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CRISTIANISMO-SOCIALISMO-ESPIRITISMO e DIALÉTICA ESPÍRITA

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Uma visão humanista do socialismo e de como se processa a dialética espírita.
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O instinto de conservação é uma lei da natureza que pode
ser mecânica e ou racional. A conservação é necessária para o
cumprimento dos desígnios de Deus. A lei de conservação sendo
um preposto de Deus faz com que na terra nada falte à
sobrevivência do homem. A terra sempre é farta, o egoísmo do

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Entendam-se aqui os obstáculos oriundos de interesses mesquinhos como
os pregados por Thomas Malthus na sua teoria populacional e, não os
condicionados ao livrearbítrio pessoal que são fruto da evolução espiritual.

Leis

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homem é que causa a falta do necessário à sobrevivência do
irmão. É mais meritória a morte pela carestia que causar o
sofrimento do próximo. Aquele que abdica do alimento
necessário em auxílio do outro e, suporta este sofrimento de
forma abnegada, cumpre o mandamento maior. Num mundo
evoluído a alimentação não é empecilho a conservação. Os bens
da terra a todos pertencem. O gozo pelos bens materiais é
incentivado pela lei da conservação, sendo o materialismo
ocasionado pela falta de limites e pelos vícios. Os que se
apropriam dos bens da terra “desconhecem a lei de Deus e terão
que responder pelas privações que houverem causado aos
outros” (KARDEC, 2007, p.445). Se privar dos prazeres inúteis
é meritório a Deus e coaduna com a lei de conservação. Para a
conservação é permitido ao homem se alimentar do que o
aprouver desde que não seja prejudicial ao corpo. A carne
alimenta a carne, a energia necessária ao trabalho vem do
alimento necessário ao organismo. O excesso do alimento é tão
prejudicial como o prejuízo que cause a outrem a forma para
obtê-lo. Os sofrimentos auto-infringidos são contrários a lei de
conservação. A fome auto-imposta como forma de purificação
ou reivindicação é contrária a lei de conservação e, portanto não
meritória perante Deus.

Leis

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