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lr

Curso dc Magia
J. F. F. AlraIao
Capa. Oswaldo Diniz
Prcfacio. Fiia Lcc

Vcrsao para cDool
cDoolsDrasil.con

Fonic Digiial
Docuncnio do Auior

© 2000,2006 J. F. F. AlraIao
supcrviriual«supcrviriual.con.lr


Una pullicaçao clcirónica da EDITOFA SUPEFVIFTUAL
LTDA.
Colalorando con a prcscrvaçao do Pairinónio
Iniclcciual da Hunanidadc.
WclSiic. Iiip.11www.supcrviriual.con.lr
E-Mail. supcrviriual«supcrviriual.con.lr
(rcproduçao pcrniiida para fins nao-concrciaisi

O Autor
J.F.F. AlraIao c advogado c jornalisia; consulior
jurídico dc divcrsas organizaçõcs, c filiado à Ordcn dos
Advogados do Drasil (Sao Pauloi, à Associaçao dos
Advogados dc Sao Paulo, ao Sindicaio dos Jornalisias
Profissionais no Esiado dc Sao Paulo, à Fcdcraçao
Nacional dos Jornalisias Profissionais c à Organizaçao
Inicrnacional dos Jornalisias.
O Auior icn csiudado c pcsquisado iodas as fornas
dc oculiisno, icndo sido consagrado Dalalaó (cargo
na×ino dcniro dos Culios Afroi cn 1988, apos longa
vivcncia no Candonllc, c icr sc associado a divcrsas
cniidadcs dc cunIos rcgional, nacional c inicrnacional,
cono o Insiiiuic of Nociic Scicnccs (EUAi, Ancrican
Associaiion of Elccironic Voicc PIcnoncna (EUAi, Anis
dc la FadicsiIcsic (Françai, TIc Fadionic Associaiion
(Inglaicrrai, Orunnila (Nigcriai, FCS (Suíçai, cnirc
ianias ouiras.
É o ºFraicr Supcrior" c ºO.H.O - Ouicr Hcad of iIc
Ordcr - Calcça E×icrna da Ordcn, para o nundo iodo,
da O.F.C - Ordo Fosac Caclcsiis - Ordcn da Fosa
Cclcsic, una Ordcn Hcrnciica inicrnacionalncnic
csialclccida, c dc scu ºcírculo inicrno", a O.L.C. - Ordo
Loius Caclcsiis - Ordcn do Loius Cclcsic.
J.F.F. AlraIao nao da consulias, porcn ninisira
cursos c worlsIops solrc os assunios alordados ncsia
olra, alcn dc ouiros icnas csoicricos
O sínlolo na×ino da O.F.C., Ordcn dirigida pclo
Auior, c o ilusirado na capa dcsia olra. a cspada c a
rosa, sínlolo do ianirisno ocidcnial.

Sobre a Obra
CUHSO DE MAGIA dc auioria do advogado c jornalisia
J.H.H.AI)uIuo c una olra pioncira na liicraiura
csoicrica, º...c un vcrdadciro aliado na sua lusca dc
csclarccincnios solrc a Magia ...vocc, aprcndiz dc Mago,
podcra sc dar ao lu×o dc ncrcccr salcr alguns
podcrosos scgrcdos inviolavcis quc aic Ia pouco icnpo
cran proilidos a ncros noriais" (do prcfacio dc Hítu
Lcci.

J.F.F. AlraIao foi parcciro Musical c Magico dc
nosso saudoso Faul Sci×as quc, pclo ncsno, nuiria
incnso carinIo, ianio quc lIc dcdicou una dc suas
nais lclas conposiçõcs, dc grandc succsso. Cu)píntcí)o
do Uníuc)so.
Para iodos aquclcs dcscjosos dc conIcccr o quc
J.F.F. AlraIao c Faul Sci×as csiudaran c praiicaran
junios, cn sc iraiando dc Magia, rcconcndo o livro
CUHSO DE MAGIA, pois c o rciraio ficl da convivcncia
Magica dc anlos.
Suíuío Pussos
Fundador1Prcsidcnic do Faul Focl Clul1Faul Sci×as
Oficial Fa-Clulc
Auior do livro ºFAUL SEIXAS-UMA ANTOLOCIA"
ºCUFSO DE MACIA c, ao ncsno icnpo un roiciro
scguro para os principianics c una fonic consianic dc
consulias para os nais c×pcrincniados csiudiosos na
arca. Modcrno, scn csqucccr as lascs; profundo, scn
scr cansaiivo; rico dc infornaçõcs prccisas scn scr longo
c proli×o. Algo vcrdadcirancnic raro."
÷Zcííndu O)íundí Hupoííto ö A)scnío Hupoííto Júnío)
Criadorcs do
SISTEMA IMAGICK DE MAGIA
Auiorcs do livro ºSÍNTESE MÁCICKA"
ºMcu anigo J.F.F. AlraIao c un lcgíiino praiicanic
da Cicncia Sagrada c isso c una raridadc Iojc cn dia!
Prcsicn aicnçao no quc clc diz, pois scu iralalIo c
aliancnic rcconcndavcl."
÷ Mcst)c CIou KoI Suí (Munííu, Fííípínus)
Auto) do ííu)o °CUHA PHANICA AVANCADA"
ºCono ncnlro dcdicado dc nossa Ordcn, por varios
anos, dcvido à capacidadc c inicligcncia, passo-lIc,
assin, a posiçao dc Fraicr Supcrior c O.H.O. dc nossas
Ordo Fosac Caclcsiis c Ordo Loius Caclcsiis, ficando o
prczado anigo Fraicr P.. cono ncu lcgíiino succssor.
Lcvc adianic nossa ncnsagcn dc Anor, pois Ano) c u
Lcí, nus Ano) soI ]o)tc Vontudc".
÷ F)utc) Supc)ío) PIocníx U
o
Outc) Hcud o] tIc O)dc)
- O)do Lotus Cucícstís
(Ncu Yo)I, EUA)

J. R. R. ABRAHÃO

CURSO
DE
MAGIA


Esic livro c dcdicado à ncnoria dc
FFANZ DAFDON, quc o inspirou.
Possa sua Luz nos guiar no caninIo ccrio.

ÍndIce
Prcfacio. 10
Fiia Lcc

Princira Paric ÷ Tcoria. 12
Capíiulo 1. 13
Magia ÷ Algunas Dcfiniçõcs Inporianics
Capíiulo II. 43
As Egrcgoras Colciivas c a Hicrarquia dos Dcuscs
Inicrnos do Honcn
Capíiulo III. 51
Dcfiniçõcs Dasicas das Eniidadcs ºOucn c Oucnº
Capíiulo IV. 62
Parancnios da Magia Ccrinonial
Capíiulo V. 64
O Ouc Caracicriza os Parancnios da Magia Evocaiiva
Ccrinonial
Capíiulo VI. 66
Parancnios da Magia Fiiual ÷ Scrvcniia c
Sinlolisno
Capíiulo VII. 68
A Opcraçao nais Inporianic da Magia. O coniaio c o
ConIccincnio do Anjo da Cuarda, a Naiurcza do
Ananic Sccrcio, do Augocidcs, dc CIoronzon c do
Haliianic do Unlral
Capíiulo VIII. 74
Drcvc Iniroduçao à Fadiónica ÷ O Ouc Sao
Maquinas Fadiónicas

Scgunda Paric ÷ Praiica. 78
Capíiulo IX. 79
A Praiica da Evocaçao Magica
Capíiulo X. 96
Pcniagranas, Hc×agranas c Ouiras Esirclas
Capíiulo XI. 115
Invocaçao Magica
Capíiulo XII. 117
A Invocaçao dc una Eniidadc
Capíiulo XIII. 119
A Praiica da Criaçao dc Egrcgoras
Capíiulo XIV. 124
Conscicncia dc Scr Dcus
Capíiulo XV. 126
Conclusao. O Ouc c Magia
Dilliografia. 128


PreIácIo

Salcnos quc as pcrolas do ConIccincnio nao dcvcn
cair nas naos dc ºporcos", ncn ianpouco
pcrnancccrcn prisionciras cicrnas dc ºposcurs", quc sc
auio-dcnoninan Magos, afinal, Dcus c ºdcusnocraiico"!
Dc alguna nancira quis o Proposiio Divino dar à raça
Iunana o livrc arlíirio, grandc pivó do ºciunc" cnirc
anjos c dcnónios na sua Saniíssina Hicrarquia. O quc
fazcr pois con nossa voniadc, nossos dcscjos? Casira-
los? Policia-los? MclIor c lcn usa-los. ºSc Dcus
quiscssc quc a gcnic nao quiscssc, nos icria fciio
fornigas", diz ncu anigo JOSE HOHEHTO HOMEIHO
AHHAHAO ncsic scu livro ºdclui" Cu)so dc Mugíu. Cono
usar nossa voniadc para iransfornar a vida c fazcr uso
do livrc arlíirio, c fazcr Magia. Vocc, aprcndiz dc Mago,
podcra sc dar ao lu×o dc ncrcccr salcr alguns
podcrosos scgrcdos inviolavcis quc aic pouco icnpo
cran proilidos a ncros noriais. O Cu)so dc Mugíu do
AHHAHAO c un dicionario1alnanaquc iransparcnic,
salpicado dc infornaçõcs lasicas, icoricas c praiicas ÷
un vcrdadciro aliado na sua lusca dc csclarccincnios
solrc a Magia. É claro quc vocc ianlcn icra a
rcsponsalilidadc c o cuidado dc nao dci×ar csias pcrolas
ao alcancc dc qucn ainda nao salcria aprcciar csic nívcl
dc ConIccincnio, nao c ncsno? Alias, fossc na Idadc
Mcdia, scríanos iodos qucinados nas foguciras da
Inquisiçao con csic Cu)so dc Mugíu dclai×o do lraço...
Eu, Icin (c o nonc dai Fosa! Foi-sc o icnpo cn quc
Magia, a aric dc nodificar o nundo pcla voniadc
vcrdadcira, cra coisa dc gcnic csquisiia c dcnoníaca.
Esianos cn plcna cra dc Aquario, ondc ioda curiosidadc
csoicrica c pouca. Vocc prccisa dc infornaçõcs para nao
ncicr os pcs pclas naos nc×cndo con a ºcoisa" dc una
nancira irrcsponsavcl. AHHAHAO conia, scn pudorcs,
qucn c qucn dcniro da Magia c dc quclra nos ofcrccc
no final un suculcnio cardapio con tIc Icst o] dos
grandcs Mcsircs c Magos para qucn qucira ncrgulIar
dc calcça na Magia. É quc clc salc cono ningucn quc
dificilncnic algucn lc scu Cu)so dc Mugíu c para por aí.
O lcgal ianlcn c quc o AHHAHAO nao icn a posiura
nosc ín tIc uí) dos gurus, nuiio ncnos osicnia scr dono
da vcrdadc. Elc gcncrosancnic passa para vocc scus
vinic anos dc csiudos, sclccionando íu c)cnc dc íu c)cnc
dc íu Mugíc. Tudo scn culpa ncnIuna c cn nonc do
Dcscjo Maior. Vocc salc cono sc proicgcr? Salc cono
fazcr riiuais scn corrcr risco? Salc cono usar dc suas
ºarnas" para a cura? Ouais sao as suiis difcrcnças cnirc
Voodoo, Candonllc, Unlanda c Ouinlanda? Ouc ial
aprcndcr a disiinguir scu Eu Supcrior do scu Anjo da
Cuarda?
O Mago rcspciia sua propria voniadc nao cono ncro
capricIo c sin fazcndo uso dc sua inagcn c scnclIança
dc Dcus Pai-Mac.
Fiia Lcc


PrImeIra Parte
TeorIa



Cap¡tuIo I
MagIa
AIgumas DeIInIções
Importantes

O quc c "MACIA"?
Cono dizia Alcisicr Crowlcy (1875-1947i, o fanoso c
conirovcriido Mago inglcs, "Magia c a Cicncia c a Aric dc
provocar nudanças dc acordo con a Voniadc". Porianio,
Magia c a cicncia c a aric dc provocar nudanças, quc
ocorrcn cn confornidadc con a voniadc.
E cssas nudanças, ocorrcn aondc, cn quc Esfcra ou
Plano?
Scgundo o ncsno Alcisicr Crowlcy, clas ocorrcn no
nundo naicrial, porianio, no plano físico. Scgundo Dion
Foriunc, una das nais conIccidas oculiisias lriianicas
dcsic scculo, porcn, cssas nudanças ocorrcn na
conscicncia individual do Mago.
Dc qualqucr corrcnic quc alraccnos, icnos ircs
coisas disiinias c dc suna inporiancia.
1i nao inporia qual dcfiniçao usada para "Magia", o
rcsuliado rcal c o ncsno;
2i o rcsuliado oliido c dc aparcnic nudança no
nundo naicrial, pouco inporiando sc a nudança
ocorrcu no nundo naicrial ou soncnic na psiquc do
opcrador;
3i Magia funciona.


Para sc icr una idcia nais anpla do quc c×princ a
palavra "Magia", dcvcnos scpara-la da fciiiçaria ou
lru×aria. E cono fazc-lo? Sinplcs. Na
fciiiçaria1lru×aria, nao sc conprccndc a forna dc
opcraçao dos Elcncnios da naiurcza, nao sc lusca
dcscnvolvcr adcquadancnic c dc forna cquililrada o
conjunio dc qualidadcs Icrnciicas do Ioncn (c da
nulIcri, alcn do quc sc lusca nos clcncnios naicriais
nais dcnsos (pcdras, folIas, fogo naicrial, cic.i a
csscncia dos Elcncnios dos quais cnanan. Oucr dizcr,
usa-sc una fogucira para airair a cncrgia do Elcncnio
Fogo, c assin por dianic.
Para icrnos a Magia lcn dcfinida, dcvcrcnos
conprccndcr quc a ncsna nao sc dividc sinplcsncnic
cn "lranca" ou "ncgra", cgoísia ou aliruísia, c ouiras
dcfiniçõcs dc cunIo noral. dividc-sc, isio sin, cn
DOCMÁTICA c PFACMÁTICA.
DOCMÁTICA c a forna dc Magia quc faz uso dc
sínlolos alIcios aos pcssoais, sinlologia cssa díspar
daqucla pcricnccnic ao sul-conscicnic do opcrador.
É a forna dc Magia cnsinada nas olras iradicionais
do assunio, c nas Escolas idcn.
PFACMÁTICA c a quc faz uso apcnas dos sínlolos
pcssoais, do faior dc rcssurgcncia aiavica, do
sinlolisno prcscnic no sul-conscicnic do opcrador.
Muiias Escolas dc Magia icn-sc naniido no sisicna
Dognaiico, cnquanio as nais nodcrnas luscan no
sisicna Pragnaiico una saída inicligcnic. Enirc csias,
podcnos ciiar os scguidorcs dos Mcsircs FFANZ
DAFDON, PASCAL DEVEFLY FANDOLPH, AUSTIN
OSMAN SPAFE c ALEISTEF CFOWLEY. Enirc os
scguidorcs dc Alcisicr Crowlcy, quc sc auio-dcnoninan
"THELEMITAS" ou scguidorcs dc TIclcna (Vcrdadci, Ia
os quc nao cnicndcran lcn scus cnsinancnios, criando
sisicnas Dognaiicos. Ha, porcn, os quc scgucn dc
forna inicligcnic scus cnsinancnios, pois scr TIclcniia
c icr sua propria "rcligiao", scu proprio Dcus, posio quc
Alcisicr Crowlcy dizia "nao c×isic Dcus scnao o Ioncn".
Enirc os nais lrilIanics scguidorcs dos ciiados Mcsircs
acina, dcsiaco un grupo quc sc dcnonina "Círculo do
Caos" ou I.O.T. (Illuninaics of TIanaicros, Iluninados
dc TIanaicrosi, fundado pclo ncu anigo Pcicr Jancs
Carroll, con a colaloraçao dc ouiras calcças cspcciais
cono Isaac Doncwiiz, Adrian Savagc, Fraicr U.. D..,
cnirc ianios ouiros.
Crcio firncncnic quc a Magia Pragnaiica pcrniiira o
rcsgaic conplcio da "Cicncia Sagrada".
Os dois iipos dc Magia, Dognaiica c Pragnaiica,
podcn csiar prcscnics cn quaisqucr dos Nívcis
Opcracionais dc Magia, cono vcrcnos alai×o.

1i Os "Cinco Aios Magicos Classicos".
Ai Evocaçao;
Di Divinaçao;
Ci Encaniancnio;
Di Invocaçao;
Ei Iluninaçao.

Os "Cinco Aios Magicos Classicos" podcn csiar
prcscnics nos "Cinco Nívcis dc Aiividadc Magica".
2i Os "Cinco Nívcis dc Aiividadc Magica".
Ai Fciiiçaria;
Di SIananisno;
Ci Magia Fiiual;
Di Magia Asiral;
Ei Alia Magia.


Para dcfinir nclIor o quc foi diio nos dois iicns
acina, vcjanos a scguir lrcvcs dcfiniçõcs dc anlos.
(vcrsao livrc do "LíIc) KKK", coniido na olra "LíIc)
Kuos", dc auioria dc Pcicr Jancs Carrolli.
"N¡veI de FeItIçarIa"
÷ Evocaçao ÷ o Mago cria, aricsanalncnic, una
inagcn, una csculiura, un asscniancnio; as funçõcs
podcn scr as nais divcrsas, dcfinidas pclo Mago; o
fciicIc c iraiado cono un scr vivo; podc ou nao conicr
clcncnios do Mago.

÷ Divinaçao ÷ un nodclo sinplcs do univcrso c
prcparado pclo Mago, para usa-lo cono fcrrancnia
divinaioria; Funas parcccn adcquadas; Cconancia c o
idcal; I-CIing c Taroi sao lons ianlcn; usar lasianic,
cn iodas as siiuaçõcs, nanicndo un diario con iodos
os rcsuliados oliidos scndo anoiados.

÷ Encaniancnio ÷ para cssa funçao podc-sc uiilizar
una scric dc insiruncnios, nas cn cspccial dcvc-sc
olicr una fcrrancnia cspccial, dc significado disiinio
para o Mago; para fazcr o cncaniancnio, o Mago faz
una rcprcscniaçao física do oljcio do dcscjo, usando as
fcrrancnias nagicas para rcalizar a icairalizaçao do aio;
por c×cnplo, o loncquinIo rcprcscniando a pcssoa, c
laiizado ou coisa quc o valIa, dcpois roga-sc pragas
solrc o ncsno, cniao sc cspcia clc iodo con alfincics,
rcprcscniando fcrincnios na víiina.

÷ Invocaçao ÷ aqui o Mago icsia os liniics dc sua
Ialilidadc dc criar nudanças arliirarias causadas por
nodificaçõcs csiudadas do anlicnic c dc
conporiancnio; por c×cnplo, dccorar iodo o Tcnplo
cono sc fossc un Tcnplo dc un Dcus Egípcio, vcsiir-sc
cono ial Dcus, pcrsonificando-o duranic dcicrninado
pcríodo dc icnpo. É o quc os iniciados fazcn quando
"incorporan" scu Ori×a.

÷ Iluninaçao ÷ aqui o Mago lusca a clininaçao das
fraquczas c o conconiianic forialccincnio dc suas
viriudcs. Algo cono una inirospccçao dcvc scr rcalizada,
para conIcccr as proprias qualidadcs c os proprios
dcfciios.
"N¡veI SbamânIco"
÷ Evocaçao ÷ o Mago lusca csialclcccr una
visualizaçao dc una cniidadc por clc projciada, para
rcalizar scus dcscjos; nuiias vczcs, podc-sc visualizar a
ncsna Eniidadc quc sc "asscniou" no nívcl dc fciiiçaria.
Podc-sc inicragir con cssas cniidadcs cn sonIo, dondc
sc iira o concciio do "parcciro asiral".

÷ Divinaçao ÷ consisic, lasicancnic, cn visõcs
rcspondcndo a qucsiõcs cspccíficas; o Mago inicrprcia a
visao dc acordo con scu sinlolisno pcssoal.

÷ Encaniancnio ÷ o Mago icnia inprinir sua
voniadc no nundo c×icrior por una visualizaçao
sinlolica ou dircia do cfciio dcscjado.

÷ Invocaçao ÷ aqui o Mago rciira conIccincnio c
podcr do aiavisno, cn gcral do aiavisno aninal; para
isso, o Mago dcvc scr "ionado" por alguna forna dc
aiavisno aninal. A iniiaçao da aiiiudc do aninal cn
qucsiao ajuda nuiio csia opcraçao.

÷ Iluninaçao ÷ o Mago visualiza sua propria noric,
scguido do dcsncnlrancnio dc scu corpo; cniao, dcvc
visualizar a rcconsiruçao dc scu corpo c a scguir scu
rcnascincnio. É a cIanada "jornada" dos SIanans.
"N¡veI de MagIa RItuaI"
÷ Evocaçao ÷ o Mago podc cvocar a Eniidadc ja
iralalIada nos dois nívcis anicriorcs, ou cniao qualqucr
ouira. En gcral, un sígíío dcscnIado cn papcl,
sinlolizando a Eniidadc cvocada, c o quc lasia para
criar o vínculo ncccssario cnirc a ncnic do Mago c a
Eniidadc quc sc dcscja cvocar.

÷ Divinaçao ÷ qualqucr insiruncnio dc divinaçao
scrvc, nas o Mago dcvc, anics da praiica, sacralizar os
insiruncnios da divinaçao, por ncio dc algun iipo dc
praiica. Mciodos conplc×os scrvcn iao lcn quanio os
sinplcs, nas una aiiiudc da ncnic, nanicndo un
csiado dc conscicncia algo alicrado, c inprcscindívcl.

÷ Encaniancnio ÷ aqui cniran cn açao as "A)nus
Mugícus", quc varian dc acordo con o Mago, dcniro, c
claro, dc un sinlolisno univcrsal. A conccniraçao dcvc
scr no riiual, ou no sígíío, ao invcs dc na rcalizaçao do
dcscjo; o sígíío c iraçado con a fcrrancnia nagica, no
ar, c a ncnic c lcvada a un csiado alicrado dc
conscicncia. Assin, cnira cn açao a ncnic inconscicnic,
nais podcrosa ncssas opcraçõcs.

÷ Invocaçao ÷ o Mago lusca saiurar scus scniidos
con as c×pcricncias corrcspondcnics a, ou sinlolicas
dc, alguna qualidadc pariicular quc lusca invocar; no
caso, podc scr dos Arquciipos Univcrsais, airavcs da
dccoraçao do Tcnplo c dc sua pcssoa con córcs,
aronas, sínlolos, pcdras, planias, nciais c sons
corrcspondcnics aquclc Arquciipo dcscjado. O Mago
icnia scr "possuído" pcla Eniidadc cn qucsiao; as
classicas Fornas-Divinas ou Posiuras-Magicas icn uso
aqui; anics dc qualqucr Evocaçao Magica, o Mago dcvc
Invocar Dcus, iornando-sc clc.

÷ Iluninaçao ÷ icn a caracicrísiica dc luscar (c
cnconirari csfcras dc podcr dcniro dc nos ncsnos; aqui
calc o sisicna dc iniciaçao Icrnciica cnsinado por
Franz Dardon cn scu "Inítíutíon Into Hc)nctícs".
"N¡veI de MagIa AstraI"
Todas as opcraçõcs dcsic nívcl sao idcniicas a iodas
as praiicadas nos ircs nívcis anicriorncnic dcscriios,
c×ccio quc sao rcalizadas apcnas cn anliio ncnial, isio
c, na ncnic do Mago. Porianio, iudo ocorrc nos planos
inicriorcs do Mago, dcsdc a consiruçao dc scu Tcnplo,
aic as OPEFACÕES nais praiicas.
"N¡veI de AIta-MagIa"
As opcraçõcs ncsic nívcl sao clcvadas, dcvcndo scr
praiicadas soncnic por qucn ja scja un Iniciado pclo
sisicna dc Franz Dardon; as OPEFACÕES ncsic nívcl
sao as colcrias pclos ircs iralalIos sulscqucnics dc
Franz Dardon (F)uIuto TIc Mugícíun; TIc P)uctícc O]
Mugícuí Euocutíon, TIc Kcu To TIc T)uc OuuIIuíuIi.
* * *
Sc quiscrnos dcfinir cono o "Fíuìdo Vítuí" cnana c
dondc cnana, pcrniiindo a naicrializaçao das Encrgias
Magicas, dcvcrcnos csiudar as ircs unicas fornas dc
produzí-lo.

1i Enanaçao individual do Fluído Viial;
2i Sacrifício Viial;
3i Orgasno Sc×ual.

E para conprccndcr o alcancc da Magia, podcrcnos
dcfinir sua cnvcrgadura dc podcr.
1i Microcosnos Inicrno ÷ visando provocar
iransfornaçõcs no proprio opcrador;
2i Microcosnos E×icrno ÷ visando iransfornaçõcs
cn ouiros scrcs vivos;
3i Macrocosnos ÷ visando iransfornaçõcs sociais ou
glolais (Cosnos, ncio-anlicnic, conporiancnio dc
grupos dc aninais ou dc vcgciais, colciividadcs, cic.i.

Tcnos ainda as caicgorias dc Magia, ou SISTEMAS
MÁCICOS.

SISTEMA DA COLDEN DAWN (AUFOFA DOUFADAi.
c una fusao rígida da Calala praiica con a Magia
Crcco-Egípcia. Scu sisicna conplc×o dc Magia Fiiual c
firncncnic lascado na iradiçao ncdicval Europcia. Ha
una grandc cnfasc na Magia dos Nuncros. Os
parancnios riiuais sao dc una inprcssionanic riqucza
sinlolica, lcn cono os riiuais sao lasianic variados dc
acordo con a finalidadc c o grau nagico dos
pariicipanics. Suas iniciaçõcs sao por graus, concçando
pclo Ncofiio (0÷0i, indo aic os graus sccrcios (6÷5 c 7÷4i,
alcançados, c conIccidos, por poucos; aic a lcn pouco
icnpo, fora da Ordcn pcnsava-sc scr o 5÷6 o grau
na×ino da Aurora Dourada. Curioso quc na Coldcn
Dawn nao sc praiicava (ncn sc acciiavai a Magia Sc×ual.
Dcsic Sisicna propagou-sc o uso dc Sigilos c
Paniaculos, lcn cono rcssurgiu o inicrcssc pcla Calala,
Nuncrologia, Asirologia c Cconancia. Alcn disso, sua
inicrprciaçao c sinplificaçao do Sisicna-dos-Taiiwas do
livro "As Fo)cus Sutís du Nutu)czu" dc auioria dc Fana
Prasad, pcrniiiu una grandc alcriura. Una das nais
inporianics adiçõcs ao oculiisno ocidcnial, dada pcla
Coldcn Dawn, foi airavcs dc scu nciodo dc "Criaçao dc
Inagcns Tclcsnaiicas" (solrc o assunio, vcr o ic×io
rclaiivo ao ncsnoi.

SISTEMA THELEMICO (THELEMA, ALEISTEF
CFOWLEYi.
criado acidcnialncnic (foi a pariir da visiia dc una
Eniidadc quc Alcisicr Crowlcy ionou o dirccionancnio
quc o faria criar csic sisicnai, csic Sisicna original c,
aiualncnic, un dos nais concniados c pouco
conIccidos. Tcndo cono ponio dc pariida o "LIDEF AL
VEL LECIS" (O LIVFO DA LEIi, diiado por una Eniidadc
nao-Iunana (o Dcus Egípcio HÓFUS, Dcus da Cucrrai,
o sisicna TIclcnico anpliou suas froniciras, fazcndo
una rcvisao na Magia Fiiual, na Magia Sc×ual c nas
Arics Divinaiorias. Faz uso, a "Corrcnic 93", das
Corrcnics Draconiana, Ofidioniana c Tifoniana. TIclcna,
cn grcgo, significa voniadc.
Os TIclcniias rcconIcccn cono cquivalcnic
nuncrologico calalísiico o nuncro 93. Os TIclcniias
cIanan aos cnsinancnios coniidos no "LIVFO DA
LEI"(THE DOOK OF THE LAWi dc "Corrcnic 93". As duas
frascs nagicas dos TIclcniias sao "FAZ O OUE TU
OUEFES POIS É TUDO DA LEI" ("DO WHAT THOU WILT
SHALL DE THE WHOLE OF THE LAW"i c "AMOF É A
LEI, AMOF SOD VONTADE" ("LOVE IS THE LAW, LOVE
UNDEF WILL"i, quc dizcn rcspciio aos nais sullincs
scgrcdos do "LIVFO DA LEI". As nusicas "A LEI" c
"SOCIEDADE ALTEFNATIVA", dc auioria dc Faul Sci×as,
dcfincn lcn a filosofia TIclcniia, quc nao icn nada a
vcr con as lolagcns quc andan dizcndo por aí. Fiiuais
inporianics sao rcalizados nos dois solsiícios c nos dois
cquinocios, o quc dcnonsira una influcncia da
Dru×aria.
Alcisicr Crowlcy foi iniciado na Coldcn Dawn;
associou-sc, apos alandonar a ncsna, con a A..A..
(AFCENTUM ASTFUM, ESTFELA DE PFATAi, ianlcn
cIanada dc CFANDE FFATEFNIDADE DFANCA, c con
a O.T.O. (OFDO TEMPLI OFIENTIS, OFDEM DOS
TEMPLOS DO OFIENTEi, as quais clc noldou dc acordo
con suas crcnças c convicçõcs pcssoais. Muiios
confundiran TIclcna con Saianisno, o quc c un
incnso cngano. Ha nuiias Ordcns TIclcnicas, cono a
O.F.M (Ordo Fosac Misiicaci, por c×cnplo, quc scgucn a
filosofia lasica, nas con diiancs proprios ÷ cono
uiilizar una "Árvorc da Vida" con dozc "csfcras" (fora
DaaiIi, o quc rcsulia nun Taroi con 24 Arcanos
Maiorcs.
Ha, porcn, una cisao da O.T.O, a O.T.O.A. (Ordo
Tcnpli Oricniis Aniigua, Ordcn dos Tcnplos do Oricnic
Aniigai, ocorrida quando Alcisicr Crowlcy assuniu a
"dircçao" da O.T.O. nundial; a O.T.O.A. nanicn-sc ficl à
iradiçao prc-crowlcyana, conicndo cn scu calcdal
nuiios cnsinancnios do VUDÚ Haiiiano. A O.T.O.A. c
dirigida por MicIacl Dcriiau×, cuja fornaçao nagica c
Franco-Haiiiana. Foi clc, alias, qucn iniroduziu os
cnsinancnios dc Crowlcy na O.T.O.A., iornando-a,
assin, una das Ordcns Magicas con naior quaniidadc
dc cnsinancnios a dar. A O.T.O.A., alcn das Corrcnics
ciiadas acina (Draconiana, Ofidioniana c Tifonianai,
ianlcn faz uso da Corrcnic Aracnidoniana. O sisicna
da O.T.O. ianlcn funciona por graus, indo dcsdc o grau
I° aic o VII°, con nuiia icoria; daí, vcn os graus
rcalncnic opcraiivos, o VIII° (Auio-Magia Sc×uali, o IX°
(Magia Hcicrocroiicai c o XI° (Magia Honocroiicai; c×isic
ainda o grau X°, quc nao c porcn un grau nagico, nas
políiico-adninisiraiivo, scndo scu poriador clciio pclos
ouiros poriadorcs dos graus IX° c XI° (o candidaio a
grau X dcvcra scr un dclcsi, iornando-sc o lídcr
nacional da Ordcn. Alcisicr Crowlcy cra poriador do
grau-nagico XI° da O.T.O..

SISTEMA AUFUM SOLIS.
una variaçao do Sisicna da Coldcn Dawn, lasianic
conplcio, icndo cono principal adiçao ao Sisicna
ncncionado, o uso dc praiicas dc Magia Sc×ual ÷ nuiio
cnlora scus nciodos dcssa forna dc Magia nao
parcçan scr nuiio poicnics. Mas conicn no scu lojo
iodo o naicrial iccnico da Coldcn Dawn, c×ccio icr
rcalizado una sinplificaçao na sinlologia dos
parancnios. Esic grupo c lidcrado pclos rcnonados
oculiisias Mcliia Dcnning c Oslornc PIillips.

SISTEMA SALOMÔNICO (dc SALOMÃOi.
lasicancnic consisic no uso dc Sigilos c Paniaculos
dc Inicligcncias Planciarias, quc scrao Evocadas, ou
Invocadas solrc Talisnas c Paniaculos.
É un sisicna inporianic quc foi aprovciiado por
quasc iodas as Ordcns Oculias Iojc cn aiividadc.

SISTEMA DA MACIA PLANETÁFIA.
criado pclo grupo "Aurun Solis"; lascia-sc cn riiuais
dcsiinados a Evocar ou Invocar os "Espíriios Olínpicos",
Eniidadcs Planciarias (Inicligcnciasi, ou Arquciipos (dos
Arcanos do Taroi, Scrcs ou Dcuscs1Dcusas Miiologicos,
cnirc ouirosi. É un sisicna praiico, conplcio, cficicnic,
dc poucos riscos c facil dc colocar cn praiica.

SISTEMA SANCFEAL.
criado pclo fanoso oculiisia Willian C. Cray, c un
Sisicna quc lusca fundir a Tradiçao Ocidcnial cn suas
principais nanifcsiaçõcs. a Calala c a Magia. Na
vcrdadc, a Calala aqui alordada c a icorica, quc alias c
uiilizada cn iodas as Escolas dc Oculiisno, c×ccio
aquclas quc alraçan o Sisicna dc Calala Praiica dc
Franz Dardon, do Sisicna Hcrnciico. Apcsar disso, c un
Sisicna lasianic conplcio c racional, quc icn fascinado
os nais c×pcricnics c conpcicnics oculiisias da
aiualidadc. A olra dc W.C.Cray c c×icnsa nas nao
c×ccssiva, o quc conirilui para faciliiar o csiudo dcsic
Sisicna.
Sua principal caracicrísiica c a dc "criar" (dcniro dc
cada praiicanici un "sisicna solar cn niniaiura". A
pariir daí, cada iniciado iralalIa cn scu Microcosnos c
no Macrocosnos dc forna idcniica.

SISTEMA DOS TATTWAS.
c un nciodo dc uiilizaçao dos sínlolos graficos
oricniais rcprcscnianics dos cinco clcncnios
(Éicr1AlasIa, Fogo, Água, Ar, Tcrrai.
Usa-sc o dcscnIo pcriincnic cono forna dc
ncdiiaçao c c×pansao da ncnic ÷ iransfornando-sc,
ncnialncnic, o dcscnIo cn un "porial", daí pcncirando
ncssc "porial", indo dar, ncnialncnic, cn ouiras
dincnsõcs. É un cficicnic nciodo dc auio-iniciaçao.

SISTEMA DE PATHWOFKINC.
idcniico cn iudo ao Sisicna dos Taiiwas, c×ccio quc
uiiliza-sc dcscnIos rclaiivos às Esfcras c CaninIos
("PaiIs", daí o nonci da Árvorc-dc-Vida, quc c un
Iicroglifo calalísiico. Podc-sc, alicrnaiivancnic, uiilizar-
sc dc Sigilos dc divcrsas Eniidadcs (visando "viajar" para
as paragcns Ialiiadas por aquclasi, ou aic ncsno Vcvcs
(Sigilos do Vudui, con a ncsna finalidadc ÷ a auio-
iniciaçao.

SISTEMA SATANÍSTICO (SATANISMOi.
c un fcnóncno crisiao; so c×isic por causa do
Crisiianisno. Dascia-sc no dualisno Dcus-Dialo,
prcscnic cn ianias culiuras; no dualisno Dcn-Mal,
prcscnic no inconscicnic colciivo. Hisioricancnic, o
Saianisno cono culio organizado nunca c×isiiu, aic a
criaçao da Igrcja dc Saia, fundada cn 30 dc Alril dc
1966, por Anion Szandor La Vcy, na California, Esiados
Unidos. A pariir dc cniao, o Saianisno passou a coniar
con riiuais cspccíficos, luscando criar vcrsõcs proprias
da Magia Fiiual c da Magia Sc×ual, alcn dc icr sua
propria vcrsao da Missa Caiolica, cIanada MISSA
NECFA. Dasicancnic, iudo cono convcncionou-sc
cIanar dc Magia Ncgra (sulncicr os ouiros a nossa
voniadc, causar cnfcrnidadcs, provocar acidcnics ou
dcsgraças c aic a ncsno a noric dos ouiros, olicr
vaniagcns cn qucsiõcs lcgais, cn assunios ilcgais ou
inorais, corronpcr a ncnic alIcia, cic.i, icn lugar cnirc
os Saianisias.
Na corrcnic da Igrcja dc Saia, nao sc prcga o
sacrifício aninal, sulsiiiuído pclo orgasno sc×ual; o
sacrifício Iunano inc×isic, ao ncnos con a prcicnsa
víiina "ao vivo" ÷ c acciiavcl rcalizar un riiual visando
a noric dc ouircn, quc, cniao, scra una "víiina
sacrificial", cnlora nao scja inolada nun aliar, a la
alguns Saianisias quc praiican a inolaçao dc pcssoas.
Porianio, os Saianisias nodcrnos podcn vir a rcalizar
sacrifícios Iunanos, dcsdc quc scjan apcnas na forna
dc riiuais rcprcscniados dc forna icairal. Isio c, o
sacrifício c dc forna sinlolica apcnas.
Os cnsinancnios dc La Vcy lascian-sc nos dc
Alcisicr Crowlcy, Ausiin Osnan Sparc, O.T.O. c F.S.
(Fraicrniias Saiurnii, alcn dc fazcr c×icnso uso das
"CIanadas Enoquianas".
O Saianisno dc La Vcy c un culio organizado, nada
icndo a vcr con os Saianisias quc, volia c ncia, sao
nancIcic dos noiiciarios.
Dasicancnic, a crcnça do Saianisia dividi-sc cn ircs
ponios.
1i O Dialo c nais podcroso quc Dcus;
2i aquclcs quc praiican o nal pclo nal, csiao
rcalizando o iralalIo dc Saia, scndo, porianio, scus
scrvidorcs;
3i Saia rcconpcnsa scus scrvidorcs con podcrcs
pcssoais c faciliia-lIcs saiisfazcr c rcalizar scus dcscjos.
Saianisias vcrdadciros sao raros, a grandc naioria
dos quc sc dizcn ial sao sinplcsncnic pcssoas
possuídas por forças dcsconIccidas quc invocaran ÷ c
scu dcsiino scra a cadcia, o nanicónio ou a iunla,
dcpois do suicídio.
Saianisno nao c Lucifcrianisno. Vcr nais alai×o
"Lucifcrianisno".

SISTEMA DA MACIA SACFADA DE ADFAMELIM (OS
OUADFADOS MÁCICOSi.
un iipo dc Magia Fiiual cujo alvo principal c a
convcrsaçao con o proprio Anjo da Cuarda; dcpois, sc
fara uso dc una scric dc Ouadrados Magicos quc
cvocan cncrgias divcrsas. É un sisicna podcroso c
pcrigoso, no qual nuiios c×pcrincniadorcs sc "dcran
nal", alias, nuiio nal.
As insiruçõcs dadas no fanoso livro quc cnsina csic
Sisicna nao dcvcn scr lcvadas a calo "ao pc da lcira",
dc forna irrcflciida; dcvc-sc, porcn, icr ioial aicnçao aos
cnsinancnios, anics dc colocar os ncsnos cn praiica.
Cono cn iodos os ic×ios aniigos, aqui ianlcn nuiia
coisa csia cifrada ou vclada.
Dcsic podcroso Sisicna aparcccran inuncras
praiicas con "quadrados nagicos" quc nada icn a vcr
con o Sisicna cnsinado ncsia olra.

SISTEMA ENOOUIANO (MACIA ENOOUIANA,
ENOCHIAN MACICi.
c un sisicna sinlolicancnic conplc×o, quc consisic
na Evocaçao dc Encrgias ou Eniidadcs dc irinia csfcras
dc podcr cn iorno da Tcrra. É un sisicna podcroso c
pcrigoso, nas ja c×isicn divcrsos guias praiico no
ncrcado, quc pcrniicn una conduçao rclaiivancnic
scgura. Esic Sisicna foi dcscolcrio por JoIn Dcc c
Edward Kcllcy; posicriorncnic, foi apcrfciçoado pcla
Coldcn Dawn, por Alcisicr Crowlcy c scus nuiios
scguidorcs, cnirc clcs valc dcsiacar Ccrald ScIuclcr. Os
"noncs larlaros" a quc sc rcfcrcn nuiios ic×ios dc
oculiisno sao os "noncs dc podcr" uiilizados ncsic
Sisicna Magico. Aqui, iralalIa-sc nun univcrso
proprio, disiinio daquclc conIccido no Hcrnciisno c na
Asirologia. Dusca-sc coniaio con Elcncniais, Anjos,
Dcnónios c con o proprio Anjo da Cuarda. Dizcn
alguns cnicndidos quc a fanosa "Arca da Uniao" c o
"Tallcic da Uniao", pcça fundancnial dcsic Sisicna.
Essc "Tallcic da Uniao" cnconira-sc a disposiçao dc
qualqucr Mago quc cruzc o "Crandc Alisno E×icrior",
apos a passagcn pclo sul-plano dc ZAX, no Plano
AlasIico, Eicrico ou "do Espíriio", local aondc csiao
siiuados os sul-planos LIL, AFN, ZOM, PAZ, LIT, MAZ,
DEO, ZID c ZIP, os uliinos cnirc os 30 AciIyrs ou sul-
planos. Essa rcgiao c logo anicrior ao uliino "ancl pclo
qual nada passa", iudo isso dcniro do concciio do
Univcrso pcla física cnoquiana.
Para cnccrrar nossa alordagcn solrc a Magia
Enoquiana, un aviso. nuiio cuidado ao pronunciar
qualqucr palavra no idiona cnoquiano, pois as ncsnas
icn nuiia força, podcndo provocar nanifcsiaçõcs nos
planos suiis ncsno quc as "cIanadas" icnIan sido
fciias dc forna inconscicnic ou inconscqucnic.

SISTEMA DA DFUXAFIA (WITCHCFAFTi.
aic vircn à luz os iralalIos dc Ccrald Cardncr,
Faynond Duclland c Scoii CuningIan, nao sc podia
considcrar a Dru×aria un sisicna nagico. As lru×as c
os lru×os sc rcuncn nos "covcns", quc por sua vcz
cnconiran-sc nos "sallais", as oiio grandcs fcsiividadcs
dcfinidas pclos solsiícios, pclos cquinocios, c pclos dias
cquidisianics cnirc csscs. Os uliinos sao considcrados
nais inporianics.
A Dru×aria c un nisio dc nciodos dc Magia classica
(Fiiual, Sc×ual, cic.i, con praiicas dc Magia Naiural (uso
dc vclas, inccnsos, crvas, lanIos, poçõcs, cic.i,
culiuando Eniidadc Pagas cn gcral. Nada icn a vcr con
o Saianisno. Dons c×cnplos do quc podcnos cIanar dc
Dru×aria, cn língua poriugucsa, csiao no livro "DFIDA",
dc auioria dc Paulo CoclIo. Aquilo la dcscriio nosira
lcn o Sisicna da Dru×aria, ncnos níiido, nas ianlcn
prcscnic nas suas ouiras olras. Pcna a insisicncia dc
algunas pcssoas cn condcnar a lru×aria a un lugar
infcrior cnirc os Sisicnas Magicos.

SISTEMA DFUIDA (DFUIDISMOi.
Ia nuiio cn conun cnirc o Druidisno nodcrno c a
Wicca (nonc dado nos paíscs dc língua inglcsa à
Dru×ariai. As principais difcrcnças rcsidcn na niiologia
uiilizada nos scus riiuais (a Ccliai, alcn dos locais dc
culio (cnirc arvorcs dc carvalIo ou círculos dc pcdrasi. O
Druidisno podc scr rczunido cono un culio à Mac
Naiurcza cn iodas as suas nanifcsiaçõcs riiuais.

SISTEMA SHAMÃNICO (SHAMANISMOi.
o SIananisno c a raiz dc ioda forna dc Magia.
Florcsccu pclo nundo iodo, nas nais divcrsas fornas,
dando origcn a divcrsos culios c rcligiõcs.
Sua origcn rcnonia a Idadc da Pcdra, con inuncras
cvidcncias disso cn cavcrnas Ialiiadas ncssa cra. O
SIananisno nodcrno csia ainda cnlrionario, cnlora
suas raízcs scjan profundas c forics. O SIanan c una
cspccic dc curandciro, con podcrcs cspcciais nos planos
suiis. O SIananisno caracicríza-sc pcla Ialilidadc do
SIanan cnirar cn iransc con grandc facilidadc, c
scnprc quc dcscjado.

SISTEMA DEMONÍACO (COETIA, COÉCIAi.
consisic na Evocaçao das Eniidadcs Dcnoníacas,
Dcnónios, dc Ialiianics da "Zona Mauva" ou das
OlipIas. É una variaçao unilaicral da Magia Evocaiiva
do Sisicna Hcrnciico. Olviancnic c un Sisicna nuiio
pcrigoso.

SISTEMA SOLAF.
aondc sc lusca, unica c c×clusivancnic, o
conIccincnio c a convcrsaçao con o Anjo da Cuarda.

SISTEMA DON-PO (DON-PAi.
c un Sisicna dc Magia originario do Tilcic. É una
sciia dc Magia Ncgra, con csirciias ligaçõcs con as
Lojas da FOCC (Ordcn Franco-Massónica da Ccniuria
Douradai, scdiadas cn MunicI, AlcnanIa, dcsdc 1825,
con ouiras 98 Lojas cspalIadas por iodo o nundo. Na
O.T.O.A. faz-sc uso dc praiicas nagicas Don-Pa.
Mcnlros da sciia Don-Pa csiivcran cnvolvidos con
organizaçõcs sinisiras, cono a "Mao Ncgra", rcsponsavcl
para Arquiduquc Fcrdinando da Áusiria, o quc
prccipiiou o nundo na Princira Cucrra Mundial.
Duranic a cra Nazisia na AlcnanIa, ncnlros da
sciia Don-pa cran visios frcqucniando a cupula do
podcr. Ouiro nonc pclo qual a sciia Don-Pa ou Don-Po c
conIccida c "A Fraicrnidadc Ncgra". Muiios cIcfcs dc
Esiado, ariisias fanosos c pcssoas dc dcsiaquc na
socicdadc, foran ou sao vinculados à Don-Pa ou à FOCC
÷ airavcs dc "pacios" fciios con as Forças das Trcvas.
Valc noiar quc, na AlcnanIa Nazisia, iodas as Ordcns
Hcrnciicas foran pcrscguidas c proscriias ÷ c×ccio a
FOCC. E, na CIina, apos a ionada do podcr por Mao
Tsc Tung, iodas as sciias foran pcrscguidas c proscriias
÷ c×ccio a Don-Pa. Scrian Hiilcr c Mao Tsc Tung
ncnlros das ncsnas, assin cono scus principais
asscclas? Valc a pcna lcr a olra "FFADATO", dc auioria
dc Franz Dardon, c a cdiçao do ncs dc Agosio dc 1993
da rcvisia "PLANETA" (Ediiora Trcsi. En anlas, nuiia
coisa c rcvclada solrc a Iisioria dcssas sciias ÷
inclusivc solrc suas praiicas ncfasias.

SISTEMA ZOS-KIA-CULTUS.
criado por Ausiin Osnan Sparc, o rcdcscolridor do
Culio dc Priapo. É a princira nanifcsiaçao organizada
dc Magia Pragnaiica. Dascia-sc na fusao da Magia
Sc×ual con a Sigilizaçao Magica. A olra "Praciical Sigil
Magic", dc Fraicr U.. D.. rcvcla scus scgrcdos. É un
Sisicna cficicnic, nas nao scrvc para qualqucr pcssoa,
soncnic para aquclas dc ncnic alcria c scn
prcconcciios. O noiivo c sinplcs. scu nciodo dc Magia
Sc×ual c o conIccido cono "Crau VIII°", na O.T.O., ou
scja, a Auio-Magia Sc×ual.

SISTEMA FÚNICO (MACIA DE FUNAS, FUNE
MACICK, FUNESi.
Funas sao lciras-sínlolos, cada qual con
significados variados c disiinios. Tcn uso cn Divinaçao,
cn Magia Paniacular c cn Mcdiiaçao.
Infclizncnic, a Calala das Funas pcrdcu-sc para
scnprc na noiic dos icnpos. As Funas icn origcn
ioialncnic Tcuiónica. As Funas icn sc iornado un dos
nais inporianics alfalcios nagicos, ialvcz dcvido a scu
podcr cono clcncnios cnissorcs dc ondas-dc-forna,
ialvcz dcvido à facilidadc dc sua cscriia.

SISTEMA ICÔNICO ou ICONOCFÁFICO (aniigo
Sisicna Hclraísiai.
dcscnvolvido por JEAN-CASTON DAFDET, con a
colaloraçao dc JEAN DE LA FOYE, c un sisicna
iccnicancnic conplc×o, quc consisic cn uiilizar as
lciras dc fórna Iclraicas cono fonic dc cnissõcs-dc-
ondas-dc-forna. Hojc, con o Sisicna aprinorado por
Anionio Fodrigucs, uiiliza-sc dcssas lciras, alcn dc
ouiros sínlolos ou íconcs, para a dciccçao c criaçao dc
"csiados csoicricos", lcn cono para ncuiralizar ou
alicrar cncrgias suiis divcrsas. É un dos nais poicnics
quc c×isic, dcniro da visao dc cnissorcs c dcicciorcs dc
ondas-dc-forna. Fodrigucs iniroduziu nuiias "palavras
dc conicudo nagico" ncssc Sisicna, nuiias das quais
oriundas da olra "777", dc Alcisicr Crowlcy. Sc for
uiilizado cono forna dc ncdiiaçao, ou conjuniancnic à
Calala Sinlolica (a quc faz uso do Iicroglifo da Árvorc-
da-Vidai, c cficicnic para a praiica do "PaiIworling".

SISTEMA DO VUDÚ (VOUDOUN, VOODOOi.
apcsar dc scr iido cono una rcligiao priniiiva, o
VUDÚ c, na rcalidadc, un sisicna dc Magia, alias
lasianic conplcio.
Nclc cnconiranos Invocaçao, Evocaçao, Divinaçao,
Encaniancnio c Iluninaçao. Praiicas nao cnconiradas
nos ouiros Culios Afro (Candonllc, Lucuní, Sanicriai,
cono por c×cnplo a Magia Sc×ual, prcscnic no VUDÚ,
cnlora dc forna nao nuiio aprinorada, c×ccio dcniro
do VOUDON CNÓSTICO c do HOODOO.
As posscssõcs quc ocorrcn no VUDÚ (cono no
Candonllc, Lucuní c Sanicriai, sao rcais, fruio da
Invocaçao Magica dos Dcuscs, Dcusas c dcnais
Eniidadcs. Nao sc iraia dc una c×icriorizaçao dc algun
iipo dc dupla-pcrsonalidadc, ncn dc una posscssao por
Elcncniarcs ou por Cascarõcs Avivados (cono
nornalncnic ocorrc cn rcligiõcs quc fazcn uso das
ncsnas praiicasi. A posscssao no VUDÚ c un fcnóncno
conplcio c rcal. O Dcus "nonia" o indivíduo da ncsna
forna quc un scr Iunano nonia nun cavalo. As
Eniidadcs "solcn" do solo para o corpo do indivíduo,
pcncirando inicialncnic pclos scus pcs, daí "sulindo", c
isso c una scnsaçao unica, quc so podc scr dcscriia por
qucn ja icvc ial c×pcricncia. Cada LOA (Dcus ou Dcusai
do VUDÚ icn sua pcrsonalidadc disiinia, podcrcs
cspccíficos, rcgiõcs dc auioridadc, alcn dc insígnias ou
cnllcnas ÷ vcvcs c fcrrancnias. Crcio firncncnic quc
una fusao dos Culios Afro so irara lcncfícios a iodos os
praiicanics da Cicncia Sagrada.
Os avanços do VUDÚ foran ianios, cspccialncnic do
VUDÚ CNÓSTICO, do VUDÚ ESOTÉFICO c do VUDÚ
DO NOVO AEON, quc cnirc suas praiicas cnconira-sc
aic ncsno un Sisicna Fadiónico-Psicoirónico, quc faz
uso dc Maquinas Fadiónicas con as finalidadcs
Fadiónicas convcncionais (Magia dc saudc, dc
prospcridadc, dc succsso, dc Iarnonia, conlaic às
Forças das ircvas c às Forças Psíquicas Assassinas,
conlaic aos Inplanics Magicos, cic.i, alcn dc favorcccr
as "viagcns" ncniais c asirais ÷ as viagcns no icnpo!
Essc Sisicna foi laiizado, por scus praiicanics, dc
VUDUTFÔNICA.
O VUDÚ c, guardadas as dcvidas proporçõcs, una
"Fcligiao TIclcnica", posio quc a "vcrdadc individual"
quc sc lusca no Sisicna TIclcnico, culnina aqui con a
dcscolcria do Dcus individual, o quc rcsulia nuna
"Fcligiao Individual", isio c, a Divindadc c ioda a rcligiao
dc un indivíduo c ioialncnic disiinia do quc scja para
qualqucr ouira pcssoa. E isso c TIclcnico, ao ncnos cn
scu scniido nais anplo. As Eniidadcs do Vudu sao
"asscniadas" (fi×adasi cn rcccpiaculos divcrsos, quc vao
dcsdc vasos conicndo divcrsos clcncnios organicos
nisiurados (os Asscniancniosi, aic garrafas con ianpa,
passando pclas Aiuas ÷ cai×inIas dc nadcira piniadas
con os Sigilos (Vcvcsi dos Loas, con ianpa, aliancnic
airaiivas para os Espíriios. Mas as praiicas uiilizando
clcncnios da Magia Naiural, cono crvas, lanIos,
dcfunaçõcs, conidas ofcrccidas às Eniidadcs, sao iodas
praiicas adicionadas posicriorncnic ao VUDÚ, nao paric
inicgranic dcsdc scu início. No Vudu sc faz uso, alcn da
Egrcgora do proprio culio, das Corrcnics Aracdoniana,
Insccioniana c Ofidiana.

SISTEMA DE MACIA DO CAOS (CHAOS MACIC,
KAOS MACICK, CIFCLE OF CHAOS, CÍFCULO DO
CAOS, I.O.T. ÷ Illuninaics of TIanaicros, Iluninados
dc TIanaicrosi.
a Magia do Caos icn origcn nos iralalIos dc Ausiin
Osnan Sparc, rcdcscolridor do Culio dc Priapo. A Magia
do Caos c aiualncnic lasianic divulgada por scu
organizador Pcicr Jancs Carroll, alcn dc Adrian Savagc.
Os praiicanics da Magia do Caos considcran-sc
Icrdciros nagicos dc Alcisicr Crowlcy (c da O.T.O.i c dc
Ausiin Osnan Sparc (c da ZOS-KIA CULTUSi.
Scu sisicna procura cnglolar iudo quanio scja valido
c praiico cn Magia, dcscariando iudo quanio for nais
conplc×o quc o ncccssario. Caracicriza-sc por nao icr
prcconcciios conira ncnIuna forna dc Magia, dcsdc quc
funcionc!
Esia sc iornando o nais influcnic Sisicna dc Magia
cnirc os iniclcciuais da nodcrnidadc. Enirc suas
praiicas nais inporianics valc rcssaliar o uso da Magia
Sc×ual, cn cspccial dos nciodos "dc nao csqucrda".
Scus graus nagicos sao cinco, cn ordcn dccrcsccnic.
4°, 3°, 2°, 1° c 0°.

SISTEMA DE MACIA NATUFAL.
consisic na uiilizaçao dc clcncnios físicos, na forna
dc rcalizar aios dc Magia Muníaca (cfigcs dc pcssoas,
rcprcscniando-as, iornando-sc rcccpiaculos dos aios
nagicos dcsiinados àquclasi, lcn cono no uso dc
lanIos cncrgciicos, dcfunaçõcs, pos, ungucnios, cic.,
visando olicr rcsuliados nagicos pcla "via do ncnor
csforço".

SISTEMA NECFONOMICÔNICO (DO
NECFONOMICONi.
una variaçao da Magia Fiiual, quc lascia-sc na
niiologia prcscnic nos conios dc Iorror do auior
HOWAFD PHILLIPS LOVECFAFT, cn cspccial no Dcus
CiIulIu, c no livro nagico O Nccrononicon (ciiado con
frcqucncia pclo auiori. Aiualncnic, divcrsos grupos
fazcn uso dcsic Sisicna na praiica, cnirc clcs valcndo
dcsiacar a I.O.T., a O.F.M. c a Igrcja dc Saia. Franl C.
Fipcl, oculiisia iialiano quc lidcra a O.F.M., podc scr
considcrado o nais inporianic divulgador dcsic Sisicna
dc Magia, alcn dc scr o rcnovador do Sisicna
TIclcnico; nas o grupo I.O.T. icn sido o rcsponsavcl
pcla nodcrnizaçao (c c×plicaçao racionali dcsic podcroso
Sisicna. Alias, podcroso c pcrigoso, por isso ncsno
airacnic. Tao airacnic quc foi criada una colcçao dc
FPC's vcrsando solrc o culio dc CiIulIu, o
Nccrononicon c ouiras idcias dc H.P.Lovccrafi.

SISTEMA LUCIFEFIANO (LUCIFEFIANISMO,
FFATEFNITAS SATUFNIi.
nuiio parccido con o sisicna dc Magia da O.T.O.
(TIclcnicoi, ccniralizando suas praiicas na Magia
Sc×ual (cn cspccial nas praiicas dc Mao Esqucrdai, na
Magia Fiiual c na Magia Elcirónica, conia, porcn, con
una disiinçao fundancnial do sisicna prcgado por
Alcisicr Crowlcy. cnquanio na O.T.O lusca-sc a fusao
con a Encrgia Criadora, airavcs da dissoluçao do cgo,
na Fraicrniias Saiurni (FSi lusca-sc clcvar o cspíriio
Iunano a una condiçao dc Divindadc, alcançando o
ncsno csiado quc o da Divindadc culiuada. LÚCIFEF, a
oiiava supcrior dc SATUFNO, cuja rcgiao ccniral c o
DEMIUFCO, c cuja oiiava infcrior c SATÃ, SATAN,
SHATAN ou SATANÁS (c sua conira-paric fcninina,
SATANAi. Porianio, Lucifcr c Saia sao cniidadcs
disiinias.
Na F.S., Ia 33 graus, alguns nagicos, ouiros
adninisiraiivos.

SISTEMA HEFMÉTICO (HEFMETISMO, FFANZ
DAFDONi.
sisicna anplancnic c×plicado (na icoria c na
praiicai nas olras dc Franz Dardon, rccncarnaçao dc
Hcrncs Trisncgisios (confornc sua auio-liografia
iniiiulada "FFADATO, THE MACICIAN"i. O sisicna
Hcrnciico prcga un dcscnvolvincnio gradaiivo das
Encrgias no scr Iunano, pariindo dc sinplcs c×crcícios
dc rcspiraçao c conccniraçao ncnial, aic o donínio dos
clcncnios, daí à Evocaçao Magica, c aic à Calala, aondc
aprcndc-sc o nisiicisno das lciras c o uso nagico dc
palavras c scnicnças, algunas das quais foran
uiilizadas para rcalizar iodos os nilagrcs dcscriios na
Díllia c cn ouiros ic×ios sagrados. Considcro csic o
nais conplcio c pcrfciio Sisicna dc Magia. É o unico
Sisicna ioialncnic racional c cicniífico.

SISTEMA CADALÍSTICO (OUADDALAH, KADALAH,
TANTFA, FÓFMULAS MÁCICASi.
confornc diio acina, c a praiica do nisiicisno das
lciras (isio c, do conIccincnio das córcs, noias
nusicais, clcncnios naiurais c suas rcspcciivas
qualidadcs, rcgiõcs do corpo cn quc cada lcira aiua,
cic.i, daí das palavras c dc scnicnças; o uso dc nais dc
una lcira, calalisiicancnic, icn o nonc dc Fornula
Calalísiica. E Tanira? Tanira no Oricnic, Calala no
Ocidcnic. Ha nuiias cscolas dc Tanira, ouiras ianias dc
Calala, nas a quc nais nc agrada c a dc Franz Dardon.
Parccc-nc a nais conplcia c prccisa.
Muiias Escolas dc Oculiisno, quc uiilizan a Calala
cono paric dc scus cnsinancnios, o fazcn uiilizando a
cIanada Calala Tcorica, quc lascia-sc no Iicroglifo da
Árvorc da Vida c suas airiluiçõcs. Poucas Escolas
uiilizan a Calala Praiica, cono cnsinada por Franz
Dardon. As difcrcnças cnirc a Calala Praiica c a Tcorica
sao nuiias, nas, cono principal disiinçao, na Calala
Tcorica o cnriquccincnio pcssoal c apcnas a nívcl
icorico, isio c, iniclcciual, cnquanio quc na Praiica sc
aprcndc, sc conprccndc, sc vivc a rcalidadc do
Misiicisno das Lciras. O ncsno conIccincnio quc foi
uiilizado para criar iudo quanio c×isic no Univcrso. É
sinuliancancnic Dognaiico c Pragnaiico.

MACIA ELETFÔNICA.
c una forna "accssoria" da Magia Fiiual, uiilizando-
sc dc parancnios do iipo "Dolina Tcsla" ou "Ccrador
Van Dc Craff", para gcrar podcrosas cncrgias visando
poicncializar os riiuais.

SISTEMA PSICOTFÔNICO (PSICOTFÔNICAi.
c una forna dc Magia Pragnaiica, pois uiiliza do
sinlolisno proprio do Mago (una vcz quc scra csic a
dcicrninar quais os nuncros a scrcn uiilizados, qual o
icnpo dc c×posiçao ao podcr do cquipancnio uiilizado,
ou ainda una scric cnornc dc "coisas" passívcis dc
cnissao psicoirónica, dcicciadas ou dcicrninadas por
ncios radicsicsicos ou iniuiiivosi, aliado à clciricidadc c
à clcirónica, para produzir scus cfciios. Apcsar dc
uiilizar-sc dc aparaio nuiias das vczcs sofisiicado, icn o
ncsno iipo dc açao quc ouiras varicdadcs dc Magia
Fiiual, isio c, dcpcndc inicirancnic (ou quasci das
qualidadcs nagicas do opcrador.

SISTEMA DE EMISSÕES DE ONDAS-DEVIDAS-ÀS-
FOFMAS (SISTEMA DE ONDAS-DE-FOFMAi.
c una forna dc Magia Dognaiica, posio quc faz uso
dc parancnios c sínlolos scn paralclo no sul-
conscicnic do Mago; c×ccçao sc aplica aos graficos quc
dcpcndcn dc una sclcçao radicsicsica dc scu dcsign,
cono, por c×cnplo, no sisicna AlpIa-Oncga (aondc sc
sclcciona os algarisnos nuncricos c a quaniidadc dc
círculos cn iornc daquclcs, para sc consiruir o graficoi.
Ncsic, csic sisicna Pragnaiico. Para c×cnplificar o
uso praiico, sc
uiiliza cquipancnios lidincnsionais ou
iridincnsionais; os princiros sao os graficos cnissórcs,
conpcnsadorcs c noduladorcs dc Ondas-dc-Forna,
cnquanio os ouiros sao os aparclIos iipo piranidcs,
csfcras ócas, ncias-csfcras, arranjos cspaciais quc
parcccn nolilcs, cic. Ncsic Sisicna, na sua paric
iridincnsional, c quc sc uiiliza os pcndulos, as
forquilIas c dcnais insiruncnios radicsicsicos,
raldonaniicos c gco-liologicos.

SISTEMA FADIÔNICO (FADIÔNICAi.
c a unica nodalidadc dc Magia quc, apcsar dc
ioialncnic cncai×ada no sisicna dc Magia Fiiual, c
Icrdcira unica do sisicna Psicoirónico, rcunc cn si,
sinuliancancnic, as caracicrísiicas dc Dognaiisno c
Pragnaiisno.
Os nciodos uiilizados para a dciccçao das cncrgias
sao niiidancnic Pragnaiicos, una vcz quc fazcn uso dc
pcndulos (radicsicsiai ou das placas-dc-fricçao (sisicnas
sujciios à Lci das Sincronicidadcs, dc Carl Cusiav Jungi.
O "coraçao" do sisicna Fadiónico, porcn, nao c scu
nciodo dc dciccçao (una vcz quc Ia aparclIos scn
ncnIun sisicna dc dciccçao, cono a Pcggoiiy Doard, ou
Talua dc CravilIasi, nas scu sisicna dc índiccs.
Esscs índiccs sao cn gcral dcscolcrios ou criados
pclos pcsquisadorcs do sisicna cn qucsiao, c passados
adianic para os ouiros usuarios do sisicna, quc nao sao
ncccssariancnic pcsquisadorcs.
Assin, quando sc uiiliza índiccs dcscnvolvidos por
ouiras pcssoas, sc csia opcrando no sisicna Dognaiico,
apcsar dc quc os nuncros prcscnics nos índiccs sao
scnprc conuns à ncnic dc qualqucr opcrador ÷ nas as
scqucncias cn quc clcs aparcccn, quc fornan os
índiccs, o fazcn dc forna dcsconIccida ao sul-
conscicnic do opcrador, porianio dc forna Dognaiica.
Ouando, porcn, fazcnos uso dc índiccs quc scjan
fruio dc nossas proprias pcsquisas ou c×pcricncias,
iralalIanos, cniao, dc forna Pragnaiica.
Porianio, cn sc iraiando dc Fadiónica, soncnic
nossas proprias pcsquisas pcrniicn un iralalIo
ioialncnic Pragnaiico.

SISTEMA DO CANDOMDLÉ.
nuiio parccido con o Sisicna do Vudu, nas
sinplificado. Na vcrdadc, o Candonllc c un culio aos
Dcuscs c Dcusas do panicao Nagó, aondc prcdonina a
Magia Naiural, con grandc cnfasc nos sacrifícios
aninais, na criaçao dc Elcncniarcs Ariificiais c cn
ouiras ianias praiicas nagicas ÷ cono os lanIos dc
crvas, o uso dc pos nagicos, cic. ÷ , alcn dc Evocaçõcs
c Invocaçõcs das Divindadcs culiuadas. É un Sisicna
dc grandc poicncial, infclizncnic iornado, ao longo dos
anos, infcrior ao Vudu, do ponio dc visia iniciaiico.

SISTEMA DA UMDANDA.
consisic na Invocaçao dc Eniidadcs dc un panicao
proprio c c×ircnancnic conplc×o, visando olicr os
favorcs das Eniidadcs "incorporadas"; ianlcn c×isic a
Evocaçao quando sc faz "ofcrcndas" dc coisas divcrsas
para as Eniidadcs. É lasicancnic un culio dc "Magia
Dranca".

SISTEMA DA OUIMDANDA.
nuiio parccido con o Sisicna da Unlanda, soncnic
quc aquí sc iralalIa con Eniidadcs dcnoníacas; c
lasicancnic un culio dc "Magia Ncgra".

SISTEMA DA WICCA.
un aprinorancnio do Sisicna dc Fciiiçaria, a Wicca
c una rcligiao nuiio lcn organizada c sisicnaiizada,
scndo quc ncla sc aloliu a praiica dc sacrifícios aninais,
quc cra frcqucnic na Fciiiçaria. Ha un rano nais
cliiizado da Wicca, a Sca×-Wicca, dos scguidorcs dc
Ccrald Cardncr, quc lusca aprinorar a Wicca,
iransfornando-a nun culio ncnos dognaiizado quc a
Wicca iradicional.

SISTEMA DE MACIA SEXUAL.
icnos aquí una alcriura para scic sul-sisicnas,
quais scjan.

÷ SISTEMA DA O.T.O.. lasicancnic un nciodo dc
Magia Sc×ual quc lusca a clcvaçao cspiriiual airavcs do
sc×o. Tcn ircs graus dc apiidao nagica sc×ual ÷ o VIII,
o IX c o XI. Podc scr considcrado o Tanira ocidcnial. Vcja
"Sisicna TIclcnico".
÷ SISTEMA DA O.T.O.A.. c nuiio parccido con o da
O.T.O., porcn faz uso nao apcnas da Magia Sc×ual
praiicada físicancnic, nas ianlcn dc praiicas asirais
dcssc iipo dc Magia.
÷ SISTEMA MAATIANO. criado por dissidcnics da
O.T.O., icn una visao nais nodcrna da Magia Sc×ual.
Sua visao solrc o grau XI° c pariicularncnic disiinia.
÷ SISTEMA DA FFATEFNITAS SATUFNI (F.S.i. c
dcrivado da O.T.O., nas alcriancnic Lucifcriano. Vcja
"Sisicna Lucifcriano".
÷ SISTEMA ANSAFIÉTICO. criado pclos AnsaricIs
ou Aluíias da vclIa Síria, c o princiro dos nodcrnos
nciodos dc Magia Sc×ual.
÷ SISTEMA DE EULIS. criado por Pascal Dcvcrly
FandolpI, un iniciado cnirc os Aluíias, c un nciodo
cicniífico dc Magia Sc×ual ocidcnial, nuiio podcroso c
pcrigoso. Scu criador cra ncdico, c concicu suicídio
apos nuiios prollcnas na vida ÷ cra nulaio, políiico
lilcral, lilcriino, rcsidcnic nos Esiados Unidos. No
scculo XIX!
÷ SISTEMA ZOS-KIA. criado por Ausiin Osnan
Sparc, consisic no uso nagico da "Auio-Magia Sc×ual"
ou "Auio-Anor". É ianlcn un Sisicna nuiio poicnic c
pcrigoso. Scu criador, ialcnioso ariisia plasiico,
norrcu csquccido c quasc na niscria. Vcja cn vcrlcic
proprio.
÷ SISTEMA PALLADIUM. criado por Folcri NoriI,
csiudioso dc Franz Dardon, P.D.FandolpI, Alcisicr
Crowlcy, alcn dc ouiros ncsircs do oculiisno. Tcn sua
douirina, os Palladianos, no concciio do scr Iunano
prc-adanico, isio c, no scr Iunano lisc×uado, para o
qual o rclacionancnio sc×ual cra dcsncccssario para a
procriaçao. Esscs scrcs cran os "EloIin", "FilIos dc
Dcus", quc criaran o "pccado" rclacionando-sc
sc×ualncnic uns con os ouiros ÷ o quc cra
dcsncccssario -, provocando a "qucda" da Iunanidadc.
Con o "pccado", vcio a "puniçao". Dcus dividiu o sc×o
dos scrcs Iunanos, o quc provocou a c×pulsao dclcs do
"Édcn", sua "E×pulsao do Paraíso". Dascando-sc ncssa
crcnça, alcn dc luscar dccifrar os cnsinancnios oculios
dc iodos os Mcsircs, c inicrprciar o significado oculio da
liicraiura, os Palladianos luscan irazcr luz aos concciio
iao nal conprccndido da Magia Sc×ual.

E, para concluir, qucn cunIou os icrnos "Magia
Dognaiica" c "Magia Pragnaiica"?
ElipIas Lcvi iniroduziu o icrno vinculado à Magia,
con sua olra "Dogna c Fiiual dc Alia Magia". Fraicr
U..D.., nos scus "Sccrci of iIc Ccrnan Sc× Magicians" c,
pariicularncnic, no "Praciical Sigil Magic", iniroduziu o
icrno "Magia Pragnaiica".


Cap¡tuIo II
Deus
As Egrégoras CoIetIvas
e a HIerarquIa dos Deuses
Internos do Homem

Do ponio dc visia do Icrnciisno, Ia apcnas un
unico Dcus, quc nao icn forna ncn airiluios, quc nao
possui nonc ncn facc, quc c o princípio c o fin, quc c o
princiro c scra o uliino, quc foi, c c scnprc scra.
Os Dcuscs Mcnorcs, da niiologia ou das lcndas, sao
cnanaçõcs liniiadas da unica c vcrdadcira divindadc,
da Divina Providcncia.
Por csia razao, clcs (os Dcuscs Mcnorcsi sao iraiados
con rcspciio, nas nunca con rcvcrcncia ou louvaçao.
O Icrnciisia, o nago, ou qucn aspira sc-lo, nao dcvc
concicr o sacrilcgio dc orar por un dos Dcuscs
Mcnorcs, quc fazcn, cn conjunio, a Hicrarquia dos
Dcuscs Inicrnos do Honcn, una das dozc Iicrarquias
quc govcrnan o univcrso, cono nos o concclcnos.
Os Dcuscs sao fcrrancnias quc dcvcn scr uiilizadas
pclo nago con a auioridadc da Luz, scndo quc a Luz c a
cnanaçao prinaria; iodas as coisa lIc sao
sulscrvicnics.
O Ioncn nao prccisa curvar-sc à scr algun, nao
inporiando quao icrrívcl scja sua aparcncia. Essas
fornas Iorripilanics dcrrcicn-sc, cono ccra qucnic,
quando aiingidas pcla luz.
Suas csscncias sao os sonIos do inanifcsio, suas
fornas sao os sonIos da Iunanidadc.
Dcuscs nao sao janais criaçõcs individuais; sao,
scnprc, o iralalIo da ncnic colciiva dc una socicdadc.
Eis porquc ncnIuna ncnic soliiaria podc
conprccndc-los ou dcfini-los conplciancnic.
Apcsar dc icrcn sua fornas criadas pclo dcscjo
(conscicnic ou inconscicnici das pcssoas, os Dcuscs nao
sao una ncra ilusao, nas aspccios da nanifcsiaçao da
criaçao colciiva dc quc falanos acina, quc a socicdadc
cn qucsiao rcconIcccu c nagicancnic ccrcou,
crisializando-a cn fornas disiinias con noiivos
conprccnsívcis.
Considcrcnos o Dcus pagao TIor.
Alguns indivíduos crccn quc TIor c un fragncnio da
inaginaçao nordica, una cniidadc inaginaria, scn
qualqucr iraço dc c×isicncia rcal. Ouiros dirao quc,
cnquanio c vcrdadc quc TIor foi criado pcla
conccniraçao da voniadc das pcssoas, clc agora c×isic
cn algun nívcl suiil, porcn rcal, da c×isicncia, c
coniinuara c×isiindo cnquanio a ncnic das pcssoas
concclc-lo. Tcrcciros acrcdiian quc a ncnic Iunana
nada icn a vcr con a criaçao c c×isicncia dc TIor, quc
c×isic indcpcndcnicncnic da Iunanidadc, dc qualqucr
forna.
Todos cssc ponios-dc-visia nosiran un fraco
conIccincnio da naiurcza do inanifcsio.
Os scrcs Iunanos nao crian, sonos criaçõcs dc
Dcus.
O quc a Iunanidadc cIana dc suas criaçõcs sao, na
vcrdadc, criaçõcs da Luz do Inanifcsio agindo airavcs
dos scrcs Iunanos, da ncsna forna quc a luz física
lrilIa c airavcssa un prisna dc naicrial iransparcnic
no univcrso nanifcsio.
Ouando os Ioncns c as nulIcrcs concçaran sua
louvaçao a TIor, clcs nao invcniaran os airiluios da
cniidadc ÷ o irovao c o rclanpago, força, coragcn, furia,
dcsiruiçao ÷ nas rcconIcccran o princípio conun
airas dcssas qualidadcs c "focaran" isio nuna forna
con un nonc c una aparcncia Iunana.
Scndo assin, TIor ja c×isiia anics dos scrcs
Iunanos aparcccran, nao scndo, porcn, sinlolizado
cono un gucrrciro con os calclos ncgros, olIos firncs,
nusculaiura Icrculca, poriando un nacIado con dois
guncs (por vczcs un nariclo con duas poniasi.
Pclo podcr da divina providcncia quc csiava con clcs,
os indivíduos ionaran cssc sinlolisno do inanifcsio,
dc forna a conprccndcr c conirolar as forças dcssc
Dcus.
Os Iunanos nao criaran a rcalidadc suljciiva.
O quc fizcran foi provcr un vcículo airavcs do qual
as forças c×isicnics suljciivancnic pudcsscn
c×prcssar-sc para a raça Iunana. Dando a TIor una
forna Iunana, os nordicos dc ouirora dcran, às forças
c×isicnics, qualidadcs as quais, dc ouiro nodo, nao
possuirian.
O TIor prc-Iunanidadc nao iinIa nada cn conun
con os afazcrcs Iunanos, scus prazcrcs ou sofrincnios.
Nao cra un scr con ncnorias dc un passado ou
cspcranças pclo fuiuro.
Era un Princípio da Naiurcza, un concurso naiural
dc forças quc, quando noldado nuna forna Iunana,
podcria scr accssívcl cn linguagcn Iunana c rcspondcr
a nívcl inicligívcl por qucn o qucsiionassc.
Os nuncrosos Dcuscs quc csiao prcscnics cn
praiicancnic iodas as culiuras aniigas, c cn algunas
conicnporancas (Candonllc, Vudui, sao iodos Dcuscs
con noncs c fornas pclos quais sao rcconIccidos,
louvados, liniiados c dcfinidos por cssas culiuras.
Elcs sao, sinuliancancnic, ncnos c nais quc os
scrcs Iunanos.
Sao ncnos pois nao possucn livrc arlíirio, alcn dc
nao podcrcn janais cvoluir ou iornarcn-sc algo
difcrcnic do quc sao.
Sao nais pois dcicn inconcnsuravcl podcr naiural,
sao cicrnos c indcsiruiívcis, ao ncnos cn icrnos
Iunanos.
Mcsno quc ioda a Iunanidadc parc dc pcnsar nos
Dcuscs, aquclc concurso dc forças quc provcu o foco
para o Dcus pcrnancccra, pronio a rccclcr un novo
nonc c novo sinlolisno, dc alguna ouira culiura
fuiura.
Honcns nao crian Dcuscs, apcnas dao-lIc noncs ÷
nas c airavcs dcsics noncs quc ganIanos podcr solrc
os Dcuscs.
O conplc×o nonc dc un Dcus cnglola sua forna,
scus dcscjos, scus airiluios, suas Ialilidadcs c
liniiaçõcs; c un iipo dc nagia quc circunda c vincula o
Dcus à voniadc do grupo quc lIc dcu c×prcssao.
Eis o noiivo pclo qual c diio frcqucnicncnic quc os
Dcuscs dcpcndcn da dcvoçao c sacrifícios dc scus
scguidorcs, scn o quc clcs dcsvancccrian.
As pcssoas quc dao noncs aos Dcuscs sao, ao
ncsno icnpo, scrvidorcs c ncsircs dcsscs Dcuscs, pois,
pcla ncgaçao, csscs Dcuscs, scrian nandados para o
donínio das forças-ccgas da naiurcza, das quais a
cncrgia cn qucsiao lroiou.
O rclacionancnio cnirc os Ioncns (c nulIcrcsi con
scus Dcuscs c Dcusas, c sinlioiico c nuiuancnic
dcpcndcnic.
O princípio da fornaçao dos Dcuscs, nas socicdadcs
priniiivas, c sul-conscicnic.
É frcqucnic quc, ncsno no nais rico c variado
panicao dc Dcuscs ÷ Mcnorcs, cnconircnos una
divindadc supcrior, quasc (ou conplciancnici
indcfinívcl, quc foi rclcgada a un scgundo plano, isio c,
o da rcligiosidadc.
Os Ioncns (c as nulIcrcsi dcvcrian sc cnvcrgonIar
quando idolairan c louvan inagcns ou sínlolos, lcn
cono quando sc curvan dianic dc Dcuscs con nonc c
forna.
Na rcalidadc, nao Ia difcrcnça alguna cnirc as duas
aiiiudcs ciiadas acina.
Anlas ofcndcn a divina providcncia dc forna
idcniica.
Mas cssc caninIo dc ncniirinIa, quc afasia o scr
Iunano do csirada da cvoluçao cosnica, nao sc liniia
aos quc louvan "Dcuscs", nas a iodos os quc louvan
qualqucr ouira cgrcgora. E o quc c ncsno una
cgrcgora? A ncsníssina coisa quc "Dcuscs-Mcnorcs"
apcnas nao possuindo forna Iunanoidc ncn nonc.
Cono c×cnplo, icnos as cgrcgoras fornadas cn iorno
dc iodas as arics divinaiorias. En algunas fornas dc
divinaçao (Cconancia, Jogo-dos-Duzios, Opclc-ifa, cic.i
Ia una "convcnçao ncnial", da ncsna forna quc
algunas das "Cicncias E×pcrincniais" (Fadicsicsia,
Fadiónica, cic.i.
Essas "convcnçõcs ncniais" pcrniicn quc o
praiicanic alcancc o nívcl dc sua pcrccpçao c×ira-
scnsorial.
E c dcssa forna quc o indivíduo aiingc a Egrcgora do
sisicna cn qucsiao.
Cono c×cnplo, ioncnos a praiica da Fadiónica,
sisicna dc dciccçao dc cnfcrnidadcs c iraiancnio das
ncsnas, fciio a disiancia, con o uso dc un icsicnunIo
(foio, sanguc, calclo, saliva, assinaiura, cic.i do
cnfcrno.
A convcnçao ncnial c ir passando ou csfrcgando una
das naos nuna placa, na naquina, aic scniir, no dcdo
uiilizado, una scnsaçao dc iravancnio ao novincnio
inprinido.
É dcssa forna quc o radionicisia (praiicanic da
Fadiónicai aiingc scu nívcl dc pcrccpçao c×ira-scnsorial.
E c airavcs dcssc nccanisno (iccnicai quc o sujciio
pcncira na cgrcgora do cquipancnio radiónico quc csicja
uiilizando, dcscolrindo os índiccs corrcspondcnics à
cnfcrnidadc pcsquisada.
Os índiccs, isio c, nuncros quc corrcspondcn, no
caso da radiónica, a cnfcrnidadcs c iraiancnios,
fornan, no scu iodo, a cgrcgora do diio sisicna.
A Egrcgora aiingida scrvc para infornar solrc a
c×isicncia (c a csscnciai da cnfcrnidadc, lcn cono
solrc a forna dc conlaic-la, dc rcsialclcccr a saudc do
cnfcrno.
Dc quc scrviria conIcccr so a paric ncfasia? A
cgrcgora so icn funçao cono fcrrancnia, ncsic caso, da
lusca da Iarnonia, do cquilílrio pcrdido.
Calc ao nago uiilizar corrciancnic as fcrrancnias
dc quc dispõc. Dcvcnos uiilizar a cgrcgora cono una
fcrrancnia, scn quc a cla nos sulncianos, qucr
oljciivancnic ou suljciivancnic.
Nos culios aos Dcuscs, os praiicanics sulncicn-sc
às cgrcgoras dc forna oljciiva. Mas, na asirologia, os
praiicanics c consulcnics sulncicn-sc a cla
suljciivancnic, c anlas as siiuaçõcs sao idcniicancnic
ncfasias.
Pois a asirologia disia ianio da rcalidadc
asironónica, quc o quc aiua nos scrcs vivos c coisa
inaninadas nao sao as influcncias planciarias c
csiclarcs, nas as influcncias dc una podcrosa c
conplc×a cgrcgora quc aiua confornc foi, c
consianicncnic c, progranada.
Dasia quc sc olscrvc as cfcncridcs asironónicas
sinuliancancnic às asirologicas para quc sc noic quc,
scndo as princiras Iclioccniricas c as uliinas
gcoccniricas, as disiinçõcs sao nais nuncrosas do quc
as scnclIanças!
Daí alguns asirónonos ridicularizarcn a asirologia.
Fidículo c conparar as duas coisas, pois a
asirononia csiuda as posiçõcs dos asiros cclcsics
cnquanio a asirologia csiuda a novincniaçao c
ninucias conplc×as dc una cgrcgora capricIosa c
nuliifacciada, quc sc novc c inicragc a iodo insianic.
Mas, o nais inporianic, c salcr quc, sc fosscn as
influcncias dos asiros cclcsics con quc lidasscnos cn
asirologia, scria algo nais conplc×o para nudar, sc
possívcl fossc.
Cono, porcn, iraia-sc dc una cgrcgora, iudo c
nuiavcl airavcs dc praiicas nagicas.
É cono no jogo-dc-luzios. una iragcdia prcconizada
podc scr cviiada por proccdincnios nagicos.
Na asirologia, gconancia, iarologia, I-CIing, qualqucr
arics divinaiorias, iudo c scnclIanic, iudo podc scr
nudado.
As arics divinaiorias c×princn, oljciivancnic,
aspccios dc divcrsas cgrcgoras criadas para faciliiar a
passagcn do Ioncn pcla icrra, dando paranciros para
a nagia agir, suprinindo influcncias, aiuando cn
lradigcncsc (frciando o riino dos aconiccincniosi ou cn
iaquigcncsc (acclcrando o riino dos aconiccincniosi,
fazcndo con quc possanos conirolar nosso dcsiino,
dando scniido à c×prcssao. livrc-arlíirio!
É pclo c×posio quc sc conprccndc o noiivo pclo qual
as prcvisõcs fciias dcniro dc una cgrcgora dc cicncia
c×pcrincnial icn naior prccisao c cnvcrgadura nais
alrangcnic do quc aquclas fciias dcniro das cIanadas
arics divinaiorias, pois, nas princiras, fica cn rcalcc o
cnfoquc cicniífico c nas uliinas o nísiico; alcn disso,
prcvisõcs rcalizadas dcniro dc una cgrcgora dc arics
divinaiorias icn naior prccisao con indivíduo
vinculados àqucla cgrcgora (conscicnic ou
inconscicnicncnici c ianlcn con os quc nao icn
vínculo a cgrcgora alguna, do quc con sujciios vínculos
a ouiras cgrcgoras.
OBSERVACÃO:
Esic iralalIo nao diz rcspciio às "inicligcncias
originais", qucr cosnicas (posiiivasi ou caoiicas
(ncgaiivasi, quc sao rcflc×os puros da Luz (c das ircvasi;
con rcflc×os puros qucro dizcr quc nao passan pclo
prisna quc c o scr Iunano.
Igualncnic, csic naicrial nao iraia das cgrcgoras
individuais, ou scja fornas-pcnsancnio, clcncniarcs,
clcncniais-ariificiais, larvas, faniasnas, vanpiros,
sonlras, guardiõcs c ouiras criaçõcs individuais,
voluniarias ou involuniarias.


Cap¡tuIo III
DeIInIções BásIcas das
EntIdades EspIrItuaIs
ºQuem é Quem"

Todas as cniidadcs cspiriiuais cnanan da Divina
Providcncia. Porianio, ioda cniidadc cspiriiual c
scnclIanic. Sua unidadc c lasica, suas difcrcnças sao
supcrficiais.

÷ Dcuscs ÷ cniidadcs cspiriiuais dc grandc podcr,
criadas por una culiura ou socicdadc.

÷ Anjo ÷ cniidadc cspiriiual dcdicada ao scrviço da
Luz, à olra cosnica; c una "inicligcncia original".

÷ Dcnónio ÷ cniidadc cspiriiual dcdicada ao scrviço
do caos, no scrviço das ircvas; c una inicligcncia
original oposia.

÷ Elcncnial ÷ cniidadc cspiriiual fornada dc un
unico clcncnio filosofico, c a csic aiada.

÷ Espíriio planciario ÷ cniidadc cspiriiual fornada
das qualidadcs dc un unico asiro cclcsic, c a csic aiada.

÷ Elcncnial ariificial ÷ o ncsno quc clcncnial, nas
criado pcla ncnic Iunana, nuiias vczcs
inconscicnicncnic. Podc scr lcncfico ou nalcfico.

÷ Elcncnial falricado ÷ quasc a ncsna coisa quc o
Elcncnial ariificial, nas criado scnprc dc forna
conscicnic, nornalncnic con inicnçõcs nalcficas.

÷ Faniliar (ou Fanaliai ÷ cniidadc cspiriiual quc
podc scr dc una grandc varicdadc, dcsdc o "cspíriio" dc
un anicpassado, aprisionado por ncios nagicos, aic scu
"cascarao" avivado nagicancnic, con o uso dc una
cniidadc criada para cssc fin. En gcral scrvc a una
pcssoa, ou a un grupo rcsiriio dc pcssoas. A cssc
rcspciio, lcr os iralalIos rcfcrcnics a Egun,
cspccialncnic os dc auioria dc Fcrnandcs Poriugal,
AniIony Fcrrcira, Jorgc Allcrio Varanda c Luís dc
Jagun. Os iralalIos dc Fcrnandcs Poriugal (Yorulanai,
sao os nais conplcios, nas ialvcz un pouco Icrnciicos
para os nao-iniciados no Candonllc. Valc confcrir.

÷ Honunculo ÷ cniidadc cspiriiual, criada por un
individuo, na forna dc un scr Iunano, quc icn cn si
"colocadas" algunas sulsiancias naicriais nun "corpo
físico" scn funçõcs nagicas. Scu corpo físico podc,
porcn, scr nagicancnic aninado ncdianic praiicas
cspccíficas (vcr Iniiiaiion inio Hcrnciics, dc Franz
Dardoni. Muiias vczcs cIanado dc "Colcn", quc, porcn,
gcralncnic, uiiliza naicriais organicos cn sua c×ccuçao,
aic ncsno dc origcn Iunana.

÷ Inagcn Talisnanica ÷ o ncsno quc Honunculo
(quando cn forna Iunanoidci ou Asscniancnio
(quando dc qualqucr ouiro fornaioi.

÷ PsicIogonc ÷ clcncniar ou clcncnial-ariificial
criado por ncio da Magia Sc×ual. Nao confundir con
Ínculos c Suculos.

÷ Vanpiro ÷ cniidadcs cspiriiual quc suga
viialidadcs, à força, dc scrcs vivos. Muiias sciias dc
Magia Ncgra fazcn uso dcsic iipo dc Eniidadc, cnlora
nao c×clusivancnic dclas (KaIunas, Ouinlanda, cic.i.

÷ Suculos ÷ cniidadc cspiriiual ÷ vanpiro sc×ual
cn forna fcninina.

÷ Ínculos ÷ cniidadc cspiriiual ÷ vanpiro sc×ual
cn forna nasculina.

÷ Cuardiao ÷ cniidadc cspiriiual criada
conscicnicncnic por algucn, para dar-lIc proicçao (ou a
icrccirosi.

÷ Mcnsagciro ÷ cniidadc cspiriiual quc c a forna
oljciiva dos dcfciios, inpcrfciçõcs, vícios c pai×õcs
individuais ÷ c un "dcnónio cspiriiual" individual.
Difcrcnicncnic dc CIoronzon (vcr adcndo logo adianici,
quc nanicn-sc incogniio, invisívcl c caracicriza-sc por
scr un "nau-consclIciro" ou "nau-anjo-da-guarda",
nuna alcgoria ao indivíduo con un anjo pousado cn
scu onlro dirciio c un dcnónio cncarapiiado cn scu
onlro csqucrdo, o Mcnsagciro c una pcrsonificaçao
posiiiva dc nossos dcfciios, vícios c pai×õcs, dc noldc a
quc possanos coniacia-lo c conIccc-lo, nancjando
assin posiiivancnic nossas inpcrfciçõcs. Alguns
oculiisias cIanan cssa cniidadc dc "Tcrror do Unlral",
quc c a ncsníssina coisa. A linIa quc scpara o
Mcnsagciro dc CIoronzon c csirciia c, nuiias vczcs,
pouco pcrccpiívcl; porianio, cauicla. Para o riiual dc
coniaciar o Mcnsagciro, vcja o livro "O Diario dc Un
Mago", dc Paulo CoclIo. Ouira iccnica dc rcsuliados
scnclIanics podc scr cnconirada no livro "Praiicas c
E×crcícios Oculios", dc CarciI KnigIi (pag.28, O Cuia
da Mcdiiaçao.i; ao lcr a iccnica la dcscriia, olscrvc con
aicnçao a advcricncia.

÷ Dcnónio da Cuarda ÷ concciio difundido pclo
oculiisia iialiano Franl C. Fipcl, quc indica un "Espíriio
Cuardiao" quc c a rcprcscniaçao oljciiva das "Corrcnics
Tifonianas".

÷ Anjo da guarda ÷ concciio difundido airavcs da
olra "A Magia Sagrada dc Alranclin", con una
conIccidíssina sigla cn inglcs (HCAi, alrcviaiura do
icrno cn inglcs (Holly Cuardian Angcli; cssc concciio foi
irazido ao pullico por S.L.MacCrcgor-MaiIcrs, nas
popularizado por Alcisicr Crowlcy; cniidadc cspiriiual
conIccida cono Eu Supcrior ÷ forna oljciiva do quc
cn forna suljciiva podcnos cnicndcr cono a ccniclIa
divina quc Ialiia iodo c qualqucr scr Iunano.
Fcprcscnia dc forna oljciiva as "Corrcnics
Draconianas". Mas nao c sinplcsncnic isso. Vcr o
adcndo logo a scguir solrc o Augocidcs c CIoronzon.

÷ Anjo-Dcnónio da Cuarda ÷ concciio ianlcn
difundido por Franl C. Fipcl; sinloliza, oljciivancnic, a
uniao das "Corrcnics Draconianas c Tifonianas",
porianio, o "Podcr Scrpcniino" dcspcriado.

÷ Ccnio Proicior ÷ c o quc popularncnic c cIanado
dc "Anjo da Cuarda" ou "Cuia"; podc scr un cspíriio
Iunano dcscncarnado, ou ncsno una inicligcncia
ainda incorporca, quc rccclc a nissao, quando do
nascincnio dc algucn, dc sua "guarda" ou
"aconsclIancnio". Esia nuiio pro×ino duranic a
infancia, disianciando-sc pouco a pouco confornc a
pcssoa vai ficando nais vclIa; cn gcral, afasia-sc apos a
adolcsccncia, c×ccio quando a pcssoa lusca scu
"coniaio".

÷ Inagcns Tclcsnaiicas ÷ aparcncia física oljciiva
quc divcrsas cniidadcs cspiriiuais oljciivas c as cncrgias
suljciivas uiilizan-sc para nosirar-sc à psiquc Iunana.
Inagcns Tclcsnaiicas sao o nais clcvado nciodo dc
criaçao conscicnic, aondc as cniidadcs cspiriiuais
oljciivas sao consiruidas a pariir dc sua csscncia
suljciiva, do ponio conplc×o finalizado, airavcs dc un
proccsso racional dc corrcspondcncia.
A criaçao das inagcns Tclcsnaiicas podc scr
conparada ao proccsso da vida. Concça con un
inpulso inicial, uiiliza-sc dc naicriais c iccnicas
divcrsos, c cniao cvolui nun padrao quc c consiiiuido dc
nuncrosos llocos conplcios. A Inagcn Tclcsnaiicas c
una fusao dc forças, dcscjos c EMOCÕES às quais foi
dada una forna, airavcs da voniadc criaiiva do Mago.
Possui sua propria idcniidadc c un scnso dc proposia
dc c×isicncia quc gira cn iorno do noiivo da nissao,
quc foi criada para cunprir. Una vcz criada, viva, icnc
a noric, c usara dc iodas as suas liniiadas Ialilidadcs
para cviiar a dispcrsao do scu scr. Ouanio nais icnpo
vivcr, nais foric c conplc×a ficara, pois coniinuara a
sugar idcniidadc do Mago quc a criou. Nao sao criaiuras
so do cgo do Mago, sua naiurcza vcn dc Dcus. Essas
cniidadcs cspiriiuais iornan-sc iao concrcias con o
icnpo, quc sao facilncnic pcrcclidas, ouvidas c aic
visias, por pcssoas quc nao salcn da sua c×isicncia.
Ouando sao fornadas por un grupo dc pcssoas, dc
Magos, iornan-sc a Egrcgora pariicular dcssc grupo,
cono ocorrc con as Lojas Magicas das inuncras Ordcns
Iniciaiicas, con os Tcnplos das nais variadas rcligiõcs,
ou con as Maquinas Fadiónicas.
O proccsso dc criaçao dc Inagcns Tclcsnaiicas foi
dcscnvolvido pcla Ordcn Hcrnciica da Aurora Dourada
(Coldcn Dawni.

÷ Espíriio zodiacal ÷ cniidadc cspiriiual fornada dc
qualidadcs inirínsccas dc un unico signo ou grau do
zodíaco cclcsic c a clc aiada.

÷ Larva ÷ cniidadc cspiriiual criada por forics
cnoçõcs dc una pcssoa, ou cono scu scrvidor pcssoal
nagico (criado cniao dc forna conscicnici.

÷ Elcncniar ÷ cniidadc cspiriiual criada por un
indivíduo, cono scu scrviçal nagico (dc forna
conscicnici. Podc icr as nais variadas fornas c funçõcs,
aic ncsno scr sinlolizado cono un dcscnIo ou lciras
agrupadas (Sigiloi. Vcr "Lilcr Null & PsycIonaui", dc
Pcicr J. Carroll; "Iniiiaiion inio Hcrnciics", dc Franz
Dardon. Podcn scr sinplcsncnic "Ariificiais" (criados
inconscicnicncnici ou "Falricados" (criados dc forna
conscicnici.

÷ Sonlra ÷ cniidadc cspiriiual quc c un iipo
conplc×o dc larva.

÷ Faniasna ÷ cniidadc cspiriiual quc consisic nun
cascarao (cadavcrcs dc corpo asirali Ialiiado por un
iipo dc larva ÷ o quc podc ocorrcr dc forna conscicnic
ou inconscicnic, isio c, cssa criaçao podc scr voluniaria
ou involuniaria.

÷ Auiónaios do Sulconscicnic ÷ dcfiniçao dc
Ausiin Osnan Sparc solrc os Espíriios-Cuia.

÷ Arquciipo ÷ os princiros nodclos do Univcrso sao
os Arquciipos; sao as csiruiuras psíquicas individuais,
capazcs dc produzir sínlolos, inagcns c faniasias
incrcnics às c×pcricncias fundancniais da Iunanidadc.
É airavcs dos Arquciipos quc c possívcl, ao indivíduo,
rcnoniar às fonics do conIccincnio. Cono c×cnplos dc
Arquciipos, podcnos ciiar os Arcanos do Taroi, as
Funas, as Figuras Cconaniicas, os Sínlolos Planciarios
c Zodiacais, cic.

÷ Policrgcisi ÷ palavra alcna quc significa Espíriio
DrincalIao; cn parapsicologia, dcsigna fcnóncnos
paranornais cono, por c×cnplo, ruídos scn causa
aparcnic, oljcios quc novcn-sc sozinIos (aic ncsno
caindo sozinIos c "voando" scn inpulso ncnIun, por
ningucni, luzcs apagando c accndcndo sozinIas, fogo
csponianco, cic.

÷ Egrcgora ÷ forna-pcnsancnio criada por un
grupo dc pcssoas, quc podc scr dcsdc un grupo dc
Magos dc una ncsna Loja Magica aic una conunidadc
ioda, aic ncsno una socicdadc inicira. Scgundo
dcfincn os TIclcniias, c una forna-pcnsancnio ou
scnclIanic, criada por un Mago, c adoiada por ouiro ou
ouiros.

÷ Ori×a ÷ Eniidadc do grupo dc Dcuscs Inicrnos do
Honcn, fornadorcs, cn conjunio, da Egrcgora do
Panicao Afro, da Naçao Alalciu do Candonllc.

÷ Vodun ÷ calc aqui o quc foi diio solrc os Ori×as,
no iicn anicrior, so quc dizcndo rcspciio ao Candonllc
dc Naçao Ccgc ou Ccgc-MaIin ou Ccgc-Marrin.

÷ Donovoi ÷ Espíriio da Casa, Egrcgora das
noradias, a paric Asiral c Mcnial das rcsidcncias. Na
Polonia cosiuna-sc rcnovc-lo quando sc nuda.

÷ Inlicc ÷ idcn aos Voduns, nas da Naçao Angola-
Congo.

÷ Loa ÷ o ncsno quc Inliccs, so quc do Panicao do
Vudu, Voudon c Hoodoo.

÷ E×u ÷ Eniidadc inicrncdiaria cnirc os scrcs
Iunanos c os Ori×as.

÷ EsIu ÷ idcn E×u.

÷ E×u dc Ouinlanda ÷ Dcnónio nasculino
auicniico.

÷ Ponla-Cira ÷ Dcnónio fcninino auicniico.

÷ Donlon-Cira ÷ Cono E×u, nas cnirc os Ioncns
c os Inliccs.

÷ Dongo-N-Cira ÷ idcn Donlon-Cira.

÷ Lcgla ÷ idcn E×u, nas con rclaçao aos Voduns.

÷ Elcglara ÷ idcn Lcgla.

÷ Dara ÷ idcn Lcgla c E×u.

÷ Ajc ÷ Eniidadc nalcvola, Eniidadc na×ina dos
fciiicciros c fciiicciras nalfazcjos da culiura Nagó.

÷ Egun ÷ Cascarao dc pcssoas norias,
nagicancnic avivado, c cniao Ialiiado por Eniidadc
criada ariificialncnic; nanifcsia-sc no Candonllc.

÷ Prcio VclIo ÷ Mcsno quc Egun, nas nanifcsia-
sc na Unlanda c na Ouinlanda. Fcprcscnia un
cspíriio salio c idoso.

÷ Caloclo ÷ O ncsno quc Prcio-VclIo, nas
rcprcscnia un cspíriio valcnic c gucrrciro; c iido por
nuiios cono "cncaniado".

÷ Caloclo Doiadciro ÷ Cono Caloclo, con suas
pcculiaridadcs dc "aculiurado".

÷ Cuia ÷ Espíriio quc "guia" o indivíduo cn suas
açõcs; podc "guia-lo" para o lcn ou para o nal, para o
succsso ou para o fracasso.

÷ Ouiunla, Kiunla ÷ Eniidadcs ircvosas, scndo
lasicancnic larvas ou coisas scnclIanics quc Ialiian
cascarõcs alandonados dc pcssoas nalfazcjas.

÷ Sanio Caiolico ÷ Eniidadc Egrcgorica, Inagcn
Tclcsnaiica, criada pclos scus crcnics. Alias, o ncsno
podc ocorrcr con as Eniidadcs dc Unlanda c
Ouinlanda, ao "divinizarcn" algucn; por c×cnplo, ZÉ
PELINTFA.

÷ Asscniancnio ÷ vcr Igla.

÷ Igla, Ila, Asscniancnio ÷ poic ou rcccpiaculo
scnclIanic, quc scrvc dc corpo físico para Eniidadc
criada ariificialncnic, con qualqucr finalidadc. Vcr
Inagcn Talisnanica.

÷ Prcnda ÷ o ncsno quc Igla.

÷ Nganga ÷ cono Prcnda.

÷ Nlisi ÷ cono Nganga.

÷ Ndoli ÷ cono Nlisi.

OIsc)uucuo
as cniidadcs cspiriiuais vanpiros, ínculos c suculos
podcn scr criadas conscicnicncnic ou
inconscicnicncnic, scndo scnprc criaçõcs individuais
ou grupais quc podcn agir conira o criador ou conira
icrcciros.
Mas scnprc agcn conira algucn.
Nunca sao lcncficos nas prcjudiciais. Sào cssas
cniidadcs os Ialiianics das OlipIois.
É inporianic salcr quc a "Hicrarquia dos Dcuscs
Inicrnos do Honcn" c nais una das Iicrarquias quc
govcrnan o nosso Univcrso, nosso Sisicna Solar;
porianio, nao c apcnas una Egrcgora, nas ianlcn una
Iicrarquia, da qual c×isicn nuiias.
En sua Evocaçao, porianio, ocorrc o ncsno quc cn
qualqucr Evocaçao Magica, dc Eniidadcs dc qualqucr
Iicrarquia.
Isio c, a opcraçao nagica cn qucsiao aiua ianio na
psiquc do Mago, cono no nundo c×icrior.
Aos praiicanics da Evocaçao Magica, porianio, fica a
sugcsiao dc quc iralalIcn con cssa podcrosa
Iicrarquia da ncsna forna quc iralalIan con
qualqucr ouira.
Todos os riscos quc sc aplican às ouiras Hicrarquias,
ncssc iocanic, valcn aqui.


Cap¡tuIo IV
Paramentos da MagIa
CerImonIaI

Scgundo o Mcsirc Franz Dardon, o nclIor c nais
conpcicnic auior dc olras solrc Oculiisno, un Mago
rcalncnic lcn ircinado c capaz dc praiicar a Evocaçao
Magica scn o au×ílio dc parancnio algun.
Mas, cono Magos c×pcricnics sao raros Iojc cn dia,
rcsolvcnos lisiar os principais parancnios nagicos, pois
acrcdiianos quc os inplcncnios adcquados sao dc
grandc valia para iodos os quc c×pcrincnian a Magia.
A principal vaniagcn dc sc uiilizar o nciodo da
Magia Ccrinonial, con iodos scus parancnios, consisic
cn quc, pclo uso c nanuscio rcpciido, os insiruncnios
nagicos passan a icr una foric cncrgia propria, o quc
pcrniiira ao Mago, cn pouco icnpo, fazcr uso dc scus
parancnios scn quc sc csforcc pcssoalncnic para olicr
rcsuliados nagicos níiidos.
Na rcalidadc, os parancnios nagicos so icn valor
quando o Mago conIccc plcnancnic scu sinlolisno,
pois os ncsnos sao apcnas au×ílios para a conscicncia c
a ncnoria do Mago.
Dondc sc conclui quc iodo o podcr quc possan
acunular diios insiruncnios cnanan do Mago.
Dirigindo sua aicnçao para dcicrninado
insiruncnio, as faculdadcs c podcrcs por cssc
insiruncnio sinlolizados sao irazidos à ncnic
conscicnic do opcrador.
Porianio, quando o Mago uiiliza, cn scu iralalIo
ccrinonial, dcicrninado insiruncnio, clc olicn o
coniaio dcscjado, scn qualqucr csforço cspccial dc sua
paric.
Cada inplcncnio nagico rcprcscnia forças
cspiriiuais, lcis c qualidadcs, c csia iniroduçao ao
assunio prcicndc scr lrcvc, nas nao supcrficial.


Cap¡tuIo V
O Que CaracterIza os
Paramentos da MagIa
EvocatIva CerImonIaI

O Mago quc dispõc dc iodos os parancnios para a
Magia Ccrinonial dcvcra scr lasianic rcscrvado cn iudo
quc diz rcspciio aos ncsnos.
Isio cquivalc a dizcr quc pouco dcvcra clc concniar
solrc scus insiruncnios, con qucn qucr quc scja.
Soncnic o Mago dcvcra iocar scus insiruncnios, ja
quc lasia un olIar profano para dcssacralizar un
insiruncnio nagico ja consagrado.
Alias, apos a consagraçao, so dcvcrao, csscs
insiruncnios, scrcn iocados ÷ ou visios ÷ pclo scu
dono; csic so dcvcra nanusca-los quando csiivcr pronio
para c×ccuiar scu iralalIo nagico.
Insiruncnio algun dcvcra, apos consagrado, scr
usado para qualqucr funçao quc nao a praiica da Magia
Ccrinonial.
Oualqucr uso fora do progranado significa dcsiruir
scus podcrcs nagicos.
O Mago soncnic dcvcra nanuscar scus inplcncnios
quando csiivcr linpo, dc corpo c alna; isio c, quando
iodas influcncias c×icrnas ja iivcrcn sido lavadas (no
scniido rcal c figuraiivoi, podcra o Mago usar scus
insiruncnios nagicos.
Soncnic apos icr ionado scu lanIo, csiando cniao
vcsiido con roupas dc lai×o linpas c rcscrvadas ao
iralalIo riiual (sc possívcl iudo cn scda, c na cor
adcquada ao riiuali, c quc podcra pcgar suas
fcrrancnias.
Apcsar quc ncias, cuccas c calcinIas cn scda nao
sao olrigaiorias para o iralalIo riiual, rcconando-as.
Ou sc usa o nclIor, ou nao sc usa nada.
Tudo isso dcnonsira, da paric do Mago, una aiiiudc
dc rcspciio con rclaçao aos scus inplcncnios nagicos.
E quanio naior for scu rcspciio por csscs
insiruncnios, naior scra o podcr acunulado nos
ncsnos.
Pois c nuiio inporianic quc o Mago icnIa, por scus
insiruncnios, o naior rcspciio c carinIo.
Na rcalidadc, cada un dos inplcncnios cn qucsiao
dcvcra scr iraiado cono vcrdadcira rclíquia rcligiosa.
Pclo faio dc quc cada insiruncnio sinloliza as nais
divinas lcis, cada insiruncnio c rcalncnic una rclíquia
do podcr cosnico.
Daí sc conclui quc o Mago so dcvcra iocar scus
inplcncnios ccrinoniais quando csiivcr ioialncnic
pronio para lcvar adianic sua opcraçao nagica.
Soncnic nas naos dc un Mago quc conIcça
plcnancnic o sinlolisno univcrsal c csicja conscicnic
do diio nas linIas acina c quc os insiruncnios da Magia
Evocaiiva darao os rcsuliados dcscjados.
E os parancnios da Magia Fiiual dcvcrao scr
consagrados, isio c, dcdicados às suas funçõcs
cspccíficas, con o quc sc iornarao cfciivos, ncsno quc
scculos sc passcn dcsdc sua uliina aplicaçao.
Vanos, agora, dcscrcvcr os inplcncnios da Magia
Evocaiiva.


Cap¡tuIo VI
Paramentos da MagIa RItuaI
ServentIa e SImboIIsmo

CÍFCULO MÁCICO ÷ sinloliza o infiniio; rcprcscnia
sinlolicancnic o Micro c o Macrocosno; o Mago, cn
scu ccniro, rcprcscnia Dcus, conandando o Univcrso.
TFIÃNCULO MÁCICO ÷ sinloliza a
iridincnsionalidadc; possililiia a nanifcsiaçao física dc
Eniidadcs Espiriiuais.
TUFÍDULO ÷ sínlolo da naicrializaçao c
condcnsaçao; pcrniic criar una ainosfcra adcquada à
nanifcsiaçao das Eniidadcs Espiriiuais cn nosso plano.
ESPELHO MÁCICO ÷ a nais inporianic fcrrancnia
da Magia; pcrniic a visualizaçao dc ouiros planos c
Esfcras; podc sulsiiiuir ao iriangulo nagico. Nas olras
dc Franz Dardon cnconiran-sc insiruçõcs solrc sua
prcparaçao c uiilizaçao.
LAMPAFINA ÷ ianlcn cIanada dc "Lanicrna
Magica", c o sínlolo da iluninaçao c cnicndincnio.
DASTÃO MÁCICO ÷ o nais inporianic parancnio
da Magia ccrinonial; sinloliza a voniadc, o podcr c a
força do Mago.
ESPADA MÁCICA ÷ sínlolo da alsoluia olcdicncia
ao Mago.
ADACA ÷ ídcn Espada.
TFIDENTE ÷ ídcn Adaga, porcn adcquada soncnic
ao iralalIo con Eniidadcs ncgaiivas.
COFÔA ÷ sínlolo da auioridadc c dignidadc do
Mago.
TIAFA ÷ ídcn coróa.
TÚNICA ÷ sinloliza a proicçao do Mago conira
influcncias c×icrnas; dcvc scr longa c confcccionada cn
scda, fccIada dc cina a lai×o.
CINTO ÷ sinloliza o cquilílrio.
PANTÁCULO ÷ sínlolo univcrsal dc podcr
Macrocosnico.
LAMEN ÷ o ncsno quc o Paniaculo, nas rclaiivo ao
Microcosno; rcprcscnia sinlolicancnic a auioridadc
psíquica c iniclcciual, alcn da aiiiudc c naiuridadc do
Mago. E×prcssa a auioridadc alsoluia dcssc.
SICILO ÷ sínlolo dc un podcr parcial.
DIÁFIO MÁCICO ÷ cadcrno para quc scjan
rclaiadas iodas as opcraçõcs nagicas.
CANETA TINTEIFO ÷ para cscrcvcr no Diario
Magico.
TACA ÷ sinloliza a salcdoria c a vida.
PIFÓCFAFO ÷ para gravar dizcrcs ou dcscnIos nos
parancnios nagicos.
ACULHAS ÷ para cosiurar c lordar nas vcsics
nagicas.
SAL ÷ para c×orcisnos c purificaçõcs.
INCENSO ÷ para scr qucinado duranic os riiuais.
CHICOTE ÷ icn o ncsno sinlolisno c uso quc a
Espada.
SINO ÷ scrvc para cIanar a aicnçao dos scrcs dc
ouiros planos.
ALTAF ÷ para apoiar os parancnios nagicos.
AFMÁFIO ÷ para guardar os inplcncnios nagicos.
POFTA-DÍDLIA ÷ para apoiar o Diario Magico.


Cap¡tuIo VII
A Operação MaIs Importante
da MagIa:
O Contato e o ConbecImento do Anjo da
Guarda, a Natureza do Amante Secreto,
do AugoeIdes, de Cboronzon e do
HabItante do UmbraI.

A nais inporianic invocaçao quc o Mago podc
cfciuar c a dc scu Ccnio, Dacnon, Anjo-Dcnónio da
Cuarda, Sanio Anjo da Cuarda, Sagrado Anjo Cuardiao,
Ananic Sccrcio, Voniadc Vcrdadcira ou Augocidcs.
Essa opcraçao c iradicionalncnic conIccida cono
conscguir o ConIccincnio c a Convcrsaçao con o
Sagrado Anjo Cuardiao.
Isso c algunas vczcs dcscriio cono "Magnun Opus",
o Crandc TralalIo.
O Augocidcs podc scr dcfinido cono o nais pcrfciio
vcículo do KIA (ccniclIa-divina quc nos Ialiiai no plano
da dualidadc.
Cono Avaiar do KIA na Tcrra (planciai, o Augocidcs
rcprcscnia a vcrdadcira voniadc, a razao dc scr do Mago,
sua proposia dc c×isicncia.
O Sagrado Anjo da Cuarda, Holly Cuardian Angcl
("HCA"i cn inglcs, c o nosso podcr dc conscicncia, Magia
c Ccnio.
Nos icnos a pcsarosa capacidadc dc ficarnos
olscdiados con ncros produios dc nosso proprio gcnio,
crcndo, por cngano, scr o proprio Ccnio lcgíiino, nao
una criaçao nossa.
Os cfciios colaicrais dcssa olscssao icn un nonc
gcncrico, CHOFONZON, ou, ainda DEMÔNIOS
CHOFONZON, pois scu nonc c LECIÃO. Louvar cssas
criaçõcs c aprisionar a si ncsno na loucura, alcn dc
invocar dcsasircs cvcniuais.
Mas CHOFONZON, o "ouiro lado" do AUCOEIDES, so
aparccc aondc sc lusca o "HCA". Daí o pcrigo da lusca
frcnciica c nal dirigida, cono csia na noda aiualncnic.
En algunas Escolas Iniciaiicas CHOFONZON c
idcniificado cono o Dcus Egípcio ANÚDIS.
Para os quc nada luscan, porcn, ianlcn Ia una
ncfasia criaiura csprciiando. o HADITANTE DO
UMDFAL.
Haliianic do Unlral c un concciio nciafísico. É
nossa propria criaçao. Elc icndc a conirolar nossas
fraquczas, cspccialncnic airavcs da Voniadc c força dc
voniadc. Isso csia rclacionado à posscssao nun nívcl
asiral. É cspccialncnic doninanic nos casos dc
io×iconania, alcoolisno, ialagisno c ouiros prollcnas
dc vícios cn gcral.
Para cnicndcr a cnvcrgadura dcsscs prollcnas,
lasia conIcccr o nonc do Anjo da Cuarda junio ao
Tanirisno. O Ananic Sccrcio. Porianio, iodas as
faniasias pcssoais, inclusivc as sc×uais, icn origcn na
naiurcza c aparcncia dcssa Eniidadc. Eis por quc iodas
as anonalias c dcsvios sc×uais icn origcn cn scus
"oposios", isio c, nos oposios do Ananic Sccrcio.
O Sanio Anjo da Cuarda c o nais inporianic dos clos
nagicos ÷ c o unico scguro ÷ cnirc os Iunanos c as
"forças c×icrnas".
Alcisicr Crowlcy c c×ircnancnic claro ao afirnar quc
o Anjo da Cuarda nao dcvc scr confundido con
cniidadcs nclulosas cono o Eu Supcrior. Diz ainda quc
o Anjo da Cuarda c un indivíduo rcal, con scu proprio
univcrso, assin cono os scrcs Iunanos.
O Sanio Anjo da Cuarda nao c una cniidadc
suljciiva, ncn consisic nuna forna dc "oposio da
conscicncia" da pcssoa. Scus rcflc×os, porcn, podcn
consiiiuir un poicncial dc ordcn disiinia, quc podc vir a
scr inicrprciado cono o "nal" (ou o "Anjo Mau"i,
poicncial cssc quc supcra, cn nuiio, o dc qualqucr scr
Iunano.
Essc "Anjo Mau" ou "Mau Anjo da Cuarda" c un
Ialiianic dc una Zona Inicrncdiaria cnirc os univcrsos
Iunano c nao-Iunano, c c o unico inicrncdiario, ou
"ponic", cnirc csscs dois univcrsos.
Esscs dois univcrsos, o Solar (ou Dcvicoi, c o
Tcrrcsirc (ou Assuricoi, sao as Zonas Ialiiadas pclas
corrcnics Ionóninas, porianio ianlcn sao as Zonas
aondc sc siiuan os Eu Supcrior c Eu Infcrior,
rcspcciivancnic.
O cnconiro dc un scr Iunano con scu Anjo da
Cuarda da-sc na Esfcra Calalísiica dc TipIcrci, csfcra
Solar na Árvorc Calalísiica.
TipIcrci c o asscnio dcssas duas conscicncias, c aic
quc os scrcs Iunanos aiinjan TipIcrci, pcrnancccrao
aiados à Corrcnic Assurica dc conscicncia.
Cono conscqucncia dc nao alcançarcn TipIcrci, os
scrcs Iunanos nao olicrao una conscicncia rcal do
nundo dcvico, nas nao iornar-sc-ao inuncs às
radiaçõcs c vilraçõcs dcssas rcgiõcs.
Por ouiro lado, o Sanio Anjo da Cuarda, cujo ponio
dc coniaio con os scrcs Iunanos c cn TipIcrci, liga a
conscicncia Iunana con as Esfcras alcn do Univcrso
Solar.
Os rcflc×os do Anjo da Cuarda, porcn, ianlcn
iluninan as paragcns OlipIoiicas, aondc clc sc iorna o
"Anjo Ncgro", posio quc as OlipIas sao a paric ircvosa
do Univcrso, a rcgiao das sonlras.
Tcndo cn visia o quc foi diio acina, anics dc sc
praiicar a Evocaçao Magica, o indivíduo dcvc olicr o
conIccincnio dc scu Anjo da Cuarda, faior
inprcscindívcl para quc qualqucr opcraçao nagica con
Eniidadcs c×icrnas nao sc iransfornc nun fiasco, ou
nuna iragcdia.
É inporianic rcssalvar quc o "HCA" c, na vcrdadc,
nosso "Dcus Pcssoal", nossa "Divindadc Pcssoal", c nao
un AnjinIo alado...
Essc "Cuardiao" quc aconsclIa, proicgc, cncaninIa,
induz c alcria scu "proicgido" nao c ncnIun anjo ÷ c,
isio sin, algucn dcscncarnado quc rccclc cssa funçao
quando do nascincnio dc cada indivíduo.
Alias, o unico iralalIo quc alorda csic assunio na
c×icnsao dcvida c o nagnífico "Iniiiaiion Inio Hcrnciics"
dc Franz Dardon.
Ncsic scniido, dc "proicior", o Anjo da Cuarda csia
nais para "Cuia" dc Unlanda ou Ouinlanda, ou ainda
para "Dala-Egun" dc Candonllc, do quc para una
Divindadc pcssoal.
E por falar cn Candonllc, o quc cIananos dc
"nossos Ori×as" corrcspondc nuiio lcn ao concciio dc
"HCA". Mas nao "o nosso Ori×a", porcn "os nossos
Ori×as", isio c, o conjunio dc Ori×as ÷ 2, 3, 4, 5, 6 c aic
7 Ori×as "conlinados" ÷ quc fornan o Arquciipo
pcrfciio para quc cfciucnos a uniao ÷ a Uniao con o
Arquciipo ÷ quc nao c ouira coisa quc a uniao con o
HCA ÷ o ConIccincnio c a Convcrsaçao con o Sanio
Anjo da Cuarda.
E quando sc fala cn "Anjo da Cuarda", vcn scnprc à
ncnic a pcrgunia.
÷ Oucn, c o quc, sao os Anjos?
Logo a scguir, nos pcrgunianos.
÷ E qucn, c o quc, sao os Dcnónios?
Os Anjos sao scnprc lons?
E os Dcnónios sao scnprc naus?
É scguro coniaiar os Anjos?
É pcrigoso coniaiar Dcnónios?

Anjos c Dcnónios sao Inicligcncias.
E isio cquivalc a dizcr quc sao Eniidadcs dc ccria
conplc×idadc, o oposio aos Elcncniarcs, cujo nonc por
si so c×plica a sinplicidadc dc consiiiuiçao.
Tanlcn fica claro quc, cnquanio os Elcncniarcs so
podcn c×ccuiar iarcfas sinplcs, às Inicligcncias calcn
iarcfas conplc×as.
As Inicligcncias podcn scr Originais (naiuraisi ou
Ariificiais (falricadas pcla ncnic Iunanai.
As Originais icn nais podcr c naior cnvcrgadura
dcssc podcr quc as Ariificiais.
Mas sao scnprc Eniidadcs podcrosas c
poicncialncnic pcrigosas.
É pcrigoso afirnar quc os Anjos sao scnprc lons,
ianio quanio o c crcr quc os Dcnónios sao scnprc
naus.
O corrcio c afirnar quc os Anjos sao scrcs
Dognaiicos, cnquanio os Dcnónios sao scrcs
Pragnaiicos.
Isio cquivalc a dizcr quc os Anjos adcrcn aos
Dognas, sao airaídos pclos Fiiuais Dognaiicos, c
idcniifican-sc nais con os Magos quc praiican a Magia
Dognaiica.
Con os Dcnónios ocorrc o invcrso ÷ adcrcn ao
Pragnaiisno, scniindo-sc airaídos pcla Magia
Pragnaiica c idcniificando-sc con scus praiicanics.
Mas isso nao significa quc os Dcnónios scjan lons,
pois lIcs agrada vcr o sofrincnio dos scrcs Iunanos,
quando nao causar csscs sofrincnios.
Scria nais adcquado dizcr quc aos Anjos calc a
nissao dc provocar cfciios agradavcis; aos Dcnónios, dc
gcrar cfciios dcsagradavcis.
Isio, porcn, nao significa quc os Anjos csicjan
scnprc disposios a saiisfazcr os capricIos dc qualqucr
pscudo-nago; clcs sao Inicligcncias, scrcs doiados dc
incnso podcr.
E×igcn rcspciio c nodcraçao.
Don scnso c cauicla.
É scnprc pcrigoso coniaiar Anjos c Dcnónios, dondc
sc conclui quc o Mago dcvc icr ioial conirolc da
siiuaçao, para nunca scr suljugado ÷ qucr scja por un
Dcnónio, qucr scja por un Anjo.
Voliando por un insianic ao icna inicial, visando
clininar quaisqucr duvidas, vcjanos.
O quc sc convcncionou cIanar dc Anjo-da-Cuarda,
isio c, una Eniidadc quc proicgc, aconsclIa, oricnia,
dircciona, c o Espíriio dc algucn dcscncarnado, lcn no
csiilo dos "Mcniorcs" Kardccisias, "Cuias" dc Unlanda c
assin por dianic; o vcrdadciro Anjo-da-Cuarda, porcn, c
o Dcus pcssoal, o Arquciipo con o qual luscanos uniao,
a nais sullinc Encrgia alcançavcl pclos scrcs Iunanos.


Cap¡tuIo VIII
Breve Introdução à
RadIônIca:
O Que São MáquInas
RadIônIcas

As Maquinas Fadiónicas sao dc un iipo dc
sinionizadorcs dc frcqucncias (frcqucncias das ondas
liologicasi, para a rcccpçao (dciccçaoi c iransnissao
(cnissaoi a disiancia, isio c, scn un coniaio físico con
o sujciio passivo (pacicnici.
Dcsia forna, dciccian vilraçõcs (ondasi liologicas, c
cniicn ondas (vilraçõcsi idcniicancnic liologicas,
porianio, pcrniiindo un diagnosiico c posicrior icrapia,
iudo a disiancia, ncdianic apcnas una "anosira" (no
scniido radicsicsico do icrnoi do pacicnic (foio, calclo,
sanguc, saliva, assinaiura, digiial, aparas dc unIa, cic.i.
As Maquinas Fadiónicas sao, cn sua aparcncia,
cai×as con noniagcns clciro-clcirónicas (c, cn alguns
casos, clciro-nccanicas ianlcni dcniro, con divcrsos
loiõcs dc sinionia c cIavcs dc sclcçõcs, una placa dc
fricçao para o uso do praiicanic, c un (ou naisi poço,
aondc sc iniroduz o icsicnunIo do pacicnic.
As Maquinas Fadiónicas foran laiizadas, nos paíscs
dc língua inglcsa, dc "Dlacl Do×" (cai×a prciai, pois no
início dcsic scculo, cran noniadas cn cai×as dc
nadcira forradas dc couro granulado prcio, c no paincl
supcrior ondc cran noniados os conirolcs cra dc
naicrial isolanic ianlcn prcio (cloniici.
A Fadiónica c una forna dc nagia ccrinonial,
opiniao conpariilIada por inuncros praiicanics dc
Fadiónica.
A Maquina Fadiónica (ianlcn cIanada
"Sinionizador Diologico" ou "Sinionizador Fadiónico"i c
apcnas una "forna pcnsancnio solidificada" c as
"frcqucncias1índiccs" uiilizados na Fadiónica sao apcnas
un acordo con a cgrcgora cn qucsiao ( o conjunio dc
índiccs c a paric iniclcciualncnic inicligívcl da cgrcgora
da Maquina Fadiónica quc sc uiilizai. Con cssa
dcfiniçao, nuiios praiicanics dc radiónica concordan,
nas alguns discordan dc forna inflanada.
Con una coisa, porcn, iodos concordan. ÷ quanio
naior o nuncro dc praiicanics dc un sisicna
pariicular, nclIor o diio sisicna funcionara para iodos.
Os radionicisias Mariy Mariin c Pcicr A. Lindcrnann,
cn 1978, no csiado do Havai (USAi, concluíran, apos
nuiias pcsquisa, qual o nccanisno opcracional da
radiónica.
Ouando, por qualqucr razao a funçao do FNA nun
organisno csia inilida, os iraiancnios radiónicos
iornan-sc quasc quc ioialncnic incficicnics.
Mas, quando o FNA c csiinulado por un iraiancnio
cspccífico para o ncsno FNA, cniao iodos os ouiros
iraiancnios radiónicos iornan-sc cficicnics. Con a
rcpciiçao dcsic fcnóncno inuncras vczcs, os dois
pcsquisadorcs cIcgaran a una conclusao ÷ iodos os
rcncdios sao clalorados no corpo pclo DNA!
O sisicna radiónico da icrapia, c apcnas una forna
dc convcrsar con o DNA.
Sc o DNA nao conscguir cnviar sua ncnsagcn às
cclulas airavcs do FNA, o iraiancnio parccc nao
funcionar. Isio ialvcz au×ilic os praiicanics da radiónica
a olicr rcsuliados nais consisicnics.
Para os dois pcsquisadorcs ciiados, cssc
proccdincnio clininou quasc quc ioialncnic os
insuccssos.

Apcnas a iíiulo dc curiosidadc, ciio aqui as principais
cgrcgoras da Fadiónica, cn iodo o nundo.

Pcicr J. Kclly (USAi
TIonas Calcn Hicronynus (USAi
Ccorgcs Dclawarr (UKi
Malcoln Fac (UKi
Allcri Alrans (USAi
PaiIoclasi (USAi
Drucc Copcn (UKi
David V. Tanslcy (UKi
Agrad 1 Ulalo (USA 1 UK 1 Françai
FuiI Drown (USAi
McCurl (UKi
Pcicr A. Lindcnann ((USAi
MicIacl C. SniiI (USAi
Anionio Fodrigucs 1 Mindiron (Drasili
CIrisiopIcr Hills (USAi
DcnoyiosI DIaiiacIaryya (Indiai
Sicvcn Cills (USAi
Jacqucs Dcrscz (Françai
Irnaos Scrvran× (FFANCAi
Fogcr Anion Calvcrlcy (CANADÁi
Folcri McFarland (CANADÁi

÷ OUE TIPO DE FENÔMENO PEFMITE A EMISSÃO
A DISTÃNCIA.
Ai ÷ Pulsos clciro-nagnciicos;
Di ÷ Luz polarizada;
Ci ÷ Ondas dc forna;
Di ÷ Fclaçao cspacial.

Porianio, un cquipancnio radiónico prccisa
cnquadrar scu sisicna dc cnissao dc cncrgia nun dos
quairo acina; caso conirario, icrcnos un cquipancnio
psicoirónico, c nao radiónico.
Isio c, icrcnos un cquipancnio quc so cniiira
cnquanio o opcrador csiivcr conccnirado no aparclIo,
lcn cono na qualidadc da cncrgia dcscjada c no
pacicnic.
Dasia quc o opcrador "virc-sc dc cosias" para a
"opcraçao" quc a ncsna ccssara, isio c, a naquina
dci×ara dc cniiir.
Nas Maquinas Fadiónicas a cnissao c auiónona c
indcpcndc da voniadc ou aicnçao do opcrador.
Assin, ao sc projciar un cquipancnio Fadiónico,
dcvc-sc lcvar cn conia csscs paranciros, pois sao a
unica forna dc cniiir qualqucr iipo dc cncrgia a
disiancia, scja a cncrgia dc nuncros, sigilos, dcscnIos
influcnics, córcs, rcncdios, sulsiancias csoicricas, ou
dc qualqucr ouira "coisa".

Ouiras fornas quaisqucr dc cniiir dcpcndcrao da
força da ncnic do sujciio aiivo do c×pcrincnio (o
Mago1Enissori, ou dc alguna Eniidadc.



Segunda Parte
PrátIca



Cap¡tuIo IX
A PrátIca da Evocação MágIca

A praiica da Magia Evocaiiva, apcsar dc iao
conIccida, quasc nunca foi dcscriia con c×aiidao.
O unico iralalIo quc conicn a dcscriçao c×aia dc
una cvocaçao nagica c o faluloso livro "TIc Praciicc of
Magical Evocaiion", dc auioria dc Franz Dardon.
Alias, nao Ia olra nais conplcia, no iocanic a Magia
c Calala, do quc a dc Franz Dardon, conposia dc
apcnas quairo voluncs, quc rcpuio indispcnsavcis para
iodo csiudioso c praiicanic da Magia (vcr lilliografiai.
Posso afirnar quc csia c a princira vcz quc c
pullicado, cn poriugucs, un ic×io con a rcalidadc, c so
a rcalidadc, dc una Evocaçao Magica.
É lon rcssaliar quc, para o succsso nuna opcraçao
nagica dcssc iipo, nuiio ircino c dcdicaçao sao
csscnciais; crcio quc a praiica assídua dc faculdadcs
nagicas lcn dcscnvolvidas por un nciodo racional c
scguro, cono o cnconirado na olra "Iniiiaiion Inio
Hcrnciics" ("Iniciaçao ao Hcrnciisno"i, dc auioria do
ncsno Franz Dardon, c ncsno inprcscindívcl.
Ha duas varicdadcs da Evocaçao Magica. a Crandc
Evocaçao c a Pcqucna Evocaçao. Na Crandc Evocaçao,
sc Evoca os Dcuscs c Dcusas, c consisic nuna opcraçao
poicncialncnic nais pcrigosa quc a Pcqucna Evocaçao,
posio quc un Dcus ou Dcusa podc, pcla propria
naiurcza dc sua Encrgia, dcscquililrar scriancnic
algucn. Ja na Pcqucna Evocaçao, sao Evocadas
quaisqucr ouiras Eniidadcs, qucr scjan Espíriios
Planciarios, Inicligcncias, Anjos, Dcnónios, Elcncniais,
cic.
O nclIor para a praiica da Magia Evocaiiva c quc
possanos uiilizar, para nossas opcraçõcs, un cónodo
c×clusivancnic para cssa finalidadc; algun cónodo
aondc possanos ficar a sos, no qual soncnic nos
icrcnos accsso, aondc icnIanos ioial privacidadc c quc
aic ncsno apcnas nos façanos a linpcza, falando cn
icrnos purancnic nundanos.
É claro quc csia, lcn cono iodas as dcnais
colocaçõcs dcsic apcndicc, podcn sofrcr nodificaçõcs,
dc acordo con a ncccssidadc do Mago. Un cónodo
assin fara o papcl dc un vcrdadciro Tcnplo, no scniido
nais anplo do icrno.
Sc for possívcl ao Mago, scu Tcnplo Magico dcvcra
scr guarnccido con parancnios adcquados ao scu
iralalIo, rcspciiando iodas as lcis dc analogia
aplicavcis, da ncsna forna quc os Magos do passado o
fizcran. Ncsic caso, o Mago localizara scu Aliar no Lcsic.
O Mago podcra, dc acordo con scu grau dc naiuridadc c
crcnça pcssoal, colocar cn scu Aliar una inagcn dc
sua Divindadc, ou, cono fazian os Magos do passado,
un EspclIo Magico, con dois candclalros dc scic
lraços, un cn cada lado do ciiado EspclIo Magico, c
un Turílulo cnirc os dois candclalros, cn frcnic ao
EspclIo Magico, nas cn posiçao infcrior a csic. No
passado, os Tcnplos Magicos cran guarnccidos con
quairo colunas ornancniadas con varias figuras
sinlolicas, cada coluna rcprcscniando un dos quairo
clcncnios ( agua, ar, icrra c fogo i. As parcdcs cran
dccoradas con figuras sinlolizando varias divindadcs
dos quairo clcncnios. No passado, lcn cono nos dias
aiuais, soncnic uns poucos podcrian icr un Tcnplo
Magico assin lu×uoso c sofisiicado. Mas isso nao dcvc
dcscsiinular o Mago, pois, nao inporia sua siiuaçao
financcira, clc (ou cla i scra capaz dc rcalizar suas
opcraçõcs ncsno quc nao disponIa dc un local cono o
dcscriio anicriorncnic para scu uso. Na vcrdadc, un
Mago conpcicnic podcra lcvar a calo una Evocaçao
Magica cn qualqucr lugar, scja un quario, una
cozinIa, una cdícula, un soiao ou un porao, dcsdc quc
icnIa sua privacidadc garaniida duranic scu iralalIo.
Mcsno quc isso iornc-sc inpossívcl, o Mago ainda
podcra praiicar sua Aric cn qualqucr local isolado, ao ar
livrc, dcsdc quc nao scja pcriurlado.

"A Euocucuo dc unu Entídudc"

÷ o Mago dcvc cscolIcr a Eniidadc a scr cvocada, ou
ainda qual a força planciaria ou clcncnial con a qual
dcscjc csialclcccr coniaio;
÷ isio c nuiio inporianic, pois so assin o Mago
salcra dc anicnao, quais as considcraçõcs rclaiivas às
lcis da analogia dcvcra icr cn ncnic, cspccialncnic no
quc diz rcspciio à acunulaçao dc luz colorida adcquada
à csfcra cn qucsiao;
÷ icndo cscolIido a qucn dcscja cvocar, o Mago
dcvcra icr cn ncnic o quc prcicndc olicr da força cn
qucsiao, clalorando porianio un plano prcciso dc açao;
÷ anics da cvocaçao propriancnic diia, o Mago
dcvcra ionar un lanIo dc Iigicnc conplcio, pois una
opcraçao nagica dcssa naiurcza rcqucr nao soncnic
una alna c un cspíriio linpos, nas ianlcn un corpo
físico linpo, cspccialncnic quando csiivcrnos cvocando
inicligcncias posiiivas c clcvadas;
÷ nao scndo possívcl ionar un lanIo conplcio, o
Mago dcvcra, ao ncnos, lavar cuidadosancnic suas
naos; cssc proccdincnio nao dcvcra janais scr
csquccido;
÷ ao lavar-sc, o Mago dcvcra conccnirar-sc na idcia
dc quc iodos os aspccios dcsfavoravcis, física c
psiquicancnic falando, irao cnlora con a agua quc sc
vai;
÷ prcparado dcssa nancira, o Mago iona un a un
scus inplcncnios nagicos, do local aondc csiavan
guardados, c os dcposiia nun pcdaço linpo dc iccido,
prcfcrivclncnic novo, quc csiava guardado junio con os
inplcncnios nagicos, con a finalidadc dc nanicr os
diios inplcncnios livrcs da pocira;
÷ providcncic para quc scu isolancnio do nundo
c×icrior scja conplcio, ianio para quc vocc nao sc
disiraia con aconiccincnios alIcios a sua opcraçao,
quanio visando cviiar o olIar curioso dc ouiras pcssoas;
÷ fccIc as coriinas, alai×c a canpainIa do iclcfonc,
aic ncsno dcsliguc a cIavc gcral da clciricidadc dc sua
rcsidcncia, para cviiar disiraçõcs duranic scu iralalIo;
÷ a cvocaçao icn início no noncnio cn quc vocc
concça a sc vcsiir; ponIa, porianio, aicnçao cspccial
ncssc aio, conccnirando-sc ioialncnic na opcraçao quc
sc scguira;
÷ visia-sc con roupas dc scda- no frio, usc roupas
dc lai×o cn scda ÷ c calçados quc scjan un iipo dc
cIinclos fccIados, adcquados ao uso cspccial quc sc icn
cn ncnic;
÷ icnIa cn ncnic quc, ao vcsiir-sc con suas vcsics
nagicas, vocc csiara fornando una proicçao conira
ioda c qualqucr influcncia dcsfavoravcl quc vcnIan do
univcrso visívcl ou nundo invisívcl;
÷ ao vcsiir-sc, icnIa cn ncnic quc scu corpo csia
ioialncnic proicgido conira influcncias dc quaisqucr
scrcs, pouco inporiando sc lons ou naus;
÷ cssa alsoluia ccricza dcvc pcrnancccr na ncnic
do Mago o icnpo iodo dc sua opcraçao nagica, dc csiar
alsoluiancnic isolado dc ioda c qualqucr influcncia
c×icrna;
÷ ponIa cniao, cn volia dc sua ciniura, o ciniurao
nagico, icndo cn ncnic quc vocc c o Solcrano dc iodos
os clcncnios, o Mcsirc dc iodos os
Podcrcs;
÷ finalncnic, ponIa cn volia dc sua calcça a iiara
nagica ou coroa nagica con a scnsaçao dc una
vcrdadcira uniao con Dcus, c scniindo quc nao c vocc,
nas Dcus c qucn csia lcvando a calo a opcraçao;
÷ vocc dcvcra unir-sc con o princípio Divino dcniro
dc si dc ial forna quc sc scniira cono a propria
Divindadc;
÷ accnda agora sua Lanpada ou Lanparina Magica,
quc dcvcra "cncIcr a sala" con a "cor da csfcra" cn
qucsiao;
÷ coloquc-a nun local cn iorno do qual vocc iraçara
scu Círculo Magico, ou pcndurc-a no ccniro do cónodo;
÷ nao Ia a ncccssidadc dc quc a Lanparina scja
localizada no ccniro c×aio do cónodo, scndo a unica c
rcal vaniagcn dc ccniraliza-la icr-sc a luz disiriluída
por igual;
÷ o pro×ino passo scra a colocaçao dos EspclIos
Magicos, c inprcgna-los; podcrcnos uiilizar apcnas un
EspclIo Magico, ou idcalncnic dois;
÷ un dos cspclIos scrvira para a nanifcsiaçao da
cniidadc cvocada no nundo físico, cnquanio o ouiro
cspclIo scrvira para afasiar influcncias indcscjavcis;
÷ icndo conscicncia dc quc nao c vocc, nas a
propria Divindadc, qucn csia lcvando adianic a
opcraçao nagica, cric, con o au×ílio dc sua inaginaçao,
un grandc nar dc luz, na coloraçao adcquada a csfcra
cn qucsiao, o qual, ianlcn pcla inaginaçao, vocc
acunulara do univcrso na supcrfícic do EspclIo Magico,
dc nancira quc ioda a supcrfícic do EspclIo Magico scja
ionada pcla cor;
÷ o podcr daqucla iluninaçao condcnsada dcvcra scr
iao foric a ponio dc iluninar ioialncnic a sala cn quc
sc opcra;
÷ ncssc noncnio, vocc dcvc usar dc sua
inaginaçao, criando cn scu scr a inprcssao dc quc
aqucla luz acunulada c na vcrdadc una "nairiz dc
podcr", un fluido, quc quasc possa scr olscrvado con a
visao física;
÷ dc qualqucr forna, vocc dcvcra icr a inprcssao
pcrnancnic dc csiar novcndo-sc cn ncio a una
oscilaçao colorida, na sala da opcraçao;
÷ cssa c a forna dc prcparar nagicancnic un
anlicnic para a opcraçao nagica cn qucsiao; assin
prcparado o anlicnic, quc csia cn pcrfciia sinionia con
a cniidadc cvocada, nao Ia nais olsiaculo algun para a
nanifcsiaçao do scr cn qucsiao, pois a cniidadc scniira
a ainosfcra propícia para a sua nanifcsiaçao;
÷ cnquanio vocc csia acunulando a luz no
anlicnic, dcvcra nanicr cn sua ncnic a idcia firnc dc
quc csia fazcndo isso con a finalidadc dc quc o cspíriio
cvocado sc condcnsc dc ial forna quc possa scr visio por
scus olIos físicos c ouvido con scus ouvidos físicos;
÷ inprcgnando o anlicnic con a luz na cor
cscolIida, nao sc csqucça dc dcscjar rcpciidancnic quc
a luz1podcr cn qucsiao pcrnancça acunulada na
supcrfícic do EspclIo Magico c na sala aic quc vocc a
"dissolva" por força dc sua inaginaçao;
÷ agora c Iora dc inprcgnar o EspclIo Magico con o
princípio do AlasIa. Projcic, por força da inaginaçao,
na supcrfícic do EspclIo, quc prcviancnic dcvcria icr
sido colcria con un condcnsador fluídico, o dcscjo dc
quc ncnIun scr pcriurlador, ncnIun cspíriio
zonlciciro, ncnIuna força indcscjavcl, nada ncssc
scniido pcncirc cn scu anlicnic dc iralalIo;
÷ cssc foi o scgundo passo na Evocaçao Magica;
÷ a sala dc iralalIo csia agora adcquadancnic
inprcgnada;
÷ pcguc cniao un pcdaço dc papcl naia-lorrao c
coric-o nun fornaio adcquado à csfcra quc scra
cvocada, ou scja.
÷ no ccniro do papcl, iracc, na cor da csfcra cn
qucsiao, uiilizando-sc dc un lapis colorido, o
signo1assinaiura1sigilo da cniidadc cn qucsiao, ou o
pcniagrana1Ic×agrana da força dcscjada, rcspciiando,
ncssc uliino caso, o ponio dc início c o ponio final do
dcscnIo;
÷ sinlolicancnic, iracc novancnic o dcscnIo con
scu dcdo ou con scu Dasiao Magico, conccnirando-sc
nas qualidadcs da cncrgia1cniidadc quc sc cvoca,;
Saturno = triângulo
Júpiter = quadrado
Marte = pentágono
Sol = hexágono
Vênus = heptágono
Mercúrio = octógono
Lua = nonágono
Terra (e quaisquer outras esferas) = círculo
÷ scria convcnicnic uncdcccr o papcl con un
condcnsador fluídico, dci×ando-o sccar a scguir;
÷ conccnirc-sc ianlcn na idcia dc quc a cniidadc
cvocada csia ligada ao dcscnIo, c rcagira a qualqucr
icnpo, csiando disposia a aicndcr ao Mago cn scus
dcscjos;
÷ icnIa cn ncnic, ao iraçar o dcscnIo, quc nao c
vocc qucn o faz, nas Dcus, c quc, porianio, a
inicligcncia cvocada rcndcra alsoluia olcdicncia a
Dcus;
÷ con csia aiiiudc ncdiiaiiva, una falIa c
inpossívcl;
÷ scu "Sclo Magico" csia pronio, c vocc podcra
concçar a prcparar o "Círculo Magico" c o "Triangulo
Magico" ;
÷ sc vocc ja iivcr un círculo lordado nun pcdaço dc
iccido, ou piniado nun pcdaço dc papcl, ponIa cssc
círculo no cIao, ao lado do iriangulo, c rc-iracc o círculo
con scu Dasiao nagico, ou con sua nao dirciia, ou
ainda con un dos dcdos dc sua nao dirciia;
÷ fazcndo isso, ncdiic na idcia dc quc o círculo
rcprcscnia a cicrnidadc, o nicrocosno c o nacrocosno,
quc clc sinloliza o univcrso iniciro cn scus aspccios
ncnor c naior;
÷ sua ncdiiaçao dcvcra scr iao pcrfciia, dcsdc o
início dcssc iralalIo, dc forna quc ncnIuna ouira idcia
pcncirc cn sua ncnic;
÷ siga agora o ncsno proccdincnio con rclaçao ao
iriangulo nagico, quc ianlcn dcvc csiar pronio cono o
círculo nagico, rc-iraçando o iriangulo dc forna idcniica
ao quc foi fciio con o círculo nagico;
÷ ncdiic, duranic cssa opcraçao, quc o iriangulo
rcprcscnia o nundo iridincnsional, isio c, o plano
ncnial, o plano asiral c o plano físico;
÷ para cviiar quc a inicligcncia quc sc dcscja cvocar
nao sc nanifcsic apcnas cn sua forna ncnial, nas
ianlcn cn suas fornas asiral c física, c ncccssario quc
sc inclua csic dcscjo ao conccnirar-sc cn sua aiiiudc
ncdiiaiiva runo ao iriangulo;
÷ sua inaginaçao no noncnio dc rciraçar ianio o
iriangulo quanio o círculo sao igualncnic inporianics c
inprcscindívcis;
÷ o Mago dcvcra dcicrninar a forna c a cnvcrgadura
da cfciividadc da inicligcncia dc qucn sc dcscja a
nanifcsiaçao;
÷ caso o Mago oniia csic ponio, a cniidadc lIc
aparcccra apcnas cn sua forna ncnial c
conscqucnicncnic apcnas na ncnic do Mago;
÷ a nanifcsiaçao da cniidadc so podcra ocorrcr sc
iodas as prccauçõcs c proccdincnios forcn
prccisancnic olscrvados c ionados;
÷ icrninada ioda csia fasc, coloquc o iriangulo cn
frcnic do círculo c ponIa o "Sclo" no ccniro do iriangulo;
÷ olviancnic o "Sclo" dcvcra icr sido prcparado dc
acordo con o indicado anicriorncnic;
÷ alguns Magos inicnsifican o cfciio iridincnsional
do scr cvocado colocando cn cada angulo do iriangulo
una cspiriicira, porianio ircs ao iodo, c as accndcndo;
÷ o conlusiívcl a scr uiilizado nas cspiriiciras
dcvcra scr un c×iraio dc aguardcnic ( ou run, gin,
uísquc, cic. i con canonila, isio c, un condcnsador
líquido ( condcnsador fluídico ou fluido condcnsadori, no
qual o Mago ja acunulou, con o au×ílio da inaginaçao,
o nundo iridincnsional;
÷ quando as cspiriiciras, guarnccidas dc pcqucnas
nccIas, csiivcrcn qucinando, da ncsna forna quc as
cspiriiciras dc laloraiorios, o podcr da inaginaçao
conccnirado no conlusiívcl lcniancnic sc c×pandira no
anlicnic cnquanio o fluido lcniancnic sc consonc;
÷ dcssa forna, a naicrializaçao da cniidadc cvocada
icra ioial apoio;
÷ quc fiquc lcn claro quc a uiilizaçao das
cspiriiciras nao c alsoluiancnic ncccssaria, nas c un
lon au×ílio, cspccialncnic para os inicianics, pois un
inicianic nas praiicas cvocaiivas ncccssiia dc un naior
nuncro dc accssorios quc un Mago c×pcricnic ncsic
dcpariancnio;
÷ os novaios podcrao colocar as lanparinas ou
cspiriiciras cn inicrvalos rcgularcs, nao soncnic nas
ponias do iriangulo cquilaicro, nas ianlcn cn iorno da
linIa quc dcnarca o círculo nagico;
÷ a quaniidadc dc lanparinas colocadas dcniro do
círculo dcpcndcra do nuncro analogo do plancia
rclcvanic;
÷ o nuncro dc lanparinas1cspiriiciras a scr
uiilizado c analogo ao nuncro airiluido a csfcra cn
qucsiao, cono sc scguc.

÷ o Mago podcra ainda sinlolizar os clcncnios no
círculo, quando cniao ncccssiiara dc apcnas quairo
lanparinas;
÷ o proprio Mago, cn pc no ccniro do círculo,
Terra = 10
Lua = 09
Mercúrio = 08
Vênus = 07
Sol = 06
Marte = 05
Júpiter = 04
Saturno = 03
rcprcscniara o quinio clcncnio, o princípio do AlasIa
ou Éicr;
÷ ao colocar as lanparinas, o Mago lcva cn
considcraçao os quairo ponios cardcais, colocando as
lanparinas a Lcsic, Ocsic, Sul c Noric do círculo;
÷ c dci×ado ao criicrio do Mago c×prcssar con as
cspiriiciras o nuncro planciario cn qucsiao ou
sinlolizar os clcncnios;
÷ claro quc o Mago podcra iraçar ircs círculos
conccniricos, colocando no círculo inicrncdiario as
quairo lanparinas sinlolizando os clcncnios, no círculo
c×icrno colocara o nuncro dc lanparinas analogo ao
nuncro airiluido a csfcra da cniidadc quc scra cvocada,
ficando, c olvio, o Mago, no ccniro do ncnor dos ircs
círculos conccniricos;
÷ olviancnic, a uiilizaçao das cspiriiciras na forna
indicada conplicara lasianic a prcparaçao para a
cvocaçao, nas a pcssoa apia a uiilizar iais lanparinas
nao dcsisiira da uiilizaçao dcssc apoio, pois quanio
naior o nuncro dc apoios para a conscicncia o sujciio
iivcr no scu início, nclIor scrao os rcsuliados;
÷ agora cnira cn ccna o iurílulo ou inccnsario;
÷ o Mago podcra coloca-lo cnirc o círculo c o
iriangulo ou dirciancnic no iriangulo;
÷ o iurílulo dcvcra scr guarnccido con carvao cn
lrasa ou con un pavio ou nccIa, c solrc a
cIana1lrasa una pcqucna placa dc colrc scra fi×ada;
÷ cssa placa c quc scra aquccida pclo calor da
cIana1lrasa;
÷ o po a scr inccnsado dcvcra, cn iodos os casos,
corrcspondcr a csfcra do scr cvocado, c dcvcra ( o po i
scr colocado solrc a placa dc colrc;
÷ apcnas pcqucnas quaniidadcs dcvcrao scr
uiilizadas, dc noldc quc no anlicnic sinia-sc o suavc
arona da fragrancia inccnsada, ao invcs dc poluir o
anlicnic con una dcnsa funaça quc pcriurlara o
iralalIo;
÷ cono alicrnaiiva do po a scr inccnsado, podc-sc
uiilizar una iiniura aronaiica, scnprc rcspciiando a lci
das analogias;
÷ caso vocc nao dcscjc uiilizar o iurílulo duranic a
opcraçao nagica, podcra pingar algunas goias da
csscncia adcquada nun pcdaço dc papcl naia-lorrao;
÷ cn qualqucr dos casos, o arona agradavcl à
inicligcncia cvocada faciliiara a naicrializaçao do scr cn
nosso nundo físico;
÷ inccnsar o anlicnic, na vcrdadc, nao c iao
inporianic quanio qucrcn alguns auiorcs; c so nais un
apoio;
÷ nunca uiilizc sulsiancias io×icas, vcncnosas ou
cniorpcccnics para inccnsar o anlicnic, sol pcna dc
pcrdcr o conirolc da siiuaçao; cvocaçao nagica c algo
nuiio scrio c podc ncsno scr lasianic pcrigoso;
÷ caso o Mago csicja cvocando un scr nao
pcricnccnic a ncnIuna das scic csfcras planciarias, sol
o qual nao icnIa ccricza con rcspciio as
corrcspondcncias analogas, dcvcra uiilizar cono inccnso
un condcnsador líquido univcrsal;
÷ a rcgra anicrior aplica-sc anplancnic aos scrcs da
zona da icrra c dos clcncnios icrrcsircs;
÷ olviancnic o condcnsador cn qucsiao dcvcra scr
adcquadancnic inprcgnado, isio c, a acunulaçao da luz
adcquada a opcraçao dcvcra scr fciia da ncsna forna
quc nos ouiros proccdincnios scnclIanics,
conccnirando-sc ao ncsno icnpo no dcscjo dc succsso;
÷ una loa nisiura univcrsal c conposia dos
scguinics clcncnios, cn parics iguais cn volunc.
inccnso dc igrcja
nirra
csioraquc
lcnjoin
alocs (lalosai

÷ una fornula univcrsal cono a dcscriia no iicn
anicrior icn scrvcniia cn iodas as siiuaçõcs;
÷ para o aio dc inccnsar, apcnas una colIcr dc cafc,
rasa, scra a quaniidadc idcal dc cada conponcnic a scr
uiilizado, para quc icnIanos, ao inccnsar, soncnic un
agradavcl arona, c nao un funacciro icrrívcl con un
cIciro insuporiavcl;
÷ fciio isso, nais un passo prcparaiorio da cvocaçao
nagica foi cunprido, c podcrcnos passar cniao a
cvocaçao nagica propriancnic diia;
÷ iraiando-sc dc un scr posiiivo, isio c, lon,
podcrcnos colocar nossa cspada cn nosso ciniurao, no
lado csqucrdo do corpo;
÷ sc iivcrnos cnirc os nossos inplcncnios nagicos
una adaga, faca ou punIal, dcvcrcnos colocar isso
ianlcn no ciniurao;
÷ isso farcnos pois, un scr posiiivo, nao inporia dc
qual csfcra provcnicnic, dificilncnic rcqucrcra o uso da
cspada ou faca;
÷ sc, porcn, csiivcrnos cvocando un scr ncgaiivo,
isio c, nau, dcnoníaco, dcvcrcnos cnpunIar nossa
cspada cn nossa nao dirciia, cono sínlolo da viioria;
nosso lasiao nagico, ncsic caso, csiaria cn nossa nao
csqucrda;
÷ colocando sua cspada no ciniurao, vocc csiara
c×prcssando a idcia dc quc o scr cvocado nao scra
forçado, dc nodo algun, a saiisfazcr scus dcscjos;
÷ con scrcs insulordinados ao Mago, porcn, nao Ia
ouiro ncio dc conirola-los c×ccio con a cspada;
÷ scrcs dcnoníacos, ncgaiivos, sao conandados pclo
Mago con o au×ílio da cspada flanígcra, cono sínlolo
da viioria, para quc a cniidadc cn qucsiao lIc rcnda
alsoluia olcdicncia c saiisfaça iodos os scus dcscjos;
÷ nao Ia scr dcnoníaco algun quc o Mago nao
consiga conirolar c sulncicr a sua voniadc;
÷ iudo o quc c ncccssario fazcr c quc o Mago aponic
sua cspada para o lugar aondc clc dcscja quc o scr sc
nanifcsic, c isio ocorrcra proniancnic, alcn do quc o
scr ncgaiivo cn qucsiao aicndcra proniancnic a iodas
as dcicrninaçõcs do Mago;
÷ dcsdc quc iodo scr icn un insiinio dc auio-
prcscrvaçao, iodos os dcnónios icncn a cspada nagica
ou punIal nagico, pois cn vcrdadcira conunIao con
Dcus, una cspada nagica podc, figuraiivancnic
falando, dcspcdaçar qualqucr dcnónio;
÷ ionc scu lasiao nagico cn sua nao dirciia, fiquc
lcn no ccniro do círculo c conccnirc-sc na idcia dc quc
vocc c o ccniro, dc quc vocc c Dcus, o solcrano dc iodas
as csfcras, c dc quc vocc csia, ao ncsno icnpo, na
csfcra1plancia da inicligcncia dcscjada;
÷ cono o princípio divino, vocc cIanara, cn sua
ncnic, a cniidadc dcscjada, ao ncsno icnpo cn quc
vocc cIana o nonc dcla, cn sua ncnic, por ioda a
csfcra1plancia dcla;
÷ vocc dcvc sc convcnccr quc a sua cIanada scra
ouvida cn iodo canio da csfcra daqucla cniidadc;
÷ sinuliancancnic, icnIa cn ncnic quc, scndo
Dcus, vocc scra o Dcus daquclc scr ianlcn, quc, cniao,
lIc ouvira ianlcn;
÷ pcrnancça ncssc csiado faiiganic por alguns
insianics, pois cniao scu cspíriio concclcra quc a
cniidadc cvocada csia lIc rcspondcndo cn sua ncnic;
÷ dcsdc quc vocc csia con ioda a sua conscicncia na
csfcra cn qucsiao, vocc princirancnic ouvira a voz da
inicligcncia cn qucsiao cono sc cla cnanassc das nais
profundas FECIÕES do scu cspíriio;
÷ assin quc vocc ouvir a voz da cniidadc c assin
quc vocc iivcr a ccricza dc csiar vcndo a cniidadc cn
cspíriio, rciornc ao scu cspíriio, nanicndo-sc conscicnic
dc scr Dcus, c vocc iornara a unir sua alna con scu
corpo físico;
÷ agora cIanc novancnic pcla cniidadc,
sussurrando o nonc dcla, rcpciindo csia forna dc
cIanar pcla cniidadc algunas vczcs;
÷ vocc cniao pcrcclcra rcpcniinancnic quc a
cniidadc cvocada csia prcscnic cn sua ainosfcra asiral,
quc cla csia prcscnic na sala dc cvocaçõcs;
÷ sc sua opcraçao foi corrciancnic c×ccuiada aic
aqui, aondc o scr vcio aic scu local dc iralalIo, solrc o
"sclo" colocado no ccniro do iriangulo nagico, falc cn
voz lai×a ou cn ionalidadc nornal quc cla, a cniidadc,
dcvcra aprcscniar-sc a vocc fisicancnic;
÷ no noncnio dc iransiçao cnirc o plano asiral c o
plano físico, nao sc csqucça dc convcnccr-sc das ircs
fornas dc c×isicncia da sua pcrsonalidadc, dc forna quc
vocc sc sinia unido ao scu corpo asiral cono un cspíriio
c quc vocc csia ao ncsno icnpo ncsscs dois corpos c
cn scu corpo físico;
÷ cssc aio dc auio-conirolc c para au×iliar o scr
cvocado a scguir o curso dc scus pcnsancnios c para
conduzí-lo dc sua propria csfcra aic a csfcra quc vocc lIc
prcparou cn scu icnplo;
÷ isio significa quc o scr aparcccra cn sua forna
ncnial c cn sua forna asiral, c dcpcndcndo do scu
podcr naicrializador, clc ianlcn assunira un corpo
físico condcnsado;
÷ vocc podcra agora vcr c ouvir a cniidadc cvocada
cn scu iriangulo nagico, ou, sc vocc prcparou
adcquadancnic scu cspclIo nagico para a apariçao da
cniidadc, cla aparcccra no cspclIo nagico cn
concordancia con scu lay-oui sinlolico dc qualidadcs
da csfcra rclcvanic, dc noldc quc vocc csiara apio a
coniaciar a cniidadc dc forna conscicnic;
÷ a cniidadc aparcccra con sua aparcncia rcal;
÷ procurc olscrvar o na×ino dc dcialIcs da
cniidadc, para anoiar posicriorncnic cn scu diario ou
livro nagico;
÷ aguardc cla dirigir-sc a vocc princiro, nunca ionc
a iniciaiiva;
÷ procurc, sc for dc scu inicrcssc, conlinar con o
scr una forna nais sinplcs dc coniacia-lo no fuiuro;
÷ opcraçõcs dcssc iipo lIc proporcionarao
c×pcricncias as nais variadas;
÷ apos pcdir o quc vocc dcscja da cniidadc,
olviancnic dcniro da cnvcrgadura dc podcr c naiurcza
do scr, c olicndo dcla alguna proncssa do
cunprincnio do scu dcscjo, ou dc icr oliido o
conIccincnio alncjado, ou scja la o quc for, so lIc rcsia
cnvia-la dc volia;
÷ vocc dcvcra agradcccr individualncnic ao scr,
c×prcssando scu conicniancnio pclo faio dc quc clc, o
scr, o rcconIcccu cono un Mago gcnuíno, c foi
olcdicnic a vocc, c cniao vocc lIc pcdira quc rciornc a
sua csfcra original;
÷ con ioda a sua conscicncia, vocc sc colocara na
csfcra do scr cvocado, c conccnirar-sc-a por ncio dc sua
inaginaçao quc o scr cvocado csia rciornando da csfcra
parcial criada cn scu icnplo para sua csfcra, scu
donicílio;
÷ fciio isso, vocc rciornara cono un Mago cn plcna
conscicncia para a sua conscicncia nornal, pondo
porianio fin a cvocaçao;
÷ pcrnancccndo no icnplo, apos o fin da opcraçao,
vocc sc scniira nun csiado dc graça, fcliz, c×ciiado;
÷ vocc podcra, ainda, rcpciir ncnialncnic ioda a
opcraçao, passo a passo, para rccordar cada dcialIc;
÷ con o au×ílio dc sua inaginaçao, dissolva a luz
acunulada no univcrso, iirc o "sclo" dc dcniro do
iriangulo, pondo-o cn local scguro;
÷ dci×c agora o círculo, scn risco algun, rciirc as
lanparinas, cic.;
÷ guardc iodos os inplcncnios nagicos;
÷ cscrcva iudo dcialIadancnic cn scu diario
nagico, c×ccio sc for oricniado dc forna difcrcnic pcla
cniidadc cvocada, con rcspciio a algo cspccífico;
÷ aos poucos, coniaciando as nais variadas
inicligcncias, sua c×pcricncia crcsccra ircncndancnic, c
lons rcsuliados scrao a rcgra;
÷ a dcscriçao dc una cvocaçao nagica conplcia csia
icrninada.


Cap¡tuIo X
Pentagramas, Hexagramas e
Outras EstreIas

Confornc o lciior aicnio ja dcvc icr pcrcclido, Ia
divcrsos nciodos dc sc cvocar as nais variadas cspccics
dc cniidadcs cspiriiuais.
O ncio nais conun para rcalizar cssc iipo dc
opcraçao nagica c, cscolIida a cniidadc, da qual sc
conIccc o "sclo", "sigilo" ou "assinaiura", proccdcr cono
indicado anicriorncnic, na paric rclaiiva a cvocaçao
nagica.
Ouando, porcn, csianos dcscjosos dc cvocar una
força "ccga", una cncrgia clcncnial inpcssoal, una
força suljciiva, podcrcnos nos uiilizar pcniagranas
c1ou Ic×agranas nagicos, o quc scra fciio dc forna
idcniica ao quc sc faria no caso dos "sigilos" rcfcridos
anicriorncnic.
Fccapiiulando, dcvcrcnos iraçar o
pcniagrana1Ic×agrana no papcl quc scra colocado no
iriangulo nagico; rciraça-lo no ncsno papcl, dcsia vcz
con nossa arna nagica (aqucla cscolIida para a
opcraçaoi; por fin, iraça-lo no ar con a ncsna arna
nagica.

OIsc)uucuo.

apos iraçar o pcniagrana1Ic×agrana, nunca
circunda-lo (isio c, iraçar un círculo cn volia do
pcniagrana1Ic×agranai, c×ccio caso sc qucira confinar
a cncrgia cvocada, cono, por c×cnplo, no caso dc
prcparar c consagrar un ialisna, un paniaculo ou un
anulcio.
PENTAGRAMA

Ouando usar o pcniagrana?
Ouando quiscr-nos cvocar as cncrgias clcncniais.
Traçar o pcniagrana; no ccniro dcssc, iraçar o sinal
do signo zodiacal ao qual as cncrgias dcscjadas
pcricnccn, isio c, do grupo clcncnial quc nos inicrcssa
(princiro, scgundo ou icrcciro, ou scja, a parccla aiiva,
ou a parccla passiva, ou ainda a parccla ncuira do
clcncnioi. Solrc isso, vcr o capíiulo corrcspondcnic na
princira paric dcsia olra.
Ouando sc dcscjc soncnic a prcscnça da cncrgia
clcncnial, nas scn o "colorido" do signo zodiacal, oniic-
sc o iraçado do sinal corrcspondcnic a qualqucr signo
zodiacal. Scrvc ianlcn para cvocar algun scr Elcncnial
ou "alrir as porias do Éicr". Franl C. Fipcl alorda cssc
assunio cn profundidadc nos scus ircs livros ciiados na
lilliografia dcsia olra.
Tanlcn scrvc para "Evocar o Caos", alrir as porias
para a Encrgia do Caos.
HEXAGRAMAS

Ouando usar o Ic×agrana?
Ouando quiscr-nos cvocar as cncrgias zodiacais dc
un so signo, ou para cvocar as forças planciarias dc un
plancia apcnas, ou, ainda, para cvocar as forças
clcncniais cono un iodo, nao apcnas as suas parcclas
airiluídas aos signos zodiacais.
Ncssc uliino caso, dcvcnos iraçar os quairo
Ic×agranas clcncniais, un cn cada ponio cardcal do
nosso círculo nagico.
Scrvc ianlcn para cvocar alguna cniidadc das
rcfcridas csfcras.
Aicnçao a scguir. para iraçar os
pcniagranas1Ic×agranas, scguir a ordcn nuncrica,
indo do nuncro naior para o ncnor; quando Iouvcrcn
nuncros c lciras, os iraçados nao sao cnirclaçados, nas
indcpcndcnics, porianio, fazcr princiro iodo o iraçado
dos nuncros c dcpois o das lciras, scn unir os nuncros
con as lciras.
Traia-sc do sinplcs iralalIo dc unir os poniinIos, na
ordcn indicada.
Pcntug)unu do AKASHA (ou ETEH)

Pcntug)unu do FOGO

Pcntug)unu du AGUA

Pcntug)unu do AH

Pcntug)unu du TEHHA

Hcxug)unu do FOGO

Hcxug)unu do AH

Hcxug)unu du AGUA

Hcxug)unu du TEHHA

Hcxug)unu du LUA

Hcxug)unu dc MEHCÚHIO

Hcxug)unu dc VÊNUS

Hcxug)unu dc MAHTE

Hcxug)unu dc JÚPITEH

Hcxug)unu dc SATUHNO

Hcxug)unu do SOL

Dcvc-sc iraçar os scis Ic×agranas, dos scis ouiros
plancias asirologicos, no ncsno lugar, isio c, un solrc
o ouiro.
Para quaisqucr ouiros asiros cclcsics, incluindo
Urano, Nciuno c Pluiao, podc-sc uiilizar do ncsno
Ic×agrana dc Saiurno.
Podc-sc iraçar, no ccniro do Ic×agrana, un signo
planciario (do plancia, do signo associado, dc alguna
inicligcncia planciaria ou zodiacali
Alcn dcsscs sinais (pcniagranas c Ic×agranasi, c
dos "sigilos", c×isicn ouiros dc uso cn nagia cvocaiiva.
÷ Kancas (quadradosi planciarios
÷ quadrados da Magia Sagrada dc Alranclin
÷ Hcpiagranas Plaiónicos (concçar pclo angulo do
plancia nais foric, c daí cn ordcn dccrcsccnici; vcr na
lilliografia a olra dc PanisIa solrc o assunio; iodos
csscs uiilizados ianlcn cn Magia Talisnanica c
Paniacular, isio c, na confccçao (dcscnIosi c
consagraçao (riiuali dc ialisnas c paniaculos. Vcr
apcndicc cspccífico.
Ha ianlcn sinais graficos dc ouiras corrcnics
nagicas, cono da Magia EnocIiana, os "Ponios
Fiscados" da Unlanda c da Ouinlanda, os "Vcvcs" dc
Voodoo, os dcscnIos riiuais uiilizados no Candonllc da
naçao Angola, alcn dc nuiias ouiras coisas.
Dc iodos, por qucsiõcs iccnicas, aprcscniarcnos
apcnas os Kancas planciarios c clcncniais c as csirclas
(dc 7, 8, 9, 10, 11 c 12 ponias, alcn, c claro, das dc 5 c
6 poniasi; os ouiros sínlolos cvocaiorios ou invocaiorios
podcrao scr cnconirados cn pullicaçõcs divcrsas.
Olscrvaçao. colocar cada nuncro cn un
quadradinIo do papcl, dc prcfcrcncia, quadriculado
(para faciliiar o iralalIoi.

SOL (111i
LUA (369i
6 32 3 34 35 1
7 11 27 28 8 30
19 14 16 15 23 24
18 20 22 21 17 13
25 29 10 9 26 12
36 5 33 4 2 31
37 78 29 70 21 62 13 54 5
6 38 79 30 71 22 63 14 46
47 7 39 80 31 72 23 55 15
16 48 8 40 81 32 64 24 56
57 17 49 9 41 73 33 65 25
26 58 18 50 1 42 74 34 66
67 27 59 10 51 2 43 75 35
36 68 19 60 11 52 3 44 76

MEFCÚFIO (260 & 267i

VENUS (175i

MAFTE (65i

77 28 69 20 61 12 53 4 45
8 58 59 5 4 62 63 1
49 15 14 52 53 11 10 56
41 23 22 44 48 19 18 45
32 34 35 29 25 38 39 28
40 26 27 37 36 30 31 33
17 47 46 20 21 43 42 24
9 55 54 12 13 51 50 16
64 2 3 61 60 6 7 57
22 47 16 41 10 35 4
5 23 48 17 42 11 29
30 6 24 49 18 36 12
13 31 7 25 43 19 37
38 14 32 1 26 44 20
21 39 8 33 2 27 45
46 15 40 9 34 3 28
11 24 7 20 3
4 12 25 8 16
17 5 13 21 9
10 18 1 14 22
23 6 19 2 15
JÚPITEF (34i

SATUFNO (15i

SATUFNO SUPEFNAL (65i

TEFFA (PLANETAi; MALKUTH (671i
4 14 15 1
9 7 6 12
5 11 10 8
16 2 3 13
4 9 2
3 5 7
8 1 6
17 24 1 8 15
23 5 7 14 16
4 6 13 20 22
10 12 19 21 3
11 18 25 2 9
68 80 92 104 116 7 19 31 43 55 56
81 93 105 117 8 20 32 44 45 57 69
94 106 118 9 21 33 34 46 58 70 82
107 119 10 22 23 35 47 59 71 83 95
120 11 12 24 36 48 60 72 84 96 108
1 13 25 37 49 61 73 85 97 109 121
14 26 38 50 62 74 86 98 110 111 2
27 39 51 63 75 87 99 100 112 3 15
40 52 64 76 88 89 101 113 4 16 28
53 65 77 78 90 102 114 5 17 29 41

Kancas Elcncniais.
Esirclas Unicursais.
Dc acordo con o nuncro dc ponias da csircla, o quc
sc podc Evocar ou Invocar.
5 ponias.

clcncnios, grupos clcncniais dos signos zodiacais,
clcncniais, o cicr, o caos
6 ponias.

66 67 79 91 103 115 6 18 30 42 54
AR TERRA ÁGUA FOGO
2 7 6 6 7 2 4 9 2 6 1 8
9 5 1 1 5 9 3 5 7 7 5 3
4 3 8 8 3 4 8 1 6 2 9 4
plancias, signos, clcncnios cono un iodo
7 ponias.

os scic plancias (un dclcs ou iodos clcsi, os Espíriios
Olínpicos, os Dcuscs c Dcusas da niiologia (dc qualqucr
panicaoi, cniidadcs planciarias;
8 ponias.

os scic plancias nais o plancia Tcrra, a csfcra do
plancia Tcrra, cniidadcs da Esfcra da Tcrra quc nao
scjan Elcncniais;
9 ponias.

os novc Dcuscs c as novc Musas, os Arquciipos, alcn
dc suas qualidadcs fundancniais, a salcr.
10 ponias.

os dcz plancias asirologicos (Sol, Lua, Maric,
Mcrcurio, Vcnus, Jupiicr, Saiurno, Urano, Nciuno,
Pluiaoi, as dcz SIcpIiroi (Esfcras da Árvorc da Vidai
Deuses Musas Qualidades/Vícios
- Hórus Clio devoção
- Apollo Terpsichore exuberância
- Thor Thalia malevolência
- Jove Calliope confiança
- Hermes Euterpe contemplação
- Diana Melpomene arrogância
- Hathor Polyhymnia ansiedade
- Venus Erato enternecimento
- Thoth Urania determinação
(KETHEF, CHOKHMAH, DINAH, CHESED, CEDUFAH,
TIPHAFET, NETZACH, HOD, YESOD, MALKUTHi; as dcz
SIcpIiroi (ou ScpIiroiIi, cujo plural c ScpIiraI, sao as
dcz cnanaçõcs da Conscicncia Cosnica, scgundo a
filosofia Calalísiica.

11 ponias.

OlipIoi (as ConcIas da Árvorc da Moric, a sonlra da
Árvorc da Vidai.

cn ouiras cscolas, as corrcspondcncias OlipIoiicas
sao as scguinics.
Qliphah Esfera Demônio função desordem
FERAH KETHER BAPHOMET idolatria delírio
RAHJAH BINAH BEHEMOTH blasfêmia histeria
RILEH HOKHMAH LUCIFUGE vaidade narcisismo
QADESh TIPHERET LEVIATHAN inveja paranóia
KYADER HESED ZEPHAS raiva mania
RAUCH GEBURAH BELPHEGOR indolência depressão
FHIDOR NETSAH ASTAROTH ganância cleptomania
JAUCH HOD BEELZEBUTH gula bulimia
VERJASh YESOD ASMODEUS luxúria satiríase
KARIH MALKUTH LILITH fornicação ninfomania
NUH DAATH ABBADON
morte da
alma
catatonia

Sephirot Qliphot o nome do Mal

Scgundo a filosofia calalísiica, OlipIoi c un plano
Ialiiado por cniidadcs nalcvolas dc iodo iipo, inclusivc
Vanpiros Asirais, fornas-pcnsancnio ncfasias,
clcncniais naiurais c ariificiais, clcncniarcs, larvas,
cnirc ouiras criaiuras pcrigosas. Cada csfcra ScpIiroiica
icn scus corrcspondcnics OlipIoiicos. Soncnic Magos
c×pcricnics dcvcn icniar pcncirar ncssas csfcras
olscuras dc podcr.
12 ponias.

KETHER THAUMIEL
Os
contendores
CHOKHMAH GHOGIEL
Os que criam
obstáculos
BINAH SATARIEL
Os
dissimuladores
CHESED AGSHEKELOH
Os
transgressores
GEBURAH GOLOHEB
Os que
queimam
TIPHARETH TAGIRIRON
Os que
provocam
controvérsia
NETZACH
GHARAH
TZEREK
Os que pilham
HOD SAMAEL Os mentirosos
YESOD GAMALIEL Os pervertidos
MALKUTH LILITU
Os
fornicadores
os Signos do Zodíaco
(ÁFIES, TAUFUS, CEMINI, CANCEF, LEO, VIFCO,
LIDFA, SCOFPIO, SACITTAFIUS, CAPFICOFNUS,
AOUAFIUS, PISCESi
EVOCACÃO CEOMÃNTICA 1 INVOCACÃO
CEOMÃNTICA
Cono Evocar ou Invocar as forças das figuras
gconaniicas. iraçar os Pcniagranas dos dois clcncnios
involvidos, na ordcn cn quc aparcccn na fornaçao da
figura, isio c, dc cina para lai×o.
E×cnplo.
1222 c 12+agua + 22÷icrra, porianio, agua anics,
dcpois icrra;
1111 c 11÷fogo + 11÷fogo, porianio, fogo duas vczcs;
Cono cvocar os plancias ou plc×os olscuros ou
ponios da asirologia aralc.
÷ parics Iclíacas. o Sol anics, dcpois o plancia da
paric quc inicrcssa;
÷ parics sclcnicas. a Lua princiro, dcpois o plancia
cuja paric luscanos;
E×cnplo. Paric da Foriuna, princiro Sol, dcpois Lua
(Ic×agranasi;
÷ Sol Ncgro. princiro Caos (pcniagranai, daí o Sol;
÷ Lua Ncgra ou LiliiI. princiro Caos, daí Lua c
dcpois Vcnus;
÷ Priapo. princiro Caos, daí Lua dcpois Maric.
÷ Calcça do Dragao. oricniar-sc cono sc iraiassc da
figura gconaniica, 2111, porianio 21 (ari + 11 (fogoi;
÷ Cauda do Dragao. cono acina, porianio 1112 c 11
(fogoi + 12 (aguai.
nuiio cuidado con iodas as opcraçõcs dc Evocaçao
ou Invocaçao uiilizando-sc da cncrgia das csirclas
iraçadas con Arnas Magicas; scu podcr c lcn naior c
nais suiil do quc sc inagina.
Apcnas cono c×cnplo, una das nanciras nais
convcncionais dc cvocar (ou invocari a força dcscjada,
consisic cn sc iraçar a csircla adcquada, con a arna
adcquada (ou aic ncsno con a nao, con os dcdos ou
aic con un dos dcdosi, pariindo do angulo aondc csia
siiuada a força, c a pariir daí, no scniido Iorario, aic
conplciar o iraçado da csircla, isio c, aic rciornar ao
ponio dc pariida; para lanir a força anicriorncnic
cIanada, rcpcic-sc a opcraçao, nas dcsia vcz pariindo
nao do angulo da força, nas runo a cssa, no scniido
anii-Iorario, isio c, no scniido invcrso ao da princira
opcraçao.
Ouira forna dc sc opcrar con as csirclas, dcscrcvo a
scguir.
÷ iracc princirancnic o "sigilo" (ou ouiro sinali da
força dcscjada;
÷ iraçar, pro×ino do lugar aondc foi iraçado o
"sigilo", a csircla adcquada, no scniido Iorario;
÷ para lanir a força, iraçar o "sigilo", daí iraçar a
csircla novancnic, nas aqui cn scniido anii-Iorario,
isio c, invcrso ao usado anics.
Para os ncnos c×pcricnics, rcconcndo quc uscn os
pcniagranas, Ic×agranas c Icpiagranas, pois os
ncsnos sao adcquados a naioria das opcraçõcs
nagicas, alcn dc nao rcqucrcr nuiios csiudos
adicionais ou ncdiiaçõcs rclaiivas as airiluiçõcs dos
angulos das csirclas.
Soncnic por curiosidadc, a scguir icnos una rclaçao
dc corrcspondcncias cnirc as csirclas graficas c os
Plancias Asirologicos, scus Arquciipos c Esfcras.
- SATURNO - 3 PONTAS
- JÚPITER - 4 PONTAS
KAMEAS ÷ USO MÁCICO DOS OUADFADOS
PLANETÁFIOS
SOL X LUA. lons rclacionancnios con os pro×inos
SOL X MEFCÚFIO. succsso nos ncgocios
SOL X VENUS. popularidadc, dcscnvolvincnio
ariísiico
SOL X MAFTE. succsso pclo proprio
csforço,lidcrança, fciios c×iraordinarios
SOL X JÚPITEF. progrcsso, rcconIccincnio, succsso
naicrial c1ou cspiriiual
SOL X SATUFNO. saudc dclicada, iudo "nirrando",
scparaçõcs
LUA X MEFCÚFIO. faciliia viagcns; rcccpçao dc
csiínulos ncniais
LUA X MAFTE. ncgocios ou aiividadcs quc sc
ncccssiia iniciar con vigor
LUA X VENUS. uniõcs Iarnoniosas,casancnio nuiio
prolífico,loa vida faniliar
LUA X JÚPITEF. succsso social, grandcs
cnprccndincnios, vaniagcns naicriais
LUA X SATUFNO. dcprcssao, isolancnio, scparaçao
do clcncnio fcninino
MEFCÚFIO X MAFTE. conquisia do succsso pclas
idcias c dcicrninaçao
MEFCÚFIO X VENUS. uniõcs anorosas,
pcnsancnios ronaniicos, succsso ariísiico
MEFCÚFIO X JÚPITEF. succsso nos ncgocios c
- MARTE - 5 PONTAS
- SOL - 6 PONTAS
- VÊNUS - 7 PONTAS
- MERCÚRIO - 8 PONTAS
- LUA - 9 PONTAS
- TERRA - 10 PONTAS
cicncias
MEFCÚFIO X SATUFNO. avanços lcnios nas
scguros, conccniraçao filosofica
MAFTE X VENUS. naiuridadc sc×ual prcnaiura,
uniõcs lascadas no sc×o
MAFTE X JÚPITEF.succsso, ncgociaçõcs
aforiunadas, coniraios, acordos, casancnio
MAFTE X SATUFNO. "icsics" dc força, dispuia,
scparaçõcs, docnças, noric
VENUS X JÚPITEF. ganIo rapido dc popularidadc,
"cair apai×onado", casancnio
VENUS X SATUFNO. uniõcs ronaniicas con noiavcl
difcrcnça ciaria
JÚPITEF X SATUFNO. succsso nuianic; (provocai
nudança dc casa ou cnprcgo


Cap¡tuIo XI
Invocação MágIca

Ouando sc conduz una invocaçao, sc airai una
Eniidadc dcscncarnada para dcniro dc si proprio, para
scu proprio inicrior.
Ouando sc conduz una cvocaçao, sc airai una
Eniidadc dcscncarnada para si, nas a ncsna c naniida
c×icrna a nos, rcsiriia ou confinada a una arca
dcicrninada, nornalncnic un Triangulo Magico.
Invocando un Scr con dcicrninados podcrcs c
Ialilidadcs, "cIananos" cssas qualidadcs para nos
ncsnos. Adquirinos, porianio, cssas qualidadcs ÷ ao
ncnos icnporariancnic.
Cono nuiios dc ncus lciiorcs sao ncofiios ncsic iipo
dc opcraçõcs, aconsclIo aos quc dcscjan praiicar a
Invocaçao Magica quc sc rcsirinjan às Eniidadcs
anavcis c lcncficas, quc possuan qualidadcs quc
dcscjcnos possuir. Janais Invoqucn Dcnónios ou
ouiras Eniidadcs pcrigosas, cujas qualidadcs possan
causar fcrincnios ou acidcnics, cn qucn o invoca ou
aos pro×inos dcssc.
Una Invocaçao c nais facil dc scr lcvada a calo, con
succsso, por algucn pouco ircinado nagicancnic, do
quc una Evocaçao.
Una Evocaçao c nais difícil dc scr c×ccuiada, con
succsso, nas ncsnas condiçõcs.
Una Invocaçao c una Opcraçao Magica nuiio nais
pcrigosa quc una Evocaçao, pouco inporiando a
c×pcricncia do Mago quc a conduz.


Cap¡tuIo XII
A Invocação de Uma EntIdade

O proccsso dc Invocaçao dc una Eniidadc c nuiio
parccido con o dc Evocaçao Magica. Cono a uliina ja
foi dcialIadancnic c×plicada anicriorncnic, vanos nos
aicr apcnas aos iopicos dc naior rclcvancia.

÷ Sclccionc a Eniidadc dcscjada;
÷ dcicrninc suas caracicrísiicas, iais cono
aparcncia, sigilo, csfcra, arca dc aiuaçao, cic.;
÷ dcicrninc qual a "csircla" adcquada à opcraçao;
÷ csialclcça scu Círculo Magico;
÷ nanicnIa-sc dcniro do Círculo Magico;
÷ fiquc dc frcnic para o ponio cardcal
corrcspondcnic à csfcra dc podcr da Eniidadc cscolIida
(sc soulcr csic dadoi;
÷ usc scu Dasiao Magico para iraçar a "csircla" da
opcraçao, visualizando-a iraçada;
÷ o Dasiao c a arna nagica adcquada, pois qualqucr
Eniidadc quc nao aicnda anigavclncnic a una
cIanada (con o Dasiaoi, nao dcvc scr "convidada" a
pcncirar cn nosso Microcosnos;
÷ vilrc adcquadancnic o nonc da Eniidadc ÷
pronuncic-o, visualizc-o, ouça-o, sinia-o, vcja-o inscriio
na "csircla";
÷ procurc scniir a prcscnça da Eniidadc;
÷ icnic visualiza-la;
÷ nanicnIa scnprc cn ncnic scu dcscjo ÷ dc quc
a Eniidadc "cnirc" cn vocc, o possua, conunguc consigo
scus podcrcs c qualidadcs;
÷ sinia-sc possuído pcla Eniidadc c, ao ncsno
icnpo, possuidor daquclas qualidadcs;
÷ nanicnIa-sc ncssc csiado dc "c×iasc" duranic
alguns ninuios, varrcndo pcnsancnios alIcios à
opcraçao da ncnic, conccnirando-sc apcnas no
dcscjado;
÷ apos algun icnpo dc scniir-sc "inundado" dcssa
cncrgia, sinia a voniadc dc voliar a scr vocc ncsno, dc
scparar-sc da Eniidadc;
÷ faça cniao o riiual dc lanincnio, dc forna
adcquada c conplcia;
÷ ncsno quc vocc nao icnIa scniido nada, faça o
riiual dc lanincnio dc forna conplcia, pois nao podc-sc
vivcr con "rcsios" dc una opcraçao nagica dcniro dc
nos ÷ ncsno quc dc una opcraçao nal-succdida.
÷ apos lanir a Eniidadc dc volia ao plano dcla,
agradcça sua aicnçao c gcniilcza cn aicndcr sua
Invocaçao;
÷ scja scnprc gcniil con a Eniidadc Invocada;
afinal, clc ira nonia-lo cono un cavalciro nonia nun
cavalo...


Cap¡tuIo XIII
A PrátIca da CrIação de
Egrégoras

As insiruçõcs a scguir foran usadas con succsso por
nosso Crupo, quc nanicvc-as cn ioial sigilo duranic
nuiio icnpo.
É cIcgado o noncnio dc iornar pullicas cssas
insiruçõcs.
Cuardc-as con carinIo.
Elas podcrao scr a cIavc dc profundas
iransfornaçõcs posiiivas cn sua vida, sc vocc assin o
pcrniiir.
Sao as insiruçõcs para a criaçao dc Egrcgoras dc iipo
dcfinido, nas quc scrvcn para a criaçao dc qualqucr
Egrcgora.
O quc prcicndcnos c criar una Egrcgora (Forna-
Pcnsancnio colciivai para aicndcr-vos a iodos, alcn dc
podcr aicndcr aos vossos parcnics c anigos, por vosso
inicrncdio.
Olviancnic quc, ao criar a "sua" paric da Egrcgora,
cada un dcvcra ncnializar o quc dcscja para si, c
soncnic para si, c quais os liniics dcssc dcscjo (Karna,
nissao, cic.i, dc acordo con scus conIccincnios c
convicçõcs pcssoais.
Essc iralalIo icn algunas caracicrísiicas cspcciais.
÷ cada un dcvc pcnsar o quc cspcra ou dcscja para
si apcnas, ningucn salc o quc c lon para os ouiros;
÷ dividir para sonar ÷ un pouco dc cada un
ajudara a iodos;
÷ luscar ajuda oljciiva c suljciiva. alcriura dc
caninIos, oporiunidadcs dc ncgocio quc nao
prcjudiqucn ou firan ao pro×ino, au×ílio a quc sc vcjan
as oporiunidadcs no caninIo, quc nunca falicn os
ncios1alincnios ncsno cn calanidadcs, quc vosso
pairinónio scja proicgido, quc sc icnIan os ncios dc
coniinuar os csiudos, fariura dc conIccincnio, livros,
anigos, cssas c ouiras coisas;
÷ cada un fara o riiual cn scu lar, c usara da
Egrcgora quando ncccssiiar, scn icr quc icr a
inicrfcrcncia dc un lídcr;
÷ a Inagcn Tclcsnaiica da Egrcgora c dc livrc
cscolIa; rcconcndanos, porcn, a COFNUCÓPIA,
sínlolo iradicional da fariura c da riqucza;
÷ alcn disso, nun scniido nais Icrnciico, a
COFNUCÓPIA sinloliza o vcnirc fcninino, fccundo,
fcriil, gcrador c prcscrvador da vida;
Ao scniir voniadc, ou ncccssidadc, dc au×ílio da
Egrcgora, dcvcr-sc-a visualiza-la, ondc qucr quc scja,
idcniica à ilusiraçao uiilisada nos riiuais ÷ c c
jusiancnic ncssc noncnio quc vosso sul-conscicnic
accssara a Inagcn Tclcsnaiica, quc, por sua vcz,
accssara a Egrcgora, forialcccndo-a;

A forna dc criar a Egrcgora c a scguinic.

÷ iodos dcvcrao icr à nao a ilusiraçao da Inagcn
Tclcsnaiica, isio c, confornc nossa sugcsiao, da
COFNUCÓPIA (ncsic casoi; podcra, confornc as
ncccssidadcs, c dc acordo con a voniadc individual, scr
sulsiiiuída por ouira quc rcprcscnic nclIor as
aspiraçõcs dos praiicanics;
÷ dcsdc o princiro dia da Lua crcsccnic aic o uliino
dia da Lua cIcia, iodos os dias, cada un sc rccolIcra a
un canio qualqucr, quando faliarcn cinco ninuios para
a ncia-noiic (cinco ninuios para a una Iora da nanIa
duranic o Iorario dc vcraoi;
cssa Iora foi cscolIida pois.

ai c podcrosa Iora "alcria";

li as ouiras Ioras alcrias sao inviavcis para una
loa quaniidadc dos ncnlros do grupo (scis da nanIa c
nuiio ccdo; scis da iardc c ncio-dia sao Ioras dc
aiividadc profissional ou social; solrou a ncia-noiici;
÷ nas fascs claras da Lua, ncsno quc algucn
"lolcic", nao scra gcrada una cniidadc con aspccios
ncgaiivos, pois as fascs claras da Lua soncnic sao
adcquadas para a gcraçao dc cniidadcs lcncficas,
cnquanio quc as fascs cscuras da Lua sao adcquadas
para a gcraçao dc cniidadcs nalcficas;
÷ a cada ncs, findo o pcríodo inicial, quc c dc un
ano, cada un dcvcra rcpciir o riiual no Doningo dc Lua
cIcia, c, caso qucira, ianlcn no Doningo dc Lua
crcsccnic;
÷ apos os princiros scis ncscs dc iralalIo, caso
dcscjc, podcra iralalIar iodos os dias, cn iodas as fascs
lunarcs, scnprc na ncsna Iora;
÷ para o riiual sc ncccssiia dc.
ai un calicc;
li una garrafa dc vinIo noscaicl ou iinio;
ci un paozinIo ou coisa scnclIanic;
di a ilusiraçao da Inagcn Tclcsnaiica;

E×ccuçao.

÷ rccolIcr-sc a un local sosscgado, faliando cinco
ninuios para a Iora cscolIida;
÷ colocar vinIo na iaça;
÷ scgurar a iaça nas naos;
÷ ficar olscrvando a ilusiraçao da Inagcn
Tclcsnaiica, ncdiiando solrc scus aspccios c solrc o
quc dcscjanos olicr dc lon (assunio conIccidoi con a
fornaçao da Egrcgora;
÷ apos uns quairo ou cinco ninuios, nolIar un
pcdaço do paozinIo no vinIo, ncdiiando solrc cssc
nisicrio, da Eucarisiia (vcr Iniiiaiion Inio Hcrnciics, dc
Franz Dardoni;
÷ concr o pcdacinIo dc pao, ainda conccnirado;
÷ ainda cn ncdiiaçao, sorvcr iodo o vinIo, scn
dci×ar nada;
÷ colocar na iaça ja vazia, un pouco dc agua
nincral, o ncsno ianio quc foi colocado dc vinIo;
÷ rcpciir a ncdiiaçao, sorvcndo, cniao, a agua;
÷ csia cnccrrado o riiual;
÷ guardar iudo, para rcpciir no dia scguinic.

OIsc)uucuo.

os alsicnios podcrao sulsiiiuir o vinIo por suco dc
uva, ou agua conun.
Duranic iodo o icnpo do riiual, a pcssoa dcvcra
rcpciir as scguinics palavras, na ordcn dada, posio scr
a alfalciica.
- ADUNDÃNCIA FAFTUFA FELICIDADE
PFOSPEFIDADE FIOUEZA SAÚDE -.
Fcpciir cssas palavras, divcrsas vczcs, nao inporia
sc ncnialncnic ou dc forna audívcl.
Na conccniraçao do significado das palavras,
conjugadas sinuliancancnic con a conccniraçao na
COFNUCÓPIA, rcsidc o podcr dcssc riiual, aniigo c
cficicnic.
As palavras cscolIidas so fazcn scniido no caso dc sc
csiar usando a Inagcn Tclcsnaiica da COFNUCÓPIA;
caso sc icnIa cscolIido ouira Inagcn Tclcsnaiica, as
palavras dcvcrao scr as adcquadas à inagcn cscolIida c
ao iralalIo.
É inporianic nao quclrar a corrcnic duranic o
pcríodo quc sc cscolIcr para c×ccuiar o riiual.
Sc ncccssario, fazc-lo ncnialncnic apcnas, nas nao
dci×ar, sol ncnIuna Iipoicsc, dc rcaliza-lo.
Posicriorncnic, a ilusiraçao podcra scr cnquadrada c
nagicancnic aninada (vcr o ncsno livro ciiado acina,
dc Franz Dardoni, para cniiir fluídos lcncficos à iodos
quc por pcrio dcla passcn, ou quc a olscrvcn; isso
scrvira a iodos quc csicjan prccisando dc algo, c alran
scu coraçao.

Ouanio nais uiilizada, nais foric a Egrcgora ficara.
Eis o scgrcdo rcvclado.
É nuiio sinplcs c facil.
Foi-lIcs rcvclado o vcrdadciro Misicrio da Eucarisiia.


Scjan dignos dcssa rcvclaçao.


Cap¡tuIo XIV
ConscIêncIa de Ser Deus

"SOMENTE AOUELE OUE TEM CONSCIENCIA DE SEF DEUS
PODE COMANDAF O UNIVEFSO"
(Franz Dardoni.

A forna dc "ionar conscicncia dc scr Dcus",
inprcscindívcl na Magia Evocaiiva, podc iornar-sc un
concciio alsiraio dcnais para nuiias pcssoas.
E×isic, no livro "FFADATO", dc Franz Dardon, una
lcla oraçao, na pagina 206.

"Eu sou a cIana quc ardc cicrnancnic,
Eu sou a rcspiraçao quc janais ccssara,
Eu sou a luz quc scnprc lrilIou,
dcsdc o princípio,
Sagrado, Sagrado c ncu Nonc".

Mas cu icnIo una ouira sugcsiao ao lciior.
Tcnic caniar a nusica CITA, dc auioria dc Faul
Sci×as c Paulo CoclIo, do LP Ionónino (Iojc ianlcn
cn CDi. Valc ianlcn rcciia-la, ou ncdiiar solrc a lcira.
A nusica narra un irccIo inporianiíssino do
DACHAVA-CITA, aondc o gucrrciro
Arjuna pcrgunia a KrisIna o noiivo pclo qual clc
dcvcria vivcr conlaicndo c naiando ouiros Ioncns,
una vcz quc cra un gucrrciro. KrisIna acIa a pcrgunia
inlccil, nas, ncsno assin, una vcz nais, rcsolvc
rcspondcr. E c jusiancnic dcssc lclo irccIo do ic×io cn
qucsiao quc csscs dois lrilIanics conposiiorcs
lrasilciros iiraran inspiraçao para a conposiçao dc
CITA.
So una rcconcndaçao. para audiçao, rcconcndo a
vcrsao original, caniada por Faul Sci×as. Ouiras vcrsõcs
c×isicn, nas nao as rcconcndo para a finalidadc quc
icnIo cn ncnic.


Cap¡tuIo XV
ConcIusão:
O Que é a MagIa

Vivcnos nun icnpo cn quc iodos icn una dcfiniçao
lrilIanic para Magia.
Os "iluninados" acIan quc "dcvcnos cunprir nosso
dcsiino", acciiando-o, luscando "iluninaçao" inicrior,
vivcndo fclizcs cono lois runo ao naiadouro...
Nao sou dcsscs. AcIo quc os Ioncns (c as nulIcrcsi
nasccran para "qucrcr". Sc Dcus quiscssc quc o Ioncn
nao quiscssc, nao icria fciio os Ioncns (c nulIcrcsi
assin; ialvcz nos iivcssc fciio fornigas.
Ha una corrcnic quc dcfinc Magia cono a "lusca
inicrior".
Para nin, a dcfiniçao dc Alcisicr Crowlcy c a nais
corrcia.

÷ "Magicl is iIc scicncc and ari of causing cIangcs
io ocur in conforniiy wiiI will"

(Magia c a cicncia c a aric dc provocar nudanças dc
acordo con a voniadci

Alcn disso, cssc lrilIanic Mago, Auior c Pcnsador
faluloso, cunIou nais algunas frascs rclcvanics
quando sc prcicndc dcfinir "MACIA".

÷ "TIc Univcrsc is in cquililriun. iIcrcforc Ic iIai
is wiiIoui ii, iIougI Iis forcc lc lui a fcaiIcr, can
ovcriurn iIc Univcrsc. Dc noi caugIi wiiIin iIai wcl, O
cIild of Frccdon! Dc noi cnianglcd in iIc univcrsal Lic,
O cIild of TruiI!" (TIc Dool of Licsi
÷ "Sc× is, dirccily or indirccily, iIc nosi powcrful
wcapon in iIc arnory of iIc Magician; and prcciscly
lccausc iIcrc is no noral guidc, ii is indcscrilally
dangcrous" (Magicl WiiIoui Tcarsi
÷ "TIcrc arc only iwo opcraiions possillc in iIc
Univcrsc, Analysis and SyniIcsis. To Dividc and io
Uniic. 'Solvc ci Coagula' said iIc AlcIcnisis" (TIc Dool
of TIoiIi
÷ "A nan is wIai Ic nalciI Iinsclf wiiIin iIc
liniis fi×cd ly Iis inIcriicd dcsiiny; Ic is a pari of
nanlind; Iis aciions affcci noi only wIai Ic callciI
Iinsclf, lui also iIc wIolc Univcrsc" (Lilcr Lilraci
÷ "TIc Magician worls in a icnplc, iIc Univcrsc (lc
ii rcncnlcrcd!i coicrninous wiiI Iinsclf" (Dool 4i
÷ "Magic is iIc scicncc of undcrsianding oncsclf and
onc's condiiions. Ii is iIc ari of applying iIai
undcrsianding in aciion" (Magicl in TIcory and Praciicci


BIbIIograIIa

Pcsquiso "Oculiisno" Ia nais dc duas dccadas.
Ncssc icnpo, lí un pouco dc iudo c c×pcrincnici
nuiias iccnicas difcrcnics. Foran liicralncnic nilIarcs
dc olras consuliadas ao longo dcsscs nais dc vinic
anos, nuiias das quais influcnciaran lasianic ninIa
nancira dc cncarar a Magia.
Todas sao inporianics nas, lisia-las, invialilizaria
qualqucr lilliografia quc prcicndcssc icr alguna
uiilidadc praiica.
Assin, dccidí-nc por lisiar apcnas as olras dc suna
inporiancia ncssa naicria, oniiindo, por razõcs
iccnicas, auiorcs dc rclcvancia.
Pcço, ainda, quc o lciior dcsculpc a forna cono
ordcnci a lilliografia, pois opici por lisiar os auiorcs por
ordcn dc inporiancia dc scus c, ao invcs dc ciia-los por
ordcn alfalciica.

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assunio.
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921338-02-6
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921338-03-4
- FFADATO THE MACICIAN ÷ ISDN 3-921338-07-7

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dcspcriaran o inicrcssc pclo csoicrisno cnirc nos.
Sonos anigos dcsdc anics dos scus succssos
liicrarios.
Apcsar dc sua olra dc ninIa prcfcrcncia scr dcssa
cpoca, ainda a rcconcndo-o por conicr cnsinancnios
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iocanic aos c×crcícios cnsinados.
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