PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO BENTO DO SUL – SC  PROCESSO SELETIVO  PROVA OBJETIVA – PROFESSOR – EDUCAÇÃO FÍSICA 

MATUTINO 

Leia atentamente as INSTRUÇÕES:  1.  Confira  seus  dados  no  cartão­resposta:  nome,  número  de  inscrição,  cargo  para  o  qual  se  inscreveu.  2. Assine seu cartão­resposta.  3.  Aguarde  a  autorização  do  Fiscal  para  abrir  o  caderno  de  provas.  Ao  receber  a  ordem  do  fiscal,  confira o caderno de provas com muita atenção. Nenhuma reclamação sobre o total  de  questões ou falha de impressão será aceita depois de iniciada a prova.  4. Sua prova tem 45 questões, com 4 alternativas.  5. Preencha toda a área do cartão­resposta correspondente à alternativa de sua escolha, com  caneta esferográfica (tinta azul ou preta), sem ultrapassar as bordas. As marcações duplas ou  rasuradas  ou  marcadas  diferentemente  do  modelo  estabelecido  no  cartão­resposta  poderão  ser anuladas.  6. O cartão­resposta não será substituído, salvo se contiver erro de impressão.  7.  Cabe  apenas  ao  candidato  a  interpretação  das  questões,  o  fiscal  não  poderá  fazer  nenhuma interferência.  8.  A  prova  será  realizada  com  duração  máxima  de  3  (três)  horas,  incluído  o  tempo  para  a  realização da prova objetiva e o preenchimento do cartão­resposta.  9. O candidato poderá retirar­se do local de realização das provas somente 1 hora após o seu  início.  10.  O  candidato  poderá  retirar­se  da  sala  levando  consigo  o  caderno  de  provas  somente  1  hora e trinta minutos após o seu início.  11.  Ao  terminar  a  prova,  o  candidato  deverá  entregar  ao  fiscal  de  sala  o  cartão­resposta  preenchido e assinado.  12.  Os  3  (três)  últimos  candidatos  que  realizarem  a  prova  devem  permanecer  na  sala  para  acompanhar  o  fechamento  do  envelope  contendo  os  cartões­resposta  dos  candidatos  presentes  e  ausentes,  e  assinar  a  ata  de  sala  atestando  que  o  envelope  foi  devidamente  lacrado.  BOA PROVA!

PROVA OBJETIVA – PROFESSOR – EDUCAÇÃO FÍSICA  LÍNGUA PORTUGUESA  “ Motivo”   Eu canto porque o instante existe  e a minha vida está completa  Não sou alegre nem sou triste:  sou poeta.  Irmão das coisas fugidias;  não sinto gozo nem tormento.  Atravesso noites e dias  no vento.  Se desmorono ou edifico,  se permaneço ou me desfaço,  ­ não sei, não sei. Não sei se fico  ou se passo.  Sei que canto. E a canção é tudo.  Tem sangue eterno a asa ritmada  E um dia sei que estarei mudo:  ­ Mais nada. 
Cecília Meireles  In:  http://www.fabiorocha.com.br/cecilia.htm. Acesso em 20.01.2011. 

Sobre este poema, responda às três questões seguintes:  01.  Julgue  as  proposições  abaixo  de  acordo  com  o  que  se  pode  inferir  do  texto  acima  e  marque  a  alternativa CORRETA:  I – Logo que iniciamos a leitura do poema,  notamos que é  todo elaborado em primeira pessoa, trata­se  do “ eu”  lírico, que se refere à subjetividade, ao íntimo, à descrição dos sentimentos.  II  –  Para  expressar  a  subjetividade  do  “ eu”   lírico,  o  poema  é  estruturado  com  vários  predicativos  do  sujeito, como nos versos “ Não sou alegre nem sou triste: / sou poeta.”   III  – Os  versos  “ E  um dia  sei  que  estarei  mudo:  /  ­  Mais  nada.”   podem  caracterizar,  dentro do  contexto  poemático, um eufemismo para a morte.  a) Somente a proposição I está correta.  b) Somente as proposições I e II estão corretas.  c) As proposições I, II e III estão corretas.  d) Nenhuma das proposições acima está correta.  02. É INCORRETO afirmar sobre o poema que:  a) O “eu” lírico reafirma a importância dada ao presente, ao tempo do “agora”, iniciado na primeira estrofe, pois o  poeta continua a cantar e diz que a canção é tudo, assim como o poema, porque são eternizados com o passar  do  tempo,  assim  como  o  voo  ritmado  das  asas  dos  pássaros,  enquanto  que  ele  e  nós  somos  finitos ­  um  dia,  ficaremos mudos e não seremos mais nada. A música, que muitos consideram desnecessária, será e é eterna,  como o espírito.  b)  Esse  poema  é  todo  elaborado  em  antífrase,  o  que  se  pode  observar  em:  “alegre”  #  “triste”;  “noite”  #  “dia”;  “desmorono” # “edifico”; “permaneço” # “desfaço”; “fico” # “passo”.  c) Nos versos “Se desmorono ou edifico,/ se permaneço ou me desfaço,/ ­ não sei, não sei. Não sei se fico/ ou  se passo.” podemos dizer que ocorre a gradação, ou seja, o encadeamento gradual dos termos relativos a uma  ideia, que intensifica a dúvida do “eu” lírico sobre uma decisão a ser tomada.  d)  O título “Motivo” pode significar uma esperança que o “eu” lírico sente para poder continuar vivendo,  apesar  de conscientemente saber que ela, a vida, é uma passagem para um outro plano desconhecido.  03. É CORRETO afirmar que:  a)  Na  primeira  estrofe,  o  “eu”  lírico  dá  importância  ao  tempo  presente,  à  criação  do  seu  poema.  Afirma  que  o  poeta declara os sentimentos para as pessoas, mas o poeta é imparcial.  b)  No  terceiro  verso  da  primeira  estrofe  há  uma  antítese  entre  “alegre”  X  “triste”.  Entretanto,  ao  colocar  as  palavras “não” e “nem”, o “eu” lírico dá um tom de indiferença, mas a alegria e jovialidade persistem com o uso  das consoantes semi­abertas /o/, /e/ e as vogais fechadas /u/ e /i/.  c) No último terceto do soneto, primeiro verso, há assonância da oclusiva /k/, o que sugere o ritmo da batida do  coração,  quando  eterniza  a  música,  a  canção,  enquanto  a  aliteração  da  vogal  /a/  sugere  um  sentimento  de  alegria do “eu” lírico.

d) Na segunda estrofe, chama a atenção ao valor que se dá às coisas passageiras, para que nos prendamos a  elas,  pois  passam  como  o  vento.  Deve­se  agir  como  o  poeta,  que  não  é  livre  como  o  vento.  Logo,  não  sente  “gozo” nem “tormento”.  TELEVISÃO  A televisão me deixou burro  muito burro demais  agora todas as coisas que eu penso  me parecem iguais  o sorvete me deixou gripado  pelo resto da vida  e agora toda noite quando eu deito  é "boa noite, querida"   ô Cride, fala pra mãe  que eu nunca li num livro  que o espirro fosse um vírus sem cura  e vê se me entende pelo menos uma vez, criatura  ô Cride, fala pra mãe  a mãe diz pra eu fazer alguma coisa  mas eu não faço nada  a luz do sol me incomoda  então deixa a cortina fechada  é que a televisão me deixou burro  muito burro demais  e agora eu vivo dentro dessa jaula  junto dos animais  ô Cride, fala pra mãe  que tudo que a antena captar  meu coração captura  e vê se me entende pelo menos  uma vez, criatura  ô Cride, fala pra mãe. 
Arnaldo Antunes, Marcelo Fr ommer e Toni Belotto (Titãs) – álbum Televisão (1985).  In: http://televisao.titas.letrasdemusicas.com.br/. Acesso em 21.01.2011. 

04. De acordo com o que se pode inferir da letra da música “ Televisão” , é CORRETO afirmar que:  I – Pode­se afirmar que o “ eu”  lírico dessa canção está nos dizendo que sua mente se assemelhou a uma  tela de televisão, em que todas as imagens desfilam como que chapadas, por mais distintas que possam  parecer.  II – O termo " televisão" , ver à distância, passa a significar, portanto, não ver. O espetáculo pode não ser  a realidade. A telinha pode funcionar como um meio de ofuscamento.  III  –  O  telespectador  ficou  inerte,  completamente  passivo,  e  qualquer  clarão  o  incomoda.  Num  sentido  denotativo, a escuridão tornaria a imagem mais nítida. Porém, no sentido conotativo da letra da música  analisada,  não  só  o  ambiente  em  que  a  televisão  se  encontra  está  escuro,  mas  a  mente  também  está  escura e tão acostumada às sombras, que contrai imediatamente os olhos ao mais ameno raio de luz.  a) Somente a proposição I está correta.  b) Somente as proposições I e II estão corretas.  c) As proposições I, II e III estão corretas.  d) Nenhuma das proposições acima está correta.  05. Observe as orações a seguir:  I – Sobrevém agora, pois é chegado o momento final.  II – Sobrevinde agora, pois é chegado o momento final.  III – Não sobrevenhais agora, pois ainda não é chegado o momento final.  É CORRETO afirmar:  a) A oração I tem o verbo sobrever conjugado na 3ª pessoa do singular do modo imperativo afirmativo, e a sua  forma verbal pode ser classificada como arrizotônica.  b)  A  oração  II  tem  o  verbo  sobrevir  conjugado  na  2ª  pessoa  do  plural  do  modo  imperativo  afirmativo  e  a  sua  forma verbal pode ser classificada como rizotônica.  c) A oração  III tem o verbo sobrever conjugado na 2ª pessoa do plural do  tempo presente do modo  subjuntivo  negativo e sua forma verbal pode ser classificada como rizotônica.  d) A oração III tem o verbo sobrevir conjugado na 2ª pessoa do singular do tempo presente do modo imperativo  negativo e sua forma verbal pode ser classificada como arrizotônica. 3 

06.  A  semântica  é o  estudo  do  significado  que  as  palavras  adquirem  dentro  do  contexto  em  que  são  apresentadas. De acordo com essa afirmação, julgue as proposições abaixo e faça o que se pede.  I – As palavras homônimas são palavras que têm grafia e/ou a pronúncia semelhantes, mas significados  diferentes. Exemplo: são (verbo ser) e são (diminutivo do substantivo santo);  II  –  Antonímia  nada  mais  é  do  que  palavras  que  possuem  significados  contrários,  como  nas  palavras  “ largo”   e  “ estreito” ,  “ dentro”   e  “ fora” ,  “ grande”   e  “ pequeno” .  Neste  caso  deve­se  saber  que  os  significados são opostos, ou seja, excluem­se.  III  – As palavras “ amoral”  e “ imoral”   podem ser classificadas, tanto quanto à pronúncia quanto à grafia  como homógrafas heterofônicas.  IV – A polissemia diz respeito à possibilidade que tem o item léxico de variar de sentido, dependendo dos  diferentes  contextos  em  que  ele  venha  ocorrer,  como ocorre  com  o  verbo  tomar  nas  orações  a  seguir:  Maria tomou seu leite com chocolate quente/ Os ingleses tomaram as Malvinas em 1982.  Está(ão) INCORRETA(S) a(s) proposição(ões):  a) Somente as proposições II e IV.  b) Somente as proposições I e III.  c) Somente as proposições I e IV.  d) Somente as proposições I, III e IV.  07.  Analise  as  sentenças  a  seguir  e  julgue  as  proposições  sobre  as  mesmas,  para  então  assinalar  a  alternativa que contém a resposta CORRETA:  1 – Devo calar­me sobre as injustiças e desmandos cometidos por este governo autoritário?  2 – Haviam­me ofertado um excelente salário para trabalhar apenas meio expediente.  3 – Não me tinha dito que a situação seria tão precária quanto a que vejo agora.  I  –  Para  justificar  a  construção  sintática  da  oração  número  1,  pode­se  utilizar  a  seguinte  regra:  “ Em  locuções verbais formadas por verbo auxiliar e verbo principal em forma de infinitivo ou gerúndio, pode­  se usar a ênclise após o verbo auxiliar ou a ênclise após a forma nominal do verbo principal, desde que  não haja fator de próclise.”   II  –  Para  justificar  a  situação  sintática  da  oração  número  2,  pode­se  utilizar  a  seguinte  regra:  “ Se  não  houver  palavras  que  justifiquem  o  uso  da  próclise,  o  pronome  ficará  depois  do  verbo  auxiliar.  Não  se  coloca o pronome oblíquo após o particípio.”   III  –  Para  justificar  a  construção  sintática  da  oração  número  3,  pode­se  utilizar  a  seguinte  regra:  “ Se  a  locução verbal iniciar a oração que tem como núcleo a  formação de verbo auxiliar junto a verbo principal  na  forma  nominal de  particípio,  pode­se  colocar  o  pronome oblíquo  antes do  verbo  auxiliar,  desde que  haja fator de próclise."   a) As proposições I, II, III são verdadeiras.  b) As proposições I, II são verdadeiras e a proposição III é falsa.  c) As proposições I, III são verdadeiras e a proposição II é falsa.  d) A proposição I é verdadeira e as proposições II e III são falsas.  08. Analise as orações a seguir e assinale a alternativa que está CORRETA:  I – O que se vê da Educação Básica atualmente vai ao encontro aos Parâmetros Curriculares Nacionais.  II – Sabe­se que as mudanças sociais trouxeram novos contextos à Educação Básica.  III – O professor carrega o peso dos regulamentos norteadores da prática do magistério.  a) Na oração II, pode­se reescrever, sem mudança de sentido e de acordo com as regras gramaticais vigentes, a  sentença “Sabe­se que as mudanças sociais trouxeram­lha”, sendo a partícula –lha equivalente à contração do  pronome –lhe+novos contextos+educação básica.  b) Na oração I, a palavra “o” que inicia a oração pode ser classificada como pronome demonstrativo e a palavra  subsequente “que” se classifica como pronome relativo.  c) Na oração III, pode­se reescrever, sem mudança de sentido e de acordo com as regras gramaticais vigentes,  a sentença “O professor carrega­lhe o peso”, sendo a partícula –lhe equivalente ao termo “regulamentos”.  d) Na oração I, a partícula “se” é classificada como índice de indeterminação do sujeito.  09.  Julgue  as  proposições  abaixo  sobre  as  regras  do  Novo  Acordo  Ortográfico  e  marque  a  alternativa  CORRETA:  I  –  O  hífen  permanece  em  palavras  formadas  por  prefixos  que  terminem  em  –r  e  a  palavra  seguinte  se  inicie com –r, como em hiper­requintado e super­resistente.  II – O acento agudo desaparece dos ditongos abertos –ei e –oi das palavras paroxítonas, como em ideia e  heroico, mas permanece nos ditongos abertos –ei e –oi das palavras oxítonas, como anéis e herói.  III – O acento diferencial para as palavras fôrma e forma continua sendo obrigatório.  IV  –  Não  será  mais  usado  o  acento  circunflexo  na  primeira  letra  do  hiato  –oo  e  –ee,  como  em  enjoo  e  creem.  a) As proposições I, II e IV concordam com o Novo Acordo Ortográfico e a proposição III não concorda.  b) As proposições I e II concordam com o Novo Acordo Ortográfico e as proposições III e IV não concordam. 4 

c) As proposições II e IV concordam com o Novo Acordo Ortográfico e proposições I e III não concordam.  d) A proposição IV concorda com o Novo Acordo Ortográfico e as proposições I, II e III não concordam.  10. A competência do indivíduo em leitura e em produção textual não depende apenas do conhecimento  do código linguístico. Para ler e escrever com proficiência é imprescindível conhecer outros textos, estar  imerso  nas  relações  intertextuais,  pois  um  texto  é  produto  de  outro  texto,  nasce  de/em  outros  textos.  Estando em posse dessa informação, analise a figura abaixo e assinale a alternativa CORRETA: 

a) Pode­se afirmar que a figura é um exemplo de intertextualidade “pastiche”, pois faz recorrência a um gênero,  imitando­o grosseiramente em uma obra artística e sendo considerado plágio.  b)  Pode­se  afirmar  que  a  figura  é  um  exemplo  de  intertextualidade  “epígrafe”,  pois  constitui  uma  imagem  equivalente a uma escrita introdutória, uma vez que ocorre a citação da obra original.  c) Pode­se  afirmar que a figura é um  exemplo de  intertextualidade “paródia”, pois é uma forma de apropriação  que,  em  lugar  de  endossar  o  modelo  retomado,  rompe  com  ele,  sutil  ou  abertamente.  Ela  perverte  o  texto  anterior, visando a ironia ou a crítica.  d) Pode­se afirmar que a figura é um exemplo de intertextualidade “paráfrase”, pois representa uma releitura da  obra  original  com  novas  imagens  sem  que  o  sentido  da  mesma  seja  modificada,  sendo  caracterizada  como  a  reprodução da ideia original do autor de maneira inovadora.  RACIOCÍNIO LÓGICO  11. Observe as sentenças:  Se um homem é careca, ele é infeliz. Se um homem é infeliz, ele morrerá jovem. Se um homem  morre jovem, ele fala pouco e come muito.  Paulo é feliz, logo:  a) Paulo morrerá infeliz.  b) Paulo nunca morrerá e comerá muito.  c) Paulo não é careca.  d) Paulo nunca falará e morrerá jovem.  12.   Considere as seguintes sentenças:  I – João Carlos é mais velho que Antônia.  II – Pedro tem 18 anos.  III – Pare!  São proposições:  a) Somente I e II.  b) Somente I e III.  c) Somente II e III.  d) Todas as sentenças são proposições.

13.  Considere  p  e  q  duas  proposições  em  que  “ V”   corresponde  à  proposição  verdadeira  e  “ F”   à  proposição  falsa.  Considere  ainda  os  conectivos  lógicos    “ Ù ” ,  “ ® ”   e  “ « ”   que  representam  respectivamente,  “ e” ,  “ condicional”   e  “ bi­condicional” .  Então,  o  preenchimento  CORRETO  da  última  coluna da tabela­verdade abaixo é:  p  V  V  F  F  a)  V  V  V  V  b)  V  F  F  V  c)  F  V  V  V  d)  F  F  F  F 14. A seguinte sucessão de palavras mantém uma ordem lógica: BOMBA, ARARA, VIVEIRO, CÔCO, “ Y” .  Qual alternativa contém uma palavra que substitui “ Y”  CORRETAMENTE?  a) BULE  b) AVE  c) DISCO  d) DADO  15. Sejam os conjuntos A= {6, 7, 8, 9, 10}, B={­2, ­1, 0, 1, 2} e C={­2, 0, 3, 7, 8, 12}. O conjunto (A I C) U (B I  C) é formado pelos elementos:  a) {­2, ­1, 0, 1, 2, 7, 8}  b) {­2, 0, 7, 8}  c) {­2, ­1, 0, 1, 2, 3, 6, 7, 8, 9, 10, 12}  d) {­2, 0, 3, 7, 8, 12}  CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS E LEGISLAÇÃO  16. Segundo Antônio Flávio Barbosa Moreira¹, considerar o caráter multicultural da sociedade no âmbito  do  currículo  e  da  formação  docente  implica  respeitar,  valorizar,  incorporar  e  desafiar  as  identidades  plurais em políticas e práticas curriculares. Implica, ainda, refletir sobre mecanismos discriminatórios ou  silenciadores da pluralidade cultural, que tanto negam voz a diferentes identidades culturais, silenciando  manifestações  e  conflitos,  como  buscam  homogeneizá­las  em  conformidade  com  uma  perspectiva  monocultural. Tais reflexões, tão propagadas e ao mesmo tempo tão criticadas, têm informado o que se  considera  uma  prática  pedagógica  multiculturalmente  orientada,  oposta  às  intenções  de  homogeneização,  competitividade  e  produtividade  que  norteiam  as  políticas  educacionais  liberais.  (¹  Fragmento do artigo apresentado no Congresso Ibero­Americano em Santa Maria, Rio de Grande do Sul,  6  q  V  F  V  F  p Ù q  V  F  F  F  p « q  p Ù q ® (p « q)  V  F  F  V 

em  abril  de  2000  e  publicado  na  Revista  Educar  da  Universidade  federal  do  Paraná,  no  ano  de  2001).  Nessa perspectiva assinale a alternativa que melhor explica o conceito de currículo oculto.  a)  O  currículo  oculto  é  constituído  por  todos  aqueles  aspectos  do  ambiente  familiar  que,  sem  fazer  parte  do  currículo oficial da família, explícito, contribuem, de forma implícita, para aprendizagens familiares relevantes.  b) O currículo oculto é constituído por alguns aspectos do ambiente escolar que, fazendo parte do currículo não  oficial, explícito, contribuem, de forma implícita, para aprendizagens sociais relevantes.  c)  O  currículo  oculto  é  constituído  por  todos  aqueles  aspectos  do  ambiente  escolar  que,  fazendo  parte  do  currículo oficial, implícito, contribuem, de forma explícita, para aprendizagens sociais não muito relevantes.  d)  O  currículo  oculto  é  constituído  por  todos  aqueles  aspectos  do  ambiente  escolar  que,  sem  fazer  parte  do  currículo oficial, explícito, contribuem, de forma implícita, para aprendizagens sociais relevantes.  17. O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 é claro: “ A educação, direito de todos e dever do Estado 

e  da  família,  será  promovida  e  incentivada  com  a  colaboração  da  sociedade,  visando  ao  pleno  desenvolvimento  da  pessoa,  seu  preparo  para  o  exercício  da  cidadania  e  sua  qualificação  para  o  trabalho” .  A  educação  escolar  é  um  bem  público  de  caráter  próprio  por  implicar  a  cidadania  e  seu 
exercício  consciente,  por  qualificar  para  o  mundo  do  trabalho,  por  ser  gratuita  e  obrigatória  no  ensino  fundamental, por ser gratuita e progressivamente obrigatória no ensino médio, por ser também dever do  estado  na  educação  infantil.  Para  tal  efetivação,  abrange  os  seguintes  princípios  e  regras  da  administração pública e das diretrizes que regem os currículos da educação escolar:  a) A educação escolar é um bem público de caráter próprio por implicar a cidadania e seu exercício consciente,  por qualificar para o mundo do trabalho, por ser gratuita e obrigatória no ensino fundamental, por ser gratuita e  progressivamente obrigatória no ensino médio, por ser também dever do Estado na educação infantil.  b) A educação escolar é um bem público de caráter próprio por implicar a cidadania e seu exercício inconsciente,  por qualificar para o mundo do trabalho, por ser gratuita e obrigatória no ensino fundamental, por ser gratuita e  obrigatória no ensino médio e por ser também dever do Estado na educação infantil.  c)  Trata­se  de  um  direito  público  subjetivo  capaz  de  interpor  diferentes  interpretações  e  que  cabe  à  gestão  escolar de cada instituição aplicar à sua maneira as regras de sua administração, tornando assim o seu espaço  escolar ainda mais dinâmico, democrático e passível de constantes mudanças.  d)  O  não  oferecimento  do  ensino  fundamental  ou  sua  oferta  irregular,  importa  responsabilidade  da  autoridade  competente,  neste  caso  apenas  o  Estado,  por  ter  como  dever  mais  que  subjetivo,  regular  a  educação  escolar  das demais unidades federativas.  18. No contexto da educação escolar, há de se considerar dois conceitos distintos, porém, fundamentais  para  se  entender  a  construção  de  uma  aprendizagem  comum  a  todos:  o  tradicional  e  o  arcaico.  Para  Mário  Sérgio  Cortella  (2006),  “ tradicional  é  o  que  deve  ser  resguardado  e  arcaico  é  o  ultrapassado,  o  envelhecido negativamente” . A diferenciação ora apresentada facilita a compreensão de que nem tudo o  que herdamos do passado deve ser descartado. Fernando Becker (2001) ainda contribui afirmando que é  condição essencial no processo ensino/aprendizagem o desenvolvimento das capacidades de relacionar  o  que  se  ensina  ao  como  se  aprende;  isso  deve  ser  dado  de  forma  dialética.  E  é  justamente  essa  proposição de  idas  e  vindas  a  partir  de  uma  certa  problematização  que  a  aprendizagem  acontecerá  na  perspectiva  de  uma  interação  crítica  entre  aquilo  que  se  lê  versus   aquilo  que  se  vive.  Quando  essa  aprendizagem se dá de forma sistêmica em sua plenitude e de atendimento a todos, estamos iniciando a  caminhada para uma aprendizagem por excelência. Para isso:  a) A tarefa da Escola é facilitar aprovação e dificultar a reprovação útil e inepta, que é aquela que acontece por  responsabilidade nossa, em função do modo como nosso trabalho se organiza.  b)  Paulo  Freire  resgata  a  importância  de  nos  defendermos  das  trapaças  ideológicas  que  colocamos,  às  vezes  distraídos, para nós mesmos; ele insiste na força da percepção crítica como dogmatismo incauto: é o aceitar as  imposições dogmáticas, em que não se admita como proprietário da verdade.  c)  Os  alunos  de  hoje  são  os  mesmos  de  sempre,  cuja  obviedade  demonstra  menos  a  constatação  do  caráter  processual e histórico da  Educação  e mais e mais a dificuldade em lidar com o que realmente deve  ser lidado:  uma Escola ajustada aos interesses e necessidades de alguns os que a ela tem direito.  d)  A  tomada  de  consciência  desse  processo  afirmar­se­á  a  partir  do  aprender,  assim,  (re)construir  nosso  processo de ensino e projeto de aprendizagem quantas vezes se fizerem necessárias.  19.  O  desafio  da  atualidade,  no  campo  educativo,  gira  em  torno  das  transformações  que  a  escola,  principalmente a pública, urge em passar. O convite inicial é à reflexão, com a finalidade de resolver seu  grande  problema:  a  produção  do  conhecimento.  Tendo  em  vista  esse  desafio,  cabe  ao  professor  (re)qualificar  o  seu  trabalho  didático  através  da  organização  e  estruturação  de  suas  teorias  da  aprendizagem. Estudando­as, dominando rigores teóricos e repensando a prática educativa. Partindo do  pressuposto  em  Demo  (2007),  sabe­se  que  ao  aluno  deve  preconizar  a  autoria  e  a  autonomia  em  seus  fazeres  escolares,  no  entanto,  o  professor  deve  articular  essa  mediação  da  aprendizagem,  sendo  orientador  e  um  grande  motivador  para  que  a  habilidade  do  bem  pensar  seja  atingida.  O  professor  precisa  aprender  as  práticas  do  fazer,  desconstruir  e  reconstruir­se.  São  práticas  essas,  eficientes  e 7 

significativas  que  devem  nortear  o  processo  ensino/aprendizagem  com  seus  inúmeros  desafios.  O  professor  precisa  ler  autores  para  se  tornar  autor  e  o  aluno  deve  ler  para  interagir  com  as  experimentações  do  contexto  da  vida.  Caso  isso  não  aconteça,  frequentemente  estarão  reproduzindo  tanto o pensamento dos outros que serão incapazes de pensarem os seus próprios. Portanto:  a) As hipóteses mais cruciais parece ter menos importância na  aprendizagem do professor para a aprendizagem  dos alunos. Tudo na escola tem sua importância, desde a merenda, o espaço físico, a limpeza, até ao currículo e  a sala de aula, mas a referência mais decisiva é a qualidade do professor.  b) Um currículo integrado implica que os professores precisam entender menos dos assuntos do que na maneira  tradicional de organizar conteúdos.  c) Devemos preconizar a autoria e  a autonomia do aluno; colocar o professor apenas como um  motivador, não  como  disciplinador;  favorecer  assim,  a  arte  do  bem­educar,  preferindo  sempre  o  argumento  de  autoridade  a  autoridade do argumento.  d)  Aceitar  esse  desafio  é  lançar  mão  de  ferramentas  sólidas  que  reestruturarão  os  projetos  escolares  e  solidificarão  as  reais  finalidades  da  aprendizagem,  sua  necessidade  e  sua  capacidade  de  construção  e  reconstrução.  20. Verifica­se a necessidade de se considerar alguns aspectos conceituais a fim de melhor esclarecer a  contextualização  escolar  sob  ótica  da  educação  inclusiva  no  processo  ensino­aprendizagem  e  nas  demais  concepções  de  educação.  Vygotsky  contribui  com  o  entendimento  de  que  a  escola  é  uma  instituição  que  torna  as  pessoas  dependentes  de  seu  processo.  Com  isso,  as  leituras  e  releituras  da  escola possibilitam amplo espaço de debate rumo à transformação de nossa sociedade. Entender esse  processo  como  educação  de  qualidade  é  se  permitir  a  olhar  em  seus  aspectos  mais  generalizados,  atendendo  de  forma  igualitária  a  todos.  É  referir­se  em  sua  plenitude  aos  pormenores  do  cotidiano.  A  capacidade de olhar os espaços escolares de forma autônoma e criativa. Mas para que isso aconteça, há  que  se  rever  alguns  pré­conceitos  estabelecidos  em  nossa  sociedade  como  paradigma  de  justa  explicação. Os espaços escolares por tratar de forma genérica os saberes sobre a vida humana, é local  apropriado para  ruptura  de  verdades  absolutas  e  valorização  de  situações  simples  como o  domínio  de  conceitos. Com isso:  a) Pretende­se supervalorizar a formação acadêmica do professor a fim de que ele possa se instruir de políticas  públicas em detrimento da educação medíocre que rege hoje o Estado laico e desregulador de um sistema falho  em suas metas e objetivos.  b) A intenção é propor aos profissionais da educação o convite a uma nova prática educativa; àquela acerca do  domínio de conceitos e conhecimento do processo ensino­aprendizagem.  c)  A  prática  do  professor  em  sala  de  aula  deixa  de  ser  um foco  a  ser  (re)pensado  na  dinâmica  da  escola,  e  a  cultura da reprodução passa a ser analisada e questionada por teóricos antes não estudados.  d)  O  cotidiano  da  escola  passa  a  ser  reprodutivo.  O  que  importa  nessa  perspectiva  é  apenas  a  reprodução.  A  tendência pedagógica tecnicista passa a estar em mais evidência.  21.  Desde  que  o  currículo  transformou­se  em  objeto  de  estudo,  passando  a  compor  o  amplo  leque  de  elementos  investigados  pelas  ciências  da  educação,  podemos  constatar  pelo  menos  três  momentos/movimentos em torno dos quais se pensou  e abordou a temática. O professor Tomaz  Tadeu  da Silva (2002, p. 17) apresenta as grandes categorias de teoria, sendo elas: teorias tradicionais, teorias  críticas e teorias pós­críticas. Os anos sessenta do século vinte foram um período de grandes agitações  e  transformações.  Dentre  os  movimentos  mais  importantes  do  período,  podemos  citar:  protestos  estudantis na  França  e  em  diversos  outros  países;  aquecimento  do  movimento pelos direitos  civis nos  Estados  Unidos;  protestos  contra  a  guerra  do  Vietnã;  o  movimento  feminista;  os  movimentos  de  liberação sexual; luta contra as ditaduras na América Latina, especialmente no Brasil. Não foi por acaso  que  também  nesse  período  muitas  publicações,  por  todas  as  partes  do  mundo,  questionavam  o  pensamento e a estrutura educacional tradicional. É nesse momento que os Estados Unidos assistem ao  surgimento  do  “ movimento  de  reconceptualização  do  currículo” .  Na  Inglaterra,  vemos  surgir  a  “ nova  sociologia  da  educação” .  No  Brasil,  Paulo  Freire  começa  a  divulgar  suas  ideias,  as  quais  quase  todo  mundo conhece hoje. Na França e outros países europeus, também se colocam em xeque os princípios  da  pedagogia  tradicional.  Surgem,  nesse  contexto,  as  teorias  críticas  do  currículo,  as  quais  produzem  uma  verdadeira  reviravolta  nos  meios  acadêmicos.  Os  fundamentos  das  teorias  tradicionais  são  completamente  abalados.  Se,  nas  teorias  tradicionais,  a  grande  preocupação  dos  curriculistas  estava  centrada  nas  formas  de  organização  e  elaboração  do  currículo,  ou  seja,  no   como   fazer  o  currículo,  no  enfoque  crítico  a  preocupação  será  outra.  As  teorias  críticas  passam  a  questionar  exatamente  os  fundamentos da educação. Assim, as teorias críticas enfatizam:  a) Ideologia – reprodução cultural e social – poder – classe social – capitalismo – relações sociais de produção –  conscientização – emancipação e libertação – currículo oculto – resistência.  b)  Ensino  –  aprendizagem  –  avaliação  –  metodologia  –  didática  –  organização  –  planejamento  –  eficiência­  objetivos. 8 

c) Identidade – alteridade – diferença – subjetividade – significação e discurso – saber­poder – representação –  cultura – gênero – raça – etnia – sexualidade – multiculturalismo.  d)  Ensino  –  aprendizagem  –  multiculturalismo  –  representação  –  organização  –  planejamento  –  objetivos  –  resistência.  22.  A  professora  Ilma  Passos  Alencastro  Veiga  (2008,  p.2)  ajuda­nos  a  compreender  a  importância  do  aspecto  político  do  Projeto  Pedagógico:   “ O  projeto  político­pedagógico,  ao  se  constituir  em  processo 

democrático de decisões, preocupa­se em  instaurar uma forma de organização do trabalho pedagógico  que  supere  os  conflitos,  buscando  eliminar  as  relações  co mpetitivas,  corporativas  e  autoritárias,  rompendo  com  rotina  do  mando  impessoal  e  racionalizado  da  burocracia  que  permeia  as  relações  no  interior da escola, diminuindo os efeitos fragmentários da divisão do trabalho que reforça as diferenças e  hierarquiza os poderes de decisão. Nesse caso, temos a perspectiva de uma distribuição democrática do 
poder  que  implica  a  dimensão  política  do  projeto.  Busca­se  a  superação  de  conflitos  eliminando­se  o  autoritarismo,  as  relações  de  competição  e  os  apadrinhamentos  corporativos.  Além  disso,  a  racionalização quase fordista da rotina escolar, que fragmenta as ações docentes e hierarquiza o poder,  pode  ser  minimizada  num  processo  participativo  de  elaboração  da  proposta.  Para  isso  devemos  estar  atentos a cinco princípios básicos a nos orientar na confecção do projeto Político­Pedagógico da escola:  a) Resistência – Resiliência – Quebra de Paradigmas – Pedagocídio – Atenção.  b)  Estatuto  da  Criança  e  do  Adolescente  –  Atas  da  APM  –  Consolidação  das  Leis  Trabalhistas  –  LDB  9394/1996.  c) Igualdade – Qualidade – Gestão Democrática – Liberdade – Valorização do Magistério.  d) APM – Conselho Escolar – Colegiado Escolar – Grêmio Estudantil – Conselho de Professores – Conselho de  Gestores Escolares.  CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS  23.  Com  base  nas  abordagens  crítico­emancipatória  e  crítico­superadora,  relacione  a  coluna  B  com  a  coluna A.  Coluna A:  I – Abordagem crítico­emancipatória.  II – Abordagem crítico­superadora.  Coluna B:  (  ) Sua temática principal é a cultura corporal.  (  ) A avaliação nesta abordagem é baseada no fazer coletivo.  (  ) O conteúdo trata do conhecimento sobre os esportes e o sentido de se movimentar.  (  ) Sua temática principal é a cultura do movimento.  (  ) Os conteúdos estão voltados para o conhecimento sobre o jogo, esporte, dança, ginástica.  (  ) Os objetivos e finalidades estão voltados para a emancipação crítico­pedagógica.  A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:  a) II, I, I, II, II, I.  b) I, I, II, I, II, II.  c) II, II, I, II, II, I.  d) I, II, II, I, I, I.  24.  O  trabalho  da  Educação  Física  nas  séries  iniciais  do  ensino  fundamental  é  importante,  pois  possibilita  aos  alunos  terem  desde  cedo  a  oportunidade  de  desenvolver  habilidades  corporais  e  de  participar de atividades culturais, como:  a) Jogos, esportes, lutas, ginásticas e danças.  b) Jogos, esportes e danças.  c) Esportes, lutas e ginásticas.  d) Ginásticas e danças.  25.  Os  PCN's  elaboram  eixos  temáticos  para  serem  desenvolvidos  ao  longo  do  Ensino  Fundamental.  Assinale a alternativa CORRETA, que corresponde a esses eixos.  a) Conhecimento sobre o corpo.  b) Esportes, jogos, lutas e variações ginásticas.  c) Atividades rítmicas e expressivas.  d) Todas estão corretas.  26. A abordagem construtivista­interacionista tem como seus principais conteúdos o jogo:  a) Simbólico.  b) De Regras.  c) Brincadeiras populares.  d) Todas as anteriores estão corretas. 9 

27. A Psicomotricidade tem como temática principal:  a) Consciência corporal, lateralidade, coordenação/exercícios.  b) Habilidade, aprendizagem e desenvolvimento motor.  c) Cultura popular, jogo e lúdico.  d) Cultura corporal e visão histórica.  28. Assinale a alternativa CORRETA sobre os conteúdos da abordagem desenvolvimentista:  a) Brincadeiras populares, jogo simbólico e jogo de regra.  b) Conhecimento sobre o corpo e esporte, dança e ginástica.  c) Habilidades básicas, habilidades específicas e jogo, esporte e dança.  d) Diversidade, pluralidade, história cultural da ginástica, lutas, danças, jogos e esportes.  29. De acordo com a abordagem sistêmica, os conteúdos oferecidos nas escolas para integrar o aluno a  esta perspectiva são:  a) Esporte, luta e ginástica.  b) Jogo, esporte, dança e ginástica.  c) Atividades rítmicas e expressivas.  d) Nenhuma das respostas anteriores.  30.  Os  PCN's  recomendam  a  aplicação  de  temas  transversais  que  envolverão  todas  as  disciplinas  no  Ensino Fundamental. Os temas transversais são:  a) Ética, saúde e meio ambiente.  b) Ética, saúde, meio ambiente, orientação sexual e pluralidade cultural.  c) Meio ambiente, orientação sexual e pluralidade cultural.  d) Saúde, ética e pluralidade cultural.  31. De acordo com as tendências pedagógicas, obter: Mente sã em corpo são, adquirir saúde, agente de  saneamento público e proliferação das academias de ginásticas, são itens de qual tendências:  a) Educação Física competitivista.  b) Educação Física militarista.  c) Educação Física higienista.  d) Educação Física pedagogicista.  32. De acordo com a tendência militarista, assinale a alternativa que corresponde aos seus objetivos:  a) Obtenção de uma juventude capaz de suportar o combate, a luta, a guerra.  b) Adquirir saúde.  c) Caráter tecnicista, temas ligados ao treinamento e à medicina desportiva.  d) Antes de tudo, ludicidade e cooperação.  33. Assinale a alternativa CORRETA que apresenta os objetivos da Educação Física competitivista:  a) Valorização do profissional de Educação Física.  b)  Caracterização  da  competição  e  da  superação  individual  como  valores fundamentais  e  desejados  para  uma  sociedade moderna.  c) Não está preocupada com a saúde pública.  d) Anarquismo.  34.  Os  parâmetros  curriculares  para  o  ensino  fundamental  ainda  estabelece  os  critérios  de  seleção  e  organização de conteúdos que devem se basear na relevância social, na característica dos alunos e nas  características da própria área. Estes conteúdos podem ser trabalhados em blocos. Quantos são eles.  a) Um.  b) Dois.  c) Três.  d) Quatro.  35. Dumazedier (2001) nos revela a(s) função(ões) do lazer, que é(são):  a) Descanso: livrar­se da fadiga.  b) Divertimento, recreação e entretenimento: libertar­se da monotonia, busca­se uma vida de complementações  por  meio  de  divertimento  e  evasão  para  um  mundo  diferente,  e  mesmo  diverso,  do  enfrentado  todos  os  dias.  Esta pode levar à atividades reais baseadas em mudanças de lugares, rítmo e estilos (viajens, jogos, esportes),  ou então recorrer a atividades fictícias com base na identificação e projeção (cinema, teatro, romance).  c) Desenvolvimento: permite uma participação social maior e mais livre, a prática de uma cultura desenteressada  do corpo, da sensibilidade e da razão.  d) Todas estão corretas. 10 

36. Dumazedier (1980) propôs a categorização do lazer em quantos interesses culturais?  a) Três.  b) Quatro.  c) Cinco.  d) Seis.  37. Os níveis de atuação no lazer são divididos em três. Quais são eles:  a) Conformista, crítico e crítico/criativo.  b) Físicos, críticos e sociais.  c) Conformista, físicos e sociais.  d) Conformista, sociais e crítico/criativo.  38. Os conteúdos da Educação Física fundamental são divididos em três blocos, são eles:  a) Esportes, jogos, lutas e ginásticas/ conhecimento sobre o corpo/ atividades rítmicas e expressivas.  b) Esportes, jogos, lutas e ginásticas/ atividades rítmicas/ brincadeiras.  c) Conhecimento sobre o corpo/ atividades rítmicas e expressivas/ brincadeiras.  d) Nenhuma das respostas anteriores.  39.  Em  relação  aos  objetivos  gerais  da  Educação Física  no  ensino  fundamental:  espera­se  que  no  final  do ensino fundamental, os alunos sejam capazes de:  (  ) Participar de atividades corporais, estabelecendo relações equilibradas e construtivas com os outros,  reconhecendo  e  respeitando  características  físicas  e  de  desempenho  de  si  próprio  e  dos  outros,  sem  discriminar por características pessoais, físicas, sexuais ou sociais.  (  )  Adotar  atitudes  de  respeito  mútuo,  dignidade  e  solidariedade  em  situações  lúdicas  e  esportivas,  repudiando qualquer espécie de violência.  (    )  Conhecer,  valorizar,  respeitar  e  desfrutar  da  pluralidade  de  manifestações  de  cultura  corporal  do  Brasil  e  do  mundo,  percebendo­as  como  recurso  valioso  para  a  integração  entre  pessoas  e  entre  diferentes grupos sociais.  (  )  Reconhecer  condições  de  trabalho  que  comprometam  os  processos  de  crescimento  e  desenvolvimento, não as aceitando para si nem para os outros, reivindicando condições de vida dignas.  Marque V para verdadeiro ou F para falso e assinale a alternativa com a sequência CORRETA:  a) V, F, V, F.  b) V, V, V, V.  c) F, V, F, V.  d) F, F, F, F.  40. Assinale a alternativa CORRETA sobre os objetivos gerais da Educação Física na Educação Infantil.  a) Não preparar a criança, desmotivando­a para uma nova vida.  b) Melhorar a aptidão física elevando as capacidades físicas de modo harmonioso e adequado às necessidades  de desenvolvimento do aluno.  c) Não criar hábitos de higiene, postura e atitudes.  d) Fazer com que não promova o gosto pela prática regular das atividades físicas e assegurar a compreensão da  sua importância como fator de saúde.  41. Qual dos pressupostos abaixo pertence à concepção sócio­interacionista?  a)  Os  eventos  que  ocorrem  após  o  nascimento  não  são  essenciais  e  o  papel  do  ambiente  é  tentar  interferir  o  mínimo possível no desenvolvimento espontâneo da pessoa.  b) É o processo pelo qual o comportamento é modificado como resultado da experiência.  c) O mais importante é o professor mandar e o aluno obedecer, postulando assim a lei do efeito e do reforço.  d) A interação entre o organismo e o meio exercem ação recíproca onde um influencia o outro e vê a aquisição  do conhecimento como um processo construído pelo indivíduo durante toda a sua vida.  42.  Na  concepção  sócio­interacionista,  qual  é  o  papel  desempenhado  pelo  professor  de  Educação  Física?  a) Facilitador.  b) Técnico.  c) Mediador.  d) Auxiliar técnico.  43.  A  avaliação  do  processo  ensino­aprendizagem  é  muito  mais  do  que  simplesmente  aplicar  testes,  levantar medidas, selecionar e classificar os alunos. Com relação ao processo de avaliação, é CORRETO  dizer: 11 

a) A avaliação do processo ensino­aprendizagem deve ter como objetivo principal o atendimento das exigências  burocráticas da escola.  b)  A  avaliação  do  processo  ensino­aprendizagem  deve  ser  determinada  pelo  sucesso  dos  alunos  nas  competições esportivas.  c) A avaliação do processo ensino­aprendizagem deve levar em conta a observação, a análise e a conceituação  de  elementos  que  compõem  a  totalidade  da  conduta  humana  e  que  se  expressam  no  desenvolvimento  de  atividades.  d)  A  avaliação  do  processo  ensino­aprendizagem  deve  basear­se  essencialmente  na  presença  dos  alunos  em  aula.  44.  Segundo  propõem  os  PCN's  os  alunos  devem  desenvolver  as  seguintes  habilidades  ao  longo  do  ensino  fundamental.  Marque  V  para  verdadeiro  ou  F  para  falso  e  a  seguir  assinale  a  alternativa  com  a  sequência CORRETA:  (  ) Participar de atividades corporais.  (  ) Manter uma atitude de respeito e repudiar a violência.  (  ) Aprender com a pluralidade.  (  ) Ser capaz de reconhecer­se como integrante do ambiente.  (  ) Praticar atividades de forma equilibrada.  (  ) Reconhecer as condições de trabalho que comprometem o desenvolvimento.  (  ) Desenvolver espírito crítico em relação à imposição de padrões de saúde, beleza e estética.  (  ) Reconhecer o lazer como um direito do cidadão.  a) V, V, V, V, V, V, V, V.  b) V, F, F, F, F, V, V, F.  c) F, F, F, F, F, F, F, V.  d) V, V, V, F, F, F, F, F.  45.  A  Educação  Infantil,  primeira  etapa  da  educação  básica,  tem  como  finalidade  o  desenvolvimento  integral da criança até 6 anos de idade, em seus aspectos:  a) Físico.  b) Psicológico.  c) Físico­psicológico e social, complementando a ação da família e da comunidade.  d) Nenhuma das respostas anteriores.  RASCUNHO:

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