Fl.

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AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA – ANEEL

SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS – SGH

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE SERVIÇOS DE CARTOGRAFIA E TOPOGRAFIA, RELATIVOS A ESTUDOS E PROJETOS DE APROVEITAMENTOS HIDRELÉTRICOS

Março /2009 Revisão 1.0

Fl. 2/26
Sumário

Lista de Siglas ........................................................................................................................ 3 1 Introdução ........................................................................................................................... 4 2 Objetivo ............................................................................................................................... 4 3 Observações e restrições .................................................................................................... 5 4 Relação de Serviços Obrigatórios ....................................................................................... 7 4.1 Inventários Hidrelétricos Simplificados e Plenos ........................................................... 7 4.2 Projetos Básicos – PCH’s ............................................................................................. 9 4.3 Estudos de Viabilidade – UHE’s .................................................................................. 11 4.4 Projetos Básicos – UHE’s ........................................................................................... 13 5 Relação de Produtos Exigidos........................................................................................... 15 5.1 Inventários Hidrelétricos Simplificados e Plenos ......................................................... 15 5.2 Projetos Básicos de PCH’s e UHE’s e Estudo de Viabilidade ..................................... 17 6 Normas para a entrega de Dados Georreferenciados ....................................................... 19 7 Normas e Especificações Técnicas Gerais........................................................................ 21 8 Referências Bibliográficas ................................................................................................. 22 Glossário .............................................................................................................................. 23 Anexo - A ............................................................................................................................. 26

.Fl. N e H – East.Interferometric Synthetic Aperture Radar (Radar interferométrico de abertura sintética). PCH – Pequena Central Hidrelétrica. CAD – Computed Aided Design (Desenho Assistido por Computador). E. UTM – Universal Transversa de Mercator. North e High (Leste. SAD 69 – South American Datum 1969 (Datum da América do Sul). 3/26 Lista de Siglas ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. USAF – United States Air Force (Força Aérea dos Estados Unidos da América). ART – Anotação de Responsabilidade Técnica. UHE – Usina Hidrelétrica. Norte e Altitude). IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. RN – Referência de Nível (plural RRNN). MME – Ministério de Minas e Energia. DVD – Digital Video Disc (Disco de Vídeo Digital) ELETROBRÁS – Centrais Elétricas Brasileiras S/A. INSAR . SIRGAS – Sitema de Referência Geocêntrico para as Américas. SIG (GIS) – Sistemas de informação Geográfica (Geographical Information System). CD – Compact Disc – (Disco Compacto de Mídia). GPS – Global Positioning System (Sistema de Posicionamento Global).

4/26 1 Introdução A elaboração do presente documento surgiu da necessidade de uniformização das informações e exigências pertinentes a estudos e projetos relacionados à implantação de centrais hidrelétricas e tiveram como base os atuais Manuais e Diretrizes publicados pela Eletrobrás/MME. de forma detalhada. 2 Objetivo A finalidade deste documento é definir. além das normas técnicas e legislações pertinentes. quais os serviços mínimos e seus respectivos produtos que deverão compor o relatório final dos estudos e projetos a serem submetidos à avaliação da ANEEL. .Fl.

conforme determina a Resolução do Presidente de 25/02/2005 ( R. Em se tratando de levantamentos com GPS.Fl.000. com a apresentação do procedimento utilizado. “Radar Interferométrico” ou “Pares estereoscópicos de imagens orbitais” em substituição à aerofotogrametria convencional. é necessário a compensação geoidal. e) Todos os produtos deverão estar contidos em anexo específico – entregues em quatro vias.PR – 1/2005) . sendo duas em papel e duas em mídia eletrônica (CD/ DVD). g) Quando da implantação de novo aproveitamento. deverão ser executados apoios topográficos de campo (apoio básico e suplementar). b) Para Estudos de Projetos Básicos e de Viabilidade não serão aceitos para determinação da área do reservatório a utilização dos modelos topográficos de Estudos de Inventário que tenham utilizado restituição de fotografias aéreas com escalas inferiores a 1:30. antes de ser utilizada para obtenção dos produtos cartográficos. o interessado poderá utilizar os métodos de “Perfilamento a Laser”. serão aceitos trabalhos somente com Datum Planimétrico SIRGAS 2000. d) É obrigatório a utilização de altitudes ortométricas (referenciadas ao geóide). deverá considerar todas as suas especificidades técnicas e padrões de exatidão cartográfica (PEC). toda a restituição ou qualquer informação adquirida deverá ser convertida para datum oficial. devendo constar também em relatório as altitudes geométricas (referenciadas ao elipsóide) para conferência. tendo como base o Sistema Geodésico Brasileiro. deverão ser executados todos os levantamentos topográficos necessários à verificação da compatibilidade entre as cotas do final do remanso do reservatório da usina de jusante e dos níveis d’água operacionais da casa de força da central hidrelétrica a ser implantada. f) Todos os levantamentos de campo deverão ser realizados. Obs. composto pelos Data: Ø Datum Planimétrico: SAD 691 ou SIRGAS2000. desde que associadas ao apoio de campo. c) Para obtenção do Modelo do Terreno e correspondente extração de suas feições planialtimétricas.: Em caso de restituições referenciadas ao datum Córrego Alegre ou qualquer outro datum antigo ou não-oficial. h) Faz-se obrigatório a utilização de marcos/estações oficiais ou homologadas pelo IBGE. Não será aceito o apoio topográfico suplementar (planimétrico e/ou altimétrico) ou levantamento de perfil longitudinal de rios extraído de documentos cartográficos existentes. 5/26 3 Observações e restrições a) Para execução dos serviços de Restituição Aerofotogramétrica. Ø Datum Altimétrico: Marégrafo de Imbituba – SC (Altitudes Ortométricas). para os levantamentos topográficos sendo que: 1 A partir de 2015. Para isso. de alta precisão.

Para que o mapa seja apresentado em uma única folha deverá ser utilizado o sistema de coordenadas geográficas (Latitude e Longitude). com escala e sistema de referência (datum) adequada. Recomenda-se que. levantamento de quantitativos. sendo que todas as adaptações pertinentes deverão ser tratadas previamente entre o(s) agente(s) interessado(s) e a ANEEL (Ex. Poderá ser utilizado como modelo de monografia dos marcos. principalmente os que envolvem conversão de coordenadas. sejam utilizadas no mínimo duas RRNN e no caso de nivelamento geométrico. n) As informações ambientais (unidades de conservação. no caso de transporte de coordenadas altimétricas a partir de RN com aparelho GPS. o) p) q) . Os produtos finais deverão ser apresentados.) sendo citadas as fontes e data da última atualização nos relatórios e mapas em que forem utilizadas. marcas e modelos dos aparelhos utilizados no desenvolvimento do trabalho. i) Todos os levantamentos planialtimétricos deverão ter como objetivo principal a geração de um mapa que retrate perfeitamente as condições topográficas locais. pelo menos uma RN. datum e compensação geoidal. Se a área do estudo abranger mais de uma zona UTM (fuso). no caso. ICMBio. 6/26 1. terras indígenas. Apresentação de ART específica dos serviços realizados (campo e escritório). empregando a compensação geoidal. Utilização de novas tecnologias e/ou adaptações das exigências quanto aos Serviços Obrigatórios e Produtos Exigidos). com vistas à subsidiar os estudos para implantação de centrais hidrelétricas. devidamente georreferenciados a um sistema de coordenadas. destruídas ou abaladas). Citar todos os programas/softwares utilizados ao longo do trabalho. Para transporte de coordenadas planimétricas deverão ser utilizadas marcos SAT e/ou estações da RBMC. locação das estruturas. 2.Fl. etc. não sendo aceito a utilização de marcos SAT Doppler ou VT (Vértice de Triangulação). deverão ser utilizados os marcos SAT e/ou estações da RBMC. 3. os estudos de arranjo. j) k) l) m) Informar as especificações técnicas. Em caso de impossibilidade da utilização de RRNN (RRNN não encontradas.) deverão ser adquiridas mediante órgão oficial (Ibama. deste documento. Funai. os produtos deverão estar separados em seus respectivos fusos (em quantas folhas forem necessárias). o modelo disposto no Anexo A. Os casos excepcionais não previstos nestas Diretrizes deverão ser tratados de forma específica. etc. etc.

7/26 4 Relação de Serviços Obrigatórios 4. b) método do Perfilamento a Laser. sendo um em cada margem. Os marcos implantados no eixo do barramento deverão ser intervisíveis. no eixo do barramento para circuito compacto.000m.1 Inventários Hidrelétricos Simplificados e Plenos Fase do Estudo - Descrição do Serviço Levantamento e análise de dados secundários existentes e dos Mapas e Cartas Oficiais disponíveis.000. - Restituição do trecho com vocação hidroenergética. - Instalação de. de alta precisão. visando à obtenção da modelagem do terreno. GPS geodésico). através de levantamento planialtimétrico em campo com metodologia adequada (Ex: Nivelamento. vértices e/ou estações oficiais ou homologadas pelo IBGE. apresentando número representativo de pontos que caracterizem o perfil do rio (consultar Manual de Inventário Hidroelétrico de Bacias Hidrográficas – ELETROBRÁS. Estudos Preliminares Levantamento do Perfil longitudinal do rio e.000 (com curvas de nível eqüidistantes de 5. com escalas não inferiores a 1:30. ou 3 (três) marcos para circuito de adução com desvio. sendo dois no eixo do barramento (um em cada margem) e um na região da casa de força. .Fl. no mínimo 2 (dois) marcos. de seus principais afluentes. 2007). Planejamento dos Estudos - Identificação dos marcos geodésicos oficiais do IBGE (de onde partirão obrigatoriamente os serviços de transporte de coordenadas).0 m). - Transporte de coordenadas e altitudes. em escala não inferior a 1:10. a partir de: a) fotografias aéreas atualizadas. a partir de RRNN. com altura máxima de vôo de 3. quando for o caso. em concreto.

hidrométricas e ambientais realizadas. ou. 8/26 c) método de pares estereoscópicos de imagens orbitais com resolução espacial não inferior a 1m. Elaboração das respectivas Curvas Cota x Área x Volume dos aproveitamentos da Divisa de Quedas Selecionada.000. com curvas eqüidistantes de 5. d) imagens de Radar – InSAR em escala não inferior a 1:10. Estudos Finais Seções topobatimétricas transversais ao rio na região das principais estruturas (Barragem. . Planialtimetria dos sítios da Divisão de Quedas Selecionada para obtenção de modelo do terreno em escala 1:10.Fl. Casa de Força e Canais em geral) em todos os sítios identificados na Divisão de Quedas Selecionada e Amarração planialtimétrica das investigações geológico- - geotécnicas.0 m. Circuito de Adução.000.

Circuito de Adução. . com curvas de nível eqüidistantes de 5m. com escala não inferior a 1:30.000m.2 Projetos Básicos – PCH’s Fase do Estudo - Descrição do Serviço Levantamento e análise de dados secundários existentes e dos Mapas e Cartas Oficiais disponíveis. de alta precisão. a partir de:. - Determinação precisa da queda bruta natural do sítio através de levantamento planialtimétrico. 9/26 4. Os marcos implantados no eixo do barramento deverão ser intervisíveis. b) A partir do método do Perfilamento a Laser.Fl. com instalação de no mínimo 2 (dois) marcos. c) A partir do método de pares estereoscópicos de imagens orbitais com resolução espacial não inferior a 1m. e Estudos de Escritório - Identificação dos marcos geodésicos oficiais do IBGE (de onde partirão obrigatoriamente os serviços de transporte de coordenadas) - Transporte de coordenadas e altitudes. sendo dois no eixo do barramento (um em cada margem) e um na região da casa de força. no eixo do barramento. a partir de RRNN. para circuito compacto. com altura máxima de vôo de 3. ou e) Levantamentos topográficos de campo. Planialtimetria de toda a região de implantação e locação das estruturas previstas (Barragem. ou 3 (três) marcos para circuito de adução com desvio. sendo um em cada margem. de concreto. a) Fotografias aéreas atualizadas.000. Túneis e Canais em geral) e das áreas de empréstimo de solo. vértices e estações oficiais ou homologadas pelo IBGE.000. Estudos Preliminares e Serviços Complementar es - Determinação da área do futuro reservatório por meio de restituição em escala não inferior a 1:10. d) Por imagens de Radar – InSAR. Casa de Força.

Elaboração das respectivas Curvas Cota x Área x Volume do eixo selecionado.Fl. Seções topobatimétricas transversais ao longo do rio nas áreas do futuro Reservatório. 10/26 jazidas de areia. devendo ser apresentada com curvas de nível eqüidistantes de 1m. hidrométricas e ambientais realizadas. da Barragem e do Canal de Fuga. . Confirmação da área do futuro reservatório. por meio de levantamento topográfico das curvas de nível que estão nas cotas dos NA’s máximo normal e para vazão com tempo de recorrência de 100 anos. Amarração Planialtimétrica das investigações geológico- geotécnicas. de cascalho e pedreiras por meio de um dos métodos acima ou levantamento topográfico de campo.

InSAR em escala não inferior a 1:10. identificação das condições gerais de apoio logístico. Identificação dos marcos geodésicos oficiais do IBGE (de onde partirão obrigatoriamente os serviços de transporte de coordenadas). - Restituição das áreas do futuro reservatório e do sítio de interesse para o estudo de eixos (incluindo apoio de campo suplementar) em escala 1:10. Casa de Força.000 com curvas de nível eqüidistantes de 5.000. b) A partir do método do Perfilamento a Laser. 11/26 4. com escalas não inferiores a 1:30. com altura máxima de vôo de 3. c) A partir do método de pares estereoscópicos de imagens orbitais com resolução espacial não inferior a 1m. Túneis e Canais em geral). Estudos de Escritório - Análise crítica dos resultados dos Estudos de Inventário. vértices e estações oficiais ou homologadas pelo IBGE.Fl. a partir de: Estudos Preliminares e Serviços Complementares a) Fotografias aéreas atualizadas. Circuito de Adução.e Inspeção de Campo para confirmação do sítio do Inventário. de alta precisão.000. Planialtimetria de toda região de implantação das estruturas previstas (Barragem. a partir de RRNN. com vistas a subsidiar os Estudos . ou d) Por imagens de Radar .000m.0 m. dificuldades de acesso e reconhecimento geral dos aspectos topográficos e geomorfológicos. - Transporte de coordenadas e altitudes.3 Estudos de Viabilidade – UHE’s Fase do Estudo - Descrição do Serviço Levantamento e análise de dados secundários existentes e dos Mapas e Cartas Oficiais disponíveis.

Delimitação das áreas de influência direta e indireta. devidamente amarrado à rede dos marcos geodésicos oficiais. Levantamento cadastral de toda a área atingida. de áreas que apresentaram a existência de selas nas bordas do futuro reservatório. devendo ser apresentada com curvas de nível eqüidistantes de 1m. Elaboração das respectivas Curvas Cota x Área x Volume do eixo selecionado. jazidas de areia. . de cascalho e pedreiras. Barragem. Reservatório. e da área das vilas residenciais existentes e futuras. Casa de Força e Canal de Fuga) no sítio estudado. 12/26 de Arranjos. Amarração planialtimétrica das investigações geológicogeotécnicas. hidrométricas e ambientais realizadas. Circuito de Adução. Seções topobatimétricas transversais (Estudos de Remanso. das áreas de empréstimo de solo.Fl. por meio de um dos métodos acima ou levantamento topográfico de campo.

Fl. .4 Projetos Básicos – UHE’s Fase do Estudo Descrição do Serviço Análise Crítica dos Estudos Anteriores - Base Cartográfica dos Estudos de Inventários. Confirmação da área do futuro reservatório. por meio de levantamento topográfico das curvas de nível que estão nas cotas dos NA’s máximo normal e para vazão com tempo de recorrência de 100 anos. de Viabilidade e condicionantes da Licença Prévia: verificação da necessidade de levantamentos complementares. Amarração das Investigações Geológicas e Geotécnicas na área das estruturas (locação planialtimétrica). nas quantidades definidas nos estudos hidráulicos e de modelo reduzido. estes deverão ser realizados. Casa de Força. de acordo com a relação abaixo: - Planialtimetria das seguintes áreas: a) Local das principais estruturas (Barragem. b) Área de empréstimo (materiais naturais de construção). Análise crítica dos resultados dos Estudos de Inventário e Viabilidade. Circuito de Adução. Amarração e Nivelamento geométrico de Réguas Limnimétricas referenciadas ao Sistema Geodésico Brasileiro. - Caso os levantamentos e produtos realizados nos Estudos de Inventário e de Viabilidade necessitem de complementos. e Levantamentos Complementares de Campo c) Áreas para implantação do canteiro e das vilas residenciais. 13/26 4. Seções topobatimétricas complementares para o estudo de remanso. Túneis e Canais em geral). Levantamentos de eventuais selas nas bordas do reservatório.

de equipamentos de infra-estrutura. 14/26 Planialtimetria das áreas urbanas.Fl. de implantação de unidades de conservação.. rurais. etc. indígenas. .

. etc. programas computacionais utilizados. 15/26 5 Relação de Produtos Exigidos 5. áreas de proteção ambiental.1 Inventários Hidrelétricos Simplificados e Plenos Descrição dos produtos exigidos Relação de marcos geodésicos oficiais (RRNN e vértices oficiais ou homologados pelo IBGE). . nível de precisão destes. dos aparelhos utilizados. altitudes ortométricas e elipsoidais (quando realizada por GPS) e demais informações técnicas pertinentes. Desenho(s) esquemático(s) do(s) Perfil(is) Longitudinal(is) do rio e. Monografia dos marcos geodésicos implantados nos sítios dos aproveitamentos identificados na Divisão de Quedas selecionada e de pontos de apoio utilizados nos serviços de campo. coordenadas geográficas e UTM. pontes. compensação geoidal.). em formato A3 com escala adequada. em formato A3. do barramento de todos os sítios identificados na Divisão de Quedas Selecionada.incluindo descrição dos serviços. fotografias. quando for o caso. utilizados como base para realização do Transporte de coordenadas e respectivas monografias. de seus principais afluentes. códigos. em formato A3 com escala adequada. níveis d’água operacionais. resultados dos processamentos efetuados.Fl. cadernetas de campo. incluindo descrições dos marcos. Metodologia detalhada de todos os levantamentos realizados – campo e escritório . Mapas do modelo topográfico obtido por Restituição Aerofotogramétrica. cidades. Seções topobatimétricas transversais ao rio na região das estruturas (incluindo o canal de fuga) devidamente georreferenciados. com escala adequada (incluir informações sobre as Alternativas de Divisão de Quedas estudadas. croquis de localização e acesso. etc. terras indígenas. coordenadas e de todos os pontos notáveis existentes – ex. captação de água. devidamente georreferenciado (incluir informações planimétricas e altimétricas). Mapa de localização do apoio básico e suplementar. arquivos “Rinex” dos rastreios realizados.

em escala. devidamente georreferenciadas. Imageamento por Satélite. OBS. Mapa de localização das investigações geológico-geotécnicas. elaborados em ambiente CAD e/ou SIG. . bem como as imagens que geraram o modelo. Radar ou levantamentos planialtimétricos. com escala adequada. hidrométricas (ambas com as coordenadas e o valor das cotas) e ambientais realizadas. Imagens de satélite ou InSAR. No caso do Perfilamento a Laser. Planilha eletrônica utilizada como base para elaboração das respectivas Curvas Cota x Área x Volume dos aproveitamentos das diversas alternativas. em formato GEOTIFF ou outro compatível com softwares SIG.Fl. 16/26 Perfilamento a Laser. projeção e sistema de referência adequada. em formato A3 com escala adequada. deve-se apresentar a imagem hipsométrica georreferenciada. Arquivos de mapas e desenhos em formato digital georreferenciado editável. em formato A3.

incluindo descrição dos serviços. Tais mapas deverão estar devidamente georreferenciados e possuir escala e sistema de referência . compensação geoidal. etc. Monografia dos marcos geodésicos implantados no sítio do aproveitamento selecionado e de pontos de apoio utilizados nos serviços campo. considerando-se os NA’s máx normal e NA para vazão com tempo de recorrência de 100 anos. Reservatório. Mapas do modelo topográfico obtido pela restituição a partir de Fotografias Aéreas. Radar ou por Levantamentos Planialtimétricos incluindo a delimitação da área do reservatório e dos municípios atingidos. devidamente georreferenciado (incluir informações planimétricas e altimétricas). coordenadas e de todos os pontos notáveis existentes – ex. cadernetas de campo.2 Projetos Básicos de PCH’s e UHE’s e Estudo de Viabilidade Descrição dos produtos exigidos Relação de marcos geodésicos oficiais (RRNN e Vértices oficiais ou homologados pelo IBGE). no sítio estudado. captação de água. Casa de Força e Canal de Fuga) devidamente georreferenciados. resultados dos processamentos efetuados. altitudes ortométricas e elipsoidais (quando realizada por GPS) e demais informações técnicas pertinentes. em formato A3 com escala adequada. de seus principais afluentes. utilizados como base para realização do Transporte de coordenadas e respectivas monografias. coordenadas geográficas e UTM. fotografias. Mapa de localização do apoio básico e suplementar. 17/26 5. programas computacionais utilizados.). em formato A3 e em escala adequada (incluir informações sobre níveis d’água operacionais. etc. Circuito de Adução. Perfilamento a Laser. arquivos “Rinex” dos rastreios realizados. Metodologia detalhada de todos os levantamentos realizados – campo e escritório . incluindo descrições dos marcos. dos aparelhos utilizados.Fl. croquis de localização e acesso. terras indígenas. Desenho esquemático do Perfil Longitudinal do trecho do rio e. áreas de proteção ambiental. Barragem. em formato A3 com escala adequada. quando for o caso. cidades. Seções topobatimétricas (Estudos de Remanso. nível de precisão destes. Imageamento por Satélite. códigos. pontes.

Arquivos de mapas e desenhos em formato digital georreferenciado editável. em formato A3. com escala adequada. Imagens de satélite ou InSAR. bem como as imagens que geraram o modelo. 18/26 adequada. devidamente georreferenciadas. No caso do Perfilamento a Laser. Mapa de localização das investigações geológico-geotécnicas. e ser apresentados no caderno de desenhos em formato A3. Planilha eletrônica utilizada como base para elaboração das respectivas Curvas Cota x Área x Volume do eixo selecionado. . elaborados em ambiente CAD e/ ou SIG. em formato GEOTIFF ou outro compatível com softwares SIG. hidrométricas (ambas com as coordenadas e o valor das cotas) e ambientais realizadas. em escala adequada. deve-se apresentar a imagem hipsométrica georreferenciada. OBS.Fl.

máximo normal e N. As informações referentes a pontos. Os dados vetoriais do contorno do reservatório devem ser entregues na forma de polígonos fechados e enviados nos dois níveis d’água para área inundada: N. rios. estradas. áreas dos canteiros de obras. linhas e polígonos devem ter todos seus atributos associados aos arquivos vetoriais em suas tabelas (e não somente como texto – toponímia associado à feição).A. no sistema de coordenadas geográficas ou sistema de coordenadas plano-retangulares com projeção Universal Transversa de Mercator (UTM). etc.A.. drenagem. DGN. fotografias aéreas. etc. de acordo com um dos seguintes formatos: SHAPEFILE. As linhas como curvas de nível. DXF ou DWG. etc.Fl. assim como os pontos referentes a cotas altimétricas. contorno do reservatório. no sistema de coordenadas . Os arquivos que envolverem formas de linhas “spline” no AutoCAD. os desenhos ou imagens que envolverem coordenadas cartográficas deverão ser encaminhados para a SGH/ANEEL da seguinte forma: Dados vetoriais: os arquivos digitais vetoriais (mapas de uso do solo. 19/26 6 Normas para a entrega de Dados Georreferenciados Descrição dos produtos a serem entregues Quanto às especificações técnicas dos dados georreferenciados (Ex. Os arquivos “raster” (imagens de satélite ou radar. mapas temáticos. cartas planialtimétricas. reservatórios. etc.) devem ser entregues georreferenciados. localidades. etc.) devem ser entregues georreferenciados. cartas planialtimetricas. cartas. limites de unidades de conservação. geologia. imagens de satélite. edificações. fotos aéreas. Os polígonos devem estar fechados. GEODATABASE. devido a conflitos no sistema SIG. desenhos das obras civis. áreas inundadas pelos reservatórios. máximo maximorum (para subsidiar o conhecimento da área pelo DNPM e as atividades pertinentes a Compensação Financeira de recursos hídricos). arranjos gerais das obras civis. devem ser transformados para “line”. sedes de fazenda. etc.). devem ser apresentados em “layers” independentes. rios duplos. Os polígonos e as linhas devem ser entregues na forma contínua (sem segmentação ou preenchimento). ou polígonos referentes a lagos.

Áreas de estudo abrangendo mais de uma zona UTM (fuso). ou utilizar o sistema de coordenadas geográficas (Latitude e Longitude). bem como todas as fontes utilizadas no decorrer do trabalho. pois este formato é comum e permite a leitura em qualquer sistema de geoprocessamento. .Fl. As informações geográficas deverão estar obrigatóriamente referenciadas ao Datum Oficial do Brasil. 20/26 geográficas ou projeção UTM. no formato GEOTIFF. devem ser gerados no sistema WORLD UCS (User Coordinate Systems). a saber: SAD 69 ou SIRGAS 2000 e altimétricamente ao Datum de Imbituba – SC (Altitudes Ortométricas). deverão ser separadas em seus respectivos fusos (em quantas folhas forem necessárias). Os arquivos do AutoCAD. Citar todos os programas/softwares utilizados para compatibilizar a conferência das informações prestadas.

Lei nº 89. Estabelece as Instruções Reguladoras das Normas Técnicas da Cartografia Nacional.817. 1994. Revoga o artigo 22 do Decreto n° 89. Fixa as Diretrizes e Bases da Cartografia Brasileira e dá outras providências. Especificações e Normas Gerais para Levantamentos Geodésicos. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Resolução nº 22. NBR 13133: Execução de Levantamento Topográfico.334 de 06 de janeiro de 2005. Parâmetros para Transformação de Sistemas Geodésicos.817 de 20 de junho de 1984. de 20 de junho de 1986. § § § § § § Decreto n° 5. Decreto-Lei nº 243 de 28 de fevereiro de 1967. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. de 21 de julho de 1983. 21/26 7 Normas e Especificações Técnicas Gerais § ASSOCIAÇÂO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. . Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. de 21 de fevereiro de 1989. Projeto Mudança do Referencial Geodésico. Resolução nº 23.Fl. Rio de Janeiro: ABNT.

MONICO. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Centrais Elétricas Brasileiras. 1998. Recomendações para Levantamentos relativos estáticos – GPS. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 1997.ibge.ibge. Lourival Almeida. L. São Carlos.br/home/geociencias/cartografia/manual_nocoes/representacao. Resolução do Presidente de 25/02/2005 ( R. 2009. 1. 2009. 2007. Brasília: ELETROBRAS.ibge. Utilização do GPS na determinação de Altitudes Ortométricas. p. REVISTA PONTO DE REFERÊNCIA. BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. . Brasília: ELETROBRAS\DNAEE. p. Centrais Elétricas Brasileiras Manual de Inventário Hidrelétrico de Bacias Hidrográficas. 2000. Diretrizes para Elaboração de Projetos Básicos de Usinas Hidrelétricas. H. Diretrizes para Elaboração de Projetos Básicos de Usinas Hidrelétricas. 1999. Ano 1. Disponível em: http://www.PR – 1/2005) . 2009. OLIVEIRA.br/documentos/geodesia/pdf/Recom_GPS_internet. Instruções para Estudos de Viabilidade de Usinas Hidrelétrica. Brasília: ELETROBRAS\DNAEE. 2002. 1999.gov. BRASIL. Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica. BRASIL.Altera a caracterização do Sistema Geodésico Brasileiro. In: XVI Congresso de IC e Tecnologia em Engenharia. Diretrizes para Estudos de Inventários Hidrelétricos em Nível de Reconhecimento e Simplificados. Noções básicas de Cartografia. Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica. Rio de Janeiro: IBGE. K. Brasília: ELETROBRAS.Fl. Superintendência de Gestão dos Potenciais Hidráulicos.pdf Acesso: 05 jan. número1.html Acesso: 17 Jan. J F G . Disponível em: ftp://geoftp. v. ANEEL. BRASIL. Disponível em: ftp://geoftp. BRASIL.pdf Acesso: 19 Jan. Centrais Elétricas Brasileiras.gov. THOMAZ. Brasília: ELETROBRAS\DNAEE. 22/26 8 Referências Bibliográficas BRASIL. . Brasília: ANEEL. BRASIL. Diretrizes para Estudos e Projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas. Centrais Elétricas Brasileiras.gov.35. 5-9. 2006. 2008. Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica. Brasília: IBGE.br/documentos/geodesia/pmrg/revista_ponto_de_referencia. R. C. . BRASIL.

que se ocupa da elaboração de mapas. manipulação. através do qual os usuários podem obter a ondulação geoidal (N) em um ponto. levantamento geodésico e topográfico faz-se necessária a determinação da altitude física. obtida do GPS. é preciso conhecer a altura ou ondulação geoidal (N). do ponto de vista matemático. a latitude e longitude de um ponto inicial. Partindo desses conceitos o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . No Elipsóide esta altitude é conhecida como Altitude Geométrica. globos e modelos de terrenos. cartas. armazenamento e análise de dados espacialmente referenciados. • Compensação Geoidal Na grande maioria dos trabalhos de posicionamento em obras de engenharia. e/ou conjunto de pontos. Surge então a necessidade de transformar a altitude geométrica. constitui-se numa operação simples. Consiste em tratar. a separação entre as duas superfícies de referência: o geóide e o elipsóide. em altitude ortométrica. com apoio da arte. respectivamente. • Cartografia [charta(o) = mapa + grafia = desenho] Pode ser entendida como uma ciência técnica. ou melhor. É definido por 3 variáveis e 2 constantes.Fl.MAPGEO2004. • Geoprocessamento Tecnologia que abrange o conjunto de procedimentos de entrada. No Geóide é chamada de Altitude Ortométrica. ortométrica (altitude referenciada ao geóide ou nível médio do mar). Pode ser horizontal. ou seja. utilizando-se do estudo e representação das situações espaciais da superfície terrestre. o azimute de uma linha que parte deste ponto e as constantes necessárias para definir o elipsóide de referência. de alta precisão. vertical ou ambos. que serve como referência para todos os levantamentos que venham a ser executados sobre uma determinada área do globo terrestre.IBGE gerou um Modelo de Ondulação Geoidal e desenvolveu o Sistema de Interpolação de Ondulação Geoidal . • DATUM Referencial geodésico. envolvendo a altitude geométrica (h) e a altitude geoidal (H) no ponto e se dá através da equação: H˜ h–N Para isso. . Desta forma tem-se a base para o cálculo dos levantamentos de controle no qual se considera a curvatura da Terra. referida aos sistemas SAD69 e SIRGAS2000. 23/26 Glossário • Altitude Distância existente entre o ponto na superfície da Terra e sua projeção ortogonal. Esta transformação.

na Grã Bretanha. para coordenadas N (norte) e o meridiano central de cada zona. O sistema de paralelos usa o Equador como referencial 0 (zero) e os valores angulares crescem para o N e para o S até 90 graus. para distinguir as coordenadas ao norte e ao sul devem ser usadas as indicações N e S respectivamente. para distinguir as coordenadas dos hemisférios terrestres ocidental e oriental devem ser usadas as notações internacionais W e E. cada grau subdividido em 60 minutos e cada minuto em 60 segundos. Rede Altimétrica: pontos de altitudes conhecidas de alta precisão (RN . para coordenadas E (leste). • Sistema UTM – Fuso ou Zona UTM Sistema referencial de localização terrestre baseado em coordenadas métricas definidas para cada uma das 60 zonas UTM. • Sistema de Coordenadas Geográficas Sistema referencial de localização terrestre baseado em valores angulares expressos em graus. As coordenadas N (norte) crescem de S para N e são acrescidas de 10.000 (metros) para não se ter valores negativos ao sul . sendo que os paralelos correspondem a linhas imaginárias E-W paralelas ao Equador e os meridianos a linhas imaginárias N-S. minutos e segundos de longitude (meridianos). por intermédio do processo de triangulação de satélites. dividida em três redes: Rede Planimétrica: pontos de referência geodésicos para latitude e longitude de alta precisão. devendo ainda ser indicada a zona UTM da projeção. • Sistema Geodésico Brasileiro – SGB Constituído por cerca de 70. O sistema de meridianos usa um meridiano arbitrário que passa em Greenwich. múltiplas de 6 graus de longitude. passando pelos pólos.Referências de Nível). Rede Gravimétrica: ponto de referência para valores precisos de gravidade.000 estações implantadas pelo IBGE em todo o território brasileiro. correspondentes a interseção da superfície terrestre com planos hipotéticos contendo o eixo de rotação terrestre.000. respectivamente. • GPS (Global Positioning System) Trata-se de um sistema de navegação e posicionamento. 24/26 analisar e produzir informações espaciais. cada grau subdividido em 60 minutos e cada minuto em 60 segundos. por meio de tecnologias que envolvem sistemas integrados a banco de dados. na Projeção Universal Transversal de Mercator e cujos eixos cartesianos de origem são o Equador. que permite aos usuários obterem coordenadas de qualquer ponto situado na superfície do globo terrestre. desenvolvido e operado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América.Fl. minutos e segundos de latitude (paralelos) e em graus. como origem referencial 0 (zero) e os valores angulares crescendo para o oeste e para o leste até 180 graus.

As projeções de linhas meridianas geográficas em mapas próximos das bordas das zonas (múltiplas de 6o de longitude) mostram ângulo com as linhas cartesianas do sistema UTM. Estuda os instrumentos. além de limitado pelos paralelos 80o S e 84o N.000 (metros) para não se ter valores negativos a oeste do meridiano central.Fl. minutos e segundos é de uso geral para referenciar qualquer ponto da Terra. o sistema UTM. . acrescidas de 500. angulares. cujo significado etimológico é "descrição do lugar". já as coordenadas E (leste) crescem de W para E. deve contar com a indicação da Zona UTM. • Topografia Pode ser definida como uma ciência aplicada. em graus. baseada na Geometria e na Trigonometria. métodos de operação no terreno. 25/26 do Equador que é a referência de origem. cálculos e desenhos necessários ao levantamento e representação gráfica de uma parte da superfície terrestre. pois as mesmas coordenadas métricas N e E repetem-se em todas as 60 zonas. Observar que enquanto o sistema de coordenadas geográficas.

Central: Detalhe da chapa: Coordenadas Geográficas Longitude: Latitude: h (elipsoidal): H (ortométrica): Ondulação Geoidal (N): Vista Geral do marco: Descrição do marco: Croqui de Localização: Itinerário : Observações: . 26/26 Anexo .A Nome do Marco: Equipamento utilizado: DATUM HORIZONTAL: Monografia do Marco Localidade: Município: Tempo de Rastreio: Data: Responsável/Empresa: DATUM VERTICAL: UTM E: N: Fuso: M.Fl.

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