METABOLISMO CELULAR

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METABOLISMO
• CONJUNTO DE REACÇÕES QUÍMICAS QUE OCORREM NAS CÉLULAS • PROCESSAMENTO QUÍMICO DOS ALIMENTOS • 2 FASES : ANABOLISMO e CATABOLISMO
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METABOLISMO
• ANABOLISMO • PROCESSO DE CONSTRUÇÃO e SÍNTESE • CONSTRUÇÃO DE MOLÉCULAS COMPLEXAS A PARTIR DE MOLÉCULAS SIMPLES • OCORRE COM ARMAZENAMENTO DE ENERGIA
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METABOLISMO
CATABOLISMO • FENÓMENOS DE DEGRADAÇÃO • PROCESSO DE DEGRADAÇÃO DE MOLÉCULAS COMPLEXAS PARA FORMAR MOLÉCULAS SIMPLES • É ACOMPANHADO POR LIBERTAÇÃO DE ENERGIA
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METABOLITO
• PRODUTO INTERMEDIÁRIO RESULTANTE DA TRANSFORMAÇÃO DUMA SUBSTÂNCIA QUÍMICA NO ORGANISMO, DURANTE UM PROCESSO METABÓLICO

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A ENERGIA É USADA PARA :
• SINTETIZAR MOLÉCULAS • TRANSPORTE DE SUBSTÂNCIAS • ELIMINAR SUBSTÂNCIAS DE EXCREÇÃO E SECREÇÃO • PARA O TRABALHO DA CÉLULA, ACTIVIDADE MUSCULAR E NA MITOSE
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METABOLISMO BASAL
• CONJUNTO DE REACÇÕES METABÓLICAS CELULARES REDUZIDAS AO MÍNIMO NECESSÁRIO PARA ASSEGURAR APENAS AS FUNÇÕES VITAIS, ISENTO DE QUALQUER DESPERDÍCIO DE ENERGIA

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METABOLISMO
• A DETERMINAÇÃO DA VEL. MET. BASAL É BASEADA FREQUENTEMENTE NA MEDIÇÃO DO CONSUMO DE OXIGÉNIO • CONSUMO 1 litro de O2 = 4,8 CALORIAS • CALORIA = UNIDADE DE MEDIDA DO METABOLISMO
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METABOLISMO
• MET. BASAL INFLUENCIADO POR : • INGESTÃO ALIMENTAR, IDADE, SEXO, TEMPERATURA , EXERCÍCIO • HORMONAS TIROIDEIAS, TESTOSTERONA , ADRENALINA / NORADRENALINA AUMENTAM M.B. POR EFEITO ESTIMULANTE SOBRE A ACTIVADADE CELULAR
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A CÉLULA E A ENERGIA TODAS AS CÉLULAS NECESSITAM DE ENERGIA PARA FUNCIONAR A ENERGIA É RETIRADA DOS COMPOSTOS ORGÂNICOS COMBUSTÃO NÃO CONTROLADA É INÚTIL OU PREJUDICIAL REACÇÃO EM CADEIA COM LIBERTAÇÃO GRADUAL A ENERGIA NÃO É DIRECTAMENTE APROVEITADA A ENERGIA ACUMULADA EM COMPOSTOS INTERMEDIÁRIOS
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A CÉLULA E ENERGIA
• TODOS ALIMENTOS ENERGÉTICOS = GLÍCIDOS, LÍPIDOS E PROTEÍNAS, PODEM SER OXIDADOS NAS CÉLULAS • NESSE PROCESSO SÃO PRODUZIDAS GD QT DE ENERGIA • A MAIOR PARTE DA ENERGIA QUÍMICA DO CORPO É CONVERTIDA EM CALOR
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• A ENERGIA REQUERIDA PELA CÉLULA NÃO É CALÓRICA • PARA PROVER À ENERGIA REQUERIDA PELOS PROCESSOS FISIOLÓGICOS CELULARES, AS REACÇÕES QUÍMICAS DEVEM SER ACOPLADAS AOS SISTEMAS RESPONSÁVEIS POR ESSAS FUNÇÕES FISIOLÓGICAS. ESSE ACOPLAMENTO É REALIZADO POR ENZIMAS E SISTEMAS DE TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA
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ATP
• TRIFOSFATO DE ADENOSINA • COMPOSTO INTERMEDIÁRIO MAIS ABUNDANTE E UTILIZADO • FAZ A TRANSFERÊNCIA DA ENERGIA QUÍMICA DOS ALIMENTOS PARA A CÉLULA
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• OS ALIMENTOS REPRESENTAM UM DEPÓSITO DE ENERGIA SOB A FORMA CONCENTRADA , ESTÁVEL MAS DIFICILMENTE UTILIZÁVEL. • O ATP É UM COMPOSTO MENOS ESTÁVEL, QUE NÃO CONTÉM ENERGIA TÃO CONCENTRADA, MAS FACILMENTE ACESSÍVEL.
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ATP
• NUCLEOTÍDEO COM 2 GRUPOS FOSFATO ADICIONAIS • A ENERGIA LIBERTADA NA DEGRADAÇÃO DOS ALIMENTOS É USADA PARA A PRODUÇÃO DE ATP • AS LIGAÇÕES FOSFATO SÃO LIGAÇÕES DE ALTA ENERGIA
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ATP
• A ENERGIA É LIBERTADA PELA RUPTURA DAS LIGAÇÕES FOSFATO • ATP ESTÁ PRESENTE EM TODO O CITOPLASMA E NUCLEOPLASMA DE TODAS AS CÉLULAS

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ATP = TRANSPORTADOR UNIVERSAL

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RESPIRAÇÃO CELULAR
• PROCESSO BIOLÓGICO AERÓBIO • CONJUNTO REACÇÕES QUÍMICAS EM CADEIA • INTERVENÇÃO DE ENZIMAS • DEGRADAÇÃO TOTAL DA MOLÉCULA DE GLICOSE • FORMAÇÃO DE ATP • PAPEL FUNDAMENTAL DA MITOCÔNDRIA
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ENZIMA
• SUBSTÂNCIA DE NATUREZA PROTEICA QUE ACTIVA UMA REACÇÃO QUÍMICA ORGÂNICA • INTERVÉM NAS REACÇÕES QUÍMICAS PERMITINDO O SEU NORMAL DESENVOLVIMENTO MESMO COM BAIXAS TEMPERATURAS
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COFACTORES
• ALGUMAS ENZIMAS SÃO COMPLETAMENTE INACTIVAS QUANDO ESTÃO ISOLADAS • PARA SEREM ACTIVAS PRECISAM DA PRESENÇA DE OUTRAS SUBSTÂNCIAS

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COFACTORES
• IÕES CÁLCIO, MAGNÉSIO, MANGANÉSIO, COBRE, ZINCO E SELENIUM • COENZIMAS SÃO COFACTORES QUE SÃO MOLÉCULAS ORGÂNICAS DERIVADAS DE VITAMINAS HIDRO-SOLÚVEIS ,QUE ACTUAM COMO ENZIMAS AUXILIARES DA ENZIMA PRINCIPAL.
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SUBSTÂNCIAS UTILIZADAS
• • • • GLÍCIDOS : glicose e outras oses LÍPIDOS : Acidos Gordos e glicerol PRÓTIDOS : Acidos Aminados POR PROCESSOS BIOQUÍMICOS VARIADOS , TODOS OS NUTRIENTES CONDUZEM À FORMAÇÃO DE ACETILCOA E À ENTRADA NO CICLO DE KREBS
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METABOLISMO GLÍCÍDICO

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MET. GLÍCÍDICO
• PRODUTOS FINAIS DIGESTÃO GLÍCIDOS SÃO EXCLUSIVAMENTE AS OSES : GLICOSE , FRUTOSE, GALACTOSE • ABSORVIDAS PARA O SANGUE PORTA • PASSAM NO FÍGADO QUE PODE PROMOVER A INTERCONVERSÃO ENTRE AS OSES • SENDO O PRODUTO FINAL A GLICOSE

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MET. GLÍCÍDICO
• PARA PODER SER USADA A GLICOSE TEM DE ATRAVESSAR A M. CELULAR • VELOCIDADE DE TRANSPORTE É MUITO AUMENTADA PELA INSULINA • APÓS ENTRAR A GLICOSE COMBINA-SE COM RADICAL FOSFATO • ESTA FOSFORILAÇÃO SERVE PARA PRENDER A OSE NA CÉL. , IMPEDINDO-A DE SAIR
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MET. GLUCÍDICO
• GLICOSE PODE SER USADA DE IMEDIATO PARA PRODUÇÃO DE ENERGIA PELA CÉLULA • PODE SER ARMAZENADA C/0 GLICOGÉNIO EM TODAS CÉLULAS , PRINCIPAL/ NOS HEPATÓCITOS E CÉL. MUSCULARES

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MET. GLUCÍDICO
• GLICOGÉNESE = PROCESSO DE FORMAÇÃO DO GLICOGÉNIO A PARTIR DA GLICOSE • GLICOGENÓLISE = DESDOBRAMENTO DO GLICOGÉNIO PARA FORMAR NOVAMENTE MOLÉCULAS DE GLICOSE • CADA GLICOSE É RETIRADA POR FOSFORILAÇÃO. A ENZIMA FOSFORILASE É ACTIVADA PELO GLUCAGON E EPINEFRINA
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GLICÓLISE
• CÉLULAS CONTÊM DIFERENTES ENZIMAS QUE PRODUZEM A QUEBRA DA MOLÉCULA GLICOSE AOS POUCOS, EM MT. ETAPAS SUCESSIVAS • A ENERGIA É LIBERTADA EM PEQUENAS QUANTIDADES • FORMANDO 1 MOLÉCULA DE ATP DE CADA VEZ

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GLICÓLISE
• 1ª ETAPA : • HÁ QUEBRA DA MOLÉCULA GLICOSE PARA FORMAR 2 MOLÉCULAS DE ÁC. PIRÚVICO • OCORRE EM 10 REACÇÕES QUÍMICAS SUCESSIVAS

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GLICÓLISE
• 2ª ETAPA : • CONVERSÃO 2 MOLÉCULAS ÁC. PIRÚVICO EM 2 MOLÉCULAS DE ACETIL-COENZIMA A

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GLICÓLISE
• 3ª ETAPA : • CICLO DE KREBS • SEQUÊNCIA REACÇÕES QUÍMICAS QUE SE INICIA PELA FORMAÇÃO DO ÁC. CÍTRICO, DANDO INÍCIO A UM CONJUNTO DE REACÇÕES CÍCLICAS
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GLICÓLISE
• EM VÁRIOS ESTADIOS O ADP É CONVERTIDO EM ATP • SE ADP NÃO DISPONÍVEL AS REACÇÕES NÃO OCORREM • INTERROMPE PROCESSO GLICÓLISE

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GLICÓLISE
• QD TODO ADP CELULAR É CONVERTIDO EM ATP, O PROCESSO GLICOLÍTICO PÁRA • QD ATP É USADO NAS FUNÇÕES CELULARES NOVO ADP SE FORMA E REINICIA-SE A GLICÓLISE • ASSIM O ARMAZENAMENTO DE ATP É AUTOMATICAMENTE MANTIDO
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MET. GLUCÍDICO
• A GLICOSE É PREFERENCIALMENTE ARMAZENADA COMO GLICOGÉNIO • QD ATINGE A SATURAÇÃO A GLICOSE ADICIONAL É CONVERTIDA EM LÍPIDOS NO FÍGADO E CÉLULAS ADIPOSAS
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METABOLISMO LIPÍDICO

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LÍPIDOS
• TRIGLICERÍDEOS • FOSFOLÍPIDOS • COLESTEROL • TÊM PROPRIEDADES QUÍMICAS SEMELHANTES, SENDO MISCÍVEIS ENTRE SI E NÃO SOLÚVEIS NA ÁGUA

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LÍPIDOS
• PORÇÃO BÁSICA SÃO OS ÁC. GORDOS • COLESTEROL NÃO CONTÉM ÁC. GORDOS MAS O NUCLEO ESTEROL É SINTETIZADO A PARTIR DE MOLÉCULAS DE ÁC. GORDOS • POSSUI MESMAS PROPRIEDADES QUÍMICAS • TGD = FONTE ENERGÉTICA • COL. E FOSFOLIP. = PAPEL ESTRUTURAL e outros

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LIPOPROTEÍNAS
• PARTÍCULAS COMPOSTAS POR LÍPIDOS E PROTEÍNAS • ESTRUTURA GERAL DUMA GOTA DE ÓLEO • CAMADA EXT. = FOSFOLÍPIDOS, COLEST. NÃO ESTERIFICADO E PROTEINA • PRINCIPAL FUNÇÃO DE TRANSPORTE DE LÍPIDOS ATRAVÉS DO CORPO
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LIPOPROTEÍNAS
• • • • DIFEREM QUANTO Á : PROPORÇÃO RELATIVA DE LÍPIDOS PROPORÇÃO PROTEÍNAS-LÍPIDOS QUANTO AO TIPO DE PROTEÍNAS

• DIFERENTES DIMENSÕES, DENSIDADE E MOBILIDADE ELECTROFORÉTICA
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LIPOPROTEÍNAS
• QUILOMÍCRONS • VLDL = LPP DE MUITO BAIXA DENSIDADE • LDL = LPP DE BAIXA DENSIDADE • HDL = LPP DE ALTA DENSIDADE
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LÍPIDOS
• TODOS LÍPIDOS SÃO ABSORVIDOS PELA LINFA • NO TUBO DIGESTIVO OS TGD SÃO CINDIDOS EM ÁC. GORDOS E GLICEROL • DEPOIS ABSORVIDOS RESSINTETIZADOS EM NOVAS MOLÉCULAS DE TGD • AGREGAM-SE E ENTRAM NA LINFA COMO QUILOMÍCRONS
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QUILOMICRONS
• AOS TGD JUNTAM-SE PEQ. QUANT. DE COLESTEROL, FOSFOLÍPIDOS E PROTEÍNA • OS QUILOMÍCRONS SÃO MUITO RICOS EM TGD • A MAIOR PARTE LÍPIDOS DO PLASMA NO PERÍODO PÓS-ABSORÇÃO DIGESTIVA EXISTE NESTA FORMA
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VLDL
• QUILOMICRON É LPP. RICA EM TGD PROVENIENTE DA VIA EXÓGENA • OUTRAS LPP RICAS EM TGD PROVÊEM DA VIA ENDÓGENA • O FÍGADO SINTETIZA VLDL A PARTIR DE LÍPIDOS JÁ EXISTENTES NO CORPO
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VLDL
• TÊM GD CONCENTRAÇÃO DE TGD • MODERADAS QUANTIDADES DE FOSFOLÍPIDOS E COLESTEROL • LIPOPROT.-LIPASE CATABOLIZA OS TGD • MATERIAL SUPERFICIAL EM EXCESSO É ENGLOBADO POR HDL

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LDL
• ATÉ 60% DAS VLDL SÃO CONVERTIDAS EM LDL • A CASCATA CATABÓLICA RETIRA A MAIOR PARTE DOS TGD DA PARTÍCULA • A LDL É MUITO RICA EM COLESTEROL

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LDL
• PRINCIPAL PARTÍCULA TRANSPORTADORA DE COLESTEROL • O NÍVEL DO COLESTEROL LDL POSSUI FORTE CORRELAÇÃO COM A INCIDÊNCIA DE ATEROSCLEROSE

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HDL
• ENVOLVIDAS NO FORNECIMENTO DE COLESTEROL A TECIDOS ESTEROIDOGÉNICOS ( SUPRARRENAIS , OVÁRIOS E TESTÍCULOS ) • REMOÇÃO E EXCREÇÃO DO EXCESSO DE COLESTEROL DE TECIDOS PERIFÉRICOS
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METABOLISMO LIPÍDICO
• QD GD QUANTIDADES GLÚCIDOS ENTRAM NA CIRCULAÇÃO • USADOS DE IMEDIATO COMO FONTE DE ENERGIA • ARMAZENADOS COMO GLICOGÉNIO • O EXCESSO É CONVERTIDO EM TGD • ARMAZENADO NO TECIDO ADIPOSO • 30 A 50% CONVERTIDOS EM TGD
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METABOLISMO LIPÍDICO
• TECIDO ADIPOSO = PRINCIPAL LOCAL DE ARMAZENAMENTO DE TGD • TGD SÃO PRINCIPAL FONTE ENERGÉTICA • PRINCIPAL LOCAL DE SÍNTESE DE TGD É O FÍGADO • SÃO DEPOIS TRANSPORTADOS PELAS LIPOPROTEÍNAS AO TECIDO ADIPOSO

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PAPEL DO FÍGADO
• DEGRADA ÁC. GORDOS PARA SEREM USADOS COMO FONTE DE ENERGIA • SINTETISA TGD A PARTIR DE GLÍCIDOS E PROTEÍNAS • SINTETIZA COLESTEROL E FOSFOLÍPIDOS A PARTIR DE ÁC. GORDOS
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COLESTEROL
• COL. EXÓGENO = ABSORVIDO NO TUBO DIGESTIVO, PROVENIENTE DA DIETA • COL. ENDÓGENO = SINTETIZADO NAS CÉL. • TODO COL. ENDÓGENO É SINTETIZADO NO FÍGADO

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COLESTEROL
• O NÚCLEO ESTEROL É SINTETIZADO A PARTIR DA ACETIL-CoA • 80% DO COLESTEROL É USADO PARA SINTETIZAR ÁCIDO BILIAR NO FÍGADO que se conjuga com outras substâncias para formar sais biliares

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COLESTEROL
• PEQUENA QUANTIDADE É USADA PARA SINTETIZAR HORMONAS : • CORTISOL NA SUPRA-RENAL • ESTROGÉNIOS E PROGESTERONA NOS OVÁRIOS • TESTOSTERONA NOS TESTÍCULOS • FUNÇÃO ESTRUTURAL NAS MEMBRANAS UNITÁRIAS
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METABOLISMO DAS PROTEÍNAS

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METABOLISMO PROTEICO
• PRODUTOS FINAIS DIGESTÃO DAS PROTEÍNAS SÃO OS AMINOÁCIDOS • SUA CONCENTRAÇÃO NO SANGUE ELEVA-SE APÓS A REFEIÇÃO • DIGESTÃO E ABSORÇÃO DAS PROTEÍNAS DURA 2 a 3 HORAS • AMINOÁCIDOS SÃO TRANSPORTADOS ACTIVAMENTE ATRAVÉS DAS MEMBRANAS CELULARES
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METABOLISMO PROTEICO
• APÓS ENTRADA NAS CÉLULAS , AMINOÁC. SÃO CONJUGADOS EM PROTEÍNAS CELULARES • PROTEÍNAS SINTETIZADAS EM TODAS AS CÉLULAS ; 2 PROCESSOS SÃO NECESSÁRIOS: • SÍNTESE DE AMINOÁCIDOS • CONJUGAÇÃO APROPRIADA DOS AMINOÁC.
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METABOLISMO PROTEICO
• 21 AMINOÁC. PRESENTES NAS PROTEÍNAS ANIMAIS • 11 PODEM SER SINTETIZADOS NAS CÉLULAS = NÃO ESSENCIAIS • OS OUTROS 10 NÃO PODEM SER SINTETIZADOS OU SÃO EM QUANTIDADES PEQUENAS DEMAIS PARA SUPRIR AS NECESSIDADES = ESSENCIAIS
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METABOLISMO PROTEICO
• SÍNTESE DE AMINOÁC. É REALIZADA POR PROCESSO DE TRANSAMINAÇÃO, OU SEJA COM A ACÇÃO da ENZIMA TRANSAMINASE • VITAMINA B6 É COFACTOR NESTA REACÇÃO, SEM A QUAL OS AMINOÁC. NÃO PODEM SER SINTETIZADOS

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METABOLISMO PROTEICO
• QD AMINOÁC. ADEQUADOS ESTÃO PRESENTES A SÍNTESE PROTEICA OCORRE RAPIDAMENTE • A ENERGIA PARA A LIGAÇÃO PEPTÍDICA É FORNECIDA PELO ATP • ATINGIDO LIMITE DA ACUMULAÇÃO PROTEÍNAS, OS AMONOÁC. ADICIONAIS SÃO USADOS PARA OBTENÇÃO DE ENERGIA OU ARMAZENADOS COMO TGD
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METABOLISMO PROTEICO
• ESTA DEGRADAÇÃO OCORRE TOTAL/ NO FÍGADO PELO PROCESSO DE DESAMINAÇÃO = REMOÇÃO DO GRUPO AMINA ( NH ) • 2 FORMAS : • TRANSAMINAÇÃO • DESAMINAÇÃO OXIDATIVA
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TRANSAMINAÇÃO
• TRANSFERÊNCIA DO GRUPO AMINA • SUBSTÂNCIA ACEITADORA QUASE SEMPRE É O ÁC. ALFA-CETOGLUTÁRICO

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DESAMINAÇÃO OXIDATIVA
• PROCESSO MENOS FREQUENTE • ACÇÃO DAS ENZIMAS AMINOÁC. – OXIDASES • O AMINOÁC. É OXIDADO NO PONTO DO RADICAL AMINA QUE SE LIBERTA
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FORMA-SE AMÓNIA QUE É ELIMINADA PELA CONVERSÃO EM UREIA

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NEOGLICOGÉNESE
• CONVERSÃO DE AMINOÁC. EM GLICOSE OU GLICOGÉNIO • CERTOS AMINOÁC. DESAMINADOS SÃO SEMELHANTES AOS PRODUTOS METABOLISMO DA GLICOSE • ( alanina desaminada = àcido pirùvico )

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NEOGLICOGÉNESE
• PODEM SER CONVERTIDOS EM GLICOSE OU EM ACETIL-CoA e então POLIMERIZADOS EM ÁC. GORDOS • 18 DOS 21 AMINOÁC. QD DESAMINADOS TÊM ESTRUTURA QUÍMICA QUE PERMITE A CONVERSÃO EM GLICOSE • 19 PODEM SER CONVERTIDOS EM ÁC. GORDOS
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METABOLISMO PROTEICO
• O METABOLISMO PROTEICO É REGULADO POR VÁRIAS HORMONAS : • • • • • H. do CRESCIMENTO INSULINA GLICOCORTICÓIDES TESTOSTERONA TIROXINA
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METABOLISMO PROTEICO
• H. CRESCIMENTO AUMENTA TAXA SÍNTESE PROTEICA • INSULINA ACELERA ENTRADA AMINOÁC. PARA A CÉLULA • COMO AUMENTA DISPONIBILIDADE DE GLICOSE , REDUZ USO AMINOÁC. PARA PRODUÇÃO DE ENERGIA. • FALTA DE INSULINA REDUZ A SÍNTESE PROTEICA
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METABOLISMO PROTEICO
• GLICOCORTICOIDES DIMINUEM QUANTIDADE PROTEÍNAS nos TECIDOS • E AUMENTAM CONCENTRAÇÃO PLASMÁTICA DE AMINOÁCIDOS • TESTOSTERONA AUMENTA DEPOSIÇÃO DE PROTEÍNAS NOS TECIDOS, SOBRETUDO NOS MÚSCULOS
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METABOLISMO PROTEICO
• TIROXINA AUMENTA VELOCIDADE METABOLISMO DE TODAS AS CÉLULAS • SE GLÍCIDOS E LÍPIDOS DISPONÍVEIS PARA OBTENÇÃO DE ENERGIA A TIROXINA PODE AUMENTAR A SÍNTESE PROTEICA • SE INSUFICIENTES, CAUSA DEGRADAÇÃO DE PROTEÍNAS
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