EXODO RURAL (Don e Ravel) Eu vim numa procissão ,vagando pela estradas, Uma procissão gigante, multidões desgovernadas

, fomos abandonando os campos, seguindo pra as capitais, pra construir edifícios, pra ver se ganhava mais, gente que fugiu das secas, geadas, inundações, que deixaram seus arados, enxadas foices e facões, que deixaram seus arados, enxadas foices e facões, eu vim nessa procissão , vagando pelo caminho uma procissão gigante, multidões em desalinho, fomos abandonando terras, rebanhos e plantações, pra fabricar parafusos, rolamentos, fios e botões, gente que fugiu do campo, desconfortos do sertão, pra construir seus barracos entre as nuvens da poluição, pra construir seus barracos entre as nuvens da poluição, foi seguindo a procissão , em direção as cidades cada um com suas dores, esperanças e saudades, hoje são muitos pra comer e poucos pra plantar, na corrida atrás do ouro, ninguém parou pra pensar, que são juros sobre juros, atrasos de prestações, e os sonhos pro futuro ante as telas das televisões, e os sonhos pro futuro ante as telas das televisões, foi seguindo a procissão , procurando uma saída, uns atropelando os outros, entre as ilusões perdidas, são muitos pra reclamar e poucos pra resolver, na luta pelo conforto, ninguém mais quer se entender, é melhor voltar pro campo, retomar a plantação pra ter menos parafuso e mais arroz e feijão, pra ter menos parafuso e mais arroz e feijão,

EXODO RURAL (Don e Ravel) Eu vim numa procissão ,vagando pela estradas, Uma procissão gigante, multidões desgovernadas, fomos abandonando os campos, seguindo pra as capitais, pra construir edifícios, pra ver se ganhava mais, gente que fugiu das secas, geadas, inundações, que deixaram seus arados, enxadas foices e facões, que deixaram seus arados, enxadas foices e facões, eu vim nessa procissão , vagando pelo caminho uma procissão gigante, multidões em desalinho, fomos abandonando terras, rebanhos e plantações, pra fabricar parafusos, rolamentos, fios e botões, gente que fugiu do campo, desconfortos do sertão, pra construir seus barracos entre as nuvens da poluição, pra construir seus barracos entre as nuvens da poluição, foi seguindo a procissão , em direção as cidades cada um com suas dores, esperanças e saudades, hoje são muitos pra comer e poucos pra plantar, na corrida atrás do ouro, ninguém parou pra pensar, que são juros sobre juros, atrasos de prestações, e os sonhos pro futuro ante as telas das televisões, e os sonhos pro futuro ante as telas das televisões, foi seguindo a procissão , procurando uma saída, uns atropelando os outros, entre as ilusões perdidas, são muitos pra reclamar e poucos pra resolver, na luta pelo conforto, ninguém mais quer se entender, é melhor voltar pro campo, retomar a plantação pra ter menos parafuso e mais arroz e feijão, pra ter menos parafuso e mais arroz e feijão,

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