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PRÁTICA PRÁTICA JURÍDICA PENAL JURÍDICA PENAL
QUARTA-FEIRA, 28 DE SETEMBRO DE 2011
NOTITIA CRIMINIS x QUEIXA CRIME x DENÚNCIA
1. A NOTITIA CRIMINIS - é a peça inicial onde se pede a abertura do Inquérito Policial,
enquanto que, a
2. A QUEIXA CRIME- é a peça que dá início ao Processo Criminal, quando a Ação é
privada, ou seja, quando a Ação depender da iniciativa unicamente do ofendido.
3. A DENÚNCIA -Nos casos de Ações de iniciativa do Ministério Publico, ou ainda nas
Ações públicas condicionadas a representação da vítima, o início da Ação se dará
através da "denuncia", oferecida pelo MP.
Então, na verdade, não existe "queixa policial".
O que normalmente alguns chamam de "dar queixa na polícia", é a feitura de um B.O.(boletim de
Ocorrência), que geralmente ocorre em acidentes em via pública, etc.
NOTITIA CRIMINIS
Conforme ensina o professor Fernando Capez, dá-se o nome de notitia criminis (notícia do
crime) ao conhecimento espontâneo ou provocado, por parte da autoridade policial, de um fato
aparentemente criminoso. É com base nesse conhecimento que a autoridade inicia as
investigações.
A notitia criminis é espontânea quando o conhecimento do fato aparentemente criminoso ocorre
de forma direta e imediata pela autoridade policial, estando esta no exercício de sua atividade
profissional.
A notitia criminis provocada é transmitida à autoridade policial por uma das formas previstas no
CPP. A notitia criminis provocada é um ato jurídico.
Aqui norteio meus estudos.Fiquem
atentos,não deixem de consultar uma
doutrina atualizada!
Mas nos dias da voz do sétimo anjo, quando tocar a
sua trombeta, se cumprirá o segredo de Deus, como
anunciou aos profetas, seus servos. (Apocalipse
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COMO REDIGIR UMA - DENÚNCIA
COMO REDIGIR UMA REVOGAÇÃO DE
PRISÃO PREVENTIVA
COMO REDIGIR UM REVOGAÇÃO DE PRISÃO
TEMPORÁRIA
QUAL É A DIFERENÇA ENTRE “REQUERER” E
“REQUISITAR”...
BO - BOLETIM DE OCORRÊNCIA
Do BO ao INQUÉRITO
COMO REDIGIR UMA - QUEIXA CRIME
NOTITIA CRIMINIS x QUEIXA CRIME x
DENÚNCIA
COMO REDIGIR UM RELAXAMENTO DE
PRISÃO EM FLAGRANTE...
COMO REDIGIR UMA - REPRESENTAÇÃO
COMO REDIGIR UMA REPRESENTAÇÃO
PARA INSTAURAÇÃO DE...
4 – LIBERDADE PROVISÓRIA
3 – RELAXAMENTO DE PRISÃO EM
FLAGRANTE
2 – QUEIXA-CRIME
MODELO DE DENÚNCIA
MODELO - QUEIXA CRIME
MODELO - Relaxamento da Prisão em
Flagrante
MODELO - PRISÃO EM FLAGRANTE -
DEFESA PRÉVIA COM P...
MODELO - PEDIDO DE REVOGAÇÃO DA
PRISÃO PREVENTIVA
MODELO COMENTADO - Relaxamento da
Prisão em Flagr...
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2/10 direitoexlegepraticapenal.blogspot.com.br/2011/09/denuncia-e-queixa-crime.html
Pode, ainda, a notitia criminis decorrer diretamente da prisão em flagrante delito, assumindo,
nesse caso, forma coercitiva.
CLASSIFICAÇÃO
A) NOTITIA CRIMINIS DE COGNIÇÃO DIRETA
É também, denominada notitia criminis imediata, inqualificada, ou espontânea. Caracteriza-se
pela inexistência de um ato jurídico formal de comunicação da ocorrência do delito. A autoridade
policial toma conhecimento do fato aparentemente delitivo diretamente em razão do exercício de
suas atividades funcionais, em decorrência de investigações realizadas pela própria polícia
judiciária, pela descoberta ocasional do corpo de delito, por veiculação nos meios de
comunicação de massa etc.
Enquadra-se, ainda, como notitia criminis inqualificada, a delação apócrifa (=denúncia anônima).
Nestes casos, embora válida a denúncia, a autoridade policial deve proceder a uma investigação
preliminar, com a máxima cautela e discrição, a fim de verificar a verossimilhança da
informação, somente devendo instaurar o inquérito na hipótese de haver um mínimo de
consistência nos dados informados. Se a denúncia versar sobre ato ou fato não tipificado como
crime, ou, ainda, se não fornecer os elementos mínimos indispensáveis ao início das
investigações, a autoridade não poderá instaurar o inquérito. A jurisprudência pátria entende
constituir constrangimento ilegal, sanável, inclusive, pela via do habeas corpus, a instauração de
inquérito por fato que não constitua, ao menos, crime em tese.
Quando a delação (delatio criminis) é feita por pessoa identificada, a hipótese é de notitia
criminis qualificada, conforme veremos adiante.
B) NOTITIA CRIMINIS DE COGNIÇÃO INDIRETA
É também denominada notitia criminis mediata, provocada, ou qualificada. Ocorre quando a
autoridade policial toma conhecimento de fato aparentemente delitivo por meio de algum ato
jurídico formal de comunicação, legalmente previsto. A notitia criminis de cognição indireta pode
dar-se por:
Delatio criminis: é a comunicação verbal ou por escrito prestada por terceiro identificado
(pessoa diversa do ofendido), também denominada delatio criminis simples. Nos termos do § 3º
do art. 5º do CPP, "qualquer pessoa do povo que tiver conhecimento da existência de infração
penal em que caiba ação pública poderá, verbalmente ou por escrito, comunicá-la à autoridade
policial, e esta, verificada a procedência das informações, mandará instaurar inquérito". Essa
modalidade de notitia criminis somente pode dar ensejo à instauração de inquérito em crimes de
ação pública incondicionada. Todas as pessoas que, no exercício de funções públicas, tenham
conhecimento de crime de ação pública incondicionada têm o dever de comunicar o fato à
autoridade competente, sob pena de cometerem a contravenção penal tipificada no art. 66, I, da
Lei de Contravenções Penais (LCP);
Representação do ofendido e requisição do Ministro da Justiça: nos crimes de ação pública
condicionada;
INQUÉRITO POLICIAL
DIFERENÇA ENTRE REQUERIMENTO e
REQUISIÇÃO
Requerimento de Instauração de Inquérito
Policial ...
MODELO - REQUERIMENTO (ou
REPRESENTAÇÃO) feita por...
MODELO - Requerimento de Instauração de
Inquérito ...
1- NOTITIA CRIMINIS
Normas e diretrizes do Exame de Ordem.
► 2009 (1)
PROCESSO PENAL
MODELO PEÇAS DE PENAL

UNIVERSO POLICIAL
Inquérito Policial

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AÇÃOPENAL
 “Açãoéodireitosubjetivodese
invocardoEstado-Juizaaplicaçãodo
direitoobjetivoaumcasoconcreto.”
(TOURINHOFILHO)
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TABELA DOS CRIMES AFIANÇÁVEIS E SEM FIANÇA
TABELA DOS CRIMES AFIANÇÁVEIS E SEM FIANÇA
3/10 direitoexlegepraticapenal.blogspot.com.br/2011/09/denuncia-e-queixa-crime.html
Requisição da autoridade judiciária ou do Ministério Público: nas ações públicas incondicionadas
ou nas públicas condicionadas, desde que, nestas últimas, a requisição esteja acompanhada da
representação;
Requerimento do ofendido: na ação pública incondicionada ou na condicionada e na ação penal
privada (CPP, art. 5º, II, e §§ 1º e 5º).
C) NOTITIA CRIMINIS DE COGNIÇÃO COERCITIVA
Nesta hipótese a comunicação do crime é feita mediante a própria apresentação de seu autor,
preso em flagrante delito por servidor público no exercício de suas funções ou por particular.
A notitia criminis mediante prisão em flagrante é referida no art. 8º do CPP, que faz remissão às
disposições do Código a ela relativas. Destacamos o disposto nos arts. 301 a 303, verbis:
"Art. 301. Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender
quem quer que seja encontrado em flagrante delito.
Art. 302. Considera-se em flagrante delito quem:
I - está cometendo a infração penal;
II - acaba de cometê-la;
III - é perseguido, logo após, pela autoridade, pelo ofendido ou por qualquer pessoa, em situação
que faça presumir ser autor da infração;
IV - é encontrado, logo depois, com instrumentos, armas, objetos ou papéis que façam presumir
ser ele autor da infração.
Art. 303. Nas infrações permanentes, entende-se o agente em flagrante delito enquanto não
cessar a permanência."
A notitia criminis de cognição coercitiva aplica-se a qualquer tipo de infração, tanto às de ação
penal pública, incondicionada ou condicionada, como às de ação penal de iniciativa privada.
Entretanto, nos casos de crimes cuja ação penal seja pública condicionada ou de iniciativa
privada, o auto de prisão em flagrante somente poderá ser lavrado se for acompanhado,
respectivamente, da representação do ofendido ou do requerimento da vítima. Sem a
observância desses requisitos não ocorre a instauração do inquérito, cuja peça inicial seria,
exatamente, o auto de prisão em flagrante.
QUESTÕES SOBRE INQUÉRITO POLICIAL, COMPETÊNCIA, PRISÃO EM FLAGRANTE E
NOTITIA CRIMINIS

II- LEINº9.605, DE12DEFEVEREIRODE1998 MEIOAMBIENTE
INFRAÇÃO ARTIGO PENAS
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SEGUIDORES
1 – Notitia criminis
2 – Queixa-crime
3 – Relaxamento de
prisão em l agrante
4 – Liberdade
provisória
5 – Resposta à
acusação (rito ordinário
e sumário)
6 – Resposta à
acusação (rito do júri)
7 – Exceção de
incompetência
8 – Exceção de
litispendência
9 – Exceção de
ilegitimidade de parte
10 – Exceção de coisa
julgada
11 – Memoriais
12 - Embargos de
declaração
13 – Recurso em
sentido estrito
14 – Apelação
15 – Embargos
infringentes e de
nulidade
16 – Carta
testemunhável
17 – Agravo de
instrumento
18 – Agravo regimental
19 – Recurso especial
20 – Recurso
extraordinário
21 – Habeas Corpus
CRIMES QUE PASSARAM A SER "INFRAÇÕES
PENAIS DE MENOR POTENCIAL OFENSIVO"
CRIMES QUE PASSARAM A SER DE MENOR
POTENCIAL OFENSIVO - JECRIM
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1 - (CESPE/Agente PF/2000) Apesar de as polícias civil e federal desempenharem a função de
polícia judiciária, ambas são órgãos do Poder Executivo, e não do Poder Judiciário. ( )
2 - (CESPE/Agente PF/2000) Se um agente de polícia federal fosse designado para investigar a
prática de corrupção passiva atribuída a ocupantes de cargos comissionados de autarquia
federal, esse agente realizaria a investigação no exercício do poder de polícia, em razão do que
seria indispensável a autorização judicial para a prática dos atos necessários. ( )
3 – (CESPE/Procurador BACEN/1997) A Constituição vigente assegura aos litigantes o
contraditório e a ampla defesa. Como instrumento que serve de base à denúncia, no inquérito
policial destinado à apuração da infração penal e de sua autoria, deve-se assegurar ao indiciado
a garantia do contraditório. ( )
4 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) O inquérito policial é procedimento contraditório ( )
5 - (CESPE/Escrivão PF/1998) O inquérito policial admite a incidência dos princípios
constitucionais do contraditório e da ampla defesa. ( )
6 - (CESPE/Procurador INSS/1998) O inquérito policial é requisito imprescindível para o início da
ação penal pública ou privada, motivo pelo qual deverá ser rejeitada a denúncia ou a queixa que
não se fizer calcar nesse elemento de informação. ( )
7 - (CESPE/Escrivão PF/1998) O inquérito policial é peça imprescindível para o oferecimento da
ação penal, pública ou privada. ( )
8 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) O inquérito policial pode ser arquivado pelo próprio
delegado de polícia. ( )
9 - (CESPE/Escrivão PF/1998) O inquérito policial pode ser instaurado, de ofício, pela autoridade
policial, independentemente da espécie de crime ( )
10 - (CESPE/Escrivão PF/1998) O inquérito policial somente pode ser arquivado por decisão
judicial, proferida de ofício ou a requerimento do Ministério Público. ( )
11 - O inquérito policial somente é peça imprescindível para o oferecimento da ação penal
pública. ( )
12 - O inquérito policial é requisito imprescindível para o início da ação penal pública, motivo pelo
qual deverá ser rejeitada a denúncia que não esteja baseada em um inquérito policial. ( )
13 - (CESPE/Agente PF/1997) O Ministério Público poderá, entendendo pública a ação penal,
mas discordando das conclusões da autoridade policial no relatório que encerrou o inquérito
policial, requerer ao juiz competente o arquivamento dos autos, por falta de provas da
materialidade do crime. ( )
14 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) O inquérito policial somente pode ser instaurado por

"INFRAÇÕESPENAISDEMENORPOTENCIALOFENSIVO"
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POTENCIALOFENSIVO"
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1)Exposiçãoouabandonoderecém-nascido(PúblicaIncondicionada)

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requerimento da vítima ou de seu representante legal, se o crime a investigar for de ação penal
privada. ( )
15 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) O inquérito policial acompanhará a denúncia ou queixa,
sempre que servir de base a uma ou outra. ( )
16 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) O inquérito policial não pode ter seu prazo de conclusão
prorrogado. ( )
17 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) O habeas corpus é instrumento de natureza
constitucional que pode servir, excepcionalmente, para impedir o prosseguimento de inquérito
policial quando as provas nele reunidas forem frágeis para ensejar a futura condenação do
suspeito ou investigado. ( )
18 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) O habeas corpus é instrumento de natureza
constitucional que pode servir, excepcionalmente, para impedir o prosseguimento de inquérito
policial quando já estiver extinta a punibilidade. ( )
19 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) O habeas corpus é instrumento de natureza
constitucional que pode servir, excepcionalmente, para impedir o prosseguimento de inquérito
policial quando houver dúvidas quanto ao dolo que moveu a conduta do indiciado na prática do
crime que lhe é imputado. ( )
20 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) O habeas corpus é instrumento de natureza
constitucional que pode servir, excepcionalmente, para impedir o prosseguimento de inquérito
policial quando a conduta investigada for atípica. ( )
21 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) O habeas corpus é instrumento de natureza
constitucional que pode servir, excepcionalmente, para impedir o prosseguimento de inquérito
policial quando o crime objeto da investigação permitir o perdão judicial. ( )
22 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) Na ação penal pública a primeira peça processual pode
ser tanto a denúncia quanto a portaria. ( )
23 - O inquérito policial somente pode ser instaurado, de ofício, pela autoridade policial, nos
crimes de ação penal privada. ( )
24 - O inquérito policial somente pode ser arquivado por decisão judicial, proferida de ofício. ( )
25 - O inquérito policial é peça imprescindível para o oferecimento da ação penal pública
condicionada à requisição do Ministro da Justiça. ( )
26 - (CESPE/Escrivão PF/1998) O inquérito policial comporta, a critério da autoridade policial, a
realização de diligência requerida pelo ofendido ou pelo indiciado. ( )
27 - (CESPE/Escrivão PF/1998) É sempre defeso ao Ministério Público requerer ao juiz a
devolução dos autos do inquérito à autoridade policial. ( )
6/10 direitoexlegepraticapenal.blogspot.com.br/2011/09/denuncia-e-queixa-crime.html
28 - (CESPE/Agente PF/1997) A representação da vítima exige algumas formalidades
essenciais, como, por exemplo, reconhecimento de firma e atestado de pobreza do
representante. ( )
29 - O Ministério Público poderá requerer ao juiz competente o arquivamento dos autos do
inquérito policial. ( )
30 - (CESPE/Agente PF/1997) Por entender inexistente o crime apurado em inquérito policial, o
representante do Ministério Público requereu ao juiz competente o arquivamento dos autos. Em
tal caso o juiz, aceitando o pedido do Ministério Público e arquivando o inquérito policial, não
poderá desarquivá-lo diante de novas provas. ( )
31 - (CESPE/Agente PF/1997) O delegado de polícia deverá, na hipótese de serem os indiciados
presos provisoriamente, concluir o inquérito policial, no máximo em trinta dias. ( )
32 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) No processo penal a competência será determinada, de
regra, pelo lugar do domicílio do réu. ( )
33 - (CESPE/ Escrivão PF/1998) A prerrogativa de função é um dos critérios utilizados para fixar
a competência, no processo penal. ( )
34 - (CESPE/ Escrivão PF/1998) Em regra, a competência é determinada pelo lugar em que se
consumar a infração; no caso de tentativa, pelo lugar onde foi praticado o primeiro ato de
execução. ( )
35 - (CESPE/Agente Penitenciário/1998) A competência, no processo penal, será, quanto à
ação penal pública, como regra geral, determinada pelo domicílio ou residência do réu. ( )
36 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) Tratando-se de crime permanente ou continuado,
praticado em território de duas ou mais jurisdições, a competência, no processo penal, firmar-
se-á pela prevenção. ( )
37 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) No processo penal a competência será determinada, de
regra, pelo lugar do domicílio do réu. ( )
38 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) Pode o ofendido, em crime de ação penal privada,
oferecer a queixa no foro do domicílio ou residência do réu, ou no lugar da infração, de acordo
com a sua conveniência. ( )
39 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) Ocorrendo um crime de competência da Justiça Militar e
outro de competência da Justiça Comum, será competente a Justiça Militar para o julgamento
dos dois crimes. ( )
40 - (CESPE/ Escrivão PF/1998) Tratando-se de ação penal privada, exclusiva ou subsidiária, o
querelante poderá preferir o foro do domicílio ou residência do réu, ainda quando conhecido o
lugar da infração. ( )
7/10 direitoexlegepraticapenal.blogspot.com.br/2011/09/denuncia-e-queixa-crime.html
41 - (CESPE/ Escrivão PF/1998) A competência será determinada pela continência quando
duas ou mais pessoas forem acusadas pelo mesmo crime. ( )
42 - (CESPE/ Escrivão PF/1998) Compete ao tribunal do júri processar e julgar o crime de
aborto e o crime de roubo que lhe seja conexo. ( )
43 - A competência, no processo penal, será, quanto à ação penal privada subsidiária da
pública, em qualquer caso, determinada pelo domicílio ou residência do réu. ( )
44 - (CESPE/Agente de Polícia DF/1998) Nos casos de ação exclusivamente privada, faculta-se
ao querelante optar pelo foro do domicílio ou da residência do querelado, ainda quando seja
conhecido o lugar da infração. ( )
45 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) A prisão em flagrante pode ser efetuada após
transcorridas vinte e quatro horas do crime, desde que haja perseguição imediata e ininterrupta
ao criminoso. ( )
46 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) A prisão em flagrante é uma espécie de prisão cautelar. (
)
47 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) A prisão em flagrante deve ser comunicada tanto ao juiz
competente quanto à família do preso ou à pessoa por ele indicada. ( )
48 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) A prisão em flagrante pode ensejar o uso de habeas
corpus para soltar o paciente, se ficar evidenciada a ilegalidade do ato. ( )
49 - (CESPE/Papiloscopista PF/1997) A prisão em flagrante não é válida se, desconhecida a
autoria de um crime, o seu autor apresentar-se espontaneamente à autoridade policial. ( )
50 – (CESPE/Delegado PF/1997) Cometido um homicídio, em local ermo, sem que ninguém o
tenha testemunhado, o autor do crime, no dia seguinte, ao apresentar-se à autoridade policial,
que não tinha conhecimento do fato, pode ser preso em flagrante delito. ( )
51 - (CESPE/Delegado PF/1997) A prisão em flagrante somente é válida se efetuada no prazo
máximo de vinte e quatro horas após o crime haver sido praticado. ( )
52 - (CESPE/Delegado PF/1997) Não é possível a prisão em flagrante para crimes punidos com
a pena de detenção. ( )
53 - (CESPE/Delegado PF/1997) Será inválido o auto de prisão em flagrante em que não forem
ouvidas, pelo menos, três testemunhas que presenciaram o crime. ( )
54 - (CESPE/Delegado PF/1997) A entrega da nota de culpa ao autuado deve ocorrer no prazo
máximo de vinte e quatro horas após a prisão. ( )
8/10 direitoexlegepraticapenal.blogspot.com.br/2011/09/denuncia-e-queixa-crime.html
55 – (CESPE/Escrivão PF/1998) A prisão em flagrante pode ser efetuada por qualquer pessoa. (
)
56 – É admitida, em nosso ordenamento, a notitia criminis espontânea, em que o conhecimento
do fato aparentemente criminoso ocorre de forma direta e imediata pela autoridade policial,
estando esta no exercício de sua atividade profissional. ( )
57 – A notitia criminis provocada é um ato jurídico. ( )
58 – A delação apócrifa enquadra-se como notitia criminis inqualificada, devendo a autoridade
policial que dela tomar conhecimento proceder à imediata instauração de inquérito. ( )
59 – Qualquer pessoa do povo que tiver conhecimento da existência de infração penal em que
caiba ação pública poderá, verbalmente ou por escrito, comunicá-la à autoridade policial, e esta
procederá à imediata instauração do inquérito. ( )
60 – A notitia criminis de cognição coercitiva decorre de prisão em flagrante delito e aplica-se a
qualquer tipo de infração, tanto às de ação penal pública, incondicionada ou condicionada, como
às de ação penal de iniciativa privada. ( )
GABARITO
1 – C; 2 – E; 3 – E; 4 – E; 5 – E; 6 – E; 7- E; 8 – E; 9 – E; 10 – E; 11 – E; 12 – E; 13 – C; 14 – C;
15 – C; 16 – E; 17 – E; 18 – C; 19 – E; 20 – C; 21 – E; 22 – E; 23 – E; 24 – E; 25 – E; 26 – C; 27
– E; 28 – E; 29 – C; 30 – E; 31 – E; 32 – E; 33 – C; 34 – E; 35 – E; 36 – C; 37 – E; 38 – C; 39 –
E; 40 – E; 41 – C; 42 – C; 43 – E; 44 – C; 45 – C; 46 – C; 47 – C; 48 – C; 49 - C; 50 – E; 51 – E;
52 – E; 53 – E; 54 – C; 55 – C; 56 – C; 57 – C; 58 – E; 59 – E; 60 – C
==================================================================
Tem-se então, que a notitia criminis se dá quando da ida até uma autoridade policial para o
registro da ocorrência. Logo, para que se dê entrada em um processo, será necessária a
anexação do B.O para se preparar a queixa-crime
A queixa-crime é a petição inicial da ação penal privada.
A denúncia petição inicial da ação penal pública
Diante dos elementos apresentados pelo inquérito policial ou pelas peças de
informação que recebeu, o órgão do Ministério Público, verificando a prova da
existência de fato que caracteriza crime em tese e indícios de autoria, forma a opinio
delicti (opinião sobre o delito).
Formada sua convicção promove a ação penal pública com o oferecimento da
denúncia (art. 245 do CPP).
A denúncia, segundo Julio Fabbrini Mirabete, "é uma exposição, por escrito, de fatos
que constituem em tese um ilícito penal, ou seja, de fato subsumível em um tipo
penal, com a manifestação expressa da vontade de que se aplique a lei penal a
quem é presumivelmente o autor e a indicação das provas que se alicerça a
pretensão punitiva".
A queixa "é a denominação dada pela lei à petição inicial da ação penal privada
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atualizada! às 18:30
intentada pelo ofendido ou seu representante legal, tanto quando ela é :
principal ou exclusiva,
quando ela é:
subsidiária da ação pública".
REQUISITOS DA DENÚNCIA OU QUEIXA-CRIME
Nos termos do art. 41 do Código de Processo Penal, são requisitos da denúncia ou
da queixa-crime:
a) a exposição (descrição) do fato criminoso, com todas as suas circunstâncias
O fundamento deste requisito é de que o réu irá defender-se dos fatos a ele
imputados. A omissão de qualquer circunstância não invalidará a queixa ou a
denúncia, podendo ser suprida até a sentença, conforme o art. 569 do CPP.
b) a qualificação do acusado ou esclarecimentos pelos quais se possa indentificá-lo:
Aqui o representante do Ministério Público ou o ofendido irá individualizar o acusado,
ou seja, identificá-lo.
Porém, será admitido que sejam fornecidos dados físicos, traços característicos ou
outras informações, caso não seja possível obter a identidade do acusado.
A correta qualificação do acusado poderá ser feita ou retificada a qualquer tempo,
sem que isso retarde o andamento da ação penal (art. 259 do CPP).
c) a classificação do crime:
A correta classificação jurídica do fato (capitulação legal) não é requisito essencial,
pois não vinculará o juiz, que poderá dar ao fato definição jurídica diversa;
d) rol de testemunhas (quando houver):
O representante do Ministério Público (ou o querelante) deverá arrolar as
testemunhas na denúncia (ou na queixa, em se tratando de crime de ação penal
privada), sob pena de preclusão.
Além dos requisitos do art. 41 do CPP, há também a formalidade apontada no art.
44, que servirá, apenas, para a queixa-crime.
Art. 44 - A queixa poderá ser dada por procurador com poderes especiais,
devendo constar do instrumento do mandato o nome do querelante e a menção do
fato criminoso, salvo quando tais esclarecimentos dependerem de diligências que
devem ser previamente requeridas no juízo criminal.
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por veiculação nos meios de comunicação de massa etc. crime em tese. Nestes casos. no exercício de funções públicas. INQUÉRITO POLICIAL DIFERENÇA ENTRE REQUERIMENTO e REQUISIÇÃO Requerimento de Instauração de Inquérito Policial . inqualificada.” (TOURINHO FILHO) Download Share Embed TABELA DOS CRIMES AFIANÇÁVEIS E SEM FIANÇA Representação do ofendido e requisição do Ministro da Justiça: nos crimes de ação pública condicionada. A autoridade policial toma conhecimento do fato aparentemente delitivo diretamente em razão do exercício de suas atividades funcionais. A jurisprudência pátria entende constituir constrangimento ilegal. I. ainda. ou espontânea. Nos termos do § 3º do art. 5º do CPP. PROCESSO PENAL MODELO PEÇAS DE PENAL UNIVERSO POLICIAL Enquadra-se.. ao menos. Inquérito Policial Quando a delação (delatio criminis) é feita por pessoa identificada. CLASSIFICAÇÃO MODELO .com. verificada a procedência das informações. sob pena de cometerem a contravenção penal tipificada no art. provocada. Ocorre quando a autoridade policial toma conhecimento de fato aparentemente delitivo por meio de algum ato jurídico formal de comunicação. A notitia criminis de cognição indireta pode dar-se por: «‹›» View more presentations from guest063091 Acao Penal Delatio criminis: é a comunicação verbal ou por escrito prestada por terceiro identificado (pessoa diversa do ofendido)..REQUERIMENTO (ou REPRESENTAÇÃO) feita por.br/2011/09/denuncia-e-queixa-crime. como notitia criminis inqualificada. Todas as pessoas que. a notitia criminis decorrer diretamente da prisão em flagrante delito.. denominada notitia criminis imediata.. Se a denúncia versar sobre ato ou fato não tipificado como crime. pela via do habeas corpus. tenham conhecimento de crime de ação pública incondicionada têm o dever de comunicar o fato à autoridade competente.html 2/10 . AÇÃO PENAL  “Ação é o direito subjetivo de se invocar do Estado-Juiz a aplicação do direito objetivo a um caso concreto. somente devendo instaurar o inquérito na hipótese de haver um mínimo de consistência nos dados informados. e esta. MODELO . da Lei de Contravenções Penais (LCP). "qualquer pessoa do povo que tiver conhecimento da existência de infração penal em que caiba ação pública poderá. 66. com a máxima cautela e discrição.blogspot. B) NOTITIA CRIMINIS DE COGNIÇÃO INDIRETA É também denominada notitia criminis mediata. pela descoberta ocasional do corpo de delito. se não fornecer os elementos mínimos indispensáveis ao início das investigações. a delação apócrifa (=denúncia anônima). Essa modalidade de notitia criminis somente pode dar ensejo à instauração de inquérito em crimes de ação pública incondicionada. conforme veremos adiante. verbalmente ou por escrito. a hipótese é de notitia criminis qualificada. forma coercitiva.Requerimento de Instauração de Inquérito . inclusive. ► 2009 (1) É também. ainda. TABELA DOS CRIMES AFIANÇÁVEIS E SEM FIANÇA direitoexlegepraticapenal.. sanável.Pode. Caracteriza-se pela inexistência de um ato jurídico formal de comunicação da ocorrência do delito. ou qualificada. também denominada delatio criminis simples. a fim de verificar a verossimilhança da informação. A) NOTITIA CRIMINIS DE COGNIÇÃO DIRETA 1. ou. legalmente previsto. mandará instaurar inquérito". em decorrência de investigações realizadas pela própria polícia judiciária. a autoridade não poderá instaurar o inquérito.. assumindo. comunicá-la à autoridade policial. ainda. embora válida a denúncia.NOTITIA CRIMINIS Normas e diretrizes do Exame de Ordem. nesse caso. a autoridade policial deve proceder a uma investigação preliminar. a instauração de inquérito por fato que não constitua.

Nas infrações permanentes.t º e § Requerimento do ofendido: na ação pública incondicionada ou na condicionada e na ação penal privada (CPP.está cometendo a infração penal. pelo ofendido ou por qualquer pessoa. entende-se o agente em flagrante delito enquanto não cessar a permanência. II. i §u n i § ºn i Çn ºi § i n §. Download Share Embed C) NOTITIA CRIMINIS DE COGNIÇÃO COERCITIVA Nesta hipótese a comunicação do crime é feita mediante a própria apresentação de seu autor.Requisição da autoridade judiciária ou do Ministério Público: nas ações públicas incondicionadas ou nas públicas condicionadas. Art. ui p i n t §§ i i p i ºi § t i i ºt i ºi n n t ui i n i ºt i §. §i t § ºt n t ºt n i en º p t ui ºi ºi i S t t . II . Sem a observância desses requisitos não ocorre a instauração do inquérito. 9 of23 A notitia criminis mediante prisão em flagrante é referida no art. incondicionada ou condicionada.Embargos de declaração 13 – Recurso em sentido estrito 14 – Apelação 15 – Embargos infringentes e de nulidade 16 – Carta testemunhável 17 – Agravo de instrumento 18 – Agravo regimental 19 – Recurso especial 20 – Recurso extraordinário 21 – Habeas Corpus A notitia criminis de cognição coercitiva aplica-se a qualquer tipo de infração. DE 12 DE FEVEREIRO DE 1998 MEIO AMBIENTE INFRAÇÃO Çut º u t i Ǻi n ui p § i t t § i t i en § i uºi n i e ºt . art.é perseguido.html 3/10 . 303. 8º do CPP. o auto de prisão em flagrante somente poderá ser lavrado se for acompanhado.LEI Nº 9. II . da representação do ofendido ou do requerimento da vítima. e § t § o n n n n e §ni n § § t § p Si § i ui t t t p ui § §i o u t n en t i p i § n ºi n t § ut º t t ui ºi ºi ARTIGO 30 i 03 5 PENAS t §. 301. i p º 33 caput Gi º03 5 p ºn e § único t §. 301 a 303. pela autoridade. Entretanto. objetos ou papéis que façam presumir ser ele autor da infração.com SEGUIDORES "Art. 302. t i ºi p . em situação que faça presumir ser autor da infração. logo após.br/2011/09/denuncia-e-queixa-crime. verbis: Download from Scribd. e §§ 1º e 5º).t º e § 34 caput Gi º03 5 t § t p ºn i ºi e § único p . III .com. cuja peça inicial seria. PRISÃO EM FLAGRANTE E NOTITIA CRIMINIS direitoexlegepraticapenal. desde que. logo depois. Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito. o auto de prisão em flagrante.605.acaba de cometê-la. Considera-se em flagrante delito quem: Já é um membro? Fazer login I . tanto às de ação penal pública. Destacamos o disposto nos arts. IV . armas. a requisição esteja acompanhada da representação. Participar deste site Google Friend Connect Membros (1) Art. p t §. respectivamente. nos casos de crimes cuja ação penal seja pública condicionada ou de iniciativa privada. §ºi t p t §.é encontrado. nestas últimas. exatamente.JECRIM CRIMES QUE PASSARAM A SER "INFRAÇÕES PENAIS DE MENOR POTENCIAL OFENSIVO" QUESTÕES SOBRE INQUÉRITO POLICIAL." 1 – Notitia criminis 2 – Queixa-crime 3 – Relaxamento de prisão em l agrante 4 – Liberdade provisória 5 – Resposta à acusação (rito ordinário e sumário) 6 – Resposta à acusação (rito do júri) 7 – Exceção de incompetência 8 – Exceção de litispendência 9 – Exceção de ilegitimidade de parte 10 – Exceção de coisa julgada 11 – Memoriais 12 . COMPETÊNCIA. 5º. i §. CRIMES QUE PASSARAM A SER DE MENOR POTENCIAL OFENSIVO . preso em flagrante delito por servidor público no exercício de suas funções ou por particular. com instrumentos. que faz remissão às disposições do Código a ela relativas.blogspot. como às de ação penal de iniciativa privada.

requerer ao juiz competente o arquivamento dos autos. deve-se assegurar ao indiciado a garantia do contraditório.(CESPE/Agente PF/2000) Apesar de as polícias civil e federal desempenharem a função de polícia judiciária. ( ) 12 . ( ) Download Share Embed 3 – (CESPE/Procurador BACEN/1997) A Constituição vigente assegura aos litigantes o contraditório e a ampla defesa. ( ) 9 . no inquérito policial destinado à apuração da infração penal e de sua autoria.1 .html 4/10 .(CESPE/Agente PF/1997) O Ministério Público poderá. por falta de provas da materialidade do crime. proferida de ofício ou a requerimento do Ministério Público.(CESPE/Escrivão PF/1998) O inquérito policial pode ser instaurado.com. ( ) 1 of7 4 .blogspot.(CESPE/Papiloscopista PF/1997) O inquérito policial é procedimento contraditório ( ) 5 . independentemente da espécie de crime ( ) 10 . ambas são órgãos do Poder Executivo. pela autoridade policial. ( ) 8 . motivo pelo qual deverá ser rejeitada a denúncia ou a queixa que não se fizer calcar nesse elemento de informação.(CESPE/Agente PF/2000) Se um agente de polícia federal fosse designado para investigar a prática de corrupção passiva atribuída a ocupantes de cargos comissionados de autarquia federal. Como instrumento que serve de base à denúncia. entendendo pública a ação penal.br/2011/09/denuncia-e-queixa-crime. ( ) 7 .(CESPE/Escrivão PF/1998) O inquérito policial somente pode ser arquivado por decisão judicial. ( ) 11 . de ofício. motivo pelo qual deverá ser rejeitada a denúncia que não esteja baseada em um inquérito policial.(CESPE/Procurador INSS/1998) O inquérito policial é requisito imprescindível para o início da ação penal pública ou privada. ( ) 13 . e não do Poder Judiciário.(CESPE/Papiloscopista PF/1997) O inquérito policial pode ser arquivado pelo próprio delegado de polícia. ( ) 6 .(CESPE/Papiloscopista PF/1997) O inquérito policial somente pode ser instaurado por direitoexlegepraticapenal. esse agente realizaria a investigação no exercício do poder de polícia.(CESPE/Escrivão PF/1998) O inquérito policial admite a incidência dos princípios constitucionais do contraditório e da ampla defesa.O inquérito policial somente é peça imprescindível para o oferecimento da ação penal pública.O inquérito policial é requisito imprescindível para o início da ação penal pública.nascido(Pública Incondicionada) 2 . mas discordando das conclusões da autoridade policial no relatório que encerrou o inquérito policial. pública ou privada.(CESPE/Escrivão PF/1998) O inquérito policial é peça imprescindível para o oferecimento da ação penal. ( ) 14 . em razão do que seria indispensável a autorização judicial para a prática dos atos necessários. ( ) "INFRAÇÕES PENAIS DE MENOR POTENCIAL OFENSIVO" V POTENCIAL OFENSIVO" V VÕ LI E O M I LC Õ M SF I ÇV Õ Õ "INFRAÇÕES PENAIS DE MENOR V V V Ç SE SSF C I SO Õ V Õ Ç D D E MRNRC E I E E LMLSNI 1) Exposição ou abandono de recém.

(CESPE/Papiloscopista PF/1997) O habeas corpus é instrumento de natureza constitucional que pode servir.(CESPE/Escrivão PF/1998) O inquérito policial comporta. ( ) 20 . excepcionalmente. a realização de diligência requerida pelo ofendido ou pelo indiciado. ( ) 26 .blogspot. ( ) 21 .com. se o crime a investigar for de ação penal privada.html 5/10 .(CESPE/Papiloscopista PF/1997) Na ação penal pública a primeira peça processual pode ser tanto a denúncia quanto a portaria.(CESPE/Papiloscopista PF/1997) O habeas corpus é instrumento de natureza constitucional que pode servir. ( ) 16 .(CESPE/Escrivão PF/1998) É sempre defeso ao Ministério Público requerer ao juiz a devolução dos autos do inquérito à autoridade policial.O inquérito policial é peça imprescindível para o oferecimento da ação penal pública condicionada à requisição do Ministro da Justiça. ( ) 19 . ( ) 23 . ( ) 24 . para impedir o prosseguimento de inquérito policial quando as provas nele reunidas forem frágeis para ensejar a futura condenação do suspeito ou investigado.O inquérito policial somente pode ser arquivado por decisão judicial. ( ) 27 . ( ) 17 . pela autoridade policial. sempre que servir de base a uma ou outra. excepcionalmente.(CESPE/Papiloscopista PF/1997) O habeas corpus é instrumento de natureza constitucional que pode servir.(CESPE/Papiloscopista PF/1997) O habeas corpus é instrumento de natureza constitucional que pode servir. excepcionalmente.requerimento da vítima ou de seu representante legal. para impedir o prosseguimento de inquérito policial quando houver dúvidas quanto ao dolo que moveu a conduta do indiciado na prática do crime que lhe é imputado. ( ) direitoexlegepraticapenal. proferida de ofício. para impedir o prosseguimento de inquérito policial quando já estiver extinta a punibilidade.(CESPE/Papiloscopista PF/1997) O inquérito policial acompanhará a denúncia ou queixa.O inquérito policial somente pode ser instaurado. para impedir o prosseguimento de inquérito policial quando a conduta investigada for atípica.br/2011/09/denuncia-e-queixa-crime.(CESPE/Papiloscopista PF/1997) O inquérito policial não pode ter seu prazo de conclusão prorrogado. para impedir o prosseguimento de inquérito policial quando o crime objeto da investigação permitir o perdão judicial. de ofício. a critério da autoridade policial. excepcionalmente. ( ) 25 . ( ) 15 . excepcionalmente.(CESPE/Papiloscopista PF/1997) O habeas corpus é instrumento de natureza constitucional que pode servir. ( ) 22 . nos crimes de ação penal privada. ( ) 18 .

será. a competência. aceitando o pedido do Ministério Público e arquivando o inquérito policial. de acordo com a sua conveniência. o representante do Ministério Público requereu ao juiz competente o arquivamento dos autos.O Ministério Público poderá requerer ao juiz competente o arquivamento dos autos do inquérito policial. o querelante poderá preferir o foro do domicílio ou residência do réu.(CESPE/ Escrivão PF/1998) Tratando-se de ação penal privada. ( ) 31 . no caso de tentativa. firmarse-á pela prevenção. Em tal caso o juiz. no processo penal. ( ) 33 . ( ) 34 .(CESPE/Papiloscopista PF/1997) Pode o ofendido. pelo lugar onde foi praticado o primeiro ato de execução.com. ( ) 30 . não poderá desarquivá-lo diante de novas provas. como. no máximo em trinta dias.(CESPE/Agente PF/1997) Por entender inexistente o crime apurado em inquérito policial. de regra. no processo penal. ou no lugar da infração.(CESPE/Agente Penitenciário/1998) A competência. ( ) 37 . no processo penal.(CESPE/Agente PF/1997) A representação da vítima exige algumas formalidades essenciais. ( ) 36 . exclusiva ou subsidiária. concluir o inquérito policial. reconhecimento de firma e atestado de pobreza do representante. quanto à ação penal pública.(CESPE/ Escrivão PF/1998) Em regra.(CESPE/Papiloscopista PF/1997) Tratando-se de crime permanente ou continuado. pelo lugar do domicílio do réu. por exemplo.(CESPE/ Escrivão PF/1998) A prerrogativa de função é um dos critérios utilizados para fixar a competência. ( ) 39 . pelo lugar do domicílio do réu. oferecer a queixa no foro do domicílio ou residência do réu.(CESPE/Agente PF/1997) O delegado de polícia deverá. de regra. será competente a Justiça Militar para o julgamento dos dois crimes. em crime de ação penal privada. ( ) direitoexlegepraticapenal. ainda quando conhecido o lugar da infração.28 .(CESPE/Papiloscopista PF/1997) Ocorrendo um crime de competência da Justiça Militar e outro de competência da Justiça Comum. ( ) 29 . na hipótese de serem os indiciados presos provisoriamente.(CESPE/Papiloscopista PF/1997) No processo penal a competência será determinada.(CESPE/Papiloscopista PF/1997) No processo penal a competência será determinada.blogspot. ( ) 32 . determinada pelo domicílio ou residência do réu. praticado em território de duas ou mais jurisdições. ( ) 40 . ( ) 35 . ( ) 38 . a competência é determinada pelo lugar em que se consumar a infração.html 6/10 . como regra geral.br/2011/09/denuncia-e-queixa-crime.

( ) 47 .(CESPE/Papiloscopista PF/1997) A prisão em flagrante deve ser comunicada tanto ao juiz competente quanto à família do preso ou à pessoa por ele indicada. determinada pelo domicílio ou residência do réu. ( ) 50 – (CESPE/Delegado PF/1997) Cometido um homicídio.(CESPE/ Escrivão PF/1998) Compete ao tribunal do júri processar e julgar o crime de aborto e o crime de roubo que lhe seja conexo.A competência. ( ) 45 . ( ) 51 . ainda quando seja conhecido o lugar da infração.(CESPE/Delegado PF/1997) Será inválido o auto de prisão em flagrante em que não forem ouvidas. o autor do crime.com.(CESPE/Papiloscopista PF/1997) A prisão em flagrante pode ensejar o uso de habeas corpus para soltar o paciente. desconhecida a autoria de um crime.41 . em local ermo. desde que haja perseguição imediata e ininterrupta ao criminoso. se ficar evidenciada a ilegalidade do ato. em qualquer caso. ( ) 52 . ( ) 42 . quanto à ação penal privada subsidiária da pública.(CESPE/Agente de Polícia DF/1998) Nos casos de ação exclusivamente privada.(CESPE/Papiloscopista PF/1997) A prisão em flagrante é uma espécie de prisão cautelar. pode ser preso em flagrante delito. ao apresentar-se à autoridade policial. sem que ninguém o tenha testemunhado. o seu autor apresentar-se espontaneamente à autoridade policial. ( ) 46 . ( ) 48 .(CESPE/Papiloscopista PF/1997) A prisão em flagrante não é válida se. ( ) 43 . ( ) 49 . no dia seguinte.(CESPE/ Escrivão PF/1998) A competência será determinada pela continência quando duas ou mais pessoas forem acusadas pelo mesmo crime.html 7/10 .blogspot. será. três testemunhas que presenciaram o crime. ( ) 44 . que não tinha conhecimento do fato. pelo menos.(CESPE/Delegado PF/1997) A prisão em flagrante somente é válida se efetuada no prazo máximo de vinte e quatro horas após o crime haver sido praticado.(CESPE/Delegado PF/1997) Não é possível a prisão em flagrante para crimes punidos com a pena de detenção. faculta-se ao querelante optar pelo foro do domicílio ou da residência do querelado.(CESPE/Delegado PF/1997) A entrega da nota de culpa ao autuado deve ocorrer no prazo máximo de vinte e quatro horas após a prisão. ( ) 54 . no processo penal. ( ) direitoexlegepraticapenal. ( ) 53 .br/2011/09/denuncia-e-queixa-crime.(CESPE/Papiloscopista PF/1997) A prisão em flagrante pode ser efetuada após transcorridas vinte e quatro horas do crime.

60 – C ================================================================== Tem-se então. a notitia criminis espontânea. devendo a autoridade policial que dela tomar conhecimento proceder à imediata instauração de inquérito. 9 – E. de fatos que constituem em tese um ilícito penal. com a manifestação expressa da vontade de que se aplique a lei penal a quem é presumivelmente o autor e a indicação das provas que se alicerça a pretensão punitiva". para que se dê entrada em um processo. 50 – E. tanto às de ação penal pública. como às de ação penal de iniciativa privada. 37 – E. 39 – E. 34 – E. ou seja. 55 – C. 6 – E.br/2011/09/denuncia-e-queixa-crime. que a notitia criminis se dá quando da ida até uma autoridade policial para o registro da ocorrência. 53 – E.com. A queixa "é a denominação dada pela lei à petição inicial da ação penal privada direitoexlegepraticapenal. ( ) 58 – A delação apócrifa enquadra-se como notitia criminis inqualificada. ( ) 59 – Qualquer pessoa do povo que tiver conhecimento da existência de infração penal em que caiba ação pública poderá. 14 – C. 31 – E. 28 – E. 52 – E. 59 – E. forma a opinio delicti (opinião sobre o delito). verificando a prova da existência de fato que caracteriza crime em tese e indícios de autoria. 54 – C. 25 – E. segundo Julio Fabbrini Mirabete. 12 – E. estando esta no exercício de sua atividade profissional. 7. 11 – E. 33 – C. de fato subsumível em um tipo penal. 19 – E. em que o conhecimento do fato aparentemente criminoso ocorre de forma direta e imediata pela autoridade policial. 41 – C. 43 – E. 24 – E. 51 – E. incondicionada ou condicionada. 15 – C.55 – (CESPE/Escrivão PF/1998) A prisão em flagrante pode ser efetuada por qualquer pessoa. 26 – C. o órgão do Ministério Público. ( ) 56 – É admitida.blogspot. 32 – E. ( ) GABARITO 1 – C. ( ) 57 – A notitia criminis provocada é um ato jurídico. 57 – C. verbalmente ou por escrito. 8 – E. 29 – C. 2 – E. em nosso ordenamento. "é uma exposição. comunicá-la à autoridade policial. 10 – E. ( ) 60 – A notitia criminis de cognição coercitiva decorre de prisão em flagrante delito e aplica-se a qualquer tipo de infração. Logo. e esta procederá à imediata instauração do inquérito. 16 – E. 20 – C. 35 – E. 38 – C. 23 – E. A denúncia. 49 . 58 – E. A denúncia petição inicial da ação penal pública Diante dos elementos apresentados pelo inquérito policial ou pelas peças de informação que recebeu. 245 do CPP). 42 – C.html 8/10 . 4 – E.O para se preparar a queixa-crime A queixa-crime é a petição inicial da ação penal privada. 48 – C. 30 – E.C. 36 – C. 27 – E. 18 – C. 5 – E. 17 – E. 46 – C.E. 22 – E. 56 – C. 40 – E. Formada sua convicção promove a ação penal pública com o oferecimento da denúncia (art. 13 – C. será necessária a anexação do B. por escrito. 44 – C. 21 – E. 45 – C. 47 – C. 3 – E.

A correta qualificação do acusado poderá ser feita ou retificada a qualquer tempo. 41 do Código de Processo Penal. devendo constar do instrumento do mandato o nome do querelante e a menção do fato criminoso. Postado por Aqui norteio meus estudos. caso não seja possível obter a identidade do acusado.br/2011/09/denuncia-e-queixa-crime. traços característicos ou outras informações. que poderá dar ao fato definição jurídica diversa. para a queixa-crime. tanto quando ela é : principal ou exclusiva. pois não vinculará o juiz. A omissão de qualquer circunstância não invalidará a queixa ou a denúncia. identificá-lo.com. conforme o art.blogspot. quando ela é: subsidiária da ação pública". com todas as suas circunstâncias O fundamento deste requisito é de que o réu irá defender-se dos fatos a ele imputados. podendo ser suprida até a sentença. Porém. sob pena de preclusão. apenas.não deixem de consultar uma doutrina atualizada! às 18:30 Nenhum comentário: Postar um comentário Dgt sucmnái. 259 do CPP).Fiquem atentos. 569 do CPP. b) a qualificação do acusado ou esclarecimentos pelos quais se possa indentificá-lo: Aqui o representante do Ministério Público ou o ofendido irá individualizar o acusado. há também a formalidade apontada no art. 41 do CPP. são requisitos da denúncia ou da queixa-crime: a) a exposição (descrição) do fato criminoso. Comentar como: Conta do Google Publicar Visualizar Postagem mais recente Assinar: Postar comentários (Atom) FREE PDF TO WORD DOC CONVERTER Início Postagem mais antiga direitoexlegepraticapenal. Além dos requisitos do art. sem que isso retarde o andamento da ação penal (art. salvo quando tais esclarecimentos dependerem de diligências que devem ser previamente requeridas no juízo criminal.html 9/10 . Art. ou seja. em se tratando de crime de ação penal privada).intentada pelo ofendido ou seu representante legal.A queixa poderá ser dada por procurador com poderes especiais. d) rol de testemunhas (quando houver): O representante do Ministério Público (ou o querelante) deverá arrolar as testemunhas na denúncia (ou na queixa. iie e oetro. c) a classificação do crime: A correta classificação jurídica do fato (capitulação legal) não é requisito essencial. será admitido que sejam fornecidos dados físicos. que servirá. 44.. 44 . REQUISITOS DA DENÚNCIA OU QUEIXA-CRIME Nos termos do art.

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