GRUPO 14 Vanessa de Matos Fernandes, Jessica Mayumi Maruyama, Taíssa Mattos, Marina Boldo

Questão 1 Quando são encontradas amostras positivas para HIV no teste de ELISA, qual o procedimento a ser adotado com relação ao paciente, bem como no seguimento do diagnóstico laboratorial? O ensaio imunoenzimático (ELISA) é utilizado para triagens de rotina, pois pode fornecer resultados falso-positivos. Caso ocorra um falso positivo, se faz necessário uma confirmação usando um ensaio mais preciso, como uma reação de Western Blot, que determina especificamente os anticorpos contra cada uma das proteínas virais (enquanto o ELISA detecta anticorpos contr uma ou mais proteínas, sendo assim mais abrangente e susceptível a falsos positivos). Somente após essa confirmação é notificado ao paciente que ele é HIV positivo, e que ele deva tomar as medidas iniciais de tratamento e de comunicar seus parceiros sexuais.

Questão 2 Pesquisar que outros vírus são diagnosticados pelo teste de ELISA e comentar sobre a importância dessa técnica na rotina de laboratórios clínicos O método utilizado para realizar a técnica baseia-se na interação antígeno-anticorpo. Graças a isso, é uma técnica que pode ser usada no diagnostico de várias doenças infecciosas (HIV e leishmaniose, por exemplo), podendo ser usada no diagnóstico de doenças autoimunes e de alergias (por detectar IgG e IgM).

Questão 3 Porque um resultado positivo no Western-blot dá um grau maior de certeza ao diagnóstico de HIV? A técnica de Westernblot permite detectar proteínas de uma maneira mais específica que o ELISA (através do gel de eletroforese é possivel separar as proteínas de acordo com seu peso molecular, deixando assim os resultados mais precisos). Questão 4 Pesquisar que outros vírus são diagnosticados pelo teste de Western Blot e comentar sobre a importância dessa técnica na rotina dos laboratórios clínicos. Um vírus, que não afeta humanos, que geralmente é confirmado usando a técnica de westernblot é o da FIV (feline immunodeficiency vírus, um lentivírus que afeta especialmente felinos). Por ser uma técnica laboratorial mais específica, seu uso na clínica é essencial para evitar falsos positivos, tendo consequência direta em evitar tratamentos indevidos ao paciente.

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