿qué es lo que te motiva?». la «flexibilidad». con u n salario garantizado y u n a s funciones bien definidas. el significado es p r o d u c t o de n u e s t r o s valores y n u e s t r a s creencias. C u a n d o nuestros valores se ven satisfechos o correspondidos. en efecto. a b a n d o n a r o n precipitadam e n t e el asedio. Los valores d e la persona t a m b i é n moldearán el m o d o en el que «puntuará» o atribuirá significado a su propia percepción de h u a c i ó n concreta. así c o m o . considera por un m o m e n t o c ó m o responderías a las siguientes preguntas: «En líneas generales. solemos sentirnos insatisfechos. F u n d a m e n t a l m e n t e . «¿qué te mueve a la acción. Bajo la influencia de filósofos c o m o Friederich Nietzsche. C u a n d o sucede lo contrario. De forma parecida. la persona que se sienta motivada p o r la «estabilidad» c o m o valor. Valores y motivación Según el diccionario Webster's. los valores constituyen en la vida del ser h u m a n o u n a fuente primaria de motivación. m . p o r m e d i o de la actualización o del c a m b i o de los valores y las creencias asociados a esos acontecimientos. Esta persona buscará objetivos distintos a los de otra cuyo valor sea. Por ejemplo. los valores son «principios. a r m o n í a o sintonía. Estos filósofos acuñaron el t é r m i n o axíologia (del griego axios o «valioso») para referirse al estudio de los valores. el t é r m i n o «valor» se refería a «la valía de algo». Habida cuenta d e lo asociados que están a los conceptos de valía. qué te saca d e la cama por la mañana?» Entre las respuestas posibles podrían contarse: Éxito Elogio Reconocimiento Responsabilidad Placer Amor y aceptación Logro Creatividad Valores c o m o éstos influyen e n y dirigen fuertemente los o b jetivos que n o s fijamos y las opciones q u e elegimos. se marcará objetivos relacionados con la satisfacción de este valor en su vida personal o profesional. d e t e r m i n a n en gran m e d i d a el significado q u e o t o r g a m o s a esos a c o n t e c i m i e n t o s . En su origen. «¿qué es lo más importante para ti?». Los objetivos que nos fijamos son. Alterar las creencias y los valores p u e d e c a m b i a r de i n m e d i a t o el significad o de n u e s t r a s experiencias vitales. Los patrones de El poder de la palabra o p e r a n c a m b i a n d o el significado de los acontecim i e n t o s y las experiencias. i n c o n g r u e n t e s o violentados. las tropas asaltantes. en cambio. descorazonadas p o r su propia interpretación del mensaje. supervivencia. Quien se fije el objetivo de «aumentar los beneficios». lo m á s probable es q u e la persona cuyo objetivo consista en «crear u n e q u i p o eficaz». Q u i e n valore la flexibilidad.) Las creencias relacionadas con causa-y-efecto. sentimos satisfacción. Está relacionado c o n la pregunta «¿Por qué?» Los mensajes. Q u i e n valore la estabilidad se contentará c o n u n empleo de 9 a 5. tratará d e encontrar un e m p l e o que implique variedad de funciones y de h o rario. j u n t o c o n la c o n e x i ó n entre los acontecimientos percibidos y n u e s t r o s valores. Ello d e t e r m i n a qué clase de estrategias e n t a l e s seleccionará para a b o r d a r esa situación. sentido y deseo. cualidades o entidades que resultan intrínsecamente valiosos o deseables». probablemente lo hará p o r q u e trata de satisfacer el valor d e «éxito financiero». la expresión tangible de nuestros valores. la m u e v a el valor de «trabajar con otras personas».

aunque ambos conceptos no sean del todo sinónimos. conductuales e intelectuales. Los criterios pueden ser aplicados a cualquier clase de niveles de experiencia. «seguridad». Aplicar en cambio el criterio de «capacidad de adaptación» llevará a otra clase de juicios y conclusiones sobre ese mismo producto. Ello hace que sean mucho más susceptibles de sufrir los procesos de generalización. Los valores y los criterios fundamentales constituyen ejemplos clásicos de experiencia «subjetiva». también suele ocurrir que las personas actúen desde valores distintos. los valores son parecidos a lo que en PNL denominamos criterios fundamentales. sus respectivas evidencias requeridas para determinar si esos criterios están siendo satisfechos o. Como etiquetas. pueden diferir substancialmente. Los valores están relacionados con lo que queremos o deseamos. supresión y distorsión. El contacto entre culturas. conocidas en PNL c o m o nominalizaciones. Uno de los retos en la definición. Por ejemplo. sados en emociones. las acciones que realizará en ella. por el contrario. aplicar el criterio de «estabilidad» a un producto. Ello se debe a que. esos objetivos se vuelven m u c h o más incitadores. etc. Podemos tener criterios medioambientales. «integridad». que representan la «objetividad». Por supuesto. debate. actuando a m o d o de poderoso filtro de percepción. El término proviene de la palabra griega krites. «sentarse». Desde esta perspectiva. enseñanza. conducirá a determinados juicios y conclusiones. vulnerados. evaluará esa misma situación o actividad por las oportunidades de recreo o juego que pueda proporcionar. lo están con los estándares y las pruebas que aplicaremos para tomar decisiones y formular juicios. e Criterios y juicios En PNL. «amor». Cuando conseguimos conectar nuestros planes y objetivos futuros con nuestros valores y criterios fundamentales. a menudo. y ello debido a la enorme diferencia entre sus respectivas definiciones subjetivas de esos mismos valores. Todos los patrones de El poder de la palabra giran en torno a una utilización del lenguaje destinada a vincular diversos aspectos de nuestra experiencia y nuestros mapas del mundo c o n nuestros valores fundamentales. PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 103 última instancia. sin embargo. o incluso conversación sobre valores y criterios. tienden a estar mucho más alejadas de cualquier experiencia sensorial específica que otras como «silla». que significa «juez o arbitro». esa misma organización o esa misma familia. «casa». Reconocer que las personas tienen diferentes valores y criterios es fundamental para la resolución de conflictos y el manejo de la diversidad. etc. mientras que otras aspiran a «crecimiento» y «autodesarrollo». Valores y criterios básicos son a menudo expresados con palabras tales c o m o «éxito». Quien valore la «seguridad». en contraste con los «datos» y las acciones observables. estará constantemente evaluando la situación o la actividad para detectar cualquier «peligro» potencial. y determinan las pruebas que utilizaremos para evaluar nuestro éxito y nuestro progreso en relación con estos estados deseados. Esta realidad suele ser causa tanto de conflicto c o m o de diversidad creativa. cuestiones relacionadas con las diferencias entre criterios y valores. los valores constituyen la base de la motivación y de la persuasión. por ejemplo. los valores son a menudo equiparados con lo que se conoce como «criterios». al mismo tiempo que criterios ba- . una organización o una familia. Quien valore en cambio la «diversión». «correr». Los criterios. Dos personas pueden afirmar que poseen los mismos valores y.102 El. «armonía» o «respeto»). suele ser notablemente «resbaladiza». a pesar de que las personas compartan valores parecidos (como «éxito». Así pues. en cambio. consiste en que el lenguaje utilizado para expresarlos sea a menudo muy general y muy poco «basado-en-los-sentidos». No es raro ver a dos personas proclamando los mismos valores y actuando de forma diferente e n situaciones similares. actuar de forma m u y diferente e n situaciones parecidas. Esta clase de palabras. las fusiones entre organizaciones y las transiciones n la vida de las personas plantean. Puede que una persona o un grupo busquen «estabilidad» y «seguridad». Nuestros criterios definen y moldean la clase de estados deseados que buscaremos.

O t r a posibilidad p a r a evitar o resolver las limitaciones y los conflictos p o t e n c i a l e s . PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 105 Los principios y patrones de El poder de la palabra p u e d e n ser utilizados d e varios m o d o s para ayudar a resolver cuestiones y problemas relacionados con los valores y los criterios: 1. 3. estos sencillos reencuadres verbales consiguen superar el abismo entre dos criterios que parecían incompatibles. « E n c a d e n a n d o » criterios y valores por m e d i o d e su redefinición. Criterio 1-»> Reencuadre 1 Reencuadre 2 Criterio 2 Criterio 1 Reencuadre l Reencuadre 2 Criterio 2 Encadenar criterios es u n a m o d a l i d a d d e «fragmentación lateral» orientada a la u n i ó n d e valores a p a r e n t e m e n t e contradictorios. Prueba a hacerlo tú m i s m o utilizando los espacios habilitados más abajo. 2. F r a g m e n t a n d o hacia abajo para definir «equivalencias de criterio». Reencuádralos luego utilizando palabras o frases compatibles c o n esos criterios. De este m o d o . trar recncuadres q u e «encadenen» los d o s criterios iniciales d e forma que éstos p u e d a n ya ser compatibles. susceptibles d e surgir del lenguaje utilizado para expresar valores. p u e d e tener la «globalización» c o m o valor fundamental. En m u c h o s aspectos. U n a empresa. U n m o d o de tratar con los conflictos percibidos entre valores consiste en utilizar el p a t r ó n d e redefinición de El poder de la palabra para crear u n vínculo o «cadena» que u n a estos criterios divergentes.104 El. en «la confianza de formar parte de un g r u p o » . Por ejemplo. p o r ejemplo. Si n o son atendidas d e la forma adecuada. sin embargo. consiste en «fragmentar hacia abajo» los valores y las afirmaciones para convertirlos en expresiones m á s específicas o. pero q u e p r o p o r c i o n e n u n a perspectiva distinta. «Seguridad». e n equivalencias de criterio. «trabajar j u n t o con personas diversas» y «formar parte de un grupo» s o n conceptos parecidos. esta clase d e diferencias a p a r e n t e m e n t e fundamentales p u e d e n generar conflictos y disensiones. l o q u e es lo m i s m o . Por ejemplo: Profesionalidad > integridad personal Criterio 1 Reencuadre 1 Autoexpresión Reencuadre 2 < Libertad Criterio2 Procura ahora e n c o n t r a r reencuadres que a y u d e n a encadenar los dos criterios siguientes: Atención al cliente Criterio 1 ~*— A u m e n t o d e beneficios Criterio 2 Redefinir valores y criterios para encadenarlos Se presentan a m e n u d o situaciones en las que parece que haya diferencias entre los valores o criterios fundamentales d e personas o grupos. . Para algunas d e las personas de esa empresa. Anota dos criterios a p a r e n t e m e n t e opuestos en los espacios titulados Criterio 1 y Criterio 2. el t é r m i n o «globalización» p u e d e ser fácilmente r e e n c u a d r a d o c o m o «trabajar j u n t o con personas diversas». tal vez el valor fundamental sea la «seguridad». F r a g m e n t a n d o hacia arriba para identificar y utilizar «jerarquías» d e valores y criterios. Trata de encon- Reencuadre l Reencuadre 2 Escribe ahora t u s p r o p i o s ejemplos de Criterio 1 y Criterio 2 en los espacios habilitados y busca reencuadres simples q u e ayuden a establecer el vínculo entre a m b o s .

la luz. salud. que oirás. más palabras. que u n a persona utiliza para evaluar u n a idea.) 2. singularidad. Establecer criterios y equivalencias d e criterio constituye asimismo u n aspecto i m p o r t a n t e para la construcción de equipos. Los «criterios» están relacionados con objetivos y valores. y q u e ya los estás disfrutando. ¿Sucede eso c u a n d o añades m á s color. Ajusta las cualidades sensoriales d e tu experiencia interna de m o d o que se haga más motivadora y atractiva. Para explorar algunas de tus equivalencias d e criterio. Explóralo tú m i s m o c o n el ejercicio siguiente: 1. Imagina que ya has alcanzado u n objetivo o u n resultado q u e se c o r r e s p o n d e con los criterios que acabas d e definir. de otra persona o d e u n a m e d i c i ó n objetiva)? Las percepciones sensoriales q u e conforman nuestras equivalencias de criterio influyen en gran medida en el m o d o en que pensamos y sentimos acerca d e algo. Las «equivalencias de criterio» están relacionadas con las experiencias y las n o r m a s que las personas utilizan para evaluar su éxito en la satisfacción de d e t e r m i n a d o s criterios. Considera el m o d o en q u e tus percepciones sensoriales influyen sobre tu grado d e motivación. más brillo. y j u e g a n a m e n u d o u n papel significativo en las estrategias d e motivación d e las personas. más movimiento? ¿Qué pasa c u a n d o alejas o acercas la imagen? ¿Qué sucede si subes o bajas el volum e n de los sonidos y las palabras? ¿Qué experimentas c u a n d o aceleras o retardas el movimiento? Identifica qué cualidades te hacen sentir mejor esa experiencia. d e forma específica. El tipo d e evidencia sensorial. 2. palabras y sensaciones internas. «Equivalencia d e criterio» es el t é r m i n o que utiliza la PNL para describir las evidencias específicas y observables q u e las personas utilizan para decidir si d e t e r m i n a d o criterio ha sido o n o satisfecho. Recuerda. el movimiento? Estas características particulares se c o n o c e n en P N L con el n o m bre de «submodalidades». su nivel d e detalle y las perspectivas que utilizan para evaluar su éxito en la satisfacción de s u s criterios. Los valores y los criterios suelen ser de carácter m u y general. implica la capacidad para identificar y satisfacer los criterios fundamentales d e la otra persona. Piensa en algún valor o criterio que sea i m p o r t a n t e para ti satisfacer (calidad.106 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 107 Fragmentar hacia ahajo para «equivalencias de criterio» definir genes. que has conseguido satisfacer ese valor o criterio? ¿Es algo q u e verás. q u e sentirás? ¿Sabes si se basa exclusivamente en tu propia evaluación. Las equivalencias de criterio son las d e m o s t r a c i o n e s u observaciones sensoriales o conductuales específicas utilizadas para saber si u n criterio está o n o siendo satisfecho. deseables. igualando para ello su equivalencia de criterio. La persuasión eficaz. Las personas suelen diferir en c u a n t o a s u s canales sensoriales. m á s sonido. ¿Qué fue lo que te estimuló a desear adquirir ese producto? ¿El color. el tono d e la voz. p r u e b a lo siguiente: 1. Definir equivalencias d e criterio implica preguntar: « ¿ C ó m o p o d e m o s saber si d e t e r m i n a d a c o n d u c t a o consecuencia cumple c o n d e t e r m i n a d o criterio o valor?» E n el ámbito personal. algún anuncio en la televisión q u e te haya hecho apetecer la posesión del p r o d u c t o a n u n c i a d o . etc. la música. o d e equivalencia d e criterio. abstracto y ambiguo. o necesitarás p o r el contrario verificación externa ( p o r ejemplo. ¿Cómo p o d r á s saber. las palabras. etc. Las equivalencias de criterio s o n el resultado de los procedimientos de prueba. Pueden presentar formas y aspectos m u y diversos. exitosos. u n p r o d u c t o o u n a situación determinará en gran m e d i d a si éstos serán juzgados c o m o interesantes. p o r ejemplo. U n procedimiento de prueba une el porqué (los criterios y los valores) con el cómo (las observaciones y las estrategias utilizadas para tratar de satisfacer los criterios). creatividad. m a n tenemos o nos representamos la «estructura más profunda» de n u e s t r o s valores de forma n o lingüística bajo el aspecto d e imá- . para la creación y el m a n t e n i m i e n t o d e u n a cultura organizacional y para la planificación estratégica. p o r ejemplo. sonidos.

en realidad. Luego piensa en algo q u e sí hiciste. En m u c h o s aspectos. si quiero ayudarte de algún modo a cambiar tu c o m p o r t a m i e n t o . pero que en realidad n o hiciste. Así pues. Desde la perspectiva de la PNL. A quienes usen esta estrategia de forma natural les funcionará de maravilla. Por ejemplo. Dispones de una «estrategia de realidad» que te permite distinguir entre las dos experiencias. Las estrategias de realidad involucran la secuencia de p r u e b a s mentales y los criterios i n t e r n o s q u e la p e r s o n a aplica p a r a evaluar si u n a experiencia o u n acontecimiento particulares son o n o «reales» o « h a n sucedid o en realidad». Considera el siguiente ejemplo de averiguación d e la estrategia de realidad de una persona a partir de su n o m b r e : u .108 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 109 Estrategias de realidad Las equivalencias d e criterio están estrechamente relacionadas c o n la estrategia de realidad de la persona. para representar ambas experiencias. constituyen el m o d o en q u e «sabemos» q u e algo es lo M e es. Ahí reside la diferencia. No existen partes específicas del cerebro que hayan sido diseñadas para la «fantasía» o para la «realidad». Prueba u n p e q u e ñ o e x p e r i m e n t o . h a n sido objeto d e la atención de la Programación Neurolingüística desde sus inicios. Si deseo convencerte de algo. Contrasta a m b a s experiencias en tu mente. n o fue más que un s u e ñ o o u n a fantasía. En cambio. Tanto el sistema o las estrategias de la realidad q u e creamos. codificada con mayor precisión si la experiencia es real q u e si es imaginada. lo planteam o s en nuestra m e n t e pero n u n c a lo llegamos a expresar. las mismas células del cerebro. utilizamos. sensaciones y sonidos internos. Piensa en algo que pudieras haber h e c h o ayer. porque nuestro cerebro nunca conoce realmente la diferencia entre la experiencia vivida y la imaginada. en efecto. los s o n i d o s y las sensaciones cinestésicas de a m b a s experiencias diferirán p r o b a b l e m e n t e de algún m o d o . como el m o d o en que ese sistema interactúa para formar nuestros mapas de la realidad. Contrasta tu experiencia imaginada c o n tu experiencia real y c o m p r u e b a tus representaciones internas. E s propio d e la infancia pretender que ha sucedido algo q u e . ir d e c o m p r a s . necesitamos disponer d e alguna estrategia que nos confirme que la información recibida p o r los sentidos supera determinadas verificaciones que la imaginada n o puede superar. c o m o p o r ejemplo ir a trabajar o verte con u n amigo. Las estrategias de realidad son el adhesivo q u e m a n t i e n e u n i d o s nuestros m a p a s del mundo. pero las cualidades de tus imágenes internas. Lo cierto es q u e . o hacer que u n a cosa parezca real para ti. ¿Están situadas en el m i s m o lugar dej tu campo de visión? ¿Es u n a más clara q u e la otra? ¿Es u n a de ellas u n a película y la otra u n a i m a g e n fija? ¿ Q u é h a y d e las cualidades o sensaciones asociadas con cada u n a de ellas? La calidad d e la información percibida por los sentidos está. Se trata esencialmente d e la estrategia por la que distinguimos la «fantasía» de la «realidad». esa misma estrategia n o funcionará. es decir. Tengo que conseguir que sea consistente con las cualidades requeridas para tus imágenes. deberé a s e g u r a r m e d e que el resultado encaje contigo c o m o persona. pero esa persona lo niega en red o n d o y más tarde nos d a m o s cuenta de que. d e qué es lo que mantiene esa realidad o ese m a p a de forma estable. ¿ C ó m o d e t e r m i n a s q u e n o hiciste lo u n o e hiciste lo otro? Puede q u e la diferencia sea sutil. nunca podemos estar seguros de dónde está la realidad. de algún m o d o . Muchas personas tratan de cambiar o «reprogramarse» visualizándose a sí mismas en posesión del éxito. tus submodalidades. tendré que hacerlo d e tal m o d o que encaje con tu propia estrategia de realidad. Incluso muchos n o están del todo seguros de si alguna experiencia fuerte de su infancia fue real o imaginada. para quienes utilicen una voz interior que les diga «¡Tú puedes!». de cómo se desestabiliza y q u é es lo q u e hace q u e un mapa sea o n o eficaz. a u n q u e d e s p u é s d e t o d o n o fuiste. la PNL consiste en el estudio del m o d o en que creamos nuestros propios m a p a s d e la realidad. Debido a ello. Otra experiencia corriente del m i s m o fenómeno sucede c u a n d o estamos absolutamente seguros de haberle dicho algo a alguien. Identificando tu propia estrategia de realidad podrás determinar con precisión cómo necesitas representarte u n cambio d e c o m p o r t a m i e n t o para que te convenzas d e q u e se trata d e algo q u e p u e d e s conseguir. La PNL p r e s u p o n e la existencia de tres realidades distintas. expresadas en n u e s t r o s m a p a s del m u n d o .

q u e así es c o m o te h a n llamado «toda tu vida»? ¿Acaso oyes voces? L: Sí. ¿ c ó m o sabrías q u e ése es tu n o m b r e ? L: Veo u n cartel ante mis ojos con la palabra «Lucy» escrita en él. un psicoanalista que estudiaba PNL se mostró m u y interesado por descubrir su estrategia d e realidad. Al preguntarle si podía silenciar aquella voz. c o m o cepillarte los dientes o tomarte u n a taza de té. estando ahí sentada. pero n o te tomaste u n a taza de té (a pesar d e que te la podrías haber t o m a d o perfectamente). Ejercicio de estrategia Parte I: de realidad a) Elige algo trivial que hayas h e c h o ayer. C u a n d o alguien comienza a llegar realmente a la raíz d e su estrategia de realidad p u e d e sentirse algo desorientado. ¿ c ó m o sabrías q u e el que lleva escrito «Lucy» es el tuyo? L: Es u n sentimiento. Primero averiguó que tenía u n diálogo interior constante consigo m i s m o . P: Y si vieras m u c h o s carteles c o n n o m b r e s distintos. P: ¿Y c ó m o sabes que te llamas asi? L: Bueno. P: Si n o tuvieras ésa voz q u e te dice que te llamas Lucy. se mostró reticente a hacerlo porque temía que iba a perder el contacto con la realidad. j u n t o c o n algo que podrías haber h e c h o pero n o hiciste. . La persona «sabe» que Lucy es realm e n t e su n o m b r e p o r q u e dispone de múltiples sistemas de representación «cruzados». oigo u n a voz que m e dice: «Me llamo Lucy». Si este m i s m o ejercicio se lleva lo suficientemente lejos. Mejor elige c o m o ejemplo algo q u e ya hayas h e c h o antes. La única diferencia es que ayer. e incluso asustado. Por ejemplo. «una chimenea». al entrar en u n a habitación comenzaba a decirse: «un cuadro».] 10 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 111 Pregunta: ¿ C ó m o te llamas? Lucy: Lucy. No pienses en p o n e r manteca d e cacahuete a tu helado c u a n d o n o te gusta el helado con m a n t e c a de cacahuete. Se le instruyó a tener agarrada u n a cuchara y m a n t e n e r d e este m o d o el contacto con la realidad de forma cinestésica. te cepillaste los dientes. etc. resultaría interesante ver c ó m o se las arreglaba para seguir sabiendo su n o m b r e . P: ¿Y c ó m o sabes. a e Explora tu estrategia de realidad contrastando un recuerdo de algo sucedió ayer con algo que podría haber sucedido pero no sucedió. hiciste «realmente» u n a de las dos cosas. p o r q u e n u n c a lo hubieras h e c h o . En última instancia. o si estuviera tan borroso que n o pudieses leer el n o m b r e . Luego se percató de que etiquetaba verbalmente para sí m i s m o todas sus experiencias. P: Si n o pudieras ver ese cartel. Este ejemplo ilustra algunas características c o m u n e s c o m o «estrategia d e realidad». Al preguntarle si había algo más que pudiera hacer para desprenderse sin problemas de sus voces internas respondió: «Necesito algo a lo que agarrarme». la persona p u e d e llegar incluso a d u d a r d e algo tan básico c o m o su propio n o m b r e . precisamente. C o m o ejemplo. así m e h a n llamado toda mi vida. ¿cómo p o d r í a s saber que te llamas Lucy? L: No podría saberlo. Por ejemplo. « u n sofá». tal como él la conocía. p u d o expandir su estrategia de realidad y abrirse literalmente a una nueva forma «no verbal» de experimentar la realidad. Asegúrate de q u e lo que podrías haber h e c h o pero n o hiciste sea algo que esté por completo d e n t r o de tu ámbito d e c o m p o r t a m i e n t o . Si p u d i e r a hacer algo para librarse de ese sentimiento. «Lucy» tiene u n s e n t i m i e n t o asociado c o n su n o m b r e . Al hacerlo. Pero también está abriendo la puerta a nuevos descubrimientos y enseñanzas.

U n a vez que hayas c o n s t r u i d o esa imagen. las diferencias d e s u b m o d a l i d a d .El grado d e detalle en relación con el e n t o r n o o los antecedentes d e algún recuerdo constituyen otros indicadores de lo «real» que p u e d e o n o ser. p o r ejemplo. cuantos m á s sentidos estén involucrados en u n recuerdo. Tal vez u n a tenga m á s brillo y más color que la otra.La cualidad sensorial d e u n a experiencia interna constituye u n a d e las estrategias de realidad más c o m u n e s .112 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 113 b) Determina c ó m o conoces la diferencia entre lo que hiciste y lo que n o hiciste pero podrías haber h e c h o . 7) Congruencia — El grado en el q u e alguna experiencia encaja con nuestras creencias en relación con nuestros propios hábitos y valores influye también en nuestra percepción d e su «realidad». (Eso comienza a s u p e r p o n e r s e con nuestra creencia de estrategias convincentes. etc. debido a q u e n o se consideran i m portantes. Para explorar capas cada vez m á s profundas de tu estrategia d e realidad. 5) Probabilidad . 3) Submodalidades .. Estos procesos d e «meta» recuerdo p u e d e n ser e x p a n d i d o s e n s e ñ a n d o a la p e r s o n a implicada c ó m o «marcar» las experiencias internas que hayan sido fabricadas o m a n i p u l a d a s . C u a n d o u n a imagen mental está asociada. Es decir. de t a m a ñ o real.U n a parte crucial de m u c h a s estrate- . colocando u n m a r c o a su alrededor. toma cada u n a de las distinciones que descubras y aplícala al rec u e r d o de lo q u e «no sucedió» realmente. 9) Claves de acceso . La siguiente relación incluye algunos de los m e d i o s p o r los q u e las personas «saben» q u e algo ha sucedido «realmente»: 1) Tiempo — ¿ Q u é a c u d e a tu m e n t e en p r i m e r lugar? A men u d o d e t e r m i n a m o s que u n a experiencia es «real» porq u e se trata d e la primera asociación que h a c e m o s cuand o se n o s pide que p e n s e m o s e n ello. gustos y olores asociados con la experiencia. parece m á s «real». hasta q u e n o encuentres ya diferencia alguna. 4) Continuidad — La correspondencia d e u n recuerdo concreto (su «flujo lógico») c o n el recuerdo d e otros sucesos i n m e d i a t a m e n t e anteriores y posteriores al que estamos p r e s t a n d o nuestra atención. habida cuenta del resto d e la información d e la que ya disponemos. sobre la base d e que d i s p o n e m o s de c o m p o r t a m i e n t o s anteriores.En otras palabras. hay vistas. C o m p r u e b a . P u e d e q u e tengas u n a imagen de lo u n o pero n o de lo otro. es intensa.La probabilidad es u n a evaluación d e la posibilidad de q u e algo ocurra. ¿ C ó m o sigues sabiendo que u n o sucedió y el otro n o ? C o n t i n ú a haciendo q u e el recuerdo d e lo q u e «no sucedió» realm e n t e se parezca cada vez m á s al d e lo q u e «sí sucedió». 8) «Meta» recuerdo — La persona tendrá a m e n u d o el recuerdo d e haber creado o m a n i p u l a d o la experiencia imaginaria. p o r ejemplo. 2) Implicación de múltiples sistemas de representación . haz que las cualidades sensoriales del h e c h o q u e n o sucedió se parezcan cada vez m á s a las del q u e sí sucedió. sonidos. sensaciones. Quizás u n a sea u n a película y la otra u n a foto fija.) 6) Contexto . más «real» nos parecerá. nos parecerá m e n o s «real». A m e n u d o . las experiencias manufacturadas eliminan detalles del contexto circundante. E n ocasiones percibimos algo c o m o n o «real» p o r q u e nos parece «improbable» o poco viable q u e haya o c u r r i d o . Por lo general. Es m e n o s probable que percibamos c o m o «real» el recuerdo d e alguna posible acción que p u diéramos haber realizado si ésta n o es congruente con nuestras creencias sobre nosotros mismos. Lo que se te ocurra primero será p o r lo general tu verificación más obvia de la realidad. clara. Si algo n o «encaja» con n u e s t r o s d e m á s recuerdos. tal vez observes otras cosas.

p o r q u e t u s imágenes n o serán tan claras y probablemente estarán distorsionadas. sino en averiguar cuáles son tus verificadores para la realidad. E n estos casos. C u a n d o s e aplica a las generalizaciones y creencias c o m o uno de los p a t r o n e s de El poder de la palabra. consiste en la fisiología asociada al recuerdo. lo m á s adecuado y ecológico es detenerse u n rato. comprender. También podrás servirte de ella para desarrollar u n sentido más fuerte d e tu propio p u n t o d e vista y a u m e n t a r la claridad d e tus propios pensamientos y experiencias. generalización o creencia. De h e c h o . Descubrirás que resulta u n poco difícil determinar q u é es lo que sucedió por aquel entonces. Los recuerdos van a c o m p a ñ a d o s por lo general de u n m o v i m i e n t o ocular hacia arriba y hacia la izquierda (para diestros). Crea u n a representación interna d e este acontecimiento. El objeto del ejercicio n o consiste en confundir t u s estrategias d e realidad. d ) Piensa ahora en algo que n o haya sucedido en tu infancia pero que. y cambiaste tu percepción d e la realidad sobre ello. enriquecer y reforzar la propia estrategia de realidad es u n a fuente importante para incrementar la propia salud mental. Personas c o m o Leonardo da Vinci. con los recuerdos lejanos s u c e d e a veces q u e las personas distinguen lo que ocurrió en realidad p o r q u e aparece más borroso q u e lo fabulado. e n o p o s i c i ó n a «realidades». las convertían en realidades. Sin embargo. Si el proceso empieza a sobrecogerte (lo que a veces p u e d e suceder). La p e r s o n a queda e n t o n c e s liberada p a r a p r e g u n t a r : «¿Es eso r e a l m e n t e lo que quiero creer?». Por consiguiente. Recuerda que tu o b jetivo es averiguar cuál es tu estrategia de realidad. ¿Cómo cambia eso tu experiencia del pasado? Tanto en la Parte I c o m o en la II d e este ejercicio. Nicolás Tesla o Wolfgang Mozart creaban fantasías en s u s m e n t e s y. «creencias». C u a n d o consideras algo q u e s u c e d i ó hace más d e 2 4 años. la incapacidad para distinguir lo imaginado de la «realidad» está considerada como u n o d e los síntomas d e la psicosis y de otros desórdenes mentales severos. Luego haz que las s u b m o d a l i d a d e s y d e m á s cualidades de esta fantasía encajen con las que utilizas en tu estrategia d e realidad. El valor de conocer tu propia estrategia d e realidad reside en que podrás utilizarla para a c o m p a ñ a r en el futuro nuevas experiencias. mientras que las fantasías lo están d e u n m o v i m i e n t o ocular hacia arriba y hacia la derecha. n o desbaratarla. A u n q u e las personas n o sean normalm e n t e conscientes de estos indicadores sutiles.114 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 115 gias de realidad. La confusión acerca de la propia estrategia d e realidad puede conducir a u n a profunda incertidumbre. De hecho. la e x p l o r a c i ó n de las estrategias d e realidad sirve para a y u d a r a fragmentar hacia abajo y d e s c u b r i r las r e p r e s e n t a c i o n e s y p r e s u p o s i c i o n e s (a m e n u d o i n c o n s c i e n t e s ) s o b r e las q u e h e m o s c o n s t r u i d o d e t e r m i nada creencia o generalización. ten cuidado c u a n d o comiences a cambiar las cualidades d e la experiencia q u e n o tuviste para re- presentarla c o m o la q u e sí tuviste. Ello p u e d e a y u d a r a reafirmar o bien a c u e s t i o n a r la validez d e ese j u i c i o . h u b i e r a ejercido u n i m p a c to p o d e r o s a m e n t e positivo sobre tu vida. el proceso d e decisión se vuelve a ú n más interesante. En la Parte 1 tomaste algo ocurrido m e n o s de 2 4 horas antes. Ayuda a la p e r s o n a a r e c o n o c e r q u e s u s creencias s o n . «¿Es ésa r e a l m e n t e la única generalización a . q u e queda n o r m a l m e n t e fuera del á m b i to de la conciencia d e las personas. en efecto. trata de llegar a u n p u n t o en el q u e realmente d u d e s d e cuál d e las experiencias fue real. de m o d o q u e te parezcan ya «reales». d e h a b e r sucedido. p u e d e n aprender a utilizarlos para distinguir la realidad d e la fantasía. quizás oigas u n a especie d e z u m b i d o o tal vez te sientas u n poco mareado. Parte II: c) Elige dos cosas que hayan sucedido d u r a n t e tu infancia y d e t e r m i n a c ó m o sabes q u e fueron reales. haciéndolas encajar con s u s respectivas estrategias de realidad. lo cual puede a u m e n t a r de i n m e d i a t o las opciones d i s p o n i b l e s y servir m o d o d e «meta marco» e n t o r n o a la creencia.

a pesar de todo? (Contraejemplo) Por ejemplo: «Entraría si realmente no hubiera otra opción y lo necesitara con urgencia». Dime algo que podrías hacer pero no haces. Criterio = «Seguir las normas». a pesar de haberla dejado por las razones que has identificado en la pregunta 2? (Contraejemplo B). La jerarquía de criterios de una persona o de un grup o es. Tal vez desees hacer algo que sea «creativo». Como este ejemplo ilustra. La siguiente serie de preguntas utiliza el proceso de descubrir contraejemplos para desvelar la jerarquía de criterios de una persona: . así c o m o en qué orden y en qué prioridad. en esencia. ¿Qué podría ocurrir para que lo hicieras. Clarificar las jerarquías de valores de las personas es importante para el éxito en la mediación. En este caso. ¿Qué es lo que te motivaría a probar algo nuevo? 2. ¿Qué te haría volver a dejar de hacerlo? (Contraejemplo C). «¿Estoy en realidad tan seguro de las experiencias a partir de las cuales nace esta creencia c o m o para aferrarme a ella con tanta fuerza?» 1. Un ejemplo de «jerarquía de criterios» sería el de la persona que valora más la «salud» que el «éxito económico». A medida que avanzas e n las respuestas. Las jerarquías de valores y criterios están relacionadas con el grado de importancia o significado que cada cual atribuye a diferentes acciones y experiencias. también podría suceder que volvieras Fragmentar hacia arriba para identificar y jerarquías de valores y criterios utilizar También es posible fragmentar valores y criterios hacia arriba con el objetivo de identificar sus niveles más profundos. «emoción» o «diversión». 4. Sin embargo. es decir. la negociación y la comunicación. excitante o divertido si con ello comprendieras que estabas siendo irresponsable con tu familia (Contraejemplo A). «emocionante» o «divertido». tendrá un estilo de vida diferente. fundamentalmente. que prevalecen sobre los demás. Criterio superior = «Solucionar una crisis». en cambio. ¿Qué te haría dejar de hacer algo. que son. cuya jerarquía de criterios sitúe el «éxito económico» por encima de la «salud». responde a las preguntas siguientes: 1. y estructurará probablemente su vida en torno a actividades físicas más que sobre oportunidades profesionales. Uno de las formas más útiles para dilucidar la jerarquía de valores de una persona consiste en descubrir lo que se conoce como «contraejemplos». porque va contra las normas». Las jerarquías de valores juegan asimismo un papel importante en la persuasión y la motivación. Para hacerte una idea de tu propia jerarquía de criterios mediante la búsqueda de contraejemplos. ¿Por qué? Por ejemplo: «Nunca entraría en un aseo para el otro sexo. observa qué criterios van surgiendo. «excepciones a la regla». ¿Qué te haría reanudar de nuevo esa acción. el criterio «responsabilidad» Pasaría por delante de los criterios «creatividad». aunque eso que estuvieras haciendo satisficiera tu respuesta a la pregunta 1? (Contraejemplo A). Estará dispuesta a sacrificar la salud y el bienestar físico con tal de «salir adelante» financieramente. el orden de prioridades que aplicarán a la hora de decidir c ó m o actuar frente a determinada situación. 2. Otra persona. 3. Ése sería tu primer nivel de criterios. Esta persona tenderá a poner su salud «delante».116 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 117 que puedo extraer de estas representaciones y experiencias?». la identificación de contraejemplos puede ayudar a desvelar criterios de «nivel superior». Pero quizá dejaras de hacer algo creativo. s u jerarquía.

por ejemplo. Así p u e s . a u n q u e n o estuviera de oferta? (Búsqueda del siguiente contraejemplo. en relación con el contraejemplo. en cambio. a u n q u e n o estuviese de oferta o n o tuviese que agradecer u n favor? (Búsqueda del siguiente contraejemplo. (Contraej e m p l o B). Supongo q u e estoy acost u m b r a d o a ella. «emoción» y «diversión». ¿verdad? ¿Ha c o m p r a d o alguna otra marca alguna vez? (Búsqueda de contraejemplo.) Por ejemplo: « Q u e hacerlo me permitiera a p r e n d e r mucho». Jerarquías d e criterios parecidas. ¿Qué fue lo que le decidió a c o m p r a r esa otra marca. Las jerarquías de criterios constituyen u n aspecto clave para la motivación y el marketing. (Criterio 2 = Ahorro.) R: Sí. Pero s i e n t o m u c h a c u r i o s i d a d p o r saber si h a y algo q u e le hiciera c o m p r a r u n a cerveza d e s c o n o cida. a pesar d e n o estar familiarizado con ella? (Identificación de criterio de nivel superior. con u n descuento i m p o r t a n t e sobre su precio habitual. Me estaba p r e g u n t a n d o . s u p o n g o q u e habrá s i t u a c i o n e s e n las q u e la clase d e cerveza q u e u n o c o m p r a habla de las p r i o r i d a d e s que u n o tiene. (Búsqueda del siguiente contraejemplo. q u e no fuera n i seguro ni fácil. ¿Qué es lo q u e te motivaría a probar algo n u e v o .118 E L PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 119 a hacer eso tan «irresponsable» si llegaras a la conclusión de que era necesario para tu «crecimiento como persona». ¿Qué es lo q u e te. jerarquías de criterios) consiste en preguntar: R: P: R: P: R: 1. el siguiente caso hipotético de utilización del proceso de averiguación de contraejemplos para desvelar la jerarquía de criterios d e u n cliente a la hora de elegir su cerveza: Pregunta: ¿Qué marca de cerveza suele comprar? Respuesta: Bueno. E n tu jerarquía d e valores. son la base d e la compatibilidad entre grupos e individuos. el «crecimiento c o m o persona» estaría p o r encima d e los criterios de «responsabilidad». ahorrar p u e d e venir m u y bien a veces.) Sí. ¿habrá c o m p r a d o en alguna ocasión alguna otra marca que n o conociera. si quisiera r e c o m p e n s a r m e realm e n t e a mí m i s m o por haber h e c h o algo difícil (Criterio 5 = Autoaprecio. para agradecer a u n o s amigos su ayuda c u a n d o me m u d é d e casa. (Contraejemplo C). Descendiendo a u n nivel a ú n m á s profundo. el entrevistador h a logrado descubrir una jerarquía de criu . 2.) Claro. claro. Por cierto. ¡No soy u n r o ñ o s o ! (Criterio 4 = Impresionar a los demás. Considera. tal vez descubrirías que p o d r í a s dejar de hacer eso tan «necesario para tu crecimiento c o m o persona» si c o n ello «comprometías tu seguridad y la de tu familia». es i m p o r t a n t e conocer d e a n t e m a n o lo que uno P: compra. la «seguridad» ocuparía el lugar más alto en tu «escala» de criterios.) P: Cierto.) Estaba de oferta.) Claro. ¿Hay alguna otra razón q u e le m o t i vara a c o m p r a r u n a cerveza desconocida. m á s cara. (Criterio 1 = Familiaridad. Las jerarquías de criterios constituyen u n a d e las fuentes principales de diferencias entre personas. motivaría a probar algo nuevo? Por ejemplo: « Q u e fuera seguro y fácil». h e c o m p r a d o cervezas caras c u a n d o h e salido c o n los c o m p a ñ e r o s d e trabajo. grupos y culturas. algunas veces. sin q u e h u b i e r a n a d a q u e agradecer n i q u e d e m o s t r a r c o n ello. aunque no satisficiera la respuesta a la pregunta anterior? (Es decir.) R: Supongo que lo haría.) P: Claro.) Los b u e n o s amigos n o a b u n d a n . P: ¿Por q u é XYZ? R: Es la q u e siempre h e c o m p r a d o . Vale la p e n a demostrarles nuestro aprecio.) D a n d o p o r sentado que esta p e r s o n a sea representativa de n a población más extensa d e potenciales compradores d e cerveza. n o r m a l m e n t e compro XYZ. (Criterio 3 = Demostrar agradecimiento a los demás. «creatividad». otra forma d e identificar contraejemplos (y por consiguiente.

tal vez si hiciera algo o estuviera involucrado en alguna actividad única o excitante podría sentirme interesada. H: ¿Y ha salido alguna vez con alguien que no fuera apuesto. también salí con otro que era muy inteligente. H: ¿Sale sólo con ricos y guapos o graciosos. bueno. resulta asimismo de ayuda para la persuasión eficaz. había uno que era realmente gracioso. aunque no tenía ninguna de esas cualidades. la puedes ayudar a romper con su forma habitual de pensar y aprender algo acerca del modo en que ordena sus valores. Al invitar a la persona a responder esta clase de preguntas. en condiciones normales. Veamos a continuación una técnica que aplica este patrón para identificar y superar conflictos relacionados con distintos niveles de criterio. criterios al nivel de comportamiento (por ejemplo. Otros. Reconocer que cada cual tiene sus propios criterios (y su propia jerarquía de criterios) es esencial para la resolución de conflictos y el manejo de la diversidad.120 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criíerios 121 terios a la que apelar para vender una cerveza desconocida y cara a quienes. La secuencia siguiente es uni ejemplo de esta clase de entrevista: Hombre: ¿Con qué clase de hombre le gustaría salir? Mujer: Con uno rico y guapo. Se les instruyó para ir en busca de mujeres e interrogarlas. gracioso ni que la deslumhrara con su inteligencia? M: Hubo uno que me gustaba mucho. «hacer o conseguir algo para los demás») son a n o t r a s . La jerarquía de criterios constituye un patrón clave en El poder de la palabra. que implica reevaluar (o reforzar) una generalización. o supiera encontrar algo especial e n mí. Técnica de jerarquía de criterios Los criterios situados en niveles distintos de la propia «jerarquía de criterios» suelen oscilar entre «uno mismo» y «los demás». e H: ¿Se le ocurre algo que pudiera motivarla? M: Bueno. Algunos individuos y culturas valoran más el «cumplimiento de tareas» que la «preservación de relaciones». con el objetivo de identificar e n ellas valores que les pudieran ayudar a darse cuenta del mayor número de opciones sociales disponibles. aproximándose cada vez más a los valores fundamentales a medida que descienden hacia niveles de experiencia más «profundos». se les enseñó este método a un grupo de hombres que n o se atrevían a dirigirse a las mujeres porque creían que no tenían nada que ofrecerles. inteligente o determinado? M: N o . H: ¿Alguna otra cosa? M: Que yo le importara realmente y me ayudara a entrar en contacto conmigo misma c o m o persona. en cambio. no la comprarían. Como ejemplo. Parecía saber de todo. o también consideraría la posibilidad de salir con otra clase de hombre? M: Sí. Me hacía reír casi con todo. no que recuerde ahora. H: ¿Ha salido alguna vez con alguien que no fuera ni rico ni guapo? M: Sí. adinerado. La información así obtenida puede entonces ser utilizada para superar límites que a menudo se daban por sentados. Este proceso para desvelar jerarquías de criterios por medio de la identificación de contraejemplos. por supuesto. susceptibles de expandir la flexibilidad y el abanico de opciones de una persona. H: ¿Y qué la animaría a salir con alguien que n o fuera rico y guapo. tienen unas prioridades del todo opuestas. de acuerdo con un criterio que sea más importante que los que dicha generalización está atendiendo. gracioso. H: ¿Y cómo podría saber que le importaba realmente? Este diálogo demuestra de qué modo podemos utilizar unas preguntas sencillas para ir desde las creencias superficiales hasta las creencias y valores más profundos. Pero parecía que sabía lo q u quería de la vida y tenía la determinación necesaria para conseguirlo. E palabras.

situados al nivel de las creencias y los valores (por ejemplo. (NOTA: Ésos serán los criterios de nivel superior porque. Por ejemplo: Una sensación de estrés y tensión asociada con no disponer de tiempo y sentir dolor. El procedimiento siguiente utiliza la ubicación espacial y el proceso de contraejemplos para identificar diferentes niveles de criterios. 2. relacionados con sus «equivalencias de criterio». Pasa a la localización 3 y averigua los criterios que te impiden llevar a cabo ese comportamiento. Identifica la representación sensorial de la «equivalencia de criterio» utilizada para determinar ese criterio. Por ejemplo: Una sensación de estrés y tensión asociada con no disponer de tiempo y sentir dolor. 4. En la localización 1 identifica un comportamiento que desees realizar. Los diferentes niveles de criterios son asociados con frecuencia a sistemas de representación o cualidades de submodalidad concretos. Localización 3 Localización 2 Localización 1 Por ejemplo: «¿Qué sería suficientemente importante como para que encontrara siempre tiempo para practicar ejercicio y lo practicara aunque doliera? ¿Qué valor lo satisfaría para que fuera más importante que el tiempo y las molestias?» Por ejemplo: «Responsabilidad para con mi familia». Identifica la representación sensorial de la «equivalencia de criterio» utilizada para determinar ese criterio. Sin embargo. Por ejemplo: Practicar ejercicio deforma constante. 3. Por ejemplo: lina imagen de mí mismo en el futuro con salud y buen aspecto.) Por ejemplo: No me ejercito de forma constante porque «no tengo tiempo» y «duele». pero que te abstienes de llevar a cabo. . para ayudar a superar la resistencia interna al establecimiento de un nuevo patrón de comportamiento. prepárate cuatro localizaciones distintas.122 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 123 menudo superados por otros relacionados con las capacidades (por ejemplo. por definición. Antes de comenzar. superan a los de motivación. «aprender algo para mí mismo»). con el objetivo de superar conflictos y alcanzar los objetivos deseados con mayor eficacia. Pasa a la localización 4 y encuentra un criterio de nivel superior que sea más importante que los criterios limitadores del paso 3. Por ejemplo: Quiero practicar ejercicio para «estar sano» y «tener buen aspecto». Conocer estos distintos aspectos de los criterios te puede ayudar a «acompañar y conducir» o «igualar» diferentes niveles de criterios. Identifica la representación sensorial o «equivalencia de criterio» utilizada para determinar ese criterio. las creencias y los valores son también superados por los criterios correspondientes al nivel de identidad (por ejemplo. una al lado de otra. así c o m o sus correspondientes características representacionales. «ser cierta clase de persona» o «mantener la integridad personal»). «ser responsable ante los demás» o «seguir las normas»). como muestra el diagrama siguiente. Los criterios al nivel de las capacidades son a su vez superados por otros. Disposición espacial para la técnica de jerarquía de criterios 1. Colócate en la localización 2 e identifica el criterio que te motiva para desear este comportamiento.

Aplica este criterio de más alto nivel al c o m p o r t a m i e n t o deseado para superar con él las objeciones limitadoras. que igualarán los criterios de los tres niveles sin violar los criterios limitadores. pasando por alto las localizaciones 2 y 3 . Por ejemplo: «¿Existe alguna clase de programa de ejercicio continuado que no requiera demasiado tiempo.Manten en m e n t e tu criterio de más alto nivel y regresa a la localización 1. Utilización d e la «equivalencia de criterio» del criterio s u p e r i o r . d e m o d o que igualen la «equivalencia d e criterio» que utilizas para determinar tu criterio de m á s alto nivel. Ahora ya estás listo para utilizar la siguiente secuencia de técnicas: a. Por ejemplo: «Puesto que mi comportamiento es un modelo para mi familia. ¿no demostraría más responsabilidad hacia ella encontrando tiempo para mantener la salud y el buen aspecto?» b. contempla a tu familia segura y feliz. que no provoque molestias dolorosos y en el que pueda involucrar a mi familia?».Colócate en la localización 2 y ajusta las cualidades de la representación interna de los criterios asociados con el c o m p o r t a m i e n t o deseado. siéntete bien con todo ello y repítete a ti mismo lo importante que es todo eso para ti. A p a l a n c a m i e n t o . Localización 2 Capacidad Criterios motivadores para el comportamiento Localización 1 • Comportamiento! Comportamiento que deseas pero que no realizas Nivel superior de criterio que supera a los criterios limitadores A c o m p a ñ a m i e n t o d e los c r i t e r i o s l i m i t a d o r e s .124 EL PODER DE LA PALABRA Localización 4 Identidad Localización 3 Creencia ¿Qué te detiene? Por ejemplo: Visualízate a ti mismo rebosante de salud y con excelente aspecto. .Pasa de la localización 2 a la localización 3 y explora las opciones que te permitirán alcanzar el comportamiento deseado. Secuencia de pasos de la técnica de jerarquía de criterios 5.

5 Creencias y expectativas .

palabras y acciones y les dan forma. Nuestras creencias y nuestros valores proporcionan el refuerzo (motivación y permiso) que apoya o inhibe determinados comportamientos y capacidades. b) nuestro comportamiento. «Un h u m a n o n o p u e d e correr u n a milla en menos de cuatro m i n u t o s » . Las creencias constituyen otro d e los componentes clave de nuestra «estructura profunda». En gran medida. Afirmaciones c o m o «El polen causa alergia». crean las «estructuras superficiales» de nuestros pensamientos. 2) significado y 3) límites en a) el m u n d o que nos rodea.Creencias y sistemas de creencias Además de ios valores y los criterios. reflejan creencias distintas acerca del m u n d o que nos rodea. u n a d e las formas más fundamentales en las que enmarcamos nuestra experiencia y le otorgamos significado es a través de nuestras creencias. Las creencias funcionan a un nivel distinto q u e el comportamiento y la percepción. sobre los d e m á s y sobre el m u n d o q u e nos rodea. por ejemplo. representan creencias de u n a u otra índole. Las creencias y los valores están relacionados con la pregunta. las creencias se consideran c o m o generalizaciones firmemente aferradas acerca d e 1) causalidad. En PNL. «No es ético ocultar información». Las afirmaciones «El m o v i m i e n t o d e las placas continentales provoca los terremotos» y «La ira divina provoca los terremotos». «¿Por qué?» Las creencias son básicamente juicios y evaluaciones sobre nosotros mismos. «Nunca tendré éxito p o r q u e aprendo despacio» o «Detrás de todo c o m p o r t a m i e n t o hay u n a mtención positiva». Determinan cómo conferimos significado a los acontecimientos y constituyen el núcleo d e la motivación y la cultura. c) nuestras capacidades y d ) nuestra identidad. e influyen sobre nuestra experiencia e .

t o m a n d o m u c h a s decisiones sutiles. U n a afirmación d e creencia típica liga d e t e r m i n a d o valor a determinada parte d e nuestra experiencia. Aquella persona rehusaba tomar bocado o cuidar de sí misma. Y p u e s t o q u e las expectativas generadas por nuestras creencias afectan a nuestra neurología más profunda. en m u c h o s aspectos.130 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 131 interpretación de la realidad. Por fin le preguntó si los cadáveres sangraban. Si b i e n el sistema límbico es. u n a actividad o u n a idea encaje (o n o ) con las creencias y los sistemas d e valores d e u n individuo o g r u p o d e individuos. para intentar convencerlo d e q u e n o era u n cadáver. Existe sobre esto u n a vieja anécdota. s u s «equivalencias d e criterio» y s u s consecuencias ( c o m o veremos en m á s detalle en el Capítulo 6). Para a u m e n t a r el significado práctico. desviando la atención hacia d e t e r m i n a d a área en d e t r i m e n t o d e otras. u n o d e los m e d i o s p o r los q u e sabemos que creemos realmente en algo es p o r q u e activa en nosotros reacciones fisiológicas: hace q u e nuestro corazón «lata acaloradamente». El sistema límbico ha sido relacionado con las e m o c i o n e s y con la m e m o r i a a largo plazo. a lo q u e el enfermo respon- . etc. U n a persona que d e verdad crea que tiene u n a enfermedad incurable comenzará a organizar su vida y s u s actos en t o r n o a dicha creencia. a m e n u d o de forma inconsciente. Las personas tienen reaccio- e s distintas c u a n d o creen en lo que dicen que c u a n d o «simplemente» p r o n u n c i a n las palabras c o m o u n a forma m á s d e comportamiento ( c o m o el actor q u e recita su p a p e l ) . c o m o se demuestra c o n el efecto placebo. Asimismo. las creencias provocan cambios en las funciones fisiológicas fundamentales del c u e r p o . c o n e c t a n d o esta experiencia con nuestros sistemas d e valores o criterios. cada cual adoptará u n planteamiento distinto ai tratar d e conseguir el éxito. m i e n t e n o s o n incongruentes. p r o d u c i r á n también efectos fisiológicos espectaculares. p o r ejemplo. con los c o m p o r t a m i e n t o s . u n a e s t r u c t u r a más «primitiva» que el córtex del cerebro. que controla a su vez funciones corporales básicas c o m o el r i t m o cardíaco. que nos «hierva la sangre» o que s i n t a m o s u n «escalofrío». Las creencias definen la relación entre los valores y s u s causas. efectos todos ellos q u e n o p o d r í a m o s provocar c o n s c i e n t e m e n t e . la dilatación de las pupilas. acerca d e u n paciente q u e estaba siendo tratado p o r u n psiquiatra. las creencias están asociadas con el sistem a límbico y el h i p o tálamo del cerebro m e d i o . cierta clase de actividad («trabajo d u r o » ) . siendo responsables de m u c h a s d e n u e s t r a s respuestas inconscientes. Debido a que s o n prod u c i d a s por las estructuras m á s profundas del cerebro. Ésa es la razón p o r la que el polígrafo p u e d e detectar q u e u n a persona «miente». De hecho. o con otros valores y creencias. relaciona el valor «éxito» con. tomará decisiones m u y distintas. que reflejarán esa creencia. Las creencias relacionan los valores c o n el medio. c o n los pensamientos y las representaciones. el m o d o en que u n a situación. Según sean s u s creencias. Las creencias tienden a tener u n efecto autoorganizador o «autocumplidor» sobre n u e s t r o c o m p o r t a m i e n t o a múltiples niveles. determinará c ó m o serán éstas recibidas e incorporadas. convencida d e q u e las «madres» tenían que a m a m a n t a r a s u s hijos. Otra persona. Neurológicamente. así c o m o para regular el sistema nervioso autónomo. También es esa íntima relación entre creencias y funciones psicológicas profundas lo q u e hace posible que u n a s y otras influyan de manera tan poderosa en el c a m p o d e la salud y la sanación. que crea firmemente que se curará d e su enfermedad. en cambio. resultan n o t a b l e m e n t e difíciles de cambiar p o r medio de las n o r m a s tradicionales de p e n s a m i e n t o lógico o racional. la t e m p e r a t u r a corporal. sirve para integrar la información procedente del córtex. ¡comenzó a p r o d u cir realmente leche en cantidad suficiente para alimentar al bebé adoptado! n El poder de las creencias Las creencias ejercen u n a p o d e r o s a influencia sobre nuestra vida. Es el caso de la mujer que a d o p t ó a u n bebé y. Es m á s . los valores deben ser conectados a las experiencias p o r m e d i o d e las creencias. narrada p o r el psicólogo humanista A b r a h a m Maslow. a d u c i e n d o q u e era u n cadáver. El psiquiatra pasó largas horas a r g u m e n t a n d o con aquel paciente. La afirmación de creencia «El éxito requiere trabajo d u r o » . p o r ejemplo.

¿Es posible reestructurar. con las q u e ernodelar y transformar creencias potencialmente limitadoras. desaprender o cambiar esas viejas creencias.. nadie había conseguido ni siquiera aproximarse a ese tiempo. otros habían a d o p t a d o u n enfoque nutricional. nuestras relaciones. tanto para limitarnos c o m o para potenciarnos. lo h a c e . otros se habían c o n c e n t r a d o en los aspectos psicológicos e incluso algunos n o habían h e c h o n a d a en absoluto. Después de t o d o .. . casi doscientas personas habían roto aquella barrera.. c o m e n z ó a sangrar. e incorporar otras nueras. el paciente exclamó: «¡Que me aspen. Seis semanas d e s p u é s d e la proeza de Bannister. en el q u e u n g r u p o de n i ñ o s de inteligencia media fueron divididos aleatoriamente en d o s g r u p o s d e igual número..132 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 133 dio: «Por s u p u e s t o q u e no. j u n t o c o n otras que nos limitan. N u e s t r a s creencias sobre nosotros m i s m o s . los cadáveres SANGRAN!» La sabiduría p o p u l a r tiene claro q u e . Con anterioridad al 6 de mayo d e 1954. nuestra creatividad. e incluso n u e s t r o nivel d e felicidad y éxito personal. «De todos modos no hay nada que yo pueda hacer» o «Soy una víctima. La única característica c o m ú n a todos ellos consistía en que estaban convencidos q u e su opción funcionaría. la m a y o r parte d e los alumnos «superdotados» p u n t u a r o n mejor que al c o m e n z a r el curso. En otro estudio. nuestra salud. el corredor australiano J o h n Lundy situó el récord u n s e g u n d o más abajo. m u c h o antes de q u e fuéramos conscientes de su impacto o d e que pudiésemos decidir sobre üas. En los nueve años anteriores a l día histórico en q u e Roger Bannister r o m p i ó la marca de los cuatro minutos. c u a n d o alguien cree q u e p u e d e hacer algo. U n o d e los g r u p o s fue asignado a u n maestro al que se le dijo que sus a l u m n o s eran «superdotados». N u e v e a ñ o s después. Efectivamente. todas sus funciones corporales se h a n d e t e n i d o » . que tal vez nos estén limitando. que era el t i e m p o m í n i m o que u n h u m a n o p o día tardar en recorrer u n a milla. otros habían seguido un c a m i n o espiritual. C o m o era d e esperar. El poder de las creencias q u e d ó d e m o s t r a d o p o r un estudio esclarccedor. ¿cómo p o d e m o s controlarlas.. Cada u n o d e nosotros tiene creencias que actúan c o m o recursos. era u n cadáver. se tenía la absoluta certeza de q u e los cuatro m i n u t o s eran u n a barrera infranqueable. n i n g u n a cantidad de esfuerzo lo convencerá d e lo contrario. para que no nos controlen ellas a nosotros? Muchas de estas creencias nos fueron implantadas en la infancia p o r padres. El de «la milla en cuatro m i n u t o s » constituye otro b u e n ejemplo del p o d e r d e las creencias. si es cierto que las creencias tienen tanto poder sobre nuestra vida. E n t o n c e s el psiquiatra le convenció para realizar j u n tos u n p e q u e ñ o e x p e r i m e n t o : le pincharla levemente con una aguja y verían si sangraba o n o . El otro g r u p o fue puesto al cargo d e otro maestro. insistan ante sus médicos y sus amistades c o n la m i s m a creencia d e la anécdota. p o r ejemplo de cáncer o afecciones cardíacas. e n t o r n o social y medios de comunicación. así c o m o sobre lo que es posible en el m u n d o a n u e s t r o alrededor. Creencias c o m o «Ya es demasiado tarde». maestros. ¿cómo hacerlo? e e r La Programación Neurolingüística y El poder de la palabra ecen algunas herramientas. Las entrevistas d e m o s t r a r o n que n i n g ú n tratamiento sobresalía como más eficaz que los d e m á s .. cien «supervivientes» de cáncer (pacientes cuyos síntomas habían desaparecido d u r a n t e más de diez años) fueron entrevistados acerca de lo q u e habían hecho para lograr- lo. Así pues. afectar e incluso determinar nuestro grado de inteligencia. El paciente se m o s t r ó d e acuerd o . Me ha tocado a mí». C o n u n a mirada d e e n o r m e sorpresa y a s o m b r o . nuevas y poderosas. El psiquiatra procedió a pincharle en el brazo con u n a aguja hipodérmica y. mientras q u e si está convencido d e que n o es posible. p o r supuesto. parece que todos estos ejemplos demuestran que nuestras creencias pueden moldear. q u e otrora pareciera insuperable. A final de curso se sometió a los dos g r u p o s a test de inteligencia. Algunos pacientes habían seguido el tratamiento tradicional de quimioterapia y/o radiación. limitan a m e n u d o la plenitud de recursos del paciente. mientras que los «lentos» lo hacían p o r debajo de sus registros anteriores: las creencias d e s u s respectivos maestros habían afectado la capacidad d e aprendizaje de los a l u m n o s . susceptibles de expandir nuestro potencial m u c h o más allá 'o que hoy p o d r í a m o s imaginar? Y si lo es. al que se le dijo que se trataba de alumnos «lentos». influyen con fuerza en nuestra eficacia cotidiana. Es lamentable que m u c h a s personas enfermas.

lo q u e las hace a ú n más difíciles de identificar y combatir. La i m p o t e n c i a se da c u a n d o . F r e c u e n t e m e n t e . 3. d e c u m plimentarlas. la p e r s o n a n o se siente capaz d e lograrlo. establecer límites. P r o d u c e el s e n t i m i e n t o d e q u e «Eso está al alcance de otros. En estas situaciones la persona sentirá: «Lo he intentado todo para cambiar y nada funciona». No merezco ser feliz o estar sano. Tratar c o n eficacia con estos obstáculos implica descubrir la creencia limitadora que está en su n ú c l e o y tratarla d e la manera adecuada. sean cuales sean n u e s t r a s capacidades. las creencias p u e d e n ser a m e n u d o cambiadas c o n mínimo d e esfuerzo y sufrimiento. las creencias m á s influyentes están fuera del alcance d e nuestra conciencia. Se caracteriza p o r el s e n t i m i e n t o d e q u e «Soy un fraude. las personas necesitan c a m b i a r esta clase de creencias limitadoras p o r otras q u e i m p l i q u e n e s p e r a n z a e n e | futuro. Transformar las creencias limitadoras En última instancia. Lo que deseo es inalcanzable. a u n q u e la pers o n a crea que el objetivo deseado es alcanzable y q u e d i s p o n e de la capacidad p a r a lograrlo. con u n a capacidad de destrucción parecida a la de u n virus biológico o informático. Se caracteriza p o r el s e n t i m i e n t o d e q u e «Haga lo que haga nada cambiará. etc. pero n o s o m o s capaces d e lograrlo. dotarse de p o d e r personal. p o r ejemplo. las creencias más p e n e t r a n t e s son aquellas q u e ge relacionan c o n nuestra identidad. u n . r e n u n c i a a él p o r q u e cree q u e n o m e r e c e conseguir aquello q u e t a n t o desea. en apariencia insuperables. 2.134 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 135 Creencias limitadoras Las tres áreas m á s c o m u n e s d e creencias l i m i t a d o r a s se centran e n t o r n o a las cuestiones relacionadas c o n la desesperanza. La d e s e s p e r a n z a se da c u a n d o alguien n o cree q u e determin a d o objetivo apetecido sea ni siquiera alcanzable. a u n c r e y e n d o q u e el objetivo existe y es alcanzable. «No merezco tener éxito». Los virus m e n t a l e s contienen suposiciones y presuposiciones n o verbalizadas. No pertenezco aquí. Reconociendo estas intenciones profundas y actualizando nuestros mapas m e n t a l e s para incluir otras formas. Para tener éxito. «No tengo permiso para tener éxito». I m p o t e n c i a : Creencia d e que el objetivo deseado es alcanzable. la impotencia y la ausencia de mérito. 1. y a interferir con n u e s t r o s esfuerzos y con la capacidad p a r a sanar o mejorar (la estructura y la influencia d e los virus m e n t a l e s se analizan c o n m á s detalle en el Capítulo 8 ) . m á s eficaces. He aquí algunos ejemplos ¿e creencias limitadoras relacionadas con la identidad: «Soy un ¡nútil/no valgo nada/soy una víctima». Estas tres g r a n d e s áreas de creencias p u e d e n ejercer u n a e n o r m e influencia respecto a la salud m e n t a l y física d e las personas. s o n a m e n u d o desarrolladas con el objetivo de c u m p l i m e n t a r algún propósito positivo. O b v i a m e n t e . c o m o el d e protegerse. U n «virus mental» es u n a creencia limitadora q u e llega a convertirse e n u n a «profecía que se c u m ple por sí m i s m a » . Hay algo fundamentalmente malo en mí como persona. Las creencias limitadoras. Las creencias limitadoras y los virus mentales suelen presentarse c o m o «obstáculos». No soy lo bastante bueno o capaz para conseguirlo». pero no de mí. s e n s a c i ó n d e c a p a c i d a d y r e s p o n s a b i l i d a d y s e n t i d o d e valía y p e r t e n e n c i a . D e s e s p e r a n z a : Creencia d e q u e el objetivo deseado n o es alcanzable. Soy una víctima» . e n el proceso de c a m b i o . Está fuera de mi alcance. y percibimos c o n mayor claridad nuestra identidad y n u e s t r a s misiones. «5Í consigo lo que deseo perderé alguna otra cosa». A u s e n c i a d e m é r i t o : Creencia d e q u e n o m e r e c e m o s el objetivo deseado d e b i d o a algo q u e s o m o s o h e m o s (o n o hemos) hecho. Las creencias limitadoras o p e r a n a veces c o m o «virus m e n tales». Merezco el dolor y el sufrimiento que estoy experimentando». transformamos las creencias limitadoras y nos « i n m u n i z a m o s » a los «virus mentales» c u a n d o e x p a n d i m o s y enriquecemos n u e s t r o m o d e l o del m u n d o . La a u s e n c i a d e m é r i t o está p r e s e n t e c u a n d o .

Establecer n u e v a s relaciones es a m e n u d o parte importante en la p r o m o c i ó n d e u n cambio d e creencias perdurable. • Expansión d e la percepción d e las cadenas d e causa y efecto o d e las «equivalencias de criterio» relacionadas con la creencia limitadora. establecer o cambiar relaciones significativas p u e d e ejercer u n a fuerte influencia sobre las creencias. • Identificación de cualquier presuposición o suposición n o verbalizada o inconsciente. es fácil que elabore la creencia d e q u e «Este c o m p o r t a m i e n t o no p u e d e cambiarse». • Clarificación o actualización d e las relaciones clave que d a n forma al propio sentido de misión y propósito. Expectativas Las creencias. están relacionadas con n u e s t r a s expectativas. Es decir.136 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 137 M u c h a s creencias limitadoras surgen c o m o consecuencia de preguntas sin responder sobre el « c ó m o » . Por ejemplo. Nuestros sentidos de identidad y misión. d e la Programación Neurolingüística. j u n t o con la c o r r e s p o n d i e n t e recepción d e apoyo al nivel d e identidad. que sirva de base para la creencia limitadora. Expectativa significa «anhelo o deseo» d e q u e se p r o d u z c a u n resultado o u n aconte- . así c o m o los mensajes recibidos en el contexto de esas relaciones. o «mentores».) En r e s u m e n . tanto las potenciadoras c o m o las limitadoras. Por consiguiente. s o n a m e n u d o construidas m e d i a n t e la realimentación y el refuerzo procedentes d e otras personas significativas para n o s o tros. sobre todo c u a n d o se trata de relaciones q u e p r o p o r c i o n a n soporte positivo al nivel de identidad. • Aportación de información sobre «cómo» en relación c o n las alternativas para el c u m p l i m i e n t o de la intención positiva o el propósito d e la creencia limitadora. Si u n a persona n o sabe c ó m o c u m p l i r determinada tarea o función. vien e n a m e n u d o definidos p o r otras personas i m p o r t a n t e s . q u e n o s sirven c o m o p u n t o s d e referencia para los sistemas mayores de los que n o s percibimos c o m o m i e m b r o s . Creencia • limitadora Nuevas respuestas acerca de preguntas sobre «cómo» Creencia actualizada Suposiciones y presuposiciones Las creencias limitadoras pueden ser transformadas o actualizadas mediante la identificación de la intención positiva y de las presuposiciones subyacentes en la creencia y proporcionando alternativas y nuevas respuestas a preguntas sobre el «cómo» Las creencias. (Éste es precisamente u n o de los principios básicos d e la técnica de cambio d e creencias denominada r e i m p r o n t a . deberem o s responder a la pregunta: «¿Cómo p u e d o m o s t r a r mis e m o ciones y m a n t e n e r al m i s m o tiempo la seguridad?» Intención positiva Debido a q u e la identidad y la misión forman el marco mayor que circunda n u e s t r a s creencias y nuestros valores. lo m á s probable es q u e desarrolle la creencia de que «Soy incapaz d e completar esta tarea con éxito». tanto las limitadoras c o m o las potenciadoras. suele facilitar d e forma espontánea cambios en las creencias. las creencias limitadoras p u e d e n ser actualizadas y transformadas mediante: • Identificación y reconocimiento de la intención positiva subyacente. también resulta a m e n u d o i m p o r t a n t e p r o p o r c i o n a r las respuestas a u n a serie d e preguntas sobre el «cómo» para ayudar a la persona a transformar s u s creencias. clarificar o alterar relaciones clave. para tratar con u n a creencia c o m o «Es peligroso m o s t r a r mis emociones». c u a n d o una¡ persona n o sabe cómo cambiar su c o m p o r t a m i e n t o . p o r ejemplo. Así p u e s .

si esa persona cree que el fármaco es «real» y espera mejorar con él. que denominamos expectativas. E n este caso. en cambio. así c o m o sobre s u s propias capacidades personales. la expectativa de resultado está relacionada c o n el grado en q u e la persona espera que las capacidades y los c o m p o r t a m i e n t o s que está aprendiendo o en los que se está implicando lleguen realmente a p r o d u c i r los beneficios deseados. o d e s u s capacidades para lograrlo. c o n d u c e a u n s e n t i m i e n t o d e inadecuación que hace que la persona se sienta «impotente». El sentimiento a ellas unido depende de dos factores: en primer lugar. Con respecto al cambio y el aprendizaje. sin ningún ingrediente t e r a p é u t i c a m e n t e activo. Las expectativas fuertemente positivas. j u e g a n u n p a p e l i m p o r t a n t e en s u capacidad para alcanzar estados deseados. Según el diccionario Webster. en segundo lugar. re > Resultado Expectativa de eficacia propia Expectativa de resultado Relación entre expectativa de eficacia propia y expectativa de resultado Conseguir los resultados codiciados en situaciones difíciles P°r medio de u n a actuación eficaz. algunos estudios sobre el efecto placebo hablan de resultados francamente espectaculares. hasta el p u n t o de realizar preparativos o anticipar ciertas cosas. Por lo general.138 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 139 cimiento. tienden a m i n a r s u s p r o p i o s esfuerzos c u a n d o se aproximan a s u s límites. que denominamos intenciones. Sin embargo. del grado de íncertidumbre inherente en la expectativa sobre ese resultado. contribuye a reforzar la conriza de u n o m i s m o en las capacidades q u e ya tiene. p o r su parte. La ausencia de expectativa de eficacia propia. Sigmund Freud (1893) señaló que: Algunas ideas comportan un sentimiento de expectativa. En estos casos. o bien Para incorporar los c o m p o r t a m i e n t o s necesarios para alcanzar el s u l t a d o deseado. implica « u n alto grado d e certeza. La expectativa d e eficacia propia se relaciona con el grado de confianza que u n o m i s m o tiene e n su propia eficacia o capacidad para a p r e n d e r las nuevas habilidades. se le suministra al paciente u n «falso» fármaco. acciones o sentimientos». se conoce c o m o expectativa d e «eficacia propia» y expectativa d e «resultado». a menudo comienza a evidenciar mejoría física real. p u e d e n llevar a la persona a invertir u n esfuerzo extra y a liberar capacidades dormidas. Las creencias y las expectativas de las personas sobre los resultados. pero n u n c a antes utilizadas. Ello se . d e n t r o del e n t o r n o sistémico q u e constituye su realidad. la falta d e expectativa d e resultado c o n d u c e a u n s e n t i m i e n t o d e «desesperanza» que hace que la p e r s o n a se a b a n d o n e a la apatía. del grado de importancia que el resultado tenga para mí. Tales ideas son de dos clases: ideas sobre mí haciendo esto o aquello. por ejemplo. las personas que se sienten escépticas acerca d e la posibilidad d e que se p r o d u z c a el resultado. Persona — ¡ — C o m p o r t a m i e n t o — A Estas creencias y expectativas d e t e r m i n a n a m e n u d o la cantidad de esfuerzo q u e la persona está dispuesta a invertir. en psicología cognitiva m o d e r n a (Bandura 1 9 8 2 ) . la expectativa de la persona activa capacidades d e c o m p o r t a m i e n t o latentes. Las expectativas influyen sobre n u e s t r o c o m p o r t a m i e n t o de diferentes m o d o s . La expectativa de eficacia propia está relacionada con la convicción d e q u e es posible desarrollar con éxito el c o m p o r t a m i e n t o necesario para que se p r o d u z c a el resultado esperado. depend i e n d o d e hacia d o n d e se dirijan. e ideas sobre que me suceda tal o cual cosa. así como la d u r a c i ó n d e su esfuerzo c u a n d o se e n c u e n t r e c o n situaciones difíciles o estresantes. De h e c h o . La expectativa de resultado es fruto d e la estimación personal de que d e t e r m i n a d o comportam i e n t o c o n d u c i r á a d e t e r m i n a d o resultado. En las actividades autogestionadas. El f e n ó m e n o conocido c o m o «efecto placebo» constituye u n b u e n ejemplo d e expectativas consistentes. La distinción d e Freud entre «intenciones» y «expectativas» se refiere a lo q u e .

Sólo bajo condiciones q u e p o n g a n a prueba n u e s t r o s límites descubriremos lo que s o m o s capaces de hacer. en lugar de ver reforzada su combatividad e incluso su firmeza. grande. en cambio. a l g u n o s c o m e n t a r i o s d e Adolf Hitler en su Mein Kampf. asimismo. por ejemplo. Por consiguiente. hasta que el último de los hombres sea capaz de entender lo que se quiere decir con cada una de esas pocas palabras. el resultado quedará debilitado y finalmente eliminado. Por ejemplo (durante la Primera Guerra Mundial). las expectaüvas constituyen u n ejemplo clásico de la relación entre mapa y territorio. Su capacidad de comprensión es corta. Como consecuencia de ello. cofundador de la PNL. Desde este p u n t o d e vista. En cambio. Desde la perspectiva de la Programación Neurolingüística. cuando el combatiente se enfrentaba al adversario real. son capaces de influir sobre nosotros con más fuerza q u e la propia realidad que nos rodea. la base para lo que se conoce c o m o «profecías q u e se c u m p l e n » . la propaganda de los británicos y los norteamericanos fue acertada. ante la impresión directa de la resistencia del enemigo. a u n p o s e y e n d o las capacidades necesarias. fue un grave error ridiculizar al enemigo. Veamos. motivarán a la persona a desarrollar u n esfuerzo adicional con la esperanza d e alcanzar algún estado deseado. Vemos p u e s que las expectativas actúan c o m o otro tipo mas de poderoso «marco» e n t o r n o a nuestras experiencias. Por otro l a d o . El hombre se desesperó.EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 141 debe a que. lo cual pasó su terrible factura puesto que el soldado alemán. Al presentar a los alemanes ante pueblo como bárbaros y hunos. preparó al soldado indis u . recibía una impresión completamente distinta. El conocimiento del impacto d e las expectativas ha sido utilizado d u r a n t e siglos p influir sobre las percepciones de la gente. toda propaganda eficaz tiene que limitarse a unos pocos puntos repetidos como eslóganes hasta la saciedad. Según la PNL. se sintió engañado por quienes hasta aquel momento habían tenido la responsabilidad de informarle. Cuanto más complejo sea el argumento de su representación. que influyen o d e t e r m i n a n d e m u c h a s formas las creencias y los juicios q u e extraemos de esas mismas experiencias. C o m o señala Richard Bandler. los resultados de nuestro c o m p o r t a m i e n t o o acontecimientos que nos pueden suceder. lo q u e hace la persona y el m o d o en que siente d e p e n d e r á n del valor que otorguen y de las causas que atribuyan a las consecuencias anticipadas. así c o m o para condia r a cionar sus evaluaciones de d e t e r m i n a d o s sucesos y situaciones. Las expectativas relacionadas con los resultados esperados del propio c o m p o r t a m i e n t o constituyen la fuente primordial de motivación. p o r ejemplo. el efecto desaparece y las masas nunca podrán digerir ni recordar el material que se les ha ofrecido. Todos creamos expectativas y esperamos que el m u n d o se adapte a ellas. «los contratiempos requieren u n a planificación adecuada». tal como hacía la propaganda austríaca y alemana en publicaciones cómicas. con lo que. ocurrió todo lo contrario. La capacidad receptiva de las grandes masas es tan sólo muy limitada. Las diferencias entre el m u n d o en general y las expectativas q u e c o n s t r u i m o s c o n respecto a él s o n la base d e muchos d e los q u e b r a n t o s d e nuestra vida. p o r lo general n o desarrollamos n u e s t r o pleno potencial. C u a n d o estos mapas son m u y fuertes. Anticiparse a u n a perspectiva de éxito o fracaso constituye. Fue una estrategia fundamentalmente errónea porque. Tan pronto como uno sacrifica este principio fundamental y trata de ser versátil. Unas expectativas d e resultado fuertes y «positivas». más minuciosamente deberán ser diseñadas las tácticas desde el punto de vista psicológico. así c o m o d e la influencia d e los m a p a s sobre el c o m p o r t a m i e n t o . Ese mapa reflejaría nuestro c o m p o r t a m i e n t o . Su capacidad para el olvido es. las consecuencias esperadas y percibidas c o m o «negativas» conducirán a la abstención y a la apatía. la «expectativa» es u n mapa mental que relaciona acciones y consecuencias futuras.

De este modo el soldado británico nunca a llegó a tener. p u e s . No cabe duda de que b u e n a parte d e la influencia de Hitler c o m o líder procede d e su visión. en cambio. Las expectativas sobre el apoyo. que se hacen patentes en forma de rePresentaciones de interferencia. U n a Las creencias subyacentes p u e d e n asimismo generar resistencias o «contraexpectativas». que tuvo que conocer por propia experiencia. hasta el extremo de que acabaron por rechazar todo lo que viniera de su propio bando como «engaños» y «palabrería» (Krampf). Experimentos realizados c o n estudiantes que habían sido recompensados p o r realizar d e t e r m i n a d o s c o m p o r t a m i e n t o s . Si creemos que «el trabajo d u r o c o m p e n s a » esperaremos ver recompensados n u e s t r o s esfuerzos. sin percatarse en cambio. Por consiguiente. no seria ya más que la prueba de la información que previamente había recibido. Si los estudiantes creen que «el e x p e r i m e n t o ha t e r m i n a d o » . lo cual sí sucedió por desgracia entre los combatientes alemanes. la intensidad de u n a expectativa está también condicionada por las creencias subyacentes sobre causa y efecto. la impresión de que su país le había engañado. El arma más terrible que se pudiera emplear contra él. más fuerte será la expectativa correspondiente. engañados y d e s c o r a z o n a d o s a l d e s c u b r i r q u e s u s adversarios n o eran los est ú p i d o s bufones que se les había i n d u c i d o a esperar. demostraron q u e el esfuerzo aplicado a dicha realización disminuía notablemente c u a n d o supieron q u e n o iban a recibir recompensa alguna p o r hacer lo m i s m o en el futuro. c o m p r e n s i ó n y aplicación de los principios subyacentes en El poder de la palabra. de que tal vez. las expectativas se debilitarían si disminuyera la calidad o la intensidad de las representaciones internas asociadas c o n las posibles consecuencias futuras. ya n o esperarán recibir la recompensa por realizar las mismas tareas por las que fueron previamente reforzados. p o r ejemplo. Desde la perspectiva de la PNL. confirmaba s u s expectativas d e que se iban a enfrentar a h u n o s brutales. sus propias armas tuvieran un efecto aún más terrible.142 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 143 vidual para los horrores de la guerra y lo preservó del desengaño. ni por un instante. 1° cual «reforzó su furia y su odio» hacia el enemigo. u n fuerte impacto. P o r fortuna. Y es que el efecto cruel del arma de su enemigo. le iba apareciendo gradualmente como la evidencia de laya proclamada brutalidad de los hunos del bárbaro enemigo. las imágenes y los sonidos internos. Las declaraciones q u e acabamos de leer ilustran el i m p a c t o d e las expectativas c o m o «marcos». tanto si al final la recibían c o m o si n o . c u a n t o más p u e d e u n a persona ver. E n este sentido. esperaremos d e ella que saque b u e n a s notas. asociados con una posible acción o consecuencia futura. lo cual venía a reafirmar su creencia en la veracidad de las afirmaciones de su gobierno. Freud lo describió c o m o sigue: . las expectativas s o n a m e n u d o reflejo de las creencias subyacentes. oír y sentir en su imaginación alguna consecuencia futura. las creencias y las expectativas acerca del a p o y o futuro influyen m á s sobre el c o m p o r t a m i e n t o q u e el hecho objetivo d e q u e ese m i s m o c o m p o r t a m i e n t o haya recibido apoyo en el p a s a d o . las expectativas p u e d e n ser intensificadas mediante el enriquecimiento d e las sensaciones. La experiencia directa de los soldados británicos. ha pasado a la historia c o m o u n ejemplo arquetípico del mal uso de estos principios. Así p u e s . Los soldados alemanes se sintieron contrariados. tanto sobre nuestra motivación c o m o sobre las conclusiones que derivamos d e nuestra experiencia. o incluso probablemente. Nuestras expectativas ejercen. ejercen u n a influencia sobre el c o m p o r t a m i e n t o m a y o r que el propio apoyo. De forma parecida. q u e influyen sobre las conclusiones q u e las personas extraen de s u s experiencias. Si creemos q u e «Fulanita es buena estudiante». reforzando por otro lado su furia y su odio hacia el enemigo atroz. La fuerza de u n a expectativa está en función de la solidez d e la representación de la consecuencia anticipada. ni por un instante. Como demuestra el e x p e r i m e n t o c o n los estudiantes antes mencionado.

144 El. Identificar u n a consecuencia positiva constituye o t r o m o d o d e restablecer u n marco-objetivo con respecto a los juicios o generalizaciones negativos y limitadores. si los cadáveres p u e d e n sangrar. En el ejemplo del psiquiatra y el paciente que aseguraba ser un «cadáver». Los esfuerzos del psiquiatra. no precisa de comentarios: la idea antitética consiste en enumerar todas las cosas que podrían pasarme. así c o m o c o n los principios que hemos analizado hasta este p u n t o del t e x t o . Tal vez puedan cantar. reír. Por consiguiente. sorprendido. experiencia o c o m p o r t a m i e n t o tienen s e n t i d o fuera del c o n t e x t o en el q u e fueron establecidos. bien para cuestionar las generalizaciones y las creencias. se m u e s t r a n estériles cuando el paciente exclama.. . Este patrón c o m p o r t a dirigir la atención hacia u n efecto potencial (positivo o negativo) resultante de un creencia o d e la generalización definida p o r ella.I pectativa. Si ese psiquiatra hubiera estado familiarizado c o n el p a t r ó n de consecuencia de El poder de la palabra. estas ideas antitéticas se despliegan del modo siguiente: «No triunfaré en llevar a cabo mis intenciones porque esto o aquello es demasiado difícil para mí y no estoy preparado para ello. p u e d e n apoyar los resultados deseados o bien oponerse a ellos. Todo c o m p o r t a m i e n t o . a excepción de la que deseo que me suceda. Las consecuencias positivas anticipadas fortificaran y reforzaran las creencias y . En el caso de una intención. la contraexpectativa. a u n q u e el juicio sea en sí m i s m o negativo o limitador (una aplicación del principio d e que «el fin justifica los m e dios» )• ¿Cuántas veces h a b r á s oído decir: «Sólo lo digo (o lo bago) por tu bien»? Por s u p u e s t o . Las expectativas contradictorias suelen crear confusión o conflicto interno.. en lugar ^ quedarse atascado con su paciente. los cadáveres SANGRAN!. podría haber sacado parti° de los comentarios d e éste. Pinchando el brazo del paciente para q u e sangre. Probemos también algunas de esas cosas. digerir comiuicluso aprender. las consecuencias negativas cuestionaran las generalizaciones y las p o n d r á en tela d e juicio. El patrón de consecuencia d e El poder de la palabra está relacionado c o n la presuposición d e P N L q u e dice q u e : Ninguna r e s p u e s t a . PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 145 La incerüdumbre subjetiva. experiencia o r e s p u e s t a p u e den actuar c o m o r e c u r s o o c o m o limitación. o d e la r e s p u e s t a siguiente q u e s u s c i t e n . El p l a n t e a m i e n t o fundamental de la PNI.. Así pues. para el establecimiento o el cambio de expectativas implica una de estas dos estrategias: a ) Trabajar directamente sobre las representaciones sensoriales internas asociadas con la expectativa. Por ejemplo. p o d e m o s ver una buena muestra d e la aplicación de este p a t r ó n . que h e m o s visto en este m i s m o capítulo. «¡Que me a s p e n . . También sé que otros han fracasado en una situación parecida». sin embargo. me p r e g u n t o q u é ^ Podran hacer. s e g ú n cómo encajen con el r e s t o del s i s t e m a . El otro caso. los juicios. el psiquiatra trata de utilizar la lógica para convencer al paciente de q u e n o es u n cadáver. podría haberle di«Bueno. e c e Las expectativas y el patrón de consecuencias de El p o d e r d e la p a l a b r a El p a t r ó n d e consecuencia d e El poder de la palabra utiliza las expectativas bien para reforzar. b) Trabajar sobre las creencias subyacentes que constituyen la fuente de la expectativa. está representada por un conjunto de ideas a las que daré el nombre de «ideas antitéticas perturbadoras». La Programación Neurolingüística proporciona una serie de h e r r a m i e n t a s y estrategias para ayudar a desarrollar expectativas positivas y manejar las expectativas negativas. . es decir. las expectativas p u e d e n ser «positivas» o «negativas». bailar.. las consecuencias anticipadas operan a modo de marco respecto a otras experiencias. el de la ex.

a l o s q u e a m a b a m u c h o . ( C o m o Einstein señaló. n o s e p u e de solucionar u n problema con la m i s m a forma de pensar q u e lo creó. pero u n a s personas m á s q u e otras. tienen alergia al polen.146 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 147 A lo mejor descubre que p u e d e llevar u n a vida bastante buena c o m o cadáver (algunos lo h a c e n ) . n e a S U l 1 3 5 . del receptor c o m e n z a b a n a salir moscas a m o n t o n e s . Se lavaba y se frotaba c o n s t a n t e m e n t e para sacarse de encima las moscas. Se sentó delante mí y c o m e n z ó a preguntarme: « ¿ C ó m o sabré q u é r o p a c o m p r a r ? ¿ C ó m o sabré cómo relacionarme con mis padres? ¿Cómo sabré a quién debo dejar que me toque? ¿ C ó m o sabré qué hacer o a d o n d e ir en el "uando que me rodea?» C o n aquellas palabras. etc. c u a n d o volvió a mi consulta la s e m a n a siguiente estaba m u y asustada. P o r s u p u e s t o . de convencerla de lo absurdo d e su creencia. q u e n u n c a había llegado desarrollar. Me t o m é tiempo para entrar en sintonía con ella» así c o m o para averiguar s u s «equivalencias de criterio» y sus estrategias de realidad. ésta pueda ser reencuadrada desd e u n p r o b l e m a a u n a ventaja. ¿Ha sido usted tratada alguna vez para su alergia "real imaginaria" a las moscas "reales imaginarias"?». p o r q u e nadie aceptaba que fueran reales. p e r o c o n los q u e pasaba m u y poco tiempo p o r q u e estaban llenos d e ellas. muchas personas habían tratado. las moscas podían llegar incluso a través del teléfono. Aquella mujer dedicaba u n a gran parte d e su t i e m p o a protegerse de las «moscas». Compraba siempre vestidos d e talla superior a la suya. Tal vez ese n o sea el m o d o adecuado de tratar c o n ellas. las creencias limitadoson con frecuencia el resultado de preguntas sobre el «cómo» contestar. todo el m u n d o las tenía. Estaba convencida de que tenía insectos p o r todo el cuerpo. En lugar de tratar de atacar y cuestionar la creencia. En lugar d e tenerse q u e ocultar del polen. de lavarse c o n t i n u a m e n t e . Algunas personas. Habida cuenta de q u e esta explicación encajaba a la perfección c o m o consecuencia d e su p r o p i o sistema de creencias. Son "imaginarias" porque no contienen n i n g ú n fármaco. C o m o ya he señalado antes. le provocaban una terrible sensación de ser «invadida». en particular s u s p a d r e s . No lo p u e d e n ver. sin éxito. p o r q u e aquellas «pildoras reales imaginarias» habían funcionado. le describí c ó m o actuarían los placebos y d e qué modo la iban a hacer sentir diferente. N o p o día ignorarlas. «reales». le dije- «¿Sabe? Ha intentado d u r a n t e toda su vida librarse d e esas moscas. p o r q u e para ella lo e r a n m u c h o . Utilizando lo q u e había averiguado acerca de sus equivalencias d e criterio y s u s estrategias de realidad. Aquella mujer estaba en la treintena y llevaba mas de quince a ñ o s batallando c o n su c o m p u l s i ó n . sin dejar d e m a n t e n e r los beneficios que obtiene siendo u n cadáver». en d e t e r m i n a d o m o m e n t o . de m o d o que cada vez que s u s padres la telefoneaban. Ha tratado d e sacárselas de encima y a h u y e n t a r l a s . pero se les mete p o r la nariz al respirar y las enferma. estas personas toman m e d i c a m e n t o s para q u e su sistema inmunológico reduzca los síntomas d e alergia.) Yo m i s m o he aplicado con éxito este p a t r ó n a una mujer con u n diagnóstico d e «obsesiva compulsiva». Puesto que eran imaginarias. para cocinar. Acto seguido le expliqué que su situación presentaba todos los síntomas de u n a alergia. lo que en realidad estaba diciendo era q u e su creencia había reemplazado a u n a sede estrategias d e toma d e decisiones. Ella les llamaba «moscas reales imaginarias»: «imaginarias». p o r ejemplo. hasta el p u n t o de q u e su piel estaba todo el t i e m p o enrojecida y erosionada. lo cual la obligaba a colgar. Entonces saqué u n frasco que contenía u n placebo y le dije: «Esto son pildoras "reales imaginarias". n o p u d o presentar objeción alguna a m i lógica y se mostró d e acuerdo en tomar las pildoras. para que le c u b r i e r a n t o d o el c u e r p o y n o le q u e d a r a expuesta n i n g u n a zona d e piel. pero s o n "reales" p o r q u e curarán su alergia y cambiarán lo q u e siente». Luego. El h e c h o d e q u e las moscas fueran «imaginarias» le proporcionaba algunas opciones interesantes. Curiosamente. P o r ejemplo. para vestirse. o tratar d e alejarlo. Tenía setenta y dos pares de guantes diferentes: para conducir. Le expliqué cuidadosamente el poder del «efecto placebo» y le cité u n a serie de estudios en los que los placebos habían sido utilizados c o n éxito para tratar reacciones alérgicas.

el miedo n o es tan m a l o . Consecuencia positiva: El m i e d o evita q u e la gente se precipite. Una «expectativa de resultado» nueva la obligaba a reevaluar su «expectativa de eficacia propia». 4. 2. 3. Manejar el c a m b i o y lograr resultados requiere d i s p o n e r d e los mapas cognitivos. las personas cambian su c o m p o r t a m i e n t o al adquirir nuevas experiencias de referencia y nuevos mapas que les permitan formar u n «plan».ABRA Creencias y expectativas 149 U n a vez q u e la mujer c o m e n z ó a creer q u e podía librarse realmente d e las «moscas». Para explorar t ú m i s m o el patrón d e consecuencia. Enriquece tu percepción d e esta situación o experiencia planteándote: «¿Cuál es el efecto positivo de la creencia o de la generalización definida por ella?» (Un m o d o de hacerlo consiste e n considerar el problema o la dificultad desde m á s de u n marco temporal. Nuestras expectativas. Sin embargo. Cartografiar creencias y expectativas clave Merecedor teponsablc Apropiado C a En líneas generales. un m i s m o comportamiento n o siempre produce resultados idénticos. Las cuestiones d e creencias básicas q u e surgen en relación con el logro de objetivos provienen de expectativas. 5. A largo plazo. aprender algo n u e v o o d e triunfar e n u n proyecto empresarial. idenüñca u n a creencia o generalización limitadora q u e te impida actuar c o n la eficacia q u e sabes q u e podrías. imaginar la situación d e n t r o de u n a hora. de u n día. creencia limitadora: M e siento c o m o un cobarde c u a n d o tengo miedo ante situaciones difíciles. habida cuenta que hace q u e las personas sean más p r u d e n t e s y actúen de forma m á s ecológica. aquella mujer aprendería u n a serie de estrategias de toma de decisión eficaces y se libraría definitivamente de su obsesión. a alguien q u e trata d e curarse. C o n ayuda. p o r ejemplo. d e n t r o de d e t e r m i n a d o sistema. las experiencias d e referencia. Determinados factores. de u n a semana. d e u n a ñ o y de m u c h o s años. ya n o podía evitar tener q u e enfrentarse con s u s creencias sobre s u s propias capacidades. las herramientas y el a p o y o d e las relaciones necesarios para establecer la clase más adecuada d e presuposiciones y expectativas respecto a determinado objetivo. tu miedo hará de ti u n a persona m á s sabia y determinada. c o m o el «itinerario» hasta el resultado. P o r ejemplo. tarea o situación. el grado de apoyo p o r parte d e las relaciones q u e u n o reciba. valía propia y permiso q u e uno tenga e n relación con los c o m p o r t a m i e n t o s necesarios y con el resultado final. de un mes. C e . el grado de variabilidad del sistema y las h e r r a m i e n t a s de q u e u n o disponga d e t e r m i n a r á n la probabilidad d e q u e d e t e r m i n a d o comport*' l | P a z Ecológico I P 0 S < W e I I D " e a b ' f Plan Comportamiento Resultado Itinerario Cuestiones de creencias relacionadas con el cambio ¿ ° n s i d e r e m o s .148 EL PODER DE LA PAI. p o r ejemplo. La evaluación sobre lo apropiado y lo difícil de ese comportamiento ( c o n i n d e p e n d e n c i a d e q u e se crea o n o q u e vaya a p r o d u c i r el resultado deseado). influyen en gran medida en el grado d e confianza q u e t e n d r e m o s acerca de la obtención de un resultado. lo cual le permite actuar de forma m a s ecológica.) Por ejemplo. relacionadas a su vez con u n a serie d e c o m p o n e n t e s del cambio fundamentales: 1. Lo deseable q u e sea el resultado. Por consiguiente. miento produzca d e t e r m i n a d o resultado. La creencia d e poder p r o d u c i r los c o m p o r t a m i e n t o s n e cesarios para completar el plan q u e c o n d u c e al objetivo. El sentido de responsabilidad. La confianza e n q u e las acciones especificadas producirán el resultado apetecido.

no hay duda de que todos deseamos las tres cosas. o bien le preocupen las consecuencias para otras áreas de su vida. aprender o triunfar en los negocios no siempre está en cabeza de la jerarquía de criterios de la persona. Evaluar la motivación para el cambio Para poder ayudar a otros o a nosotros mismos a alcanzar los objetivos deseados es importante que consigamos evaluar todo este sistema de creencias.150 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 151 Las cuestiones de creencias pueden presentarse con cada uno de los elementos del cambio arriba mencionados. y como demuestra el efecto placebo.» Otra quizá piense que determinado camino sea el adecuado. Tal vez se diga: «Haga lo que haga. también e s posible que se cuestione si es o no responsabilidad suya realizar las acciones que conduzcan a la consecución del objetivo. c o m o e n l o s siguien^ ejemplos: c a r n . pero que no habían sido movilizadas con anterioridad. Quiero delegar en otros». para hacer lo que hace falta para alcanzar mi resultado deseado». u «Otros m e necesitan. También suele ocurrir que la persona desee el resultad* piense que es posible y crea que el camino propuesto es el adejj cuado para lograrlo. y lo cierto es que estar sano. pero no esté dispuesta a asumir los esfuerzos y sacrificios que ese camino exige. O tal vez dude de merecer estar sano. en el caso de que la persona desee el resultado. pero duda porque le preocupa el impacto que este cambio pudiera ejercer sobre su familia. Un modo de determinar la motivación de la persona o del P u p o consiste en lormular una afirmación de las cinco creencias clave que hemos identificado como significativas para el proceso * b i o . Por ejemplo. ocurre que la persona se siente indigna de tener salud. la salud no es prioritaria para mí». Las creencias pueden ser evaluadas formulando una aclaración espci ilica de cada una de ellas. De forma parecida. crea que el camino propuesto es el adecuado para lograrlo y n o dude de sus capacidades para llevar a cabo las acciones necesarias. pero dude que determinado comportamiento sea el más adecuado para ello Es probable que se diga: «Creo que es posible alcanzar mi objetivo. da igual que tenga las capacidades necesarias. aprender o triunfar? En las mismas condiciones. e incluso crea que es posible alcanzarlo. que aprender algo nuevo no me resulta tan importante». las creencias y las presuposiciones potenciadoras pueden liberar capacidades y «competencias subconscientes». Una primera cuestión tiene que ver con lo deseable que sea el resultado. Nada de lo que yo haga cambiará las cosas». «Tengo tantas cosas que atender. inherentes en la persona o el p u p o . no está dispuesta a hacer el esfuerzo de cambiar dfl estilo de vida. aunque esté convencida de que hacer ejercicio y mejorar su dicta la ayudaría a estar más sana. pero no sabe encontrar el tiempo necesario. E incluso. tal vez alguien cica que un nuevo trabajo lo conduciría al éxito. Por otro lado. Alguien podría decir: «En es-i tos momentos. aprender o alcanzar el éxito. Otra quizá crea que determinado curso la puede ayudar a aprender algo importante. pero dude de sus capacidades para llevar^ cabo las acciones necesarias. aprender o tener éxito. Los planes y las acciones n o puede ser llevados a cabo con eficacia si hay conflicto o duda en exceso. o no se considera responsable de hacer lo necesario para lograrlo. puede suceder que se pregunte si lograrlos es posible. piense que es posible. inteligencia o éxito. «Un perro viejo no aprende trucos nuevos» o «Mejor que no me haga ilusiones de triunfar. ¿Hasta qué punto esta persona quiere realmente estar sana. Incluso si la persona desea con todas sus fuerzas tener salud. Cuando alguien cree que no merece alcanzar el objetivo deseado. seria egoísta por mi parte concentrarme únicamente en mi éxito». Aquí topamos con una cuestión de autoestima. Otra persona tal vez desee intensamente un resultado. En ocasiones. Puede que se diga: «No es responsabilidad mía estar más sano/aprender/tener éxito. Tal vez piense: «No soy lo suficiente hábil/perseverante/inteligente/centrado/etc. no me pondré bien». Eso es trabajo de los expertos. Pero raramente las condiciones son las mismas. que conozca cuál es el camino adecuado y que lo desee. pero no con este plan/técnica/programa/etc.

q u e requerirán ser de algún m o d o atendidas. 3. Evaluación de lo apropiado o lo difícil de los comportamientos necesarios para alcanzar el resultado deseado (con independencia de que se crea o n o que lo producirán). Puntúa en las siguientes casillas tu grado de creencia e n relación con el objetivo o el resultado a lograr. d.» m . Creer e n la propia capacidad para p r o d u c i r los comportam i e n t o s requeridos. 4. Declaración: «Tengo/tenemos las capacidades necesarias para alcanzar el objetivo deseado». a. indicando c o n el 1 el grado más bajo y con el 5 el m á s alto.)» m • • • LI c. 2. 5.» V ° v e. Declaración: «Tengo/tenemos la responsabilidad de alcanzar ese objetivo y m e / n o s lo merezco/merecemos». Declaración: «Es posible alcanzar ese objetivo». La hoja de evaluación de creencias de la página siguiente proporciona u n a h e r r a m i e n t a sencilla pero eficaz para evaluar con rapidez las áreas de creencia relevantes en relación con det e r m i n a d o objetivo o plan. «Tengo/tenemos la responsabilidad de alcanzar ese objee / n o s lo merezco/merecemos.152 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 153 1. Sentido de la propia valía o permiso para realizar los c o m p o r t a m i e n t o s requeridos y alcanzar el resultado deseado.» • •• • X | U n a vez establecidas estas creencias el interesado puede calibrar su grado d e conformidad c o n cada u n a de ellas en una escala del 1 al 5. «El objetivo e s deseable y vale la pena. lo cual producirá de inmediato u n interesante perfil d e áreas potenciales de problemas de motivación y seguridad. Declaración: «Lo q u e hay que hacer para alcanzar el objetivo es apropiado y ecológico». Declaración: «El objetivo es deseable y vale la p e n a » . «Lo que hay que hacer para alcanzar el objetivo es apropiado y ecológico. Hoja de evaluación de creencias Describe en u n a frase el objetivo o el resultado a lograr: Objetivo/resultado: . Seguridad en que el resultado es alcanzable. «Tengo/tenemos las capacidades necesarias para alcanzar el objetivo deseado. «Es posible alcanzar ese objetivo. Lo deseable del resultado. Las p u n t u a c i o n e s bajas indicarán posibles áreas de resistencia o interferencia.» "T"| |~2~| [~3~~| |~4~| I^T i b.

«No soy capaz d e . «Actúa c o m o si pudieras hacer X. aplicaríamos el marc o « c o m o si» y le p r e g u n t a r í a m o s : « ¿ Q u é pasaría si pudieras hacer X?». p o r ejemplo. . ¿Qué mensaje o consejo daría ese m e n t o r ? ción presente d e los c o n s t r e ñ i m i e n t o s d e la realidad y utilizar la imaginación c o n m a y o r plenitud. o p o r m e d i o del cual un individuo o u n g r u p o a c t ú a n «como si» fueran otra persona o entidad. ¿Qué ha cambiado? Actuar « c o m o si» nos permite d e s p r e n d e r n o s de la percep- Ejercicio «Como si» 1. si el ejecutivo d e u n a compañía n o fuera capaz de describir cuál sería su estado deseado en relación c o n d e t e r m i n a d o proyecto. Utilizar el marco «como si» para reforzar expectativas creencias y El marco «como si» es u n proceso p o r m e d i o del cual u n individ u o o u n g r u p o a c t ú a n «como si» el objetivo o el resultado deseados h u b i e r a n sido ya alcanzados. El marco « c o m o si» constituye u n a h e r r a m i e n t a clave para mentores y consejeros. Milton Erickson solía repetir que «Puedes imaginar y d o m i n a r lo que quieras». . ¿Qué más hace falta saber o añadir al objetivo o creer para ser más c o n g r u e n t e y seguro? 2. Activa nuestra capacidad innata para imaginar y suponer. P o r ejemplo: «No es posible para m í . El marco « c o m o si» es d e gran importancia para la creación de un espacio en el q u e sea posible comenzar a estimular la n e u rología que p u e d e apoyar la consecución de n u e s t r o s deseos. El ejercicio siguiente aplica el marco «como si» considerándolio u n m e d i o para ayudar a la superación de creencias limitadoras. Luego c o menzamos a darles vida « c o m o si» ya estuviéramos experimentando y practicando los c o m p o r t a m i e n t o s específicos q u e se corresponden con esos s u e ñ o s y objetivos.. Por ejemplo. «No me merezco. En el proceso d e creación de objetivos. Muchos d e los procesos y técnicas d e la Programación Neurolingüística aplican el marco « c o m o si». El marco « c o m o si» se utiliza a m e n u d o para cuestionar creencias limitadoras p o r m e d i o d e la creación d e contraejemplos y alternativas. ¿qué estarías haciendo?» Por ejemplo. un m e n t o r le podría preguntar: Imagina que h a n pasado cinco años. ¿Quién es el mejor m e n t o r para esa creencia? 3. podrás reforzar las creencias en áreas de duda considerando las preguntas siguientes: 1. Expresará verbalm e n t e la creencia limitadora a s u mentor. » . . n o s ayuda a identificar y utilizar la noción d e «Yo» c o m o función en lugar d e como rígida nominalización.. así c o m o sus estados futuros deseados. En realidad. El m a r c o « c o m o si» constituye u n m e d i o p o d e r o s o para ayudar a las personas a identificar y enriquecer su percepción del m u n d o . .» 2 .154 Construye EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 155 seguridad y refuerza las creencias U n a vez que hayas evaluado el grado de seguridad y congruencia en relación con esas áreas clave de creencias. Constituye también u n m e d i o útil para ayudarlas a superar las resistencias y limitaciones propias d e su m a p a actual del m u n d o . de n u e s t r o s sistemas de creencias y d e n u e s t r o «ego». resultados y s u e ñ o s . ¿ C ó m o sería?» o «Si (ya) pudieras hacer X. si u n a persona nos dice: «No p u e d o hacer X» o «Es imposible hacer X». d a n d o a esas imágenes las cualidades q u e deseamos q u e tengan. » . También n o s ayuda a liberarnos d e las limitaciones de nuestra historia personal. El explorador pensará en algún objetivo o situación acerca de los cuales tenga alguna d u d a .El m e n t o r animará respetuosamente al explorador a decir cosas tales c o m o : . Creamos imágenes d e ellos y las visualizamos con los ojos d e la m e n t e . a c t u a m o s primero «como si» fueran posibilidades.

el m e n t o r seguirá p r e g u n t a n d o : «Actúa "como si" y a hubieras tratado con esa objeción/interferencia. harías o creerías deforma diferente?» 2. ¿Qué pensarías.156 EL PODER DE LA PALABRA «¿Qué sucedería si eso fuera posible/fueras cerlo/lo merecieras?» «Actúa "como si" eso fuera posible/fueras lo/lo merecieras. ¿Cómo sería?» capaz de ha- capaz de hacer- i 6 La estructura básica de las creencias «Imagina que ya has tratado con todas las cuestiones relacionadas con tu creencia de que eso no es posible/no eres capaz de hacerlo/no lo mereces. Si surgen otras objeciones o interferencias p o r parte del explorador. ¿Cómo responderías defonna diferente?» .

la afirmación de que «El éxito requiere buena suerte» vincula el m i s m o valor con otra causa («buena suerte»). «obliga». Corn bra '~ ^ ^ de causa-efecto (caracterizadas p o r palaen> ° ° u s a » . las creencias se expresan p o r lo general en forma de patrones verbales conocidos c o m o «equivalencias complejas» y «causas-efectos». Lingüísticamente h a b l a n d o . En cambio. («A=B» o «A significa B»). «hace». Esta clase de patrón d e lenguaje es n o r m a l m e n t e utilizado para formular definiciones de valores.) vinculan causalmente valores con otros aspectos de aS a r m a c o n e s C m < < c a e . así c o m o para establecer evidencias destinadas a d e t e r m i n a r si los valores h a n sido satisfechos o violentados. «Un corazón que late en reposo a 0 Pulsaciones p o r m i n u t o es u n corazón sano». las creencias s o n básicamente declaraciones sobre las relaciones entre diversos elementos de nuestra experiencia. Las equivalencias complejas son afirmaciones lingüísticas que implican «equivalencias» entre distintos aspectos de nuestra experiencia. «resulta ' tc. Como ya h e señalado a n t e r i o r m e n t e . la declaración d e la creencia en que «El éxito requiere trabajar duro» vincula el valor «éxito» con una clase concreta d e actividad («trabajar d u r o » ) .Estructura lingüística de las creencias El propósito principal de n u e s t r a s creencias y de n u e s t r o s sistemas de creencias es vincular valores fundamentales con otras partes de nuestra experiencia y con n u e s t r o s m a p a s del m u n d o . «conduce a». «Tener m u c h o "ero significa que has alcanzado el éxito» o «Amar significa n o tener que decir n u n c a "lo s i e n t o ' » son ejemplos d e equivalencias p l e j a s que reflejan creencias. C o m o demuestran ambas afirmaciones.

Estas estructuras lingüísticas se utilizan para definir las causas y las consecuencias del logro de determin a d o s valores. es decir. se sobresimplifica hasta el nivel d e estructura superficial. En su m a p a del mundo. u n a relación compleja. tienden a interpretar s u s s í n t o m a s de forma m u y negativa. Nuestras «interpretaciones» de acontecimientos y experiencias proceden del establecimiento y de la aplicación d e paquetes de equivalencias completas. Debe odiarse realmente a sí m i s m o » . pero u n p o c o m e n o s » . sino en si u n o consigue o n o e n c o n t r a r interpretaciones susceptibles d e ofrecer u n a nueva perspectiva. en ellas. las equivalencias complejas distorsionan o sobresimplifican relaciones sistémicas. por ejemplo. Las equivalencias complejas y las generalizaciones acerca de causa y efecto constituyen estructuras fundamentales a partir d e las cuales c o n s t r u i m o s n u e s t r o s m a p a s del m u n d o . Equivalencia compleja La equivalencia compleja implica hablar d e dos o m á s experiencias c o m o si se trataran d e lo m i s m o . c o m o si fueran «equivalentes». En el lado problemático. eso tiene que significar que tienes poco que decir». E n el lado positivo. Las siguientes afirmaciones serían otros ejemplos d e «equivalencias complejas»: «Pensar o actuar fuera de las n o r m a s sociales significa que eres m e n t a l m e n t e inestable». Definidos tal vez m á s acertadamente c o m o «equivalencias simplistas». d e estructura p r o funda. o d e un m o d o q u e contribuye al m a n t e n i m i e n t o del síntoma. Las equivalencias d e criterio se establecen en forma d e evidencias basadas en los sentidos para d e t e r m i n a d o valor o criterio. Toda declaración establece u n a especie d e «equivalencia» entre dos términos. p o r ejemplo. «Seguridad significa tener p o d e r para luchar contra fuerzas hostiles». En la afirmación «Está mal de salud. o «Si hablas poco. rico y sabio». u n nuevo mapa del m u n d o o Lina nueva forma d e p e n s a r que difiera de la que ha creado y m a n t i e n e el problema de q u e se trate. causas O Medios Éxito Valor o criterio Trabajo d u r o M u c h o dinero Causa o evidencia terio. El proceso se asemeja más a u n a fragmentación lateral q u e hacia abajo. «Pronto a la cama y p r o n t o en pie hacen al hombre s a n o . la cuestión n o estriba tanto en si u n o ha e n c o n t r a d o o n o la equivalencia compleja «correcta». p o d r á revestir la forma d e alguna otra generalización o nominalización. hacia indicadores específicos d e algún valor o criterio. q u i e n la formula implica que «mala salud» es. las conexiones establecidas p o r a l g u n a s interpretaciones a y u d a n a simplificar o explicar relaciones complejas. Una equivalencia compleja para d e t e r m i n a d o valor o en- . la frase clásica d e Benjamín Franklin constituye u n a afirmación de factores causales que c o n d u c e n al logro de d e t e r m i n a d o s valores. Implican «fragmentar hacia abajo».160 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 161 nuestra experiencia. a u n q u e son distintas d e ellas. d e algún m o d o . Las equivalencias complejas están lejanamente e m p a r e n t a d a s con las equivalencias d e criterio. s i n ó n i m o de «odiarse a sí m i s m o » . Las creencias vienen por lo general expresadas en forma de equivalencias complejas o causas-efectos. Desde la perspectiva d e El poder de la palabra. Los d i c h o s d e q u e «el p o d e r corrompe» o «el a m o r sana» constituyen afirmaciones relacionadas con las consecuencias d e la expresión de d e t e r m i n a d o s va-j lores. el peligro d e estas declaraciones consiste en q u e . ambas experiencias s o n en cierta m e d i d a «lo m i s m o » (a pesar de que p r o b a b l e m e n t e n o tengan relación alguna en realidad). Los pacientes (así c o m o s u s familias). U n a equivalencia compleja es más u n a «definición» q u e u n «procedimiento de evidencia». Como sentenció Einstein: «Todo debe simplificarse tanto c o m o s e a posible.

N o p o d e m o s ver. Un descenso en los beneficios o en la p r o d u c t i v i d a d . P o r e j e m p l o . 'bert Einstein escribió: A Ca ^ '° claramente que ciertos conceptos. p o r el contrario. Lo q u e identificam o s c o m o c a u s a d e u n e s t a d o d e s e a d o o d e u n e s t a d o problema d e t e r m i n a d ó n d e a p l i c a r e m o s n u e s t r o s esfuerzos. los cambios en la tecnología. C o m o s u c e d e c o n las equivalencias complejas. más q u e d e una sola. tales r e l a c i o n e s p u e d e n o n o ser acertadas o válidas al nivel de est r u c t u r a p r o f u n d a . d a d o q u e la energía n o fluye a través d e ellos d e forma d e t e r m i n a d a y mecánica. t r a t a r á s d e evitarlo. Tal a c c i ó n p o d r í a t a m b i é n tener c o m o resultado el efecto e x a c t a m e n t e c o n t r a r i o . de la fricción del suelo y del aire. «átomos». Y así s u c e s i v a m e n t e . la a c c i ó n d e criticarle hará que el criticado desarrolle respet o p o r l a s reglas. P o r s u p u e s t o . s e b a s a e n e n c o n t r a r y tratar la(s) causa(s) de d e t e r m i n a d o s í n t o m a o c o n j u n t o d e s í n t o m a s . Si. Algunas son válidas. sobre el m i s m o terreno. pero inc o m p l e t a s . Esta clase de afirmación deja sin especificar m u c h o s e s l a b o n e s i m p o r t a n t e s e n potencia. «energía».y poner orden a nuestra propia experiencia sensorial.162 E L PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 163 Causa y efecto La p e r c e p c i ó n d e c a u s a y efecto es la base d e n u e s t r o m o d e l o del m u n d o . es decir. en conc r e t o . p o r ejemplo. P o r e j e m p l o . De h e c h o . en gran medida. e n el cual está implícita o explícita la r e l a c i ó n c a u s a l e n t r e d o s experiencias o fenómenos con d e s c r i p c i ó n v e r b a l . La r e s o l u c i ó n exitosa de conflictos. c o n ello n o q u i e r o decir q u e n i n g u n a declarac i ó n d e c a u s a y efecto sea valida. los canales de c o m u n i c a c i ó n o c u a l q u i e r otra cosa. la m i s m a fuerza. t o m a r á s «antihist a m í n i c o s » . como el de usalidad. ostulamos el c o n c e p t o imaginario «gravitación» para explicar °s efectos. p o d r á s calcular con bastante exactitud d o n d e irá a caer. «causa y efecto». El principal peligro con ellas consiste en la i m p l i c a c i ó n d e q u e la relación q u e esta siendo definida sea f r a n c a m e n t e s i m p l e y m e c á n i c a . p o r e j e m p l o . q u e cada u n o d e ellos tiene su propia fuente de energía y n o r e s p o n d e de forma p r e d e t e r m i n a d a .. el liderazgo. Si c r e e s q u e la c a u s a d e esa alergia es el «estrés». l a s d e c l a r a c i o n e s d e causa y efecto son modalidades v e r b a l e s s i n especificar. de la fuerza del m i s m o . etc. Las causas s o n a m e n u d o m e n o s evidentes y a m p l i a s y m á s sistémicas en su naturaleza q u e el s í n t o m a o el f e n ó m e n o particular que es e x p l o r a d o o estudiado. la organización. e incluso «tiempo» «espacio» son. Tan solo p o d e m o s percibir y medir s u s resultados. si c r e e s q u e d e t e r m i n a d a alergia está causada p o r u n « a l é r g e n o » e x t e r n o . resultará m u c h o m á s difícil p r e d e t e r m i n a r cuál será el resultado. oír o sentir las partículas atómicas interactuando entre sí. etc. p u e d e ser el resultado d e algo relacionado con la competencia. el sistema nervioso h u m a n o ) . trat a r á s d e r e d u c i r l o . la i n v e s t i g a c i ó n y el m o d e l a d o eficaz d e cualq u i e r t i p o r e q u i e r e n la i d e n t i f i c a c i ó n d e las causas q u e subyacen e n los f e n ó m e n o s o b s e r v a b l e s . Eso hace que los sistemas sean m u c h o m á s complejos. El a n á l i s i s . y es q u e el perro tiene su propia «energía colateral». O t r a s t i e n e n v a l i d e z . u a 11111 chos fenómenos s o n el resultado d e causas múltiples. c o m o tampoco percibimos directamente las fuerzas «gravitacional» o «electro"wg'iética». «electromagnetiso». N u e s t r a s c r e e n c i a s s o b r e causa y efecto están reflejadas en el p a t r ó n l i n g ü í s t i c o d e «causa-efecto». elaboraciones arbitrarias que fgieron de nuestra imaginación (y no del m u n d o exterior) para •^egorizai. en función del ángulo de i m p a c t o . Las c a u s a s s o n los e l e m e n t o s suby a c e n t e s r e s p o n s a b l e s d e la c r e a c i ó n y el m a n t e n i m i e n t o d e det e r m i n a d o f e n ó m e n o o s i t u a c i ó n . cada u n o d e los elementos implicados en una cadena d e causa-efecto p u e d e tener su propia «energía colateral». I Ocurre lo m i s m o en el caso de m u c h a s de nuestras creencias relacionadas con la realidad física. p e r o solo en ciertas condiciones. en la afirmación «Criticarle le h a r á r e s p e t a r l a s r e g l a s » n o está n a d a claro d e q u e m o d o . le das u n p u n t a p i é a u n perro con el m i s m o á n g u l o . los cambios en el mercado. Gregory Bateson señaló q u e si le das u n p u n t a p i é a u n a pelota. Si crees q u e la alergia s e d e b e a la d e s c a r g a d e « h i s t a m i n a s » . no pueden ser deducidos de la experiencia maU m e v . Habida cuenta de que los siste m a s c o m p l e j o s e s t á n f o r m a d o s p o r n u m e r o s o s vínculos m u t m e n t e c a u s a l e s ( p o r e j e m p l o . C o n c e p t o s tales c o m o «gravedad». Además d e t o d o ello.

C o m o él m i s m o señaló.164 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias Tipos de causas 165 terial por medio de métodos lógicos. p u e s t o q u e lo único que p u e d e n percibir es que primero sucede u n acontecimiento e inm e d i a t a m e n t e s u c e d e otro... C a u s a s p r e c i p i t a n t e s Sucesos p a s a d o s . mas lejos estamos d e cualquier cosa que sea directamente perceptible' No podemos experimentar físicamente los principios y las normas q u e generan nuestro comportamiento y nuestras experiencias. p o d e m o s decir que «el h o m b r e hizo que el árbol cayera». sino tan sólo sus efectos. d e p e n d i e n d o d e qué marco d e referencia decidamos elegir. acciones o decisiones que influyen en el estado p r e s e n t e del sistema a través de u n a cadena lineal de a c c i ó n . La «causa» es u n a elaboración interna librem e n t e elegida q u e aplicamos a la relación que h e m o s percibido. q u e «La mujer hizo llorar al n i ñ o » . Lo que Einstein n o s dice es que nuestros sentidos n o percib e n realmente las cosas c o m o «causas». Por ejemplo. a la neurología y probablemente a cualquier otra área de actividad humana. Según Einstein. incluso los más próximos a la experiencia. pero lo q u e es percibido es tan sólo la s e c u e n c i a de los acontecimientos.r e a c c i ó n . así c o m o las reglas seg ú n las cuales el p r o p i o m u n d o opera. proceden del punto de vista de convenciones lógicas libremente elegidas. «Una teoría p u e d e ser c o m p r o b a d a p o r la experiencia. si el cerebro trata de percibirse sí mismo. p o d e m o s percibir una secuencia de acontecimientos c o m o : «Un h o m b r e corta u n árbol c o n u n hacha» y luego «el árbol cae». El a r g u m e n t o de Einstein consiste en que las reglas básicas q u e utilizamos para operar en el m u n d o . Pasado C a d e n a lineal de a c o n t e c i m i e n t o s que c o n d u c e al presente Presente Causa precipitante Causa precipitante 2. o «Hay un eclipse d e Sol» y luego « u n terremoto el día siguiente». Presente Condiciones circundantes I Presuposiciones Estado Causas constrictivas V Presente Relaciones Causas constrictivas . Este mismo dilema es de aplicación con igual rigor a la psicología. o «Una mujer le dice algo a u n niño» y luego «el niño comienza a llorar». Todos los conceptos. Por ejemplo. «Las expectativas n o c u m p l i d a s del niño le hicieron llorar» o «Las fuerzas i n t e r n a s d e la Tierra causaron el terremoto». pero n o hay m o d o de formular u n a teoría a partir de la experiencia». o q u e «El eclipse causó el ter r e m o t o » . t a m b i é n p o d r í a m o s decir: «La gravedad causa que los árboles caigan». 1. Por ejemplo. Según el filósofo g r i e g o Aristóteles (Últimos analiticos) hay cuatro tipos básicos d e c a u s a s a ser t o m a d a s en consideración en cualquier i n v e s t i g a c i ó n y análisis: 1) causas «antecedentes». C u a n t o más nos aproximamos a las relaciones y n o r m a s primarias que determinan y rigen nuestra experiencia. habrá inevitablemente algunos p u n t o s ciegos. n o son observables en el c o n t e n i d o d e nuestra experiencia. presuposiciones y condiciones circ u n d a n t e s q u e m a n t i e n e n el estado presente del sistema ( i n d e p e n d i e n t e m e n t e d e c ó m o haya llegado allí). «necesarias» o « p r e c i p i t a n t e s » . 2 ) c a u s a s «constrictivas» o «eficientes». C a u s a s c o n s t r i c t i v a s Relaciones p r e s e n t e s . 3) causas «finales» y 4) causas «formales».

o q u e «esta organización tiene éxito p o r q u e dio los pasos concretos en los m o m e n t o s precisos». Por ejemplo. nuestro lenguaje. «organización» o «SIDA»? ¿ Q u é estamos p r e s u p o n i e n d o acerca d e su estructura y su «naturaleza»? (Ésta fue la clase d e preguntas que ó a Albert Einstein a reformular p o r completo nuestra percepo n del tiempo. u n a lección o un proceso evolutivo? ¿Juega Dios a los dados c o n el universo. q u e «el SIDA está causado por un virus que penetra en el c u e r p o y actúa sobre el sistema inmunitario». q u e ocurrió hace miles de millones de años». En la ciencia de nuestros días t e n d e m o s a buscar causas mecánicas. o se dirige éste hacia alguna parte? ¿Cuáles s o n las visiones y los objetivos que hacen q u e u n a organización tenga éxito? Identificar las causas formales del «universo».) e v cl Estado \ presente j Influencia n o lineal q u e c o n d u c e al estado presente Causa final 4. relevancia y propósito a las acciones en curso. C a u s a s formales Definiciones y percepciones d e algo. Buscar causas precipitantes nos c o n d u c e a ver el problema o el resultado c o m o consecuencia d e acontecimientos y experiencias del pasado. dentro de las cuales ocurre la situación actual. t e n d e m o s a buscar la cadena lineal d e causa y efecto que lo produjo. p o r ejemplo. Se trata d e esclarecimientos sin d u d a útiles e i m p o r t a n t e s . Identificar causas constrictivas implica e x a m i n a r q u é m a n tiene la estructura presente del f e n ó m e n o . presuposiciones básicas y m a p a s mentales. C a u s a s finales Objetivos futuros. Tratar d e descubrir las causas formales d e u n problema o resultad o nos conduce a verlo c o m o u n a función de las definiciones y presuposiciones que estamos aplicando a la situación. Buscar causas constrictivas nos c o n d u c e a percibir el problema o el resultado c o m o algo fruto d e las condiciones en curso. del espacio y d e la estructura del universo.d e ^ afluencia de ¡as causas formales n varios aspectos. ¿qué es lo q u e d e t e r m i n a e l r i t m o al q u e se está expandiendo en la actualidad?. lo m á s probable es que tomar cualquiera de estas causas c o m o la explicación única y completa del producto final c o n d u z c a a u n a imagen incompleta. Por ejemplo. Considerar causas finales nos lleva a percibir el problema o el resultado como consecuencia de los motivos y las intenciones de los implicados. P o r ejemplo. con i n d e p e n d e n c i a de su historia? Buscar causas finales implica explorar l o s objetivos o fines potenciales de esos fenómenos con respecto al resto d e la Naturaleza. pero q u e n o necesariamente nos c u e n t a n toda la historia d e los fenómenos a los que se refieren. a las que Aristóteles se refería c o m o causas «antecedentes» o precipitantes. con i n d e p e n d e n c i a de lo que lo haya llevado hasta ahí. Cuando est u d i a m o s científicamente u n fenómeno. nuestras creencias y nuestros °s del m u n d o funcionan c o m o «causas formales» de núese . ¿A qué nos referimos exactamente al hablar d e «universo». ¿cómo es que m u chas de las personas infectadas p o r el virus del SIDA n o m a n i fiestan ningún síntoma? Si el universo se ha estado e x p a n d i e n d o después del Big Bang. resultados o visiones que guían o influyen en el estado presente del sistema y confieren sentido. Presente Futuro cimos que «nuestro universo fue causado p o r el Big Bang. de una «organización exitosa» o del «SIDA» implicaría examinar muestras presuposiciones e intuiciones básicas sobre el fenómeno en cuestión.166 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 167 3 . ¿es el SIDA simplemente u n azote. Claramente. ¿qué es lo que le impedirá seguir expandiéndose? ¿Cuáles s o n las restricciones (o la ausencia de ellas) que p o d r í a n provocar la caída o el despegue d e u n a organización.

constituye u n b u e n ejemplo de la influencia de las causas formales. Las causas formales están relacionadas con nuestras definiciones fundamentales de un fenómeno o u n a experiencia.168 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 169 tra realidad. p o r q u e exhibe la forma o las características «formales» que hemos asociado con la p a l a b r a y el c o n c e p t o d e «caballo». o d e «alineación»? ¿ Q u é estamos p r e s u p o n i e n d o acerca de su estructura y de su «naturaleza»? El investigador q u e quería entrevistar a personas que habían experimentado «remisiones» de cánceres terminales. c u a t r o patas. •Qué es lo que q u e r e m o s decir. La comparación d e ambas listas p u s o en evidencia que había varios centenares de personas a las que se había diagnosticado u n cáncer terminal. Luego le pidió si le podía facilitar la relación de personas fallecidas de cáncer d u r a n t e el m i s m o periodo. Sin e m b a r g o . C u a n d o u n artista c o m o Picasso coloca el manillar d e una bicicleta j u n t o al sillín p a r a c o n s t r u i r la cabeza d e u n «toro». recur r e a las «causas formales» d e b i d o a q u e está t r a t a n d o con los e l e m e n t o s esenciales d e la forma de algo. La «causa formal» d e u n f e n ó m e n o es la q u e da la definición d e su c a r á c t e r esencial. interesados en estudiar el fenómeno d e la remisión. presuposiciones e intuiciones acerca d e esos fenómenos.' c o s para averiguar n o m b r e s e historiales d e p e r s o n a s q u e j n remitido d e a l g u n a enfermedad terminal. en realidad. Identificar jas causas formales d e l «liderazgo». médicos insistían en que n o tenían pacientes así. Identificar causas formales implica desvelar n u e s t r a s presuposiciones y n u e s t r o s m a p a s m e n t a l e s básicos acerca del tema de que se trate. Algo parecido s u c e d i ó con otro g r u p o d e investigadores. El m i s m o concepto d e «causa» es u n a modalidad d e «causa formal». exactamente. P o r ejemplo. d e u n a «organización exitosa» o de la «alineación» implicaría examinar nuestras definiciones. C o m o el p r o p i o t é r m i n o implica. Tras eliminar a quienes habían cambiado de domicilio o habían m u e r t o p o r otras causas. p o r q u e definimos c o m o «roble» a algo q u e tiene tronco. p ejemplo. al hablar d e «liderazgo». a la estatua de b r o n c e d e u n animal con crines. E n t o n c e s él le preguntó si le podía facilitar la relación de todas las p e r s o n a s a las que se hubiera diagnosticado u n cáncer terminal d u r a n t e los diez o doce años anteriores. c u a n d o se presentó ante la operadora del o r d e n a d o r para obtener los nombres de las personas en remisión. n o existían para el ordenador del centro. Esta clase d e causa está relacionada c o n lo que Aristóteles den o m i n ó «intuición». Decimos que «la bellota se ha c o n v e r t i d o en u n r o b l e » . cascos y cola la l l a m a m o s «caballo». la «alineación» o el «liderazgo». las «causas formales» est á n a s o c i a d a s m á s b i e n c o n la «forma» q u e c o n el c o n t e n i d o . Lo que sucedía era q u e el ordenador n o tenía u n a categoría para «remisiones». de «organización exitosa». Entrevistaron j ^ ° . para descubrir patrones en su proceso de sanación. Las causas formales d i c e n en realidad m á s acerca de quien p e r c i b e q u e sobre el f e n ó m e n o q u e está s i e n d o percibido. pero que habían escapado a los filtros del centro de registro de dalos simplemente p o r q u e n o se había estaecido una categoría para ellas. i n d a g a r e n las c a u s a s formales constituye u n o d e los m e c a n i s m o s p r i m a r i o s d e El poder de la palabra. s o n las relaciones d e estructura profunda codificadas e n el ADN. Debido a que estas personas n o tenían «causa formal». presuposicioo r nes e intuiciones acerca d e ese problema o resultado. ejemp l o s para lo q u e estamos b u s c a n d o . ésta le dijo que n o le podía facilitar aquella información. P o d r í a m o s decir q u e la «causa formal» de u n ser h u m a n o . implica e x a m i n a r n u e s t r a s definiciones. El investigador le aseguró que disponía de la autorización pertinente. r a m a s y hojas de d e t e r m i n a d a forma. Consiguió permiso d e las autoridades locales para recopilar datos del centro regional de registro de datos médicos. Sin embargo. P o r e j e m p l o . Las causas formales están también í n t i m a m e n t e relacionadas con el lenguaje y c o n los m a p a s mentales e n los q u e c r e a m o s n u e s t r a s realidades y que conceptualiz a n y e t i q u e t a n n u e s t r a experiencia. p o r e j e m p l o . a lo q u e ella le respondió que ése no era el problema. Buscar las causas formales d e u n problema o resultado. En cons e c u e n c i a . deber e m o s tener clara la idea de que ese fenómeno tal vez n o exista. identificar «líderes eficaces» q u e m o d e l a r implica t e n e r la intuición d e q u e tales individuos son. el investigador acabó con u n a relación de más de doscientas personas en «remisión». Antes d e q u e p o d a m o s comenzar a investig a r algo c o m o el «éxito». Al princie l e r a . a lo que la operadora le respondió que sí. pero q u e n o habían m u e r t o .

«¿Qué consecuencias o resultados producirá ese valor?» «¿Adonde conduce?» ( C a u s a s finales. p o r q u e pasan a formar parte de las presuposiciones y premisas subconscientes desde las q u e o p e r a m o s . las equivalencias complejas y las declaraciones de causa-efecto constituyen los elementos básicos d e construcción de n u e s t r a s creencias y d e n u e s t r o s sistemas de creencias. En algún nivel. Así p u e s . La persona tal vez crea q u e el «éxito» proviene de «dar lo mejor de s í » .) v a Definición Qué es ¿Con qué mas se relaciona? (Causas precipitantes) Valores o criterios Por e j e m p l o . haz Z» implican iniciar u n a acción causal. basada en la percepción d e u n a equivalencia. a lo q u e respondieron de i n m e d i a t o : «¡Oh. (Causas formales) Por e j e m p l o . los investigadores se resignaron a creer q u e tal vez la remisión fuera u n incidente de m u c h o m e n o r cuantía d e la q u e ellos creían. Éxito (Causas finales) |Definidón^> ¿Adonde conduce? ¿Qué lo causa? Por e j e m p l o . t e n e m o s m u c h o s de ésos!» Las causas formales son en ocasiones las m á s difíciles de identificar. para que «estructuras profundas» c o m o los valores (más abstractos y subjetivos) lleguen a alcanzar el entorno tangible en forma de comportamientos concretos. Son la base a partir de la cual decidimos n u e s t r a s acciones. «Seguridad» «Reconocimiento p o r parte d e otros» (Causas constrictivas) Las creencias conectan valores a diversos aspectos de nuestra experiencia 2. La persona sabrá que ha alcanzado el éxito c u a n d o «note cierta sensación» en su «pecho y estómago». debe ser atendida cada u n a de las causas aristotélicas.) Por ejemplo. 3. criterios y ' lores está relacionada esta cualidad o entidad?» (Causas formales. d e t e r m i n a de q u é modo aplicamos d e forma concreta lo q u e sabemos. «Una sensación en el c o r a z ó n y en el e s t ó m a g o » Por ejemplo. « L o g r o » .) . Afirmaciones c o m o «si X = Y. u n a persona p u e d e definir el «éxito» c o m o «logro» y «autosatisfacción». las creencias s o n respuestas a preguntas como: 1. c o m o el agua en la q u e n a d a el pez.170 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 171 pió. defines la cualidad o la entidad que valoras?» «¿Con q u é otras cualidades. en concreto. «Autosatisfacción» El p o d e r d e la p a l a b r a y la estructura de las creencias En resumen. «¿Qué es lo q u e causa o crea esta cualidad?» (Causas precipitantes. y q u e c o n d u c e a la «seguridad» y al «reconocimiento p o r parte d e otros». hasta q u e a u n o de ellos se le ocurrió p r e g u n t a r a los médicos si tenían pacientes que h u b i e r a n e x p e r i m e n t a d o «recuperaciones notables» en vez de «remisiones». De acuerdo a los principios de El poder de la palabra.) 4. sabes q u e determinado comportamiento o experiencia encaja con u n criterio o valor particular?» «¿Qué valores y experiencias específicos acompañan a ese criterio o valor?» (Causas constrictivas. Es esta clase de estructuras la q u e . e n concreto. en última instancia. «Dar lo m e j o r d e s í » Evidencias ¿Cómo sabes que has llegado? Por e j e m p l o . «¿De q u é m o d o . deben estar vinculadas a través d e las creencias a procesos y capacidades cognitivos específicos. sí. « ¿ C ó m o .

por consiguiente. «¿Qué significa q u e n o l e s importes a los demás?» Tales creencias son a menudo desveladas por medio de expresiones «conectivas». e n cambio. Por e j e m p l o . Para poder enseñar o establecer v a l o r e s a d e c u a d a m e n t e . Es una generalización relacionada c o n el valor de «importar». Por ejemp l o . I n c l u s o e s probable q u e s u s planteamientos parezcan contradictorios. por consiguiente. mientras que la otra p i e n s e q u e este valor e s consecuencia de «comprender y resp o n d e r a las i n t e n c i o n e s positivas de quienes n o s amenazan». es necesario construir creencias acerca de l o que es la profesionalidad (los «criterios» para la profesion a l i d a d ) . Está claro q u e las creencias del individuo e n relación con sus valores fundamentales determinarán su «mapa mental» con resp e c t o a e s o s valores y.. La primera buscará la seguridad por m e d i o de la acum u l a c i ó n de poder. c o m o «porque». Por ejemplo.» Una vez más y desde la perspectiva de la Programación N e u rolingüística. tal vez crea que la seguridad proviene de «ser más fuerte que tus enemigos». Todos los patrones de El poder de I V labra giran en torno a una utilización del lenguaje encaminada^ relacionar y vincular diversos aspectos de nuestra experiencia y nuestros mapas del m u n d o c o n los valores fundamentales..». «por consiguiente». etc. «¿Qué hace que te ignoren?». sin embargo. tratará de satisfacer el m i s m o valor a través de la comunicación. «¿Cuáles son las consecuencias de que n o les importes a l o s demás?». Auditoría de valores El propósito de nuestras creencias consiste e n guiarnos e n áreas en las que n o c o n o c e m o s la realidad.. Para averiguar las creencias relacionadas c o n esta generalización d e b e r e m o s preguntar: «¿Cómo sabes que a los demás no les importas?». La otra.». c o m o m í n i m o . pero n o llega a revelar las creencias asociadas con ella. todo el sistema de creencias debe ser especificado en un grado u otro. para que las personas actúen dentro de u n sistema de forma coherente con los valores fundamentales d e é s t e . El proceso de «auditoría» de valores utisugerencias verbales y palabras clave para garantizar que se c j V o s a v c r e a c V a 0 U n c a m e n t a . d e b e m o s creer que algo Puede suceder. qué l o causa y adonde conduce.E L PODER DE LA PALABRA Líi estructura básica de las creencias 173 Para que u n valor s e convierta en operativo. La Auditoría de valores es una herramienta que aplica co' lingüísticos para ayudar a definir y establecer creencias ^ l i o n a d a s con el establecimiento y la manifestación de liza ^ ^ * l e s .. deberán compartir en cierta medida determinadas creencias y valores. estas creencias s o n tan significativas c o m o el propio valor. En la d e t e r m i n a c i ó n del m o d o e n que actuará la persona. Por ejemplo: « N o les importo a los demás porque. A m b a s personas buscarán la seguridad por caminos m u y distint o s . Para alcanzar resultados y manifestar nuestros valores. tratando de tener un «palo más grande» que el d e q u i e n e s percibe c o m o s u s e n e m i g o s . «siempre q u e » . d o s personas p u e d e n compartir el valor «seguridad». c o m o qué clase de resultados prácticos es u n o capaz de alcanzar actuando « c o m o si» esa equivalencia o esa relación causal existieran realmente. aunque n o estemos seguros de ello. de c ó m o sabes q u e está s i e n d o materializado (las «equivalencias de criterio»). « N o les importo a los d e m á s si. una «declaración de creencia» completa debe contener. para que un valor c o m o la «profesionalidad» se materialice e n u n c o m p o r t a m i e n t o . «No les importo a los demás. Una de ellas. a5 a a En el modelo de El poder de la palabra.. «si». Los patrones de Eí poder de la palabra pueden ser considerad o s c o m o operaciones verbales que cambian o reencuadran los diversos elementos y vínculos que c o n s t r i ñ e n las equivalencias complejas y las causas-efectos. una afirmación de equivalencia completa o de causa-efecto. la cuestión n o es tanto que u n o haya dado o n o c o n la creencia de causa-efecto «correcta». de la recopilación de información y de la búsqueda de opciones. una verbalización c o m o «No les importo a los demás» n o c o n s tituye una plena «declaración de creencia».. Ésta es la razón por la cual las creencias ejercen una influencia tan profunda en nuestras Percepciones y en nuestras visiones de futuro. «después de que». c o n el m o d o e n que esa p e r s o n a tratará de manifestarlos. que dan forma a las creencias y a I declaraciones de creencias.

C o n s t r u i m o s y reforzamos nuestras creencias y nuestros valores b a s á n d o n o s en m a p a s cognitivos. se trata d e descubrir: a) b) c) d) e) Qué Qué Qué Qué Qué causa q u e sea deseable. apoyo relacional y d e m á s herramientas disponibles. Es posible utilizar distintas palabras conectivas para explorar o «auditar» las distintas «causas» relacionadas c o n d e t e r m i n a d o valor o criterio. palabras o frases que u n e n una idea con otra. m e (nos) hace merecedor (merecedores). lo cual contria garantizar q u e esa p e r s o n a p e r m a n e z c a asociada c o n la " 'encia. c o m o para influir sobre las creencias d e otras p e r s o n a s . causa q u e sea posible. m á s probable será que cream o s en ello. Todo ello constituye las «razones» por las q u e creemos de entrada en algo. C u a n t a s más razones tengamos para creer en algo. En este caso sería i m p o r t a n t e c o m e n z a r cada nueva frase sugerida por el conectivo con el p r o n o m b r e «Yo». relacionamos unas ideas con otras. la persona pasaría en°nces por cada u n o d e los conectivos p a r a explorar d e este modo todas las r a z o n e s d e apoyo. tales c o m o : porque mientras en el lo mismo que antes de siempre que sí por consiguiente Conectivos A través d e esta clase de palabras «conectivas». Por ejemplo. por ejemplo: «Aprender es i m p o r t a n t e p o r q u e te ayuda a crecer y a sobrevivir». si u n a persona quisiera reforzar su creencia y su compromiso con el valor «salud». Podríamos decir. necesitaremos identificar esas «buenas razones» para creer en esos valores y objetivos. Por ejemplo. r e s p o n d e r a esta clase d e preguntas implica descubrir las «causas» subyacentes relacionadas con diversas cuestiones.174 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias Lingüísticamente h a b l a n d o . después de de modo que a pesar de . experiencias referentes. d e b e r í a m o s ir más allá y averiguar alguna «causa» q u e nos Heve a esa conclusión. Manteniendo constante esa afirmación. el proceso comenzaría con la afirmación de ese valor: «La salud es i m p o r t a n t e y deseable». m e ( n o s ) hace capaz (capaces). Esto implica descubrir y facilitar las respuestas a varias preguntas i m p o r t a n t e s sobre el « c ó m o » : a) ¿Es eso deseable? ¿Por q u é es deseable? b ) ¿Es posible conseguirlo? ¿Por q u é es posible? c) ¿Cuál es el c a m i n o que debe seguirse para conseguirlo? ¿Por qué es ése el c a m i n o adecuado? d ) ¿Soy ( s o m o s ) capaz (capaces) de completar ese camino? ¿Por qué soy (somos) capaz (capaces) de completarlo? e) ¿Merezco (merecemos) completar ese c a m i n o y conseguir lo q u e d e s e o (deseamos)? ¿Por que lo merezco (merecemos)? Según Aristóteles. así c o m o valores con experiencias. con el fin de descubrir cualquier otra asociación o presuposición de apoyo. es decir. s e h a establecido u n v í n c u l o importante entre u n a consecuencia (o «causa final») relacionada con el aprendizaje. Un m é t o d o sencillo consiste en elegir cualquier valor y recorrer sistemáticamente con él todos los conectivos. causa q u e ese c a m i n o sea el a d e c u a d o . Tanto para reforzar n u e s t r a s propias creencias con respecto a n u e s t r o s valores y objetivos. En otras palabras. si tuviésemos que formular u n a declaración de valor como «aprender es i m p o r t a n t e » . En este caso. los distintos tipos de causas aristotélicas están reflejados en algunas expresiones clave c o n o cidas c o m o «conectivos». así c o m o a evitar que se limite a formular «raciona3 r haya explorado p o r c o m p l e t o el sistema sustentador de las creencias necesarias para p o n e r los valores en acción.

Aunque tengo otros objetivos y otras responsabilidades que atender. La salud es i m p o r t a n t e y deseable. las series d e nuevas afirmaciones podrían ser creadas c o m o sigue: La salud es i m p o r t a n t e y deseable. Puedo disfrutar de mí mismo y ser un buen modelo para los demás. Como p u e d e s comprobar. La salud es i m p o r t a n t e y deseable. siempre que yo quiera estar preparado para el futuro. Tras haber c o m p l e t a d o las nuevas afirmaciones. si y o La salud es i m p o r t a n t e y deseable. El párrafo anterior define elementos d e u n c a m i n o q u e expresa el valor. siempre que yo La salud es i m p o r t a n t e y deseable. s o r p r e n d e n t e m e n t e coherente y valiosa. _ . de modo que y o La salud es i m p o r t a n t e y deseable. si yo quiero ser feliz y productivo. Prueba este proceso con alguno d e tus valores c o m p l e t a n d o °s pasos siguientes y remitiéndote a la Hoja d e auditoría d e valores. por consiguiente. de las razones para c o m p r o m e t e r s e con el valor fundamental seleccionado: La salud es importante y deseable. yo voy a dar los pasos a d e c u a d o s para cuidar de ella. Así pues. La salud es i m p o r t a n t e y deseable. Necesito fuerza y energía para crear y sobrevivir.176 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 177 lizaciones». aunque yo tengo otros o b jetivos y otras responsabilidades que atender. * aunque yo La salud es i m p o r t a n t e y deseable.) Las series d e respuestas formarán entonces u n a afirmación completa. se convierte en u n a fuente p o derosa de afirmaciones positivas. La salud es importante y deseable. a excepción de « a u n q u e » . Quiero estar preparado para el futuro. de modo que yo pueda disfrutar d e mí m i s m o y ser u n b u e n ejemplo para los demás. necesito las bases y los recursos necesarios para alcanzar mis sueños. proporciona motivación e incluso maneja posibles objeciones. del mismo modo que yo necesito las bases y los recursos necesarios para alcanzar mis s u e ñ o s . Proporciona u n a explicación general que justifica el c o m p r o m i s o con el valor. (Es i m p o r t a n t e prestar atención a ese «aunque» o a cualquier otra respuesta q u e parezca negativa. Quiero ser feliz y productivo. Comenzaré a dar los pasos adecuados para cuidar de ella. resulta interesante leer cada u n a d e ellas s u p r i m i e n d o las palabras de sugerencia. La salud es i m p o r t a n t e y deseable. La salud es i m p o r t a n t e y deseable. porque yo La salud es i m p o r t a n t e y deseable. yo La salud es i m p o r t a n t e y deseable. al m i s m o tiempo que ofrece u n a rica fuente d e ideas para tratar c o n las d u d a s . por consiguiente. Debido a que el conjunto de afirmaciones identifica múltiples razones (o causas) y las expresa en palabras. se crea u n conjunto coherente de ideas y afirmaciones que ayuda a la persona a reforzar su compromiso y su creencia con el valor d e la salud. del mismo modo que y o Veamos u n ejemplo d e c ó m o podría alguien completar estas frases: La salud es i m p o r t a n t e y deseable porque yo necesito fuerza y energía p a r a crear y sobrevivir.

Procedimiento de «Auditoría de creencias» 1. El proceso de «auditoria» m e d i a n t e conectivos lingüísticos p u e de ser asimismo aplicado al refuerzo d e creencias estableciendo «creencias sobre creencias». s u p o n g a m o s que u n a persona duda acerca de si se merece ser saludable y atractiva. C u a n d o hayas t e r m i n a d o .178 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 179 1. yo . que conviene retener para q u e esa respuesta concreta n o q u e d e formulada en negativo) y c o m e n z a n d o con la palabra «Yo». Como ejemplo. Aplicar el proceso d e Auditoría d e creencias implicaría repetir esta creencia. o resultados se relacionan con este valor? del mismo modo que yo ¿Qué otro valor parecido ya tienes? . añadiendo diferentes conectivos al final de cada afirmación. ¿Cudl es la consecuencia conductual de tener este valor? siempre que yo —___ — ¿Cuál es la situación o condición clave para tener este valor? de modo que yo ¿Cuál es el propósito positivo de este valor? aunque yo ¿Qué alternativas si yo __ ¿Qué limitaciones — ~ o restricciones existen en relación con este valor. 2. Identifica u n a creencia q u e necesites p a r a lograr u n o b jetivo d e s e a d o . pero sobre la q u e tengas d u d a s (refiérete a la Hoja d e evaluación de creencias del Capítulo 5). Escribe el valor en el espacio res e r v a d o al efecto c o m p l e t a n d o así la declaración d e valor. lee cada una de ellas s u p r i m i e n d o las palabras d e sugerencia (a excepción de la palabra « a u n q u e » . lee primero tu declaración d e valor. lee tus respuestas j u n t a s y o b serva qué es lo que ha cambiado y ha q u e d a d o reforzado. 3. Identifica u n valor fundamental que sea i m p o r t a n t e para ti establecer o reforzar. lee tus respuestas j u n t a s y observa q u é es lo q u e ha c a m b i a d o y ha q u e d a d o reforzado. 2. Auditoría de creencias Hoja de auditoría de valores Valor: es i m p o r t a n t e y deseable.C u a n d o hayas t e r m i n a d o . repite primero la frase que expresa la creencia. C u a n d o hayas c o m p l e t a d o todas las afirmaciones. añade luego la palabra y completa la frase c o n lo p r i m e r o q u e a c u d a «espontáneamente» a t u pensamiento. Escribe la creencia en el espacio reservado al efecto más abajo. 3. Llenar los huecos creados c o n la adición d e conectivos sirve para establecer vínculos entre esa creencia y otras creencias y expectativas. añade luego la palabra y completa la frase con lo primero que acuda «espontáneamente» a tu pensamiento. En cada palabra «sugerente». Pruébalo tú m i s m o utilizando el procedimiento siguiente. En cada palabra «sugerente». ¿Cudl es el valor que es importante para ti establecer o reforzar? porque yo ¿Por qué es deseable y apropiado tener esto como valor? por consiguiente. así como para «reencuadrar» posibles interferencias. las cuales servirán c o m o justificaciones adicionales y apoyo para m a n t e n e r la confianza en determinada creencia.

Otra forma de utilizar el proceso d e Auditoría de creencias consiste en hacerlo desde el p u n t o d e vista d e otra persona o «mentor». Entonces u n o mismo. En ocasiones resulta difícil o infructuoso auditar una creencia desde nuestra propia perspectiva. A m e n u d o ayuda que otra persona te lea primero las respuestas. hay q u e substituir «Yo» p o r «Tú» al r e s p o n d e r a las sugerencias. Esta modalidad d e Auditoria d e creencias p u e d e hacerse identificando u n a persona. p u e d e ponerse en la piel de esa otra p e r s o na e «interpretar su papel» r e s p o n d i e n d o a cada una d e las palabras sugerentes. p u e d e s hacerlo en el orden q u e a ti o al g r u p o o s resulte m á s natural y cómodo. ¿Qué limitaciones *aunque yo/tú ¿Qué alternativas cia? del mismo modo que yo/tú ¿Qué otra creencia parecida ya tienes? A m e d i d a q u e a v a n c e s e n este p r o c e s o c o n alguna d e tus creencias. surgen a m e n u d o dudas p o r q u e nos q u e d a m o s atascados en nuestro p u n t o de vista y no percibimos n i n g u n a opción. que tenga plena confianza en la creencia d e la q u e d u d a m o s . repetirás la misma frase en primera persona.180 Creencia:. de m o d o q u e p u e d a s hacerte u n a idea d e la afirmación desde ambos p u n t o s de vista. o un c o m p a ñ e r o . También es posible que te resulte más fácil o más apropiado responder en otro orden distinto del propuesto. Por ejemplo. yo/tú ¿Cuál es el efecto o la exigencia de esta creencia? después que yo/tú ¿Qué tiene que suceder para apoyar esta creencia? — (capaz/merecedor Tampoco pasa nada si dejas alguna respuesta en blanco. C o n ello p o d e m o s abrir u n n u e v o «espacio perceptivo» que nos ayudará a eliminar obstáculos inconscientes a n u e s ua creatividad. es decir: «Yo merezco estar sano y ser atractivo p o r q u e yo soy u n p r o d u c t o precioso de la Naturaleza». Para c o m p r o b a r la influencia de esta otra perspectiva sobre tu propio nivel d e confianza. te darás cuenta d e q u e algunas de las palabras sugerentes son m á s fáciles de responder que otras. EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 181 porque yo/tú ¿Porquées (soy/eres) deseable/posible/apropiado de/responsable de) tener esto como valor? por consiguiente. Por s u p u e s t o . real o hipotética. Para facilitar la interpretación del rol. — ¡Cuál es la condición clave en relación con esta creencia? de modo que yol tú ¿Cuál es la intención de esta creencia? si yo/tú. descubrirás que las respuestas que parecen más difíciles suelen c o n d u c i r a algunos de los resultados más s o r p r e n d e n t e s y penetrantes. De h e c h o . Auditar una creencia desde una perspectiva diferente mientras que yo/tú. p u e d e s repetir luego las respuestas generadas p o r el otro p u n t o d e vista s u b s t i t u y e n d o «Tú» p o r «Yo». No obstante. También p u e d e a y u d a r n o s a descubrir presuposiciones subconscientes o innecesarias. o resultados se relacionan con esta creencia? o restricciones existen en relación con esta creen- . si la declaración generada desde la otra perspectiva es: «Tú te mereces estar sano y ser atractivo p o r q u e tú eres un producto precioso de la Naturaleza». ¿Qué mas sucede al mismo tiempo que esta creencia? siempre que yol tú .

pero p o d e r o s o s . en nuestras capacidades y en nosotros mismos. Sin embargo. las implicaciones y las expectativas relacionadas con «Estoy enfermo porque tengo cáncer» n o son las mismas q u e las q u e asociaríamos con «Siempre estaré enfermo p o r q u e tengo cáncer». C o m o ya ha q u e d a d o d i c h o . en n u e s t r o s valores. p o d r í a m o s buscar ejemplos q u e n o encajaran en ella. ( P o r ejemplo.182 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 183 Utilizar contraejemplos limitadoras para reevaluar las creencias Las auditorías d e valores y de creencias aplican principios de Programación Neurolingüística y de El poder de la palabra para a y u d a r n o s a estar más abiertos a creer en n u e s t r o s objetivos. a decir que «Nunca tendré éxito p o r q u e me falta la experiencia necesaria». d e evaluar y cuestionar creencias potencialmente limitadoras. Descubrir un contraejemplo n o significa que la afirmación de creencia sea «errónea». u n a experiencia o un fragm e n t o d e información que n o encaja en determinada generalización sobre el m u n d o . U n contraejemplo es u n ejemplo. En s e mejantes situaciones. que nos ayudan a establecer nuevas y consistentes creencias. No es lo mismo decir que «No tengo éxito p o r q u e me falta la experiencia necesaria». «ninguno». básicamente. Por lo general quiere decir que el sistema 0 el fenómeno que es explorado o estudiado es más complejo de lo que se había percibido o que s u s elementos más fundamentales no han sido a ú n descubiertos. J creencias y las críticas se t o m a n limitadoras c u a n d o se formulan en términos de «universalidad». caracterizadas por expresiones como «todos».) C o m o ya he m e n c i o n a d o con anterioridad. Procesos como la búsqueda de la intención. si alguien n o s dice: «Todos los empleados desconfían d e s u s jefes». Se trata d e procesos simples. Con relación a El poder de la palabra. u n a persona p u e d e decir: «Todos los masai son ladrones de ganado» y expresar una generalización acerca de u n g r u p o de personas. Los contraejemplos son. o C causa D (causa-efecto): Por ejemplo: Los alérgenos causan alergias. buscaremos ejemplos de empleados que confíen en s u s jefes. Las creencias formuladas en términos universales tienen a m e n u d o u n mayor impacto sobre nuestras expectativas y nuestra motivación. Quizá también descubramos que hay jefes d e quienes desconfían otras personas distintas a s u s empleados. Descubrir contraejemplos constituye u n m o d o sencillo. la estructura d e las declaraciones de creencias adopta p o r lo general alguna d e las siguientes formas: A significa B (equivalencia compleja): Por ejemplo: Fruncir el entrecejo significa que no estás contento. pero p o d e r o s o . consiste en descubrir «contraejemplos» p a r a las creencias. e x cepciones a la regla. hay m o m e n t o s en los que tal vez nos enfrentem o s a interferencias procedentes d e creencias limitadoras. Por ejemplo. para u n a afirmación que fuera realmente universal seria necesario que no p u d i é r a m o s encontrar contraejemplos para ella. Para cuestionar esta representación. Los contraejemplos n o necesariamente desacreditan una afirmación de creencia. etc. pero cuestionan su «universalidad» y con frecuencia la sitúan en u n a perspectiva m á s amplia. las 1 . Otro patrón m u y poderoso. Por s u p u e s t o . que trabaja con la estructura de las creencias. Así. «cada». establecer u n contraejemplo implica dar con u n ejemplo que n o encaje con las declaraciones d e causa-efecto o de equivalencia compleja que construyen la creencia o el sistema de creencias y que modifique y enriquezca nuestra percepción d e la generalización o del juicio que se expresa. también es importante disponer d e herramientas que nos ayuden a estar más abiertos a dudar de esos juicios y generalizaciones que nos limitan. tal vez alguna ocasión en q u e u n masai le hubiera devuelto a alguien u n a res extraviada. en el Capítulo 4 utilizamos contraejemplos para identificar jerarquías de criterios. «nadie». así c o m o de profundizar en la comprensión de las d e m á s creencias. «nunca». De forma parecida. fragmentar hacia arriba o identificar criterios de nivel superior nos ofrecen diversos métodos para suavizar y reencuadrar las creencias limitadoras. fragmentar hacia abajo. lo cual abre el potencial para otras perspectivas y posibilidades.

Las siguientes sugerencias utilizan estas formas verbales como medio para explorar y desvelar g r u p o s de creencias limitadoras relacionadas c o n el sentido de desesperanza. la cual implica e n c o n t r a r algo tan parecido c o m o sea posible al alérgeno. m u c h o más complejos. en realidad. las creencias limitadoras a d o p t a n p o r lo general la forma d e declaraciones de «causa-efecto» o d e «equivalencia compleja». lograr lo que deseas? ~ hace q u e las cosas sigan c o m o están. aunque no frunza el entrecejo? o ¿Existe algún D que n o esté causado por E? Por ejemplo: ¿Puede alguien tener una reacción alérgica. pero no cause D? Por ejemplo: ¿Puede estar la gente junto a un alérgeno y no sufrir alergia? También es posible invertir o «convertir» los términos. Algunos marcos verbales para desvelar de creencias limitadoras afirmaciones para practicar la b ú s q u e d a d e contraejemplos para las creencias limitadoras necesitarás d i s p o n e r de a l g u n o s ejemplos d e éstas. preguntando: ¿Ocurre alguna vez B sin A? Por ejemplo: ¿Puede alguien estar enfadado. que creemos q u e u n a cosa es resultado o consecuencia d e otra. si lograras lo que deseas? Conseguir lo que quiero significaría ¿Qué significado negativo tendría. p r e g u n t a r í a m o s primero: ¿Ocurre alguna vez A sin B? Por ejemplo: ¿Frunce alguna vez el entrecejo alguien cuando está contento? o ¿Hay algún m o m e n t o en que C esté presente. utilizaremos sugerencias verbales parecidas a las aplicadas en las auditorías de valores y de creencias. Si consigo lo que quiero. para ti o para otros. pero los procesos a los que se refieren son. p o d r á s descubrir importantes creencias limitadoras.184 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 185 Para buscar c o n t r a e j e m p l o s . c o n las que p o d r á s luego tratar con la ayuda de los distintos patrones de E¡ poder de la palabra que hemos estado estudiando a lo largo de este libro. Para generar afirmaciones de creencias limitadoras. p u e s t o q u e las creencias están ligadas al nivel neurológico profundo. Es decir. ¿Qué es lo que impide que las cosas cambien? Conseguir lo q u e quiero hará que ¿Qué problemas podrían surgir si lograras lo que deseas? . E n c o n t r a r contraejemplos constituye. N o olvides q u e . impotencia. C o m p l e t a n d o los espacios en blanco en relación con determinada situación o área d e tu vida. p o r ejemplo. Como sucede c o n cualquier creencia y con su correspondiente verbalización. cualquier cambio en ellas por medio del hallazgo de u n contraejemplo podrá a m e n u d o producir efect o s i n m e d i a t o s y espectaculares. en las q u e te sientas atascado o en u n «callejón sin salida». o que algo es evidencia o significado d e algo más. entonces ¿Qué podría salir mal. aunque no esté presente ningún alérgeno? Descubrir contraejemplos c o n d u c e a m e n u d o a u n a comprensión más profunda del fenómeno que estamos considerando y n o s ayuda a enriquecer n u e s t r o «mapa» del territorio. A men u d o hay cierta validez superficial en algunas generalizaciones ( c o m o en el caso d e la relación entre fruncir el entrecejo y el enfado o entre la alergia y el alérgeno). pero q u e n o p r o d u z c a la reacción alérgica. el núcleo de la Técnica para la alergia de la PNL. o ausencia de mérito. o qué podrías perder.

casos en los que personas sin formación técnica hayan a p r e n d i d o a utilizar u n ordenador. p o r ejemplo. p o r q u e (B).) 2. situaciones en las q u e personas con alguna formación técnica n o hayan logrado a p r e n d e r a utilizar u n ordenador. p e r s o n a s que n o sacaran provecho d e las o p o r t u n i d a d e s q u e se les ofrecían). 1. académicamente porque tengo dificultades realmente? Siempre tendré este problema p o r q u e ¿Qué es lo que te impide lograr lo que deseas y que nunca podrá ser cambiado? Querer ser diferente está mal p o r q u e ¿Qué es lo que hace que querer cambiar sea malo o 1. ¿Existen ejemplos de personas que n o triunfaran académicamente. a pesar de haber realizado m u c h o s esfuerzos para conseguirlo? (Por ejemplo. p o r ejemplo. triunfaran académicamente? No me merezco conseguir lo que quiero porque no me he esforzado lo suficiente. PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 187 La situación n u n c a cambiará p o r q u e ¿Qué impedimentos u obstáculos hacen que las cosas sigan como están? N o p u e d o conseguir l o q u e deseo p o r q u e ¿Qué es lo que te impide lograr lo que deseas? No m e es posible conseguir lo que deseo p o r q u e ¿Qué es lo que hace que lograr lo que deseas te resulte N o soy capaz d e conseguir lo que deseo p o r q u e ¿Qué deficiencia personal te impide lograr lo que deseas? Las cosas n u n c a mejorarán p o r q u e ¿Qué es lo que siempre te impedirá triunfar imposible? __ Por ejemplo: (A) No soy capaz de aprender porque (B) no soy una persona orientada a la técnica. para que no seas merecedor de conseguir lo que deseas? Generar contraejemplos Elige u n a creencia (equivalencia compleja o causa-efecto) con b que trabajar y escríbela en los espacios en blanco. También p u e d e s identificar contraejemplos 2) b u s c a n d o casos de B p e r o n o d e A. a pesar d e n o tener n i n g u n a dificultad para aprender? ( p o r ejemplo. He aquí u n par d e ejemplos más: Nunca triunfaré para aprender.186 E l . (A). ¿Se te o c u r r e algún ejemplo d e personas que n o se merezcan lograr lo que desean. Las accio- inapropiado? No me merezco lo q u e deseo p o r q u e • ¿Qué es lo que has hecho. merezca lograr lo q u e desea? Puedes buscar contra ejemplos tanto entre las experiencias propia vida c o m o en los logros y éxitos d e otros. Descubrir contraejemplos implicaría 1) buscar caso de A pero n o de B. a pesar d e ello. ¿Existen ejemplos de personas c o n dificultades para aprender ( c o m o Albert Einstein) q u e . ¿Se te o c u r r e algún individuo que n o haya h e c h o n i n g ú n esfuerzo ( c o m o u n bebé recién nacido) y q u e . x . ladrones o asesinos que p o n e n m u c h o e m p e ñ o en preparar y realizar s u s crímenes. 2. a pesar d e ello. o no has hecho.

así c o m o de Eí poder de la palabra en general. así como d e reducir el t a m a ñ o del marco para concentrarlo en los mom e n t o s d e éxito. Por ejemplo. a m p l i a n d o el marco y s e ñ a l a n d o los éxitos d e otros. fortalece nuestra expectativa de autoeficacia. si u n niño dice: « N u n c a aprenderé a montar en esta bicicleta. verás que cada vez te aguantas m á s tiempo». puede ser presentado ante la p e r s o n a que se debate con la creencia limitadora. Eso lo ayudara a abrirse a la creencia d e que realmente p u e d e a p r e n d e r a manten e r el equilibrio. reforzando nuestra confianza en que eso q u e deseamos es posible. así que n o siempre te caes. Puesto q u e está extraído d e la propia experiencia del n i ñ o . En este caso. Una vez e n c o n t r a d o u n contraejemplo p o d e r o s o . puesto que intensifica nuestra confianza. n o consiste en atacar o humillar a alguien p o r tener u n a creencia limitadora. Este contraejemplo procede de «fragmentar hacia abajo» la experiencia del chaval. e n c o n t r a r a u n q u e sea u n a sola persona que haya logrado realizar algo que se consideraba imposible. e n q u e . Los contraejemplos extraídos de n u e s t r a s propias experiencias nos convencen de que tenemos las capacidades para lograr lo que deseamos y de q u e n o s lo merecemos. el contraejemplo se establece «fragmentando hacia arriba». n o sólo en que eso es posible. es decir. así como a cambiar u n marco-problema o u n marco-fracaso p o r u n marcoobjetivo o u n marco-realimentación. Caerse es sólo parte del aprendiz 3 |je». Ambos contraejemplos a y u d a n a reubicar la generalización limitadora — « N u n c a aprenderé a m o n t a r en esta bicicleta. Los padres también p o d r í a n decir: «¿Recuerdas que tu herm a n a se caía siempre c u a n d o aprendía a m o n t a r en bicicletaAhora m o n t a perfectamente. Siempre me caigo»— en u n marco de realimentación en lugar d e u n marco de fracaso. a u n q u e al principio te caigas muchas veces. s u s padres p u e d e n responderle: «Has a g u a n t a d o el equilibrio casi tres metros ahora mismo. construye n u e s t r o s e n t i m i e n t o de esperanza y d e «expectativa de res u l t a d o » . Ello lo ayudará a d u d a r de que caer signifique que u n o n o aprenderá.188 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 189 nes y los logros de otras personas suelen convencernos de que algo es posible o deseable. Eso servirá para construir la confianza del chico. sino también en q u e ya s o m o s capaces en cierta medida de lograrlo. Me caigo siempre». Si sigues practicando. . o su «expectativa d e r e s u l t a d o » . lo más probable es que le ayude a reforzar su creencia en el desarrollo d e sus propias capacidades. E n c o n t r a r ejemplos en nuestra propia vida va u n paso más allá. sino ayudarlo a e n s a n c h a r y enriquecer su mapa del m u n d o . G e n e r a l m e n t e . a p r e n d e r a m o n t a r en bici es posible. Recuerda que el propósito d e descubrir contraejemplos.

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a nuestros valores. Los patrones de El poder de la palabra son estructuras verbales. miles. suele ser m u y fácil cambiar d e creencias si respetamos y acompañamos este proceso natural. así c o m o al cambio de creencias limitadoras. Tal vez la dificultad surge c u a n d o tratamos de hacerlo de manera consciente. simples pero eficaces. Sin embargo. Tratamos d e cambiarlas «reprimiéndolas». estimulándonos a estar más abiertos a dudar de las evaluaciones y los juicios que nos limitan. todos descartamos d e m a n e r a automática cientos. así como que forzosamente tienen que ir a c o m p a ñ a d o s d e luchas y conflictos. en s u m a . Sin embargo. A lo largo de los últimos veinte arios he trabajado con m u c h a s p e r s o n a s . desaprobándolas o atacándolas. c u a n d o lo h a c e m o s de u n m o d o q u e n o respeta el ciclo natural de c a m b i o de creencias. He dedicado m u c h o t i e m p o a estudiar y m o d e l a r el proceso m b i o natural de creencias. y h e sido testigo de las consee c a . Constituyen. a lo largo d e nuestra vida. También p u e d e n a y u d a r n o s a «reencuadrar» generalizaciones negativas. A m e n u d o las personas piensan q u e los procesos de cambio de creencias tienen q u e ser difíciles y requieren esfuerzo. tanto individual c o m o ectivamente en seminarios.El proceso natural de cambio de creencias El propósito de la totalidad d e los patrones de El poder de la palabra que h e m o s visto hasta aquí es a y u d a r n o s a estar más abiertos a nuestros objetivos. q u e contribuyen al establecimiento de creencias nuevas y potenciadoras. lo cierto es q u e . herramientas poderosas para el cambio de creencias a través de la conversación. de creencias. a nuestras capacidades y a nosotros mismos.

a veces milagrosas. tener las c a p a c i d a d e s necesarias para lograr los r e c u r s o s y el éxito. e incluso p u e d e ocurrir que deje de disfrutar c o n estas actividades o que deje de intentar realizarlas para el resto de su vida. v a m o s r e p i t i e n d o el m i s m o ciclo m u c h a s veces: a) c o m e n z a m o s «queriendo creer» q u e seremos capaces d e m a n e j a r cada n u e v o reto c o n r e c u r s o s y c o n éxito. E n algún m o m e n t o d e s u vida. A medida que n o s percatamos d e que n o s adentraS a r i a s . Aprender a tocar el piano (o esta canción) es difícil y aburrido. C o m o las cosechas e n o t o ñ o . No soy b u e n o en matemáticas. así c o m o de q u e e s t a m o s h a c i e n d o lo q u e nos conviene. N o soy u n b u e n j u g a d o r d e béisbol. Para salir adelante. las creencias sirven su p r o p ó sito. estas creencias o interferencias son generalizaciones q u e snvieron para a p o y a r n o s o p r o t e g e r n o s en algún m o m e n t o del pasado. U n a nueva creencia es c o m o la semilla que plantamos en primavera. m i s hijos h a n expresado afirmaciones c o m o éstas. Quizá m á s i m p o r t a n t e a ú n . lo hicieron sin necesidad de psicoterapia o medicación (si bien es cierto que algo d e tutoría y de Eí poder de la palabra resultó de a y u d a ) . en invierno las partes de la creencia que ya n o se necesitan s o n abandonadas a la descomposición. c o m o : N u n c a a p r e n d e r é a m o n t a r en bici. la persona aband o n a . A m e d i d a q u e nos p r e p a r a m o s para las dislintas etapas d e nuestra vida o d e n u e s t r a carrera. He visto también a m i s d o s hijos (de diez y o c h o a ñ o s de edad al escribir estas líneas) cambiar m u c h a s . que la fertilizará y la protegerá de la maleza. comienzan a pasarse y se marchitan. El proceso a través del cual mis hijos cambiaron sus creencias ocurrió según u n ciclo natural. Esta transición p u e d e ser a menudo tanto rápida c o m o suave. v o l u m e n III. la nueva semilla necesitará la ayuda del agricultor. c) c o n f i a m o s en n u e s t r a «creencia» d e alcanzar los recursos y el éxito. Finalmente. b) nos «abrimos a creer» q u e podemos. m u c h a s creencias limitadoras a lo largo de s u s cortas vidas y establecer en su lugar otras m u c h o más enriquecedoras. N o soportaré este dolor. Cuando tales creencias llegan a d e t e r m i n a d o e x t r e m o . la semilla debe a veces c o m p e t i r p o r la supervivencia con otras plantas o c o n la maleza q u e crece en el m i s m o huerto.194 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 195 cuencias. los «frutos» de la creencia (las intenciones y los propósitos positivos que hay tras ella) son preservados o «recolectados» y separados de las parles q u e ya n o resultan imprescindibles. Sin embargo. Durante su proceso de crecimiento. p e r m i t i e n d o así q u e el ciclo vuelva a comenzar. A m e nudo. Eí ciclo de cambio de creencias El ciclo natural de cambio de creencias p u e d e compararse con el cambio de estaciones. Crece d u r a n t e el verano y c u a n d o madura se hace fuerte y echa raíces. y cada vez más abiertos a creer q u e podían lograr sus objetivos. en el que se fueron sintiendo cada vez más abiertos a dudar d e sus creencias limitadoras. C u a n d o n u e s t r a s capacidades se confirman. Todo ello m e ha m o v i d o a formular lo que he d e n o m i n a d o Ciclo de cambio de creencias (ver Estrategias del Genio. El grado en que creían s u s propias palabras amenazaba su motivación para seguir a p r e n d i e n d o . No logro aprender a batear yo solo. Me cuesta d e m a s i a d o a p r e n d e r a esquiar. Al entrar en esta etapa d e la vida y a p r e n d e r las lecciones que precisamos para ese m a n e j o . A veces s u c e d e q u e u n a n u e v a convicción e n t r a e n conflicto con creencias que interfieren y contradicen la nueva generalización o el nuevo juicio que estamos tratando d e establecer. r e a l m e n t e . que resultan c u a n d o las personas logran liberarse d e viejas creencias limitadoras y las c a m b i a n por otras nuevas y potenciadoras. 1995). Estas creencias limitadoras abarcaron diversos temas y actividades. al establecer límites y prioridades percibidas c o m o necePara la seguridad o la supervivencia en aquel m o m e n t o d e nuestra vida.

Querer creer «Querer creer» está relacionado c o n n u e s t r a s expectativas y motivaciones para el establecimiento de u n a nueva creencia. « ¿ Q u é tendría yo q u e ver. derivadas de la experiencia d e caerse n u m e r o s a s veces en s u s intentos anteriores. se debe h a b i t u a l m e n t e a que pensam o s que la nueva creencia producirá efectos positivos sobre nuestra vida. «Podría s e r » . Cuand o « q u e r e m o s creer» algo. Es en este m o m e n t o d o n d e la creencia c o m i e n z a a adquirir las propiedades de « a u t o c u m p l i m i e n t o » asociadas a la fe en algo ( c o m o con el «efecto placebo»). pasando p o r tu adolescencia. desarrollamos creencias y valores q u e n o s sirven. Actuamos c o n congruencia «como si» esa creencia fuera cierta para nosotros. nos c o m p r o m e t e m o s p l e n a m e n t e con esa creencia. nuestras prioridades y nuestras creencias ya n o s o n las m i s m a s . pero que abandon a m o s c u a n d o d e n u e v o transitamos hacia u n a nueva etapa del c a m i n o d e nuestra vida. sólo tienes que reflexionar sobre los procesos d e cambio que has atravesado desde tu infancia. e m p l e o s . en el m a r c o realimentación y en el marco « c o m o si». u n niño que quiera creer que "cruzar la calle solo es seguro» deberá antes tratar adecuadamente y a b a n d o n a r la creencia. tanto si es potenciador c o m o si es limitador). etc. C u a n d o estamos «abiertos a creer» todavía n o e s t a m o s c o n v e n c i d o s de q u e la nueva creencia sea completamente válida. Sabemos que a ú n n o lo c r e e m o s . hasta tus diversas etapas d e m a d u r e z . pero sin dejar d e d a r n o s cuenta d e que nuestros valores. Cuando creemos en algo (tanto si es p o sitivo c o m o si es negativo. lo prioritario. De forma parecida. ésta entra en conflicto c o n otra ya existente. p o d e m o s echar la vista atrás y c o m p r o b a r que aquello que para nosotros fue i m p o r t a n t e y verd a d e r o ya n o lo es. Los pasos fundamentales de este ciclo s o n los siguientes: 1. R e c o n o c e m o s q u e e) «solíamos creer» que é r a m o s de d e t e r m i n a d a m a n e r a y q u e ciertas cosas eran importantes. pero pensamos: «Tal vez sea posible». en nuestra m e n t e n o hay preguntas ni d u d a s . Abiertos a creer «Abrirse a creer» constituye u n a experiencia e s t i m u l a n t e y generadora q u e viene a c o m p a ñ a d a a m e n u d o p o r u n a s e n s a c i ó n de libertad y exploración. «Querer creer» algo implica asimismo el reconocim i e n t o de que a ú n n o «lo creemos».196 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 197 m o s en u n a nueva etapa de nuestra vida o de nuestra actividad c o m e n z a m o s a d) estar más «abiertos a dudar» d e que las limitaciones y las decisiones asociadas a aquella etapa anterior sigan siendo realmente lo que más importa. 0 S l l s . de que «no p u e d e s cruzar la calle sin la ayuda d e u n adulto». asociaciones. « ¿ C ó m o sería mi vida si adoptara esta creencia?». U n n i ñ o una niña que quiere creer q u e « p u e d o m o n t a r en bicicleta» debe a m e n u d o luchar c o n s u s generalizaciones previas. Ello n o n o s i m p i d e retener las creencias y las capacidades q u e nos ayudan en la etapa actual. Creyendo ya Las generalizaciones q u e «ya creemos» construyen n u e s t r o sistema de creencias en vigor.. Ocurre c o n frecuencia q u e . al tratar de incorporar u n a n u e va creencia. Para e n c o n t r a r a b u n d a n t e s ejemplos d e este ciclo. y la consideramos nuestra «realidad» presente. de q u e la nueva creencia a ú n n o supera nuestra «estrategia d e realidad» o las «equivalencias de criterio» necesarias para que s e p a m o s que la h e m o s inc o r p o r a d o p l e n a m e n t e a nuestro presente m o d e l o del m u n d o . sino q u e r e c o p i l a m o s y s o p e s a m o s p r u e bas que la validen. A medida q u e e n t r a m o s y pasamos por distintas relaciones. 2. amistades. establecida con anterioridad p o r padres. C u a n d o creemos p l e n a m e n t e en algo. C u a n d o p o r fin logramos pasar a la siguiente etapa d e nuestra vida o de nuestra profesión. oír o sentir para c o n v e n c e r m e de que esa n u e v a creencia es válida y útil?» 3. Estar abierto a creer implica estar p l e n a m e n te inmersos e n el marco resultado. lo más «cierto».

Los patrones d e Eí poder de la palabra p r o p o r c i o n a n h e r r a m i e n t a s verbales poderosas p a r a ayudarnos a a b r i r n o s a la duda sobre creencias existentes interferentes. pero a sabiendas d e que ya n o ejerce n i n g u n a influencia significativa sobre n u e s t r o s pensamientos o n u e s t r a conducta. C u a n d o v e m o s a r m a s medievales e i n s t r u m e n t o s d e tortura en la vitrina de u n m u s e o tal vez nos sintamos curiosos y reflexivos. a m e n u d o n o g e n e r a m o s a. Ahora tengo otras formas de satisfacer la intención Positiva y el propósito de aquella vieja creencia». utilizaron todo aquello. en N o chebuena. Pensamos: «Quizá n o sea válida. 5. creíamos que este personaje vivía en el Polo Norte y q u e .198 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 199 N o es infrecuente que se p r e s e n t e n tales conflictos entre creencias c u a n d o c o m e n z a m o s a considerar con seriedad la posibilidad de creer en algo n u e v o o diferente. o haya dejado d e serlo». pero ciertamente n o e x p e r i m e n t a r e m o s m i e d o . Recordamos y decimos: *Solía creer q u e n o podía m o n t a r e n bici o cruzar la calle solo. establecer u n p a t r ó n d e c o m p o r t a m i e n t o saludable o merecer el U o . sino que m á s bien cambia espectacularmente el efecto emocional y psicológico q u e esa creencia tenía en n o sotros. volaba p o r los cielos e n su trineo m á g i c o a l r e d e d o r del m u n d o para llevar regalos a los niños. el intento de a d o p t a r u n a creencia nueva d e s e n c a d e n a a m e n u d o conflictos y resistencias con respecto a otras creencias. d e b e r e m o s «abrirnos a la duda» sobre la creencia existente. De hecho. La creencia en Papá Noel es u n ejemplo paradigmático d e esta clase de experiencia. sino que le basta con mirar en retrospectiva con nostalgia. Tan sólo ya n o encaja c o n nuestros criterios para la «realidad». Eí «Museo de historia personal». «Ya h e cambiado de creencias otras veces». «Si me lo miro d e s d e u n a perspectiva más amplia. la mayoría de a d u l t o s r e c o r d a m o s cómo. En relación con nuestras creencias descartadas s u c e d e algo parecido. Sabemos que «solíamos creerlas». Nuestra relación con ella se asemeja a la experiencia de visitar un m u s e o de historia. n o necesita negar airada y vehementemente la existencia d e este personaje imaginario. para tratar de n o repetirlos. consistente en crear u n sentimiento de magia y excitación. en otros tiempos. Recordar lo que «solíamos» creer C u a n d o dejamos de creer en algo. ex 1 . y recordar la intención positiva de aquella creencia. En lugar d e pensar que alguna nueva creencia tal vez sea cierta. De forma parecida. «¿De q u é contraejemplos dispongo para cuestionar esa creencia?». Recordamos lo que «solíamos» creer. de m o d o que q u e d e n d e n u e v o en u n m a r c o resultado o en un m a r c o realimentación. C u a n d o c a m b i a m o s realmente u n a creencia. «Tal vez n o sea tan i m p o r t a n t e o necesario creer eso». etc. 4. es i m p o r t a n t e recordar los errores y las creencias limitadoras de n u e s t r o s antepasados. así c o m o a reencuadrarlas. siendo n i ñ o s . pero ahora e s t a m o s m u y lejos d e t o d o ello. Esa creencia ya n o forma parte de realidad. n o necesitamos realizar n i n g ú n esfuerzo para negarla o eliminarla. Abiertos a dudar Para reevaluar y descartar viejas creencias que interfieran con el establecimiento d e otra nueva. Sabemos que otras p e r s o n a s . ya establecidas como parte d e n u e s t r o sistema d e creencias existente. pero ya n o las creemos. La experiencia de estar abierto a la d u d a es el c o m p l e m e n t o d e estar abierto a creer. pero ya n o lo creo. quizás esa creencia que h e m o s m a n t e n i d o tanto tiempo. así es c o m o r e c o r d a m o s las viejas creencias de las que nos h e m o s d e s p r e n d i d o .. c u a n d o estamos «abiertos a d u d a r » lo estamos a considerar q u e . enfado o disgusto. C u a n d o alguien deja de creer en Papá Noel. nesia p o r esa creencia. En las culturas que celebran la Navidad. n i olvidamos d e m a n e r a automática que solíamos creer. ¿qué otras posibilidades percibo?» o «¿Cuál es el propósito positivo al que esta creencia ha servido? ¿Existen otros medios para lograr ese m i s m o propósito de forma m e n o s limitadora y más enriquecedora?» Abrirnos a la d u d a implica por lo general reencuadrar creencias formuladas en función de marco problema o marco fracaso. Así p u e s . n o sea cierta.

PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 201 Cambio de creencias y estados internos En m u c h o s aspectos. Por el contrario. El diccionario Merriam-Webster define la confianza c o m o la «fiabilidad asegurada acerca del carácter. Confianza El. s Como p o n e n de relieve los pasos del ciclo natural de cambio de creencias. m á s allá d e n u e s t r a s creencias.200 6. a la vez. E n el ciclo natural d e cambio de creencias. Si uno se encuentra en u n estado positivo y optimista. Nuestros estados internos son. el estado físico. El estado interno d e la persona está relacionado c o n la experiencia fisiológica y emocional que tiene en u n m o m e n t o determinado del t i e m p o . hasta el nivel de la. la confianza constituye la piedra angular del proceso n a t u r a l d e cambio d e creencias. le resultará m u c h o más difícil aferrarse a creencias negativas y limitadoras. La experiencia d e «confiar» en algo q u e está m á s allá de n u e s t r a s creencias. De h e c h o . De forma parecida. capacidades y creencias. seguirá siendo tan sólo u n conjunto disociado d e conceptos. Las creencias y valores activan su «poder» sólo c u a n d o se conectan a nuestra fisiología y a nuestros estados i n t e r n o s . identidad o incluso d e la experiencia espiritual. p o r ejemplo. más c ó m o d o y m á s ecológico. los contenedores de nuestras creencias. proverbio de Nueva Guinea asegura: «El conocimiento es tan sólo un rumor. o d e confiar en u n sistema m a y o r que uno m i s m o . c o m o u n a especie de filtro de n u e s t r a s percepciones y c o m o puerta d e acceso a d e t e r m i n a d o s recuerdos. Es decir. al estado en q u e éstas se forman. a u n q u e m u y relevante. Emocionalmente h a b l a n d o . Así p u e s . disgusto o temor. Funcionan. en m u c h o s aspectos. Sin embargo. p u e d e ayudar a q u e el proceso d e c a m b i o de creencias sea más suave. En este s e n t i d o . hasta que está en el músculo». Los estados i n t e r n o s d e t e r m i n a n en gran medida nuestra elección d e c o m p o r t a m i e n t o y d e respuesta. la confianza se caracteriza p o r u n a fe o creencia e n «algo futuro y probable». capacidad. la confianza constituye a m e n u d o algo en lo que a p o y a r n o s c u a n d o n o t e n e m o s pruebas. Así p u e s .Considera. el estado i n t e r n o d e u n a persona ejerce u n a e n o r m e influencia sobre su «visión del m u n d o » presente. palabras o ideas. y sintamos y e x p e r i m e n t e m o s e m o c i o n a l m e n t e s u s implicaciones. Confiamos. La persona que tiene esperanzas d e recuperarse d e u n a enfermedad grave debe creer que tal recuperación es posible. el psicológico y el e m o cional en el q u e nos e n c o n t r e m o s ejercerán u n a gran influencia sobre los tipos de creencias q u e estaremos inclinados a incorpo[ . está relacionado c o n la expectativa de que suceda realmente. nuestro estado interno representa u n a influencia importante para el cambio d e creencias. Un viejo. en que u n a p e r s o n a «será fiel a su palabra» o en q u e «las cosas mejorarán». Ésta es u n a función de nuestra creencia en que algo es posible. C u a n d o se utilizan d e forma selectiva. n o resulta fácil m a n t e n e r la congruencia con creencias positivas y potenciadoras c u a n d o nuestro estado interno es de frustración. la «confianza» se tipifica p o r u n estado qLie n o s permite acceder. Más q u e c o n la s i m p l e creencia de que algo sea posible. la influencia sobre tu experiencia de 'as siguientes listas d e estados: ar . la confianza se extiende m á s allá d e la creencia. fuerza o autenticidad d e algo o alguien». hasta que no hayamos incorporado s o m á t i c a m e n t e d e t e r m i n a d o valor o creencia. los p a t r o n e s d e El p°' der de la palabra sirven c o m o h e r r a m i e n t a s verbales q u e nos ayud a n a apoyar este ciclo n a t u r a l de c a m b i o d e creencias y u ° c o n d u c e n a u n a m a y o r apertura a la d u d a sobre las creencias y generalizaciones que nos están limitando. el sentimiento d e confianza suele ser más fuerte que el de esperanza. la confianza está relacionada con la esperanza. p o r ejemplo. U n a creencia (positiva o negativa) n o es m á s q u e un «rumor» hasta q u e está «en el m ú s c u l o » .

estrés.. es decir. etc. Evidentemente. U n a de las premisas básicas d e la Programación Neurolingüística consiste en q u e el cerebro h u m a n o funciona de forma parecida a u n o r d e n a d o r . Para la mayoría de nosotros. así c o m o d e acceder intencionalmente a ellos en determinadas situaciones. La eficacia y la facilidad con que u n p r o g r a m a m e n t a l se ejecuta viene d e t e r m i n a d a . c o m o si funcionáramos p o r m e d i o d e u n «piloto automático». así c o m o d e alcanzar los resultados apetecidos. a c o m p a ñ a n a los cambios en el estado i n t e r n o de la persona e influyen en g r a n medida en su capacidad p a r a p e n s a r y para actuar. el ritm° respiratorio. constituye u n a d e las habilidades importantes para utilizar eficazmente El poder de la palabra. La capacidad para reconocer estados útiles. nos proporciona más opciones sobre c ó m o experimentarlas y reaccionar ante ellas. la respuesta galvánica d e la epidermis. El grado de atención. Respondemos a estímulos (anclas) que s o n a la vez internos y externos a nosotros. Nuestros estados internos están relacionados c o n la parte «neurológica» de la Programación Neurolingüística. c o m p u e s t a s de secuencias o r d e n a d a s de inst r u c c i o n e s o representaciones i n t e r n a s . la mediocridad o la excelencia d e su d e s e m p e ñ o . p o r consiguiente. p o r el e s t a d o psicológico del i n d i v i d u o . la presión sanguínea. Así p u e s . U n o los objetivos d e la Programación Neurolingüística es ayudare C o m o p u e d e s d e d u c i r fácilmente d e tu propia experiencia. cambiamos d e estados i n t e r n o s y accedemos a diversidad de ellos. y crea una probabilidad m a y o r d e m a n t e n e r creencias y expectativas positivas. en gran medida. el t i e m p o d e reacción. c o m o el ritmo cardíaco. n o p o d r á ejecutar los programas con eficacia. del individuo determinará la eficacia con la que podrá ejecutar sus propios programas mentalesProcesos fisiológicos profundos. es m u c h o más fácil estar «abierto a creer» y asociarse a creencias positivas y potenciadoras c u a n d o el estado i n t e r n o es positivo q u e c u a n d o n o lo es. en gran m e d i d a . ejecutando «programas» o estrategias m e n t a l e s . la tensión .. p o r consiguiente. el estado i n t e r n o del individuo ejerce influencias i m p o r t a n t e s sobre su capacidad de actuación en cualquier situación. qué oímos (y dejamos d e oír) y c ó m o interpretamos lo que oímos. Poder influir y dirigir n u e s t r o s estados internos incrementa en gran medida nuestra flexibilidad individual.202 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 203 Estados i n t e r n o s «positivos» Tranquilo Relajado Flexible Fluido Centrado Confiado Optimista Atento Receptivo Seguro Estados i n t e r n o s «negativos» Enfadado Tenso Rígido Atascado Ansioso Frustrado Dubitativo Distraído Cerrado Temeroso muscular. Reconocer los estados i n t e r n o s de la persona. receptividad. Reconocer estados internos e influir sobre ellos A medida q u e a v a n z a m o s en los diferentes contextos y experiencias de nuestra vida. los términos «selección de estado» y «manej o de estados» se refieren a esta capacidad para elegir el estado ™as apropiado para cada situación o desafío y acceder a él. etc. si u n o r d e n a d o r tiene u n chip defectuoso o la corriente que lo alimenta n o es estable. En PNL. El estado de nuestra fisiología y de nuestra neurología actúa a m o d o de filtro para establecer d ó n d e c e n t r a m o s la atención y. es posible aprender c ó m o elegir n u e s t r o propio estado. responder a ellos e influir en los m i s m o s . Sin embargo. la postura corporal. la estrategia que el individ u o utilice la q u e d e t e r m i n a r á . estos cambios h a n q u e d a d o en g r a n m e d i d a fuera d e n u e s t r a elección. C o n el cerebro h u m a n o sucede lo m i s m o . Ciertas estrategias o p r o g r a m a s s o n más a d e c u a d o s que otros para resolver determin a d a s tareas y son.

a los gestos. ¿ D ó n d e está tu a t e n c i ó n en ese estado? ¿Qué creencias acerca del aprendizaje c o n e c t a s c o n él? ¿Cuál de los dos estados c o n d u c e mejor al aprendizaje? C o m o este sencillo ejercicio d e m u e s t r a . p o d e m o s incrementar el n ú mero d e opciones disponibles para responder a d e t e r m i n a d a situación. U n inventario de emociones implica prestar atención a la constelación d e c o m p o n e n t e s que constituyen n u e s t r o s estados emocionales. inventario d e s u b m o d a l i d a d e s e inventario de emociones. Para reconocer y c o m p r e n d e r mejor nuestros estados internos. levanta los hombros hasta las orejas. Mientras lees este párrafo. p o d e m o s se-. los pasos siguientes c o n d u c e n al establecimiento de dos tipos d e «anclas» importantes y útiles: . el t a m a ñ o y la posición de las imágenes mentales. La Programación Neurolingüística ofrece tres m é t o d o s para ello: inventario d e fisiología. Es importante reconocer la influencia del c o m p o r t a m i e n t o . la superficie. Muévete u n p o c o . p u e d e s levantarte y volver a sentarte. Un inventario de fisiología implica prestar atención a la postura corporal. así c o m o para ayudar a desarrollar nuestra capacidad de «selección» y «manejo» de los m i s m o s . Recorre tu c u e r p o y elimina cualquier exceso d e tensión. Los ejercicios siguientes ilustran a l g u n a s formas d e u s a r las herramientas básicas d e la PNL para a y u d a r n o s a seleccionar y manejar mejor nuestros estados internos. Al ser más conscientes d e los patrones y d e los estímulos que influyen sobre los estados internos. Ejercicio: Acceder a un estado y anclarlo Los peculiaridades y los estímulos cognitivos y físicos identificados por la P N L p u e d e n ser utilizados para acceder de m a n e r a sistemática y movilizar diferentes partes de n u e s t r o sistema n e r v i o so. i n c l u s o de los más sutiles aspectos de la fisiología. el t o n o . Entre los m é t o d o s utilizados en P N L para seleccionar y anclar estados i n t e r n o s cabe citar la localización espacial. c o m o el brillo. de las sensaciones cines tésicas. el color. Respira profunda y tranquilamente. a la posición de los ojos. a la respiración y a los patrones de m o v i m i e n t o . sobre los e s t a d o s internos de las personas.. el timbre y el volumen d e voces y sonidos. a c o m p a ñ a d a del agradable beneficio colateral d e a u m e n t a r n u e s t r o d o m i n i o sobre los estados psicológicos en que o p e r a m o s . Anclar miplica establecer indicadores o desencadenantes para cada estado mterno. la textura. brillo. Estos tres tipos d e inventario están relacionados con nuestras equivalencias de criterio y n u e s t r a s estrategias de realidad.) y los estímulos no verbales. los e s t í m u l o s n o verbales constituyen a m e n u d o u n o de los aspectos m á s relevantes e influyentes en el control y el manejo d e estados i n t e r n o s . etc. p o n tus h o m b r o s en tensión. U n estado fisiológico típico del estrés. etc. U n a vez conocidos los factores q u e definen e influyen en las características de n u e s t r o s estados internos. siéntate desequilibrado.204 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 205 nos a crear u n a «biblioteca» de estados útiles y llenos d e recursos. Desarrollar la capacidad para inventariar en los tres ámbitos nos lleva a u n a mayor flexibilidad. Ello nos permitirá realizar los ajustes necesarios c u a n d o el estado en el q u e estamos interfiera con nuestra capacidad para alcanzar los objetivos d e s e a d o s . es necesario a p r e n d e r á hacer inventario d e n u e s t r o s procesos neurológicos. ¿Cómo respiras? ¿Estas c ó m o d o e n ese estado? ¿Te p a r e c e indicado para aprender? ¿Dónde está tu atención? ¿ Q u é creencias acerca del aprendizaje mantienes en ese estado? Ahora cambia de posición. Busca una postura c ó m o d a y equilibrada. Un ejemplo. la temperatura. El anclaje constituye u n a de las herramientas más sencillas y P°derosas para la selección y el acceso a estados i n t e r n o s . ahora m i s m o . sonidos. las s u b m o d a l i d a d e s (colores. leccionarlos y «anclarlos» para que nos resulte más fácil recurrir a ellos. Un inveníarío de submodalidades implica percatarse de las submodalidades sensoriales más notorias en nuestro estado interno. Por ejemplo. Diferentes estados o actitudes se e x p r e s a n por medio de patrones d e lenguaje y c o m p o r t a m i e n t o s d i s t i n t o s .

La tutoría. e incluso partes d e u n o m i s m o . Ve a través de tus ojos. fenómenos naturales ( c o m o el océano. la diosa Atenea se erigió en guardiana y maestra de Telémaco. a . patrones de respiración. oye p o r t u s oídos y experimenta las m i s m a s sensaciones.206 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 207 1. es decir. etc. En la mitología griega. liberándolo o desvelándolo. en cambio. Haz inventario d e los indicadores físicos. Recupera p l e n a m e n t e ese estado. c u a n d o éste estaba a u s e n t e en s u s viajes. mentor interno n o s ayuda a darles vida en nuestro comportan o s n r e c Tutoría y mentores internos El proceso n a t u r a l de cambio de creencias es también a menudo facilitado p o r «mentores». «estar abierto a creer») y colócate en ese espacio. d e m o d o que la presencia e x t e m a del m e n t o r deja de ser necesaria. Ahora c o m p r u e b a que tus anclas funcion e n e n t r a n d o de n u e v o en el espacio y utilizando tu ancla interna p a r a recuperar el estado deseado. aunque n o es exactamente lo m i s m o . personas a las que jamás h e m o s conocido personalmente. a los recursos o a capacidades inconscientes. El mentor. las m o n t a ñ a s . maestros. a m e n u d o mediante su propio ejemplo. Esta clase d e tutoría acaba a m e n u d o siendo interiorizada por el individuo c o m o parte d e sí m i s m o . Corn° consecuencia de ello. sonido y sensaciones) y de las sensaciones emocionales asociadas con ese estado. Sal del espacio elegido y d e s p r é n d e t e del estado que acabas d e anclar. la tutoría incluye también la posibilidad de aconsejar y guiar a u n nivel superior. Eso permite acceder a las cualidades presentes e n nosotros. P o d e m o s llevar dentro de nosotros « m e n t o r e s internos» q u e n o s aconsejen y nos guíen en m u c h a s situaciones d e nuestra vida. 5. d e las submodalidades (cualidades d e las imágenes. Mentor es el sabio y fiel consejero del héroe Ulises. En Programación Neurolingüística. ayudándola a establecer creencias potenciadoras. en su perspectiva o en «su piel». o maestro. q u e en aquella ocasión. La forma básica de utilizar u n «mentor interno» consiste en imaginar la presencia de esa persona o entidad y colocarse acto seguido en «segunda posición». El m e n t o r tiene semejanzas con el maestro o el formador. símbolo o cualquier otro indicad o r visual. hijo d e Ulises. Repite los pasos del 1 al 4 hasta que tengas u n acceso fácil y claro a ese estado. La tutoría p u e d e asimismo incluir el proceso de patrocinio y apoyo a otra persona. como ancla «interna») para ese estado.). El maestro instruye. Entre los mentores p u e d e n haber niños. el t é r m i n o mentor se utiliza para referirse al personaje que nos ayuda a moldear o influir en nuestra vida d e forma positiva haciendo q u e «resuene» algo muy profundo e n n o s o t r o s . Encarnada como Mentor. Recuerda alguna ocasión en la que experimentaras el estado q u e deseas anclar. así c o m o a reencuadrar las creencias limitadoras. o alguna sensación interna que te sirvan c o m o recordatorio (es decir. algún s o n i d o y/o palabra. el formador proporciona realimentación específica en c u a n t o al comportamiento. la acción del m e n t o r (sobre todo en u n rnarco ocupacional). pero sobre las q u e hemos leído. Es posible utilizar el recuerdo de mentores importantes en nuestra vida para que nos ayuden a acceder de nuevo al conocimiento. para ayudar a la persona a a p r e n d e r o crecer. ahora o en el futuro (por ejemplo. 3 . etc. para designarlo c o m o ancla «espacial» para el estado interno al que deseas acceder. mascotas. 6. Selecciona u n espacio en el suelo ante ti. 2. Representando estas cualidades. enfatiza el aspecto relacional informal del aprendizaje y de la actuación tanto c o m o el d o m i n i o de la tarea. nos c o n d u c e al d e s c u b r i m i e n t o de nuestras competencias inconscientes. 4. Selecciona algún color. el concepto de «mentor» ha acabado significando el proceso de a) avisar y aconsejar y b) servir como g u . pero ° ° n o c i d a s o incluidas como parte d e nuestro mapa d e la situación (o de nosotros mismos). Como sugiere el ejemplo mitológico d e Mentor.

) 6. liberando o desvelando algo oculto en tu interior. «andándolas» a su correspondiente localización espacial: 1. pero sobre las que has leído. 5) la experiencia de recordar algo que solíamos creer y 6) confianza. Una vez que hemos experimentado estas cualidades desde la posición del mentor. próximo a la localización correspondiente a «abierto a creer». [Nota: Puedes identificar a algún «mentor» que te haya ayudado a estar más «abierto a creer» «resonando» contigo.R DI LA PALABRA Estados infernos y cambio natural de creencias 209 miento en curso (cuando nos asociamos a la perspectiva del mentor). 4. colocándote tanto como te sea posible en la experiencia. (Identifícate de nuevo con algún otro «mentor» que te haya ayudado a estar más abierto a dudar de algo que te estaba limitando. Las creencias que «crees ahora». «Quiero creer» en algo nuevo. Los mentores pueden ser niños. El procedimiento siguiente es una técnica que desarrollé con el propósito de ayudar a guiar a la persona a través del ciclo natural de cambio de creencias. incluyendo cualquier creencia limitadora que entre e n conflicto con la nueva que quisieras sentir con más fuerza. La experiencia de estar «abierto a creer» algo nuevo. se sitúa en el centro del círculo para servir c o m o «metaposición» y «verificador ecológico» para el resto del proceso. maestros. Sitúa los estados del ciclo de acuerdo con el siguiente patrón: / \ 5 . personas a las que jamás has conocido personalmente. Para «anclar» los estados. Las creencias que «solías creer» pero que ya no crees. El procedimiento implica establecer localizaciones separadas para cada estado. Comporta la utilización del anclaje y de mentores internos para acompañar a la persona a través de la secuencia de estados que completan el ciclo: 1) querer creer. etc.).] 3. Solía creer i / Quiero creer creencias Patrón d e localizaciones para el ciclo d e c a m b i o d e . e incluso tú mismo. Una experiencia de «confianza» profunda. y anclar luego el correspondiente estado a cada localización. fisiológicamente asociado con cada uno de estos aspectos del ciclo de cambio de creencias. 4 ) abrirse a la duda. podemos incorporarlas a nuestra propia posición perceptiva dentro de una situación concreta y aplicarlas.208 til POI5I-. mascotas. La experiencia de estar «abierto a dudar» de algo que creíste largo tiempo. (Éste es el espacio que he denominado «museo de historia personal». 3 ) creer. pero confiabas plenamente e n ti o en algún otro poder.) 5. 2. las montañas. Procedimiento del ciclo de creencias La experiencia de «confiar» en algo. Luego crea un espacio físico para el mentor. tal vez alguna ocasión e n la que ya n o sabías qué creer. 2) abrirse a creer. más allá de nuestras creencias. fenómenos naturales (como el océano. aplica el proceso que seguiste en el ejercicio de «anclaje».

(De n u e v o . Considera también si hay alguna parte d e las viejas creencias q u e valdría la p e n a retener o incorporar a la nueva. Obsérvate a ti m i s m o a través d e los ojos de tu m e n t o r . desplázate a la localización correspondiente a «Creo a h o r a » . p o n t e ahora «en su piel». ) 4. regresa a las viejas creencias conflictivas o limitadoras q u e dejaste aparcadas en la localización c o r r e s p o n d i e n t e a «Abierto a d u d a r » y llévate- «Paisaje» de estados asociado con el ciclo de cambio de creencias Implementar el ciclo de cambio de creencias U n a vez dispuesto este paisaje. Considera si hay algún cambio o revisión q u e desees incorporar a la n u e v a creencia. Siente c ó m o es eso d e estar más abierto a creer esa nueva creencia. Tal vez p u e d a s darle algún consejo o apoyo útil a ese otro tú. C o m p r u e b a la ecología: desplázate a la localización cor r e s p o n d i e n t e a «Confío» y reflexiona sobre las intenciones positivas y el propósito tanto d e la nueva creencia como d e cualquier otra confhctiva o limitadora. 5.Enriquecido p o r tus d e s c u b r i m i e n t o s en el espacio correspondiente a «Confío». 3.) 2. p o n t e «en su piel» en este m o m e n t o . C u a n d o i n t u i t i v a m e n t e creas q u e es el m o m e n to o p o r t u n o . si has elegido algún m e n t o r para este espacio. p u e d e ser utilizado de muchas formas distintas. U n a de las más c o m u n e s consiste en que la pef" s o n a piense en la nueva creencia que desearía reforzar y s i m p l e m e n t e la haga «circular» a través d e los pasos del ciclo natural- . y c o n c é n t r a t e en esa nueva creencia q u e deseas tener. (Si has elegido algún «mentor» para ese estado.210 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias El procedimiento es el siguiente: 211 ( P u e d e resultarte d e g r a n ayuda incorporar mentores q u te hayan ayudado antes a generar esta experiencia de confianza. Mantenía en m e n t e y pasa al espacio correspondiente a «Abierto a creer». 1. que está «abierto a creer». Colócate en el espacio correspondiente a «Quiero creer» y piensa en la «nueva creencia» en la que desearías confiar más. Si mientras estás en ese espacio se presenta alguna creencia confhctiva o limitadora. Obsérvate a ti m i s m o a través d e los ojos de tu mentor. Tal vez p u e d a s darle algún consejo o apoyo útil a ese otro tú q u e se está «abriendo a d u d a r » .) e Estos estados y estos m e n t o r e s n o tienen p o r q u é tener ning u n a relación con la cuestión d e creencias q u e tratas de resolver. m a n t e n í a en tu m e n t e y desplázate c o n ella al espacio correspondiente a «Abierto a d u d a r » .

orgánico e incesante. E n c a d e n a r implicaría establecer dos o m á s pasos o estados intermedios entre la frustración y la motivación. No olvides q u e . E x p e r i m e n t a esa nueva sensación de seguridad y verbaliza cualquier inspiración o lección que hayas descubierto en el proceso. ocasiones en las que u n a s pocas pa* . C o m o técnica. Entonces resulta ya m u c h o fácil pasar de ese estado al de motivación deseado. A menudo resulta difícil cubrir el h u e c o entre el estado actual y el deseado. el t é r m i n o «encadenado» se refiere a u n a modalidad de anclaje en el q u e las experiencias se unen en determinada secuencia que c o n d u c e del estado de partida al estado deseado. pasar p o r ejemplo d e «quiero creer» a «abierto a creer». El proceso puede realizarse tan sólo estableciendo la localización de las anclas para cada u n o d e los estados i n t e r n o s y recorriéndolas e n la secuencia apropiada. Hay. siempre p o d r á s realizar los ajustes que precises para que se adapte a lo que para ti sea más apropiado y ecológico. el lenguaje ejerce una influencia poderosa sobre n u e s t r o s estados i n t e r n o s . creer q u e algo es 1) deseable. «en el m ú s c u l o » ) tal vez sea necesario repetir el ciclo con cada u n a d e las cinco creencias fundamentales que hemos visto e n el Capítulo 5. en el m o m e n t o o p o r t u n o . 3) a p r o p i a d o .212 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 213 las al espacio c o r r e s p o n d i e n t e a «Solía creer» (Tu «museo d e historia personal»). 7. c o m o p o r ejemplo confusión. será necesario desplazarse progresivamente desde el primero hasta otro algo m e n o s negativo. [Nota: Para que u n a creencia q u e d e p l e n a m e n t e instalada (es decir. C o m p r u e b a la ecología: vuelve a colocarte en el espacio c o r r e s p o n d i e n t e a «Confío» y reflexiona sobre los cambios que acabas d e realizar. como curiosidad por lo q u e está p o r venir. el mero h e c h o de recorrer estas localizaciones (o incluso de hacerlo m e n t a l m e n t e ) y d e reexperim e n l a r l o s estados e s suficiente p a r a c o m e n z a r a cambiar con suavidad d e creencias. Desde ese estado algo m e n o s negativo p o d e m o s dar u n paso pequeño pero significativo hacia otro estado algo más positivo. Si el estado problema es negativo y el estado deseado es positivo. así c o m o q u e . Las cadenas más eficaces son las que acompañan y c o n d u c e n de forma progresiva desde el estado problema hasta el estado deseado. q u e u n a persona se e n c u e n tra atascada en un estado de frustración y quiere sentirse motivada para aprender algo nuevo. q u e facilitan e n gran medida el logro de a l g u n o de esos estados o el m o v i m i e n t o ente ellos. p o r ejemplo. sin embargo. Además de la fisiología. Vuelve a «Creo ahora» y concéntrate en la nueva creencia que deseas reforzar. Por su1 1 1 3 5 Encadenado de creencias El propósito ú l t i m o d e los diferentes patrones de bl poder de la palabra consiste en ayudar lingüísticamente a c o n d u c i r a la persona a través d e los estados incluidos en el ciclo de cambio de creencias. Cambiar de frustración a motivación así como así n o es tarea fácil. El elemento clave para el establecimiento de una «cadena» eficaz consiste en la selección de los estados intermedios elegidos para u n i r a m b o s estados extremos. En Programación Neurolingüística. 4) que estás en condiciones de lograrlo y 5) q u e lo mereces. así c o m o para fortalecer la experiencia d e estar «abierto a creer» o «abierto a d u d a r » . Tratar de forzar el salto de un estado a otro crearía sin d u d a tensión o conflicto. el ciclo d e cambio d e creencias no requiere necesariamente del uso del lenguaje. en el futuro.] labras bien colocadas. es decir. el p r o c e s o p u e d e seguir e v o l u c i o n a n d o . es decir. Estos estados de transición funcionan c o m o «peldaños» q u e a y u d a n a la persona a desplazarse con mayor facilidad hacia el estado deseado. Para m u c h a s personas. 2) posible. Supongamos. de las respuestas emocionales y d e las representaciones y s u b m o d a l i d a d e s internas. gracias a este ciclo natural. La técnica del E n c a d e n a d o de creencias demuestra c ó m o se utilizan algunos patrones simples de Eí poder de la palabra (Intención y Definición) para estimular y apoyar d e t e r m i n a d o s estados internos. 6.

También la curiosidad y la motivación se asemejan en q u e a m b a s implican v o l u n t a d d e ir e n u n a misma dirección. Localización 1: La creencia limitadora (estado problema). p o r ejemplo. que la haga en cierta medida positiva. Localización 3 : U n a redefinición d e a l g ú n aspecto d e la declaración d e la creencia limitadora.poco menos negativo ejemplo: Confusión Estado deseado Algo positivo ejemplo: Motivación para aprender Algo un poco positivo ejemplo: Curiosidad Acompañar ^. c o m o los patrones de Eí poder de la palabra. d. c o m p a r t e n algunas características. Estado problema Al 20 negativo ejemplo: Frustración procedimiento básico de encadenado de creencias Es más fácil establecer la secuencia d e estados de u n a misma cadena. para tratar con u n a creencia limitadora p u e d e s designar cuatro espacios para formar c o n ellos u n a cadena q u e vaya desde el estado p r o b l e m a (la creencia limitadora) al estado deseado (creencia potenciadora) con dos pasos intermedios: a. c. De forma parecida la confusión y la curiosidad se s u p e r p o n e n en ciertos aspectos. Localización 4: U n a creencia potenciadora que sea consecuencia tanto de la intención positiva c o m o d e la redefinición (estado deseado). De frustración a motivación Al seleccionar los estados para u n a cadena. Localización 2: La intención positiva de la creencia limitadora. Un m o d o de crear una cadena d e creencias consiste en añadir distinciones lingüísticas. lo más aconsejable es q u e los estados contiguos se solapen e n cierto grado fisiológica. mediante el proceso d e anclaje. La frustración y la confusión. así c o m o vincular u n estado y o t r o .C o n d u c i r Encadenado de estados. ambas implican i n c e r ú d u m b r e acerca del resultado. Por ejemplo. Abierto a la duda — Abierto a creer — Localización Localización Localización Localización 1 2 3 4 Estados transitorios Algo un ». la técnica de PNL de «Encadenar anclas» ha venido utilizando anclas cinestésicas. a la secuencia de anclas cinestésicas. p o r ejemplo. serán necesarios más o m e n o s pasos intermedios. cognitiva o emocionalmente. según sea la distancia fisiológica y emocional entre los estados extremos. b. Históricamente.214 EL PODLR Dli LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 215 puesto. Los estados contiguos de una misma cadena deberían superponerse en algún grado Estado p r o b l e m a Estado deseado Localizaciones para crear una cadena de creencias básicas .

Avanza de n u e v o . Existen m u c h a s otras formas n o verbales en que las personas interactúan y se envían mensajes. para e x p e r i m e n t a r así el movimiento desde el estado presente al estado deseado. pero redefiniendo las palabras clave d e la misma de m o d o que reflejen lo q u e has descubierto acerca de su intención positiva. p r o b a n d o distintas palabras hasta d a r c o n u n a expresión q u e cambie realmente tu sensación y tu estado interno a algo más positivo (por ejemplo: «Sentirme asociado y con e c t a d o c o n lo que estoy a p r e n d i e n d o » ) . 3 . asentir con la cabeza. hasta q u e sientas q u e h a y u n flujo fácil y s u a v e d e s d e el e s t a d o presente al d e s e a d o . No es necesario de mom e n t o conocer la creencia p o t e n c i a d o r a que acompañará a la creencia. Colócate ahora en la localización correspondiente al estado deseado y entra en u n estado i n t e r n o en el que te sientas «alineado» y «sabio». basta con e x p e r i m e n t a r el estado interno positivo q u e estará asociado con ella. Explora c ó m o los diferentes reencuadres verbales te p u e d e n ayudar a a d o p t a r perspectivas distintas sobre la creencia. Expresa de. Regresa a la localización c o r r e s p o n d i e n t e al «estado problema» y desplázate físicamente a través d e los demás pas o s d e la cadena. La c o m u n i c a c i ó n n o verbal e s t a n importante. pero q u e sea enriquecedora y potenciadora. Colocado en la localización del estado problema. Explora el propósito positivo d e tu creencia limitadora. 4. Asegúrate de n u e v o de que las palabras estimulen realmente sentimientos positivos c u a n d o las p r o n u n c i e s ( p o r ejemplo: « C u a n d o estoy asociado y conectado a mis sentim i e n t o s y relaciones c o n otras personas m i e n t r a s escucho las palabras. Luego sal de la localización y «sacúdete» el efecto asociado con la creencia limitadora. señalar c o n el d e d o o subrayar con el t o n o d e voz. Regresa al espacio correspondiente a la creencia limitadora y pásate a c o n t i n u a c i ó n a la de «intención positiva». Según Gregory Bateson. Avanza d e n u e v o . Todavía n o hace falta que te fijes en los cambios en la propia creencia. tanto lingüística c o m o a n e s t é s i c a mente. Presta atención al estado interno asociado c o n esta creencia limitadora. ahora hasta el espacio correspondiente a la «redefinición». c o m o establecer contacto visual. La influencia de la comunicación no verbal El impacto del c a m b i o de estados internos. así c o m o de la utilización del anclaje espacial en el c a m b i o d e creencias. q u e la c o m u n i c a c i ó n verbal. repitiendo las afirmaciones c o r r e s p o n d i e n t e s a cada localización. Recuerda que se trata tan sólo de q u e te hagas u n a idea d e los cambios en el estado i n t e r n o . Los mensajes verbales o palabras s o n t a n s ó l o u n a d e l a s m o d a l i d a d e s a través de las cuales las personas se c o m u n i c a n e influyen u n a s en otras. si n o m á s . 7. a p r o x i m a d a m e n t e tan sólo u n 8 p o r ciento de la información c o m u n i c a d a en u n a interacción está a . porque tan sólo presto atención a las palabras y no a mis sentimientos y relaciones con otras personas»).216 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias e 217 1. 5. esta vez hasta la localización del estado deseado. 6. y formula u n a declaración d e creencia positiva que incorpore la intención positiva d e la creencia limitadora. Recorre la cadena varias veces. hasta que des con alguna que cambie significativa- m e n t e tus sensaciones c o n respecto a la creencia ( p o r ejemplo: «Me cuesta prestar atención a los idiomas cuando me confundo y me aburro. elig u n a creencia limitadora con la que quieras trabajar (por ejemplo: «Me resulta difícil a p r e n d e r idiomas p o r q u e me confundo y m e a b u r r o con las palabras»). n u e v o la creencia limitadora. llorar. 2. U n a vez más. p u e d o disfrutar realmente a p r e n d i e n d o idiomas»). prueba diferentes palabras. p o n e también de relieve la importancia d e la c o m u n i c a c i ó n n o verbal.

Decirle a alguien «Tú n o p u e d e s hacer eso» c o n t o n o d e irritación o con tono d e frustración puede hacer tanto p o r estimular la duda c o m o p o r inspirar confianza o creencia. los mensajes n o verbales tienden a reflejar e influir en n u e s t r o estado i n t e r n o . es decir. los gestos. y el m o v i m i e n t o ocular. De h e c h o . Si alguien dice «Fantástico» con u n tono d e sarcasmo. t e m p o y v o l u m e n . Por ejemplo. las expresiones faciales las pausas. a través del sistema «analógico». el tono d e voz que utilizamos al hablar con otras personas ejerce un g r a n impacto sobre c ó m o va a ser «oído» y «recibido» el mensaje. Las señales n o verbales. el mensaje será radicalmente diferente a si p r o n u n c i a las mismas palabras señalando a s u s oídos. Los aspectos no verbales de nuestra >1 Tono de voz comunicación medida tienden a reflejar n u e s t r o e s t a d o i n t e r n o e n m a y o r q u e la c o m u n i c a c i ó n verbal De este m o d o . — es a m e n u d o tanto o más i m p o r t a n t e que las propias palabras para q u e el chiste sea más o m e n o s «gracioso». la postura. los cambios en el tono y el t e m p o de la voz. Si p r o n u n c i a m o s las palabras «¡Perrito bueno!» en u n tono d e voz irritado y amenazador. Entre estos aspectos analógicos d e la c o m u n i c a c i ó n cabe citar el lenguaje corporal. y determin a n los «sentimientos» que suscitará lo que la persona dice. Mensaje enviado Idea cognitiva: «No p u e d o hacerlo» Mensaje verbal: «Sigue intentándolo» Tono vocal de frustración «Metamensaje» no verbal Estado interno de duda: «Debo estar i haciendo algo mal» Mensa/e recibido Los metamensajes no verbales influyen en gran e n los e s t a d o s i n t e r n o s y la interpretación del del mensaje verbal medida receptor . c o m p o n e n t e «digital» de esta interacción El 9 2 por ciento restante es c o m u n i c a d o de forma n o verbal.218 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 219 cargo de las palabras. e t c . al m i s m o t i e m p o que señala a s u s propios ojos. mensajes acerca del c o n t e n i d o verbal que u n o está expresando. n o hay duda de q u e la respuesta primaria del can atenderá m á s al tono que al c o n t e n i d o d e nuestras palabras. Los indicadores no verbales son a m e n u d o «metamensajes». así como el c o m p o n e n t e tonal correspondiente a la parte audible de la interacción: tono d e voz. de forma n o verbal está enviando u n mensaje c o m p l e t a m e n t e contrario a lo que significan s u s palabras. tienen u n impacto más bien emocional. La c o m u n i c a c i ó n n o verbal incluye indicios y señales como la expresión facial. C o n frecuencia d e t e r m i n a n el m o d o en que la c o m u n i c a c i ó n verbal será recibida e interpretada. el modo en que se cuenta u n chiste — l a e n t o n a c i ó n . La comunicación no verbal es más «primitiva» y constituye la modalidad primordial que utilizan los d e m á s animales para comunicarse entre sí (y nosotros con ellos). c o m o la expresión de la cara y el tono de voz. Si u n a persona dice: «Ahora presta mucha a t e n c i ó n » . mientras que los mensajes verbales están m á s asociados con el proceso cognitivo.

El grado d e congruencia entre n u e s t r o s mensajes n o verbales y nuestras palabras procede. es decir. Por consiguiente. solemos fijarnos preferentemente en los aspectos verbales d e la comunicación. Al trabajar con El poder de la palabra es fundamental prestar atención al metamensaje n o verbal que acompaña a las palabras. p u e d e a y u d a r n o s a incrementar en g r a n medida nuestra eficacia al utilizar El poder de ¡a palabra para influir positivamente e n otras personas. de la congruencia entre el «mensaje» y el «mensajero». suelen p r o d u c i r el efecto contrario del deseado. Las palabras correctas. el estado i n t e r n o en el que estemos c u a n d o hablamos es tan importante c o m o el d e quien nos escucha. en primera instancia. Aprender a observar los indicadores n o verbales. de nuestra propia congruencia con lo q u e estemos diciendo. y nos pasa inadvertida la parte n o verbal de ésta.220 EL PODER DE LA PALABRA En general. p r o n u n c i a d a s con el tono de voz inapropiado. así c o m o a prestar más atención a n u e s t r o propio estado interno. o con la expresión facial inadecuada. 8 Virus mentales y la metaestructura de creencias .

Las creencias s o n generalizaciones extraídas de los datos de nuestra experiencia. Nuestra e x p e r i e n c i a sensorial es la q u e nos proporciona las materias primas c o n las que c o n s t r u i m o s n u e s t r o s m a p a s del mundo. Las expectativas p r o p o r c i o n a n la motivación necesaria para el mantenimiento de d e t e r m i n a d a generalización o creencia. en su calidad de m o delo para nuestra experiencia. las creencias s u p r i m e n y distorsionan los aspectos d e la experiencia para cuya representación han sido desarrolladas. y que a su vez están implicadas en la formación y el mantenimiento de creencias. Necesariamente. p o r lo general actualizadas y corregidas por la propia experiencia. . Nuestros estados p e r n o s son a m e n u d o la base sobre la que se apoya determinacreencia o generalización. Constituyen las «intenciones positivas» d e m á x i m o nivel para cuyo apoyo o reflejo h a n sido establecidas las creencias. tanto para la experiencomo para el ímpetu de nuestras acciones. Las consecuencias concretas q u e u n a creencia o generalización produce determinan su utilidad. Los valores d a n sentido a nuestras creencias y a nuestra experiencia.Metaestructura de creencias A lo largo d e este libro h e m o s explorado u n a serie d e d i m e n s i o nes de nuestra experiencia sobre las q u e nuestras creencias influyen. d e t e r m i n a n d o la energía emocional ruda en el m a n t e n i m i e n t o de la creencia. Las creencias conectan los valores c o n la experiencia a través de declaraciones d e «causa-efecto» y de «equivalencia compleja». Ello les confiere el potencial tanto para limitarnos c o m o para p o t e n c i a r n o s . El estado i n t e r n o actúa c o m o filtro.

f o r m a n d o a s í n u e s t r o tej" d e la realidad . «Puedo aprender» sirve para u n i r valores clave asociados c o n el aprendizaje — c o m o «diversión» y «mejora de. junto con el estado d e confianza. A m e d i d a que experimenta períodos cada vez m á s largos d e m a n t e n i m i e n t o del equilibrio antes de caerse. Si b i e n ese ejemplo p u e d e constituir para él u n a fuerte motivación. para evitar las reiteradas incomodidades y frustraciones. tal vez el chico pase a u n marco problema o a u n marco fracaso. haciendo que se caiga más a m e n u d o . C o n s i d e r e m o s el caso del niño que aprende a m o n t a r en bicicleta. s u p o n g a m o s que el chaval que está a p r e n d i e n d o a m o n t a r en bici tiene u n a h e r m a n a que ya sabe. ese estado i n t e r n o negativo afectará al rendimiento del m u c h a c h o . así c o m o a m e d i d a q u e vivimos nuevas experiencias. La función de n u e s t r a s creencias consiste en proporcionar los vínculos fundamentales entre estos distintos elementos que conforman n u e s t r o mapa del m u n d o . Una creencia potenciadora c o m o . Puede que entonces el chaval comience a construir la expectativa de que «me volveré a caer».224 EL PODER DE LA PAIAISRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 225 Las interconexiones entre estos diversos c o m p o n e n t e s constituyen lo q u e Richard Bandler d e n o m i n a el «tejido de la realidad» . los estados internos. sí m i m o » — con u n estad o i n t e r n o de «confianza» y c o n la expectativa d e q u e «cada vez lo h a r é mejor». la expectativa d e mejora y los valores d e diversión y mejora de sí m i s m o . a u n q u e al principio se caiga a m e n u d o . Por ejemplo. se refuerza en él la generalización d e que « p u e d o a p r e n d e r » . también p u d e s u c e d e r q u e le m u e v a a desarrollar expectativas exageradas. Habida cuenta d e que su actuación no se corresponderá c o n estas expectativas. Las creencias limitadoras p u e d e n surgir como resultado del cambio d e u n o cualquiera d e estos c o m p o n e n t e s a u n a formulación negativa o «marco-problema». Todo ello proporciona al n i ñ o la motivación y el í m p e t u necesarios para seguir p r o b a n d o . a l i m e n t a n d o de este m o d o u n a profecía que se refuerza a sí misma. Una vez establecidas. las expectativas. Nuestras creencias c a m b i a n y se actualizan a sí mismas a medida q u e e x p e r i m e n t a m o s cambios en los valores. Las creencias saludables m a n t i e n e n su conexión c o n todas estas dimensiones. v a l o r e s . las creencias limitadoras ejercen su influencia sobre otro c o m p o nente o sobre todos ellos. q u e lo conducirán a u n estado interno d e frustración. e s t a d o s i n t e r n o s y e x p e c t a t i v a s . de equilibrio I antes de caerse w Experiencia (Estímulo sensorial) Nuestras creencias son generalizaciones que u n e n experiencias. es probable que establezca la creencia de q u e « n u n c a p o d r é m o n t a r en bici» y deje de hacerlo para siempre. p o r ejemplo. Además de p r o d u c i r sentimientos i n c ó m o d o s . P o r fin.

Virus Creencias (Generalizaciones) «Nunca podré montar bici» Supresión Distorsión Experiencia (Estímulo sensorial) Caerse y hacerse daño Las creencias limitadoras crean un «marco-problema» C u a n d o las creencias y las generalizaciones limitadoras perm a n e c e n conectadas a las intenciones y las experiencias a partir de las cuales fueron establecidas. Esta situación se vuelve a ú n más exagerada c u a n d o la creencia limitadora n o la h e m o s construido nosotros a partir d e nuestra experiencia. eso le hará pensar: «Bueno. llegará en su m o m e n t o a m a n t e n e r el equiü" brío y c o m e n z a r á a tener algunos éxitos. d e los valores. así c o m o m á s «abierto a d u d a r » de las limitaciones percibidas con anterioridad. u n «marco-fracaso» o u n «marco-imposibilidad». Una presuposición fundamental en Programación Neurolingüística consiste en q u e cada cual tiene su p r o p i o mapa del m u n do. la PNL se ocupa de cómo tratar el h e c h o de q u e . así c o m o sobre «debería hacer» y q u é « n o se debería hacer» en relación l u d de u n o m i s m o y d e los d e m á s . Por lo general. Ello c o n d u c e a la p e r s o n a a c o m e n z a r a ver la creencia c o m o «el territorio». reencuadrándola d e forma natural. Cada vez estará m á s «abierto a creer» q u e p u e d e a p r e n d e r a m o n t a r en bici. Tales creencias se t o r n a n a ú n m á s limitadoras y difíciles d e cambiar cuando estamos separados de las experiencias. Tienen s u s p r o p i o s S a acerca q u é se c o n la mapas . l o Por ejemplo. efectivamente. cada cual tiene su propio mapa del m u n d o . Los m a p a s de las personas s o n m u y distintos entre sí. su formación profesional y su historia personal. C u a n d o eso sucede. las personas tienen distintas creencias de las capacidades sanadoras del c u e r p o .226 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 227 Deseo de evitar mas frustración e incomodidad f Valores \ ( (Intenciones ) \ ^ positivas) y éxito continúa. en lugar d e c o m o u n mapa más cuyo propósito consiste en a y u d a r n o s a transitar p o r u n a parte de nuestro c a m p o d e experiencias. la creencia llega a ser percibida c o m o u n a especie d e «verdad» disociada acerca de la realidad. acabará invirtiendo su anterior creencia negativa. según sean sus antecedentes. de los estados internos y de las expectativas d e las q u e en origen dichas creencias derivaron. Si u n chaval q u e ha consolidado la generalización de q «nunca p o d r é m o n t a r en bici» es estimulado y apoyado par c o n t i n u a r p r o b á n d o l o (y logra percibir su «fracaso» como una «realimentación»). sino q u e n o s ha sido impuesta p o r otros. Los n u e v o s d a t o s o «contraejemplos» q u e n o encajen con la generalización conducirán a la persona a reconsiderar la validez de su creencia Imitadora. las supresiones y las correcciones se actualizan y corrigen c o m o resultado de n u e v a s experiencias. U n o d e los retos m á s i m p o r t a n t e s d e nuestra vida consiste en coordinar n u e s t r o mapa del m u n d o con s de los d e m á s . su cultura. d e cambios en el estado i n t e r n o y de la revisión de expectativas. S i u e 2 e mentales ExpectativasS (Consecuencias') anticipadas) «Me volveré a caer» Las creencias limitadoras surgen de las generalizaciones. las supresiones y las distorsiones q u e h a n sido colocadas en u n «marco-problema». En g r a n medida. tal vez d e s p u é s de todo sí aprenderé». su sociedad.

p o r consiguiente. dato sensorial. En ocasiones estos mapas resultan m u y limitadores. de una creencia a la q u e la paciente haya llegado p o r su propia experiencia.228 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 229 acerca d e lo q u e es posible en relación con la sanación física y v S ven su vida de a c u e r d o con esos m a p a s .m e n t e n o s o n m á s que palabrerías». sobre todo c u a n d o se presenta como el «mapa correcto del m u n d o » . n o es fácil corregir o actualizar los virus mentales mediante datos o contraejemplos n u e v o s . la creencia limitadora) o bien se enfrenta a él. p r o c e d e n t e s d e las experiencias. a u n a mujer q u e . pero tratándose de su m é d i c o . p o r lo general. S u p o n g a m o s que la paciente d e n u e s t r o ejemplo trabajara como enfermera de u n m é d i c o generalista y q u e éste. La mujer queda en u n a posición en la q u e o b i e n se m u e s t r a d e a c u e r d o c o n su m é d i c o (aceptando. Observa que la creencia expresada p o r el m é d i c o está expresada en u n marco problema y n o está conectada c o n n i n g u n a intención positiva. acaba convirtiéndose en lo que den o m i n a m o s u n «virus mental». suelen ser otras creencias limitadoras. evidentemente. en lugar d e servir a u n a realidad mayor. Sin embargo. u n virus mental ha p e r d i d o toda c o n e x i ó n con la «metaestructura» circundante. del m i s m o m o d o q u e cualquiera tendría q u e asumir estar expuesto a los gérmenes si estuviera j u n t o a u n a persona afectada p o r alguna enfermedad infecciosa. tras descubrir q u e tiene u n cáncer d e m a m a metastásico. comienza a averiguar qué p u e d e hacer para ayudar m e n t a l m e n t e a su propia curación. que p u e d e ser actualizada o corregida c o m o resultado d e la experiencia. probablemente. En lugar de ello. p o r ejemplo. N o se trata. que proporciona el contexto y el propósito a la creencia y d e t e r m i n a su «ecología». lo cual probablemente p r o d u c i r á consecuencias negativas en s u s esfuerzos o en los de otras personas para que su salud mejore. Está tan sólo presentada c o m o «así s o n las cosas». y q u e . el virus mental se convierte en su propia y única «realidad» de validación. y c o n d u c e n a confrontaciones y conflictos entre creencias. n o resulta fácil examinar la validez o la utilidad de esa creencia. C o n s i d e r e m o s . estas otras creencias y presuposiciones n o s o n a m e n u d o evidentes e n la estructura superficial de la creencia. A diferencia de la creencia limitadora típica. / Valores \ ( (Intenciones ) \>positivas) J (Estímulo sensorial) Un «virus del pensamiento» es una creencia que ha quedado desconectada de los demás procesos cognitivos y empíricos a partir de los cuales fue construida Así p u e s . hay q u e recurrir a identificar y transformar las d e m á s creencias y presuposiciones en las que se basa el virus (y q u e lo m a n t i e n e n en su sitio). Su m é d i c o le ha dicho: «Todas esas historias sobre la sanación c u e r p o . n i consecuencia esperada o deseada en relación c o n la aceptación de la misma. C u a n d o eso sucede. Esta clase de creencia. En esencia. que n o es sino u n a clase particular de creencias limitadoras. estado i n t e r n o . acabarán p o r «volverla loca». en lugar d e . Por consiguiente. las creencias de éste ejercen u n a gran influencia sobre las decisiones que ella t o m e en relación con su propia salud. se tendrá que c o n t e n t a r c o n la creencia del m é d i c o c o m o factor d e su p r o p i o sistema d e creencias. los virus mentales se basan en presuposiciones n o explicitadas q u e . Tanto si le gusta c o m o si n o . susceptibles d e interferir seriamente c o n los esfuerzos p r o p i o s o ajenos para sanar o mejorar.

p o r ejemplo. en esencia.230 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 231 decirle. me importa mi familia. La implicación d e la frase consiste en que «debería dejarse d e tonterías y prepararse para morir». escribe sobre ellos i n d i s c r i m i n a d a m e n t e . El «virus mental» es. u n «virus» es en realidad u n fragm e n t o de material genético. Del m i s m o m o d o q u e la programación de un o r d e n a d o r o d e u n c o n j u n t o d e ordenadores p u e d e ser dañado p o r u n «virus informático». n u e s t r o s sistemas nerviosos son perfectamente susceptibles d e ser «infectados» y dañados por los «virus mentales». p o r ejemplo. En términos biológicos. pues. Si de veras le importa su familia. A u n q u e en principio esta amonestación parezca m e n o s violenta q u e decirle que todo eso «no son más que palabrerías». Sin embargo éstos resultan inútiles contra los virus. e n realidad refleja m u c h o más u n potencial virus mental. Habida cuenta d e q u e las bacterias son células q u e se autolimitan. Nuestro código genético constituye n u e s t r o programa «físico». pero gran parte d e ellas son beneficiosas y d e h e c h o necesarias para el c u e r p o . Tales «virus mentales» p u e d e n «infectar» la m e n t e y el sist e m a nervioso. o dirigir sus acciones según u n determinado pensamiento. Penetra en las células del «anfitrión» q u i e n . n o tiene ni idea de la «ecología» del o r d e n a d o r q u e invade n i n i n g u n a percepción de su identidad con respecto al resto de la p r o g r a m a c i ó n del equipo. n o la pienso dejar sin prepararla». Eso causa q u e el o r d e n a d o r funcione mal y provoque graves errores. Algunas de ellas s o n parasitarias y llegan a ser perjudiciales si su n ú mero rebasa ciertas proporciones. resulta a ú n más difícil de reconocer q u e «no es m á s que su opinión». ser egoísta y n o preocuparse p o r la familia. N o tiene «conocimiento» acerca d e d ó n d e pertenece en el o r d e n a d o r o d e qué partes de la m e m o r i a están libres y accesibles para él. Los pensamientos y las creencias individuales n o tienen «poder» p o r sí mismos. a n o s Por ejemplo. q u e está h a c i e n d o el t o n t o . b o r r á n d o l o s y reemplazándolos por sí m i s m o . c o n antibióticos. Es entonces c u a n d o se «autorrealizan». si n o está inmunizado contra él. U n virus es u n a porción i n c o m p l e d e «programa». no «invaden» n i asaltan las células de nuestro c u e r p o . que sí son células vivas que p u e d e n ser destruidas. Puesto que n i reconoce ni respeta los límites de los programas y datos del ordenador. No es una idea completa y coherente que encaje con el sistema mayor de ideas y creencias d e la persona y los apoye orgánicamente de forma saludable. p o r eso n o hay f ° ' 13 r ma de matarlo. le ofrece sin saberlo u n «hogar» e incluso lo ayuda a reproducirse y a generar más virus. n o vaya p o r ahí tratando de ponerse bien. para poder digerir n u e s t r o s alimentos. Pero lo que n o está en la superficie. exactamente igual que los virus en el cuerpo o en u n sistema informático los infectan y provocan confusión y mal funcionamiento. y n o .) Un «virus informático» se parece a u n virus biológico en que n o es u n p r o g r a m a completo en sí m i s m o . Hacerlo generaría falsas esperanzas. Lo que convierte esto d e tal m o d o en un virus mental potencial es que implica q u e el m o d o «correcto» y único de ser una m a d r e y esposa b u e n a y amorosa consiste en aceptar q u e te vas a m o r i r y en prepararte a ti m i s m a y a tu familia para esa realidad inevitable. No es realmente u n ser vivo. le dice en privado: «¿Sabe? Si d e veras le i m p o r t a su familia n o debería dejarla sin prepararla». esa persona les infunde «vida». lo que n o está explícitamente expresado. (Todo ello contrasta con el caso de las «bacterias». o de lo contrario todavía se lo p o n d r í a más difícil a su familia. N o se le p u e d e e n v e n e n a r o destruir p o r q u e n o está vivo. c o m o el especialista. Su ú n i c o propósito consiste tan sólo en reproducirse sin parar y hacerse cada vez mayor. Debido a que u n a b u e n a parte del significado del mensaje es implícito y n o expresado. en gran . Implica que tratar de recuperar la salud cuando la propia m u e r t e es tan i n m i n e n t e significa. Sólo cobran «vida» cuando alguien actúa sobre ellos. parecido a los otros tipos de virus. podría malgastar recursos financieros y acabaría provoc a n d o frustración y tristeza. es q u e ese «dejarla» significa en realid a d «usted va a morir». Es u n a creencia o u n pensamiento concreto susceptible de generar confusión o conflicto. p o r q u e eso la dejaría sin preparar. C u a n d o u n a persona decide actuar según una determinada creencia. la mujer del caso real antes citado vivió doce más de lo q u e s u s médicos habían pronosticado. Tal vez la mujer piense: «Sí.

algo así c o m o el caballo de Troya. Sin embargo. Como ejemplo. Lo relatado no implica que aquel médico fuera bajo ningún concepto una mala persona. supongamos que el código genético de una persona tiene el patrón «AAABACADAEAF» y el de un virus es «AAABAOAPEAF». su «virus». o el ordenador con los informáticos: reconociéndolos. con suerte. de hecho. ¿Por qué? Porque estaba convencido de que su muerte era inminente e inevitable y no la quería «dejar sin prepararla». En caso contrario. Piensa si no e n cuántas personas han sido asesinadas en tantas «limpiezas étnicas» y «guerras santas». Es incluso posible que la forma de malar del virus del SIDA sea a través de los virus mentales que lo acompañan. unos años después de que hubiera abandonado a su anterior jefe. Si el cuerpo y su sistema inmunitario son «engañados» por un virus c o m o el del SIDA. el código parece idéntico y al organismo se le permite la entrada en el cuerpo. es porque la estructura de éste se asemeja e n m u c h o s aspectos al código de nuestras propias células (una modalidad de «acompañamiento y conducción» a nivel celular). todo eso se asemeja a la afirmación del médico de que «Si de veras le importa su familia no debería dejar de prepararla». aunque el estado de su enfermedad no era tan avanzado como el de su antigua enfermera. Además. podría vivir unos dos años. el problema no era él. Un virus mental no puede ser destruido. inflige un numero relativamente considerable de «bajas civiles» entre las células sanas del cuerpo. Los virus no sólo afectan a las personas y a los ordenadores «débiles». tan solo ser reconocido y neutralizado o filtrado fuera del sistema. así c o m o todo lo que entra en él para garantizar su salubridad y su pertenencia al conjunto. En apariencia no hay nada obviamente perjudicial en ella. que parece en ciertas partes similar al del individuo. Destruye células infectadas. Otra forma que el virus tiene de engañar al sistema inmunitario consiste en revestirse de una envoltura de proteínas uiocuas. La respuesta de aquel médico consistió en quitarse la vida. o tal vez lo hizo él con sus propias manos (el caso nunca llegó a aclararse del todo). Siglos de guerra y de persecución religiosa lo demuestran. matar a la persona que ha actuado en función de una idea o de una creencia tampoco las destruye. haz C» o. sino su creencia. «estúpidos» o «malos». El médico para el que trabajaba le anunció que. El «anfitrión» es en principio «engañado» por el virus porque éste aparenta encajar en el sistema o bien ser inofensivo. por ejemplo. inmunizándose ante ellos y no dejándoles espacio en el sistema. Lo que hay que enjuiciar críticamente son las creencias. No puedes matar una «idea» o una «creencia» porque no están vivas. La mujer dejó de trabajar para él y vivió muchos años más libre de síntomas de cáncer. Por otro lado. pero ni sana el cuerpo ni lo protege contra el virus. aunque se lo dijo en términos de meses e incluso semanas. Si se verifican únicamente las primeras letras. parece que encaja con los valores positi- . no las personas. En realidad. éste enfermó gravemente. Puede matar a su «anfitrión» y contaminar a quienes éste pueda «infectar».232 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 233 medida gracias a que decidió no interiorizar las creencias limitadoras de los facultativos. Una de las funciones del sistema inmunitario consiste e n verificar los códigos de diversas partes de nuestro cuerpo. En cierta medida. los humanos y los chimpancés son las únicas criaturas cuya estructura genética se asemeja lo suficientemente a la del virus del SIDA c o m o para poder ser infectada («acompañada») por el virus. nuestro «código» genético es una especie de programa que funciona algo más o menos así: «Cuando haya A y B. «Si algo tiene la estructura "AAABACADAEAF". el agente extraño es «expulsado» o reciclado. De hecho. Desde la perspectiva de la Programación Neurolingüística. convenció a su mujer para que hiciera lo propio. Por ejemplo. Lo cierto es que un virus mental puede conducir a la muerte con tanta certeza c o m o el del SIDA. Por si fuera poco. en cuyo caso el sistema inmunitario no percibe entonces nada alarmante. (La quimioterapia funciona en cierto m o d o c o m o la guerra.) Las creencias limitadoras y los virus mentales deben ser tratados de forma parecida a la que el cuerpo emplea con los virus físicos. el hecho de que se quitara la vida puede entenderse c o m o un acto final de integridad para alguien con aquella creencia. entonces pertenece a esta localización».

e n esencia. Una declaración d e creencia. pero se presupone o se a s u m e . c o m o e n el caso d e la quimioterapia. lo que hacen estos programas es expulsar el disco c o n t a m i n a d o al detectar algún virus. De forma parecida. lo dicho n o constituye u n a invitación a salir por ahí a «borrar» t o d o s los p e n s a m i e n t o s limitadores. La infección vírica n o es ni automática ni inevitable. Iodos hem o s pasado s e g u r a m e n t e p o r experiencias en las que hemos estado «expuestos» a los virus de la gripe o del resfriado. En una inm u n i z a c i ó n completa. Por ejemplo. Te p o n e s la vacuna y de r e p e n t e tu c u e r p o dice: «Mira. seleccionar u n archivo en el disco duro del ordenador y m a n d a r l o «a la papelera» para ser eliminado constituye u n a solución final. Éste sigue presente en el m e d i o . los estados internos. de manera q u e el o r d e n a d o r n o sufra ningún riesgo. El sistema i n m u n i t a r i o n o aprende a matar el virus p o r q u e éste n o es u n ser vivo. n o es más q u e u n conjunto d e palabras hasta que le damos «vida» a través de los valores. qué es lo que pertenece al c u e r p o y qué es lo que n o le pertenece. p e r o . y experimentan en ello grandes dificultades tan sólo p o r q u e n o hacen ningún esfuerzo p o r prestar atención a su situación y comprenderla.234 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 235 vos de «importar» y «estar preparado». sin infectarnos p o r q u e n u e s t r a s defensas estaban «en guardia». El sistema i n m u n i t a r i o del c u e r p o es su m e c a n i s m o l e . Reconocer y distinguir u n «virus» requiere a m e n u d o una buena dosis de sabiduría. ) Por ejemplo. la ética y la ecología n o derivan de estar en posesión del mapa del m u n d o «exacto» o «correcto». el sistema i n m u n i t a r i o del c u e r p o mejora su «educación» p reconocer y seleccionar ese virus.El objetivo consiste en crear u n mapa lo más rico posible. La sabiduría. pero n o tan violenta c o m o «luchar» con el virus y «matarlo». sino que reconoce el programa vírico y lo b o r r a de la m e m o r i a del disco d u r o . u n programa informático «antivirus» n o destruye partes del ordenador. Tan sólo le h e m o s enseñado a n u e s t r o sistema i n m u n i t a r i o sistemas para reconocer a ese virus. el énfasis prioritario estriba en tomarse el tiempo necesario para explorar la c o m u n i c a c i ó n o la intención positiva del síntoma. Es i m p o r t a n t e recordar que u n virus (biológico. A m e n u d o . Verifica el programa del via r a rus con m a y o r extensión y profundidad. De hecho. Repito que las vacunas no m a t a n virus. De forma parecida. el contexto en el que se p r o n u n c i a y lo q u e n o se dice. y eso es todo. la convierten en letal. sino también para actualizar y reemplazar c o n n u e v a s versiones los p r o g r a m a s que se van quedando anticuados. Sanar u n «virus mental» implica profundizar y enriquecer nuestros m a p a s m e n t a l e s para conseguir de este m o d o más o p ciones y perspectivas. que respete la naturaleza sistémica y la ecología. Muchas personas tratan simplemente de librarse de sus síntomas. h e m o s conseguido eliminar virtualmente la viruela de la faz del planeta. pero n o lo h e m o s logrado d e s t r u y e n d o al virus causante d e esa enfermedad. De forma parecida. las expectativas y las experiencias que relacionamos con estas palabras. las células s i m p l e m e n t e n o llegan a infectarse n u n c a . Es algo q u e h a c e m o s n o tan sólo para proteger n u e s t r o s equipos. Sin embargo. ese virus n o m e pertenece». el sistema i n m u n i t a r i o mejora su capacidad de reconocimiento y selección de los distintos patrones en los códigos genéticos de los virus. p o r ejemplo. La vac u n a c i ó n contra u n v i r u s específico consiste. su acción atiende más al síntoma que a su causa. sino que a y u d a n al organismo a r e c o n o cer con mayor claridad lo que es tuyo y lo q u e n o lo es. lo hace tamn la percepción q u e t e n e m o s de nuestra identidad y d e n u e s ra misión. A medida q u e nuestro m o d e l o del m u n d o se e x p a n d e y enriquece. Del m i s m o m o d o q u e una niña o u n niño q u e a p r e n d e n a leer s o n cada vez más capaces d e discriminar patrones de letras. tanto d e nosotros mismos c o m o d e l m u n d o en el q u e vivimos. Obviamente. sencillamente p o r q u e ningún h u m a n o p u e d e aspirar a eso. en enseñar al sistema i n m u n i t a r i o a reconocer el virus y a reciclarlo o a expulsarlo del cuerpo. informático o m e n t a l ) n o tiene ni inteligencia ni i n t e n c i ó n respecto al sistema en el que penetra. (Es cierto que las d e n o m i n a d a s «células T asesinas» del sistema i n m u n i t a r i o hum a n o s o n capaces de destruir células y tejidos de n u e s t r o cuerpo infectados p o r u n virus. al i n m u n i z a r s e ante d e t e r m i n a d o virus. u n virus biológico sólo resulta perjudicial cuand o el c u e r p o le permite la entrada y lo confunde consigo mismo.

la utilización de la palabra dejado implica que el preguntado ya practicaba ejercicio regularmente antes. Las presuposiciones están relacionadas con las u c e n c i a s inconscientes o suposiciones. en relación c o n nuestra identidad y nuestra misión. es que partes significativas d e la creencia se p r e s u p o n e n y n o son explíc i t a m e n t e expresadas en la creencia. n o contiene esa presuposición. las técnicas d e El poder de la palabra nos permiten tratar con las creencias limitadoras y los virus mentales d e u n m o d o que se asemeja más a la vacunación que a la quimioterapia. las expectativas. la afirmación: «Puesto que n o nos dejan otra alternativa. procede del latín y significa literalmente «poner debajo». para c o m p r e n d e r la afirmación: «Tan p r o n t o como dejes d e sabotear n u e s t r o s esfuerzos terapéuticos. en la pregunta: «¿Has dejado d e practicar ejercicio con regularidad?». h a y que asumir que la persona a la que se dirige esta afirmación ha estado. p r e s u p o n e que realmente n o existe otra alternativa. Por ejemplo. Son suposiciones e inferencias que p o d r í a m o s extraer e la pregunta. tanto en el aspecto fisiológico c o m o en el «espiritual». ra Presuposiciones Uno de los principales factores que i m p i d e n que u n virus mental sea actualizado o corregido de forma natural por datos y contraejemplos nuevos. Considera las siguientes afirmaciones: Los autoridades impidieron que los manifestantes " porque temían la violencia. y son necesarias para q u e éstas tengan sentido. de sub («debajo») y poneré ( « p o n e r » ) . Una presuposición lingüística es algo q u e está abiertamente expresado e n el propio cuerpo d e la declaración y que debe ser «supuesto» o aceptado para que la frase o el p r o n u n c i a m i e n t o tengan sentido. embebidas en la estructura d e un p r o n u n c i a m i e n t o . De forma parecida. Conclusiones c o m o «El q u e habla cree que el ejercicio es unportantc» o «El que habla n o está familiarizado con los hábitos de ejercicio del p r e g u n t a d o » n o están p r e s u p u e s t a s p o r las preguntas. los estados internos y las experiencias. Las verdaderas presuposiciones lingüísticas deben ser contrastadas con las suposiciones y las inferencias. hacer que afloren a la superficie y examinar las d e m á s creencias y presuposiciones en las q u e el virus se basa. en cambio: «¿Practicas ejercicio c o n regularidad?». C o m o conclusión. estaremos en condiciones de lograr algo más d e progreso». Muchos d e los principios y técnicas d e Programación Neurolingüística — c o m o los que incluyen los patrones de El poder de la palabra— pueden considerarse como una modalidad de «vacuna» que ayuda a las personas a inmunizar sus «sistemas de creencias» frente a determinados «virus mentales». Por ejemplo. la i n m u n i z a c i ó n ante un virus mental implica la clarificación. así c o m o que se ha logrado al m e n o s algún grado de progreso. Según el diccionario. El p r o c e s o d e i n m u n i z a c i ó n implica sobre todo q u e este sistema aprenda más acerca d e lo q u e forma parte de nuestro ser físico y lo que no. así c o m o que s o n «ellos» quienes determinan q u e la h a y a o n o . presup o n e r significa «suponer de a n t e m a n o » .236 EL PODER DE LA PAI-ABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 237 para clarificar y m a n t e n e r la integridad de su propia identidad física. en efecto. Para q u e el virus mental sea actualizado o corregido. cierta información o determinadas relaciones tienen que ser aceptadas c o m o verdaderas. d e u n a acción o de otra creencia. El t e r m i n o «suponer» marcha- . procedentes d e nuestra experiencia. la congruencia y la alineación del sistema d e creencias de cada cual. Las presuposiciones lingüísticas se p r o d u c e n c u a n d o . para que una afirmación concreta tenga sentido. pero que n o están implícitas en ella misma. tratando de sabotear los esfuerzos terapéuticos d e quienes la atienden. La pregunta. De forma parecida. situándolos d e nuevo en el contexto d e m o d o que pueden ser actualizados de forma natural. La afirmación p r e s u p o n e también que se está intentando alguna clase de esfuerzo terapéutico. Diluyen las creencias limitadoras y los virus mentales restableciendo su conexión con los valores. tendremos q u e recurrir a la violencia». será necesario identificar.

que trató de dilucidar las intenciones positivas de ambas afirmaciones. Para hacerlo habría q u e decir algo así: «No m e importa mi familia y no la voy a p r e p a r a r » . p o drán ser exploradas. evaluadas y «reencuadradas». » En la primera d e ellas. Eso es todo. d e todos modos. De m o d o que concluyó que explorar los m é t o d o s de sanación c u e r p o . n i inteligente n i saludable. F o r m u l a d a en positivo. Las declaraciones de «equivalencia compleja» y d e «causa-efecto» p u e d e n ser negadas o rechazadas di- . La paciente r a z o n ó que no tomar todos los c a m i n o s posibles d e sanación q u e se le presentaran n o sería ni sabio. asumiremos q u e el sujeto que «teme» o «predica» son las «autoridades» o los «manifestantes». que te vas a m o r i r y que lo mejor q u e p u e d e s hacer es prepararte para ello y acabar c u a n t o antes para n o molestar a los d e m á s ) . También se percató de q u e . lo cual sonaría bastante raro y. el facultativo n o hablaba p o r su propia experiencia.» no por rectamente. n o trataría c o n las suposiciones e inferencias q u e realmente hacen d e la afirmación u n a creencia limitadora (a saber. s u s expectativas.m e n t e con sabidu- «Si de veras le importa su familia no debería dejar de prepararla. según cuál d e las dos utilicemos. La inferencia relacionada con a m b a s frases podría ser que «los manifestantes y las autoridades eran g r u p o s diferentes de personas». la paciente fue aconsejada p o r una practicante d e PNL. las experiencias. En el caso d e los dos médicos. En la s e g u n d a afirmación. La inferencia está relacionada c o n las conclusiones lógicas realizadas sobre la base de la información proporcionada p o r la afirmación. su m é d i c o se sentía completamente p e r d i d o c o n esos m é t o d o s . y no m e v a n a volver loca». Consideremos las creencias de los dos médicos mencionados en el ejemplo de la paciente de cáncer: «Todas esas historias sobre la sanación cuerpo-mente son más que palabrerías que. acabarán volverla loca. Es decir. Tan sólo cuando éstas hayan sido cuestionadas y se hayan e x a m i n a d o s u s intenciones positivas. Es más probable q u e p e n s e m o s que sean las autoridades las que teman la violencia y los manifestantes quienes la prediquen. sobre todo si hacerlo n o interfería con los d e m á s tratamientos.238 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias marcha- 239 Las autoridades impidieron que los manifestantes ran porque predicaban la violencia. Llegó a la conclusión de que la intención positiva d e la primera afirmación («Todas esas historias sobre la sanación cuerpo-mente no son más que palabrerías que. sino q u e es a s u m i d o p o r q u i e n e s la oímos. la generalización y el juicio fundamentales n o aparecen en la estructura superficial d e la frase. se hace más difícil identificarlas y tratarlas directamente. pero eso n o está en absoluto p r e s u p u e s t o p o r la propia afirmación. por lo q u e n o p u e d e n ser negadas o refutadas directamente. Se dio cuenta d e que. s u s estados interiores y las experiencias a partir d e las cuales la creencia se formó. a excepción de las palabras «temían» y «predicaban». probablemente. s u s suposiciones y s u s inferencias. a u n c u a n d o la intención. en lugar d e centrarse en ellas mismas. p o r haber probado y rechazado él m i s m o los métodos « c u e r p o . probablemente. inteligentemente y s a l u d a b l e m e n t e » . Para tratar d e u n a m a n e r a eficaz con esta s e g u n d a afirmación. Habida cuenta de que las presuposiciones. los juicios y las generalizaciones esenciales se e n c u e n t r a n en la estructura superficial de la frase. Sin embargo. sino que lo más probable es que lo hiciera a través de s u s filtros mentales c o m o licenciado en medicina. las s u p o s i c i o n e s y las inferencias n o aparecen e n la e s t r u c t u r a superficial d e determinada afirmación o creencia. Lo ú n i c o que ambas frases p r e s u p o n e n es que u n o s manifestantes querían desfilar. la misma intención se convertía en «actuar sabiamente.m e n t e » . las expectativas y el estado i n t e r n o d e los q u e derivan la generalización y los juicios h a n sido s u p r i m i d o s . lo primero que hay que hacer es sacar a la superficie s u s presuposiciones. la interlocutora podría responder: «No son palabrerías. acabarán por volverla loca») consistía en «no ser t o n t a » . en realidad. probablemente. A m b a s frases tienen exactamente la m i s m a estructura.

sin dejarse vencer p o r la desesperación o p o r la apatía. n o podía conocer su destino. c u a n t a s más presuposiciones contenga la frase. afirmación que t a m b i é n implica presuposiciones e inferencias. (1975) los cofundadores d e la Programación Neurolingüística. La paciente respondió d e forma parecida a la afirmación del otro médico. La mujer concluyó q u e u n a d e las mejores maneras en q u e podía «preparar» a s u s hijos para tratar con u n a enfermedad grave consistía en ser ella misma u n b u e n m o d e l o de c ó m o abordar la salud con congruencia y o p t i m i s m o . PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 241 ría. la tendré q u e creer p o r q u e sé que nosotros n o h e m o s hecho nada». E n r e s u m e n . De forma parecida. c u a n d o le dice a su paciente que «El resto es cosa suya». C o m o ya h e m e n c i o n a d o .) . sin embargo.D. y usted tiene la capacidad y la responsabilidad de hacerlo». Nueve años más tarde. Esta presuposición ejercerá una influencia positiva sobre las acciones del paciente. Recordemos el comentario del m é d i c o citado en el Capítulo 1.m e n t e . En este caso. las presuposiciones y las inferencias también p u e d e n transmitir mensajes positivos. p o r q u e su estado se había considerado demasiado avanzado para eso. Richard Bandler y J o h n Grinder. Dados los comentarios anteriores sobre virus mentales y presuposiciones. la única cuestión es cuándo. También reconoció que su destino estaba en m a n o s d e Dios y de ella m i s m a y q u e (a pesar d e lo que él pudiera p e n s a r de sí m i s m o ) el m é d i c o n o era Dios y q u e . c o m o : «¿Quiere hablarme ahora mismo de lo que le molesta. Lo que sucede es q u e las presuposiciones lingüísticas reducen s i m p l e m e n t e el potencial para el análisis directo. es i m p o r t a n t e recordar que n o todos los virus s o n perjudiciales. Sin embargo. la paciente acabó p o r tener u n a espectacular recuperación. Erickson M. sobrepasando c o n mucho las expectativas d e cualquiera de los implicados. En Patterns of the Hypnotic Techniques of Milton H. De hecho. describen c ó m o empleaba este legendario h i p n o t e r a p e u t a las presuposiciones lingüísticas para inducir estados d e trance en s u s pacientes y ayudarlos a manejar más eficazmente s u s síntomas. la presuposición es: «Puede hacerse algo más para promover su recuperación. A lo que el facultativo respondió: «Bueno. al verla. Solía formular a m e n u d o afirmaciones o sugerencias q u e p r e s u p o n í a n d e t e r m i n a d o s comportamientos o respuestas en s u s pacientes. oculta tras la creencia en apariencia negativa de éste. Después d e practicarle u n c h e q L t e o realmente exhaustivo. víctima d e s u s propio virus m e n t a l y d e s u s presuposiciones. pero decidí probar d e todos m o d o s y h e pasado m u c h o tiempo m i r a n d o en mi interior y visualizando cómo me curaba». en el que el psiquiatra le dice al paciente que creía ser Jesús «Tengo e n t e n d i d o q u e tienes experiencia c o m o carpintero». el m i s m o médico atendió a la misma paciente para u n a cuestión de cirugía menor. el otro facultativo acabó suicidándose al verse enfrentado a u n a enfermedad grave pocos a ñ o s después d e haber p r o n u n c i a d o su famosa frase. C o m o ya h e señalado con anterioridad. podría realmente dar respuesta a la intención positiva n o explicitada del facultativo. Q u e d ó francamente s o r p r e n d i d o p o r su estado de salud y le dijo: «¡Válgame el Cielo.240 El. parece usted más sana q u e yo! ¿Qué ha hecho?» Sabía que n o podía ser n a d a médico. p o r consiguiente. Aquella mujer (que no era otra que mi m a d r e ) contó q u e . más potencial tiene para convertirse en u n «virus». o prefiere esperar un poco?» (Se da por sentado que la persona dirá qué es lo que le molesta. resulta interesante observar que el médico que formuló la primera d e las dos afirmaciones volvió a ver a la paciente varios meses después. D e t e r m i n ó q u e su i n t e n c i ó n positiva de su creencia («Si de veras le importa su familia no debería dejar de prepararla») consistía en última instancia en aceptar su destino y actuar ecológicamente con respecto a su familia. La mujer le respondió: «Ya sé que usted dijo que n o creía en la sanación c u e r p o . el médico reaccionó c o m o si se encontrara ante u n a aparición. El ejemplo incluido en el Capítulo 1. la ingeniería genética m o d e r n a utiliza incluso virus especiales para «empalmar» genes. constituye u n ejemplo del m o d o en que Erickson se servía de las presuposiciones lingüísticas. le puso la m a n o en el h o m b r o y le dijo: «Manténgase lejos d e los médicos».

creando d e este m o d o u n a r g u m e n t o circular. —¿Y c ó m o es que eres el líder? —insistió el otro. parecen centradas en sí mismas y arrogantes. Los procesos autorreferenciales p u e d e n contrastarse con aquellos que disponen d e referencias externas. El cáncer constituye u n ejemplo biológico de u n sistema (o d e u n a parte del sistema) que se ha vuelto autorreferencial en exceso. —Yo —dijo e n t o n c e s — m e quedaré c o n tres. Crece y se extiende hasta un p u n t o e n el que resulta destructivo para el resto del sistema. los sistemas saludables mantienen u n equilibrio entre «autorreferencia» y «referencia externa» (u «otra» referencia). también podrías (comenzar/terminar) generados internamente.» (Se da por sentado que los síntomas desaparecerán. Por ejemplo. creando así la experiencia d e «verse a u n o m i s m o viéndose a sí mismo». llenando los espacios en blanco c o n algún c o m p o r t a m i e n t o o respuesta que desees: ¿Quieres ahora o u n poco más tarde? N o es necesario demasiado deprisa. U n ejemplo de percepción «autorreferenciada» consistiría en colocarse entre dos espejos y ver nuestra imagen en u n espejo que la refleja sobre el otro. o que son ajenas al propio proceso o sistema. y sabemos que lo q u e la Biblia dice tiene q u e ser verdad p o r q u e es la palabra revelada de Dios» se refiere a su misma afirmación c o m o evidencia d e su validez. Decimos que u n proceso es autorreferencial c u a n d o se refiere a sí m i s m o u opera sobre sí mismo. Le dio dos al ladrón d e su derecha y otras dos al d e su izquierda. Los sistemas sociales o psicológicos autorreferenciales o autoorganizadores construyen su propia realidad aplicando principios y reglas . Argumentos circulares Las afirmaciones autorreferenciales p r o d u c e n a m e n u d o u n a especie de lógica circular. Los procesos d e referencia externa operan en respuesta a reglas y realimentaciones procedentes sobre todo del exterior. El de la derecha le preguntó: —¿Y eso p o r qué? — P o r q u e soy el líder — r e s p o n d i ó el ladrón. del mismo modo que se da por hecho que mantener los cambios que ha hecho en su estilo de vida es fácil. C u a n d o u n sistema o proceso es en exclusiva autorreferencial. Por ejemplo. ya puede anticipar el placer ahora mismo. — P o r q u e soy el que más perlas tiene. La única cuestión estriba en darse cuenta de ello. Otro ejemplo sería la historia de aquel ladrón q u e repartía siete perlas robadas.242 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 243 «Ahora no se relaje demasiado deprisa. observará lo fácil que le resultará mantener los cambios que ha hecho en su estilo de vida. La única cuestión es cuándo comenzar.» (Se da por sentado que ya se está relajando. las personas que sólo son autorreferenciales. Por lo general. el comentario d e q u e «Dios existe p o r q u e la Biblia nos dice que así es.) «Cuando sus síntomas hayan desaparecido. C u a n d o hayas t e r m i n a d o d e te darás cuenta d e lo fácil que es Puesto que .» (Se da por sentado que se lo va a pasar bien y que va a aprender. la única cuestión es el ritmo al que lo hace. p u e d e provocar patologías y paradojas.) Practica tú m i s m o la elaboración d e declaraciones de presuposiciones c o n las siguientes fórmulas.) «Puesto que se lo va a pasar tan bien aprendiendo un nuevo nivel. así como que tiene ganas de que llegue el momento. Autorreferencia Un segundo factor clave que p u e d e hacer que u n a creencia se convierta en u n virus mental se presenta c u a n d o la creencia se vuelve circular o autorreferencial.

c u a n d o p r o d u c e n paradoja a d e m á s de circularidad. la mitad del a r g u m e n t o utiliza la otra mitad para validarse a sí m i s m o . los dobles lazos están relacionados con lo que ha acabado p o r conocerse c o m o «Catch-22». u n a situación en la q u e «maldito si lo haces. y así hasta el infinito. al «virus m e n t a l » ) . es falsa. es decir. por ejemplo.244 El. del resto de las experiencias. la frase n o es u n ser con i d e n t i d a d propia. s e g ú n u n o sea capaz de trascender el doble lazo o. ¿Es esa persona quien n o s «contro- la»? ¿Tiene e n realidad algo que ver con el control? ¿Y q u é hay de la curiosidad. U n a d e las características de estas «frases víricas» consiste en q u e s o n autorreferenciales y autoconfirmadoras. p o r sí m i s m o . ser afeitado por el barbero. C u a n d o la autorreferencia se c o m b i n a c o n las creencias. pasa a pertenecer a la categoría de los que n o se afeitan y tiene q u e ser afeitado p o r el barbero. d e la c o s t u m b r e o d e la estrategia? Una vez m á s . tenemos que leer el final d e la frase. Esta clase de afirmaciones autorreferenciales está desconectada de la «metaest r u c t u r a » . El a r g u m e n t o d e esta n o - . tales conflictos están en la raíz tanto d e la creatividad c o m o de la psicosis. La paradoja lógica clásica «Esta afirmación es falsa». ¿ p u e d e crear u n a roca tan grande q u e n i él m i s m o p u e d a mover?» U n «doble lazo» es u n a clase especial d e paradoja q u e crea una situación d e «nadie gana». constituye u n caso claro d e afirmación autorrefencial que produce una conclusión paradójica. por el contrario. pero n o idéntica. ¿Se afeita él también? Si lo hace. paradojas y dobles lazos Las declaraciones autorreferenciales t a m b i é n p u e d e n invalidarse a sí mismas. n o puede. El t é r m i n o proviene de la novela d e m i s m o n o m b r e [Trampa 22] escrita p o r Joseph Heller ( 1 9 6 1 . consecuencias y estados internos. Veamos la frase siguiente: «Te tengo bajo mi control porque tienes que leer mi final. pero ¿nos tiene en realidad bajo su control? ¿Quién es ese «yo» q u e n o s está controlando? Ciertamente. etc. quedarse atrapado e n él. Sin embargo. PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 245 De n u e v o . sino tan sólo u n conjunto de palabras. Si la afirmación es cierta. Pero si n o se afeita. de m o d o que aquello que tienes q u e hacer en u n nivel para sobrevivir (estar seguro. 1970). Observa que contiene u n a serie d e presuposiciones y suposiciones interesantes. Lo que la declaración realmente dice es que «Restringir la libertad d e expresión es b u e n o para la sociedad. las afirmaciones autorreferenciales p u e d e n estar disfrazadas al redefinir ligeramente en ellas alguna palabra clave. n o resulta así de evidente p o r q u e «restringir la libertad de expresión» ha sido redefinido c o m o «ciertos límites a la libertad d e expresión» y « b u e n o para la sociedad» ha pasado a ser «conveniente para los intereses de la sociedad». p o r q u e restringir la libertad de expresión es b u e n o para la sociedad». mantener tu integridad. luego es cierta. n o pertenece a la categoría d e los que n o se afeitan y por consiguiente. es decir. película. que fue quien definió inicialmente el doble lazo. Según el antropólogo Gregory Bateson. tu integridad.) en otro nivel. Parece tener cierta validez p o r q u e . P u e d e incluso q u e quien la haya escrito esté m u e r t o . Otro b u e n ejemplo es el del barbero del p u e b l o q u e afeita a todos los q u e n o se afeitan. N u m e r o s o s dobles lazos implican procesos a distintos niveles. para c o m p r e n d e r la afirmación d e causa-efecto q u e prop o n e . m a l d i t o si n o lo haces». valores. q u e podrían d e t e r m i n a r su ecología o s u utilidad. la mezcla resultante p u e d e dar pie al nacimiento de u n n u e v o virus verbal. El ú n i c o territorio referido p o r la frase es el d e sí misma. U n tercer ejemplo de paradoja autorreferencial sería la pregunta «Puesto q u e Dios es t o d o p o d e r o s o . etc.» Eso es lo q u e los psicolingüistas d e n o m i n a n «frase vírica» (emparentada. En este sentido.) a m e n a z a tu supervivencia (tu seguridad. c o m o en el caso de la afirmación d e q u e «Restringir la libertad d e expresión tiene que ser b u e n o para la sociedad. el hecho de q u e la frase n o esté conectada a n i n g ú n tipo d e metaestructura la convierte en autovalidante. N o hay n i n g u n a otra información c o n la q u e verificarla. porq u e conviene a los intereses de ésta que la expresión tenga ciertos límites». En ocasiones. es decir.

Yossarian descubre q u e p u e d e conseguir que dictaminen q u e no es apto para volar con la c o n d i c i ó n de que demuestre que está loco. Según Gregory Bateson (Sieps to an Ecology of Mind. p o r q u e nadie en su sano juicio desearía seguir jugándose la vida. Las ratas son una clase de pájaros. se consideraba q u e aquello era u n a prueba evidente d e brujería. queda atrapado en la «Catch-22». La clase n o p u e d e ser u n m i e m b r o d e sí m i s m a ni p u e d e ser u n o de los m i e m b r o s d e la clase. Todas las afirmaciones de este recuadro son falsas. las reglas y las características q u e son de aplicación a los m i e m b r o s de determinada clase n o tienen p o r q u é serlo a la propia clase: p u e des pelar o chafar u n a patata. Resumiendo. a u n q u e de poco le servía p o r q u e de todos modos ya estaba muerta. dependiendo de cómo se estructure y se utilice. «La tesis central [de la teoría d e tipos] consiste en q u e existe u n a d i s c o n t i n u i d a d entre u n a clase y s u s m i e m b r o s . sino q u e c o n d u c e n a la misma sensación d e confusión e impotencia. C o n su misma voluntad d e n o volar. pero n o p u e d e s hacer lo m i s m o con «la clase patatas». La trama a r g u m e n t a l narra las vicisitudes del aviador Yossarian en sus intentos p o r escapar a los h o r r o r e s d e la guerra. en los que en u n a de las pruebas para d e t e r m i n a r si u n a persona era o n o bruja se la ataba y se la echaba al agua. La teoría de los tipos lógicos Se El filósofo y matemático Bertrand Russell desarrolló u n a «teoría d e tipos lógicos» para tratar de ayudar a resolver la clase de pr°" g u n la teoría de tipos únicos de Russell. los juicios d e Salem. 2+2 =5 Los osos polares son animales tropicales. p o r ejemplo. en esencia. La Luna está hecha de queso azul. convertir la clase en un miembro de sí misma produce paradoja . Incluir una afirmación sobre la clase como un todo como si uno de sus miembros produjera una paradoja 2 + 2 = 5 Los osos polares son animales tropicales. La Luna está hecha de queso azul. sitúa la acción en u n a base de las fuerzas aéreas estadounidenses d u r a n t e la segunda guerra m u n d i a l . Los dobles lazos n o sólo exhiben a m e n u d o la doble cualid a d de paradoja y circularidad q u e ilustra el ejemplo d e «Catch22». blema q u e surgen de la paradoja autorreferencial y d e la circularidad. según c o m o sea su equilibrio c o n los d e m á s procesos del sistema. Sin embargo. C o n s i d e r e m o s . por el contrario. para q u e le d e n de baja del servicio militar p o r locura. la clase de las patatas n o es e n sí misma u n a patata. Todas las afirmaciones de este recuadro son falsas. se h u n d í a y se ahogaba. En caso d e que flotara y sobreviviera. pág. Yossarian d e m u e s t r a estar perfectamente cuerdo. primero tiene q u e pedir ser d a d o de baja. Así p u e s . u n a r g u m e n t o circular. p o r lo que se la llevaba al patíbulo. quedaba liberada d e la acusación d e brujería. En su e m p e ñ o por lograrlo. La trampa estriba en que si alguien pide ser d a d o d e baja. puesto que el t é r m i n o utilizado para clase pertenece a otro nivel de abstracción — a u n tipo lógico distinto— del t é r m i n o e m p l e a d o para miembros». Por ejemplo. u n a misteriosa regulación que es. la autorreferencia constituye una fuente tanto d e creatividad c o m o d e confusión. Si. Puede producir tanto patología como confusión. p e n s a d o con la intención d e ser u n a sátira negra pero h morística sobre la burocracia militar.246 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 247 vela. es señal de que está c u e r d o . Las ratas son una clase de pájaros. 202) (Una u n i d a d sagrada: pasos ulteriores hacia u n a ecología d e la m e n t e ) .

Otro ejemplo. Por ejemplo.. le p o d e m o s preguntar: «¿Estás seguro de que está bien que hagas esta generalización?» El propósito de aplicar u n a creencia o u n a generalización a sí m i s m a consiste en descubrir si la creencia es o n o u n ejemplo c o n g r u e n t e d e su propia generalización. d e m o d o q u e no caigáis en la t r a m p a d e creer q u e es la "realidad"». c o m o los implicados en los sistemas autopoiésicos y autoorganizadores. Una parte d e sí m i s m o sabía que era «apropiado» ser más flexible con su voz. C o m o de costumbre. «observar al observador». ocasión que el otro formador aprovechó para añadir: «Es apropiado que se sienta confundido Por esta pregunta. Por ejemplo. habida cuenta d e lo ridicula que es». Estaba interesado e n desarrollar la flexibilidad d e su tono vocal. aluden a sí mismos c o m o parte del procedimiento. Aplicar una creencia a sí misma implica evaluar la afirmación d e la creencia s e g ú n la generalización o l o s criterios definidos p o r ella misma. Esta clase de mecanismo se ha convertido en el objeto d e estudio de lo que se conoce c o m o «cibernética de s e g u n d o o r d e n » . si alguien expresa u n a creencia c o m o : «No puedes fiarte d e las palabras». que sirve para sacar a la luz aquellas áreas en las q u e la creencia n o es útil. pero p o r otro lado se sentía «ridículo» al tratar de hacer algo distinto. tan p r o n t o como comenzó a tratar de realizar el ejercicio. comenzaron también a manifestarse la resistencia y el conflicto. qLie n o es m á s q u e otro m a p a . que decidieron utilizar u n a clase de técnica de confusión para i n t e r r u m p i r aquel patrón de resistencia. en el que la operación o el procedimiento s o n autorreferenciales. Llegados a este p u n t o . c u a n d o alguien dice: «El mapa n o es el territorio.PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 249 El principio d e los tipos lógicos d e Russell constituye u ejemplo del establecimiento de u n m e c a n i s m o de regulación autorreferencial a u n «nivel» operativo distinto. «Comunicar acerca d e la comunicación». supongo que n o te p u e d e s fiar de lo que acabas de decir». e n u n a especie d e «regla d e oro» que diría: «Una generalización es válida para los demás e n la m e d i d a q u e lo pueda ser para sí m i s m a » . constituyen ejemplos de procesos autorreferenciales recurrentes. n Aplicación a sí misma de una o una generalización creencia El p a t r ó n d e El poder de la palabra conocido c o m o «Aplicar a sí mismo» constituye u n ejemplo de aplicación verbal del proceso de autorreferencia para a y u d a r a alguien a reflexionar sobre afirmaciones d e creencias. pero que le preocupa hacer el ridículo intentándolo. «proporcionar realimentación sobre la realimentación». el proceso d e aplicar a sí m i s m a u n a creencia limitadora crea u n a paradoja. La recursión o repetición es u n a modalidad concreta de bucle de realimentación. Sacaron al h o m b r e c o m o sujeto para la demostración de u n ejercicio d e flexibilidad vocal. la creencia p u e d e ser aplicada a sí misma diciendo: «Puesto que n o te puedes fiar d e las palabras. incluyendo esta misma creencia. pero seguía e n c o n t r á n d o s e con u n a e n o r m e resistencia interna.248 El. Es u n a forma d e aplicarle el viejo adagio d e que a veces hay que combatir «el fuego c o n fuego». etc. Ese conflicto i n t e r n o hacía que estuviera c o n s t a n t e m e n t e p e n d i e n t e de sí m i s m o y q u e se atascara cada vez que trataba d e realizar u n ejercicio. A m e n u d o . Sus dificultades con los ejercicios hacían que se sintiera cada vez m á s frustrado. Los problemas de aquel h o m b r e llegaron a conocimiento d e los dos formadores de PNL que dirigían el seminario. Un b u e n ejemplo de utilización del p a t r ó n d e «Aplicar a sí mismo» para tratar con u n potencial virus m e n t a l . n o sólo por sí m i s m o . Mi pregunta es si lo que quiere es ser apropiadamente ridículo o ridiculamente apropiado». volviéndola contra sí misma. q u e trata a menudo c o n bucles y procesos «recurrentes». es decir. así c o m o para evaluarlas.. u n o d e los formadores le dijo: «Tengo entendido que considera apropiado desarrollar flexibilidad en su voz. A lo que p a ñ e r o respondió: «Pero ¿no es ridículo q u e sea apropiado P o n d e r de este m o d o a u n a pregunta tan ridicula?» Pero el otro S u C o r n res . es el d e aquel hombre que se debatía c o m o participante en u n seminario d e PNL. s u p o n g a m o s q u e alguien n o s dice: «No está b i e n generalizar». sino también p o r los otros participantes q u e trataban de realizar los ejercicios c o n él. Aquella pregunta cogió desprevenido al alumno y se q u e d ó sin contestar.

pareció q u e el joven entraba en trance. comenzando por el más viejo y hasta el último y allí quedó jesús solo. tratando de tentarle para tener de qué acusarle luego. y cuando la tuvieron ante sí le dijeron: «Maestro. Para hacerlo. en el que el p a t r ó n d e «Aplicar a sí mismo» de El poder de la palabra fue utilizado para salvarle la vida a una mujer: y los escribas y los fariseos llevaron a su presencia a una mujer sorprendida en adulterio. Y aquellos que lo escucharon. PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 251 n o cejó: «Sí. Moisés en su ley ordena que una mujer así debe ser lapidada. Sin saber m u y bien c ó m o . Aquel joven p u d o ya completar el ejercicio sin n i n g u n a clase de interferencia interna. . t o m a d o del Evangelio según San J u a n (8:3-11). entonces se decía que tenía que hacerlo y se ponía m a n o s a la obra. ve en paz y no vuelvas a pecar». c o m p l e t a m e n t e a n o n a d a d o . con la mujer frente a él. Se le pidió entonces q u e se visualizara a sí m i s m o no haciend o aquello que podía visualizarse h a c i e n d o . El h o m b r e .250 El. Así que. la técnica d e confusión sirvió para desensibilizarle con respecto a la interpretación problemática de determinadas palabras. ante lo que los formadores dijeron: «Pues v a m o s a hacer el ejercicio». pero ¿tú qué dices?» Así dijeron. Pero Jesús se inclinó hacia delante y escribió con su dedo en el polvo. Creo que es apropiado que estemos en u n a situación tan ridicula. ¿dónde están quienes te acusaban? ¿Te ha condenado alguien?» «Nadie. se descubrió que si u n cliente o u n amigo le pedía alguna tarea o algún favor. para actuar d e forma apropiada. se reía p o r q u e ya se sentía en condiciones d e tomar s u s decisiones sobre la base de u n a estrategia distinta y m á s eficaz. Tras lo cual se sentó a escribir de nuevo sobre el polvo. Señor». sería ridículo actuar de forma apropiada». La frase de J e s ú s «Que aquel de entre vosotros que esté libre de pecado tire la primera piedra» constituye u n ejemplo clásico de aplicación d e los valores expresados p o r u n a declaración de creencia a la m i s m a creencia. y dada la situación. cuando siguieron inquiriéndole. En lo sucesivo. En cierta medida. Otro ejemplo es el del h o m b r e que tenía dificultades con su negocio. se fueron yendo uno tras otro. invitando acto seguido a los presentes a aplicar el m i s m o criterio y las mismas consecuencias a su propio c o m p o r t a m i e n t o . a lo que el otro siguió: «Es ridículo decir eso. Al averiguar su estrategia d e motivación. finalmente se levantó y les dijo: «Que aquel de entre vosotros que esté libre de pecado tire la primera piedra». Si podía verse haciéndolo. lo cual le dejó libre para elegir su reacción sobre la base de criterios diferentes. cada vez que salía a la luz cualquier cuestión relacionada c o n lo «apropiado» o lo «ridículo» d e su c o m p o r t a m i e n t o . Lejos de amilanarse. convictos por sus propias conciencias. Tras levantarse y ver que nadie había más que la mujer. el segundo formador insistió: «Ya sé q u e lo que estoy diciendo es ridículo pero creo q u e . se q u e d ó en blanco u n o s instantes. respondió ella y Jesús le dijo: «Tampoco yo te condeno. los dos formadores le p r e g u n t a r o n entonces: «¿Usted qué opina?» e Veamos a c o n t i n u a c i ó n otro ejemplo. Luego soltó u n a carcajada. esta mujer ha sido sorprendida en el mismo acto de adulterio. De h e c h o . como si no les oyera. A medida que «giraba sobre sí mismo» m e n t a l m e n t e . estado q u e el practicante d e PNL que le atendía aprovechó para ayudarle a desarrollar algunos tests y operaciones más eficaces en relación con su estrategia d e motivación. J e s ú s p r i m e r o «fragmentó hacia arriba» «adulterio» en «pecado». tengo que ser ridículo. c o m e n z a b a inmediatamente a construirse u n a imagen mental de sí m i s m o h a c i e n d o lo que se le pedía. y m e parece necesario q u respondamos a ella de la forma apropiada». siempre acababa desbordado p o r el n ú m e r o d e a s u n t o s q u e atender. pero es apropiado hacer u n a pregunta ridicula cuando la situación es tan ridicula c o m o parece que es ésta». a u n q u e aquello interfiriera con los d e m á s a s u n t o s en los que estuviera implicado. dijo: «Mujer. Volviéndose hacia el a l u m n o .

el concepto de «metaposición» es u n m e d i o de aplicación de u n p r o ceso autorreferencial para facilitar el cambio psicológico y el crecimiento personal. nos disociamos p r i m e r o de nuestros p e n s a m i e n t o s . En Programación Neurolingüística. sino que la «des e n c u a d r a » . estarías más abierto a interiorizar algunas nuevas ideas sobre c ó m o aprender. Para comenzar. esa afirmación podría ser aplicada a sí m i s m a contestando: «Esa creencia se ha estado extendiendo c o m o u n cáncer d u r a n t e años. porque Metamarcos Aplicar a sí misma u n a generalización c o n d u c e a m e n u d o a la persona a u n a metaposición en relación con s u s propios pensamientos y creencias. u n a «creencia» y n o n s n Por ejemplo: Soy lento aprendiendo comprender las nuevas ideas. si alguien dice: «No p u e d o p e r m i t i r m e ese p r o d u c t o p o r q u e es demasiado c a r o » . Prueba este patrón con alguna de tus propias creencias.252 El. acciones e interacciones. Eso ° a c e ver que la creencia es. En metaposición. para incluir en él el comp o r t a m i e n t o d e los d e m á s . si alguien nos dice: «Un diagnóstico de cáncer es c o m o recibir u n a sentencia d e m u e r t e » . obligando al g r u p o a cambiar de posición perceptiva y a ampliar su mapa d e la situación. En ocasiones es necesario pensar d e forma n o lineal y n o literal para p o d e r aplicar la creencia a sí m i s m a . Ha pecado (ha cometido adulterio) Por Merece ser castigada (lapidada hasta morir) consiguiente Aplicación por Jesús del patrón «Aplicar a sí mismo» para salvarle la vida a una mujer Observa que Jesús n o cuestiona la creencia. Por ejemplo. Eso se podría hacer diciendo: «¿Está seguro de que p u e d e permitirse m a n t e n e r c o n tanta fuerza esta creencia? Podría impedirle sacar partido de oportunidades importantes» De forma parecida. y luego res o n a m o s sobre todo ello para obtener n u e v a s ideas y comprensiones que nos a y u d a r á n a actuar d e forma más eficaz. p o r q u e me toma tiempo ¿Cómo p u e d e s evaluar la propia declaración de creencia se g ú n la generalización o los criterios definidos p o r la misma . tal vez t e n g a m o s q u e h a c e r la «aplicación a s í mismo» de forma más bien metafórica. en efecto. Tal vez le haya llegado ya la hora d e extinguirse». asegúrate de formularla en u n a afirmación de causaefecto o de equivalencia compleja: Creencia: soy/es/son . PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 253 creencia? ¿De qué m o d o podría ser u n ejemplo (o n o serlo) d e su propia afirmación? 'Que aquel de e n í n r vosotros que esté libre de pecado tire i piedra la pr Por ejemplo: ¿ C u á n t o t i e m p o te costó a p r e n d e r la idea de que eso significa que eres lento a p r e n d i e n d o ? Tal vez si te t o m a r a s el tiempo necesario para c o m p r e n d e r realmente hasta q u é p u n t o esta creencia te limita innecesariamente.

s u p o n g a m o s que alguien desee establecer la creencia de q u e «Mi inteligencia y mi capacidad d e c o m u n i c a c i ó n hacen d e m í un superviviente». La diferencia entre aplicar la creencia a sí m i s m o y metaencuadrar consiste en q u e . su contenido (es decir. lógicamente. Explora este patrón con t u s propias creencias. Piensa en algún juicio. que alguna otra creencia es errónea o estúpida. no debía considerarse a sí mismo como responsable de aquellos rasgos de su carácter. Vea m o s la siguiente cita. U n a de las formas m á s directas d e alcanzar u n a metaposición c o n respecto a la creencia consiste en utilizar lo que se conoce c o m o « m e t a m a r c o » . C o m o ejemplo. la creencia sobre la otra creencia p u e d e tener u n contenido c o m p l e t a m e n t e diferente al d e la creencia a la que se refiere. Para metaencuadrar la creencia. U n metamarco d e apoyo podría ser: «Tienes esta creencia p o r q u e reconoces que la era d e la información ha c a m b i a d o para siempre '°s factores necesarios para la supervivencia». así como que debía saber que la responsabilidad moral no es de aplicación a los niños. c a m b i a n d o la perspectiva de la persona p o r la de un observador de sus procesos mentales. establecer una creencia sobre la creencia. q u e deja sin reconocer la importancia d e la cooperación y la flexibilidad con respecto a la supervivencia». porque todos aquellos impulsos reprensibles tenían su origen en la infancia y no eran más que derivaciones de su carácter infantil que sobrevivían en su subconsciente. podríamos decir: «Esta creencia parece más bien u n a reflexión desde un p u n t o d e vista relativamente estrecho y masculino. F r e u d explicaba y «enmarcaba» c o n s t a n t e m e n t e las quejas de SLIS pacientes colocándolas d e n t r o del marco de s u s teorías. P o r ejemplo. extraída d e su informe sobre el trabajo con u n paciente obsesionado c o n fantasías sobre ratas (el caso llamado «Raiman»): a r Freud reencuadra los p e n s a m i e n t o s y los «impulsos reprensibles» del h o m b r e c o m o derivados del «carácter infantil que sobrevive en el subconsciente». Metaencuadrar constituye u n a estrategia c o m ú n en psicoterapia y asesoría para trabajar con las creencias. c u a n d o u n a creencia es aplicada a sí misma. La técnica d e psicoanálisis d e Sigmund Freud constituye u n ejemplo clásico de aplicación de m e t a m ' co. el de metaencuadrar p u e d e ser también utilizado para apoyar o reforzar alguna creencia potenciadora. consideremos la generalización siguiente: «Tienes q u e ser fuerte para sobrevivir». La frase: «Lo dices sólo para hacerme sentir bien» constituye u n ejemplo c o m ú n del m o d o en que se p u e d e usar un metamarco para descartar una a f i r m a c i ó n o evaluación positiva hecha p o r otra persona. En el metaencuadre. en cambio. creencia o generalización q u e te esté limitando. . en la que el cliente es a c o m p a ñ a d o al metamarco d e su historia personal o de otras influencias sociales. Luego implica que «la responsabilidad moral n o es d e aplicación a los niños». es decir. e n cambio. cuya aplicación consiste en evaluar la creencia desde el m a r c o d e u n contexto fluyente y orientado hacia lo personal. ¿Qué creencia sobre esta creencia podría cambiar o enriquecer tu percepción d e la misma? Creencia: Tengo esta creencia porque: C o m o los d e m á s patrones de El poder de la palabra. Metaencuadrar difunde a m e n u d o el i m p a c t o d e u n a creencia limitadora. p o r ejemplo. 255 necesariamente la única interpretación posible d e la realidad.254 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentalesy la metaestructura de creencias Le hice ver que. Aplicar la creencia a sí misma implicaría decir algo así c o m o : «Me pregunto si esta creencia será lo suficientemente fuerte c o m o para sobrevivir hasta el próximo milenio». p o r l o q u e el paciente n o debe culpabilizarse a sí m i s m o de s u s compulsiones. los valores y las generalizaciones que la creencia expresa) es utilizado para evaluar la propia creencia. P o d e m o s creer.

Bateson asegura que m u c h o s p r o b l e m a s y conflictos tienen como causa la confusión o la mala interpretación de esos m e n s a jes.256 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 257 Niveles lógicos Los patrones d e El poder de la palabra d e «Aplicación a sí mism o » y de «Metamarco» estimulan por lo general u n cambio de nuestra atención hacia u n nivel distinto de p e n s a m i e n t o . tanto los unos c o m o los otros saben distinguir. a n u n c i a n d o que «Es sólo u n j u e g o » . el de ciudad y el n ú m e r o local. en Epidemiology of a Schizofrenia ( 1 9 5 5 ) . en su m a y o r p a r t e . el que marcara se encontraría con la respuesta de «se ha equivocado d e n ú m e r o » al °tro lado del teléfono. P u e d e n «metacomunicarse» v e r b a l m e n i e . C o m o ejemplo. El resultado sería que interpretaría los n ú m e r o s d e código d e país c o m o i fueran parte del n ú m e r o del teléfono. la sexualidad y otros aspectos más «serios» de la vida ( c o m o c u a n d o los animales j u e g a n a «pelearse» o los n i ñ o s a «médicos»). Las consecuencias serían q u e . o reír. su clasificación (el contexto) seconfusa y provocaría problemas. e x h i b e n a m e n u d o los m i s m o s comportam i e n t o s asociados con la agresión. d a n d o saltos o h a c i e n d o alguna otra cosa para indicar que n o hay que tomarse en serio lo que van a hacer. Los estudios realizados con h u m a n o s reflejan asimismo la utilización de mensajes específicos para avisar a los d e m á s de q u e están j u g a n d o . d e u n a p r e g u n t a sincera. con demasiada frecuencia. distinguir entre clases d e comportamiento requiere t a m b i é n diferentes tipos d e mensajes. así c o m o del h e c h o de que n o p o d e m o s tratar a la clase y a s u s m i e m b r o s c o m o si perteneciesen a u n mism o nivel. señaland o q u e también ellos pertenecen a u n «tipo lógico» distinto del contenido d e la c o m u n i c a c i ó n d e q u e se trate. los animales avisan que «voy a jugar» meneand o la cola. Sin embargo. El a n t r o p ó l o g o y teórico d e la comunicación Gregory Bateson aplicó la teoría d e tipos lógicos d e Russell c o m o medio para contribuir a la explicación y a la resolución d e u n a serie de cuestiones relacionadas c o n la c o n d u c t a . del aprendizaje d e alto nivel y d e los p a t r o n e s de p e n s a m i e n t o patológicos. Hacen q u e s e a m o s m á s conscientes d e lo que Bertrand Russell denomin ó «tipos lógicos». Sus mordiscos son mordiscos j u g u e t o n e s . o viceversa. Bateson mantiene que la explicación de m u c h o s c o m p o r t a m i e n t o s aparentemente psicóticos o «locos» residía en la incapacidad para reconocer e interpretar correctamente metamensajes. el aprendizaje y la com u n i c a c i ó n . s n a En The Logical Categories of Learning and Communication . De h e c h o . acabará probablemente actuando de forma mapropiada para la situación. Bateson señalaba q u e el «juego» implica distinguir entre diferentes tipos lógicos de c o m p o r t a m i e n t o y de mensajes. etc. Según Bateson. pero el paciente no conseguía discernir si esa p r e g u n t a se trataba d e u n a a m e n a za. c u a n d o los animales y los h u m a n o s se implican e n el «juego». d e u n a bronca p o r estar d o n d e n o debía. Bateson cita el ejemplo de u n paciente mental joven. que se p e r s o n ó en la farmacia del hospital. el concepto d e tipos lógicos distintos es fundamental para la c o m p r e n s i ó n del j u e g o . Cabe citar c o m o ejemplo de ello las dificultades q u e tienen las personas de c u l t u r a s diferentes para interpretar las sutilezas no verbales d e la otra parte. Bateson compara esta situación con la d e u n sistema telefónico que n o consiguiera discriminar entre el código de país. Según Bateson. La enfermera encargada le preguntó: «¿En q u é p u e d o ayudarlo?». o hacer algo extraño para demostrar sus intenciones. Según Bateson. que el comp o r t a m i e n t o exhibido e n el j u e g o es de otra clase que el «de verd a d » . que él denomina «metamensajes» — m e n s a j e s acerca de los mensajes—. n o reales. Bateson asegura que la confusión entre tipos lógicos es en gran medida responsable de lo q u e h e m o s estado denominando «creencias limitadoras» y «virus mentales». dar u n suave codazo. estos mensajes «de nivel superior» (habitualmente comunicados d e forma n o verbal) s o n cruciales para q u e tanto animales c o m o h u m a n o s se c o m u n i q u e n e interactúen c o n eficacia. Incluso a pesar d e que todos los n ú m e r o s (el contenido) fueran correctos. P o r ejemplo. c u a n d o alguien n o está en condiciones de realizar estas distinciones. de u n a proposición sexual. d e forma muy parecida a c o m o lo hacen los animales. En opinión de Bateson. Según él. así c o m o para distinguir entre diferentes clases o tipos lógicos de comportamiento.

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Virus mentales y la metaestructura de creencias «... se puede estimular a una rata (positiva o negativamente) cuando investiga algún objeto extraño, con lo que aprenderá a acercarse o a alejarse de él. Pero el propósito mismo de la exploración consiste en reunir información para determinar a qué objetos hay que acercarse y a cuáles no. El descubrimiento de que determinado objeto es peligroso es, por consiguiente, un éxito del esfuerzo por reunir información. Este éxito no desanimará a la rata de ulteriores exploraciones de otros objetos extraños»

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(1964), Bateson utiliza la noción de tipos lógicos para explicar distintas clases y f e n ó m e n o s de aprendizaje y comunicación. Define dos tipos o niveles fundamentales d e aprendizaje, a considerar en cualquier proceso d e cambio: «Aprendizaje I» (tipo de c o n d i c i o n a m i e n t o estímulo-respuesta) y «Aprendizaje II» o deuteroaprendizaje (aprender a reconocer el contexto mayor en que el estímulo ocurre, d e m o d o q u e su significado p u e d a ser entendido correctamente). El ejemplo más elemental de fenómeno de aprendizaje II es el del p r e d e t e r m i n a d o , c u a n d o u n animal aprende a resolver pruebas, es decir, c u a n d o u n animal d e laboratorio aprende cada vez m á s deprisa n u e v a s tareas q u e corresp o n d e n a la m i s m a clase d e actividad, lo cual está relacionado c o n a p r e n d e r clases d e c o m p o r t a m i e n t o s , más que comportam i e n t o s aislados. Por ejemplo, u n animal condicionado para evitar aprenderá distintos tipos de c o m p o r t a m i e n t o i n h i b i d o r cada vez más aprisa. Sin embargo, será m á s lento en a p r e n d e r c o m p o r t a m i e n t o s de respuesta ( p o r ejemplo, salivar al oír u n timbre) q u e otro que haya sido c o n d i c i o n a d o a n t e r i o r m e n t e para esta clase de comp o r t a m i e n t o s . E n otras palabras, a p r e n d e r á r á p i d a m e n t e a identificar y rechazar objetos que p r o v o q u e n descargas eléctricas, pero le costará m á s a p r e n d e r a salivar al oír el timbre q u e anuncia la llegada de la comida. Por otro lado, u n animal entrenado en el c o n d i c i o n a m i e n t o de Pavlov a p r e n d e r á r á p i d a m e n t e a salivar ante otros estímulos (colores, s o n i d o s , etc.), pero será más lento e n a p r e n d e r a evitar objetos electrificados. Bateson señala que esta capacidad para a p r e n d e r patrones o reglas d e u n a m i s m a categoría de procedimientos d e condicionam i e n t o c o r r e s p o n d e a u n «tipo lógico» d e aprendizaje distinto y n o funciona según las secuencias del simple refuerzo d e estímulo-respuesta utilizado para enseñar c o m p o r t a m i e n t o s específicos aislados. Bateson observa, p o r ejemplo, que el estímulo a la «exploración» (un medio de aprender a aprender) en las ratas es de naturaleza distinta al de «probar» u n objeto (el contenido d e aprendizaje d e la exploración). En Steps to an Ecology ofMind (pág. 282) [Una unidad sagrada: pasos ulteriores hacia u n a ecología de I mente] escribe:
a

La capacidad de explorar, a p r e n d e r u n a tarea discriminatoria o ser creativo constituye u n nivel d e aprendizaje s u p e r i o r al de las tareas específicas que c o m p o n e n estas capacidades. Asimismo, las dinámicas y las reglas del c a m b i o correspondientes a este nivel superior son distintas. Debido al p a p e l y a la influencia d e Bateson e n el alumbramiento de la Programación Neurolingüística, el concepto d e tipo lógico es i m p o r t a n t e en PNL. E n la década de 1980 adapté las ideas de Russell y Bateson para formular los conceptos de «niveles lógicos» y «niveles neuro-lógicos» en el c o m p o r t a m i e n t o y el cambio h u m a n o s . Inspirándose en Bateson, el m o d e l o de niveles propone q u e d e n t r o d e u n i n d i v i d u o o g r u p o existe u n a j e r a r q u í a natural de niveles, que funcionan c o m o diferentes tipos lógicos de procesos. Cada nivel sintetiza, organiza y dirige una clase concreta de actividad en el nivel i n m e d i a t o inferior. C a m b i a r algo en u n nivel s u p e r i o r «irradiará» necesariamente hacia abajo, precipitando el c a m b i o en los niveles inferiores. Sin embargo, habida cuenta de q u e cada nivel sucesivo pertenece a u n tipo lógico de proceso diferente, cambiar algo en u n nivel inferior n o afectará p o r fuerza a los niveles p o r encima del m i s m o . Las creencias, p o r ejemplo, se forman y se c a m b i a n según n o r m a s distintas a las q u e rigen los c o m p o r t a m i e n t o s reflejos. Recompensar o castigar d e t e r m i n a d o c o m p o r t a m i e n t o n o cambiará p o r fuerza las creencias que lo provocan p o r q u e , tanto a escala m e n tal como neurológica, los sistemas de creencias pertenecen a u n upo de proceso distinto al d e las creencias. Según el modelo de niveles neuro-lógicos, las influencias del

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medio determinan las condiciones externas en las que tiene lugar el comportamiento. Sin embargo, en ausencia de u n mapa interno de u n plan o de u n a estrategia que los guíe, los comportamientos s o n c o m o reflejos en la rodilla, hábitos o rituales. En el nivel de capacidad p o d e m o s seleccionar, alterar y adaptar u n a clase de comportamiento a u n conjunto más amplio de situaciones externas. En el nivel de creencias y valores p o d e m o s estimular, inhibir o generalizar determinada estrategia, plan o forma de pensar. La identidad, p o r supuesto, consolida sistemas completos de creencias y valores en u n sentido del propio ser. La experiencia al nivel espiritual está relacionada con el sentir que nuestra identidad es parte de algo más grande que nosotros mismos, y con nuestra visión de los sistemas mayores a los que pertenecemos. A medida que cada nivel se abstrae cada vez más d e las especificidades del comportamiento y d e la experiencia sensorial, crece la amplitud de su efecto sobre nuestro comportamiento y nuestra experiencia. * Los factores del medio determinan las oportunidades o restricciones externas a las que el sujeto debe reaccionar. Atienden a las preguntas relacionadas con d ó n d e y cuándo. * El comportamiento se construye c o n acciones y reacciones específicas tomadas del m e d i o . Atiende a las preguntas relacionadas c o n q u é . * Las capacidades c o n d u c e n y orientan las acciones del c o m p o r t a m i e n t o a través d e u n m a p a m e n t a l , p l a n o estrategia. Atienden a las preguntas relacionadas c o n cómo. * Las creencias y los valores p r o p o r c i o n a n el apoyo (motivación y permiso) q u e afirma o niega las capacidades. Atiend e n a las p r e g u n t a s relacionadas con p o r q u é . * Los factores d e identidad d e t e r m i n a n el propósito general (la m i s i ó n ) y m o l d e a n las creencias y los valores a través d e n u e s t r o s e n t i d o del ser. Atienden a las preguntas relacionadas con q u i é n . * Las cuestiones d e nivel espiritual se relacionan con el hecho d e que s o m o s parte de u n sistema mayor, que va mas allá d e u n o m i s m o c o m o individuo, para abarcar a la fa-

milia, a la c o m u n i d a d y a los sistemas globales. Responde a las p r e g u n t a s relacionadas c o n p a r a q u i é n y p a r a q u é . Desde la perspectiva d e la Programación Neurolingüística, cada u n o de estos procesos implica u n nivel d e organización distinto y activa la movilización y la entrega de «circuitos» n e u r o lógicos cada vez más profundos. Resulta interesante señalar q u e a l g u n o s d e los estímulos de este modelo surgieron m i e n t r a s se enseñaban los patrones de El poder de la palabra. C o m e n c é a d a r m e cuenta d e que algunas clases de afirmaciones les resultaban a las personas más difíciles d e manejar q u e otras, a pesar de q u e la clase d e juicio que se afirmaba fuera esencialmente la misma. C o m p a r e m o s , p o r ejemplo, las siguientes afirmaciones: Ese objeto e n tu m e d i o es peligroso. Tus acciones en ese contexto concreto fueron peligrosas. Tu incapacidad para j u z g a r a d e c u a d a m e n t e es peligrosa. Lo que tu crees i m p o r t a n t e y valoras c o m o tal es peligroso. Eres u n tipo peligroso. En cada caso, el juicio expresado es d e q u e algo es «peligroso». De forma intuitiva, sin embargo, la mayoría d e personas sienten que el «espacio» o el «territorio» implicado en cada u n a de las frases se vuelve cada vez m á s amplio, e x p e r i m e n t a n d o u n efecto emocional creciente con cada u n a d e ellas. Que alguien te diga que d e t e r m i n a d o c o m p o r t a m i e n t o fue peligroso es m u y distinto a que te diga que tú eres « u n tipo peligroso». Observé q u e si m a n t e n í a constante u n juicio y simplemente substituía u n t é r m i n o para medio, c o m p o r t a m i e n t o , capacidades, creencias y valores e identidad, m i interlocutor se sentía cada vez más ofendido o halagado, s e g ú n la naturaleza del juicio mera negativa o positiva. Pruébalo tú m i s m o . Imagina q u e alguien te dice cada u n a de las frases siguientes: Tu medio es estúpido/feo/excepcional/hermoso.

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El m o d o en q u e te comportaste en esa situación fue estúpido/feo/ excepcional/hermoso. Realmente tienes la capacidad d e ser estúpido/feo/excepcional/hermoso. Eso q u e crees y valoras es estúpido/feo/excepcional/hermoso. Eres estúpido/feo/excepcional/hermoso. Observa u n a vez m á s q u e las evaluaciones expresadas en cada afirmación s o n idénticas. Lo q u e cambia en cada frase es el aspecto particular de la persona al q u e se refiere.

gado a d o m i n a r todos los elementos necesarios para el éxito». D e nuevo, eso resitúa el juicio d e identidad limitador en el á m b i t o de u n marco m á s productivo y resoluble. Los reencuadres de estas características p u e d e n diseñarse realizando los pasos siguientes: a) Identifica el juicio de i d e n t i d a d negativo: Soy «Soy una carga para los demás»). (Por ejemplo:

Cambio

de n i v e l e s

lógicos

b) Identifica u n a capacidad o u n c o m p o r t a m i e n t o específico q u e esté relacionado con el estado presente o bien con el estado deseado, implicado en el juicio de i d e n t i d a d negativo: Capacidad para (Por ejemplo: «Capacidad para resolver los problemas por mí mismo»). c) Reemplaza el juicio de identidad negativo p o r la capacidad o el c o m p o r t a m i e n t o : Tal vez no es que tú seas (Identidad negativa, por ejemplo: «una carga para los dem á s » ) , sino simplemente que todavía no has desarrollado la capacidad de (capacidad o c o m p o r t a m i e n t o específico, p o r ejemplo: «resolver los p r o b l e m a s p o r ti m i s m o » ) . Por s u p u e s t o , ese proceso también p u e d e ser invertido para promover creencias potenciadoras. Se p u e d e elevar un c o m p o r tamiento o u n a capacidad al nivel de manifestación de identidad. Por ejemplo, p o d r í a m o s decir: «Tu capacidad para mostrarte creativo en esta situación demuestra q u e eres u n a persona creatrva». Otros ejemplos d e lo m i s m o serían: sobrevivir superviviente, sanar p e r s o n a sana, tener éxito - » * triunfador/a, c Esta clase de reformulación sirve para profundizar o reforzar k percepción d e u n a persona hacia s u s p r o p i o s recursos.
e t

Una d e las tácticas de El poder de la palabra m á s c o m u n e s y eficaces consiste en volver a categorizar u n a característica o experiencia desde un nivel lógico a otro, p o r ejemplo, separar la identidad d e u n a persona de sus capacidades o de su comportamiento. Los juicios de identidad negativos son a m e n u d o el resultado de interpretar comportamientos específicos, o bien la incapacidad para producir determinados resultados del comportamiento entendida c o m o una manifestación d e la identidad d e la persona. Devolver u n juicio de identidad negativo a su lugar de manifestación de comportamiento o capacidad reduce en gran medida el impacto de ese juicio sobre la persona, tanto mental c o m o emocionalmente. P o r ejemplo, tal vez u n a persona se sienta deprimida por ten e r cáncer y se refiera a sí misma c o m o u n a «víctima del cáncer». Sin embargo, eso podría ser «reencuadrado» con la respuesta: « N o eres u n a víctima del cáncer, sino u n a persona normal y corriente q u e todavía n o ha desarrollado su capacidad de sacarle todo el partido a la conexión entre cuerpo y mente». Esto ayudará a esa persona a cambiar su relación con la enfermedad, a abrirse a otras posibilidades y a verse a sí m i s m a c o m o partícipe de su propio proceso d e sanación. El m i s m o tipo de reencuadre podría hacerse con u n a creencia c o m o , p o r ejemplo: «Soy u n fracaso». Se podría observar q u e : « N o es q u e tú seas u n "fracaso", sino q u e todavía n o has H
e

.

así c o m o d e q u e acabe p o r convertirse en u n «virus mental». así como más «abiertas a creer» en otras más potenciadoras y útiles. como a «ampliar el mapa» asociado con esta creencia. Si bien es reflejo de u n a perspectiva válida. a s i . cada uno de los cuales ayuda a cambiar el foco de la atención o a ampliar el mapa d e la persona en diferentes direcciones. p u e d e resultar ser una creencia m u y limitadora si se toma en sentido literal y se interpreta de forma rígida o estrecha. j u n t o con los principios y los métodos que proporcionan la capacidad para generarlos y utilizarlos. El propósito del presente capítulo consiste en resumirlos a modo de sistema de conceptos que puedan ser empleados por igual en la conversación. Aplicar los distintos patrones de Eí poder de la palabra contribuirá a añadir nuevas perspectivas. Esta calidad «autorreferencial» incrementa la posibilidad d e que se t o r n e circular. Existen catorce patrones distintos d e El poder de la palabra. en la consulta o en el debate para ayudar a las personas a ser más «abiertas a dudar» d e sus creencias limitadoras. sino también sobre el proceso m i s m o d e cambio de creencias.Definición y ejemplos de patrones de El poder de la palabra A lo largo de este libro hemos examinado u n a serie de patrones específicos d e Eí poder de la palabra. Se trata de u n a creencia realmente c o m ú n . con la que se tienen q u e debatir m u chas personas c u a n d o tratan d e hacer algún cambio en su vida. También resulta particularmente peligrosa p o r tratarse d e u n a creencia n o tan sólo sobre otras creencias. que me será difícil cambiar». Consideremos la creencia de q u e «Tengo esta creencia desde hace tanto tiempo.

sino en reencuadrar la creencia y ampliar el mapa del m u n d o de esa persona. puede parecer extraño traspasar los límites conocidos» «creencia» = > «límite conocido» «difícil de cambiar» = > «inicíalmente extraño de traspasar» Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar \ creencia = límite conocido Redefinir Redefinir difícil de cambiar sentirse inicialmeníe extraño Redefinir y Honestidad Ser realista Intención Tengo esta creencia desde hace tiempo Intención Me será difícil cambiar . (Ver Capítulo 2.) Por ejemplo: «Efectivamente.» Intención positiva = «ser realista» «Estoy de acuerdo en que. Intención positiva = «honestidad» «Es muy importante ser realista en relación con el cambio de las propias creencias. Miremos deforma realista esta creencia y lo que haría falta para cambiarla.268 EL PODER DE LA PAIAÜRA Aplicar los patrones como un sistema 269 Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar 2. I n t e n c i ó n : Dirigir la a t e n c i ó n al propósito o a la intenc i ó n s u b y a c e n t e e n la creencia. págs. (Ver Capitulo 2. inicíalmente. Redefinición: Substituir u n a d e las palabras utilizadas en la declaración de creencia p o r otra nueva que signifique algo parecido. Recordemos u n a vez más que el propósito de El poder de la palabra n o consiste en atacar a la persona o a su creencia. de m o d o que la intención positiva que subyace e n su creencia sea satisfecha p o r m e d i o de otras opciones. pero q u e tenga implicaciones distintas. 6270. 70-74. págs. 1.] Por ejemplo: «Admiro m u c h o y a p o y o tu deseo de ser h o n e s t o contigo m i s m o » . «tener desde hace tiempo» = > «tan apegado» «difícil d e cambiar» = > «poco fácil» des- Estructura de la afirmación de una creencia limitadora acerca del cambio Veamos a c o n t i n u a c i ó n algunos ejemplos y definiciones sobre c ó m o aplicar los catorce patrones d e El poder de la palabra a esta creencia en concreto. puede resultar difícil prenderse de algo a lo que has estado tan apegado».

) Por ejemplo: «Puesto que tener la creencia tan sólo un breve período de tiempo haría que cambiarla fuera más fácil. d e m o d o q u e cambie (o refuerce) la generalización definida p o r la creencia. (Ver Capítulo 3. «Admitir de verdad nuestras inquietudes nos permite apartarlas para centrar la atención en lo que queremos» 4. págs. 144-148. (Ver Capítulo 5. F r a g m e n t a r h a c i a abajo: Reducir los elementos d e la creencia en porciones más p e q u e ñ a s .» «cambiar la creencia» = > «modificarla p o r partes» Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar Reconocer las inquietudes facilita centrarse en los objetivos Consecuencia Consecuencia Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar . págs. te resultaría más fácil e incluso divertido. « m u c h o tiempo» = > «poco tiempo» «laf vez si en lugar de tratar de cambiar toda la creencia de una vez la modificaras por partes. tal vez puedas recordar cuándo la formulaste e imaginar que la cambiaste entonces». C o n s e c u e n c i a : Dirigir la atención hacia u n efecto (positivo o negativo) d e la creencia o de la generalización definida p o r la creencia que la cambia o refuerza. 83-85.270 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 271 3.) Por ejemplo: «Anticipar que algo va a ser difícil hace que parezca a menudo mucho más fácil cuando lo haces realmente».

(Ver Capítulo 3 . 8 7 91. Analogía fcam-y bio de creencia = forma de conocimiento y ciclo de cambio ' Fragmentar haría arriba di' flcü de cambiar • desconectado naturi del 'Fra. a pesar de todo el tiempo que llevaban existiendo. «Todos los procesos de cambio tienen un ciclo natural que no puede precipitarse.) Por ejemplo: «El pasado no siempre predice con exactitud el futuro.» Tengo esta creencia desde hace tiempo Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar Causas Me será difícil cambiar 7 Una creencia es como una ley. incluso leyes muy antiguas pueden ser cambiadas con rapidez si un número suficiente de personas vota por otra nueva». La cuestión no es si es viejo o nuevo. «Una creencia es como un programa informático. sino si conocemos o no el lenguaje de programación.272 EL PODER DE IA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 273 5. El conocimiento evoluciona con rapidez cuando se reconecta con los procesos naturales que lo actualizan». i «difícil de cambiar» = > «futuro» «cambio» = > reconectado c o n los procesos naturales que lo actualizan». Una creencia es como un programa informático. F r a g m e n t a r hacia arriba: Generalizar u n elemento de la creencia hasta u n a clasificación superior que cambie (o refuerce) la generalización definida p o r la creencia.) Por ejemplo: «Una creencia es como una ley. págs. La pregunta es: ¿Cuánto dura el ciclo vital natural de tu particular creencia?» «difícil de cambiar» = > «no se p u e d e precipitar el ciclo natural» «tienes la creencia mucho tiempo» = > «duración del ciclo vital de la creencia» Analogía: E n c o n t r a r u n a relación análoga a la definida p o r la creencia que cuestione (o refuerce) la generalización definida p o r la creencia.» «Los dinosaurios quedaron probablemente muy sorprendidos de lo rápido que cambiaba su mundo. págs. mentar hacia amt \ Analogía F r a g m e n t a r hacia a r r i b a . (Ver Capítulo 3 . 86-87.

) Por ejemplo: «Probablemente no eres ni el primero ni el único en tener esta creencia.» 8. 56-59. págs. (Ver Capítulo 2.274 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 275 7.» «Estoy seguro de que tus hijos se sentirán felices de que hayas realizado el esfuerzo necesario para cambiar esa creencia. (Ver Capítulo 2.) Por ejemplo: «No es necesario cambiar de creencia. como construir un mapa del mundo que sea congruente con quien tú eres ahora. págs. 49-53. d e u n m a y o r n ú m e r o de personas (o de u n a sola p e r s o n a ) o d e una perspectiva más o m e n o s amplia. «Dentro de unos años. tan sólo actualizarla». Otro objetivo Tus hijos se sentirán Otros han tenido y cambiado creencias parecidas Cambio de tamaño del marco felices de que hayas realizado el esfuerzo necesario para cambiarla Cambio de tamaño del marco Otro objetivo Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me sera difícil cambiar Cambio del tamaño del marco . sino «La cuestión no es tanto cambiar las creencias. más que cambiarlas. más fácil será para las demás cambiar esta clase de creencia en el futuro». probablemente te resultará difícil recordar siquiera que tuviste esa creencia.» Tengo esta | creencia desde | hace tiempo Causas Me será difícil ^cambiar. en lugar de traspasársela a ellos. para cuestionar (o reforzar) la relevancia d e ésta. Objetivo real: actualizar las creencias. C a m b i o del t a m a ñ o del marco: Reevaluar (o reforzar) |g implicación de la creencia en el contexto de u n marco temporal m a y o r (o m e n o r ) . O t r o r e s u l t a d o : C a m b i a r a otro objetivo distinto al que atiende o implica la creencia. Tal vez cuantas más personas consigan cambiarla. y ser congruente con quien tú eres ahora.

«Los artistas suelen usar sus luchas internas como fuente de inspiración para la creatividad.) P o r ejemplo: «Estás de suerte.» lO. págs. M o d e l o del m u n d o : Reevaluar (o reforzar) la creencia desde el marco d e u n m o d e l o diferente del m u n d o . en concreto. muchas personas ni siquiera se dan cuenta de que sus limitaciones son función de creencias que pueden ser cambiadas por completo.) Por ejemplo: «¿Cómo. págs. sabes que tienes creencia "desde hace tiempo"?» esta «¿Qué cualidades concretas de lo que ves o escuchas cuando piensas en cambiar esa creencia hacen que eso te parezca "difícil"?» f personas ni \ siquiera se dan cuenta de que sus limitaciones proceden de creencias \ \ I L \ » ¿Qué recuerdos o representaciones internas te hacen | pensar que cambiar esa | creencia va a ser difícil? f > Estrategia de realidad \ Modelo del mundo / Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar ^ J Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar \ / Modelo del mundo Estrategia de realidad . 74-78. teniendo en cuenta que las personas o p e r a n desde percepciones cognitivas del m u n d o para construir s u s creencias. Me pregunto qué clase de creatividad hará surgir en ti tus esfuerzos por cambiar esa creencia. Les llevas mucha delantera». (Ver Capítulo 4.Estrategia d e realidad: Reevaluar (o reforzar) la creencia. 110-117.276 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 277 9. (Ver Capítulo 2.

118-124.» La mayor parte de los ~\demás procesos | mentales se dijuminan con | el tiempo.278 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 279 1 1 . 182187.) Por ejemplo: «El grado en el que la creencia encaja con nuestra visión y nuestra misión y las apoya es más importante que el tiempo durante el que hemos estado manteniendo la creencia». págs. en lugar de hacerse más fuertes. en vez de volverse\ más fuertes Contraejemplo Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar Tengo esta creencia desde hace tiempo Congruencia integridad personales e Causas Jerarquía de criterios Contraejemplo Jerarquía de criterios Esfuerzo para cambiar . C o n t r a e j e m p l o : Encontrar u n ejemplo o u n a «excepción de la regla» q u e cuestione (o enriquezca) la generalización definida p o r la creencia. (Ver Capítulo 6. «La congruencia y la integridad personales compensan cualquier esfuerzo que uno haga por alcanzarlas. págs.) Por ejemplo: «Parece que la mayoría de los procesos mentales (como los viejos recuerdos) se vuelven menos intensos y más sujetos a la distorsión y al cambio cuanto más tiempo hace que los tenemos.» 1 2 . J e r a r q u í a d e criterios: Reevaluar (o reforzar) la creencia de a c u e r d o c o n u n criterio que sea m á s i m p o r t a n t e que cualquier otro atendido p o r la creencia. ¿Qué hace a las creencias tan diferentes?» «He visto muchas creencias establecidas cambiar de forma instantánea cuando la persona tiene acceso a las experiencias y el apoyo necesarios. (Ver Capítulo 4 .

fundamentalmente una cuestión de tiempo?» «¿Cuan difícil crees que sería cambiar tu creencia de que las generalizaciones mantenidas largo tiempo son difíciles de cambiar?» 14. METAMARCO Aplicar a sii mismo ^Aplicar a sí . mismo ~~~ Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas es Me será difícil cambial- Tengo esta creencia desde hace tiempo Me será i y Causas difícil cambiar Aplicar a sí mismo Metamarco . es decir.Metamarco: Evaluar la creencia desde el marco d e u n contexto presente. págs.Aplicar a sí m i s m o : Evaluar la propia afirmación de creencia. «¿Se te ha ocurrido que tal vez tu creencia de que esta creencia concreta será difícil de cambiar constituye una buena justificación para quedarte como estás? Tal vez haya algo que te guste. del modo en que ahora eres. (Ver Capítulo 8.) P o r ejemplo: «Tal vez tienes la creencia de que las creencias son difíciles de cambiar. debido a que te han faltado ¡as herramientas y la comprensión necesarias para cambiarlas con facilidad». seria cambiar esa creencia? Tal vez tengas esa creencia porque te han faltado las herramientas adecuadas para el cambio. (Ver Capítulo 8. o que le guste a alguna parte de ti.280 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 281 13. 248-253. págs. d e acuerdo c o n la relación o los criterios definidos p o r ella. y de algún modo no se encuentran disponibles en el camino en el que ahora mismo te encuentras.» ¿Cuánto tiempo has mantenido esta creencia? ¿Cuan ai). d e orientación personal. establecer una creencia sobre la creencia.) Por ejemplo: «¿Cuánto hace que tienes la opinión de que la dificultad para cambiar de creencias es. 253-258.

m i p r i m e r r e c o n o c i m i e n t o consciente de la ^ t r u c t u r a de a l g u n o s d e los patrones d e El poder de la palabra ^Hgió en el a ñ o 1980. los médicos no estaban m u y seguros de c ó m o tratarlo. con el objetivo de volverse m á s «abierto a dudar» o «abierto a creer» esa generalización concreta. cofundador d e la Pro- . las i n t e r v e n c i o n e s d e El poder de la palabra requieren a m e n u d o la aplicación de m á s de u n solo p a t r ó n para atender diversos aspectos d e u n a m i s m a creencia. los catorce patrones de El po_ der de la palabra c o m p o n e n u n sistema d e intervenciones q p u e d e n ser aplicadas a la afirmación d e causa-efecto o de equivalencias complejas q u e se e n c u e n t r a e n la base d e la creencia de que se trate. A m e n u d o . Patrones de El poder de la palabra El sistema de patrones de El poder de la palabra al compleí C o m o ejemplo. p u e d e n suceder cosas inusuales». «aplicando a sí mismo» la generalización. sino c o m o u n a posible ventaja. observó: «Ante circunstancias inusuales. Este simple comentario la a y u d ó a cambiar de perspectiva. Ello es cierto sobre todo c u a n d o n o s e n c o n t r a m o s ante u n «virus mental».A estas alturas del libro h e m o s e x a m i n a d o de q u é m o d o p u e d e ser aplicado cada u n o de los patrones de El poder de la palabra para ayudar a estar m á s «abierto a d u d a r » de las creencias y generalizaciones limitadoras. habida cuenta de lo «inusual» d e su situación. Comenzó a implicarse m á s p e r s o n a l m e n t e en la acción. los p r o p i o s virus mentales se m a n t i e n e n en su lugar p o r k aplicación i n c o n s c i e n t e de p a t r o n e s de El poder de la palabra que actúan a m o d o d e e s c u d o ante c u a l q u i e r i n t e n t o d e cambiarlos. U e . así c o m o a estar m á s «abierto a creer» en las potenciadoras. Consultó a u n practicante d e PNL quien. se sentía ansiosa y desconcertada por la situación.282 EL PODER DE IA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 283 Los patrones como sistema de El p o d e r d e la p a l a b r a de intervenciones verbales Utilizar E ' p o d e r d e la p a l a b r a n sistema de patrones u como C o m o ilustra el diagrama siguiente. u n a sola afirmación de El poder de la palabra contribuye en gran medida al cambio de la actitud y las respuestas de la persona. hasta el p u n t o de percibir la incertidumbre n o ya por fuerza c o m o u n p r o b l e m a . De «echo. p o r consiguiente. Consideremos el ejemplo de la mujer a la q u e le acababan d e c o m u n i c a r q u e tenía u n a variante «inusual» de cáncer y q u e . m i e n t r a s participaba en u n seminario en ashington a cargo d e Richard Bandler. Temiendo lo peor. Sin embargo. lo q u e a su vez motivó q u e sus médicos le ofrecieran m á s opciones. La mujer c o m e n z ó a mejorar a ojos vista (algo asimismo «inusual») con u n a m í n i m a intervención de s u s m é d i c o s . llegando a recuperar p l e n a m e n t e la salud.

La pata de u n a d e esas tarimas estaba algo suelta. c o m p u e s t o p o r varias tarimas elevadas más pequeñas puestas j u n t a s para formar u n a superficie mayor. Por desgracia. Ben hizo gala d e u n a gran creatividad a la hora d e rebatir las opcio- nes. orientados al «marco p r o blema». a la que llamaremos «Ben». C o m o suele suceder en estos casos. la relación comprometida. En lugar de sentirse frustrado. U n a persona. Ben trataba de echarle la culpa a su novia d e todos los problemas de la relación. m á s sana. paralela a la que Ben estaba viviendo en relación c o n su novia. U n o d e los participantes. r o m p e d e r e p e n t e esa relación c o n el otro individuo d e t e r m i n a d a a no volver a saber m á s de él. la plataforma se inclinó e hizo que se tambaleara. La persona implicada dedicará g r a n cantidad d e esfuerzos para m a n t e n e r s u s recuerdos d e la relación d e n t r o de u n «marco p r o b l e m a » . el fen ó m e n o conocido c o m o cruzar el umbral. Este proceso tiene u n a estructura parecida a la del «virus m e n t a l » . Todos los recuerdos. percibió u n a o p o r t u n i d a d para crear u n a situación ridicula. Ben estaba convencido de que su m a p a mental d e la situación era c o rrecto. y parecía d e t e r m i n a d o a dejarla. el que decide romperla necesita d e algún m o d o s u p r i m i r o reencuadrar las n u m e r o s a s experiencias positivas c o m p a r t i d a s con la otra persona. saltó en ayuda de Richard y trató de arreglar la pata suelta. e n el sentido de que n o resulta fácil que la experiencia o el r a z o n a m i e n t o consigan darle la vuelta. El seminario se desarrollaba en la sala d e u n hotel. En u n p r o c e s o q u e Bandler d e n o m i n a «cambio de imágenes». Richard comenzó a crear u n a especie d e escenario «paranoide». realizará u n a especie d e reencuadre negativo con respecto a sus recuerdos del pasado. la pata seguía d a n d o p r o b l e m a s y cuando Bandler volvió a pisar sobre ella mientras interactuaba con Ben. Este fenómeno se prod u c e c u a n d o u n a persona. a ser posible. Para t e r m i n a r «definitivamente» de forma c o n g r u e n t e c o n la relación. al que llamaremos «Vic». La realidad d e m o s t r ó q u e n o era tan fácil convencer a Ben para q u e diera a su novia y a la relación otra o p o r t u n i d a d . Bandler comenzó a explorar la posibilidad d e «invertir» ese proceso u n a vez ya manifestado. La obra de teatro improvisada fue más o m e n o s c o m o sigue: . La relación con su novia n o iba por b u e n c a m i n o y se planteaba romperla. posibilidades o r a z o n a m i e n t o s que Bandler le p r o p o n í a para que cambiara d e o p i n i ó n acerca d e la chica y de la relación. se prestó voluntario para el experimento. que podríamos d e n o m i n a r la «última barrera» c o n respecto a la relación. Bandler p u s o en funcionamiento varios d e los principios y técnicas verbales de reencuadre que h e m o s analizado en este libro. Richard decidió «dar la v u e l ta a la tortilla» y colocar metafóricamente a Ben y al resto de los participantes en la posición d e la novia. en el q u e aparentaba sentirse deliberadamente agredido por Vic. d e m o d o que cuando Bandler pisó allí p o r primera vez. con el objetivo de crear la posibilidad d e u n a nueva relación. Eso suele ocurrir c o m o resultado d e cruzar u n a especie de línea. entre otros. C u a n d o vio q u e Vic volvía a tratar d e arreglar la dichosa pata. al m i s m o tiempo que todo lo positivo se difuminará en el trasfondo. pasarán ahora a p r i m e r a línea. p a r a ver si d e ese m o d o resolvían el problema. Para mantener su «virus mental» paranoide. q u e ha estado implicada en u n a relación intensa y significativa c o n otra d u r a n t e u n período dilatado de tiempo. la plataforma volvió a balancearse. Bandler ( q u e p o r aquel entonces tenía problemas en su m a t r i m o n i o ) estaba interesado en a y u d a r a Ben a resolver s u s dificultades salvando así. que tiene u n instinto n a t u r a l para lo grotesco.284 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 285 gramación Neurolingüística. Richard. A pesar d e querer colaborar activamente en la demostración. antes relegados a u n seg u n d o p l a n o . y d e n u e v o se tambaleó. Bandler analizaba. atributos y hábitos negativos d e la otra persona. Richard y Ben estaban sobre u n entarimado temporal. y aseguraba q u e lo había c o m p r o b a d o u n a y mil veces.

la arreglé.286 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema RB: ¿Ah. Otra vez p o r el suelo. Si no es eso. Bandler establece la creencia limitadora en forma de causaefecto y afirmaciones de equivalencia compleja. Bandler se centra en un contraejemplo para la explicación de Vic. otra vez. RB: ¿Y si n o lo está? ¿Qué pasa si m e r o m p o una pierna? 287 Transcripción Richard Bandler: La persona q u e arregló esta pata q u e salga i n m e d i a t a m e n t e d e la sala. n o ? ¿Entonces para qué lo hiciste? Vic: M m m . ¿de acuerdo? RB: ¿Tienes alguna idea d e cuántas veces más tengo que pasar p o r ese p u n t o más que tú? Ya sabes que lo p r o b é la última vez y aguantó. Vic intenta de manera intuitiva vincular la generalización con una consecuencia positiva. ¿Te das cuenta? No le importa mi futuro. ¿qué otra explicación le p o d e m o s d a r a q u e arregle la pata y cuand o vuelvo a pasar p o r ahí. está bien. E n cualquiera d e los dos casos n o quiero tener nada que ver c o n ese tipo. firme c o m o u n a roca. v Bandler amplía el «tamaño del marco» para mantener el «marco-problema» y restablecer la posibilidad de un contraejemplo.) Tuvo su o p o r t u n i d a d y n o lo hizo bien. exagerando el peligro potencial. la. Bandler «fragmenta hacia arriba». convirtiendo la consecuencia de «lastimarme» o «romperme la pierna» en «poner mi vida en peligro». Vic: Arriesgaré y o mi vida prim e r o . p o r p o c o m e lastimo? 0 es u n tonto i n c o m p e t e n t e o lo ha h e c h o a d r e d e . Eso quiere decir que trata de lastimarme y que no me puedo fiar de él». Es la única explicación que p u e d o darle a lo sucedido. Vic: N o . ' c : Pisaste sobre el lado dere- Tratando de «sacar del marco» . y ahora p u e d e s c o m p r o b a r q u e está firme c o m o u n a roca. p e r o c u a n d o volví a pasar p o r ahí ¡Boom!. RB: De m o d o que lo q u e quieres es que pise ahí. Tratando de «seguir el juego». y lo haría de nuevo. ¿qué es entonces? ¿Por q u é querrá h a c e r m e eso a mí? (Dirigiéndose a Vic. Le i m p o r t a u n c o m i n o que m e r o m p a la p i e r n a . ¿verdad? Pues n o le voy a dar otra o p o r t u nidad de h a c e r m e d a ñ o . Quiero decir.) ¿Por q u é quieres lastimarme? ¿Eh? Vic: Eso n o es cierto.. q u e ponga mi vida en peligro. creando así un «marco-fracaso» y un «marcoproblema»: «Vic ha hecho algo que podía lastimarme varias veees.. Acabaría lastimándome. (A Bcn. N u n c a m á s podría confiar en ella. Vic ensaya una versión de «aplicar a sí mismo». N u n c a más nte fiaré d e él.

Al principio creí que eras alguien sincero. H o m b r e 1: A condición de que evites pasar p o r ahí en el futuro. Pero seg u r a m e n t e eso n o es d e lo ú n i c o q u e m e tengo que preocupar. Lo ú n i c o q u e me aconseja es que «pruebe de n u e v o » .. ¿no le has escuchado? Pretende q u e vaya ahí a p r o b a r d e nuevo. RB: ¿Veis? Él sí que trata d e a y u d a r m e . RB: Exacto.de Ben de la creencia limitadora bía o c u r r i d o a n t e s sacar la para «fragmentar hacia arriba» maldita plataforma. asegurando q el problema se circunscribe sólo a una parte del entarimado.288 cho. RB: Sí q u e lo está. pero el patrón de «buenas intenciones» sus intenciones s o n b u e . n o lo c o m p r e n d o . rece? Viene a mi seminario a tratar d e asesinarme.al nivel de «identidad». y o también m e he Bandler utiliza la confirmación dado cuenta. Hombre 1 acompaña el «marcoproblema» de Bandler y su fragmentación general. tal vez me aconseje Bandler continúa centrándose en ir demasiado lejos. lo cual tiene como efecto cambiar el «resultado» sobre el que se centraba el argumento. señalando que el comportamiento de Vic es un contraejemplo de sus protestas de buenas intenciones. centrándose en la «intención» de Vic. E .. Vic. Bandler fragmenta hasta la totalidad de la secuencia de la interacción. EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 289 está un el contraejemplo. Ben acompaña también el marco problema de Bandler. Ue (Dirigiéndose a Ben. me s o r p r e n d e u n poco que n o haya ido ya a probar él m i s m o . RB: Bueno. m e dice d ó n d e tengo q u e vigilar. Bandler toma el comentario de Hombre 1 como confirmación de su marco problema y de su creencia limitadora. No se me ha. p u e d e q u e haya otros peligros. Simplemente. N o tenía ni idea d e lo que realmente tratabas d e h a c e r m e . amabilidad y todo eso. Parecía otra cosa. De ese otro (señalando a Vic) n o me p u e d o fiar. todo irá bien. BemBueno. ¿no es así? Ése. No me cabe en la cabeza que alguien quiera hacerme u n a cosa así. que d e verdad trataba de a y u d a r m e . en cambio. ¿Qué te pa. en c a m b i o (señalando a H o m b r e 1). y amplía el «tamaño del marco» para incluir a otros que también tengan «mala intención».frente a «malas intenciones». Para mí n o tiene n i n g ú n sentido. Esa parte poco mal. Ahora aún más la intención negativa de sí q u e veo bastante claro Vic de «hacerme daño» a «tratar que lo q u e quiere es q u e de asesinarme». así como de sus afirmaciones de que la tarima está «firme como una roca». Vic «fragmenta hacia abajo». El tipo ése. todavía no estoy m u y seguro.) ¿Ves? Él (señalando a Hombre 1) sí que está d e mi parte ¿Mmm? Ben:(captando la metáfora): Tal vez. ñas. trasladándola me haga daño. trata d e q u e vaya ahí a lastimarme.

u n a oport u n i d a d tras otra d e tratar de hacer algo positivo. n o lo ha h e c h o . Para mantener el marco problema. Bcn continúa «acompañando» la declaración de i neiu ia de Bandler. pero ¿lo ha h e c h o ? N o . sentado y sin hacer nada. ampliando las causas posibles del comportamiento de Vic desde su «¡mención negativa». pero si n o piensa en lo que p u e d e ocurrir en el futuro. RB: Ya lo creo que sí. M u J e r 1: ¿Por qué n o le dais la vuelta a esa plataforma entre los dos y os aseguráis Mujer 1 trata de establecer un «marco-realimentación» cooperativo y cambiar de resultado: . ha- El contraejemplo es leencuadrado como «consecuencia». Le sugerí (Bandler obvia el hecho de que le que sacara ese trozo y ha dicho a Vic que su oferta de t a m p o c o lo ha h e c h o . para incluir también su «modelo del mundo limitado». Ofreció pisar y demostración de que «no le im«arriesgar su vida» p r i m e . Quizá n o le gusto. de Ben:Ya le has dado m u c h a s oportunidades de demostrar q u e n o va a p o r ti. «fragmentando hacia arriba» el «contraejemplo" para cuestionar la afirmación de Vic de que no tiene malas intenciones. Hombre 2 trata un contraejemplo do hacia abajo». Tal vez n o sabe qué más hacer en el futuro para hacerme daño. Hombre 2 trata de «metaencuadrar» parte de la creencia limitadora de Bandler. de encontrar «fragmentan- H o m b r e 2: ¿Por q u é crees que p e n s ó que tenía que volver a colocar ese trozo. Bandler mantiene el marco problema. Hombre 2: Pero sólo tienes un ejemplo. tal vez n o lo haya h e c h o deliberadamente. Mujer 1 trata de utilizar la respuesta de Bandler como un posible contraejemplo de su creencia acerca de la intención negativa de Vic. Es pisar primero la tarima no era que n o le i m p o r t o . tampoco lo hará la p r ó x i m a vez y me meterá en alguna situación d e la que saldré realmente escaldado. que confirma la creencia negativa de Bandler.cia arriba —asegurando haberle nes sobre c ó m o hacer algo ofrecido a Vic «un montón de oppara d e m o s t r a r m e q u e n o ciones»— y «redefine» la falta estaba t r a t a n d o d e lasti. en vez de sacarlo? RB: No sé por qué lo ha hecho. RB: ¡Lo ha h e c h o d o s veces! Y Bandler vuelve a fragmentar hale di u n m o n t ó n d e o p c i o . Le doy «prueba» suficiente de sus intenigual. Mujer 1: Sí. O quizá nunca se le ocurrió pensar el daño que me podía hacer.de respuesta de Vic como una m a r m e . Ahí lo va a dejar ciones. así que n o lo p u e des saber con seguridad. Bandler cambia el foco de la atención de la «intención» a las «consecuencias». RB: Si n o ha pensado antes en mi futuro. para tratar de indicar una posible presuposición. con una consecuencia negativa. En todo caso. Ben: Y ahí lo tienes. conectándola de nuevo ro.) hasta q u e consiga que m e caiga. n o quiero estar cerca de nadie con esas intenciones.290 EL PODER DE LA PAIABRA Aplicar los patrones como un sistema 291 intenta c o n v e n c e r m e que no es u n a trampa. Bandler sigue fragmentando cia arriba.porta». Quizá quiere lastimarme.

Sacadlo d e la sala ahora m i s m o . para descalificar de este modo la solución potencial. Hombre 1: Creo q u e es mejor que te vayas tú. q u e le dem o s la vuelta a la tarima. Mujer 2: ¿No le vas a d a r otra oportunidad? blema. ¿Qué otra explicación p o dría haber si no? C ó m o podía yo imaginar q u e iba a caerme. RB: Vaya. . Bandler profundiza el marco problema. cambiando pasado. extendiendo las consecuencias de su creencia paranoica. Lo sabía desde el principio. Acto seguido «metaencuadra» el intento de la mujer por encontrar una solución y lo convierte en una prueba de que conspira con Vic. Y no sólo una. Mujer 2: Entonces ¿qué es lo que quieres ahora mismo? Mujer 2 hace un intento directo por establecer un marco resultado. n o ! No te fías de mí p o r q u e piensas que s o m o s cómplices. pues lo p u e d o hacer y o con é l . cuestionando la autenticidad de Hombre 1. ombre 3: (Señalando a H o m bre 1) ¿Y qué te hace pensar que p u e d e s fiarte de él? Hombre 3 cambia a «otro objetivo». RB: Ya tuvo su o p o r t u n i d a d . Mujer 1 se da cuenta de que una de las consecuencias del «metamarco» de Bandler consiste en que descarta potcncialmente cualquier intento que ella pueda hacer para cuestionar su creencia. ¿No te das cuenta? ¡Si hasta te has s e n t a d o en el m i s m o lado de la sala que él! «comprobar» la plataforma para asegurarse de que «está bien». utilizando el hecho de que se sienten en el mismo lado de la sala como consecuencia confirmadora.292 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 293 el marco al que está bien? Q u e trabaje contigo para comprobarlo. señalando una consecuencia negativa de la afimación de Mujer l. N o sé qué más va a tratar d e hacerme. Mujer 2 hace otro intento directo. en esta ocasión para establecer un marco realimentación. Lo q u e n o . Bandler amplia de nuevo el tamaño del marco (más allá del presente hasta «los dos o tres días siguientes»). C ó m o podía yo imaginar q u e (Vic) iba a venir antes que nosotros a torcer esa pata. RB: De m o d o que lo que pretendes es que m e ponga a trabajar con él. ahora tratas de h a c e r m e parecer paranoico ¿Eh? (Vic) Te ha preparad o para eso ¿no? Hombre 1 acompaña el marco problema de Bandler (junto con su afirmación acerca de la intención negativa de Vic). ampliándolo para incluir también el comportamiento futuro del sospechoso. RB: N o quiero nada. Ahora ya es demasiado tarde. y luego q u e sea yo el que se pasee sobre ella los dos o tres días siguientes. . sino q u e le di u n m o n t ó n d e ellas y no aprovechó n i n g u n a . centrándose en el futuro inmediato Bandler reafirma el marco RB: Tal vez debería ocultarme. ¡Ah. Mujer 1: Bueno. Bandler vuelve a «fragmentar hacia arriba». quería es que se volviera a instalar esa tarima. Tú estás de su lado. Simplemenie n o le importa. podría esconderse y esperarte afueta.

vida está llena d e cosas b u e n a s aparte d e esa clase d e porquería. Bandler pasa a «otro obsentirme u n p o c o más se. Tan sólo Para restablecer un marco-proaspiro a estar c o n gente y a blema. Y m e volvió a pillar. centrando de n u e v o la atención sobre Vic. tal vez p u e d a s utilizar su genio diabólico. ¡qué casualidad! Mujer 2: Es u n a acción en masa.jetivo» en relación con su propia guro acerca de lo que pasa «seguridad» en lugar de con el a mi alrededor. ¿Sabes? La «genio» de Vic. Hombre 4 trata de es- .294 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema dos personas se enfrenten y que las d e m á s tengan que tomar partido. ampliando el marco problema para incluir a otras personas.) Todos s e n t a d o s en p r i m e r a fila. (A Vic) ¿Te das cuenta del lío que has armado? (A la sala. RB: ¡Vaya! Otra que trata d e hacerme parecer paranoico. Para satisfacer el objetivo «seguridad». Hombre 4: ¿Crees q u e p o d e mos ser m á s listos q u e él? Mujer 2 trata de «fragmentar hacia arriba» y ampliar el tamaño del marco. (A Vic. él haría lo m i s m o que yo.) Ya os dije que ése quería que la gente se hiciera d a ñ o entre sí. y continua expandiendo el marco-problema paranoide. Bandler cambia el marco temporal al pasado. m i e n t r a s esté aquí lo p u e d e s vigilar. que Bandler amplia de nuevo el marco.Hombre 4 sugiere un cambio de d e n a d a m e n t e listo para lo. s RB: No vale la p e n a . RB: No te q u e p a d u d a d e q u e L lo es. para exagerar la crcenciay llamar la atención sobre la generalización. RB: ¿Por qué le buscas excusas? ( M i r a n d o a las personas con las q u e n o está d e acuerdo. él marco resultado redefinir la «inde Vic como colocándola en de «utilizarlo». afirmando que tiene una intención negativa. Hombre 4: Si vas c o n precaución. Ya m e pilló u n a vez. 295 RB: Bueno. RB: No l o sé. reafirmando l<¡ intención negativa de éste \ '" consecuencias negativas de SU comportamiento.5 c o m o una «excusa» para el comportamiento de Vic. grarlo c o n t a n t o s r o d e o s . H o m b r e 3: Quizá (Vic) sea u n s e ñ u e l o . La c h u s m a ataca. sólo me p r e o c u p a q u e pienses que toda esta gente está contra ti. ¿ Q u é p u e d o hacer? Hombre 4: Bueno. Hombre 3 propone una metamarco más «positivo» para el comportamiento de Vic.foco de atención. Hombre 4 trata de tención negativa» «genio diabólico». E s u n a posibilidad. a d e m a s de sí m i s m o . RB: No me vengas con esas. Mujer 2: N o . Hombre 4 trata de desplazar la atención hacia el futuro y hacia un marco objetivo. Mujer 2 trata de redefinir en positivo su intención. Bandler coloca un «metamarco» en torno al comemaño de Mujer 2. Bandler «redefine» el metam co de Hombre . Sólo Dios sabe a c u á n t o s más habrá pillado. Hombre 4: Tiene q u e ser con.) ¿Qué clase de ser h u m a n o eres? Mira lo que has conseguido.

Tal vez corte u n a futuro. En lugar de atender a la pregunta. ¿Qué p u e d o hacer? No me fío de él. Mujer 3: Pero n o has tenido la adecuada interacción con él para fiarte. RB: Ahora intenta hacerme parecer estúpido. ¿Debería cortar p o r lo sano y n o volver a c o m u n i c a r m e n u n c a más con él? Tal vez sea lo mejor. n o sé. y crea así una especie de «argumento circular». maño del marco para incluir en tan sólo estaría seguro u n él consecuencias negativas en el tiempo. Vic trata de crear un contraejemplo a la generalización de Bandler.R DI= LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 297 trechar el tamaño del marco temporal hasta la situación en curso. verle. La cuestión es que n o sólo dejó que me sucediera a mí. a u n q u e lle. Hombre 1: No te critico por ello.. y que todo está bien. ¿quién sabe? Mujer 3: ¿ C ó m o sabes que lo preparó d e a n t e m a n o ? Mujer 3 trata de determinar con qué «estrategia de realidad» ha formado Bandler su generalización acerca de la intención negativa de Vic. Bandler cambia de inmediato a «otro objetivo». Mujer 3 trata de establecer otro metamarco alrededor de la generalización de Bandler. así como a modo de justificación para la falta de confianza respecto a Vic y a las potenciales consecuencias futuras. Incluso a u n q u e n o lo hiciera adrede.) RB: Quiero decir. tando que la conclusión de éste se basa en una experiencia limitada. Bandler expande el marco más allá del presente. lución en el presente. centrándose en las consecuencias negativas del comportamiento de Vic sobre su estado interno (de Bandler). Pero n o quiero tener ninguna clase d e interacción con él. así podrá hacerlo otra vez c u a n d o se le antoje. (Y comienza a retirar la tarim a estropeada.296 EL PODP. Me. ¿Veis? Ahora trata de hacer ver que n o ha p a s a d o nada. a saber: «No me fío porque no he tenido con él la adecuada interacción. Bandler «colapsa» el metamarco aplicando su conclusión a los términos de éste. pero ésa no es la cuestión. no quiero tener ninguna clase de interacción con él porque no me fío». ¿eh? Podría tratar d e h a c e r m e lo m i s m o de n u e v o . Bandler utiliza este marco como confirmación de la intención negativa de Vic. sino que lo volvió a disponer todo para que m e sucediera lo m i s m o de nuevo. cumpliendo con su requisito de retirar la tarima estro peada. lo . descartando cualquier sopata del otro e x t r e m o . N o hay más que. p r e g u n t o c u á n d o acabará todo esto. Bandler metaencuadra la acción de Vic como un intento de desacreditarle a él y de aparentar que no corre ningún peligro. Dirá a los d e m á s que la arregló y la volvió a colocar.Bandler vuelve a cambiar el tavarais u n a tarima nueva.. más que en la intención negativa de Vic. Vic: Voy a sacar esa tarima. Además. RB: Ya lo vigilo. argumen- RB: Bueno. sigue sentado en el m i s m o sitio. RB. lo cual implica que volverá a sentirse amenazado más adelante.

Bandler pasa del pasado al presente. RB: Sí. m o en el futuro. Mujer 3 trata de utilizar el pasado como recurso para establecer un marco objetivo.Mujer 4 trata de conducir a sas que hayas disfrutado Bandler a identificar contraejemh a c i e n d o c o n él? Q u i e r o plos positivos del pasado. Lo que importa es que eso es lo q u e siento. Traté d e darle u n a o p o r t u nidad para hacer algo al respecto.cionados con su estado interno y guste. Mujer 3 realiza otro intento de establecer directamente un marco objetivo. Bandler desplaza atención de la causa-efecto a las relacionadas con terno. Al n o sen. N o p o d r é cho estado tenga para su futuro volver a ser la misma per. Ahora ya n o soy así. N o voy a p o d e r dar seminarios hoy. claro. sus interacciones con Vic. Si él n o h u biera h e c h o todas esas cosas.) ¿Veis lo que m e estáis haciendo? (A la sala. A h o r a n o p u e d o dejar d e sentirme de este m o d o . todo eso está ahí. en lugar de tratar de las acciones de Vic.tado interno negativo presente. Me gustaba la gente y confiaba en ella.) ¿Qué vais a hacer?. Bandler cambia el marco a su espero n o podría ser lo mis. Mujer 3: ¿Y c ó m o eras? C u é n tamelo.(cambia del nivel de comportasona con él nunca más. reladecir. pero me decepcionó. RB: La cuestión no es ésa. Bandler vuelve a un marco proMema y traslada el marco al pasado. E n miento al de identidad).) Pero n o P a r a mantener el marco problema. ¿Veis? ¡Estoy aterrado! Mujer 3: ¿De qué m o d o te hace sentir así? Mujer 3 trata de nuevo de «fragmentar hacia abajo» la «estructura» de la generalización de causa-efecto. Es capaz de volver d e n u e v o c o n otro n o m bre. Mujer 4: ¿Puedes recordar co. . eso gativas que es de esperar que disería imposible. Ni siquiera quiero volver a tener participantes en mis seminarios. Quiero ser c o m o era antes. estableciendo las «equivalencias» o estrategias internas que Bandler aplica para construir su generalización. RB: Solía ser confiado y feliz. ¿Veis lo que me ha hecho? (Señalando a Vic. redefiniendo la situación como relacionada con «ayudarme». a u n q u e ahora te dis. ¿Santo cielo! ¡No m e dejéis así! Mujer 3: ¿Así es c o m o quieres que sea? 299 cierto es que sucedió. n o quiero q u e sea así. y o n o m e sentiría así. el foco de la generalización consecuencias su estado in- Bandler fragmenta hacia arriba y amplía el tamaño del marco.asi como a las consecuencias netir lo que siento ahora. ¿dejarme de este m o d o ? P o r q u e si n o sois capaces d e a y u d a r m e m e t e n d r é q u e marchar. RB: No. Él es quien me hace sentir mal. orientado hacia un futuro más positivo. m a ñ a n a n i n u n c a . (Dirigiéndose a la sala.298 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema los seis meses últimos he cambiado m u c h o .

RB: Ya lo sé. Hombre 4 trata de redefinir (o «encadenar») el «problema» de Bandler. Hay m u c h o s asesinos de líderes c o m o él. PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un s i s t e m a 301 p u e d o hacer nada más porque n o queréis ayudarme. su marco problema. Bandler utiliza una modalidad de «jerarquía de criterios». ¿Puede alguien ayudarme? RB: ¿Qué m á s da? No sé q u e hacer. Ahora me h e dado cuenta de que hay personas que harían cualquier cosa para herirme. Me he lastimado más d e lo que nunca h u biera pensado. asegurando que no importa las opciones que uno taiga si «no sabe qué hacer». pero la gente te puede p o n e r trampas como ésa. H o m b r e 4: Lo q u e quería es p o n e r t e en el estado e n q u e te e n c u e n t r a s . Quiere sentirse superior a mí. desde el nivel de identidad («no soy como era») al de respuesta de comportamiento («él estado en que te encuentras»). pero ahora ya he aprendido la lección. Solía pensar bien de todo el m u n d o . implicando que Bandler tiene más opciones de las que admite al nivel de capacidad. Puedo cuidar de mí mism o y defenderme. Mujer 3: ¿Quieres decir q u e n o p u e d e s hacer nada m á s o que n o quieres hacer n a d a más ? Mujer 3 trata de redefinir «no puedo» como «no quiero». Solía ser la clase de persona que piensa que todos tienen buenas intenciones.300 El. o «fragmentar hacia airiba». Mira c ó m o . [Bandler vuelve a colocar el problema en el nivel de identidad (Vic es un asesino de líderes) y lo utiliza como medio para restablecer y expandir firmemente. estoy. Realmente n o vale la pena.

302 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 303 Crear y mantener un «virus mental» El p o d e r de la p a l a b r a utilizando Esta clase d e diálogo e n t r e Bandler y los participantes d u r ó aú u n b u e n rato. en un programa avanzado d e PNL en Chicago. podría seguir d e t e r m i n a n d o el resultado d e la interacción. Karl Marx. Una condición clave del m o d e l a d o eficaz en P N L consiste en q u e . me percaté d e q u e lo q u e Richard hacía tenía u n a estructura que yo p o d í a repetir. También m e percaté de que Bandler utilizaba sistemáticamente ( a u n q u e d e m a n e r a intuitiva) los patrones lingüísticos que yo había estado percibiendo c o m o resultado de mi estudio sobre personajes históricos importantes. Se trataba de u n m o d o de establecei y m a n t e n e r u n «virus m e n t a l » . q u e pierda mi credibilidad c o m o profesor y que os riáis d e mí. El siguiente paso consistió en tratar de formalizar los patrones que había c o m e n z a d o a intuir. entre otros. Consiguió colocara los p a r t i c i p a n t e s e n u n lazo doble m á s o m e n o s c o m o éste: «Si tratáis d e a y u d a r m e . modelada sobre la de Bandler: Robert: ¿Quién m e ha puesto ese micrófono? ¿Jim? ¿Dónde está Jim? Va a p o r mí. cada vez que alguien trataba d e « a c o m p a ñ a r » el m a r c o problema. M e d i cuenta. que serán presentados e n el Volumen II d e la presente obra.. Me ha p u e s t o esta cosa. si bien el c o n t e n i d o de la int e r a c c i ó n era distinto. Hitler y G a n d h i . J e s ú s .. Seguro que quiere que me caiga y me lastime. De otro m o d o nos limitaríamos a formular t a n sólo u n a descripción. Es obvio. Para a l g u n o s resultaba a t o r m e n t a d o r . Me di c u e n t a d e q u e . decidí informar al g r u p o de que les iba a mostrar un nuevo conjunto revolucionario de patrones. a n t e la reiterada súplica d e Bandler d e «¿Pued e alguien a y u d a r m e ? » . antes de formalizarla en conceptos relevantes. Conseguía « d e s e n c u a d r a r » cada u n a de las intervenciones q u e se le planteaban c o m o i n t e n t o de ayudarle a e n c o n t r a r alguna solución. para cebarse en c u a l q u i e r cosa que el participante que planteara una opción dejara al m a r g e n d e ella. sin n i n g u n a clase d e progreso. Bandler lo metía e n u n lío más gordo. ¿Está en el baño? Seguro que estará allí. para ver si lograba emular en cierta m e d i d a la actuación de Bandler. Veamos a continuación una transcripción c o m e n t a d a de mi propia versión del drama «irónico». y t o d o s habéis visto ya q u e tropiezo a cada m o m e n t o con eso. En el tercer día del programa. Pero antes de hacerlo. A b r a h a m Lincoln. p o r ejemplo. tenía q u e probar a propósito los patrones yo mismo. La o p o r t u n i d a d se me presentó u n mes más tarde. m e d i a n t e el reencuadre negativo o el « d e s e n c u a d r e » d e c u a l q u i e r i n t e n t o d e resituar la creencia lim i t a d o r a en u n m a r c o objetivo. Esta nueva comprensión me llevó al umbral de lo que se conoce como fase de «disparadero inconsciente» del modelado en Programación Neurolingüística. (Establece creencia limitadora: «Jim ha . es necesario interiorizar la capacidad q u e se esté m o d e l a n d o . malo t a m b i é n » . ¿no? ¿Me va a a y u d a r alguien? Dentro de poco estará aquí de n u e v o . las interacciones continuaban. También era obvio que. c o m o Sócrates. de q u e Bandler cambiaba sistem á t i c a m e n t e el marco y el t a m a ñ o del marco. al nivel de «estructura profunda» se trataba d e u n diálogo c o n el q u e m e había e n c o n t r a d o ya numerosas v e c e s en m u c h a s p e r s o n a s . m a l o . Estaba claro para mí que estos patrones podían ser empleados tanto para defender c o m o para cuestionar creencias y generalizaciones. Pero si n o tratáis de ayudarme. t r a m a n d o algo contra mí. que reflejaría la «estructura superficial» del proceso en lugar d e construir u n m o d e l o d e las nociones m á s profundas necesario para generar la capacidad de que se trate. o la formulación negativa d e la intención tras la creencia. a pesar d e t o d o . M i e n t r a s consiguiera m a n t e n e r el «marco». u n a d e las mujeres presentes respondió f i n a l m e n t e : «¿Quieres q u e t e traiga u n p o c o d e caldo d e gallina?») C o m o . Estaba claro que la i n t e n c i ó n p r i m o r d i a l d e la d e m o s t r a c i ó n d e Bandler consistía en m a n t e n e r a toda costa el m a r c o problema. en su intento de establecer «sintonía» c o n él. o e n u n m a r c o « c o m o si». No hay d u d a d e q u e va a p o r mí. (De h e c h o . e n u n m a r c o realimentación. Sus respuestas n o vers a b a n r e a l m e n t e sobre el c o n t e n i d o de la creencia que había eleg i d o . para otros frust r a n t e .

¡Haz algo ahora mismo! (Consecuencia: «Puesto que estás de acuerdo conmigo. Trata de lastimarme y estoy en peligro». quiere lastimarme. hazme el favor de llamar al hospital para que se lo lleven. deberías hacer algo al respecto ahora mismo».. (Metamarco: Pones todas esas preguntas y tratas de cuestionar mi creencia porque conspiras con Jim.) Pl: Así que si no te hubieras dejado poner el micro te habría hecho aparecer c o m o un tonto.) .) P2: ¿Qué crees que Jim trata de hacer? (Intento de descubrir la intención positiva. si sabias que iba a por ti? (Contraejemplo: Inconsistencia entre las consecuencias lógicas de la creencia manifestada de R y su comportamiento. volverá a suceder de nuevo. (Trata de ampliar el marco para incluir en él a R. tenéis que ayudarme.) R: ¡Lo hace! Y puesto que eres lo suficientemente listo como para darte cuenta de lo peligroso de la situación.. y si trato de impedirle que me coloque el micrófono. ayúda- me. si no te lo pones no parecerás un tonto».) P2: ¿Y que gana él con eso? (Búsqueda de la intención positiva cambiando a otro objetivo. ¿no? (Fragmenta hacia arriba y redefine «tropezar con el cable y perder credibilidad» en «aparecer como un tonto». Tal vez su mapa del mundo consista en perjudicar a los demás para elevarse a sí mismo. (Se centra e n la consecuencia del juicio «loco» para tratar de establecer un marco objetivo. ¿Acaso estás de su parte? Me estoy comenzando a poner nervioso con todas esas preguntas que me hace. Necesito ayuda urgentemente.) P2: ¿Cuál crees que es su propósito? (Sigue fragmentando hacia arriba en busca de la intención positiva. de modo que R puede mantener el marco problema.304 EL PODER DE LA PALABRA Aphcar los patrones como un sistema 305 hecho algo que ha provocado que me haga daño y me sienta humillado. Quiere que quede c o m o un tonto. (Versión sutil de aplicación de la creencia a sí misma. (Utiliza el marco de un modelo del mundo diferente para encadenar una intención positiva.) R: Ya te lo he dicho.) P2: Llamemos los dos. Trata de estimular una reevaluación de la creencia manifestando una consecuencia de la declaración de creencia redefinida: «Puesto que colocarte el micrófono es lo que te hace aparecer como un tonto. (Metamarco: «Parecería raro que tratara de detenerle». no te quedes ahí dándome consejos. (Acompaña el marco problema. También sirve para desviar el marco objetivo de vuelta a quien habla. entonces quizá deberíamos avisar al hospital. igual que Jim. todos pensaréis eme soy un paranoico y él habrá conseguido desacreditarme ante vosotros. Vamos. Está claro que está loco. dirigiendo la consecuencia de la declaración de creencia a quien la manifiesta.) ¿Sabéis qué? Lleva camisa azul y vaqueros del mismo color. Puesto que ya ha sucedido antes.) R: Bueno. Consecuencia: «Pensaríais que soy un paranoico».) R: ¡Ya te he dicho lo que quiere hacer! ¡Va a por mí! (Se centra de nuevo sobre la intención negativa.) P2: Bueno.) P2: Estoy de acuerdo contigo.) R: Porque sabe que estáis todos aquí.) R: ¿Por qué haces tantas preguntas? (Al resto de participantes. la conspiración está creciendo.) R: No sé lo que gana con ello.) • Participante 1: ¿Por qué dejaste que te lo pusiera. (Fragmenta hacia arriba la intención negativa hasta una consecuencia al nivel de identidad: «Hacerme quedar como un tonto». Lo más probable es que esté tratando de ponerte en ridículo ante todas estas personas.

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R: N o , tendrás q u e hacerlo tú p o r mí. Si aviso yo al hospital pensarán q u e estoy loco. Tú m e c o m p r e n d e s , estoy seguro de que me ayudarás llamándoles en mi lugar. (Metamarco: U n a tercera parte tiene m á s credibilidad. Creerán q u e soy paranoico c u a n d o les cuente lo que m e pasa.) P2: ¿Por qué tendrían q u e pensar q u e estás loco? (Pasa al m o d e l o del m u n d o de «ellos» y fragmenta hacia abajo, t r a t a n d o d e e n c o n t r a r opciones posibles o contraejemplos.) R: N o m e fastidies, ¡sabes perfectamente p o r q u é lo pensarán! (Reafirma el metamarco en forma de presuposición: « T ú ya sabes p o r q u é » . ) P2: Yo n o creo que estés loco. (Tratando d e proporcionar un contraejemplo en curso.) R: Esto está fuera d e lugar. ¡Yo necesito ayuda ahora! (Pasa a otro objetivo: «Necesito ayuda ahora».) P3: ¿Y qué pasaría si dejaras de j u g u e t e a r c o n el cable del micrófono? (Utiliza la generalización d e causa-efecto afirmada p o r la creencia para atraer la atención a la influencia del c o m p o r t a m i e n t o del p r o p i o R.) R: ( C o n suspicacia.) ¿Y p o r q u é m e p r e g u n t a s eso ahora? (Metamarco: «Tu implicación d e q u e debería cambiar mi c o m p o r t a m i e n t o significa que estás contra mí».) P4: (Riéndose.) Está loca, yo en tu lugar también la vigilaría a ella. R: S í . . . J i m lleva gafas y ella también. ¿Qué voy a hacer? ¿Nadie va a ayudarme? (Amplía el marco.) P5: ¿Qué tendría que hacer J i m para que n o pensaras que va a p o r ti? (Busca u n a base para contraejemplos de la creencia limitadora acerca d e J i m . ) R: No quiero cambiar mi forma de sentir hacia él. Sólo q u ' ' ro librarme d e él. Sé que va a p o r mí. ¡Mira! ¡Aquí está la
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prueba! (R m u e s t r a el cable del micro a la sala.). ¿Lo ves? No me negarás q u e es u n a p r u e b a a b r u m a d o r a , ¿verdad? Aquí está. Ayudadme. (Afirmando la presuposición d e q u e J i m va a p o r él, R fragmenta hacia abajo para centrarse en el cable del micrófono c o m o prueba.) P6: Bueno, primero sácate ese micro y luego ve a hablar c o n J i m del a s u n t o . Necesitas alivio i n m e d i a t o , ¿no es así? (Trata de establecer un marco objetivo en relación con el cable del micrófono y c o n la i n t e n c i ó n d e J i m . ) R: Si m e saco el micro hará alguna otra cosa. Eso sería tratar s i m p l e m e n t e el s í n t o m a . M e h a p u e s t o u n a y otra vez esa cosa cada día. ¿ Q u é te hace pensar que sacarme el micro le detendría? (Cambia el t a m a ñ o del marco e x p a n d i e n d o el marco t e m p o r a l para centrar d e n u e v o la atención sobre el marco problema y las consecuencias de la «intención negativa» d e J i m . ) P5: ¿Qué necesitas para saber que n o va a p o r ti? (Trata d e fragmentar hacia abajo, para definir la estrategia d e realid a d de la creencia acerca d e la intención d e J i m y buscar posibles contraejemplos.) R: ¿Por q u é sigues tratando de convencerme de que n o va a por mí? Ya h e demostrado que va a por mí. No quiero que nadie me convenza de q u e n o es así. Eso me metería en problemas. (Metamarco: «Tratar de cambiar m i creencia de que va a por mí me acarrearía consecuencias negativas».) P7: ¿Qué quieres q u e te a y u d e m o s a conseguir? (Intenta establecer d e forma directa u n marco objetivo.) R: Sólo quiero s e n t i r m e p r o t e g i d o . . . saberme a salvo d e él. Y eso n o lo p u e d o hacer por mí m i s m o . Necesito ayuda. (Utiliza u n a formulación ligeramente distinta al objetivo para m a n t e n e r intacto el marco problema.) P8: ( C o n vehemencia.) Sí, pero todo el tiempo has sabido que ese cable estaba ahí. ¡Lo p r i m e r o q u e p u e d e s hacer

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p o r tu seguridad es quitártelo! (Utiliza u n a consecuencia de la creencia d e R para tratar de establecer u n marco realimentación — a p l i c a n d o indirectamente la creencia a sí m i s m a — y colocar a R en u n a posición de «víctima».) R: Me p o n e realmente nervioso que alguien m e grite. (Metamarco del c o m e n t a r i o para llamar la atención sobre la consecuencia sobre su estado i n t e r n o de la parte no verbal d e la declaración.) P7: ¿Cómo sabrías q u e ya estás a salvo de Jim? (Tratando de establecer u n marco objetivo y u n marco realimentación, fragmentando hacia abajo y estableciendo el criterio de equivalencia para «seguridad».) R: No p u e d o sentirme seguro mientras él ande por ahí. Lib r a d m e d e él ahora m i s m o . (Fragmenta d e nuevo hacia arriba, reafirmando el marco problema y s u s consecuencias.) P9: ¿Para qué te sirve q u e sigas con el cable p u e s t o , a pesar d e q u e crees que es u n peligro? (Fragmenta de nuevo hacia abajo y cambia el foco de atención, d e Jim al «cable», y trata d e averiguar la intención de R para establecer u n m a r c o objetivo. «No seguro» es asimismo redefinido c o m o «peligroso».) R: El micrófono sólo es peligroso c u a n d o m e muevo. La cuestión es que ése es tan sólo u n m o d o más de J i m para pillarme. (Metaencuadra y cambia el t a m a ñ o del marco para desviar la atención desde el cable del micrófono hasta la intención negativa d e J i m . ) P9: ¿De m o d o que es el cable lo que te indica que Jim va a p o r ti? (Fragmenta hacia abajo para verificar la estrategia d e realidad que relaciona el cable del micrófono con la mala intención de Jim.) R: Ese cable n o me indica nada. Ya sé q u e va a p o r mí. ¿Acaso tratas de confundirme? (A la sala.) Creo que está loca.

(A P9.) Me s o r p r e n d e que estés loca... Venga, se s u p o n e q u e sois practicantes de PNL. ¿Por q u é n o me ayudáis? (Sitúa de lleno la atención sobre la intención negativa d e J i m c o m o causa del «peligro». Establece u n a «equivalencia compleja» entre el estado i n t e r n o de R — « E s t o y conf u n d i d o » — y u n juicio sobre la otra persona — « D e b e s d e estar loca»—. Asimismo, R descarga sobre los particip a n t e s la responsabilidad de su estado problema.) P6: (Riéndose.) E s e j i m comienza a asustarme a mí también. R: Y con razón. (A la sala.) Ése es el ú n i c o entre lodos vosotros q u e tiene algo de cerebro. M e va a librar d e J i m . (Afirma u n a consecuencia p r o b l e m a d e la aceptación d e su marco problema.) PÍO: Si te ata c o n eso e s q u e va a p o r ti, p o r c o n s i g u i e n t e . . . (Redefine el p r o b l e m a con el micrófono c o m o «estar atado».) R: N o , n o te das cuenta de lo que pasa. N o me «ata». Sabe perfectamente q u e , a lo largo del programa, acabaré trop e z a n d o con el cable. (Cuestiona la redefinición.) PÍO: ¿Y el ú n i c o m o d o en que p u e d e s detener eso es librándote d e él? (Busca contraejemplos.) R: ¡Exacto! PÍO: Siendo así, tal vez n o sea mala idea q u e le ates c o n ese cable d e m o d o que n o enloquezcas y le mates. (Redefine «librarte de él» c o m o «matarle» y trata de establecer u n a consecuencia positiva con respecto al cable.) R: ¡Yo n o quiero matarle! Sólo quiero sentirme protegido d e él. ¿Qué tratas de hacer? ¿Convertirme en u n asesino? ¿Veis? Lo q u e J i m ha estado haciendo para desacreditarm e está d a n d o frutos. Ha conseguido que penséis que soy yo quien va a p o r ÉL. (Metamarco: «Tu redefinición d e "librarte de él" c o m o "matarle" refuerza mi creencia limitadora y mi m a r c o problema».)

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C o m o la transcripción ilustra, conseguí recapitular en cierta m e d i d a lo que Bandler había h e c h o en aquel seminario d e Washington D. C. Fue a la vuelta de mi seminario d e Chicago cuando formulé explícitamente los catorce patrones de £/ poder de la palabra, b a s á n d o m e en lo q u e ya había conseguido interiorizar intuitivamente de la d e m o s t r a c i ó n de Bandler.

El p o d e r d e la p a l a b r a y la Ley de variedad

requerida

Estas experiencias iniciales con El poder de ¡a palabra me confirmaron q u e la capacidad para m a n t e n e r o desencuadrar determin a d a creencia constituye, e n esencia, u n a aplicación d e la Ley de variedad requerida de los sistemas d e creencias. Según esta ley, si deseas firmemente alcanzar u n objetivo, debes incrementar el n ú m e r o de opciones disponibles para lograrlo, en proporción al grado d e variabilidad potencial (incluyendo posibles resistencias) del sistema. Es decir, q u e es i m p o r t a n t e d i s p o n e r d e variantes para las operaciones utilizadas para alcanzar objetivos —aunque dichas operaciones hayan tenido éxito en el pasado—, habida cuenta de la tendencia de los sistemas al cambio y a la variación. Se dice a m e n u d o que «si haces lo que siempre has hecho, conseguirás lo q u e siempre h a s conseguido». Pero ni siquiera es necesariamente cierto que consigas «lo que siempre has conseguido». Hacer lo m i s m o n o siempre produce el mismo resultado, si el sistema circundante cambia. Es evidente que, si en la carretera que tomas cada día para acudir al trabajo hay un atasco de circulación o u n a s obras, n o conseguirás llegar a tiempo «haciend o lo que siempre has h e c h o » . Para lograrlo tendrás que buscar rutas alternativas. Los taxistas de las grandes ciudades disponen de varias posibilidades para llegar al aeropuerto o a determinada calle, para el caso d e que la ruta habitual esté bloqueada. Probablemente sea e n la biología básica de nuestro cuerp d o n d e m á s evidente resulta la necesidad de la «variedad r e q u e da». Los asesinos biológicos que nos asolan hoy no son p e l i g sos p o r su fuerza, sino por su «variedad requerida» y p o r nuestra falta de ella para regularlos. Lo q u e hace peligroso al cáncer es
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grado de variación y adaptabilidad. Las células cancerígenas cambian con rapidez y son capaces de adaptarse rápidamente a entornos diferentes. El cáncer se convierte en u n a amenaza mortal cuando nuestro sistema i n m u n e n o consigue producir la variedad reguladora necesaria para identificar y «absorber» las células cancerosas q u e proliferan. El c a m p o d e la oncología se h a visto atascado en sus esfuerzos p o r tratar el cáncer debido a que las células cancerígenas tienen u n a variedad requerida mayor q u e la d e los poderosos venenos químicos y la de los tratamientos de radiación que se u s a n p a r a tratar d e destruirlas. Al principio del tratamiento, estos métodos consiguen e n efecto destruir n u m e r o s a s células cancerígenas, por desgracia j u n t o a otras m u c h a s sanas. Sin embargo, las variaciones en las células d a ñ i n a s llegan a hacerlas resistentes a esos tratamientos, lo cual desemboca en la recurrencia de los síntomas. Se p o n e n en juego entonces tratamientos cada vez más fuertes, hasta el p u n t o de que éstos amenazan la propia vida del paciente, y a h í se acaba lo m é d i c a m e n t e posible. El virus del SIDA p r o d u c e problemas parecidos. C o m o en el caso del cáncer, el virus del SIDA es e x t r e m a d a m e n t e flexible y adaptable, lo cual dificulta su tratamiento p o r m e d i o s químicos. El propio virus afecta al sistema i n m u n e r e d u c i e n d o su flexibilidad. Es necesario señalar q u e el virus del SIDA n o destruye p o r completo el sistema i n m u n i t a r i o de su víctima, sino que se limita a influir sobre parte de él. Las víctimas de SIDA siguen rechazando m u c h a s infecciones y enfermedades cada día. Ese virus en realidad afecta a la adaptabilidad del sistema inmunitario d e la persona. Estudios recientes d e m u e s t r a n q u e en el cuerpo de una persona sana a p r o x i m a d a m e n t e la m i t a d d e las células del sistema inmunitario están «preprogramadas» para actuar frente a enfermedades específicas. La mitad restante n o lo está, q u e d a n d o disponible para responder a nuevos desafíos. En el c u e r p o de las Personas afectadas p o r SIDA, esta proporción cambia hasta aproximadamente u n 8 0 p o r ciento de células preprogramadas, y tan Sólo el 20 p o r ciento restante está libre para a p r e n d e r y adaptarse a situaciones nuevas. Las células afectadas p o r el virus del SIDA son las únicas q u e le confieren al sistema i n m u n i t a r i o su v a r i e d a d requerida».

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U n a de las implicaciones d e la Ley d e variedad requerida consiste en que estas dos enfermedades p o d r í a n ser tratadas con mayor eficacia si se a u m e n t a r a la variedad del sistema inmunitario. Un sistema i n m u n e sano es, en esencia, u n a organización capaz d e a p r e n d e r con eficacia. De hecho, parece que las personas con i n m u n i d a d natural ante el virus del SIDA poseen u n sistema inmunitario que ya dispone de la «variedad requerida» necesaria para tratar con el virus. Por consiguiente, la cuestión n o estriba tanto en la «fuerza» del sistema, sino en su grado de flexibilidad para la respuesta. E x t e n d i e n d o la analogía al c o n c e p t o d e «virus mental», com e n z a m o s a d a m o s c u e n t a d e q u e la persona con la mayor flexibilidad será la que dirija la interacción. Así p u e s , los patrones de El poder de la palabra p r o p o r c i o n a n un m e d i o para incrementar la «variedad requerida» de q u i e n e s deseen ayudar a transformar o sanar creencias limitadoras y virus mentales, asi c o m o a reforzar y p r o m o v e r creencias potenciadoras. Los patrones de El poder de la palabra p r o p o r c i o n a n un m e d i o para incrementar la flexibilidad d e n u e s t r o «sistema inmunitario» psicológico. Nos a y u d a n a c o m p r e n d e r mejor la e s t r u c t u r a del sistema d e creencias que m a n t i e n e en su lugar al «virus d e p e n s a m i e n t o » , así c o m o a g e n e r a r de forma más creativa las respuestas y los reencuadres q u e nos a y u d e n a «absorber» y t r a n s l o r m a r esas creencias limitadoras.

zación d e El poder de la palabra c o m o m e d i o para tratar más eficazmente c o n el «virus mental» paranoide q u e h e m o s utilizado como ejemplo en el presente capítulo. La esencia d e la creencia limitadora, base de ese virus mental, es la siguiente: La persona X ha hecho algo que ha provocado que me lastime más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, volverá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme y estoy en peligro. U n o de los mejores m o d o s tanto d e a p r e n d e r c o m o d e aplicar El poder de la palabra consiste en considerar las preguntas clave relacionadas con cada uno d e s u s patrones. En cierto modo, cada u n o d e los patrones de El poder de la palabra p u e d e ser considerado c o m o una respuesta a preguntas clave, c o n d u centes a distintas perspectivas y posiciones perceptivas. Los ejemplos siguientes ilustran de qué m o d o explorar esas respuestas puede ser de utilidad para identificar y construir reencuadres de El poder de la palabra. El objetivo d e esos n u e v o s encuadres consiste en e n c o n t r a r un m o d o de reafirmar al p o s e e d o r de la creencia limitadora al nivel de su identidad y de su intención p o sitiva, reformulando al m i s m o tiempo la creencia para convertirla en u n marco objetivo y en u n m a r c o resultado. Creencia l i m i t a d o r a :

Reencuadrar y «sacar del marco» un virus utilizando El poder de la palabra

mental

Una vez familiarizados c o n el sistema d e creencias que mantiene en su lugar, por ejemplo, a un «virus mental» potencial, estamos en mejores c o n d i c i o n e s d e e n c o n t r a r reencuadres eficaces que nos a y u d e n a situar de n u e v o la creencia limitadora en u n marco objetivo y e n u n marco realimentación. Los diversos patrones de El poder de la palabra n o s p e r m i t e n enfocar el sistema de creencias limitadoras d e forma m e n o s reaccionaria y m á s estratégica. C o n s i d e r e m o s el m o d o en que p o d e m o s utilizar la formali-

La persona X ha hecho algo que ha provocado que me lastime más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, volverá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme y estoy en peligro. 1. Intención: ¿Cuáles son la intención o el p r o p ó s i t o positivos de esta creencia? Hay muchas formas de comenzar a desarrollar un sentido de poder y control cuando te preocupa tu seguridad. ( I n t e n c i ó n = «comenzar a desarrollar u n s e n t i d o d e p o der y control».)

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Es muy importante dar todos los pasos posibles para asegurarte que la gente actúe éticamente y haga ¡o adecuado ( I n t e n c i ó n = «dar t o d o s los pasos q u e p u e d a s para asegurarte q u e la gente actúe éticamente y haga lo adecuado» ) 2. Redefinición: ¿Qué palabra que signifique algo parecido a alguna de las que c o m p o n e n la declaración de creencia p u e d e substituirla, pero con implicaciones más positivas? Creo que deberías hacer todo lo que estuviera a tu alcance para evitar ser una víctima. («La persona X trata d e d a ñ a r m e y estoy en peligro» => «Soy u n a víctima».) Es la clase de reto que hay que enfrentar con valor, apoyoy sabiduría. («Estar en peligro» => « u n reto».)

Para tratar eficazmente con la situación, es importante determinar si el grado de peligro aumenta con cada tentativa de agresión o si, por el contrario, estás en el mismo nivel de peligro ahora que la primera vez que saliste lastimado. Cuando dices que la persona X «trata» de lastimarte, ¿significa eso que esta persona se forma una imagen mental de hacerte daño? Si es así, ¿qué parte de esa imagen es más peligrosa? ¿Cómo actúa esta persona en esa imagen? ¿Qué crees que fue lo que colocó esa imagen en la mente de X? 5. F r a g m e n t a r hacia arriba: ¿Qué elementos o fragmentos de mayor tamaño están implicados en la creencia, pero tienen u n a relación más rica o positiva que los que contiene la declaración d e creencia? Las sensaciones intensas son siempre la base de nuestra motivación para el cambio. Como dijera Cari G.Jung, «No hay conciencia sin dolor». («daño» => «sensaciones intensas», «dolor».) Tratar con la incomodidad que experimentamos al enfrentarnos con los riesgos de la vida es uno de los caminos para convertirnos en seres humanos más fuertes y competentes. («daño» => « i n c o m o d i d a d » ; «peligro» => «riesgos d e la vida») 6 . Analogía: ¿Qué otra relación existe que sea análoga a la definida por la creencia (una metáfora para ella), pero que tenga implicaciones distintas? Aprender a dominar las relaciones interpersonales es como saber levantarse cuando aprendemos a montar en bicicleta, dejando atrás el hecho de habernos pelado las rodillas y manteniendo la determinación de seguir probando hasta lograr mantener el equilibrio. Enfadarse con la bicicleta por habernos lastimado no nos llevará muy lejos. Tratar con las intenciones de otros se parece un poco a torear. Para mantener la seguridad, debemos saber qué es lo

C r e e n c i a limitadora: La persona X ha hecho algo que ha provocado que me lastime más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, volverá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme y estoy en peligro. 3. C o n s e c u e n c i a : ¿Cuál es el efecto positivo d e la creencia o d e la relación p o r ella definida? Ahora que ya sabes reconocer las situaciones de peligro y pedir ayuda, en el futuro será mucho mas difícil que te lastimen. Ése es el primer paso para transfonnarte de victima en héroe. Sabiendo lo que ahora ya sabes resultara más difícil que alguien vuelva a sacar ventaja de ti. 4. F r a g m e n t a r hacia abajo: ¿Que elementos o fragmentos más pequeños están implicados en la creencia, pero " u n a relación más rica o positiva que los que contiene declaración de creencia?
t i e n e

EL PODER DE LA PALABRA

Aplicar los patrones como un sistema

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que atrae la atención del toro hacia nosotros, dirigir su atención y apartarse de su camino cuando comienza a cargar.

Los sociobiólogos sugerirían que la fuente de tu peligro no es lo que tú o esa persona creéis que es su intención consciente, sino el desarrollo evolutivo de sus hormonas. Imagina todas esas personas que, en todo el mundo, tienen que soportar constantemente la realidad de la opresión social en forma de racismo o de persecución religiosa. Probablemente estarían encantadas de encontrarse en una situación en la que únicamente tuvieran que enfrentarse a las intenciones negativas de una persona única e identificable. lO.Estrategia d e r e a l i d a d : ¿Qué percepciones cognitivas del m u n d o h a n sido necesarias para la construcción d e esa creencia? ¿ C ó m o habría que percibir el m u n d o para q u e esa creencia tuviera fundamento? Cuando piensas en las ocasiones en que te has lastimado, ¿las ves por separado o todas juntas? ¿Las recuerdas desde una perspectiva asociada o más bien las ves como si estuvieran editadas, como en una especie de documental de tu vida? ¿Qué es lo que más te hace sentir en peligro, tus recuerdos de acontecimientos pasados o lo que imaginas sobre los que pueden o no suceder en el futuro?

Creencia limitadora: La persona X ha hecho algo que ha provocado que me lastime más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, volverá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme y estoy en peligro. 7. C a m b i o d e t a m a ñ o del marco: ¿Qué marco temporal mayor (o m e n o r ) , que cantidad de personas mayor (o m e n o r ) o q u é perspectiva mayor (o m e n o r ) podría hacer m á s positivas las implicaciones de la creencia? Cómo tratar con el sufrimiento a manos de otros sigue siendo una de las cuestiones más complicadas, sin resolver aún por nuestra especie. A menos que lo logremos hacer con sabiduría y compasión, continuará habiendo violencia, guerra y genocidio, tanto a nivel global como individual. Todos tenemos que aprender a tratar con el lado oscuro de nuestros semejantes. Estoy seguro de que cuando recuerdes este incidente al final de tu vida lo verás como un pequeño bache en el camino. 8. O t r o objetivo: ¿ Q u é otro objetivo o resultado podría ser m á s relevante q u e el que expresa o implica la creencia? El objetivo no es tanto evitar ser lastimado por determinada persona, como desarrollar las capacidades necesarias para estar seguro, hagan lo que hagan los demás. Para mí, la cuestión no es tanto cuál ha sido la intención de la persona, sino qué hace falta para que cambie esa intención. 9. M o d e l o del m u n d o : ¿Qué m o d e l o del m u n d o distinto proporcionaría u n a perspectiva m u y distinta sobre es& creencia?

Creencia limitadora: La persona X ha hecho algo que ha provocado que me lastime más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, volverá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme y estoy en peligro. 1 1 . C o n t r a e j e m p l o : ¿Qué ejemplo o experiencia constituyen u n a excepción a la regla definida p o r esa creencia? Si tan sólo fuese cierto que no tuviéramos que preocuparnos de que algo suceda sólo porque no ha ocurrido antes... El mayor peligro proviene seguramente de lo que aún no ha su-

La hoja de trabajo siguiente te ofrece ejemplos de preguntas susceptibles de ser uülizadas para identificar y formar los reencuadres d e El poder de la palabra. en forma de u n a equivalencia compleja o de una afirmación de causa-efecto. corremos el mismo peligro en relación con las personas bien intencionadas y que no nos han dañado nunca antes.318 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema para prepararnos 319 cedido. 14. es muy importante que seamos extremadamente claros en cuanto al modo en que entendemos nuestras propias intenciones y actuamos según ellas. Cuando utilizamos nuestras creencias sobre ¡as intenciones negativas de otra persona como justificación para tratarla del mis" modo que ella nos trata a nosotros. Como dice el refrán: «El camino hacia el infierno está pavimentado con buenas intenciones». hasta que desarrollan suficientemente su autoestima y la confianza en sus propias capacidades. ¿No crees que es más importante evitar ser esclavo de nuestros propios miedos que eludir la realidad inevitable de que alguna vez saldremos lastimados? 13. Comienza escribiendo una declaración de creencia limitadora sobre la que quieras trabajar. por lo que deberíamos para cualquier posibilidad. nos volvemos como ellePuede ser igual de peligroso pensar que solo corremos pd* gro por quienes nos han perjudicado anteriormente. trabajar en las que hemos salido lastimados puede generar tanto dolor como una persona ajena con intenciones negativas. seguirás condenado a sufrir las consecuencias. al m i s m o t i e m p o q u e se reformula la creencia hamarco objetivo o u n marco realimentación. 12. Piensa si no en la cantidad de gente que mata a otra persona sin querer en accidente de tráfico. M e t a m a r c o : ¿ Q u é creencia sobre esta creencia podría cambiar o enriquecer nuestra percepción de la creencia? Las investigaciones demuestran que lo natural es que las personas sientan temor de los demás y de sus intenciones. Veamos una estructura típica: Referente (soy/es/son) j u i c i o p o r q u e Yo malo Tú incapaz Ellos despreciables Ello imposible razón equivalencia compleja causa-efecto n e C l a Recuerda q u e el propósito d e t u s respuestas consiste en reairrnar la identidad y la intención positiva de la persona que tiela creencia. Man ner creencias que nos hagan revivir una y otra vez ocasión 10 e Practicar El p o d e r d e la p a l a b r a Practica tú m i s m o estas preguntas de El poder de la palabra. Cuando estés dispuesto a pasar a un «marco objetivo» comenzarás a descubrir numerosas soluciones posibles. u n . J e r a r q u í a d e criterios: ¿Qué criterio n o ha sido todavía c o n s i d e r a d o y es p o t e n c i a l m e n t e m á s i m p o r t a n t e que los q u e atiende la creencia? Siempre he creído que pensar qué recursos necesito para completar con éxito el camino que he elegido y con el que me he comprometido es más importante que preocuparme por los efectos temporalmente dañinos de las intenciones de otras personas. Aplicar a sí m i s m o : ¿ C ó m o p u e d e s evaluar la propia declaración de creencia de acuerdo con la relación de criterios definidos p o r ella? Puesto que las intenciones negativas pueden ser tan dañinas y peligrosas. Asegúrate de que sea una declaración «completa». Mientras sigas centrado en permanecer en un «marco problema» acerca del comportamiento y de las intenciones de la persona X. Para estar del todo seguros es importante reconocer que probablemente.

PODER DE LA PAI. p e q u e tenga implicaciones distintas? 1 3 .ABRA Aplicar los patrones como un sistema 321 Hoja de trabajo de El poder de la C r e e n c i a limitadora: _ palabra — significa/causa ñ o r ) o q u é perspectiva m a y o r (o m e n o r ) podría hacer más positivas las implicaciones de la creencia? 1 . J e r a r q u í a d e criterios: ¿Qué criterio n o ha sido todavía considerado y es potencialmente más importante que los que atiende la creencia? 6. Redefinición: ¿Qué palabra que signifique algo parecido a alguna de las que c o m p o n e n la declaración de creencia p u e d e substituirla. qué cantidad de p e r s o n a s mayor (o • M e t a m a r c o : ¿Qué creencia sobre esta creencia podría cambiar o enriquecer nuestra percepción d e la creencia? . pero tienen u n a relación m á s rica o positiva que los que contiene la declaración d e creencia? 1 2 . M o d e l o del m u n d o : ¿Qué m o d e l o del m u n d o distinto proporcionaría u n a perspectiva m u y distinta sobre esta creencia? 3. Analogía: ¿Qué otra relación existe que sea análoga a la definida p o r la creencia ( u n a metáfora para ella). F r a g m e n t a r h a c i a abajo: ¿Qué elementos o fragmentos más p e q u e ñ o s están implicados en la creencia.Estrategia d e r e a l i d a d : ¿Qué percepciones cognitivas del m u n d o h a n sido necesarias para la construcción de esa creencia? ¿ C ó m o habría que percibir el m u n d o para que esa creencia tuviera fundamento? 4. pero tien e n u n a relación m á s rica o positiva que los que contiene la declaración de creencia? 1 1 . pero c o n implicaciones más positivas? 9. C o n t r a e j e m p l o : ¿ Q u é ejemplo o experiencia constituyen u n a excepción a la regla definida p o r esa creencia? 5. de a c u e r d o c o n la relación d e criterios definidos p o r ella? r 0 7. Aplicar a sí m i s m o : ¿ C ó m o p u e d e s evaluar la propia d e claración d e creencia. C o n s e c u e n c i a : ¿Cuál es el efecto positivo de la creencia o de la relación p o r ella definida? lO. F r a g m e n t a r hacia arriba: ¿Qué elementos o fragmentos d e m a y o r t a m a ñ o están implicados en la creencia. I n t e n c i ó n : ¿Cuáles son la intención o el propósito positivos d e esta creencia? 8.320 El. O t r o objetivo: ¿Qué otro objetivo o resultado podría ser más relevante que el que expresa o implica la creencia? 2 . C a m b i o d e t a m a ñ o del marco: ¿Qué marco temporal y o r (o m e n o r ) .

B u s q u e m o s el m o d o d e mejorar el sistema inmunitario. F r a g m e n t a r h a c i a a r r i b a . Recuerda q u e el efecto final d e u n a afirmación determinada d e El poder de la palabra dependerá fuertemente del tono de voz en que se pron u n c i e .¿Me estás diciendo que cualquier cambio o m u t a c i ó n d e u n a p e q u e ñ a parte del sistem a causará siempre la destrucción de lodo el sistema? 6. 3. ¿Es ésa u n a creencia que quisieras que tus hijos tuvieran? 8.P o r desgracia. e t c . Aseguran q u e la presencia d e u n desarrollo maligno es tan sólo u n o d e entre m u c h o s factores — i n c l u y e n d o la alimentación. susceptibles d e ofrecernos otras perspectivas..Cada vez a u m e n t a el n ú m e r o de casos d e p e r s o n a s que tenían cáncer y que sobrevivieron con b u e n a salud d u r a n t e m u c h o s años.Sé que tu intención consiste en prevenir las falsas expectativas. Si el estrés.322 Un ejemplo El. el estrés. C o n s e c u e n c i a . sino el colapso del sistema inmunitario. ¿ C ó m o explica esa creencia estos casos? 12.Estrategia d e r e a l i d a d . la hierba crece en exceso y da paso a la maleza. . C a m b i o del t a m a ñ o del m a r c o . Las células blancas de W sistema i n m u n i t a r i o s o n c o m o u n rebaño de ovejas. la mala alimentación. el tratamiento apropiado. 5. M o d e l o del m u n d o .A m e n u d o me he preguntado cuánta «muerte» contiene cada célula cancerosa. pero de este m o d o tal vez estés excluy e n d o toda razón d e esperanza.Tal vez sea más i m p o r t a n t e centrarse en el propósito y la misión d e nuestra vida que en lo larga que ésta vaya a ser. F r a g m e n t a r hacia abajo . 7. la falta de ejercicio. n o es el cáncer el que causa la m u e r t e .La verdadera cuestión n o es tanto q u é es lo q u e causa la m u e r t e . así c o m o del grado de sintonía existente entre quien habla y quien escucha. C o n t r a e j e m p l o . p o d r á n m a n t e n e r d e n u e v o el c a m p o en u n equilibrio ecológico. lo que hará que la vida sea más difícil. PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 323 T o m e m o s u n a creencia limitadora c o m ú n : «El cáncer causa la m u e r t e » . 2. esta creencia? ¿Te imaginas al cáncer c o m o u n invasor con inteligencia propia? ¿ Q u é represeniaciones internas tienes del m o d o en q u e el c u e r p o responde? ¿Ves al c u e r p o y al sistema i n m u n i t a r i o c o m o más inteligentes que el cáncer? 11. etc. la actitud personal. en concreto. I n t e n c i ó n .¿ C ó m o te representas. sino qué es lo que hace q u e la vida merezca la pena d e ser vivida. Si logras incrementar el n ú m e r o de ovejas. 1. Los ejemplos siguientes ilustran el m o d o en que estas preguntas p r o d u c e n distintas intervenciones d e El poder de la palabra. 9.En última instancia. J e r a r q u í a d e c r i t e r i o s . red u c e n la cantidad de ovejas. así c o m o q u e sólo c u a n d o n u e s t r o sistema i n m u nitario se debilita comienzan los problemas.El cáncer es c o m o u n c a m p o d e hierba que comienza a caer bajo la influencia de la maleza porque no se ha atendido a d e c u a d a m e n i e . Nuestras percepciones en relación con el cáncer pueden ciertamente causar t e m o r y pérdida de esperanza. Creencia: «El cáncer causa la muerte». O t r o objetivo . las creencias como ésta tienden a convertirse en profecías a u t o c u m p l i d o r a s porque la persona afectada deja d e buscar otras opciones y posibilidades. 4.M u c h o s profesionales d e la medicin a creen q u e todos tenemos células m u t a n t e s todo el tiempo.Si todos tuvieran esa creencia nadie se curaría n u n c a . — que d e t e r m i n a n la duración de la vida. 10. Redefinición . Analogía .

1 4 . pero es u n a creencia ciertamente mortífera d e mantener.324 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 325 13. Aplicar a s í m i s m o .Esta creencia se ha extendido como u n cáncer en los años pasados. . Sería interesante ver qué pasaría si esa creencia muriera. M e t a m a r c o .U n a creencia simplificada en exceso como ésta surge c u a n d o carecemos de u n m o d e l o que nos permita explorar y c o m p r o b a r todas las variables complejas q u e contribuyen a los procesos de la vida y d e la muerte.

10 Conclusión .

Partiendo del principio d e q u e el mapa no es el territorio.Conclusión Este primer v o l u m e n de El poder de la palabra se centra en la «magia del lenguaje». . el objetivo de la aplicación de los patrones d e El poder de la palabra consiste en ayudar a las personas a desplazar su atención: 1. 3. fracaso e imposibilidad. y h e m o s establecido que p o r creencias limitadoras e n t e n d e m o s aquellas q u e e n m a r c a n nuestra experiencia en c u a n t o a problemas. así c o m o en el p o d e r d e las palabras para moldear n u e s t r a s percepciones y nuestra actitud acerca de nuestro propio c o m p o r t a m i e n t o y del m u n d o que nos rodea. así c o m o sobre las generalizaciones y las creencias (tanto limitadoras c o m o potenciadoras) que derivan de nuestra experiencia. En este aspecto. de u n marco «fracaso» a u n marco «realimentación». Hemos e x a m i n a d o las formas en que d e t e r m i n a d o s tipos de patrones d e palabras p u e d e n enmarcar y «reencuadrar» n u e s t r a s percepciones. e x p a n d i e n d o o limitando las opciones q u e percibimos c o m o accesibles. También h e m o s analizado con profundidad la estructura lingüística de las creencias. p u e d e n acarrear u n sentimiento de impotencia y ausencia d e mérito con respecto a nuestra vida y a nuestras acciones. de un marco «problema» a u n marco «objetivo». C u a n d o tales creencias se convierten en el marco principal sobre el que construimos n u e s t r o s modelos del m u n d o . 2. h e m o s explorado el impacto que el lenguaje tiene sobre nuestra experiencia. de u n marco «imposibilidad» a u n marco «como si».

Estos modelos constituyen u n poderoso sistema de patrones de lenguaje q u e p u e d e n ser aplicados para producir cambios profundos y d e largo alcance. nivelar jerarquías d e criterios para generar motivación. • A c o m p a ñ a r el proceso n a t u r a l d e cambio d e creencias • C o m p r e n d e r mejor el impacto del lenguaje y de las creencias sobre diferentes niveles de nuestra experiencia. así c o m o de n u e s t r a s suposiciones y p r e s u p o siciones. examinará el m o d o en que figuras históricas ( c o m o Valores (Intenciones positivas) Marco objetivo Rcencuadre Jerarquía de Creencias (Generalizaciones) ¿Supresión? ¿Distorsión? Marco realimentación Fragmentar hacia arriba y hacia abajo Contraejemplos Marco «Como si» -* Expectativas (Consecuencias) anticipadas) Experiencia (Estímulo sensorial) Los patrones de El poder de la palabra nos ayudan a actualizar nuestras creencias conectándolas a las experiencias. Los diversos patrones d e El poder de la palabra nos a y u d a n a hacerlo i n c i t á n d o n o s a: • «Repuntuar» y «refragmentar» nuestras percepciones. en p r i m e r lugar. así c o m o del m o d o en que todos ellos p u e d e n ser utilizados en conjunto c o m o u n sistema. así c o m o para evolucionar n u e s t r o s modelos colectivos del m u n d o . El p r ó x i m o v o l u m e n d e El poder de la palabra. En m u c h o s aspectos. por ejemplo. identificar las intenciones positivas tras las creencias limitadoras. • Reconocer la influencia de n u e s t r o s estados i n t e r n o s sobre nuestras creencias y n u e s t r a s actitudes. expectativas y valores. • Descubrir las estrategias i n t e r n a s p o r medio de las cuales evaluamos la «realidad». los valores. Estos patrones h a n v e n i d o s i e n d o utilizados a lo largo d e la historia d e la H u manidad c o m o m e d i o primordial para estimular y dirigir el cambio social. • Identificar y apreciar diferentes perspectivas y modelos del m u n d o alternativos. lo q u e este libro presenta n o es más que el principio de las potenciales aplicaciones de los patrones de El poder de la palabra. El propósito d e estos patrones es reconectar nuestras generalizaciones y nuestros m o d e l o s mentales del m u n d o con nuestra experiencia y con los d e m á s aspectos que conforman la «metaestructura» de nuestras creencias: estados internos.330 E L PODER DE LA PALABRA Conclusión 331 Los patrones de El poder de la palabra están incluidos en catorce patrones verbales d e «reencuadre» distintos. para buscar acto seguido formas m á s a p r o p i a d a s y útiles d e satisfacer estas i n t e n ciones positivas. • Explorar las formas en que c o n s t r u i m o s nuestros m a p a s mentales a través d e los que formamos expectativas. La estrategia fundamental q u e h e m o s seguido para utilizar los patrones d e El poder de la palabra implica. j u n t o con los valores q u e las motivan. Los patrones p u e d e n ser aplicados para c u m p l i r objetivos tales c o m o reencuadrar la crítica. reforzar las creencias potenciadoras a c t u a n d o «como si» y facilitar la «apertura a d u d a r » de las creencias limitadoras descubriendo nuevas perspectivas más enriquecedoras. El libro proporciona definiciones y ejemplos específicos d e cada patrón. las expectativas y los estados internos . y a través de las cuales formamos y actualizamos n u e s t r a s creencias. • A u m e n t a r nuestra conciencia de los potenciales «virus mentales». det e r m i n a m o s causas y conferimos sentido a nuestra experiencia y al m u n d o q u e nos rodea.

Si estás interesado en profundizar en estos patrones o e n otros aspectos de la Programación Neurolingüística. La NLP University es u n a organización dedicada a proporcionar formación d e m á x i m a calidad en habilidades de PNL básicas y avanzadas. la opresión económica y política. b ) manejar las expectativas y la «Curva d e B a n d u r a » . c o m o los patrones de «injerencia plausible» de George Polya.com Página web: www. la organización.com Además de mis programas en la NLP University. los negocios. etc. Cada verano. California 9 5 0 0 5 Teléfono: ( 8 3 1 ) 3 3 6 . Analizará c ó m o estos personajes trataron de atender y «sacar del marco» a los virus mentales q u e subyacen en el racismo. contacta p o r favor con: NLP U n i v e r s i t y P. viajo p o r todo el m u n d o p r e s e n t a n d o seminarios y p r o g r a m a s específicos sobre u n a variedad de temas relacionados con la PNL y El poder . Box 1112 Ben L o m o n d .3 4 5 7 Fax: (831) 336-5854 Correo electrónico: Teresanlp@aol. la violencia. la creatividad y el lenguaje.332 EL PODER DE LA PALABRA Sócrates.O. Lincoln. y m u c h o más.nlpu. J e s ú s . con cursos residenciales sobre las habilidades d e PNL q u e incluyen p a t r o n e s lingüísticos avanzados c o m o los de El poder de la palabra. así c o m o a promover el desarrollo de n u e v o s modelos y aplicaciones d e la P N L en los á m b i t o s d e la salud. c) tratar con lazos dobles. Para más información. la NLP University ofrece s u s p r o g r a m a s en la Universidad de California en Santa Cruz. así c o m o para explorar la estructura de las estrategias d e creencias o d e «convicción» por m e d i o de las que f o r m a m o s y e v a l u a m o s sistemas d e creencias. políticos y filosóficos que dan forma a n u e s t r o m u n d o m o d e r n o . las creencias limitad o r a s y los virus mentales. El Volumen 11 de El poder de la palabra definirá asimismo estrategias básicas para utilizar g r u p o s y secuencias d e patrones de El poder de la palabra. las estrategias y las habilidades descritas en estas páginas. También estudiará el m o d o en que los principios. G a n d h i y Einstein. científicos. Epílogo Espero que hayas disfrutado con esta exploración a El poder de la palabra. existen otros recursos disponibles para desarrollar y aplicar c o n m a y o r a m p l i tud los conceptos. entre otros) han aplicado los p a t r o n e s de El poder de la palabra para moldear los sistemas religiosos. las distinciones y los patrones que h e m o s analizado en este libro p u e d e n a y u d a r n o s a: a) identificar y tratar a d e c u a d a m e n t e las falacias lógicas.

Palo Alto.. Meta Publications.. vols.. J.com Página web: www. J. California. Grinder. J. Turtles All The Way Down. 1979..com Bibliografía Bandler. Erickson. 1985. 1996.. 1979. Real People Press.. R. San Rafael. vol.. California.. 1987.8 3 1 4 Fax: ( 8 3 1 ) 4 3 8 . J. L. Harcourt Brace Jovanovich. J. R. Capitola. California. Real People Press. Cameron-Bandler. 1980. Real People Press.. Moab. FuturePace. Science and Behaviour Books.. Patterns of the Hypnotic Techniques ofMilton H. Nueva York. Utah. Syntactic Structures.D. 1975-1977.O. Moab.. J... y Grinder.. California. Frogs into Princes. Asimismo. La Haya. California. 1982. Chomsky N. Para más información sobre estos programas. Utah. R Dutton. The Structure ofMagic. Moab. sobre mi agenda de seminarios y sobre otros productos y recursos relacionados con la PNL.journeytogenius. Mouton. The Encyclopedia of Systemic . M. Ballantine Books. 1957. I. 1972. Nueva York. contacta por favor con: Journey to Genius P. he escrito otros libros y he desarrollado programas informáticos y cintas de audio.. vols. Santa Cruz. y Epstein. y LaValle. California. basados e n los principios y los conceptos de la PNL. recientemente he completado varias herramientas informáticas basadas e n mi modelado de estrategias del genio: Vision to action.334 EL PODER DE LA PALABRA de la palabra. E.. Reframing. Meta Publications. y Grinder. . Steps to an Ecology of Mind. J. Language and Mind. . Capitola. Imagineering Strategy y Journey to Genius Adventure. . T . J.8 5 7 1 Correo electrónico: info@journeytogenius. 1 y 11. Box 6 7 4 4 8 Scotts Valley CA 9 5 0 6 7 . Por ejemplo. Neurologic Programming: The Study of the Structure of Subjective Experience. Inc. J. .. Utah. y Grinder. Meta Publications. Mind and Nature. Capitola. Persuasión Engineeering. DeLozier. Using Your Brain. G. I y II. y Grinder. DeLozier. y DeLozier. Bateson. DeLozier & Associates. y Grinder. J.7 4 4 8 Teléfono: ( 8 3 1 ) 4 3 8 . 1975-1976. Solutions (They Lived Happily Exer After). Nueva York. Grinder. 1968. Dilts. ——. 1978.

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Extraer y utilizar los recursos y estados d e aprendizaje de los a l u m n o s o del auditorio. tales c o m o el establecimiento de sintonía y confianza. Igualar el c o m p o r t a m i e n t o . n o r m a l m e n t e m e d i a n t e una linea q u e pasa p o r delante de nosotros. seguimiento Accessing audience resources Pacing . con el p a s a d o a la izquierda y el futuro a la derecha. para conseguir sintonía con ella. q u e implica d i s p o n e r d e la flexibilidad necesaria para t o m a r el vocabulario y el c o m p o r t a m i e n t o d e otras Acceder a l o s recursos del público Acompañamiento. a n t e s d e c o n d u c i r l e hacia algo distinto. Proceso de utilizar y realimentar i n d i c a d o r e s clave de la otra p e r s o n a . lenguaje y p r e d i c a d o s de otra p e r s o n a . para igualar su m o d e l o o visión del m u n d o . t a n t o los verbales c o m o los n o verbales. Se trata d e u n p r o c e s o i m p o r t a n t e para m u c h o s de los aspectos esenciales d e la c o m u n i c a c i ó n .Glosario de PNL y de habilidades de formación A través del tiempo Through time Estar fuera del «ahora» d e n u e s t r a línea de t i e m p o . Representación disociada del t i e m p o . p o s t u r a .

Es parte importante en la interpretación Lenguaje corporal La capacidad aprendida de observar escuchar y percibir Cincstésicamente. valores. Proceso de combinar distintos objetivos. Al «acompañar». como por ejemplo: «El burro de Pedro». Establecer determinada asociación entre un estímulo y una respuesta. colocándose en su mismo ángulo de visión y/o pensamiento. Las anclas pueden formarse tanto espontánea como deliberadamente. Palabras que al oído suenan iguales pero que son diferentes. El desarrollo de una capacidad cada vez más refinada para detectar diferencias sutiles en lo que vemos oímos y sentimos. olor o sensación táctil— que evoca automáticamente un determinado recuerdo y un estado corporal y mental.340 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 341 personas. Ello nos permite comunicar con él en su propio lenguaje y a través de su propia forma de pensar. con el fin de crear la mejor situación. creencias e identidad. Anclaje Anchoring . en la que ambas partes salgan beneficiadas. Frase ambigua. Ambigüedad en la puntuación Ambigüedad fonética Punctuation ambtguity Phonological ambiguity Ambigüedad sintáctica Syntactic ambiguity Análogo Agudeza sensorial Sensory acuity Analogue Ancla Anchor Ajuste de objetivos Dovetailing outeomes Anclado de recursos Resource anchoring Anclado. Podemos acompañar comportamiento. para experimentar su modelo del mundo. de manera que las actividades no se prolonguen ni se abrevien innecesariamente. como por ejemplo: Va a ver. como un regulador de voltaje eléctrico. las mismas claves o pistas que otra persona ofrece en su analogía. «nuestra canción». Por ejemplo. palabra. e incorporarlos a los nuestros propios. Ambigüedad creada uniendo dos proposiciones separadas en una sola persona. Administración TimeJrame del marco management temporal Utilización del tiempo de la forma más provechosa durante una formación. ¿Es Pedro un burro o tiene un burro? Algo que varía continuamente dentro de determinados límites. internamos ponernos en la piel del otro. Proceso sencillo para traer estados de plenitud de recursos al momento presente. El estímulo extemo se conecta con el estado interno. cada vez que sean necesarios. Va a haber. sonido. Un estimulo específico —visión. Es la base de los acuerdos y las negociaciones. Parte de la tarea del formador consiste en ajustar los distintos objetivos de la formación- Alineamiento Alignment Emular o emparejar el comportamiento o la experiencia de otra persona.

342

EL PODER DE LA PAIABRA

Glosario de PNL y de habilidades

deformación

343

Proceso de crear asociaciones mediante anclas. Ver Ancla. Aprendizaje Leaming Proceso de adquisición de conocimientos, habilidades, experiencias o valores, por medio del estudio, la experiencia o la formación. Cambiar las percepciones, ascendiendo o descendiendo respecto a determinado nivel lógico. Ascender consiste en considerar un nivel que engloba a lo que se está tratando; por ejemplo, considerar la intención que motiva determinada pregunta, descender consiste en pasar a u n nivel inferior, desde el cual considerar un elemento o fragmento especifico de lo que se está tratando; por ejemplo, utilizar una forma de expresión positiva para formular un objetivo. Vinculado a la experiencia. Experimentarla con el propio cuerpo y verla con los propios ojos. Ver también Primera Posición. Contrastar con Disociado y Tercera Posición. Modalidad sensorial de escucha y habla, incluyendo sonidos y palabras. Ver Sistemas de Representación. Denominada habitualmente «búsqueda T-D». Proceso en el cual se ancla una sensación y, utilizan

el ancla, se lleva la sensación atrás en el tiempo, hasta anteriores ocasiones en que la persona haya experimentado esa misma sensación. Calibrar Calibrating Reconocer con precisión el estado de otra persona o de un grupo, mediante la interpretación consciente de señales no verbales. Por ejemplo, observas que cuando no está de acuerdo contigo, tu interlocutor tensa el lado derecho de su cara. La próxima vez que lo haga, sabrás que no está conforme con lo que le estás diciendo. El segundo canal de comunicación e influencia en las presentaciones, por orden de importancia. Segün los estudios realizados al respecto, representa el 39 por ciento del impacto total de la comunicación. Una cortina de humo. La persona se queda en blanco, se bloquea, o experimenta confusión. Proceso de Anclado de PNL, que añade recursos a situaciones pasadas en las que éstos faltaron. Encuadre unificador de la PNL. Matriz tridimensional formada por los niveles neurológicos, las posiciones perceptivas y el tiempo. Nuestros seis sentidos, en tanto que canales de comunicación con el mundo exterior: vista oído, olfato,

Ascender / descender

Stepping up/down

Calidad de la voz

Voice quality

Asociado

Associated

Callejón sin salida

Impasse

Cambiar la historia personal Campo unificado

Change personal history Unifiedfield

Auditiva

Auditory

Búsqueda Transderivati transderivacio- onal (T-D) nal search

Canales sensoriales

Sensory chunnels

344

El- PODER DE LA PAI.ABRA

Glosario de PNL y de habilidades de formación Claves de acceso ocular Eye-accessing cues

.345

gusto, tacto y cinestésico. Ver Sistemas de representación. Capacidad
Capabiliíy

Conjunto de estrategia y recursos adecuados para realizar determinada tarea. Es uno de los niveles tieurológicos. Etapas del aprendizaje en la adquisición de habilidades automáticas: incompetencia inconsciente, seguida de incompetencia consciente, seguida de competencia consciente y por último, competencia inconsciente. Relativo a la sensación del propio cuerpo. Sentido por el que se percibe el equilibrio, el movimiento muscular, la posición, el peso, etc., del propio cuerpo. Formas de utilizar nuestra fisiología como, por ejemplo, adoptar determinada postura, manera de respirar o movimiento ocular, que nos facilitan el acceso a determinada manera de pensar. Normalmente, no somos conscientes de nuestras claves de acceso. Comportamientos inconscientes —incluyendo respiración, gestos y movimientos de cabeza y ojos— que indican qué modalidades sensoriales específicas están siendo utilizadas para pensar, o para el procesado interno de información.

Ciclo de aprendizaje

Learning
cyck

Movimientos oculares inconscientes que denotan el procesado interno de información, y que nos permiten saber si una persona está viendo imágenes internas, escuchando sonidos internos, o experimentando emociones. Ver Claves de Acceso, Sistemas de Representación y Modalidades Sensoriales. «Modelo lingüístico en el cual expresamos nuestro mensaje como su fuera el de otra persona.» Ver Acompañamiento. La tercera etapa del ciclo de aprendizaje, en la que todavía se necesita la plena atención consciente para desempañar una actividad. La habilidad no está aún plenamente integrada, ni es automática. La cuarta etapa del ciclo de aprendizaje, en la que la habilidad ya ha sido plenamente integrada y es automática. Cualquier actividad que realizamos, incluidos los procesos mentales. Constituye uno de los niveles neurológicos. Cualquier activación muscular, incluyendo movimientos micromusculares tales como las Claves de Acceso

Comillas

Quotes

Compartir Cinestésico Kinesthetic Competencia consciente

Pacing Conscious competence

Claves de acceso

Accessing cues

Competencia inconsciente

l/nconscious competence

Comportamiento

Behaviour

346

EL PODER DE LA PALABRA

Glosario de PNL y de habilidades de formación Consciente Conscious Todo aquello de lo que se tiene consciencia en el momento presente.

347

ComportaExterna! miento externo Behavior Condiciones Well-Formed de un Objetivo Goal Bien Formado Conditions

El comportamiento aparente, visible a todos. Las cinco condiciones que deben darse para que un sueño o un deseo sea un objetivo alcanzable son: (1) formulado en positivo; (2) iniciado y mantenido por uno mismo; (3) basado en los sentidos; (4) especifico en cuanto a cómo, dónde y cuándo; (5) ecológico para el resto del individuo y del sistema (familia, trabajo, negocios, comunidad, etc.) en el que vive. Ver Comportamiento. Estado en el que objetivos, pensamientos y comportamientos están de acuerdo entre sí. Las palabras que se dicen, en contraposición con la manera en que se dicen. personal: Alineación de creencias, valores, habilidades y acciones en uno mismo. Estar en sintonía consigo mismo. mensajero-mensaje: Cuando el comunicador encarna y es modelo de las habilidades o valores que intenta transmitir. de alineación: Cuando las diversas partes de la comunicación (palabras, tono de voz y lenguaje corporal) transmiten el mismo mensaje. Conocimiento que el ser humano tiene de su propia existencia, de sus estados y de sus actos.

Contenido

Contení

El quién y el qué de una situación. Contrastar con Proceso. El cuándo y el dónde de una situación. El empleo sistemático de distintas disposiciones para la realización de determinadas actividades (formación, comunicación, interacción, etc.) Por ejemplo, ponerse de pie o sentarse en una posición distinta para dar intormación, organizar un ejercicio, aceptar y responder preguntas, narrar anécdotas, etc. De esta manera se establecen anclas. Ver también Psicogeografía. Nuestra posición ante los demás, el grado en el que se nos considera sinceros, competentes y congruentes. Establecer credibilidad ayuda a establecer un conjunto de expectativas positivas, que favorecen la comunicación y la interacción. A veces podrá ser necesario manifestar la autoridad sobre el tema de que se trate. Generalizaciones sobre uno mismo, sobre los demás y/o sobre el mundo. Las creencias actúan como profecías que se dan cumplimiento a sí mismas e influyen en todo

Contexto

Context

Coreografía

Choreografy

Conducta Congruencia

Behaviour Congruence

Credibilidad

Credibility

Cr encias
ei

Belicfs

Consciencia

Consciousnes

como por ejemplo un interruptor eléctrico en «marcha» o en «paro». Posición de «nosotros». siendo uno de los factores que más influyen en la buena realización de la actividad. para reunir la máxima información posible acerca de una persona o situación. por lo que será necesario restablecerla en otros términos si se desea proseguir con la interacción. Programa mental que determina que una persona tienda a moverse «hacia» o «lejos de» determinada experiencia. Criterios (Valores) Criteria (Valúes) Rasero o estándar según el que se evalúa algo. Criterios equivalentes Criterial equivalen ts Información directamente observable y verificable por los sentidos. oír y tocar. Stepping down Ver Ascender. Ver o experimentar un acontecimiento desde la perspectiva global de todo el sistema. Se averigua preguntando: «¿Qué es importante para ti?» Las reglas de cumplimiento para que se cumplan los criterios. Demostración Demostration Proporcionar un modelo de la actividad a realizar. en lugar de por lo que uno cree que está ocurriendo. Adoptar distintos puntos de vista ( I . por ejemplo. 2 . Una de las categorías del Metamodelo. con el propósito de cambiar el rumbo de una reunión o conversación. Es la diferencia existente entre decir: «Tiene los labios estirados y las comisuras de la boca hacia arriba. Diálogo interno Digital ¡ntemal dialogue Digital Descender Dirección de la Moíivation Motivación Directíon (MetaProgram) . Es uno de los niveles neurológicos. Visión mental del sistema. falta de correspondencia Mismatching Dar un salto Overlap Adoptar pautas de comportamiento distintas a las de la otra persona. Ver Posición perceptiva. Hablar consigo mismo sin pronunciar palabras audibles. Utilizar un sistema representativo para acceder a otro. Una buena demostración proporciona un modelo claro.348 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación Descripción basada en los sentidos SensoryBased Description 349 nuestro comportamiento. lo cual constituye una interpretación. 3 y 4" posición). imaginar una escena para escuchar luego sus sonidos. dejando ver parcialmente los dientes» y decir: «Está feliz». Rompe de inmediato la sintonia. desemparejamiento. Lo que tiene que suceder para que los criterios sean satisfechos. Describir o interpretar un acontecimiento en términos de lo que se puede ver. Término lingüístico para palabras como «cualquiera» y «todos» que no admiten excepciones. Variación entre dos estados diferentes únicamente posibles. a a a CuantificadoUniversa/ res universales quaníi/ters Descripción múltiple Múltiple description Cuarta Posición Fourth Posiüon Desigualación.

hogar)+ logos (comprensión. Preocupación por el Disociado Dissociated conjunto de relaciones entre la persona. De la ciencia de la biología. Contrastar con Asociado. Equilibrio dinámico de los elementos en cualquier sistema. organización o familia y su entorno. Por ejemplo: Verse a si mismo en una pantalla de cine o flotando por encima de un acontecimiento. Las etapas de un ejercicio son: diseño. o el conjunto de relaciones entre la persona y sus pensamientos. Análisis de la globalidad de la persona u organización. La colocación transmite un metamensaje acerca de la comunicación. Del griego oifcos (casa. como un sistema equilibrado e interactuante. establecidos para alcanzar los objetivos de dicha formación. Proceso por el cual algo es representado inadecuadamente y/o en forma limitadora. capacidades. La manera en que se estructura el entorno de la comunicación: por ejemplo. el proceso y el contenido de una formación. Desvinculado de la experiencia. Situación en la que se puede formular cualquier pregunta o comentario que interese sobre el material presentado. organización. demostración. También puede designar la ecología interna.350 Dirigir Diseño El. para alcanzar los objetivos deseados. Disposición o psicogeografía Layout Eliminación Deletion En el tiempo Distorsión Distortion ln lime Encuadrar. valores y creencias. Los buenos ejercicios crean un contexto en el que resulta fácil aprender. estrategias. Ver también Observador y Tercera Posición. enmarcar Framing Ecología Ecology Encuadre abierto Oven frame . a qué se debe prestar atención y qué no debe ser tenido en cuenta. Ver también Preencuadrar y Reencuadrar. conductas. Cuando un cambio es ecológico. Ejercicios Exerrices Actividades estructuradas con un objetivo. Constituyen el núcleo de la formación por la experiencia. conocimiento). Visión o experiencia de una situación desde fuera del propio cuerpo. adiestramiento y tratamiento. la organización o la familia. se benefician de él en su totalidad la persona. La estructura. Pérdida de parte de la experiencia al pensar o hablar. PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades de formación 351 Leading Design Ver Liderar. Dar instrucciones sobre cómo entender e interpretar el material que viene a continuación. Estar asociado al «ahora» de nuestra linea de tiempo. colocar los asientos en hilera o en circulo.

Breafe State Abrupta interrupción del estado corriente. la habilidad de formación más importante. si bien toda experiencia puede constituir un estado de recursos. Existen muchos modelos diferentes. Ver Encuadrar. probablemente. luego no escucha lo que estoy diciendo». Estado de plenitud de recursos Resourceful state Experiencia total física y neurológica de una persona. Utilizado nonnalmente para interrumpir los estados denominados negativos o sin salida. Un complejo formado por todos nuestros pensamientos y sensaciones. por ejemplo: «No me está mirando. El estudio de cómo sabemos lo que sabemos. Las distintas maneras preferidas de aprender. Enmarcar Entorno Framing Environment Estado de recursos Epistemología Epistemology Equivalencia compleja Complex equiva/ence Resource staíe Típicamente una experiencia positiva. que convierte a una tarea en más agradable y fructífera. Combinación de pensamientos. Ver también Disposición o psicogeografía. enfocada a la acción y llena de potencial en la vida de una persona. Covert Sutil. Lo que tiene que suceder para que los criterios sean satisfechos. Lo que tiene que suceder para que los valores sean satisfechos. sensaciones y fisiología. Las reglas de cumplimiento para que se cumplan los criterios. que percibimos normalmente como emoción dominante.352 Encuadre de control Encubierto EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de. Llamado también simplemente «estado» o «estado interno». Las reglas de cumplimiento para que se cumplan los valores. Una habilidad clave en formación consiste en emplear todos los Estado de ruptura Equivalencias de criterio Criterio/ equivalents Estado emocional Emotional state Equivalencias de valor Valué equivalents Estado State . La suma total de los procesos físicos y neurológicos de una persona en un momento dado. interacción o comunicación. El contexto o marco psicofísico en que se desarrolla una actividad. El estado en que nos encontramos influye en nuestras capacidades. cuando se siente con recursos. tales como distintos sentidos. Administrar el propio estado y el de Estilos de aprendizaje Learning styles los alumnos es. Afirmaciones a las que se atribuye el mismo significado. así como en nuestra interpretación de la experiencia. fuera de la percepción consciente. habilidades deformación 353 Control Jrame Límite impuesto al ámbito o a la duración de una actividad. metaprogramas o secuencias concepto-estructuraaplicación.

palabras y sensaciones) que conducen a un objetivo.ABRA Glosario de PNL y de habilidades de formación 355 estilos. Secuencia de pensamientos y conductas. cuando nos encontramos atascados o presionados. Término lingüístico para la comunicación oral o escrita. En formación. distorsión y generalización. de la que se deriva la estructura superficial. Estructura profunda Deep structure Forma lingüística completa de una afirmación. Ver Habilidad de adiestramiento. Técnica para volver a sentirnos en plenitud de recursos y generar nuevas opciones. (2) fingir que tiene el recurso (ver Marco «Como si») y (3) elegir a otra persona que disponga del recurso.354 El.New neradoras de behaviour nuevo compor. añadiendo a continuación nuevos recursos a dicha situación. para utilizarla como modelo. Secuencias de imágenes. Por otra parte. PODER DE LA PA1. sonidos y sensaciones que conducen al aprendizaje. El mundo siempre es más rico que nuestra experiencia de él. oído y acción. La parte «visible» de la comunicación. La persona que facilita determinado proceso. Ver Filtros perceptivos. en lugar ele enseñar según el propio estilo preferido e inconsciente. más que como un mero transmisor de conocimientos. Estrategia Strategy Secuencia de representaciones internas (imágenes. . creencias y lenguaje exclusivos. que conforman nuestro modelo del mundo. Proceso mediante el cual la persona revisa una situación en la que no se comporta como desearía. Programa mental predispuesto. empleada para la obtención de determinado objetivo o resultado. Ejemplo: Responder Cómodamente ante la Crítica. En la visión de vanguardia de la educación. Estructura superficial Surface structure Exteriorización L7píime Estrategia de recuperación Recovering strategy Facilitador Facílitator Estrategias de aprendizaje Learning strategies Filtros Filters Estrategias ge. experiencias.generator tamiento strategies Filtros perceptivos Perceptual filters Ideas. Para ello puede (1) elegir un recurso al que ya haya tenido acceso en el pasado. para atender así a todas las estrategias. se considera al educador como un facilitador del aprendizaje. es aconsejable proporcionar una combinación de vista. que se deriva de la estructura profunda mediante la eliminación. el grupo puede tener una preferencia común. Estado en el que la atención y los sentimientos están volcados hacia afuera. sonidos. diseñado para producir un resultado específico.

n o p o d e m o s percibir la l u z infrarroja ni l o s u l t r a s o n i d o s . Sencilla y eficaz técnica para e n s a y a r mentalmente nuevas habilidades y c o n d u c t a s . Disposición d e elección d e comportamiento e n determinada s i t u a c i ó n . Por ejemplo. Requiere u n m í n i m o d e tres alternativas posibles.Flexibiliíy to Formación por la e x p e r i e n c i a Experiencia! training Generador de nuevo comportamiento New behaviour generator Generalización Generalization Gustativa Habilidad Gustatory Skill . Relativo a la p a r t e física d e la persona. . F r a g m e n t a c i ó n en e t a p a s realizables y reconocibles del c a m i n o q u e n o s c o n d u c e al objetivo. ¿harías e n t o n c e s tal o t r a . A este r e s p e c t o P l a t ó n dijo l o siguiente: Futuro condicional Condiüonal cióse Cnunfeing down «El aprendizaje forzado no permanece en la mente. M o d a l i d a d S e n s o r i a l del g u s t o . puesto que ésta implica t a n t o a la m e n t e c o n s c i e n t e c o m o a la inconsciente.» C a m b i a r de p e r c e p c i ó n d e s p l a z á n d o s e arriba y abajo d e los niveles. así c o m o para estudiar soluciones. División d e t e m a s u objetivos e n porciones que estemos e n c o n d i c i o n e s de a s u m i r y c u y a consecución podamos comprobar. Acción o pensamiento consistente y Fisiológico Physiologkal Flexibilidad Flexibility F l e x i b i l i d a d d e Behavioral c o m p o r t a m i e n . m á s q u e p r o b l e m a s . con dos. La capacidad de modificar las propias a c c i o n e s para p r o v o c a r determinada reacción en otra p e r s o n a . Se emplea para c o m p r o b a r el g r a d o de c o m p r o m i s o . u n dilema. . a pesar d e q u e sean parte integrante del m u n d o q u e n o s rodea. Ello os permitirá además desvelar sus predisposiciones naturales. Para saber c ó m o i n t e r p r e t a n los d e m á s lo q u e está o c u r r i e n d o . o para i n t r o d u c i r c a m b i o s e n el c o m p o r t a m i e n t o existente. ? » Lleva u n p o c o m á s allá el m a r c o « c o m o si». Dejad pues que el aprendizaje de vuestros hijos adquiera la forma de juego.356 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 357 N u e s t r o s filtros perceptivos determinan qué percibimos y qué suprimimos. Proceso m e d i a n t e el cual u n a experiencia específica es utilizada para r e p r e s e n t a r toda u n a clase d e experiencias. C r e a c i ó n d e aprendizaje p o r m e d i o d e la experiencia directa. C o n u n a sola posibilidad eres u n robot. La mejor m a n e r a d e a p r e n d e r habilidades es p o r medio d e la acción. «Si s u c e d i e r a tal cosa. es i n d i s p e n s a b l e a p r e n d e r a calibrar e i n t e r p r e t a r l o s c a m b i o s sutiles e n su fisiología. Fragmentar Fisiología Physiology Parte física d e la manifestación. El c o n o c i m i e n t o c o g n i t i v o implica tan sólo a la m e n t e c o n s c i e n t e y a la m e m o r i a .

de modo encubierto o descubierto. Constituye el propósito de cualquier encuentro o reunión. Corresponder al lenguaje corporal de otra persona con movimientos de otro tipo. Evocar un estado mediante la propia conducta. en la que no tenemos Incongruence consciencia alguna de determinada habilidad. En este sentido.Matching parejamiento. La totalidad de lo que uno es. que logra el objetivo y es respaldada/o por creencias capacitadoras. Adoptar parte del comportamiento otra persona. Cualquier cosa de la que no somos conscientes en el momento presente. El conflicto interno se refleja en el comportamiento de la persona. Igualar no equivale a imitar. marcar con el pie el ritmo de su lenguaje. La habilidad de conseguir que otra persona adopte determinado comportamiento. Afectar a otros mediante lo que decimos. Constituye uno de los niveles lógicos. en la visión de vanguardia de la educación se considera al educador como un facilitador del aprendizaje. Puede producirse tanto a nivel individual. para posibilitar el aprendizaje. La influencia es universal y puede ser espontánea o premeditada. que seria copiar consciente y exactamente el comportamiento de la otra persona La primera etapa del ciclo de aprendizaje. como de la organización. correspondencia Influencia lnjluence Incompetencia consciente Conscious incompelence . A menudo consiste en utilizar preguntas para desviar la atención de una persona. Identidad Identiíy Inconsciente Imconscious Inducción Igualación cruzada Cross over matching Induction Igualación. por ejemplo.358 El. de (al manera que el cambio de comportamiento deseado se produzca espontáneamente. em. nuestra presencia y nuestro lenguaje corporal. Es imposible no influir. pensamientos y comportamientos están en conflicto entre sí. La incongruencia puede ser secuencia! (una acción seguida de otra que la contradice) o simultánea (una afirmación positiva expresada en un tono de voz dudoso o negativo). La propia imagen o la idea de sí mismo. PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 359 eficaz. Lo que uno cree ser. más que como un mero transmisor de conocimientos. Estado en el que objetivos. Ello puede hacerse verbalmente o no. con la intención de establecer sintonía con ella o de incrementarla. Incongruencia Habilidad de Coaching adiestramiento sfeill Saber cuándo y cómo intervenir en un proceso. Ejemplo: Cuando una persona dice algo y hace lo contrario.

a q u e l l o q u e dicho c o m p o r t a m i e n t o c o n s i g u e para la p e r s o n a q u e lo m u e s t r a y q u e es i m p o r t a n t e para ella.360 Información útil Instrucción negativa EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 361 Feedback Negative Command Ver R e a l i m e n t a c i ó n . «No p i e n s e s e n lo q u e te estoy diciendo». Lenguaje corporal Body language El m o d o e n q u e e m p l e a m o s n u e s t r o cuerpo —consciente o i n c o n s c i e n t e m e n t e — para c o m u n i c a r n o s . Proceso de negociación e n t r e d o s «partes» internas o polaridades. Interiorización Downüme Decir a alguien lo q u e n o d e b e hacer. «No te relajes del t o d o hasta q u e n o estés c ó m o d a m e n t e s e n t a d o » . Para q u e u n a i n t e r v e n c i ó n sea eficaz es n e c e s a r i o saber c u á n d o hacerla (agudeza sensorial) y c ó m o hacerla (flexibilidad d e c o m p o r t a m i e n t o ) . Ejemplos: "No te p r e o c u p e s » . Incluye n u e s t r a vestimenta. tiene u n a i m p o r t a n c i a critica. «Cortar» t e m p o r a l m e n t e c o n el m u n d o exterior. las habilidades d e P N L d a r á n u n o s resultados d e s a g r a d a b l e m e n t e d i s t i n t o s de los esperados. El deseo u objetivo s u b y a c e n t e e n u n comportamiento. E n u n e s t a d o d e t r a n c e ligero. d e forma q u e p o d a m o s e n c a m i n a r n o s hacia otro p u n t o m á s útil. resultado e s p e r a d o de determinada acción. Cualquier intervención encaminada a d e t e n e r el c o m p o r t a m i e n t o p r e s e n t e . el lenguaje se c o m p o n e d e declaraciones y/o preguntas. P r o p ó s i t o . I n t e r r u m p i r u n a interacción para cambiar d e objetivo. E n u n a p r e s e n t a c i ó n . s o n i m p r e s c i n d i b l e s la i n t e g r i d a d personal y la ética e n las acciones. a pesar de n o r e p r e s e n t a r m á s q u e el 7 por c i e n t o d e l v o l u m e n de ésta. El p r o p ó s i t o q u e s u b y a c e e n cualquier c o m p o r t a m i e n t o . n u e s t r a p o s t u r a y n u e s t r o s gestos. El p r o p ó s i t o q u e hay q u e m a n t e n e r e n m e n t e es la o b t e n c i ó n de la m á x i m a ganancia con la m í n i m a intervención. C o n g r u e n c i a y sinceridad. . n u e s t r o p e i n a d o . que pueden ser muy específicas ( m e t a m o d e l o ) o i n g e n i o s a m e n t e vagas (ver M o d e l o de Milton). Interrupción de pauta Pattern interruption Integración de polaridades Visual squash Intervención ¡ntervention Integridad Iníegrtty Lenguaje Language Intención Iníeníion Intención positiva Positive inlenúon Canal de c o m u n i c a c i ó n q u e . lo q u e le c o n d u c e a p e n s a r e n ello. presumiblemente positivo. e n los propios pensamientos y sentimientos. Sin ellas. q u e resulte en u n a integración. Para alcanzar u n e l e v a d o nivel de habilidad de formación y/o liderazgo. c e n t r a r la a t e n c i ó n e n el interior. consistente e n identificar la I n t e n c i ó n positiva de cada u n a de ellas y Negociar u n a c u e r d o entre las dos. Descubrir la i n t e n c i ó n positiva p r o p o r c i o n a la clave p a r a responder eficazmente.

como para cambiar el propio comportamiento e inspirar a otros a seguimos. Cambiar lo que uno hace con la suficiente sintonía para ser seguido por la otra persona o el grupo. La disposición inconsciente de los recuerdos pasados y las expectativas futuras de una persona. tanto durante como después de la interacción. A nivel organizacional. El acto de liderar.. hacia las metas deseadas. lenguaje corporal. presente y futuro. Intento de producir un resultado que la otra persona perciba como a costa suya.362 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 363 Constituye el principal canal de comunicación (55 por ciento). Disponer de suficiente sintonía mediante el acompañamiento. para crear con ellos una comunidad a la que deseen pertenecer. que se construye cada persona a partir de sus propias percepciones y experiencias. Liderar Leading Mapa de la realidad Map of reality Representación única del mundo. legales y corporativos. utilicemos conscientemente nuestro lenguaje corporal y sepamos interpretar el de los demás. para subrayar alguna pieza clave de la comunicación. Uso coherente de distintas zonas del espacio para distintas acciones. Ver también Metaespejo. etc. estimulando así la solución creativa a los posibles problemas y dirigiéndose mentalmente más allá de los obstáculos aparentes. la capacidad para inspirar y motivar a otros mediante sus propios valores. en toda interacción. cuando experimenta el «ahora» y su línea de tiempo como externos a él. muy utilizado en documentos académicos. Típicamente vista como una hilera o «línea» de imágenes. Es fundamental que. Pensar desde la suposición de que determinado acontecimiento ocurriera realmente. gestos. si se encuentra en el «ahora» y su línea de tiempo pasa a través de él. Uso de la voz para destacar ciertas palabras como significativas. sonidos y sentimientos de nuestro pasado. o «a través del tiempo». con la finalidad de asociar ubicación con acción. a través de uno mismo y de otros. A nivel individual. Analogue marking Utilización de tono de voz. la capacidad de transformar una visión en acción. Lenguaje digital Digital language Lenguaje carente de predicados sensoriales. Ver Coreografía y Disposición o psicogeografía. Manipular Manipulating El sujeto puede estar situado «en el tiempo». Secuencia en la que almacenamos escenas. Marcado análogo Liderazgo Leadersliip Marcado espacial Spatial marking Marcado tonal Tonal marking «As If» Frame Línea de tiempo Timeíine Marco «Como Si» .

A no comunicó». el «significado» de un mensaje es para el receptor lo que realmente «recibe» del mismo. o como decía el gran psicólogo humanista Cari Rogers. «Si B no entendió. sino para poder explicar a otros cómo la hacemos bien. Tener el conocimiento necesario de determinada habilidad no sólo para hacerla bien. La parte de la mente que está en la percepción del momento presente. Un aforismo de PNL reza. «el significado de lu comunicación está en la respuesta que obtienes. ademas de. Técnica desarrollada en 1987 por Robert Dilts. cuya intención consiste en optimizar la congruencia entre los mensajes deseados y los recibidos. la comunicación eficaz es un bucle de realimentación entre «emisor(es)» y «receptor(es)». Al considerar el «mensaje» como elemento de comunicación. después de. con independencia de la intención del «emisor». Del griego meta. se impone una primera distinción entre mensaje «deseado» o intentado y mensaje realmente «recibido». Una de las habilidades de comunicación más importantes consiste en asegurarse de que el mensaje intentado se corresponde realmente con el recibido. «Usted está leyendo esta explicación». sea lo que fuere lo que intentaste comunicar». por ejemplo. Sólo puede prestar atención a unas cuantas variables al mismo tiempo y no puede ver ni a largo plazo ni las consecuencias profundas. Mensaje Message Elemento básico de comunicación. En formación es conveniente marcar espacialmente los metacomeniarios (ver Marcado espacial). Los mensajes pueden ser verbales (tanto hablados como escritos) y no verbales (desde claves visuales hasta tonos de voz y gestos). sin percibirlo en el momento presente. Consta de todo lo que hacemos con nuestra realidad interior.364 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 365 Método para generar recursos. Un comentario sobre un proceso que está ocurriendo. Implica un punto de vista desapegado de las propias habilidades. que consiste en «fingir» o comportarse «como si» algo fuera cierto. Esencialmente. Lo que existe en un nivel distinto al de otra cosa. más allá de. consistente en desplazarse uno mismo (o Mente inconsciente Unconscious mind Meta Meta Metacognición o metaconocimiento Metacognition Metacomentario Metacomment Metaespejo Metamirror . Received message Conscious mind El contenido que llega a percibir el receptor del mensaje. Mensaje deseado o intentado Mensaje recibido Mente consciente Inlended message El contenido que intenta comunicar quien emite el mensaje. En otras palabras.

a fin de volverlo a conectar con la experiencia sensata y la estructura profunda. Diecisiete distinciones de lenguaje. Comunicación indirecta mediante un relato o una figura. el «contenido» se relaciona con el aspecto puramente verbal de la comunicación. Metáfora Metaphor Un relato o figura de expresión. tener mayor facilidad para fragmentar hacia abajo que hacia arriba. eliminación y generalización. Por ejemplo.366 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 367 acompañar a la persona a la que se trata de ayudar) por las 4 posiciones perceptivas. tratar con los detalles más fácilmente que con el conjunto. que condicionan nuestras experiencias. sistemáticos y típicamente inconscientes. Conjunto de pautas de lenguaje y preguntas de PNL. que vincula el lenguaje con la experiencia sensorial. que enfatizan el mensaje principal o proporcionan pistas sobre cómo debe ser interpretado. Mefciprogram Programa mental habitual que opera a través de múltiples contextos distintos de la vida de una persona. En muchos casos. es decir. que implica una comparación. Nuestro comportamiento está transmitiendo constantemente metamensajes. que obscurecen el sentido de una comunicación a través de los procesos de distorsión. Metaprograma Metamodelo Metamodel Metarresultado Meta-Outcome El máximo valor conseguido por determinado comportamiento (el valor por encima de todo valor). Conjunto de particularidades y cuestiones lingüísticas que denotan. a partir del lenguaje. En PNL. parábolas y alegorías. que impliquen una comparación. la metáfora incluye símiles. el modelo del mundo de una persona. La obtención y el conocimiento del Metaprograma de una persona facilita enormemente la comunicación y la inducción. Metamensaje Metamessage que se utilizan para recopilar información sumamente específica basada en la percepción sensorial. así como cuestiones específicas para clarificar e impugnar el lenguaje impreciso. . la del observador neutral y desapegado. Conjunto de filtros habituales. El contenido de u n mensaje viene generalmente acompañado por «metamensajes» de nivel superior (frecuentemente no verbales). Desarrollado por Richard Bandler y John Grinder en 1975 y expuesto en su libro The Structure of Magic. tanto sobre nosotros mismos como sobre nuestros mensajes. mientras que los metamensajes lo hacen con la parte no verbal de la misma. recabando información y recursos de cada una de ellas. Modelo que identifica pautas o patrones de lenguaje. Los metamensajes son mensajes sobre otros mensajes. Metaposición Meta-Position La tercera posición perceptiva.

Estos niveles son: Entorno. Constituye la base de la PNL y del aprendizaje acelerado. Es una tela tejida con las distintas hebras de tus intereses. Término lingüístico que denota el proceso de convertir un verbo en un substantivo abstracto.. Una combinación de creencias.. Suma total de los principios personales de operación de una persona. toda misión es divertida. comportamiento. oímos y sentimos el mundo. Lo contrario del Metamodelo. Cuando vives tu misión. gusto y tacto.368 Misión EL PODER DE LA PAIABRA Glosario cíe PNL y de habilidades deformación 369 Mission El sentido de propósito que te atrae hacia el futuro. eliminada o distorsionada. Lo que nos permite conferir significado a nuestras experiencias. se encontrará con el éxito insospechado en el momento menos esperado». tus acciones y tu sentido de quien eres. Ver Mapa de la realidad. quien dice. En ocasiones es grande. pero antes que nada. Modelo del mundo Model of the world 1. creencias. capacidad. Algo estará en un nivel lógico más alio. emulación o imitación consciente Modelo ModeUing Niveles lógicos Logical levéis Los cinco niveles de percepción útiles para el individuo o la organización. creencias e identidad Niveles neurológicos Neurological levéis Conocidos también como los diferentes niveles lógicos de la experiencia: entorno. «Me levanto tan entusiasmado. el significado preciso más útil para ella. Unifica tus creencias. identidad y lo espiritual. conducta. Descripción de las características esenciales de una experiencia o capacidad. Como dijera Henry David Thoreau. olfato. Proceso de PNL para el estudio de la secuencia de ideas y conductas que le permiten a alguien realizar excelentemente determinada tarea. La habilidad para intercambiar diferencias y llegar a un acuerdo en que ambas parles salgan ganando. así como Model Modelo de Milton Milton Model Nominalización Nominalization . tiendes a comportarle como Steven Spielberg. representación. según su propia experiencia.a forma en que vemos. La descripción del mapa mental de la experiencia de una persona. Ver Sistemas de. «Si uno avanza con seguridad en la dirección de sus sueños. que no puedo ni desayunar». Utiliza ingeniosamente patrones lingüísticos vagos para que cada persona capte. oído. Los cinco sentidos a través de los cuales absorbemos las experiencias: vista. capacidad. Negociación Negociation Modalidades sensoriales Sensory Modalitles Nivel lógico Lógica! íeve! Modelado. Copia generalizada. valores. deseos y objetivos. estados emocionales y sistemas de representación. global e incluso grandiosa. tus valores. cuando incluya a algo que esté en un nivel lógico más bajo.

d e m a n e r a q u e los d e s t i n a t a r i o s n o lo c a p t e n c o n s c i e n t e m e n t e . e n la q u e la clave de la dificultad se transforma e n e l desencadenante de su superación. p u e d e s prever s u s efectos y asegurarte d e q u e sean positivos para t o d o s los afectados p o r s u c o n s e c u c i ó n . Obtención Eíiciíaíion P a t r ó n d e cita Quotes patlern P a t r ó n lingüístico m e d i a n t e el q u e e x p r e s a m o s n u e s t r o mensaje c o m o s i p r o c e d i e r a d e otra p e r s o n a . R e s u l t a d o específico d e s e a d o . n o es imposible. Partes Parts C o m p l e j o s de c o m p o r t a m i e n t o s o estrategias. P u e d e s h a c e r l o . ya sea m e d i a n t e la observación directa de indicadores n o verbales. R e l a ñ v a / o a la M o d a l i d a d S e n s o r i a l d e l olfato. es lo q u e h a y q u e h a c e r y n o lo q u e h a y q u e evitar. «ir a p o r ello». Objetivo Goal R e s u l t a d o final. El objetivo es ecológico. T é r m i n o q u e d e s c r i b e el s e n t i m i e n t o de que dentro de u n o mismo conviven distintos c o m p o r t a m i e n t o s . etc. p o r ejemplo. q u e p r e s e n t a u n a evidencia definida de é x i t o . Muy útil para modificar h á b i t o s y respuestas e m o c i o n a l e s . h a y q u e . Olfactory Substitución Operador modal de necesidad Modal operator of necessity T é r m i n o lingüístico para reglas (debe. etc.» Subpersonalidades c o n intenciones a veces conflictivas. organizados alrededor de valores específicos tales c o m o s e g u r i d a d . s i n o tan sólo inconscientemente.) . Técnica de P N L para c o n s e g u i r i n f o r m a c i ó n . n o general. E j e m p l o : «Una p a r t e d e mí anhela seguridad. f u n d a m e n t a d o en los s e n t i d o s y q u e r e ú n e los siguientes criterios para estar bien formado: El objetivo es positivo. El objetivo es específico. objetivos e intenciones. motivación y educación. n o otra p e r s o n a . Lo h a c e s t ú . Patrón de Olfativa/o Swish Pattern Técnica generativa d e s u b m o d a l i d a d e s . es un «quiero» y n o u n «debería». etc. o p o r m e d i o p r e g u n t a s s e g ú n el M e t a m o d e l o . P o r e j e m p l o : « U n a p a r t e d e m í q u i e r e adelgazar. Q u i e r e s h a c e r l o . basada e n la percepción sensorial. c a m b i a n d o el t o n o d e voz o e l lenguaje c o r p o r a l . c r e a t i v i d a d . tal v e z .370 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades de formación Operador modal de posibilidad Modal operator of possibility 371 a la p a l a b r a del s u b s t a n t i v o asi f o r m a d o . mientras que otra s i m p l e m e n t e q u i e r e ir a p o r ello».) Órdenes incrustadas Embedded commands Destacar ciertas frases q u e p o d r í a n c o n s i d e r a r s e p o r sí solas c o m o ó r d e n e s . Way Down. Nuevo código New code D e s c r i p c i ó n d e la P N L p r o v e n i e n t e d e la obra de J o h n G r i n d e r y j u d i t h DeLozier en su libro Turtles All the T é r m i n o lingüístico para p a l a b r a s q u e d e n o t a n lo q u e se c o n s i d e r a posible ( p u e d e . d i r e c c i ó n .

Pistas de acceso Posición perceptiva Accessing cues Ver C l a v e s d e a c c e s o . Las p e r s o n a s están d o t a d a s de t o d o s los recursos q u e necesitan. Predicados Predícales Proceso Process Programación futura Preencuadrar Outjraming P r e s u p o s i c i o n e s Presuposítions Ideas o afirmaciones q u e h a y q u e dar p o r s u p u e s t a s para q u e u n a i n t e r a c c i ó n tenga s e n t i d o . El significado d e t u c o m u n i c a c i ó n es la respuesta q u e o b t i e n e s . para u n futuro imaginario e n el q u e s e r á n necesarios. Ver A s o c i a d o y Posición perceptiva. el del otro ( 2 p o s i c i ó n ) . El c ó m o de u n a acción o de u n a situación.372 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 373 Pensamiento sistémico Systemic thinkmg P e n s a r e n t é r m i n o s de influencia m u t u a . que i n d i c a n q u é sistema representacional está s i e n d o conscientemente empleado. para asegurar q u e t e n d r á lugar la c o n d u c t a deseada. No puedes N O comunicarte. «Le pedí q u e m e e s c u c h a r a » . el de u n o b s e r v a d o r objetivo y n e u t r a l ( 3 p o s i c i ó n ) . U n a vez el cerebro h a e n s a y a d o u n proceso de esta m a n e r a . s e p a r a d o s e n el t i e m p o y e n el espacio. Palabras basadas e n los s e n t i d o s . M e n t e y c u e r p o s o n partes del m i s m o sistema. P u e d e ser el n u e s t r o ( I p o s i c i ó n ) . Percibir las i n t e r r e l a c i o n e s entre experiencias o acontecimientos aparentemente inconexos. Si lo q u e h a c e s n o funciona. U n a p r e g u n t a que. relaciones y causa-efecto. Establecer p r e v i a m e n t e u n e n c u a d r e q u e excluye posibles objeciones. Si u n a p e r s o n a p u e d e hacer algo. h a z otra cosa. Haz c u a l q u i e r otra cosa. Las p e r s o n a s t o m a n s i e m p r e la mejor opción disponible. Toda experiencia tiene u n a estructura. habilidades o a c t i t u d e s . Bajo t o d o c o m p o r t a m i e n t o subyace u n a intención positiva. U n a de las tres principales posiciones perceptivas. o el d e t o d o el s i s t e m a o globalidad ( 4 p o s i c i ó n ) . a a a a Las p r e s u p o s i c i o n e s básicas e n P N L s o n las siguientes: El m a p a n o es el territorio. C a p a c i d a d p a r a tratar c o n c o m p l e j o s d e a c o n t e c i m i e n t o s . cualquier otra p u e d e a p r e n d e r a hacerlo. el c o m p o r t a m i e n t o s e . Por e j e m p l o : «Tal c o m o yo lo veo». « N o t a r o n q u e n o estaban en c o n t a c t o » . Postulado de conversación Conversadonal postúlale F o r m a h i p n ó t i c a d e lenguaje. e n lugar d e dacerlo c o n acciones individuales d e forma lineal. Primera posición First Position Visión o experiencia del m u n d o a través d e los p r o p i o s ojos y d e l p r o p i o c u e r p o . se interpreta c o m o una orden. Ensayar m e n t a l m e n t e n u e v o s c o n o c i m i e n t o s . Future Pacing Representarse m e n t a l m e n t e u n objetivo. Perceptual position El p u n i ó de vista d e l q u e s o m o s conscientes en todo momento.

Habilidad m u y útil para resumir. Evita q u e se d i s t o r s i o n e n las ideas originales y es útil p a r a r e p a s a r las p u n t o s clave. preguntando: «¿Dónde quedaría bien esta afirmación?» graphy R e a l i m e n t a c i ó n Peedback o retroalimentación R e e n c u a d r e d e l Context contexto reframing . R e e n c u a d r e d e l Contení contenido reframing Información visual. los d e m á s . auditiva y cinestésica q u e vuelve a nosotros c o m o respuesta a n u e s t r o c o m p o r t a m i e n t o . acontecimientos y posesiones. time. estrategias. Ver Linea d e l orientation in tiempo. c a d a vez q u e se p r e s e n t e este c o n t e x t o futuro. C a m b i a r el m a r c o o el significado d e referencia d e u n a c o n t e c i m i e n t o . de m o d o q u e tales r e c u r s o s e m e r j a n de forma a u t o m á t i c a e n presencia d e dichas claves. P r o c e s o q u e tiene c o m o objetivo conectar estados de recursos con claves específicas o anclas. Prueba de relevancia o de pertinencia Relevcirtcy challenge Reencuadre Reframing Pseudo orientación en el t i e m p o Psicogeografía Reorientar a u n a p e r s o n a e n el pasado Pseudoo en el futuro. Dicho p r o c e s o c a m b i a la perspectiva d e la p e r s o n a . e m p l e a n d o p r i n c i p a l m e n t e para ello s u s p r o p i a s p a l a b r a s y expresiones. (NLP) Recursos Resources Cualquier medio q u e p o d a m o s utilizar para a l c a n z a r u n objetivo: fisiología. a c e p t a d o p o r lodos. Cuestionar de qué manera una afirmación o u n c o m p o r t a m i e n t o específicos c o n t r i b u y e n a alcanzar d e t e r m i n a d o objetivo. C o n f i r m a r los p u n t o s clave del discurso d e otra persona. p e n s a m i e n t o s . proporcionando nuevas opciones. PsychogeoVer D i s p o s i c i ó n . u n p r o c e s o de redefinición e n el q u e se valida el beneficio s e c u n d a r i o q u e c o r r e s p o n d e a la i n t e n c i ó n de u n c o m p o r t a m i e n t o d e t e r m i n a d o . e n el q u e la u t i l i d a d y n o la a u t e n t i c i d a d es el criterio m á s i m p o r t a n t e para el éxito. Tomar u n a afirmación y d a r l e o t r o s e n t i d o .374 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación Recapitulación Baktracking 375 hallará a u t o m á t i c a m e n t e d i s p o n i b l e . E s t u d i o de la e s t r u c t u r a d e la e x p e r i e n c i a subjetiva. u t i l i z a n d o las m i s m a s p a l a b r a s clave y el m i s m o t o n o d e voz q u e s e utilizaron o r i g i n a l m e n t e . dirigiendo la a t e n c i ó n a otra parte d e s u contenido mediante la p r e g u n t a : «¿Qué otra cosa podría significar esto?» C a m b i a r el c o n t e x t o de u n a afirmación p a r a darle o t r o s e n t i d o . Ver también A n c l a d o y Estados de Recursos. e x p e r i e n c i a s . m a n t e n e r la s i n t o n í a y c o n s o l i d a r el compromiso. Programación NeuroN e u r o l i n g ü í s t i . En PNL. e s t a d o s . mientras q u e la R e a l i m e n t a c i ó n Negativa indica diferencia y a n i m a al cambio de comportamientos.Linguistic ca ( P N L ) Programming Proceso de creación d e m o d e l o s de excelencia h u m a n a . La Realimentación Positiva a n i m a a c o n t i n u a r c o n los m i s m o s c o m p o r t a m i e n t o s . U n r e s u m e n m u y preciso.

los niveles de interés de la misma para el resto del grupo. Ver Dar un salto.. Ver Posición perceptiva. su tono de voz y Sintonía Rapport Saltar Seguimiento Overlap Pacing .Todos nuestros pensamientos y sentations sensaciones. olores y sensaciones. La capacidad para atender a muchas variables a la vez. Segunda Posición Second Position Resistencia Signos / Señales de acceso / exploración Sinestesia Accessing cues Ver Claves de acceso. su lenguaje corporal. Patrones de información que creamos y almacenamos en nuestra mente. ante una pregunta.376 Reflejar EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación Seguir la pista Tracking 377 Mirroring Colocarse en la posición de otra persona para sintonizar con ella. Ver Acompañamiento. ¡antes de abrir la boca! Ver o experimentar un acontecimiento desde la perspectiva y la experiencia de la persona con la que estamos interactuando. La sintonía se presenta cuando se refleja o se comparte el comportamiento de otra persona en una diversidad de niveles. Reflejo cruzado Cross over mirroring Corresponder al lenguaje corporal de otra persona con movimientos de otro tipo. evaluar qué es lo que realmente quiere el que la formula. combinados con imágenes. el tiempo disponible para responderla. a estar «sintonizado» con ella. Un objetivo. inconsciente. Ver Sintonía. por ejemplo.. sonidos. Resisíemce Cualquier obstáculo para la comprensión o la acción. Toda resistencia existe únicamente en virtud de un empuje continuado en la dirección contraria. Representaciones internas Interncü repre. y lo que éste obtendría de cada respuesta posible. La consecuencia lógica del proceso de obtención de un objetivo. Synesthesia Resultado Outcome Enlace automático entre un sentido y otro. marcar con el pie el ritmo de su lenguaje. Ver también Objetivo. Todo ello. sabores. Prestar atención a determinados aspectos de la interacción. Proceso espontáneo de comunicación. El estado correspondiente a encontrarse en la misma «longitud de onda» que otra persona. deseo o sueño. Por ejemplo. Una de las cuatro principales posiciones perceptivas. Seguir múltiples pistas Muititracfeing Relación Rapport Representación Representation Codificación o almacenamiento en la mente de la información basada en los sentidos. igualando sus palabras. Puede hacerse de modo consciente o. que cumple las Condiciones de Buena Formación del logro de objetivos. con la práctica.

George Miller estableció que los seres humanos estaban capacitados para manejar simultáneamente 7 ± 2 fragmentos de información. de ahí la extensión de los números de teléfono. para pensar ferido System conscientemente y organizar su experiencia.presentational persona. Sistemas de Representador! Sentidos internos. en lugar de «Dígame X».La Modalidad Sensorial más desarrollada y utilizada por una sentacional pre. Capacidad para generar respuestas de otra persona. Cantidad de información o nivel de especificidad considerado en cada momento.378 El. que contempla las relaciones y las consecuencias en el tiempo y en el espacio. etc. Constituye la base de la influencia. Submodalidades Sistema director Lead system Sistema repre. Los componentes que forman una modalidad sensorial. PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 379 acompañando sus valores y creencias. Submodalities provocarán automáticamente cambios en las restantes submodalidades. Aquellas que en cambio piensan en términos generales. lo hacen mediante «grandes porciones». Cinestésica (sensaciones corporales). por ser las formas en que el cerebro humano representa los recuerdos e ideas. las Submodalidades incluirán movimiento. decirme X?». Subconsciente Sintonizar Rapport slablishing «¿Podría Vd. ven la gran panorámica. color. dimensión. En PNL existen cinco sistemas de representación principales: Visual (vista). antes que la relación lineal de causa y efecto. enfoque. Ver Patrón de Substitución. Ejemplo: En la modalidad visual. utilizando un tono de voz suave o una introducción como: Submodalidades críticas Critical Aquellas que. Proceso natural de emular y alinearse con otra persona. dentro de cada sistema representativo.. al ser modificadas. Distinciones y matices. brillo. Auditiva (oído). Patrones lingüísticos destinados a amortiguar el impacto de una afirmación o de una pregunta directa. Las unidades estructurales más pequeñas de nuestros pensamientos. Substantivos L7nespeci/ied inespecificados nouns Tamaño de la porción Chunfe Size Suavizadores Softeners . Se denominan de representación. Cualidades de nuestras representaciones internas. Substantivos que no especifican a qué o a quién se refieren. la forma en que representación al systems pensamos. Olfativa (olfato) y Gustativa (gusto). Sistémico Systemic Relativo a los sistemas. Sistema representacional que está recabando información para traspasarla a la consciencia.Preferred Re. Unconscious Submodalities Ver Inconsciente. Las personas orientadas al detalle utilizan «pequeñas porciones».

Se averiguan preguntando: «¿Qué es importante para ti?» Las reglas de cumplimiento para qu se cumplan los valores.Map of reality Ver Mapa de la realidad y Modelo del lidad mundo.380 Tercera Posición EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades de formación Variedad requerida Requisite Varíety 381 Third Position Ver o experimentar un acontecimiento como un observador externo al mismo. Tratamiento de Exercices los ejercicios processing Verbos Unespecified inespecificados verbs Vincular Triple descripción Triple dcscription Linfeing Visión Vission Utilización Ufilisaíion La habilidad de aprovechar cualquier comportamiento o incidencia. Los estados o experiencias que nos importan. para favorecer los objetivos de la formación. Ver Posición perceptiva. Segunda y finalmente Tercera Posición. así como de los Resultados producidos por ella. será el elemento que controle el sistema. Generador de nuevo comportamiento y Programación futura. La teoría de sistemas postula que el elemento de un sistema dotado de la mayor flexibilidad de comportamiento. relieve los distintos aspectos del aprendizaje. Constituyen uno de los niveles lógicos. Valores Valúes Visión de la rea. Explicitar las conexiones entre las distintas parles de la comunicación al pasar de una a la siguiente. Lo que impulsa nuestros actos. La proyección mental del camino futuro que te conduce al cumplimiento de la Misión. Trance Estado alterado. Lo que es importante para nosotros. Ver también Estrategia. Valores equivalentes Valué equivalents Visualización Visuaiizaíion . con el fin de dotar de continuidad a la misma. con el fin de poner de. Ver Criterios. 2" y 3 . Sesión de comentarios y preguntas después de realizar un ejercicio. La película mental de cómo alcanzarás tu Misión. Verbos cuyo adverbio ha sido eliminado y que no especifican cómo se realizó la acción. mediante pocos estímulos. Considerar una experiencia desde las tres posiciones perceptivas básicas: Primera. a a Trance Capacidad de flexibilidad de pensamiento y conducta. El proceso no queda especificado. Proceso por el que percibimos la experiencia a través de las posiciones I . Lo que tiene que suceder para que i valores sean satisfechos. Proceso de ver imágenes en nuestra mente. o visión del mundo Visual Visual Relativo a la Modalidad Sensorial de la vista. con un foco de atención dirigido al interior.

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