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Digital Darwinism: An Era of Humility

Digital Darwinism: An Era of Humility

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Marketing isn’t just about the big idea anymore. Rodrigo Esteves, Creative Director for Digitas Brazil discusses the need to constantly change and improve your work based on what’s relevant and worthwhile in the moment.
Marketing isn’t just about the big idea anymore. Rodrigo Esteves, Creative Director for Digitas Brazil discusses the need to constantly change and improve your work based on what’s relevant and worthwhile in the moment.

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Published by: DigitasLBiPerspectives on Sep 19, 2012
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Darwinismo Digital. A era da humildade
English Summary: Marketing isn’t just about the big idea anymore. It’s about living in beta, constantly changing and improving your work based on what’s relevant and worthwhile in the moment. Você garante que essa ideia vai funcionar? Perguntou o cliente. Eu respondi com a maior honestidade que o momento pedia: não tenho a menor ideia. Vivemos numa era complexa: pesquisas tentam dar segurança ao anunciante, mas não são garantias e servem apenas para burocratizar uma campanha. Então, o que resta é apostar no que a agência está dizendo e rezar para dar certo? Não na era digital. Uma das formas de garantir que uma campanha vai atingir os objetivos é investir no que chamamos de Darwinismo digital. Darwinismo digital é um processo diferente de gerar, selecionar, aprovar e produzir. É migrar de um modelo que gira em torno da BIG IDEA para um modelo de SMALL IDEAS ou ideias beta. Ao invés de uma grande, poderosa e cara ideia, muitas vezes difícil de comprovar a eficácia, a proposta é criar pequenas e diferentes abordagens, mensuráveis, que possam ser ajustadas/melhoradas em pleno vôo ou mesmo serem tiradas do ar, dependendo da adesão, buzz, views ou seja lá qual indicador ela tenha se proposto a performar. Ideia boa é ideia que foi comprada pelas pessoas. Tendo várias pequenas ideias é possível observá-las, adaptá-las, manter ou ampliar as que melhor se adaptaram e matar as que não. Esse conceito é inspirado pela tese central que Charles Darwin aplicou para explicar a evolução das espécies: “não é a espécie mais forte, nem a mais inteligente que sobrevive, mas a mais adaptada às mudanças”. No mundo digitalizado em que vivemos nada faz mais sentido. No Darwinismo digital, criatividade, mensuração, tecnologia e humildade andam juntas. Sim, humildade! É preciso estar preparado para se apaixonar por uma ideia e perceber que ela simplesmente não vingou. Nesse caso, deixe a seleção natural cuidar dela. Contact For More Information Rodrigo Esteves, Creative Director, Digitas Brazil Rodrigo.Esteves@digitas.com This piece originally appeared on Proxxima.com.br

September 2012   

  

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