MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

ADMISSÃO E SELEÇÃO
IE/EA EAOT 2011

INSTRUÇÕES ESPECÍFICAS PARA O EXAME DE ADMISSÃO AO ESTÁGIO DE ADAPTAÇÃO DE OFICIAIS TEMPORÁRIOS DA AERONÁUTICA DO ANO DE 2011

2010

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA
DEPARTAMENTO DE ENSINO DA AERONÁUTICA

ADMISSÃO E SELEÇÃO
IE/EA EAOT 2011

INSTRUÇÕES ESPECÍFICAS PARA O EXAME DE ADMISSÃO AO ESTÁGIO DE ADAPTAÇÃO DE OFICIAIS TEMPORÁRIOS DA AERONÁUTICA DO ANO DE 2011

2010

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE ENSINO DA AERONÁUTICA

PORTARIA DEPENS Nº 106-T/DE-2, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2011.

Altera dispositivos nas Instruções Específicas para o Exame de Admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica do ano de 2011 (IE/EA EAOT 2011), aprovadas pela Portaria DEPENS nº 276-T/DE-2, de 9 de agosto de 2010.

O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE ENSINO DA AERONÁUTICA, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 2º das Instruções Gerais para os Exames de Admissão e de Seleção gerenciados pelo Departamento de Ensino da Aeronáutica, aprovadas pela Portaria DEPENS nº 345/DE-2, de 30 de novembro de 2009, e considerando a necessidade de recursos humanos por parte da Administração e objetivando a aplicação do princípio da economicidade, conforme Mensagem Direta nº 10/1EM/5013, de 17 de fevereiro de 2011, resolve:

Art. 1º Acrescentar as vagas abaixo discriminadas ao número estabelecido no item 2.3.4 das Instruções Específicas para o Exame de Admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica do ano de 2011 (IE/EA EAOT 2011), aprovadas pela Portaria DEPENS nº 276-T/DE-2, de 9 de agosto de 2010: ESPECIALIDADE ASS – SERVIÇO SOCIAL (02 VAGAS) NUT – NUTRIÇÃO (02 VAGAS) PED – PEDAGOGIA (03 VAGAS) SJU – SERVIÇOS JURÍDICOS (04 VAGAS) TOTAL Art. 2º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação. COMAR IV VI IV IV VI IV VI LOCALIDADE SÃO PAULO / GUARULHOS BRASÍLIA SÃO PAULO / GUARULHOS SÃO PAULO / GUARULHOS BRASÍLIA SÃO PAULO / GUARULHOS BRASÍLIA VAGAS 01 01 02 01 02 01 03 11

Ten Brig Ar JORGE GODINHO BARRETO NERY Diretor-Geral do DEPENS

de 9 de agosto de 2010.2. será informado verbalmente pela Comissão Fiscalizadora a cada hora cheia. conforme a seguir: . Recomenda-se ao candidato iniciar a marcação do Cartão de Respostas nos últimos 20 minutos do tempo total de prova. Altera dispositivos nas Instruções Específicas para o Exame de Admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica do ano de 2011 (IE/EA EAOT 2011).MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE ENSINO DA AERONÁUTICA PORTARIA DEPENS Nº 383-T/DE-2. Leia-se: 5. nos últimos 30 minutos. DE 28 DE SETEMBRO DE 2010.6. aprovadas pela Portaria DEPENS nº 276-T/DE-2. resolve: Art. O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE ENSINO DA AERONÁUTICA.6.6.2. O tempo. de 9 de agosto de 2010. desde o início até o término da prova. conforme a seguir: Onde se lê: 5. será informado verbalmente pela Comissão Fiscalizadora a cada hora cheia.5 das Instruções Específicas para o Exame de Admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica do ano de 2011 (IE/EA EAOT 2011). Recomenda-se ao candidato iniciar a marcação do Cartão de Respostas nos últimos 20 minutos do tempo total de prova. de 30 de novembro de 2009. no uso das atribuições que lhe confere o artigo 2º das Instruções Gerais para os Exames de Admissão e de Seleção gerenciados pelo Departamento de Ensino da Aeronáutica. 15 minutos e 5 minutos sucessivamente. aprovadas pela Portaria DEPENS nº 276-T/DE-2. nos últimos 30 minutos. aprovadas pela Portaria DEPENS nº 345/DE-2. desde o início até o término da prova. de 9 de agosto de 2010. Art. O tempo. 2º Alterar o Anexo B (Calendário de Eventos) das Instruções Específicas para o Exame de Admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica do ano de 2011 (IE/EA EAOT 2011).5 As provas terão início às 09h30min (horário de Brasília) e duração de 4 horas e 20 minutos.2. 1º Alterar o item 5.5 As provas terão início às 10h (horário de Brasília) e duração de 4 horas e 20 minutos. 15 minutos e 5 minutos sucessivamente. aprovadas pela Portaria DEPENS nº 276-T/DE-2.

-. Onde se lê: EVENTOS Concentração Inicial e Provas Escritas fechamento dos portões às 8h45min. Ten Brig Ar JOÃO MANOEL SANDIM DE REZENDE Diretor-Geral do DEPENS .-.-. Leia-se: EVENTOS 11. e início das provas às 9h30min (horário de Brasília).-. Art.-.-.-. de 28 de setembro de 2010. Concentração Inicial e Provas Escritas fechamento dos portões às 8h45min. e início das provas às 10h (horário de Brasília).-.-.-. 3º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação.). RESPONSÁVEIS DATAS/PRAZOS OMAP 28 nov. Concentração Inicial às 9h.(Folha 2/2 da Portaria DEPENS nº 383-T/DE-2. 2010 11.-. Concentração Inicial às 9h.-.-. 2010 RESPONSÁVEIS DATAS/PRAZOS OMAP 28 nov.-.-.

conforme a seguir: 2.2.1 O sistema de inscrição estará disponível na página do CIAAR na Internet e poderá ser utilizado pelos candidatos somente durante o período de inscrição (das 10h00min do dia 16 de agosto de 2010 até 15h00min do dia 30 de setembro de 2010).3. O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE ENSINO DA AERONÁUTICA. no uso das atribuições que lhe confere o artigo 2º das Instruções Gerais para os Exames de Admissão e de Seleção gerenciados pelo Departamento de Ensino da Aeronáutica.MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE ENSINO DA AERONÁUTICA PORTARIA DEPENS Nº 368-T/DE-2.3. 3º Alterar o Anexo B (Calendário de Eventos) das Instruções Específicas para o Exame de Admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica do ano de 2011 (IE/EA EAOT 2011). Art. aprovadas pela Portaria DEPENS nº 276-T/DE-2.3. de 9 de agosto de 2009. 2º Alterar o item 3.3.2. de 9 de agosto de 2009. Leia-se: 3. de acordo com a especialidade escolhida. de 9 de agosto de 2009. Art.1 das Instruções Específicas para o Exame de Admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica do ano de 2011 (IE/EA EAOT 2011). distribuídas conforme o quadro a seguir apresentado. aprovadas pela Portaria DEPENS nº 276-T/DE-2. resolve: Art. DE 21 DE SETEMBRO DE 2010. aprovadas pela Portaria DEPENS nº 345/DE-2.1 Além de concorrer às vagas fixadas nestas Instruções. conforme a seguir: Onde se lê: . de 9 de agosto de 2009. decorrentes de necessidades identificadas e definidas pelo Comando-Geral de Pessoal (COMGEP). Altera dispositivos nas Instruções Específicas para o Exame de Admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica do ano de 2011 (IE/EA EAOT 2011). vierem a surgir até a data da Concentração Intermediária. aprovadas pela Portaria DEPENS nº 276-T/DE-2. 1º Acrescentar o item 2. de 30 de novembro de 2009. conforme a seguir: Onde se lê: 3.3. os candidatos também concorrerão àquelas que.1 O sistema de inscrição estará disponível na página do CIAAR na Internet e poderá ser utilizado pelos candidatos somente durante o período de inscrição (das 10h00min do dia 16 de agosto de 2010 até 15h00min do dia 23 de setembro de 2010).1 às Instruções Específicas para o Exame de Admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica do ano de 2011 (IE/EA EAOT 2011). aprovadas pela Portaria DEPENS nº 276-T/DE-2.

Ten Brig Ar JOÃO MANOEL SANDIM DE REZENDE Diretor-Geral do DEPENS . Disponibilização do Cartão de Inscrição.-.-.-.(Folha 2/2 da Portaria DEPENS nº 368-T/DE-2.-. 2010 até 19 nov. a 23 set. O preenchimento do FSI será possível via Internet a partir das 10h00 do primeiro dia de inscrições até às 15h00 do último dia .-.). Período de inscrição.-.Horário de Brasília.-. Leia-se: EVENTOS 12.-. 2010 Art.Horário de Brasília. Disponibilização do Cartão de Inscrição.-. EVENTOS 1.-.-. Período de inscrição.-.-. RESPONS DATAS/PRAZOS ÁVEIS CANDIDATOS CIAAR CIAAR 16 ago. O preenchimento do FSI será possível via Internet a partir das 10h00 do primeiro dia de inscrições até às 15h00 do último dia . 2010 até 11 nov. a 30 set. 4º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação.-. de 21 de setembro de 2010. 9.-. 2010 RESPONS DATAS/PRAZOS ÁVEIS CANDIDATOS CIAAR CIAAR 16 ago. 9.

será constituído de todos os exercícios previstos no Anexo F a estas Instruções. Ten Brig Ar JOÃO MANOEL SANDIM DE REZENDE Diretor-Geral do DEPENS . conforme a seguir: Onde se lê: 6. 2º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação. Art. Altera dispositivo nas Instruções Específicas para o Exame de Admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica do ano de 2011 (IE/EA EAOT 2011).9. O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE ENSINO DA AERONÁUTICA. Leia-se: 6. aprovadas pela Portaria DEPENS nº 276-T/DE-2. de 30 de novembro de 2009. resolve: Art. de 9 de agosto de 2010. DE 14 DE SETEMBRO DE 2010. 1º Alterar dispositivo nas Instruções Específicas para o Exame de Admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica do ano de 2011 (IE/EA EAOT 2011). aprovadas pela Portaria DEPENS nº 345/DE-2.9. de 9 de agosto de 2010. no uso das atribuições que lhe confere artigo 2º das Instruções Gerais para os Exames de Admissão e de Seleção gerenciados pelo Departamento de Ensino da Aeronáutica. para candidatos da especialidade Educação Física.4 O TACF em grau de recurso será constituído de todos os exercícios previstos no Anexo F a estas Instruções.MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE ENSINO DA AERONÁUTICA PORTARIA DEPENS Nº 363-T/DE-2.4 O TACF em grau de recurso. aprovadas pela Portaria DEPENS nº 276-T/DE-2.

OMAP/CIAAR 22 nov. aprovadas pela Portaria DEPENS nº 276-T/DE-2. Envio ao CIAAR de mensagem fac-símile informando os valores a serem repassados. RESPONSÁVEIS DATAS/PRAZOS 1. O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE ENSINO DA AERONÁUTICA. conforme a seguir: Onde se lê: EVENTOS Concentração Inicial e Provas Escritas fechamento dos portões às 8h45min. de 9 de agosto de 2010. Concentração Inicial às 9h. 1º Alterar o Anexo B (Calendário de Eventos) das Instruções Específicas para o Exame de Admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica do ano de 2011 (IE/EA EAOT 2011). Altera dispositivos nas Instruções Específicas para o Exame de Admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica do ano de 2011 (IE/EA EAOT 2011). 2010 . 2010 3. Despacho do material do Exame de Admissão pelo Presidente da Comissão Fiscalizadora e pelo representante do CIAAR. 2010 até 26 nov. 5. OMAP 21 nov. de 9 de agosto de 2010. DE 20 DE AGOSTO DE 2010. aprovadas pela Portaria DEPENS nº 276-T/DE-2. resolve: Art. Divulgação das provas aplicadas e dos gabaritos provisórios (via Intraer e Internet). de 30 de novembro de 2009. acompanhado dos respectivos comprovantes de despesas com locação de imóveis e alimentação da Comissão Fiscalizadora. Digitalização das redações e envio para a correção. CIAAR CIAAR até 26 nov.MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE ENSINO DA AERONÁUTICA PORTARIA DEPENS Nº 291 -T/DE-2. OMAP até 24 nov. 2010 4. 2010 2. aprovadas pela Portaria DEPENS nº 345/DE-2. no uso das atribuições que lhe confere artigo 2º das Instruções Gerais para os Exames de Admissão e de Seleção gerenciados pelo Departamento de Ensino da Aeronáutica. e início das provas às 9h30min (horário de Brasília).

-.-. 2010 até 17 dez.-.-. CANDIDATOS até 28 dez. até 20 dez. OMAP 28 nov. Preenchimento do formulário de recurso para a Prova de Redação via Internet. 13.-. 2011 18. CIAAR CIAAR / BANCA EXAMINADORA BANCA EXAMINADORA BANCA EXAMINADORA BANCA EXAMINADORA CIAAR CIAAR até 03 dez. até 20 dez. até 17 dez. Remessa ao CIAAR dos pareceres sobre os recursos da Prova de Redação Divulgação dos resultados finais e dos pareceres individuais sobre os recursos da prova de redação via Internet. 2010 12. 2010 10. de 20 de agosto de 2010. Correção das provas. CIAAR até 17 jan.-. 2010 9. até 07 jan. 2011 RESPONSÁVEIS DATAS/PRAZOS 11. 2010 11. até 10 jan. 2010 14. 2010 . Remessa ao CIAAR das redações corrigidas Divulgação dos gabaritos oficiais e dos pareceres individuais sobre as FIFQ. (disponível até as 15h do último dia de recurso . CIAAR BANCA EXAMINADORA BANCA EXAMINADORA CIAAR até 29 dez. Concentração Inicial às 9h. e início das provas às 9h30min (horário de Brasília). até 23 dez.-. Divulgação individual da correção da redação via Internet.-.Horário de Brasília) Remessa dos recursos da Prova de Redação para a Banca Examinadora. (disponível até as 15h do último dia de recurso . 2010 15. até 14 jan. 6. Correção das redações. 2010 até 23 dez.). 2010 16. (via Intraer e Internet). Leia-se: EVENTOS Concentração Inicial e Provas Escritas fechamento dos portões às 8h45min. Análise das FIFQ. 8.-.Horário de Brasília) Remessa das FIFQ para as Bancas Examinadoras. Análise dos recursos da Prova de Redação. 2011 19.-. Entrega ao CIAAR dos gabaritos oficiais e dos pareceres individuais sobre as FIFQ.-. Preenchimento da Ficha Informativa sobre Formulação de Questão (FIFQ).-. CANDIDATOS até 01 dez. 2011 17.-.-.-.-.(Folha 2/4 da Portaria DEPENS nº 291-T/DE-2.-. 2010 7.

-.(Folha 3/4 da Portaria DEPENS nº 291-T/DE-2. CIAAR CIAAR até 03 dez.-. 2010 até 21 dez. 15. 2010 20. 2011 27.-.-. 12.-. OMAP/CIAAR 29 nov.Horário de Brasília) Remessa das FIFQ para as Bancas Examinadoras. 2010 16. Despacho do material do Exame de Admissão pelo Presidente da Comissão Fiscalizadora e pelo representante do CIAAR. acompanhado dos respectivos comprovantes de despesas com locação de imóveis e alimentação da Comissão Fiscalizadora. Digitalização das redações e envio para a correção. de 20 de agosto de 2010.-.-. 2010 19.Horário de Brasília) Remessa dos recursos da Prova de Redação para a Banca Examinadora.). 2010 14. (disponível até as 15h do último dia de recurso . 2010 22. até 14 jan. Preenchimento do formulário de recurso para a Prova de Redação via Internet. Análise dos recursos da Prova de Redação. 2011 25.-. Análise das FIFQ.-. 2010 17. 2011 24.-. 2011 26. Divulgação individual da correção da redação via Internet. 18. Envio ao CIAAR de mensagem fac-símile informando os valores a serem repassados. Preenchimento da Ficha Informativa sobre Formulação de Questão (FIFQ). até 14 jan. Divulgação das provas aplicadas e dos gabaritos provisórios (via Intraer e Internet).-. 23. até 04 jan. Correção das redações. 2011 até 04 jan. 2010 21.-.-. (disponível até as 15h do último dia de recurso . CIAAR CIAAR / BANCA EXAMINADORA BANCA EXAMINADORA BANCA EXAMINADORA BANCA EXAMINADORA CIAAR CIAAR até 10 dez. (via Intraer e Internet). até 23 dez.-. Remessa ao CIAAR das redações corrigidas Divulgação dos gabaritos oficiais e dos pareceres individuais sobre as FIFQ. OMAP até 30 nov. CIAAR BANCA EXAMINADORA BANCA EXAMINADORA até 10 jan. 2011 . 2010 13. CANDIDATOS até 06 jan. até 23 dez. 2010 até 03 dez.-. CANDIDATOS até 08 dez. Entrega ao CIAAR dos gabaritos oficiais e dos pareceres individuais sobre as FIFQ.-. Remessa ao CIAAR dos pareceres sobre os recursos da Prova de Redação até 21 dez.-.

Divulgação dos resultados finais e dos pareceres individuais sobre os recursos da prova de redação via Internet.-.).-.-.-.-.-.-.-. CIAAR até 18 jan.-. Correção das provas. 2º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação. CIAAR até 19 jan.-. 28. Ten Brig Ar JOÃO MANOEL SANDIM DE REZENDE Diretor-Geral do DEPENS .-. 2011 29.-. de 20 de agosto de 2010.-.-.-.-.-. 2011 Art.(Folha 4/4 da Portaria DEPENS nº 291-T/DE-2.

2º das Instruções Gerais para os Exames de Admissão e de Seleção gerenciados pelo Departamento de Ensino da Aeronáutica. de 30 de novembro de 2009. aprovadas pela Portaria DEPENS nº 345/DE-2. Ten Brig Ar JOÃO MANOEL SANDIM DE REZENDE Diretor-Geral do DEPENS . Art. Aprova as Instruções Específicas para o Exame de Admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica do ano de 2011 (IE/EA EAOT 2011). 2º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação. 1º Aprovar as Instruções Específicas para o Exame de Admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica do ano de 2011. usando das atribuições que lhe confere o Art. DE 09 DE AGOSTO DE 2010.MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE ENSINO DA AERONÁUTICA PORTARIA DEPENS Nº 276-T/DE-2. O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE ENSINO DA AERONÁUTICA. resolve: Art.

............................................2 QUADRO COMPLEMENTAR DE OFICIAIS DA AERONÁUTICA ...2 EXAME DE ESCOLARIDADE (EE) E CONHECIMENTOS ESPECIALIZADOS (CE) .................................1 ETAPAS ...................................... 26 5......................................................................................................................................INSTRUÇÕES ESPECÍFICAS PARA O EXAME DE ADMISSÃO AO ESTÁGIO DE ADAPTAÇÃO DE OFICIAIS TEMPORÁRIOS DA AERONÁUTICA DO ANO DE 2011 (IE/EA EAOT 2011) SUMÁRIO 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES....5 RESPONSABILIDADE .........................6 ANEXOS ... 12 3 INSCRIÇÃO NO PROCESSO SELETIVO................. 6 1.........................................2 AMPARO NORMATIVO .................................................................................................................................... 26 5.................................................................................................................................................................................................. 16 3.....1 FINALIDADE ................................ 8 2.... 6 1.......................................................................................................................3 VAGAS...............................................................................3 CONVOCAÇÃO PARA A CONCENTRAÇÃO INTERMEDIÁRIA..........3 RECURSO QUANTO AO PARECER DA CPO OU CPG . 8 2......................................................... 12 2.................................................. 18 3.............................. 6 1..............................3 ORIENTAÇÕES PARA INSCRIÇÃO................ 19 4 CONCENTRAÇÕES ................................................... O TACF E A PPO...................................................4 DIVULGAÇÃO...................................................................................................................................................................................4 INSPEÇÃO DE SAÚDE (INSPSAU) .............................................................................................................................................................................................. 26 5.... 27 6 RECURSOS...... 7 2 OBJETO DO EXAME.............................5 SITUAÇÃO DURANTE O EAOT..................................................1 CONDIÇÕES PARA A INSCRIÇÃO ............................................... O EAP..................................................................................4 AVALIAÇÃO DA COMISSÃO DE PROMOÇÃO DE OFICIAIS (CPO) OU DE GRADUADOS (CPG) ........................................................................................ 12 2..... 13 3.. 20 5........4 ESTÁGIO DE ADAPTAÇÃO DE OFICIAIS TEMPORÁRIOS DA AERONÁUTICA .....................................................................................................6 SITUAÇÃO APÓS A CONCLUSÃO DO EAOT ................. A INSPSAU............................................................................................................................................................................................................................... 11 2........ 28 ....................... 20 5..... 9 2.........5 ORIENTAÇÕES PARA INSENÇÃO DE PAGAMENTO DA TAXA DE INSCRIÇÃO................... 27 6............ 15 3............................................................ 18 3................ 28 6......................... 13 3....................................................................................3 ÂMBITO..................1 PÚBLICO ALVO ................................................................................................................................. 8 2.........6 TESTE DE AVALIAÇÃO DO CONDICIONAMENTO FÍSICO (TACF)..................................................5 EXAME DE APTIDÃO PSICOLÓGICA (EAP)........................................................................... 19 5 PROCESSO SELETIVO.......................... 7 1......................................4 RECURSO PARA A FORMULAÇÃO DE QUESTÕES DAS PROVAS ESCRITAS DOS EXAMES DE ESCOLARIDADE (EE) E DE CONHECIMENTOS ESPECIALIZADOS (CE) E AOS SEUS RESPECTIVOS GABARITOS........ 20 5..... 27 6.................................................................................. 6 1...................1 INTERPOSIÇÃO.................................2 RECURSO PARA SOLICITAÇÃO DE INSCRIÇÃO INDEFERIDA................6 RESULTADO DA SOLICITAÇÃO DE INSCRIÇÃO ..............7 PRORROGAÇÃO DO TEMPO DE SERVIÇO E LICENCIAMENTO .................................................................................................. 27 6............................. 6 1....................2 LOCALIDADES PARA REALIZAÇÃO DO EXAME ............................................................................................................

...........1 COMPARECIMENTO AOS EVENTOS PROGRAMADOS .............................. 47 Anexo D .................................Requerimento para Entrevista Informativa.........................................................Conteúdos Programáticos e Bibliografias Sugeridas............................................................................ 30 6...................5 RECURSO PARA A PROVA DE REDAÇÃO (RED) ...............................................................Calendário de Eventos ................................... em Grau de Recurso....................................................9 RECURSO PARA O TESTE DE AVALIAÇÃO DO CONDICIONAMENTO FÍSICO ...........................5 EXCLUSÃO DO EXAME .............. 37 9........................ 35 9..................................................7 RECURSO PARA A INSPEÇÃO DE SAÚDE ........6 VALIDADE DO EXAME........ 40 Anexo B ...... 33 9 DISPOSIÇÕES GERAIS ............................................................................. 84 Anexo J ................... 36 9.4 DIVULGAÇÕES .......................................................................................................... 31 6......................................................................................... DO EXAME DE APTIDÃO PSICOLÓGICA .........Requerimento para Inspeção de Saúde em Grau de Recurso ..............................................Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF)...6 RECURSO PARA OS GRAUS ATRIBUÍDOS AOS CANDIDATOS NAS PROVAS ESCRITAS.............................Requerimento para Teste de Avaliação do Condicionamento Físico em Grau de Recurso ............................................... 73 Anexo E .............................................. 38 10 DISPOSIÇÕES FINAIS ..........................Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF) para a especialidade Educação Física ......... 79 Anexo G . 31 7 RESULTADO FINAL DO EXAME .......................... 75 Anexo F .2 IDENTIFICAÇÃO DOS CANDIDATOS..................Relação das OMAP ....................................................................................... 35 9.............................. 83 Anexo I ................................................................................ 30 6.......................Requerimento para a Revisão...................................................................................... 85 Anexo K ...........................................3 TRAJES ....................................................................... 35 9.......................................................................................... 32 8 HABILITAÇÃO À MATRÍCULA............................................. 38 ANEXOS Anexo A ............................... 82 Anexo H ...........................6.............................. do Exame de Aptidão Psicológica ...............................................8 REVISÃO................................................ 35 9................................................................................................................Siglas Utilizadas pelo Comando da Aeronáutica Constantes destas Instruções ......................................................................................................................................................... EM GRAU DE RECURSO.............................. 86 ........................................................Formulário de Solicitação de Inscrição em Grau de Recurso ............................................................. 42 Anexo C ............... 29 6.........................................

2 AMPARO NORMATIVO 1.1.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.intraer/concursos/concursos. e regulamentadas pelas Instruções Complementares para os Exames de Admissão e de Seleção gerenciados pelo Departamento de Ensino da Aeronáutica.br/portal/capa/index.3 Para acompanhamento das demais fases do processo seletivo.html http://www.4.htm 1.ciaar.3 ÂMBITO 1. de 09 de agosto de 2010 INSTRUÇÕES ESPECÍFICAS PARA O EXAME DE ADMISSÃO AO ESTÁGIO DE ADAPTAÇÃO DE OFICIAIS TEMPORÁRIOS DA AERONÁUTICA DO ANO DE 2011 (IE/EA EAOT 2011) 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1. o que se segue: 6 . de 17 de janeiro de 2010. de 9 de dezembro de 2009. 1. de 09 de agosto de 2010. 1. de 8 de dezembro de 2009 e republicadas no BCA nº 31.1 FINALIDADE 1. aprovadas pela Portaria DEPENS nº 276-T/DE-2. nas seguintes páginas de Internet e Intraer: a) do COMAER (Comando da Aeronáutica): http://www. aprovadas pela Portaria DEPENS nº 345/DE-2.4 DIVULGAÇÃO 1.portal.php?page=concursos http://www.php?page=concursos b) do Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR): http://www.intraer/portal/capa/index.ciaar. de 30 de novembro de 2009. b) a Comandantes.4.4. os candidatos poderão obter nas páginas do CIAAR na Internet e na Intraer.fab. 1. 1.2 Para conhecimento dos interessados. durante toda a validade do Exame. publicadas no Boletim do COMAER (BCA) nº 228. tem por finalidade regular e divulgar as condições e os procedimentos aprovados para inscrição e participação no Exame de Admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica do ano de 2011 (EA EAOT 2011). estas Instruções encontram-se publicadas no BCA e estão disponíveis.1 Estas Instruções aplicam-se: a) a todas as Organizações Militares (OM) do Comando da Aeronáutica (COMAER). e publicadas no BCA nº 229.com. no tocante à divulgação das condições e dos procedimentos aprovados para inscrição e participação no processo seletivo.1 As presentes Instruções encontram-se fundamentadas pelas Instruções Gerais para os Exames de Admissão e de Seleção gerenciados pelo Departamento de Ensino da Aeronáutica.mil. aprovadas pela Portaria DEPENS nº 346/DE-2.br/concursos.2. de 1º de dezembro de 2009.1 Estas Instruções.1 O ato de aprovação das presentes Instruções encontra-se publicado no Diário Oficial da União (DOU) e no Boletim do Comando da Aeronáutica (BCA). Chefes e Diretores de OM do COMAER cujo efetivo pertencer o militar interessado no presente processo seletivo.3. no tocante à observância das condições para a inscrição no Exame de Admissão e ao atendimento das condições para a habilitação à matrícula no Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica do ano de 2011. e c) a todos os interessados em participar do EA EAOT 2011.

...(61) 3364-8205 e Fax: 3365-1393 SERENS 7 – Manaus – AM: ...1 Organização Militar responsável pela execução do Exame de Admissão: CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA – CIAAR DIVISÃO DE CONCURSOS Av..4..............270-750 Tel.... 4009-5068 – Fax: (31) 4009-5002 1... 1....(51) 3462-1204 e Fax: 3462-1132 SERENS 6 – Brasília – DF:. do Instituto de Psicologia da Aeronáutica (IPA)...........(21) 2101-4933............... i) informações e resultados referentes aos diversos eventos do Exame e aos respectivos recursos. e) cartão de inscrição (somente na internet)........ da Comissão de Desportos da Aeronáutica (CDA).................5 Outras informações diferentes daquelas mencionadas no item 1..... por intermédio dos seguintes telefones: SERENS 1 – Belém – PA:... e j) formulários digitais para recursos sobre os itens de Prova (Ficha Informativa sobre Formulação de Questão/FIFQ) e sobre os graus obtidos.......... locais e horários de realização dos eventos não serão transmitidas por telefone... d) resultado da solicitação de isenção de pagamento de taxa de inscrição................. b) Requerimento de isenção de pagamento de taxa de inscrição. das Organizações Militares de Apoio (OMAP)...2 Constitui-se responsabilidade do interessado em participar do EA EAOT 2011 a leitura integral e o conhecimento pleno destas Instruções. h) provas aplicadas e gabaritos provisórios e definitivos......... 2129-1736 e Fax: 3629-1805 1..... da Diretoria de Saúde da Aeronáutica (DIRSA) e demais órgãos do COMAER que tenham envolvimento com as atividades de admissão e seleção.............: (31) 4009-5066.............. O candidato deverá observar rigorosamente as Instruções Específicas.(11) 3382-6109 e Fax: 3208-9267 SERENS 5 – Canoas – RS: ....1 Este Exame de Admissão será regido por estas Instruções e sua execução será de responsabilidade do CIAAR com apoio dos SERENS..... 1..4 poderão ser obtidas junto aos Serviços Regionais de Ensino (SERENS)..5 RESPONSABILIDADE 1........ Santa Rosa.. g) Instruções Reguladoras dos Exames Psicológicos do COMAER (ICA 38-7/2004)....(92) 2129-1735..IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.. de 09 de agosto de 2010 a) Formulário digital para Solicitação de Inscrição (FSI). 2101-6015 e Fax: 2101-4949 SERENS 4 – São Paulo – SP:............... c) resultado da solicitação de inscrição..4............(91) 3231-2989 e Fax: 3238-3500 SERENS 2 – Recife – PE: ........4 Informações a respeito de datas......... 1.... seus anexos e os comunicados divulgados nos endereços eletrônicos do processo seletivo........ órgãos do COMAER vinculados ao DEPENS e junto ao CIAAR..(81) 2129-7092 e Fax: 2129-7222 SERENS 3 – Rio de Janeiro – RJ:.......5....4..... 7 .. f) Instruções Técnicas das Inspeções de Saúde na Aeronáutica (ICA 160-6/2009)..4..............5.. 10 – Pampulha – Belo Horizonte / MG CEP: 31.....5...

1. aprovada pela Portaria nº 158/GC3.IE/EA EAOT 2011 1.2 Dentre os que vierem a ser matriculados. de 09 de agosto de 2010 1.2 Para melhor compreensão das orientações e para conhecimento do significado técnico de determinados vocábulos e siglas contidas nestas Instruções. 1. nas especialidades profissionais de seu interesse.1 O presente Exame de Admissão destina-se a selecionar cidadãos brasileiros.2 Todo cidadão. de 12 de janeiro de 1995. 2. aqueles que concluirem com êxito o referido Estágio. de 1º de abril de 1981.880. após ingressar no COMAER.3 Para realização de todas as fases previstas neste Exame. 2.4 Para conhecimento dos Conteúdos Programáticos e Bibliografias sugeridas das Provas Escritas. manifestando firme disposição de bem cumpri-los. aprovado pelo Decreto nº 85. de docência e administrativas.6 ANEXOS Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. o candidato deverá observar o Anexo C.3 O candidato fará a escolha da especialidade e priorizará as localidades a cujas vagas pretende concorrer. de acordo com as necessidades do COMAER. Nesse ordenamento jurídico.3 VAGAS 2. de acordo com a especialidade escolhida.2 QUADRO COMPLEMENTAR DE OFICIAIS DA AERONÁUTICA 2. na forma de Anexos.2 As vagas encontram-se fixadas por especialidade e localidade. jurando acatar as obrigações e os deveres da condição de militar. serão nomeados para compor o Quadro Complementar de Oficiais da Aeronáutica (QCOA). no momento da solicitação de inscrição. 8 . 2 OBJETO DO O EXAME 2.1 Integram as presentes Instruções. temporariamente.3. aceitando consciente e voluntariamente os deveres nele imposto. destaca-se a Constituição Federal do Brasil (1988) e o Estatuto dos Militares (Lei nº 6. de 27 de abril de 1990.6. classificados dentro do número de vagas e que forem habilitados à matrícula ao final deste processo seletivo. e nº 1. distribuídas conforme o quadro a seguir apresentado.1 As vagas são destinadas aos candidatos aprovados neste Exame de Admissão. a ser realizado no Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR).866. de 9 de dezembro de 1980). segundo o Plano de Avaliação de Ensino do CIAAR.228. que atendam às condições e às normas estabelecidas nestas Instruções.1 O QCOA.2.2. decorrentes de necessidades identificadas e definidas pelo Comando-Geral de Pessoal (COMGEP).2.6. 2. em Belo Horizonte / MG.3. destina-se a suprir. de 25 de março de 2008. informações cujos teores devem ser conhecidos pelos candidatos ao EA EAOT 2011.3. mediante matrícula e incorporação. O candidato habilitado à matrícula terá de assumir compromisso de honra.367. 1. 2.1.1 PÚBLICO ALVO 2. e cujas diretrizes básicas encontram-se discriminadas na Instrução Reguladora do Quadro Complementar de Oficiais da Aeronáutica (ICA 36-13/2008). nº 865. estará sujeito ao ordenamento jurídico vigente afeto aos militares. os candidatos também concorrerão àquelas que.3. com alterações aprovadas pelos Decretos nº 99. estabelecido no Regulamento para o Quadro de Oficiais Temporários da Aeronáutica. 1.6. sendo que o candidato somente poderá concorrer às vagas de uma única especialidade desse Estágio. em suas OM. de 9 de julho de 1993. vierem a surgir até a data da Concentração Intermediária. inclusive das ações pormenorizadas que as constituem. deverá o candidato consultar o glossário constante no Anexo A.6. o candidato deverá observar o rigoroso cumprimento dos prazos estabelecidos no Calendário de Eventos constante do Anexo B. 2. para serem habilitados à matrícula no Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica (EAOT). 2. o COMAER com oficiais para o exercício de funções técnicas.1 Além de concorrer às vagas fixadas nestas Instruções. 2. de ambos os sexos.

4 QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS ESPECIALIDADE COMAR I LOCALIDADE ALCÂNTARA BELO HORIZONTE / LAGOA SANTA RIO DE JANEIRO CANOAS BRASÍLIA RIO DE JANEIRO SÃO JOSÉ DOS CAMPOS SÃO PAULO / GUARULHOS BRASÍLIA SÃO JOSÉ DOS CAMPOS BRASÍLIA RIO DE JANEIRO PARNAMIRIM RIO DE JANEIRO SÃO PAULO / GUARULHOS BRASÍLIA MANAUS RIO DE JANEIRO SÃO PAULO / GUARULHOS SÃO JOSÉ DOS CAMPOS RECIFE BELO HORIZONTE / LAGOA SANTA RIO DE JANEIRO CAMPO GRANDE PIRASSUNUNGA SÃO PAULO / GUARULHOS FLORIANÓPOLIS BRASÍLIA RECIFE SÃO PAULO / GUARULHOS BRASÍLIA BARBACENA RIO DE JANEIRO GUARATINGUETÁ VAGAS 01 02 02 01 01 07 01 01 06 01 01 04 01 03 02 03 01 02 02 01 01 03 01 02 02 01 01 01 01 02 01 01 01 01 01 01 ADM – ADMINISTRAÇÃO (07 VAGAS) III V VI III ANS – ANÁLISE DE SISTEMAS (15 VAGAS) AQT – ARQUITETURA (02 VAGAS) AQV – ARQUIVOLOGIA (04 VAGAS) ASS – SERVIÇO SOCIAL (09 VAGAS) (11 VAGAS) IV VI IV VI III II III IV VI VII III BIB – BIBLIOTECONOMIA (05 VAGAS) IV II III CCO – CIÊNCIAS CONTÁBEIS (11 VAGAS) IV V VI II IV VI III IV ECO – ECONOMIA (03 VAGAS) EFI – EDUCAÇÃO FÍSICA (03 VAGAS) 9 . de 09 de agosto de 2010 2.3.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.

IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. de 09 de agosto de 2010 I II III BELÉM PARNAMIRIM RECIFE RIO DE JANEIRO GUARATINGUETÁ SÃO JOSÉ DOS CAMPOS SÃO PAULO / GUARULHOS V VI VII PORTO VELHO III RIO DE JANEIRO SÃO JOSÉ DOS CAMPOS BRASÍLIA PARNAMIRIM BARBACENA CAMPO GRANDE RIO DE JANEIRO CANOAS ANÁPOLIS MANAUS SÃO PAULO / GUARULHOS BRASÍLIA GUARATINGUETÁ ALCÂNTARA FORTALEZA PARNAMIRIM SÃO PAULO / GUARULHOS SANTA MARIA BELO HORIZONTE / LAGOA SANTA RIO DE JANEIRO GUARATINGUETÁ IV SÃO PAULO / GUARULHOS SÃO JOSÉ DOS CAMPOS VI 10 BRASÍLIA 01 01 01 04 01 01 01 01 01 01 01 01 02 01 01 01 01 01 03 01 01 03 02 02 03 01 02 04 CANOAS BRASÍLIA BOA VISTA 01 02 02 11 01 02 01 01 02 01 ENF – ENFERMAGEM (25 VAGAS) IV EST – ESTATÍSTICA (06 VAGAS) IV VI II FIS – FISIOTERAPIA (03 VAGAS) III IV III FON – FONOAUDIOLOGIA (04 VAGAS) V VI VII IV VI IV I JOR – JORNALISMO (03 VAGAS) MLI – MAGISTÉRIO LÍNGUA INGLESA (01 VAGA) NUT – NUTRIÇÃO (05 VAGAS) (07 VAGAS) II IV V III PED – PEDAGOGIA (11 VAGAS) (14 VAGAS) .

IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.PSICOLOGIA EDUCACIONAL (04 VAGAS) PSL – PSICOLOGIA CLÍNICA (11 VAGAS) III IV VI PSO – PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO (09 VAGAS) III IV III VI I PUP – PUBLICIDADE E PROPAGANDA (02 VAGAS) BELO HORIZONTE / LAGOA SANTA BRASÍLIA ALCÂNTARA REP – RELAÇÕES PÚBLICAS (05 VAGAS) BELÉM III VI III BARBACENA BRASÍLIA RIO DE JANEIRO CAMPO GRANDE SJU – SERVIÇOS JURÍDICOS (12 VAGAS) (16 VAGAS) IV PIRASSUNUNGA SÃO PAULO / GUARULHOS V VI TOTAL CANOAS BRASÍLIA 11 . de 09 de agosto de 2010 III BARBACENA GUARATINGUETÁ IV SÃO JOSÉ DOS CAMPOS I II RECIFE 01 01 01 01 01 02 01 01 06 01 01 01 01 01 01 01 02 05 01 01 01 02 01 03 06 160 171 BELO HORIZONTE / LAGOA SANTA SÃO JOSÉ DOS CAMPOS ANÁPOLIS BRASÍLIA VII II MANAUS PORTO VELHO RECIFE RIO DE JANEIRO PIRASSUNUNGA SÃO PAULO / GUARULHOS BELÉM PARNAMIRIM 01 02 01 02 01 PSE .

4. A comprovação do estado de gravidez acarretará a imediata exclusão da candidata do processo seletivo ou o desligamento do Estágio. Segundo-Tenente da Reserva. será designado Segundo-Tenente Estagiário do EAOT. 34 – Regulamento do Corpo do Pessoal Graduado da Aeronáutica – RCA 39-1/2000 .4.5 SITUAÇÃO DURANTE O EAOT 2.6.4. necessita concluir o Estágio com aproveitamento.1 O candidato. na mesma graduação que possuía quando da sua matrícula no referido curso e com a antiguidade estabelecida de acordo com o Estatuto dos Militares” (§ 1º do art.2 Durante a realização do Estágio. contados a partir da data da matrícula. designação essa a ser mantida durante o Estágio de Adaptação.6 SITUAÇÃO APÓS A CONCLUSÃO DO EAOT 2. bem como sobre os procedimentos de rotina do Oficial nos vários setores.6 O candidato que for militar da ativa das Forças Armadas ou Auxiliares. para ser nomeado. Militar e Técnico-Especializado. 2. 2. porém seu desligamento da Força de origem ocorrerá somente após a efetivação da matrícula no CIAAR. 2. de acordo com a sua área de atuação. e vier a ser matriculado no EAOT.4 Durante o período compreendido entre a inspeção de saúde do Exame de admissão e a conclusão do Estágio.2 A instrução ministrada no Campo Geral tem como objetivo proporcionar conhecimentos imprescindíveis para o desempenho das funções como Oficiais da Aeronáutica.6. o CIAAR utilizará a classificação final obtida pelos Segundos-Tenentes Estagiários para estabelecimento da precedência hierárquica. 2.5. 2. 2. 2.4 ESTÁGIO DE ADAPTAÇÃO DE OFICIAIS TEMPORÁRIOS DA AERONÁUTICA 2. 2.5. 2.4 A instrução ministrada no Campo Técnico-Especializado visa a adaptar o profissional às condições peculiares do ambiente em que exercerá a sua atividade ou especialidade e proporcionar conhecimento sobre a estrutura e o funcionamento do COMAER.1 Quando da conclusão com êxito do EAOT.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.2 O Segundo-Tenente Estagiário que concluir com aproveitamento o EAOT será nomeado. Militar e TécnicoEspecializado. no momento da matrícula.RCPGAER). em regime de internato. em Belo Horizonte – MG. 2. de 09 de agosto de 2010 2. pois.3 Os estagiários realizarão provas teóricas e práticas nos Campos Geral. será reincluída no CPGAER.5. integrará o Quadro 12 . a Segundo-Tenente Estagiária não deverá apresentar estado de gravidez. estando inserido na instrução do Campo Militar. será ministrado aos que vierem a ser matriculados e faz parte do estágio probatório para adaptação à vida na caserna e para verificação da aptidão ao Oficialato. estabelecidos nestas Instruções.4. de acordo com o Plano de Avaliação previsto para o Estágio.3 A Instrução ministrada no Campo Militar tem como objetivo proporcionar ao profissional a formação militar que norteará o seu desempenho como Oficial da Aeronáutica. se já estiver matriculada no mesmo.5. O Segundo-Tenente Estagiário não tem direito líquido e certo à nomeação ao Oficialato.1 O Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica (EAOT) é ministrado no CIAAR. deverá comparecer ao CIAAR desimpedido da sua Organização.4. 2. estabelecido no Plano de Avaliação à época vigente. mediante à obtenção de graus e médias previstos no Plano de Avaliação. 2. e com as atividades físicas obrigatórias a que será submetida durante o Estágio. dada a incompatibilidade com os testes físicos específicos.5.5 Um período de instrução de aproximadamente 21 (vinte e um) dias corridos. e a conclusão do Estágio está condicionada à aprovação no mesmo.5. tem a duração aproximada de 13 (treze) semanas e abrange instruções nos Campos Geral.5 “A Praça desligada de curso de formação em estabelecimento de ensino da Aeronáutica. os Segundos-Tenentes estagiários estarão sujeito ao regime escolar do CIAAR. nos termos da legislação vigente. de caráter seletivo. mediante ato do Comandante do CIAAR. por motivo que não a incompatibilize com a carreira militar. mediante ato do Comandante da Aeronáutica.

assim. 2. b) ser voluntário de ambos os sexos.7. a designação para a OM em que o Segundo-Tenente do QCOA irá servir será definida pelo próprio Estagiário. então. 2. evitando-se.4 Quando houver mais de uma OM situada na mesma localidade e com vaga para a mesma especialidade.7. de acordo com o Estatuto dos Militares. quando.7. 3 INSCRIÇÃO NO PROCESSO SELETIVO 3.4 O licenciamento.7. de 9 de dezembro de 1980 – Estatuto dos Militares (Art. d) não estar a candidata grávida.1 O Segundo-Tenente do QCOA. 2. e) estar em dia com as obrigações eleitorais e militares. caso demonstre interesse em permanecer na ativa após a conclusão do período inicial de dois anos obrigatórios.6. ao término do Estágio de Adaptação.6. em função das especificidades da condição de militar e para que o Oficial possa alcançar todos os postos da carreira sem atingir a idade limite para transferência à reserva ex-officio. f) se ex-integrante de qualquer Força Armada ou de Força Auxiliar. desde a inspeção de saúde do processo seletivo até a data prevista para término do Estágio. prejuízos à Administração e desperdício de recursos públicos com o pagamento de aposentadorias precoces). 2.1. de 09 de agosto de 2010 Complementar de Oficiais da Aeronáutica (QCOA) e será convocado a servir à Força Aérea Brasileira (FAB). 2. não ter sido o Oficial excluído do serviço ativo por indignidade ou incompatibilidade para o 13 . somente será concedido ao oficial que concluir o tempo inicial que se obrigou a servir. na Lei Nº 6880.1 CONDIÇÕES PARA A INSCRIÇÃO 3. nas datas regulamentares.3 O Segundo-Tenente do QCOA será designado. respeitando-se a precedência da escolha pela classificação obtida ao término do Estágio (mérito acadêmico). a pedido.3 O oficial do QCOA poderá ser licenciado do serviço ativo "ex-officio" ou a pedido.7. 142). desde que satisfaça as condições de acesso. até completar oito anos de efetivo serviço. obrigatoriamente. poderá ter o tempo de sua convocação prorrogado anualmente. como Oficial Temporário. 2.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. previstas no Regulamento de Promoções de Oficiais da Ativa da Aeronáutica. por um período de dois anos.5 O Segundo-Tenente ou o Primeiro-Tenente que não obtiver prorrogação do tempo de convocação será licenciado do serviço ativo e incluído na Reserva não Remunerada da Aeronáutica. a critério do COMAER. prevista no Estatuto dos Militares. interrupção prematura da prestação do serviço.2 O Segundo-Tenente do QCOA será promovido ao posto de Primeiro-Tenente após cumprido o interstício fixado. no mesmo posto em que se encontrava. para servir em Organização Militar (OM) sediada na localidade para a qual foi selecionado. c) não completar 43 anos de idade até o dia 31 de dezembro de 2011 – candidatos nascidos a partir de 1° de janeiro de 1969 (a idade máxima é fixada com amparo na Constituição Federal (Art.7 PRORROGAÇÃO DO TEMPO DE SERVIÇO E LICENCIAMENTO 2.10 e 11) e nos Regulamentos do COMAER. estabelecidas na Lei de Promoções dos Oficiais da Ativa das Forças Armadas. será licenciado.1 São condições para a inscrição e para a realização do processo seletivo: a) ser brasileiro nato. 2.

acompanhada da assinatura correspondente.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. salvo em caso de reabilitação. Chefe ou Diretor da OM onde serve. de 09 de agosto de 2010 oficialato. do qual não caiba mais recurso contado o prazo a partir da data do término da punição. no máximo. desligado de curso ou estágio ministrado em estabelecimento militar de ensino. ter parecer favorável do Comandante. carteira de registro da profissão ou declaração de que está em pleno gozo de suas prerrogativas profissionais. referente à especialidade a que concorre. t) se militar da ativa ou da reserva. p) se militar da ativa da Aeronáutica. correspondente à especialidade a que pretende concorrer. curso superior do Sistema Nacional de Ensino. i) não ter sido. n) se militar. m) não ter sido. com aproveitamento. por meio das informações referentes ao atendimento das condições previstas nas alíneas acima e com a aposição do respectivo carimbo ou identificação datilografada/em letra de forma legível. 14 . l) possuir idoneidade moral. expresso no FSI. não possuir grau hierárquico superior a Segundo-Tenente. durante a Concentração Final no CIAAR. o total de seis anos de efetivo serviço prestados às Forças Armadas ou Forças Auxiliares até a data da matrícula no Estágio de Adaptação. q) possuir ou estar em condições de possuir. k) não estar cumprindo pena por crime comum. de forma que possa apresentar. ter parecer favorável da Comissão de Promoções de Oficiais (CPO) ou da Comissão de Promoções de Graduados (CPG). como militar. v) ter concluído. salvo em caso de reabilitação. o) não ser detentor de Certificado de Isenção do Serviço militar motivado por incapacidade física. nos termos da legislação que regula o serviço militar. e a praça excluída ou licenciada a bem da disciplina. h) se ex-militar. r) atender a todos os requisitos de saúde estipulados na ICA 160-6. na forma expressa no edital do processo seletivo. não pertencer ou não ter pertencido ao Quadro Complementar de Oficiais da Aeronáutica. s) se militar da ativa ou da reserva remunerada. cópia acompanhada do original do diploma. na forma da legislação vigente. resultante de prática de crime comum de caráter culposo. salvo em caso de reabilitação. expedida pelo respectivo Conselho Regional. estar classificado no mínimo no comportamento “Bom”. em processo disciplinar administrativo. anteriormente. por motivo disciplinar ou de conceito moral. ou sido expulso ou desertor. a ser apurada por meio de averiguação da vida pregressa junto aos órgãos públicos competentes. nos últimos cinco anos. não ter sido desincorporado por condenação irrecorrível. na forma da legislação vigente. mental ou moral. u) possuir. j) não ter sido condenado por crime de natureza dolosa. punido por ato lesivo ao patrimônio público de qualquer esfera de governo. em nível de graduação (bacharelado ou licenciatura plena). g) se militar da ativa de Força Armada ou Auxiliar. nem estar submetido à medida de segurança. militar ou eleitoral. em processo criminal com sentença transitada em julgado.

disponível na Internet. a qualquer tempo. de 09 de agosto de 2010 certificado ou declaração de conclusão do curso e do Histórico Escolar. em nenhuma especialidade. 3.1. na Internet. o candidato deverá indicar a OMAP a qual deseja estar vinculado.5. x) pagar a taxa de inscrição e comprovar seu pagamento. 3. ou se comprovado que o mesmo não atende aos requisitos previstos para participação no processo seletivo.5.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. conforme o previsto no quadro apresentado no item 3. salvo nos casos de determinação em contrário por parte da Administração. O endereço onde a Concentração Inicial e as provas serão realizadas será divulgado pelo CIAAR. conforme o Calendário de Eventos anexo a estas Instruções. também. caso prossiga no Exame. bem como as respectivas publicações no Diário Oficial da União (DOU).4 Será de responsabilidade do candidato apresentar-se nos dias.2.2. cuja relação consta do Anexo D a estas Instruções. do direito de excluir do processo seletivo aquele que não preencher o formulário de forma completa e correta. contendo o decreto de reconhecimento da instituição de ensino e a Portaria de reconhecimento do respectivo curso.1.1 Os Exames serão realizados nas cidades onde se encontram as OMAP designadas pelo Departamento de Ensino da Aeronáutica (DEPENS) para coordenar os eventos desses Exames.2. e y) utilizar-se exclusivamente do FSI. 3.1.2.1. 3. ressalvado o dispositivo no item 3.2 LOCALIDADES PARA REALIZAÇÃO DO EXAME 3.3 As informações prestadas no FSI são de inteira responsabilidade do candidato. a um dos seguintes requisitos particulares. ► Informática – possuir diploma de Bacharel em Ciências da Computação ou Bacharel em Engenharia da Computação ou Bacharel em Informática ou Bacharel em Sistemas de Informação (tradução do inglês para “Computer Information Systems”) ou Bacharel em Análise de Sistemas ou Bacharel em Engenharia de Produção de Software ou Licenciatura em Informática ou Engenharia de Informação ou Engenharia de Processamento de Dados ou Engenharia de Software. e.3 As provas serão realizadas pelo candidato na cidade indicada como OMAP. 3. horários e locais determinados para a realização das fases do Exame.2. de acordo com a área em que solicitar sua inscrição: ► Administração – possuir diploma de Bacharel em Administração ou Bacharel em Administração de Recursos Humanos ou Bacharel em Administração de Empresas ou Bacharel em Administração Pública. e o Candidato deverá imprimir e levar consigo no dia da Concentração Inicial. o candidato deverá atender. dispondo o CIAAR.2 Não será aceito diploma de Tecnólogo para a comprovação da formação profissional. 3. 15 . na cidade correlacionada àquela.2 No momento da solicitação de inscrição. 3.4 O atendimento às condições para a inscrição no presente Exame deverá ser comprovado na Concentração Final (habilitação à matrícula). observando atentamente o horário previsto para o fechamento dos portões. e ► Relações Públicas e Jornalismo – possuir diploma de graduação em Comunicação Social com habilitação nessas especialidades. ► Psicologia – possuir diploma de graduação (bacharelado) em curso de Formação de Psicólogo. w) para as áreas de atividades profissionais especificadas a seguir. devidamente registrados. na página eletrônica do Exame.

IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. 3. RG militar.3 ORIENTAÇÕES PARA INSCRIÇÃO 3. Ao final do preenchimento. números de telefones residencial/funcional/celular. comprovante de endereço.1 O sistema de inscrição estará disponível na página do CIAAR na Internet e poderá ser utilizado pelos candidatos somente durante o período de inscrição (das 10h00min do dia 16 de agosto de 2010 até 15h00min do dia 23 de setembro de 2010). a Administração definirá a localidade para a realização da INSPSAU em Grau de Recurso. 3. diversa daquela prevista nesse quadro para a INSPSAU em 1º grau.3 Recomenda-se ao candidato que tome conhecimento de todos os requisitos exigidos para o Exame e que reúna os seguintes documentos e informações antes de iniciar o preenchimento do Formulário: identidade.3. última promoção e OM onde serve.2. endereço de e-mail na Internet e dados da instituição de ensino onde realizou o curso que o habilita ao Exame (nome.1 O sistema de inscrição estará disponível na página do CIAAR na Internet e poderá ser utilizado pelos candidatos somente durante o período de inscrição (das 10h00min do dia 16 de agosto de 2010 até 15h00min do dia 30 de setembro de 2010). bem como daqueles relativos ao Exame de Admissão. 3. CPF.5 QUADRO DE OMAP E LOCALIDADE PARA A REALIZAÇÃO DOS EXAMES Concentração Intermediária Concentração Inicial INSPSAU (e em Grau de Recurso) (*) Concentração Final Provas Escritas EAP TACF (e em Grau de Recurso) BELÉM-PA (I COMAR) I COMAR RECIFE-PE (II COMAR) FORTALEZA-CE (BAFZ) II COMAR SALVADOR-BA (BASV) NATAL .3.2 O sistema de inscrição conduzirá o candidato ao preenchimento interativo do FSI. com inserção de seus dados pessoais.3. que identificará a inscrição e o candidato. certidão de nascimento ou casamento.5. de 09 de agosto de 2010 3. SARAM (somente para militares da Aeronáutica). 3. ainda. 16 . ressalvado o dispositivo no item 3. será solicitada a impressão do formulário e do respectivo boleto bancário. data de praça. endereço atual e telefone) e. quando militar.3.RN (BANT) RIO DE JANEIRO-RJ (III COMAR) III COMAR BELO HORIZONTE-MG (CIAAR) SÃO PAULO-SP (IV COMAR) IV COMAR CIAAR CAMPO GRANDE-MS (BACG) CANOAS-RS (V COMAR) V COMAR CURITIBA-PR (CINDACTA II) FLORIANÓPOLIS-SC (BAFL) BRASÍLIA-DF (VI COMAR) MANAUS-AM (VII COMAR) BOA VISTA-RR (BABV) PORTO VELHO-RO (BAPV) VI COMAR VII COMAR (*) Caso a especificidade do Exame Médico assim o exija.

por meio da inserção da identificação e aposição da assinatura. e.3. depósito em cheque. de 09 de agosto de 2010 3. os quais. 3. recomenda-se atenção redobrada no preenchimento do FSI.14 A verificação do correto preenchimento do FSI e o pagamento da taxa de inscrição são de responsabilidade do candidato.3. ou por sua determinação expressa. nos devidos campos.9 O comprovante original de pagamento bancário não deverá ser enviado ao CIAAR. se o candidato deixar de informar algum dado. pelo Comandante. porventura. (4ª) Curitiba. 3.8 Não é necessário remeter qualquer documento para efetivar a inscrição. assim como permuta da inscrição para outrem. congestionamento das linhas de comunicação.5. 3.3. e d) assinalamento do campo relativo ao atendimento das condições e à assinatura do Comandante. c) enumeração das localidades que possuam vaga para a especialidade pretendida. visto que o CIAAR considerará o recebimento eletrônico dos dados enviados no momento do processamento da inscrição. por isso. 17 .3. etc. independente do motivo.13 Recomenda-se aos interessados não deixarem para os últimos dias a efetivação de sua inscrição. desde que seja voluntário para servir em qualquer uma das localidades enumeradas. (2ª) Recife.3. mediante a aposição da assinatura do candidato. vierem a ser expedidos diretamente pelo Diretor-Geral do Departamento de Ensino da Aeronáutica. 3.3. 3. o candidato deverá orientar-se no sentido de recolher o valor da inscrição somente após conferir todos os dados inseridos no sistema de inscrição. 3. para futura comprovação.4 Tendo em vista a elevada dificuldade em se atualizar os dados inseridos por meio do sistema de inscrição. ou se já tiver efetuado outra inscrição usando o mesmo número do documento de identidade.6 O valor da taxa de inscrição para o EA EAOT 2011 é de R$ 100. ao preencher o FSI. para candidato militar. Exemplo: (1ª) São Paulo. 3. Chefe ou Diretor da OM onde serve.5. 3. ressalvado o item 3. devendo permanecer sob a posse do candidato.3.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.11 O formulário impresso deverá ter o seu preenchimento complementado. podendo o candidato enumerar quantas desejar. não poderá ser restituído. transferências entre contas e pagamentos após o expediente bancário da data limite para inscrição no respectivo Exame de Admissão. 3.7 O valor pago referente à taxa de inscrição é diretamente recolhido ao Tesouro Nacional e. ressalvado o item 3. A verificação do seu correto preenchimento é de responsabilidade do candidato.10 Não serão aceitos para comprovação do pagamento da taxa de inscrição comprovante de agendamento de pagamento. priorizando aquelas onde tenha intenção de trabalhar.3. 3. 3.5 Haverá o bloqueio do procedimento acima mencionado.12 O candidato. A Aeronáutica não se responsabiliza pela possibilidade de o preenchimento interativo do FSI não ser completado por motivo de ordem técnica dos computadores. comprovante de ordem bancária ou recibo de entrega de envelope para depósito em terminais de autoatendimento.3. na condição de candidato militar. Chefe ou Diretor da OM onde serve. b) OMAP a qual deseja estar vinculado. falhas de comunicação.3.15 A inscrição neste Exame de Admissão implicará na aceitação irrestrita pelo candidato das condições estabelecidas nas presentes Instruções Específicas e seus anexos e nos demais documentos que regulem este processo seletivo. caso necessário. deve dar especial atenção ao assinalamento dos campos relativos à (ao): a) especialidade a cuja (s) vaga (s) pretende concorrer. É também vedada transferência do valor pago para terceiros. Objetivando evitar ônus desnecessários. bem como de outros fatores técnicos que impossibilitem o processamento de dados.00 (cem Reais).3.3. (3ª) Rio de Janeiro.

1 Fará jus à isenção total de pagamento da taxa de inscrição o candidato que. cumulativamente: a) comprovar inscrição no Cadastro Único (CadÚnico) para Programas Sociais do Governo Federal. 3.3. Chefe ou Diretor. ou que o entregar contendo informação de seu Comandante.880.135. de que trata o Decreto nº 6.16.3 O candidato convocado para a Concentração Intermediária que deixar de entregar o FSI naquele evento. o Registro de Cadastro (RC) correspondente de quem recebeu parecer desfavorável e. referente a si ou ao seu Comandante. ilegibilidade ou omissão de dado.3 Os pareceres serão sustentados na análise qualitativa dos atributos inerentes ao exercício da função militar.1 No caso de candidato militar. durante a Concentração Intermediária. Chefe ou Diretor terá sua inscrição invalidada. rasura.4 AVALIAÇÃO DAS COMISSÕES DE PROMOÇÃO DE OFICIAIS (CPO) OU DE GRADUADOS (CPG) 3.2 O CIAAR encaminhará à CPO e à CPG a relação nominal dos respectivos candidatos que solicitaram inscrição no Exame de Admissão. o nome e o motivo do parecer desfavorável. conforme alínea “n” do item 3.1.3. erro. via Rede de Comunicação de Dados Sigilosos (Rede Mercúrio).135.3.4. o formulário deverá ser impresso e ter o seu preenchimento complementado. atribuído pelo CadÚnico. após o término do período de inscrição.1. 3.16 CANDIDATO MILITAR Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. conforme pertençam ao Corpo de Oficiais da Ativa da Aeronáutica ou do Corpo de Pessoal Graduado da Aeronáutica.1 Os candidatos militares da ativa da Aeronáutica que solicitaram inscrição no processo seletivo serão avaliados pela CPO ou pela CPG. e b) for membro de “família de baixa renda”.4. nos termos do Decreto nº 6. de 26 de junho de 2007.2 O candidato militar convocado para prosseguir no processo seletivo deverá entregar o FSI impresso à Comissão Fiscalizadora. indicar o seu Número de Identificação Social (NIS). bem como declarar-se membro de “família de baixa renda”. ou que apresentar. devidamente preenchido e assinado pelo seu Comandante.5 ORIENTAÇÕES PARA ISENÇÃO DE PAGAMENTO DA TAXA DE INSCRIÇÃO 3. obrigatoriamente.4. 3. onde o candidato deverá. constante na base do CadÚnico existente no Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). de 09 de agosto de 2010 3. no preenchimento de seu FSI. Chefe ou Diretor que ateste que o candidato não atende alguma das condições citadas no item 3.IE/EA EAOT 2011 3. das 10h00min do dia 23 de agosto de 2010 até as 15h00min do dia 30 de agosto de 2010 (horário de Brasília). de 26 de junho de 2007. contidos nas fichas de avaliação de desempenho à luz das obrigações e deveres militares. no REQUERIMENTO DE ISENÇÃO DE PAGAMENTO DE TAXA DE INSCRIÇÃO.4. 3. de 9 de dezembro de 1980 (Estatuto dos Militares) e será expresso por meio das menções “FAVORÁVEL” ou “DESFAVORÁVEL”.5.16.1. 18 .5. por meio de indicação do Número de Identificação Social (NIS) do candidato. além de seguir as orientações anteriores para inscrição contidas no item 3. para análise de desempenho e emissão de parecer individual. Diretor ou Chefe da OM onde serve. via mensagem rádio urgente.3.4 A CPO/CPG comunicará à OM do candidato. 3. mediante aposição da sua assinatura e também por meio do assinalamento do campo relativo ao parecer sobre sua situação e da aposição da assinatura e carimbo (ou identificação datilografada) do Comandante. estabelecidos na Lei nº 6.16. ou de assinatura. 3.3.4. disponível nos endereços eletrônicos citados no item 1.1. via Internet.2. havendo interesse. 3. sendo excluído deste processo seletivo.2 A isenção deverá ser solicitada durante a inscrição. 3. para que o candidato. apresente recurso.

3.6 O não cumprimento de uma das etapas estabelecidas. do Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF).1. 3. na data estabelecida no Calendário de Eventos. a fim de.. a fim de conseguir o deferimento da sua solicitação de inscrição. 4. ainda.5. haverá três concentrações. de 09 de agosto de 2010 3.5. 3.5. 10 do Decreto nº 83. e/ou d) obtiver parecer desfavorável da CPO ou CPG.5.3 Caberá ao candidato tomar conhecimento do resultado de sua solicitação de inscrição.3 O CIAAR irá consultar o órgão gestor do CadÚnico.1 O candidato terá sua solicitação de inscrição indeferida nos seguintes casos: a) deixar de atender a qualquer uma das condições para inscrição. de 6 de setembro de 1979. c) ter o pagamento da taxa de inscrição não compensado. discriminando os deferimentos e os motivos de indeferimentos. 4 CONCENTRAÇÕES 4.936. durante a inscrição via Internet. nas quais o comparecimento pessoal é obrigatório e cujas datas e horários constam do Calendário de Eventos (Anexo B).5.1 As concentrações e suas finalidades são as seguintes: a) Concentração Inicial: visa orientar o candidato sobre a realização das Provas Escritas dos Exames de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE) e também a respeito da Concentração Intermediária.2 Caberá ao CIAAR. a falta ou a inconformidade de alguma informação ou documentação ou a solicitação apresentada fora do período fixado implicará a eliminação automática do processo de isenção. 3. não garante ao interessado a isenção do pagamento da taxa de inscrição e efetivação da inscrição no processo seletivo. bem como sobre as solicitações 19 .IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. 3. o candidato também deverá atender às condições para a inscrição previstas nas presentes Instruções Específicas. b) deixar de efetuar o pagamento da taxa de inscrição ou efetuá-la após o término do período de inscrição previsto. 3. a qual estará sujeita à análise e deferimento da solicitação por parte do CIAAR. por qualquer motivo.9 Os candidatos cujas solicitações tiverem sido indeferidas poderão imprimir um novo boleto bancário.5 Não serão aceitos acréscimos ou alterações das informações prestadas. b) Concentração Intermediária: visa orientar o candidato sobre a realização da Inspeção de Saúde (INSPSAU). divulgado na data estabelecida no Calendário de Eventos. e efetuar o pagamento da taxa de inscrição até o dia 23 de setembro de 2010. 3. pela Internet. do Exame de Aptidão Psicológica (EAP).8 Os candidatos que solicitarem isenção do pagamento de taxa de inscrição deverão consultar o resultado de sua solicitação pela Internet.1 No período compreendido entre a inscrição e a matrícula. o disposto no parágrafo único do art. 3.6 RESULTADO DA SOLICITAÇÃO DE INSCRIÇÃO 3. ressaltado o disposto no item 3.5. divulgar na Internet o resultado da solicitação de inscrição.5. no caso de indeferimento.6.5.4 O simples preenchimento dos dados necessários para a solicitação da isenção de taxa de inscrição. aplicando-se.6.7 Além dos procedimentos previstos nos itens anteriores. proceder à solicitação de recurso. 3. a partir das 10h00min do dia 1º de setembro de 2010 (Horário de Brasília).6. além da execução das provas acima mencionadas. A declaração falsa sujeitará o candidato às sanções previstas em Lei. a fim de verificar a veracidade das informações prestadas pelo candidato.

5 PROCESSO SELETIVO 5. de acordo com a localidade em que o candidato realizará o Exame. para as especialidades de JORNALISMO. 4. indisposições ou outros). e assinarão um termo declarando estarem cientes de todas as informações transmitidas. dos dependentes e dos bens móveis. c) Inspeção de Saúde (INSPSAU).2.2 O Exame de Conhecimentos Especializados (CE) será realizado por meio de Prova Escrita. O não comparecimento pessoal. As verificações dos requisitos médicos (INSPSAU).2.3 PROVAS ESCRITAS – CONTEÚDO E COMPOSIÇÃO 20 . por consequência. 4. sem erro.2 O local onde serão realizadas a Concentração Inicial e as provas escritas dos Exames de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE). juntamente com uma relação de documentos pessoais. implicará na imediata exclusão do candidato do Exame de Admissão.1. d) Exame de Aptidão Psicológica (EAP). SERVIÇOS JURÍDICOS. exclusivamente para candidatos militares. 5. os candidatos receberão informações das datas e horários estipulados para as fases subsequentes.3 Na Concentração Intermediária. haverá também uma Prova de Redação (RED). será divulgado pelo CIAAR em data prevista no Calendário de Eventos. físicos (TACF) são de caráter eliminatório.3. PUBLICIDADE E PROPAGANDA. ou atraso a qualquer uma das etapas do certame.3 Não haverá segunda chamada para a realização de qualquer etapa supracitada. Os Exames de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE) são de caráter classificatório e eliminatório.1. 5.2 O processo seletivo é em âmbito nacional. na Internet.1 O Exame de Admissão será constituído das seguintes etapas: a) Exame de Escolaridade (EE). não cabendo. ilegibilidade nem omissão de dados ou assinatura. 4. psicológicos (EAP).4 Antes da Concentração Final serão divulgados pelo CIAAR. 5.1. 5. rasura. bem como por meio dos endereços eletrônicos disponibilizados.2 EXAME DE ESCOLARIDADE (EE) E DE CONHECIMENTOS ESPECIALIZADOS (CE) 5. solicitação de adiamento de alguma das etapas ou tratamento diferenciado para qualquer candidato. e c) Concentração Final: visa comprovar o atendimento às condições para habilitação à matrícula do candidato selecionado pela Junta Especial de Avaliação (JEA).1 ETAPAS 5. bem como receber orientação sobre a matrícula e o início do curso. de 09 de agosto de 2010 de recurso e sobre a Concentração Final. 5. luxações. que deverão ser providenciados até a data prevista para a Concentração Final. e e) Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF). b) Exame de Conhecimentos Especializados (CE). RELAÇÕES PÚBLICAS. sendo responsabilidade do candidato comparecer ao local no dia e horário estabelecidos.1 O local da Concentração Intermediária será divulgado pela Comissão Fiscalizadora durante a Concentração Inicial. quando o candidato deverá apresentar os originais da documentação.2. orientações aos futuros estagiários. será exigida a apresentação e a conferência do FSI original devidamente preenchido. 4. independentemente do motivo (por exemplo: fraturas. cujas informações confirmem o atendimento das condições de inscrição). envolvendo assuntos relativos à especialidade pretendida pelo candidato.1 O Exame de Escolaridade (EE) será realizado por meio de uma Prova Escrita de Gramática e Interpretação de Texto (GIT) comum a todas as especialidades e. alterações fisiológicas.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. (Nessa oportunidade. PEDAGOGIA E MAGISTÉRIO.

4. 5. constante do Anexo C.4 Somente serão aceitas as marcações feitas com caneta ESFEROGRÁFICA COM TINTA PRETA OU AZUL.2.2. e de 50 (cinquenta) questões para as demais especialidades. rasurada.2.2.1 As Provas Escritas do Exame de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE) abrangerão o Conteúdo Programático constante do Anexo C e constarão de questões objetivas de múltipla escolha. será utilizado um sistema automatizado de leitura de cartões. em pontuação 0. RELAÇÕES PÚBLICAS.3 A Prova de Redação (RED) será constituída de elaboração de um texto manuscrito.4 APURAÇÃO DOS RESULTADOS – PREENCHIMENTO DO CARTÃO 5.3.6 Nenhuma questão de prova será aplicada sem que o tema esteja previsto nessas Instruções Específicas. cujo tema versará sobre assunto da atualidade e terá como propósito verificar a capacidade de expressão escrita do candidato. 5. de 09 de agosto de 2010 5. 5. das quais somente uma será a correta. abrangendo a disciplina Língua Portuguesa.3. para o candidato. marcas externas aos círculos.3.2 A Prova de Gramática e Interpretação de Texto (GIT) será comum a todos os candidatos. PEDAGOGIA E MAGISTÉRIO. tal como descrito no item anterior. dobrar. Em hipótese alguma haverá substituição do Cartão de Respostas por erro do candidato. sendo composta de 20 (vinte) questões objetivas para as especialidades de JORNALISMO. tais como marcação dupla. indícios de marcações apagadas ou uso de lápis. campo de marcação não preenchido integralmente. RELAÇÕES PÚBLICAS. 5.4.0000 (zero) na questão correspondente. 5.2. rasgar. RELAÇÕES PÚBLICAS.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. danificar o seu Cartão de Respostas. Quaisquer outras formas de marcação e as que estiverem em desacordo com este item ou com as instruções contidas no Cartão de Respostas. PUBLICIDADE E PROPAGANDA. 5. dos quatro campos da folha de respostas. manchar ou. Em consequência. resultará. e de 30 (trinta) questões objetivas para as demais especialidades. não receberão pontuação. SERVIÇOS JURÍDICOS.2.5 Qualquer marcação incorreta. PUBLICIDADE E PROPAGANDA.2. 5.3 O candidato não deverá amassar. que será o único documento válido para a correção das provas. servindo apenas como orientação para os candidatos. portanto. As questões serão elaboradas de acordo com o Conteúdo Programático constante do Anexo C e terão como propósito verificar a formação profissional do candidato.4. composta por 40 (quarenta) questões objetivas para as especialidades de JORNALISMO.3.2. serão consideradas incorretas e. 5. Para obter pontuação na questão. na Língua Portuguesa. emendada.2.3. PEDAGOGIA E MAGISTÉRIO. 5.6 O não preenchimento. molhar. PUBLICIDADE E PROPAGANDA. 5. 21 .2. de qualquer modo. sob pena de ser prejudicado pela impossibilidade de processar a leitura óptica.2. e somente um. SERVIÇOS JURÍDICOS.2 O candidato deverá transcrever as respostas das provas objetivas para o Cartão de Respostas (personalizado).2.1 Para a apuração dos resultados das questões objetivas das provas escritas. ou o preenchimento incorreto do código da prova no campo específico do Cartão de Respostas resultará.4 A Prova de Conhecimentos Especializados (CE) será por área a que se destina o candidato. A Prova de Redação (RED) só será aplicada aos candidatos das especialidades de JORNALISMO. o candidato deverá atentar para o correto preenchimento de seu Cartão de Respostas.5 A bibliografia constante do Anexo “C” é SUGERIDA.4. SERVIÇOS JURÍDICOS.3. para o candidato. 5. PEDAGOGIA E MAGISTÉRIO. o candidato deverá marcar um.0000 (zero) nos dois Exames (EE e CE) e na Média Final (MF). O preenchimento do Cartão de Respostas será de inteira responsabilidade do candidato.4.2. no Conteúdo Programático. em pontuação 0. com quatro alternativas em cada questão.4.

bem como aparelhos eletro-eletrônicos que recebam. desde o início até o término da prova. Recomenda-se ao candidato iniciar a marcação do Cartão de Respostas nos últimos 20 minutos do tempo total de prova. será informado verbalmente pela Comissão Fiscalizadora a cada hora cheia. ao ingressar no prédio destinado à realização das Provas Escritas. 5.2. por tê-las concluído e entregue aos fiscais. a fim de realizar a Concentração Inicial. à exceção de armas. caneta esferográfica com tinta preta ou azul e prancheta (se for necessário o uso de prancheta.2. telefone celular. relógio de qualquer tipo. O material não poderá conter qualquer tipo de equipamento eletrônico ou inscrição. exceto as de caracterização (marca. 15 minutos e 5 minutos sucessivamente.6 PROCEDIMENTOS DURANTE AS PROVAS 5. bolsa. no próprio caderno de questões). 5. 5.5.5. será informado verbalmente pela Comissão Fiscalizadora a cada hora cheia.4 Após identificado e instalado no local de Provas.5.6 Os membros da Comissão Fiscalizadora não se responsabilizarão pelos objetos dos candidatos. desde que sua solicitação de inscrição tenha sido deferida e que ele possa identificar-se por meio do seu documento de identidade original.2. de forma a evitar possíveis atrasos.2. o candidato não poderá consultar ou manusear qualquer material de estudo ou de leitura enquanto aguarda a autorização para início da prova.6.7 Poderá haver revista pessoal por meio da utilização de detector de metais. no dia da realização das provas. transmitam ou armazenem informações. impressos. 22 . O tempo. 5. 5. O candidato.5. será permitido seu ingresso no local designado para a Concentração Inicial.2. Recomenda-se ao candidato iniciar a marcação do Cartão de Respostas nos últimos 20 minutos do tempo total de prova. 5. 5. livros.5.5 MATERIAL PARA REALIZAÇÃO DAS PROVAS 5. cadernos. o candidato.1 Para realizar as Provas Escritas. 5.2. onde.2. tomará assento e aguardará para início da prova. 15 minutos e 5 minutos sucessivamente.2.6. em espaço designado pela Comissão Fiscalizadora.2.5 As provas terão início às 09h30min (horário de Brasília) e duração de 4 horas e 20 minutos.5 As provas terão início às 10h (horário de Brasília) e duração de 4 horas e 20 minutos. borracha. Recomenda-se ao candidato visitar com antecedência o local previsto para a realização da prova.3.4 O CIAAR recomenda ao candidato não levar qualquer dos objetos citados no item anterior. o candidato deverá estabelecer medidas de antecedência ao seu deslocamento para o local das Provas.2. será informado no cartão de inscrição). nos últimos 30 minutos.5 Caso o candidato adentre o local de realização do Exame de Admissão portando objetos diferentes dos listados no item 5. deverá imprimir o seu Cartão de Inscrição e levá-lo consigo.6. ou similar. desde o início até o término da prova. gorro.2 Para facilitar o processo de identificação. folhas avulsas de qualquer tipo e/ou anotações. chapéu. Considerando os imprevistos comuns às grandes cidades. cuja inscrição tenha sido deferida. deverá deixar todos esses objetos.6. deverá dirigir-se à sala designada.5. de 09 de agosto de 2010 5. 5.2. a não ser quando tiver autorização da Comissão para deixar definitivamente o local de provas.3 Se. mochila. faixa de cabelo. por qualquer razão. O tempo. nos últimos 30 minutos.5. fabricante.2.6. régua.1 Os candidatos que chegarem ao local de realização da Prova após o fechamento dos portões serão impedidos de adentrar ao recinto e de realizar as Provas.2. após ser identificado.6.2 Candidato portando arma de qualquer espécie será impedido de adentrar aos locais de Provas.2. modelo) e as de graduações (régua). 5.2.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.3 Não será permitido ao candidato realizar a prova portando (junto ao corpo) óculos escuros. boné.5. o candidato não portar o seu Cartão de Inscrição. 5. o candidato somente poderá utilizar o seguinte material: lápis ou lapiseira (apenas para resolução. pochete.2. não podendo deles dispor. 5. viseira.

7 ATRIBUIÇÃO DE GRAUS 5. deixará o recinto de prova.2. ou o tempo para realização das mesmas tenha encerrado. mediante a aposição em Ata de suas respectivas identificações e assinaturas.2. considerando-se até a casa décimo-milesimal. que devolver o Caderno de Questões à Comissão Fiscalizadora.2.6.6.0000 (ZERO) nas Provas do candidato.6.2. c) acesso ao local de prova de candidata lactante conduzindo o bebê. de acordo com aquela constante no seu documento de identidade.7. o candidato: a) deverá permanecer obrigatoriamente no local de realização das provas por.2 Os graus atribuídos às provas dos Exames de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE) e as médias calculadas com base nesses graus estarão contidos na escala de 0 (zero) a 10.2. reunirá seus pertences. fazer anotações sobre as questões das provas em local que não seja o próprio Caderno de Questões. mesmo no caso de candidato com limitação de movimentos ou impossibilitado de escrever.2.9 O candidato poderá deixar o seu lugar. não haverá mais esclarecimentos.6 Iniciada a Prova Escrita.2. sob nenhum pretexto. b) ida ao sanitário por necessidade fisiológica.6. 5. para se retirar definitivamente do recinto. 5.6.6.6. obrigatoriamente. b) somente poderá levar consigo o Caderno de Questões se permanecer no recinto até o término do tempo total previsto para a realização das provas. ordenadamente. quando devidamente autorizado pelo Fiscal.0000 (dez).2.12 Ao término do tempo total concedido para a realização da prova.7.1 A cada questão das provas escritas de Gramática e Interpretação de Texto (GIT) e de Conhecimentos Especializados (CE) será atribuído um valor específico e o resultado de qualquer uma das provas será igual à soma dos valores das questões assinaladas corretamente. circunscrito à área de realização da prova. os três últimos candidatos deverão permanecer em cada sala.2. de 09 de agosto de 2010 5. e/ou c) motivo de força maior.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. consequentemente.13 Nos dias de Prova. duas horas depois de iniciada a prova.6. no mínimo. antes de transcorrido o tempo total previsto para a realização das provas terá. b) realização das provas fora das dependências designadas pelas OMAP para esse fim. definitivamente. 5.2.11 O candidato deverá apor sua assinatura (vedado o preenchimento com rubrica) na lista de presença e no Cartão de Respostas. desde que autorizado e acompanhado por integrante da Comissão Fiscalizadora. entregando o Cartão de Respostas ao fiscal. não será permitido: a) ingresso de pessoas não envolvidas com o processo seletivo (parentes.2.10 Ao final das provas. 23 . 5.7 Tendo em vista razões de sigilo. atribuição de grau 0. e d) não poderá.7 acarretará a não correção das provas e. acompanhado de integrante da Comissão Fiscalizadora designado para esse fim. uma vez iniciadas as Provas Escritas dos Exames de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE).8 A inobservância de qualquer alínea do subitem 5. 5. 5. e d) qualquer tipo de auxílio externo ao candidato para realização da prova. 5. o candidato interromperá a resolução da mesma no ponto em que estiver. Somente poderão sair juntos do recinto quando todos tiverem concluído as provas. 5. amigos. c) que optar por se retirar. ou nos casos abaixo especificados: a) atendimento médico circunscrito à área de realização da prova. etc). levantar-se-á e.2.6. comprovado e autorizado pelo Presidente da Comissão Fiscalizadora. 5.

IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. SERVIÇOS JURÍDICOS. acentuação gráfica e morfossintaxe.2.2. o presente Certame respeita o período de transição e acata a coexistência de duas normas ortográficas até 31 de dezembro de 2012.4 Deverá conter no mínimo 70 (setenta) palavras. O impresso será o único documento válido para avaliação da prova de redação.2. 5.5000 Descontar até 2. compostas por 3 (três) professores. vocabulário. 5. a respeito do tema a ser fornecido no ato dessa prova. PEDAGOGIA E MAGISTÉRIO) 5.2.2. sendo confeccionada em impresso próprio. 24 . O processo consiste na vinculação do número da redação ao número do cartão-resposta. que pode ser empregado a partir de 1º de janeiro de 2009.8. caligrafia.8. em prosa.2000 ASPECTOS AVALIADOS PARTE I EXPRESSÃO PARTE II ESTRUTURA PARTE III CONTEÚDO Pontuação. A folha para rascunho no caderno de provas é de preenchimento facultativo e não valerá para tal finalidade.583.0000 5.8. na Prova de Redação (RED). segundo parâmetros de avaliação padronizados em formulário específico. ortografia. considerando como corretas. 5. de 09 de agosto de 2010 5.2.8. a capacidade de expressão na modalidade escrita e o uso das normas do registro formal culto da Língua Portuguesa e será realizada junto com as demais provas escritas previstas para o certame. 0.1 A Prova de Redação (RED) tem o objetivo de avaliar o conteúdo. em letra legível. não sendo substituído por erro de preenchimento.8 PROVA DE REDAÇÃO (SOMENTE PARA AS ESPECIALIDADES DE JORNALISMO.2. que possui 30 (trinta) linhas.8.2.2.3 A Prova valerá grau 10. conforme solicitado pela Banca Examinadora.8.8. argumentação coerente e informatividade. Caso seja utilizada a letra de forma (caixa alta).0000 (dez) e consistirá na elaboração de texto dissertativoargumentativo ou dissertativo-expositivo. 5.7 A correção da Prova será procedida por Bancas Examinadoras específicas.8 Consideram-se palavras todas aquelas pertencentes às classes gramaticais da Língua Portuguesa. sendo que a redação não será identificada. A Prova de Redação (RED) será avaliada considerando-se os aspectos apresentados na tabela a seguir: PONTOS DEBITADOS POR ERRO COMETIDO 0.6 Para correção da Prova de Redação (RED).2 Em obediência ao Decreto nº 6. de 29 de setembro de 2008. 5. ou conterá marcações que permitam sua identificação. 5. o conhecimento do tema. as letras maiúsculas deverão receber o devido realce.8. Pertinência ao tema proposto. devendo o candidato limitar-se ao impresso padrão recebido.5 Recomenda-se que a redação seja escrita em letra cursiva. tanto a norma anteriormente em vigor quanto a nova ortografia estabelecida pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Paragrafação. Não serão corrigidas redações escritas em outros idiomas. RELAÇÕES PÚBLICAS. PUBLICIDADE E PROPAGANDA. será utilizado processo que impede a identificação do candidato. constante do verso da redação. e abordará temas da atualidade. Não serão fornecidas folhas adicionais para complementação da redação. que não aparece em nenhum outro local. garantindo assim a imparcialidade no julgamento.

5. nem 25 . FISIOTERAPIA. BIBLIOTECONOMIA.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. ENFERMAGEM.10.3 Serão considerados candidatos com aproveitamento aqueles que obtiverem Média Final (MF) igual ou superior a 6. 5.0000 (seis) e que não tenham obtido grau inferior a 5.2.1 A Média Final (MF) do candidato será a média ponderada do Grau do Exame de Escolaridade . do Exame de Escolaridade (EE). .0000 (dez). 5. e .que não estiver em prosa. onde: 4 MF = Média Final. e CE = grau do Exame de Conhecimentos Especializados (peso 3). .8. ARQUITETURA. 5. . conforme abaixo: EE = (GIT + RED). Abaixo desse grau mínimo. de 09 de agosto de 2010 5. ESTATÍSTICA. ECONOMIA. observando a seguinte fórmula: MF = (EE + 3CE). . ANALISTA DE SISTEMA. . PSICOLOGIA CLÍNICA. PEDAGOGIA E MAGISTÉRIO no Exame de Escolaridade (EE) será calculado pela média aritmética dos graus das provas que o compõem.escrita de forma ilegível ou cuja caligrafia impeça a compreensão do sentido global do texto.fora da tipologia textual ou tema proposto. ARQUIVOLOGIA.0000 (cinco).7.0000 (cinco) na Prova de Gramática e Interpretação de Texto (GIT) e de Redação (RED). PUBLICIDADE E PROPAGANDA. será 5. o candidato será excluído do Exame.1 O grau obtido pelos candidatos das especialidades de JORNALISMO. GIT = grau da prova de gramática e interpretação de texto.2 O grau obtido pelos candidatos das especialidades de ADMINISTRAÇÃO.escrita em outro idioma.10.10. SERVIÇOS JURÍDICOS.com marcas que permitam a identificação do autor.cujos descontos (por erros) somem valores superiores ao grau 10.com número inferior a 70 (setenta) palavras.9. EE = grau do Exame de Escolaridade (peso 1). onde: 2 EE = grau do exame de escolaridade.2. . e PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO.9.2. CIÊNCIAS CONTÁBEIS.2. que não seja o português. EDUCAÇÃO FÍSICA. NUTRIÇÃO. SERVIÇO SOCIAL. PSICOLOGIA EDUCACIONAL. no Exame de Escolaridade (EE) será o grau atribuído na prova de Gramática e Interpretação de Texto (GIT) de acordo com o item 5.2.2.10 MÉDIA FINAL 5.9 Será atribuído o grau 0 (zero) à redação: . 5. RELAÇÕES PÚBLICAS.2. e RED = grau da prova de redação.2 O grau mínimo na Prova de Gramática e Interpretação de Texto (GIT) e de Redação (RED).2.2.9 GRAU DO EXAME DE ESCOLARIDADE (EE) 5.EE (peso 1) e do grau obtido no Exame de Conhecimentos Especializados – CE (peso 3).escrita a lápis (total ou parcialmente) ou com caneta que não seja de tinta preta ou azul. que compõem o Exame de Escolaridade (EE) e na prova escrita do Exame de Conhecimentos Especializados (CE). FONOAUDIOLOGIA.

INSPSAU. exclusivamente.2. de 09 de agosto de 2010 na de Conhecimentos Especializados (CE). desde que existam prazos mínimos necessários para a realização das etapas seguintes e a convocação ainda se dê dentro do prazo de validade deste Exame de Admissão. considerando a especialidade a que concorrem. EAP. divulgada nos endereços eletrônicos constantes no item 1. ao preenchimento dessas. o que estabelecerá a ordem de classificação para o preenchimento das vagas previstas no certame.2 A convocação preliminar de candidatos em número superior ao das vagas fixadas visa.2. 5. 5. de modo a comprovar não existir patologia ou característica incapacitante para o serviço militar e para as atividades previstas. 5.3 Caso as vagas previstas não sejam preenchidas com os candidatos convocados para a Concentração Intermediária.1 Serão convocados para prosseguirem no Exame e. TACF) ou de eventual desistência de candidato aprovado antes do encerramento do certame. realizarem a INSPSAU.3.4.4 INSPEÇÃO DE SAÚDE (INSPSAU) 5. a Administração poderá efetuar novas convocações.4.4. por meio de exames clínicos. o desempate será decidido de acordo com a seguinte ordem de precedência: a) maior grau obtido no Exame de Conhecimentos Especializados (CE).4. definidos em Instruções do COMAER. O resultado da INSPSAU para cada candidato será expresso por meio das menções “APTO” ou “INCAPAZ PARA O FIM A QUE SE DESTINA”. e b) maior idade.10.2 A INSPSAU será realizada em Organização de Saúde da Aeronáutica (OSA). de imagem e laboratoriais. e características de interesse por meio de testes científicos e técnicas de entrevistas homologadas e definidas em Instruções do COMAER.3 CONVOCAÇÃO PARA CONCENTRAÇÃO INTERMEDIÁRIA.1 O EAP do processo seletivo avaliará condições comportamentais. 5. dentro da especialidade escolhida pelo candidato. o EAP.4 Os candidatos com aproveitamento serão relacionados.11.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. dentre os candidatos considerados com aproveitamento pelo item 5.4. de modo a comprovar não existir contraindicação para o serviço militar nem para as 26 . 5. em quantidade de até quatro vezes do total das vagas estabelecidas para as respectivas Especialidades.5 EXAME DE APTIDÃO PSICOLÓGICA (EAP) 5.3 Os requisitos que compõem a INSPSAU e os parâmetros exigidos para a obtenção da menção “APTO” constam da ICA 160-6/2009 “Instruções Técnicas das Inspeções de Saúde na Aeronáutica”. 5.2.1 No caso de empate das Médias Finais (MF).11 CRITÉRIO DE DESEMPATE 5.3. EAP E TACF 5. os candidatos relacionados de acordo com a ordem estabelecida pela MÉDIA FINAL (MF). 5.3. 5. 5. inclusive toxicológicos. 5. em caso de haver exclusão de candidatos em decorrência de eliminação nas etapas subsequentes (INSPSAU. 5.1 A INSPSAU do processo seletivo avaliará as condições de saúde dos candidatos.5 O candidato que obtiver a menção “INCAPAZ PARA O FIM A QUE SE DESTINA” na INSPSAU terá o diagnóstico do motivo de sua incapacidade registrado no Documento de Informação de Saúde (DIS).3.5.4. respeitando-se a sequência da classificação estabelecida pela Média Final (MF).4 Somente será considerado “APTO” na INSPSAU o candidato que obtiver resultado favorável dentro dos padrões e diretrizes estabelecidos pela DIRSA. portanto. por meio da ordenação decrescente de suas Médias Finais (MF).2.2. participarem da Concentração Intermediária.10. e o TACF.

5. divulgada nos endereços eletrônicos constantes no item 1. Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. 6 RECURSOS 6. O resultado do TACF para cada candidato será expresso por meio das menções “APTO” ou “NÃO APTO”.6 TESTE DE AVALIAÇÃO DO CONDICIONAMENTO FÍSICO (TACF) 5. o candidato disporá do mesmo prazo previsto originalmente para interpor recurso.1 Será permitido ao candidato interpor recurso quanto a: a) indeferimento da solicitação de inscrição.4. 5.5 Os candidatos que concorrem as vagas da especialidade Educação Física serão avaliados conforme os exercícios constantes do Anexo F. 6. 6. 5.2 RECURSO PARA SOLICITAÇÃO DE INSCRIÇÃO INDEFERIDA 6. de 09 de agosto de 2010 5. 5.IE/EA EAOT 2011 atividades previstas.4 Os requisitos que compõem o TACF e os parâmetros exigidos para a sua realização.6. conforme o padrão seletivo estabelecido para a função/atividade que irão exercer.6. constam do Anexo E a estas Instruções. O resultado do EAP para cada candidato será expresso por meio das menções “INDICADO” ou “CONTRAINDICADO”.2.3 Somente realizarão o TACF os candidatos julgados aptos na INSPSAU.4. de modo a comprovar não existir incapacitação para o serviço militar e/ou para as atividades previstas.1 INTERPOSIÇÃO 6.6.2 O TACF será realizado segundo os procedimentos e parâmetros fixados na ICA 54-2/2009 “Aplicação do Teste de Avaliação do Condicionamento Físico para Exames de Admissão e de Seleção do COMAER”.1 Poderá requerer inscrição em Grau de Recurso o candidato cuja solicitação de inscrição tenha 27 .3 Será de inteira responsabilidade do candidato a remessa ou entrega dos documentos exigidos nos locais previstos e o cumprimento dos prazos para interposições de recurso.2 Os prazos e as datas para interposições de recurso encontram-se estabelecidos no Calendário de Eventos e devem ser rigorosamente observados e cumpridos. divulgada nos endereços eletrônicos constantes no item 1.2 O EAP será realizado sob a responsabilidade do IPA. e g) resultado obtido no TACF.1.1 O TACF do processo seletivo avaliará a higidez e o vigor por meio de exercícios e índices mínimos a serem alcançados. aptidão e interesse. 6. segundo os procedimentos e parâmetros fixados em documentos expedidos por aquele Instituto e na ICA 38-7/2004 “Instruções Reguladoras dos Exames Psicológicos do COMAER”. a contar da data subsequente à efetiva divulgação. 6. e) resultado obtido na INSPSAU. definidos por sexo e fixados em Instruções do COMAER. f) resultado obtido no EAP.5.5 Caso alguma divulgação deixar de ser realizada na data prevista. 5.2.6.1.6.1.2.3 Os candidatos serão avaliados nas áreas de personalidade.1. neste Exame de Admissão. 5.2.4 Todos os recursos serão considerados e respondidos. 6. d) graus atribuídos aos candidatos nas provas escritas dos Exames de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE). 5.1. b) parecer desfavorável da CPO ou CPG (para militares do COMAER).4. A informação das soluções aos recursos julgados será divulgada nas páginas eletrônicas do Exame discriminadas no item 1. c) formulação de questões das provas escritas dos Exames de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE) e aos seus respectivos gabaritos provisórios.

6. impossibilitando sua participação no processo seletivo.4 A solicitação de inscrição do candidato será indeferida definitivamente. 6. por meio de requerimento dirigido ao Ex.1. que também disponibilizará ao candidato.4.1 Os recursos serão analisados pelo CIAAR. para que o candidato faça seus recursos e os dados sejam enviados automaticamente para o banco de dados. o seu Cartão de Inscrição ou o Aviso de Indeferimento de Inscrição.4 RECURSO PARA A FORMULAÇÃO DE QUESTÕES DAS PROVAS ESCRITAS DOS EXAMES DE ESCOLARIDADE (EE) E DE CONHECIMENTOS ESPECIALIZADOS (CE) E AOS SEUS RESPECTIVOS GABARITOS 6. 6. deverão ser referentes às questões que o candidato entenda terem sido formuladas de maneira imprópria ou conterem incorreções em seus respectivos gabaritos. via mensagem fac-símile e encomenda expressa (urgente).3. para subsidiar os procedimentos da solicitação de inscrição em grau de recurso. deverá ser remetido ao CIAAR. 6. quando for o caso.2. mas cada recurso deverá ter no máximo 500 (quinhentos) caracteres para suas considerações.3 Caso sobrevenha algum fato impeditivo ou restritivo que afete o sistema informatizado.3 O requerimento para inscrição em grau de recurso. discriminará o motivo desse resultado. à SECPROM ou à DIRAP. interpor recurso quanto ao parecer da CPO ou da CPG. Diretor da DIRAP.2.mo Sr.3 RECURSO QUANTO AO PARECER DA CPO OU CPG 6.2. 6.10. dentro do prazo estabelecido no Calendário de Eventos. no prazo de até 5 (cinco) dias antes da data prevista para a Concentração Inicial.2 Será disponibilizado sistema informatizado na página eletrônica do Exame na Internet.3. 6.4. 6. de 09 de agosto de 2010 sido indeferida por: a) preenchimento incorreto ou incompleto do FSI. Não há limites quanto ao número de recursos interpostos.5. na Internet. durante o prazo previsto no Calendário de Eventos. por ocasião da divulgação do indeferimento da solicitação de inscrição do candidato. ou b) não comprovação do pagamento da taxa de inscrição. administrativamente.mo Sr. 6. não sendo necessário o envio das Fichas.2 O requerimento para recurso. dentro do prazo previsto no Calendário de Eventos. anexar ao requerimento o comprovante do pagamento da taxa de inscrição e declaração do banco onde o pagamento foi realizado. deverá ser remetido. quanto ao parecer da CPO ou CPG.1 Os recursos quanto às provas escritas que compõem os Exames de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE). informando que o valor da taxa de inscrição foi devidamente recolhido. após a remessa do novo FSI.4.2.5 A divulgação sobre o deferimento ou indeferimento definitivo da solicitação de inscrição será feita pelo CIAAR. Caso o motivo do indeferimento tenha sido a não compensação do pagamento bancário. constante do Anexo G.5. nos casos em que: a) persistir o erro ou a omissão de dado.4. Secretário da Comissão de Promoções de Oficiais da Aeronáutica ou ao Ex. 6. responsável pela confecção das provas. o CIAAR padronizará e informará o procedimento alternativo a ser utilizado.4.2 O CIAAR.3. ressalvado o item 3. b) não comprovar o pagamento da taxa de inscrição. 6.4 O candidato deverá utilizar uma FIFQ para cada questão em pauta ou gabarito. ou c) enviar o requerimento para inscrição em Grau de Recurso fora do prazo previsto. 6. 6. desde que a referida taxa tenha sido paga dentro do prazo estabelecido e que tal pagamento possa ser comprovado nos termos do item 3.4.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. ressalvado o disposto no item 3.5 Não será analisada FIFQ que: 28 .1 Caberá ao interessado.

4.10 Quando for constatada que a divulgação da relação nominal dos candidatos com seus resultados e respectivas Médias Finais (MF) e classificações foi apresentada com incorreção.4. Após este ato. 6. a questão será anulada e os pontos que lhe são pertinentes serão atribuídos a todos os candidatos. A Banca Examinadora constitui última instância para recurso ou revisão.6 A existência.4. 6. razão porque não caberão recursos ou revisões adicionais.8 Quando for verificado que a resposta correta de uma questão difere da constante do gabarito divulgado provisoriamente.9. divulgar.1 A anulação dos resultados obtidos pelos candidatos e das respectivas classificações implicará na anulação de todos os atos dela decorrentes. de 09 de agosto de 2010 a) contiver campos em branco.4.1 A anulação de um gabarito oficial implicará na anulação de todos os atos dele decorrentes. não caberá mais recurso relacionado à formulação das questões e aos gabaritos das Provas Escritas. não cabendo ao candidato qualquer direito. a Banca Examinadora.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. de recursos submetidos à apreciação. Concomitantemente. 6. durante o prazo previsto no Calendário de Eventos. ou não.4. os quais estão previamente normatizados nas presentes Instruções. a divulgação será tornada sem efeito e os resultados e respectivas Médias Finais (MF) e classificações serão anuladas.5. 6. e c) contrarie o estipulado nestas Instruções. ou que a mesma contém mais de uma.4. na data estabelecida no Calendário de Eventos. na Internet. 6. depois de julgá-los. pela Banca Examinadora. 6. não cabendo ao candidato qualquer direito ou pedido de reconsideração referente aos atos anulados. caso haja recursos. sendo publicada nova relação. b) não incida sobre a resolução apresentada pela Banca Examinadora no gabarito provisório. responsáveis pela confecção das provas. a divulgação será tornada sem efeito e o gabarito anulado.4 Será disponibilizado sistema informatizado na página do CIAAR.9 Quando for constatado que a divulgação de um gabarito oficial foi apresentada com incorreções. ou conterem incorreções em seus respectivos pareceres. por parte dos candidatos. 6.5. corrigindo o anterior. na Internet. individualmente.4. 6.5.10. ou pedido de reconsideração referente aos atos anulados.4.6. 6. sendo publicado um novo gabarito oficial.1 A decisão exarada pela Banca Examinadora conterá os esclarecimentos sobre o enunciado da questão em pauta e a justificativa fundamentada para cada alternativa que a compõe e sobre a avaliação a respeito do que foi contestado pelo candidato. bem como o gabarito oficial.7 Quando for constatado que o enunciado de uma questão foi formulado de forma imprópria. sendo independente em suas decisões. corrigindo a anterior.5 RECURSO PARA A PROVA DE REDAÇÃO (RED) 6. e os dados serão enviados automaticamente para o banco de dados. 6. 6.1 O recurso quanto ao resultado obtido na Prova de Redação (RED) deverá ser referente aos erros que o candidato entenda terem sido apontados de maneira imprópria. de forma definitiva. 6. 6. não sendo necessário o envio da Ficha de solicitação de 29 .4.3 Não poderá ser interposto recurso quanto aos procedimentos de avaliação. ou nenhuma resposta correta. o resultado da análise dos recursos e o resultado final das provas escritas.11 Caberá ao CIAAR. divulgará a decisão exarada. para que o candidato faça seu recurso. este sofrerá alterações visando às correções necessárias.2 Os recursos serão analisados por Bancas Examinadoras designadas pelo DEPENS em Boletim do Comando da Aeronáutica.5. será dada a conhecer.

6. 6. não caberá mais qualquer espécie de recurso. na Internet.5.7 destas Instruções. dirigido ao Diretor de Saúde da Aeronáutica. 6.2. tendo como base o gabarito oficial. estarão disponíveis durante o período previsto para a realização dos recursos. relacionado aos resultados das provas escritas.5 Caberá ao CIAAR. divulgar. 6. o candidato deverá informar: a) os graus e a média que julga ter obtido no Exame de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE). 6.7 A decisão exarada pela Banca Examinadora conterá os esclarecimentos a respeito do que foi contestado pelo candidato e a justificativa fundamentada sobre a avaliação.8.5.6.7 RECURSO PARA A INSPEÇÃO DE SAÚDE 6. 6. 6. 6.6. 6. Após este ato.2 Os recursos deverão ser encaminhados eletronicamente pelo candidato por meio do preenchimento da Ficha de Solicitação de Revisão de Grau.6. no máximo. Não há limite quanto ao número de recursos interpostos. Tal documento deverá ser entregue no setor de protocolo do SERENS em 30 . 1000 (mil) caracteres para que seja considerado. divulgar na Internet o resultado da análise dos recursos e o resultado final das provas escritas dos Exames de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE). não cabendo ao candidato qualquer direito. Tal procedimento não é requisito obrigatório para o procedimento de interposição de recurso.5 Caso sobrevenha algum fato impeditivo ou restritivo que afete o sistema informatizado. o resultado da análise dos recursos e o resultado final da Prova de Redação (RED). na data estabelecida no Calendário de Eventos.1 O candidato julgado “INCAPAZ PARA O FIM A QUE SE DESTINA” poderá solicitar INSPSAU em grau de recurso.9 Caberá ao CIAAR. a divulgação será tornada sem efeito e a publicação dos resultados será anulada. 6.4 Em consequência do estabelecido no item anterior. comparando o caderno de questões da prova que realizou com o gabarito oficial. mas cada recurso deverá ter.5. a partir da data em que for divulgado o resultado provisório das provas escritas dos Exames de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE). bem como as respectivas correções e notas. por parte dos candidatos. não mais caberá recurso. 6. disponível na página do CIAAR na Internet. Após esse ato. 6.7.6. ou pedido de reconsideração referente aos atos anulados.6. de 09 de agosto de 2010 revisão da Prova de Redação (RED). na data estabelecida no Calendário de Eventos. o CIAAR padronizará e informará o procedimento alternativo a ser utilizado.3 Para fundamentar o recurso.1 Os recursos quanto aos graus das provas escritas que compõem os Exames de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE) deverão ser referentes às questões que o candidato entenda terem sido corrigidas de maneira incorreta. 6. dentro do período estabelecido no Calendário de Eventos. relacionado ao resultado da Prova de Redação (RED). por parte dos candidatos.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.6 As redações.5.6 RECURSO PARA OS GRAUS ATRIBUÍDOS AOS CANDIDATOS NAS PROVAS ESCRITAS 6.1 A anulação dos resultados implicará na anulação de todos os atos dele decorrentes.5. por meio de requerimento constante do Anexo H. e b) o(s) número(s) das questão(ões) que entenda ter(em) sido corrigida(s) incorretamente.8 Quando for constatada que a divulgação dos resultados foi apresentada com incorreção. os candidatos deverão atentar para o previsto na alínea “b” do item 5. corrigindo a divulgação anterior.5. sendo publicado novo resultado.

via encomenda expressa ou via ECT. dentro do prazo previsto no Calendário de Eventos. o candidato poderá solicitar ao SERENS em cuja localidade tiver realizado o EAP. 6. 6.6 O candidato que. em primeira instância.1 A adoção dos procedimentos descritos no item anterior não é requisito obrigatório para a interposição de revisão.8 REVISÃO. o Documento de Informação de Aptidão Psicológica (DIAP). por meio de requerimento constante do Anexo K.9. em grau de recurso. ou ao seu representante legal.8. dirigido ao Vice-Presidente da CDA.7 A entrevista supracitada será exclusivamente de caráter informativo. que tem como objetivo esclarecer as razões da contraindicação do candidato e somente poderá ser entregue ao próprio candidato.8. EM GRAU DE RECURSO. O DIAP é um documento pessoal. observado o prazo estabelecido no Calendário de Eventos. em grau de recurso.8. 6.3 Somente poderá requerer a revisão do EAP em Grau de Recurso. Tal documento deverá ser enviado ao IPA.7.4.4 A solicitação do DIS ou a entrega da documentação que constitui o processo de recurso.8. poderão ser feitas por mandatário devidamente constituído pelo candidato. Tal documento deverá ser 31 .4 Se for de seu interesse. na cidade do Rio de Janeiro.7. Tal procedimento é requisito obrigatório para a interposição de recurso. 6.7. o candidato considerado CONTRAINDICADO. do resultado obtido no EAP. a fim de subsidiar o processo de recurso. por meio de instrumento de procuração lavrada em cartório. por meio de instrumento de procuração lavrada em cartório. com postagem registrada e Aviso de Recebimento. DO EXAME DE APTIDÃO PSICOLÓGICA 6. para esclarecimento do motivo da contraindicação do candidato ao propósito seletivo. 6.1 O candidato “CONTRAINDICADO” poderá requerer revisão. em conformidade com as normas do IPA e destas Instruções.8.1 O candidato julgado “NÃO APTO” poderá solicitar TACF em grau de recurso. dentro do prazo previsto no Calendário de Eventos. 6.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. do EAP consistirá em uma nova apreciação dos resultados obtidos no processo de avaliação psicológica a que foi submetido o candidato. após ter sido submetido a toda bateria de testes prevista para o referido Exame.3 Somente poderá requerer INSPSAU em grau de recurso o candidato que entregar. observado o prazo previsto no Calendário de Eventos. dirigido ao Diretor do IPA.2 O candidato interessado em solicitar INSPSAU em grau de recurso deverá requerer ao SERENS em cuja localidade tiver realizado a INSPSAU o Documento de Informação de Saúde (DIS). por meio de requerimento próprio constante do Anexo J. em grau de recurso. após a revisão.2 A revisão. o DIS com o parecer desfavorável da Junta de Saúde a que foi submetido. 6. no SERENS.8. observado o prazo estabelecido no Calendário de Eventos. não sendo considerada como recurso. 6. cuja atribuição é a emissão de pareceres e de julgamentos finais de processos de avaliação psicológica. permanecer com parecer “CONTRAINDICADO” poderá solicitar Entrevista Informativa. 6. por meio de requerimento próprio constante do Anexo I.9 RECURSO PARA O TESTE DE AVALIAÇÃO DO CONDICIONAMENTO FÍSICO 6.5 A solicitação do DIAP e a entrega da documentação que constitui o processo de recurso.8. 6. do EAP. 6.8. poderão ser feitas por mandatário devidamente constituído pelo candidato.8 A entrevista informativa será realizada no IPA. no endereço constante do Anexo J. juntamente com o requerimento. no SERENS. dirigido ao Diretor do IPA.8. 6. Tal documento deverá ser entregue no setor de protocolo do SERENS em cuja localidade o candidato tiver realizado o EAP. de 09 de agosto de 2010 cuja localidade o candidato tiver realizado a INSPSAU. Tal revisão será de responsabilidade do Conselho Técnico composto por uma comissão de psicólogos do IPA. 6.

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entregue no setor de protocolo do SERENS em cuja localidade o candidato tiver realizado o TACF, observado o prazo estabelecido no Calendário de Eventos. O TACF em grau de recurso será constituído de todos os exercícios previstos do Anexo E. 6.9.2 A entrega da documentação que constitui o processo de recurso, no SERENS, poderá ser feita por mandatário devidamente constituído pelo candidato para esse fim específico, por meio de instrumento de procuração lavrada em cartório. 6.9.3 Somente poderá requerer o TACF em grau de recurso o candidato que não tiver atingido os índices estabelecidos em pelo menos um dos exercícios previstos. 6.9.4 O TACF em grau de recurso será constituído de todos os exercícios previstos no Anexo F a estas Instruções. 6.9.4 O TACF em grau de recurso, para candidatos da especialidade Educação Física, será constituído de todos os exercícios previstos no Anexo F a estas Instruções. 7 RESULTADO FINAL DO EXAME 7.1 Será considerado em condições de ser apreciado pela JEA, para habilitação à matrícula nas vagas existentes, o candidato que atender a todas as condições que se seguem: a) no Exame de Escolaridade (EE) e na Prova de Conhecimentos Especializados (CE), for considerado “COM APROVEITAMENTO” de acordo com o item 5.2.10.3, tendo para isso obtido grau igual ou superior a 6,0000 (seis) na Média Final (MF), e grau mínimo 5,0000 (cinco) na prova de Gramática e Interpretação de Texto (GIT), na prova de Conhecimentos Especializados (CE) e na Prova de Redação (RED), esta última aplicada somente aos candidatos das especialidades discriminadas no item 5.2.3.3; b) na INSPSAU e no TACF, for considerado “APTO”; c) no EAP, for considerado “INDICADO”; e d) na Avaliação da CPO/CPG, obtiver parecer “FAVORÁVEL” (exclusivo para candidato militar da ativa da Aeronáutica). 7.2 Serão selecionados para habilitação à matrícula os candidatos aprovados e classificados dentro do número de vagas fixadas por especialidade, considerando a ordem decrescente de suas Médias Finais (MF), os critérios de desempate e a homologação da JEA, que consolidará, pelo Mapa e pela Ata, a relação nominal dos candidatos aprovados e selecionados para a habilitação à matrícula, bem como dos candidatos considerados excedentes, que aguardarão o surgimento de eventual vaga dentro do prazo de validade do certame. 7.2.1 As vagas fixadas em cada uma das localidades, de acordo com a especialidade, serão distribuídas pela JEA aos candidatos, de acordo com as respectivas opções feitas no FSI, e conforme a classificação final do Exame de Admissão, ou seja, os mais bem classificados em cada especialidade ocuparão as vagas existentes ou remanescentes, em conformidade com as suas respectivas opções assinaladas no FSI. 7.3 O candidato aprovado em todas as etapas, mas não classificado no número de vagas existentes, será considerado excedente, até a data de expiração deste certame. 7.3.1 A listagem de candidato excedente tem por finalidade permitir a convocação imediata, para preenchimento de vagas não completadas em razão de alguma eventual desistência ou não habilitação à matrícula, desde que tal convocação se dê dentro da vigência do Exame. 7.3.1.1 Durante a realização do Estágio e já fora do período de validade do Exame, quando não mais cabe convocação de candidatos excedentes, caso algum Tenente-Estagiário desista de realizar o Estágio, ou seja, haja o desligamento por qualquer razão, o preenchimento de sua vaga por outro Tenente-Estagiário de menor antiguidade e os possíveis novos remanejamentos na distribuição de vagas, em “efeito cascata”, somente ocorrerão em conformidade com a conveniência e o interesse da 32

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Administração, mediante formulação de Ofício do Comandante do CIAAR ao Diretor-Geral de Ensino da Aeronáutica, que definirá, ao final do Estágio, a prioridade das localidades que poderão ter suas vagas preenchidas ou não, em caso de vacância. 7.3.2.2 Ao candidato excedente que for selecionado pela JEA fica assegurada apenas a expectativa de direito de ser convocado para a habilitação à matrícula, desde que apareça a vaga antes do término da validade do Exame. 7.3.2.3 O candidato excedente que for convocado para habilitação à matrícula terá 03 (três) dias corridos, a contar da data subsequente à de convocação, para se apresentar no CIAAR. 7.3.2.4 O candidato deverá manter atualizado o seu endereço e telefone junto à Divisão de Concursos do CIAAR, enquanto estiver participando do Exame, enviando mensagem eletrônica com o título: “Processo Seletivo – atualização de endereço” ao e-mail sac@ciaar.aer.mil.br e receber resposta confirmando a atualização do banco de dados. Serão de exclusiva responsabilidade do candidato os prejuízos decorrentes da não atualização de seu endereço. 7.3.2.5 No caso de o candidato titular da vaga pela ordem de classificação não aceitar a localidade para onde foi selecionado, esse deverá declarar sua desistência por escrito, ao CIAAR. 7.4 A expedição da Ordem de Matrícula será de responsabilidade do Diretor-Geral do DEPENS, devendo ser expedida após a homologação do Mapa e da Ata da JEA. 7.5 A matrícula dos candidatos, a ser efetivada por ato do Comandante do CIAAR, somente ocorrerá depois de recebida a Ordem de Matrícula do DEPENS e cumpridas as exigências previstas, dentro dos prazos estabelecidos. 7.5.1 O não cumprimento, por parte do candidato, das exigências para a efetivação da matrícula, dentro dos prazos estabelecidos, implicará no cancelamento da sua Ordem de Matrícula e na sua exclusão do Exame. 8 HABILITAÇÃO À MATRÍCULA 8.1 Estará habilitado à matrícula o candidato que atender a todas as condições a seguir: a) ter sido aprovado no processo seletivo e selecionado pela JEA; b) ter cumprido todas as condições previstas para inscrição no processo seletivo deste Exame de Admissão, estabelecidas no item 3.1.1; c) apresentar-se no CIAAR na data prevista para a Concentração Final, portando os originais e 1 (uma) cópia autenticada dos seguintes documentos: 1 - documento de identidade, devidamente válido; 2 - Certidão de Nascimento ou Casamento; 3 - Cadastro de Pessoa Física (CPF) e PIS/PASEP (para aqueles com registro em Carteira de Trabalho); 4 - Título de Eleitor e comprovante de situação eleitoral regularizada (http://www.tse.gov.br/internet/servicos_eleitor/quitacao.htm); 5 - Certidão de antecedentes criminais da Justiça Federal (www.dpf.gov.br, no link Serviços à Comunidade / Certidão de antecedentes criminais / Certidão de antecedentes criminais - informativo); 6 - Certidão de antecedentes criminais da Justiça Militar (www.stm.gov.br, no link Certidão Negativa / Emitir certidão negativa); 7 - Certidão de antecedentes criminais da Justiça Estadual; 8 - se do sexo masculino, Certificado de Reservista; 9 - carteira de registro da profissão, expedida pelo respectivo Conselho Regional, quando existir, referente à especialidade a que concorre; 33

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10 - declaração do respectivo Conselho Regional, quando existir, de que está em pleno gozo de suas prerrogativas profissionais; 11 - Histórico Escolar; 12 - Diploma, certificado ou declaração de conclusão de curso superior, em nível de bacharelado ou licenciatura plena, do Sistema Nacional de Ensino, referente à especialidade a que concorre; Para as áreas de atividades profissionais especificadas a seguir, o candidato deverá atender, também, a um dos seguintes requisitos particulares, de acordo com a área em que solicitar sua inscrição: ►Administração – possuir o diploma de graduação em Bacharel em Administração, Bacharel em Administração de Recursos Humanos, Bacharel em Administração de Empresas ou Bacharel em Administração Pública; ► Informática – possuir diploma de Bacharel em Ciências da Computação, Bacharel em Engenharia da Computação, Bacharel em Informática, Bacharel em Sistemas de Informação (tradução do inglês para "Computer Information Systems"), Bacharel em Análise de Sistemas, Bacharel em Engenharia de Produção de Software, Licenciatura em Informática, Engenharia de Informação, Engenharia de Processamento de Dados e Engenharia de Software; ► Psicologia – possuir o diploma de graduação em curso de Formação de psicólogo; e ► Relações Públicas e Jornalismo – possuir diploma de graduação em Comunicação Social com habilitação nessas especialidades. 13 - se militar (praça da ativa), ofício de apresentação da OM de origem. 8.2 Não serão aceitos documentos ilegíveis, rasurados, com emendas ou discrepâncias de informações. 8.3 Não será aceito diploma de Tecnólogo para a comprovação da formação profissional, em nenhuma especialidade. 8.4 O Histórico Escolar e os certificados ou diplomas somente terão validade se expedidos por estabelecimento de ensino reconhecido pelo órgão oficial federal, estadual, municipal, distrital ou regional de ensino competente. 8.5 Quanto ao certificado ou diploma citado no item anterior, somente será aceito aquele que estiver impresso em papel timbrado do estabelecimento que o emitiu, acompanhado do registro que outorgou seu funcionamento, com as respectivas publicações no diário do órgão oficial de imprensa; que contenha a confirmação de conclusão do Ensino Superior, e as assinaturas, carimbos e o número do registro dos responsáveis pelo estabelecimento no órgão que representa o respectivo sistema de ensino. 8.5.1 Visando sanar possíveis dificuldades na obtenção do diploma ou certificado por parte de candidatos, será aceita declaração (certidão) de conclusão de Curso Superior. Essa declaração somente terá valor e será aceita para este processo seletivo se atender ao previsto no item 8.2 e conter, além dos requisitos citados nos itens 8.4 e 8.5, a identificação do Diretor do Estabelecimento de Ensino e, no caso de Instituições Públicas, a data da publicação da sua designação ou nomeação. 8.6 Quando for constatada ausência de documentos, irregularidades ou discrepâncias, somente serão habilitados à matrícula os candidatos que venham a sanar tais problemas até a data prevista para a matrícula. Encerrado esse prazo, o candidato que não tiver resolvido sua pendência será excluído do processo seletivo e, em seu lugar, será convocado candidato excedente para habilitar-se à matrícula. 8.7 A constatação, a qualquer tempo, de omissão ou falta de veracidade em qualquer uma das informações ou documentos exigidos do candidato implicará na anulação de sua matrícula, bem como de todos os atos dela decorrentes, independentemente das sanções previstas em lei ou regulamentos militares. 34

3 TRAJES 35 . Conselhos.1.1. a matrícula e a realização do estágio. passando à situação de adido àquela Organização de Ensino.1 São considerados documentos de identificação válidos: carteiras expedidas pelos Comandos Militares.2 Os portões de acesso aos locais de realização da Concentração Inicial e da prova escrita. valham como identidade. na situação de aprovado e classificado dentro do respectivo número de vagas e selecionado pela JEA. 9. 9.2. bem como da Concentração Intermediária. 9. 9. do EAP e do TACF. não-identificáveis ou danificados. sem valor de identidade. cabendo ao candidato.1 COMPARECIMENTO AOS EVENTOS PROGRAMADOS 9. relativos à matrícula e realização do Estágio. estabelecer a antecedência com que deverá se deslocar para o local.2 O candidato militar da ativa da Aeronáutica.1 Os períodos previstos no Calendário de Eventos para a realização dessas etapas se destinam-se à melhor adequação e organização da Administração da Aeronáutica. implicará falta e. serão abertos uma hora antes do horário previsto para seu fechamento. Também será da responsabilidade do candidato aprovado e selecionado para a habilitação à matrícula o seu deslocamento com destino ao CIAAR para a Concentração Final. incluídos os seus recursos. de 09 de agosto de 2010 9. carteiras funcionais. de modo que. Carteira Nacional de Habilitação com fotografia.2.2.1. carteira de trabalho. por lei federal. caso não estejam fixados no Calendário de Eventos. o seu documento de identidade original. por motivo de força maior. Certificado de Alistamento Militar (CAM).1.1. considerando os imprevistos comuns às grandes cidades. pelas Secretarias de Segurança Pública / Defesa Social. alimentação e estada destinada à realização do Exame de Admissão correrão por conta do candidato.1. carteiras funcionais do Ministério Público. em todos os eventos do Exame de Admissão. a sua exclusão do certame.1. Deverá apresentar-se no CIAAR.3. Certificado de Dispensa de Incorporação (CDI).4 O não comparecimento do candidato nos locais dos eventos dentro dos prazos estabelecidos no Calendário de Eventos ou divulgados pelo Presidente da Comissão Fiscalizadora.1 O candidato militar da ativa da Aeronáutica que receber Ordem de Matrícula não deverá ser desligado de sua Organização de origem.3 O CIAAR poderá. 9. títulos eleitorais. carteiras expedidas pelos órgãos fiscalizadores de exercício profissional (Ordens.2. inclusive quando.1.3 Os locais. 9. carteiras funcionais expedidas por órgão público que.1 O candidato deverá portar. devidamente válido e com fotografia. efetuar a coleta da impressão digital e/ou fotografia dos candidatos em qualquer momento deste Exame de Admissão.). dias e horários em que os candidatos deverão apresentar-se para a realização da INSPSAU.IE/EA EAOT 2011 9 DISPOSIÇÕES GERAIS Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.2. serão estabelecidos pelo Presidente da Comissão Fiscalizadora durante a Concentração Intermediária. em consequência. fará jus aos direitos remuneratórios previstos.1 As despesas relativas a transporte. na forma da legislação vigente.2. 9. de forma a evitar possíveis atrasos. um ou mais eventos programados desse exame tiverem que ser repetidos. horários e locais de cada etapa.1. essas informações tornam-se vinculantes e compulsório o comparecimento do candidato. 9. carteiras de estudante.1. etc. certificado de reservista. cópias de documentos (ainda que autenticadas) e nem protocolo de documento.3.1. 9. pelas Polícias Militares e pelos Corpos de Bombeiros Militares.2 IDENTIFICAÇÃO DOS CANDIDATOS 9. 9. somente. na hipótese do item 9.2 Não serão aceitos como documentos de identificação para o Exame: certidões de nascimento. passaporte. documentos ilegíveis. uma vez informados aos candidatos os dias. com a finalidade de verificação da autenticidade da identificação de qualquer candidato. 9.

bem como a relação nominal dos candidatos excedentes convocados. vindo a ser considerado faltoso e excluído do Exame.3 O candidato militar. poderá ser impedido de adentrar o local onde serão realizados os eventos programados para o processo seletivo. considerando a especialidade a que concorrem. k) relação nominal dos candidatos com resultados obtidos. bem como relação nominal dos candidatos convocados para a Concentração Intermediária.1 O candidato deverá comparecer aos locais de realização dos exames com trajes compatíveis com a atividade.4. c) questões das provas escritas dos Exames de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE) com os respectivos gabaritos provisórios. b) locais de prova. 9. e os locais de sua realização. em grau de recurso.2 Serão publicadas no DOU as seguintes relações: 36 . as informações a seguir: a) relação nominal dos candidatos que obtiveram deferimento e dos candidatos que obtiveram indeferimento na solicitação de inscrição.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. no EAP e no TACF. no EAP e no TACF l) relação nominal dos candidatos selecionados para a Concentração Final e habilitação à matrícula com análise de documentos. 9. e n) relação nominal dos candidatos matriculados. i) relação nominal dos candidatos com resultados finais obtidos nas provas escritas dos Exames de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE) com suas respectivas Médias Finais (MF). que não atender ao previsto no item anterior.4 Para os eventos realizados em instituições civis. 9. na página oficial do Exame e de acordo com os prazos estabelecidos no Calendário de Eventos.3.2 Para os eventos do Exame de Admissão realizados em Organizações Militares.3.3.4 DIVULGAÇÕES 9. d) Conhecimentos Especializados (CE) com os respectivos gabaritos oficiais. h) pareceres individuais do CIAAR sobre o resultado da análise das solicitações de recurso para os graus atribuídos aos candidatos nas provas escritas dos Exames de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE) . j) relação nominal dos candidatos com resultados obtidos na INSPSAU. pareceres individuais das Bancas Examinadoras sobre os recursos das provas escritas dos Exames de Escolaridade (EE) e de e) correção das Provas de Redação (RED). f) pareceres individuais da Banca Examinadora sobre os recursos das Provas de Redação (RED). devendo estar com os cabelos descobertos e as orelhas sempre visíveis. considerando a especialidade a que concorrem. 9. na INSPSAU.3. em conformidade com as normas e regulamentos de uniformes das respectivas Forças.1 Serão divulgados pelo CIAAR. considerando a especialidade a que concorrem. o candidato (mesmo militar da ativa) poderá comparecer em trajes civis. o candidato militar da ativa. de 09 de agosto de 2010 9.4. das Forças Armadas ou Auxiliares. deverá comparecer uniformizado. 9. contendo a Média Final (MF) e a classificação final. m) relação nominal dos candidatos excluídos do Exame em decorrência de desistência ou de não habilitação à matrícula. g) relação nominal dos candidatos com resultados obtidos nas provas escritas dos Exames de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE) com suas respectivas médias e classificação.

faixa de cabelo. ilegibilidade ou omissão de dados.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. for constatado.5. a qualquer instante.1 Será excluído do Exame o candidato que se enquadrar em qualquer uma das situações abaixo: a) não obtiver grau mínimo 5.4 Se. por membro da Comissão Fiscalizadora ou por meio eletrônico. no preenchimento de seu FSI. bolsa. óculos escuros. ou que o entregar contendo informação que ateste que o mesmo não atende alguma das condições de inscrição. 9.3 Será de inteira responsabilidade do candidato o acompanhamento das publicações dos resultados e dos comunicados referentes ao Exame. a qualquer tempo.0000 (seis). deixou de atender às condições para a inscrição. durante o Exame. a relação nominal dos candidatos matriculados.4 Não será fornecido ao candidato qualquer documento comprobatório de aprovação no processo seletivo. 9. 9. ou i) deixar de cumprir qualquer item estabelecido nestas Instruções e que seja considerado motivo de exclusão. definidas nestas Instruções ou em Instruções Complementares.5. suas provas serão anuladas e automaticamente excluído do processo seletivo. mochila. de 09 de agosto de 2010 a) pelo DEPENS. Caso o problema não seja constatado antes da data da matrícula o estagiário enquadrado nesta situação será excluído e desligado do Estágio. por ato do Presidente da Comissão Fiscalizadora. durante a realização de qualquer uma das provas e de modo a se enquadrar em alguma das condutas não autorizadas e descritas no item 5. relógio de qualquer tipo.2.5. d) obtiver parecer desfavorável da CPO ou da CPG. sem prejuízo das medidas administrativas e legais previstas. pochete. junto ao corpo. b) portar. for comprovado que o candidato.5. da INSPSAU. terá sua inscrição invalidada. arma. ocultar ou adulterar qualquer informação relativa às condições exigidas para a inscrição e matrícula. sendo excluído deste processo seletivo. e b) pelo CIAAR.4. rasura. a relação nominal dos candidatos selecionados pela JEA para a habilitação à matrícula.2 O candidato que contrariar. chapéu. que apresentar. 9. do EAP.0000 (cinco) nas provas escritas dos Exames de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE). 9. ter o candidato utilizado-se de processo ilícito. estatístico. bem como todos os atos dela decorrentes. ainda. em caráter definitivo e em qualquer tempo.5 EXCLUSÃO DO EXAME 9. após a solução dos recursos apresentados. 9. ou. visual. gorro. será excluído do processo seletivo. cadernos. tão logo seja descoberta e constatada a irregularidade. c) não for convocado para a Concentração Intermediária. na forma da legislação em vigor. b) não obtiver aproveitamento com a Média Final (MF) inferior ao grau 6. boné. O candidato que deixar de entregar o FSI na Concentração Intermediária.5. para este fim. viseira. grafológico ou por investigação policial. Os responsáveis pela irregularidade estarão sujeitos às medidas penais e administrativas cabíveis.4.5 Será excluído do Exame. telefone celular. 37 .5. do TACF. livros. valendo. h) não atingir os resultados previstos nestas Instruções. g) for considerado “NÃO APTO” no TACF. 9. tornar-se-ão nulos se. f) for considerado “CONTRAINDICADO” no EAP. a publicação no DOU.3 A inscrição. com registro em ata e posterior homologação do Comandante do CIAAR. o candidato que proceder de acordo com qualquer uma das seguintes situações: a) burlar ou tentar burlar normas para a realização das provas. impressos. e) for julgado “INCAPAZ PARA O FIM A QUE SE DESTINA” na INSPSAU. erro.

6. tiver praticado falsidade ideológica constatada em qualquer momento do Exame . fizer. quando aplicável.6. deixar de apresentar qualquer um dos documentos exigidos para inscrição ou a matrícula ou apresentá-los contendo discrepâncias que não venham a ser sanadas nos prazos previstos. não cabendo o direito de recurso para obter qualquer compensação pela exclusão.6 VALIDADE DO EXAME 9. do TACF.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. utilizar-se ou tentar utilizar-se de meios fraudulentos ou ilegais. de livros. durante ou após o período de realização da mesma. códigos. anotação de informações relativas às suas respostas em local que não seja o próprio Caderno de Questões. der ou receber auxílio para a realização das provas. continuar ou tentar continuar respondendo questão de prova após o encerramento do tempo oficial previsto para a realização da prova. do EAP. 10. transmita ou armazene informações. adentrar aos locais de prova portando arma de qualquer espécie. ou dos recursos. da INSPSAU. recusar-se a entregar o material da prova cuja restituição seja obrigatória ao término do tempo destinado para a sua realização. bem como praticar ou tentar praticar ato de indisciplina durante a realização de qualquer atividade referente aos exames. que receba. fizer uso. durante as provas. 10 DISPOSIÇÕES FINAIS 10.2 Os resultados obtidos pelos candidatos em todas as etapas do processo seletivo somente terão validade para a matrícula no EAOT 2011. passando a ser considerado candidato desistente. das provas. do EAP. 9. anulação de inscrição ou não aproveitamento por falta de vagas. do TACF ou dos recursos. deixar de comparecer pessoalmente ou chegar atrasado aos locais designados nos dias e horários determinados para a realização das concentrações. deixar de assinar o Cartão de Respostas das provas escritas no local para isso reservado. deixar de acatar determinação emanada de membro da Comissão Fiscalizadora.2 A inscrição no processo seletivo implicará na aceitação irrestrita das normas e condições estabelecidas nas presentes Instruções e em outras que vierem a ser publicadas. por meio de impressão digital e/ou coleta de fotografia. durante as provas. 38 . de 09 de agosto de 2010 c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) m) n) o) p) q) folhas avulsas de qualquer tipo e/ou anotações.1 O prazo de validade do Exame expirar-se-á 10 (dez) dias corridos após a data prevista para a matrícula. da INSPSAU. em função do indeferimento de sua solicitação de inscrição no Exame. da realização de qualquer uma das provas. se constatado o descumprimento das condições estabelecidas nas presentes Instruções. não apresentar o documento de identificação original devidamente válido ou recusar a submeter-se ao processo de identificação. ou deixar de apresentar-se no CIAAR na data prevista para matrícula. afastar-se do local de prova. pecuniária ou não. portando o Cartão de Respostas.1 Não caberá ao candidato qualquer compensação ou reparação. 9. manuais ou quaisquer anotações. bem como aparelhos eletroeletrônicos. por ocasião das concentrações. quando aplicável.

caso continue.br. a solicitação de qualquer reparação pelos transtornos que a anulação e. no endereço eletrônico sac@ciaar.3 O candidato que desejar relatar fatos ocorridos durante a realização do processo seletivo. pois deles não se originam direitos).IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.5 Ao Diretor-Geral do DEPENS caberá: a) anular o Exame de Admissão. ao Departamento de Ensino da Aeronáutica (DEPENS). por meio de ato contínuo. deverá fazê-lo à Divisão de Concursos do CIAAR. ainda. no endereço eletrônico de2depens@yahoo. quando houver grave indício de quebra de sigilo. de 09 de agosto de 2010 10. e b) caso seja constatada incorreção na publicação dos resultados obtidos pelos candidatos em qualquer evento seletivo e/ou classificatório do Exame. bem como ficará implícita a sua aceitação do novo Calendário de Eventos a ser divulgado para prosseguimento do processo seletivo). e quando ocorrer fato incompatível com estas Instruções. ou não. 10. a participar do Exame.aer. cometimento de irregularidades durante a realização de qualquer evento de caráter seletivo e/ou classificatório. consequentemente.4 A Aeronáutica não possui vínculo com qualquer curso ou escola preparatória nem sugere ou se responsabiliza por material didático comercializado por professores ou instituições de ensino. 10. postando correspondência. fazer críticas. em todo o País ou em determinadas localidades. 10. uma vez constatado que estes estão eivados de vícios que os tornam ilegais.br ou.mil.com. encaminhando mensagem fac-símile para o telefone (31) 4009-5002 ou enviando e-mail para o Serviço de Atendimento ao Candidato. esclarecer dúvidas ou emitir sugestões. bem como todos os atos deles decorrentes e. Tenente Brigadeiro do Ar JOÃO MANOEL SANDIM DE REZENDE Diretor-Geral de Ensino da Aeronáutica 39 .6 Os casos não previstos serão resolvidos pelo Diretor-Geral de Ensino da Aeronáutica. determinar providências para que a publicação seja tornada sem efeito e os resultados sejam publicamente anulados. no todo ou em parte. providenciar para que sejam publicados os resultados corretos (dessa forma. o cancelamento dos eventos subsequentes possam causar. não caberá por parte do candidato. não caberá aos candidatos qualquer pedido de reconsideração referente aos resultados anulados. encaminhando mensagem fac-símile para o telefone (61) 3321-9973 ou enviando e-mail para a Divisão de Admissão e de Seleção. ou que impossibilite o seu cumprimento (em caso de anulação.

Documento de Informação de Saúde .Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo .Base Aérea de Fortaleza .Ficha Informativa sobre Formulação de Questão .Formulário de Solicitação de Inscrição .Diretoria de Saúde da Aeronáutica .Comissão de Promoções de Graduados .Exame de Aptidão Psicológica .Comissão de Desportos da Aeronáutica .Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários .Diário Oficial da União .Base Aérea de Porto Velho . de 09 de agosto de 2010 Anexo A – Siglas utilizadas pelo COMAER constantes destas Instruções BABV BACG BAFL BAFZ BANT BAPV BASV BCA CAM CDA CDI CE CIAAR CINDACTA COMAER COMAR COMGEP CPG CPGAER CPO DEPENS DIAP DIRAP DIRSA DIS DOU EAP EAOT ECT EE FAB FIFQ FSI GIT .Diretoria de Administração de Pessoal .Boletim do Comando da Aeronáutica .Base Aérea de Salvador .Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos .Departamento de Ensino da Aeronáutica .Prova de Gramática e Interpretação de Texto 40 .Exame de Escolaridade .Documento de Informação de Aptidão Psicológica .Certificado de Alistamento Militar .Comando da Aeronáutica .Exame de Conhecimentos Especializados .Corpo de Pessoal Graduado da Aeronáutica .Base Aérea de Boa Vista .Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica .IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.Comando-Geral do Pessoal .Certificado de Dispensa de Incorporação .Base Aérea de Florianópolis .Base Aérea de Campo Grande .Comissão de Promoções de Oficiais .Força Aérea Brasileira .Comando Aéreo Regional .Base Aérea de Natal .

Inspeção de Saúde .Regulamento do Corpo de Pessoal Graduado da Aeronáutica .Organização Militar de Apoio .Média Final .Instituto de Psicologia da Aeronáutica .Teste de Avaliação do Condicionamento Físico 41 .Instruções Específicas do Exame de Admissão .Organização Militar .Prova de Redação .IE/EA EAOT 2011 ICA IE/EA INSPSAU IPA JEA MF OM OMAP QCOA RC RCA RCPGAER RED SERENS SECPROM TACF Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.Junta Especial de Avaliação .Secretaria da Comissão de Promoções de Oficiais da Aeronáutica .Instrução do Comando da Aeronáutica .Regulamento do Comando da Aeronáutica .Quadro Complementar de Oficiais da Aeronáutica .Serviço Regional de Ensino . de 09 de agosto de 2010 .Registro de Cadastro .

CANDIDATOS/ 16 ago. ou não. administrativamente. Divulgação da relação nominal dos candidatos que tiveram a solicitação de inscrição deferida e indeferida. 2010 42 . CIAAR CIAAR até 11 nov. Comunicação ao CIAAR às OM dos candidatos via mensagem rádio urgente. CANDIDATOS até 08 out. até 25 out. 2010 6. 2010 4. desfavoráveis e impedidos) sobre a aptidão ao Oficialato e os respectivos motivos (Ofício via rede mercúrio) solicitando que as respectivas OM informem se os candidatos irão ou não interpor recurso. e início das provas às 9h30min (horário de Brasília). Remessa ao CIAAR. CMT OM / CANDIDATOS CANDIDATOS/ CMT OM até 22 out. via mensagem fac-símile e encomenda expressa (urgente). Disponibilização do Cartão de Inscrição. Remessa a DIRAP/SECPG ou SECPROM. DIRAP / SECPG SECPROM até 08 nov. 2010 3. 2010 CIAAR 16 ago. Divulgação da relação nominal dos candidatos que tiveram a solicitação de inscrição deferida e indeferida em grau de recurso. 2010 7. DIRAP/SECPG ou CPO da informação da intenção do militar interpor. dos SARAM daqueles que receberam pareceres (favoráveis. via SEDEX. 2010 9. ao CIAAR. CIAAR até 05 out. dos recursos sobre o parecer desfavorável na AVCOM. 2010 28 nov. do requerimento para inscrição em grau de recurso.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. Divulgação dos locais de prova. início das provas às 10h (horário de Brasília). OMAP 21 nov. Concentração Inicial e Provas Escritas fechamento dos portões às 8h45min. 2010 8. Comunicação ao CIAAR e às OM dos candidatos. 2010 até 19 out. 2010 até 11 nov. de 09 de agosto de 2010 Anexo B – Calendário de Eventos EVENTOS RESPONSÁVEIS DATAS/PRAZOS 1. Concentração Inicial às 9h. 2010 até 19 nov.Horário de Brasília. CIAAR 5. 2010 11. 2010 12. Remessa. a 30 set. Período de inscrição. 2010 2. O preenchimento do FSI será possível via Internet a partir das 10h do primeiro dia de inscrições até as 15h do último dia . 10. a 23 set. dos nomes e dos motivos dos pareceres desfavoráveis. 2010 29 nov. do resultado da análise dos recursos e emissão de parecer. DIRAP / SECPG SECPROM até 19 out. via Rede de Comunicação de Dados Sigilosos (Rede Mercúrio). Despacho do material do Exame de Admissão pelo Presidente da Comissão Fiscalizadora e pelo representante do CIAAR. recurso da AVCOM (mensagem telegráfica). OMAP/CIAAR 22 nov.

2010 até 17 dez. 2011 até 14 jan. 2011 até 17 jan. de 09 de agosto de 2010 13. 2010 até 01 dez. acompanhado dos respectivos comprovantes de despesas com locação de imóveis e alimentação da Comissão Fiscalizadora. 2010 até 21 dez. 2011 até 07 jan. 2010 até 26 nov. 2010 até 26 nov. 2010 até 21 dez. 2011 até 14 jan. com suas respectivas médias. 25. 20. 28.Horário de Brasília) Remessa das FIFQ para as Bancas Examinadoras. CIAAR até 21 jan. 2010 até 20 dez. 2010 até 23 dez. 2010 até 03 dez. 19. 2011 até 23 dez. 21. 2010 até 20 dez. Envio ao CIAAR de mensagem fac-símile informando os valores a serem repassados. contendo a classificação provisória daqueles que obtiveram aproveitamento. 27. 2010 até 23 dez. Remessa ao CIAAR dos pareceres sobre os recursos da Prova de Redação Divulgação dos resultados finais e dos pareceres individuais sobre os recursos da prova de redação via Internet. 2010 até 30 nov. 2010 até 10 dez. CIAAR CIAAR 16.Horário de Brasília) Remessa dos recursos da Prova de Redação para a Banca Examinadora. 2011 até 29 dez. Preenchimento da Ficha Informativa sobre Formulação de Questão (FIFQ).IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. Entrega ao CIAAR dos gabaritos oficiais e dos pareceres individuais sobre as FIFQ. 2010 até 08 dez. 2010 até 10 jan. 17. 18. 2011 43 . Correção das provas. 22. OMAP até 24 nov. 2010 até 06 jan. 2010 até 04 jan. 2011 até 10 jan. 2010 até 17 dez. 2011 até 19 jan. 26. Digitalização das redações e envio para a correção. 2011 até 14 jan. Preenchimento do formulário de recurso para a Prova de Redação via Internet. (disponível até as 15h do último dia de recurso . 2011 até 28 dez. Correção das redações. 23. 2010 até 23 dez. Análise das FIFQ. Análise dos recursos da Prova de Redação. 2011 até 18 jan. Divulgação da relação nominal de candidatos com os resultados obtidos nas provas escritas dos Exames de Escolaridade (EE) e Conhecimentos Especializados (CE). 24. 29. Remessa ao CIAAR das redações corrigidas Divulgação dos gabaritos oficiais e dos pareceres individuais sobre as FIFQ. (disponível até as 15h do último dia de recurso . 2011 14. CANDIDATOS CIAAR CIAAR / BANCA EXAMINADORA BANCA EXAMINADORA BANCA EXAMINADORA BANCA EXAMINADORA CIAAR CIAAR CANDIDATOS CIAAR BANCA EXAMINADORA BANCA EXAMINADORA CIAAR CIAAR 30. 2010 até 03 dez. Divulgação individual da correção da redação via Internet. Divulgação das provas aplicadas e dos gabaritos provisórios (via Intraer e Internet). 2010 até 03 dez. 2010 até 04 jan. 15. (via Intraer e Internet).

Realização do Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF). 36. 46. 2011 47. Exame de Aptidão Psicológica. Entrega ao SERENS da solicitação do TACF em grau de recurso (de 9h às 16h). 2011 até 25 mar.horário de Brasília). da relação nominal de candidatos convocados para a Concentração Intermediária (por especialidade). 2011 até 12 abr. CIAAR SERENS OSA IPA / SERENS CIAAR CANDIDATOS SERENS CANDIDATOS DIRSA / OSA CIAAR CIAAR SERENS CANDIDATOS até 04 fev. 48. Divulgação dos resultados obtidos pelos candidatos na INSPSAU em grau de recurso. 45. 2011 até 04 mar. 2011 21 fev. Solicitação. 2011 34. 2011 até 04 abr. 2011 até 04 mar. 2011 15 a 18 mar. 2011 até 28 mar. 44 CANDIDATOS até 26 jan. 41. contendo a classificação daqueles que obtiveram aproveitamento. Entrega ao SERENS da solicitação do EAP em grau de recurso (das 9h às 16h). 2011 22 a 25 Fev. das 9h às 11h. com suas respectivas médias. Entrega dos DIAP aos candidatos contra-indicados no EAP (das 9h às 16h). CIAAR até 03 fev. Julgamento e divulgação imediata do resultado aos candidatos. 2011 33. 39. 2011 até 11 mar. 40. Entrega dos Documentos de Informação de Saúde aos candidatos julgados incapazes na INSPSAU. Concentração Intermediária. CIAAR até 01 fev. Divulgação via Internet. 2011 . 2011 22 a 25 fev. 42. Divulgação da relação nominal de candidatos com os resultados finais obtidos nas provas escritas dos Exames de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE). 38. do Documento de Informação de Saúde. na Internet. Realização da INSPSAU em grau de recurso e remessa via fax. Inspeção de Saúde – realização e julgamento. Divulgação dos resultados obtidos pelos candidatos na INSPSAU. 2011 até 29 mar. (disponível até as 15h do último dia recurso . Entrega ao SERENS da solicitação de INSPSAU em grau de recurso (das 9h às 16h). 2011 32. ao SERENS. 37. 35. 43. 2011 até 03 mar.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. (Horário Local). 44. Preenchimento do formulário de recurso para a Revisão de Grau na página do CIAAR. Divulgação da relação nominal de candidatos com os resultados obtidos das análises das solicitações de recurso para os graus atribuídos aos candidatos nas provas escritas dos Exames de Escolaridade (EE) e de Conhecimentos Especializados (CE). das informações e documentos pertinentes à Junta Superior de Saúde. CDA / SERENS CANDIDATOS 05 a 08 abr. Divulgação dos resultados obtidos pelos candidatos no EAP. de 09 de agosto de 2010 31.

57. Publicação da Ordem de Matrícula no BCA. CANDIDATOS até 28 abr. 2011 45 . CIAAR até 13 maio 2011 56. da relação nominal dos candidatos selecionados pela JEA para habilitação à matrícula. CENDOC até 17 jun. Convocação dos candidatos excedentes em substituição àqueles que receberam Ordem de Matrícula e foram excluídos ou considerados desistentes. 50. 62. 2011 53. Concentração Final e Habilitação à Matrícula no CIAAR (apresentação das 9h às 11h). Realização e julgamento do TACF em grau de recurso. 2011 até 06 maio 2011 55. CANDIDATOS 64. no Diário Oficial da União. 51. da relação nominal dos candidatos selecionados para a Matrícula. 54. Divulgação. Divulgação da relação dos candidatos que receberam Ordem de Matrícula no Estágio e foram excluídos do Exame ou considerados desistentes bem como da relação dos candidatos excedentes convocados. CIAAR 65. de 09 de agosto de 2010 CIAAR CIAAR CDA / SERENS até 15 abr. Divulgação do local e horário da realização da Entrevista Informativa.IE/EA EAOT 2011 49. 58. DEPENS CENDOC IPA CIAAR 16 maio 2011 até 19 maio 2011 19 e 20 maio 2011 25 maio 2011 25 maio 2011 30 maio 2011 até 09 jun. Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. CIAAR CIAAR 29 abr. Matrícula e início do Estágio. 2011 25 e 26 abr. Divulgação dos resultados obtidos no TACF em grau de recurso. Divulgação. 2011 até 25 abr. 2011 60. referentes aos candidatos contra-indicados no EAP que desejarem esclarecer o motivo de sua contraindicação (via fax e entrega no IPA ou via ECT . Divulgação da relação dos candidatos selecionados pela JEA para a Concentração Final e Habilitação à matrícula. Divulgação dos resultados obtidos no EAP em grau de recurso. Remessa das solicitações de Entrevista Informativa. CIAAR CIAAR CIAAR 63. 61. 2011 até 03 dias corridos a contar da data subseqüente à de convocação até 10 jun. após a Concentração Final e Habilitação à Matrícula com Análise de Documentos. Apresentação no CIAAR dos candidatos excedentes convocados. Realização da Entrevista Informativa.carta registrada com A/R). 59. 52. 2011 Divulgação da relação nominal de candidatos com os resultados obtidos no TACF. Publicação no BCA do item que torna sem efeito parte da Ordem de Matrícula anterior e emite Ordem de Matrícula complementar.

da relação nominal dos candidatos matriculados. da Ordem de Matrícula complementar dos candidatos excedentes. Divulgação da relação dos candidatos matriculados. a contar da data de Matrícula inicial. 2011 até 28jun.IE/EA EAOT 2011 66. 68. Matrícula dos candidatos excedentes convocados. de 09 de agosto de 2010 CENDOC CIAAR CIAAR CIAAR até 17 jun. 46 . 2011 Publicação. Divulgação. Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. no BCA. 69. 67. 2011 até 20 jun. 2011 até 28 jun. no Diário Oficial da União.

8. Domingos Pascoal.3 MORFOLOGIA: formação de palavras e classes de palavras (substantivo. preposição. Acentuação gráfica.8. Carlos Emílio.8. Custos: conceitos básicos. Controle e coordenação. 2001. Significação contextual de elementos de expressões e suas relações de sentido. verbo. pronome. São Paulo: Scipione. Planejamento. Análise das demonstrações financeiras. Liderança. Rio de Janeiro: Lucerna. 1.6 COLOCAÇÃO PRONOMINAL 1. poder e autoridade. 1. 1. ed.4 SINTAXE: período simples.1 BECHARA. conjunção e interjeição) e suas flexões conforme seu emprego no texto. 1. Cipro Neto. Orçamento: conceitos básicos. 2004. Evanildo.8 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 1.4 PASQUALE. Francisco Marto. ed. 1. Análise e descrição de cargos. artigo. MOURA. de 09 de agosto de 2010 Anexo C – Conteúdos Programáticos e Bibliografias Sugeridas A bibliografia é SUGERIDA. São Paulo: Companhia Editora Nacional. 1. Gramática da língua portuguesa.2 ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS: As organizações e a administração de recursos humanos. 1. classificação e utilização de custos para tomada de decisão. Ortografia.3 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA: Significado e objetivo da análise econômico-financeira. ULISSES. Avaliação de desempenho. Novíssima gramática da língua portuguesa. Gramática. Ponto de vista do autor. advérbio. 1. 47 . dígrafos.7 SEMÂNTICA E ESTILÍSTICA: Sinonímia e polissemia. elementos de coesão na estrutura do texto. EXAME DE CONHECIMENTOS ESPECIALIZADOS 1 ADMINISTRAÇÃO 1.2 FONÉTICA E FONOLOGIA: fonemas. Divisão silábica. período composto por coordenação. sintaxe de regência (regência requerida pelo verbo conforme seu sentido no texto).2 CEGALLA. 1. Infante. Processos organizacionais. O sistema de administração de recursos humanos.8. 1.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. 2005. Administração do ativo e passivo circulante. FARACO.1 INTERPRETAÇÃO DE TEXTO: informações literais e inferências possíveis. numeral. execução orçamentária e orçamento como instrumento de controle. Estratégias organizacionais. Administração de ativos permanentes e investimento de capital. São Paulo: Ática. tomada de decisão.1 TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO: Organização e sociedade. Recrutamento. seleção e enquadramento de pessoal. 2. Programas de treinamento e desenvolvimento. Comunicação. adjetivo. 2006. As teorias administrativas e seus enfoques. 46. período composto por subordinação emprego dos conectivos e suas relações lógico-semânticas no texto. Desempenho organizacional. Planejamento financeiro. sintaxe de concordância. EXAME DE ESCOLARIDADE (EE): 1 GRAMÁTICA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO (GIT) 1. encontros consonantais e vocálicos. servindo apenas como orientação para os candidatos. emprego dos recursos de pontuação e suas funções no texto. 20. Gramática escolar da Língua Portuguesa. Sistemas organizacionais.5 ESTUDO DA CRASE 1. ed.

1. Depreciação. conceitos de hardware e software. 19. 1. Produtividade e qualidade. Padronização. Sistemas de informações gerenciais.7 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 1. programação concorrente. Campus. Introdução à administração.7. Jeffrey F. São Paulo: Atlas. São Paulo: Atlas.1 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO: Introdução a aplicativos e a applets Java. São Paulo: Saraiva. processos e threads. 8.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. São Paulo: Addison Wesley Bra..7.7. Noções básicas do processo de aquisição. Administração de materiais e recursos patrimoniais. Decreto n. P.7. 1. Armazenamento de materiais. Administração financeira: corporate finance. I. Orçamento na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. 10ª ed. 1. 2004. 5. Conceitos de processos: conceitos de thread. filas e árvores. Stephen A .7. São Paulo: Atlas. ed. 1. desempenho. 1.450/2005). 10. ALT CAMPOS.5 ORGANIZAÇÃO. Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar n. 1. Princípios da administração financeira. 2. funções e objetivos da administração de materiais.6 GITMAN.8 MAXIMIANO. Rio de Janeiro: Campus. ed. de 09 de agosto de 2010 1. deadlock e adiamento indefinido. JAFFE.7. ed. Motivação e liderança. 3.520/2002. finally. J. Contratos. 2004. 2010.7. 7. Memória real e virtual: organização e gerenciamento da memória virtual.6 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL: Regime Jurídico Único (Lei n.320/1964). 2009. Linguagem padrão ANSI: Estruturas de programas em C: comandos e funções-padrão utilizadas para construção de programas em C. interface Runnable. Análise e cultura organizacional.112/1990).7. 2004. do/while. P.1 CHIAVENATO. conceitos. normatização e qualidade. de. 2 ANÁLISE DE SISTEMAS 2. while.5 GIACOMONI. Tratamento de exceções: blocos try/catch.7 MARTINS. 2002. R.. ed. Gestão de pessoas: o novo papel de recursos humanos nas organizações. Introdução à teoria geral da administração. 8. Administração patrimonial. 1. ed. Recursos Humanos – O Capital Humano das Organizações. 2007. G. 1. processos organizacionais e ambiente externo. break e continue.7. 2007. WESTERFIELD Randolph W. organização da 48 . Administração Financeira Pública e Contabilidade Pública. organização e métodos – uma abordagem gerencial.11 GITMAN. if/else. Administração nos novos tempos. 14. Processos de licitação (Lei n.2 SISTEMAS OPERACIONAIS: Introdução aos sistemas operacionais. 3. aritmética de ponteiros.4 CHIAVENATO. Estrutura. Métodos. ed. Servlets. São Paulo: Atlas. 7. ed. Alocação dinâmica de memória. 8. 101/2000). Strings e Caracteres. Convênios. Rio de Janeiro: Campus. 1. 1.7. Princípios de Administração Financeira.666/1993. Multithreading: classe Thread. I. Estruturas de Controle: if.7. ed. estratégia.. Orçamento público. Delegação.2 CHIAVENATO. D. Antonio Cesar Amaru.10 ROSS. pilhas. Sistemas. R. SISTEMAS E MÉTODOS: Dinâmica das Organizações. Conectividade de banco de dados Java (JDBC). I. 1. Programação orientada a objetos. Descentralização x centralização. Lei n. 2. P. 10. Addison Wesley Bra.4 ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS: Evolução. 1. escalonamento de processador. I. Lawrence J. 2004. Edição compacta. São Paulo: Atlas. ed.9 OLIVEIRA. for switch. 2. Orçamento Público (Lei nº 4. Rio de Janeiro. Lawrence J. Arquivos e Fluxos. 2009. Previsão de consumo. Estrutura de dados: listas. Fontes de fornecimento.3 CHIAVENATO. 2009. execução assíncrona concorrente. ed.

Java.2. endereçamento IP. Transação. Armazenamento secundário. M. conceitos de Gerência de Processos de Software. 5 ed. Álgebra Relacional. Computação em rede e distribuída: introdução às redes. Leonardo. arquivos e bancos de dados: otimização do desempenho do disco. Modelo OSI. Projeto Arquitetônico. métricas de Processo e Projeto de Software. Como programar. 6. Processos construtivos tradicionais.4 BANCO DE DADOS: Modelo Entidade-Relacionamento. Etapas de um Projeto de Arquitetura. J. 3. 49 .2. Segurança de redes. Cabeamento: meios de transmissão. processadores e gerenciamento de multiprocessador: desempenho e projeto de processador. 2.6 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 2.2. Historia da Arquitetura Moderna. ed. 2005. 2. Legislação Urbanística .766 de 19 de dezembro de 1979. Coordenação de Publicações. Giulio Carlo. 2. Processamento de Consultas. de 09 de agosto de 2010 memória virtual. 6. Estrutura de Arquivos e Armazenamento.1 DEITEL. Territorio da Arquitetura. gerenciamento de multiprocessador. Planejamento Urbano e Regional.6. 2. Indexação.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. Data Warehouse. 3 ed. Brasília: Câmara dos Deputados. Protocolos.5 REDES DE COMPUTADORES: Conceitos básicos. 3 ARQUITETURA 3. que estabelece diretrizes gerais da política urbana.6 GREGOTTI.1 Urbanismo e Meio Ambiente. 3 ed.6.257. Engenharia de software.5 DATE.Plano Diretor. 3.2 TANENBAUM. 3. Banco de dados Distribuídos. História da arte como história da cidade. Introdução a sistemas de bancos de dados. São Paulo: Editora Perspectiva. 10.3 PRESSMAN. Lei Federal sobre Parcelamento do solo para fins urbanos. Prentice Hall Brasil. ed. Controle de Concorrência. 1998. Tecnologia e Sistemas Construtivos.. Rio de Janeiro: Elsevier. Uso e Ocupação do Solo Urbano. Roger S. planejamento de Projeto de Software. Equipamentos de redes: hubs. 990 p. introdução a sistemas distribuídos. Vittorio. gerenciamento de memória virtual.3 BELO HORIZONTE.2.3 ENGENHARIA DE SOFTWARE: Conceitos de Engenharia de Software: processos de desenvolvimento de Software. Andrew S. J.2. 2. 8. Segurança. Desempenho. switches. Sistemas Hidro-Sanitário Predial. novas tecnologias.2. Belo Horizonte: Prefeitura Municipal. 2003. 2. Estatuto da Cidade: guia para implementação pelos municípios e cidadãos: Lei n. Estudos de casos de sistemas operacionais. 2. 2010. sistemas distribuídos e serviços web. P. Redes de computadores.6. 865 p. São Paulo Editora Perspectiva. Conforto Ambiental. Engenharia de Software Orientada a Objetos: conceitos e princípios orientados a objetos. A arquitetura Ethernet. ed. Lei de Parcelamento. análise e gestão de risco. de 10 de julho de 2001.ed. 1996.2 BENEVOLO. 3. C. 2008. Recuperação.6. Linguagem SQL: Regras de Integridade. 3. 2004. DEITEL. 2.2 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 3. garantia da Qualidade de Software. Porto Alegre: Bookman. Sistemas operacionais: projeto e implementação.5 Lei n. H. 3. 4. 2006. São Paulo: Mc Graw Hill Interamericana do Brasil. Teorias de Planejamento e Desenvolvimento Urbano e Regional.4 BRASIL. São Paulo: Campus. tipos. sistemas de arquivos e de bancos de dados. 2001.1 ARGAN.4 TANENBAUM. roteadores. Modelo Relacional. 2005 (3ª edição).6. São Paulo: Martins Fontes. 3. Tradução da 8ª edição americana. TCP/IP: camadas. Sistemas Elétricos. Lei de Uso Ocupação e Parcelamento do Solo Urbano. Andrew S.

Elaboração de tabelas de temporalidade. 3. 373 p. teoria da informação. no Brasil. Introdução à Arquitetura. 1979. Documentos: classificação (natureza.2 ed. 6 ed. diagnóstico. 1964. Sylvio. justificativa. arquivística. Rio de Janeiro: LTC. conservação. 3. São Paulo: Studio 3. Salvaguarda de documentos sigilosos. Ensaio sobre a Razão Compositiva. 600 p. transferência e recolhimento. classificação. princípios. Classificação. características dos acervos. eliminação. gerenciamento da informação. tipologia e suporte físico). A Arquitetura da Cidade. 1999. 2002. Imp. Anthony. (Scripta. restauração e microfilmagem.8 LEME.2. função. 4.9 MAHFUZ.1 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA BELLOTTO. 4. 176 p. 2009.A. transferência.10 PFEIL. Quadro da Arquitetura no Brasil. produtos finais). princípios e rumos. gerenciamento arquivístico de documentos eletrônicos. 422 p. preservação de documentos. Diretivas para a preparação de registros de autoridade arquivística: descrições de entidades. arranjo.2. 3. Vantagens. 1990. Belo Horizonte: UFMG. 3. conservação.2. acesso. construção. destinação: transferência e recolhimento de acervos. Jorge Dantas..3 GESTÃO DE DOCUMENTOS: Produção.16 ZEVI. tratamento de arquivos especiais. Saber ver a Arquitetura. implantação e acompanhamento (introdução. Bruno. conservação. teoria das três idades.1 CONCEITUAÇÃO: Arquivos: origem. 10 ed. 3. 4. Rio de Janeiro: Editora Campus. avaliação e seleção de documentos. FAUUSP. destinação de documentos. FUPAM. São Paulo: Associação de Arquivistas de São Paulo. Espaço intra-urbano Nobel/FAPESP/Lincoln Institute.2.4 ARQUIVOS CORRENTES: Protocolo: recebimento. 1998. Walter. análise de dados coletados. de 09 de agosto de 2010 3. política de acesso. 3. classificação.2.2. 1) 50 .7 LE CORBUSIER. Documento publicado pela Escola de Arquitetura tendo à frente o presidente do D.15 VILLAÇA. 4. planejamento. gestão eletrônica de documentos. objetivos. orçamento dos recursos.2. recebimento e conferência de documentos. instalação e equipamentos. 6 ed.6 PROJETOS ARQUIVÍSTICOS: Levantamento de dados. São Paulo: Editora Perspectiva. São Paulo: Studio Nobel. Maria Cristina da Silva (org. requisitos para a construção. finalidade. recuperação.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. Aldo. 3. James C. São Paulo: Martins Fontes. 4 ARQUIVOLOGIA 4. terminologia. 4. Carta de Atenas. & CATANESE. registro. Belo Horizonte: AP Cultural. São Paulo: Martins Fontes. Urbanismo no Brasil: 1895-1965. Arquivística: objetos. Estruturas de Madeira. descrição e publicação (tipos e elaboração de instrumentos de pesquisa). empréstimo e consulta dos documentos. caracterização). Belo Horizonte: UMG. conservação e recolhimento dos documentos. sistema e métodos de arquivamento.7 4. tramitação e expedição de documentos. tratamento. 3.7.2 LEGISLAÇÃO ARQUIVISTA: Política nacional de arquivos. tipos de arquivamento. Arquitetura no Brasil: Sistemas Construtivos. Elaboração de códigos ou planos de classificação de documentos. operações de arquivamento. 2003. Edson da Cunha. correspondências (classificação. 1995. metodologia. Flávio. armazenamento. Nestor Goulart. 2001. temporalidade e destinação de documentos de arquivo.. características. órgãos de documentação.2. 2004. programação de atividades. localização.13 SNYDER. Univ. utilização.12 ROSSI.14 VASCONCELOS.2.5 ARQUIVOS PERMANENTES: Funções.11 REIS FILHO. Heloísa Liberalli. Uma investigação sobre a natureza das relações entre as partes e o todo na composição arquitetônica. histórico.).2. Viçosa: UFV. 4.

Serviço Social e família: diversidade emultiplicidade dos arranjos familiares e direitos geracionais. Disponível em: http://www. de 2003.3 __________.1 BAPTISTA. Disponível em: http://www.5 __________.gov. 1992. Myrian. M. Obra on-line. Lei nº 10.3. Como classificar e ordenar documentos de arquivo.gov. 5. Lei de Regulamentação da Profissão de Assistente Social. Obra on-line.v.arquivoestado. Arquivos Modernos: Princípios e Técnicas.2 São Paulo: Arquivo Público do Estado de São Paulo. São Paulo: Cortez.7.Lei n 8069. 5. P.3 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. 21. Estatuto do Idoso. 51 . Relações Sociais e Serviço Social no Brasil. São Paulo: Cortez. 2008.3.br/saesp_publicacoes.sp.7. CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS. 1998. 2002.php BERNARDES. São Paulo: Cortez. Gestão documental aplicada. Lei 8. 2010. Saber profissional e poder institucional.3. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional. Classificação.3. Como descrever documentos de Arquivo: elaboração de instrumentos de pesquisa.3.3. Rio de Janeiro: Editora FGV.2 BRASIL. São Paulo: Arquivo Público do Estado de São Paulo. Obra on-line. T. v. Obra on-line.3.7. André Porto Ancona.2 4.arquivoestado.741. V. São Paulo: Cortez. Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).IE/EA EAOT 2011 4.4 __________. 5. 2ª ed.1 SERVIÇO SOCIAL NA CONTEMPORANEIDADE: dimensões históricas. 7. Disponível em: http://www. Lei Orgânica da Assistência Social.8 IAMAMOTTO. O Serviço social na contemporaneidade: trabalho e formação profissional. 388p.php LOPEZ.6 5 SERVIÇO SOCIAL 5. teóricometodológicas e ético-políticas no contexto atual do serviço social. (LOAS).gov. Diário Oficial (da República Federativa do Brasil). SUAS (Sistema Único de Assistência Social). 2000.br/saesp_publicacoes.php 4. 2008. 14.arquivoestado.arquivoestado.742 de 07/12/1993. O Serviço Social no Processo de reprodução de Relações Sociais. de 13/07/1990. Instrumentalidade do Serviço Social.6 Código de Ética Profissional do Assistente Social .3 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 5. monitoramento e avaliação – formulação de programas. 5. projetos e planos. LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social). São Paulo: Arquivo Público do Estado de São Paulo. Temporalidade e Destinação de documentos de Arquivo Relativo às Atividades-Meio da Administração Pública. Lei de Regulamentação da Profissão de Assistente Social e o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).6. de 13/07/1990.5 4.10 __________.4 4.br/saesp_publicacoes. Ieda Pimenta. questão social e serviço social.gov. Código de Ética Profissional do Assistente Social. processo de trabalho do Assistente Social.3. ed. ed. Lei n 8069.php GONÇALVES. 2008. 5. 5. 5. Janice.9 __________.br/saesp_publicacoes.7. São Paulo: Veras. 5.3.7 FALEIROS. 5. 2003. Brasília. ed. DF.7. V. 5. Disponível em: http://www.sp.sp.R. (Theodore).sp.Resolução CFESS n 273/93 de 13/03/1993.2 PLANEJAMENTO EM SERVIÇO SOCIAL: alternativas metodológicas de processos de planejamento. Planejamento Social: intencionalidade e instrumentação. de 09 de agosto de 2010 SCHELLENBERG. 5. 2002.3. Renovação e Conservadorismo no Serviço Social – Ensaios críticos.

Televisão. encontros científicos. bibliotecas digitais e sistemas de hipertextos. IN: Revista Temporalis. 6. 1998. Serviços e produtos de bibliotecas. Circulação e reprodução de documentos.2. Planejamento. 2008. 6. A Questão Social no Capitalismo. O debate contemporâneo da questão social. objetivos. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. Jeannette Marguerite (Org. PIRES. patentes. UFRJ. 2001.3. Fontes biográficas e fontes de informação geográfica.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. técnicas. Automação dos processos de organização. 5. periódicos científicos. normas brasileiras (NBR 6023. Funções gerenciais.21 BRASIL. métodos. Instrumentalidade do Serviço Social. Formação e desenvolvimento de coleções. nº3. Catalogação: AACR2.16 IAMAMOTO. José Paulo. Referência.2. 2008. Cinco Notas a Propósito da “Questão Social”. Brasília: Briquet de Lemos Livros.3. bibliotecas tradicionais. Usos e usuários da Informação: estudo de usuários.3.). formação e atuação profissional.12 SPOSATI. ed. CALDEIRA. Dicionários. 2005. KREMER. Sistemas e redes de informação. CENDÓN. publicações governamentais. nº 3. M. Maria Matilde Konkra.2 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 6. Bernadete Santos. Gestão da informação e do conhecimento.. estudos de uso e educação de usuários. 2006.11 KALOUSTIAN. NBR 6032 e NBR 6028). Beatriz Valadares. 8 ed. Fontes de informação especializada: Pesquisas em andamento. Brasília. planejamento e gestão de qualidade. (Org. Introdução às fontes de informação. ed. São Paulo: Cortez. 5. literatura comercial e obras de referência. S. 8. literatura cinzenta.).2.3.19 Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do Sistema Único de Assistência Social (NOB/RH SUAS). Brasília.4 CAMPELLO. Enciclopédias. 5. 52 .Organização de coleções. A. 5.3. 2004. 6. UFMG. NBR 10520. Assistência na trajetória das políticas sociais brasileiras.14 GUERRA. objetivos.15 GUERRA. 12. VALENTE. organização. A biblioteca no contexto das organizações. N.3. 6. n. 2 ed. Fontes de informação.2. Classificação: em geral. J. Belo Horizonte: Autêntica Editora. (atualizada).18 Norma Operacional Básica do Sistema Único de Assistência Social (NOB SUAS). Qualidade em Serviços de Informação: Controle.3. 2001. classificação do conhecimento e classificação em biblioteca. 6.2 DIAS.3. F. FIALHO.3.3 CAMPELLO. 5. Brasília: Centro Gráfico do Senado Federal.17 NETTO. IN: Revista Temporalis. 5. A. produção do conhecimento. CDD e CDU.B. de O. 2005. M. 2000. São Paulo: Cortez. processos.3. Marilda. São Paulo: EdUFSCar. 5. Representação descritiva e temática de documentos: conceituação. 2 ed Belo Horizonte: Ed. Ciência da informação no Brasil.) Família brasileira: a base de tudo. et al. Jornais. GRAVE. Sistemas documentários.1 ALMEIDA. 5. In: Revista Praia Vermelha.. Metadados. Busca e recuperação da Informação: fundamentos. Usos e usuários da informação. 2005. Paulo da Terra (Org. busca em textos. Y. Rio de Janeiro.20 Política Nacional de Assistência Social (PNAS). relatórios técnicos. instrumentos e produtos. Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. 5.13 Sistema Único de Assistência Social (SUAS). avaliação. Bernadete Santos. Daniela.C. 2010. de 09 de agosto de 2010 5. 6 BIBLIOTECONOMIA 6. estratégia de busca.1 Ciência da informação e biblioteconomia: Conceitos. Internet. Normalização de documentos: conceitos. São Paulo: Cortez. 5.3. Organização da informação: organização do conhecimento.

Heloisa de Almeida. Auxiliar de biblioteca: técnicas para formação profissional. Ciência da informação e biblioteconomia.2. A prática do serviço de referência. Madalena Martins Lopes.. Bibliotecas como organizações. Brasília: Briquet de Lemos. ed. Belo Horizonte: UFMG. rev. 6. 2001. Brasília. Littleton: Libraries Unlimited. Simone da Rocha.2. 2. Cutter-Sanborn three figure author table. Catalogação de recursos bibliográficos: AACR2R em MARC21.2. 6. 6. 6. Antônia Motta de Castro Memória. 1994. Denis. 2. 19. Derek. de 09 de agosto de 2010 6. Queiroz. 6. 2006.25 SILVA.).2. ampl. 1995. Dewey Decimal Classification and relative index. AACR2 : Anglo American Cataloguing Rules. W. 2 ed. ed. 2002. Brasilia: Briquet de Lemos. 1969. rev.2.2.20 DEWEY. 2. 2nd edition: descrição e pontos de acesso. São Paulo: T.22 PRADO. KURAMOTO. Organização e administração de bibliotecas. 1984. Rio de Janeiro: Interciência. 2009. ed. 2006. São Paulo: FEBAB: lmprensa Oficial. 1979. Avaliação de serviços de bibliotecas. Manual de Contas.2. 6. 2003. Niterói: Intertexto. 6.).2. 3. UFMG.2. 6. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 2003. Yves-François. Brasília: Briquet Lemos.R. M.14 NEVES. Eliane Serrão Alves. Organização da Informação: princípios e tendências. Queiroz. de Lemos. São Paulo: Arte & Ciência.16 RIBEIRO. 6. L. 2004. 8.18 WEITZEL.1 CONTABILIDADE GERAL: Princípios Fundamentais de Contabilidade.8 PAIM.7 GROGAN. 6. 1988. Tabela PHA. ed. Classificação: uma abordagem para estudantes de biblioteconomia. 2006.19 CLASSIFICAÇÃO decimal universal: edição média em língua portuguesa.26 MEY.2. Heloisa de Almeida.5 CÓDIGO de catalogação anglo-americano: AACR2 Revisão 2002.2. 2004. 2003.2.).13 MACIEL. 2001. 6. 6. atual. Indexação e resumos: teoria e prática. 6. Rio de Janeiro: Interciência. e atual. Normas Brasileiras de Contabilidade. Brasília: do autor. Elaboração de uma política de desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias. 2. A.2. Rio de Janeiro: InterCiência.9 LANCASTER. ed. Melvil.12 LE COADIC. 6.A. 6. 6. Brasília. ed. Introdução à catalogação.. DF: do Autor. Fatos. Procedimentos Contábeis Básicos: Contas. A Ciência da Informação.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.15 OLIVERIA. Richard A.W. Belo Horizonte: Ed. 53 .2. Belo Horizonte: ECI/UFMG.2. Estrutura Conceitual Básica da Contabilidade. et al. New York: Forest Press. MENDONÇA.2. 6.2.2. 2006.24 RIBEIRO. 2005.21 PRADO.2. 7 CIÊNCIAS CONTÁBEIS 7. Elenco de Contas. 6.11 LANGRIDGE.17 VERGUEIRO. Antonia Motta de Castro Memória. ARAUJO. ed.10 LANCASTER. 6. Plano de Contas. ed. Brasília: Briquet de Lemos. 6. Brasília: IBICT. J.2.6 FRANÇA. Isis (Org. revisão 2002.23 CUTTER. Hélio (Org. A. Waldomiro.2.C. Qualidade em serviços de informação. 3. rev. Marlene de (Org. 2004. Brasília: Thesaurus.. A. Divina Aparecida da Silva. 2006. DF: Briquet.Estática Patrimonial. 6. F. F. 2. Brasília: Briquet Lemos / Livros. A gestão da informação e do conhecimento. ed. 2v. Iza Antunes. São Paulo: T.2.

Ciclo Orçamentário. Teoria da Entidade. Grupos de sociedades. Custos para Controle. Auditoria de Estoques e Auditoria de Investimentos Permanentes. 7. Consolidação das Demonstrações Contábeis. Evidenciação Contábil. Ativos e sua avaliação. Plano de Contas da Administração Federal: Classificação das Contas Contábeis em Classes e Grupos.303/01 e de acordo com os Princípios e Normas editados pelo CFC. com as alterações adotadas por todas as Emendas Constitucionais. Suprimento de Fundos. Unidades Gestoras. 7. Balanço Patrimonial e Demonstração das Variações Patrimoniais. Sociedades Comerciais. Auditoria do Disponível.BP. Competências e Abrangência de Atuação. Orçamento Público: Conceito. Financeira.404/76. Auditoria Interna e Auditoria Externa Independente. Normas de Auditoria. Objeto. Organização. 1988. Executivo e Judiciário: Finalidades. Transferências Financeiras. Programação e Execução Financeira: Conceitos. estruturação e classificação das demonstrações contábeis de acordo com a Lei 6. Demonstração das Mutações do Patrimônio Liquido – DMPL. Critérios de Classificação e Estágios. Reavaliação de Ativos. planejamento do trabalho. transformação e extinção de sociedades (fusão. Descentralização de Créditos. atualizada. Normas Fundamentais do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal. Planejamento da Auditoria: técnicas de auditoria. arquivo. incorporação). Estrutura da Administração Pública Federal: Administração Direta. Passivo: reconhecimento e registro. Classificação das Teorias da Contabilidade: Teoria da Propriedade.6 CONTABILIDADE PÚBLICA: Aspectos Gerais: Objetivo. Lei Orçamentária Anual (LOA) e Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Sistema Financeiro. Teorias do Patrimônio. Campo de Aplicação e Regime Contábil. 7. Demonstrações de publicação obrigatória: Balanço Patrimonial . Lei 10. Controladas. Sistemas de Custeio: por absorção. Teoria de Direitos Residuais. Princípios para Avaliação de Estoques. estrutura conceitual e evolução histórica da Contabilidade.5 AUDITORIA CONTÁBIL: Auditoria: conceito e aplicação contábil. Administração Indireta. cisão. principais papéis de trabalho.JOINT VENTURES: constituição de Reservas. Constituição da República Federativa do Brasil: texto constitucional promulgado em 05 de outubro de 1988.3 CONTABILIDADE AVANÇADA: Avaliação de Investimentos: Preço de Custo e Equivalência Patrimonial. Sistema de Controle Externo: Tribunal de Contas e suas competências. Implantação de Sistema de Custos. Teoria de Fundo. 7. Balanço Financeiro. base legal. Revisão dos Controles Internos. Orçamentária. Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Demonstração de Lucros e Prejuízos Acumulados – DLPA. Princípios. Tabela de Eventos e Principais Documentos de Entrada de Dados. 54 . Demonstrações Contábeis: Definição. Operações com Mercadorias: aspectos contábeis. Custos para Decisão. Teoria Empresarial. Técnicas de Controle: Auditoria. 7. Créditos Orçamentários e Adicionais. Fiscalização: Contábil. organização. responsabilidade.8 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 7. Condições para o Exercício da função de Auditor.7 CONTROLE INTERNO E EXTERNO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: Sistema de Controle Interno dos Poderes Legislativo. objetivo. Conta Única e Fontes de Recursos. custeio direto e ABC. Demonstração do Resultado do Exercício – DRE. Balanços Públicos: Estrutura e Composição. Papéis de Trabalho: finalidade. Formas de Auditoria. 7. risco de auditoria. Classificação Funcional. Receita e Despesa Pública: Conceito. Coligadas. de 09 de agosto de 2010 Lançamentos e Escrituração Contábil: Contas Patrimoniais e Contas de Resultado. Sistema de Compensação. Estrutura. Apuração do Resultado do Exercício: elaboração.1 Brasil. Demonstrações das Origens e aplicações de Recursos – DOAR.8.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. Escrituração de Operações típicas de Empresas. Sociedades: Controladoras. Fundos Especiais e Gestões. Sistema Patrimonial.4 CONTABILIDADE DE CUSTOS: Introdução à Contabilidade de Custos. Restos a Pagar. Variações Patrimoniais: Receitas e Despesas. Sistema Orçamentário. Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI): Conceito Básico. Operacional e Patrimonial no âmbito da Administração Pública Federal. concentração. legais e societários. Controladas em Conjunto . 7. Balanço Orçamentário. Regimes Contábeis: de Competência e de Caixa. Plano Plurianual (PPA). Órgãos.2 TEORIA DA CONTABILIDADE: Contabilidade: objetivo. Método da Amostragem.

8. 2003. 7.8. com alterações posteriores. Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal. 9.180. Lei nº 10.º 751. Contabilidade pública: teoria e prática. São Paulo: Atlas. de 29 de dezembro de 1993. Normas e Procedimentos de Auditoria.8. 7.8.8.13 FIPECAFI.591. Resolução n. MARRA.20 SCHMIDT. curva de demanda. 7. 7.7 Brasil. 2009. São Paulo: Atlas. Contabilidade avançada.1 MICROECONOMIA: demanda do consumidor: teorias cardinal e ordinal. Auditoria contábil. 11. 8. de 29 de dezembro de 1993. Eliseu. equilíbrio do consumidor e mudanças pela variação de preços e renda. de.8.8. Princípios Fundamentais de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidade. José Carlos. classificação dos bens. 7.9 Conselho Federal de Contabilidade.8. Contabilidade Pública no Governo Federal.10 Conselho Federal de Contabilidade. 2 ed São Paulo: Atlas. 7. giffen.14 FRANCO. com alterações posteriores. Paulo E. de 6 de setembro de 2000. São Paulo: Atlas. Decreto nº 3. Decreto nº 3. Silvério das. 7. de 6 de setembro de 2000. ed. 7. Hernandez.17 MARTINS.15 IUDÍCIBUS.8. Sérgio de. dos Municípios e do Distrito Federal. MARION. de 4 de maio de 2000. substitutos e 55 . 7.18 PERES JUNIOR. São Paulo: Atlas. Dispõe sobre os Princípios Fundamentais de Contabilidade. São Paulo: Atlas.320. ed.8. inferiores. 7. 9. Ernesto. 9. de 6 de fevereiro de 2001. Contabilidade comercial. elasticidade-preço. 2008.589.8.8. Leice Maria. 2010.V. 7. Institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e dá outras providências. 7.8. Lino Martins.8. Dispõe sobre o Sistema de Contabilidade Federal. Hilário. Domingos P. et al.8. efeitopreço.º 750.4 Brasil.. de 17 de março de 1964. Estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União. ed. normais. de 21 de junho de 1993. 2007. 2010. Paulo. 2008. São Paulo: Atlas. São Paulo: Frase. Lei Complementar nº 8. 4. ed.8 CASTRO. 7. com alterações posteriores.8. 7.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.8. efeito-renda e efeito-substituição. et al. 2009. 2003. de 09 de agosto de 2010 7.8. GARCIA. 7. Lei nº 4. H. 2001. Resolução n. Brasília: CFC. Dispõe sobre as Normas Brasileiras de Contabilidade. de Administração Financeira Federal.8. com alterações posteriores.16 KOHAMA. Lei Complementar nº 101. 8 ECONOMIA 8. São Paulo: Atlas. Introdução à Contabilidade Gerencial. Luis Martins de.8. elasticidade-preço cruzada. dos Estados. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo. 2010.11 Conselho Federal de Contabilidade. 6.6 Brasil. Contabilidade de custos. Organiza e disciplina os Sistemas de Planejamento e de Orçamento Federal. curvas de indiferença e limitação orçamentária.21 VICECONTI. 7.19 SILVA.2 Brasil.666. Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão e dá outras providências. com alterações posteriores. de Contabilidade Federal e de Controle Interno do Poder Executivo Federal. Manual de contabilidade das sociedades por ações: aplicável também às demais sociedades. OLIVEIRA.5 Brasil. ed. elasticidade-renda. São Paulo: Atlas. NEVES. Brasília: CFC. 7. ed. ed. 2007.3 Brasil. ed. 7. 7.12 Conselho Federal de Contabilidade. Contabilidade de custos. 7. com alterações posteriores.

Matriz insumo/produto. custo fixo e variável.3 ECONOMIA INTERNACIONAL: Teorias do Comércio Internacional: Mercantilismo. de 09 de agosto de 2010 complementares. caracterização da estrutura oligopolística. conta de transações correntes. Objetivo da política fiscal. deslocamento da curva e ao longo da curva. 8. Teoria das Vantagens Absolutas. Modelo keynesiano simples. equilíbrio de mercado. 8. diagnóstico. concorrência monopolística. conceito de déficit e superávit. I e II PND. Distribuição do progresso econômico. A revolução de 1964. Rigidez de preços e salários. Produto e renda das empresas e das famílias. Fragilização financeira do setor público. posição de equilíbrio e deslocamento das curvas de oferta e procura. fundamentos e perspectivas. Consenso de Washington. Déficit Público. função de produção e suas propriedades. A nova política econômica do Plano Collor. instrumentos fiscais. Análise de determinação da renda: macroeconomia neoclássica. Deflator implícito da renda. As mudanças institucionais. Integração. equilíbrio da empresa em concorrência perfeita. média e marginal. diferenciação do produto. Caixa X competência. 8. GATT e OMC (Organização Mundial do Comércio). Os planos Cruzado. combinação ótima de fatores. função de produção com proporções fixas e variáveis. Moeda e Bancos: funções da moeda. custos de produção. Balanço de pagamentos.8 ECONOMIA BRASILEIRA: o período anterior a 1980: O desempenho da economia brasileira na década de 30. Desenvolvimento do sistema monetário. 8. 8.2 MACROECONOMIA: Contabilidade Nacional: conceito de renda e produto. custos. Planos de Governo (período militar) PAEG. Tarifas e cotas. Reservas obrigatórias e gerências da dívida pública. Os problemas estruturais da economia brasileira. Neoliberalismo. conceitos e financiamento. Procura da moeda e retenção de ativos líquidos. oligopólio. Necessidades de financiamento do setor público. Determinantes do consumo e do investimento.5 POLÍTICAS DE ADMINISTRAÇÃO DAS DEMANDAS SOCIAIS: desenvolvimento econômico-social. Controle dos meios de pagamentos. Blocos econômicos e organismos regionais. A estagnação do período 62/63. Falhas de mercado. Definição de moeda e quase-moeda. Conflitos distributivos. O desempenho da economia brasileira durante a II Guerra Mundial. O BNDES e as 56 .7 CONCEITOS E INDICADORES DE POLÍTICA FISCAL: Fontes de dados em economia do setor público. mercados: concorrência perfeita. Políticas comerciais estratégicas. Barreiras nãotarifárias. demanda de mercado e receita total. Welfare state. Funções do Governo e alternativas da intervenção do Governo na economia. Curva de oferta de produto e de demanda do trabalho. custo médio e custo marginal. Crescimento econômico. firma multiprodutora. elasticidade-preço da oferta. curva de oferta da firma e da indústria a curtos e longos prazos. A crise do petróleo dos anos 1970. O período do regime de alta inflação (1981 a 1994): O desenvolvimento de um termômetro para medir o déficit.6 INTERVENÇÃO DO ESTADO NA ECONOMIA: Evolução do papel do Estado nos países centrais e periféricos (o caso Latino-americano). O desequilíbrio regional do nordeste. Teoria das Vantagens Comparativas. Política comercial e integração econômica: protecionismo. O 1o grande surto industrial. O desempenho da economia brasileira no período 56/61. Resultados nominal. curva de isocustos. monopólio. discriminação de preços. oferta do produtor: teoria da produção. operacional e primário. elasticidade de substituição. Teoria da Demanda Recíproca. conta de capital. equilíbrio da empresa monopolista. Taxa de redesconto. Bresser e Verão. Inflação e políticas de estabilização. Gastos e receitas do governo. Externalidades. Números índices. Dívida pública. INCOTERMS.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. Flutuações econômicas e inflação: Curva de Philips. Contas nacionais do Brasil. Política de substituição de importações. Concentração da renda.4 POLÍTICA ECONÔMICA E ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO Políticas de 8. bilateralismo e multilateralismo. O início do capitalismo industrial. Abaixo X acima da linha. 8. modelo is-lm e modelo keynesiano completo. excedente do consumidor. modelos de crescimento exógeno e endógeno. A Lei do mercado de capitais e o surgimento do Banco Central. curva da oferta. rendimentos de fator e rendimentos de escala. fatores de produção. Teorias Modernas. O endividamento externo. Bens Públicos. isoquantas. equilíbrio da empresa em concorrência monopolística.

modalidades.2 GIAMBIAGI. 101/2000): Princípios.12 ORÇAMENTO PÚBLICO: Visão geral. Jayme de Mariz. 2. princípios. Regra de ouro. C. 8. 2006. 8. Teixeira. Economia: Micro e Macro. Realização da despesa por meio de suprimento de fundos. Tomada e prestação de contas.10 ESTRUTURA ADMINISTRATIVA: Organização do Estado e da Administração. 8. Max Weber e a burocracia. J. inexigibilidade.112/1990).3 MACHADO JUNIOR. 31. Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado de 1995. 8. 8. Mecanismos retificadores do orçamento (créditos adicionais). 4. A estabilidade face aos movimentos especulativos. Orçamento na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. finalidades. São Paulo: Atlas. Liquidação da despesa. Decreto n. Pagamento das despesas. Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual. 8. Governo e Administração.15. 2000.15. L. A. 57 . Brasília: ENAP.320 Comentada. dispensa. 5. Evolução da administração pública no Brasil e reformas administrativas. 13. objeto. 2008. Classificações orçamentárias da despesa e da receita (institucional funcional-programática). limites para a dívida.5 RIANI.666/1993. Economia do Setor Público: Uma abordagem introdutória.450/2005): Conceito. ed. Rio de Janeiro: Campus. 2005.13 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA PÚBLICA: Empenho. 1. ano 49.215-10/2001. URV.15.9 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL: Formas Históricas de Administração Pública: Patrimonialista. São Paulo: Atlas.4 MAIA. Entidades políticas e administrativas. 8. O período de estabilização (1995 em diante): O Plano Real. Uma reforma gerencial da Administração Pública no Brasil. Correlação com o planejamento e os modelos de administração pública.11 LICITAÇÃO (Lei n. 2009 8. A crise do modelo burocrático.7 PEREIRA. 8.6 VASCONCELLOS. ed.880/1980). Estatuto dos Militares (Lei n. Decreto n. 6. São Paulo: Atlas. ed. Rio de Janeiro: IBAM. Evolução histórica. 8.15. Órgãos e agentes públicos. Orçamento tradicional versus orçamentoprograma. Limites para despesas de pessoal.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.1 GIACOMONI. Ana Cláudia. de 09 de agosto de 2010 privatizações. Plano Plurianual. Flávio.15.15. Ciclo orçamentário anual. Finanças Públicas: Teoria e Prática no Brasil. M. Fábio.14 TÓPICOS DA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL: (Lei Complementar n. Mecanismos de transparência fiscal. 4. Heraldo. Elaboração da proposta orçamentária. Conflito entre estabilidade de preços e crescimento econômico. burocrática e gerencial. Efeitos no planejamento e no processo orçamentário.520/2002. Remuneração dos servidores militares federais das Forças Armadas (Medida Provisória n.307/2002). jan-abr 1998. 8. obrigatoriedade. ALÉM. 8. 8. 2003. ed. 10. Teorias orçamentárias. Decreto-Lei 200/1967. Economia Internacional e Comércio Exterior. Despesas de exercícios anteriores. São Paulo: Atlas. 4. n. ed. Orçamento público. Dívida pública. das autarquias e das fundações públicas federais (Lei n. Sandoval. transformação do cruzeiro novo em real. A Lei 4. Revista do Serviço Público. COSTA REIS. J. Objetivos. Regime jurídico dos servidores públicos civis da União.15 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 8. Contratos administrativos. 8. 10. ed. Estrutura da contabilidade pública (plano de contas e tabela de eventos). 2. 8.15. Lei n. Bressser. Restos a pagar. O paradigma pós-burocrático. fundo social de emergência. Administração direta e indireta.

problemas relacionados à temperatura.1 ANATOMIA . Músculos: conceito e características histológicas. Força muscular: terminologia. Conceitos e aplicações das qualidades físicas no treinamento. Avaliação Física e Prescrição de Exercício. lesões na cabeça e na coluna.4 CONTROLE NEUROMUSCULAR DO MOVIMENTO: Sistema muscular esquelético: estrutura do músculo esquelético. 2007. Divisão anatômica. 9. Tipos de ação muscular. FATTINI. Sistema ATP-PC.9. lesões musculoesqueléticas.IE/EA EAOT 2011 9 EDUCAÇÃO FÍSICA Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. Glicogenólise. Técnicas Avançadas. Produção aeróbia de ATP. hipertrofia e força máxima. Primeiros socorros para lesões específicas do Esporte: emergências circulatórias e respiratórias. Análise biomecânica qualitativa para melhorar a técnica e o treinamento. 9. Gasto energético durante o repouso e durante o exercício. 2002.3 9. Respostas neuromusculares ao Treinamento de Força. Pelve: pelve óssea e suas junturas. Produção aeróbia de ATP. 2004. Treinamento da potência anaeróbia.3 FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO . Aspectos intervenientes sobre o desempenho físico: influência ambiental (termorregulação e desempenho). integração da atividade neural e hipertrofia da fibra muscular. ed. síndrome do excesso de treinamento (SET ou supertreinamento – over-trainning). Hipertrofia muscular. 9. São Paulo: Atheneu.SISTEMAS MUSCULAR. Receptores musculares: fusos e otg (órgãos tendinosos de golgi). São Paulo: Manole. 4. Anatomia e terminologia das lesões no esporte. Treinamento da potência aeróbia: adaptações fisiológicas.6 TREINAMENTO ESPORTIVO E CONDICIONAMENTO FÍSICO GERAL: Princípios científicos do treinamento esportivo. estratégias de movimento e adaptações agudas e crônicas. Primeiros socorros no esporte.9. Sistema motor: adaptabilidade. junção neuromuscular. Conceito de MET e cálculo do custo energético do exercício. Coluna vertebral: ossos. Eficiência mecânica: conceito e cálculo. 58 .2 9.4 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA DANGELO. Sistema Nervoso: Conceito e divisão do sistema nervoso. Ciclo de Krebs e cadeia de transporte de elétrons. Membros inferiores e superiores: ossos. Junturas: conceito e classificação.9 9. Abdômen: regiões e ações musculares.9. Mensuração da utilização de energia durante o exercício. Mecanismos de fadiga. Avaliação da flexibilidade. Estrutura de preparação do treinamento . doenças súbitas. 2000. Adaptação anatômica. 3. R. Cinemática Linear e Angular. Fundamentos do treinamento de força. tipos e divisões). 9. V. Tórax: junturas e tecidos moles da parede torácica.2 BIOMECÂNICA E CINESIOLOGIA: Cinética Linear e Angular. tipos de fibra. cardiorrespiratórios e metabólicos. Anatomia humana sistêmica e segmentar. HEYWARD. Bases neuromecânicas da cinesiologia. 9. Força .1 9. Porto Alegre: Artmed.8 MEDIDAS E AVALIAÇÃO: Conceito de medidas e avaliação. Avaliação da força e da resistência muscular.treinamento durante diferentes fases: competição e transição. Torque e Momentos de Força.7 PRIMEIROS SOCORROS NO ESPORTE: Conceitos básicos de primeiros socorros. 9. Sistema articular elementar: componentes. contração muscular. Relações força/velocidade e potência/velocidade. M. Avaliação da potência aeróbia máxima (capacidade cardiorespiratória).9. aspectos musculares. FLEGEL. Glicólise. Classificação dos músculos. de 09 de agosto de 2010 9. Sistema Nervoso Autônomo: conceito.BIOENERGÉTICA DO EXERCÍCIO: Produção anaeróbia de ATP. J. Avaliação da composição corporal.. ed. junturas e músculos do dorso. Componentes anatômicos dos músculos estriados esqueléticos. organização. músculos e movimentos. organização geral e diferenças entre sistema nervoso simpático e parassimpático. 9. H. ESQUELÉTICO E SUAS JUNTURAS: Considerações gerais sobre o esqueleto (funções.periodização.M.5 ADAPTAÇÃO FISIOLÓGICAS AO TREINAMENTO: Princípios do treinamento esportivo. ENOKA. Gliconeogênese e Lipólise: conceitos e participação no fornecimento de energia durante o exercício. São Paulo: Manole. Controle neuroendócrino do metabolismo. funcionamento e ativação. C. junturas. 9.

I. higiene e conforto. de 09 de agosto de 2010 McARDLE. Aspectos éticos no exercício da enfermagem de acordo com o código de deontologia da enfermagem. ed.5 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM CIRÚRGICA: Assistência de enfermagem ao indivíduo no período perioperatório. Fisiologia do Esporte e do Exercício. Técnicas básicas de Enfermagem (controle de sinais vitais. Transplante de órgãos e a legislação vigente sobre doação e retirada de órgãos. POWERS. E. Fisiologia do Exercício: teoria e aplicação ao condicionamento e ao desempenho. KATCH. Assistência de enfermagem ao indivíduo pós vídeocirurgia. ed.9. 10.6 9. Assistência de enfermagem ao indivíduo com neoplasia. 4. Assistência de enfermagem ao indivíduo com sondas e drenos.2 ADMINISTRAÇÃO APLICADA À ENFERMAGEM: Teorias da administração aplicadas no gerenciamento da assistência de enfermagem. Gerenciamento de recursos humanos da enfermagem: recrutamento e seleção baseada no perfil de cargo. 10. Assistência de enfermagem ao indivíduo com dor aguda. Assistência de enfermagem ao indivíduo na recuperação pós-operatória imediata. Assistência de enfermagem na adaptação dos pais ao recém-nascido.IE/EA EAOT 2011 9. Assistência de enfermagem ao indivíduo com problemas respiratórios (asma. O processo de comunicação na enfermagem. Teorias de enfermagem e sua relação com a prática da assistência e cuidado de enfermagem. 2010.L. COSTILL. Processo para tomada de decisão. Assistência de enfermagem no planejamento familiar.Energia.9. Assistência de enfermagem ao indivíduo com dor crônica e aguda. AIDS. ENFERMAGEM 10 10.6 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA ÁREA MATERNO INFANTIL: (gestante e recémnascido): Assistência de enfermagem relacionada à sexualidade humana. salmonelose). ed. Administração de recursos materiais pela enfermagem e controle de custos. Assistência de enfermagem ao indivíduo em pós-operatório de prótese de quadril. acidente vascular encefálico.. Assistência de enfermagem ao indivíduo com problemas de eliminações urinária e intestinal. KATCH. HOWLEY. 2009. W. São Paulo: Manole.4 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM CLÍNICA: Assistência de enfermagem ao indivíduo adulto em suas etapas de vida (adulto jovem. Assistência de enfermagem no desenvolvimento fetal.que regulamenta o exercício profissional da enfermagem no Brasil. Assistência de enfermagem à mulher no período gestacional e as alterações físicas e emocionais decorrentes.D... Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. F. cuidados com feridas. São Paulo: Manole. Sistema de Assistência de Enfermagem (SAE) e o Processo de Enfermagem. Assistência de enfermagem ao indivíduo com problemas renais (litíase. 10. S. cuidados com eliminações). 6. Auditoria no Serviço de Enfermagem e Programa de Qualidade Total. Assistência de enfermagem no controle de doenças sexualmente transmissíveis (DST). segurança. planejamento e gerenciamento dos Serviços de Enfermagem.. Assistência de enfermagem ao indivíduo com problemas infectocontagiosos (hepatite. Assistência de enfermagem ao indivíduo com problemas cardiovasculares (infarto. 10. Assistência de enfermagem ao recém nascido em sala de parto. Assistência de 59 . Organização. tuberculose. trombose). Assistência de enfermagem ao indivíduo com problema de controle dos níveis glicêmicos.T. Assistência de enfermagem ao indivíduo com problemas músculo esqueléticos. Supervisão liderança e trabalho em equipe.H. V. 10. Assistência de enfermagem durante o trabalho de parto e parto.9. Assistência de enfermagem ao indivíduo com ferida operatória. 2008. treinamento e educação continuada. Assistência de enfermagem ao indivíduo no controle de infecção pósoperatória.1 FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM: Decreto nº 94406 de 08/6/87. nutrição e desempenho humano.L. Dimensionamento de Pessoal da equipe de enfermagem. pneumonias e DPBOC).K. Assistência de enfermagem no período puerperal. meia idade e idoso). cuidados com alimentação e hidratação. 6. Assistência de enfermagem no acompanhamento pré-natal.5 9. Formação e capacitação de enfermeiros e técnicos de enfermagem legislação vigente. administração de medicamentos. D.3 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM MÉDICO CIRÚRGICA AO ADULTO. arritmias. Avaliação de desempenho da equipe de enfermagem baseada no perfil profissional. insuficiência renal aguda e crônica). Wilmore. Fisiologia do Exercício .7 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. J.

Série de Estudos em Enfermagem.7 KAPLAN. Enfermagem Médico Cirúrgica . São Paulo: Press Grafic.9.1 ATKINSON.3 BRUNNER. D. J. Porto Alegre : Artmed.9. Nelson.489. Enfermagem médico-cirúrgica. Paulina. ed. WINKELSTEIN. Regulamenta a Lei n.. Introdução ao Processo de Enfermagem. 1989. psicoses e bipolar. Cuidado de enfermagem ao cliente com esquizofrenia. Ray A. Sandra Regina L. SADOCK.. 2010. M. SUDDARTH.14 MARX. 94. WILSON. S.9. 10. Cuidado de enfermagem ao cliente com depressão. 2007. Cuidado de enfermagem ao cliente com dependência de drogas lícitas ou ilícitas.9 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 10. Decreto n. Assistência de enfermagem ao recém nascido de alto risco. 10. M. Curitiba: Manual Real.13 SILVA. Cuidado da criança no equilíbrio hidroeletrolítico. M. 10. 10.6 HOCKENBERRY. v. PERRY. Wong: Fundamentos de Enfermagem Pediátrica. 2005. J.16 SOUZA. 10. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.9. L. D. 10. Papel do enfermeiro nos serviços substitutivos manicomial (CAPs). 2006. Virgínia Helena Soares de. BOBAK. hipertensão). 8.9. 2007.8 KURCGANT. 10.. 1 e 2. E. Competências Gerenciais na Enfermagem. ZIEGEL. 1985.9. S. Cuidados de enfermagem no controle e administração de psicofármacos. 5. S.9.. 10. Etiologia dos transtornos mentais e exame físico em pacientes psiquiátricos. de 8 de junho de 1987. P. 10.9 LOWDERMILK.12 HARGROVE-HUTTEL.. Cuidado da criança na alimentação e desenvolvimento físico. Cuidado da criança com problemas respiratórios. São Paulo: Martinari. MOZACHI. 9. ed.9. HUSTON. Rio de Janeiro: Interamericana. GREBB. Cuidado da criança em maus tratos e violência. L. 10.9. Administração e Liderança em Enfermagem: teoria e aplicação.9. 7. Cuidado da criança na prevenção de doenças geniturinárias. de 28 de junho de 1986. David. Tardelli da. Bessie L. O Hospital – Manual do Ambiente Hospitalar.. ed. 10.. Enfermagem Obstétrica. SILVA. Aspectos emocionais da criança hospitalizada e família. 7. 10. Marcelo Tardelli da.9. Cuidado da criança com problemas renais.11 Legislação do Ministério da Saúde sobre a Reforma Psiquiátrica. 6 ed. Carol J. B. I. São Paulo: EPU.10 10.4 Conselho Federal de Enfermagem.406. 1991.15 MARQUIS. Cuidado de enfermagem ao cliente com risco de suicídio. Compêndio de psiquiatria: ciências do comportamento e psiquiatria clínica.8 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL: Papel do enfermeiro no contexto da Reforma Psiquiátrica.9. Código de Deontologia da Enfermagem. 10. São Paulo: Artes Médicas. MORITA. Mecca. ed. Estatuto da Criança e do Adolescente. de 09 de agosto de 2010 enfermagem à gestante de alto risco (diabete. 2000. 10.. O cuidado em enfermagem materna. Administração em enfermagem. 10.9.5 CRANLEY. Legislação do Ministério da Saúde sobre a criação dos CAPs e substitutivos manicomiais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Cálculo e Administração de Medicamentos na Enfermagem.. 2001.9. L. 2010. Luiza Chitose. Cuidado de enfermagem ao cliente com urgência e emergências psiquiátricas. Fundamentos de enfermagem. 10. Murray. Tradução de Dayse Batista.2 BRASIL.9.9. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Rio de Janeiro: Mosby. neuroses. D. 10. Cuidado da criança com problemas cardiovasculares.. 10. Erna. H.7 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À CRIANÇA E ADOLESCENTE: Desenvolvimento da criança em suas etapas de vida.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. ed. Porto Alegre: Artes Médicas. que dispõe sobre o exercício de enfermagem e dá outras providências. Lore Cecília.A. 1998. 60 .

Poisson. Distribuição normal multivariada. Amostragem aleatória simples. 11. ed. 2003. Medidas de assimetria e curtose. Métodos de estimação. Lore Cecília. de 09 de agosto de 2010 10. Introdução a Estatística. Amostragem sistemática. Análise discriminante.2 CÁLCULO DE PROBABILIDADES: Métodos de enumeração. Amostragem por conglomerados. Distribuição de freqüências. Medida de dispersão. Probabilidade: Aplicações à Estatística. Regressão linear simples. 11. São Paulo: Atlas. F. Estatística Geral e Aplicada. São Paulo: Harbra. Análise de correlação canônica. Amostragem por índices. Regressão polinomial. 3. ed. 11.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. Intervalos de confiança e testes de hipóteses em regressão linear múltipla.9. Variáveis aleatórias unidimensionais. Variáveis aleatórias. 11.4 ANÁLISE MULTIVARIADA: Álgebra matricial. Estimação paramétrica por intervalos. Noções de amostragem. Manual de Gerenciamento de Enfermagem.9.5 LEVIN. Análise de resíduos. ed. função distribuição.1 CHARNET. Testes de hipóteses. Regressão linear múltipla. Medidas de posição. 2008. função densidade de probabilidade. Estatística Aplicada às Ciências Humanas. Medidas de associação entre elas. R. Amostragem pelas proporções e porcentagens. 1987.9. 61 . Distribuição Binomial. 6. et al. Campinas: Editora da Unicamp. Curso de Estatística. função de probabilidade. 1996. Processos estocásticos estacionários.8 ANÁLISE DE DADOS DISCRETOS: Variáveis nominais e ordinais. ed.3 INFERÊNCIA ESTATÍSTICA: Conceitos básicos. condicional e independência.5 TÉCNICAS DE AMOSTRAGEM: Introdução à amostragem. Dupla amostragem. Análise de Modelos de Regressão Linear com Aplicações. 2 ed. Números índices.9 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 11.A. São Paulo: Atlas.6 ANÁLISE DE CORRELAÇÃO E REGRESSÃO: Medidas de correlação e suas provas de significância. Extensão do modelo linear para duas variáveis. Análise fatorial. Jack.4 MEYER. Densidade espectral de potência. Multicolinearidade. 11. 10. P. M. Análise de agrupamento. Chitosi Luiza.1 ESTATÍSTICA GERAL: Conceitos básicos. Estimativas pela regressão. 2. Medidas de associação. 2000. G. Esperança e momentos. MARTINS. L. Elementos de probabilidade. Propriedades ótimas dos estimadores. São Paulo: Editora EPUB.. Teorema do limite central e Estimativa e verificação de hipóteses.9. Representação tabular e gráfica dos dados estatísticos. 11 ESTATÍSTICA 11. 11. 2 ed.2 FONSECA. J. Normal (gaussiana). Momentos amostrais de processos estacionários.17 MARQUES. Inferência sobre o vetor de média.9. 11.3 MARTINS. Processos estocásticos usuais. Subamostragem. Problemas de análise de dados nominais e ordinais. Validação dos modelos de regressão. Geometria da amostra e amostragem aleatória. Rio de Janeiro: Guanabara.2008. Estimação. Propriedades dos estimadores pontuais. Estudo das variáveis quantitativas: discreta e contínua. Distribuição conjunta. Análise de componentes principais. Análise de regressão. 11. Suficiência.7 PROCESSOS ESTOCÁSTICOS: Elementos de processos estocásticos. 11.6 TRIOLA. Rio de Janeiro: LTC.9. Testes de hipóteses.9. Análise de tabelas multivariadas. Matrizes e vetores aleatórios. Probabilidade. Seleção de variáveis e construção de modelo. Gilberto Andrade. 11. 11. S. 2005. 11. Amostragem estratificada. Regressão linear multivariada. Diagnóstico da regressão e medidas de adequacidade do modelo. MORITA. 11.

12. 2009. COLBY. SCHMITZ. Biomecânica. ed.6 KISNER. 12. Tratamento Fisioterapêutico nas disfunções Ginecológicas. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda.2. São Paulo: Manole.4 GUYTON. 12. Medicina de reabilitação.10 MAGEE. Robert. R.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.. 12.1 CARVALHO FILHO. 4. Reabilitação no paciente amputado. Neuroanatomia Funcional.. 2000.9. T.2. 2009. ed. São Paulo: Atheneu. 12. 2006. Fisioterapia avaliação e tratamento. Manole. XAVIER. ed.2. 2.2. São Paulo: Manole. 12. 12.2 GARDNER.14 UMPHRED. ed.2. Ann Darcy. 2. 1978. ed. Arthur. neurológicas. RIBEIRO.. Suzan B. ed. Fundamentos de terapia respiratória de Egan. 2009. James A III. Tratado de fisiologia médica 11. XAVIER. WILKINS. 12. 13 FONOAUDIOLOGIA 62 . KREHBIEL. Ângelo. São Paulo: Manole.7 LEVINE. Eletroterapia: Prática baseada em evidências. 12.2.8 LIANZA. et al. 5. ed. Graig. David J. 2ª ed. Ortopedia e Traumatologia – Princípios e Prática. STOLLER. STEPHAN.15 SCANLAM. R. Propedêutica Fisioterapêutica. Tratamento Fisioterapêutico nas lesões desportivas. O`RAHILLY.2. reumatológicas e dermatológicas. Tratamento fisioterapêutico nos pacientes críticos sob ventilação mecânica.11 O'SULLIVAN. 2009.2. Donald. GRAY. São Paulo: Atheneu. 12 FISIOTERAPIA 12. 1993. Susan J. Lilia B. ed.2. 2005. Porto Alegre: Artmed. 12. Rio de Janeiro: LTC. Tratamento Fisioterapêutico no paciente idoso (Geriatria). São Paulo: Manole. vasculares periféricas. pré-operatórios e pós-operatórios aplicados às disfunções: traumato-ortopédicas.12 SCANLAM.2. Estatística Teoria e Aplicações Usando o Microsoft Excel.2.13 SIZÍNIO H. Anatomia: Estudo Regional do Corpo Humano. Matheus Papaleo.. clínica e terapêutica.9 MACHADO.2.2. Tratamento Fisioterapêutico em Pediatria. Fisioterapia na ortopedia e na medicina do esporte.5 HALL. 7. Avaliação musculoesquelética. Fisiologia humana. 2007. 12. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 7. 12. Exercícios terapêuticos – fundamentos e técnicas. Sheila. John. Sergio. Tratamentos Fisioterapêuticos em casos não operatórios. 2003. 2. C. Prevenção de lesões desportivas. ed. ed. 12. 12. STOLLER. Ronan. Ernest. 4. São Paulo: Manole.2.2 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 12. Geriatria fundamentos.7 KITCHEN. Lynn A.2. James K. São Paulo: Manole. NETTO. D. Fisioterapia da Gestação.16 SIZÍNIO H. 1994. 2010. Carolyn. Fisioterapia Aplicada a Ginecologia e Obstetrícia. cardiológicas. 4. Robert. ed. de 09 de agosto de 2010 11. São Paulo: Manole. Fisioterapia neurológica.17 O’ CONNOR Linda J. 4.. 12. Eurico Thomaz. 5. D. James K. ed. Porto Alegre: Artmed. 2003. 2008.1 Anatomia Humana. 12. pneumológicas. Thomaz J. Fundamentos de terapia respiratória de Egan. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Biomecânica básica. Ortopedia e Traumatologia – Princípios e Prática. 5. STEPHENSON Rebecca G. ed. WILKINS. 2005. São Paulo: Manole.3 GOULD. 2000. Graig. 12. 2010. Eletrotermofototerapia. ed. 5. M. 11.2. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. HALL.2. ed.

2. Porto Alegre: Artmed.5 WOLF. 13. 2000. 2003. 13.7 MUNHOZ.2. Técnicas de Reportagem e Entrevista. 2. Programas fonoaudiológicos e triagem. 13. ed. Jorge. Assessoria de Imprensa – o papel do assessor.2.2. Intervenção fonoaudiológica nos distúrbios da comunicação.2.2. Atlas. 14. 14. Assessoria de imprensa: teoria e prática. Rio de Janeiro: Campus. Jornalismo On Line. Mauro. Fonoaudiologia hospitalar.2 CASANOVA-PENA.5 MARCHESAN. Eugênio. Atlas.8 FENAJ. planejamento. Fontes jornalísticas e relacionamento entre jornalistas e fontes.2. ética e Internet. Vera Íris. Assessoria de Imprensa e relacionamento com a Mídia: teoria e técnica. 13.2 KOPPLIM. Teorias de Comunicação. Jornalismo e as Novas tecnologias de Informação. Técnicas de Redação Jornalística. 3 ed.L. Luiz Artur. 14. 14. Rio de Janeiro: Campus. 2000. FERARETTO. São Paulo: Ateneu. Renata Mota Mamede. Guanabara Koogan. 2006. 1997.2.7 DUARTE. Fisiologia Aplicada à Fonoaudiologia. ed. exames audiológicos e próteses auditivas. Nilson. newsmaking. Porto Alegre: Sagra-DC Luzatto. ed.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. Técnicas e Características do Telejornalismo. Heródoto. Comunicação Pública – Estado.9 BUCCI. Motricidade Oral/Linguagem/Audição/Voz/Fonoaudiologia hospitalar. Irene Queiroz.2. gatekeeper e critérios de noticiabilidade). Jornalismo Empresarial. sociedade e interesse público. 14. Guanabara Koogan: 2005. ed. Trabalho em equipe multiprofissional. 14. 2. Sobre ética e imprensa. Tratado de Fonoaudiologia. Elisa.2. 2006. Otacílio.1 Desenvolvimento e aquisição de linguagem. 63 .2. 14.4 PATERNOSTRO. release. 14. Fisiologia da fonação: Processo de aquisição e produção dos sons da fala. Teorias de Jornalismo (Agenda setting.10 FENAJ. Fundamentos em Fonoaudiologia-Aspectos Clínicos da Motricidade Oral. 2001. 14. clipping. TECMEDD. Audiologia Clínica. 13. Ética jornalística. Terapia Fonoaudiológica para os Desvios Fonológicos. O texto na TV: manual de telejornalismo. 2 ed.2 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 13. B. Código de Ética do Jornalista (2010). 1997.2. A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística. Comunicação para períodos de crise.3 DOUGLAS. Jorge. Rio de Janeiro: Revinter.1 BARBEIRO. Gêneros Jornalísticos. O Código de Ética Profissional em Fonoaudiologia.1 CARVALLO. 2001. Manual de Fonoaudiologia. Teorias da comunicação. Rio de Janeiro: Record. Guanabara Koogan. H.2. Carlos Roberto. LIMA. ed. Legislação na área de Comunicação. Companhia das Letras. 2007. M.1 Conceitos de Jornalismo e Notícia.2.2. A Mídia Brasileira.2. J. Fisiologia da audição: patologias.2. Manual de Radiojornalismo: produção. Assessoria de imprensa: conceitos. 5.2 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 14. de 09 de agosto de 2010 13.6 DUARTE. 14.4 LOPES FILHO. Paulo Rodolfo de.6 MOTA. Lisboa: Editorial Presença. Noções de Saúde Pública: planejamento e programas preventivos. Fonoaudiologia: Informação para a Formação. 13. 2009.S. 14 JORNALISMO 14. Jornalismo e Editoração. ed. 8. 2010. mercado.3 LAGE.2. 2009. 13. 2.

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20. Planejamento em comunicação social: métodos.2. São Paulo: Boitempo Editorial. 20. 2. Conceitos Tradicionais. 2. Gestão Contemporânea de Pessoas – Novas práticas. marketing e mercado.6 CONCEITOS: publicidade. 1972.2 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 20. Os efeitos das novas organizações do trabalho sobre os trabalhadores e suas organizações. a problemática emocional no rendimento e nas relações escolares. a importância do diagnostico na educação. 22. utilização de ilustrações. Psicologia nas organizações. atributos de qualidade. estudos dos efeitos a longo prazo e da sociologia dos emissores ao newsmaking. 20. G. personalidade e os mecanismos de ajustamento.2 COMUNICAÇÃO DE MASSA: contextos e paradigmas na pesquisa sobre os “Mass Media”. diagramação. Wanderley. Piaget e os modelos estruturais na inteligência no campo da psicologia escolar. Diferentes abordagens da Psicologia Social. 22 PUBLICIDADE E PROPAGANDA 22. Porto Alegre: Bookman. 5. fatores motivadores do trabalho. Análise dos processos intergrupais e técnicas de dinâmica de grupo nas diversas áreas de atuação. o contrato psicológico. 22. 2009. o impacto da organização sobre os indivíduos. 2003. Principais decisões em propaganda e problemas referentes à publicidade.5 LEGISLAÇÃO E ÉTICA. Definição da psicologia organizacional.1 Formação e atribuições profissionais do psicólogo. 2000. design. São Paulo: Atica.8 SPECTOR. ed.Sofrimento Psíquico nas Organizações. comportamento individual e comportamento social. Psicologia Organizacional – A Psicologia na Empresa e na Vida em Sociedade. Petrópolis: Vozes. produção gráfica. Políticas de Gestão de Pessoas nas organizações: Papel dos Valores Pessoais e da Justiça Organizacional. Psicologia Escolar. propaganda.2.2. ed. R. Cláudia . Responsabilidade social e ética. Sistema integrado de marketing.2.2.7 PRODUTO: conceito.2.1 AGUIAR. 2. 20. 20. 1994. desejos e demandas. 2005. 3. características e classificação dos produtos.7 DEMO. 20. 22. de 09 de agosto de 2010 20 PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO 20. São Paulo: Editora Saraiva. técnicas e estratégias de planejamento em comunicação. Teoria de Campo e comportamento organizacional. 22. 22.10BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 68 .IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.6 BITTENCOURT.5 ANTUNES. Jose Jackson C.2. ed.1 TEORIA DA COMUNICAÇÃO: o objeto da comunicação social. E. 4. 22. contribuintes interdisciplinares para a constituição de uma teoria da comunicação e as diversas correntes teóricas. DA SILVA. Antônio Xavier. Planejamento estratégico e o processo de marketing. ed. 22. Mix de marketing. o individuo e a organização. Maria Aparecida Ferreira de. Saúde Mental e Trabalho . Sampaio. São Paulo: Saraiva. Atuação do Psicólogo em comunidades e instituições. Organização e funcionamento de serviços de psicologia.3 HISTÓRIA DA COMUNICAÇÃO: a comunicação oral e os primeiros registros de linguagem e evolução até os veículos da atualidade. problemas de adaptação escolar. ed. o condicionamento do comportamento na organização.2. N.4 PLANEJAMENTO GRÁFICO: medidas gráficas. 22. Os Sentidos do Trabalho: Ensaio sobre a Afirmação e a Negação no Trabalho.2 CODO. Psicologia aplicada à administração: teoria crítica e a questão ética nas organizações.9 PESQUISA DE MARKETING: projeto de pesquisa e métodos. Petrópolis: Vozes. O trabalho na clinica psicológica.3 NOVAES. 20. 2 ed. Maria Helena. P. saúde mental e trabalho.8 MARKETING: necessidades. 22. 2010. São Paulo: Atlas. ed. 2010. técnicas de produção e planejamento visual gráfico. 20.4 TELES.

Atendimento ao público. 2008. manutenção e reação no contexto da sociedade.CONAR (disponível em http://www. 2002.10.10. Aferição de Resultados. rev. Diagnóstico (Oportunidades e Ameaças).11 KOTLER. Francisco Gaudêncio Torquato do.10. ed. 69 . Planejamento de Relações Públicas. da propaganda e das relações públicas. Lisboa: Presença. 14. Interatividade na comunicação. 2003. Seleção e Segmentação de Públicos-Alvo. Massificação versus segmentação dos públicos. 22. Código de Ética do Profissional de Relações Públicas. 2004.br) 22. Potência e tipologia dos eventos.2 COLARO. estruturas.10. 22. São Paulo: Futura. BARROS. 22. 2. e atualizada Rio de Janeiro: Campus. Robin. Código Brasileiro de Auto-Regulamentação Publicitária . Seleção de Instrumentos. 22. O que é Comunicação. sistemas.8 WOLF. Poder e ética da comunicação: abrangência e limites do jornalismo. Propaganda de A a Z. 1986. 22. Técnicas de Redação. Constituição do diagnóstico institucional.16 SAMPAIO. (disponível em http://www. Evolução na Comunicação – do sílex ao silício. Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Loyola. Marketing institucional: prevenção. 2000. Elaboração de Projetos de Relações Públicas. de 09 de agosto de 2010 22. Comunicação Empresarial e Comunicação Institucional: conceitos.5 MATTELART.10. Mauro. ed. Papel social da comunicação. Cronograma. Philip. Philip & ARMSTRONG. ed. conceitos. 22.10.10.13 RABAÇA.15 SAMARA. Opinião pública: pesquisa.cenp. Juan Diaz. Novas tendências da pesquisa sobre os mass media. Comunicação. 8. Gary. Rio de Janeiro: Campus.9 BRASIL. instituições e sujeitos.10.Técnicas de elaboração de projetos de pesquisa. ed. Princípios de Marketing. 15. 5. Pesquisa de Mercado. 5. 22. ed. 1997. 1988. 2007.10. Organização de Eventos. São Paulo: Summus.cenp. Teorias da Comunicação. São Paulo: Prentice-Hall.6 REGO. 1994. formação. Indicadores de Resultado Marketing de Relacionamento. Código de Ética dos profissionais da propaganda.10. ed.10. São Paulo: Brasiliense. 4. 9.10. 22.com. Antonio C. 22. principais teorias.12 KOTLER. estudo e análise em busca de canais de interação com cada público específico. Projeto Gráfico: Teoria e prática da diagramação.10 BRASIL. Ordem de precedência. Estratégias e Resultados Esperados. Carlos Alberto & BARBOSA.7 WILLIAMS. 22.1 Teoria da Comunicação. Definem os princípios éticos que devem nortear a publicidade.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. Giovanni. estratégias.10. ed. 5.4 GIOVANNINI. História das Teorias da Comunicação. ed. ed. 22. 22. Gustavo. 3.10. Metas. 23 RELAÇÕES PÚBLICAS 23. planejamento e técnicas. José Carlos de. ed.br) 22. São Paulo: Brasiliense. 22. 2009.10.10. Pesquisa de Marketing: conceitos e metodologia. 22.3 BRASIL. ed.com. Beatriz Santos. ed. São Paulo: Sumus. 1987. Normas de cerimonial e protocolo. Raimar. Etapas. Brasília: Centro Gráfico do Senado Federal.14 RICHERS. Rafael. 2008. Dicionário de Comunicação. O que é Marketing. Marketing para o Século XXI.1 BORDENAVE. São Paulo: Callis. Poder e ética das mídias. 2009. Legislação em Comunicação Social: Constituição Federal. Estabelecimento de Objetivos. 5. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. Design para quem não é designer: noções básicas de planejamento visual. Comunicação em períodos de crise. Novas tecnologias e a globalização da informação. paradigmas. Armand & Michele. Rio de Janeiro: Prentice-Hall.

2. PENTEADO.3 23. 1986.2. 2001. Do Direito do Promitente Comprador. 23. Regulação Normativa nº 43. Candido Teobaldo de Souza Andrade. de 11 de dezembro de 1967. 23. 2003.8 23. MAFEI. Loyola. Lei nº 5. Cleusa G.377. 23. FORTES. ed.6 23. Atlas. 1999. 13 ed. Do Direito das Obrigações: Das Modalidades das Obrigações: Da Transmissão das Obrigações. 1986. 2007. Do Direito de Família: Do Direito Pessoal.5 23. Mário. Do Domicílio. BARBOSA. 23.377. 2001. Geração Editorial. 5 ed. Armand e Michelle. KOTLER.2.16 ROSA. Campus. CESCA. Summus. 2008. A era do escândalo. Hebe.15 DECRETO nº 70274 – Aprova as normas de cerimonial e ordem geral de precedência. Relações Públicas: Processos. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada.2.18 Código de Ética do Profissional de Relações Públicas. ed. KUNSH. 5. 1997. José Roberto Whitaker.2.2.7 23.9 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. 70 . Dos Atos Unilaterais. Tecnologia e Estratégias. Gaudêncio. 23. Dos Atos Jurídicos Lícitos.1 23. Summus. Contexto.2. 23. Do Direito das Coisas: Da Posse. Dos Direitos Reais. 23. Da Sucessão Testamentária. Livro Complementar: Das disposições finais e transitórias. Summus. Dos Atos Ilícitos. Da Habitação. Do Inventário e Da Partilha. Assessoria de Imprensa: Como se relacionar com a Mídia. Das Sucessões: Da Sucessão em Geral. Dos Títulos de Crédito. 23.20 DUARTE. 12 ed. Waldyr Gutierrez.2 23.2. Da União Estável. Da Prescrição e Da Decadência.2. Do Usufruto.2. 23. Do Inadimplemento das Obrigações. Do Direito de Empresa: Do Empresário. Do Uso. Comunicação Pública – Estado. 2 ed. Das Pessoas: Das Pessoas Naturais. Dicionário de Comunicação. 2002. 2004. Da Sociedade.2. Dos Contratos em Geral. sociedade e interesse público. 9.A.2. A técnica da comunicação humana. Da Prova.2. de 11 de dezembro de 1967.2. Do Adimplemento e Extinção das Obrigações. Organização de Eventos. Philip.10 TORQUATO. Do Penhor. Da Sucessão Legítima.2. ed.14 ________. História das teorias da comunicação. São Paulo: Summus Editorial.2. Do Direito Patrimonial. 3. Mário. Jorge.2 23. Da Responsabilidade Civil. Comunicação Empresarial . Das Preferências e Privilégios Creditórios. 4. ed. Do Estabelecimento. Margarida Kroling. Das Pessoas Jurídicas. Maristela. de 24 de agosto de 2002. 2006. Funções. São Paulo: Livraria Pioneira Editora.IE/EA EAOT 2011 23.17 ROSA. 23. 2 ed. MATTERLART. Da Propriedade. Loyola.4 23. Regulamento da Lei nº 5. A síndrome de Aquiles. 24 SERVIÇOS JURÍDICOS 24.2. Editora: Prentice-Hall.2. Gimenes.19 Constituição Federal. Para Entender Relações Públicas. Administração de Marketing.11 WEY. São Paulo: Editora Gente. Das Servidões. Dos Fatos Jurídicos: Do Negócio Jurídico.13 ________.1 DIREITO CIVIL: Lei de Introdução ao Código Civil. Das Várias Espécies de Contrato. Da Superfície.2. C. Da Hipoteca e Da Anticrese. de 09 de agosto de 2010 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA ANDRADE. 2003.2. O Processo de Relações Públicas. Dos Bens: Das Diferentes Classes de Bens. Dos Institutos Complementares. G: RABAÇA. Summus.comunicação institucional. 23. Da Tutela e Da Curatela. mercado. 2009.12 Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas.

2 DIREITO PROCESSUAL CIVIL: Processo de Conhecimento: Da jurisdição e da ação. classificação. Das Diversas Espécies de Execução. Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas. DO PROCESSO CAUTELAR: Das medidas cautelares. Modalidades de contratos administrativos. Entidades paraestatais e terceiro setor. Contrato de gestão. da hostilidade e da ordem arbitrária. Denúncia. A Ordem Econômica e Financeira. normas constitucionais sobre o servidor público.259/01). Dos Órgãos Judiciários e dos Auxiliares da Justiça. Convênio. 24. Juiz. Princípios da Administração Pública e Poderes da Administração. Dos Princípios Fundamentais. Dos Direitos e Garantias Fundamentais. Características dos contratos administrativos. dos crimes contra a autoridade ou disciplina militar. Consórcio administrativo. Das Disposições Constitucionais Gerais. Suspensão e Extinção do Processo. A Constituição Atual. Dos crimes militares em tempo de guerra: do favorecimento ao inimigo. Discricionariedade e vinculação. Penas. dos crimes contra a pessoa. Órgãos Públicos. Do Poder Executivo. da conexão ou continência. Da competência: da competência em geral.6 DIREITO PROCESSUAL PENAL MILITAR: da lei. O Regime Jurídico-Administrativo. Ação penal. dos crimes contra a pessoa. da competência pelo lugar da residência ou domicílio do acusado. Requisição administrativa. Classificação. da competência pela sede do lugar de serviço.4 DIREITO CONSTITUCIONAL: O Direito Constitucional Positivo Brasileiro.DO PROCESSO DE EXECUÇÃO: Da Execução em Geral. Servidor Público: Agentes públicos. Funções Essenciais à Justiça. Do Procedimento Ordinário. Do processo nos tribunais. dos crimes contra o patrimônio. Dos recursos. Atos da administração: conceito. Da Organização do Estado. Bens públicos. 24. Da Suspensão e Extinção da Execução. características. fundamento. Dos Embargos do Devedor. dos crimes contra a incolumidade pública. dos crimes contra o serviço militar e o dever militar. Da Execução por Quantia Certa contra Devedor Insolvente. Limitações administrativas. conceito. DOS PROCEDIMENTOS ESPECIAIS: Dos Procedimentos Especiais de Jurisdição Contenciosa. Do crime. Administração indireta. Ato administrativo e produção de efeitos jurídicos. Concurso de agentes. dos crimes contra a administração militar. Dos Atos Processuais. da competência pela especialização das auditorias.099/95). Imputabilidade penal. 24. Da Ordem Social. da competência por prevenção. Polícia judiciária militar. Dos crimes militares em tempo de paz: dos crimes contra a segurança externa do país. da competência pela prerrogativa do posto ou da função. Das partes e dos procuradores. Dos Procedimentos Especiais de Jurisdição Voluntária. Da Formação. dos crimes contra o patrimônio. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. dos crimes contra a administração da justiça militar. do desaforamento. Da Tributação e do Orçamento. Regime público e privado na Administração Pública. Improbidade Administrativa.3 DIREITO ADMINISTRATIVO: Administração Pública. Juizado Especial Cível (Lei nº 9. extinção. servidão administrativa. Juizado Especial Federal (Lei nº 10. Do Ministério Público. de 09 de agosto de 2010 24.5 DIREITO PENAL MILITAR: Aplicação da lei penal militar. revogação. tombamento. auxiliares e partes do processo. do rapto e da violência carnal. desapropriação. Responsabilidade extracontratual do Estado. Atos Administrativos: Fatos da administração. Polícia Administrativa e Judiciária: meios de atuação. Rescisão do contrato administrativo. Extinção da punibilidade. Restrições do Estado sobre a propriedade privada: Modalidades. limites. Ocupação temporária. Contrato Administrativo. Administração Pública e governo: aspecto objetivo e subjetivo. Contratos da administração: O contrato administrativo como espécie do gênero contrato.666/93 e suas posteriores modificações). da competência por distribuição. Do Poder Judiciário. princípios e classificação. Medidas de segurança. Processo penal militar. Atos Administrativos em espécie: Quanto ao conteúdo e quanto à forma. Inquérito policial militar. Regime Jurídico-Administrativo. Atributos. Da Organização dos Poderes: Do Poder Legislativo. elementos de definição.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. da competência pelo lugar da infração. Da Remição. 24. Elementos. função social da propriedade. ação penal militar. Histórico das Constituições Brasileiras. Licitação (Lei nº 8. Poder de Polícia: Evolução. Serviços Públicos: Conceito. Controle da Administração Pública. dos conflitos 71 . do processo penal militar e da sua aplicação. Processo administrativo. Do Processo e Do Procedimento. Distinção entre contrato administrativo e contrato de direito privado. Foro militar. Servidores públicos.

3 vols. ed.7.3 24. Dos atos probatórios. Celso Antônio Bandeira de. de 09 de agosto de 2010 de competência. São Paulo: Malheiros Editores Ltda. Humberto.23 LOREIRO. 28.7.7. ed. 2010. César. Código Penal. 6.4 24.7. da execução. Método.22 BRASIL. ASSIS. (atualizado) 24. DIAS. Curso de Direito Constitucional Positivo. Lições de Direito Processual Civil . ed. ed. 23. Araken de. ed. São Paulo: Malheiros Editores Ltda. Dos incidentes. 24. intimação e notificação.7. Medidas preventivas e assecuratórias. inciso XXI.9 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA Código Civil Brasileiro – Lei nº 10.7. 36.15 MARINELA. nulidades e recursos em geral.12 MEIRELLES. São Paulo: Atlas. institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e dá outras providências). 2002.16 BRASIL. Direito Administrativo.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. São Paulo: Malheiros.13 MELLO. 2007. NERY.7. 37.8 24. 24. 2010. 24.17 NERY JUNIOR. do indulto. Nelson. THEODORO JÚNIOR. 40.7.11 DI PIETRO. Lei nº 8. Código de Processo Penal Militar.6 24. São Paulo: Saraiva. Direito Constitucional esquematizado. 2010. da anistia e da reabilitação.7. ed. Brasília: Brasília Jurídica.7. Constituição Federal Comentada. José Afonso da. NERY. Maria Sylva Zanella. Hely Lopes.7. 24. NERY JUNIOR. 7. Do processo ordinário e dos processos especiais. NERY. Direito Penal Militar. ed. da Constituição Federal. São Paulo: Saraiva. ed. São Paulo: Ed. São Paulo: Revista dos Tribunais. 2002.18 SILVA. Direito Administrativo. 27. São Paulo: Atlas. 24. Citação.7. 2007.2 24. Direito Civil – Curso Completo.7. 24. 2010. São Paulo: Saraiva. Maria Berenice. São Paulo: Revista dos Tribunais. Rio de Janeiro: Lumen Júris. 2010. Justiça militar em tempo de guerra. (atualizada). 13. 24. 2010. Nelson.7. Rio de Janeiro: Lumen Júris. Código Civil Comentado. 2010.406/02. Curso de Direito Administrativo. Código de Processo Civil Comentado. Belo Horizonte: Del Rey. ed. José da Silva Neto. 2006. Dos incidentes da execução. 24. Rio de Janeiro: Forense. 2006. Direito Administrativo Brasileiro. ed. Manual de Direito Administrativo. 2010.7. CÂMARA.7.7. 58.10 BRASIL.7 24.7. ed. 24. Curso de direito processual civil. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais. Salvador: JusPODIVM. São Paulo: Saraiva. José dos Santos. Rosa Maria de A. 2010. Brasília: Centro Gráfico do Senado Federal. Manual da Execução. FIÚZA. Manual de Direito das Famílias. Questões prejudiciais. Processo Penal Militar. 24.7. 20 ed. 24.14 CARVALHO FILHO. 11.666/1993 (Regulamenta o art.19 LENZA. 2010.20 BRASIL. 2010.7. Código de Processo Civil. Célio. São Paulo: Revista dos Tribunais. ed. 24. 9. Alexandre Freitas. Rosa Maria de Andrade. ed. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais. 1999.21 LOBÃO. Pedro. Fernanda. 24.7 24. Rosa Maria de Andrade. NERY JUNIOR.7. 51. Nelson.5 24.1 24. 24. da comutação da pena.7. 72 . 6.7.

IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. 2905. Duque de Caxias. Dom Pedro I.Bairro Castelo .CEP 51130-180 Fone: (81) 2129-7092 Fax: (81) 2129-7222 Praça Marechal Âncora.AM Fax: (92) 3629-1805 BR 174.CEP 71615-600 Fone: (61) 3364-8205 BELÉM . s/nº .CEP 69074-000 Fone: (92) 2129-1735 e 2129-1736 Sétimo Comando Aéreo Regional VII COMAR MANAUS . 100 – Bairro Cambuci . Postal 101 .Cx. s/nº . 77 . Postal 261 – CEP 92200-630 Telefone: (51) 3462-1204 Fax: (51) 3462-1132 SHIS-QI 05 Área Especial 12 .RR Av. 500 .RJ Quarto Comando Aéreo Regional IV COMAR SÃO PAULO – SP Quinto Comando Aéreo Regional V COMAR CANOAS – RS Sexto Comando Aéreo Regional VI COMAR BRASÍLIA – DF Fax: (61) 3365-1393 Av.CEP 79101-001 CAMPO GRANDE . de 09 de agosto de 2010 Anexo D – Relação das OMAP As seguintes OMAP nas respectivas localidades estão à disposição do candidato: OMAP Primeiro Comando Aéreo Regional I COMAR LOCALIDADE ENDEREÇO Av.PA Telefone: (91) 3231-2989 FAX: (91) 3238-3500 Av. Júlio César.Bairro Souza CEP 66613-902 – Belém .CEP 69301-970 Fone: (95) 4009-1032 Fax: (95) 4009-1016 Base Aérea de Boa Vista BABV Jurisdição: VII COMAR Base Aérea de Campo Grande BACG Jurisdição: IV COMAR BOA VISTA . Presidente Kennedy. Armindo Moura.CEP 01552-000 Telefone: (11) 3346-6109 Fax: (11) 3208-9267 Rua Guilherme Schell.PA Segundo Comando Aéreo Regional II COMAR RECIFE – PE Terceiro Comando Aéreo Regional III COMAR RIO DE JANEIRO .CEP 20021-200 Fone: (21) 2101-4933.Bairro Cauamé .Cx. 1500 – Bairro Ponta Pelada .Bairro Boa Viagem .MS Fone: (67) 3368-3122 Fax: (67) 3314-7515 73 . 2101-6015 e 2101-6026 Fax: (21) 2101-4949 Av. 3950 . Bairro Santo Antônio .

CEP 31270-750 BELO HORIZONTE .RO SALVADOR . s/nº .CEP 60415-510 Fone: (85) 3216-3013 Fax: (85) 3227-0879 Av.BA PARNAMIRIM .CEP 88049-000 Fone: (48) 3229-5000 Fax: (48) 3236-1344 Av.IE/EA EAOT 2011 Base Aérea de Fortaleza BAFZ Jurisdição: II COMAR Base Aérea de Florianópolis BAFL Jurisdição: V COMAR Base Aérea de Porto Velho BAPV Jurisdição: VII COMAR Base Aérea de Salvador BASV Jurisdição: II COMAR Base Aérea de Natal BANT Jurisdição: II COMAR Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica CIAAR Jurisdição: III COMAR Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo CINDACTA II Jurisdição: V COMAR Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.SC PORTO VELHO . Erasto Gaertner.Bairro Tapera . Borges de Melo.CEP 41510-250 Fone: (71) 3377-8219 e 3377-8224 Fax: (71) 3377-8220 Estrada da BANT s/nº . Santos Dumont. s/nº .Bairro Pampulha Caixa postal 774 .Bairro Bacacheri .CEP 82510-901 Fone: (41) 3251-5275 Fax: (41) 3251-5292 CURITIBA . de 09 de agosto de 2010 Av. Santa Rosa 10 .Alto da Balanca.PR 74 .Cx. 1000 .Caixa Postal 4083 .RN Av. Lauro Sodré. Postal 040 CEP 78900-970 Fone: (69) 3211-9712 Fax:(69) 3211-9710 Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães . s/nº .Emaús Parnamirim – RN – CEP 59148-900 Fone: (84) 4008-7100 Fax: (84) 4008-7538 FORTALEZA .CE FLORIANÓPOLIS .MG Fone: (31) 4009-5068 Fax: (31) 3491-2264 Av.

Serão executados os três exercícios discriminados abaixo: EXERCÍCIO Nº 1 .FLEXÃO E EXTENSÃO DOS MEMBROS SUPERIORES COM APOIO DE FRENTE SOBRE O SOLO Será feita por meio de flexão e extensão dos membros superiores com apoio de frente sobre o solo. 4 O TACF será realizado em um único dia. de 09 de agosto de 2010 Anexo E – Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF) 1 O Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF) visa medir e avaliar o padrão individual a ser atingido pelo candidato inscrito no EA EAOT 2011. e atingir os padrões exigidos do militar da ativa. 75 . 3 Estará aprovado no TACF o candidato que tenha executado todos os exercícios previstos e atingido os índices mínimos estabelecidos em cada exercício. 2 O padrão individual a ser atingido durante o TACF servirá de parâmetro para aferir se o candidato possui as condições mínimas necessárias para suportar o esforço físico a que será submetido durante o Estágio.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. Figura 1 – Flexão e extensão dos membros superiores com apoio de frente sobre o solo para o sexo masculino.

apoio de frente sobre o solo. flexionar os membros superiores. podendo ou não apoiar a ponta do pé no chão. d) parar para descansar em qualquer posição. Estender os mesmos. com as mãos sobre o solo. de 09 de agosto de 2010 Figura 2 – Flexão e extensão dos membros superiores com apoio de frente sobre o solo para o sexo feminino. mantendo o corpo totalmente estendido. SEXO Masculino Feminino DESEMPENHO MÍNIMO 10 repetições 6 repetições Tempo 2 Contagem Erros mais comuns a) mudar a posição do corpo. ligeiramente afastadas em relação à projeção dos ombros. passando as costas da linha dos cotovelos. voltando à posição inicial. aproximando os braços do tronco. mantendo o corpo estendido e os cotovelos projetados para fora aproximadamente 45º com relação ao tronco. 76 . c) elevar primeiro o tronco e depois os quadris. o candidato poderá aduzir as mãos na posição inicial.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. e f) mudar a posição das mãos (afastar ou aproximar) durante a execução do exercício. deixando de mantê-lo totalmente estendido. e) aproximar os cotovelos do tronco durante as execuções finais. 02 (duas). procurando aproximar o peito do solo o máximo possível. quando completar a extensão. deverá ser contada uma repetição. e b) A fim de manter os cotovelos projetados para fora. Duração Tentativa Posição inicial Tempo 1 sem limite de tempo. Observações a) As mulheres deverão apoiar os joelhos no solo para a execução do exercício. b) não flexionar ou estender totalmente os membros superiores.

voltar à posição inicial até que as escápulas toquem o solo. cada vez que o 1º tempo se completar. d) parar para descansar. de 09 de agosto de 2010 EXERCÍCIO Nº 2 . 77 . Figura 3 – Flexão de tronco sobre as coxas para os sexos masculino e feminino Neste exercício serão exigidos os mesmos padrões de execução para ambos os sexos. c) não encostar as costas no solo no 2º tempo . 02 (duas). deve ser contada uma repetição. Tempo 1 Tempo 2 Contagem SEXO Masculino Feminino DESEMPENHO MÍNIMO 18 repetições 14 repetições Erros mais comuns a) soltar as mãos do peito ou auxiliar a flexão do tronco com impulso dos braços. b) não encostar os cotovelos no terço distal das coxas. joelhos numa angulação de 90º.FLEXÃO DO TRONCO SOBRE AS COXAS Será avaliada através da flexão do tronco sobre as coxas. deitado em decúbito dorsal. flexionar o tronco até tocar os cotovelos no terço distal das coxas (região próxima ao joelho). procurando manter as coxas e os joelhos livres. fixados com o auxílio do avaliador. pés alinhados com o prolongamento do quadril e firmes ao solo. mãos cruzadas sobre o peito na altura dos ombros. Duração Tentativa Posição inicial 01 (um) minuto.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.

IE/EA EAOT 2011

Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2, de 09 de agosto de 2010

e) não manter os joelhos na angulação de 90º; e f) retirar ou arrastar o quadril do solo durante a execução do exercício. EXERCÍCIO Nº 3 - AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE AERÓBICA MÁXIMA Será realizada por meio de uma corrida ou de uma marcha de 12 minutos. Duração Tentativa Tempo e distância 12 (doze) minutos. 01 (uma). O instrutor responsável durante a aplicação deste teste deve informar ao avaliado o número de voltas percorridas e o tempo transcorrido, desde o seu início até o 9º (nono) minuto. A partir deste momento, o avaliador não deve mais informar o tempo transcorrido ao avaliado, somente as voltas percorridas. O teste é iniciado com um silvo curto de apito e termina com um silvo longo. Neste momento os avaliados iniciarão a volta à calma, caminhando no sentido perpendicular ao da execução do percurso, e assim devem permanecer até que o instrutor anote a distância por eles percorrida e o libere do teste. Pista de atletismo ou qualquer outro percurso no plano horizontal, preferencialmente, com 500±100 metros, com declividade não superior a 1/1000, devidamente aferidos. O piso poderá ser de qualquer tipo, desde que seja o mesmo durante todo o percurso. Sempre que possível, realizar marcações intermediárias para facilitar o avaliado no controle do seu ritmo de corrida. A corrida de 12 (doze) minutos poderá ser feita em qualquer ritmo condicionado, podendo intercalar a corrida com caminhada, desde que essa alternância corresponda ao esforço máximo do avaliado para o tempo previsto, não podendo o mesmo parar ou sentar para descansar. SEXO Masculino Feminino DESEMPENHO MÍNIMO 1.850 metros 1.600 metros

Apito

Local

Execução

Observação: O candidato que não atingir o desempenho mínimo em qualquer um dos exercícios exigidos no TACF será considerado NÃO APTO.

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Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2, de 09 de agosto de 2010

Anexo F – Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF) para especialidade Educação Física 1 O TACF do exame de admissão ao EAOT-EFI deve ser realizado por profissionais da CDA possuidores de graduação em Educação Física. 2 O TACF do exame de admissão ao EAOT-EFI constará de sete provas, abaixo discriminadas. 1ª) Avaliação do percentual de gordura; 2ª) Avaliação da flexibilidade;; 3ª) Avaliação da resistência muscular dos membros superiores; 4ª) Avaliação da resistência muscular dos flexores do tronco; 5ª) Avaliação da potência anaeróbica; 6ª) Avaliação da capacidade natatória; e 7ª) Avaliação da potência aeróbica máxima. 3 Todas as avaliações devem ser realizadas num único dia, sendo que as seis primeiras no período da manhã e, a sétima, à tarde. 4 As avaliações consistem em testes específicos e, cada um deles apresenta índices mínimos de desempenho para aprovação de acordo com a faixa etária e o sexo do(a) candidato(a). PROVA Nº 1 - AVALIAÇÃO DO PERCENTUAL DE GORDURA A densidade corporal deve ser mensurada por intermédio dos protocolos de Jackson e Pollock, de 1978, para homens e, de 1980, para mulheres. O percentual de gordura deve ser calculado pela equação de Siri (1961). Cada candidato(a) deve ser avaliado(a) por três profissionais de Educação Física distintos, sendo considerado o menor percentual obtido. As medidas das dobras cutâneas devem ser realizadas sempre do lado direito do corpo. Porém quando houver alguma impossibilidade, o avaliador poderá adotar as medições no lado esquerdo do avaliado. As dobras cutâneas utilizadas são: ♦ para homens: peitoral, abdominal e coxa; e ♦ para mulheres: triciptal, suprailíaca e coxa. O padrão de avaliação a ser adotado está discriminado nos Anexos C, D e E da ICA 54-1/2008. Observação: Caso os avaliadores julguem necessário, poderão optar por realizar a avaliação do percentual de gordura pelo protocolo da medição de circunferências, conforme descriminado no Anexo I da ICA 54-1/2008. ÍNDICE MÁXIMO ATÉ 29 ANOS MASCULINO FEMININO 21,6% 27,6% ACIMA DE 29 ANOS 22,9% 31,4%

SEXO

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Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2, de 09 de agosto de 2010 PROVA Nº 2 - AVALIAÇÃO DA FLEXIBILIDADE

A flexibilidade deve ser mensurada por intermédio do Flexiteste de Pavel e Araújo (1980), adaptado para a Aeronáutica, cujos procedimentos de avaliação estão discriminados no Anexo F da ICA 54-1/2008. O Flexiteste adaptado é composto pelos seguintes movimentos: 1º) Extensão com adução posterior do ombro; 2º) Flexão do quadril; 3º) Abdução do quadril; 4º) Flexão do tronco partindo da posição sentada; e 5º) Adução posterior a partir da abdução de 180º do ombro com o cotovelo flexionado. Cada candidato(a) deve ser avaliado por um profissional de educação física, porém os índices de cada movimento devem ser determinados por consenso entre três avaliadores. Cada movimento será realizado uma única vez e os índices possíveis variam de 0 (zero) a 4 (quatro). Como resultado final será considerado o somatório dos cinco movimentos. Os movimentos 2, 3 e 5 devem ser realizados no lado direito do corpo. Se por algum motivo não puder ser realizado do lado direito o avaliador poderá adotar o movimento no lado esquerdo do avaliado. DESEMPENHO MÍNIMO ATÉ 29 ANOS MASCULINO FEMININO 10 12 ACIMA DE 29 ANOS 08 08

SEXO

PROVA Nº 3 - AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA MUSCULAR DOS MEMBROS SUPERIORES A avaliação da resistência muscular dos membros superiores deve ser realizada pelo teste de flexão e extensão dos membros superiores, cujos procedimentos estão descritos no Exercício nº 1, do Anexo E destas Instruções. DESEMPENHO MÍNIMO ATÉ 29 ANOS MASCULINO FEMININO 17 repetições 10 repetições ACIMA DE 29 ANOS 12 repetições 08 repetições

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PROVA Nº 4 - AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA MUSCULAR DOS FLEXORES DO TRONCO A avaliação da resistência muscular dos flexores do tronco deve ser realizada pelo teste de flexão do tronco sobre as coxas, cujos procedimentos estão descritos no Exercício nº 2, do Anexo E destas Instruções. DESEMPENHO MÍNIMO ATÉ 29 ANOS MASCULINO FEMININO 29 repetições 21 repetições 80 ACIMA DE 29 ANOS 22 repetições 15 repetições

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O teste deve ser em pista de atletismo. Cada candidato(a) terá direito a uma única tentativa para realizar o teste. SEXO MASCULINO FEMININO DESEMPENHO MÍNIMO ATÉ 29 ANOS 2. Serão observadas as regras da IAAF (Federação Internacional de Atletismo) para a aplicação do teste e cronometragem dos tempos. SEXO MASCULINO FEMININO DESEMPENHO MÍNIMO ATÉ 29 ANOS 15 segundos 18 segundos ACIMA DE 29 ANOS 17 segundos 20 segundos PROVA Nº 6 .040 m 1.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2. Cada candidato(a) terá direito a uma única tentativa para realizar o teste. Será facultado ao(à) candidato(a) a saída do bloco.AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE NATATÓRIA A avaliação da capacidade natatória deve ser realizada pelo teste de 50 metros no estilo “nado livre” de acordo com as regras da FINA (Federação Internacional de Natação).AVALIAÇÃO DA POTÊNCIA AERÓBICA MÁXIMA A avaliação da potência aeróbica máxima deve ser realizada pelo teste de corrida ou marcha de doze minutos. de 09 de agosto de 2010 PROVA Nº 5 .600 m 81 . desde que seja observado o tempo limite total do teste. sendo facultado ao(à) candidato(a) o uso de sapatilhas de pregos de até 8 mm e/ou bloco de partida. O descanso será permitido somente nas bordas horizontais.000 m 1.AVALIAÇÃO DA POTÊNCIA ANAERÓBICA A avaliação da potência anaeróbica deve ser realizada pelo teste de corrida de 100 metros rasos. cujos procedimentos estão descritos no Exercício nº 3. da borda ou de dentro d`água. preferencialmente de piso sintético. Os cronômetros devem ser acionados quando o(a) candidato(a) se mexer na posição de partida ou ao sinal do árbitro. SEXO MASCULINO FEMININO DESEMPENHO MÍNIMO ATÉ 29 ANOS 1 minuto e 30 segundos 2 minutos ACIMA DE 29 ANOS 1 minuto e 50 segundos 2 minutos e 20 segundos PROVA Nº 7 .670 m ACIMA DE 29 ANOS 2. O(a) candidato(a) não poderá apoiar os pés no chão da piscina e/ou escorar-se nas raias ou bordas laterais durante o teste. do Anexo E destas Instruções.

Celular: (___)_____________________ Tel. candidato ao EA EAOT 2011.UF: ____________________________ .MO SR. Ex._____ CEP: __________________ Tel.: _______ Unidade (Sigla): _________________________ Identidade: ______________________ ( ) Informo que o militar PREENCHE os requisitos previstos nas Instruções Específicas referentes às CONDIÇÕES PARA A INSCRIÇÃO ao Exame de Admissão ao EAOT 2011. e Carimbo do Comandante / Chefe / Diretor da OM 82 . COMANDANTE DO CIAAR Nome ____________________________________________________________________________. anexar ao requerimento o comprovante do pagamento da taxa de inscrição e declaração do Banco onde o pagamento tenha sido realizado.Esp. Residencial: (___)_____________________ Tel. informando que o valor da taxa de inscrição foi devidamente recolhido. ( ) Informo que o militar NÃO PREENCHE os seguintes requisitos previstos nas Instruções Específicas referentes às CONDIÇÕES PARA A INSCRIÇÃO ao Exame de Admissão ao EAOT 2011: _______________________________________(listar os requisitos) ________________________________ ____/____/______ Local Data _______________________________________________________________ Ass. Comercial: (___)_____________________ Data de Praça. vem requerer a V.IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.ª Inscrição em Grau de Recurso. de 09 de agosto de 2010 Anexo G – Formulário de Solicitação de Inscrição (FSI) em Grau de Recurso AO EX. Prioridade 1 Prioridade 4 Prioridade 7 Prioridade 10 Prioridade 13 Prioridade 2 Prioridade 5 Prioridade 8 Prioridade 11 Prioridade 14 Prioridade 3 Prioridade 6 Prioridade 9 Prioridade 12 Prioridade 15 - OBS: Caso o motivo do indeferimento tenha sido a não compensação do pagamento bancário.: ___/___/______ Data de Promoção. de acordo com a ordem de prioridade abaixo: OBS: Completar todas as prioridades. Declaro estar de pleno acordo em cumprir todas as exigências contidas nas Instruções Específicas para o Exame. tendo sido INDEFERIDA a sua solicitação de Inscrição por ___________________________________________________ (motivo divulgado).: ___/___/______E-mail: ___________________________________________________ Desejo estar vinculado à seguinte OMAP: _______________________________________________ Declaro que desejo concorrer às vagas distribuídas para a especialidade. RG:___________________ CPF: _______________________ SARAM: ______________________ Data de Nascimento: ____/____/_____ Endereço:_________________________________________________________________________________________________________ Bairro: ______________________________________ Cidade . inscrição nº _________________________. Local: __________________________________ Data: ____/____/_______ Assinatura: ____________________________________________ INFORMAÇÃO DO COMANDANTE / CHEFE / DIRETOR DA OM SOBRE O CANDIDATO Posto/Graduação:_______________ .

. DIRETOR DE SAÚDE DA AERONÁUTICA Nome ____________________________________________________________________________.... em Grau de Recurso...... Ex.MO SR... tendo sido inspecionado pela Junta de Saúde do _______________________(Organização de Saúde)...... do candidato _______________________________________________________......... ______________________________________________________ Assinatura e carimbo – Setor de Protocolo do SERENS 83 .... ______________________...................IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2...... em _____/_____/_____.. de 09 de agosto de 2010 Anexo H – Requerimento para Inspeção de Saúde em Grau de Recurso AO EX............... às _____:_____ horas.. Nestes termos.... contrapondo o parecer que o incapacitou... o requerimento referente à Inspeção de Saúde.. inscrição nº ______________________________. cortar aqui ......... vem requerer a V..... ______ de ___________________ de 20____. e julgado INCAPAZ PARA O FIM A QUE SE DESTINA..... anexando o Documento de Informação de Saúde (DIS)..................... pela Junta Superior de Saúde (JSS). candidato ao EA EAOT 2011.. RECIBO DO CANDIDATO Recebi em _____/_____/_____....... pede deferimento.......ª Inspeção de Saúde (INSPSAU) em Grau de Recurso. _______________________________________________ Assinatura do candidato ...

...... de 09 de agosto de 2010 Anexo I – Requerimento para a Revisão. em Grau de Recurso............ cortar aqui .................... às _____:_____ horas.... SR DIRETOR DO INSTITUTO DE PSICOLOGIA DA AERONÁUTICA Nome ____________________________________________________________________________.. do Exame de Aptidão Psicológica AO ILMO........IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2.............9 das Instruções Específicas... pede deferimento.... a revisão do Exame de Aptidão Psicológica... conforme disposto no item 6. ______ de ___________________ de 20____...... em Grau de Recurso. em Grau de Recurso......... _______________________________________________ Assinatura do candidato ....... RECIBO DO CANDIDATO Recebi em _____/_____/_____. sob a responsabilidade do IPA. inscrição nº _________________________________.................. vem requerer......... o requerimento referente à Revisão do Exame de Aptidão Psicológica.. na localidade _____________________________ (OMAP). do candidato _______________________________________________________......... tendo realizado o Exame de Aptidão Psicológica. candidato ao EA EAOT 2011............ ______________________________________________________ Assinatura e carimbo – Setor de Protocolo do SERENS 84 . Nestes termos. em _____/______/_____.. ______________________......

...IPA Divisão de Seleção Av. candidato ao EA EAOT 2011... na localidade _______________________________ (OMAP).... com o objetivo de esclarecer o motivo da sua contraindicação ao propósito seletivo e declara estar ciente do previsto no item 6............ _____________________________________________________________. com postagem registrada e Aviso de Recebimento. Marechal Câmara...... concedida pelo(a) Sr (a).............. _______________________________________________ Assinatura do candidato Declaro ter realizado a Entrevista Informativa referente ao Exame de Aptidão Psicológica.... via encomenda expressa (urgente) ou via ECT por SEDEX.. INSTRUÇÃO: Enviar o requerimento para o IPA...........IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2......... ______________________...8 das Instruções Específicas. pede deferimento........... SR DIRETOR DO INSTITUTO DE PSICOLOGIA DA AERONÁUTICA Nome ____________________________________________________________________________........... de 09 de agosto de 2010 Anexo J – Requerimento para Entrevista Informativa AO ILMO..... inscrição nº _________________________________........ ______ de ___________________ de 20____. 233 – 8º Andar – Castelo – Rio de Janeiro/RJ CEP: 20.. Nestes termos. Endereço para envio: Instituto de Psicologia da Aeronáutica ...... cortar aqui ..020-080 85 ......... tendo requerido a revisão do Exame de Aptidão Psicológica em Grau de Recurso.... em ____/____/_________.......... _______________________________________ Assinatura do candidato após a Entrevista ................ vem requerer Entrevista Informativa...

.......... ______ de ___________________ de 20____............ às _____:_____ horas...... na localidade __________________________________ (OMAP) e tendo sido considerado NÃO APTO....... em Grau de Recurso... candidato ao EA EAOT 2011.......... Nestes termos...IE/EA EAOT 2011 Portaria DEPENS Nº 276-T/DE-2................. ______________________________________________________ Assinatura e carimbo – Setor de Protocolo do SERENS 86 .... pede deferimento.... inscrição nº _________________________________..................... tendo realizado o Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF) em _____/______/_____. o requerimento referente ao Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF)....... cortar aqui . em Grau de Recurso........ _______________________________________________ Assinatura do candidato .... vem requerer a V.... de 09 de agosto de 2010 Anexo K – Requerimento para Teste de Avaliação do Condicionamento Físico em Grau de Recurso AO ILMO....Sa.... do candidato __________________________________________________________________________________.. RECIBO DO CANDIDATO Recebi em _____/_____/_____......... Teste de Avaliação do Condicionamento Físico.. ______________________........... SR VICE-PRESIDENTE DA COMISSÃO DE DESPORTOS DA AERONÁUTICA Nome ____________________________________________________________________________.....

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