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Pré-vestibular 3.1

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Otoni Caribé Neves da Cunha

Matemática
LINGUAGEM BÁSICA DE CONJUNTO
Conjuntos
E qualquer agrupamento de elementos
1 - Relação de Pertinência
Os símbolos s e « são usados para relacionar
elemento e conjunto.
2 - Representação:
2.1 - Enumeração (Forma Tabular):
Ex.: Conjunto dos nos pares positivos menores
que 10 é:
A = {2,4,6,8} B ={0,1,2,3,4} C ={a,e,i,o,u}
2.2 - Propriedades:
Ex.: A={x

N* |x é par e x<9}
B={x

z| 0

x

4}
C={x

alfabeto latino |x é vogal}
2.3 - Diagrama de Venn:
Ex.:
3 - Tipos de Conjuntos:
- Conjunto unitário: Todo conjunto formado por
um único elemento.
Ex.: A={5} B={x

nosso sistema solar | x é
estrela}
3.2 - Conjunto Vazio: É o
conjunto que não possui
nenhum elemento. Indica-se
por

ou { }.
3.3 - Conjunto finito:
Ex.: A = {a, b, c, d, e}
3.4 - Conjunto infinito:
Ex.: A = {X

N | x é par} = {0, 2, 4, 6, 8, ...}
4 - Subconjunto:
Sejam A e B dois conjuntos, se todo elemento de
A é também elemento de B, dizemos que A é
subconjunto de B e indicamos por A⊂B.
Temos: ⊃ -Contém ⊂-Está contido
⊄-Não está contido
5 - Igualdade:
Sejam A e B dois conjuntos. Dizemos que A é
igual a B e indicamos por A = B se e somente se,
A é subconjunto de B e B é também subconjunto
de A.
6 - Conjunto das Partes:
Chama-se "Conjunto das partes de um conjunto
A" e indica-se por P
(A)
, o conjunto cujos
elementos são todos os subconjuntos de A. Se um
conjunto A possui n elementos, então P
(A)
possui 2
n
elementos.
Seja: A={a, b, c} , os subconjuntos de A são:
A
1
=

, A
3
= {b}, A
5
= {a, b}, A
7
={b, c}
A
2
= {a}, A
4
= {c}, A
6
= {a, c}, A
8
={a,b,c}
Ou seja, o Conjunto A tem 2
n
subconjuntos,
sendo n = 3, logo temos 2
3
= 8 subconjuntos.
P
(
A) = {0, {a}, {b}, {c}, {a,b}, {a,c}, {b,c},
{a,b,c}}
7 - Complementar:
Sejam A e B dois conjuntos tais que A⊂B,
chamamos de "Complementar de A em
relação a B" e indicamos por
A
B
C , o conjunto
cujos elementos são todos aqueles que
pertencem a B e não pertencem a A.
8 - Operações com conjuntos:
U= União I = Intersecção
(A - B) - Diferença de conjuntos
A figura mostra dois conjuntos A e B.
A
B
AUB = Conjunto de elementos de A ou B
AUB = {a, b, c, d, e, f, g, h, I, j, k}
AI B = Conjunto de elementos de A e B
AI B = {e, f, g}
A - B = Conjunto de elementos de A e não de B
A - B = {a, b, c, d} (“Retirar de A os elementos
de B")
9 - Símbolos
∃ -Existe | -Tal que

-Se somente, se ∀ -Para qualquer
valor

-Infinito

-Deste que (implica
que)

-Diferença > -Maior que
< -Menor que ≥ -Maior ou igual
≤ -Menor ou igual * -Asterisco
t -Mais ou menos ∑ -Somatório

-Conectivo
lógico ou

-Conectivo lógico e

-Portanto
10 - Problemas envolvendo conjuntos:
Para resolvê-los devemos representar os
conjuntos por meio de diagramas e iniciar a
resolução sempre pela intersecção de todos
os conjuntos.
n(AUB) = n(A) + n(B) - n(A I B)
Ex.:
A = 12
B = 10
AI B = 5
1
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
Exercícios
1) Classificar em falsa (F) ou verdadeira (V)
cada ama das seguintes afirmações:
a) 0

{ 0 }
b) { 5 }

{

, { 1 }, { 5 }, { 1,5 } }
c) { x }

{ x, { x, y } }
d)

= {

}
2) São dados os conjuntos; A = {x
∈¥
/x é
primo} e B = {x
∈¥
/ x < 5}. É correto afirmar
que:
a) A I B tem dois elementos
b) AUB tem dez elementos
c) B ⊂ A I B
d) B

A
e) A⊂B
3) (Fatec - SP) O conjunto A tem 20
elementos, A
I
B tem 12 elementos e A
U
B
tem 60 elementos. O número de elementos do
conjunto B é:
a) 28 b) 36 c) 40 d) 48 e) 52
4) A e B são dois conjuntos tais que 13
elementos pertencem a A e não pertencem a B;
13 elementos pertencem a B e não pertencem a
A e 39 elementos pertencem a A ou B. O
número de elementos que pertencem a A e B é:
a) 0 b) 13 c) 39 d) 26 e) 23
5) Coloque V ou F e marque a letra que faz a
associação correta. Dados os conjuntos A =
{1,2,3,4} ; B={1, 5} e C={2,4, 5}:
( ) I) 1∉C
( ) II) 2

B
( ) III) 3 ∉ A
( ) IV) 1

A, 1 ∉ B
( ) V) 4

C, 4 ∉B e 1

B
a) V,V,F,F,V
b) V,F,F,F,V
c) V,F,V,F,F
d) V,V,V,F,V
RESPOSTAS:
1) a) V b)F c)F d)F
2) A
I
B = { 2, 3 }, logo
A
I
B tem dois
elementos.
3)E 4)
B
5)B
EXERCÍCIOS : CONJUNTOS
1) Por extensão o conjunto A = {x / x² - 9}
equivale a:
a) f b) {3} c) {-3} d) {-3,3}
2) Se A = {a}, B = {a,b}. C={c,d), D={a,b,c)
e E = {b, c, d}, a afirmação correta é:
a) B⊂E b) B = A c)A⊂D d) D = E
3) Num grupo de 60 jogadores, 25 chutam
com o pé esquerdo, 17 com os dois pés.
Quantos jogadores chutam com o pé direito?
a) 35 b) 18 c) 17 d) 43
RESPOSTAS;
1)D 2)C 3)A
CONJUNTOS NUMÉRICOS
Números naturais:
N= {0,1, 2, 3...}.
Números inteiros:
Z = { ...,-3, -2, -1, 0, 1, 2, 3...}
Números racionais:
Q = {x / x =
p
q
com p ∈Z, q ∈ Z*}
Observemos que Z* = Z - {0}; Z
+
é o
conjunto dos números inteiros não negativos
e Z
-
o conjunto dos números inteiros não
positivos. Esta notação é válida, também,
para outros "conjuntos numéricos.
Note que podemos representar o conjunto dos
números irracionais por R - Q
Exercícios
1) (Fuvest - SP) Dividir um número por
0,0125 equivale a multiplicá-lo por:
a)
1
125
b)
1
8
c) 8 d) 12,5 e)80
2) (Utbra-RS) Uma estrada está marcada em 5
partes iguais conforme a figura abaixo. Se o
carro x está na posição 170,3 e o y na posição
231,8, a localização do carro Z é:
a) 207,2 b) 36,9 c) 194,9 d)182,6
e) impossível determinar.
RESPOSTAS;
1)E 2) A
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Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
FRAÇÃO GERATRIZ DE UMA DÍZIMA
PERIÓDICA
Todo número racional (Conjunto
¤
), resulta da
divisão de dois números inteiros, a divisão pode
resultar em um número inteiro ou decimal.
Convém lembrar que temos decimais exatos.
Exemplo:
2,45; 0,256; 12,5689; 12,5689.
Temos também decimais não exatos (dízima
periódica). Exemplo:
2,5555... ; 45,2525...; 0,123123...
Portanto, em uma dízima periódica a parte
decimal que repete, recebe o nome de período, a
parte que não repete é chamada de anti-período, a
parte não decimal é a parte inteira. Exemplo:
Observe a dízima periódica composta: 2,4555... 2
é a parte inteira, 4 é o anti-período e 5 é o
período.
Observe a dízima periódica simples: 2,555... 2 é
a parte inteira e 5 é o período.
Encontrando a fração geratriz de uma Dízima
Periódica
Dízima periódica simples.
Devemos adicionar a parte decimal à parte
inteira. Deve-se lembrar que a parte decimal será
transformada em uma fração cujo numerador é o
período da dízima e o denominador é um número
formado por tantos noves quantos são os
algarismos do período.Exemplos:
0,222... = 0 +
2
9
=
0 2
9
+
=
2
9
;
1,444... = 1 +
4
9
=
13
9
Dízima periódica composta
Devemos adicionar à parte inteira, uma fração
cujo numerador é formado pelo anti-período,
seguindo de um período, menos o anti-período, e
cujo denominador é formado de tantos noves
quantos são os algarismos do período seguidos de
tantos zeros quanto são os algarismos do anti-
período. Exemplo:
Parte inteira = 0, Período = 7 (implica que temos
um nove), Anti-período = 1 (implica em um 0).
0,1777... = 0 +
17 1
90

= 0 +
16
90
=
16
90
Operações com os números decimais.
As operações elementares com números decimais
obedecem a regras simples, conforme veremos a
seguir.
Adição e subtração de decimais.
Colocamos vírgula debaixo de vírgula e
efetuamos a operação normalmente. Exemplos:
31,48
+ 2,137
33,617
Multiplicação de decimais
Efetuamos normalmente a multiplicação e
separamos, no produto, um número de casas
decimais igual à soma do número de casas
decimais de cada um dos dois fatores.
Exemplo: 2,3 x 0,138
0,138 => 3 casas decimais
X 2,3 => 1 casa decimal
0 414
0 276
0,3174 => 4 casas decimais.
Divisão de decimais
Transformamos o divisor em inteiro,
multiplicando dividendo e divisor por uma
potência de dez adequada, efetuamos a
divisão normalmente e separamos, no
quociente, um número de casas decimais igual
ao número de casas decimais utilizadas no
dividendo (incluindo os zeros que tenham
sido acrescentados). Exemplos:
32,4 (x 1000) : 0,008 (x 1000) = 32400 : 8 =
4050
DIVISIBILIDADE
Divisão Euclidiana
Sejam a e b números naturais com b ≠ 0.
Então existe um único par de números naturais
(q, r) tal que:
a) a = b x q + r
b) r < b
Representamos a divisão por:
O número a chama-se dividendo, b é o
divisor, q o quociente e r é o resto. Se r'= 0,
dizemos que a divisão é exata e teremos a = b
* q. Nesse caso, diz-se também que a e
múltiplo de b, ou a é divisível por b ou ainda
b é divisor de a.
Ex: Se 15 : 3 = 5, dizemos que:
15 é divisível por 3
15 é múltiplo de 3
3 é divisor de 15
Regras de Divisibilidade
Regras:
a) Se as parcelas de uma soma são
divisíveis por um número, a soma também
será divisível por esse número.
Ex.: 8, 4 e 6 são divisíveis por 2, logo 8 + 4 +
6 = 18 também é.
3
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
b) Se a + b = c e a é divisível por n, então o
resto da divisão de b por n é igual ao resto da
divisão da soma (a + b) por n.
Ex.: 12 + 9 = 21 e 12 é divisível por 6. Observe
que o resto da divisão de 9 por 6 (que é 3),
coincide com o resto da divisão da soma (21) por
6.
c) Em um produto, se um dos fatores for
divisível por um número, o produto também será
divisível por esse número.
Ex.: No produto 3 x 8 x 5 = 120, o fator 8 é
divisível por 4 Logo o produto também será.
Obs.: De modo geral, se c é divisível por a e b,
com a e b primos entre si, c é divisível por a x b.
CRITÉRIOS DE DIVISIBILIDADE
São regras, que permitem verificar, sem efetuar a
divisão, se um número é divisível por outro.
- DIVISIBILIDADE POR 2
Um n° é divisível por 2 quando termina em 0, 2,
4, 6 ou 8; isto é, quando for par.
Ex.: a) 540 é divisível por 2, pois termina em
zero.
b) 231 não é divisível por 2, pois termina em
1.
- DIVISIBILIDADE POR 3
Um n° é divisível por 3 quando a soma dos
valores absolutos de seus algarismos for divisível
por 3.
Ex: a)351 é divisível por 3, pois 3+5+1 = 9
(divisível por 3).
b)245 não é divisível por 3, pois 2+4+5=11
(não divisível por 3).
- DIVISIBILIDADE POR 4
Um n" é divisível por 4 quando os dois últimos
algarismos forem 0 ou formarem um número
divisível por 4.
Ex.: a) 100 é divisível por 4, pois termina em 00.
b) 324 é divisível por 4, pois 24 é divisível
por 4.
c) 517 não é divisível por 4, pois não termina
em 00 e 17 não é divisível por 4.
- DIVISIBILIDADE POR 5
Um n° é divisível por 5 quando termina em 0 ou
5.
Ex.: a) 615 é divisível por 5, pois termina em 5.
b) 210 é divisível por 5, pois termina em 0.
c) 4213 não é divisível por 5, pois não
termina em 0 ou 5.
- DIVISIBILIDADE POR 6
Um n° é divisível por 6 quando é divisível por 2 e
por 3 ao mesmo tempo.
Ex.: a) 612 é divisível por 6, pois é divisível
por 2 e por 3.
b) 214 não é divisível por 6, pois é
divisível por 2, mas não é por 3.
- DIVISIBILIDADE POR 7
Um n° é divisível por 7 quando a diferença
entre as suas dezenas e o dobro do valor do seu
algarismo das unidades é divisível por 7.
Ex.: a) 182 é divisível por 7, pois 18 – 2 x 2=
14(divisível por 7).
b) 2240 é divisível por 7, pois 224 – 2 x 0
= 224, e 224 é divisível por 7, pois 22 – 2 x 4
= 14 (divisível por 7).
- DIVISIBILIDADE POR 8
Um n° é divisível por 8 quando os três últimos
algarismos da direita formarem um no
divisível por 8.
Ex.: a) 612216 é divisível por 8, pois 216 é
divisível por 8.
b) 2542 não é divisível por 8, pois 542 não
é divisível por 8.
- DIVISIBILIDADE POR 9
Um n° é divisível por 9 quando a soma dos
valores absolutos de seus algarismos for
divisível por 9.
Ex.: a) 4536 é divisível por 9, pois
4+5+3+6=18 (divisível por 9).
b) 2154 não é divisível por 9, pois
2+1+5+4=12 (não é divisível por 9).
- DIVISIBILIDADE POR 10
Um n° é divisível por 10 quando termina em
zero.
- DIVISIBILIDADE POR 11
Um n° é divisível por 11 se a soma dos
algarismos de ordens ímpares menos a soma
dos algarismos de ordens pares é divisível por
11.
Ex.: a) 35838 é divisível por 11, pois (8+8+3)-
(3+5) = 19-8=11 (divisível por 11)
b) 12765 não é divisível por 11, pois
(5+7+1)- (6+2)=13-8 =5 (não é divisível por
11)
- DIVISIBILIDADE POR 12
Um n° é divisível por 12 se for divisível por 4
e por 3 ao mesmo tempo.
- DIVISIBILIDADE POR 13
Um n° é divisível por 13 quando a soma das
suas dezenas com o quádruplo do valor do seu
algarismo das unidades é divisível por 13.
- DIVISIBILIDADE POR 15
4
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
Um n° é divisível por 15 se for divisível por 3 e 5
ao mesmo tempo.
Números Primos e Compostos
• Um n° natural n é primo, se ele tiver
apenas dois divisores (o número 1 e o próprio n).
• Um n° natural n é composto, se n ≠ 0 e
possuir mais de dois divisores.
Os números primos formam a sucessão:
2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, 19, 23, 29, 31, 37, 41...
Obs.: - O n° 1 e 0 não são primo nem composto.
- O n° 2 é o único par que é primo.
EXERCÍCIO BÁSICO
1) Efetue:
a) 12,1 + 0,0039 + 1,98 + 6 =
b) 432,391 + 0,01 + 8 + 22,39 =
c) 8,13 - 5,035 =
d) 14,685 - 11 =
e) 1 - 0,34781 =
f) 0,312 x 1,2 =
g) 62,8 x 12,4=
h) 47,005 x 10 =
i) 100 x 0,38 =
j) 0,18 : 0,002 =
k) 3,27 : 0,3 =
l) 0,24 : 10 =
2) Transformar em números decimais: .
a)
1
4
b)
35
10
c)
52
10
d)
3
1000
3) Transformar em frações:
a) 1,2 b) 1,065 c) 48,013 d) 0,314
4) Efetue:
a) 5,2 + 0,3 x 11 b) 0,5222 x
90
47
+ 0,09
c) ( ) { ¦ ( )
9 11
5 76
2, 01 0, 21 0, 2 0, 72 10 + ÷ × − × + ]
]
5) Faça o arredondamento, em centésimos (2
casas decimais):
a) 0,456 b) 7,8853 c) 0,64355 d) 0,085
e) 0,04567 f) 0,007
6) Seja o número 5.210.45a. O maior valor de a para
que esse número seja divisível por 6 é:
a) 1
b) 4
c) 7
d) 9
7) Seja o número m= 488a9b, onde b é o algarismo das
unidades e a, o algarismo das centenas. Sabendo-se que
m é divisível por 45, então a + b é igual a:
a) 1
b) 7
c) 9
d) 16
8) Se no número m498n, m é o algarismo da dezena
de milhar e n o algarismo das unidades e m498n é
divisível por 45, então m + n, vale:
a) 6
b) 7
c) 8
d) 9
RESPOSTAS:
l) a) 20,0839 e) 0,65219 i) 38
b) 462,791 f) 0,3744 j) 90
c) 3,095 g) 778,72 k) 10,9
d) 3,685 h) 470,05 l) 0,024
2) a) 0.25 b) 3,5 c) 5,2 d) 0,003
3) a)
12
10
b)
1065
1000
c)
48013
1000
d)
314
1000
4) a) 8,5 b) 1,0899574 c) 9,87579
5)
a) ≅ 0,46 b) ≅ 7,89
c) ≅ 0,64 d) ≅ 0,09
e) ≅ 0,05 f) ≅ 0,01
6) b 7) b 8) a
PROBLEMAS: FRAÇÕES
1) Se
3
4
do percurso de minha casa ao colégio
equivalem a 3 km, qual é, em km, o percurso
total?
2) Um vasilhame de 32 litros de capacidade
contém leite somente até os seus
3
4
. Tirando-se
2
3
do leite contido, quantos litros restam?
3) Ao comprar um aparelho de som, dei de
entrada a quarta parte do valor, e o restante,
em duas prestações de R$ 450,00 cada. Qual
era o preço do aparelho?
5
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
4) João ficou
1
3
de sua vida solteiro,
2
5
casado, e
ainda viveu mais 20 anos viúvo. Com que idade
faleceu?
5) Numa caixa,
2
3
das frutas estavam verdes. Se
havia 20 frutas verdes, quantas havia na caixa?
6) Os
3
5
dos
5
9
de 600,00 são iguais a:
a) 200,00 b) 100,00 c) 150,00 d) 250,00
7) O valor da expressão ( )
1 1 4
3 10 3
− × é:
a)
1
5
b)
14
15
c)
4
21
d)
7
30
8)
Calcule:
a) ( ) ( )
5 2 1 1 1
3 4 2 3 2
3 2 + − + −
b) ( ) ( )
2 2
1 2 1 1
5 3 3 3
1
]
− − ÷
]
TEOREMA FUNDAMENTAL DA
ARITMÉTICA
Todo número composto é igual a um produto de
números primos.
Ex.: Decompor em fatores primos os números 72
e 1800.
Logo: 1800 = 2³ x 3² x 5²
Logo: 72 = 2³ x 3³
como achar os divisores de um número
Regra:
a) Decomponha o número em seus fatores
primos.
b) Coloque à direita e acima do primeiro fator
primo o número 1.
c) Multiplique os fatores
primos obtidos por todos os
números à direita e acima deles
{valores repetidos não precisam
ser colocados).
Ex.: Ache os divisores do número 72.
QUANTIDADE DE DIVISORES DE UM
NÚMERO
Regra:
a) Decomponha o número dado em fatores
primos.
b) Acrescente uma unidade aos expoentes.
c) Multiplique as somas obtidas em b.
Ex.: Determine quantos divisores tem o
número 60.
60 = 2
2
. 3
1
. 5
1
Logo o n° de divisores de 60 é n = (2 + 1) *
(1 + l) * (1 + l) = 12
Exercícios
1) O número 2ª x 3 x 6 x 20 tem 48 divisores. O
valor de a é:
a) 0
b) 1
c) 2
d) 3
e) 4
2) Dados os números naturais a e b, onde a = 2
m
x 5
e b = 2 x 3 x 5
m
, sabe-se que a x b possui 18
divisores. A soma de a + b vale:
a) 24
b) 32
c) 35
d) 38
e) 40
3) O número 2² x 3
k
x 5 x 6² x 10³ tem 240
divisores. O valor de k é:
a) 1
b) 2
c) 3
d) 4
RESPOSTAS:
1)4 km 2)8 litros 3) 1200 4)75 5)30
6) A 7) A
8)a)
9
9
ou
9
9
9 b)
9
9
6
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
e) 5
Respostas
1) e - transformando em fatores primos
2a x 3 x 2 x 3 x 2² x 5=> 2a+3 x 3² x 5 =>
(a+3+1)(2+1)(1+1)=48 =>(a+4)6=48=> a+4
=48/6=>a=8-4=>a=4
2)e
3)c - transformando em fatores primos
2²x3kx5x2²x3²x2³x5³ => 22+2+3x3k+2x51+3 =>
27x3k+2x54 => (7+1)(k+2+1)(4+1) = 240 =>
40(k+3) = 240 => k+3 = 240/40 => k+3 = 6 => k
=3
MÁXIMO DIVISOR COMUM
Se a e b são dois n° naturais, tal que um deles
pelo menos é diferente de zero, chama-se maior
divisor comum de a e b, e representa-se por
m.d.c. (a,b), ao maior n° que divide
simultaneamente a e b.
Ex.: Se D(n) representa o conjunto dos divisores
do n° n, teremos:
D(8) = {1, 2, 4, 8}
D(12) = {l, 2, 3, 4, 6, 12}
Daí temos que : D
(8)
I D
(l2)
= {1, 2, 4}, e então
m.d.c.(8,12) = 4
É importante observar que:
a) Se um dos n
os
é divisível pelo outro, o menor
deles será o m.d.c.
Ex.: 36 é divisível por 12; então mdc (36, 12) =
12.
b) Pode acontecer do mdc (a,b)=l. Nesse caso
dizemos que a e b são primos entre si.
Ex.: mdc (4, 9) = 1, logo 4 e 9 são primos entre si.
c) Os divisores comuns a dois n
os
são divisores
do seu mdc.
Ex.: O mdc (54, 72)=18. Logo os divisores
comuns a 54 e 72, são os divisores de 18 ou seja
1,2,3,6,9,18.
CÁLCULO DO M.D.C. PELA
DECOMPOSIÇÃO EM FATORES PRIMOS
• Fatore os n
os
.
• Forme o produto com os fatores comuns aos n
os
,
tomados com o menor expoente
Ex.: Calcule o m.d.c. (72,90).
Solução:
Fatorando os n
os
, teremos:
72 = 2
3
. 3
2
90 = 2. 3
2
. 5
Logo: m.d.c. (72,90) = 2. 3
2
= 18
Cálculo do M.D.C. PELO ALGORITMO de Euclides
Ex.: Calcular o m.d.c. (228, 180).
Resp.: m.d.c. (228, 180) = 12
MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM
Sejam a e b dois n
os
naturais não nulos.
Chama-se mínimo múltiplo comum de a e b e
representa-se por mmc (a, b), ao menor dos
múltiplos, não nulos, comuns aos n
os
a e b.
Ex.: Se M
(n)
representa o conjunto dos
múltiplos do n° natural n, então:
M
(4)
= {0,4,8,12,16,20,24,28,32,36,64,...}
M
(6)
= {0,6,12,18,24,30,36,42,...}
M
(4)
I
M
(6)
={0,12,24,36,...}
Portanto m.m.c.(a,b) = 12
Observe que:
a) Se um dos n
M
for divisível pelo outro, o
maior deles será o m.m.c.
Ex.: 18 é divisível por 6. Logo m.m.c.(18,6) =
18
b) Se dois n
os
são primos entre si, o m.m.c.
entre eles é igual ao seu produto.
Ex.: 4 e 9 são primos entre si; então m.m.c.
(4,9) = 36
c) m.m.c. (ap, bp) = p. m.m.c.(a, b)
d) m.d.c. (a, b) x m.m.c. (a, b) = a x b
Ex.: m.d.c.(4,6)= 2 e m.m.c. (4,6) = 12
Observe que m.d.c. (4,6) x m.m.c. (4,6) = 4 x
6
e) Os múltiplos comuns a dois n
os
a e b, são
múltiplos do seus m.m.c.
Ex.: Como vimos m.m.c. (4,6) = 12. Logo os
múltiplos comuns a 4 e 6 são múltiplos de 12
ou 12, 24, 36, 48, (múltiplos positivos)
CÁLCULO DO M.M.C. PELA
DECOMPOSIÇÃO EM FATORES PRIMOS
• Fatore os n°*.
• Forme o produto com os fatores
comuns e não comuns aos n
os
, tomados
com o maior expoente.
Ex.: Calcule o m.m.c.(12, 15)
Solução:
Fatorando os n
os
, obtemos:
12 = 2² x 3
15 = 3 x 5
Logo, aplicando a regra, achamos:
m.m.c.(12, 15) = 2
2
x 3 x 5 = 60
M.D.C. e M.M.C.
1. MDC e MMC: Métodos de Obtenção
→ Decomposição Isolada
Exemplo: A = 360 e B = 84
7
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
A = 2
3
x 3
2
x 5 B = 2
2
x 3 x 7
MDC (A, B) = 2
2
x 3 = 12 (produtos dos fatores
comuns com os menores expoentes).
MMC (A, B) = 2
3
x 3
2
x 5 x 7 = 2 520 (produtos
de todos os fatores com os maiores expoentes).
→ Decomposição Simultânea
Exemplo: A = 360 e B = 84
* Fator comum
MDC (A, B) = 2
2
x 3 (produtos dos divisores
comuns).
MMC (A, B) = 2
3
x 3
2
x 5 x 7 (produtos dos
divisores comuns).
2. MDC e MMC: Propriedades
• MDC (A, B) x MMC (A, B) = A x B
• MDC (k x A, k x B) = k x MDC (A, B)
• MMC (k x A, k x B) = k x MMC (A, B)
• Divisores comuns de A e B são os divisores do
MDC (A, B).
• Múltiplos comuns de A e B são os múltiplos do
MMC (A, B).
• MDC (A, B) = 1, A e B são primos entre si.
• A e B são consecutivos, então A e B são primos
entre si.
• A e B são primos entre si, então MMC (A, B) =
A x B.
Exercícios
1) Duas composições de metrô partem
simultaneamente de um mesmo terminal
fazendo itinerários diferentes. Uma torna a
partir do terminal a cada 80 minutos; a outra a
cada hora e meia. Determine o tempo percorrido
entre duas partidas simultâneas consecutivas do
terminal.
2) Sejam A e B o máximo divisor comum e o
mínimo múltiplo comum de 360 e 300,
respectivamente. Então o produto AB vale
a) 2
4
x 3 x 5
3
b) 2
5
x 3
2
x 5
2

c) 2
5
x 3
3
x 5
3
d) 2
6
x 3
3
x 5
2

e) 2
6
x 3
4
x 5
2
3) (UFMG) De uma praça partem, às 6 horas
da manhã, dois ônibus A e B. Sabe-se que o
ônibus A volta ao ponto de partida a cada 50
minutos, e o ônibus B, a cada 45 minutos. O
primeiro horário, após as 6 horas, em que os
ônibus partirão juntos é:
a ) 7 horas e 35 minutos
b ) 11 horas e 35 minutos
c) 11 horas e 50 minutos
d) 13 horas e 30 minutos
e) 13 horas e 50 minutos
4) Uma chapa de aço de 444 metros por 259
metros será cortada em pedaços quadrados,
cujos lados têm por medida um número
inteiro de metros. O menor número de
quadrados obtidos é:
a) 56 b) 19 c) 37 d) 84 e) 108
Respostas:
1) 12 horas 2) C 3) D 4)D
PRODUTOS NOTÁVEIS
1. Introdução
Os produtos notáveis obedecem a leis
especiais de formação e, por isso, não são
efetuados pelas regras normais da
multiplicação de polinômios. Apresentam-se
em grande número e dão origem a um
conjunto de identidades de grande aplicação.
Considere a e b, expressões em R,
representando polinômios quaisquer,
apresentamos a seguir os produtos notáveis.
A. Quadrado da Soma de Dois Termos
(a+b)² = (a + b)(a + b) = a
2
+ 2ab + b
2
(a + b)² = a² + 2ab + b
2
B. Quadrado da Diferença de Dois Termos
(a – b)² = (a – b)(a - b) = a² -
2ab + b²
(a – b)² = a² - 2ab + b²
C. Produto da Soma pela
Diferença de Dois Termos
(a + b)(a - b) = a
2
- ab + ab - b
2
(a + b)(a - b) = a
2
- b
2
D. Cubo da Soma de Dois Termos
(a + b)³ = (a + b)(a + b²) = (a + b)(a
2
+2ab + b
2
)
= a
3
+ 2a
2
b + ab
2
+ a
2
b +2lab
2
+ b
3
(a + b)³ = a
3
+ 2a
2
b + ab
2
+ a
2
b +2lab
2
+ b
3
E. Cubo da Diferença de Dois Termos
(a – b)³ = (a - b)( a² - 2ab + b²) = a³ - 2a²b +
ab² - a²b + 2ab
2
- b
3
8
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
(a – b)³ = a³ - 2a²b + ab² - a²b + 2ab
2
- b
3
Exercícios Resolvidos
Desenvolver os produtos notáveis abaixo:
1) (3x + 2)
2
=
(3x)² + 2(3x)(2) + (2)² =
9x² + 12x + 4
2)
2
1
x
x
| `
+

. ,
=

2
2
1 1
2 x x
x x
| ` | `
+ +

. , . ,
=

1
2 ² 2
²
x
x
+ + ·
3) (3x - 2y)² =
(3x)² - 2(3x)(2y) + (2y)² =
9x
2
-12xy + 4y²
4)
( )
2
²
3 4
x x
− =

( ) ( ) ( ) ( )
2 2
² ²
3 3 4 4
2
x x x x
− + ·

4
³ ²
9 6 16
x x x
− +
Observe que, quando desenvolvemos o quadrado
da soma ou da diferença de um binômio,
produzimos um trinômio chamado trinômio
quadrado perfeito.
5) (3xy + 5)(3xy - 5)=
(3xy)² - (5)² =
9x²y² - 25
6)( ) ( )
3 5 2 3 5 2 + −
45 - 4 = 41
7) (x + 2)³ =
(x)³ + 3(x)² (2) + 3(x)(2)² + (2)
3
=
x
3
+ 6x
2
+ 12x + 8
8) (2x – 2)³=
(2x)³ - 3(2x)²(2) + 3(2x)(2)² - (2)³ =
8x
3
– 24x
2
+ 24x – 8
FATORAÇÃO
Introdução
Fatorar uma expressão algébrica é modificar sua
forma de soma algébrica para produto; fatorar
uma expressão é obter outra expressão que:
a) seja equivalente à expressão dada;
b) esteja na forma de produto. Na maioria
dos casos, o resultado de uma fatoração é um
produto notável.
Há diversas técnicas de fatoração que
estudaremos em seguida, supondo a, b, x e y
expressões não fatoráveis.
A. Fator Comum
Devemos reconhecer o fator comum, seja ele
numérico, literal ou ele misto; em seguida
colocamos em evidência esse fator comum,
simplificamos a expressão deixando em
parênteses a soma algébrica.
Observe os exemplos abaixo.
1) ax + ay = a(x + y)
2) 12x²y + 4xy³ =4xy(3x + y²)
B. Agrupamento
Devemos dispor os termos do polinômio de
modo que formem dois ou mais grupos entre
os quais haja um fator comum, em seguida,
colocar o fator comum em evidência. Observe:
ax + ay + bx +by =
a ( x + y) + b ( x + y) = (a + b)( x + y)
C. Diferença de Quadrados
Utilizamos a fatoração pelo método de
diferença de quadrados sempre que
dispusermos da diferença entre dois monômios
cujas literais tenham expoentes pares. A
fatoração algébrica de tais expressões é obtida
com os seguintes passos:
1º) Extraímos as raízes quadradas dos
fatores numéricos de cada monômio;
2º) Dividimos por dois os expoentes das
literais;
3°) Escrevemos a expressão como
produto da soma pela diferença dos novos
monômios assim obtidos.
Por exemplo, a expressão a
2
- b
2
seria
fatorada da seguinte forma:
a
2
- b
2
= (a + b)(a - b)
D. Trinômio Quadrado Perfeito
Uma expressão algébrica pode ser
identificada como trinômio quadrado perfeito
sempre que resultar do quadrado da soma ou
diferença entre dois monômios.
Por exemplo, o trinômio x
4
+ 4x
z
+ 4é
quadrado perfeito, uma vez que corresponde a
(x
2
+ 2 )
2
. São, portanto, trinômios quadrados
perfeitos todas as expressões da forma a
2
±
2ab + b
2
, fatoráveis nas formas seguintes:
a
2
+ 2ab + b² =(a + b)²
e
a
2
- 2ab + b
2
= (a – b)²
Exercícios Resolvidos
Fatore as expressões abaixo.
1) 2ax² + x² + 6ay + 3y =
x²(2a + 1) + 3y(2a +1)=
(x² + 3y) (2a +1)
2) a² - 2ac + 3abc – 6bc²=
a(a – 2c) + 3bc(a – 2c)=
9
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
(a + 3bc) (a – 2c)
3) 4x² - 16y8 =
(2x + 4y
4
) (2x – 4y
4
)
4) x³ - 3x² - 4x + 12=
x² (x – 3) – 4 (x – 3)=
(x² - 4) (x – 3) =
(x +2) (x – 2) (x – 3)
5) x² + 2xy + y² =
(x + y) (x + y) =
(x + y)²
6) -a6 – 6a³b – 9b² =
-(a
6
+ 6a³b + 9b²)=
-(a³ + 3b)²
E. Trinômio Quadrado da Forma ax
2
+ bx + c
Supondo sejam x
1
e x
2
as raízes reais do trinômio ,
ax
2
+ bx + c, (a ≠ 0), dizemos que:
ax
2
+ bx + c = a(x – x
1
)(x – x
2
)
Lembre-se de que as raízes de uma equação de
segundo grau podem ser calculadas através da
fórmula de Bhaskara:
, ² 4
2
b
x onde b ac
a
| `
− t ∆
· ∆ · −


. ,
2. Soma e Diferença de Cubos
Se efetuarmos o produto do binômio a + b pelo
trinômio a
2
- ab + b
2
, obtemos o seguinte
desenvolvimento:
(a + b)(a
2
- ab + b
2
) = a
3
- a
2
b + ab
2
+ a
2
b - ab
2
+ b
3
=>
(a + b)(a
2
- ab + b
2
) = a
3
+ b
3
Analogamente, se calcularmos o produto de a - b
por a
2
+ ab + b
2
, obtemos a
3
- b
3
.
O que acabamos de desenvolver foram produtos
notáveis que nos permitem concluir que, para
fatorarmos uma soma ou diferença de cubos,
basta-nos inverter o processo anteriormente
demonstrado. Assim, dizemos que:
a
3
+ b
3
= (a + b)(a
2
- ab + b
2
)
a
3
- b
3
= (a - b)(a
2
+ ab + b
2
)
Exercícios Resolvidos
Fatorar as expressões seguintes:
1) 2x² - 10x + 12=
2(x² - 5x +6)=
2(x – 3)(x – 2)
2) x² - 4x – 21=
(x + 3)(x – 7)
3) x³ +8 =
(x + 2)(x² - 2x 4)
4) a³ - 8b³ =
(a - 2b)(a² +2ab + 4b²)
POTENCIAÇÃO
1) Definição
Para n inteiro
a) a ∈¡ e n > l => a
n
= a x a x a x ..... x
a
n vezes
b) a ∈¡ e n = 1 => a
n
= a
c) a ∈¡ e n = 0 => a
n
= 1
d) a
*
∈¡
e n < 0 => a
n
=
1
n
a

| `

. ,
2) Propriedades
Para a, b∈¡ , m, n∈¢
P1)
m n m n
a a a
+
× ·
P2)
m
m n
n
a
a
a

·
P3) ( )
n n n
a b ab × ·
P4)
n
n
n
a a
b b
| `
·

. ,
, b≠ 0
P5)
( )
n
m m n
a a
×
·
P6)
( )
n
n
m m
a a ·
P7)
m
n m
n
a a ·
Exercícios
1) Calcular o valor de A = 4
0
+ (0,25)
-2
- (0,5)
-2
2) Sendo x = (2
2
)
3
; y =
3
2
2
e z =
2
3
2
,calcule o
produto
x y z × ×
.
3) Simplifique as expressões:
a)
9² 27³
243²
×
b)
2 1 2
12 5 8 5
60 25
n n
n
+
× − ×
×
Respostas
1) A= 13 2) 2
23
3) a)27 b)
13
15
RADICIAÇ AO
Sejam a e b números reais não-negativos e n
inteiro e positivo.
n n
a b b a · ⇔ ·
n

índice; n

expoente
a

radicando; b

base
b

raiz; a

potência
Exercícios
1) Efetue as operações indicadas reduzindo a
um único radical e simplificando quando
possível:
a)
3 3 3
2 16 3 2 g g b)
8 10
20 2
g
g
2) Calcule:
a)
( )
6
3
3 b)
3
7
10
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
3) Calcule as potências:
a)
1
2
36
b)
0,666...
8
4) Calcule o valor de:
( )
2
5 2 5 25 + − +
RESPOSTAS:
l)a)12 b) 2 2)a)9 b)
6
7
3)a)6 b)4 4)7
Racionalização de Denominadores
1º Caso
n n m n m n
n n n m m m n
A A a A a
a
a a a
− −

× ×
· ·
×
2º Caso
( )
( )
( ) ( )
( )
A a b A a b
A
a b
a b a b a b
− −
· ·

+ + −
( )
( )
( ) ( )
( )
A a b A a b
A
a b
a b a b a b
+ +
· ·

− − +
Exercícios
1)Racionalizar o denominador:
a)
3
1
2
b)
4
2
32
c)
3
3 3 +
d)
3
27 3 −
2) Calcule:
1 1
1 2 1 2

− +
RESPOSTAS:
1) a)
3
4
2
b)
4
8
2
c)
3 3
2

d)
3 3
6
+

2) 2 2 −
SISTEMA MÉTRICO DECIMAL
a) UNIDADES DE MEDIDAS PADRÃO
• O grama, o litro e o metro.
• Metro quadrado e metro cúbico.
b) MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS
MÚLTIPLOS:
• Quilo => mil vezes a unidade.
• Hecto => Cem vezes a unidade.
• Deca => Dez vezes a unidade.
SUBMÚLTIPLOS:
• Deci => Décimo parte da unidade.
• Centi => Centésimo parte da unidade.
• Mili => Milésima parte da unidade.
UTILIZAÇÃO DAS UNIDADES DE MEDIDA:
• CAPACIDADE => É o volume interno de
um recipiente. Unidade de medida é o litro.
• ÁREA => Metros quadrados.
• VOLUME => Metro cúbico.
• COMPRIMENTO => Metro.
• MASSA (PESO) => Grama.
OUTRAS MEDIDAS
• 1 are = 10mx10m = 100m
• 1 ha = 1 hectare = 100 are = 100m x 100m =
10.000m²
• 1 ca = 1 centiare = 0,01 are = 1m²
MEDIDA DE VOLUME (LITRO)
• 1 Litro = 1dm³= 1000 cm³
• 1 cm³ = 1 ml
• Volume = cm³ / 1000 => Resultado em litro.
DENSIDADE:
D = m(g) / V(cm³)
DENSIDADE DEMOGRÁFICA:
D = População/ Área
VELOCIDADE MÉDIA:
V = Distância total / Tempo Gasto
ESCALAS:
E = Tamanho do objeto / Tamanho Real
Exemplo:
Transformar 4,8 kg em gramas.
kg hag dag g dg cg mg
4, 8
A vírgula ficará na casa da unidade de medida
inicial (Kg).
kg hag dag g dg cg mg
4 8 0 0,
4,8kg = 4800g (A vírgula desloca do kg para
g).
RAZÃO E PROPORÇÃO
Razão: é o quociente de duas grandezas.
Proporção: é a igualdade entre duas razões.
a c
b d
· →a x d = b x c
(propriedade fundamental)
Propriedades:
a c a b c d
b d a c
+ +
· → · ou
a b c d
b d
+ +
·
a c a b
b d c d
· → ·
a c a c
b d b d
t
t
· ⇒
Exercícios
1) Na minha classe há 40 alunos, dos quais 25
são meninas. Qual é a razão do número de
meninas para o de alunos da classe?
11
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
2) Qual é a razão igual a
3
7
, cujo antecedente
igual a 6?
3) A razão entre 10 minutos e 1 hora é:
4) Divida 40 em partes diretamente
proporcionais aos números 2, 3 e 5.
5) Reparta 36 em partes inversamente
proporcionais aos números 3 e 6.
6) Um prêmio, no valor de $ 4.650,00, deve ser
dividido entre três funcionários de uma empresa,
na razão direta de seus tempos de trabalho na
mesma. Se um trabalha há 4 anos, outro há 5
anos e o terceiro há 6 anos e meio, a maior das
partes a ser distribuída será no valor de :
a) $ 2.000,00 b) $ 1.950,00
c) $ 1.750,00 d) $ 1.600,00
12
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
DIVISÃO EM PARTES DIRETAMENTE E
INVERSAMENTE PROPORCIONAIS.
Números Diretamente Proporcionais
Duas sequências de números diferentes de zero
são diretamente proporcionais quando a razão de
cada número da primeira sequência pelo
correspondente da segunda sequência for sempre a
mesma.
(a;b;c) diretamente proporcional a (d;e;f). Assim:
b
a
=
e
b
=
f
c
=
f e d
c b a
+ +
+ +
= fator de
proporcionalidade.
Exemplo: Dividir o número 160 em partes
diretamente proporcionais aos números 5, 2 e 3.
Números Inversamente Proporcionais
Duas sequências de números diferentes de zero
são inversamente proporcionais quando o produto
de cada número da primeira sequência pelo
correspondente da segunda sequência for sempre
o mesmo.
(a; b; c) inversamente proporcional a (d; e; f).
d
a
1 =
e
b
1 =
f
c
1 ⇔
a.d = b.e = c.f = Fator de
proporcionalidade.
Exemplo:
a) Dividir o número 45 em partes inversamente
proporcionais aos números 3, 4 e 6.
b) Vamos representar os números procurados por
x, y e z. Como as sucessões x, y, z e 3, 4, 6 são
inversamente proporcionais, temos:
GRANDEZAS DIRETAMENTE E
INVERSAMENTE PROPORCIONAIS.
Grandezas Diretamente Proporcionais:
Duas grandezas são diretamente proporcionais
quando, aumentando-se (ou diminuindo-se) uma
delas um certo número de vezes, a outra aumenta
(ou diminui) o mesmo número de vezes.
Consequentemente, se duas grandezas são
diretamente proporcionais, a razão de dois valores
quaisquer de uma delas é igual à razão de dois
valores correspondentes da outra. Exemplo:
• Pedro compra livros que custam R$50,00
cada. Quando compra dois livros, ele pagará?
Grandezas Inversamente Proporcionais.
Duas grandezas são inversamente
proporcionais quando, aumentando-se (ou
diminuindo-se) uma delas certo número de
vezes, a outra diminui (ou aumenta) o mesmo
número de vezes.
Consequentemente, se duas grandezas são
inversamente proporcionais, a razão de dois
valores quaisquer de uma delas é igual ao
inverso da razão dos dois valores
correspondentes da outra. Exemplo:
• A distância entre Barra do Piraí e Rio de
Janeiro é de 100km. Um veículo pode
percorrer essa distância com diferentes
velocidades.
REGRA DE TRÊS SIMPLES E COMPOSTA
Regra de Três Simples
Regra de Três Simples Direta
As duas grandezas são diretamente
proporcionais.
Exemplo: Uma pessoa ganha R$1620,00 por
18 dias de trabalho. Quanto ganhará por 7 dias
do mesmo trabalho diário?
Regra de Três Simples Inversa.
As duas grandezas são inversamente
proporcionais.Exemplo:
Uma pessoa dando 36 passos por minuto
percorre em 30 minutos uma certa distância.
Que tempo essa pessoa levará para percorrer
essa mesma distância se 45 passos por minuto?
Regra de Três Composta
Os problemas envolvendo mais de duas
grandezas proporcionais são resolvidos por
meio de uma regra prática chamada regra de
três composta.Exemplos:
a) Se 45 pedreiros executam uma obra em 16
dias, trabalhando 7 horas por dia, quantos
pedreiros serão precisos para executar a mesma
obra em 12 dias, trabalhando 10 horas por dia?
b) Cinco máquinas funcionando 6 horas por
dia, durante 30 dias, produzem 9000 parafusos.
Em quantos dias 6 dessas mesmas máquinas,
funcionando 8 horas por dia, produzirão 4800
parafusos?
13
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
Exercícios
1) Se 18 cadernos custam 900,00, quanto pagarei
por 26 desses cadernos?
2) Se 3 pedreiros levam 90 dias para construir
uma casa, quanto tempo levariam 5 pedreiros,
trabalhando tanto quanto os primeiros, para fazer
uma casa Igual?
3) Nossa perua percorreu 240 km em 3 horas.
Quanto tempo levará para percorrer 400 km,
empregando a mesma velocidade média?
4) Se um vestido é feito com 2,S0m de um certo
tecido, quantos metros desse tecido são
necessários para se fazer meia dúzia de vestidos
iguais?
5) O revestimento de um muro de 16m de
comprimento e 2,5m de altura consome 84kg de
reboco preparado. Quantos quilos de reboco
serão necessários para revestir um muro de 30m
de comprimento e 1,8m de altura?
6) Se 35 operários fazem uma casa em 24 dias,
trabalhando 8 horas por dia, quantos operários
serão necessários para fazer a mesma casa, em
14 dias, trabalhando 10 horas por dia?
7) 15 teares, trabalhando 6 horas por dia,
durante 20 dias, produzem 600m de pano.
Quantos teares são necessários para fazer
1.200m do mesmo pano, em 30 dias, com 8
horas de trabalho por dia?
Respostas
1)
R$1.300,00
2) 54 dias
3) 5
horas
4)
16,80m
5) 113,4kg
6) 48
operários
7) 15
teares
FUNÇÃO DO 1º GRAU
Definição: Chama-se função polinomial do 1º
grau, ou função afim, a qualquer função f de IR
em IR dada por uma lei da forma f(x) = ax + b,
onde a e b são números reais dados e a 0.
Na função f(x) = ax + b, o número a é chamado de
coeficiente de x e o número b é chamado termo
constante. Exemplos:
f(x) = 6x - 3, onde a = 6 e b = - 3
f(x) = 5x, onde a = 5 e b = 0
Gráfico
O gráfico de uma função polinomial do 1º grau, y
= ax + b, com a 0, é uma reta oblíqua aos eixos
Ox e Oy.Exemplo:
Construir o gráfico da função y = 3x - 1:
a) Para x = 0, temosy = 3 · 0 - 1 = -1; portanto,
um ponto é (0, -1).
b) Para y = 0, temos 0 = 3x - 1;
portanto, e outro ponto
é .
x y
0 -1
0
Zero e Equação do 1º Grau
Chama-se zero ou raiz da função polinomial
do 1º grau f(x) = ax + b, a 0, o número real x
tal que f(x) = 0.
Sendo:
f(x) = 0 =>ax + b = 0 =>
Exemplo, zero da função f(x) = x - 4:
f(x) = 0 =>x - 4 = 0 =>x = 4
Crescimento e decrescimento
Sendo a função do 1º grau y = 3x - 1. Vamos
atribuir valores cada vez maiores a x e
observar o que ocorre com y:
x aumenta
x -3 -2 -1 0 1 2 3
y -10 -7 -4 -1 2 5 8
y aumenta
Notemos que, quando aumentos o valor de x,
os correspondentes valores de y também
aumentam. Dizemos, então que a função y =
3x - 1 é crescente. Observamos novamente seu
gráfico:
A função do 1º grau f(x) = ax + b é crescente
quando o coeficiente de x é positivo (a > 0);
A função do 1º grau f(x) = ax + b é decrescente
quando o coeficiente de x é negativo (a < 0);
Estudo do sinal
14
1
3
-1
y
x
1
3
-1
y
x
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
Estudar o sinal de qualquer y = f(x) é determinar
os valor de x para os quais y é positivo, os valores
de x para os quais y é zero e os valores de x para
os quais y é negativo.
Uma função afim y = f(x) = ax + b.
1º) a > 0 (a função é crescente)
y> 0 => ax + b > 0 =>x >
y < 0 =>ax + b < 0=>x <
Conclusão: y é positivo para valores de x maiores
que a raiz; y é negativo para valores de x menores
que a raiz
FUNÇÃO DO 2º GRAU
A função do 2º grau, também denominada função
quadrática, é definida pela expressão do tipo:
y = f(x) = ax² + bx + c, onde a, b e c são
constantes reais e
Exemplos:
a) y=x²+3x+2 ( a=1; b=3; c=2 )
b) y=x² ( a=1; b=0; c=0 )
c) y=x²-4 ( a=1; b=0; c=-4 )
Gráfico de uma função do 2º grau:
Sua representação gráfica é dada em torno de
eixos:
Coordenadas do vértice
A coordenada x do vértice da parábola pode ser
determinada por:
Exemplo:
Determine as coordenada do vértice da
parábola y = x² - 4x + 3:
Temos: a = 1, b = - 4 e c = 3
A coordenada x será igual a 2,
Simples: Vamos substituir o valor obtido da
coordenada x e determinar o valor da
coordenada y.
Assim, para determinarmos a coordenada y da
parábola y = x² - 4x + 3, devemos substituir o
valor de x por 2.
y = (2)² - 4 x (2) + 3 = 4 – 8 + 3 = - 1
Logo, as coordenadas do vértice serão V=(2,-
1)
Raízes (ou zeros) da função do 2º grau
Denominam-se raízes da função do 2º grau os
valores de x para os quais ela se anula: y = f(x)
= 0
Exemplo, na função y = x² - 4x + 3, que acima
acabamos de determinar as coordenadas de
seus vértices, as raízes da função serão x=1 e
x`=3.
Vejamos o gráfico:
Quando x=1 e x`=3, a parábola intercepta
("corta") o eixo x.Exemplo, determine a raiz da
função y = x² + 5x +6:
Fazendo y = f(x) = 0, temos x² + 5x + 6 = 0
Acharemos que x = -2 e x` = -3.
Concavidade da parábola
15
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
a>0 a<0
Exemplos:
y = f(x) = x² - 4
a = 1 >0
y = f(x) = -x² + 4
a = -1 < 0
Quando a concavidade está voltada para cima
(a>0), o vértice representa o valor mínimo da
função. Quando a concavidade está voltada para
baixo (a<0), o vértice representa o valor máximo.
Quando o discriminante é igual a zero
Quando o valor de , o vértice a
parábola encontra-se no eixo x. A coordenada y
será igual a zero. Exemplo: y = f(x) = x² + 2x + 1
=> x² + 2x + 1 = 0
x = x` = -b/2a = -1
As coordenadas do vértice serão V = (-1,0).
Gráfico:
Quando o discriminante é maior que zero
Quando o valor de , a
parábola intercepta o eixo x em dois pontos.
(São as raízes ou zeros da função vistos
anteriormente).
Exemplo: y = f(x) = x² - 4x + 3 => x² - 4x + 3
= 0
x = 1, x`= 3. Gráfico:
Quando o discriminante é menor que zero
Quando o valor de , a
parábola não intercepta o eixo x. Não há raízes
ou zeros da função.
Exemplo: y = f(x) = x² - x + 2 => x² - x + 2 = 0
Gráfico:
Resumindo:
a>0 a>0 a>0
16
y
x
0
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
a<0 a<0 a<0
INEQUAÇÕES
Inequações de primeiro grau
Denominamos inequação toda
sentença matemática aberta por uma
desigualdade.
As inequações do 1º grau com uma variável
podem ser escritas numa das seguintes formas:
, , ,
,
Com a e b reais (a ≠ 0). Exemplos:
ESTUDO DO SINAL
O estudo do sinal da função do 2.º grau é feito
determinando-se os seus zeros (caso existam) e
analisando o esboço do gráfico.
Exemplo: Estude a variação de sinal da função 3x
2
- 4x + 1.
Zeros da função: 1/3 e 1.
A parábola corta o eixo x nos pontos de abscissas
1/3 e 1. Como a = 3 > 0, sua concavidade está
voltada para cima.
Examinando a figura, temos:
• y > 0, para x > 1/3 ou x > 1;
• y = 0, para x = 1/3 ou x = 1;
• y < 0, para 1/3 < x < 1.
INEQUAÇÕES DO 2.º GRAU
Resolver a inequação (-x
2
+ 3x +4).(x – 2) < 0
É uma inequação produto em que um dos
fatores é um trinômio de 2.º grau e o outro é
um binômio de 1.º grau.
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1) (Assembleia leg. SP – Ag. Téc. 2010). O
gráfico a seguir representa a função f, de
domínio real, dada pela lei f(x) = ax² + bx + c.
Sabendo que a, b e c são constantes, é correto
afirmar que:
a) a < 0, b < 0 e c < 0
b) a < 0, b < 0 e c > 0
c) a < 0, b > 0 e c < 0
d) a < 0, b > 0 e c > 0
e) a > 0, b < 0 e c < 0
17
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
2) Determine o valor de m de modo que o
trinômio (m-2) x² - (m – 1) x + m – 1 seja sempre
positivo:
a) m = 7/3
b) m = 1
c) m < 7/3
d) m < 1
e) m >2
3) O lucro mensal de uma empresa é dado por L =
-x² + 30x – 5, onde x é a quantidade mensal
vendida. Qual o lucro mensal máximo possível?
a) 15
b) 200
c) 880
d) 220
e) 230
4) A temperatura, em grau centigrado, no interior
de uma câmara, é dada por f(t) = t² - 8t + 10, onde
t é medido em minutos. Qual é a temperatura
mínima da câmara?
a) 12
b) 4
c) 8
d) - 8
e) – 4
5) O proprietário de uma lanchonete estima que se
ele tem x clientes num mês, as despesas serão
dadas por C(x) = 1,55x + 2.800 reais e seu
faturamento será de aproximadamente R(x) = 3x
reais. O lucro de lanchonete no mês em que o
número x de clientes for 4.000 será?
a) 3000
b) 2000
c) 9000
d) 12000
e) 1000
6) Uma função polinomial f do 1º grau é tal que
f(3) = 6 e f(4) = 8. Portanto, o valor de f(10) é:
a) 16
b) 17
c) 18
d) 19
e) 20
7) O gráfico da função f(x) = mx + n passa pelos
pontos A(1,-2) e B(4,2). Podemos então afirmar
que:
a) m + n = -2
b) m – n = -2
c) m = ¾
d) n = 5/2
e) m.n = -1
8) Seja f: IR é IR uma função definida por f(x)
= mx + p. Se f passa pelos pontos A(0,4) e
B(3,0), então passa pelo ponto:
a) (8, -2)
b) (8,3)
c) (8,-3)
d) (8,2)
e) (8,1)
9) O gráfico abaixo representa a função f(x) =
ax + b. a lei dessa função é:
a) f(x) = 2x – 3
b) f(x) = -2x + 3
c) f(x) =
3
3
2
x +
d) f(x) = x + 2
e) f(x) =
3
3
2
x − +
Respostas:
1)a 2)a 3)d 4)a 5)a
6)e 7)a 8)c 9)c
Exercícios - Unimontes
1. PAES – UNIMONTES – 2010 Uma
função f: → ¡ ¡ é dita par quando f (-x)
= f (x), para todo x do seu domínio. Das
equações a seguir, a única que representa
uma função par é
a) f (x) = 2(x +1).
b) f (x) = x
2
- 4x.
c) f (x) = x
2
- 4.
d) f (x) = x
2
+ 4x + 2.
2. PAES – UNIMONTES – 2010 Considere
os esboços de gráfico abaixo e as sentenças
(a): y = 2 x, (b): y = x + 5, (c): y = 1 e (d):
x = 1. A associação correta de cada
sentença com seu gráfico é
a) a - II ; b - IV, c - I; d - III.
b) a - II ; b - IV, c - III; d - I.
c) a - IV ; b - II, c - I; d - III.
d) a - II ; b - I, c - III; d - IV.
3. PAES – UNIMONTES – 2010 Em relação
à função f:
→ ¡ ¡
, dada por f (x) = ax2 +
bx + c, com a, b,c
∈¡
, cujo esboço do
gráfico é dado abaixo, todas as afirmações
abaixo são verdadeiras, EXCETO
18
3
-2
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
a) O discriminante A é maior do que zero.
b) Os números a, b e c são todos não nulos.
c) Os números a e b são negativos, mas c = 0.
d) A função f admite um valor máximo.
4. (UNIMONTES 2011) Considere apenas
funções de IR em IR. Uma função f é par se f
(-x) = f (x), para todo elemento x de seu
domínio. Uma função f é ímpar se f (-x) = -f
(x), para todo elemento x de seu domínio.
Com base nessa definição, todas as
afirmações abaixo são verdadeiras, EXCETO
a) A função f, dada por f(x) = x, é uma função
ímpar.
b) A função f dada por f(x) = x
2
- 3, é uma
função par.
c) A função f, dada por f(x) = 2x + 1, não é uma
função par nem ímpar.
d) A função f, dada por f(x) = 2x, é uma função
par.
5. (UNIMONTES 2011) Considere as funções
de f :
→ ¡ ¡
e g:
→ ¡ ¡
, dadas por f (x) =
a +1,
a∈¡
, e g(x) = 2x + 5. O valor de a
para que (g o f)(x) = a é
a) 6.
b) - 6.
c) - 7.
d) 3
6. (UNIMONTES – 2012)Um mergulhador quer
resgatar a caixa preta de um avião que caiu
em um rio. Como havia um pouco de
correnteza, a trajetória descrita pelo
mergulhador foi como na figura abaixo.
Sabendo-se que a distância, na horizontal, do
bote de resgate ao local onde está a caixa é de
6m e que a trajetória do mergulhador é
descrita pela função dada por f(x) =
1 1
² 2
4 2
x x − − + , a profundidade que o
mergulhador terá de alcançar será:
a) 9m.
b) 12m.
c) 10m.
d) 11 m.
Respostas:
1)c 2)a 3)c 4)d 5)a
6)c
PORCENTAGEM
Definição
Porcentagem de um número a sobre um
número b, b ≠ 0, é a razão
100
x
em que
100
x
=
a
b
, que representamos x %.
Cálculo de uma Porcentagem
p% de V = p% - V
Exercícios
1) Escrever sob a forma de número decimal
as seguintes porcentagens:
a) 23% b) 130%
2) (Fuvest-SP) (10%)
2

a) 100% b) 20% c) 5% d) 1% e)
0,1%
3) Quatro é quantos por cento de cinco?
4) Quanto é 23% de 200 000?
5) Em uma pesquisa de mercado, constatou-
se que 67% de uma amostra assistem a um
certo programa de TV. Se a população é de
56.000 habitantes, quantas pessoas assistem
ao tal programa?
6) Quanto é 20% de 70%?
7) (Vunesp-SP) O gráfico publicado pela
revista Veja, de 28/7/99, mostra como são
divididos os 188 bilhões de reais do
19
α
α
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
orçamento da União entre os setores de Saúde,
Educação, Previdência e outros.
Se os 46
bilhões de reais gastos com a Previdência fossem
totalmente repassados aos demais setores de
modo que 50% fossem destinados à saúde, 40%
à educação e os 10% aos outros, determine o
aumento que o setor de Saúde teria:
a) em reais;
b) em porcentagem, em relação à sua dotação
inicial, aproximadamente.
8) (Unicamp-SP) Como se sabe, os icebergs são
enormes blocos de gelo que se desprendem das
geleiras polares e flutuam pelos oceanos.
Suponha que a parte submersa de um iceberg
corresponda a
8
9
do seu volume total e que o
volume da parte não submersa é de 135.000m³.
a) Calcule o volume total do iceberg.
b) Calcule o volume de gelo puro do iceberg
supondo que: 2% de seu volume total é
constituído de "impurezas", como matéria
orgânica, ar e minerais.
Respostas
1)
a) 0,23
b) 1,3
2) D 3) 80% 4) 46.000
5) 37.520
pessoas
6) 14%
7)
a) 23
bilhões
b) ≅
121%
8)
a)1.215.000m
³
b)1.190.700m
³
TRIGONOMETRIA
TRIGONOMETRIA NO TRIÂNGULO RETÂNGULO
Relações trigonométricas importantes:
Sen (a + b) = sen a. cos b + senb .cos a
Sen (a – b) = sena. Cos b – sen b. cos a
Cos (a + b) = Cos a. cos b – sen a. sen b
Cos (a – b) = Cosa. Cos b + sen a. sem b
Sen 2a = 2 sen a. cos a
Cos 2a = Cos² a – sen² a
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1) (FCC) Sendo f(x) = , o valor de f
é
a)
b)
c)
d) 2
e)
2) (FCC) Se tg x + cotg x = 7, o valor numérico de
E = 21 sen 2x é?
a) 6
b) 12
c) 2/7
d) 5
e) 2
3) (Cesgranrio) Se senx – cosx = ½ o valor de
senx.cosx é?
a) -3/16
b) -3/8
c) 3/8
d) ¾
e) -2/3
4) Um veículo percorre uma estrada reta com
inclinação de 15º. Se o ponto de chegada situa-se
150 ( ) metros mais alto que o ponto de
partida, a distância, em metros, percorrida pelo
veículo é:
a) 600
b) 500
c) 700
d) 500
e) 600
GEOMETRIA PLANA
Segmento Áureo:
20
A B P
x a-x
a
α
α
α
α
α
α
β
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
Elementos de um polígono:
S
i
= (n-2). 180º
S
e
= 360º
a
i
=
a
e =
Polígono regular
a
i
= a
e
=
Diagonais: D =
Regulares Pares: D =
TRIÂNGULOS
1) Acutângulo: três ângulos agudos
< 90º =>a²< b² + c²
Obtusângulo: um ângulo
obtuso 90º < ß < 180º =>a²>
b² + c²
2) Retângulo: um ângulo reto (90º)
=>a² = b² + c²
*A soma dos ângulos internos de um triângulo é
igual a 180º.
TRIÂNGULO EQUILÁTERO:
• Soma dos ângulos internos é
igual a 180º e cada ângulo
mede 60º.
• ALTURA:l² = h² +
=> l² = h² + => h=
• ÁREA=
A = =>
• TEOREMA DE
PITÁGORAS: Aplicado
apenas aos triângulos
retângulos.
• BISSETRIZ: Reta que divide o ângulo em duas
partes.
• INCENTRO = Encontro das bissetrizes.
Corresponde ao centro de um círculo inscrito no
triângulo.
• RELAÇÃO DE PROPORCIONALIDADE:
Bissetriz interna.
• MEDIANA: É o segmento da reta que parte do
vértice do triângulo, e segue até o ponto que divide
o lado oposto do triângulo em duas partes iguais.
• BARICENTRO = Encontro das medianas. (G) =
Baricentro. A parte maior é o dobro da menor.
• MEDIATRIZ: É uma
reta perpendicular ao
lado, passando pelo
ponto médio deste lado.
Esse ponto é chamado
de circuncentro.
• CIRCUNCENTRO = Encontro das mediatrizes.
• ALTURA: Reta que
parte de um vértice e é
perpendicular ao lado
oposto. Encontro das
alturas é um ortocentro.
CIRCUNFERÊNCIA:
1) Teorema das tangentes:
PA = PB
OP = Bissetriz.
21
A
I
B C
A
C B
S
G
x
2
x
y
A
C B
2
y
m
A
C B
S
h
A
C B
A
E
D
B
C
60° 60°
60°
O
B
A
P
B
A
V α
B
A
O α
A
B
r
α
α
α
α
β
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
2) Todo ângulo inscrito é igual à metade do arco que
ele contém.
3) Todos os ângulos que contêm o mesmo arco são
congruentes.
4) Todo triângulo inscrito em uma semicircunferência e
que tem o diâmetro como lado é um triângulo
retângulo.
5) Ângulo de segmento: é todo ângulo formado por
uma corda e uma reta que tangência a circunferência
em um dos extremos dessa corda.
6) Ângulo do vértice interior:
7) Ângulo de vértice exterior
POLÍGONOS REGULARES INSCRITOS NA
CIRCUNFERÊNCIA.
1) Quadrado Inscrito:
Lado :
Apótema:
2) Quadriláteros: possui todos os vértices pertencentes
à circunferência.
3) Quadrado Circunscrito: quatro lados tangentes.
4) Hexágono regular inscrito:
Lado: L6 = r
Apótema:
5) Triângulo equilátero inscrito:
Lado:
Apótema:
ÁREAS
Triangulos
Triangulo equilátero:
Triangulo inscrito:
Hexagono:
Circulo:
ou
Segmento de circulo:
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1) (Comp. Metro. SP. Téc. Adm. 2009). A figura
seguinte apresenta:
• O triângulo ABC, em que o ângulo interno do
vértice A mede 75º e cada um dos ângulos internos
de vértices B e C foram divididos em três ângulos
de medidas iguais a u e v graus respectivamente;
• Os triângulos BDC e BEC, obtidos a partir das
trissecções feitas e nos quais as medidas, em graus,
dos ângulos dos vértices D e E são alfa e beta,
respectivamente.
Com base nessas informações, a soma de alfa mais
beta é igual a:
a) 225º b) 235º c) 245º d) 255º e) 265º
2) (FCC – DNOCS/2010). No triângulo ABC
representado na figura abaixo, os segmentos
BT
e
CT
dividem os respectivos ângulos internos dos
vértices B e C em partes iguais. Se o ângulo do
vértice A mede 80º, a medida, , do ângulo
assinalado é igual a:
a) 110º b) 120º c) 130º d) 140º e) 150º
3) Calcule o ângulo x na figura abaixo, sabendo que
BH e BI são, respectivamente, a altura e a bissetriz
relativas ao vértice B do
triângulo ABC.
a) 6º
b) 11º
22
S
r
r
c
a b
l
l
l
r
b
a
c
b
a
c
α
h
R
O
l α
A
C
B
α
R
l
l
l
l
l
l
75
º
E
α
β
D
A
C B
v
v
v u
u
u
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
c) 12º
d) 13º
4) O triângulo ABC da figura abaixo tem perímetro
igual a 35 cm. O segmento AP é a bissetriz de  e as
medidas dos segmentos AB e PB são, respectivamente,
12 cm e 9 cm. Calcule a medida do segmento AC.
a) 8
b) 7
c) 3
d) 11
5) Os catetos de um triângulo retângulo medem,
respectivamente, A + X e A + Y, onde A, X e Y são
números reais. Sabendo que o ângulo oposto ao cateto
que mede A + X é igual a 45º, segue-se que:
a) Y = -2x b) Y = c) Y = x
d) Y = x e) Y = 2x
6) Os catetos de um triângulo retângulo medem,
respectivamente, x e (y-2). Sabendo que a tangente
trigonométrica do ângulo oposto ao cateto que mede x
é igual a 1, então o perímetro do triângulo é igual a:
a) 2y (x + 1)
b) Y (2 + 2 )
c) X (2 + )
d) 2 (x + y)
e) X² + Y²
7) Num triângulo ABC, o ângulo interno de vértice A
mede 60º. O maior ângulo formado pelas bissetrizes
dos ângulos internos de vértices B e C mede:
a) 45º b) 60º c) 90º d) 120º e) 150º
8) O ângulo A de um triângulo qualquer ABC mede
76º. Assim, o menor ângulo formado pelas bissetrizes
externas relativas aos vértices B e C deste triângulo
vale:
a) 50º b) 52º c) 56º d) 64º e) 128º
9) Em um triângulo ABC qualquer, um dos lados mede
cm e outro mede 2 cm. Se o ângulo formado por
esses dois lados mede 45º, então a área do triângulo é
igual a:
a)
b)
c)
d)
e) 1
10) Na figura abaixo, o ângulo ACB é congruente ao
ângulo BPQ, AB = 16cm, BC = 12cm, AC = 16cm e
BP = 6cm. Calcule as medidas dos segmentos PQ e QB
a) 4 e 8
b) 2 e 3
c) 5 e 8
d) 8 e 5
11) Um triângulo tem lados que medem,
respectivamente, 6m, 8m e 10m. Um segundo
triângulo, que é um triângulo semelhante ao
primeiro, tem perímetro igual a 12m. A área do
segundo triângulo será igual a:
a) 6m²
b) 12m²
c) 24m²
d) 48m²
e) 60m²
GEOMETRIA ESPACIAL
POLIEDROS DE PLATÃO:
- Quando possui faces com mesmo número de
lados.
- Possui o mesmo número de arestas por vértice.
a) PRISMA: são sólidos em que o volume depende
do formato da base.
AL = n. Af (número de faces x área lateral).
At = Al + 2. Ab
V = Abx h
a) PARALELEPÍPEDO: è
a designação dada a um
prisma cujas faces são
paralelogramos.
Exemplo: Uma piscina
possui o formato de um
paralelepípedo com as
seguintes dimensões: 10
metros de comprimento, 6
metros de largura e 1,8 metros de profundidade.
Determine o volume e a capacidade da piscina.
V = a * b * c
V = 10 * 6 * 1,8
V = 108 m³ ou 108 000 litros
Atotal= 2 (ab + ac + bc)
Volume: a*b*c
23
α
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
b) CUBO: é um paralelepípedo retângulo que possui as
12 arestas congruentes e possui as 6 faces quadradas
iguais.
V = a³
At = 6a²
c) CILINDRO: O cilindro é um sólido geométrico
classificado como corpo redondo por conter uma de
suas faces arredondadas.
V = (área da base) × (altura)
Como a base do cilindro é uma
circunferência de raio r, temos
que:
(área da base) =
π

V = π·r
2
·h
Sendo
r → o raio da base.
h → a altura do cilindro.
Exemplo: Calcular o volume de um cilindro circular
com raio da base medindo 8 cm e altura igual a 20 cm.
V = 3,14 * 8² * 20
V = 3,14 * 64 * 20
V = 4 019,20 cm³
f) CONE REVOLUÇÃO:Rotação completa de um
triângulo retângulo em torno de um de seus catetos.
g) ESFERA:A esfera é um corpo circular maciço,
formado pala rotação de um semicírculo.
Exemplo: Determine o
volume da esfera que
possui raio igual a 3 metros.
A = 4
π

h) PIRÂMIDE: As pirâmides podem possuir em
sua base um triângulo, um quadrilátero, um
pentágono, um hexágono entre outros.
Determine o volume de uma pirâmide quadrangular
medindo 6 metros de comprimento e altura igual a
20 metros.
a) TRONCO DA PIRÂMIDE: Quando um plano
intercepta uma pirâmide a uma determinada altura,
paralelamente à sua base, obtém-se uma nova forma
geométrica, denominada tronco de pirâmide. O
tronco de pirâmide apresenta duas bases (base
maior e base menor) e sua superfície lateral é
composta de trapézios.
O volume do tronco de pirâmide é obtido fazendo a
diferença entre o volume da pirâmide original e o
24
α
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
volume da pequena pirâmide formada após a
intersecção do plano.
Volume do tronco de pirâmide:
Onde:
h → é a altura do tronco de pirâmide.
AB → é a área da base maior.
Ab → é a área da base menor.
Exemplo 1. Calcule o volume do tronco de pirâmide
abaixo.
Teremos:
AB = 102 = 100 cm²
Ab = 42 = 16 cm²
h=6cm
Portanto, o volume do tronco da pirâmide é:
b) CONE: A base de um cone possui o formato
circular.
Para determinar o volume
de um cone aplicamos a
fórmula:
Exemplo: Um reservatório tem o formato de um cone
circular reto invertido, com raio da base medindo 5
metros e altura igual a 10 metros. Determine o volume
do reservatório.
c) TRONCO DO CONE: Quando um plano intercepta
um cone a uma determinada altura, paralelamente à sua
base, obtém-se uma nova forma geométrica,
denominada tronco de cone.
h → é a altura do tronco de cone.
R → é o raio da base maior.
r → é o raio da base menor.
Exemplo 1. Calcule o volume de um tronco de cone
de 15 cm de altura sabendo que o raio da base
menor mede 10 cm e o raio da base maior mede 20
cm.
Assim, teremos:
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1) (Trib. Reg. Trab. Téc. Jud. 2009). Num dado
momento, observou-se que o volume de água no
interior da caixa d’ água de um edifício ocupava 1/3
de sua capacidade e que, se lá fossem colocados
mais 0,24 m³ de água, o volume de água na caixa
passaria a ocupar os 2/5 de sua capacidade.
Considerando que não foi colocada água no interior
da caixa, então, no momento da observação, o
número de litros de água que seriam necessários
para enchê-las era:
a) 1800
b) 2400
c) 2500
d) 3200
e) 3600.
2) Na figura ao lado, temos R = 12 cm e = 60º.
O valor de r é:
6cm
a)
b) 4 cm
c)
d) 2 cm
3) A base média de um trapézio isósceles, cujos
ângulos agudos são de 45º, vale 23 cm, e a base
maior é 15/8 da base menor. Nessas condições, a
altura do trapézio é:
a) 14cm
b) 7cm
c) 11,5cm
d)
e) 6cm
25
R
α
r
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
4) A figura a seguir mostra dois cones C e C1, em que
as medidas estão nela expressas. Sabe-se que o volume
total é V1 = e que o volume de C1 equivale a 75%
do volume de C. Sendo assim, pode-se afirmar que:
a) r1². h1 = 77/24
b) r1². h1 = 99/14
c) r1². h1 = 7/66
d) r1². h1 = 24/77
e) r1². h1 = 72/24
MATEMÁTICA FINANCEIRA
JUROS SIMPLES: CIT/100
MONTANTE: É o capital acrescido dos seus juros.
M = c.(1 + i.n)
DESCONTO SIMPLES: Abatimento. Aplicação
financeira é resgatada antes de seu vencimento.
VALOR NOMINAL: Valor no dia do seu
vencimento.
DESCONTO COMERCIAL: Desconto bancário.
Calculado sobre o valor nominal de um título.
Dc = N x i x n
(Dc= desc. Comercial; N = valor nominal; i = taxa de
juros; n = período considerado).
VALOR ATUAL: É o valor pago na data do seu
resgate.
Vc = N. Dc
Ex. Um título de crédito no valor de R$2000,00 com
vencimento para 65 dias, é descontado à taxa de 130%
a.a. de desconto simples comercial. Determine o valor
de resgate (valor atual) do título.
JUROS COMPOSTOS: Os juros devidos ao capital
inicial são incorporados a este capital. A taxa de juros
incide sobre o capital inicial, acrescidos dos juros
acumulados até o período anterior.
M = C ( 1 + i)
n
Ex: Um investidor quer aplicar a quantia de R$800,00
por 3 meses, a uma taxa de 8% a.m, para retirar no
final desse período. Quanto irá retirar?
EXERCÍCOSPROPOSTOS
1) Você fez um empréstimo de R$5.000,00 a uma taxa
de juro simples de 12% ao ano a ser pago em dois anos.
O valor a ser pago é próximo de:
a) R$6.200,00
b) R$6.270,00
c) R$4.030,00
d)R$4.070,00
2) Qual o valor presente de uma aplicação em juros
simples de cinco anos, taxa de juro de 14% ao ano e
valor de resgate, único, igual a R$100.000,00?
a) R$58.823,00
b) R$51.936,00
c) R$52.854,00
d) R$59.325,00
3) Uma empresa toma empréstimo de
R$150.000,00 à taxa de 1,8% ao mês no regime de
capitalização simples. Sabendo que a amortização
será feita seis meses após a contratação do
empréstimo, calcule o montante a ser pago no final
deste período.
a) R$166.946,73
b) R$312.000,00
c) R$151.620,00
d) R$166.200,00
4) Um agente financeiro aplica R$85.000,00 por
cinco meses à taxa de 0,9% ao mês. Qual foi o juro
obtido nesta aplicação, considerando um regime de
capitalização simples?
a) R$3.825,00
b) R$3.894,47
c) R$38.250,00
d) R$45.783,04
5) Um investidor faz empréstimo de R$140.000,00
à taxa de 1,95% ao mês no regime de capitalização
simples. Sabendo que a amortização será feita cinco
meses após a contratação do empréstimo, qual o
valor a ser pago no final deste período?
a) R$153.650,00
b) R$140.546,00
c) R$152.635,00
d) R$126.350,00
6) Se aplicarmos a quantia de R$50.000,00 pelo
prazo de quatro meses, teremos como remuneração
desse capital a quantia de R$4.350,00. Qual é a taxa
de juro simples ao mês dessa operação?
a) 2,11% ao mês
b) 2,18% ao mês
c) 8,7% ao mês
d) 1,09% ao mês
7) Um agente financeiro aplicou R$85.000,00 em
um período de 173 dias. Foi totalizada uma quantia
de R$15.500,00 de juro. Qual é a taxa de juro
mensal desta aplicação, considerando o regime de
capitalização simples? Admita que um mês tenha
30 dias corridos.
a) 2,95% ao mês
b) 3,16% ao mês
c) 25,71% ao mês
d) 19,48% ao mês
8) Em quantos meses um capital quintuplica na
capitalização simples à taxa de 7,5% ao mês?
a) 66,67 meses
b) 4,65 meses
26
c
r
h
c
1
h
1
r
1
Otoni Caribé Neves da Cunha
Matemática
c) 80 meses
d) 53,33 meses
9) Uma empresa toma empréstimo de R$80.000,00 à
taxa de 14,5% ao ano no regime de capitalização
simples. Sabendo que a amortização será feita quatro
meses após a contratação do empréstimo, calcule o
montante a ser pago no final deste período.
a) R$80.966,67
b) R$126.400,00
c) R$87.733,33
d) R$83.865,60
10) Você aplicou R$5.000,00 à taxa de juro simples de
13% ao ano. Quantos anos aproximadamente serão
necessários para triplicar o valor?
a) 31 anos
b) 25 anos
c) 15 anos
d) 22 anos
11) Uma empresa tomou um empréstimo de dois anos,
taxa de juro compostos de 12% ao ano. Sabendo que o
valor devolvido após dois anos foi R$500.000,00,
então, o empréstimo inicial é mais próximo do valor
de:
a) R$398.597,00
b) R$403.226,00
c) R$446.429,00
d) R$423.550,00
12) Um agente financeiro emprestou R$25.000,00 a
serem pagos após sete meses à taxa de 3,5% ao mês.
Qual é o juro recebido nesta operação, considerando o
regime de capitalização composto?
a) R$6.125,00
b) R$875,00
c) R$6.806,98
d)R$31.806,98
13) Um agente de mercado aplicou em título de renda
fixa. O valor de resgate é R$95.000,00, sendo que tal
resgate será feito daqui a nove meses. Sabe-se que o
rendimento deste título é 1,86% ao mês. Qual é o valor
aplicado?
a) R$92.694,09
b) R$80.481,19
c) R$93.695,96
d) R$76.151,69
14) A qual taxa de juro (ao mês) um capital quintuplica
de valor no regime de capitalização composto no final
de 12 meses?
a) 60% ao mês
b) 1,12% ao mês
c) 41,67% ao mês
d) 14,35% ao mês
15) Um agente de mercado toma financiamento de
R$15.000,00 sem entrada para pagamento em uma
única prestação daqui a três meses por R$16.250,00.
Qual é a taxa anual de juro desta operação,
considerando o regime de capitalização composto?
a) 36% ao ano
b) 2,7% ao ano
c) 33,33% ao ano
d) 2,78% ao ano
27

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