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Ementas-disciplinas-Antropologia-2012

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EMENTAS DO CURSO DE ANTROPOLOGIA DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

ANT 7101 – INTRODUÇÃO À ANTROPOLOGIA (108 horas/aulas) EMENTA: A constituição da Antropologia como disciplina e seu campo de estudo. A crítica ao etnocentrismo e o relativismo cultural. Questões de método: trabalho de campo e observação participante. Os precursores e o evolucionismo social na conformação da Antropologia como disciplina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. DA MATTA, Roberto. 1983. Relativizando: Uma Introdução à Antropologia. Social. Petrópolis: Vozes. 2. Darwin, Charles. 2001. A Origem das Espécies. Belo Horizonte: Editora Itatiaia. 3. GEERTZ, Cliford. 1978. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar Editores. 4. LÉVI-STRAUSS, Claude. 1976. “Raça e História.” In LÉVI-STRAUSS, Claude Antropologia Estrutural Dois. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. 5. MORGAN, Lewis Henry. 1980 [1871]. A Sociedade Primitiva. Lisboa: Presença/ Martins Fontes. 6. Rousseau, Jean Jacques. 2008. Discurso Sobre A Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens. Porto Alegre: L&PM Editores.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BAMBERGER, Joan. 1979. O Mito do Matriarcado: Porque os Homens Dominam a Sociedade Primitiva? In M. Rosaldo & L. Lamphere. Mulher, Cultura e Sociedade (orgs). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2. CASTRO, Celso (org.). 2005. Evolucionismo Cultural: Textos de Morgan, Tylor e Frazer. Rio de Janeiro: Zahar Editor. 3. DA MATTA, Roberto. 1986. Explorações. Rio de Janeiro: Rocco.

4. ENGELS, Frederik. 1984 [1884]. A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. São Paulo: Global Editora. 5. EVANS-PRITCHARD, Edward E. 1989. História do Pensamento Antropológico. Lisboa, Ed. 70. 6. GEERTZ, Clifford. 1966. A Transição para a Humanidade. In S. Tax et alli. Panorama da Antropologia. Rio de Janeiro, Lisboa: Fundo de Cultura, pp. 31-43. 7. HERZ, Robert. A Preeminência da Mão Direita. Religião e Sociedade, no. 1 8. INGOLD, Tim. Humanidade e Animalidade. Revista Brasileira de Ciências Sociais. 9. KUPER, Adam. 1978. Antropólogos e Antropologia. Rio de Janeiro: Francisco Alves. 10. KUPER, Adam. 2008. A Reinvenção da Sociedade Primitiva: transformações de um mito. Recife: UFPE. 11. LAPLANTINE, François. 1988. Aprender Antropologia. São Paulo: Editora Brasiliense. 12. De Coulanges, Fustel. 2003. A Cidade Antiga. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais. 13. Frazer, James. 1978 [1922]. O Ramo de Ouro. São Paulo: Círculo de Ouro. 14. Lowie, Robert. 1947. A Sociedade Primitiva. Buenos Aires: Amorrortu. 15. Montesquieu. 2007[1748]. Do Espírito das Leis. São Paulo: Editora Martin Claret. 16. LARAIA, Roque. 1986. Cultura: Um Conceito Antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores. 17. Rousseau, Jean Jacques. 2007. O Contrato Social. Porto Alegre: L&PM Editores. 18. Rivers, William H. 1991. A Antropologia de Rivers. Roberto Cardoso de Oliveira (org.). São Paulo: Editora da UNICAMP.

ANT 7201 - TEORIA ANTROPOLÓGICA I (108 horas/aulas) EMENTA: A constituição das antropologias social-britânica – funcionalismo e estrutural-funcionalismo – e cultural norte-americana. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. Benedict, Ruth. s/d[1934] Padrões de Cultura. Lisboa: Edição Livros do Brasil. 2. BOAS, Franz. 2010. A Mente do Ser Humano Primitivo. Editora Vozes, Petrópolis,. 3. EVANS-PRITCHARD, Edward Evans. 1978. Os Nuer. S.Paulo: Perspectiva. 4. MALINOWSKI, Bronislaw Kaspar. Argonautas no Pacifico Ocidental. 1976 [1922]. São Paulo: Abril Cultural, Coleção Os pensadores. 5. MEAD, Margareth. [1942]. Sexo e Temperamento. São Paulo: Perspectiva. 6. RADCLIFFE-BROWN, Alfred Reginald. 1973[1952]. Estrutura e Função na Sociedade Primitiva. Petrópolis: Editora Vozes.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. Benedict, Ruth. [1946] O Crisântemo e a Espada. São Paulo: Perspectiva. 2. CASTRO, Celso (org.). Antropologia cultural/ Franz Boas: textos selecionados. 6. Ed. Rio de Janeiro (RJ): J. Zahar, 2010. 3. Evans-Pritchard, Edward E. 2004 [1937]. Bruxaria, oráculos e magia entre os Azande, Rio de Janeiro: Zahar. 4. FERNANDES, Florestan. Fundamentos empíricos da explicação sociológica. São Paulo: Editora Nacional. 1959. 5. Kroeber, A.L. [1917] “O Superorgânico”. In A Natureza da Cultura, Lisboa: Edições 70, p.39-79. 6. KUPER, Adam. 1978. Antropólogos e Antropologia. Rio de Janeiro: Francisco Alves. 7. MALINOWSKI, Bronislaw Kaspar. , 1982. A Vida Sexual dos Selvagens. Rio de Janeiro (RJ): F. Alves. 8. MALINOWSKI, Bronislaw Kaspar. 1988. Magia, ciência e Religião. Perspectivas do Homem, edições 70. 9. MALINOWSKI, Bronislaw. 1986. Malinowski: Antropologia. Coleção Grandes Cientistas Sociais. São Paulo. Ática. 10. RADCLIFFE-BROWN, Alfred R. 1978 [1951]. Antropologia. São Paulo, Ática, Coleção Grandes Cientistas Sociais. 11. RIVERS, W.H.R. 1991. A Antropologia de Rivers. Organização: Roberto Cardoso de Oliveira. Campinas: Editora da Unicamp 12. Sapir. E. 1924. Culture: Genuine and Spurious. The American Journal of Sociology, 24(4:) 401-429. 13. STOCKING, George W. (org.). A formação da Antropologia Americana: 1883-1911. Rio de Janeiro: Contraponto/Editora da UFRJ, 2004.

ANT 7301 – TEORIA ANTROPOLÓGICA II (72 horas/aulas) EMENTA: A escola sociológica francesa e o estruturalismo. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. DURKHEIM, Emile. 2003. As Formas Elementares da Vida Religiosa. São Paulo: Martins Fontes. 2. LEACH, Edmund. 2009. Cultura e Comunicação. Lisboa: Edição 70. 3. LEVI-STRAUSS, Claude. 1975 (1958). Antropologia Estrutural. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. 4. LEVI-STRAUSS, Claude. 1976 [1960]. Antropologia Estrutural Dois. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. 5. LÉVI-STRAUSS, Claude. 1989. O Pensamento Selvagem. Campinas: Papirus. 6. LEVI-STRAUSS, Claude. 2009 [1949]. As Estruturas Elementares do Parentesco. Tradução Mariano Ferreira. Petrópolis: Editora Vozes. 7. MAUSS, Marcel. 1974. Sociologia e Antropologia. São Paulo: Edusp. Volumes I e II. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

1. CAIXETA DE QUEIROS, Ruben. & FREIRE NOBRE, R. (Eds.) 2008. Lévi-Strauss: Leituras brasileiras. Belo Horizonte: Editora UFMG. 2. DURKHEIM, Emile. 1974. As Regras do Método Sociológico. São Paulo: Companhia Editora Nacional. 3. DURKHEIM, Emile. 1982. O Suicídio. Rio de Janeiro: Zahar Editores. 4. GODELIER, Maurice. 2001. O Enigma do Dom. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira. 5. GOLDMAN, Marcio. 1999. Lévi-Strauss e os Sentidos da História. Revista de Antropologia, 42(1-2): 223-238. 6. LÉVI-STRAUSS, C. "Histoire et Ethnologie", Annales E.S.C., 38 (6), 1983, (p. 1217-31). 7. LÉVI-STRAUSS, Claude. 1976. Tristes Trópicos. Lisboa: Edições 70. 8. LÉVI-STRAUSS, Claude. 1962. A Crise Moderna da Antropologia. Revista de Antropologia, p. 21-26. 9. LÉVI-STRAUSS, Claude. 1981. A Via das Máscaras. Lisboa: Editorial Presença. 1981. 10. LÉVI-STRAUSS, Claude. 1984. Minhas Palavras. São Paulo: Brasiliense. 11. LÉVI-STRAUSS, Claude. 1986. A Oleira Ciumenta. São Paulo: Brasiliense. 12. LÉVI-STRAUSS, Claude. 1989. Levi-Strauss. Coleção ‘Os Pensadores’. São Paulo: Abril Cultural. (p.89-181). 13. LEVI-STRAUSS, Claude. 1985. Totemismo Hoje. Petrópolis: Editora Vozes. 14. LÉVI-STRAUSS, Claude. 1998. Voltas Ao Passado. Mana 4(2):107117. 15. LÉVI-STRAUSS, Claude. 2004. Mitológicas I: O Cru e o Cozido. São Paulo: Cosac & Naif. 2004. 16. MANIGLIER, Patrice. 2008. A bicicleta de Lévi-Strauss. Cadernos de Campo, vol. 17, p. 275-292. 17. MAUSS, Marcel. 2009. Ensaios de Sociologia. São Paulo: Perspectiva. 18. MERLAU-PONTY, Maurice. 1991 [1960]. De Mauss a Lévi-Strauss. Em M. MERLAU-PONTY. Signos. Pp: (123-136). 19. MOISES, Beatriz Perrone. 1999. Claude Lévi-Strauss aos 90. Revista de Antropologia, vol.42, no.1-2, p.09-25. 20. SAUSSURE, Ferdinand. Curso de lingüística geral. São Paulo: Editora Cultrix. 21. SIGAUD, Lygia. 1999. As Vicissitudes do ‘Ensaio Sobre o Dom’. Mana 5(2): 89-124. 22. SPERBER, Dan. 1992. Claude Lévi-Strauss. In O Saber dos Antropólogos. Lisboa: Edições 70. 23. VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. 1998. Entrevista: Lévi-Strauss Nos 90: A Antropologia de Cabeça Para Baixo. Mana. 4 (2):119-126. 24. VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. 2008b. Claude Lévi-Strauss, fundador do pós-estruturalismo. Palestra no Colóquio Lévi-Strauss: un siglo de reflexión. Museo Nacional de Antropología, México on 19/11/2008.

ANT 7401 - TEORIA ANTROPOLÓGICA III (108 horas/aulas) EMENTA: O pensamento antropológico pós-guerra e as bases da antropologia contemporânea. A diversificação dos paradigmas antropológicos em reações às escolas nacionais e aos modelos dualistas (natureza e cultura; indivíduo e sociedade; história e estrutura). Proposições para as antropologias processuais, históricas, interpretativas e simbólicas. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. Clifford Geertz. 1997. O saber local: novos ensaios em antropologia interpretativa. Tradução de Vera Mello Joscelyne. Petrópolis, Vozes, 366 pp. 2. DOUGLAS, Mary. 1991. Pureza e Perigo. Rio de Janeiro: Edições 70. 3. DUMONT, Louis. 1985. O Individualismo: Uma Perspectiva Antropológica da Ideologia Moderna. Rio de Janeiro: Rocco. 4. FOUCAULT, Michel. 1979. Microfisica do Poder. Rio de Janeiro: Editora Graal. 5. SAHLINS, Marshall. 1999. Ilhas de História. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 6. TURNER, Victor. 1974. O Processo Ritual. Petrópolis: Editora Vozes.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. AUGÉ, Marc. 1997. Por uma Antropologia dos Mundos Contemporâneos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. Edusp/Perspectiva. 2. Barth, Fredrik. 2000. O Guru, o iniciador e outras variações antropológicas. Org. Tomke Lask. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria. 3. Bateson, Gregory. 2008. Naven. São Paulo: Edusp. 4. Bourdieu, Pierre. 2002. Esboço de Uma Teoria da Prática, (Precedido de Três Estudos de Etnologia Cabila). Oeiras: Celta Editora. 5. ERIBON, Didier & Claude Lévi-Strauss. De Perto e de Longe. Ed. Nova Fronteira. 6. Foucault, Michel. 1977. Vigiar e Punir: História da violência nas prisões. Petrópolis: Editora Vozes. 7. Foucault, Michel. 1997. A História da Loucura na Idade Clássica. São Paulo: Perspectiva. 8. Geertz, Cliford. 1978. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar Editores. 9. Gluckman, Max. 1987 [1940]. Análise de uma situação social na Zululândia Moderna. In Feldman-Bianco, Bela. Antropologia das Sociedades Contemporâneas, São Paulo: Global, p.227-267. 10. Goffmann, Irving. 1992. A Representação do Eu na Vida Cotidiana. Petrópolis: Editora Vozes. 11. GOLDMAN, Marcio. 1995. Antropologia Contemporânea, Sociedades Complexas e Outras Questões. Anuário Antropológico/1993, pp. 113-153. 12. GOLDMAN, Márcio. 1999. Alguma Antropologia. Rio de Janeiro: Relume/Dumará/NuAP. 13. LATOUR, Bruno. 2005 (1991). Jamais Fomos Modernos: Ensaio de Antropologia Simétrica. Rio de Janeiro: Editora 34. 14. LEACH, Edmund. “Cabelo Mágico”, “Nascimento Virgem” e “Categorias Verbais e Insultos Animais”. In LEACH. São Paulo, Ática.

15. Leach, Edmund. 1974. Repensando a Antropologia. São Paulo: Editora Perspectiva. 16. Leach, Edmund. 1977. Sistemas políticos da Alta Birmania. São Paulo: 17. PEIRANO, Mariza. “Onde está a Antropologia?”. Mana 3(2):67-102, 1997. 18. PEIRANO, Mariza. 1995. A Favor da Etnografia. Rio de Janeiro, Relume/Dumará. 19. SAHLINS, Marshal. 1997. O ‘Pessimismo Sentimental’ e a Experiência Etnográfica: por que a cultura não é um ‘objeto’ em via de extinção. (PARTES I e II). Mana 3(1): 43-73, 1997 e Mana 3(2): 103-150, 1997. 20. SAHLINS, Marshal. Cultura e Razão Prática. Rio de Janeiro: Zahar 21. SAID, Edward W. 1990. Orientalismo: O Oriente como Invenção do Ocidente. São Paulo: Companhia das Letras. 22. SPERBER, Dan. O simbolismo em geral. Ed. Cultrix São Paulo. 23. TURNER, Victor. 2008. Dramas, Campos e Metáforas: Ação simbólica na sociedade humana. Niterói: Editora da Universidade Federal Fluminense. 24. WAGNER, Roy. 2010. A Invenção da Cultura. São Paulo: Cosac Naify.

ANT 7202 Introdução à Etnografia (72Horas/Aula) EMENTA: Introdução à etnografia como método, forma de representação e modo de reflexão antropológica. Os precursores da etnografia: o imaginário europeu sobre o ‘exótico’, o ‘selvagem’ e o ‘outro’; relatos de viagem; memórias dos colonizadores; antropologia de gabinete. BIBILOGRAFIA MÍNIMA: 1. LERY, Jean de. s/d. Viagem à terra do Brasil. SP: Livraria Martins Editora. 2. FRAZER, James George. 1978. O Ramo de Ouro. SP: Círculo do Livro. 3. MAUSS, Marcel. 1993. O Método Etnográfico. Lisboa: Pub. Dom Quixote. 4. SAID, Edward. 1990. Orientalismo: O Oriente como invenção do Ocidente. SP: Companhia das Letras. Bibliografia Suplementar: 1. CONRAD, Joseph. 2008 [1899]. Coração das Trevas. São Paulo: Companhia de Bolso. 2. De Coulanges, Fustel. 2003. A Cidade Antiga. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais 3. LISBOA, Karen M. 1997. A Nova Atlândida de Spix e Martius: natureza e civilização na Viagem pelo Brasil (1817-1820). São Paulo: Editora Hucitec/FAPESP 4. SOUZA, Laura de Mello e. 1993. “O Novo Mundo entre Deus e o Diabo”. In O Diabo e a Terra de Santa Cruz. São Paulo: Companhia das Letras. 5. SPIX, J. B. e MARTIUS, C.F.P. 1981. Viagem pelo Brasil (1817-1820). Belo Horizonte: Editora Itatiaia/ Universidade de São Paulo. 6. WALLACE, Alfred Russel. 1981. Viagens pelos Rios Amazonas e Negro. Belo Horizonte: Editora Itatiaia. 7. MONTAIGNE, Michel de. 2009. Dos canibais. São Paulo: Alameda.

8. SAINT-HILARE, Auguste de. 1976. Viagem a Curitiba e Santa Catarina. Belo Horizonte: Editora Itatiaia.

ANT 7203 - LEITURAS ETNOGRÁFICAS I (72 horas/aula) EMENTA: Estudos etnográficos elaborados a partir do marco da antropologia socialbritânica – funcionalismo e estrutural-funcionalismo – e do cultural-historicismo norteamericano. BIBILOGRAFIA MÍNIMA: 1. BOAS, Franz; STOCKING, George (org.). 2004. A formação da antropologia americana, 1883-1911 (Antologia). Rio de Janeiro: Contraponto/UFRJ. 2. BENEDICT, Ruth. 1988 [1946]. O Crisântemo e a Espada: Padrões de Cultura Japonesa. São Paulo: Perspectiva. 3. EVANS-PRITCHARD, E. E. 2008 [1940]. Os Nuer. São Paulo: Ed. Perspectiva. 4. Evans-Pritchard, Edward E. 2004 [1937]. Bruxaria, oráculos e magia entre os Azande. Rio de Janeiro: Zahar 5. FIRTH, Raymond. 1996 [1936]. Nós, os Tikopia. São Paulo: Edusp. 6. MEAD, Margaret. 1969 [1935]. Sexo e Temperamento. São Paulo: Ed. Perspectiva. Bibliografia Suplementar: 1. Almeida, Mauro W. B. de. 2004. A etnografia em tempos de guerra: contextos temporais e nacionais do objeto da antropologia. In Fernanda Arêas Peixoto, Heloísa Pontes e Lilia Moritz Schwacz (orgs.), Antropologias, Histórias, Experiências. Belo Horizonte: Editora da Universidade Federal de Minas Gerais, pp. 61 – 81. 2. BHABHA, Homi. 2007. “A Outra Questão: O estereótipo, a discriminação e o discurso do colonialismo”. In: O Local da Cultura. Trad. Myriam Ávila, Eliana L. de L. Reis e Gláucia R. Gonçalves. Belo Horizonte: Editora UFMG. 3. Clifford, James, 1998. Sobre a autoridade etnográfica. In Gonçalves, José Reginaldo (org.), A Experiência Etnográfica, Rio de Janeiro: Editora UFRJ, pp. 17-62. 4. Dias, Jill R. 1997. Entre arte e ciência ou o Etnógrafo como herói romântico: Malinowski e o trabalho de campo. Ethnologia, 6(8): 39-53. 5. GEERTZ, Clifford. 2009. Obras e Vidas: o antropólogo como autor. Rio de Janeiro: Editora UFRJ. 6. Marcus, George E. 2004. O intercâmbio entre arte e antropologia: como a pesquisa de campo em artes cênicas pode informar a reinvenção da pesquisa de campo em antropologia. Revista de Antropologia, São Paulo, 47(1): 133158. 7. PEIRANO, Mariza. 1995. A Favor da Etnografia. Rio de Janeiro, Relume/Dumará.

ANT 7204 - LEITURAS ETNOGRÁFICAS II (72 horas/aula)

EMENTA: Estudos etnográficos elaborados a partir do marco da escola sociológica francesa e do estruturalismo. A relação entre teoria e etnografia. BIBILOGRAFIA MÍNIMA: 1. LEIRIS, Michel. 2007 [1934]. A África Fantasma. São Paulo: Cosac Naify. 2. LEVI-STRAUSS, Claude. 1996 [1955]. Tristes Trópicos. São Paulo: Compania das Letras. 3. LIZOT, Jacques. 1988. Círculo de Fogos: Feitos e Ditos dos Índios Yanomami. São Paulo: M. Fontes. 4. DUMONT, Louis. 1997. Homo Hierarchicus: Os Sistemas das Castas e suas Implicações. São Paulo: EDUSP. Bibliografia Suplementar: 1. BENJAMIN, Walter. 1994. “O narrador”. Magia e técnica, arte e política. São Paulo: Brasiliense, 177-221. 2. CARVALHO, José Jorge de. O Olhar Etnográfico e a Voz Subalterna. Horizontes Antropológicos, 17(15): 107-147. 3. CARVALHO, José Jorge de. 2002. Poder e Silenciamento na Representação Etnográfica. Série Antropologia, n◦ 316, PPGAS/Universidade de Brasília. 4. CLIFFORD, James. 2002. “Sobre a Autoridade Etnográfica”, in José Reginaldo Santos Gonçalves (org.). A experiência etnográfica: antropologia e literatura no século XX. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 17-62. 5. DESCOLA, Philippe. 2006. As lanças do crepúsculo: relações jivaro na Alta Amazônia. São Paulo: Cosac & Naify. 520pp. 6. GEERTZ, Clifford. 2005. Obras e vidas: o antropólogo como autor. Vera Ribeiro, trad. Rio de Janeiro: Editora UFRJ. 7. GIUMBELLI, Emerson. 2002. Para além do "trabalho de campo": reflexões supostamente malinowskianas. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 17(48): 91-107. 8. GONÇALVES, Marco Antônio. 2010. “Firth e os Tikopia.” Traduzir o outro: etnografia e semelhança. 9. LATOUR, Bruno; WOOLGAR, Steve. 1997. A Vida de Laboratório: A Produção dos Fatos Científicos. Rio de Janeiro: Relume Dumara. [seleções] 10. MAGNANI, José Guilherme Cantor. 2009. Etnografia como prática e experiência. Horizontes Antropológicos, vol.15 no.32 (July/Dec). 11. MAUSS, Marcel. 1993 [1947]. O Método Etnográfico. Lisboa: Pub. Dom Quixote. 12. ROCHA, Ana Luiza Carvalho da & ECKERT, Cornélia. “O Antropólogo na Figura do Narrador”. In: Goiânia: HABITUS, 2003. V.1, n.2, jul./dez. 13. SILVA, Vagner Gonçalves da. 2000. O antropólogo e sua magia. São Paulo: EDUSP.

ANT 7211 - Leituras Etnográficas III (72 horas/aula) EMENTA: Estudos etnográficos elaborados a partir da antropologia pós-guerra e contemporânea. A relação entre pesquisa de campo e escrita etnográfica. Etnografia como representação e como narrativa. Autoria e autoridade etnográfica. Representação etnográfica do ‘eu’ e do ‘outro’. Reflexividade e dialogismo.

BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. CLIFFORD, James. 2002. A experiência etnográfica: antropologia e literatura no século XX. José Reginaldo Santos Gonçalves (org.). Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2002. 2. GEERTZ, Clifford. 2005. Obras e vidas: o antropólogo como autor. Vera Ribeiro, trad. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 3. SILVA, Vagner Gonçalves da. 2000. O antropólogo e sua magia. São Paulo: EDUSP. 4. TURNER, Victor. 2005 [1967]. Floresta de símbolos. Niterói: EdUFF. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ACHUTTI, Luiz Eduardo R. 2004. Fotoetnografia da Biblioteca Jardim. Porto Alegre: Editora da UFRGS: Tomo Editorial. 2. BENJAMIN, Walter. 1994. “O narrador”. Magia e técnica, arte e política. São Paulo: Brasiliense, 177-221. 3. BONETTI, Alinne e FLEISCHER, Soraya (orgs). 2007. Entre Saias justas e jogos de cintura. Florianópolis: Ed. Mulheres. 4. BENVENISTE, Émile. 198?. “Da subjetividade na linguagem.” In: O homem na linguagem. Liboa: Vega, 49-57. 5. CARDOSO de Oliveira, Roberto. 2000. O trabalho do antropólogo (2. ed.). São Paulo: Editora UNESP. 6. CARVALHO, José Jorge de. 2001 “O olhar etnográfico e a voz subalterna”. Horizontes Antropológicos 7 (15): 107-147. 7. CRAPANZANO, Vincent. 2005. “Horizontes imaginativos e o aquém e alem.” Revista de Antropologia 48(1): 363-384. 8. GEERTZ, Clifford. 2004 [1968]. Observando islã. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 9. Goffmann, Irving. 1992. A Representação do Eu na Vida Cotidiana. Petrópolis: Editora Vozes. 10. GONÇALVES, Marco Antônio. 2008. O real imaginado: etnografia, cinema e surrealismo em Jean Rouch. Rio de Janeiro: Topbooks. 11. HANKS, William. 2008. “O que é contexto?” In: Língua como prática social. São Paulo: Cortez, 169-203. 12. KULIK, Don. 2008. Travesti: prostituição, sexo, gênero e cultura no Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz. 13. LATOUR, Bruno; WOOLGAR, Steve. 1997. A vida de laboratório: a produção dos fatos científicos. Rio de Janeiro: Relume Dumara. 14. MALINOWSKI, Bronislaw. 1997. Um diário no sentido estrito do termo. Rio de Janeiro: Record. 15. MAGNANI, José Guilherme Cantor. 2002. ‘De perto e de dentro: notas para uma etnografia urbana.’ RBCS 17(49): 11-29. 16. MARESCA, Sylvain. 2005. “Olhares cruzados: ensaio fotográfico comparativo entre as abordagens fotográfica e etnográfica”. In O Fotográfico. Etienne Samain (org.). São Paulo: Editora Hucitec, 129-160. 17. TAUSSIG, Michael. 1993[1987]. Xamanismo, colonialismo e o homem selvagem: um estudo sobre o terror e a cura. São Paulo: Paz e Terra.

ANT 7210 - Práticas de Escrita em Antropologia (72 horas/aula) EMENTA: Produção textual em antropologia; gêneros do discurso, gêneros literários; planejamento, elaboração e formas estilísticas de textos relevantes para o desempenho das atividades acadêmicas, tais como: resumos, resenhas, ensaios e artigos dissertativos e argumentativos. Regras de formatação, citações e referências bibliográficas. BIBLIOGRAFIA MINIMA 1. ECO, Umberto. 2010. Como se Faz uma Tese em Ciências Humanas. Rio de Janeiro: Editora Perspectiva. 2. FLORES, L.L.; OLIMPIO, L.N.; CANCELIER, N.L. 1994. Redação: o texto técnico/científico e o texto literário. 2ª edição. Florianópolis, EDUFSC, 3. FOUCAULT, Michel. 2009. Ditos & Escritos III. Rio de Janeiro: Forense Universitária. 4. MEURER, J. L.; MOTTA-ROTH, D. (Orgs.). 2002. Gêneros textuais: subsídios para o ensino da linguagem. Bauru, SP: EDUSC.

Bibliografia Complementar 1. ABREU, A.S. Curso de Redação. 6ª. Edição. São Paulo, 1997. 2. ANDERY, M.A.P.A. et. al. Para compreender a ciência: uma perspective histórica. 6ª. Edição. Rio de Janeiro, Espaço e Tempo; São Paulo, Educ, 1996. 3. KOCH, I. V., TRAVAGLIA, L.C. A coerência textual. 5ª edição. São Paulo, Contexto, 1993. 4. LAKATOS, E.M. MARCONI, M DE A. Metodologia do trabalho científico. São Paulo, Atlas, 1996. 5. MEURER, J.L.; MOTTA-ROTH, D. (Org.). Parâmetros de textualização. Santa Maria, Editora da UFSM, 1997. 6. MOTTA-ROTH, D (Org.). 2001. Redação acadêmica: princípios básicos. Santa Maria, RS: Imprensa Universitária/ UFSM. 7. MOTTA-ROTH, D. 2000. Texto acadêmico e construção do conhecimento. Intercâmbio, São Paulo: LAEL/PUC-SP, n. 9, p. 39-48. . 8. PADUA, E.M.M; DE. Metodologia da pesquisa: abordagem teórico - prática. Campinas, São Paulo, Papirus, 1996. 9. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 15ª edição. São Paulo, Cortez, Autores Associados, 1989. 10. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ, SISTEMA DE BIBLIOTECAS. Normas para apresentação de documentos científicos. Curitiba, Editora da UFPR, 2000, v. 1-10.

ANT 7110 - METODOLOGIA DA PESQUISA (72 horas/aula)
Ementa: As diferentes perspectivas epistemológicas e metodológicas da produção do conhecimento antropológico. O método comparativo e o método etnográfico. Objetividade e subjetividade na pesquisa antropológica. Trabalho de campo, reflexividade e simetria. Ética na pesquisa.

BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. FOUCAULT, Michel. As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas. São Paulo: Martins Fontes, 1987. 2. DURKHEIM, Emile. As regras do método sociológico, 4. Ed. São Paulo : Companhia Editora Nacional, 1966. 3. LEVI-STRAUSS, Claude. “Critérios científicos nas disciplinas sociais e humanas.” In Antropologia Estrutural. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1976. 4. MALINOWSKI, Bronislaw. “Introdução: tema, método e objetivo desta pesquisa”. In Argonautas do Pacífico Ocidnetal. São Paulo: Abril Cultural, 1976. (Coleção Os Pensadores, v. 43), 17-34.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BACHELARD, Gaston. A formação do espírito científico: contribuição para uma psicanálise do conhecimento. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996. 2. BOAS. Franz. “As limitações do método comparativo” [1896], in: CASTRO, Celso (org.) Franz Boas: Antropologia Cultural. Rio: Jorge Zahar, 2004. 25-39. 3. BOAS. Franz. “Alguns problemas de metodologia nas ciências sociais” [1930], in: CASTRO, Celso (org.) Franz Boas: Antropologia Cultural. Rio: Jorge Zahar, 2004. 53-66. 4. BOURDIEU, P. O poder simbólico. Lisboa: Difel, 1989. 5. BOURDIEU, Pierre; CHAMBOREDON, Jean-Claude e PASSERRON, Jean-Claude. A profissão de sociólogo – preliminares epistemológicas. Petrópolis: Vozes, 1999. 6. CRAPANZANO, Vincent. “A cena: lançando sombra sobre o real”. Mana 2005, vol.11, n.2, pp. 357-383. 7. FABIAN, Johannes. A prática etnográfica como compartilhamento do tempo e como objetivação. Mana. 2006, vol.12, n.2 pp. 503-520 . 8. Favret-Saada, Jeanne. “Ser afetado” In Cadernos de Campo. São Paulo: USP/FFLCH, ano 14, n. 13, 155-161, 2005. 9. FOUCAULT, Paul-Michel. (1980). “Nietszche, Freud e Marx” [1975]. In Nietszche, Freud e Marx— Theatrum Philosophicum. Porto: Anagrama. 10. FOUCAULT, Michel. “Prefácio”; “As ciências humanas”. In Foucault, M. As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas. São Paulo: Martins Fontes, 1987 [1966] 11. GEERTZ, Clifford. A Interpretação das Culturas. Rio: Zahar, 1978. 12. GOLDMAN, Márcio. Alguma Antropologia. Rio de Janeiro: RelumeDumará, 1999 13. GOLDMAN, Márcio. 2003 - “Os Tambores dos Mortos e os Tambores dos Vivos. Etnografia, Antropologia e Política em Ilhéus, Bahia.” Revista de Antropologia 46 (2): 445-476. 14. LATOUR, Bruno. Ciência em Ação. Como seguir cientistas e engenheiros sociedade afora. São Paulo: UNESP, 2000. 15. LATOUR, Bruno. Vida de Laboratório. A produção dos fatos científicos. Rio de Janeiro: Relume-Dumara, 1997. 16. LEVI-STRAUSS, Claude. “Critérios científicos nas disciplinas sociais e humanas.” In Antropologia Estrutural. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1976.

17. MALINOWSKI, B. Um diário no sentido estrito do termo. Rio de Janeiro: Record, 1997. 18. MARQUES, Ana Claudia e VILLELA, Jorge Mattar. O que se diz, o que se escreve: etnografia e trabalho de campo no sertão de Pernambuco. Rev. Antropol. 2005, vol.48, n.1. 19. MINAYO, M. C. de S.(org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 17.ed. Petrópolis: Vozes, 2000. 20. RABINOW, PAUL “Representações são fatos sociais”, In Antropologia da Razão. RJ: Relume-Dumará, pp. 71-108 21. SANTOS, Boaventura de S. Um discurso sobre a ciência. Porto: Edições Afrontamento. 1999. 22. WEBER, Max. Metodologia das ciências sociais. São Paulo: CortezUnicamp, 1992.

ANT 7205 - METODOLOGIA DA PESQUISA II (72 horas/aula) Ementa: Diferentes técnicas e métodos de pesquisa nas ciências humanas em geral e na antropologia em particular. Problematização de pesquisa de campo e análise de dados. Experimentos de pesquisa de campo. Problemas gerais de planejamento, execução e avaliação do processo da pesquisa em antropologia. BIBLIOGAFIA MÍNIMA:
1. CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. 1998. O Trabalho do Antropólogo. Brasília/ São Paulo: Paralelo Quinze/Editora da Unesp. 2. CARDOSO, Ruth (Org.). 1986. Aventura antropológica: Teoria e Pesquisa. 3. COLLIER JR., John. 1973. Antropologia Visual: A Fotografia como Método de Pesquisa. São Paulo: EPU-EdUSP 4. DENZIN, Norman K., LINCOLN, Yvonna S. e colaboradores. O planejamento da pesquisa qualitativa: Teorias e Abordagens. São Paulo: Artmed/Bookman. 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
5. BAUER, Martin. W. & GASKELL, Gaskell. (Org.). 2002. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. 3ª ed. Petrópolis: Vozes, 6. BOAS, Franz. 2010. As Limitações do Método Comparativo. In Antropologia Cultural, Tradução e seleção de Celso Castro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora. 7. CABRAL, João de Pina. Sem palavras: etnografia, hegemonia e quantificação. Mana 2008, vol.14, n.1 pp. 61-86. 8. DURHAM, E. R. A pesquisa antropológica com populações urbanas: problemas e perspectivas. In CARDOSO, R. C. L. (Org.). A aventura antropológica: teoria e pesquisa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, p.17- 37, 1986. 9. ECO, Humberto. 1993. Como se faz uma tese. Trad. de G. C. C. de Souza, São Paulo:Editora Perspectiva 10.FELDMAN-BIANCO, Bela. (org.). Antropologia das Sociedades contemporâneas. São Paulo: Global, 1987.

11. FOOTT-WHYTE, William. 1975. Treinando a observação participante. In A. Zaluar Guimarães (Org.). Desvendando máscaras sociais. Rio de Janeiro: Francisco Alves, p.77-86. 12. GEERTZ, C. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989. 13. GONÇALVES, José Reginaldo Santos. Antropologia dos Objetos: coleções,

museus e patrimônios. Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais, BIB, São Paulo, n. 60, 2.º semestre de 2005.
14. LAGROU, Els . Uma experiência visceral: pesquisa de campo entre os Kaxinawa. In: Grossi, M.. (Org.). Pesquisa de campo e subjetividade. 1 ed. Florianópolis: PPGAS, UFSC, 1993, v. 1, p. 1-15.

15. NOVAES, Sylvia Caiuby. Imagem, magia e imaginação: desafios ao texto antropológico. Mana, Rio de Janeiro, v. 14, n. 2, out. 2008.
16. RADCLIFFE-BROWN, Alfred R. 1978. O Método Comparativo em Antropologia Social. In Radcliffe-Brown: Antropologia, Júlio C. Mellati (org.). São Paulo: Editora Ática.

17. ROSALDO, Michelle. “O uso e o abuso da antropologia: reflexões sobre o feminismo e o entendimento intercultural”. Horizontes Antropológicos. Porto Alegre: PPGAS/UFRGS, ano 1, n. 1, 1995, 11-36.
18. SAHLINS, Marshall. 1977. O “pessimismo sentimental” e a experiência etnográfica: por que a cultura não é um “objeto” em via de extinção (parte I). Mana 3(1): 41-73. 19. SILVA, Vagner Gonçalves da. O antropólogo e sua Magia: trabalho de campo e texto etnográfico nas pesquisas antropológicas sobre religiões afro-brasileiras. São Paulo: Edusp. 2000. 20. VELHO, Gilberto. “Observando o familiar”. In: Individualismo e cultura: notas para uma
antropologia da sociedade contemporânea. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1994.

ANT7206 SEMINÁRIO DE PESQUISA I (144 horas/aula)

Ementa: Revisão bibliográfica e teórico-metodológica; elaboração do projeto de pesquisa para a monografia de final de curso (TCC). Pré-requisitos: Todas as obrigatórias da primeira à quinta fase.

ANT7207 TCC I - Prática de Pesquisa (360 horas/aula) Ementa: Realização da pesquisa para a monografia, sob a supervisão de um professor orientador, indicado de acordo com a regulamentação do TCC.

ANT 7208 TCC II - Trabalho de Conclusão de Curso (360 horas/aula) Ementa: Elaboração e defesa da monografia, sob a supervisão de um professor orientador, indicado de acordo com a regulamentação do TCC.

ANT 7202 - Seminário de Escrita (72 horas/aula) Ementa: Redação, leitura e discussão do texto da monografia.

DISCIPLINAS OPTATIVAS

ANT 7501 / ANT 7502 / ANT 7503 / ANT7504 / ANT 7505 - Tutorial Optativa (36 horas-aula) Ementa: Disciplina voltada ao aprofundamento de temas e questões especificas da Antropologia. É pré-requisito para esta disciplina a aprovação em todas as disciplinas obrigatórias até a quarta fase.

ANT 7001 - CULTURA BRASILEIRA (72 horas-aula) EMENTA: Significados e dinâmicas da Cultura Brasileira. Estudos antropológicos sobre Cultura Brasileira. Conceitos de Cultura Brasileira. Artes no Brasil. Literaturas no período colonial e contemporâneo. Cultura popular e folclore. Comunicação de massa. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. ORTIZ, Renato. 1985. Cultura Popular e Identidade Nacional. São Paulo: Brasiliense. 2. DA MATTA, Roberto. 1990. Carnavais, Malandros e Heróis: Para uma Sociologia do Dilema Brasileiro. Rio de Janeiro: Guanabara. 3. VIANNA, Hermano. 1995. O Mistério do Samba. Rio de Janeiro: Zahar, 2a. ed. 4. FRY, Peter. 1982. Para Inglês Ver: Identidade e Política na Cultura Brasileira. Rio de Janeiro: Zahar. Bibliografia Complementar 1. BASTOS, Rafael. J. de. 1996. “A "Origem do Samba" como Invenção do Brasil (por que as canções têm música?)”, Revista Brasileira de Ciências Sociais 31: 2. BIRMAN, Patricia. 2003. “Sobre o mal à brasileira e o mal-estar que nos acompanha”, in: Debates do NER, Porto Alegre, ano 4, n.4, jul/2003. 3. BOSI, Alfredo. 1992. “Plural, mas não caótico”. In: Cultura Brasileira: Temas e Situações (Org. do Autor), São Paulo, Atica.

4. CARVALHO, José J. [1994]. ‘O encontro de velhas e novas religiões: esboço de uma teoria dos estilos de espiritualidade’, in: MOREIRA, A & ZICMAN, R (orgs.) Misticismo e Novas Religiões. Petrópolis: Vozes/UFS-IFAN. 5. DAMATTA, Roberto. “Treze pontos riscados em torno da Cultura Popular”, in: Anuário Antropológico 92, Rio: Tempo Brasileiro, 1994. pp. 49-67 6. DAMATTA, Roberto. 1985. “Espaço: casa, rua e outro mundo: o caso do Brasil”, in: A Casa e a Rua: Espaço, Cidadania, Mulher e Morte no Brasil, São Paulo: Brasiliense. 7. DAMATTA, Roberto. 1985. “Morte: A morte nas sociedades relacionais-reflexões a partir do caso brasileiro”, in: A Casa e a Rua: Espaço, Cidadania, Mulher e Morte no Brasil, São Paulo: Brasiliense. 8. DAMATTA, Roberto. 1981. Relativizando: uma Introdução à Antropologia Social. Petrópolis: Vozes. 9. DAMATTA, Roberto. 1982. A Violência Brasileira. São Paulo: Brasiliense. 10. DAMATTA, Roberto. 1991. O que faz o brasil, Brasil?, Rio: Rocco. 11. DUARTE, Luiz F. 1986. Da Vida Nervosa na Classes Trabalhadoras Urbanas, Rio: Jorge Zahar. 12. GASPAR, Maria Dulce. 1988. Garotas de Programa: Prostituição em Copacabana e Identidade Social, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 13. GREENFIELD, Sidney M [1985] ‘Romarias: terapia e a ligação entre as curas e a imaginação’, in: CAVALCANTE, A M (org.) Fé, Saúde e Poder. Fortaleza: Ed. UFCe. 14. FONSECA, Claudia. 1991. “Cavalo amarrado também pasta: honra e humor em um grupo popular brasileiro” In: Revista Brasileira de Ciências Sociais n. 15. 15. MALUF, Sônia. 2002. Mitos Coletivos e Narrativas Pessoais: Cura Ritual e Trabalho Terapêutico nas Culturas da Nova Era (Manuscrito). 16. PAULILO, Maria Ignez. O Peso do Trabalho Leve. Ciencia Hoje 5(8), 1986. 17. OLIVEN, Ruben G. “O nacional e o regional na construção da identidade brasileira”, “Em busca do tempo perdido: o movimento tradicionalista gaúcho», in: A parte e o todo: diversidade cultura no Brasil-Nação. 18. RIBEIRO, Darcy. 1979. “Sobre o óbvio, in: Ensaios Insólitos. Porto Alegre: L&PM. 19. RODRIGUES, José C. 1992. “Quando a morte é festa”, in: Antropologia do Poder. Rio: Terra Nova. 20. RABELO, M C [1994] ‘Religião, ritual e cura ‘, in: ALVES, P C & MINAYO, M C S (orgs) Saúde e Doença: Um Olhar Antropológico. Rio de Janeiro: Fiocruz. 21. RIFIÓTIS, Theophilos. 1999. “Nos campos da violência: diferença e positividade”, in: Antropologia em Primeira Mão (Programa de Pósgraduação em Antropologia Social / UFSC), (19). 22. SANCHIS, P. 1997. "O campo religioso contemporâneo no Brasil", In: ORO, A.P. & STEIL, C.A. (orgs.) Globalização e Religião. Petrópolis: Vozes.

23. VELHO, Gilberto. 1978. “Duas categorias de acusação na cultura brasileira contemporânea”, in: FIGUEIRA, Sérvulo A. (coord) Sociedade e Saúde Mental. Rio: Campus.

ANT 7002 - RELAÇÕES DE GÊNERO (72 horas-aula) EMENTA: O conceito de gênero segundo diferentes escolas teóricas. Identidades de gênero. Parentesco, família, filiação, reprodução e sexualidade. Representações do masculino e do feminino. Análise crítica dos estudos clássicos na Antropologia sobre o lugar das relações de gênero nas sociedades. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. BUTLER, Judith. 2003. Problemas de Gênero: Feminismo e Subversão da Identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2. CORREA, Mariza. 1983. Morte em Família: Representações Jurídicas de Papéis Sexuais. Rio de Janeiro: Graal. 3. ROSALDO, Michelle e LAMPHERE, Louise (orgs.). 1979. A Mulher, a Cultura e a Sociedade. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra. 4. FOUCAULT, Michel. 1985. A História da Sexualidade I: A Vontade de Saber. Rio de Janeiro: Edições Graal. 5. HÉRITIER, Françoise. “Homem/Mulher”; “Masculino/feminino”. Enciclopédia Einaudi. Parentesco. Vol. 20. Imprensa Nacional/Casa da Moeda. Pp: 11-26.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. AHLERT, Martina. 2008. Correrias e Trabalhos no Programa Fome Zero (ou Eles não têm a cara de pau que a gente tem). Trabalho apresentado em Fazendo Gênero 8 - Corpo, Violência e Poder. Florianópolis, SC. 2. ALMEIDA, Mauro W. Barbosa, 2007. Nota sobre a Resenha das Estruturas Elementares do Parentesco por Simone de Beauvoir. Campos 8(1): 191-193. 3. ALMEIDA, Paula Camboim. 2002. Gravidez na Adolescência em Grupos Populares Urbanos: Concepções de Idade e de Maternidade. In H. ALMEIDA ET (orgs.), Gênero em Matizes. Bragança Paulista: Edusf, pp.177-212. 4. ARANTES, A.A. et.al (Org.). 1994. Colcha de Retalhos: Estudos Sobre a Família no Brasil. Campinas: Ed. Unicamp, pp. 185-193. 5. BEAUVOIR, Simone de. 2007. As Estruturas Elementares de Parentesco de Claude Lévi-Strauss. Campos 8(1): 183-189. 6. BEAUVOIR, Simone de. 2009. O Segundo Sexo. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira. 7. BOURDIEU, Pierre. 1996. Novas Reflexões Sobre a Dominação Masculina. In M.J. LOPES (org.), Gênero e Saúde. Porto Alegre: Artes Médicas.

8. CAVALCANTI, Maria Laura V.C., FRANCHETTO, Bruna e HEILBORN, Maria Luiza (org.). 1981. Antropologia e Feminismo: Perspectivas Antropológicas da Mulher. Rio de Janeiro: Zahar Editores. 9. CORRÊA, Mariza. 2001. Do Feminismo aos Estudos de Gênero no Brasil: Um Exemplo Pessoal. Cadernos Pagu, n◦ 16, pp. 13-29. 10. COSTA, Cláudia Lima. 1994. O Leito de Procusto: Gênero, Linguagem e as Teorias Feministas. Cadernos Pagu, n◦ 1, pp. 141-174. 11. DEBERT, Guita; OLIVEIRA, Marcela. 2007. Os Modelos Conciliatórios de Solução de Conflitos e a ‘Violência Doméstica’. Cadernos Pagu, n◦ 29, pp. 305-337. 12. ERRINGTON, Shelly. 1990. Recasting Sex, Gender and Power: A Theoretical and Regional Overview. In J.M. ATKINSON e S. ERRINGTON (orgs.), Power and Difference – Gender in Island Southeast Asia. Stanford: Stanford University Press. 13. FOUCAULT, Michel. 1984. História da Sexualidade II: O Uso dos Prazeres. Rio de Janeiro: Edições Graal. 14. FOUCAULT, Michel. 1994. História da Sexualidade III: O Cuidado de Si. Rio de Janeiro: Edições Graal. 15. GREGORI, Maria Filomena. 1993. Cenas e Queixas: Um Estudo Sobre Mulheres, Relações Violentas e a Prática Feminista. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 16. GROSSI, Mirian Pilar. 1998. Rimando Amor e Dor: Reflexões Sobre Violência no Vínculo Afetivo Conjugal. In J.M. PEDRO e M.P. GROSSI (orgs.). Masculino, Feminino, Plural: Gênero na Interdisciplinaridade. Florianópolis: Editora Mulheres. 17. HARAWAY, Donna. 1991. Simians, Cyborgs, and Women: The Reinvention of Nature. New York: Routledge. 18. KOFES, Suely. 2008. No Labirinto, Espadas e Novelo de Linha: Beauvoir e Haraway, Alteridades e Alteridade na Teoria Social. Estudos Feministas, 16(3): 865-877. 19. KOFFES, Suely. 1994. Entre nós Mulheres: Elas as Patroas e Elas as Empregadas. In A.A. ARANTES et.al (orgs.). Colcha de Retalhos: Estudos Sobre a Família no Brasil. Campinas: Unicamp, pp. 185-193. 20. KUPER, Adam. 2002. Cultura: A Visão dos Antropólogos. Bauru-SP: EDUSC. 21. LAURETIS, Teresa de. 1994. A Tecnologia do Gênero. In H.B. HOLLANDA, Heloisa Buarque (org.), Tendências e Impasses: O Feminismo Como Crítica da Cultura. Rio de Janeiro: Rocco . 22. LEONARDO, Micaela de (org.). 1991. Gender at the Crossroads of Knowledge: Feminist Anthropology in the Postmodern Era. Berkley: University of California Press. 23. LÉVI-STRASS, Claude. 2003. As Estruturas Elementares do Parentesco. Petrópolis-RJ: Editora Vozes. 24. MACHADO, Lia Z. 2003. Atender Vítimas e Criminalizar Violências: Dilemas das Delegacias de Mulheres. In M. AMORIM et.all (orgs.), Juizados Especiais Criminais Sistema Judicial e Sociedade no Brasil. Rio de Janeiro: Intertexto. 25. MACHADO, Lia Zannoto. 1998. Violência Conjugal: os Espelhos e as Marcas. Série Antropologia.

26. MACHADO, Lia Zannoto. 2000. Perspectivas em Confronto: Relações de Gênero ou Patriarcado Contemporâneo? Série Antropologia. 27. MOORE, Henrietta. 1994. The Problem of Explaining Violence in the Social Sciences. In P. HARWEY, P. GOW (orgs.), Sex and Violence: Issues in Representation and Experience. Londres e Nova Iorque: Routledge. 28. PASINATO, Vânia. 2004. Delegacias de Defesa da Mulher e Juizados Especiais Criminais: Mulheres, Violência e Acesso à Justiça. ANPOCS, 2004. 29. PISCITELLI, Adriana. 1996. Sexo Tropical: Comentários Sobre Gênero e Raça em Alguns Textos da Mídia Brasileira. Cadernos Pagu, pp.9-34. 30. RICH, Adrienne. 1980. Compulsory Heterosexuality and Lesbian Existence. Signs 5(4):631-660. 31. RIFIOTIS, Theophilos. 2008. Judiciarização das Relações Sociais e Estratégias de Reconhecimento: Repensando a Violência Conjugal e a Violência Intrafamiliar. Revista Katálysis 11(2): 225-236. 32. RUBIN, Gayle. 1975. The Traffic in Women: Notes on the Political Economy of Sex. In R.R. Reiter (ed.), Toward an Anthropology of Women. New York: Monthy Review, p. 157-210. 33. SCOTT, Joan W. 1996. Gênero: Uma Categoria Útil de Análise Histórica. Recife: SOS Corpo. 34. SIMIÃO, Daniel S. 2002. Itinerários Transversos: Gênero e o Campo das Organizações Não-Governamentais no Brasil. In H. ALMEIDA Et all (orgs.), Gênero em Matizes. Bragança Paulista: Edusf, pp.17-48. 35. SIMIÃO, Daniel Schroeter. 2006. Os Sentidos da Violência e a Educação dos Sentidos. Lusotopie, Bourdeux, 13(2): 155-172. 36. STRATHERN, Marilyn. 1997. Entre uma Melanesianista e uma Feminista. Cadernos Pagu 8(9): 7-49. 37. TARNOWSKI, Flávio. 2004. ‘Pai é tudo igual?’ Significados da Paternidade para Homens que se Autodefinem como Homossexuais. In: A. PISCITELLI; M. GREGORI e S. CARRARA (orgs.), Sexualidade e Saberes: Convenções e Fronteiras. Rio de Janeiro: Garamond, pp. 385414. ANT 7003 - RELAÇÕES INTERÉTNICAS (72 horas/aula) EMENTA: Grupos étnicos. Processos sócio-culturais de construção de identidade étnicas. Particularidades históricas e processos de diferenciação. Etnicidades e questões raciais, acomodações e conflitos. Sociedades pluriétnicas, cultura e política. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. BARTH, Fredrik. 2000. O Guru, o Iniciador e Outras Variações Antropológicas (organização de Tomke Lask). Rio de Janeiro: Contra-Capa Livraria. 2. CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. 1972. Identidade, Etnia e Estrutura Social: São Paulo: Pioneira. 3. CUNHA, Manuela Carneiro da. 1986. Antropologia no Brasil: Mito, História, Etnicidade. São Paulo: Brasiliense/EDUSP.

4. HALL, Stuart. 2003. Da Diáspora: identidades e mediações culturais. Belo Horizonte: Ed. UFMG. 5. POUTIGNAT, Philippe e Jocelyne Streiff-Fenart. 1998. Teorias da Etnicidade. São Paulo: Fundação Editora da Unesp. 6. SANSONE, Livio. 2003. Negritude sem Etnicidade: O Local e o Global nas Relações Raciais e na Produção Cultural Negra no Brasil. Salvador: Pallas. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ALMEIDA, Miguel Vale de. 2000. Um mar da cor da terra. Raça, cultura e política da identidade. Oeiras: Editora Celta, 2000. 2. Azevedo, Thales de. 1976. Catequeses e Aculturação”. In E. Schaden, Leituras de Etnologia Brasileira. São Paulo: Companhia Editora Nacional, p. 63-86. 3. Baines, Stephen Grant. 1992. A Política Governamental e os WaimiriAtroari: Administrações Indigenistas, Mineração de Estanho e a Construção da Autodeterminação Indígena Dirigida. Série Antropologia Nº 126, Brasília: Departamento de Antropologia, UnB. 4. Bartolome, Miguel. 1998. Procesos Civilizatorios, Pluralismo Cultural y Autonomías Étnicas em América Latina. In M. Bartolomé e A. Barabas (orgs.), Autonomías Étnicas y Estados Nacionales. México: Conaculta – INAH. 5. Buchillet, Dominique. 1995. Contas de Vidro, Enfeites de Branco e Potes de Malaria: Epidemiologia e Representações de Doenças Infecciosas Entre os Desana. Série Antropologia, Nº 187, Brasília: Departamento de Antropologia, UnB. 6. Cardoso de Oliveira, R.1978. A Sociologia do Brasil Indígena. Rio de Janeiro: Tempo Universitário. 7. Cardoso de Oliveira, Roberto, 1976. Do Índio ao Bugre. Rio de Janeiro: Editora Francisco Alves. 8. Cardoso de Oliveira, Roberto, 1996. O Índio e o Mundo dos Brancos. Campinas: Editora da Unicamp. 9. Cardoso de Oliveira, Roberto, 2002. Os Diários e suas Margens: Viagem aos Territórios Terêna e Tükúna. Brasília: Editora UnB. 10. Galvão, Eduardo. 1979. Encontro de Sociedades: Índios e Brancos no Brasil. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 11. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 6. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2001. 12. HOBSBAWM, Eric e RANGER, Terence. 1984. A Invenção das Tradições. Rio de Janeiro, Paz e Terra. 13. Laraia Roque de Barros. 1967. Índios e Castanheiros. São Paulo: Difusão Européia do Livro. 14. Oliveira, João Pacheco de. 1999. A Viagem da Volta: Etnicidade, Política e Reelaboração Cultural no Nordeste Indígena. Rio de Janeiro: Contra Capa. 15. OLIVEIRA, João Pacheco de. 1999. Ensaios em Antropologia Histórica. Rio de Janeiro: Editora UFRJ. 16. Ramos Alcida, 1993. Nações Dentro da Nação: Um Desencontro de Ideologias. Série Antropologia, nº 94, Brasília: Departamento de Antropologia, UnB.

17. Ramos Alcida. 1990. A Retórica do Indigenismo. Série Antropologia Nº 94, Brasília: Departamento de Antropologia UnB. 18. Ramos Alcida. 1992. Os Direitos do Índio no Brasil: Na Encruzilhada da Cidadania. Série Antropologia, nº 116, Brasília: Departamento de Antropologia, UnB. 19. Ramos, Alcida, 1995. O Índio Hiper-real. Revista Brasileira de Ciências Sociais, Anpocs, n◦ 28. 20. Ramos, Alcida. 1990. Indigenismo de Resultados. Tempo Brasileiro, n◦ 100. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. 21. Ramos, Alcida. 1990. Vozes Indígenas: O Contato Vivido e Contado. Anuário Antropológico/87. Brasília: Editora UnB, Tempo Brasileiro. 22. Ribeiro, Darcy, 1979. Os Índios e a Civilização. Petrópolis: Editora Vozes. 23. RIBEIRO, Darcy. 1970. Os Índios e a Civilização. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira. 24. SAID, Edward. Orientalismo: o oriente como invenção do ocidente. São Paulo: Cia das Letras, 1990. 25. SEYFERTH, Giralda. 1990. Imigração e Cultura no Brasil. Brasília: Editora UnB. 26. SEYFERTH, Giralda. 1982. Nacionalismo e Identidade Étnica: A Ideologia Germanista e o Grupo Étnico Teuto-brasileiro Numa Comunidade do Vale do Itajaí. Florianópolis: Fundação Catarinense de Cultura.

ANT 7004 - ETNOLOGIA INDÍGENA (72 horas/aula) EMENTA: Temáticas, abordagens e perspectivas teórico-metodológicas em etnologia indígena, com ênfase sobre as sociedades situadas no Brasil. O campo de estudo da etnologia indígena, panorama histórico e atual. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. CARNEIR0 da CUNHA, Manuela (org.). 1992. História dos Índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, FAPESP/SMC. 2. COELHO DOS SANTOS, Sílvio. 1987. Índios e Brancos no Sul do Brasil: A Dramática Experiência dos Xokleng. Porto Alegre: Editora Movimento. 3. GALVÃO, Eduardo. 1976. Índios e Brancos no Brasil: Encontro de Sociedades. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 4. RAMOS, Alcida Rita. 1994. Sociedades Indígenas. São Paulo: Editora Ática. 5. RIBEIRO, Darcy. 1980. Suma Etnológica Brasileira (Coordenação: Berta Ribeiro). Petrópolis: Editora Vozes. 3 vols. 6. SCHADEN, Egon. 1976. Leituras de Etnologia Brasileira. São Paulo: Cia. Editora Nacional. 7. VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo B. e Carneiro da Cunha, Manuela. 1993. Amazônia: Etnologia e História Indígena. São Paulo: Editora da USP. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

1. ALBERT, Bruce e RAMOS, Alcida Rita. 2002. Pacificando o Branco: Cosmologias do Contato no Norte Amazônico. São Paulo: Imprensa Oficial / IRD / UNESP. 2. ALMEIDA, Mauro Barbosa & CARNEIRO DA CUNHA, Manuela (orgs.) Enciclopédia da Floresta. O Alto Juruá: Práticas e Conhecimentos das Populações. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. pp. 9-30. 3. AZEVEDO, Thales de. 1976. Catequese e Aculturação. In E. SCHADEN, Leituras de Etnologia Brasileira. São Paulo: Cia. Editora Nacional, p. 63-86. 4. BALÉE, William. Biodiversidade e os Índios Amazônicos. 1993. In E.B. Viveiros de Castro e M. Carneiro da Cunha, Amazônia: Etnologia e História Indígena. São Paulo: Editora da USP, pp. 385-393. 5. BANDEIRA, Maria De L. 1972. Os Kariris de Mirandela: Um Grupo Indígena Integrado. Salvador: Universidade Federal da Bahia. 6. CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. 1976. Identidade, Etnia e Estrutura Social. São Paulo: Pioneira. 7. CARNEIRO DA CUNHA, M. 1978. Os Mortos e os Outros. Uma análise do Sistema Funerário e da Noção de Pessoa Entre os Índios Krahó. São Paulo: Editora Hucitec, pp. 1-23. 8. CARNEIRO DA CUNHA, M. e VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. 1986. Vingança e Temporalidade. Anuário Antropológico/85. Rio de janeiro: Tempo Brasileiro, pp. 57-78. 9. CARRARA, Eduardo. 2002. Um Pouco da Educação Ambiental Xavante. In A.L. Silva; A.V. Macedo da Silva e A. Nunes (orgs.), Crianças Indígenas: Ensaios Antropológicos. Série Antropologia e Educação. São Paulo: FAPESP: Global, MARI. 10. CLASTRES, Pierre. 2004. Arqueologia da Violência. São Paulo: Cosac & Naify. 11. CLASTRES, Pierre. 2003. A Sociedade Contra o Estado. São Paulo: Cosac & Naify. 12. COELHO DOS SANTOS, Silvio. 1997. Os Índios Xokleng: Memória Visual. Florianópolis, Edufsc. 13. DA MATTA, R. 1976. Um Mundo Dividido: A Estrutura Social dos Índios Apinayé. Petrópolis: Editora Vozes. 14. FAUSTO, Carlos. 2001. Inimigos Fiéis: História, Guerra e Xamanismo na Amazônia. São Paulo: EDUSP. 15. FERNANDES, Florestan. 2006. A Função Social da Guerra na Sociedade Tupinambá. São Paulo: Globo. 16. FRANCHETTO, Bruna e Heckenberger, Michael (orgs.). 2001. Os Povos do Alto Xingu. História e Cultura. Rio de Janeiro, Rio de Janeiro: Editora da UFRJ. 17. LAGROU, Elsje Maria. 2002. O Que Nos Diz a Arte Kaxinawa Sobre a Relação Entre Identidade e Alteridade. Mana 8 (1): 29-61. 18. LANGDON, Esther Jean. 1992. A Cultura Siona e a Experiência Alucinógena. In L. Vidal (org.), Grafismo Indígena: Estudos de Antropologia Estética. São Paulo: Studio Nobel, pp. 67-87. 19. LASMAR, Cristiane. 2005. De Volta ao Lago de Leite. Gênero e Transformação no Alto Rio Negro. São Paulo: Ed. Unesp/ISA/NUTI.

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37. ROOSEVELT, Anna C. 1992. Arqueologia Amazônica. In M. Carneiro da Cunha (org.), História dos Índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, pp. 53-86. 38. SEEGER, Anthony. 1980. Os Índios e Nós: Estudos Sobre Sociedades Tribais Brasileiras. Rio de Janeiro: Campus. 39. SEEGER, Anthony; Da MATTA, Roberto e VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo 1979. A Construção da Pessoa nas Sociedades Indígenas Brasileiras. 19878. In J.P. Oliveira Filho (org.) Sociedades Indígenas e Indigenismo no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Marco Zero. 40. SILVA, Aracy Lopes & Ferreira, Mariana Kawall Leal (orgs.). 2001. Antropologia, História e Educação: A Questão Indígena e a Escola. Série Antropologia e Educação. São Paulo: FAPESP: Global, MARI1. 41. TACCA, Fernando de. 2001. A Imagética da Comissão Rondon: Etnografias Fílmicas Estratégicas. Campinas-SP: Papirus. 42. TEIXEIRA-PINTO, Márnio. 1997. IEIPARI: Sacrifício e Vida Social entre os Índios Arara. São Paulo: HUCITEC/Anpocs. 43. TURNER, Terence. 1993. De Cosmologia a História: resistência, adaptação e consciência social entre os Kayapó. In E.B. Viveiros de Castro, M. Carneiro da Cunha (orgs.), Amazônia, Etnologia e História Indígena. São Paulo: Editora da USP. 44. TURNER, Terence. 1994. Imagens Desafiantes: A Apropriação Kayapó do Vídeo. Revista de Antropologia, 36: 81-121. 45. VIDAL, Lux B. e Aracy Lopes da Silva. 1992. Antropologia Estética: Enfoques Teóricos e Contribuições Metodológicas. In L. Vidal (org.), Grafismo Indígena: Estudos de Antropologia Estética. São Paulo: Studio Nobel, pp. 279-293. 46. VIERTLER, Renate. 1991. A Refeição das Almas: Uma Interpretação Etnológica do Funeral dos Índios Bororo. São Paulo: EDUSP/HUCITEC. 47. VILAÇA, Aparecida. 1998. Fazendo Corpos: Reflexões Sobre Morte e Canibalismo Entre os Wari' à Luz do Perspectivismo. Revista de Antropologia, 41(1): 9-67. 48. VILAÇA, Aparecida. 2000. O Que Significa Tornar-se Outro? Xamanismo e Contato Interétnico na Amazônia. Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol. 15, nº 44, outubro/2000. 49. VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo B. 1986. Araweté: Os Deuses Canibais. Rio de Janeiro: Jorge Zahar/Anpocs. 50. VIVEIROS DE CASTRO. 2002. A Inconstância da Alma Selvagem. São Paulo, Cosac & Naify.

ANT 7005 - ORGANIZAÇÃO SOCIAL E PARENTESCO (72 horas/aula) EMENTA: A constituição do campo: fundamentos teóricos e conceituais. Sistemas terminológicos, regras de filiação, aliança e residência. Herança e onomástica. Debates contemporâneos sobre a temática. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA:

1. AUGÉ, Marc. 1978. Os Domínios do Parentesco (filiação, aliança matrimonial, residência). Lisboa: Edições 70. 2. FOX, Robin. 1986. Parentesco e Casamento: uma perspectiva antropológica. Lisboa: Vega. 3. LÉVI-STRAUSS, Claude. 1982. As Estruturas Elementares de Parentesco. Petrópolis: Editora Vozes. 4. PIERSON, Donald (org). 1970. Estudos de Organização Social. São Paulo: Martins Fontes. 5. RADCLIFFE-BROWN, Alfred R. 1989. Estrutura e função nas sociedades primitivas. Lisboa: Perspectivas do Homem/Edições 70. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DUMONT, Louis. s/d. Introducion e dos teorias de la antropologia. Barcelona Espanha]: Anagrama. 2. EVANS-PRITCHARD, Eduard E. 1978. Os Nuer. São Paulo: Editora Perspectiva. 3. FIRTH, Raymond. 2001 (1951). “Estructura y organización em uma comunidad pequeña”. In Elementos de Antropologia Social. Buenos Aires: Amorrortu Editores S.A. 4. FONSECA, Cláudia. 2005. “Paternidade brasileira na era do DNA: a certeza que pariu a dúvida”. Cuadernos de Antropología Social, nº 22, pp. 27–51. 5. FOX, Robin. 1990. La Roja Lámpara del Incesto. México: Fondo de Cultura Económica. 6. HÉRITIER, Françoise. 1989. “Incesto”. In Enciclopédia Einaudi. Parentesco. Vol. 20. Imprensa Nacional/Casa da Moeda. 7. HÉRITIER, Françoise. 1989. “Parentesco”. In Enciclopédia Einaudi. Parentesco. Vol. 20. Imprensa Nacional/Casa da Moeda. pp 27-80. 8. HERITIER, Françoise. 2000. A coxa de júpiter: reflexão sobre os novos modos de procriação. In Revista de estudos feministas vol 8, Fpolis. 9. KROEBER, Alfred. Sistemas classificatórios de parentesco. LARAIA, R. Organização Social. Rio de Janeiro, Zahar. 1969 10. LEACH, Edmund. 1974. Repensando a Antropologia. São Paulo: Editora Perspectiva. 11. RADCLIFFE-BROWN, Alfred. Sistemas Políticos Africanos de Parentesco e Casamento. Lisboa: Fundação. 12. RIVERS, W.H.R. 1991(1910). A Antropologia de Rivers. Organização de Roberto CARDOSO DE OLIVEIRA. Campinas: Editora da UNICAMP. 13. WAGLEY, Charles. 1957. Uma comunidade Amazônica (estudo do homem nos trópicos). São Paulo: Companhia Editora Nacional, Brasiliana, vol. 290. 14. WILLEMS, Emílio. 1961. Uma vila brasileira. Tradição e Transição. São Paulo: Difusão Européia do Livro.

ANT 7006 - ANTROPOLOGIA URBANA (72 horas/aula) EMENTA: O fenômeno urbano. Organização social e espaço. Territórios e territorialidade. Apropriações e intervenção no espaço público. Dicotomias ruralurbano.

BIBLIOGRAFIA MÍNIMA
1. FOOT-WHITE, William. 2005. Sociedade de Esquina: A Estrutura Social de uma Área Urbana Pobre e Degradada. Rio de Janeiro: Zahar. 2. MAGNANI, José Guilherme e TORRES, Lílian De Lucca (Orgs.). 1996. Na Metrópole. Textos de Antropologia Urbana. São Paulo: EDUSP. 3. VELHO, Gilberto. 1999. Individualismo e Cultura: Notas para uma Antropologia da Sociedade Contemporânea. Rio de Janeiro: Zahar. 4. VELHO, Otávio (org.). 1979. O Fenômeno Urbano. Rio de Janeiro: Zahar. 5. MAGNANI, José Guilherme. 1984. Festa no Pedaço. Cultura Popular e Lazer na Cidade. São Paulo: Editora Brasiliense. 6. DA MATTA, Roberto. 1987. A Casa e a Rua: Espaço, Cidadania, Mulher e Morte no Brasil. Rio de Janeiro: Guanabara.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. AGIER, Michel. 1998. Lugares e Redes: As Mediações da Cultura Urbana. In A.M. NIEMEYER e E. P. de Godoy (orgs.), Além dos Territórios. Campinas: Mercado de Letras, pp. 41-63. 2. ARANTES, Antonio. 2000. Paisagens Paulistanas. Transformações do Espaço Público. Campinas: Editora da Unicamp. 3. ARANTES, Otilia Beatriz Fiori. 1993. O Lugar da Arquitetura Depois dos Modernos. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo: Studio Nobel. 4. AUGÉ, Marc. 1998. Los Lugares: Espacios del Anonimato. Uma antropologia da la Sobremodernidad. Barcelona: Gedisa. 5. BAUMAN, Zigmunt. 2003. Comunidade: A Busca por Segurança no Mundo Atual. Rio de Janeiro: Zahar Editor. 6. BRANDÃO, Carlos Rodrigues. 1995. Do Sertão à Cidade: Quantos Territórios! In Z. Mesquista e C. Rodrigues Brandão (Orgs), Territórios do Cotidiano: Uma Introdução a Novos Olhares e Experiências. Porto Alegre: Editora da Universidade/UFRGS, pp. 155 -176. 7. CALDEIRA, Teresa Pires do Rio. 2003. Cidade de Muros. Crime, Segregação e Cidadania em São Paulo. São Paulo: Editora 34. 8. Candido, Antonio. 1997. Os Parceiros do Rio Bonito: Estudo sobre o Caipira Paulista e a Transformação dos Seus Meios de Vida. São Paulo: Editora 34. 9. CARDOSO, Ruth. 1986. A Pesquisa Antropológica com Populações Urbanas: Problemas e Perspectivas. Ruth Cardoso (org.), A aventura Antropológica: Teoria e Pesquisa. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 10. CORDEIRO, Graça Índias e COSTA, Antonio Firmino. 1999. Bairros: Contexto e Interseção. In Gilberto Velho (org.), Antropologia Urbana: Cultura e Sociedade no Brasil e em Portugal. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 11. D’ADESKY, Jacques. 1997. Acesso Diferenciado dos Modos de Representação Afro-brasileira no Espaço Público. Revista de Patrimônio. Histórico e Artístico Nacional, n◦ 25, pp. 306-317. 12. DURHAM, Eunice R.1984. A Caminho da Cidade. São Paulo: Perspectiva. 13. HALL, Stuart. 2004. A Identidade Cultural na Pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP& A.

14. HEILBORN, Maria Luiza. 1999. Corpos na Cidade: Sedução e Sexualidade. In G. Velho (org.), Antropologia Urbana: Cultura e Sociedade no Brasil e em Portugal. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, pp. 98-109. 15. MOURA, Cristina Patriota de. 2003. Vivendo Entre Muros: O Sonho da Aldeia. In G. Velho e K. Kuschnir (orgs.), Pesquisas Urbanas: Desafios do Trabalho Antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, pp. 43-55. 16. RIGAMONTE, Rosani Cristina. 1996. Severinos, Januárias e Raimundos: Notas de uma pesquisa sobre os Migrantes Nordestinos na Cidade de São Paulo. In J. G. Magnani e L. T. de Lucca (orgs.), Na Metrópole: Textos de Antropologia Urbana. São Paulo: EDUSP, pp. 230-252. 17. Simmel, George. 2005 [1902]. As Grandes Cidades e a Vida do Espírito. Mana: 11(2): 577-591. 18. SIMMEL, Georg. 1979. A Metrópole e a Vida Mental. In O. Velho (org.), O Fenômeno Urbano. Rio de Janeiro: Zahar, pp. 11-26. 19. VELHO, Gilberto. 1999. Projeto e Metamorfose. Antropologia das Sociedades Complexas. Rio de Janeiro: Zahar.

ANT 7007 - Antropologia do Mundo Rural (72 horas/aula) EMENTA: Conceitos e tradições teóricas nos estudos do chamado campesinato e da ruralidade. Modos de ocupação dos espaços e acesso aos recursos. Diversidades, organizações econômicas, relações sociais e moralidades nos coletivos do mundo rural. Relações com o urbano. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. CANDIDO, Antonio. 1997. Os Parceiros do Rio Bonito: Estudo sobre o Caipira Paulista e a Transformação dos Seus Meios de Vida. São Paulo: Editora 34. 2. PEREIRA DE QUEIROZ, Maria Isaura. 1976. O Campesinato Brasileiro. Rio de Janeiro: Vozes Editora. 3. POLANYI, Karl. 2000. A Grande Transformação. As Origens da Nossa Época. Rio de Janeiro: Editora Campus. 4. WILLIAMS, Raymon. 1989. O Campo e a Cidade na História e na Literatura. São Paulo: Companhia das Letras. 5. WOORTMANN, Klass e WOORTMANN, Ellen. 1997. O Trabalho da Terra. Brasília: Editora Unb. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ABRAMOVAY, Ricardo. Funções e medidas da ruralidade no desenvolvimento contemporâneo, IPEA, janeiro de 2000. 2. ACEVEDO, Rosa e CASTRO, Edna. 1998. Negros do Trombetas: Guardiães de Matas e Rios. Belém: CEJUP/UFPA/NAEA. 3. ALMEIDA, Alfredo Wagner Berno de. 2004. Terras tradicionalmente ocupadas: processos de territorialização, movimentos sociais e uso comum. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, Rio de Janeiro, 6(1): 9-36.

4. ALMEIDA, Alfredo Wagner B. 1989. Terras de preto, terras de santo, terras de índio: uso comum e conflito. Revista do NAEA, nº 10. UFPA. Belém-PA. 5. BLOCH, Marc. 2001. A Terra e Seus Homens: Agricultura e Vida Rural nos Séculos XVII e XVIII. São Paulo: Edusc. 6. CARNEIRO, M. J. 1998. Camponeses, Agricultores e Pluriatividade. Editora Contra Capa, Rio de Janeiro. 7. DARNTON, Robert. 1986. O Grande Massacre de Gatos. Rio de Janeiro: Graal. 8. DIEGUES, Antonio Carlos e MOREIRA, Andrá de Castro (orgs.). 2001. Espaços e Recursos Naturais de Uso Comum. São Paulo: NUPAUB/USP. 9. HEREDIA, Beatriz e GARCIA Jr., Afrânio. 1971. Trabalho Familiar e Campesinato. América Latina, 14 (1-2). 10. KAUTSKI, Karl. 1968. A Questão Agrária. Rio de Janeiro: Laemmert. 11. MARTINS, José de Souza. 1996. O Cativeiro da Terra. São Paulo: Hucitec. 12. MENDRAS, Henri. 1978. Sociedades Camponesas. Rio de Janeiro: Zahar Editores. 13. PANTOJA, Mariana Franco. 2008. Os Milton. Cem Anos de história nos seringais. Rio Branco: Edufac, segunda edição. 14. SILVA, José Grazziano da. 1980. Estrutura Agrária e Produção de Subsistência na Agricultura Brasileira. São Paulo: Hucitec. 15. SILVA, José Grazziano da. 1981. Progresso Técnico e Relações de Trabalho na Agricultura. São Paulo: Hucitec. 16. VELHO, Otávio. 1969. O Conceito de Camponês e sua Aplicação à Análise do Meio Rural Brasileiro. América Latina, Ano 12, n. 1. 17. WAGLEY, Charles. Uma Comunidade Amazônica: estudo do homem nos trópicos. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. 3. ed., 1988. 18. WALL, Karl. 1998. Família do Campo: Passado e Presente em Duas Freguesias do Baixo Minho. Lisboa: Editora Dom Quixote. 19. WOLF, Eric. 1977. Una Tipología del Campesinado Latinoamericano. Buenos Aires: Nueva Vision. 20. WOORTMANN, Ellen. 1994. Herdeiros, Parentes e Compadres Colonos do Sul e Sitiantes do Nordeste. São Paulo: HUCITEC/ EdUnB. 21. WOORTMANN, Klass. 1990. Com Parente Não Se Neguceia. Anuário Antropológico/87. Editora Tempo Brasileiro/UnB, Rio de Janeiro. 22. WOORTMANN, Klass. 1990. Migração, família e campesinato, Revista Brasileira de Estudos de população.

ANT 7008 - ANTROPOLOGIA VISUAL (72 horas/aula) EMENTA: A imagem como objeto de estudo antropológico. A história da subdisciplina e algumas de suas principais tendências. A "antropologia compartilhada". As teorias e práticas de técnicas audiovisuais (fotografia, vídeo, cinema, multimídia) na pesquisa antropológica. BIBLOGRAFIA MÍNIMA:

1. COLLIER JR., John. 1973. Antropologia Visual: A Fotografia como Método de Pesquisa. São Paulo: EPU-EdUSP. 2. ECKERT, C. e MONT-MÓR, Patricia (orgs.). 1999. Imagem em Foco: novas perspectivas em antropologia. Porte Alegre: Editora da Universidade. 3. ECKERT, C. e GOLDOPHIN, N. Antropologia Visual. Número temático da Revista Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, ano 1, n. 2, jul./set. 1995 (disponível em http://www6.ufrgs.br/ppgas/ha/index.html) 4. FELDMAN-BIANCO, Bela e LEITE, Miriam Moreira. 1998. Desafios da Imagem: Fotografia, Iconografia e Vídeo nas Ciências Sociais. São Paulo: Papirus. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ACHUTTI, E. 1997. Fotoetnogafia. Porto Alegre, Tomo. 2. ALVES, A. e SAMAIN, E. 200.4. Os Argonautas do Mangue Precedido de Balinese Character re(visitado). Campinas: Unicamp. 3. ASSIS BRASIL, Giba. 1999. "A montagem". In. Leite, Iilka Boaventura (org) Ética e Estética em Antropologia. Florianópolis: PPGAS. 4. AUMONT, Jacques. 1995. A Estética do Filme. São Paulo: Papirus. 5. BARBOSA, Andrea e CUNHA, E. 2007. Antropologia e Imagem. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 6. BARTHES, Roland. 1981 "A câmara clara". Edições 70, Lisboa. 7. BATESON, G e MEAD,Margareth 1942 Balisene Character. N.Y. N.Y. Academy of Science. 8. BAUDRILLARD, J. 1993 Televisão/Revolução: o caso Romênia em André Parente (org) Imagem Máquina. RJ, editora 34.p.147-154. 9. BOURDIEU, P. 1978 Um art Moyen.Paris, Minuit. 10. BENJAMIN, Walter. 1975 "A obra de arte na época de suas técnicas de reprodução" in Os Pensadores, São Paulo: Abril Cultural. 11. COLLEYN, Jean-Paul. 1995. "Entrevista: Jean Rouch, 54 anos sem tripé". Cadernos de Antropologia e Imagem, (1): 65-74. 12. FRANCE, Claudine (org.). 2000. Do Filme Etnográfico à Antropologia Fílmica. Campinas, Unicamp pp.17-40. 13. GALLOIS, Dominique e Carelli, Vincent. 1995 Vídeo e diálogo culturalexperiência do Projeto Vídeo nas Aldeias”. In: Horizontes Antropológicos, Ano 1, n° 2. 14. GAUTHIER, Guy. 1995 “Finalement, qu'est-ce au juste que le documentaire?” Le documentaires un autre cinéma. Paris:Nathan p. 243248 (leitura opcional) 15. GAUTHIER, Guy. 1995 “La vie telle qu’elle est...et telle qu'on la raconte” Le documentaires un autre cinéma. Paris:Nathan Cap. 1, p. 11-28. (leitura opcional) 16. GAUTHIER, Guy. 1995 “Le tournage: un regard et une éthique” In: Le documentaires un autre cinéma. Paris:Nathan pp. 111-138.(leitura opcional) 17. GURAN, Milton. 2000 Fotografar para descobrir/fotografar para contar em Cadernos de Antropologia e Imagem RJ, UERJ, v.10, n.1pp155-165. 18. GURAN, Milton. Linguagem fotográfica e informação. Capitulo Linguagem Fotográfica p 15 a 54 19. GONÇALVEZ, M. 2008. O real imaginado. RJ: Topbooks.

20. HASTRUP, KIRSTIN. “Authority, Representation and Antropological Knowledge”, em Peter Crawford e David Turton (eds) Film as Etnography. Manchester/New York: Martin’s Press, 1993. 21. HEIDER, Karl. 1995. "Uma história do filme etnográfico". In: Cadernos de Antropologia e Imagem n. 1 .p. 31-54. 22. JEHEL, P. “Fotografia e antropologia na França no século XIX”. In Cadernos de Antropologia e Imagem, Rio de Janeiro, 6 (1): pp. 123-137, 1998. 23. JORDAN, Pierre. 1995. "Primeiros contatos, primeiros olhares ". In: Cadernos de Antropologia e Imagem n. 1 .p. 55-64. 24. KOSSOY, Boris. 2000 Realidades e Ficções na Trama Fotográfica SP Atelie Editorial. 25. KOURY, Mauro 2010. Relacoes delicadas: ensaios em fotografia e sociedade. Joao Pessoa, Ed. Universitária UFPB. 26. LEITE, Miriam L. Moreira. 2001 Retratos de Família cap. 1 - A Imagem através das palavras. SP, Fapesp. p. 23-51 27. LOIZOS, Peter. 1995. "A inovação no filme etnográfico (1955-1985). In: Cadernos de Antropologia e Imagem n. 1 .p.55-64. 28. LOURDOU, Pierre. 2000 O comentário nos filmes etnográficos de Marcel Griaule. In: France, Claudine (org) Do Filme Etnográfico à Antropologia Fílmica. Campinas: Unicamp p.101-120. 29. MACDOUGAL, D. 1994 “Mas afinal, existe realmente uma antropologia visual?” em 30. MACHADO, A. 1997 Pré-cinemas & Pós-Cinemas. São Paulo, Papirus. Parte III, Pos-cinemas: ensaios sobre a contemporaneidade Cap. 2, O vídeo e sua linguagem; Cap 3, O diálogo entre o cinema e o video. 31. MEAD, MARGARET. 1974. “Visual Antropology in a Discipline of Words”, em Paul Hockings (ed.) Principles of Visual Anthropology, Berlin and New York: Mouton de Gruyter, 2003 (1974). 32. MENEZES, Paulo. 2003."Representificação: as relações (im)possíveis entre cinema documental e conhecimento" Revista Brasileira de Ciências Sociais n.51 p87-97. 33. PEIXOTO, Clarice. 2001 Les archives de la Planete: imagens da coleção de Albert Kahn em Cadernos de Antropologia e Imagem, Vol 8.117-132 , Rio de Janeiro,UERJ, NAI 34. PIAULT, Marc-Henri. 1994. “Antropologia e Cinema” em Catálogo da Mostra Internacional do Filme Etnográfico. RJ, p. 62-69 35. PINNEY, C. 1996 A história paralela da Antropologia e da fotografia. In: Cadernos de Antropologia e Imagem, n 2. A cidade em Imagens, Rio de Janeiro,UERJ, NAI. 36. RIAL, C. 2000 Guerra de Imagens - a cobertura do 11 de setembro na televisão global Antropologia em Primeira Mão PPGAS/UFSC. 37. RIAL, C. 2007 Guerra de imagens e imagens da guerra: estupro e sacrifício na Guerra do Iraque. Rev. Estud. Fem., Abr 2007, vol.15, no.1, p.131-151 (http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104026X2007000100009&lng=pt&nrm=iso ) ou 2005 Imagens de estupro e sacrifício na guerra do Iraque. Antropologia em Primeira Mão, PPGAS/UFSC. 38. RIAL, C. e GROSSI, M. Lição de Rouch 2003 (DVD, 8min, NAVI, UFSC, 2005).

39. RIAL, Carmen. 1998 Contatos Fotográficos em Koury, M. Imagens e Ciências Sociais. João Pessoa, UFPB. p.203/223. Ou Primeria Mão. n.48. PPGAS/UFSC. 40. ROUCH, Jean. 2000 O comentário improvisado na imagem In: France, Claudine (org) Do Filme Etnográfico à Antropologia Fílmica. Campinas, Unicamp p.125- 130. 41. ROCHA, A. (1999). “Antropologia visual, um convite à exploração de encruzilhadas conceituais”. In: ECKERT, C. & P. MONTMÓR (org).Imagem em Foco. Porto Alegre, UFRGS. p.55- 83. 42. SAMAIN, E. “1995 ‘Ver’ e ‘dizer’ na tradição etnográfica: Bronislaw Malinowski e a fotografia”. In: Horizontes Antropológicos - Antropologia Visual. Porto Alegre: PPGAS/UFRGS.Pp. 19-48. 43. SANTOS, Sílvio Coelho dos. 1997. Os Índios Xokleng: Memória Visual. Florianópolis: Editora da UFSC/Univali. 44. TACCA, Fernando. 1998 “O índio ‘pacificado’: uma construção imagética da Comissão Rondon” em Cadernos de Antropologia e Imagem. RJ, 6(1) 81101. 45. VAZQUES, Pedro. 1987. Aspectos da Fotografia brasileira no século dezenove. RJ, Museu de arte moderna do Rio de Janeiro. 46. VERTOV, Dziga. 1984. On the significance of nonacted Cinema. In M. Annette (org) Kino-Eye – the writings of Dziga Vertov University of California Press, p.35-38. (leitura opcional) 47. XAVIER, Ismail. 1990. "Cinema: revelação e engano". In: O olhar. SP: Companhia das Letras. p.367-384.

ANT 7009 - ANTROPOLOGIA DA ALIMENTAÇÃO (72 horas/aula) EMENTA: A comida como objeto antropológico. As diferentes escolas antropológicas e suas interpretações das práticas alimentares. Tabus e as prescrições alimentares. Alimentação e classe social, gênero e etnia. Identidade e estilo de vida. Emigração e globalização alimentar. Distúrbios alimentares e identidade. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. HARRIS, Mark. 1978. Vacas, Porcos, Guerras e Bruxas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2. POULAIN, Jean P. 2004. Sociologias da Alimentação. Florianópolis: Editora da UFSC. 3. FRANDRIN, Jean-Louis e MONTANARI, Massimo. 1998. História da Alimentação. São Paulo: Estação Liberdade. 4. WOORTMAN, Klaas. 1977. Hábitos e Ideologias Alimentares em Grupos Sociais de Baixa Renda. Relatório Final. Série Antropologia, n◦ 20. Brasília: UnB. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CANDIDO, Antônio. 2001. Os Parceiros do Rio Bonito: Estudo sobre o Caipira Paulista e a Transformação dos Seus Meios de Vida. São Paulo: Duas Cidades.

2. CAPLAN, Pat. 1997. Food, Health and Identity. London, Routledge, 1997. 3. CASCUDO, Luis da Camera. 1979. Antologia da Alimentação no Brasil 4. CHÂTELET, N. 1989. Conversation avec une anorexique et une boulimique. Autrement Nourritures n.108, 1989 p.156/164. 5. CHIVA, Matty. 1979. Comment la Personne se Construit en Mangeant. Communication, n◦ 31, pp.107/118. 6. DA MATTA, Roberto. 1987. O Que Faz o Brasil, Brasil. Rio de Janeiro: Rocco. 7. DOUGLAS, Mary. 1991. Pureza e Perigo. Lisboa: Edições 70. 8. DOUGLAS, Mary. 1971. Deciphering a Meal. In C. GERRTZ (org.), Myth, Symbol and Culture. New York: Norton, pp.61/81. 9. ELIAS, Norbert. 1990. O Processo Civilizatório. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 10. EVANS-PRITCHARD, Eduard E. 1978. Os Nuer. São Paulo: Perspectiva. 11. FRANCO, H. 1994. As Utopias da Abundância: A Cocanha. In As Utopias Medievais. São Paulo: Brasiliense, pp.23-49. 12. FREUD, Anna. 1997. The Psychoanalytic Study of Infantile Feeding Disturbances. C. COUNIHAN, Food and Culture. NY/London, Routledge. 13. FREYRE, Gilberto. 1985. Pratos Típicos do Brasil?" Sociétés, n◦ 6, pp.31. 14. FRY, Peter. 1982. Feijoada e Soul Food: Notas sobre a Manipulação de Símbolos Étnicos e Nacionais. In Para Inglês Ver: Identidade e Política na Cultura Brasileira. Rio de Janeiro : Zahar Editora. 15. GAULIN, Steven. 1979. Choix des Aliments et Évolution. Communication n◦ 31, pp.33/52. 16. GIDDENS, Anthony. 1991. Modernity and Self-Identity. London: Blackwell. 17. GOODY, J. 1994. Cooking, Cuisine and Class: A Study in Comparative Sociology. Cambrige: University of Cambridge Press. 18. GOODY, Jack. 1997. Industrial Food: Towards the Development of a World Cuisine. In C. COUNIHAN, Food and Culture. NY/London, Routledge. 19. GOODY, Jack. 1989. Identité Culturelle et Cuisine Internationale. Autrement – Nourritures, n◦ 108, pp. 98/101. 20. GRIGNON, C. 1987. Les Enquetes sur la Consommation et la Sociologie des Gouts: Le Cas de l'Alimentation". Revue Economique, mai, 25p. 21. GRIGNON, C. 1989. Hierarchical Cuisine or Standard Cooking. Food & Foodways, pp. 177/183. 22. HARRIS, M. 1985. Bueno para Comer? Madrid : Aliança Editorial. 23. KIMMEL, Alain. 1995. De l'Histoire a l Identité. Échos n◦ 77, pp. 4/6. 24. LANGE, F. 1975. Manger ou Les Jeux et Les Creux du Plat. Paris : Seuil. 25. LEACH, Edward. 1980. Aspects Anthropologiques de la Langue: Injures et Catégories d'Animaux. In L'unité de l'homme et autres essais. Paris, Gallimard. 26. LÉVI-STRAUSS, Claude. 1968. Mythologiques III. L’origine des Manières de Table. Paris: Librairie Plon.

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ANT 7010 - ANTROPOLOGIA DA MÍDIA (72 horas/aula) EMENTA: Teorias da mídia impressa e eletrônica. Apocalípticos e integrados: as diferentes escolas analíticas. Ética, mídia e poder. Teorias da escola funcionalista,

teorias de recepção e estudos culturais. Conceitos de repetição e serialidade. Etnografias de mídia e de audiência. Cybercultura. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. BAUDRILLARD, Jean. 1985. A Sombra das Maiorias Silenciosas: O Fim do Social e o Surgimento das Massas. São Paulo: Brasiliense. 2. BARBERO, M. J. 1997. De los Medios a las Mediaciones: Comunicacion, Cultura y Hegemonia. México: G. Giliusp. 3. ECO, Umberto. 1989. Viagem pela hiper-realidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 4. MCLUHAN, Marshall. 1969. Os Meios de Comunicação como Extensão do Homem. São Paulo: Cultrix.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ABULUGHOD, L. 2001. A Interpretação de Cultura(s) Após a Televisão. Cadernos de Antropologia e Imagem, 13(2): 103129. 2. ADORNO, HORKHEIMER Max. 1969. A Indústria Cultural. O Iluminismo Como Mistificação de Massas. In L. LIMA, Teoria da Cultura de Massa. Rio de Janeiro: Saga, pp.157-202. 3. ANG, Ien. 1991. Desperately Seeking the Audience. London: Routledge. 4. ANG, Ien. 1996. Living Room Wars rethinking Media Audiences for a Postmodern World. London: Routledge. 5. ARISTÓTELES. 1998. Retórica. Lisboa, Imprensa Nacional/Casa da Moeda. 6. BARTHES, Roland. 1981. A Câmara Clara. Lisboa, Edições 70. 7. BATESON, Gregory. 1993. A Natureza e o Espírito. Uma Unidade Necessária . Rio de Janeiro: Francisco Alves. 8. BELELI, Yara. 2005. Marcas da Diferença da Propaganda Brasileira. Campinas: tese de doutorado do Doutorado de Ciências Sociais, UNICAMP. 9. BENJAMIM, W. 1978. “A Obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica”. In L. Lima, Teoria da Cultura de Massas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, pp. 209-240. 10. BERNARDET, JeanClaude. 1990. O Que é Cinema? São Paulo: Brasiliense. 11. BOURDIEU, Pierre. 1974. A Economia das Trocas Simbólicas. São Paulo: Perspectiva. 12. CANCLINE, Néstor García. 1998. Culturas híbridas: Estratégias para Entrar e Sair da Modernidade. São Paulo: Ed 13. DEBORD, Guy. 1997. A sociedade do Espetáculo. SP, Editora Contraponto. 14. ECO, Umberto. 1983. The role of the reader: explorations in the semiotics of texts. London: Hutchinson. 15. EISENSTEIN, Sergei. 1990. O Sentido do Filme. Rio de Janeiro: Zahar Editor. 16. FAIRCLOUGH, Norman. 1989. Language and Power. London: Longman. 17. FOUCAULT, Michel. 1984. The order of discourse. In M. Shapiro (ed.) Language and Politics. New York: U. Press. pp. 108-38.

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41. RIAL, C. (1999). “Japonês Está para TV Assim Como Mulato para Cerveja: Imagens da Publicidade no Brasil”. In: ECKERT, C. & P. MONTMÓR (org.), Imagem em Foco: novas perspectivas em antropologia visual. Porto Alegre/ Rio de Janeiro, UFRGS/UFRJ. 42. RIAL, Carmen. 2001. Racial and Ethnic Stereotypes in Brazilian Advertising. Antropologia em Primeira Mão . Florianópolis, PPGAS/UFSC, v.49. 43. RIAL, Carmen. 2003. Futebol e mídia: a retórica televisiva e suas implicações na identidade nacional, de gênero e religiosa". Antropolítica . v.14(2): 61–80. 44. RIAL, Carmen. 2003. Guerra de imagens: o 11 de setembro na mídia”. Antropologia em Primeira Mão . Florianópolis, PPGAS/UFSC, v.64. 45. ROSENBERG, Bernard; WHITE, David Manning. (1973) Cultura de massa: as artes populares nos Estados Unidos. São Paulo: Cultrix. 46. SHOAT, Ella & STAM, Robert. 1981. “From Imperial family to the transnational Imaginary –media spectatorship”. In: Wilson, Rob and Wilmal Dissanayake (org) Global/Local Durham, London:Duke University Press. pp.145-170 47. SILVA, C. E. L. 1985. Muito Além do Jardim Botânico: um estudo sobre a audiência do Jornal Nacional da Globo entre trabalhadores. São Paulo: Summus. 48. TRAVANCAS, I. S. 1993. O Mundo dos Jornalistas. São Paulo: Summus. 49. VIRILIO, P. 1993. O Espaço Crítico. Rio de Janeiro: 34 Literatura. 50. VIRILIO, P. 1999. A Bomba Informática. São Paulo: Estação Liberdade. 51. WHITE, David Manning. Cultura de Massa: As Artes Populares nos Estados Unidos. São Paulo: Cultrix. 52. WIENER, N. 1970. Cibernética ou o Controlo. Comunicação no Animal e na Máquina. São Paulo: EDUSP. 53. WINKIN, Y. 1988 A nova comunicação, da teoria ao trabalho de campo. Campinas, Papirus. 54. XAVIER, Ismail. 1977. O Discurso Cinematográfico: A Opacidade e a Transparência. Rio de Janeiro: Paz e Terra.

ANT 7011 - ANTROPOLOGIA E ESPORTE (72 horas/aula) EMENTA: Teorias do corpo, dos jogos, do esporte. Esporte, mídia e poder. Sublimação, identificação, masoquismo, pulsão de morte; masculinidade; identidade nacional e totemismo clubístico. Origens do esporte moderno e história do futebol brasileiro: classe e raça. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. BOURDIEU, Pierre. 1990. “Programa para uma sociologia do esporte”. In: BOURDIEU, Pierre. Coisas ditas. São Paulo: Brasiliense, pp: 207-220. 2. CAILLOIS, Roger. 1990. Os jogos e os homens. Lisboa: Cotovia. 3. HUIZINGA, Johan. 1999. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo: Perspectiva. 4. MAUSS, Marcel. 1974. “As técnicas corporais”. In Mauss, Marcel. Sociologia e Antropologia, vol. II. São Paulo: Edusp.

COMPLEMENTAR 1. ANTUNES, Fátima Martin R.F. 1994. O futebol nas fábricas. Revista USP. Dossiê Futebol, 22. 2. ARCHETTI, Eduardo. 1999. Masculinities: football, polo and tango in Argentina. 3. Oxford: Berg. 4. BOURDIEU, Pierre. 1983. “Como é possível ser esportivo?” In BOURDIEU, Pierre. Questões de sociologia. Rio de Janeiro: Marco Zero, Pp:136-163. 5. DAMATTA, Roberto et al. 1982. Universo do futebol: esporte e sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Pinakotheke. 6. DA MATTA, Roberto. “Futebol: ópio do povo x drama social” em Novos Estudos do Cebrap n.4. 7. DA MATTA, Roberto. 1986. O que faz o brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Rocco, pp: 49-64. 8. DAMO, Arlei . 2007. Do dom à profissão: a formação de futebolistas no Brasil e na França. São Paulo: HUCITEC. 9. DAMO, Arlei. 2002. Futebol e Identidade Social. Porto Alegre: Editora da Universidade - UFRGS. 10. ELIAS, Norbert. 1992. A busca da excitação. Lisboa: Difel. 11. ELIAS, Norbert & DUNNING, Eric. 1992. Deporte y ocio en ele proceso de la civilizacion. México: Fondo de Cultura Económica. 12. FARIA JUNIOR, Alfredo. 1995. “Futebol, Questões de Gênero e CoEducação” Pesquisa de Campo UFRJ, 2:17-39. FILHO, Mario. 2003. O negro no futebol brasileiro. Rio de Janeiro: Mauad. 13. GIL, G. “O Drama do “Futebol-Arte” O debate sobre a seleção dos anos 70” RBCS n.25 ano 9. 14. GORDON Jr, Cesar. 1995. “História Social dos Negros no Futebol Brasileiro” Pesquisa de Campo UFRJ, 2:71-90. 15. GUEDES, Simoni. 1998. O Brasil no campo de futebol: Estudos antroplógicos 16. sobre os significados do futebol brasileiro. Niterói: EdUFF. 17. LOPES,José Sérgio Leite. 1988. "Esporte, emoção e conflito social." Mana. Estudos de Antropologia Social. I(1):141-166. 18. LOPES, José Sérgio Leite. 1994. "A vitória do futebol que incorporou a pelada". Revista USP. Dossiê Futebol, 22. 19. PEREIRA, Leonardo. 2000. Footballmania – Uma história social do futebol no Rio de Janeiro, 1902-1938. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 20. RIAL, Carmen. 1998. "Rugbi e judo: esporte e masculinidade"em GROSSI, M e J. PEDRO (orgs.). Masculino, Feminino, Plural, pp.229/258. 21. RIAL, Carmen. 1995. "Japonês está para TV assim como mulato para cerveja: imagens da publicidade no Brasil". Antropologia em Primeira Mão, 8:1-17. 22. ROCHA FERREIRA, Maria Beatriz e VINHA, Marina. 2003. Esporte entre os índios Kadiwéu. Revista Brasileira de Ciências do Esporte 24 (3):145-158.

23. ROSENFELD, Anatol. 1993. Negro, Macumba e Futebol SP: Perpectiva, Pp. 74-106. e tbm “O futebol brasileiro” em Argumento , 1974. 24. ROSENFELD, Anatol. 1974. “O futebol no Brasil”. Argumento, 4 (fevereiro). 25. SIMÕES, Regina. Evas ou Marias: o corpo da mulher na Antiguidade e Idade Média, texto apresentado no Encontro de Historia do Esporte, Lazer e Educação Física, Xerox. 26. SOARES, Antonio Jorge. 1999. “História e Invenção de Tradições no Campo do Futebol.” Estudos históricos, 23: 119-146. 27. TOLEDO, luiz Henrique de & COSTA Carlos Eduardo (orgs.). 2009. Visão de jogo: antropologia das práticas esportivas. São Paulo: Terceiro Nome. 28. VIANNA, Fernando de Luiz Brito. 2008. Boleiros do cerrado: índios xavantes e o futebol. Sao Paulo: Ed. Annablume. 29. WACQUANT, Loïc. 2002. Corpo e Alma: Notas etnograficas de um aprendiz de boxe. Rio de Janeiro: Relume Dumará. ANT 7012 - GLOBALIZAÇÃO CULTURAL (72 horas/aula) EMENTA: Teorias da globalização cultural e sua relação com a Antropologia. Teorias da Modernidade e da Pós-Modernidade. Globalização e transnacionalismo. Fluxos de pessoas: Processos migratórios e novas identidades. Multiculturalismo. Fluxos de imagens: mídia, imaginação e imaginário. Teorias do consumo. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. APPADURAI, Arjun. 2004. Dimensões culturais da globalização. Lisboa: Teorema. 2. GARCIA CANCLINI, Nestor. 2006. Culturas hibridas: estategias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: Edusp. 3. HANNERZ, Ulf. 1997. Fluxos, fronteiras, hibridos: palavras-chave da antropologia transnacional. Mana 3 (1): 7-39. 4. TAYLOR, Charles. 1998. Multiculturalismo. Lisboa: Piaget. COMPLEMENTAR 1. APPADURAI, Arjun. 1990. "Disjuncture and Difference in the Global Cultural Economy". In Mike Featherstone (org.). Global Culture. Londres: Sage Publications. pp. 295-310. 2. AUGÉ, Marc. 1993. Los "no lugares" espacios del anonimato. Barcelona: Gedisa. 3. BASCH, Linda, SCHILER, Nina Glick & SZANTON BLANC, Cristina. 1994 "Transnational Projects: A New Perspective"; "Theoretical Issues"; "Different Settings, Same Outcome: Transnationalism as a Global Process". In Nations Unbound. Transnational Projects, Postcolonial Predicaments and Deterritorialized Nation-States. Langhorne: Gordon & Breach, pp. 1-19; 2148; 225-265. 4. BAUDRILLARD, Jean. "Modernité" em Enciclopédie Universalis vol.12 pp.424-426.

5. BERMAN, Marshall. 1886 Tudo que é sólido desmancha no ar. A aventura da modernidade. São Paulo: Companhia das Letras, 1986. 6. CHEAH, Pheng. 1998. “The Cosmopolitical - Today”. In Pheng Cheah e Bruce Robbins (orgs.) Cosmopolitics. Thinking and Feeling Beyond the Nation. Minneapolis: University of Minnesota Press, pp. 20-41. 7. CLIFFORD, James. 1997. Routes Travel and Translation in the Late Twentieth Century. Cambridge (Mass.): Harvard University Press. 8. HANCHARD, Michel. 2003. "Acts of Misrecognition: Transnational Black Politics, Anti-imperialim and the ethnocentrism of Pierre Bourdieu e Loïc Wacquant” Theory, Culture and Society, 20(4): 5-29. 9. HANNERZ, Ulf. 1996. Transnational Connections. Culture, People and Places. Londres: Routledge. 10. HANNERZ, Ulf. 1993. “The Withering away of the Nation?”. Ethos, 58: 8190. 11. HANNERZ, Ulf. 1996 "Mediations in the global ecumene" in Pálsson, G. (org.) Beyond Boundaries. Oxford: Berg. pp 41-57. 12. KEARNEY, M. 1995. “The Local and the Global: the Anthropology of Globalization and Transnationalism”. Annual Review of Anthropology, 24: 547-565. 13. KEARNEY, M. 1996. Reconceptualizing the Peasantry. Anthropology in Global Perspective. Boulder, Colorado: Westview Press. 14. MILLER, Daniel. 2007. Consumo como cultura material. Horizontes Antropológicos 13 (28): 33-63. 15. MILLER, Daniel. 1995. Acknowledging Consumption (A Review of New Studies). London and New York: Routledge. 16. RIBEIRO, Gustavo Lins. 2000. Cultura e Política no Mundo Contemporâneo. Brasília: Edunb. 17. SAHLINS, Marshall. 1997. “O ‘Pessimismo Sentimental’ e a Experiência Etnográfica: Porque a cultura não é um ‘objeto’ em via de extinção” Mana 3 (2): 103-150. 18. SASSEN, Saskia. 1991. The Global City. New York, London, Tokyo: Princeton. Princeton University Press. 19. SKLAIR, Leslie. 1991. Sociology of the Global System. Baltimore: The Johns Hopkins University Press. 20. TOD, Emmanuel. 2002. Après l'empire. Paris: Gallimard.

ANT 7013 - ETNOMUSICOLOGIA (72 horas/aula) EMENTA: A música como objeto de estudo antropológico. Esboço histórico e panorama atual: musicologia comparada, etnomusicologia, antropologia da música, estudos musicais. Música como código sócio-cultural: principais tendências teóricometodológicas, hoje. Música popular, erudita, folclórica, indígenas. Estudos recentes no Brasil. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. BLACKING, John. 1973. Quão Musical é o Homem? Ms Tradução inédita de G. Werlang do original de 1973.

2. MENEZES BASTOS, Rafael José de. 1995. “Esboço de uma Teoria da Música: Para Além de uma Antropologia Sem Música e de uma Musicologia Sem Homem” Anuário Antropológico/1993: 9-73. 3. SANDRONI, Carlos. 2001. Feitiço Decente: Transformações do Samba no Rio de Janeiro (1917-1933). Rio de Janeiro: Zahar. 4. SEEGER, Anthony. 1987. Por Que Cantam os Suyá: Uma Antropologia Musical de um Povo Amazônico. Ms Tradução inédita de G. Werlang do original de 1987.

COMPLEMENTAR 1. AYTAI, Desidério. 1985. O mundo sonoro xavante. São Paulo: Universidade de São Paulo. 2. BEAUDET, Jean Michel. 1997. Sopros da Amazônia: As Orquestras Tule dos Wayãpi. Ms Tradução inédita de G. Werlang do original de 1997. 3. CUNHA, Maximiliano Carneiro. 1999. A música encantada Pankararu toantes, torés, ritos e festas na cultura dos índios Pankararu. Dissertação de Mestrado em Antropologia Cultural, Recife: Universidade Federal de Pernambuco. 4. DAGHLIAN, Carlos (org.). 1985. Poesia e Música. São Paulo: Perspectiva. 5. LUCAS, Glaura. 1999. Os Sons do Rosário: Um Estudo Etnomusicológico do Congado Mineiro – Arturos e Jatobá. Dissertação de Mestrado em Musicologia, São Paulo: Universidade de São Paulo. 2 volumes. 6. LUCAS, Maria Elizabeth (org.). 1999. Música e Sociedade. Horizontes Antropológicos, 5 (11). 7. LUCAS, Maria Elizabeth e R. J. de Menezes Bastos (orgs.). 2000. Pesquisas Recentes em Estudos Musicais no Mercosul. Série Estudos, 4 (PPGM/UFRGS). 8. MELLO, Maria Ignez Cruz. 1999. Música e Mito entre os Wauja do Alto Xingu. Dissertação de Mestrado em Antropologia Social, Florianopolis: Universidade Federal de Santa Catarina. 9. MELLO, Maria Ignez Cruz. 2005. Iamurikumã: Música, Mito e Ritual entre os Wauja do Alto Xingu. Florianópolis: Tese de doutorado em Antropologia Social, Florianopolis: Universidade Federal de Santa Catarina. 10. MENEZES BASTOS, Rafael José de. 1978. A Musicológica Kamayurá: Para uma Antropologia da Comunicação no Alto-Xingu. Brasília: Funai (2ª. ed: Florianópolis: Editora da UFSC, 1999). 11. MENEZES BASTOS, Rafael José de. 1996. “A "Origem do Samba" como Invenção do Brasil (Por que as Canções Têm Música?)”. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 31: 156-177. 12. MENEZES BASTOS, Rafael José de. 1996. “Musicalidade e Ambientalismo na Redescoberta do Eldorado e do Caraiba: Uma Antropologia do Encontro RaoniSting” Revista de Antropologia, 39 (1): 145-189. 13. MONTARDO, Deise de Oliveira. 2002. Através do Mbaraka: Música e Xamanismo Guarani. . Tese de doutorado em Antropologia Social, São Paulo: Universidade de São Paulo.

14. OLIVEIRA, Allan de Paula. 2004. O Tronco da Roseira: Uma Antropologia da Viola Caipira. Dissertação de Mestrado em Antropologia Social, Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina. 15. PÉREZ, Josep Martí. 1996. “Música y etnicidad: una introducción de la problemática”. Transcultural Music Review 2. 16. PIEDADE, Acácio Tadeu de C. 1997. Música Yepamasa: Por uma Antropologia da Música no Alto Rio Negro. Dissertação de Mestrado em Antropologia Social, Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina. 17. PIEDADE, Acácio Tadeu de C. 2004. O Canto do Kawoka: Música, Cosmologia e Filosofia entre os Wauja do Alto Xingu. Tese de doutorado em Antropologia Social, Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina. 18. SILVA, Domingos Aparecido Bueno da. 1997. Música e Pessoalidade: Por uma Antropologia da Música entre os Kulina do Alto Purús. Dissertação de Mestrado em Antropologia Social, Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina. 19. VIANNA, Hermano. 1995. O Mistério do Samba, 2a. ed. Rio de Janeiro: Zahar.

ANT 7014 - ANTROPOLOGIA DA ARTE (72 horas/aula) EMENTA: A arte como objeto de estudo antropológico: etnoestética, etnomusicologia, etnocoreologia e outros e sub-campos da área. Arte como código sócio-cultural: principais tendências teórico-metodológicas. Arte e artisticidade. Arte e agência. Artes populares, eruditas, folclóricas e indígenas. Etnografias clássicas, modernas e recentes sobre a arte. Estudos recentes no Brasil. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. ADORNO, Theodor W. 1982. Teoria Estética. Lisboa: Edições 70. 2. GEERTZ, Clifford. 1998. “A Arte como um Sistema Cultural”. In O Saber Local: Novos Ensaios em Antropologia Interpretativa. Petrópolis: Vozes, pp. 142-181. 3. LAGROU, Elsje Maris. 2007. A fluidez da forma arte, alteridade e agência em uma sociedade amazônica (Kaxinawa, Acre). Rio de Janeiro: TopBooks. 4. LÉVI-STRAUSS, Claude. 1970. “O Desdobramento da Representação nas Artes da Ásia e da América”. In Antropologia Estrutural (I), Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, pp. 267-291.

COMPLEMENTAR 1. ADORNO, Theodor W. 1986. A Indústria Cultural, in "Sociologia: Theodor W. Adorno", G. Cohn (org.). São Paulo: Ática, pp. 92-99. 2. ALMEIDA, K. P. de. 1998. “Por Uma Semântica Profunda: Arte, Cultura e História no Pensamento de Franz Boas.” Mana, 4 (2): 7-34. 3. BENJAMIN, Walter. 1969. “A Obra de Arte no Tempo de suas Técnicas de Reprodução” in Sociologia da Arte, IV, G. Velho (org.). Rio de Janeiro: Zahar, pp. 15-47. 4. CLIFFORD, James. 1998. “Sobre o Surrealismo Etnográfico” in A Experiência Etnográfica: Antropologia e Literatura no Século XX. Rio de Janeiro: Edufrj, pp. 132-178.

5. DAMATTA, Roberto. 1973. “Poe e Lévi-Strauss no Campanário: ou, A Obra Literária como Etnografia” in Ensaios de Antropologia Estrutural. Petrópolis: Vozes, pp. 93-120. 6. ECO, Umberto. 1981. A Definição da Arte. Lisboa: Edições 70. 7. EAGLETON, Terry. 1993. A Ideologia da Estética. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 8. ELIAS, Norbert. 1991. Mozart: Sociologia de un genio. Barcelona: Península. 9. HANNA, Judith Lynne. 1999. Dança, Sexo e Gênero: Signos de Dominação, Desafio e Desejo. Rio de Janeiro: Rocco. 10. GELL, Alfred. 1998. Art and agency: an anthropological theory. Oxford: Clarendon Press. 11. KUCHLER, Susan. 1988. "Malangan: Objects, Sacrifice and the Production of Memory". American Ethnologist, 15:625-637. 12. LAGROU, Elsje Maris. 2003. “Antropologia e Arte: Uma Relação de Amor e Ódio”. Ilha, 5(2): 93-113. 13. MELLO, Maria Ignez Cruz. 2003. “Arte e Encontros Interétnicos: A Aldeia Wauja e o Planeta. Antropologia em Primeira Mão, 54. 14. MENEZES BASTOS, Rafael José de. 2005. “"Les Batutas", 1922: Uma Antropologia da Noite Parisiense.” Revista Brasileira de Ciências Sociais, 20(58): 177-196. 15. MENEZES BASTOS, Rafael e HERMENEGILDO José. 2002. “A Festa da Jaguatirica: Primeiro e Sétimo Cantos – Introdução, Transcrição e Comentários” Ilha, 4(2): 133-174. 16. MORPHY, Howard. 1994. “The anthropology of art”. In: Tim Ingold (org.) Companion Encyclopedia of Anthropology. London: Routledge. Pp. 648-685. 17. MUNN, Nancy. 1971. "The Transformation of Subjects into Objects in Walbiri and Pitjantjara Myth," in Australian Aboriginal Anthropology. R. Berndt (org.). Nedlands: University of Western Australia Press. pp. 141-63. 18. NETTO, Aristóteles Barcelos. 2002. A Arte dos Sonhos: Uma Iconografia Ameríndia. Lisboa: Museu Nacional de Etnologia. 19. RIAL, Carmen. 1995. “Japonês Está Para TV Assim Como Mulato Para Cerveja: Imagens da Publicidade no Brasil” Antropologia em Paimeira Mão 8. 20. TACCA, Fernando de. 2001. A Imagética da Comissão Rondon: Etnografias Fílmicas Estratégicas. Campinas: Papirus. 21. TATIT, Luiz. 1996. O Cancionista: Composição de Canções no Brasil. São Paulo: Edusp. 22. TURNER, T. 1993. “Imagens Desafiantes: A Apropriação Kaiapó do Vídeo”, Revista de Antropologia, 36: 81-121. 23. VELTHEM, Lucia Hussak van. 2003. O Belo é a Fera - A estética da produção e da predação entre os Wayana. Lisboa: Assírio & Alvim. 24. VIDAL, Lux B. (org.). 1992. Grafismo Indígena: Estudos de Antropologia Estética. São Paulo: Studio Nobel/Fapesp/Edusp. 25. VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo e Ricardo B. de Araújo. 1977. “Romeu e Julieta e a Origem do Estado” in Arte e Sociedade: Ensaios de Sociologia da Arte. G. Velho (org.). Rio de Janeiro: Zahar, pp. 130-169. 26. WEINER et alli. 1996. “Aesthetics is a cross-cultural category”. In INGOLD, Tim (org.). Key Debates in Anthropology. New York: Routledge. Pp. 251-293.

ANT 7068 - Identidades e diversidade (72 horas aula)

EMENTA: A construção de identidades sociais. Territorialidade, fronteiras simbólicas e etnicidade. Politicas de identidade e minorias como questoes sociais e antropológicas. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. BARTH, Fredrik. Los grupos étnicos y sus fronteras. Mexico. Fondo de Cultura econômica. 1976. 2. CARNEIRO da CUNHA, Manuela. Negros, estrangeiros. Os libertos e sua volta à África. Brasiliense. SP. 1985. 3. GOFFMAN, Erving. Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. Zahar Editores. RJ 1982. 4. LÉVI-STRAUSS, Claude. 1976. “Raça e historia.” In LÉVI-STRAUSS, Claude Antropologia estrutural dois. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro.

COMPLEMENTAR 1. AZEVEDO, Célia M. M. de. 1987. Onda negra, medo branco: o negro no imaginário das elites - Séc. XIX. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 2. ARRUTI, José M.A. 1997. "A emergência dos ‘remanescentes’: notas para o diálogo entre indígenas e quilombolas”. Mana 3(2): 7-38. 3. CARNEIRO, Maria Luiza T. 1983. Preconceito racial no Brasil Colônia. São Paulo: Brasiliense. 4. CARNEIRO da CUNHA, Manuela. 1986. “Parecer sobre os critérios de identidade étnica.” In CARNEIRO da CUNHA, M. Antropologia do Brasil. São Paulo: Brasiliense/Edusp, 1986. 5. FERNANDES, Tânia de S. 1992. Uma comunidade de Salvos: um estudo sobre Batistas na baixada fluminense. Tese de mestrado em Antropologia Social, Rio de Janeiro: Museu Nacional. 6. GASPAR, Dulce M. 1985. Garotas de programa: Prostituição em Copacabana e Identidade Social. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 7. GOULD, Stephen Jay. 1991. A Falsa Medida do Homem. São Paulo: Martins Fontes. 8. KULICK, Don. Travesti: prostituição, sexo, gênero e cultura no Brasil. Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2008. 9. PERLONGHER, N. 1987. O negócio do michê. São Paulo: Brasiliense. 10. RAMALHO, José R. 1983. O mundo do crime. A ordem pelo avesso. Rio de Janeiro: Graal. 11. VIANNA. Hermano. 1988. O mundo funk carioca. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 12. VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. 2006. “No Brasil todo mundo e Índio exceto quem não é.” Em Povos Indígenas no Brasil (2001-2006). São Paulo: Instituto Socioambiental.

ANT 7016 - INDIVÍDUO E SOCIEDADE (72 horas/aula) EMENTA: Pessoa e coletividade. Indivíduo, cultura e personalidade. A construção social da pessoa, grupo, identidade. Biografias e estrutura social.

BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. BENEDICT, Ruth. 1983. Padrões de Cultura. Lisboa: Editora Livros do Brasil. 2. DUMONT, Louis. 2000. O individualismo. Uma perspectiva Antropológica da ideologia moderna. Rio de Janeiro: Rocco. 3. DURKHEIM, Emile. 1970. “Representações Individuais e Representações Coletivas”. In Sociologia e Filosofia. São Paulo: Editora Forense. 4. VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. 2002. “O conceito de sociedade em antropologia.” Em A inconstância da alma selvagem: e outros ensaios de antropologia. São Paulo: Cosac & Naify. COMPLEMENTAR 1. BECKER, Howard S. 1977. Uma teoria da açao coletiva. Rio de Janeiro, Zahar. 2. BERGER, Peter. & LUCKMANN, Thomas. 1999. A Construção Social da Realidade. Lisboa: Dinalivros. 3. DUMONT, Louis. 2000. Homo Aequalis. Gênese e plenitude da ideologia econômica. Bauru: Edusc. 4. DUMONT, Louis. 1992. Homo Hierarchicus. O sistema de Castas e suas Implicações. São Paulo: Edusp. 5. DURKHEIM, Emile. & MAUSS, Marcel. 1988. “Algumas formas primitivas de classificação” In DURKHEIM, E (org.). Sociologia. São Paulo: Ática. Pp: 183-203). 6. GELLNER, Ernest. 1997. Antropologia e Política: revoluções no bosque sagrado. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 7. HERTZ, Robert. 1980. “A preeminência da mão direita: um estudo sobre a polaridade religiosa”. Revista Religião e Sociedade, 6: 99-128. 8. LINTON, R. 1973. Cultura e Personalidade. São Paulo: Mestre Jou. 9. MALINOWSKI, Bronislaw. 1983. “As Práticas do Amor e a Psicologia da Vida Erótica” in MALINOWSKI, B. A Vida Sexual dos Selvagens. Rio de Janeiro: Francisco Alves. 10. MAUSS, Marcel. 1982. “A alma, o nome, a pessoa” in Ensaios de Sociologia. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 5a.edição. 11. MAUSS, Marcel. 1979. “Oficio do etnógrafo, método sociológico”. Marcel Mauss: Antropologia. São Paulo, Ática. 12. MAUSS, Marcel. 1974. “Uma categoria do espírito humano: a noção de pessoa, a noção do “eu”. ” In Sociologia e Antropologia. São Paulo: Edusp. 13. MAUSS, Marcel. 1974. “Ensaios sobre as variações sazoneiras das sociedades esquimós”. In Sociologia e Antropologia. Vol. II. São Paulo: EPU. 14. MAUSS, Marcel. 1981. "Ensaio sobre a Natureza e a Função do Sacrifício". Ensaios de Sociologia. São Paulo: Perspectiva, Pp: 141-228. 15. MAUSS, Marcel. 1982. “A polaridade religiosa e a divisão do macrocosmos”. Ensaios de Sociologia. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 5a.edição. 16. POLANYI, Karl. 2000. A grande transformação. As origens da nossa época. . Rio de Janeiro: Editora Campus. 17. RADCLIFFE-BROWN, A.R. 1989. “Taboo” e “Sanções Sociais” in Estrutura e Função nas Sociedades Primitivas. Lisboa: Perspectivas do Homem/Edições 70.

18. RICOEUR, Paul. 1988. “Indivíduo e Identidade Pessoal” in Indivíduo e Poder (Perspectivas do Homem, 31). Lisboa: Edicoes 70. Pp: 65-85. 19. SAHLINS, Marshall. 1979. Cultura e razão prática. Rio de Janeiro: Zahar. 20. SAHLINS, Marshall. 1990. Ilhas de História. Rio de Janeiro: Zahar. 21. SAHLINS, Marshall. 2006. História e Cultura. Apologias a Tucídides. Rio de Janeiro: Zahar. 22. TOCQUEVILLE, Alex De. 1982. El Antiguo Regimen y la Revolución. Madrid: Alianza Editorial. 23. TOCQUEVILLE, Alex De. A democracia na América. São Paulo: Edusp. 24. VERNANT, Jean-Pierre. 1973. “Aspectos da Pessoa na Religião Grega” in Mito e Pensamento entre os Gregos. Estudos de Psicologia Histórica. São Paulo: DIFEL/EDUSP. 25. VERNANT, Jean-Pierre. 1988. “O Indivíduo na Cidade”in Indivíduo e Poder. (Perspectivas do Homem, 31). Lisboa: Edicoes 70. Pp 25-44. 26. WEBER, Max. 1982. “Classe, estamento, Partido” In Ensaios de sociologia. , Rio de Janeiro: Zahar Editores, 5a.edição. Pp:211-228. 27. WEBER, Max. “Índia: O brâmane e as castas”. Ensaios de sociologia. Rio de Janeiro: Zahar Editores. 5a.edição. Pp: 449-470. 28. WEBER, Max. 1994. Sociologia da religião.Economia e sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. 3. ed. Brasília: Universidade de Brasília. 29. WEBER, Max. 1982. “A Psicologia Social das Religiões Mundiais” in Ensaios de Sociologia. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 5a.edição. Pp: 309346.

ANT 7017 - CULTURA E MEIO AMBIENTE (72 horas/aula) EMENTA: O meio ambiente na reflexão antropológica. Natureza, Cultura e Sociedade. Teorias antropológicas sobre a relação do homem com o meio ambiente. Antropologia da paisagem. Ambientalismo, ecologia política, áreas de preservação, e populações tradicionais. Sustentabilidade, gestão ambiental, e ambientes urbanos e rurais. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. LÉVI-STRAUSS. O Pensamento Selvagem. Campinas, Papirus, 1989. 2. LITTLE, P. "Ecologia Política como etnografia: um guia teórico e metodológico". In: ECKERT, C. ROCHA, A.L.C. e Carvalho, I.C.M. (org). Horizontes Antropológicos. Ano 12, Número 25, Porto Alegre, PPGAS/UFRGS, 2006. pp 85 a 104 3. LOPES, L. Sobre processos de 'ambientalização' dos conflitos e sobre os dilemas da participação. In: ECKERT, C. ROCHA, A.L.C. e Carvalho, I.C.M. (org). Horizontes Antropológicos. Ano 12, Número 25, Porto Alegre, PPGAS/UFRGS, 2006. 4. SILVEIRA, Flávio L. A. e CANCELA, Cristina D. Paisagem e Cultura – Dinâmicas do patrimônio e da memória na atualidade. Belém do Pará: EDUFPA, 2009. COMPLEMENTAR

1. BARRETTO FILHO, Henyo T. Da nação ao planeta através da Natureza. Série Antropologia, no. 222. Brasília: UNB, 1997. 2. Carneiro da Cunha, Manuela & Almeida, Mauro. Populações tradicionais e conservação ambiental. In: Cultura com aspas, Cosac Naify, 2009 (277-300). 3. CARVALHO, Isabel Cristina de Moura; TONIOL, Rodrigo. Ambientalizacão, cultura e educacão: diálogos, traducões e inteligibilidades possíveis desde um estudo antropológico da educação ambiental. In: Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental. v. Esp., p. 1-12, 2010. 4. CORBIN, A. O território do vazio. A praia e o imaginário ocidental. São Paulo, Companhia das Letras, 1989. pp 69 a 108 5. DEAN, Warren. 1991. “A Botânica e a Política Imperial: a introdução e a domesticação de plantas no Brasil”. Estudos Históricos 4-8. 6. DEAN, Warren. 1996. A Ferro e fogo: a história e a devastação da Mata Atlântica brasileira. São Paulo : Companhia das Letras. 7. DESCOLA, Philppe. 1998. “Estrutura ou sentimento: a relação com os animais na Amazônia” Mana, 4 (1): 23-45. 8. DESCOLA, P. "Ecologia e Cosmologia" In DIEGUES, Antônio Carlos. Etnoconservação. Novos rumos para a Conservação da Natureza. São Paulo, HUCITECH/NUPAUB-USP, 2000. pp 149 a 164. 9. DEVOS, Rafael Victorino. A crise ambiental sob a perspectiva da memória e dos itinerários no mundo urbano contemporâneo. Ambient. soc. [online]. 2009, vol.12, n.2 [cited 2011-06-28], pp. 293-306 . Available from: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414753X2009000200006&lng=en&nrm=iso 10. DEVOS, R. A Baía de todas as águas – conflito e territorialidade nas margens do Lago Guaíba. Revista Iluminuras, v. 11, n. 26. Porto Alegre: BIEV - PPGAS - Ufrgs, 2010. http://seer.ufrgs.br/iluminuras/article/view/18332 11. DEVOS, R., SOARES, A., ROCHA, A. Habitantes do Arroio: memória ambiental das águas urbanas. Desenvolvimento e Meio Ambiente, Vol. 22 (2010). http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/made/article/viewArticle/17596 12. DIEGUES, Antônio Carlos. O Mito Moderno da Natureza Intocada. São Paulo, NUPAUB-USP, 1994. 13. DOUGLAS, Mary. Pureza e perigo. São Paulo: Perspectiva, 1976. pp. 19 a 42. 14. FERRY, Luc. A nova ordem ecológica: a árvore, o animal e o homem. São Paulo: Ensaio, 1994. 15. INGOLD, Tim. 2003 “A Evolução da Sociedade”, in C. Fabian (org.) Evolução: Sociedade, Ciência e Universo. Bauru: Edusc. 16. INGOLD, Tim. 2000. The Perception of the Environment. Essays on lilihood, dwelling and skill. London & New York: Routledge. 17. INGOLD, Tim. 1994. “Humanidade e Animalidade”. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 10 (28): 39-54. 18. KORMONDY, E. J. & BROWN, D. R. 2001. Fundamentos de Ecologia Humana. São Paulo: Ed. Atheneu. 19. LATOUR, Bruno. 1994. Jamais Fomos Modernos. Ensaio de Antropologia Simétrica. Tradução de Carlos Irineu da Costa. Rio de Janeiro: Editora 34. 20. LITTLE, P. "Ecologia Política como etnografia: um guia teórico e metodológico". In: ECKERT, C. ROCHA, A.L.C. e Carvalho, I.C.M. (org). Horizontes Antropológicos. Ano 12, Número 25, Porto Alegre, PPGAS/UFRGS, 2006. pp 85 a 104

21. LOPES, L. Sobre processos de 'ambientalização' dos conflitos e sobre os dilemas da participação. In: ECKERT, C. ROCHA, A.L.C. e Carvalho, I.C.M. (org). Horizontes Antropológicos. Ano 12, Número 25, Porto Alegre, PPGAS/UFRGS, 2006. 22. OLIVEIRA, R.C. "Etnicidade, Eticidade e Globalização" In OLIVEIRA, R.C. O trabalho do antropólogo. Brasília: Paralelo 15, São Paulo: Ed UNESP. 1998. pp 169 a 188. 23. PERONI, N. 2002. “Manejo agrícola itinerante e domesticação de plantas neotropicais: o papel das capoeiras”. In: Atualidades em etnobiologia e etnoecologia, Recife: SBEE. 24. SAHLINS, M.Cultura e razão prática. Rio de Janeiro, Zahar, 2003. Cap. 2 pp 61 a 128. 25. SCHAMA, Simon. 1995. Paisagem e Memória. São Paulo: Companhia das Letras. 26. SILVA, Vagner. “As Esquinas Sagradas: o candomblé e o uso religioso da cidade” In: MAGNANI, J. & TORRES, L. (org) Na Metrópole: textos de antropologia urbana. São Paulo: EDUSP/FAPESP, 1996. 27. SILVEIRA, F. A Paisagem como fenômeno complexo, reflexões sobre um tema interdisciplinar. SILVEIRA, Flávio L. A. e CANCELA, Cristina D. Paisagem e Cultura – Dinâmicas do patrimônio e da memória na atualidade. Belém do Pará: EDUFPA, 2009. 28. SILVEIRA, Flávio L. A. As paisagens missioneiras gaúchas nos relatos de viagem, ou por uma etnografia do olhar-viajante nas Missões. Revista Iluminuras, v. 11, n. 26. Porto Alegre: BIEV - PPGAS - Ufrgs, 2010. http://seer.ufrgs.br/iluminuras/article/view/18314 29. SIMMEL, G. A filosofia da paisagem. REVISTA POLÍTICA & TRABALHO, João Pessoa, n°12, 1996. p. 15 a 24 30. SOARES, M.C.C., BENSUSAN, N & NETO, P.S.F. (Orgs.) 2002. Entorno de Unidades de Conservação: Estudos de Experiências de UCs de Proteção Integral. Rio de Janeiro: Funbio. 31. VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. 2002. “Perspectivismo e multinaturalismo na América indígena”, in: A inconstância da alma selvagem e outros ensaios de antropologia. São Paulo: Cosac & Naify. 32. VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. 2002. “Imagens da Natureza e da Sociedade”, in: A inconstância da alma selvagem e outros ensaios de antropologia. São Paulo: Cosac & Naify.

ANT 7018 - ANTROPOLOGIA E HISTÓRIA (72 horas/aula) EMENTA: A fronteira entre a Antropologia e a História. Temas, debates e conceitos: estrutura e acontecimento, diacronia e sincronia. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. GINZBURG, Carlo. 1989. A micro-história e outros ensaios. Lisboa: Difel. 2. LEFORT, Claude. 1979. As formas da história. São Paulo: Brasiliense. 3. LÉVI-STRAUSS, Claude. "Introdução: História e Etnologia", "A Análise Estrutural em Linguística e em Antropologia" e "A Noção de Estrutura em Etnologia" in Antropologia Estrutural. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro.

4. SAHLINS, Marshall. 1990. Ilhas de História. Rio de Janeiro: Zahar.

COMPLEMENTAR 1. BIERSACK, Aletta. 1992. A Nova História Cultural. São Paulo: Martins Fontes. 2. BLOCH, Marc. 1993. Os reis taumaturgos. São Paulo: Companhia das Letras, 1993. 3. BRAUDEL, Fernand. 1978. Escritos sobre a história. São Paulo: Perspectiva. 4. Calavia Sáez, Oscar. 2000. O Inca Pano: Mito, História e Modelos Etnológicos. Mana, 6(2):7- 35. 5. CARNEIRO DA CUNHA, Manuela. 1979. Negros estrangeiros. São Paulo: Brasiliense. 6. Comaroff, John e Comaroff, Jean. 1992. Ethnography and the Historical Imagination. Boulder, CO: Westview Press. 7. DARNTON, Robert. 1986. O Grande Massacre de Gatos. São Paulo: Graal. 8. DARNTON, Robert. 1990. O beijo de Lamourette. São Paulo: Companhia das Letras. 9. ELIAS, Norbert. 1990. O processo civilizador: uma história dos costumes. Rio de Janeiro, Jorge Zahar. 10. GEERTZ, Clifford. 1978. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar. 11. GEERTZ, Clifford. 1980. Negara. Um estado teatro no século XIX. Lisboa: Difel. 12. GEERTZ, Clifford. 2001. Nova luz sobre a antropologia. Rio de Janeiro: Zahar. 13. GINZBURG, Carlo. 1987. O queijo e os vermes: o cotidiano e as idéias de um moleiro perseguido pela Inquisição. São Paulo: Companhia das Letras. 14. GINZBURG, Carlo. 1988. Mitos, emblemas e sinais. São Paulo: Companhia das Letras. 15. Gow, Peter. 1991. Of Mixed Blood: Kinship and History in Peruvian Amazonia. Oxford: Clarendon Press. 16. LÉVI-STRAUSS, Claude. 1976. "O Tempo Redescoberto" e "História e Dialética" in O Pensamento Selvagem. São Paulo: CEN. 17. LÉVI-STRAUSS, Claude. 1997. Tristes Trópicos. São Paulo: Companhia das Letras. 18. NOVAIS, Fernando. 1993. História da vida privada no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras. 19. Overing, Joanna. 1995. Mito como História: um problema de tempo, realidade e outras questões. Mana. Estudos de Antropologia Social, 1 (1): 107-40. 20. SAHLINS, Marshall. 1992. “Cosmologias do capitalismo”. Religião e Sociedade, 16 (1-2): 114-135. 21. SAHLINS, Marshall. 2001. Como pensam os nativos. São Paulo: Edusp. 22. Schwarcz, Lilia K. Moritz. 2005. Questões de Fronteira: Sobre uma antropologia da história. Novos Estudos, n◦ 72, pp. 119-135. 23. SCHWARCZ, Lilia Moritz. 1997. O espetáculo das raças. São Paulo: Companhia das Letras. 24. SCHWARCZ, Lilia. 1998. As barbas do imperador. São Paulo: Companhia das Letras. 25. Taussig, Michael. 1993. Xamanismo, Colonialismo e o Homem Selvagem. Um Estudo sobre o Terror e a Cura. São Paulo: Editora Paz e Terra.

26. Todorov, Tzvetan. 1996. A Conquista da América: a questão do outro. São Paulo: Martins Fontes. 27. Wolf, Eric R. 2005. A Europa e os Povos Sem História. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo.

ANT 7019 - ANTROPOLOGIA DA POLÍTICA (72 horas/aula) EMENTA: As origens e fundamentos do poder político. Processos de formação dos sistemas políticos. Relações e poder e comportamento simbólico. Organização política em sociedades sem estado. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. BOURDIEU, Pierre. 1989. O Poder Simbólico. Lisboa: DIFEL/Rio de Janeiro: Bertand Brasil. 2. CLASTRES, Pierre. 1982. A sociedade contra o Estado: pesquisas de antropologia política. 2. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves. 3. FOUCAULT, Michel. 2003. Microfisica do poder. 18. ed. Rio de Janeiro: Graal. 4. GOLDMAN, Márcio. 2006. Como funciona a democracia: Uma teoria etnográfica da política. Rio de Janeiro: 7 Letras. COMPLEMENTAR 1. AUSTIN, J.L. 1990. Quando Dizer é Fazer. Porto Alegre: Artes Médicas. 2. BARREIRA, C. 1998. Crimes por Encomenda: violência e pistolagem no cenário brasileiro. Rio de Janeiro: Relume-Dumará/NuAP. 3. BARREIRA, I. & PALMEIRA, M. (orgs). 1998. Candidatos e Candidaturas: enredos de campanhas eleitorais no Brasil. São Paulo: AnnaBlume. 4. BELOCH, I. 1986. Capa Preta e Lurdinha: Tenório Cavalcanti e o povo da Baixada. Rio de Janeiro: Record. 5. BEZERRA, M.O. 1995. Corrupção: um estudo sobre poder público e relações pessoais no Brasil. Rio de Janeiro: Relume-Dumará. 6. BEZERRA. M.O. 1999. Em Nome das Bases: política, favor e dependência pessoal. Rio de Janeiro: Relume-Dumará-NuAp. 7. BIRMAN, P. NOVAES, R. & CRESPO, S. (orgs.) 1997. O mal à brasileira. Rio de Janeiro: UERJ. 8. BOSCHI, R. 1987. A Arte da Associação: política de base e democracia no Brasil. São Paulo/Rio de Janeiro: Vértice/Iuperj. 9. BOSCHI, R. (org.) 1983. Movimentos Coletivos no Brasil Urbano. Rio de Janeiro: Zahar. 10. BOURDIEU. Pierre. 1996. Razões Práticas. Sobre a teoria da ação. Campinas: Papirus. 11. BURKE, P. 1994. A Fabricação do Rei. A construção da imagem pública de Luís XIV. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 12. CANDIDO, Antonio. 1987. Educação Pela Noite e Outros Ensaios. São Paulo: Ática.

13. CLASTRES, Pierre. 2004. Arqueologia da violência — pesquisas de antropologia política. São Paulo: Cosac & Naify. 14. DAGNINO. E. (org.) 1994. Anos 90: política e sociedade no Brasil. São Paulo: Brasiliense. 15. DAMATTA, Roberto. 1990. Carnavais, Malandros e Heróis. Rio de Janeiro: Guanabara. 16. DINIZ, E. 1982. Voto e Máquina Política: patronagem e clientelismo no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 17. DUMONT, Louis. 1985. O Individualismo. Uma perspectiva Antropológica a Ideologia Moderna. Rio de Janeiro: Rocco. 18. DUMONT, Louis. 1992. Homo Hierarchicus.O sistema de castas e suas implicações. São Paulo: Edusp. 19. FERNANDES, Florestan. 1975. A Investigação Etnológica no Brasil. Petrópolis: Vozes. 20. FIGUEIREDO, A.C. & LIMONGI, F. 1999. Executivo e Legislativo na nova ordem constitucional. Rio de Janeiro: FGV/Fapesp. 21. FOUCAULT, Michel. 2004. Vigiar e punir. Petrópolis: Editora Vozes. 22. FOUCAULT, Michel. 2000. As palavras e as coisas. São Paulo: Martin Fontes. 23. FOUCAULT, Michel. 2008. Nascimento da biopolitica. São Paulo: Martin Fontes. 24. GEERTZ, Clifford. 1980. Negara: o estado teatro do século XIX. Rio de Janeiro: Bertrand. 25. GEERTZ, Clifford. 1978. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar Editores. 26. GEERTZ, Clifford. 1998. O Saber Local: novos ensaios em antropologia interpretativa. Petrópolis: Vozes. 27. GOLDMAN, Márcio. 1999. Alguma Antropologia. Rio de Janeiro: RelumeDumará. 28. GRAHAM, R. 1997. Clientelismo e política no Brasil do século XIX. Rio de Janeiro: UFRJ. 29. KUSCHNIR, K. 2000. O Cotidiano da Política. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 30. LANNA. Marcos P.D. 1995. A Dívida Divina: troca e patronagem no Nordeste brasileiro. São Paulo: Unicamp. 31. LEAL, V.N. 1997. Coronelismo, Enxada e Voto. O Município e o Regime Representativo no Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 32. LEACH, Edmund. 1996. Sistemas Políticos da Alta Birmânia. São Paulo: Edusp. 33. LIMA JR., O.B. (org.) 1991. Sistema Eleitoral Brasileiro: teoria e prática. Rio de Janeiro: Rio Fundo/Iuperj. 34. NOGUEIRA, O. 1962. Família e Comunidade: um estudo sociológico de Itapetininga. Rio de Janeiro: INEP. 35. PALMEIRA, Moacir. & GOLDMAN, Márcio. 1996, Antropologia, Voto e Representação Política. Rio de Janeiro: Contracapa. 36. PEIRANO, Marisa. 1992. Uma Antropologia no Plural. Brasília: Editora da UnB. (5). 37. PERISTIANI, J.G. (org.) 1965. Honra e Vergonha. Valores das Sociedades Mediterrâneas. Lisboa: Gulbenkian. 38. PUTNAM. R. 1997. Comunidade e Democracia: a experiência da Itália moderna. Rio de Janeiro: FGV.

39. REIS, E, ALMEIDA, M.H.T. & FRY. P. (orgs.). 1995. Pluralismo no espaço social e pesquisa. São Paulo: ANPOCS/Hucitec. 40. SCHWARTZMAN, Stephen. 1975. São Paulo e o Estado Nacional. São Paulo: DIFEL/Corpo e Alma do Brasil. 41. SHILS, E. 1992. Centro e Periferia. Lisboa: DIFEL. 42. SIMMEL, Georg. 1983. Simmel. São Paulo: Ática. 43. TEIXEIRA, Carla C. 1998. A Honra na Política. Rio de Janeiro: RelumeDumará. 44. VEYNE, P. et al. 1987. Indivíduo e Poder. Lisboa: Edições 70. 45. WEBER, Max. 1982. Ensaios de Sociologia. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara.

ANT 7020 - FAMÍLIA E PARENTESCO EM SOCIEDADES COMPLEXAS (72 horas/aula) EMENTA: A perspectiva antropológica sobre a família. Reprodução, sexualidade e parentesco. Papéis sexuais. Relações de gênero, família e sociedade. Teorias sobre parentesco e casamento. Parentalidade e conjugalidade. Casamento. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. BOURDIEU, Pierre. 1997. “Apêndice. O espírito da família”. In: Razões práticas. Sobre a teoria da ação. Campinas: Papirus Editora. 2. RIBEIRO, Ivete, Ana Clara T. RIBEIRO (orgs.). 1995. Família em processos contemporâneos: Inovações culturais na sociedade brasileira. São Paulo: Editora Loyola. 3. HÉRITIER, Françoise. 1989. “Parentesco”. In Enciclopédia Einaudi. Parentesco. Vol. 20. Imprensa Nacional/Casa da Moeda. pp 27-80. 4. FIGUEIRA, S. (org). 1986. Uma nova família? O moderno e o arcaíco na família de classe média brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 5. BUTLER, Judith. 2003. “O parentesco é sempre tido como heterossexual?”. Cadernos Pagu, 21: 219-260. COMPLEMENTAR 1. AUGÉ, Marc. (org.) Os domínios do parentesco. Lisboa, Edições 70. 2. BARCELOS, Dayse Macedo De. 1996. Família e ascensão social de negros em Porto Alegre. Rio de Janeirio: UFRJ, Museu Nacional. 3. BARROS, Myriam Lins de. 1987. Autoridade & afeto. Avós, filhos e netos na família brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 4. CÔRREA, Mariza. 1982. “Repensando a família no Brasil (notas para o estudo das formas de organização familiar no Brasil)”. In Colcha de retalhos. São Paulo: Brasiliense. Pp. 13-38. 5. CORRÊA, Mariza. 1983. Morte em família: representações jurídicas de papéis sexuais. Rio de Janeiro: Graal. 6. D’INCAO, Maria Angela. 2001. “Mulher e família burguesa” In História das Mulheres no Brasil. São Paulo: Contexto, Unesp. Pp: 223-240. 7. DAUSTER, Tânia. “A invenção do amor: amor, sexo e família em camadas médias urbanas”. In FIGUEIRA, S. (org.). Uma nova família? O moderno e o

arcaíco na família de classe média brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Pp 99-112. 8. FONSECA, Claudia. 2000. Família, fofoca e honra: etnografia de relações de gênero e violência em grupos populares. Porto Alegre: UFRGS. 9. FONSECA, Claudia. 2002. “A outra família brasileira: antropologia, desigualdade e diferença”; “O que significa um filho?”; “Somando mães” In Caminhos da Adoção. São Paulo: Cortez, 2ª. edição. pp 13-24; 25-42; 75-100. 10. GREGORI, Maria Filomena. 1992. Cenas e Queixas. São Paulo: Ed. Paz e Terra/ANPOCS. 11. HEILBORN, Maria L. 1992. Dois é par: conjugalidade, gênero e identidade sexual em contexto igualitário. Rio de Janeiro: UFRJ, Museu Nacional. 12. HÉRITIER, Françoise. “Casamento” e “Família” In Enciclopédia Einaudi. Parentesco. Vol. 20. Imprensa Nacional/Casa da Moeda. Pp: 140-146 e 81-94. 13. HÉRITIER, Françoise. “Incesto” In Enciclopédia Einaudi. Parentesco Vol. 20. Imprensa Nacional/Casa da Moeda. Pp: 95-124. 14. LÉVI-STRAUSS, Claude. “O universo das regras”; “endogamia e exogamia”; “O princípio da reciprocidade” In As estruturas elementares de parentesco. Petrópolis: Vozes, pp. 69-107. 15. LÉVI-STRAUSS, Claude. 1972. “A família” In SHAPIRO, HARRY (org). Homem, cultura e sociedade. Rio de Janeiro: Editora Fundo de Cultura. Pp: 309333. 16. LÉVI-STRAUSS, Claude. 1982 “O problema do incesto” In As estruturas elementares de parentesco. Petrópolis: Vozes, pp: 50-63. 17. RIBEIRO, Ivete e RIBEIRO, Ana Clara (orgs.). 1995. Família em processos contemporâneos: inovações culturais na sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Fundação João XXIII, Edições Loyola. 18. SAMARA, Eni de Mesquita. 1983. A família brasileira. São Paulo: Brasiliense. 19. SARTI, Cynthia Andersen. 2003. A família como espelho: um estudo sobre a moral dos pobres. São Paulo: Cortez. 20. SCHNEIDER, David M. 1968. “The family”. In American Kinship: A cultural account. New Jersey: Prentice-Hall. Pp 31-54. 21. SINGLY, François de. 2000. Família e individualização. Rio de Janeiro: Editora FGV. 22. SINGLY, François de. 2000. O eu, o casal e a família. Lisboa: Publicações Dom Quixote. 23. STOLCKE, Verena. 1998 "New Reproductive Technologies: the old quest of fatherhood." Reproductive and Genetic Engineering,1(1): 5-19. 24. STRATHERN, Marilyn. 1995. “Necessidade de pais, necessidade de mães”. Revista Estudos Feministas, 3(2):303-330. 25. TARNOVSKI, Flávio Luiz. 2002. Pais assumidos adoção e paternidade homossexual no Brasil contemporâneo. UFSC, PPGAS, Florianópolis. 26. YANAGIZAKO, Sylvia e COLLIER, Jane. 1987. “Toward a unified analysis of gender and kinship”. In: Yanagisako, S. and Collier, J. (orgs.) Gender and Kinship: essays toward an unified analysis. Stanford: Stanford University Press. ANT 7021 - ANTROPOLOGIA BRASILEIRA (72 horas/aula) EMENTA: História da antropologia no Brasil. A questão nacional. Conceitos, questões e tendências da antropologia no Brasil.

BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. CORREA, Mariza. 1987. História da Antropologia no Brasil (1930-1960). São Paulo: Vértice. 2. FERNANDEZ, Florestan. 1963. A Organização Social dos Tupinambá. São Paulo: Difusão Européia do Livro. 3. FREYRE, Gilberto. 1961. Casa Grande e Senzala. Rio de Janeiro: Jose Olimpio. 4. GALVÃO, Eduardo. 1955. Santos e Visagens: Um estudo da vida religiosa em Itá; Amazonas. São Paulo: Companhia Editora Nacional. 5. MICELI, Sergio (org.) 1999. O que ler na Ciência Social brasileira (19701995). v. 1: Antropologia. São Paulo: Sumaré/ Anpocs; Brasília: Capes. COMPLEMENTAR: 1. ARRUTI, José Maurício Andion Arruti. 1995. A Narrativa do Fazimento, ou, por uma Antropologia Brasileira. Novos estudos, n◦ 4: 235-243. 2. BASTIDE, Roger & FERNANDES, Florestan. 1959. Brancos e negros em são Paulo. São Paulo: Editora Nacional. 3. BASTIDE, Roger. 1971. As Religiões Africanas no Brasil. 2a. ed. São Paulo: Pioneira. 4. CANDIDO, Antonio. 1971. Os parceiros do Rio Bonito. São Paulo: Duas Cidades. 5. CORREA, Mariza. 1988. Traficantes do Excêntrico: os antropólogos no BRASIL dos anos 30 aos 60. Revista brasileira de ciências sociais, 3(6): 79-98. HOLANDA, Sergio Buarque de. 1979. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio. 6. Da Matta, Roberto e Laraia, Roque de Barros. 1978. Índios e Castanheiros: A Empresa Extrativista e os Índios no Médio Tocantins. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2ª Edição. 7. DOMINGUES, Heloisa Maria Bertol. 2008. Tradução Cultural na Antropologia dos anos 1930-1950: as expedições de Claude Lévi-Strauss e de Charles Wagley à Amazônia. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanas, Belém, v. 3, n. 1, p. 31-49. 8. FARIA, Luis de Castro. 1977. Eduardo Galvão (1921-1976). Anuário Antropológico/76. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, p. 347-352. 9. FERNANDEZ, Florestan. 1963. A Organização Social dos Tupinambá. São Paulo: Difusão Européia do Livro. 10. GALVÃO, Eduardo. 1960. Áreas Culturais Indígenas do Brasil: 1900-1959. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Antropologia, n◦ 8. P. 1-41. BelémPA. (Republicado em: GALVÃO, Eduardo. 1979. Encontro de Sociedades: Índios e brancos no Brasil, Rio de Janeiro: Paz e Terra. 11. GALVÃO, Eduardo. 1967. Guia de Exposições de Antropologia. Museu Paraense Emílio Goeldi. Belém-PA: Gráfica Falangola Editora. 12. LARAIA, Roque de Barros. 2008. Homenagem aos Fundadores. Trajetórias Convergentes: Cardoso de Oliveira e Maybury-Lewis. Mana, vol.14, n◦ 2. 13. LÉVI-STRAUSS, Claude. 1986. “São Paulo” In Tristes Trópicos. Lisboa: Perspectiva do Homem. Edições 70. 14. MELATTI, Julio César. 1984. “A antropologia no Brasil: um roteiro”. In Boletim Informativo e bibliografico de Ciências Sociais – BIB, 17.

15. MELATTI, Julio Cesar. 1993. Índios do Brasil. São Paulo- Brasília: Edunb/ Hucitec. 16. MONTEIRO, Duglas Teixeira. 1974. Os errantes do novo século: um estudo sobre o surto milenarista do Contestado. São Paulo: Duas Cidades. 17. MORSE, Richard. 1990. O espelho de próspero. São Paulo: Cia das Letras. 18. OLIVEIRA, João Pacheco. 2008. Um semeador da Antropologia: Os antropólogos como nativos e seus ritos. Mana, 14(2): 587-596. 19. OLIVEIRA, Roberto Cardoso. “O que é isso que chamamos de antropologia brasileira?” Anuário Antropológico, 85: 227-246. 20. OLIVEIRA, Roberto Cardoso. 1978. A Sociologia do Brasil Indígena. Brasília: Editora da Universidade de Brasília. 21. PEIRANO, Marisa. 1980. Uma antropologia no Plural: três experiências contemporâneas. Brasília: UNB. 22. PEIRANO, Marisa. 1995. A favor da etnografia. Rio de Janeiro: Relume Dumará. 23. PEIXOTO, Fernanda Aréas. 2000. Diálogos Brasileiros: Uma análise da Obra de Roger Bastide. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. 24. QUEIROS, Maria Isaura de. 1983. Os anos brasileiros de Roger Bastide. In Maria Isaura de Queiros (org.), Roger Bastide. São Paulo: Editora Ática. 25. RAMOS, Alcida Rita. 1994. Sociedades Indígenas. São Paulo: Editora Ática. 26. RAMOS, Alcida. 1990. Ethnology Brazilian Style. Cultural Anthropology, Vol. 5(4): 52-472. 27. RIBEIRO, Darcy. 1996. Os Índios e a Civilização: A integração das populações indígenas no Brasil moderno. São Paulo: Companhia das Letras. 28. SANTOS, Sílvio Coelho (org.). 2006. Memória da Antropologia no Sul do Brasil. Florianópolis: Editora da UFSC, ABA. 29. SCHADEN, Egon. 1984. Os primeiros tempos da Antropologia em São Paulo. Anuário Antropológico 82. Fortaleza/Rio de Janeiro, Edições UFC/Tempo Brasileiro, pp. 251-258. 30. SCHWARCZ, Lilia. 1993. O espetáculo das raças. São Paulo: Companhia das Letras. 31. VELHO, Otávio. 1983. “Os processos sociais no Brasil pós-64: as Ciências Sociais” In SORJ, B. e ALMEIDA, (orgs.) Sociedade e Politica no Brasil pós64. São Paulo: Brasiliense. 32. SCHWARTZMAN, Simon. 1979. Formação da comunidade científica no Brasil. Rio de Janeiro e São Paulo: Ed. Nacional. 33. SEEGER, Anthony. 1982. Sociedades Dialéticas: As Sociedades Jê e os seus Antropólogos. Anuário Antropológico/80. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, p. 305-312. 34. SEEGER, Anthony; Da Matta, Roberto & Castro, Eduardo Batalha Viveiros de. 1987. A construção da pessoa nas sociedades indígenas brasileiras. In: OLIVEIRA Fº, João Pacheco de (org.), Sociedades Indígenas e indigenismo no Brasil. Estudos críticos e propositivos para abordagem às sociedades indígenas e ao indigenismo no Brasil. Rio de Janeiro/São Paulo: Editora da UFRJ/Editora Marco Zero. 35. SILVA, Orlando Sampaio. 2007. Eduardo Galvão: Índios e Caboclos. São Paulo: Annablume. 36. SKIDMORE, Thomas. 1976. Preto no branco: raça e nacionalidade no pensamento brasileiro. Rio de Janeiro: Paz e Terra.

37. VELHO, Otávio. 1980. “Antropologia para sueco ver”, Dados. Revista de Ciências Sociais, 23 (1): 19-91. 38. WAGLEY, Charles. 1988. Uma Comunidade Amazônica: Estudo do homem nos trópicos. Belo Horizonte: Editora Itatiaia, São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo.

ANT 7022 - ANTROPOLOGIA DA EDUCAÇÃO (72 horas/aula) EMENTA: A disciplina tratará dos seguintes temas da Antropologia da Educação: abordagens antropológicas clássicas sobre os processos de ensino e aprendizagem, em especial estudos sobre “socialização” e “cultura e personalidade”; abordagens antropológicas contemporâneas sobre cognição, processos de transmissão de saberes, desenvolvimento infantil e a contribuição das crianças para o estudo da cultura e da sociedade; estudos das relações estabelecidas por meio da escola, com ênfase nas questões de raça e gênero; reflexões sobre o ensino da Antropologia na sala de aula do ensino fundamental e médio. Bibliografia Mínima: 1. Fazzi, Rita de Cássia. 2004. O Drama Racial das Crianças Brasileiras. Belo Horizonte: Autêntica. 2. Fernandes, Florestan (1966). Educação e Sociedade no Brasil, São Paulo: Dominus/Edusp. 3. Gusmão, Neusa (org.). 2003. Diversidade, cultura e Educação, São Paulo: Biruta. 4. LOPES DA SILVA, A. & NUNES, A. (orgs.). 2002. (orgs.) Crianças Indígenas, ensaios antropológicos. São Paulo: Mari/Fapesp/Global. 5. LOPES DA SILVA, Aracy e GRUPIONI (orgs). 1999. A Temática Indígena na Escola: novos subsídios para professores de 1º e 2º graus. Brasília: MEC: MARI: UNESCO.

Bibliografia Complementar: 1. Benedict, Ruth (1972): “A criança aprende” In O Crisântemo e a Espada, São Paulo: Perspectiva, 213-247. 2. BERGO, Renata & GOMES, Ana (2009) “Eu sou Muzenza: a aprendizagem no terreiro de umbanda” comunicação apresentada no GT 16, 33º Encontro Anual da ANPOCS. 3. Carvalho, Marília (2001): “Mau aluno, boa aluna? Como as professoras avaliam meninos e meninas” In Revista de Estudos Feministas, ano 9, nº 2, p.554-574. 4. CODONHO, Camila (2007) Aprendendo entre pares: a transmissão horizontal de saberes entre as crianças Galibi-Marworno, Dissertação de mestrado, capítulos a definir. 5. Cohn, Clarice (2000): “Crescendo como um Xikrin: uma análise da infância e do desenvolvimento infantil entre os Kayapó-Xikrin do Bacajá” In Revista de Antropologia, vol.43, nº 2, p.195-232.

6. Durkheim, Emile (1978): “A educação, sua natureza e função” In Educação e Sociologia, São Paulo: Melhoramentos, Rio de Janeiro: Fundação Nacional de Material Escolar, p.33-56. 7. Geertz, Clifford (1978): “O impacto do conceito de cultura sobre o conceito de homem” In A Interpretação das Culturas, São Paulo: Zahar. 8. GOMES, Ana Maria (2007) “Aprender a Cultura” Conferência In Seminário de Ação Educativa – Cultura e Educação: parceria que faz a história, Belo Horizonte: Mazza Edições, Instituto Cultural Flávio Gutierrez/MAO. 9. Gusmão, Neusa (1997): “Antropologia e educação: origens de um diálogo” In Cadernos Cedes, ano XVIII, nº 43, p.8-25. 10. Leakey, Richard (2000): “Um tipo diferente de humano” In A origem da espécie humana, São Paulo:Rocco. 11. Mead, Margaret (1999): Sexo e Temperamento, São Paulo: Perspectiva, 4a edição, p.19-162. 12. TASSINARI, Antonella , 1999. “Sociedades indígenas: introdução ao tema da diversidade cultural” In: LOPES DA SILVA e GRUPIONI (orgs) A Temática Indígena na Escola: novos subsídios para professores de 1º e 2º graus. Brasília: MEC: MARI: UNESCO. 13. ______________. (2007) “Concepções Indígenas de Infância no Brasil” In Revista Tellus, ano 7, n.13, outubro/2007, Campo Grande: UCDB, p.11-25. 14. _______________. 2001 (a). “Escola indígena: novos horizontes teóricos, novas fronteiras de educação”. LOPES DA SILVA e FERREIRA (orgs.), Antropologia, História e Educação, São Paulo: Global, 1a Edição. 15. _______________. 2001 (b). “Da civilização à tradição: os projetos de escola entre os índios do Uaçá”, in LOPES DA SILVA e FERREIRA (orgs.), Antropologia, História e Educação, São Paulo: Global, 1a Edição. 16. _______________. 2009 (a). A educação escolar indígena no contexto da Antropologia Brasileira. Ilha. Volume 10, número 01, p.217-243. 17. _______________. 2009 (b). “Múltiplas Infâncias: o que a criança indígena pode ensinar para quem já foi à escola ou A Sociedade contra a Escola”. Comunicação apresentada no GT 16 no 33º Encontro Anual da ANPOCS. Disponível em www.anpocs.org.br 18. ________________. 2008. Antropologia, Educação e Diversidade. In CARDOSO, V. (org.) Diálogos Transversais em Antropologia. Florianópolis: UFSC/PPGAS, p.161-176. 19. TASSINARI, OLIVEIRA & GOBBI. 2006. "Aprendendo com a diversidade cultural: uma experiência de intercâmbio" In FREITAS, Marcos Cezar (org.) Desigualdade Social e Diversidade Cultural na Infância e na Juventude, São Paulo: Cortez Editora. 20. TRAMONTE, Cristiana (1996) “A pedagogia das escolas de samba de Florianópolis” In O samba conquista passagem, Florianópolis. 21. Valente, Ana Lúcia - Brasil. Secretaria de Educação Fundamental (1998): Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos: Temas Transversais: Pluralidade Cultural e Orientação Sexual. Brasília: MEC/SEF. 22. Walkerdine, Valerie (1995) “O Raciocínio em Tempos Pós-Modernos” In Educação e Realidade, vol.20, nº 2, p.207-226. 23. Willems, Emílio (1938): “Posição social e educação dos imaturos entre povos naturais” In Revista do Arquivo Municipal, ano V, vol XLIX, S”ao Paulo, p.534. - Schaden, Egon (1945): Educação e magia nas cerimônias de iniciação” In Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, vol III, nº 8, p.271-274.

ANT 7023 - PESSOA E CORPORALIDADE (72 horas/aula) EMENTA: Introdução a uma abordagem antropológica da Pessoa e da corporalidade. A reflexão antropológica clássica sobre as técnicas corporais e sobre a noção de Pessoa, pensadas como construções simbólicas, sociais e históricas e os seus cruzamentos em diferentes campos da antropologia. Os estudos de etnologia ameríndia e a centralidade do idioma corporal. O individualismo moderno e seus desdobramentos quanto às concepções de corpo e Pessoa nas culturas urbanas contemporâneas. Gênero, corporalidade e subjetividade. Tecnologia e novas visões estéticas e midiáticas sobre o corpo e a Pessoa. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. GOLDMAN, Marcio. 1996. "Uma categoria do pensamento antropológico: a noção de Pessoa". Revista de Antropologia. 39 (1): 83- 109. 2. MAUSS, Marcel. 1974. “Uma categoria do espírito humano: a noção de Pessoa, a noção do ‘Eu’” In Sociologia e Antropologia. São Paulo: EPE/EDUSP, pp.207-241. 3. SEEGER, A., DA MATTA, R. e VIVEIROS DE CASTRO, E. 1979. “A construção da Pessoa nas sociedades indígenas brasileiras”. Boletim do Museu Nacional, 32 (maio): 2-19. 4. FOUCAULT, Michel. 1985. História da sexualidade. Rio de Janeiro: Graal, 1985. COMPLEMENTAR 1. AGIER, Michel. 2001. “Distúrbios identitários em tempos de globalização.” Mana 7 (2): 7-33. 2. ARAÚJO, Ricardo Benzaken de & VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. “Romeu e Julieta e a origem do Estado, in VELHO, Gilberto (org.) Arte e sociedade. Ensaios de sociologia da arte. Rio de Janeiro: Zahar, pp.130-169. 3. BUTLER, Judith. 1998. “Fundamentos contingentes: o feminismo e a questão do ‘pós-modernismo’” Pagu 11:11-42. 4. DUARTE, Luiz Fernando Dias. 2003. “Indivíduo e pessoa na experiência da saúde e da doença”. Ciênc. saúde coletiva 8(1): 173-183. 5. DUMONT, Louis. 1966. Homo Hierarchicus: le système de castes et ses implications, Paris: Gallimard, Introduction, pp 13-35. 6. DUMONT, Louis.1985. O individualismo. Uma perspectiva antropológica da ideologia moderna. Rio de Janeiro: Rocco, Introdução, Cap. I: Gênese I. Do indivíduo-fora-do-mundo ao indivíduo-no-mundo; 11-31. 7. ELIAS, Norbert. 1995. Mozart. Sociologia de um gênio. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 8. FOUCAULT, Michel. 1990.Tecnologias del Yo y otros textos affines. Barcelona: Paidós. 9. FOUCAULT, Michel. 1995. “O Sujeito e o poder” in RABINOW, Paul & DREYFUS, Hubert. Michel Foucault, uma trajetória filosófica. São Paulo: Ed. Forense Universitária.

10. GOLDENBERG, Mirian & RAMOS, Marcelo Silva. 2002. “A civilização das formas : o corpo como valor”. In GOLDENBERG, Mirian (org.) O nú e o vestido : dez antropólogos revelam a cultura do corpo carioca. Rio de Janeiro: Record, pp: 19-40. 11. GOLDMAN, Márcio. 1985. “A construção ritual da pessoa: a possessão no Candomblé”. Religião e Sociedade, 12/1: 22-54. 12. GOLDMAN, Márcio. 1994. Razão e diferença: afetividade, racionalidade e relativismo no pensamento de Lévy-Bruhl. Rio de Janeiro: Ed. Grypho. (Cap.5): 247-294. 13. GUIMARAES JR., Mário J. L. 2004. “De pés descalços no ciberespaço: tecnologia e cultura no cotidiano de um grupo social on-line.” Horizontes. 10 (21):123-154. 14. HALL, Stuart. 2000. Quem precisa da identidade? In TADEU DA SILVA, Romaz (org.) Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis: Vozes. 15. HERTZ, Robert. 1980. "A preeminência da mão direita: um estudo sobre as polaridades religiosas”. Revista Religião e Sociedade, 6: 99-128. 16. LIMA, Tânia Stolze. 1996. "O dois e seu múltiplo: reflexões sobre o perspectivismo em uma cosmologia Tupi". Mana 2: 21-47. 17. MAUSS, Marcel. 1974. “As técnicas corporais” in MAUSS, M. Sociologia e Antropologia, São Paulo: EPU vol. II, pp.209-233. 18. MAUSS, Marcel. 1974. “Efeito físico no indivíduo da idéia de morte sugerida pela coletividade” [1926], in MAUSS, M. Sociologia e Antropologia. São Paulo: EPU, vol. II, 185-208. 19. MAUSS, Marcel. 1981. A expressão obrigatória dos sentimentos [1921], in MAUSS, M. Ensaios de Sociologia, São Paulo: Perspectiva, pp 225-235. 20. MOUFFE, Chantal. 1999. Por uma política da identidade nômade, Debate Feminista. Cidadania e feminismo pp: 266-275. São Paulo: Melhoramentos. 21. RABELO, Miriam & ALVES, Paulo Cesar. 2004. “Corpo, Experiência e Cultura”. In LEIBNING, Anette (org.) Tecnologias do corpo: uma antropologia das medicinas no Brasil. Rio de Janeiro: Nau Editora, pp:175-200. 22. SALEM, Tania. 1997. “As novas tecnologias reprodutivas: o estatuto do embrião e a noção de pessoa”. Mana 3(1): 75-94. 23. SIMMEL, Georg, 1979. “A metrópole e a vida mental” in VELHO, Otavio G. O fenômeno urbano. Rio de Janeiro: Zahar. 24. VELHO, Gilberto. 1994. Projeto e metamorfose. Antropologia das sociedades complexas, Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Cap. II. Trajetória individual e campo de possibilidades, 31-48. 25. VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. 1986. Araweté, os deuses canibais. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. «Introdução: 1. Os deuses canibais»; Cap. II: «3. Nota breve sobre a Pessoa»; Cap VI: «1.b: Só os ossos esquecem», 22-32; 117127; 494-526.

ANT 7701 - ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS (72 horas/aula) EMENTA: Relações raciais e racismo no Brasil. Relações interétnicas e Identidades étnicas. Estudos sobre os negros no Brasil.

BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. BANTON, Michel. A idéia de raça. Lisboa: Martins Fontes. 2. SKIDMORE, Thomas E. Preto no branco: raça e nacionalidade no pensamento brasileiro. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 3. NOGUEIRA, Oracy. Tanto preto quanto branco: estudo de relações raciais. São Paulo T. A Queiroz, 1981 4. FRY, Peter. A persistência da Raça: ensaios antropológicos sobre o Brasil e a África Austral. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2005. COMPLEMENTAR 1. DUNN, L. C. e outros. Raça e Ciência II. São Paulo: Perspectiva. 2. SCHWARTZ, Lilia M. O espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no Brasil – 1870-1930. São Paulo: Companhia das Letras. 3. SCHWARCZ, Lilia Moritz, QUEIROZ, Renato da Silva. (orgs). Raça e diversidade. São Paulo: Edusp. 4. SCHWARCZ, Lília Moritz. Retrato em branco e negro: jornais escravos e cidadãos Em São Paulo no final do século XIX. São Paulo. Companhia das Letras. 1987 5. SEYFERTH, Giralda. “A invenção da raça e o poder dos estereotipos”. Anuário Antropológico/ 93, Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. 6. MAIO, M.C., SANTOS, R.V. (orgs.). Raça, ciência e sociedade. Rio de Janeiro: Fiocruz/CCBB. 7. MONTES, Maria Lúcia. “Raça e identidade: entre o espelho, a invenção e a ideologia” In SCHWARCZ, Lilia Moritz, QUEIROZ, Renato da Silva. (orgs). Raça e diversidade. São Paulo: Edusp. 1996. (pp. 47-75) 8. SEVCENKO, Nicolau. “As alegorias da experiência marítima e a construção do europocentrismo”. Idem. (pp. 113-145) 9. QUEIROZ, Renato da Silva. “Tanto preto quanto branco, mas sobretudo pretos”. Idem. (pp. 297-305) 10. REZENDE, C. B.; MAGGIE, Y. (orgs), Raça como retórica: a construção da diferença. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001. 11. GUIMARÃES, Antonio Sergio Alfredo. “Preconceito de cor e racismo no Brasil” In Revista de Antropologia da USP, São Paulo: 2004. (pp.9-43) 12. VENTURA SANTOS, Ricardo e MAIO, Marcos Chor Qual “retrato do Brasil”? Raça, biologia, identidades e política na era da genômica” In Mana. Estudos de Antropologia Social. 10(1) (pp. 61-95). PPGAS/Museu Nacional. Rio de Janeiro. 2004. 13. GOLDMAN, Márcio. “Segmentariedades e movimentos negros nas eleições em Ilhéus” In Mana. Estudos de Antropologia Social. 7(2) (pp. 57-93) PPGAS/Museu Nacional. Rio de Janeiro. 2001.

ANT 7024 - VIOLÊNCIAS E CONFLITOS (72 horas/aula) Ementa: Apresentação geral do campo de estudos das violências e dos Direitos Humanos relacionando-os com as agendas sociais e políticas da contemporaneidade. Sistematização dos fundamentos das abordagens teóricas da “violência” e da sua

construção simbólica. Violência e medo. A violência como moralidade. Teorias do conflito. Formas de socialidade. Configurações do sujeito contemporâneo, Direitos Humanos, Cidadania e Lutas de reconhecimento. Questões éticas e políticas das práticas de intervenção social e do trabalho antropológico, especialmente no campo da segurança pública e da justiça. BIBILIGRAFIA MÍNIMA: 1. CLASTRES, Pierre. 1982. Arqueologia da violência. Ensaio de Antropologia Política. São Paulo: Brasiliense. cap. 11 e 12. 2. DERRIDA, Jaques. 2007. Força de Lei. O 'fundamento místico da autoridade'. São Paulo: Martins Fontes. 3. RIFIOTIS, Theóphilos. 1997. “Nos campos da violência: diferença e positividade”. Antropologia em Primeira Mão.19. 4. RIFIOTIS, Theóphilos. 2008. "Violência e poder: avesso do avesso?" In FREIRE NOBRE, Renarde (org.). O poder no pensamento social: dissonâncias do mesmo tema. Belo Horizonte: Editora UFMG/Capes, pp. 153-173. COMPLEMENTAR: 1. AGAMBEN, Giorgio. 2002. Homo Sacer. O Poder soberano e a vida nua. I. Belo Horizonte: Editora UFMG. (Capitulo 1). 2. AGAMBEN, Giorgio. 2005. Estado de Exceção. São Paulo: Boitempo Editorial. 3. ALMEIDA, Mauro. 2003. “Relativismo Antropológico e Objetividade Etnográfica”. Campos. Revista de Antropologia Social, 3:9-29. 4. ARENDT, Hannah. 1994. Sobre a violência. Rio de Janeiro: Relume-Dulmará. 5. BAUMAN, Zygmunt. 2005. Vidas desperdiçadas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. (Introd., Cap. 1). 6. BENJAMIN, Walter. 1978. “Critique of violence”. In BENJAMIN, W. Reflections. Essays, aphorism, autobiographical, writings. New York, HBJ. 7. BRUCKNER, Pascal. 1997. A Tentação da inocência. Rio de Janeiro: Rocco. (Introdução, Parte 1). 8. D’ANDRADE, Roy. 1995. “Moral Models in Anthropology”. Current Anthropology, 36(3): 399-408. 9. DELUMEAU, Jean. 1989. História do medo no Ocidente (1300-1800). São Paulo: Companhia das Letras. (Introdução e Conclusão). 10. DELUMEAU, Jean. 2003. O Pecado e o medo. A culpabilização no Ocidente (séculos 13-18). Bauri: EDUSC. (cap. 5 "Um homem frágil"). 11. DOUGLAS, Mary. 1976. Pureza e Perigo. São Paulo: Editora Perspectiva. (Introdução, Cap.1, 2, 8 e 9). 12. FRASER, Nancy. 2003. “Social Justice in the Age of Identity Politics: Redistribution, Recognition, and Participation”. IN: FRASER, Nancy.; HONNETH, Axel. Redistribution or recognition? A Political-philosophical Exchange. London, New York: Verso. 13. FRASER, Nancy & HONNETH, Axel. 2003. Redistribution or recognition? A Political-philosophical Exchange. London,New York: Verso. 14. GLUCKMAN, Max. 1954. Rituals of rebellion in South-east Africa. Manchester: Manchester University Press. 15. GLUCKMAN, Max. 1963. Order and Rebellion in Tribal Africa. London: Cohen & West, pp. 110-136.

16. HONNETH, Axel. 2003. Lutas por reconhecimento. A gramática moral dos conflitos sociais. São Paulo: Editora 34. 17. KATZ, Jack. 1988. The Seductions of Crime. New York: Basic Books. (Introdução, Cap. 1 e 2). 18. VARIOS AUTORES. 2007. “La moral”. Terrain Revue d’Ethnologie de l’Europe, 48. 19. LATOUR, Bruno. 1994. Jamais Fomos Modernos: Ensaios de Antropologia Simétrica. Rio de Janeiro: Editora 34. 20. MAFFESOLI, Michel. 1987. Dinâmica da Violência. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, Edições Vértice. (A Constância da violência; Cap.1). 21. MAFFESOLI, Michel. 2004. A parte do diabo. Resumo da subversão pósmoderna. Rio de Janeiro: Record. (cap. 1 e 2). 22. NIETZSCHE, Friedrich. 1971. La Généalogie de la morale. Paris: Gallimard. (Apresentação, Primeira dissertação). 23. NORDSTROM, Carolyn. & ROBBEN, Antonius C.G.M. 1995. Field work under fire. Contemporary studies of violence and survival. Berlkey Los Angeles, London: University of California Press. 24. REGUILLO, Rossana. 2006. "Los miedos: sus laberintos, sus monstruos, sus conjuros. Una lectura socioantropológica". Etnografías contemporáneas, 2. 25. RIFIOTIS, Theóphilos. 1999. “A Mídia, o leitor-modelo e a denúncia da violência policial: o caso Favela Naval (Diadema)”. Revista São Paulo em Perspectiva SEAD, 13(4). 26. RIFIOTIS, Theóphilos. 2001. "Les Médias et les Violences: points de repères sur la ‘réception’". Antropologia em Primeira Mão, 45. 27. RIFIOTIS, Theóphilos. 2006. "Alice do outro lado do espelho: revisitando as matrizes do campo das violências e dos conflitos sociais". Revista de Ciências Sociais. UFC, 37(2). 28. RIFIOTIS, Theóphilos. 2007. Sujeito de direitos e direitos do sujeito. In SILVEIRA, R.M.G. et al. (orgs.) Educação em Direitos Humanos: fundamentos teórico-metodológicos. João Pessoa: Editora Universitária. 29. RIFIOTIS, Theóphilos. 2008. “Judiciarização das relações sociais e estratégias de reconhecimento: repensando a ‘violência conjugal’ e a ‘violência intrafamiliar’”. Revista Katálisys, 11(2). 30. RIFIOTIS, Theóphilos. 2008. “Direitos Humanos e outros direitos: aporias sobre processos de judicialização e institucionalização de movimentos sociais”. In RIFIOTIS, T.; HYRA, T. (orgs.). Educação em Direitos Humanos. Discursos críticos e temas contemporâneos. Florianópolis: Editora da UFSC. 31. RIFIOTIS, Theóphilos. 1998. “O Ciclo vital completado”. In BARROS, M.M.L. (org.) Velhice ou terceira idade? Estudos antropológicos sobre identidade, memória e política. Rio de Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas. 32. TEIXEIRA-PINTO, Márnio. 2006. Sociabilidade, moral e coisas afins: modelos sociológicos. Antropologia em Primeira Mão, 90. 33. VÍCTORA, Ceres, OLIVEN, Ruben; MACIEL, Maria Eunice; ORO, Ari Pedro. 2004. Antropologia e ética. O debate atual no Brasil. Niterói: ABA/EDUFF. 34. WIEVIORKA, Michel. 2005. La Violence. Paris: Hachette. 35. WIEVIORKA, Michel. et alli. 1999. Violence en France. Paris: Seuil. (Introdução e Parte I).

ANT 7050 - Gênero e Sexualidades (72 horas/aula) EMENTA: O propósito da disciplina é refletir sobre as relações entre gênero e sexualidade através de temáticas colocadas por estudos antropológicos, como a reprodução, a conjugalidade, as tecnologias reprodutivas e a transexualidade. O foco recairá na dinâmica das problemáticas trazidas pelos temas, a vinculação destas com determinadas abordagens e conceitos tomados como centrais e suas implicações no debate contemporâneo sobre as políticas pelos direitos sexuais e reprodutivos. BIBLIOGRAFIA MINIMA: 1. MALINOWSKI, Bronislaw. 1983. A vida sexual dos selvagens. Rio de Janeiro: Ed. Francisco Alves, pp. 21-57. 2. STRATHERN, Marilyn. O gênero da dadiva 3. LAQUEUR, Thomas W. Inventando o sexo: corpo e gênero, dos gregos a Freud, Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 2001. 4. MEAD, Margareth. Sexo e temperamento. São Paulo, Perspectiva: 1988 (3ª. ed.)..

Bibliografia complementar 1. ROSALDO, Michelle. “O uso e o abuso da antropologia: reflexões sobre o feminismo e o entendimento intercultural”. Horizontes Antropológicos. Porto Alegre: PPGAS/UFRGS, ano 1, n. 1, 1995, 11-36. 2. VANCE, Carole. “A Antropologia Redescobre a Sexualidade: Um Comentário Teórico". In: Physis, Revista de Saúde Coletiva, Vol.5, n.1, 1995. 3. STRATHERN, Marilyn. “Necessidade de pais e necessidade de mães”. Revista Estudos Feministas. vol. 3, no. 2, 1995. 4. NICHOLSON, Linda. “Interpretando o gênero”. Revista Estudos Feministas. vol.11. n.2, 2000, 9-41. 5. SCOTT, Joan. “Gênero: uma categoria útil de análise histórica”. Educação e Realidade. vol.16. n.2. Porto Alegre, julho a dez/1990, 5-22. 6. FRANCHETTO, Bruna, CAVALCANTI, Maria Laura V. C. & HEILBORN, Maria Luiza. “Antropologia e Feminismo”. In: Perspectivas Antropológicas da Mulher 1. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1980, 11-47. 7. ALMEIDA, Miguel Vale de. “Gênero, masculinidade e poder: Revendo um caso do Sul de Portugal”. In: Anuário Antropológico 95. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1996. 8. STOLKE, Verena. “La mujer es puro cuento”. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, 12(2): 77-105, maio-agosto/2004. 9. FONSECA, Cláudia. Aliados e rivais na família brasileira. O conflito entre consangüíneos e afins em uma vila portoalegrense. In http://www.anpocs.org.br/portal/publicacoes/rbcs_00_04/rbcs04_07.htm 10. MELLO, Luiz. “Aproximando o foco” e “Para além do heterocentrismo na família”. in Novas Famílias: conjugalidade homossexual no Brasil contemporâneo. Rio de Janeiro: Garamond, 2005. 17-50.

ANT 7051 - ANTROPOLOGIA E FEMINISMO (72 horas-aula) EMENTA: Abordagens antropológicas do gênero, a antropologia feminista e o campo dos estudos feministas de modo geral. Genealogia e trajetória dos estudos antropológicos de gênero e da antropologia feminista, abordando o gênero não apenas como um objeto da investigação antropológica, mas como um paradigma importante na análise cultural. Abordagem das teorias feministas e suas contribuições para a teoria antropológica. Leitura e discussão de etnografias que abordam questões de gênero e sexualidade e de etnografias feministas. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. BUTLER, Judith. 2003. Problemas de Gênero. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2. NICHOLSON, Linda. 2009. “Interpretando o gênero”. Revista Estudos Feministas. vol.11. n.2, 2000, 9-41. 3. ROSALDO, Michelle. “O uso e o abuso da antropologia: reflexões sobre o feminismo e o entendimento intercultural”. Horizontes Antropológicos. Porto Alegre: PPGAS/UFRGS, ano 1, n. 1, 1995, 11-36. 4. SCOTT, Joan. “Gênero: uma categoria útil de análise histórica”. Educação e Realidade, vol.16. n.2. Porto Alegre, julho a dez/1990, 5-22. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ANZALDÚA, Gloria. "La consciencia de la mestiza/ Rumo a uma nova conciência”. in Revista Estudos Feministas, vol. 13, n. 3, 2005, p. 704-719. 2. BUTLER, Judith. “Fundamentos Contingentes: o feminismo e a questão do ‘pós-modernismo’.” Cadernos Pagu (11), 1998, pp. 11-42. 3. BUTLER, Judith. “Sujeitos de sexo/gênero/desejo”. In: Problemas de Gênero. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. pp. 17-60. 4. MOORE, Henrietta. Fantasias de poder e fantasias de identidade: gênero, raça e violência. Cadernos Pagu, (14), 2000, 13-44. 5. NICHOLSON, Linda. “Interpretando o gênero”. Revista Estudos Feministas, vol.11. n.2, 2000, 9-41. 6. PERLONGHER, Néstor. 1987. O negócio do michê: prostituição viril em São Paulo. São Paulo, Brasiliense. 7. ROHDEN, Fabíola. Uma ciência da diferença. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2001. 8. RUBIN, Gayle. “A Circulação de Mulheres”. (El trafico de mujeres: notas sobre la economia politica del sexo. Nueva Antropología, vol. VIII, n.30, México, 1986, 95-145. 9. STOLKE, Verena. “La mujer es puro cuento”. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, 12(2): 77-105, maio-agosto/2004. 10. STRATHERN, Marilyn. “Entre uma melanesianista e uma feminista”. In Cadernos Pagu (8/9) 1997. pp.7-49. 11. VALE DE ALMEIDA, Miguel. Senhores de si: uma interpretação antropológica da masculinidade. Lisboa: Fim de Século, 1995.

ANT 7052 - ANTROPOLOGIA DA PESSOA E TEORIAS DO SUJEITO (72 horas-aula) EMENTA: Os diferentes paradigmas e abordagens da temática do sujeito no mundo contemporâneo. A reflexão antropológica sobre as categorias de Pessoa e Indivíduo, pensados como construções simbólicas, sociais e históricas. As diferentes teorias do sujeito e da subjetividade e a contribuição de outros campos do conhecimento. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. MAUSS, Marcel. 1974. Uma categoria do espírito humano: a noção de Pessoa, a noção do ‘Eu’. In: Sociologia e Antropologia. São Paulo, EPE/EDUSP, vol.1, 207-241. 2. DUMONT, Louis. . “Introdução”, “Cap. I: “Gênese I. Do indivíduo-fora-domundo ao indivíduo-no-mundo” In: O individualismo. Uma perspectiva antropológica da ideologia moderna. Rio, Rocco, 1985a; pp. 11-31. 3. HALL, Stuart. “Quem precisa da identidade?” In: TADEU DA SILVA, Tomaz (org.) Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis, Vozes, 2000. 4. FOUCAULT, Michel. “O Sujeito e o poder” in RABINOW, Paul & DREYFUS, Hubert. Michel Foucault, uma trajetória filosófica, São Paulo, Ed. Forense Universitária, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BHABHA, Homi K. O local da cultura, Cap II. Interrogando a identidade, Belo Horizonte, Ed. UFMG, 1998, pp. 70-104. 2. BUTLER, Judith. “Fundamentos contingentes: o feminismo e a questão do ‘pósmodernismo’, Pagu, 11, 1998, 11-42. 3. DURKHEIM, Emile. Os indivíduos e os intelectuais. 4. ELIAS, Norbert. Mozart. Sociologia de um gênio. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1995. 5. FINK, Bruce. O sujeito lacaniano. Entre a linguagem e o gozo, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1998, Parte 2: O sujeito lacaniano, pp.55-104. 6. FIGUEIRA, Sérvulo A. Introdução: psicologismo, psicanálise e ciências sociais in FIGUEIRA, S.A. (org.) A cultura da psicanálise. Sao Paulo, Brasiliense, 1985, pp.7-13. 7. ORTNER, Sherry, “Geertz, subjetividad y conciencia posmoderna”, en Etnografías contemporáneas 1, 2005,: 25- 47. 8. MAUSS, Marcel. A expressão obrigatória dos sentimentos [1921], in MAUSS, Marcel. Ensaios de Sociologia, São Paulo, Perspectiva, 1981, 225-235. 9. HERTZ, Robert. “A proeminência da mão direita” Religião e Sociedade. 10. SIMMEL, Georg. A metrópole e a vida mental, in Velho, Otavio G. O fenômeno urbano, Rio Zahar, 1979.

ANT 7053 - ANTROPOLOGIA DA RELIGIÃO (72 horas-aula)

EMENTA: Introdução e fundamentação de uma perspectiva antropológica para os estudos sobre religião, religiões e religiosidades. Abordagem da trajetória dos estudos antropológicos de religião, teorias, etnografia e conceitos, através da leitura e discussão de estudos clássicos e contemporâneos do campo de estudos. Religião, cultura e sociedade. Desdobramentos temáticos e articulações entre religião e outros temas contemporâneos. BIBLIOGRAFIA MINIMA: 1. DURKHEIM Émile. As formas elementares de vida religiosa. São Paulo, Paulinas, 1989 (1912). 2. EVANS-PRITCHARD, E. E. Bruxaria, oráculos e magia entre os Azande, Rio: Jorge Zahar Ed., 2004. 3. GEERTZ, Clifford. A religião como sistema cultural. A interpretação das culturas. RJ: LTC, 1989, 45-66. 4. MAUSS, Marcel. Esboço de uma teoria geral da magia. In: Sociologia e antropologia. São Paulo: EDUSP, 1974. 5. TURNER, Victor W. O processo ritual. Petrópolis: Vozes, 1974. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BASTIDE, Roger. As Religiões Africanas no Brasil. São Paulo: Pioneira, 1971. 2. BIRMAN, Patrícia (org.). Religião e espaço público. Brasília: Cnpq/Pronex/Attar Editorial. 3. BOURDIEU, Pierre. Economia das Trocas Simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 2007. 4. CALÁVIA Saez, Oscar. 1996. Fantasmas Falados: mitos e mortos no campo religioso brasileiro. Campinas: Unicamp (passagens). 5. CAVALCANTI, Maria L.V.C. O mundo invisível. Cosmologia, sistema ritual e noçao de pessoa no espiritismo. Rio: Zahar, 1983. 6. DOUGLAS, Mary. Pureza e Perigo. São Paulo: Perspectiva, 1976. 7. DURKHEIM, Emile e Marcel Mauss. Algumas formas primitivas de classificação. Contribuição para o estudo das representações coletivas [1903] In: MAUSS, Marcel, Ensaios de Sociologia, São Paulo: Perspectiva, 1981. 8. EVANS-PRITCHARD, E E. Antropologia Social da Religião. Rio: Editora Campus, 1978. 9. FRAZER, J. O Ramo de Ouro. Rio: Guanabara, 1991. 10. GEERTZ Clifford. Nova luz sobre a antropologia, Rio: Zahar, 2001. 11. GEERTZ, Clifford. A Interpretação das Culturas Rio:. Zahar, 1978. 12. LÉVI-STRAUSS, Claude. O totemismo hoje. Lisboa: Edições 70, 1986. 13. LEVI-STRAUSS, C. Antropologia Estrutural. Rio: Tempo Brasileiro. 1985. 14. LEWIS Ioan, Êxtase religioso. Um estudo antropológico da possessão por espírito e do xamanismo. São Paulo: Perspectiva, 1971. 15. MALINOWSKI, Bronislaw. Magia, ciência e religião. Lisboa: Edições 70. 1984 (1948). 16. MAUSS, Marcel. A prece. In: Cardoso de Oliveira, Roberto. Mauss. São Paulo: Ática, 1979. 17. MONTERO, Paula. Da Doença à Desordem: a magia na Umbanda. Rio: Graal, 1985.

18. Montero, Paula. “Religião e dilemas da sociedade brasileira.” In O que ler na ciência social brasileira (1970-1995). Antropologia (volume I), pp. 327-367, São Paulo: Editora Sumaré, 1999. pp. 327-366 19. SEGATO, Rita L. Santos e Daimones, Brasília: Editora da UnB, 1995. 20. SILVA, Vagner. 2000. O amtropólogo e sua magia. São Paulo: EdUSP. 21. TURNER, Victor W. Floresta de Símbolos. Aspectos do Ritual Ndembu. Niterói: EDUFF, 2005. 22. VELHO, Otávio. Besta-Fera: recriação do mundo. Rio: Relume-Dumará, 1995. 23. VELHO, Otávio. “O que a religião pode fazer pelas ciências sociais?”; “Globalização: antropologia e religião”; “”Antropologia da religião em tempos de globalização”. In Mais realistas que o rei: Ocidentalismo, religião e modernidades alternativas, 2007. pp. 247-300. 24. WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Pioneira, 1989.

ANT 7054 - ANTROPOLOGIA DA CIÊNCIA E DA TECNOLOGIA (72 horas-aula) EMENTA: A construção social da ciência e da tecnologia. As epistemes modernas e o discurso científico. Ciência e poder. Razão e racionalidade. Natureza e cultura; humano, pós-humano, não-humano. BIBLIOGRAFIA MINIMA: 1. BOURDIEU, P. Os usos sociais da ciência: Por uma sociologia clínica do campo científico. São Paulo: UNESP, 2004. 2. HARAWAY, D. Antropologia do ciborgue: As vertigens do pós-humano. Belo Horizonte: Autêntica, 2000. 3. LATOUR, Bruno & Woogar, S. A vida de laboratório: A produção dos fatos científicos. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1997. 4. RABINOW, P. Antropologia da Razão. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. FOUCAULT, Michel. As palavras e as coisas, São Paulo: Martins Fontes, 2002. 2. FOUCAULT, Michel,. O nascimento da clínica. 3. KELLER, Evelin Fox. Qual foi o impacto do feminismo na ciência? Cadernos Pagu (27), julho-dezembro de 2006: pp.13-34. 4. LAQUEUR, Thomas. Inventando o sexo. corpo e gênero, dos gregos a Freud. de Janeiro: Relume-Dumará, 2001. 5. LATOUR, B. Jamais fomos modernos. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1994. 6. LEVI-STRAUSS, C. O Pensamento Selvagem. 7. SAHLINS, M. Cultura e razão prática. Rio de Janeiro: Zahar, 2003. 8. SANTOS, Boaventura de Souza.. (org.) Conhecimento prudente para uma vida decente.São Paulo: Cortez, 2004. 9. VIVEIROS DE CASTRO, E.B. A inconstância da alma selvagem. São Paulo: Cosac & Naify, 2002.

ANT 7058 – ANTROPOLOGIA E LINGUAGEM (72 horas/aula) Ementa: Introdução a teorias do signo e da linguagem. Comunicação e cultura. Texto, contexto e discurso. Referência, sentido e polissemia. Oralidade e escrita. Narrativa e poética. Signos e linguagens não-verbais. Tradução cultural. Bibliografia Mínima 1. LÉVI-STRAUSS, C. 1985. Antropologia Estrutural. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. 2. PEIRCE, Charles Sanders. 2005. Semiótica. São Paulo: Perspectiva. 3. SAPIR, Edward. A linguagem: introdução ao estudo da fala. São Paulo: Perspectiva, 1980. 4. SAUSSURE, Ferdinand de. 1975. Curso de Linguistica geral. 7.ed. - São Paulo: Cultrix, Bibliografia Complementar 1. AMADO, Janaina. 1995. “O grande mentiroso: Tradição, veracidade e imaginação em história oral.” História 14:125-136. 2. BAKHTIN, Mikhail [VOLOSINOV]. 2006. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: HUCITEC. 3. BENVENISTE, Émile. 198?. O homem na linguagem. Lisboa: Vega. 4. BOAS, Franz. 2004. “Os pressupostos básicos da antropologia de Boas”. In: Stocking, G. W. (org.), Franz Boas: A formação da antropologia americana 1883 - 1911. Rio de Janeiro: Contraponto e editora UFRJ. 5. CRAPANZANO, Vincent. 1991. “Diálogo.” Anuário Antropológico, Brasília: TB, 59-80. 6. CULLER, Jonathan. 1979. As idéias de Saussure. São Paulo: Cultrix [seleções]. 7. DEUTSCHER, Guy. 2010. “Does Your Language Shape How You Think?” New York Times Magazine 23/8: 1-9. [Versão traduzida: “Sua língua dá forma ao que você pensa?”, traduzida por Ana Paula Cichowicz.] 8. FIORIN, José Luis. “Bakhtin e a concepção dialógica da linguagem.” In: Junior, Benjamin Abdala (org.), Margens da cultura: mestiçagem, hibridismo & outras culturas. São Paulo: Boitempo: 37-66.] 9. GEERTZ, Clifford. “A transição para a humanidade.” In: Tax, Sol (org.), Panorama da antropologia. Rio de Janeiro: Fundo da Cultura, 31-43. 10. GOFFMAN, Erving. 1998. “A situação negligenciada.” In: Branca T. Ribeiro e Pedro M. Garcez (orgs.), Sociolingüística Interacional. Porto Alegre: AGE JAKOBSON, Roman. 2010 [1967]. Lingüística e comunicação. São Paulo: Editora Cultrix. 11. GOFFMAN, Erving. 1998. “A situação negligenciada.” In: Branca T. Ribeiro e Pedro M Garcez (orgs.), Sociolingüística Interacional. Porto Alegre: AGE. 12. HANKS, William F. 2008. Língua como prática social. São Paulo: Cortez.

13. HYMES, Dell. 1967. “A antropologia da comunicação”. In: Frank E. Dance (org.)Teoria da Comunicação Humana. São Paulo: Editora Cultrix: 9-56. 14. LANGDON, Esther Jean. 1999. “A fixação da narrativa: do mito para a poética de literatura oral.” Horizontes Antropológicos 5(12):13-36. 15. MALINOWSKI, Bronislaw. 1976. Argonautas do pacifico ocidental. São Paulo: Abril Cultural. 16. MALUF, Sonia. 2005. “Mitos coletivos, narrativas pessoais: cura ritual, trabalho terapêutico e emergência do sujeito nas culturas da ‘nova era’” Mana 11(2): 499-528. 17. RODRIGUES, José Carlos. 2003. ‘Homens. Homem?’ Antropologia e comunicação: princípios radicais. São Paulo: Edições Loyola, 11-50. 18. SANTOS, Ana Flávia Moreira. “Peirce e O Beijo no Asfalto”. In: Mariza Peirano (org.), O dito e o feito: Ensaios de antropologia dos rituais. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 43-57. 19. SEGRE, Cesare. “Discurso”. In: Enciclopédia Einaudi 17: LiteraturaTexto. Lisboa: Imprensa Nacional, 11-40. 20. TURNER, Victor. 2008. “A palavra dos Dogon.” In: Dramas, Campos e Metáforas. Niterói: EdUFF, 145-154. 21. VOLLI, Ugo. 2007. Manual de semiótica. São Paulo: Edições Loyola.

ANT 7059 - MITO, RITO E COSMOLOGIA (72 horas-aula) EMENTA: Antropologia simbólica. Estudos de mito e rito e sua relação com a cosmologia. Pensamento antropológico sobre religião e o papel do rito. Xamanismo, rito e mito. Comprender a relação entre rito, cosmologia, e mito. BIBLIOGRAFIA MINIMA: 1. MALINOWSKI, B. "Mito em Psicologia Primitiva". In: Magia, Ciência e Religião. 2. LEVI-STRAUSS, Claude. 1973. "O Estudo Estrutural dos Mitos". In: Antropologia Estrutural. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro. 3. DAMATTA, Roberto. 1970. "Mito e Anti-Mito entre os Timbira". In: Mito e Linguagem Social. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro. pp. 77-106. 4. MELATTI, Julio Cezar. 1970. "Mito e o Xamã" In: Mito e Linguagem Social. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro. pp. 77-106. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CAVALCANTI, M. L. V. C. Os sentidos no espetáculo. Revista de Antropologia, v. 45, n. 1, p. 37-78, 2002. 2. HOUSEMAN, M. O Vermelho e o Negro: Um Experimento Para Pensar o Ritual . Mana, v. 9, n. 2, p. 79-107, 2003. 3. LEACH, E. Nascimento virgem. In: R. Da Matta (Ed.); Edmund Leach: Antropologia. p.116-138,. São Paulo: Ática 1983. 4. LEACH, E. O gênesis enquanto um mito. In: R. Da Matta (Ed.); Edmund Leach: Antropologia. p.57-69,. São Paulo: Ática 1983.

5. LE GOFF, J. O ritual simbólico de vassalagem. In: Para Um Novo Conceito de Idade Média: tempo, trabalho e cultura no ocidente. p.325386,. Lisboa: Estampa 1980. 6. LÉVI-STRAUSS, C. A Gesta de Asdiwal. In: C. Lévi-Strauss (Ed.); Antropologia estrutural dois. p.152-205,. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro 1976. 7. MAUSS, M. A expressão obrigatória de sentimentos e liberdade (1921). In: R. C. de Oliveira (Ed.), I. Toscano (Trans.); Mauss:antropologia. v. 11, p.147-153,. São Paulo: Ática 1979. 8. MAUSS, M. and HUBERT, H. Ensaio sobre a natureza ea função do sacrifício. Ensaios de sociologia, p. 142-227,. Perspectiva São Paulo 1899. 9. PEIRANO, M. Rituais ontem e hoje. Rio de Janeiro: Zahar, 2003. 10. TURNER, V. Floresta de símbolos - aspectos do ritual Ndembu. Niterói: Editora da Universidade federal Fluminense, 2005. 11. TURNER, V. W. O Processo Ritual: estrutura e anti-estrutura. Petrópolis: Vozes, 1974. 12. VAN GENNEP, A. Os Ritos de Passagem. Petrópolis: Vozes, 1978. ANT 7067 - DO RITO À PERFORMANCE (72 horas/aula) EMENTA: Noção de performance e seu desenvolvimento nas ciências humanas. Performances sagrados (ritos) e lúdicos. Liminal e liminoid na sociedade complexa. Manifestações étnicas e politicas. Teatro popular, jogos, espectáculos, e festas. Estudos de casos. BIBLIOGRAFIA MINIMA: 1. DA MATTA, Roberto 1973. "O Carnaval como um Rito de Passagem" Ensaios de Antropologia Estrutural. Petrópolis, Editora Vozes. 2. LUCAS, M. E. (org) 2005. Número sobre Performance. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, ano 11, n. 24, jul./dez. 2005. 3. LANGDON, E. Jean 1996 Performance e Preocupações Pós-Modernas em Antropologia. In Performáticos, performance e Sociedade (João Grabriel L.C. Teixeira org). Brasília, Editora Universidade de Brasília. Pp. 23-29. 4. PEIRANO, Mariza G.S. org. 2002. O Dito e o Feito: Ensaio de Antropologia dos Rituais. Editora Relume Dumará

ANT 7063 - ANTROPOLOGIA SIMBÓLICA (72 horas/aula) Ementa: O campo da antropologia simbólica preocupa com o papel do símbolo na vida humana, particularmente na sua expressão em rito, mito, e religião. A disciplina visa fornecer uma base para entender as preocupações principais da antropologia simbólica com ênfase na linha caracterizada como "antropologia interpretativa”. Além de examinar as teorias mais representativas, explora alguns desdobramentos atuais que vão além de uma perspectiva normativa para dar conta da complexidade da vida social. BIBLIOGRAFIA MINIMA: 1. GEERTZ, Clifford 1978. A Interpretação das Culturas. Rio, Zahar.

2. TURNER, Victor 1974 O Processo Ritual. Petrópolis, Vozes. 3. LEVI_STRAUSS, C. 1975 Antropologia Estrutural I. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro. 4. SEGALEN, Martine. 2002. Ritos e Rituais Contemporâneos. Rio de Janeiro, Editora FGV. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BAUMAN, R. E C. BRIGGS. 2008. Poética e Performance como perspectivas críticas sobre a linguagem e a vida social. Ilha 8(1). 2. LEACH, Edmund. Cultura e Comunicação. 3. LÉVI-STRAUSS, Claude. Mito e significado. 4. SPERBER, Dan. 1974. O Simbolismo em Geral. São Paulo: Editora Cultrix. 5. TURNER, Victor. Floresta de símbolos. 6. SAHLINS, Marshall. 2003. Cultura e razão prática. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 7. LANGDON, Jean. 2008. Performance e sua Diversidade como Paradigma Analítico. Ilha. 8. SEGALEN, Martine. 2002. Ritos e Rituais Contemporâneos. Rio de Janeiro, Editora FG 9. WAGNER, Roy. 2010. A Invenção da Cultura. São Paulo: CosacNaify.

ANT 7060 – Representação e Imagem (72 horas-aula) Ementa:

Introdução a perspectivas antropológicas, culturais e filosóficas sobre a representação. Imagens e outras formas de representação para além da linguagem verbal: teatro; cinema; objetos; fotografia; coleções; arte.

Bibliografia mínima:

GEERTZ, Clifford. Negara: o Estado teatro no século XIX. Lisboa: Difel. 1991. GOFFMAN, Erving. A representação do eu na vida cotidiana. Petropolis: Vozes, 1975. GONÇALVES, José Reginaldo. Antropologia dos Objetos: Coleções, Museus e patrimônios. Rio de Janeiro: Coleção Museu, Memória e Cidadania/ Garamond, 2007. SAMAIN, Etienne (org.). O Fotográfico. 2. ed São Paulo: Hucitec, 2005. SHOHAT, Ella; STAM, Robert . Crítica da imagem eurocêntrica: multiculturalismo e representação. São Paulo (SP): Cosacnaify, 2006.

Bibliografia complementar:

ACHUTTI, Luiz Eduardo Robinson. 2004. Fotoetnografia da Biblioteca Jardim. Porto Alegre: UFRGS. AUMONT, Jacques. 1993. A imagem. São Paulo: Papirus. BERGER, John. Modos de ver. Lisboa: Edições 70, 1987. CLIFFORD, James. 1998. A experiencia etnografica: antropologia e literatura no seculo XX. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, CORSEUIL, Anelise Reich; CAUGHIE, John. Estudos culturais: palco, tela e página. DURAND, G. 1993. A Imaginação Simbólica. Lisboa: Edições 70. DURAND, G. 1999. O Imaginário. Lisboa: Edições 70. DURKHEIM, Emile. As formas elementares da vida religiosa. São Paulo: Paulus, 2008. FOUCAULT, M. 2000. As palavras e as coisas. São Paulo : Martins Fontes. GONÇALVES, Marco Antônio e HEAD, Scott. 2009. Devires imagéticos: a etnografia, o outro e suas imagens. Rio de Janeiro (RJ): FAPERJ/7Letras, 2009. GONÇALVES, Marco Antonio. 2010. Traduzir o outro: etnografia e semelhança. Rio de Janeiro (RJ): 7Letras. MARTINS, José de S. et alii (orgs). O imaginário e o poético nas Ciências Sociais. Bauru: Edusc, 2005. MEDEIROS, Margarita. Fotografia e verdade: uma história de fantasmas. Lisboa: Assírio e Alvim, 2010. MONTEIRO, Paulo Felipe. Drama e Comunicação. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2010. MÜLLER, Marcos José. Merleau-Ponty: acerca da expressão. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2001. PORTO, Nuno. Angola a Preto e Branco: Fotografia e ciência no Museu do Dundo, 1940-1970. Coimbra: Univ. de Coimbra, 1999. RORTY, Richard. A filosofia e o espelho da natureza. Lisboa: Dom Quixote, 1988. ROCHA, A.L.C. 1995. “Antropologia das formas sensíveis; entre o visível e o invisível, a floração de símbolos”. Horizontes Antropológicos, Antropologia Visual 1 (2).

ANT 7066 - ANTROPOLOGIA DA SAÚDE (72 horas/aula) EMENTA: Panorama do campo da Antropologia da Saúde, destacando as suas diversas atividades e pesquisas sobre a relação entre saúde, sociedade, e cultura de uma perspectiva antropológica. Doença como processo sócio-cultural. Relação saúde e cultura. Representações do corpo, etnomedicina, práticas de cura, itinerário terapêutico, eficacia ritual, cura, etc. A relação entre sistemas religiosos, cosmológicos e a saúde, incluindo sistemas xamânicos, religiões afro-brasileiras e medicina popular BIBLIOGRAFIA MINIMA: 1. ALVES, Paulo Cesar e Maria Cecília de Souza Minayo (orgs). 1994. Saúde e Doença: Um Olhar Antropológico. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz. 2. ALVES, Paulo Cesar e Miriam Cristina Rabelo (orgs). 1998. Antropologia da Saúde: Traçando Identidade e Explorando Fronteiras. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz. 3. DUARTE, Luiz Fernando Dias e Ondina Fachel Leal (orgs). 1998. Doença, Sofrimento, Perturbação: perspectivas etnográficas. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz. 4. MENENDEZ, Eduardo 2009. Sujeitos, Saberes e Estruturas: uma introdução ao enfoque relacional no estudo da saúde coletiva. São Paulo: HUCITEC. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. Cadernos de Saúde Pública. 1993. Número Temático: Abordagens Antropológicas em Saúde. 9(3). 2. Douglas, Mary 1976. Pureza e Perigo. São Paulo, Editora Perspectiva. 3. Langdon, E. Jean 2003. Doença como Experiencia. In Annais do Seminário Cultura, Saúde e Doença. (Leila Sollberger Jeolás e Marlene de Oliveira, orga.). Londrina, Ministério da Saúde; Universidade Estadual de Londrina, e Secretaria Municipal de Ação Social/Prefeitura Municipal de Londrina.pp. 91-107. 4. Lévi-Strauss. Claude. "A eficácia simbólica" In Antropologia Strutural I. 5. Greenfield, Sidney M. 1999. Cirugias do Além: Pesquisas Antropológicas sobre curas espritituais. Petropolis, Editora Vozes. 6. Evans-Pritchard, Magia, Bruxaria, e Oráculos entre os Azande Bruxaria explica infortúnios 7. Rabelo, Míriam Cristina M., Paulo César B. Alves, I Iara Maria A. Souza orgs 1999. Experiência de Doença e Narrativa. Rio, Editora Fiocruz. 8. Silveira, Maria Lucia da 2000. O Nervo Cala, O Nervo Fala: a linguagem da doença. Rio, Editora Fio Cruz. 9. Montero, Paula l985, Da Doença à Desordem. A Magia na Umbanda. Rio de Janeiro, Graal.

ANT 7065 - Introdução à Antropologia Econômica (72 horas-aulas) Ementa: Surgimento, desenvolvimento e crítica à chamada antropologia econômica, compreendida como sub-área da Antropologia. As diferentes correntes: formalista, substantivista, marxista e culturalista, e principais autores e debates entre as teorias da antropologia econômica. Bibliografia mínima 1. Appadurai, Arjun (org.). 2008. A Vida Social das Coisas: as mercadorias sob uma perspectiva cultural. Rio de Janeiro: EdUFF. 2. Carvalho, E. de A. (org.). 1978. Antropologia Econômica. São Paulo. Livraria Ciências Humanas. 3. Mauss, Marcel. 2009 [1923]. “Ensaio sobre a dádiva. Forma e razão da troca nas sociedades arcaicas”. In: Sociologia e Antropologia. São Paulo: Cosac&Naify. 4. Polanyi, Karl. 2000[1944]. A Grande Transformação. Rio de Janeiro: Editora Campus. Bibliografia complementar 1. Appadurai, Arjun (org. ). 2010[1986]. A Vida Social das Coisas: as mercadorias sob uma perspectiva cultural. Rio de Janeiro: Editora UFF. 2. Bourdieu, Pierre. 1979. O Desencantamento do Mundo: estruturas econômicas e estruturas temporais. São Paulo: Perspectiva (Coleção elos: 19) 3. Bourdieu, Pierre. 1996. “Marginalia. Algumas notas adicionais sobre o dom”. In: Mana 2(2):07-19. 4. Bourdieu, Pierre. 2000. Estruturas Sociais da Economia. Lisboa: Instituto Piaget. 5. Carvalho, E. de A. (org.). 1973. Godelier. Coleção Grandes Cientistas Sociais. São Paulo: Editora Ática 6. Clastres, Pierre. 2004[1976]. Arqueologia da Violência. São Paulo: Cosac&Naify 7. Demonio, Lucien. 1976. Antropologia econômica: correntes e problemas. Lisboa: Edições 70 (Col. Perspectivas do homem). 8. Douglas, Mary & Isherwood, Baron – 2004[1976]. O Mundo dos Bens: para uma antropologia do consumo. Rio de Janeiro: Editora UFRJ. 9. Dumont, Louis. 2000. Homo Aequalis: gênese e plenitude da ideologia econômica. EDUSC. 10. Firth, Raymond (org.). 1974[1967]. Temas de Antropología Económica. México: Fondo de Cultura Econômica. 11. Godelier, Maurice. (org.) Antropología y Economía. Barcelona: Editorial Anagrama. 12. Herskovits, Melville. 1954. Antropologia Economica: estudio de economía comparada. Mexico: Fondo de Cultura Económica. 13. Herskovits, Melville. 1963[1948]. “A economia e a satisfação das necessidades”. In: Antropologia Cultural: man and his works. Vol. II. São Paulo: Editora Mestre Jou. pp. 49-75.

14. Hugh-Jones, Stephen & Humphrey, Caroline (orgs.).1998. Trueque, Intercambio y Valor: aproximaciones antropológicas. Ecuador: Ediciones Abya-Yala. 15. Lévi-Strauss, Claude. 2009. “Introdução à obra de Marcel Mauss”. In: Mauss, M.: Sociologia e Antropologia. São Paulo: Cosac&Naify. 16. Malinowski, Bronislaw. 1976[1922]. Argonautas do Pacífico Ocidental. São Paulo: Abril. 17. Marx, Karl. 1985[1867]. O Capital: Crítica da Economia Política Vol. I. São Paulo: Nova Cultural. 18. Pouillon, François (org.). 1978. Antropologia econômica (correntes e problemas). Lisboa: Perspectiva do Homem/Edições 70. 19. Sahlins, Marshall. 2007[1972]. Cultura e Razão Prática. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 20. Sahlins, Marshall. 2007[2000]. Cultura na Prática. Rio de Janeiro: Editora UFRJ.: 21. Strathern, Marilyn. 2006. O Gênero da Dádiva: problemas com as mulheres e problemas com a sociedade na Melanésia. Campinas: Editora Unicamp.

ANT 7062 - Antropologia dos Objetos (72 horas/aula) Objetos materiais na história da antropologia social e cultural. Interpretações antropológicas sobre os objetos materiais. Transformações e reclassificações. Desafios na pesquisa de coleções e arquivos etnográficos. Antropologia e Consumo, cultura material e pessoas. BIBILOGRAFIA MÍNIMA: DESCOLA, Philippe. “Genealogia de objetos e antropologia da objetivação”. Horizontes Antropológicos. [online]. 2002, vol.8, n.18 GONÇALVES, José Reginaldo Santos. Antropologia dos Objetos: coleções, museus e patrimônios. Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais, BIB, São Paulo, n. 60, 2.º semestre de 2005. LATOUR, Bruno. 1994. Jamais fomos modernos: ensaio de Antropologia simétrica. Rio de Janeiro: Ed.34. MILLER, Daniel. Consumo como cultura material. Horiz. antropol. [online]. 2007, vol.13, n.28, pp. 33-63 . SILVEIRA, Flávio Leonel Abreu da; LIMA FILHO, Manuel Ferreira. Por uma antropologia do objeto documental: entre "a alma nas coisas" e a coisificação do objeto. Horiz. antropol., Porto Alegre, v. 11, n. 23, 2005. VELTHEM, Lucia H. van. 2003. O belo é a fera: a estética da produção e da predação entre os Wayana. Lisboa: Mus. Nac. de Etnologia/Assírio e Alvim. APPADURAI,. Arjun (Org.). A vida social das coisas. As mercadorias sob uma

perspectiva cultural. Niterói, RJ: EDUFF, 2008.

TÓPICOS ESPECIAIS ANT 7027 - TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA I (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia.

ANT 7028 - TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA II (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia.

ANT 7029 - TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA III (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia.

ANT 7030 - TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA IV (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia.

ANT 7031 - TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA V (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia.

ANT 7032 - TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA VI (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia.

ANT 7033 - TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA VII (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia.

ANT 7034 - TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA VIII (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia.

ANT 7035 - TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA IX (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia.

ANT 7036 - TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA X (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia.

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