PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO

Física e Biologia

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Física e Biologia
Autores:

Física

Humberto Hugo S. C. de Oliveira Ricardo Luiz de Almeida
Biologia

Manuel Gomes da Silva Pereira Ricardo Fernandes da C. Fança Ricardo José Ducraux

V583v

Coleção Vestibular – Física e Biologia 1ª Edição – Rio de Janeiro: Editora Gráfica GPI, 2009

688p.

1. Educação.

2. Ensino Médio.

I. Título

ISBN: 978-85-7602-275-6

CDD: 371-32

1ª Edição

Copyright © 2009 – Editora Gráfica GPI Ltda. Rua Dr. Pache de Faria, 18 – Méier Rio de Janeiro – RJ – CEP: 20710-020 (21) 3443-0000 sac@gpi.g12.br

Editora Gráfica GPI Ltda.

Av. das Américas, 3434 - Bloco 05 Sala 412 – Barra da Tijuca Rio de Janeiro – RJ – CEP: 22640-102 (21) 2141-9500 escolamultimeios@escolamultimeios.org Rio de Janeiro 2009

Coeditor: Escola Multimeios

Física 1

Física 2

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Módulo 01 Módulo 02 Módulo 03 Módulo 04 Módulo 05 Módulo 06 Módulo 07 Módulo 08 Módulo 09 Módulo 10 Módulo 11 Módulo 12 Módulo 13 Módulo 14 Módulo 15 Módulo 16 Módulo 17 Módulo 18 Módulo 19 Módulo 20 Módulo 21 Módulo 22 Módulo 23 Módulo 24 Módulo 25 Módulo 26 Módulo 27 Módulo 28 Módulo 29 Módulo 30 Módulo 31 Algarismos Significativos ................................................................................................................................. Ordens de Grandeza ........................................................................................................................................ A Termometria .................................................................................................................................................. A Dilatação Térmica ........................................................................................................................................... A Calorimetria I ................................................................................................................................................. A Calorimetria II ................................................................................................................................................... Estudo dos Gases .............................................................................................................................................. Estudo dos Gases 2 ............................................................................................................................................ Termodinâmica 1 ................................................................................................................................................. Conceitos Básicos de Cinemática Escalar ......................................................................................................... Movimento Uniforme .......................................................................................................................................... Aceleração Escalar Gráficos V x t ..................................................................................................................... Movimento Uniformemente Variado ................................................................................................................. Cinemática Vetorial .......................................................................................................................................... Movimento Relativo ......................................................................................................................................... Lançamento de Projéteis .................................................................................................................................. Movimentos Circulares ..................................................................................................................................... As Leis de Newton ............................................................................................................................................... Forças de Interação 1 ........................................................................................................................................ Forças de Interação 2 ....................................................................................................................................... Aplicações das Leis de Newton ........................................................................................................................ Dinâmica dos Movimentos Curvilíneos .................................................................................................................. Equilíbrio de Corpos Extensos ........................................................................................................................... Trabalho, Energia e Potência ............................................................................................................................... A Conservação da Energia ................................................................................................................................. Impulso e Qualidade de Movimento .................................................................................................................. Colisões .......................................................................................................................................................... Hidrostática – Conceitos Básicos ......................................................................................................................... Stèvin, Pascal e Arquimedes ............................................................................................................................. Gravitação .......................................................................................................................................................... Análise Dimensional .......................................................................................................................................... 5 9 12 16 22 27 32 36 42 48 54 58 63 68 75 78 82 86 91 97 102 106 111 117 122 126 130 134 138 144 150 Módulo 01 Módulo 02 Módulo 03 Módulo 04 Módulo 05 Módulo 06 Módulo 07 Módulo 08 Módulo 09 Módulo 10 Módulo 11 Módulo 12 Módulo 13 Módulo 14 Módulo 15 Módulo 16 Módulo 17 Módulo 18 Módulo 19 Módulo 20 Módulo 21 Módulo 22 Módulo 23 Módulo 24 Módulo 25 Módulo 26 Módulo 27 Módulo 28 Módulo 29 Módulo 30 Módulo 31 Propagação Retilínea da Luz I .............................................................................................................................. Propagação Retilínea da Luz II ........................................................................................................................... Reflexão Luminosa ............................................................................................................................................ Espelhos Planos II ............................................................................................................................................. Espelhos Esféricos ............................................................................................................................................. Espelhos Esféricos II .......................................................................................................................................... Refração Luminosa ............................................................................................................................................. Sistemas Ópticos Refratores ............................................................................................................................. Lentes Esféricas Delgadas I ................................................................................................................................ Lentes Esféricas 2 ............................................................................................................................................ Introdução ao Estudo das Ondas ...................................................................................................................... Reflexão e Refração Ondulatórias ....................................................................................................................... Interferência Ondulatória .................................................................................................................................. Ondas Estacionárias 1 ..................................................................................................................................... Ondas Estacionárias 2 .......................................................................................................................................... Difração e Experiência de Young .......................................................................................................................... O Efeito Doppler .................................................................................................................................................... Carga Elétrica e Eletrização ................................................................................................................................ Lei de Coulomb ............................................................................................................................................... O Campo Elétrico ............................................................................................................................................ Potencial Elétrico ............................................................................................................................................ O Campo Elétrico Uniforme ............................................................................................................................. Corrente Elétrica, Leis de Ohm e Potência Elétrica .......................................................................................... Associação de Resistores ............................................................................................................................... Circuitos Especiais .......................................................................................................................................... Geradores e Receptores .................................................................................................................................. Magnetismo .................................................................................................................................................... Força Magnética ............................................................................................................................................. Fontes de Campo Magnético ........................................................................................................................... Indução Magnética .......................................................................................................................................... Capacitores .................................................................................................................................................... 152 156 159 163 167 172 175 179 183 190 196 201 206 211 214 217 221 224 230 233 237 241 245 249 254 257 263 269 275 280 287
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Algarismos Significativos

A pesquisa física, em todo o planeta, é realizada através de medidas. Portanto, existe um “parâmetro mundial” para estas medições, pois, caso contrário, não poderíamos comparar os resultados físicos nos vários laboratórios do planeta. Neste módulo, vamos apresentar alguns desses parâmetros e, a partir daí, toda a Física passa a ser tratada através dos dados experimentais medidos e suas corretas operações.

1.

ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS

Medir é comparar com um padrão de espécie utilizado como unidade.

Note que, na medida x = 4,6 cm, o algarismo 4 é uma medida fornecida pelo instrumento (algarismo correto) e o algarismo 6 foi avaliado (algarismo duvidoso). São considerados “algarismos significativos” de uma medida todos os corretos (medidas fornecidas pelo instrumento utilizado) acrescidos de somente 1 algarismo estimado (duvidoso).

Observações: I. O último algarismo de uma medida realizada corretamente é o duvidoso. II. O algarismo zero, quando expresso à esquerda do primeiro algarismo não nulo de uma medida, não é considerado significativo. Note:

O zero, neste caso, não pode ser considerado uma “medida” fornecida pelo instrumento. III. O algarismo zero, quando expresso à direita do primeiro algarismo não nulo de uma medida, é considerado significativo. Considere o trecho de uma balança, graduada em kg, da figura a seguir:

A medida tem três algarismos significativos.

2.

NOTAÇÃO CIENTÍFICA

Quando uma medida física recai em um número muito pequeno ou muito grande, é comum expressá-lo em “notação científica”, isto é: A x 10n com 1 < A < 10 Assim sendo: 15000000 = 1,5 . 107 0,000062 = 6,2 . 10–5

Quando a medida vem expressa em notação científica, o número de algarismos significativos é dado pelo fator que multiplica a potência de 10. Exemplos:

2,5 . 105 km 1,30 . 107 g

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2 algarismos significativos 3 algarismos significativos
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FÍSICA I

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01. A figura abaixo representa a escala de uma balança e o cursor em uma determinada posição:

Tomando por base a figura, responda às questões I e II: I. A precisão da balança é de um:

(A) grama; (B) decigrama; (C) centigrama;

II. A leitura correta da massa do corpo pode ser: (A) 101,35 g (B) 101,3 g (C) 1,0135 g

SOLUÇÃO:
I.

A precisão é a menor divisão do instrumento. Assim sendo, note que a menor divisão é um décimo de grama, ou seja, o decigrama. Letra B. II. Como a menor divisão é o decigrama, a medição deve ser feita com precisão até o dg e colocado mais um algarismo avaliado (algarismo duvidoso). Assim sendo, entre as opções, escolhemos a letra A.

3.

ARREDONDAMENTOS

Quando o primeiro algarismo a ser suprimido é 1, 2, 3 ou 4, ele deve ser simplesmente abandonado com todos os outros algarismos que o seguem: 3,62 3,6 15,749 15,7 0,63189 0,63 1625 = 1,625 . 10 3

Quando o primeiro algarismo a ser suprimido é 5, 6, 7, 8 ou 9, ele deve ser abandonado com os outros algarismos que o seguem; porém, deve-se somar uma unidade ao algarismo anterior: 1,367 1,4 3,568 3,57 1275 = 1,275 . 10 3

4 . OPERAÇÕES COM MEDIDAS FÍSICAS

Nas operações com medidas físicas, é importante que os resultados expressem algarismos que tenham sentido físico, ou seja, que se enquadrem nos parâmetros dos instrumentos utilizados. Lembre-se de que uma medida física tem apenas 1 algarismo duvidoso. Caso 1 – Soma ou Subtração Deve-se expressar o resultado com o menor número de casas decimais dentre as medidas operadas.

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(D) miligrama; (E) quilograma. (D) 1,013 g (E) 101 g Exemplos: 1) 2) 1,6 . 103 3) 1,28 . 10 3 Caso 2 – Multiplicação ou Divisão Deve-se expressar o resultado com o menor número de algarismos significativos dentre as medidas operadas. Exemplos:

FÍSICA I

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(A) o perímetro da base; (B) a área da base; (C) volume do paralelepípedo.

SOLUÇÃO:

(A) perímetro = 2p = 12,37 + 12,37 + 5,8 + 5,8 Aproximando-se todas as medidas para uma casa decimal, vem: 2p = 12,4 + 12,4 + 5,8 + 5,8 = 36,4 cm
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(B) área = 12,37 x 5,8 = 71,746 cm O resultado deve conter o mesmo número de algarismos significativos da parcela mais pobre (menor número de significativos).

01. A figura mostra uma balança graduada em kg e um corpo de massa M em repouso, pendurado na balança:

Qual das opções propostas mostra uma expressão fisicamente correta para a leitura da balança? (A) 3 kg (B) 0,3 kg (C) 3,0 kg (D) 2998 g (E) 3000,1 g

02. Ao medir o volume de um recipiente, um aluno encontrou o seguinte resultado: V = 0,005380 m3 Qual o número de algarismos significativos desta medida? (A) 3 (B) 4 (C) 5 (D) 6 (E) 7

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Base: 12,37 cm por 5,8 cm Altura: 8,3 cm Pedem-se: 71,746 72 cm2 12,37 quatro algarismos significativos 5,8 dois algarismos significativos 8,3 dois algarismos significativos resultado dois algarismos significativos 595,4918 6,0 x 102 cm3 (A) (B) (C) (D) (E) 1510 g 1,510 . 103 g 1,51.103 g 1,51 . 10–3 g 15,1 g. (A) (B) (C) (D) (E) 0,30 g 0,28 g 0,279 g 0,2788 g 0,27875 g (A) (B) (C) (D) (E) 31 km 31,67 km/h 3 . 101 km/h 32 km/h 31,666... km/h

02. Medem-se as dimensões de um paralelepípedo e encontram-se os seguintes valores:

12,37 quatro algarismos significativos 5,8 dois algarismos significativos resultado dois algarismos significativos

(C) volume = 12,37 x 5,8 x 8,3 = 595,4918 cm3 O resultado deve conter o mesmo número de algarismos significativos da parcela mais pobre (menor número de significativos).

03. A medida da massa de um corpo feita corretamente é 1,51 kg. A expressão fisicamente correta desta massa em grama é:

04. A massa de uma caneta esferográfica com carga completa é 7,00 g. Depois de a carga ter sido usada, a massa da caneta (medida com balança de maior sensibilidade) é 6,72125 g. Considerando-se as medidas efetuadas, a massa da tinta que foi usada vale:

05. Um automóvel percorre 95 km em 3,0 h. A expressão fisicamente correta da velocidade média no percurso todo é:

Um estudante mede o comprimento do seu armário e encontra 11. ele deve escrever: (A) (B) (C) (D) (E) 7.5 palmos. 80.3 kg. Dê. kg. 04. e somente com os algarismos que sejam significativos.32 kg. Depois mede o comprimento de seu palmo com uma régua milimetrada e encontra 23.68 m 2. promovendo a indicação da agulha. 03. em kg. encontrou os seguintes valores: comprimento 5.682 m 2. tendo medido o corredor de sua casa.13 m2 7.FÍSICA I Vestibular 06.5 g e V = 64. Medem-se a massa e o volume de uma amostra líquida. Um certo indivíduo sobe na balança mostrada na figura a seguir. 80.301 kg. 81. 81 82 83 Se ao peso deste indivíduo fosse acrescentado um maço de cigarro (cheio). Um estudante.25 m.6818 m 2.18 cm 2. Um automóvel tem massa de 1. o estudante multiplica os dois valores acima e registra o resultado com o número correto de algarismos.3 t e o seu motorista 81.302 kg. a expressão fisicamente correta da massa total do conjunto. em g/cm3.3 cm3.32 cm.3 kg.125 m2 7.12 m2 7. 80. largura 1. 02.120 m2 IVF1M1 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 80 84 kg 8 . Assim fazendo. Desejando determinar a área deste corredor com a maior precisão possível.1 m2 7. A expressão fisicamente correta do comprimento do armário é: (A) (B) (C) (D) (E) 268.7 m. qual seria a nova indicação da balança? (A) (B) (C) (D) (E) 80. encontrando-se: m = 32. Dê a expressão fisicamente correta da massa específica da substância de que é feita a amostra.70 m 01.

= 10n O. Note que a expressão matemática das fronteiras é dada por: Como expressar o resultado de uma estimativa de ordem de grandeza? Suponha o resultado: “27500 kg”.G. porém. 104 kg a . Note que o resultado anterior.2 . o resultado de uma estimativa em notação científica nos mostra: Algumas Estimativas: (A) altura de um indivíduo adulto: h = 1. 104 OG = 105 Ou seja. Expressar o resultado em notação científica: II.16 . O.G. I. Portanto.6 x 10–19C 9 IVF1M2 . = 10n+1 (F) velocidade média de um carro em uma viagem: 70 km/h (G) altura de um andar: 3.7500 .0 m (H) população do Brasil: 180.16) é da ordem de grandeza de 101.16 sendo a > 3. 10n sendo a < 3. temos: 100 . 10n 2. Portanto.16). o fator 2.75 (< 3.G.G. temos: 101 .000.16 O. 104 OG = 104 Suponha o resultado: 52000 m. Teríamos: 5.000 (I) comprimento da ponte RJ/Niterói: 14 km (J) carga do próton e do elétron (em módulo): 1.2 (> 3.104. é da ordem de grandeza de 100.Ordens de Grandeza A ordem de grandeza de uma grandeza qualquer é o resultado de uma estimativa expressa através de uma potência inteira de base 10. o fator 5. = 10n (n = número inteiro) “Fronteiras” – representam os limites das faixas numéricas que podem ser expressas por uma O.70 m (B) massa de um indivíduo adulto: m = 70 kg (C) batidas do coração de um ser humano: 70 batidas/minuto (D) distância Rio–SP: 400 km (E) distância Rio–Brasília: 1200 km PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 3.

00 x 108 m/s) (A) 10–6 s (B) 10–3 s (C) 100 s (D) 101 s (E) 103 s 05. = 108 (B) Um litro de água equivale a quatro copos. = 106 01.G. A ordem de grandeza da altura de um indivíduo adulto é: (A) 10–3 (B) 101 m (C) 102 m 03. em litros.FÍSICA I Vestibular SOLUÇÃO: Esta é uma questão que pressupõe conhecimentos prévios e não adianta “chiar”. Distância Rio–São Paulo 400 km Comprimento de um passo 0. SOLUÇÃO (A) A população brasileira é estimada em 180 milhões de habitantes.8 < 3.16 O. (UNIFICADO) A distância média da Lua à Terra é de 384 mil quilômetros.8 x 10 dia litro 10 N = 2 x 10 copos 10 O. = 10 L copos (D) 10–2 m (E) 100 m (D) 103 (E) 104 . Calcule a ordem de grandeza do número de passos que uma pessoa adulta precisa dar para ir do Rio a São Paulo a pé pela Via Dutra. A biblioteca de uma Universidade contém 2 . É assim que cai no Vestibular.5 m 1 passo ————— 0.000 m Ò= ìððððð ¨ï = èððððð = è¨ïðë °¿--±ðô ë 105+1 = 106 Como 8 > 3.G.000. consumidos por toda a população brasileira em um dia? (B) Qual é a ordem de grandeza de copos de água bebidos por aquela população em um mês? 01. em segundos. Qual a ordem de grandeza expressa em metros do comprimento de prateleiras ocupadas pelos livros? (A) 102 (B) 104 (C) 106 (D) (E) 108 1010 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) Qual é a ordem de grandeza. do tempo que a luz leva para percorrer esta distância? (velocidade da luz = C = 3. Para se percorrer de carro certo trecho de uma estrada pavimentada. o consumo de água é de 180 milhões de litros. 105 livros.16. passam-se em média duas horas e meia.5 m N passos ————— 400. 02. Consumo = 180.G. A ordem de grandeza da massa de um litro de água em gramas é: (A) 100 (B) 101 (C) 102 04. 8 x 30 dias x 4 Número de copos = 1. Assim sendo. concluímos que: O. Qual a ordem de grandeza. O comprimento do trecho é da ordem de: (A) 102 m (B) 103 m (C) 104 m (D) 105 m (E) 106 m 02. Considere que cada brasileiro beba um litro de água por dia. por dia.000 L = 1.8 x 108 L Como 1.

e se esta contagem fosse efetuada à freqüência de 1 MHz (106 moléculas por segundo).1023 moléculas aproximadamente. 10 dias. Se fosse possível contar molécula por molécula de uma amostra de um determinado gás. A cada primavera aparece no hemisfério sul. aproximadamente. é necessário reunir 6. IVF1M2 . 5% da superfície de nosso planeta. 1 mês. a ordem de grandeza para o tempo gasto na contagem das moléculas contidas em um mol deste gás seria de: (Considere 1 ano (A) (B) (C) (D) (E) 1036 anos. A ordem de grandeza no número de moléculas de água restantes na vasilha é: (A) (B) (C) (D) (E) 1024 1022 1020 1018 1016 03. particularmente na Antártida. 1 ano. No ano 2000. uma região de baixa camada de ozônio (“buraco”). verifica-se que se evaporaram 3 g de água. Um vazamento deixa escapar 1028 moléculas do gás. Qual a ordem de grandeza do número de segundos contido em um mês? (A) (B) (C) (D) (E) 103 105 107 10 4 106 04. 3 x 107/s) 05. (UFF) Os produtos químicos que liberam clorofluorcarbonos para a atmosfera têm sido considerados pelos ambientalistas como um dos causadores da destruição do ozônio na estratosfera.4 x 103 km. Algum tempo depois. Deixa-se 1 mol de água (18 g) numa vasilha exposta ao Sol. Um recipiente contém 1030 moléculas de um gás. em km2.) (A) (B) (C) (D) (E) 103 10 4 107 109 1012 02. a área dessa região equivalia a. A ordem de grandeza do número de moléculas restantes é: (A) (B) (C) (D) (E) 1030 1028 102 100 1029 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 11 01. 1010 anos.FÍSICA I Vestibular A ordem de grandeza que estima. (UERJ) Para se obter 1 mol de qualquer substância. a área mencionada é: (Dado: raio da Terra = 6.

ao mesmo tempo. o que não é uma verdade científica. a maior temperatura causa uma maior velocidade de vibração molecular.0 atm). possa se associar uma. – Note que a água do mesmo recipiente será avaliada como tendo temperaturas diferentes por cada uma de suas mãos. Como a cada valor assumido pela grandeza termométrica teremos uma temperatura. sabemos que um corpo qualquer é formado de moléculas e que essas se encontram em constante agitação. e somente uma. OS TERMÔMETROS Quando varia a temperatura de um sistema. O tipo mais comum de termômetro é o de mercúrio. ainda. no qual o comprimento da coluna de mercúrio no capilar de vidro indica a temperatura. – A mão que estava na água quente sente a água morna como fria e a mão que estava na água gelada sentirá a água do recipiente como quente. Chama-se de “grandeza termométrica” a propriedade física que estamos associando à variação da temperatura. “quente” corresponde a uma temperatura maior e “frio”. pode ser representado por valores numéricos diferentes em escalas termométricas diferentes. o efeito desta dilatação é desprezível nas observações comuns. então. por exemplo. a cada valor da propriedade variante do sistema analisado. Suponha que. um mesmo estado térmico de agitação. dilata. Esses pontos correspondem aos valores 0o e 100o na escala Celsius. Atingido o equilíbrio térmico. Se o mesmo termômetro for colocado em contato com água em ebulição à pressão normal. o vidro contido no instrumento também dilata. ou seja. em geral. ou seja. Pense. uma mesma temperatura. Um estado térmico de fácil reprodução. também variam. um com água morna e outro com água gelada. Na realidade. como mostra a figura abaixo: C 100 0 F 212 32 C 5 F 9 12 . quando aquecido. marca-se no tubo de vidro a posição da altura da coluna de mercúrio. – Você coloca uma de suas mãos na água gelada e outra na água quente e depois de algum tempo. o que provoca um “empurrão” mais forte nas paredes elásticas. que teremos um aparelho que associa. por exemplo. na água morna. ou seja.A Termometria A TEMPERATURA Este é um dos conceitos mais falados e supostamente conhecidos em Física e está associado a uma espécie de medida do grau de “quente” ou “frio” dos corpos. algumas das suas propriedades. Note que associar um conceito físico a uma simples sensação térmica de “quente” ou “frio” não tem significado objetivo consistente. Imagine que você aqueça o ar que se encontra preso no interior de um balão. Desta forma. ou seja. aumenta suas dimensões. Portanto. a uma temperatura menor. Evidentemente. teremos o ponto fixo conhecido como ponto do vapor. IVF1M3 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO C om o os val o re s num é ric o s atribuídos são absolutamente arbitrários. A maior agitação causada pelo aquecimento provoca a dilatação do balão. AS ESCALAS TERMOMÉTRICAS Para a formação de uma escala arbitrária de temperaturas. porém. Imagine a seguinte experiência: – Uma mesa a sua frente tem três recipientes: um com água quente. basta que seja associado um conjunto de valores numéricos à medida da variação da grandeza termométrica. o ponto fixo conhecido como ponto do gelo. é chamado de “ponto fixo”. devemos tomar como referências alguns estados térmicos de fácil reprodução. e atingido o equilíbrio térmico. no fato de que um corpo sólido. um número arbitrário que representa a temperatura na escala escolhida. quando a temperatura aumenta. isto é. a temperatura é uma grandeza relacionada diretamente com o estado de agitação térmica das moléculas de um sistema físico. marca-se no tubo de vidro a posição da altura da coluna de mercúrio. retira as duas mãos dos recipientes escolhidos e as coloca. temperatura do sistema. Note que o aumento da agitação térmica provoca um maior afastamento entre as moléculas. Temos. a cada estado térmico de agitação. Suponha um termômetro de coluna de mercúrio colocado em contato com uma mistura água-gelo sob pressão atmosférica normal (1. a pressão de uma certa massa de gás mantida a volume constante ou o comprimento de uma fina coluna de mercúrio no interior de um tubo capilar de vidro. também aumenta a velocidade de vibração das moléculas do ar no interior do balão. ou a 32o e 212o na escala Fahrenheit. teremos um termômetro com sua escala termométrica. a partir dos quais podemos definir os intervalos de graduação. de um sistema arbitrariamente escolhido. Assim.

usamos as escalas Celsius e Fahrenheit como base para demonstração das conversões térmicas de um ponto ou de um intervalo. Porém. chamado de ZERO ABSOLUTO. um estado térmico mais frio que qualquer outro. não há um estado máximo de vibração térmica que possa ser associado a maior temperatura possível de um sistema físico. no qual teoricamente cessa toda a agitação térmica – um estado térmico inatingível na prática por nossas máquinas. Lorde Kelvin verificou que quando um gás é resfriado de 0oC a –1oC. A essa parada total molecular foi associado o ZERO ABSOLUTO. fazendo as relações de proporcionalidade necessárias às conversões pedidas. e teoricamente não existe. Não se conhece. Uma escala termométrica arbitrária X atribui o valor –20oX para a temperatura de fusão do gelo e 120oX para a temperatura de ebulição da água. realizando experiências com a variação da pressão dos gases. um limite máximo para as temperaturas. (B) Qual a marcação no termômetro Celsius quando temos 1oX? (C) Se ao longo de um certo dia. a temperatura variar de 20oC. Sendo assim. a volume constante. a mudança de escala deve ser feita para todo o intervalo: C 100 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO tC = tK – 273 C= K C 0 100 0 X Nos exemplos citados anteriormente. ele verificou que a –273oC. as moléculas do gás parariam de bater contra as paredes. devemos proceder da mesma maneira. foi quem verificou a existência de um limite inferior para as temperaturas. perde 1/273 de sua pressão. qual seria a variação se fosse medida na escala X? SOLUÇÃO: (A) Basta fazer uma proporção entre os intervalos relativos às escalas: (B) Vamos substituir na relação de conversão: C 5 1 20 7 C 15o C (C) Nesse caso. que devem ser comparadas entre si ou com uma das mais famosas. ou seja. que utiliza como unidade-padrão de variação o grau Celsius: ( 120 ( 20 ) 20 ) C 100 X 20 140 C 5 X 20 7 120 ( X 20 ) C 5 X 7 20 5 X 7 X 28o X . William Thomson. Podemos explicar de forma simplificada que. Pede-se: (A) Determinar uma relação de conversão térmica entre a escala X e a escala Celsius. ou seja. a pressão do gás seria nula. sob pressão normal. mais conhecido como Lorde Kelvin. Para resolvê-las.FÍSICA I Vestibular 01. o zero da escala Kelvin. é muito comum serem criadas escalas diferentes das usuais. porém.

sempre negativa. (B) graus Fahrenheit (ºF). As temperaturas de fusão do gelo e ebulição da água. (UEL) Uma escala de temperatura arbitrária X está relacionada com a escala Celsius. conforme o gráfico a seguir. Qual o valor dessa diferença na escala Fahrenheit? (A) (B) (C) (D) (E) 108ºF 60ºF 140ºF 33ºF 92ºF 04. (CESGRANRIO) Uma escala termométrica X é construída de modo que a temperatura de 0ºX corresponde a – 4ºF. e a temperatura de 100ºX corresponde a 68ºF. à pressão normal. (UNESP) Sêmen bovino para inseminação artificial é conservado em nitrogênio líquido que. Calcule essa temperatura em: (A) graus Celsius (ºC). sempre superior ao zero absoluto. Sob pressão atmosférica normal. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 90 40 100 40 100 0 x 0 50 60 100 x x = 120o A 03. – 100 e 200. a temperatura de fusão do gelo vale: (A) (B) (C) (D) (E) 10ºX 20ºX 30ºX 40ºX 50ºX 02. 05. na escala X. são. A diferença entre a máxima temperatura do verão e a mínima no inverno anterior foi de 60ºC. respectivamente: (A) (B) (C) (D) (E) – 60 e 250. sempre igual ao zero absoluto.FÍSICA I Vestibular Qual a indicação da temperatura de ebulição da água na escala A? 01. – 160 e 400. – 150 e 350. (ITA) O verão de 1994 foi particularmente quente nos Estados Unidos da América. sob pressão normal. tem temperatura de 78 K. (CESGRANRIO) Qualquer indicação numa escala absoluta de temperaturas é: (A) (B) (C) (D) (E) sempre inferior ao zero absoluto. – 200 e 300. um termômetro graduado na escala Celsius e outro graduado numa escala termométrica arbitrária A se relacionam segundo o gráfico. 02. Nesta escala X. nunca superior ao zero absoluto. SOLUÇÃO: .

02. Qual é esta temperatura na escala Celsius? (A) (B) (C) (D) (E) 32ºC – 273ºC 37. podemos afirmar que o termômetro utilizado certamente NÃO poderia estar graduado: IVF1M3 . Fahrenheit e Kelvin). calcule a temperatura de condensação do nitrogênio. obteve o valor – 450. correspondia à temperatura obtida ao se misturar uma porção de cloreto de amônia com três porções de neve.7ºC 05.4o C 03.4o C 28.FÍSICA I Vestibular (A) (B) (C) (D) (E) apenas na escala Celsius. Considerando as escalas usuais (Celsius. ao realizar a leitura da temperatura de um determinado sistema. apenas na escala Kelvin. o 0 oF.0ºC e – 1. A temperatura em que a escala X dá a mesma indicação que a Celsius é: (A) (B) (C) (D) (E) 80 70 50 30 10 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 15 01. (FATEC) Uma escala termométrica arbitrária X atribui o valor – 20ºX para a temperatura de fusão do gelo e 120ºX para a temperatura de ebulição da água. a temperatura correta deverá ser de: (A) (B) (C) (D) (E) 18.0ºC. O gráfico representa a correspondência entre essa escala e a escala K (Kelvin). sob pressão normal. apenas na escala Fahrenheit. se condensa a uma temperatura de –392 graus numa escala termométrica X. (FATEC) Ao aferir-se um termômetro mal construído.0 atm. à pressão de 1. à pressão de 1atm.4o C 19. (UNIRIO) Um pesquisador. em Kelvin: 04.7ºC 212ºC – 17. Se esse termômetro mal construído marcar 19.0ºC do primeiro.4o C 20. nas escalas Celsius e Kelvin. a 97. (UEL) Quando Fahrenheit definiu a escala termométrica que hoje leva o seu nome. nas escalas Fahrenheit e Kelvin.4o C 23. Em função dos dados apresentados no gráfico. respectivamente. o primeiro ponto fixo definido por ele. (UNIRIO) O nitrogênio. verificou-se que os pontos 100ºC e 0ºC de um termômetro correto correspondiam.

mas pode ser analisado em apenas uma ou duas direções escolhidas. o que causa o maior afastamento da posição de equilíbrio e. Portanto. porém. em conseqüência disso. causada por um incêndio na vegetação ao redor. Nas figuras abaixo. por exemplo. Logicamente. Você verá através do modelo matemático que será desenvolvido. entre cada parte. pretendemos sempre desenvolver a idéia de que um corpo é um sistema de muitas partículas interligadas que se encontram em constante estado vibrante. há um aumento na amplitude de vibração. que os efeitos de dilatação não chegam a ser normalmente muito relevantes em termos numéricos. a expansão térmica é bem pequena. deve ser deixado um certo espaço por causa da variação ambiental de temperatura. 16 IVF1V1M4 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO . são montados em partes. quando a temperatura diminui. A dilatação térmica pode ser estudada através da dependência direta de três fatores: Em geral. temos a distância deixada entre dois módulos de trilhos. Se analisarmos internamente um sólido. a distância média entre os átomos é menor e ocorre contração térmica. como se as forças de interação entre esses átomos fossem produzidas por molas. por exemplo. A ocorrência destes fenômenos é muito comum no cotidiano: os trilhos de trem. porém podem ter conseqüências importantes. A dilatação dos corpos é um fenômeno tridimensional. poderemos entender que suas estruturas são formadas de redes cristalinas de átomos vibrantes em torno de uma posição de equilíbrio. quando ocorre um aumento de temperatura.A Dilatação Térmica Ao longo do nosso curso de termologia. a distância média entre os átomos é maior. vista por cima e uma segunda foto que mostra a deformação nos trilhos de uma ferrovia. as pontes.

)3 V= 3 0 0 + = 0 + 0 . Se o sistema for aquecido. 0) . Se o sistema for aquecido. = ( . teremos uma dilatação do lado e. de materiais diferentes (ferro e latão. Quando muda a temperatura. + ( 0) O lado dilatado terá comprimento: = A área da placa aquecida é: A = A= 2 0 + = 0 + 0 .: Lâmina Bimetálica. Logicamente. Na foto acima. Note que o parafuso serve para regular a temperatura desejada. 10 –6 24 . 10 –6 4 . 0 . 10 –6 8 . e lembrando que A0 = 0. 10 –6 19 . citamos o fato de que. a parte de maior coeficiente de dilatação faz a curva por fora. Onde é denominado coeficiente de dilatação superficial. quando aquecemos um anel ou uma placa com um orifício ou ainda um corpo sólido oco. portanto. . 10 –6 16 . formando um só corpo com dois coeficientes diferentes de dilatação. teremos uma dilatação da aresta e 0 conseqüentemente do volume. . regulando a temperatura de funcionamento do sistema. Dilatação Volumétrica Suponha um cubo de aresta inicialmente igual a 0 e volume V0 = 3 . Fazendo 2 = . é da ordem de 10–5. essa unidade se confunde com oC–1. fortemente unidas. temos uma tabela com coeficientes de dilatação linear de alguns materiais sólidos. ) Bronze Cobre Ouro Ferro 14 . Concreto Platina Vidro comum Vidro pirex Porcelana Invar Obs. a lâmina bimetálica funciona como um termostato. ð conseqüentemente. . como estamos lidando com variações de temperatura. Sendo assim. portanto. a equação acima fica: A = A0 + 2. temos um exemplo de aquecimento de uma dessas lâminas. 10 –6 1 . por exemplo. porém. pois se dilata mais. Como A = A – A0 A – A0 = A0. 10 –6 20 . A unidade-padrão internacional para o coeficiente de dilatação linear do material. 10 –6 Como observação importante nesse ponto. por exemplo). a temperatura tende a baixar com o circuito desligado e. a lâmina volta à sua forma padrão. 10 –6 3 . o termo 2 2 2 pode ser considerado desprezível quando comparado ao 0 2 restante da equação.A0. 2 0 =( 0+ 2 +2 0 0 . A aresta dilatada terá comprimento: = O do cubo aquecido será: V = 3 = ( 0 + 0. a lâmina AB se encurva para cima e interrompe o circuito em C (o ferro desliga). +3 3 0 +3 3 0 2 2 + 3 0 3 3 17 IVF1V1M4 . . 10 –6 18 . Ao sofrer aquecimento. . verifica-se que os espaços internos se dilatam normalmente. da área. Note que: f Abaixo. É formada de duas lâminas de mesmas dimensões (na temperatura ambiente). )2 + 2 2 0 2 26 . . logo: A = A0 (1 + . . é o K–1. 10 –6 Como o coeficiente de dilatação linear dos sólidos. elas se encurvam para que possam se manter unidas. as dilatações provocadas são diferentes. Se a temperatura sofre uma variação . o ferro elétrico liga e desliga “sozinho”. 10 –6 9 . religando o circuito. Veja que a ordem de grandeza desses valores é de 10–5oC–1: SUBSTÂNCIA Zinco Alumínio Latão Prata em oC –1 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 0 Se o sistema é aquecido. – 0 = . ou seja. No ferro elétrico automático.FÍSICA I Dilatação Linear Suponha um fio de comprimento inicial 0 a uma temperatura inicial . como se fossem formados pelo material que os envolve. 10 –6 12 . temos: A = A0. Dilatação Superficial Suponha uma placa quadrada de lado inicialmente igual a 0 e área ß ð = î. 10 –6 13 . Vestibular Esta variação de comprimento ( ) também se mostra diretamente proporcional ao comprimento inicial 0 e a um coeficiente peculiar ao material chamado de coeficiente de dilatação linear ( ): = . então o comprimento sofre uma variação que é diretamente proporcional a .

. Considere um líquido de volume inicial V0 contido em um recipiente graduado como mostra a figura abaixo. logo: V = V0 (1 + . Dilatação dos líquidos Os líquidos são sistemas físicos que não apresentam forma definida.0 g de água. na pressão atmosférica. IVF1V1M4 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO ) 18 . A variação real do volume do líquido é a soma da dilatação aparente com a dilatação do recipiente. o recipiente também se dilata. Como V = V – V0 V – V0 = V0. neste intervalo de temperatura. aparentemente. deve-se levar em conta a dilatação do recipiente sólido que o contém. Fazendo 3 = . As conseqüências ecológicas desse fato são fundamentais para a preservação da vida no interior dos mares e lagos em regiões muito frias. o líquido se dilata e. em vez de se contrair com o resfriamento. ocorre a 4oC. os líquidos sofrem maiores dilatações que os recipientes sólidos. Sendo assim. . tomam a forma do recipiente que os contém. congelando na superfície e preservando-se líquida abaixo da camada de gelo que serve de isolante térmico. em vez de expansão. ao se estudar a dilatação volumétrica de um líquido. Onde é denominado coeficiente de dilatação volumétrica. ou seja. Assim. a água fria na superfície dos lagos interrompe seu processo de convecção. Quando o sistema é aquecido. que corresponde ao máximo de densidade. a água se contrai e.V 0. Devido a essa irregularidade. dilata-se. a dilatação sofrida pelo líquido é maior que a diferença V – V0. O comportamento da água. O gráfico da figura mostra o que ocorre com o volume de 1. De forma geral. ou seja. No entanto. temos: V = V0. Note que o valor mínimo de volume. . em função da temperatura. . VREAL = VRECIPIENTE + VAPARENTE OBSERVAÇÃO: Um aspecto interessante sobre o fenômeno da dilatação térmica diz respeito à água entre 0oC e 4oC. o aumento de volume vale V – V0. lembrando que V0 = 3.FÍSICA I Vestibular Fazendo o mesmo raciocínio da dilatação superficial. a equação fica: 0 V = V0 + 3. desprezando os dois últimos termos e. com o aquecimento. ocorre ao contrário das substâncias normais.

10–5ºC–1 e B = 1.001 0. ) Sendo: Fe 3.FÍSICA I Vestibular SOLUÇÃO: Dados: . 10 –5 ºC–1. ) = RA (1 + A . 105 .6 10 5 ºC 1 Fe Substituindo-se: 10.4 10 5 º C 1 A A 2 RFe = 10.5 oC PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 0 01. = 0. = 85. a 20ºC. pergunta-se: Em que temperatura do conjunto a esfera cairá através da argola? SOLUÇÃO: A esfera passará através da argola quando tiverem raios iguais.4 . As barras A e B da figura têm.00 cm de raio está apoiada sobre uma argola de alumínio de 9. 10–5 ºC–1 e o coeficiente de dilatação superficial do alumínio de 4.5 oC = 85.6 10 5 1 10 5 º C 1 .1% quando aquecida a 100ºC.0 . sofreu um alongamento de 0. (L0)A(1 + A .2 .8 .001 0 = Ý ï 0 . RFe = RA RFe (1 + Fe . =0 . Seus coeficientes de dilatação linear são: A = 3. 10–5 . ) = (L0)B(1 + B . ) = 1001 (1 + 1. 0. respectivamente.0 .99 cm de raio.8 10 5 4. 10–5ºC–1. SOLUÇÃO: A condição para que a barra C fique na horizontal é que os comprimentos finais de A e B sejam iguais: LA = LB.00 cm e RA = 9. Qual é o coeficiente de dilatação do metal em oC–1? = 0. ) 1000 (1 + 3. 10–5 . 0 = 0 02.0 . comprimentos 1000 mm e 1001 mm.2 3 4.00 (1 + 1. ) = 9. Uma barra de metal de comprimento 0.99 (1 + 2.8 10 5 ºC 1 2.0 . Sendo o coeficiente de dilatação volumétrica do ferro de 3. Uma esfera de ferro de 10. ) = 50ºC = 70oC 03. Determine a temperatura em que a barra C ficará na posição horizontal. (100 – 0) ðô ððï ïòïð ïðð ë ð ) . . 105 . mantida na horizontal e a 0ºC. a 0ºC.99 cm 3.6 .

(ITA) Você é convidado a projetar uma ponte metálica. O que você deve fazer para afrouxá-la? (A) (B) (C) (D) (E) É indiferente esfriar ou esquentar a porca. À temperatura ambiente. qual a máxima variação esperada no comprimento da ponte? 04. com o qual ele montou um quadrado como mostra a FIGURA I. com a parte superior aberta e considerando que a variação de temperatura seja 4 ºC. que poderia também contribuir para a elevação do nível dos oceanos. também de cobre. Ele utilizou dois objetos: um fino fio de cobre de comprimento 4L. O coeficiente de dilatação linear do metal A é a metade do coeficiente de dilatação linear do metal B. É largamente difundida a idéia de que a possivel elevação do nível dos oceanos ocorreria devido ao derretimento das grandes geleiras. Assim. curvará para a frente. de espessura desprezivel e área igual a L 2. cujo comprimento será de 2. Esquentar o parafuso. considere que o coeficiente de expansão volumétrica da água salgada à temperatura de 20ºC seja 2. é: (A) (B) (C) (D) (E) 5 4 3 2 1 05. e uma chapa quadrada. qual seria a elevação do nivel da água se o nivel inicial no tanque era de 20 m? Considere que o tanque não tenha sofrido qualquer tipo de expansão. curvará para a direita. como mostra a FIGURA lI.FÍSICA I Vestibular (O coeficiente de dilatação linear é constante no intervalo de temperatura considerado. após o equilíbrio térmico destes com o forno. 03.93 m 6. foram colocados num forno até que alcançassem o equilíbrio térmico com este. . o quadrado montado e a chapa.0 km. IVF1V1M4 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO FIGURA I Quadrado formado com fio de cobre FIGURA II Chapa de cobre de área L2 Em seguida. Colocando água do mar em um tanque cilíndrico. curvará para trás. a razão entre a área da chapa e a área do quadrado formado com o fio de cobre. (PUC) Uma porca está muito apertada no parafuso. No entanto.5 m 02.0 m 0. curvará para a esquerda. 20 01.0 m 3. Esfriar a porca. a lâmina está na vertical. deveriamos considerar outra hipótese. Esquentar a porca. a lâmina: (A) (B) (C) (D) (E) continuará na vertical. É indiferente esfriar ou esquentar o parafuso. Para se obter uma estimativa desse efeito.0 x 10 –4 ºC –1. Se a temperatura for aumentada em 200ºC. Trata-se da expansão térmica da água devido ao aumento da temperatura. como conseqüência do aquecimento global.) (A) (B) (C) (D) (E) 9.3 m 2. Um estudante pôs em prática uma experiência na qual ele pudesse observar alguns conceitos relacionados à “Dilatação Térmica dos Sólidos”. Considerando os efeitos de contração e expansão térmica para temperaturas no intervalo de – 40ºF a 110ºF e que o coeficiente de dilatação linear do metal é de 12 x 10 –6ºC–1. que se encontravam inicialmente à mesma temperatura. (UNIRIO) A figura a seguir representa uma lâmina bimetálica.

(E) O coeficiente de dilatação linear do metal M é maior do que o coeficiente de dilatação linear do metal N. esse se deforma. O volume de mercúrio introduzido no vaso a O 0C é: IVF1V1M4 . Com base na deformação observada. substituindo o mercúrio por água destilada. (C) A quantidade de calor absorvida pelo metal M é maior do que a quantidade de calor absorvida pelo metal N. (C) o coeficiente de dilatação da água entre 0o C e 4oC é negativo. fazendo com que suas extremidades fiquem mais afastadas.003 m 1. um físico.3 m 02. fazendo com que suas extremidades fiquem mais próximas. respectivamente. Se uma barra de 1 metro. M e N. Os coeficientes de dilatação de I e II são. (D) O calor específico do metal M é maior do que o calor específico do metal N. O vaso com mercúrio. pois a dilatação linear do arame é compensada pelo aumento do raio “R”.03 m 1. é aquecido a uma temperatura T (em 0C). 05. (B) diminui. comprimento três vezes maior do que a I. Um certo volume de mercúrio. a 0oC. (B) o coeficiente de dilatação da água é constante no intervalo entre 0 oC e 100oC. Alterando-se sua temperatura. (E) há necessidade de um tubo capilar de altura aproximadamente 13 vezes maior do que o exigido pelo mercúrio. pois o arame diminui de comprimento. feita do mesmo material. pois o arame contrai com a diminuição da temperatura. O volume da parte vazia do vaso à temperatura T é igual ao volume da parte vazia do mesmo a O 0C. Cristovo.13 m 1. seu comprimento final será: 04. (D) o calor específico do vidro é maior que o da água. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) (B) (C) (D) (E) ( V / m) Vo ( m / V) Vo / V (273) / (T + 273) Vo m [1 – ( V / m)] Vo [1 – ( m / V )] Vo 21 01. (UFPI) O comprimento de uma barra de 10 metros aumenta 3 centímetros quando sua temperatura é aumentada de um valor T. cujo coeficiente de dilatação volumétrico é m. (UNIRIO) Um industrial propôs construir termômetros comuns de vidro para medir temperaturas ambientes entre 1oC e 40o C. (B) A condutividade térmica do metal M é maior que a condutividade térmica do metal N.013 m 1.FÍSICA I Vestibular (A) (B) (C) (D) (E) 1. de 293 K para 100oC. (D) não varia. justificando que as leituras no termômetro não seriam confiáveis. se opôs. é necessário que a relação entre 1 e 2 seja: (A) (B) (C) (D) (E) = 2 =2 2 =3 2 1 =3 1 2 =2 1 2 1 1 03. pode-se concluir: (A) A capacidade térmica do metal M é maior do que a capacidade térmica do metal N. porque: (A) a perda de calor por radiação é grande. (UFV) A figura a seguir ilustra um arame rígido de aço. Para que a rampa mantenha a mesma inclinação a qualquer temperatura. (E) aumenta. 1 e 2. for submetida à mesma variação de temperatura. são unidas rigidamente. pois o arame aumenta de comprimento. A pilastra de sustentação II tem. inicialmente a O 0C. (UFMG) Duas lâminas de metais diferentes. pode-se afirmar que a distância “L”: (A) diminui. T. cujas extremidades estão distanciadas de “L”. feito de vidro de coeficiente de dilatação volumétrico V . pois a área do círculo de raio “R” aumenta com a temperatura. conforme mostra a figura a seguir. é introduzido num vaso de volume Vo. (CESGRANRIO) Uma rampa para saltos de asa-delta é construída de acordo com o esquema que se segue. 07. (C) aumenta. Ao se aquecer o conjunto até uma certa temperatura.

em que as temperaturas finais sejam iguais. verificamos a tendência de equilíbrio térmico. Essas experiências nos mostram que ocorre propagação de calor através do meio material que constitui os corpos. verificamos que é necessário um certo tempo para que todo o sistema seja aquecido. a energia térmica é transferida através das interações dos átomos ou moléculas vizinhos. A soma de toda energia associada à agitação dessas partículas recebe o nome de energia térmica. Quando colocamos em contato térmico dois sistemas físicos que manifestam temperaturas diferentes. A essa energia em transferência do corpo de maior temperatura para o de menor. do corpo mais quente para o corpo mais frio. podemos ter apenas um desses mecanismos atuando significativamente durante a transferência. Nota-se. Logicamente.0 cal = 4. O calor é energia térmica em trânsito que flui de uma parte de um sistema para outra. haverá condução de calor entre as fontes. CONVECÇÃO e RADIAÇÃO. de A para B. não há mais nenhum motivo para se usar o termo “calor”. Adiante. podemos afirmar que a temperatura inicial de A é maior que a de B. apenas da energia de vibração. USI (calor) = joule (J) 1. é mais comum que tenhamos dois ou mesmo os três processos ocorrendo simultaneamente. discutiremos separadamente cada um destes processos. IVF1M5 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO A TRANSFERÊNCIA DA ENERGIA TÉRMICA Condução do Calor Quando colocamos uma panela na chama de um fogão. através dos quais o calor se transfere. Portanto. claramente. de tal forma que T2 > T1 e unindo essas fontes existe uma barra de secção uniforme de área A e comprimento L. em virtude somente da diferença de temperaturas. átomos) vibrantes. É “incorreto” dizer coisas como: “ Eu estou com calor”.18 J Os processos manifestados pela natureza. O calor não é uma energia que resida num sistema. Este fluxo termina quando as temperaturas de A e B ficam iguais e. embora não haja transporte destes átomos ou moléculas. Considere duas fontes térmicas que se mantêm à temperatura constante T1 e T2. Suponha que uma das extremidades de uma barra sólida seja aquecida. 22 . porém. ou café quente no interior de um copo de vidro. ou seja. temos a representação de um fluxo de calor entre os corpos A e B. No processo de condução. a busca pelo estado de vibração em ressonância. enquanto encontra-se em transferência. Os átomos dessa extremidade passariam a vibrar com maior intensidade e sua interação com seus “vizinhos” provocaria o deslocamento da energia ao longo da barra. Em algumas situações. Como forma de energia. que será mais bem definida adiante no nosso estudo. porém. que a natureza escolhe um caminho para o fluxo. “A quantidade de calor de um corpo aumenta ou diminui”. Na figura abaixo. chamamos calor. através da barra. ou de um sistema para o outro. podemos dizer que a energia térmica de um sistema físico depende basicamente da quantidade de partículas do corpo e da energia de agitação associada a essas partículas. podemos entender os corpos na natureza como formados por uma infinidade de partículas (moléculas. uma outra forma muito utilizada é chamada de caloria (cal). fazendo com que a energia passe do corpo de maior temperatura para o de menor temperatura.A Calorimetria I O CONCEITO DE CALOR De forma geral. a partir daí. a unidade no sistema internacional para expressar o calor transferido entre corpos é o joule (J). portanto. podem ser classificados em três categorias: CONDUÇÃO.

a pedra de gelo deve ser colocada sobre o barril. fria. a formação dos ventos. mais fria e mais densa. portanto. Como exemplo. A ampola interna é feita de um material mau condutor de calor. Um último aspecto interessante a ser citado é o uso das correntes ascendentes de convecção atmosférica aproveitadas por pássaros. Tenta-se evitar a irradiação. espelhando-se as faces da ampola de vidro. causa o aumento na energia cinética de vibração das partículas do sistema. Quando colocamos a mão próxima de uma lâmpada acesa. quanto maior a temperatura do emissor. Como sabemos. na parte central. vemos na figura abaixo um líquido sendo aquecido em sua parte inferior: A massa de líquido no fundo do recipiente. devemos colocar o aquecedor no plano mais baixo do ambiente. Podemos citar em nosso cotidiano vários exemplos em que as correntes de convecção estão presentes. No caso dos fornos de microondas.FÍSICA I Vestibular CONVECÇÃO DO CALOR Nesse processo. As microondas penetram no alimento a uma profundidade de 2 cm a 5 cm. para ganharem altitude sem o gasto de combustível próprio. não necessita de meio material para sua propagação. Note que a radiação de freqüência bem definida e produzida ativa somente as moléculas de água. que pode ser o vidro. sem tocá-la. enquanto que o ar em contato com os alimentos se aquece. incorporando-se à energia térmica do material irradiado. que. existe um dispositivo chamado magnétron. IVF1M5 . O atrito causado pelo aumento das vibrações gera a energia térmica que cozinha os alimentos. numa geladeira. um copo vazio não se aquece num forno de microondas. planadores. com paredes duplas entre as quais faz-se vácuo. devemos instalar os aparelhos de arcondicionado na região mais alta do cômodo escolhido ou para resfriar um barril de chope. Finalmente. ocorre através das correntes de convecção provocadas pela diferença de temperatura entre as camadas de ar. uma vez que o ar aquecido sobe. o movimento que culmina com a descida do ar da parte superior. uma tampa bem justa para impedir as correntes de convecção. e visa a evitar toda troca de calor com o meio externo. asas-deltas. é claro. assim. ou estamos próximos a uma fogueira. o ar perto do congelador é resfriado por condução. Note que. O calor que recebemos do Sol nos chega através da radiação térmica que atravessa o vácuo. portanto. ativando as vibrações das moléculas de água. que se propaga pelas beiras. formando as correntes de convecção. por exemplo. por exemplo. torna-se mais denso e desce. Também não há convecção. gera o movimento cíclico conhecido como correntes de convecção. assim. RADIAÇÃO TÉRMICA A transmissão do calor também pode ser realizada através de ondas eletromagnéticas. desce. iniciando. torna-se menos densa e sobe. provocando o aquecimento do ar inicialmente mais frio da base e sua conseqüente subida. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 23 Verifica-se que. o congelador é colocado na parte superior para provocar o fenômeno das correntes de convecção. enquanto que a parte superior. A diferença de densidade entre as partes do fluido. se expande e sobe. que é conversor de energia elétrica em microondas. maior a intensidade de energia térmica irradiada. ao contrário dos processos de condução e convecção que não poderiam ocorrer sem a presença de meio. ou seja. a energia térmica é transportada através do movimento das massas de fluido. que seriam causadas pela diferença de temperatura entre a parte de cima e a de baixo. líquidos ou gases de diferentes temperaturas. portanto. Já no caso de aquecimento de ambientes. pois esse processo é o responsável pela maior parte do calor transmitido através dos fluidos. ao ser aquecida. Pelo mesmo motivo. Fica formado o movimento de uma corrente ascendente quente. A garrafa térmica é um dispositivo feito para isolar termicamente. principalmente na faixa dos raios infravermelhos. causada pela diferença de temperaturas. Lembre-se de que: “sopa quente se toma pelas beiras”. ao ser absorvida pelo receptor. a transmissão é feita através da radiação térmica. podemos sentir a transmissão do calor. o ar não é um bom condutor térmico. e outra descendente. a nossa “sensação de calor” praticamente não é devida à condução térmica. para impedir a condução e a convecção.

III. 1981. O calor entra por radiação e sai muito pouco por convecção. III. (E) II e III. II IV II. III. Verdadeira. aquecendo a água com maior eficiência. O aquecimento solar é obtido por uma placa escura coberta por vidro. (ENEM) O resultado da conversão direta de energia solar é uma das várias formas de energia alternativa de que se dispõe. “Energia solar e fontes alternativas”. 01. O calor entra por radiação e sai muito pouco por condução. II.FÍSICA I Vestibular 01. (B) I e II. pela qual passa um tubo contendo água. O reservatório de água quente deve ser metálico para conduzir melhor o calor. III II PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (Fonte: Adaptado de PALZ. IV. II. O calor entra por condução e sai muito pouco por convecção.) . II. Dentre as afirmações anteriores. conforme mostra o esquema abaixo. Falsa. A(s) alternativa(s) que pode(m) justificar a elevada temperatura do interior da estufa é(são): (A) (B) (C) (D) (E) I. com cobertura de vidro. mantém a temperatura interior bem mais elevada do que a exterior. (C) II. São feitas as seguintes afirmações quanto aos materiais utilizados no aquecedor solar: I. Pois se não conduzirá o calor da água para o ar. de forma semelhante ao que ocorre em uma estufa. A água circula. construída em alvenaria. apenas está(ão) correta(s): (A) I. Hemus. A placa utilizada é escura para absorver melhor a energia radiante do Sol. Verdadeira. (UNITAU) Uma estufa para flores. O calor entra por condução e convecção e só pode sair por radiação. Wolfgang. SOLUÇÃO Letra E. pode-se dizer que. Das seguintes afirmações: I. III I. O vidro atua como isolante térmico. (D) I e III. A cobertura de vidro tem como função reter melhor o calor. A placa escura reflete pouco. I.

... (C) a atmosfera é transparente tanto para a energia radiante do Sol como para as ondas de calor....... Sabemos que esse calor está relacionado a reações de fusão nuclear no interior desta estrela. Isto se deve principalmente. O congelador é colocado na parte superior dos refrigeradores. ao seguinte instante: Vestibular 04.. (A) (B) (C) (D) (E) Momentos que precedem o nascer do Sol... Nesse caso.... . 02. 01.. condução térmica que predomina nos metais. Aquecimento do corpo humano quando exposto ao Sol.. convecção – condução – radiação.. (A) (B) (C) (D) (E) aumenta – mais denso – convecção dimunui – mais denso – condução aumenta – menos denso – condução dimunui – menos denso – irradiação aumenta – menos denso – convecção PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) (B) (C) (D) (E) 05. devido ao excesso de gás carbônico presente na atmosfera........ (B) a atmosfera é opaca à energia radiante do Sol e transparente para ondas de calor. por ser . ao ligar a lâmpada – transformação de energia elétrica em térmica –. Na figura ao lado tem-se um dispositivo que nos ajuda a entender as formas pelas quais o calor se propaga. A transferência de calor do Sol para nós ocorre através de: (A) (B) (C) (D) (E) convecção... à(s): (A) (B) (C) (D) (E) irradiação térmica próximo à lâmpada aquecida. Momentos próximos à meia-noite...FÍSICA I 02. . sobe e resfria-se nas proximidades do congelador...... forças de ação e de reação.... em um local livre de correntes de ar. ondas mecânicas... força de atração gravitacional entre a ventoinha e a lâmpada.. Entre o pôr-do-sol e a meia-noite..... O ar quente que está na parte de baixo.... radiação – condução – convecção... irradiação......... convecção – radiação – condução. na seguinte seqüência: – – – Aquecimento de uma barra de ferro quando sua extremidade é colocada numa chama acesa.. a ventoinha acima da lâmpada começa a girar.... O ponto assinalado no gráfico pela letra X corresponde..... . faz aumentar a temperatura porque: (A) a atmosfera é transparente à energia radiante do Sol e opaca às ondas de calor... a densidade e desce. (UFV) O gráfico a seguir representa a temperatura característica de um local em função da hora e do dia. O chamado “efeito estufa”..... Logo após o meio-dia. necessitamos sempre do calor que emana do Sol..... Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.. aproximadamente... pois o ar se resfria nas proximidades dele.... (D) a atmosfera funciona como um meio refletor para a energia radiante e como meio absorvente para a energia térmica.. condução – convecção – radiação.. o processo de tranferência de energia na forma de calor recebe o nome de . Vento que sopra da terra para o mar durante a noite. Indique a alternativa que associa corretamente o tipo predominante de transferência de calor que ocorre nos fenômenos. (UNIRIO) Para que a vida continue existindo em nosso planeta... Logo após o pôr-do-sol... condução... 25 IVF1M5 . condução – radiação – convecção. dilatação térmica. convenção térmica do ar próximo à lâmpada aquecida... provocado pelos poluentes. 03. Observa-se que.

fez-se vácuo. dois corpos. A parede interna é espelhada em suas duas faces e entre ela e a parede externa existe uma região com vácuo. presos por cabos isolantes térmicos. é correto afirmar que a transferência de calor entre A e B NÃO se deu: . Nesta caixa estão suspensos. Assinale a opção INCORRETA: (A) A transferência de calor por condução só ocorre nos sólidos. ocorre transporte de matéria. e a região de vácuo evita a propagação do calor através de condução e convecção. IVF1M5 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 26 03. cujas paredes não permitem a passagem de calor. a temperatura de A maior do que a de B. Analise as afirmações referentes à condução térmica: I.FÍSICA I Vestibular (A) (B) (C) (D) (E) nem por condução. nem por radiação. inicialmente. 06. Sobre tal situação. (B) As faces espelhadas da parede interna impedem totalmente a propagação do calor por condução. pode-se introduzir nele um espeto metálico. nem por convecção. por condução. (C) Na transferência de calor por convecção. uma barra de metal mantém-se a uma temperatura inferior à de uma barra de madeira colocada no mesmo ambiente. Como se explica o fato de a temperatura de um fluido no interior da garrafa manter-se quase que inalterada durante um longo período de tempo? (A) A temperatura só permanecerá inalterada se o líquido estiver com uma baixa temperatura. apenas I e II estão corretas. apenas I está correta. (D) A tranferência de calor por convecção ocorre nos gases e líquidos. nem por convecção. sendo. devido ao fato de o ar aprisionado entre suas fibras ser um bom isolante térmico. por radiação. A figura a seguir representa um corte transversal numa garrafa térmica hermeticamente fechada. apenas II está correta. e sem tocar qualquer superfície da caixa. 05. Podemos afirmar que: (A) (B) (C) (D) (E) I. Para que um pedaço de carne cozinhe mais rapidamente. (PUC–MG) Na figura a seguir. mas ocorreu por condução e por convecção. III. Após algum tempo. Ela é constituída por duas paredes. nem por radiação. II e III estão erradas. Os agasalhos de lã dificultam a perda de energia (na forma de calor) do corpo humano para o ambiente. I. portanto. (E) Uma barra de alumínio conduz melhor o calor do que uma barra de madeira. verifica-se que A e B atingiram o equilíbrio térmico. II. mas ocorreu por convecção e por radiação. Devido à condução térmica. No seu interior. impedindo. (B) A energia gerada no Sol alcança a Terra por radiação. (E) Qualquer material plástico é um isolante térmico perfeito. ela reflete o calor que chega por irradiação. (D) Devido à existência de vácuo entre as paredes. o líquido não perde calor para o ambiente através de radiação eletromagnética. (C) Como a parede interna é duplamente espelhada. A e B. toda e qualquer propagação de calor através dele. 04. nem por condução. está representada uma caixa totalmente fechada. II e III estão corretas. Isso se justifica pelo fato de o metal ser um bom condutor de calor.

na prática. quanto maior o calor específico. a ausência da água como regulador térmico provoca a grande variação diária de temperatura verificada. em certas condições especiais. essas variações são muito pequenas e não são consideradas na prática. Da definição de calor específico (c) podemos obter a expressão matemática conhecida como equação fundamental da calorimetria: Obs. produzindo a fusão do gelo. o cubo de gelo recebe calor até realizar sua total mudança de fase. um cubo de gelo na temperatura de – 20o C recebendo calor de uma fonte térmica. A quantidade Q1 de calor necessária ao processo é classificada como sensível. o calor específico da água vale 1. ou seja. Finalmente. Nos desertos.0 cal/ goC. (variação de temperatura). e isso significa uma grande “inércia térmica”. à pressão atmosférica normal e constante. por exemplo. mantendo a temperatura constante. 27 Verifica-se que a quantidade de energia térmica necessária para que um corpo sofra uma determinada variação de temperatura depende da massa do corpo e da substância que o forma. e sim a mudança no estado de agregação.0 g) de uma certa substância deve trocar para sofrer a variação de temperatura de 1o C. podem atingir valores próximos de 0o C. A rigor. o valor tomado como calor específico de uma substância é médio. IVF1M6 . para funções de resfriamento (por exemplo. a energia térmica transferida não provoca mudança no estado de agitação das partículas. além de ser usada. por provocar variação de temperatura. determina o sinal da quantidade de calor trocado: > 0 >0 QS > 0 f < 0 <0 QS < 0 f O sinal positivo na quantidade de calor sensível trocada pelo sistema significa ganho de calor e aumento de temperatura.: A capacidade térmica de um corpo é a quantidade: C = m . na equação Veja também que o valor de fundamental. logicamente. por provocar mudança de fase. Qs m. Agora. a princípio. ou seja. A água tem um dos maiores calores específicos da natureza. a água líquida a 0o C. a energia térmica trocada pelo corpo é chamada de CALOR LATENTE. QL (calor latente) provoca mudança de fase. c ( cal/oC ). inicialmente. No processo da figura abaixo. Note que o calor específico indica o nível de dificuldade manifestada pelo sistema em variar sua temperatura. e sim no estado de agregação. Verifica-se que. Na determinação experimental dos calores específicos. À quantidade de energia térmica caracterizada como 4. Chamamos de calor específico (c) a grandeza física experimental que expressa a quantidade de calor que um grama (1. obtida a partir da fusão do gelo. cada grama de água necessita de uma caloria para sofrer a variação de 1o C na sua temperatura. ao contrário. Essas alterações provocam as mudanças de fase e. nesse caso. Ao meio-dia temos temperaturas próximas de 50o C que. Posteriormente.A Calorimetria II O CALOR SENSÍVEL E O CALOR LATENTE Vamos estudar agora dois efeitos importantes das trocas de calor que ocorrem entre os corpos. durante a noite. Quando ocorre uma variação de temperatura ( ) decorrente da troca de energia térmica entre sistemas de diferentes temperaturas. pois depende da temperatura em torno da qual foi realizada a experiência. A presença de rios e mares diminui a amplitude térmica do clima ao seu redor porque o elevado calor específico da água faz com que ela troque grandes quantidades de calor com o meio sem provocar grandes variações de temperatura. em motores de automóveis). a energia térmica absorvida provoca a variação de temperatura até 0o C. maior a quantidade de energia térmica que deve ser transferida para a obtenção de uma certa variação de temperatura. No caso da água. portanto.0 caloria. vamos tratar dos processos de mudança de fase à pressão constante. porém.c. que é a temperatura de fusão do gelo à pressão normal. A quantidade Q2 de calor necessária ao processo é classificada como latente. chamamos 1. a energia térmica transferida é chamada de CALOR SENSÍVEL. QS (calor sensível) provoca Um segundo efeito provocado pela troca de calor corresponde a uma alteração no estado de agregação das par tículas formadoras do corpo.18 joules. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO c Qs m. ou seja.5o C e 15. Verifica-se experimentalmente que são necessários 4. temos. quando o calor trocado provoca uma variação no estado de agitação das partículas de um corpo. Note que. a energia térmica transferida a um corpo não provoca alteração na sua temperatura. uma grande dificuldade de variação de temperatura. Essa propriedade. se constitui também num termorregulador natural do clima. então. ou seja. recebe calor sensível até atingir um estado térmico final líquido a 20o C. o sinal negativo significa perda de calor e a queda de temperatura. o valor proposto ocorre exatamente entre 14. a água foi escolhida como substância-padrão.5o C.18 joules para cada grama de água variar sua temperatura de 1o C.

ou seja.FÍSICA I Vestibular A fusão do gelo. negativo. portanto. ocorre a 100o C e a quantidade de calor que deve ser cedido a cada grama de água para fazer a passagem líquido–vapor é de 540 cal. têm pesos conhecidos e ao longo da queda provocam o giro da roda de palhetas. necessitam de ganho energético para sua realização (Q L > 0). está representada a variação da temperatura em função do tempo de uma massa de 200 g de gelo a 00 C. LC = – 540 cal/g. o calor latente de solidificação da água. também sob pressão de 1 atm. sob pressão normal. Define-se o calor latente de mudança de fase (L) como sendo a quantidade de energia térmica (QL) que cada unidade de massa (m) de uma substância deve trocar. o calor latente de vaporização da água vale LV = 540 cal/g. para realizar a mudança de fase à temperatura constante: Os corpos são abandonados de uma certa altura. vamos considerar agora um sistema termicamente isolado. A grandeza potência média é definida pela razão entre a energia cedida ou retirada e o intervalo de tempo relativo ao processo. destacamos. assim sendo. Note que fusão e vaporização são processos endotérmicos.. são exotérmicos. a lembrança sempre importante da nomenclatura relativa às principais mudanças de fase propostas: Obs. A transformação líquido-gás exige a entrada de energia para que sejam superadas essas atrações moleculares. o dispositivo para medir o equivalente mecânico do calor. por exemplo. como exemplo. A energia recebida contribui para elevar a energia potencial de ligação das moléculas. O processo térmico de vaporização forçada da água (ebulição). sob pressão de 1 atm. vale LS = – 80 cal/g e o de condensação do vapor d’água nas mesmas condições. o sinal negativo para evidenciar a perda de calor ao longo dos processos exotérmicos. ocorrem por perda de energia térmica (Q L < 0). Q1 + Q2 + .: Quando uma fonte térmica é responsável por ceder ou retirar calor de um sistema. necessitam trocar a mesma quantidade energética durante a passagem. ou seja. ou seja. Podemos calcular a perda de energia mecânica do sistema e comparála ao ganho de energia térmica da água através do aumento de temperatura verificado. ocorre a 0o C e necessita de 80 cal para cada grama. No gráfico.. (James Prescott Joule) 01. porém. as garrafas térmicas ou outros tipos de recipiente criados para promover o isolamento térmico. especialmente. Podemos citar. as moléculas de um líquido estão bastante próximas umas das outras para exercerem forças mútuas de atração. Nesses sistemas. um local em que a troca térmica é realizada apenas entre os corpos que fazem parte do sistema e o meio externo não exerce influência. podemos entender que. portanto. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO L QL m QL m . e não a energia cinética de vibração. Os processos inversos. a temperatura permanece invariável enquanto ocorre a mudança de fase. sob pressão normal. assim como a solidificação e a condensação (liquefação).L PM = Pela teoria molecular. então. como calor recebido tem valor positivo e o perdido. agitando a água contida no recipiente termicamente isolado. normalmente é citada a potência média da fonte. o calor latente de mudança de fase do gelo vale Lf = 80 cal /g. . Usamos. + Qn = 0 QTroca = 0 O CALOR E A ENERGIA MECÂNICA (EXPERIÊNCIA DE JOULE) Dentre as várias contribuições de James Prescott Joule para a ciência. No esquema ao lado. o calor perdido pelos corpos de maior temperatura inicial é absorvido internamente pelos corpos de menor nível de agitação molecular. o somatório das quantidades de calor trocadas pelos integrantes do sistema é nulo. portanto. a 0o C. portanto. Q t Finalmente.

2 . Analisando-se o gráfico. Cozinhou-os longamente em água fervente e.600 + 80 m + 40 m = 0 m = 30 g 04.5 . (0 + 10) + 60 . 80 + 60 . 1 .oC. a partir de t > 9 minutos? SOLUÇÃO: (A) A água inicialmente na fase sólida (gelo) recebe calor latente da fonte até se tornar integralmente líquida. (40 – 0) = 0 – 3. (30 – 0) Q = 300 + 4.FÍSICA I Vestibular (A) O que ocorreu no intervalo de tempo entre 0 e 1 minuto? (B) Qual a temperatura da água para t = 2 minutos? (C) Em que estado térmico de agregação está a água. temos: Qovos + Qgelo + Qágua = 0 m0c0 + mL + mcágua = 0 300 . a água ferve a 100o C. – 80) = 0 200 E = 10000 . Aplicando o princípio das trocas de calor. terão: m0 = 300 g c0 = 0. 0. ( E – 20) + 400 . a temperatura dos ovos seja seguramente de 40o C? (Dado: Calor específico da água = 1 cal/g. ele não dispunha de termômetro. findo o processo de mudança de fase. começa sua vaporização mantendo a temperatura constante. resolveu comer 3 ovos duros. colocou-os num recipiente de isopor (que pode ser considerado adiabático e com capacidade térmica desprezível) com gelo fundente (calor latente de fusão igual a 80 cal/g). (B) O gráfico mostra o comportamento linear do crescimento da temperatura através do tempo. 02.800 + 1. mas apenas de uma balança. 1.900 cal PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO SOLUÇÃO: SOLUÇÃO: 100 . pergunta-se: (B) 03.25 . temos: t = 1. São colocados 100 mL de água líquida à temperatura inicial de 20o C no interior do recipiente.2 cal/g. Numa garrafa térmica de capacidade térmica desprezível. inicialmente. Verificou que cada um dos ovos tinha massa de 100 g e sabia que seu calor específico era de 0. (B) Construa o gráfico da temperatura em função da quantidade de calor fornecida ao bloco.25 min — T = 1000C t = 1 min — T = ? 100 x 1 T 80ºC 1. 0.25 minutos.25 (C) Note que. a água encontra-se na forma de vapor. a 100o C. a água. Portanto.2 cal/g.25 cal/goC a 80o C. portanto. ainda a 0o C.oC. São dados: ½¿´ ½¿´ Ô º è𠽿´ ñ ¹ô ½¿¹«¿ ï ð » ½¹»´± ðô ë ð ¹ Ý ¹ Ý (A) Determine a quantidade de calor necessária para transformar esse bloco de gelo em água a 30o C. portanto: Q 1 + Q 2 = 0. 80 + m . Supondo não haver mudanças de fase durante o processo de equilíbrio térmico . temos que a quantidade de calor Q1 absorvida pela água somada à quantidade de calor Q2 emitida pelo metal é igual a zero. Portanto. e que toda essa energia foi utilizada e absorvida pela água. 0. a partir do instante t = 2.o C = 100o C 0 Considerando o sistema termicamente isolado e sabendo que o gelo vai mudar de fase e a água resultante vai ser aquecida até 40o C. à temperatura de 40o C. (40 – 100) + m . 400 g de um certo metal de calor específico igual a 0. após estarem cozidos. temos. os três ovos juntos. Um cientista.800 Q = 6.) Ao nível do mar.0 . calcule a temperatura final de equilíbrio do processo e esboce um gráfico temperatura (oC) – tempo (t) para a evolução térmica do sistema. 1 . Um bloco de gelo com massa 60 g encontra-se a –10o C. ( = 50o C E E Suponha que a fonte forneceu energia térmica a uma potência constante desde o instante t = 0. passando suas férias numa casa à beira-mar. Infelizmente. SOLUÇÃO: (A) Q = Q1 + Q2 + Q3 Q = 60 . assim que os retirou. finalmente. Qual a massa de gelo utilizada para que.

o mercúrio. Inicialmente. durante quanto tempo a torneira deverá ficar aberta? 05.ºC). 03. em litros: (A) 2 (B) 3 (C) 4 (D) 5 (E) 6 04. a 50ºC. ele coloca na banheira 100L de água fria a 20ºC. de: (A) 12.09 água petróleo glicerina 2. pergunta-se: (A) Quantos litros de água quente. L = 80cal/g IVF1M6 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Tabela Líquido calor específico (J/gºC) 4.14 leite mercúrio 30 01. Se o gelo estava à temperatura de – 4ºC e derreteu-se por completo e supondo que o refrigerante tem o mesmo calor específico que a água. misturando água quente e fria. a potência média de um coletor solar para aquecimento de água é de 3 kW. (E) 26. (UNESP) Em um dia ensolarado. cujos calores específicos estão dados na tabela adiante. em que a temperatura ambiente era de 30ºC. (D) 24. o leite. não levando em conta a troca de calor da panela com a água.5cal/g°C.19 2. (ITA) Num dia de calor.FÍSICA I Vestibular (A) (B) (C) (D) (E) a água.93 0. Desprezando a capacidade térmica da banheira e a perda de calor da água. o petróleo.5. Se cada líquido receber a mesma quantidade de calor.5. o tempo gasto para aquecer 30 kg de água de 25ºC para 60 °C será.20L/s. (C) 18. será: . a temperatura final da bebida de João ficou sendo aproximadamente de: (A) 16ºC (B) 25ºC (C) OºC (D) 12ºC (E) 20ºC Dados: Cgelo = 0.43 3. (B) 15. após o aquecimento. mas sem alcançar seu ponto de ebulição. dentro de cinco recipientes com boa isolação e capacidade térmica desprezível. 02. (UNESP) Massas iguais de cinco líquidos distintos. ele deve colocar na banheira? (B) Se a vazão da torneira de água quente é de 0. João pegou um copo com volume de 200cm 3 de refrigerante à temperatura ambiente e mergulhou nele dois cubos de gelo de massa 15g cada um. separadamente e à mesma temperatura. era. (UFPI) Um cozinheiro coloca um litro de água gelada (à temperatura de OºC) em uma panela que contém àgua à temperatura de 80ºC. A temperatura final da mistura é 60ºC. em minutos. a glicerina. (UNICAMP) Um rapaz deseja tomar banho de banheira com água à temperatura de 30ºC. A quantidade de água quente que havia na panela. aquele que apresentará temperatura mais alta. suficiente apenas para aquecê-Ia. encontram-se armazenadas. Considerando a taxa de aquecimento constante e o calor específico da água igual a 4200 J/(kg.

Considere-se que o calor específico do gelo é 0. Jogam-se dentro desse calorímetro 400g de alumínio a uma temperatura + 35. (FATEC) Um calorímetro de capacidade térmica 100cal/ºC contém 500 g de água a uma temperatura .5ºC 02.25 cal/gºC. Qual é a capacidade térmica do calorímetro? Dados: calor específico da liga: 0. assinale a temperatura inicial do gelo: IVF1M6 . considerado ideal.5 cal/g ºC e que o calor latente de solidificação da água é – 80 cal/g. Considerando as condições descritas. Considere o calor específico da água (c = 1.1ºC (D) (E) + 20 + 40 31 01. Supondo-se que só haja troca de calor entre o calorímetro. Desconsiderando a capacidade térmica do calorímetro e a troca de calor com o exterior. Ao serem juntados ao calorímetro 125g de uma liga a 130°C. calcule a quantidade de calor necessária para transformar 1. que recebe água à temperatura de 25ºC. (UERJ) Algumas máquinas do navio operam utilizando vapor d’água à temperatura de 300ºC. O gráfico a seguir mostra o comportamento do calor específico c do vapor d’água em função da temperatura . verificando-se um aumento de 64 g na massa desse bloco. = 540 cal/g Dados: Cágua vaporização 03.0 x 105 g de água a 25ºC em vapor a 300ºC. e o calor latente de fusão do gelo de 80 cal/g.20cal/gºC calor específico da água: 1cal/gºC densidade da água: 1000kg/m3 (A) 50 cal/ºC (B) 40 cal/ºC (C) 30 cal/ºC (D) 20 cal/ºC (E) 10 cal/ºC 05.FÍSICA I Vestibular (A) – 191.0°C. e o conjunto está à temperatura de 20ºC. A temperatura final de equilíbrio no interior do calorímetro é de: (A) – 10ºC (B) – 4. Esse vapor é produzido por uma caldeira alimentada com óleo combustivel. uma vez alcançado o equilíbrio térmico. são colocados 500 g de água à temperatura de 90ºC.4ºC (C) 0ºC (D) 7.6ºC (C) – 34. a água e o alumínio. (UFF) Um calorímetro. (ITA) Um bloco de gelo com 725 g de massa é colocado num calorímetro contendo 2.0 cal/g°C) o dobro do calor específico do gelo. a temperatura final dessa místura será: Dados: calor específico da água: 1.0 cal/gºC. Um calorímetro contém 200ml de água. contendo inicialmente 400 g de gelo à temperatura de – 20ºC.4ºC (B) – 48.1ºC (E) 10ºC 04. verificamos que após o equílíbrio térmico a temperatura final é de 30ºC. (A) (B) (C) –5 +5 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (D) – 24.50 kg de água a uma temperatura de 5.3ºC (E) – 14. calor específico do alumínio: 0.

Estudo dos Gases

Quando analisamos uma situação prática qualquer que a natureza nos propõe, a primeira medida a ser tomada é a criação de um modelo de estudo. Esse modelo limita o comportamento do sistema a certas condições que chamamos “graus de liberdade”. Quando estamos diante de um sistema formado por muitas partículas, como são caracterizados os gases, sabemos de antemão que muitas variáveis fazem parte de sua análise comportamental; porém, para que um estudo inicial possa ser realizado, devemos adotar um modelo teórico mais simples, que possa representar macroscopicamente esse comportamento. Verifica-se, experimentalmente, que, quando vários tipos diferentes de gases são colocados sob baixa pressão e alta temperatura, manifestam um comportamento muito semelhante. Assim sendo, vamos estabelecer as regras gerais desse comportamento que formam o modelo chamado de “gás ideal” ou “gás perfeito”. Esse modelo é função de alguns parâmetros externos que chamaremos de variáveis de estado de um gás ideal. Primeiramente, ao considerarmos uma certa massa de gás para a nossa análise, estaremos diante de uma imensa quantidade de partículas em movimento, cerca de 1020 por centímetro cúbico. Adota-se uma certa quantificação para essa massa de gás perfeito a ser estudada, chamada ³¿--¿ de número de mols (n), que é definido por: ² = . ³±´ Estabelecida uma cer ta quantidade a ser estudada, temos três grandezas que devem ser relacionadas para se obter o padrão de comportamento: Pressão, Volume e Temperatura. Vamos estudar um certo número de mols de gás ideal preso no interior de um recipiente e, para que você possa entender melhor o funcionamento, imagine, no interior desse recipiente, muitas partículas desagregadas, vibrantes, em que as forças de interação repulsivas imperam (veja figura).

Note que essas partículas vibrantes produzem um contínuo choque contra as paredes do recipiente. O resultado desse choque é uma das variáveis de estado do gás, ou seja, a pressão (P). Define-se a pressão como a razão entre a componente normal da força de contato e a área de contato.

Apesar da unidade padrão internacional definida, você verá aparecer com muito mais freqüência uma outra unidade de pressão chamada atmosfera (atm): 1,0atm 105 N/m2. Como os gases são extremamente expansíveis, suas moléculas tendem a ocupar todo o espaço disponível; assim sendo, o volume (V) de um gás ideal é o volume do recipiente que o contém. Note que massas iguais
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de um mesmo gás ideal, colocadas em dois recipientes de capacidades diferentes, ocupam volumes diferentes e o volume é outra das variáveis de estado de um gás. As unidades que mais aparecem nos problemas são o litro (L) e o metro cúbico (m3); assim, temos que: 1,0 m3 = 103 L. A temperatura absoluta (T) é a outra variável importante nesse estudo. A escala absoluta mais conhecida e, portanto, normalmente utilizada é a Kelvin. Lembre-se que: K = oC + 273.

A EQUAÇÃO DE ESTADO DE UM GÁS IDEAL

Experiências com gases, a densidades baixas, conduzem às seguintes conclusões: 1º Caso: Fixando-se n e T, ou seja, para uma certa quantidade constante de gás ideal, à temperatura constante, a pressão (P) e o volume (V) variam de maneira inversamente proporcional. Por exemplo, duplicando-se a pressão, o volume fica reduzido à metade. P . V = constante P1V1 = P2V2 = P3V3...

2º Caso: Fixando-se n e V, ou seja, para uma certa quantidade constante de gás ideal a volume constante, a pressão (P) e a temperatura absoluta (T) são diretamente proporcionais. P = constante T P1 P2 P3 T1 T2 T3

3º Caso: Fixando-se n e P o volume ocupado fica diretamente proporcional à , temperatura absoluta do gás. V = constante T V1 V2 V3 T1 T2 T3

4º Caso: Para V e T fixos, P e n são diretamente proporcionais. Podemos exemplificar o experimento injetando lentamente uma quantidade de gás num recipiente, de forma que a temperatura se mantenha constante. Isso fará com que a pressão sofra um aumento diretamente proporcional à quantidade de gás injetada. V = constante n V1 V2 V3 n1 n2 n3

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Todos esses resultados podem ser resumidos matematicamente na P. V relação: n . T = constante. Obedecendo-se às condições propostas, verifica-se que essa constante de proporcionalidade entre o produto P e o produto n . T é conhecida .V pela letra R e chamada de constante universal dos gases perfeitos. Com isso, temos a equação de estado de um gás perfeito, também conhecida como equação de Clapeyron: P . V = nRT

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Observação: Calculando a constante universal dos gases, lembre-se que, nas CNTP (condições normais de temperatura e pressão), a temperatura é de 0ºC (273 K), a pressão é de 1,0 atm e 1,0 mol de gás ocupa o volume de 22,4 litros. Portanto, temos que: R= P . V 1 atm . 22,4L ,0 atm . L = = 0,082 n.T 1 mol . 273K mol . K

01. (ESPM-SP) Uma substância pura no estado gasoso, de massa igual a 336 g, ocupa um volume de 98,4 litros sob pressão de 3 atm. Se a massa molecular é M = 28 g, qual a temperatura, em graus Celsius, da substância? ¿¬³ Ô Î ðô ðèî ³±´ Õ

SOLUÇÃO:

Dados: m = 336 g V = 98,4 L p = 3 atm M = 28 g atm . L R = 0,082 mol . K

Utilizando a equação de Clapeyron, temos: m 336 pV RT 3 . 98,4 . 0,082T 295,2 0,984 T M 28 T = 300 K ou T = 27o C

02. ideal a – 23ºC. Quando aquecemos lentamente o sistema até 127ºC, uma válvula deixa escapar gás, a fim de manter a pressão constante, durante todo o processo. Determine a fração do gás inicial que escapa.

SOLUÇÃO:

Do texto, observamos que o volume e a pressão do gás permanecem constantes. Aplicando a Equação de Clapeyron, temos: pV = nRT n1RT1 = n2RT2 n1T1 = n2T2 (I) São dados: T1 = –23oC = 250 K T2 = 127oC = 400 K Substituindo esses valores na expressão (I), encontramos: n1 . 250 = n2 . 400 n2 = 0,625n1 ou n2 = 62,5%n1

Portanto, o gás que escapa representa 37,5% da massa inicial.

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P0 . V0 Pf . Vf = n0 . T0 n f . Tf

Finalmente, suponha que um certo número de mols de gás n 0 encontra-se num estado de equilíbrio caracterizado pela pressão P 0, ocupando um volume V 0, a uma temperatura absoluta T0. Sabemos que essas grandezas se relacionam matematicamente pela equação: P 0 . V 0 = n 0 . R . T 0. Se esse gás sofre uma transformação termodinâmica e atinge um outro estado de equilíbrio no qual sua nova pressão vale P f, seu novo volume Vf, sua nova temperatura absoluta Tf e inclusive seu novo número de mols seja nf, essas grandezas se relacionam matematicamente pela equação: P f . V f = n f . R . Tf. Igualando as duas expressões através da constante universal dos gases, temos:

03. Um cilindro de 2,0 litros é dividido em duas partes por uma parede móvel fina, conforme o esquema a seguir. O lado esquerdo do cilindro contém 1,0 mol de um gás ideal. O outro lado contém 2,0 mols do mesmo gás. O conjunto está à temperatura de 27o C. Adote R = 0,082 atm . litro / mol . K.

(A) Qual será o volume do lado esquerdo quando a parede móvel estiver equilibrada? (B) Qual é a pressão nos dois lados, na situação de equilíbrio?

SOLUÇÃO:

(A) Primeiramente, a temperatura fornecida deve ser passada para a escala Kelvin para o uso correto da equação geral dos gases: 27 + 273 = 300 K nRT ; porém, a temperatura e a pressão são as PV nRT V P mesmas nos dois compartimentos, além de R, que é uma constante; portanto, temos: V1 n1 1 V2 2V1 V2 n2 2 Então: V1 + V2 = 2 V2 = 2 . V1 ; logo: V1 = 2/3 litro.

(B) Como ocorre equilíbrio, podemos achar o valor da pressão escolhendo um dos lados da parede móvel do cilindro. Escolhendo o lado 1, temos: nRT 1. 0,08 . 300 P P 36 atm V 23

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Inicialmente, com a válvula S fechada, o recipiente I contém um gás perfeito à pressão P 0 e o recipiente II está vazio. A seguir, abre-se a válvula S. Sabendo-se que a temperatura final do gás nos dois recipientes é igual à sua temperatura inicial, pode-se afirmar que a pressão final do gás no recipiente II será: (A) P0 (B) 2 P0 (C) P0/2 (D) 3 P0 (E) P0/3

02. Um motorista calibrou os pneus do seu carro à temperatura de 270 C. Depois de rodar bastante, ao medir novamente a pressão, encontrou um resultado 20% superior ao valor da calibração inicial. Supondo invariável o volume das câmaras, a temperatura do ar comprimido deve ter atingido qual valor? 03. O êmbolo da figura pode se mover sem atrito e sem deixar escapar o gás ideal contido no cilindro. Inicialmente, a temperatura do gás é de 270 C. Esquenta-se o sistema lentamente até que a altura h aumenta 50% em relação ao seu valor inicial. Qual a temperatura final do gás?

04. Numa primeira experiência, determinada massa m de um gás perfeito encontra-se no estado definido pelos valores P V e T da pressão, do volume , e da temperatura absoluta, respectivamente. Numa segunda experiência, uma massa m/2 do mesmo gás encontra-se no estado definido pelos valores P/3 da pressão, e 2V do volume. Nessa segunda experiência, a temperatura absoluta do gás é: (A) T/2; (B) 3 T; (C) T/3; (D) 3T/4; (E) 4T/3.

05. Um recipiente de paredes rígidas e isolantes contém um gás ideal em equilíbrio termodinâmico sob pressão p e numa temperatura absoluta T. Devido a um defeito na válvula que controla a entrada e a saída do gás, ocorre um pequeno escapamento. Reparado o defeito na válvula, verificase que o gás restante atinge um novo estado de equilíbrio sob pressão 0,60p e numa temperatura absoluta 0,80 T. Que fração do número inicial de moléculas do gás restou no recipiente?

06. Uma bola de futebol impermeável e murcha é colocada sob uma campânula, num ambiente hermeticamente fechado. A seguir, extrai-se lentamente o ar da campânula até que a bola acabe por adquirir sua forma esférica. Ao longo do processo, a temperatura é mantida constante. Ao final do processo, tratando-se o ar como um gás perfeito, podemos afirmar que: (A) (B) (C) (D) (E) a pressão do ar dentro da bola diminuiu; a pressão do ar dentro da bola aumentou; a pressão do ar dentro da bola não mudou; o peso do ar dentro da bola diminuiu; a densidade do ar dentro da bola aumentou.

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07. Dois gases ideais, denominados G1 e G2, ocupam volumes idênticos, porém p1 = 2p 2 e T2 = 3/5 T1 (p e T são, respectivamente, pressão e temperatura absoluta). Se o número de mols de G1 é 12, qual será o número de mols de G2? (A) 10 (B) 6 (C) 14,4 (D) 7,2 (E) 12 08. Um recipiente contém uma dada quantidade de gás ideal à pressão atmosférica p 0 e à temperatura t0 = 27o C. O recipiente possui um dispositivo que permite a saída ou a entrada de gás de modo a manter a pressão interna sempre constante. O sistema é aquecido até atingir uma temperatura t, e, durante esse processo, 1/6 da quantidade inicial de gás escapa do recipiente. Determine, em graus Celsius, a temperatura t. 09. Dudu é apaixonado por jogar futebol. Certo dia, ele combinou com seus amigos jogar uma partida na quadra de seu prédio, à noite. Durante a tarde, ele procurou sua bola e encontrou-a ao Sol, verificando que estava bem cheia. No entanto, à noite, seus amigos reclamaram que ele poderia ter enchido melhor a bola. Sabendo que à noite estava bem frio, como você explicaria o fato da bola ter ficado um pouco murcha? 10. Quatro recipientes metálicos, de capacidade diferentes, contêm oxigênio. Um manômetro acoplado a cada recipiente indica a pressão do gás. O conjunto está em equilíbrio térmico com o meio ambiente. Considere os valores das pressões e dos volumes indicados na ilustração e admita que o oxigênio comporta-se como um gás ideal. Podese concluir que o recipiente que contém maior número de moléculas de oxigênio é o da figura: (A) I; (B) II; (C) III; (D) IV. 11. Passando em frente a um posto de combustível, um motorista deparouse com a seguinte faixa: GNV MAIS PRESSÃO MENOS TEMPERATURA MAIS GÁS NO SEU TANQUE Esta propaganda significa que: (A) o aumento de pressão aumenta o rendimento do carro; (B) à temperatura mais baixa aumenta o rendimento do carro; (C) para um mesmo volume quanto maior for a pressão e quanto menor for a temperatura, maior será a massa de gás; (D) esta é uma propaganda enganosa.
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01. Dois recipientes (I e II) na figura abaixo, de volumes respectivamente iguais a V e 2V, são interligados por um tubo de volume desprezível, provido de uma válvula S.

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Se mantidas as demais características do sistema, a temperatura passar a ser 600 C, o valor de h variará de, aproximadamente: (A) 5% (B) 10% (C) 20% (D) 50% (E) 100%

02. Uma certa quantidade de gás ideal encontra-se no interior de um recipiente indilatável que contém uma válvula de pressão. Sabe-se que a pressão inicial do gás vale 6,0 atm. Mantendo-se a temperatura constante, deixa-se escapar através da válvula 1/4 da quantidade de gás no interior do recipiente. Qual a nova pressão do gás? 03. Quando um carro está em movimento, os pneus ficam aquecidos devido ao atrito com a estrada. O que deve ocorrer com a pressão no interior dos pneus aquecidos? (Considere o volume como uma grandeza constante.)

04. Um “freezer”, recém-adquirido, foi fechado e ligado quando a temperatura ambiente estava a 270 C. Considerando que o ar se comporta como um gás ideal e a vedação é perfeita, determine a pressão no interior do “freezer” quando for atingida a temperatura de –190 C: (A) 0,40 atm (B) 0,45 atm (C) 0,85 atm (D) 1,0 atm (E) 1,2 atm

05. Em uma certa transformação gasosa, a pressão e o volume de um gás ideal são mantidos constantes. Verifica-se que a temperatura absoluta do gás é duplicada. Qual das opções propostas pode melhor representar a quantidade de moléculas do gás que escapa do recipiente ao longo da transformação? (A) (B) (C) (D) a metade; 2/5; 1/3; 3/4.

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(A) (B) (C) (D) (E) N 2 2 3 4 6 T 600 450 500 400 250 (A) 15/16 atm (B) 7/8 atm (C) 1/4 atm (D) 7/16 atm (E) 1/8 atm (A) 8,0 g (B) 16 g (C) 22,4 g (D) 24 g (E) 32 g (A) a pressão final do gás; (B) a temperatura, em oC, em que ocorreu a expansão.
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01. O cilindro da figura a seguir é fechado por um êmbolo que pode deslizar sem atrito e está preenchido por uma certa quantidade de gás que pode ser considerado ideal. À temperatura de 300 C, a altura h na qual o êmbolo se encontra em equilíbrio vale 20 cm (ver figura; h se refere à superfície inferior do êmbolo).

06. Dois recipientes de mesmo volume estão ligados por um tubo de diâmetro pequeno provido de um registro (inicialmente fechado). O recipiente (1) contém 4 mols de hidrogênio a 300 K. O recipiente (2) contém n mols do mesmo gás à temperatura T. Assinale, entre as opções oferecidas, aquela que indica valores n e T compatíveis com a observação experimental seguinte: “Ao abrir-se o registro, verifica-se um fluxo de gás do recipiente (1) em direção ao recipiente (2).”

07. Um certo recipiente aberto contém ar à temperatura absoluta T e sob pressão atmosférica local. A que temperatura se deve aquecer o recipiente para que escape a quinta parte das moléculas de ar contidas no início da experiência?

08. Num recipiente indeformável, provido de válvula especial, encontram-se confinados 2 mols de oxigênio (molécula-grama = 32 g) nas CNTP. Num dado instante, abre-se a válvula e permite-se que 8 g do gás escapem, mantendo-se, contudo, a mesma temperatura. A nova pressão do gás é: (Dado: R = 0,082 atm.L/mol.K.)

09. Quando se estuda o comportamento físico de uma massa gasosa (gás ideal), são levadas em consideração as chamadas variáveis de estado, ou seja, a pressão, o volume e a temperatura. Isto posto, podemos afirmar que a massa de 11,2 litros de oxigênio (M = 32 g) nas CNTP (condições normais de temperatura e pressão) é:

10. A quantidade de 2,0 mols de um gás perfeito se expande com temperatura constante. Sabendo que no estado inicial o volume era de 8,20 L e a pressão de 6,0 atm e que no estado final o volume passou a 24,6 L, determine: (Dado: constante universal dos gases perfeitos: 0,082 atm.L/mol.K.)

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Estudo dos Gases 2
RESUMO TEÓRICO:

Este módulo continua o treinamento da sua percepção das transformações gasosas; porém, vamos usar um pouco mais as armas matemáticas que temos a nossa disposição, particularizando as equações e analisando os gráficos para cada transformação gasosa especial.

TRANSFORMAÇÃO ISOBÁRICA

Nesta transformação gasosa particular, a pressão do gás permanece constante, ou seja, a pressão no estado inicial (P0) é igual à pressão no estado final (Pf). Vamos analisar primeiramente as isobáricas, em que o número de mols é também constante; portanto, temos: Como sabemos, ÐÊ = ²ÎÌ ±« Ê = ²Î Ì. Ð

Na evolução citada a pressão é mantida constante; logo: ²Î = constante = K Ð V = k . T.

A função V = k . T tem uma reta como representação gráfica.

TRANSFORMAÇÃO ISOCÓRICA (ISOMÉTRICA)

Nesta transfomação gasosa particular, o volume do gás permanece constante, ou seja, o volume no estado inicial (V0) é igual ao volume no estado final (Vf). Vamos analisar primeiramente as isocóricas, em que o número de mols é também constante; portanto, temos: ²Î Como sabemos, ÐÊ = ²ÎÌ ±« Ð = Ì. Ê

Na evolução citada o volume é mantido constante; logo: ²Î = constante = K Ê P=k.T

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PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO
A função P = k . T tem uma reta como representação gráfica.

TRANSFORMAÇÃO ISOTÉRMICA

Nesta transfomação gasosa particular, a temperatura do gás permanece constante, ou seja, a temperatura no estado inicial (T0) é igual à temperatura no estado final (Tf). Vamos analisar primeiramente as isotérmicas, em que o número de mols é também constante; portanto, temos: Como sabemos, PV = nRT. Na evolução citada a temperatura é mantida constante; logo: PV = constante = K PV = k Ð= Õ . Ê

A função Ð =

Õ tem uma hipérbole como representação gráfica. Ê

Observação: Note que, para sistemas gasosos de massa constante, as transformações obedecem à relação matemática: P . V = K . T; portanto, a temperatura absoluta do gás (T) é diretamente proporcional ao produto (P . V).

36

FÍSICA I

Vestibular

SOLUÇÃO:

Do estado 1 para o estado 2: O volume diminui, a pressão aumenta e a temperatura se mantém constante: nRT k . V= = P P

Do estado 2 para o estado 3: O volume cresce linearmente com a temperatura, enquanto a pressão se mantém constante: nR V= . T = kT P .

Do estado 3 para o estado 1: O volume se mantém constante, enquanto a pressão e a temperatura decrescem linearmente: nR P= . T = kT V .

01. Qual dos gráficos a seguir melhor representa o que acontece com a pressão no interior de um recipiente contendo um gás ideal, a volume constante, quando a temperatura aumenta?

(A)

(B)

(C)

PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO
SOLUÇÃO:
As forças de pressão do gás equilibram as forças externas. As pressões exercidas pelo êmbolo em cada caso são: Ó¹ íðð ¹ Situação inicial: Ðï = = Í Í ø Ó ³÷¹ Í ìðð ¹ Í Situação final: Ðî Sendo a transformação isotérmica, temos: p1V1 = p2V2 p1Sh = p2Sh1 p1h = p2h1 300g/S . 80 = 400g/S . h1 24000 = 400h1 (D) (E)

01. Uma determinada massa de gás perfeito, inicialmente no estado 1, sofreu as seguintes e sucessivas transformações gasosas: foi comprimida isotermicamente até um estado 2; depois, foi aquecida isobaricamente até um outro estado 3; e, finalmente, esfriada isometricamente retornando ao estado 1. Esboce um diagrama Volume x Temperatura Absoluta representando a sucessão de transformações descritas.

02. (FEI-SP) Na figura, o êmbolo E de massa M = 300 g, móvel sem atrito, e o cilindro C encerram uma amostra de gás perfeito.

Fazendo-se vácuo no ambiente externo ao cilindro, o êmbolo fica em equilíbrio a uma altura h = 80 cm. Colocando-se sobre o êmbolo um corpo A de massa m = 100 g, qual a nova altura h1 do êmbolo na posição de equilíbrio, sabendo-se que não houve variação de temperatura?

h1 = 60 cm

V = 8. aquele que corresponde ao diagrama dado é: (A) (B) (C) 04. e C do gráfico (pV) da figura representam três estados de determinada massa de um gás perfeito. P = 3. 03. V = 2. podemos afirmar que: (A) Qual a temperatura do gás no estado final? (B) Determine se. Sendo TA . A figura abaixo mostra como varia o volume de uma quantidade constante de gás ideal em função de sua temperatura. Sendo P a pressão desse gás. P = 1. V = 6. Dos diagramas a seguir. alguma outra das grandezas relevantes permanece constante. B. V = 1 e P = 6. TB e TC as temperaturas absolutas correspondentes.FÍSICA I 02. ao longo de uma transfor mação de estados de equilíbrio. ao longo da transformação. Os pontos A. Os pares de pontos pressão (P) e volume (V). em Kelvin. V = 2 e P = 8. V = 9 e P = 4. (D) (E) 07. Determine: (A) o volume V2. V = 1. O gráfico abaixo representa uma transformação isotérmica sofrida por certa massa de um gás perfeito. V = 2 e P = 2. (B) a pressão P3 . P = 2. P = 3. V = 16. Pergunta-se: Vestibular 05. V = 2 e P = 6. a melhor representação gráfica dessa transformação é: (A) (D) (B) (E) (C) 38 . IVF1M8 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) TC > TB > TA (B) TC = TB > TA (C) TC = TB = TA (D) TC < TB = TA (E) TC > TB = TA 06. que podem representar esta transformação. com sua temperatura absoluta T variando proporcionalmente ao seu volume V. Uma certa quantidade de gás perfeito passa por uma transformação isotérmica. são: (A) (B) (C) (D) (E) P = 4. Uma determinada massa de gás perfeito sofre as transformações A B C indicadas no diagrama abaixo. além da massa. Certa massa de gás ideal sofre uma transformação isobárica.

FÍSICA I Vestibular 08. pode-se afirmar que: (A) T1 = T2 = T3 (B) T1 = T2 e T1 > T3 (C) T1 = T3 e T1 >T2 (D) T1 = T3 e T1 <T2 (E) T1 = T2 e T1 <T3 02. Um gás ideal evolui de um estado A para um estado B. a temperatura era 50 K. de acordo com o gráfico representado a seguir. Submete-se o gás a duas transformações. (D) (E) duplicar. respectivamente: (A) P1 = P0/2 e P2 = P0/4. ao final da segunda transformação. O gráfico da pressão p em função do volume V de um gás ideal representa uma transformação cíclica ocorrida em três fases. de uma transformação isotérmica. (C) P1 = P0 e P2 = P0/2. A temperatura no estado A vale 80 K. as temperaturas em B e C valem. quadruplicar. para um estado final de equilíbrio Q. 750 e 500. respectivamente. no estado final Q a temperatura é: (A) 200 K (B) 350 K (C) 400 K (D) 700 K 10. na seguinte ordem: 1) dobra-se o volume do recipiente. ao final da primeira transformação. Uma dada massa de gás ideal sofreu evolução termodinâmica que a levou a um estado inicial de equilíbrio P situado no plano pressão x volume. 750 e 250. Em relação a essas temperaturas. finalmente. respectivamente: IVF1M8 . PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (E) P1 = 2P0 e P2 = 4P0. Inicia-se o ciclo por uma transformação isobárica. (C) permanecer constante. são. seguida de uma transformação isovolumétrica e. Sendo a temperatura em A de 1000 K. mantendo-se a temperatura constante. 1000 e 750. sua temperatura no estado B vale: (A) (B) (C) (D) (E) 120 K 180 K 240 K 300 K 360 K (A) (B) (C) (D) (E) 500 e 250. 39 03. Sejam T1. 2) reduz-se a temperatura à metade. (D) P1 = 2P0 e P2 = P0. conforme a figura: Se. (B) P1 = P0/2 e P2 = P0. 1000 e 500. 2 e 3. A pressão P1. Um recipiente de volume V0 contém gás ideal à pressão P0 e temperatura T0. podemos afirmar que irá: (A) reduzir-se à quarta parte. 09. em K. na qual sua temperatura absoluta é reduzida à metade. T2 e T3 as temperaturas do gás nos pontos 1. Certa massa de gás ideal sofre uma transformação isobárica. Logo. Quanto ao volume desse gás. (B) reduzir-se à metade. Uma certa massa de gás sofre transformações de acordo com o gráfico. no estado inicial. e a pressão P2. 01. mantendo-se constante o volume obtido na primeira transformação.

Os pontos A e B indicam dois estados desta amostra. é correto afirmar: (A) (B) (C) (D) (E) Ta > Tb > Tc > Td Ta < Tb < Tc < Td Ta < Tb. onde o trecho BC é uma hipérbole. b. os estados intermediários são representados pelos pontos do segmento AB. O diagrama abaixo representa a pressão (p) em função da temperatura absoluta (T). conforme indica o esquema abaixo: Vestibular 07. respectivamente.FÍSICA I 04. No decorrer da transformação. a temperatura do estado final é: (A) 100 K (C) 350 K (E) 700 K 06. Tc > Td Ta > Tb. podemos afirmar que. Em relação às temperaturas dos estados a. a temperatura do gás será máxima quando o volume for (em unidades arbitrárias)? IVF1M8 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Sendo VA e VB os volumes correspondentes aos estados indicados. Tc < Td (B) 200 K (D) 400 K 09. Chamando de TA e TB as temperaturas do gás nos estados A e B. caracterizado pelo ponto B. no estado B. a temperatura é de: (A) 273 K (B) 293 K (C) 313 K (D) 586 K (E) 595 K 40 . Leva-se determinada massa de um gás (suposto perfeito) de um estado inicial (A no gráfico PV representado) a um estado final (B). caracterizado pelo ponto A do plano pressão–volume (p x V). Determinada massa de gás hélio sofreu uma transfor mação que a levou de um estado inicial de equilíbrio. que representa uma transformação isovolumétrica de um gás ideal. Um gás ideal passa de um estado A para um estado B. Nessa transformação. c e d. então: (A) TA = TB (B) TA = 2TB (C) TB = 2TA (D) TA = 4TB (E) TB = 4TA 05. Com base no gráfico a seguir. conforme a figura. podemos afirmar que a razão VA/VB é: (A) 1/4 (B) 1/2 (C) 1 (D) 2 (E) 4 08. Se a temperatura do estado inicial era 100 K. para uma amostra de gás ideal. Um gás perfeito sofre as transformações indicadas no gráfico pressão x volume. Tc = Td Ta > Tb. para um estado final de equilíbrio. Tb = Tc. Tb = Tc. Tb = Tc.

Uma determinada massa de gás perfeito.FÍSICA I Vestibular 10. e. assinale aquele que melhor representa a sucessão de transformações descritas: (A) (B) (C) ANOTAÇÃO ––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––– ––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––– ––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––– ––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––– ––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––– ––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––– ––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––– ––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––– ––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––– ––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––– ––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––– ––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––– ––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––– 41 IVF1M8 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (D) (E) . retornando ao estado 1. inicialmente no estado 1. sofreu as seguintes e sucessivas transformações gasosas: foi contraída isotermicamente até um estado 2. Dentre os diagramas Volume x Temperatura Absoluta apresentados. depois foi aquecida isobaricamente até um outro estado 3. esfriada isometricamente. finalmente.

– Volume cresce – Volume decresce >0 <0 te ) I A 1ª LEI DA TERMODINÂMICA f f II 42 . U>0 U<0 CALOR ASSOCIADO À TRANSFORMAÇÃO ( Q) Observação: Q > 0. temos: TRABALHO REALIZADO POR UM GÁS Seja f IVF1M9 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Q). as grandezas físicas relevantes são: U). v). V INTERPRETAÇÃO GRÁFICA U = 3/2 nRT. A VARIAÇÃO DA ENERGIA INTERNA DO GÁS ( U) Tf > T 0 Tf < T 0 Tf T 0 Portanto. Q < 0.Termodinâmica 1 No estudo da 1ª Lei da Termodinâmica.

1 2 1 1 2 1 2 2 1 2 ao lado.FÍSICA I Vestibular CICLOS num PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 1 1 2 2 de volume). num Observação: 43 IVF1M9 . 1 2 /m.

V T 5 .FÍSICA I Vestibular 01. 10 5 cm 02. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO . 10 5 m m . 10–1 U U P . 10 4 N/m 2 SOLUÇÃO: 4 N/m2 cm 5 –1 m V 4 . 1 .0 .V T 01 02. de 2. SOLUÇÃO: ) P .

5 5 5 5 5 09. T1 2 ou T1 < T2. 06. 45 IVF1M9 .FÍSICA I 03. seguir: 0 1 2 . PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 08. Vestibular 04. 05. 1 e T2 e verifique se T1 > T2. 07.

IVF1M9 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 03. 02. 04. –2 –2 e 46 .FÍSICA I 10. . Vestibular 01. 5 2 N/m 2.

06. 10. 09.FÍSICA I Q A B C B C A + W U + 07. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 08. C . Vestibular 05. o C. 47 IVF1M9 .

o ponto O como referencial e um carro deslocando-se sobre ela. Considere a trajetória a seguir. POSIÇÃO ESCALAR A posição escalar “S” de uma partícula é a sua distância medida sobre a trajetória. Este referencial é denominado bidimensional pela necessidade de duas coordenadas. temos um referencial tridimensional. Exemplos de corpos que não podem ser considerados partículas Um carro manobrando em uma garagem.Conceitos Básicos de Cinemática Escalar PARTÍCULA OU PONTO MATERIAL “Partícula ou ponto material é um corpo cujas dimensões são desprezíveis em relação às demais envolvidas no fenômeno.” Exemplo 1 A localização de um carro em uma rodovia é feita através de sua distância.” TRAJETÓRIA “É o caminho descrito pela partícula em relação a um referencial”. Este referencial é denominado unidimensional pela necessidade de uma única coordenada. 2 – o trem está em movimento em relação à ferrovia. mas em repouso em relação aos passageiros. Exemplo 3 A localização de um avião em vôo é feita através de três coordenadas (latitude. um avião em vôo sobre o Atlântico. a um ponto fixo tomado como referência. em relação a um ponto fixo tomado como referência. um trem atravessando uma ponte. um navio em alto-mar etc. longitude e altitude). IVF1M10 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO REPOUSO E MOVIMENTO Um corpo é dito em repouso em relação a um dado referencial quando nenhuma de suas coordenadas varia no decorrer do tempo. mas em movimento em relação ao trem. Quando uma pessoa viaja em um trem que se desloca em relação à ferrovia. um navio atracado em um cais etc. 3 – os postes da ferrovia estão em repouso em relação à paisagem. Sendo assim. uma bola de futebol chutada pelo goleiro. medida sobre a estrada.” Exemplos de Partículas Um carro viajando em uma estrada. mas em repouso em relação a um outro passageiro. Se pelo menos uma das coordenadas varia. Exemplo 2 A localização de um barco em alto-mar é dada pela longitude e latitude. é dito em movimento. “Repouso e movimento são situações que dependem do referencial. temos várias situações distintas: 1 – o viajante está em movimento em relação à paisagem. Referencial “É um sistema de eixos em relação aos quais se localiza a posição de uma partícula no decorrer do tempo. 48 .

precisamos analisar dois exemplos práticos: 1 – Um carro faz uma viagem do Rio a Cabo Frio (200 km) em 2. expressa a rapidez com que a posição de uma partícula varia no tempo. é praticamente a mesma.6 = 54 km/h O gráfico abaixo mostra como é possível extrair do gráfico S x t a velocidade escalar média de uma partícula entre os instantes t1 e t2. que corresponde a 72 km/h. 49 IVF1M10 .0005 s. Exemplos: S = 5t + 3 S = 3t2 + 5t – 4 S = 10 cos 3t DESLOCAMENTO ESCALAR O deslocamento escalar ou variação de posição é a diferença entre duas posições escalares ocupadas pelo móvel em dois instantes de tempo distintos. pudéssemos medir o tempo gasto para um carro percorrer uma distância de 1. VELOCIDADE ESCALAR INSTANTÂNEA Como o tempo de observação é extremamente pequeno.FÍSICA I As posições escalares do carro quando passa pelos pontos A.0 km SB = 0 SC = 4. A velocidade indicada pelo velocímetro é instantânea. A velocidade média encontrada seria 1. calculada entre o início e o fim da viagem.0005 = 2000 cm/s ou 20 m/s. ʳ Í ¬ FUNÇÃO HORÁRIA DE POSIÇÃO É qualquer função matemática que relacione a posição escalar do móvel com o instante de tempo.0 km Vestibular A velocidade. considerando-se o deslocamento e o tempo de observação os menores possíveis.0/0. o seu velocímetro indicava 80 km/h? Claro que não.6 km/h = 1. ao passar pelo topo da ponte Rio-Niterói. Sua velocidade média é de 200/2.5 = 80 km/h.5 horas. Considere a trajetória abaixo: Quando o móvel se desloca de A para B. Em resumo: A velocidade escalar instantânea é obtida. S0 = posição inicial do movimento Sf = posição final do movimento t0 = instante inicial do movimento tf = instante final do movimento Variação de Posição do Movimento ( S) S = Sf – S0 Intervalo de Tempo do Movimento ( t) t = tf – t0 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO INTERPRETAÇÃO GRÁFICA UNIDADES No SI m/s Prática km/h Atenção: 3.00 cm e encontrássemos 0. Será que podemos afirmar que. O valor médio de uma velocidade é a razão entre a variação de posição medida e o intervalo de tempo relativo. ao longo deste deslocamento. e ao seu valor damos o nome de velocidade escalar instantânea. através de sensores especiais. de uma forma geral. podemos concluir que a indicação do velocímetro do carro. B e C são respectivamente: SA = –3.0 m/s éî µ³ ñ ¸ = éî = îð ³ ñ íô ê 15 m/s = 15 x 3. 2 – Suponha agora que. o seu deslocamento escalar vale: S = SB – SA VELOCIDADE ESCALAR MÉDIA A figura abaixo mostra o movimento de uma partícula analisado através de uma trajetória orientada. já que o valor citado é uma média. Para entendermos este conceito.

MOVIMENTOS PROGRESSIVOS E RETRÓGRADOS Quando uma partícula se desloca no mesmo sentido da orientação da trajetória.FÍSICA I Vestibular INTERPRETAÇÃO GRÁFICA A análise cuidadosa do gráfico abaixo mostra como entender a velocidade instantânea de um móvel. (A) Júlia Tomás (C) Júlia Tomás (B) Júlia 02. de três carros que se movem no mesmo sentido e na mesma estrada retilínea. Tomás (D) Júlia Tomás 50 . como observadas por Júlia e por Tomás. 01. caso contrário. é denominado retrógrado. quando deixa cair uma moeda. em função do tempo. seu movimento é dito progressivo. Observe que S1 > S2 > S3 e. Note que no movimento progressivo “S” aumenta no decorrer do tempo. com velocidade constante. Nos retrógrados. Considere desprezível a resistência do ar. Em cada instante t1. V3 > V2 > V1. Nos movimentos progressivos. Tomás está parado na rua e vê a moeda cair. é negativa. a velocidade do móvel é positiva. t2 e t3 é possível calcular a velocidade instantânea do móvel pela determinação do coeficiente angular das retas tangentes à curva. O intervalo de tempo que o carro Z leva entre ultrapassar o carro X e depois ultrapassar o carro Y é de: IVF1M10 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Note que no movimento retrogrado “S” diminui no decorrer do tempo. portanto. Júlia está andando de bicicleta. (UFPE) O gráfico a seguir mostra a posição. Assinale a alternativa em que mais bem estão representadas as trajetórias da moeda.

0 km. verifica que os marcos indicativos de quilometragem na estrada estão dispostos de 2. (B) L. ele lança uma bola. um passageiro decide calcular a velocidade escalar média do ônibus. Desprezando-se a resistência do ar. enquanto Daniel continua a se mover em trajetória retilínea. (UFMG) Observe esta figura: (D) 25 s (E) 30 s Vestibular Assim sendo.0 em 2. 51 IVF1M10 . do seu ponto de vista. No instante t1. 05. no instante t2 o ponto em que a bola estará. deixa-se cair um pequeno objeto. 04. (UERJ) Um avião se desloca com velocidade constante. as trajetórias descritas pelo objeto. (C) M. No instante t2 a bola retorna à mesma altura de que foi lançada. A bola sobe alguns metros e cai. vistas por observadores no avião e no solo. Despreze os efeitos da resistência do ar. em km/h. MAIS provavelmente. sobe verticalmente. estão representadas por: no avião no solo (A) (B) (C) (D) (E) PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Daniel está andando de skate em uma pista horizontal. Primeiramente.FÍSICA I (A) 10 s (B) 15 s (C) 20 s 03. Durante uma viagem entre duas cidades. é: (A) K. dependendo do módulo da velocidade de lançamento. (D) qualquer um. Calcule a velocidade escalar média do ônibus neste trecho da viagem. como mostrado na figura: Ao atingir uma certa altura. O ônibus passa por três marcos consecutivos e o passageiro observa que o tempo gasto pelo ônibus entre o primeiro marco e o terceiro é de 3 minutos. com velocidade constante. que.

Qual a velocidade escalar média do automóvel entre as duas passagens? 07. em gráfico cartesiano. A figura representa. Que velocidade constante um outro ônibus deveria manter para fazer esta viagem no mesmo tempo do primeiro? 09. Os primeiros 40 km ele faz com certa velocidade escalar média V e os restantes 100 km com velocidade média que supera a primeira em 10 km/h. (PUC-RJ) A posição escalar de um móvel (S) com o tempo (t) é dada pelo gráfico abaixo. os sinais são sincronizados de tal forma que os carros. (B) no segundo trecho da viagem. de dois ônibus que partiram simultaneamente. pára por meia hora e percorre mais 200 km em 2. como a coordenada da posição de um ônibus ao longo de uma estrada varia em função do tempo durante uma viagem. Um automóvel passou pelo km 48 de uma estrada às 13h12min e pelo km 52 às 13h16min.33 m/s. trafegando a uma determinada velocidade.FÍSICA I Vestibular 06. Vm = 1 m/s V3 = 0 m/s.5 h. Vm = 0 m/s V3 = 0 m/s. Qual a velocidade escalar média em todo o percurso? IVF1M10 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 03. 08.33 m/s. Vm = 2 m/s V3 = 1. As distâncias são medidas a partir do Recife. Sabendo que a distância entre sinais sucessivos (cruzamentos) é de 200 m e que o intervalo de tempo entre a abertura de um sinal e o seguinte é de 12 s. Determine a velocidade escalar média do carro: (A) no primeiro trecho da viagem. Numa avenida longa. (UFPE) O gráfico ao lado mostra as posições. 30 km a 60 km/h e finalmente 110 km a 100 km/h. Um carro faz um percurso de 140 km em 3 h. O ônibus A partiu do Recife para Caruaru e o ônibus B partiu de Caruaru para o Recife. Vm = 0 m/s V3=1. Um carro percorre 100 km em 2.0 h. ocorre o encontro entre os dois ônibus? (A) 30 (B) 40 (C) 50 (D) 60 (E) 70 02. (C) ao longo de toda a viagem. Qual é a velocidade instantânea V3 em t = 3 s e qual é a velocidade escalar média Vm entre os instantes t = 2 s e t = 4 s? V3 = 1. em função do tempo.33 m/s. Um automóvel percorre. encontrem sempre os sinais abertos (onde está verde). em km. sem parar. A que distância do Recife. Vm = 1 m/s (A) (B) (C) (D) (E) 04. com que velocidade os carros devem trafegar para encontrar os sinais abertos? (A) 30 km/h (B) 40 km/h (C) 60 km/h (D) 80 km/h (E) 100 km/h 01. A velocidade média nos primeiros 40 km é de: 52 . e sucessivamente: 20 km a 50 km/h.

Em uma corrida de Fórmula 1. acaba a gasolina do carro. (B) Após quanto tempo do lançamento o corpo retornará ao solo? 09. a bola estava localizada a 14 metros da linha do gol. IVF1M10 . (A) Após quanto tempo o corpo estará a 15 m de altura? Explique as duas respostas encontradas. t = 0. progressivamente. No instante do chute. com seu carro. o carro passa pela linha de chegada. o piloto Miguel Sapateiro passa. mantendo velocidade constante. pela linha de chegada e avança em linha reta. na Copa de 2002. Antes do fim da reta. Assinale a alternativa cujo gráfico da posição x em função do tempo t MELHOR representa o movimento desse carro. desde o instante do chute até a bola atingir o gol. que diminui a velocidade. Um corpo é lançado do solo verticalmente para cima e sua altura varia com o tempo conforme a função abaixo: h= 20t – St2 h em metros e t em segundos. Use as opções abaixo para responder ao que se segue: I – a trajetória da lâmpada vista pelo caipira é: II – a trajetória da lâmpada vista por alguém parado na calçada e vendo o vexame é: (A) PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO S – 100 + 80t S em quilômetros e t em horas (D) (A) (C) (B) (D) (D) 53 08. No jogo do Brasil contra a China. A Terra gira em torno do Sol em uma órbita elíptica enquanto a Lua gira em torno da Terra em uma órbita quase circular. até parar. A trajetória da Lua vista por um observador colocado no Sol é: (A) (C) (B) 07. e a câmera registrou 24 imagens. onde x = 0. Calcule a velocidade média da bola: (A) (B) (C) (D) (E) 10 m/s 13 m/s 18 m/s 29 m/s 35 m/s 06. Um trem desloca-se em uma estrada e sua posição é descrita pela função horária abaixo: Quanto tempo o trem gasta para ir do km 180 ao km 380 da ferrovia? 10. Um caipira enfeita os aros de sua bicicleta com lâmpadas que são acesas à noite.FÍSICA I (A) (B) (C) (D) (E) 50 km/h 47 km/h 42 km/h 40 km/h 28 km/h (B) (C) Vestibular (E) 05. porém. no instante inicial. Considere que. Roberto Carlos fez um gol que foi fotografado por uma câmera que tira 60 imagens/segundo.

Na Física não poderia ser diferente. Área = S ou Observação: Mesmo que o movimento não seja uniforme. Assim sendo. Gráfico Velocidade versus Tempo (V x t) A velocidade escalar do movimento uniforme é constante e diferente de zero. podemos observar duas consequências imediatas. a área citada é numericamente igual ao deslocamento do corpo. O seu caminhar tem um aspecto repetitivo. t 54 . a aceleração será nula. teremos um único valor para velocidades instantânea e média. t FOTOGRAFIA ESTROBOSCÓPICA Esta fotografia é obtida com o diafragma da máquina aberto e um foco de luz piscando ritmicamente sobre a partícula em movimento. Um gráfico vale mais do que mil palavras. 2ª – Não havendo variação de velocidade. Assim sendo. a fotografia obtida tem o aspecto abaixo: GRÁFICOS Todos os ramos da atividade humana têm sua análise extremamente facilitada pelo estudo dos gráficos. t Gráfico Posição versus Tempo (S x t) A posição de um móvel em movimento uniforme varia linearmente com o tempo segundo a equação abaixo: S = S0 + V .t ou S = S0 + V . em uma mesma foto.” CONSEQUÊNCIAS Tendo por base o conceito acima. a partícula está passando pelo ponto A e. Equação dos Deslocamentos Como foi dito acima. Com este IVF1M11 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO procedimento.Movimento Uniforme CONCEITO Ao observarmos uma pessoa caminhando na praia fazendo o seu exercício matinal. obtemos. pelo ponto B. não faremos distinção entre velocidade média e instantânea. Área = Ê ¬ Í ¬ ¬ . 1ª – Como a velocidade escalar é constante. No caso do movimento uniforme. o gráfico v x t é uma reta paralela ao eixo t. Observe que a área sombreada entre a curva representativa e o eixo t é numericamente igual ao deslocamento sofrido pelo corpo em um dado intervalo de tempo. No esquema. Movimentos como este são chamados de uniformes. em um instante genérico t. podendo ser acima (movimento progressivo) ou abaixo (movimento retrógrado). estão indicadas as posições inicial e final. EQUAÇÕES Considere o movimento de uma partícula como indica o esquema abaixo: Em t = 0. “Movimento uniforme é todo aquele em que a velocidade escalar se mantém constante com o decorrer do tempo. a partícula em várias posições de seu movimento. além do deslocamento entre A e B. S=V. pois sua velocidade escalar é constante. podemos concluir: Ê Í ¬ Í ¬ ð Í ¬ Função Horária de Posição Observe que S = S – S0 Assim: S – S0 = V . notamos que a cadência de suas passadas é sempre a mesma.

Qual a duração real da cena filmada? 03. 2º Caso: Os carros deslocam-se em sentidos contrários Neste caso. faremos uma troca de referencial. S0 > 0. são dadas em relação à Terra. uma torneira mal fechada goteja à razão de 2 gotas por segundo. sendo a velocidade relativa obtida. a fim de que consiga perceber o eco do som emitido? 05. Vestibular A posição inicial é o valor de S para t = 0. Considere dois carros que se deslocam sobre uma mesma rodovia. A figura mostra o instante em que o trem A começa a ultrapassar o trem B. Suponha que este barulho tenha sido capaz de dar a volta em torno da Terra. A que distância.FÍSICA I Esta é uma função do 1º grau e o seu gráfico resulta em uma reta. A figura ilustra a propagação do som ao longo de um círculo máximo. Qual a velocidade do caminhão? PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Ê Depois de quanto tempo terminará a ultrapassagem? 55 1º Caso: Os carros deslocam-se no mesmo sentido As velocidades dos carros. de 200 m de comprimento cada um.0 min. Para facilitar. 04. Assim sendo.5 metros. você deve estar da parede. Observe que a posição escalar cresce com o passar do tempo. Tudo se passa como se um estivesse parado e o outro se deslocasse com a velocidade relativa. Dois trens A e B. 01.10 s. Uma cena. a velocidade do som é 340 m/s. normalmente. A velocidade pode ser calculada a partir da razão: Í ¬ VELOCIDADE RELATIVA Muitos exercícios que têm mais de um corpo em movimento simultâneo ficam extremamente facilitados pela adoção do procedimento a seguir. correm em linhas paralelas com velocidades escalares de valores absolutos 54 km/h e 36 km/h no mesmo sentido. Vamos analisar um destes possíveis gráficos. A projeção dura 1. nos seres humanos. Faça 02. filmada originalmente a uma velocidade de 40 quadros por segundo. calcule o tempo que o barulho gastaria para dar uma volta 3. a reta pode assumir diversos aspectos. que é de 6. Com esta suposição e sabendo que a velocidade do som é de 300 m/s. Sabe-se que as sensações auditivas persistem. por exemplo). Nas condições locais. no mínimo. o vulcão Cracatoa explodiu espetacularmente. somando-se as duas velocidades. durante cerca de 0. repetimos o procedimento anterior. provocando um barulho que atravessou continentes. IVF1M11 . percorrendo um círculo máximo de raio igual ao da Terra. Num caminhão-tanque em movimento. passando a estudar o movimento de um carro em relação ao outro. A distância entre marcas sucessivas deixadas pelas gotas no asfalto é de 2. Em 1883. Neste caso. o movimento é progressivo. Neste caso. Suponha que você esteja defronte a uma parede e emita um som isolado (bata palma. na Terra e retornar ao local do vulcão. Dependendo dos sinais de S0 e V.4 x 103 km. é projetada em “câmera lenta” a uma velocidade reduzida de 24 quadros por segundo. a velocidade relativa é a diferença entre as velocidades dos carros.

pode-se concluir que a ordem de grandeza do intervalo de tempo correspondente ao piscar de olhos de Calvin é: .0 x 10 8 m. (B) o comprimento da fila que restou do lado de fora. Podemos afirmar que: (A) P e Q passam. Quando a frequência for de 100 palmadas por minuto. desde o instante em que alcança o trem até o instante em que acaba de ultrapassá-lo. pelo ponto de abscissa x = 0. Avalie: (A) o número de pessoas que entraram na agência. Abaixo se apresenta uma das histórias de Calvin: 01. no mesmo instante. Um trem e um automóvel caminham paralelamente e num mesmo sentido. seus movimentos estão representados. respectivamente. Sendo a velocidade do som igual a 300 m/s. atravessa um túnel de comprimento de 300 m. (C) a velocidade de Q é maior que a de P. A e B. 07. Os seus movimentos são uniformes e as velocidades escalares do automóvel e do trem são. Desprezando-se o comprimento do automóvel e tendo o trem 100 m de comprimento. (UERJ) Dois operários. aproximadamente. (E) P e Q movem-se em sentidos opostos. 08. (D) P e Q passam. a distância. num trecho retilíneo. Quanto tempo demora a travessia? IVF1M11 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) 10–5 s (B) 10–3 s (C) 10 s (D) 103 s (E) 105 s 10. determine: Vestibular (A) Quanto tempo leva o automóvel para ultrapassar o trem? (B) A distância que o automóvel percorre.FÍSICA I 06. as pessoas entram. Repita a questão anterior. (FUVEST) Dois pontos móveis P e Q percorrem um mesmo eixo Ox. pelo gráfico do espaço x em função do tempo t. em metros. no mesmo instante. 30 m/s e 20 m/s. Considerando a velocidade do som constante e de módulo 340 m/s. na figura abaixo. ao longo da qual se distribuem de maneira uniforme 200 pessoas. Um indivíduo bate as mãos ritmicamente em frente a uma parede e ouve o eco das palmadas.5 segundo após o operário A tê-lo ouvido. em relação à Terra. O operário B ouve o som da sirene 1. (UNICAMP) Diante de uma agência do INSS. Em certo instante. 02. com velocidade escalar constante de 72 km/h. (B) a velocidade de Q é igual à de P. 11. entre os dois operários é: (A) 170 (B) 340 (C) 510 (D) 680 (E) 850 09. há uma fila de aproximadamente 100 m de comprimento. qual a distância do indivíduo à parede? 56 Sabendo-se que a velocidade da luz é uma constante física cujo valor no ar é de. durante 30 s. 3. a sirene toca. supondo que os trens estivessem se movendo em sentidos contrários. estão parados no pátio de uma fábrica. com uma velocidade média de 1 m/s. Aberta a porta. pelo ponto de abscissa x = x1.s–1. ele deixará de ouvir o eco das palmadas. pois este chegará aos seus ouvidos no mesmo instante em que ele bate as mãos. Um trem de 200 m de comprimento.

Desprezando o tempo de virada no extremo oposto ao da partida. O gráfico ilustra a posição S. Assinale a alternativa correta: (A) (B) (C) (D) (E) A velocidade no instante t = 200 s vale 0. Um terceiro carro anda na mesma estrada. de uma pessoa caminhando em linha reta durante 400 segundos.5 m2. a distância entre elas é de 5. é. em função do tempo t. o tempo que o trânsito fica contido desde o início do fechamento da cancela até o início de sua abertura. Uma se desloca correndo e a outra andando. parte de B outro móvel Q dirigindo-se à A. As velocidades escalares são de 30 km/h e 50 km/h. Assim que o último vagão passa pelo final do cruzamento. Dois ônibus saem de São Paulo em direção ao Rio de Janeiro com intervalo de saída de 30 min. ambas com movimentos uniformes. Decorridos mais 30 min. A e B. com o objetivo de irem ao outro extremo e retornar ao ponto de partida. vale: (A) 120 (B) 150 (C) 200 (D) 240 (E) 250 05. em cm/h. respectivamente. no mesmo sentido que os primeiros. Qual o intervalo de tempo aproximado entre os encontros do ônibus que se move do Rio para São Paulo com os que vêm de São Paulo? 07. a cancela se abre liberando o tráfego de veículos. move-se com velocidade constante de 36 km/h. (A) Por quanto tempo deverá chover para encher completamente esta caixa-d’água. Vestibular Um terceiro ônibus faz o caminho inverso aproximadamente com a mesma velocidade dos dois primeiros. Da cidade A. distam entre si 400 km. subirá o nível de água na caixa enquanto durar a chuva? IVF1M11 . no mesmo instante. O valor de sua velocidade no instante t = 50 s é menor do que no instante t = 350 s. O trem. a cancela é fechada automaticamente quando o trem está a 100 m do início do cruzamento. calcule a extensão da pista.FÍSICA I 03. Observe que os tempos gastos para alterar a velocidade são desprezados. parte um móvel P dirigindo-se à cidade B. (UFRJ) Duas pessoas partem simultaneamente de um dos extremos de uma pista retilínea. Dois carros andam a 100 m de distância um do outro com velocidades constantes de 20 m/s. 09.5 m/s. Transcorridos 30 min. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) (B) (C) (D) (E) 32 36 44 54 60 57 Considerando que a rua tem largura de 20 m. em s.0 km. A distância da cidade A ao ponto de encontro dos móveis P e Q. em km. Qual é o intervalo de tempo que separa as duas ultrapassagens (do terceiro carro com cada um dos dois primeiros)? (A) 5 s (B) 10 s (C) 15 s (D) 20 s (E) 25 s 06. Uma caixa-d’água com volume de 150 litros coleta água de chuva à razão de 10 litros por hora. Em nenhum instante a pessoa parou. de comprimento 200 m. O deslocamento durante os 400 segundos foi 180 m. com que velocidade. (B) Admitindo-se que a área da base da caixa é 0. Em uma passagem de nível. elas se cruzam no meio da pista. A distância total percorrida durante os 400 segundos foi 120 m. Os ônibus deslocam-se com velocidades aproximadamente constantes de 70 km/h. 08. mas com velocidade de 25 m/s. 04. Duas cidades.

portanto. Calcular a aceleração média para um intervalo de tempo extremamente pequeno. MOVIMENTOS UNIFORMES E VARIADOS Um movimento é dito uniforme quando o módulo de sua velocidade escalar instantânea não varia com o decorrer do tempo.8 m/s2. 58 . Ex. – Um movimento é dito “retardado” quando o módulo de sua velocidade diminui no decorrer do tempo. Tal valor representa a sua aceleração média durante a queda. a queda de um corpo etc. a rotação da Terra em torno do seu eixo. um elevador deslocando-se entre dois andares etc. em uma ultrapassagem. em média. ao longo de 10 s. Observe que a área sombreada é igual à variação de velocidade. uma pedra lançada verticalmente para cima etc. a cada segundo de queda. Em resumo: uma aceleração de 3. O nosso dia-a-dia mostra uma série de movimentos uniformes: O movimento dos ponteiros de um relógio.0 m/s a cada segundo de movimento. a curva representativa no diagrama velocidade-tempo fica “acima do eixo t”. Um movimento é dito “acelerado” quando o módulo de sua velocidade aumenta no decorrer do tempo. aumenta sua velocidade escalar de 40 km/h para 90 km/h. escrevemos 9. o gráfico a x t é o mostrado abaixo. Ex. após 2. 2 – Uma bola é abandonada de uma certa altura e. para entendermos este conceito.8 m/s. em média. ¿³ Ê ¬ O processo utilizado para obter a aceleração instantânea é o mesmo da velocidade. Tal valor representa a sua aceleração escalar média no decorrer da ultrapassagem. sua velocidade aumentou 5. ACELERAÇÃO ESCALAR INSTANTÂNEA ANÁLISE DE DIAGRAMAS VELOCIDADE-TEMPO Quando o movimento é progressivo.0 segundos.” Mesmo nos movimentos em que a aceleração varia a propriedade se mantém.0 m/s2 significa que a partícula tem a sua velocidade variada em 3. Podemos novamente concluir que sua velocidade está crescendo.Aceleração Escalar Gráficos V x t ACELERAÇÃO ESCALAR MÉDIA Novamente. está com uma velocidade de 19. à taxa de 9. Podemos concluir que.0 km/h a cada segundo de movimento. Um movimento é dito variado quando a sua velocidade escalar instantânea varia no decorrer do tempo. Para tornar a expressão da aceleração mais compacta. a velocidade escalar é positiva.: a freada de um carro. analisaremos dois exemplos: 1 – Um carro.: A largada de um GP de Fórmula-1. IVF1M12 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Isto é: área ²«³»®·½¿³»²¬» ¬ò¿ ¬ ª ¬ ª “A área da figura formada pela curva representativa do gráfico e o eixo dos tempos é numericamente igual à variação de velocidade. GRÁFICO A X T Se a aceleração for constante.6 m/s.

saindo da imobilidade. (B) Supondo que a velocidade aumente linearmente com o decorrer do tempo. Explique cada um dos valores encontrados. durante os 10 s. (A) Faça um gráfico mostrando a variação da velocidade com o tempo. (A) Determine a aceleração escalar média desta arrancada em km/h/s e em m/s2. No livreto fornecido pelo fabricante de um automóvel. a área entre a curva representativa e o eixo t é numericamente igual à variação de posição ( S) do movimento entre os instantes considerados. atingir uma velocidade de 108 km/h em 6.0 s e t2 = 5. (A) 01.0 s. a velocidade escalar é negativa. (B) Determine a velocidade escalar média do veículo entre os instantes t1 = 3. Note que a área sombreada é numericamente o deslocamento do móvel. portanto. O fabricante de um carro espor tivo informa que ele é capaz de.0 s de movimento. faça um diagrama da velocidade em função do tempo e determine o deslocamento do veículo.FÍSICA I Quando o movimento é retrógrado. SOLUÇÃO: A figura abaixo mostra o gráfico pedido. há a informação de que ele vai do repouso a 108 km/h (30 m/s) em 10 s e que a sua velocidade varia em função do tempo de acordo com o gráfico anterior. A aceleração escalar média pode ser obtida através da relação V/ t encontrada através do gráfico velocidade-tempo. . Vestibular No diagrama cartesiano velocidade-tempo. a curva representativa no diagrama velocidade-tempo fica “abaixo do eixo t”. a cada segundo. durante 10 s.0 m/s2. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (B) ʳ Í ¬ îë ïë Í î ìð ³å ¬ î ìð ʳ îð ³ñî ʳ îð ³ñîô ð 02. Um automóvel parte do repouso no instante t = 0 e acelera uniformemente com 5.

Suponha que você queira fazer esse mesmo carro passar de 30 m/s ao repouso também em 6. (UFRJ) No livreto fornecido pelo fabricante de um automóvel há a informação de que ele vai de 108 km/h ao repouso em 6 s e que a sua velocidade varia em função do tempo de acordo com o gráfico anterior. de espécies diferentes. determine o módulo da aceleração escalar e o deslocamento do veículo. 04. 05. 06. (A) Faça o diagrama V versus t.FÍSICA I Suponha que você queira fazer esse mesmo carro passar do repouso a 30 m/s também em 10 s. No intervalo de tempo entre t0 e t1. verificando se a distância d’ percorrida com aceleração escalar constante é maior. Vestibular Calcule a velocidade média do veículo no intervalo de tempo entre 0 e 40 s. a partir daí. quando seu motorista acionou os freios provocando uma desaceleração constante até parar em 5. variaram. mas com aceleração escalar constante. Um veículo se desloca em trajetória retilínea e sua velocidade em função do tempo é apresentada na figura: IVF1M12 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) (B) (C) (D) (E) A atinge uma altura final maior do que B B atinge uma altura final maior do que A A e B atingem a mesma altura final A e B atingem a mesma altura no instante t0 A e B mantêm altura constante entre os instantes t1 e t2 08. como mostra o gráfico. Todos os eixos possuem a mesma escala. Faça um diagrama V versus t e. Os gráficos a seguir representam aceleração contra tempo para cinco objetos diferentes. menor ou igual à distância d percor rida na situação representada pelo gráfico. 07. (B) Compare as distâncias d e d’ percorridas pelo carro nos dois casos. Um carro estava se deslocando com uma velocidade escalar de 72 km/h. (A) Calcule qual deve ser o módulo dessa aceleração. determine a velocidade máxima atingida pelo carro e o seu deslocamento.0 s. (ENEM) As velocidades de crescimento vertical de duas plantas A e B. É possível afirmar que: 03. (A) Calcule qual deve ser essa aceleração. (B) Compare as distâncias d e d’ percorridas pelo carro nos dois casos. menor ou igual à distância d percorrida na situação representada pelo gráfico. (B) Tomando por base o gráfico obtido. qual dos objetos sofre a maior variação de velocidade? 60 .0 s. quando volta a acelerar na mesma proporção inicial durante 10 s. e durante 20 s. o carro é mantido com velocidade constante. verificando se a distância d’ percorrida com aceleração escalar constante é maior. A partir daí. mas com aceleração escalar constante. em função do tempo decorrido após o plantio de suas sementes. Um carro parte do repouso e acelera uniformemente até atingir a velocidade de 20 m/s em 10 s.

Com base nesse gráfico. é igual a: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) (B) (C) (D) (E) zero 60 m 120 m 180 m 300 m (A) 5 m (B) 10 m (C) 15 m (D) 20 m 61 01. é correto afirmar que: I – no instante t = 6 s. até parar novamente na próxima estação.0 m/s2. em metros. o motor é desligado e o foguete perde velocidade na proporção constante de 10 m/s2. a partir do repouso. Uma pedra é lançada verticalmente para cima com uma velocidade inicial de 40 m/s e é retardada uniformemente à taxa de 10 m/s2 até parar. entre os móveis. A velocidade de um objeto que se move ao longo de uma linha reta horizontal está representada em função do tempo na figura a seguir. IV – o deslocamento da partícula no intervalo entre t = 0 e t = 6 s vale 45 m. a velocidade é negativa. Qual o deslocamento. após os primeiros 5 segundos? 07. no instante em que eles alcançam a mesma velocidade. (A) Faça um gráfico mostrando a variação da velocidade do foguete desde o instante da partida até o instante em que ele pára. A diferença entre as distâncias percorridas pelos dois móveis. após parar em uma estação. A distância. (C) a altura máxima atingida pela pedra. (B) os deslocamentos em cada um dos segundos da subida. Dois móveis partem simultaneamente de um mesmo ponto e suas velocidades estão representadas no mesmo gráfico a seguir. 04. com uma aceleração constante de 20 m/s2. a velocidade foi reduzida para 40 m/s em 10 s. II – no intervalo entre t = 2 s e t = 4 s. O gráfico a seguir representa a velocidade em função do tempo para uma partícula em movimento retilíneo. III – no intervalo entre t = 0 e t = 6 s. (UERJ) O gráfico a seguir representa a variação da velocidade v em relação ao tempo t de dois móveis A e B. Faça o diagrama V versus t e determine a velocidade V0 com que o avião tocou a pista. sofre uma aceleração. é igual a: 08. Passados 20 s. de acordo com o gráfico da figura a seguir. do objeto. V – o valor da velocidade no instante t = 4 s não volta a se repetir em nenhum instante posterior. Um trem. a velocidade máxima e altura máxima atingidas pelo foguete. que partem da mesma origem. em metros. Faça o gráfico V versus t do movimento da pedra a cada segundo da subida e determine: (A) o tempo de subida da pedra. Um foguete é lançado verticalmente para cima. a aceleração escalar média vale – 5. 03. 05. IVF1M12 . (B) Determine. a partir daí. nos 30 s. a velocidade é negativa. 06.FÍSICA I Vestibular 02. a velocidade é reduzida uniformemente a partir de um valor inicial V0. Após percorrer 600 m sobre a pista. (UFRJ) Na aterrissagem de um avião.

Uma partícula. o tempo de viagem entre as duas estações. cuja variação com o tempo é mostrada no gráfico.FÍSICA I Vestibular 09. 1500 m 90 s. 1500 m 65 s. (A) (B) (C) (D) (E) 80 s. está sujeita à aceleração a(t). e da distância entre as estações. calcule a sua posição no instante t = 8. que se move em linha reta. na posição S0 = 100 m. 62 .0 s. Assinale a alternativa que apresenta os valores corretos de tf. 1600 m 65 s. 1500 m IVF1M12 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Sabendo-se que no instante t = 0 a partícula está em repouso. em metros. 1600 m 80 s.

FUNÇÃO HORÁRIA DA VELOCIDADE Nos movimentos uniformemente variados. em um diagrama.Movimento Uniformemente Variado Movimento cuja aceleração escalar é constante e não nula. Considere ainda que a aceleração tenha se mantido constante. Podemos exemplificar com os dados da tabela. acima lançados. FUNÇÃO HORÁRIA DA POSIÇÃO Ainda utilizando o gráfico velocidade-tempo. lembre-se de que a área compreendida entre a curva representativa do gráfico e o eixo dos tempos é numericamente igual à variação de posição ( S) entre os instantes considerados. Sendo assim: Í Ê Êð ¬ î (equação 1) Mas ʳ Í ¬ Então: ʳ Ê Êð ïî í î ì ³ñ-î ½¬» Guarde essa: “No MUV a velocidade escalar média em um determinado intervalo de tempo é igual à média aritmética das velocidades instantâneas inicial e final”. neste caso proposto: ¿ Ê ¬ ì ï è î Considere uma partícula que no instante inicial (t=0) tenha uma velocidade inicial V0 e que em um instante posterior “t” tenha uma velocidade “V”. Substituindo na equação 1 V por V0 + at. é do 1o grau (linha reta no gráfico). Podemos afirmar que: ¿ Ê ¬ Ê Êð ¬ ð Ê Êð ¿ ¬ Então: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO t(s) 0 1 2 3 v(ms) 0 4 8 12 Note que a função horária da velocidade no M.V. Note que. t Êð¬ ï î ¿¬ î ou Í Íð Êð ¬ ï î ¿¬ î 63 IVF1M13 . a velocidade instantânea sofre variações iguais em intervalos de tempo iguais.U. o gráfico velocidade-tempo nos mostra um segmento de reta. No movimento uniformemente variado. temos: Í Ê𠿬 î Êð ¬ îÊð ¬ ¿¬ î î Portanto: Í V = V0 + a .

pois S está diminuindo e nesse caso a velocidade é negativa. 6) de 0 a t2 o movimento é retardado. temos: ACELERAÇÃO DA GRAVIDADE Observe a queda de duas folhas de caderno idênticas. foram vistas as equações: Ê Ê𠿬 Encontrado “t” na primeira equação. Os movimentos de queda são absolutamente distintos e a “bolinha” chega muito mais rapidamente ao solo. o que significa que o diagrama cartesiano posiçãotempo deste movimento é representado por parábolas. mas a sua aceleração é a da gravidade. pois ocorre uma inversão no sentido do movimento. . Ponto mais alto: V = 0 e a = g. 3) V0<0 de 0 a t2 o movimento é retrógrado. a Lua). considerando pequenas alturas e desprezando a resistência do ar. concluímos: 1) a>0 pela concavidade da parábola. Tal diferença deve-se exclusivamente à maior resistência do ar ao movimento das duas folhas. independentemente de sua forma ou massa.FÍSICA I Observe que a função horária da posição no movimento uniformemente variado é do 2o grau. No ponto mais alto. Convença-se disto. LANÇAMENTO VERTICAL NO VÁCUO Í Êð ò¬ ï î ¿¬ î Pelo que foi exposto acima. por favor! Na Terra e ao nível do mar. os tempos de queda seriam absolutamente iguais. Observação: Um corpo é lançado verticalmente para cima.V. Sendo assim. 7) de t2 em diante o movimento é acelerado.8 m/s2. O gráfico a x t do movimento anterior está mostrado abaixo. Vestibular Substituindo “t” na segunda equação. podemos usar toda a teoria desenvolvida para o M. pois em t2 o móvel pára. a sua velocidade é nula. Supondo desprezível a resistência do ar: “Todos os corpos. nos movimentos de corpos lançados verticalmente próximos à superfície da Terra. Nas seções anteriores. o valor médio aproximado da aceleração da gravidade é 9. vem: Í Êð ò Ê ¿ Êð ï Ê Êð ò¿ò î ¿ î Analisando o gráfico. 5) no instante t2 a velocidade é nula. EQUAÇÃO DE “TORRICELLI” Esta equação relaciona a velocidade à variação. 4) de t2 em diante o movimento é progressivo pois S está aumentando e nesse caso a velocidade é positiva. Uma delas amassada formando uma “bolinha” e a outra da forma que foi retirada do caderno. 2) S0>0 observação direta no gráfico. t1 < t2 O gráfico v x t do movimento anterior está mostrado abaixo. denominada aceleração da gravidade”.U. Se você repetisse esta experiência num local totalmente desprovido de atmosfera (por exemplo. pois em t2 o móvel pára e a seguir volta a se movimentar progressivamente. podemos considerar o movimento de um corpo lançado verticalmente próximo à superfície da Terra como uniformemente variado. vem: Ê Êð ¬ ¿ PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO V2 = V02 + 2a S Simplificando a equação acima. O gráfico abaixo mostra o movimento uniformemente variado de uma partícula. caem com a mesma aceleração.

é mostrado a seguir: Considerando que ele mantém a mesma aceleração entre os instantes t = 0 e t = 7 segundos. começa a frear com aceleração constante de módulo 2. 03. 09.0 8. a partir do repouso até atingir a velocidade máxima. 02.) (A) (B) (C) (D) (E) 3. 08. O gráfico da velocidade em função do tempo de um ciclista. Peleana – São os vulcões que expelem grande quantidade de gases ardentes em violentas explosões. Um trem de 100 m de comprimento. A tabela contém valores da velocidade de uma partícula deslocando-se em linha reta. em função do tempo. o Átila (Grécia) e Krakatoa (Indonésia).0 m 65 01. onde foi observada pela primeira vez uma explosão deste tipo. Ele lançou lava a uma altura de 50 km que.0 6. Esse trem pára no momento em que seu último vagão está saindo do túnel. a altura máxima de queda.0 m/s2 2.4 m 10 m 8.0 Através desse gráfico. ao fim de 5 s. Suponha que a maior velocidade com a qual ele possa atingir o solo. 04. 07. suposta constante. Em um teste. quando é acelerado uniformemente a 5 m/s2 durante 50 m. estão o Vesúvio.2 m 6. O gato consegue sair ileso de muitas quedas.0 6. para que o gato nada sofra. determine a distância percorrida neste intervalo de tempo.0 m/s2. t(s) v(m/s) 06. onde se registra a posição x do veículo em função de sua velocidade v. o Stromboli. foi responsável pela maior explosão vulcânica da história. Um veículo parte do estado de repouso e.0 m/s.) (D) 100 m (E) 125 m (Adote g = 10 m/s2.0 m/s2 e considerando desprezível a resistência do ar. Um técnico constrói o gráfico. com velocidade de 30 m/s. O comprimento do túnel é: (A) 25 m (B) 50 m (C) 75 m 05. dez dias depois. seja de 8. em km/h. sua velocidade é de 20 m/s. lançando lava a quilômetros de distância.0 2. deve ser: IVF1M13 .0 4.380 pessoas.5 m/s2 2.5 m/s2 (Adote g = 10 m/s2. de uma altura de 20 m. sem se machucar. Sua velocidade após esse percurso é de: (A) 20 m/s (B) 25 m/s (C) 30 m/s (D) 40 m/s (E) 35 m/s PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 0 2. caiu em forma de cinza numa distância de até 5. na sua última erupção em 27 de agosto de 1883. pode-se afirmar que a aceleração do veículo é: (A) (B) (C) (D) (E) 1. um automóvel é colocado em movimento retilíneo uniformemente acelerado. deste movimento e o deslocamento nos primeiros três segundos de movimento.0 m 4.0 8.0 m/s2 3. A explosão devastou 163 povoados e matou 36. Então. que se move ao longo de uma pista retilínea. Os vulcões peleanos têm as erupções mais devastadoras. O nome faz referência ao Monte Pelee. Expresse sua resposta em metros. que.FÍSICA I Vestibular Calcule a aceleração da partícula no intervalo de tempo considerado e o deslocamento durante o primeiro segundo de movimento.5 m/s2 3. Qual a velocidade do tijolo ao atingir o solo? Quanto tempo gasta na queda? Despreze as resistências opostas pelo ar ao movimento.0 10. Um veículo está animado de uma velocidade de 20 m/s. o Etna. no instante em que inicia a ultrapassagem de um túnel.0 4. a velocidade com que a lava é expelida do vulcão. na Itália. Determine a aceleração. Supondo a aceleração da gravidade igual a 10. Um tijolo cai de um prédio em construção. desprezando-se a resistência do ar. na Martinica. determine.330 km. Entre eles.

é zero. respectivamente. Considere = 3. passa por ele no exato momento da partida. vê uma coruja espreitando-o. o carro ultrapassa o caminhão a 100 m do semáforo. de: (A) 98 (B) 100 (C) 148 (D) 196 (E) 204 IVF1M13 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 04. (UNICAMP-SP) Um disco de 100 mm de raio rola. os móveis se cruzam exatamente no meio da distância entre A e B. Numa via com neblina. afirmar que: (A) (B) (C) (D) (E) o carro ultrapassa o caminhão a 200 m do semáforo. Os carros conseguirão parar antes de haver colisão? 07. O gráfico a seguir representa a velocidade de um objeto lançado verticalmente para cima. Ao ver o rato. 4 segundos após o lançamento. Instintivamente. a 100 m de P com . (A) Considerando a hipótese de sucesso do rato. 01. Um esquiador desce por uma pista de esqui com aceleração constante. Nesse momento. Um caminhão. ele corre em direção à sua toca T. Podemos. No mesmo instante. em quanto tempo ele atinge a sua toca? (B) Qual deve ser a aceleração média da coruja. um carro ali parado parte com aceleração constante de 2. como mostrado na figura. começam a frear com desacelerações constantes de 4. distante 4000 m de A. dois automóveis avistam-se frente a frente quando estão a 200 m um do outro.FÍSICA I Vestibular 10.14. com velocidade. em segundos. os dois veículos seguem juntos. um outro móvel que percorre a reta AB com velocidade constante. A velocidade inicial do objeto é igual a 20 m/s. o carro ultrapassa o caminhão a 40 m do semáforo. Depois de 10 s da partida. a 36 m de P . Obtenha o número de voltas dadas pelo disco: (A) do instante inicial até t = 10 s. . sobre uma reta AB. O tempo mínimo para o trem completar o percurso de A e B é. em sua ronda à procura de alimento. em função do tempo t. com velocidade constante de 10 m/s.0 m/s2. uniformemente acelerado. em um mergulho típico. localizada a 42 m dali.0 m/s 2 e a maior velocidade que o trem atinge é de 20 m/s.0 m/s2 e 5. sem escorregar. 2 segundos após o lançamento. A altura máxima do objeto é 20 metros. Um móvel parte do repouso de um ponto A executando um movimento retilíneo. A aceleração do objeto permanece constante durante o tempo observado e é igual a 10 m/s2. a coruja dá início à sua caçada. A distância entre os pontos A e B é d = 50 m. Um rato. O gráfico da figura ao lado mostra como varia a velocidade V do centro do disco. de: (A) 18 (B) 15 (C) 12 (D) 10.0 06. a partir do ponto P para . está parado em um ponto P quando . No instante em que a luz verde do semáforo acende. rumo a A. O esquiador passa por um ponto Q. desprezando-se a ação da atmosfera. parte do ponto B. sobre o plano. 05. velocidade de 30 m/s. em m/s. que ela consiga capturar o rato no momento em que ele atinge a entrada de sua toca? 02. de 5. O deslocamento do objeto. Partindo do repouso do ponto P ele chega ao ponto T. (B) de t = 10 s até t = 20 s. rumo a B. de 20 m/s. no máximo. caminhando com velocidades opostas de 72 km/h e 108 km/h. Um trem deve partir de uma estação A e parar na estação B. Determine: 66 .8 (E) 9. em movimento retilíneo uniforme e com velocidade v = 7 m/s. 03. o carro não alcança o caminhão. Assinale a afirmativa incorreta: (A) (B) (C) (D) (E) O objeto atinge. o ponto mais alto da trajetória. que circula na mesma direção e no mesmo sentido. Ela passa pelo ponto P 4 s após a partida do rato e a uma velocidade . A aceleração e a desaceleração podem ser.0 m/s2. considerando os dados numéricos fornecidos.

0 (C) 2. A figura a seguir mostra a situação no instante em que uma das gotas está se soltando. entra na sua frente a 100 m de distância. vale: (A) 2 (B) 3 (C) 4 (D) 5 (E) 6 (A) 100 (B) 95 (C) 50 (D) 20 (E) 45 67 12. um segundo depois. Admitindo-se que os apartamentos possuam as mesmas dimensões e que os pontos de visão nas janelas estão numa mesma vertical. em m/s. a velocidade com que o corpo Q foi atirado tem módulo. é: (A) 50 m (B) 100 m (C) 225 m (D) 301 m (E) 426 m (A) (B) (C) (D) (E) 8. (FUVEST-SP) Uma torneira mal fechada pinga a intervalos de tempo iguais. entre a janela do 12º piso e a do piso térreo. Adote g = 10 m/s2 e despreze a ação do ar sobre os corpos. Outro corpo Q. o tempo total gasto pela pedra. de: IVF1M13 .2 s 2. mostrada na figura (fora de escala). 08. quando um carro. mantendo sua velocidade constante. uma pessoa abandona uma pequena pedra do repouso.FÍSICA I (A) a velocidade do móvel que partiu de B.5 (D) 4. De um ponto a 80 m do solo. Depois de 2. um pequeno objeto P é abandonado e cai em direção ao solo. em queda livre. Uma ambulância desloca-se a 108 km/h num trecho plano de uma rodovia. Da janela de um apartamento. essa pedra. em m/s2.5 (E) 6. medida a partir do ponto B.0 s 3. Supondo que cada pingo abandone a torneira com velocidade nula e desprezando a resistência do ar. após percorrer 125 m. à meia altura de cada uma delas. passa em frente à janela de um apartamento do 6º piso. aproximadamente: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 11.0 10. pouco maior que: (A) 0. (B) a velocidade com que o móvel que partiu de A irá chegar no cruzamento dos móveis. no mesmo sentido da ambulância. Sabendo-se que eles chegam juntos ao solo. é atirado para baixo. Um trem possui a velocidade de 108 km/h ao passar por um ponto A e. A mínima aceleração.8 s Vestibular 09. passa por um ponto B com velocidade de 72 km/h. que a ambulância deve imprimir para não se chocar com o carro é. de um ponto a 180 m do solo. situado no 12º piso de um edifício. em módulo. A distância percorrida pelo trem até parar.5 (B) 1.0 s 4.0 s. pode-se afirmar que a razão A/B entre a distância A e B. a 72 km/h. na mesma vertical. é.6 s 3.

68 . o deslocamento vetorial entre dois pontos A e B e a velocidade vetorial média definida como: ʳ ® ¬ VELOCIDADE VETORIAL INSTANTÂNEA Observe um pequeno disco girando em movimento circular uniforme sobre uma mesa lisa e preso ao centro por um fio. Se no instante mostrado o fio arrebentar. Na figura estão indicados. Note que o deslocamento vetorial é o segmento de reta orientado. que une as posições inicial e final. Observe a figura a seguir. existem movimentos que tornam este procedimento totalmente ineficaz. por exemplo. Tente. também. bem como as posições de cada ponto na forma de “quilômetro tal”. pois a trajetória é plenamente conhecida. Na figura. localizar um barco no mar. a localização de um carro em uma estrada é tarefa extremamente fácil. não será possível fazê-lo. ® ® ®ð IVF1M14 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO VELOCIDADE VETORIAL MÉDIA Considere um carro descrevendo a trajetória circular da figura abaixo. O segmento de reta orientado que une o observador ao helicóptero no ponto considerado é denominado posição vetorial ou vetor posição ø ® ÷. na qual aparece um helicóptero em vôo e um observador colocado em terra. DESLOCAMENTO VETORIAL Considere um avião aproximando-se da pista para efetuar uma aterrissagem seguindo a trajetória da figura e acompanhado pela torre de controle em Terra. podemos identificar as posições vetoriais inicial (r 0) e final ø ® ÷ e também o deslocamento vetorial r . Surge a noção de Posição Vetorial. um avião em vôo.Cinemática Vetorial POSIÇÃO VETORIAL Como foi visto nos Conceitos Básicos de Cinemática Escalar. A velocidade vetorial instantânea é um vetor sempre tangente à trajetória descrita e o seu módulo é igual ao módulo da velocidade escalar instantânea. Da forma exposta na cinemática escalar. um meteoro aproximando-se da Terra pelo mesmo processo. o disco seguirá uma trajetória retilínea tangente à trajetória. No entanto.

se uma destas três características mudar. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO “Ocorre variação no módulo da velocidade do carro. como foi visto no módulo anterior. Assim sendo. “Ocorre variação no sentido da velocidade da bola. uma aceleração. há variação na velocidade e. referentes à aceleração. módulo e sentido.” Considere uma partícula descrevendo uma trajetória curvilínea.FÍSICA I Vestibular ACELERAÇÃO VETORIAL MÉDIA Nos estudos feitos em Cinemática Escalar. velocidade é uma grandeza vetorial que fica caracterizada por direção. Exemplo 2: Uma bola atinge perpendicularmente uma parede e retorna com velocidade de mesmo módulo. Define-se aceleração vetorial média como a razão entre a variação vetorial de velocidade e o intervalo de tempo.” 69 IVF1M14 . No entanto. portanto.” Exemplo 3: Um avião efetua loopings verticais com velocidade de módulo constante. a única preocupação era com a variação do seu módulo. “Ocorre variação na direção da velocidade do avião. As velocidades instantâneas da partícula estão também representadas. Exemplo 1: Um carro acelera por uma pista retilínea até atingir uma velocidade de 100km/h. como a da figura a seguir.

sentido contrário. Ela só aparece nos movimentos variados. Ela é voltada para o centro de curvatura e seu módulo é dado pela expressão: ¿Ý = Êî ® IVF1M14 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO ¿³ Ê ¬ 70 . Nos movimentos acelerados.FÍSICA I Vestibular ACELERAÇÃO VETORIAL INSTANTÂNEA Em uma trajetória curvilínea. Ela só aparece nos movimentos curvilíneos. sendo nula nos uniformes. Aceleração Centrípeta Esta componente é responsável pela variação da direção do vetor velocidade. sendo nula nos retilíneos. ela tem o mesmo sentido da velocidade e nos retardados. a aceleração vetorial instantânea é voltada para o interior da curva e pode ser decomposta em duas componentes: Aceleração Tangencial Esta componente é responsável pela variação do módulo do vetor velocidade.

Assinale a opção que pode representar o conjunto dos vetores posição ( r ). (D) convergentes. (C) 200 î ³ . giram presas por um fio.FÍSICA I V módulo da velocidade r Vestibular raio de curvatura 01. com velocidades iguais. 03. (E) paralelas com velocidades constantes. os corpos descrevem trajetórias: (A) convergentes. 10–3s. que estão entre si na razão v1/v 2 = r1/r 2. com velocidades constantes. Determine a distância final em que se encontra o carro.e que o tempo de contato com a parede foi de 2. que obedecem à relação v2/v1 = r2/r1. velocidade (v) e aceleração da partícula ( a) no instante em que ela passa por P . 05. A figura representa um trecho da trajetória de uma partícula. numa região de gravidade nula. Duas massas m1 e m2. que estão entre si na razão v2/v 1 = r1/r 2. Uma bola colide com uma parede. Em dado momento. de tal forma que fica afastada 50 metros do ponto de partida. Mariana anda 40 metros para o Leste e certa distância para o Norte. 02. o fio é seccionado simultaneamente nos pontos A e B.0 . 04. Determine a distância percorrida para o Norte. (A) 400 m. (D) 100 î ³ . (B) divergentes. com velocidades iguais. consideradas puntifor mes. (A) (D) (B) (E) 71 Sabendo que Ê = Ê ð = îð ³ ñ . conforme a figura. conforme o esquema abaixo: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 06. (E) 400 î ³ . IVF1M14 . determine o módulo da aceleração vetorial média da bola. (B) 200 m. (C) paralelas. descrevendo movimento plano. Um carro se desloca 200 metros para o Nordeste e 200 metros para o Noroeste. em relação ao ponto de partida. com velocidades constantes. Repita a questão anterior supondo que a colisão fosse perpendicular à parede. Liberados.

pelos vetores 2 e 5. Responda: (A) se todas forem corretas. é percorrida no sentido indicado pelas setas por um carro que se move uniformemente. III – É possível que o vetor 6 represente a velocidade vetorial e o vetor 3. I – É possível que a velocidade vetorial e a aceleração vetorial sejam representadas. A pista de provas. os veículos trafegam com a velocidade média de 18 km/h. A figura a seguir representa um mapa da cidade de Vectoria. IVF1M14 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Em qual das opções abaixo estão mais bem representados os vetores aceleração do carro quando este passa pelos pontos M e N da pista? (A) (B) (C) (D) (E) 02. a aceleração vetorial. (E) se todas forem corretas. ilustrada no desenho abaixo. respectivamente. (B) se I e II forem corretas. julgue as afirmativas a seguir. o qual indica a direção das mãos do tráfego. Considere cada quadrado da figura com 1. mantendo constante a sua velocidade escalar. Um caminhão sai do depósito e vai fazer uma entrega no supermercado. Devido ao congestionamento. mantendo uma velocidade escalar constante de 40 km/h. (C) 08. Uma ambulância 72 . IV – É possível que o vetor 1 represente a aceleração centrípeta e o vetor 2. a velocidade vetorial. Determine o tempo gasto pelo caminhão para ir do depósito até o supermercado e o módulo da velo cidade vetorial média neste deslocamento. isto é. A figura ao lado ilustra a trajetória descrita pelo caminhão. pelo vetor 6. II – É possível que a aceleração centrípeta seja representada pelo vetor 4 e a aceleração tangencial.0 km de lado. 07. O piloto dirige de forma a manter o carro sempre no meio da pista. 01. Cada quadra desta cidade mede 200 m por 200 m (do centro de uma rua ao centro de outra rua).FÍSICA I Vestibular (D) se II e IV forem corretas. Um ponto material P executa movimento circular e retardado na trajetória indicada a seguir: A respeito. (C) se III e IV forem corretas.

(B) 5 2 m/s2. Qual dos vetores abaixo melhor representa a aceleração da esfera. 06. quando ela passa pelo ponto A? 08. Vestibular das experiências o móvel tinha aceleração não nula? Respondeu a questão. apenas em 2 e 4. Um atleta percorre a pista da figura com velocidade escalar constante. (C) 10 m/s2. (A) Qual o menor tempo gasto (em minutos) no percurso de A para B? (B) Qual é o módulo do vetor velocidade média (em km/h) entre os pontos A e B? 03. Durante o seu estudo de Mecânica. apenas em 1. 3 e 4. 3 e 4. um aluno realizou diversas experiências de laboratório. Uma partícula tem movimento circular uniforme com velocidade escalar de 10 m/s. quando ela passa pelo ponto B? 09.0 m/s2. Qual dos gráficos abaixo melhor representa a variação do módulo da aceleração do atleta em função do tempo? IVF1M14 . sem nenhuma resistência. sem deslizar. (E) 5.0 m/s2. (C) 2 5m/s2. em todas as quatro. ocorreu ao aluno a seguinte pergunta: Em quais PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Enunciado comum às questões 9 e 10. 2. Os pontos indicam as posições de um móvel. somente em 2. Qual dos vetores abaixo melhor representa a aceleração da esfera. Uma ro da de bicicleta se move. (E) vetor nulo. o vetor que representa a velocidade do ponto B em relação ao solo é: (A) (B) (C) (D) 04. No momento ilustrado na figura. Revisando-as. (B) 5 m/s2. 3 e 4. dando uma volta a cada 8 segundos. entre as posições extremas A e C. com velocidade constante. obtidas em experiências diferentes. Analisando as figuras. afirmando: (A) (B) (C) (D) (E) apenas em 1 e 3. sobre um solo horizontal. sem andar na contramão. Uma pequena esfera oscila. (D) 20 m/s2.FÍSICA I localizada em A precisa pegar um doente localizado bem no meio da quadra em B. (E) 3. reuniu as figuras 1. O módulo de sua aceleração vetorial durante a curva vale: (A) zero. 05. O módulo de aceleração vetorial média para um intervalo de tempo de 2 s é: (A) 2 m/s2. obtidas em intervalos de tempo iguais. Um automóvel realiza uma curva de raio 20 m com velocidade escalar constante de 72 km/h. (A) (C) (B) (D) (A) (B) (C) (D) 73 07.6 m/s2. A figura apresenta o instante em que um ponto B da roda entra em contato com o solo. (D) 2.

Uma partícula descreve uma trajetória circular com movimento acelerado. IVF1M14 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) (D) (B) (E) vetor nulo. (D) (C) 11. 74 . no sentido horário. supondo que o movimento seja retardado. Repita a questão anterior. qual dos vetores abaixo melhor representa a aceleração instantânea? (A) (C) (B) 10. como mos tra a figura abaixo.FÍSICA I Vestibular Quando a partícula se encontra no ponto B.

” Um avião está voando para o norte. que o balão esteja parado no ar e que comece a soprar um vento horizontal com uma velocidade de 6. Suponha. Note que nas mesmas 2. suponha que os dois movimentos ocorram simultaneamente dando origem a um terceiro.0 km/h.0 horas de movimento o balão sofreu um deslocamento horizontal de 12 km.0 horas de movimento o balão subiu 16 km.0 h não mudaram e podem ser calculados separadamente um do outro. é preciso que o piloto vire o bico do avião para a esquerda. Observe que o avião é desviado de sua rota original. Não há vento. Finalmente.Movimento Relativo PRINCÍPIO DE GALILEU Considere um balão subindo verticalmente com uma velocidade constante de 8. cada um deles se processa independentemente dos demais e podem ser estudados separadamente. Para corrigir a rota.0 km/h. quando começa a soprar um vento para o Leste. para que os dois movimentos (avião e vento) se superponham. dando origem ao movimento desejado (voar para o Norte). IVF1M15 . Note que em 2. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Note que os deslocamentos horizontal e vertical do balão em 2. agora. 75 “Quando um corpo está submetido a diversos movimentos simultâneos.

(B) 7. em pé. em relação ao solo. respectivamente serão: (A) 6 m/s e 0 m/s. (E) 500 m/s e 540 m/s. (B) 20 m. 02. (C) 4.68 km/h rio acima. Um barco tem uma velocidade de 22. (E) 9 m/s e 0 m/s. 76 01. Um rio corre para o Norte com velocidade de 4. (B) 260 m/s e 60 m/s.20 m/s. Um avião voando a 240 m/s em relação ao ar. (C) 7 km/h. em m/s.8 km/h. (D) 10 m. também está descendo com a correnteza. (D) 10 km/h. atravesse o tubo sem tocar em suas paredes. A distância percorrida pelo trem. o menino deve nadar na direção indicada pela linha: (A) K. corre sobre trilhos horizontais. respectivamente: (A) 260 m/s e 40 m/s. (D) 3 m/s e 3 m/s. (C) 0 m/s e 6 m/s. (B) L. estão dois meninos A e B que correm um em direção ao outro. que flutua no mesmo rio a uma certa distância do IVF1M15 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO A posição das duas bóias e o sentido da correnteza estão indicados na figura acima: Considere que a velocidade da correnteza é a mesma em todos os pontos do rio. supondo a aceleração local da gravidade 10 m/s2. no intervalo de tempo empregado pela lanterna para atingir o solo. Nesse caso. Determine a velocidade c da gota de chuva. Assim. 05. para alcançar a segunda bóia. 04. (B) 0 m/s e 9 m/s. 07. Em relação à Terra. com uma velocidade em relação à água de 6. (C) 15 m.4 km/h para Leste. (D) N.FÍSICA I Vestibular (A) 25 m.00 m/s. dispara um míssil que parte a 260 m/s em relação ao avião. Uma outra bóia. vale: menino. .20 m/s. numa altitude onde a velocidade do som é de 300 m/s.00 m/s. Podemos dizer que a velocidade do rio é de: (A) 5. observa que. (B) 9 km/h. no instante em que uma lanterna se desprende de um ponto situado na sua traseira. para cruzar o rio. 03. Um homem. levada pela correnteza de um rio. 06. (E) 14 km/h. ao inclinar de 45o um tubo cilíndrico oco. (UFMG) Um menino flutua em uma bóia que está se movimentando. As velocidades dos meninos A e B com relação aos trilhos. (C) M. igual a 90 km/h. as velocidades do míssil em relação ao ar e da onda sonora originada no disparo serão. sobre uma plataforma que se move horizontalmente para a direita com velocidade constante v = 4. (C) 260 m/s e 300 m/s.32 m/s.32 km/h rio abaixo e de 13. permite que uma gota de chuva. (E) 5 m. a 5. (E) 4. a velocidade do bote será igual a: (A) 8 km/h.0 m acima do solo. cada um com velocidade V = 3m/s com relação ao vagão. Num vagão ferroviário. Um homem rema num bote. (D) 1.0 m/s. Um trem dotado de velocidade constante. que cai verticalmente com velocidade c constante. (D) 500 m/s e 300 m/s. que se move com velocidade V0 = 3m/s com relação aos trilhos.

Nesta situação. ele observa as gotas de chuva caindo. (A) o valor da velocidade da bola. como mostra a figura abaixo: 05. Para fazer uma travessia na direção perpendicular às margens. Com o carro parado. Em que direção o motorista vê a chuva cair. mantendo velocidade constante Ê ð em relação à escada. vai de A até B em 40 segundos. Estando a escada parada em relação ao solo. podemos dizer que. Adote: g = 10 m/s2. Em que direção ele deve remar a sua prancha para sair o mais rapidamente possível da água? (A) (B) (C) Enunciado comum às questões 02. Suponha agora que a escada esteja em movimento ascendente. quando não existe correnteza. o garoto parado em relação à escada. (E) 7 min. (D) 4 min. Uma escada rolante liga o piso A ao piso B. com a escada em movimento em relacão ao solo. o mesmo barco levará para atravessá-lo. (A) 8 min 45 s. com a correnteza. como na figura abaixo: Utilize as opções a seguir para responder às questões: (A) (B) (C) 02. Um barco é capaz de movimentar-se com velocidade de 20 km/h em relação às águas do rio. (E) 120o. um garoto vai de A até B em 60 segundos. (B) o tempo durante o qual a bola permanece no ar. Um barco leva um mínimo de 5 minutos para atravessar um rio. no mínimo: 07. esse deve ser colocado fazendo um ângulo. (C) 6 min 15 s. quanto tempo levaria para ir de A até B? IVF1M15 . (B) 5 min. Sabendo-se que a velocidade do barco em relação ao rio é de 4 m/s. quando o carro se desloca para a direita com uma velocidade maior que a do vento? PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) 0o.80 m em relação a este nível. quando as águas do rio tiverem uma velocidade de 3 m/s. 03 e 04: Um motorista dirige o seu carro sob chuva e movendo-se na mesma direção do vento. Uma pessoa sentada num trem. As águas de um rio correm com velocidade de 10 km/h em relação às suas margens. quando o carro se desloca para a direita com uma velocidade menor que a do vento? 03. Existe no local uma correnteza que se desloca paralelamente à praia. (D) Pede-se: (D) 77 01. Em que direção o motorista vê a chuva cair. (D) 90o. (C) 60o. lança uma bola verticalmente para cima e a pega de volta no mesmo nível do lançamento. A bola atinge uma altura máxima de 0. que se desloca em uma trajetória retilínea a 20 m/s. Um surfista descansa sobre sua prancha esperando uma onda boa. quando ela atinge a altura máxima. em relação ao solo. 08. o surfista ouve um aviso de que há tubarão na água.FÍSICA I Vestibular Subitamente. com velocidade constante Ê ï em relação ao solo. quando o carro se desloca para a direita com uma velocidade igual a do vento? 04. Em que direção o motorista vê a chuva cair. de: 06. (B) 30o. Se o garoto subisse essa escada com velocidade Ê ð em relação a ela.

estes dois movimentos podem ser estudados separadamente. e aceleração constante e igual 78 . Como foi visto no módulo anterior. A primeira providência é separá-los decompondo a velocidade inicial em duas componentes: IVF1M16 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO – horizontal: movimento uniforme com velocidade constante e igual a V0 cos . Desprezando-se a resistência do ar. a trajetória observada por alguém parado em Terra é vista a seguir: – – Note que. vertical – movimento uniformemente variado com velocidade inicial nula e aceleração igual a g .Lançamento de Projéteis LANÇAMENTO HORIZONTAL Um avião está voando horizontalmente. LANÇAMENTO OBLÍQUO Um jogador chuta uma bola com uma velocidade inicial ʱ inclinada de um ângulo em relação à horizontal.g. enquanto a bomba avança para a direita ela também cai. – vertical: movimento uniformemente variado com velocidade inicial igual a V0 sen a . então. quando seu piloto solta uma bomba. identificar dois movimentos: horizontal – movimento uniforme provocado pela velocidade inicial do avião. Existem aí dois movimentos: um horizontal e outro vertical. Podemos. ela também desloca-se para a direita. como mostra a figura abaixo. na qual estão anotadas posições sucessivas da bola em intervalos iguais de tempo. provocado pela atração do planeta sobre a bomba (peso). À medida que a bola sobe.

x1 > x2 > x3 e t1 < t2 < t3. x1.FÍSICA I Observações 1– 2– 3– 4– Note que a componente horizontal é sempre a mesma. t3 o tempo que cada uma leva para atingir o solo. pode-se afirmar que: (A) a bala mais pesada atinge o solo em um tempo menor. porque não se sabe qual das armas é mais possante. t2. Consideram-se desprezíveis as perdas por atrito do ar. (A) (C) (B) (D) 79 2 – Lançamentos oblíquos feitos com velocidades iniciais de mesmo módulo e ângulos de inclinação complementares provocam alcances iguais. A componente vertical diminui na subida e aumenta na descida. x1 > x2 > x3 e t1 = t2 = t3. porém. Desprezando a resistência do ar. No ponto mais alto. Se v1 > v2 > v3. Qual das figuras propostas representa correta mente a componente horizontal da velocidade da bola nos pontos P Q. Os deslocamentos horizontais são constantes para intervalos iguais de tempo. v2 e v3 os módulos de suas velocidades iniciais. e t1. com uma espingarda de ar comprimido. então podemos afirmar que: (A) (B) (C) (D) (E) x1 > x2 > x3 e t1 > t2 > t3. Uma pessoa atira com uma carabina na horizontal. x3 os seus alcances horizontais medidos no eixo OX. também. eles aumentam (movimento acelerado). bola com velocidade inicial ʱ como mostra a figura. na descida. 02. 01. R e S. x1 = x2 = x3 e t1 = t2 = t3. . x2. Sejam v1. espingarda. conforme ilustra a figura anterior. A resistência do ar é desprezível. respectivamente. na horizontal e da mesma altura. x1 = x2 = x3 e t1 > t2 > t3. a velocidade não é nula. Outra pessoa atira. Vestibular PROPRIEDADES 1 – Para uma dada velocidade inicial. (E) nada se pode dizer a respeito do tempo de queda. 6 – A distância máxima horizontal percorrida pela bola é denominada “alcance”. (B) o tempo de queda das balas é o mesmo. Do ponto P lança-se uma . de uma certa altura. 5 – Os deslocamentos verticais na subida são decrescentes (movimento retardado). Três esferas pequenas são arremessadas horizontalmente de cima de uma mesa. (D) a bala da espingarda atinge o solo em um tempo menor que a bala da carabina. o maior alcance que se pode atingir é Êðî e ele é atingido quando o ângulo de lançamento com a horizontal ¹ for de 450. (C) a bala da carabina atinge o solo em um tempo menor que a bala da PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO + = 90o A =A (Preste atenção: cai muito!!!) 03. e sim mínima. IVF1M16 . independendo de suas massas.

= 500. O esquema representa uma correia que transporta minério lançando-o no recipiente R.FÍSICA I Vestibular (B) (E) (D) 04. A velocidade da correia é constante e a aceleração local da gravidade é 10 m/s2.6 metro da aresta do topo da mesa. por: (A) 01. deve satisfazer a desigualdade: (A) 2 < v < 3. situado no ponto médio do segmento CD indicado na figura: Os projéteis são lançados com velocidades escalares iguais e na figura. pode-se afirmar que o ângulo de tiro do canhão B vale: (A) (B) (C) = 450. Para que todo o minério caia dentro do recipiente. a velocidade v da correia. (C) 10 m/s. (D) 16 m/s. (E) n. (B) 4 segundos. Um projétil é lançado a 80 m/s com um ângulo de 30o com a horizontal. (E) 8 segundos. dada em m/s. (D) 1 < v < 4. 05. (E) 1 < v < 5. é de: (Adote g = 10 m/s2) (A) 0. A figura mostra a fotografia estroboscópica de uma bolinha lançada horizontalmente nas proximidades da Terra: Sendo a = 1 m e c = 4 m. respectivamente. Desprezando a resistência do ar. (D) = 600. atingindo o chão a uma distância horizontal de 1. (B) 2 < v < 5. H > h. Uma mangueira esguicha um jato de água. o vetor variação de velocidade do corpo entre dois pontos quaisquer da trajetória é: (A) (B) (C) nulo. 02.a. Desprezando-se a resistência do ar. 07. calcule b e d. (D) 6 segundos. (C) 1 < v < 3. ao abandonar a mesa. O tempo gasto para atingir a altura máxima da trajetória vale: (A) 3 segundos. como ilustra a figura: Desprezando a resistência do ar. = 530. Um corpo é lançado obliquamente para cima. sendo que estes atingem um mesmo alvo.d. (D) (E) (C) 03. (B) 4 m/s. Sua velocidade. a aceleração tangen cial ¿ Ì e a aceleração centrípeta ¿ Ý de uma partícu la de água são representadas no ponto P assinalado. (C) 5 segundos. (E) nenhuma das anteriores. Uma bola cai de uma mesa horizontal de 80 cm de altura. 80 . IVF1M16 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 06. Dois canhões A e B disparam simultaneamente seus projéteis. A aceleração da gravidade é g = 10 m/s2.

0 m/s2. Despreze a resistência do ar. calcule: (A) o tempo gasto por ela desde o instante em que se desprendeu do teto até o instante em que tocou o piso. o canhão dispara a 450 e atinge o míssil. em relação ao solo.FÍSICA I 04. numa direção que forma um ângulo de 60o com a horizontal. Sabendo-se que a aceleração local da gravidade é g = 10 m/s2. Uma bola é lançada para cima. 08. chocase com o piso do vagão. (B) em que ponto a lâmpada tocaria o piso se o vagão estivesse acelerando com uma aceleração escalar de 2. Sabendo-se que a lâmpada estava situada a uma altura de 1. (D) 23 m/s. A boca do canhão está a 300m de altura.800 m no exato momento em que seu combustível acaba. Num certo instante. Neste instante. 81 (A) î (D) 07. desprende-se do seu teto uma lâmpada. 06. Sabendo que a velocidade na altura máxima é 20 m/s. determine a altura da posição de encontro do míssil com a bala do canhão. Um habitante do planeta Bongo atirou uma flecha horizontalmente e obteve os gráficos abaixo: Vestibular Sendo g a aceleração da gravidade. o intervalo de tempo decorrido entre as passagens pelas posições 1 e 2 é melhor expresso por: ¼ ¹ î¹ ¼ Sendo x a distância horizontal e y a vertical: (A) Qual a velocidade horizontal da flecha? (B) Qual a velocidade vertical inicial da flecha? (C) Qual o valor da aceleração da gravidade no planeta Bongo? 05. após algum tempo. (E) 17 m/s. em cima de uma colina. A figura seguinte representa a trajetória descrita por uma bola que sofre impactos sucessivos com o solo: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (B) î¼ ¹ (E) î î¹ ¼ (C) î î¼ ¹ (A) 10 m/s. Um vagão de estrada de ferro está se movendo. (B) 20 m/s. (C) 40 m/s. Um míssil viajando paralelamente à superfície da Terra com uma velocidade de 180 m/s passa sobre um canhão à altura de 4. a qual. com velocidade escalar de 20 m/s.8 m acima do piso do vagão. podemos afirmar que a velocidade do lançamento da bola é: IVF1M16 . numa estrada retilínea e horizontal.

Elementos (A) Período (T) “É o tempo gasto para o corpo completar uma volta. Tminutos = 60 min. ³ ¬ No Sistema Internacional. no entanto. O angulo “ ” mostrado na figura é denominado posição angular e pode ser medido. que a abelhinha se desloca do ponto P1 ao ponto P2 em um intervalo de tempo t. IVF1M17 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Define-se velocidade angular média como a razão entre o deslocamento angular e o tempo de movimento. É possível também usar unidades como: o /h (graus por hora). rad/h etc. agora. o número de rotações por minuto efetuadas pelo motor do carro. a cada instante.” Como exemplo. Í Î Lembre-se: 2 rad = 360 Velocidade Angular Média Considere. principalmente. Estas são as velocidades angulares instantâneas. Para localizar uma partícula em movimento circular.” Observe um relógio como o da figura abaixo e conclua que: Tsegundos = 60 s. a unidade de velocidade angular é o rad/s. podemos citar os movimentos dos ponteiros do relógio. é muito freqüente lançarmos mão da noção de posição angular. Este medidor informa. em graus e radianos. Mede-se o ângulo “ ” em radianos. usa-se muito na prática o RPM (rotações por minuto) como unidade de velocidade angular. dividindo-se o comprimento “S” do arco pelo raio “R” da circunferência descrita pela abelha. Thoras = 12 h o (B) Freqüência (f) Todo fenômeno que se repete admite que se associe a ele a noção de freqüência. como mostra a figura abaixo: A esta altura do seu curso.Movimentos Circulares CONCEITOS BÁSICOS Posição Angular ou Fase Uma pequena abelha está pousada sobre a borda de um disco que gira. 82 . MOVIMENTO CIRCULAR UNIFORME Conceito “É o movimento circular no qual a velocidade angular instantânea é constante. Velocidade Angular Instantânea Os carros esportivos são equipados com um medidor de velocidade angular do motor comumente conhecido como conta-giros. você já conheceu as posições escalar e vetorial. a rotação da Terra em torno de seu eixo etc. o/s (graus por segundo).

respectivamente.” ² º ¬ Se considerarmos uma volta. Determine a velocidade angular do movimento de rotação da Terra em torno do seu eixo. ² ï ï º Ì ¬ Ì No Sistema Internacional. dando a resposta em o/h e em rad/h. raio da circunferência. vem: ¿Ý ø Î÷î Î Êî ¿Ý Î Îî Î î î ±« Î Em que: V R velocidade escalar ou módulo da velocidade vetorial instantânea (m/s. podemos afirmar: 83 IVF1M17 . velocidade angular instantânea (rad/s. vem: òÎ ou simplesmente: V= R Por outro lado.). Determine a razão entre as velocidades angulares do ponteiro das horas de um relógio e do movimento de rotação da Terra em torno do seu eixo. (C) 30 rd/s. V2 e V 3 as velocidades lineares e 1. O disco da figura abaixo gira em torno do ponto “O” com velocidade angular constante. a unidade de freqüência é o Her tz rps s –1. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Í ¬ Î ¬ ʳ ³ Dividindo ambos os membros pelo intervalo de tempo. 2 e 3 as velocidades angulares dos pontos P 1. Vestibular Í Î Í Î RELAÇÕES ENTRE CINEMÁTICA LINEAR E A ANGULAR Voltando à figura em que a abelha sofria um deslocamento angular “ ”. km/h etc. o intervalo de tempo correspondente será igual a um período. 03.FÍSICA I “Freqüência é a razão entre o número de vezes que o fenômeno se repete e o intervalo de tempo. 04. vem: Observação: Denominando V1. podemos notar que existe um correspondente deslocamento escalar “ S”: Medindo 01. 02. (B) 60 rd/s. em radianos. Determine a velocidade angular do ponteiro dos segundos de um relógio analógico: (A) 60 rd/s. lembre que a aceleração centrípeta podia ser calculada pela expressão: ¿Ý = Êî ® Substituindo V = R. (D) (E) /60 rd/s. sempre em rad/tempo. /30 rd/s. P2 e P3. rad/h etc).

(B) o tempo t que a polia menor leva para dar uma volta completa. . pode-se afirmar: (A) (B) (C) = = > 1 1 1 = = 2 < 2 > 2 = 2 2 . (UERJ) Uma das atrações típicas do circo é o equilibrista sobre monociclo. quando o ponteiro dos segundos do relógio está apontando para B.0 m/s e ela não desliza sobre a roda. 07. 3 3 A polia maior. 3 3 Se um ponto da correia tem velocidade de 5. 02. conforme figura adiante. (C) 2 1 = 2 = 4 3. como mostra a figura: . 03. considerando o movimento uniforme. e o movimento do equilibrista é retilíneo. A relação correta entre as velocidades angulares dos vagões é: (A) 1 = 2 = 3. (D) Três. (B) Uma. 84 A freqüência mínima f0 da esfera é: . O raio da roda do monociclo utilizado é igual a 20 cm. Um projétil é disparado numa direção. no sentido anti-horário. aproximadamente: (A) 32 Hz. Uma correia passou sobre uma roda de 25 cm de raio. (UNICAMP – SP) Duas polias de raios a e b estão acopladas entre si por meio de uma correia. Observa-se que. Sejam 1 e 2 as velocidades angulares dos ponteiros das horas de um relógio da torre de uma igreja e de um relógio de pulso. (D) 1 = 2 (E) 2 1 = =4 =3 2 2 06. Se os dois relógios fornecem a hora certa. devido à freqüência de rotação da esfera. Determine o número de pedaladas. a freqüência de rotação da roda vale. e V1 > V2. (UFJF) Na figura a seguir. respectivamente. Uma esfera oca feita de papel tem diâmetro igual a 0. 2 2 2 (D) (E) 1 1 > < 2 2 e V1 > V2. e V1 < V2. uma distância de 24 metros. (E) . . (B) 2. necessárias para que ele percorra essa distância em 30 s. de raio a. quantas vezes a formiga terá cruzado com o ponteiro dos segundos? (A) Zero. 3 .8 Hz. Ao completar uma volta. 3 .0 Hz. como mostra a figura adiante: 01. O equilibrista percorre. calcule: e V1 = V2. (C) 0.50 m e gira com determinada freqüência f0. 08. por segundo. três de seus vagões estão fazendo curvas. (C) Duas. (B) 1 = 2 2 = 3 3. Um trem desloca-se sobre uma planície com velocidade escalar constante. no início de sua apresentação. gira em torno de seu eixo levando um tempo T para completar uma volta. No instante da figura.FÍSICA I (A) (B) (C) (D) (E) V1 = V2 = V3 V1 < V2 < V3 V1 = V2 = V3 V1 = V2 > V3 V1 > V2 > V3 e e e e e = = 1 < 1 = 1 = 1 1 Vestibular 05.2 Hz. IVF1M17 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) o módulo V da velocidade do ponto P da correia. Supondo que não haja deslizamento entre as polias e a correia. a bala sai pelo mesmo orifício feito pelo projétil quando penetra na esfera. que passa pelo equador da esfera com velocidade v = 500 m/s. uma formiga parte do ponto A e se desloca com velocidade angular constante = 2 rad/min. (D) 3. 3 . e V1 e V2 as velocidades lineares das extremidades desses ponteiros. e V1 = V2.

(UNESP – SP) Dois atletas estão correndo numa pista de atletismo com velocidades constantes. (C) v. (B) 3v/2. (A) 3v. (C) 400 Hz. 85 04.0 rd/s a 10 rd/s.0 cm. A figura adiante representa a situação em que a fita começa a se desenrolar do carretel A e a se enrolar no núcleo do carretel B.0 rd/s a 5.5 rd/s a 2. Vestibular Enquanto a fita é totalmente transferida de A para B.0 cm. enquanto gira em torno do seu eixo à razão de 12 rotações por minuto. Se ambos deixam este trecho simultaneamente. (B) varia de 1. (B) 7. (E) 600 Hz.0 km/s. O segundo atleta percorre a faixa mais externa. está parado a 6km do farol.0 cm/s.5 rd/s. 05. Um farol marítimo projeta um facho de luz contínuo. O diâmetro do núcleo dos carretéis vale 2. Com que velocidade um raio luminoso varre o costado do navio? ( = 3) 06. Num mesmo instante.2 km/s. com o costado perpendicular ao facho. a velocidade angular do carretel A: (A) varia de 2. que tem raio 3 R/2. mas diferentes. que na parte circular tem raio R.FÍSICA I (A) 200 Hz.0 rd/s. (D) 2v/3. Um navio. (C) varia de 0. a fita F do cassete passa em frente à cabeça de leitura C com uma velocidade constante V = 5. Num toca-fitas. (D) 500 Hz. (B) 300 Hz.0 rd/s. (E) 1. podemos afirmar que a velocidade do segundo atleta é: IVF1M17 . completando-o depois de algum tempo. (C) 60 km/s.0 rd/s. os dois atletas entram no trecho circular da pista. O primeiro atleta locomovese com velocidade v e percorre a faixa mais interna da pista. o diâmetro externo do rolo de fita vale 5. (D) 630 m/s. (D) permanece igual a 2. Com a fita completamente enrolada num dos carretéis. (E) permanece igual a 5. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) 72 m/s.

como.: Sobre um ponto material em movimento retilíneo e horizontal. Esta força é denominada Força Resultante. a velocidade e a aceleração. isto é. A variação de velocidade medida no tempo é denominada aceleração. que indica sua direção e sentido. além de sua intensidade (o quanto de força é desenvolvido). seu efeito será uma redução na velocidade do ponto material. é sempre possível substituí-las por uma única força que produza o mesmo efeito. aplicamos uma força na direção e sentido do movimento. Se.As Leis de Newton FORÇA E SEUS EFEITOS O conceito de força é intuitivo. deformamos uma mola ou lâmina. são denominadas grandezas escalares. podemos definir força por seus efeitos: “Força é um agente físico capaz de produzir deformações e/ ou variações de velocidade sobre os corpos em que atua. Neste caso. Observação: Grandezas que como a força necessitam da indicação de intensidade. levantamos uma caixa. podemos afirmar que o efeito dinâmico da força é produzir aceleração. Ú® Ú Úï Úî òòò Ú² IVF1M18 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Para determinarmos a resultante. invertemos somente o sentido da força. direção e sentido para ficarem bem definidas são denominadas grandezas vetoriais e são representadas por um ente matemático denominado vetor. Ex. chutamos uma bola. porém. Assim. a massa. além da força. podemos usar vários processos: Regra do Polígono Casos Particulares Úï Úî (A) Î Î Úï Úî Úï (B) Úî Î Î Úï Úî (C) Î î Úï î Úî î REGRA DO PARALELOGRAMO Î î Úï î Úî î î Úï Úî ½±- 86 . seu efeito é um aumento na velocidade do ponto material. Quando empurramos um corpo. devemos indicar. direção e sentido da soma vetorial de todas as forças que atuam sobre o corpo.” Para que o efeito produzido pela força fique bem definido. o comprimento e o tempo. Grandezas que ficam bem definidas sem a indicação de direção e sentido. Portanto. Seus efeitos são: Estático Produzir deformações. Dinâmico Produzir variações na velocidade dos corpos sobre os quais atua. e por definição tem a mesma intensidade. estamos desenvolvendo uma força. alterar a geometria dos corpos sobre os quais atua. FORÇA RESULTANTE Se sobre um corpo atuam várias forças. o impulso e a quantidade de movimento. São exemplos de grandezas vetoriais. por exemplo. sua direção e sentido de aplicação.

massa e variação de velocidade. O esquema acima mostra a resultante dos vetores citados. a menos que a atuação de um agente externo (força) altere este estado. segundo a qual esta permanece em seu estado de repouso ou movimento retilíneo e uniforme. Devemos notar que.I. como se as demais forças não existissem. podemos escrever a expressão matemática do Princípio Fundamental: em que a força resultante e a aceleração têm sempre a mesma direção e sentido. Massa em gramas (g) jamais!!! Úïò½±Úïò½±- Úî ò½±- § Úî ò½±- 87 IVF1M18 . Atenção: Em Dinâmica. a aceleração realmente adquirida será a soma vetorial de todas as acelerações parciais. isto é: força em newtons (N). como mostra a figura abaixo: Na figura também estão as componentes ortogonais dos vetores. Assim: e como a variação temporal da velocidade é a aceleração imprimida ao corpo. maior deve ser a força resultante aplicada sobre ele para produzir sobre este a mesma aceleração. Segundo o “Princípio da Independência de Galileu”.FÍSICA I Vestibular CASO PARTICULAR 1 LEI DE NEWTON (LEI DA INÉRCIA) A inércia é uma propriedade da matéria. a DECOMPOSIÇÃO ORTOGONAL Componentes ortogonais Considere dois vetores Úï e Úî . Newton estabelece uma relação quantitativa entre força. segundo dois eixos “x” e “y”. Como cada uma das forças atuantes sobre o corpo produz uma aceleração parcial. quando n forças atuam sobre um corpo. a velocidade deste corpo se mantém constante”: Em seu Princípio Fundamental. cada uma delas produz sobre ele um movimento parcial. quanto maior for a força resultante aplicada. quanto maior for a massa do corpo. A Primeira Lei de Newton é a manifestação desta propriedade através da inexistência de uma força resultante no sistema físico. devemos sempre trabalhar no Sistema Internacional de Unidade (S.). em que: ÚÎ ÚÎ ¨ PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO a 2 LEI DE NEWTON (PRINCÍPIO FUNDAMENTAL DA DINÂMICA) “Quando a resultante das forças que atuam sobre um corpo é nula. Para a mesma massa. maior será a aceleração imprimida ao corpo. afirmando que a resultante das forças que atuam sobre um corpo mede a variação no tempo do produto da massa do corpo pela variação de velocidade sofrida. massa em quilograma (kg) e aceleração em metros por segundo ao quadrado (m/s2).

com o pé. ele “empurra” um jato de gás para trás. 02. empurrando-o para frente. direção e sentidos opostos. sob a ação do vento na direção do Sudoeste (SO) – Nordeste (NE). 3) A atração da Terra sobre a Lua mantém o nosso satélite natural em órbita. (A) (B) (D) (E) (C) 88 . Exemplos de Par Ação e Reação 1) Ao andar. As estatísticas indicam que o uso do cinto de segurança deve ser obrigatório para prevenir lesões mais graves em motoristas e passageiros no caso de acidentes. A reação influencia o movimento das marés. porém produzindo variações em suas velocidades em sentidos opostos. (B) segunda Lei de Newton. (E) primeira Lei de Kepler.” a Devemos notar que a ação e a reação nunca atuam sobre o mesmo corpo e. portanto. sendo. porém de sentido oposto à força feita para golpear a bola. A velocidade da prancha se mantém constante.FÍSICA I Vestibular 3 LEI DE NEWTON (AÇÃO-REAÇÃO) Quando um desportista golpeia uma bola de futebol. a função do cinto está relacionada com a: (A) primeira Lei de Newton. a variação em sua velocidade produzida por tal força não é percebida. Na colisão entre dois corpos. Uma prancha a vela se desloca em linha reta na direção e sentido de Sul–Norte. considerada desprezível. Sendo a massa da Terra muito maior que a do homem. o pé do homem aplica sobre a Terra uma força empurrando-a para trás. Tais forças. respectivamente. Fisicamente. como: “A toda ação corresponde uma reação de mesma intensidade. A resultante das forças que atuam sobre a prancha pode ser apresentada por: IVF1M18 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 2) Quando um foguete acelera. a que age sobre a bola e a que age sobre o desportista (ou a raquete) sempre aparecem aos pares e são denominadas ação e reação. 01. atua sobre ele uma força de mesma intensidade e direção. O gás reage empurrando o foguete à frente. Assim. vôlei ou tênis. portanto. (C) terceira Lei de Newton. podemos enunciar o princípio da ação e reação. (D) lei de Ohm. não podem ter resultante nula. A Terra reage e aplica sobre o homem uma força igual em intensidade e direção. a força que um aplica no outro tem mesma intensidade e direção. mão ou raquete.

Suponha desprezível o atrito entre a esfera e o piso do vagão. No instante focalizado. através de segmentos orientados. (E) Úï e Úì . (A) O automóvel para antes do sinal ou após ultrapassá-lo? Justifique sua resposta. conforme indicados na figura. Representamos abaixo. como ilustra a figura. é mantida em repouso em relação ao vagão por uma mola colocada entre ela e a parede frontal. (E) 4F. fixo à carroceria.0 . Determine a direção e o sentido da soma das forças que atuam sobre a moça no instante considerado e calcule seu módulo. Para que um carrinho de massa m adquira uma certa aceleração de módulo a. (UFRJ) A figura representa um caminhão que se move. é necessário que a força resultante tenha módulo F. o automóvel está a 100m do sinal. (D) 6F. as forças que atuam sobre o corpo e sobre a Terra.FÍSICA I 03. Úï e Úì . com movimento uniformemente variado em relação à Terra. IVF1M18 . (C) Úï e Úí . (B) 2F. (B) Verifique se o trem está se deslocando em relação à Terra com movimento uniformemente acelerado ou retardado.0m . Úî e Úí . (UFRJ) A figura mostra uma locomotiva puxando um comboio no instante em que sua aceleração a tem módulo igual a 0. paralela ao plano inclinado. A locomotiva tem massa M = 5. Úí e Úì . Úî e Úí . PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) Úï e Úî. Uma esfera metálica. supondo que o motorista esteja solidário com o automóvel. 04. (UFRJ) A figura representa o carrinho usado no plano inclinado do Outeiro da Glória–RJ. 104 kg e cada vagão tem massa m = 8. Qual é o módulo da força resultante para um carrinho de massa 2m adquirir uma aceleração de módulo 3a? (A) 1. numa estrada plana e horizontal.20m/s2 e sua direção e sentido. isoladamente. (C) 3F. com aceleração constante e de módulo igual a 2. Sobre o plano está apoiado um bloco de 6. Úî e Úì .5m/s2. 103 kg. A mola encontra-se comprimida.5F. (B) Se a massa do automóvel é igual a 720kg e a do motorista é igual a 80kg. (A) Determine a direção e o sentido da aceleração do trem em relação à Terra. (D) Úï e Úî. quando percebe um sinal de trânsito fechado. O caminhão transporta um plano inclinado. (A) Indique a direção e o sentido da força resultante sobre a locomotiva e calcule o seu módulo. O carrinho. 06. 05. justificando sua resposta. tem uma aceleração para cima. (A) Qual a direção e qual o sentido da resultante das forças que atuam sobre o bloco? (B) Calcule seu módulo. 89 Das forças representadas. O motorista aplica imediatamente os freios impondo ao carro uma desaceleração constante de 2. (UFRJ) Um trem está se deslocando para a direita sobre trilhos retilíneos e horizontais. constituem pares ação-reação as seguintes: 08. s–2. e de módulo igual a 1. (UERJ) Considere um corpo apoiado na superfície da Terra. (B) Úí e Úì . 07.0kg. calcule o módulo da resultante das forças que atuam sobre o conjunto automóvel-motorista. (UFRJ) Um motorista dirige seu automóvel com velocidade de 90km/h. Vestibular (B) Indique a direção e o sentido da força resultante sobre o primeiro vagão e calcule o seu módulo.0 . Nesse instante. uma moça de 60kg está de pé sobre o piso horizontal do carrinho e em repouso em relação a ele. em repouso em relação ao caminhão.5m/s2 até que este atinja repouso. no entanto. que está apoiada no piso horizontal em um dos vagões. 09.

retilínea e horizontal. como representado abaixo. Nesse caso. (UERJ) Um asteroide A é atraído gravitacionalmente por um planeta P Sabe-se que a massa de P é maior do que a massa de A.0m/s2. Um veículo se desloca com velocidade vetorial constante numa estrada. A massa do pêndulo é 5.500kg que puxa. com o módulo da força ºî exercida pelo pedacinho de papel sobre a caneta e verifique se: Justifique sua resposta. (C) 2. formando um ângulo com a vertical. (B) o módulo da aceleração de P é menor do que o módulo da aceleração de A. No instante focalizado na figura. O cabo de um reboque arrebenta se nele for aplicada uma força que exceda 1800N. atrai um pedacinho de papel. 90 01. (UFRJ) A figura a seguir representa um carro-guincho de 1. (D) 4. um automóvel de 900kg numa estrada plana. como mostra a figura a seguir: 04. Considere um veículo. que aceleração máxima o cabo suportaria? (A) 0. (A) o módulo da aceleração de P é maior do que o módulo da aceleração de A. Calcule o módulo da força horizontal média que o piso da pista de corridas exerce sobre o corredor nesta fase. Compare o módulo da força ºï exercida pela caneta sobre o pedacinho de papel. depois de eletrizada por atrito com o cabelo. Uma caneta de plástico.0kg e o veículo acelera à taxa de 1. um pêndulo preso ao seu teto desloca-se em relação à posição de equilíbrio. (E) 9. 03. em movimento retilíneo sobre um plano horizontal. 07. (B) 1.5s na fase de aceleração. 06. Considerando apenas a interação entre A e P conclui-se que: . . (UFRJ) Um corredor de alto desempenho parte do repouso e atinge uma velocidade de 10m/s em 2. Suponha que a massa do corredor seja de 70kg. Pelo fato de estar acelerado para a direita. o sistema carro-guincho / automóvel possui uma ace leração horizontal a: .0m/s2.5m/s2. (C) a intensidade da força que P exerce sobre A é maior do que a intensidade da força que A exerce sobre P. por meio de um cabo.0m/s2. (D) a intensidade da força que P exerce sobre A é menor do que a intensidade da força que A exerce sobre P . 05. Suponha que o cabo seja usado para rebocar um carro de 900kg ao longo de uma rua plana e retilínea.FÍSICA I Vestibular Qual das opções a seguir melhor representa a resultante das forças que agem sobre o carro? (A) (B) (C) (D) (E) 02. O cabo pode ser considerado ideal: inextensível e de massa desprezível.0m/s2. IVF1M18 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Calcule a razão Îï Îî entre o módulo da resultante Îï das forças que atuam sobre o carro-guincho e o da resultante Îî das forças que atuam sobre o automóvel.0m/s2. (A) Qual a direção e o sentido da resultante das forças que agem no pêndulo? (B) Calcule o módulo.

por exemplo) é aplicada em uma de suas extremidades. Uma cantoneira é formada por duas barras de mesma massa. através do campo gravitacional (g). CENTRO DE MASSA Considere um bastão homogêneo apoiado sobre uma mesa horizontal lisa. b) Analítica 91 A maioria dos pontos tem um movimento bastante complexo. Este ponto é denominado “centro de massa” e. que a massa da esfera da direita seja duas vezes maior que a outra. Em uma barra homogênea. observe que o movimento de um dos pontos é retilíneo e uniforme e bastante simples de ser estudado. No entanto. Considere um halteres em que as duas esferas têm a mesma mas- O centro de massa está localizado à meia distância entre as esferas. Isto constitui um par ação-reação. entre massas. uma força impulsiva (um peteleco. agora. da barra vertical é o ponto “A” e da cantoneira é o ponto “O”. a força-peso da barra deve ser representada com seu ponto de aplicação coincidente com este ponto. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO DETERMINAÇÃO DA POSIÇÃO DO CM a) Intuitiva sa. como mostra a figura abaixo: O centro de massa da barra horizontal é o ponto “B”. O centro de massa está mais próximo da esfera de maior massa e a uma distância duas vezes menor que da outra esfera. para efeito de isolamento. o centro de massa coincide com o centro geométrico. Em um determinado instante. portanto. Suponha.Forças de Interação 1 INTERAÇÃO GRAVITACIONAL – PESO Interação transmitida a distância. A figura mostra o movimento subsequente de vários pontos da barra. O peso do corpo “aponta” para o centro do planeta. I – Unidimensional Consideremos uma série de partículas dispostas em linha reta e com suas posições definidas pelas abscissas “x”: IVF1M19 . na região próxima ao solo deve ser marcado no “centro de massa” do corpo e na direção perpendicular ao piso horizontal. Note que o planeta atrai o corpo e o corpo atrai o planeta.

(B) Calcule o módulo da força resultante que o fluido exerce na bolinha. este reage tentando restaurar sua forma normal. em que K é a constante elástica do sistema. sendo g a aceleração da gravidade: (A) Calcule o módulo da resultante das forças sobre a bolinha. YCM). A posição do CM também será dada por um par ordenado (XCM. DINAMÔMETRO É o aparelho utilizado para medir forças de tração em fios. como mostra a figura abaixo: 02. IVF1M19 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO ÇÝÓ ³ï§ï ³î §î òòò ³² §² ³ï ³ î òòò ³² O valor modular da força elástica é diretamente proporcional à deformação causada. A trajetória da bola. 01. usaremos uma mola. È ÝÓ ³ï¨ ï ³î ¨ î òòò ³² ¨ ² ³ï ³î òòò ³² Vestibular FORÇA ELÁSTICA – LEI DE HOOKE Quando uma força causa deformação em um sistema físico. constituindo pares ação-reação. Com a ajuda das graduações do tubo. o corpo puxa o fio e o fio puxa o corpo. Uma bolinha de massa m desce verticalmente ao longo de um tubo de vidro graduado totalmente. O dinamômetro deve ser colocado ao longo do fio. 92 . na figura abaixo: II – Bidimensional Considere uma série de partículas espalhadas sobre um plano. Para calcularmos a posição do CM. Para exemplificar este tipo de interação. Nestas condições. y). precisamos de um par ordenado (x. supondo desprezível a resistência do ar. a partir de um determinado instante. Nos exemplos das figuras a seguir. tomando como pesos as respectivas massas das partículas. recorreremos à mesma expressão utilizada anteriormente: È ÝÓ ³ï¨ ï ³î ¨ î òòò ³² ¨ ² ³ï ³î òòò ³² TRAÇÃO (FORÇAS TRANSMITIDAS ATRAVÉS DE FIOS IDEAIS ESTICADOS) Em cada uma das extremidades do fio. preenchido com glicerina. (UFRJ) Um jogador de basquete cobra um lance livre. serão marcadas apenas as interações atuantes nos corpos escolhidos (não são pares ação-reação). Para localizarmos a posição de cada uma delas. está mostrada na figura: Qual a força resultante sobre a bola no instante considerado? Marque na figura.FÍSICA I A posição do centro de massa é definida pela média ponderada das abscissas. percebe-se que. Um método de medir a resistência oferecida por um fluido é mostrado na figura a seguir. a bolinha percorre distâncias iguais em intervalos de tempo iguais.

(UFRJ) Em uma festa junina. a tração no cabo na subida é igual à tração no cabo na descida. os fios são ideais e o atrito nos eixos das roldanas é desprezível. Vestibular Sabe-se que a aceleração da gravidade lunar é aproximadamente 6 vezes menor que a aceleração da gravidade terrestre. inextensíveis. (UERJ) Neil Armstrong foi o primeiro terráqueo a pisar o solo de nosso satélite. (D) 50kg. desloca-se verticalmente com movimento uniforme. (B) 36N. (E) 54N. supondo que a unidade de calibração das escalas seja coerente com as unidades em que estão dadas as intensidades das forças. (C) 42N. Considere que o equipamento (traje espacial. Indique a direção e o sentido dessa força. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) (B) (C) (A) (B) (C) (D) 93 08. isto é. é pendurada ao teto de uma sala por intermédio de um fino barbante.) tenha uma massa de 60kg. é de: (A) 30N. Um elevador. o dinamômetro tem um peso desprezível. (B) 0. (B) Calcule o módulo da componente vertical da força que o menino exerce sobre o pau-de-sebo. a tração no cabo na subida é maior do que o peso do elevador. Os fios são ideais. abraçado a um pau-desebo vertical. a tração no cabo na subida é menor do que na descida.0 . 04. 06. (D) 48N. (PUC) No esquema representado a seguir. 05. (A) Calcule o módulo da força F. Assim. Uma barra homogênea. capacete. (C) 10kg. o peso do corpo A vale 40N e a constante elástica da mola 2. Cada roldana tem 8. o esforço feito pelo astronauta. No sistema em equilíbrio estático da figura ao lado. para sustentar um equipamento de: (A) 0. 09. a indicação do aparelho. a tração no cabo na descida é maior que o peso do elevador.0N de peso. dobrada ao meio na forma de um L.36kg. O pau-de-sebo exerce sobre o menino uma força resultante de componente vertical F com sentido de baixo para cima. Determine. capaz de manter o sistema em equilíbrio. na Lua.0m/s2. com aceleração constante de 2. tubos de oxigênio etc.FÍSICA I 03. em cada caso. flexíveis e de massas desprezíveis. Qual das opções a seguir mostra esta barra em uma situação de equilíbrio? IVF1M19 . para sustentar esse equipamento de 60kg foi equivalente ao que faria. Nas figuras seguintes. 07. (E) 60kg. 102N/m. Pode-se afirmar que: (A) (B) (C) (D) (E) a tração no cabo na descida é maior do que na subida. Determine a deformação da mola neste caso. O valor de F. um menino de massa igual a 40kg desliza para baixo.60kg. aqui na Terra. suspenso por um cabo de aço.

24 N e a interação gravitacional P vale 18 N. 01. 12. d) e) 1. o módulo em newtons. da força exercida pela formiga sobre aquela folha. é: (Adote g = 10m/s2. quando se aplica uma força F na extremidade do dinamômetro B. (C) 1.0g.0 . em módulo. O ponto que melhor localiza o centro de massa da placa homogênea da figura é: 11. com velocidade constante. como mostra a figura abaixo.0 .) 10.0. Sejam F1 e F2 as leituras dos dinamômetros A e B. 10-1. o alpinista encontra-se em repouso. A resistência do ar é desprezível. Um projétil descreve uma trajetória parabólica como indica a figura. No instante considerado. na vertical. A resultante das forças que agem sobre o projétil na posição indicada pode ser representada pelo segmento: (A) A (B) B (C) C (D) D (E) E 03. A figura abaixo mostra uma formiga. A figura mostra uma barra homogênea em repouso. de massa 1. 10-2. A figura mostra um alpinista de massa m = 70kg escalando uma fenda estreita em uma montanha. 102. carregando uma folha de árvore de massa 10 vezes superior à sua.0 . 101. respectivamente.0 . Dois dinamômetros A e B estão ligados. A força de contato N1 vale. Calcule o módulo e indique a direção e o sentido da resultante das forças exercidas pelas paredes da fenda sobre o alpinista. Qual das relações seguintes é correta? (A) F = F1 + F2 = 2F1 (B) F = F1 – F2 (C) F = F1 + F2 = 3F2 IVF1M19 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) 1. 1. (B) 1. Pergunta-se: I – Qual das opções propostas pode melhor representar a força de contato com que o piso atua sobre a barra? (D) (E) (A) (B) (D) F = F2 = 2F1 (E) F = F1 = F2 (C) 94 . 02.FÍSICA I (E) Vestibular Para carregar a folha árvore acima.

(B) 4. As tensões nas cordas são.FÍSICA I II – Qual o módulo da força referida na questão anterior? 04.103N/m. (Dado: aceleração da gravidade: g = 10m. Um avião-caça. Quando se apoia o sistema em um plano horizontal. 09. e a roldana B é fixa.10-2N/m. (UERJ) Dois blocos de massas m1 = 6. como mostra a figura: Determine a direção e o sentido da força F exercida pelo avião sobre Ú o piloto e calcule a razão entre os módulos da força F e do peso do Ð piloto P. possui uma aceleração a de módulo igual a g. Os cabos têm massas desprezíveis. A figura mostra um sistema constituído por fios inextensíveis e duas roldanas. (B) O comprimento inicial x0 da mola. os fios e a mola M são ideais.10N/m. pendurados.102N/m.0kg e m2 = 4. como mostra a figura. num voo rasante horizontal. A constante elástica da mola M é de: Calcule: Vestibular (A) 4. respectivamente. (C) 4. Calcule o valor da massa m1 para que o sistema permaneça em equilíbrio estático. como indica o esquema a seguir: IVF1M19 .0cm. em que g é a aceleração local da gravidade. O corpo suspenso está em equilíbrio e a mola está deformada de 10cm.s–2. Quando o sistema é suspenso por um fio ideal. 95 (A) A tração no fio ideal que sustenta o sistema na situação ilustrada pela figura 1. Na situação abaixo. Adote g = 10m/ s2. (UFRJ) Sejam três cartazes idênticos em tamanho e massa. o comprimento da mola diminui para x2 = 3. T1. 08. T2 e T3: Compare as tensões T1. como indicado na figura 1. (E) 4.) 07. como indicado na figura 2. T2 e T3 e ordene-as de maneira crescente. A roldana A é móvel. todos de massa desprezível. Justifique sua resposta. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (D) 4. (UFRJ) Uma fotografia tirada de cima mostra a posição de 4 leões dentro da jaula. 05.10-1N/m. o comprimento da mola passa a valer x1 = 8. 06.0cm.0kg estão ligados por uma mola de massa desprezível e comprimento inicial x0.

10. no plano xy. A figura mostra um motociclista atravessando um abismo equilibrando-se sobre um cabo de aço. respectivamente. m1 = m3 = 200kg e m2 = m4 = 250kg.0m acima do cabo.0m.0m x 1. Qual a distância mínima da malabarista ao cabo de aço para que a travessia seja segura? IVF1M19 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 96 . do centro de massa desses leões. A massa do conjunto moto-motociclista é 250Kg e seu centro de massa está 1.FÍSICA I Vestibular Sabendo que as massas dos leões são. A malabarista tem 50Kg de massa. Ele usa como contrapeso uma malabarista pendurada em um trapézio que por sua vez está ligado à moto através de uma barra rígida de peso desprezível. Cada quadrícula do desenho tem 1. determine as coordenadas.

experimentalmente. a componente de atrito também cresce até atingir um limite. devemos atentar para três detalhes: 1 – a força de atrito estático é variável e depende do módulo da força solicitante. agora. Neste caso. podendo assumir valores de zero até um máximo: 2 – quando a força de atrito estático assume o seu valor máximo.N em que superfícies. Tal situação é denominada “iminência do deslizamento”. Observe que a reação à força de contato está aplicada no plano. (Fat)máx = e Se não houver deslizamento entre as duas superfícies. a denominação é cinético ou dinâmico. o corpo está prestes a iniciar o deslizamento. Atenção: As balanças de banheiro que são muito citadas em questões de vestibulares medem o grau de compressão entre dois corpos. Esta força é denominada “Força de Contato” entre o plano e o bloco. é preciso que a força F tenha o mesmo módulo da componente de atrito. e pelo fato de ser perpendicular às superfícies em contato é denominada “Componente Normal”. que a força de atrito estático máxima é proporcional à componente normal da força de contato: . medem o valor da componente normal da força de contato entre os corpos. Observe: Para haver equilíbrio. Se o corpo é puxado para a direita. e a “Componente de Atrito” (Ú¿¬ ). PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO ATRITO ESTÁTICO 0 < (Fat)est. Considere. Para entendermos melhor a força de atrito estático. Observe que a sua reação está aplicada no plano. perpendicular às superfícies em contato. < (Fat)máx. Se o módulo da força solicitante F cresce. Apesar de imaginarmos que as superfícies sejam polidas. e que tem sempre sentido contrário ao deslizamento ou tendência de deslizamento. paralela às superfícies em contato. 3 – verifica-se. isto não acontece. isto é. a partir do qual o corpo inicia o seu deslizamento. caso contrário. ATRITO DE DESLIZAMENTO Observe na figura a seguir uma visão microscópica das superfícies de um bloco e de um plano de apoio. o atrito é denominado estático. e é denominado “coeficiente de atrito estático” entre as duas . imediatamente surge uma força que tenta impedir o seu movimento relativamente ao plano. que o bloco está em repouso sobre um plano inclinado: Novamente a força de contato equilibra a força-peso.Forças de Interação 2 FORÇAS DE CONTATO ENTRE CORPOS SÓLIDOS São as forças que um corpo aplica em outro quando entram em contato. podemos decompor esta força em duas componentes ortogonais: a “Componente Normal” ( N ). Considere um bloco apoiado sobre um plano horizontal sendo puxado por uma força e em repouso: A figura mostra a situação proposta e as forças atuantes sobre o corpo. As irregularidades das superfícies em contato é que dão origem às forças de atrito de deslizamento. Considere o corpo das figuras abaixo em repouso: A força que o plano exerce sobre o bloco visa a equilibrar a força-peso.

quando a esfera atinge o ponto mais alto da sua trajetória: (A) (B) IVF1M20 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO é denominado “coeficiente de atrito cinético” entre as duas 3.a força de atrito cinético é proporcional à componente normal da força de contato: (Fat)cin. = em que superfícies. (D) (A) (D) (B) (E) (E) (C) 04. No ponto P quando a esfera está subindo: .ao contrário do estático. No ponto O. 2. por meio de uma corda de massa desprezível. Os dois blocos se deslocam com uma velocidade uniforme (existe atrito entre os dois blocos). (PUC) A figura representa um bloco de massa m apoiado sobre um outro de massa M: O bloco de massa M é arrastado. Desprezando a resistência do ar.N (PUC) As questões de números 01 a 03 são referentes ao seguinte enunciado: Um menino lança verticalmente para cima uma pequena esfera. Qual das figuras a seguir representa a força ou as forças que atuam sobre o bloco de cima? 98 . No ponto P quando a esfera está descendo: . o atrito passa a ser denominado “cinético” e suas características são as seguintes: 1. (C) (D) (E) 03. ao iniciar-se o deslizamento.FÍSICA I Vestibular ATRITO CINÉTICO Como já foi dito anteriormente.na grande maioria dos casos. assinale a alternativa que representa a(s) força(s) que age(m) sobre a esfera em cada uma das seguintes situações: 01. o coeficiente de atrito estático entre duas superfícies quaisquer é maior que o cinético. a força de atrito cinético tem módulo constante e independente da força solicitante. c c . (A) (B) (C) 02. sobre uma super fície rugosa. à qual é aplicada uma força horizontal F.

E) representa a resultante de todas as forças que o plano inclinado exerce sobre o corpo? (B) (C) 05. motor desligado (desacoplado). C. conforme ilustra a figura a seguir: Assinale a alternativa que pode representar as forças que atuam sobre o bloco: IVF1M20 . B. sem necessidade de argamassa para cimentálas umas às outras. Um homem equilibra verticalmente um bloco. conforme as figuras (1) a (4). (UERJ) Um veículo desloca-se sobre uma estrada. D. da esquerda para a direita.FÍSICA I Vestibular 06. tração somente nas rodas traseiras. tração nas quatro rodas. 01. comprimindo-o contra uma parede. Qual das forças (A. (UFRJ) Os antigos romanos foram os primeiros a usar o arco arquitetônico em suas construções. A propriedade mais notável do arco é que as pedras que o compõem permanecem em equilíbrio devido somente às forças mútuas de contato. As setas nas rodas indicam os sentidos das forças de atrito (sem relação com as intensidades) exercidas sobre elas: (A) (B) (C) (D) tração somente nas rodas dianteiras. Um corpo está em repouso sobre um plano inclinado. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (E) (A) A (B) B (C) C (D) D (E) E (A) (D) (B) (E) Associar: (C) 99 (A) (D) 07.

calcule o seu módulo e determine o seu sentido. de 1kg. (B) Determine a direção e o sentido da força f21 exercida pelo bloco 2 sobre o bloco 1 e calcule seu módulo. (A) Supondo que a força exercida pela bengala sobre a pessoa seja vertical. jogo no qual cada um segura uma das extremidades de uma corda e tenta puxar o outro. estão justapostos e apoiados sobre uma superfície plana e horizontal. representados na figura. estão disputando um cabo de guerra.FÍSICA I Considere que o arco representado na figura acima está. A figura 2 mostra o mesmo bloco deslizando. em equilíbrio e que cada uma de suas pedras pesa 160N. como ilustra a figura: Os disputantes calçam sapatos que garantem aderência ao solo. (UFRJ) A figura 1 mostra um bloco em repouso sobre uma superfície plana e horizontal. Eles são acelerados pela força horizontal F. a rampa exerce sobre o bloco uma força f’: Compare f e f’ e verifique se |f| < | f’|. Nesse caso. desse modo. (UFRJ) Dois homens. 06. calcule seu módulo e indique em que corpo está aplicada. (B) Determine a direção e o sentido da reação fat. (UFRJ) O bloco 1. Em seu interior há um morango em repouso na posição indicada: (A) Determine a direção e o sentido da força f exercida pela saladeira sobre o morango e calcule seu módulo em função do módulo do peso P do morango. IVF1M20 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 05. aplicada no bloco B. (UFRJ) O desenho representa uma saladeira com a forma de um hemisfério. Justifique sua resposta. 02. como mostra a figura: Com a pessoa em repouso. Considere g = 10m/s 2. de 4kg. e o bloco 2. 100 . (B) Informe em que corpos estão atuando as reações à força f e ao peso P . por sua vez. de 3kg. cada um com massa de 80kg. (B) Determine o módulo. Nesse caso. (A) Determine a direção e o sentido da força de atrito (fat) exercida pelo bloco B sobre o bloco A e calcule seu módulo. Determine a direção e o sentido da resultante das forças que as pedras laterais D e E exercem sobre a pedra central C e calcule seu módulo. (B) Calcule o módulo da força que a balança exerce sobre a pessoa e determine a sua direção e o seu sentido. de modo que o atrito entre eles é desprezível: O conjunto é acelerado para a direita por uma força horizontal F. descendo uma rampa inclinada em relação à horizontal segundo a reta de maior declive. a direção e o sentido da força de reação a F indicando em que corpo essa força de reação está aplicada. apoiado sobre um bloco B de 4kg. a leitura da balança é 650N. a superfície exerce sobre o bloco uma força f. com movimento uniforme. aplicada ao bloco 1 e passam a deslizar sobre a superfície com atrito desprezível: (A) Determine a direção e o sentido da força f12 exercida pelo bloco 1 sobre o bloco 2 e calcule seu módulo. de módulo igual a 14N. 04. de 68kg. O bloco B. de módulo igual a 10N. |f| = | f’| ou |f|>| f ’|. 03. está apoiado sobre uma superfície horizontal muito lisa. A figura mostra um bloco A. o faz apoiada em sua bengala. ao se pesar. 07. (A) Calcule o módulo e indique a direção e o sentido da força total F que o solo exerce sobre o homem da direita. Vestibular Considere a situação em que eles estão em repouso e a corda está esticada na horizontal com uma tensão de módulo igual à do peso de cada um deles. (UFRJ) Uma pessoa idosa.

com os homens de pé sobre o piso horizontal sustentando a mulher. IVF1M20 . o bloco permanece em repouso em relação ao vagão. (B) Calcule o módulo da componente vertical da força que o solo exerce sobre o homem da direita (D). o piso exerce sobre o bloco uma força f’. o piso exerce sobre o bloco uma força f: Vestibular A partir de um determinado instante.FÍSICA I 08. O homem da direita pesa 80kgf e a mulher 70kgf. durante o retardamento. | f | = | f ’| ou | f | > | f ’|. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO O módulo da componente vertical da força que o homem da direita (D) exerce sobre a mulher é igual a 30kgf. 101 09. Sobre o piso horizontal de um dos vagões. Nesse caso. todos eles estão em repouso: (A) Calcule o módulo da componente vertical da força que o homem da esquerda (E) exerce sobre a mulher. (UFRJ) A figura mostra três ginastas: dois homens e uma mulher. Justifique sua resposta. Apesar disso. durante o retardamento. Nesse caso. com movimento uniforme em relação à estrada. como mostra a figura. retilíneos e horizontais. agrupados em forma de arco. há um bloco em repouso em relação ao vagão. Verifique se | f | < | f ’|. No instante focalizado. (UFRJ) Um trem está se movendo sobre trilhos planos. o trem é uniformemente retardado até parar.

03. estudaremos os exercícios resolvidos: Suponha que. o bloco B está apoiado sobre o solo e o fio 1 está preso ao teto. o corpo suspenso tem o peso 100N: 102 . (A) Determine. o helicóptero está subindo ou descendo? Justifique a sua resposta. (UNIRIO-RJ) Na figura abaixo. Neste caso. (UFRRJ) Na figura. nesse instante. o sentido do vetor aceleração da carga e calcule o seu módulo. ºÎ = ³ò¿ Para entendermos melhor esta Lei. transportando uma carga de 100Kg por meio de um cabo de aço. neste instante. devemos isolar os corpos em questão e aplicar a Primeira Lei de Newton. qual o valor da força que o solo exerce sobre o bloco B? 02. (UFRJ) A figura mostra um helicóptero que se move verticalmente em relação à Terra.Aplicações das Leis de Newton EQUILÍBRIO DE PARTÍCULAS Ao estudar o equilíbrio estático ou dinâmico de uma partícula. a tensão no cabo de aço seja igual a 1200N. Os 2 fios e a roldana são ideais e a aceleração da gravidade é 10m/s 2. Considere g = 10m/s2: IVF1M21 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO PRINCÍPIO FUNDAMENTAL DA DINÂMICA (2ª LEI DE NEWTON) Lembremos que a aceleração adquirida por um corpo é proporcional à resultante das forças que agem sobre ele e inversamente proporcional à sua massa. a resultante das forças que atuam sobre ele é necessariamente nula. num determinado instante. (B) É possível saber se. O cabo pode ser considerado inextensível e de massa desprezível quando comparada à da carga.” 01. que diz: “Se um corpo está em repouso ou em movimento retilíneo uniforme.

05.FÍSICA I Os fios são ideais e têm pesos desprezíveis. O fio é fraco e corre o risco de romper-se: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 07. (UNESP-SP) Considere dois blocos. (UFRJ) Dois blocos de massa igual a 4kg e 2kg.5 e cos 30o = (A) 20. (E) 100. através de um fio ideal.5m/s2. (C) 50. com uma aceleração inicial de 0. (B) a força que o chão exerce sobre a empilhadeira. (B) determine a razão mA/mB para que o bloco A desça o plano com aceleração g/4. em vista lateral. (UFF-RJ) A figura mostra. contido por um suporte fixo S e ligado a um recipiente cilíndrico B de massa 0. (E) 100. Considerando-se desprezíveis os atritos. Use g = 10m/s2 e calcule. (B) 40. sob a ação do vento que sopra com uma velocidade horizontal constante. (UFRJ) Um operário usa uma empilhadeira de massa total igual a uma tonelada para levantar verticalmente uma caixa de massa igual a meia tonelada. sen 30 o = 0. que se mantém constante durante um curto intervalo de tempo. cujo módulo é igual a 3N sobre uma mesa horizontal e sem atrito.5kg. (D) 80. (Despreze a massa das partes móveis da empilhadeira. neste curto intervalo de tempo. í ) î Vestibular 04. pela massa maior ou pela menor? Justifique sua resposta. respectivamente. (A) a força que a empilhadeira exerce sobre a caixa. respectivamente. (B) 70. representando a aceleração da gravidade por g e utilizando dados da tabela acima: (A) determine a razão mA/m B para que os blocos A e B permaneçam em equilíbrio estático. o número de bolinhas de gude de 50g cada uma que o recipiente B deve conter para que o movimento se torne iminente é: (A) 60. como apresentado na figura: Desprezando forças de atrito. A tração na corda AB. A força que o vento faz sobre a pipa nesta situação está mais bem representada. Determinar: (D) 90. na figura. o exato instante em que uma pipa paira no ar. com massas mA e mB. estão presos entre si por um fio inextensível e de massa desprezível. em um plano inclinado. (D) F4 (E) F5 103 Qual o melhor modo de puxar o conjunto sem que o fio se rompa. em equilíbrio. em N. é: (Dados: g = 10m/s2.) 08. Deseja-se puxar o conjunto por meio de uma força . (UERJ) O esquema a seguir mostra um bloco A de massa 10kg apoiado em um plano inclinado a 30o. pelo vetor: (A) F1 (B) F2 (C) F3 06. (C) 80. IVF1M21 . A e B. e o sistema está em equilíbrio estático (repouso).

(C) 15cm.FÍSICA I 09. e parte pendente. horizontal e fina. fica mais bem representada na opção: (A) (D) 104 Isole a partícula e coloque as forças que atuam sobre ela. (PUC) Uma partícula sobe um plano inclinado. Quanto tempo leva a partícula subindo o plano? Qual a velocidade da partícula quando chegar à base do plano na volta? . paralela ao plano. em repouso sobre um plano horizontal. pode-se afirmar que o comprimento da parte sobre a mesa é: (A) 40cm. está em repouso sobre uma mesa. 02. O gráfico que melhor representa como a velocidade do bloco varia em função do tempo é: (A) (D) IVF1M21 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (B) (E) (C) 03. passa a atuar sobre o bloco.5 e que o pano está na iminência de deslizar. com velocidade inicial v0 = 15m/s. (UFF-RJ) Um bloco é lançado para cima sobre um plano inclinado em relação à direção horizontal.0s cessa a atuação de F. como mostra a figura: Sabendo-se que o coeficiente de atrito estático entre a superfície da mesa e o pano é igual a 0. durante seu movimento de subida. (UFF) Um pano de prato retangular. (D) 60cm. o módulo de F é constante e duas vezes maior que o da força de atrito cinético entre o plano e o bloco. (B) 20cm. Após 5. conforme ilustra a figura: A resultante (R) das forças que atuam no bloco. O plano é liso e forma um ângulo = 30o com a horizontal: (A) (B) (C) (D) Vestibular Considere g = 10m/s2. Uma força F. Obtenha a aceleração a da partícula num instante genérico. (E) 30cm. 01. com 60cm de comprimento e constituição homogênea. a partir da base. inicialmente. (UFF-RJ) Um bloco encontra-se. parte sobre sua superfície.

Um prisma triangular de massa M = 2. O fio e a polia são ideais e não há atrito. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) o módulo da aceleração do conjunto. calcule o valor para a intensidade de F. empurra o bloco B. (C) 04. apoiado em uma superfície horizontal sem atrito. com que força ele deve puxar a corda para levantar-se com velocidade constante? 105 (B) (E) São dados: g = 10m/s2. (UNIRIO-RJ) Um corpo A. (B) da força F. Uma força horizontal F é aplicada ao bloco C. de modo que B não caia: Considerando g = 10m/s2 e supondo o coeficiente de atrito estático entre os blocos A e B igual a . O corpo B. (B) 1/2. O bloco A. (UFF-RJ) Um bloco. No sistema da figura. de 40kg. calcule os módulos: IVF1M21 . como mostra a figura: Sobre a face inclinada do prisma apoia-se um bloco de massa m = 1. move-se em movimento acelerado com aceleração a. Depois de o bloco percorrer uma distância x. mB = 8. de massa 10kg. de 100kg. (B) supondo = 0. Observa-se que o bloco para a uma distância 3x à frente da posição em que a força F cessou. pede-se: (A) supondo = 0. passando por uma polia de massa desprezível e também sem atrito.FÍSICA I Vestibular Aplica-se no prisma uma força horizontal F. sen = 0. é puxado por uma força F. está a uma altura de 0.4kg está apoiado sobre uma superfície horizontal. Sendo a massa do homem e do elevador. (D) 3. ficando em repouso em relação ao prisma. Uma das faces do prisma forma com a superfície horizontal.40. conforme mostra a figura ao lado: O homem puxa a extremidade livre da corda para levantar-se. 08. B e C têm massa mA= 20kg.8. inicialmente em repouso sobre um plano horizontal. de modo que o sistema todo se move com o bloco. constante e paralela ao plano. Uma corda ideal de peso desprezível liga o corpo A a um corpo B. os blocos A. sustentado por uma corda leve que passa por uma polia. como mostra a figura: Sendo a aceleração da gravidade g = 10m/s2. 07. empurrado por uma força horizontal. (A) da aceleração do conjunto em relação ao solo. Um homem senta-se em um elevador usado em obras. determine o valor mínimo para o módulo de a.0kg.40 e que as massas de A e B sejam mA = 8. relativo ao item (a). 09.6 e cos Desprezando-se os atritos.0kg e mC = 32kg. (E) 4. Um bloco A. determine: = 0.36m. Indicando-se por Fat a força de atrito cinético entre o bloco e o plano. por sua vez. Sendo g = 10m/s 2. 06. (B) o mínimo intervalo de tempo necessário para que o corpo B chegue ao solo. a força F deixa de atuar. determine: (A) o módulo da tração da corda. de modo que o conjunto todo se move em relação ao solo. 05. é colocado num plano horizontal sem atrito. tem-se que a razão F/Fat é: (A) 1/4.6kg.0kg e mB = 2. (C) da força exercida por C sobre B. mas os blocos A e B permanecem em repouso em relação a C. (C) 2. inicialmente em repouso. (B) o módulo de F. juntos. conforme indica a figura.

aprendemos que podemos calcular o módulo da aceleração centrípeta pelas expressões abaixo: ac = v2/r ou ac = 2 r Em que: v é a velocidade linear. a forma mais prática de encontrarmos a força centrípeta é primeiro projetarmos as forças que agem na par tícula e só então encontrarmos a sua resultante. No seu movimento de rotação em torno da Terra. A força centrípeta é a componente radial da resultante das forças que agem na partícula. é a velocidade angular. IVF1M22 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Note que a força Ú í não contribui para o cálculo da força centrípeta porque ela é perpendicular ao raio. 106 . Sobre a partícula.Dinâmica dos Movimentos Curvilíneos FORÇA CENTRÍPETA Considere uma partícula descrevendo uma trajetória curvilínea como a da figura. A força centrípeta é caracterizada por tal interação. Um disco gira sobre uma mesa lisa fixado a um ponto “O” por um fio. a única força que atua na Lua é a interação gravitacional. No entanto. não dando assim nenhuma contribuição para a força centrípeta. pois. podemos escrever as expressões para o cálculo da força centrípeta: ³Ê î ® ÚÝ ±« ÚÝ Ó î ® Vejamos alguns exemplos de obtenção da força centrípeta. Da mesma forma. além de o peso e a normal se anularem. a resultante também tem uma componente na mesma direção denominada força centrípeta. Como foi visto em cinemática. ambos são perpendiculares à direção radial. a aceleração tem uma componente na direção radial denominada aceleração centrípeta. Assim sendo. Ainda na cinemática. agem cinco forças. que também estão representadas na figura: Suponha que a resultante das cinco forças mencionadas seja a representada abaixo: Observe que a aceleração da partícula tem a mesma direção e sentido da força resultante. A força centrípeta é a tração no fio. e lembrando a Segunda Lei de Newton. r é o raio da curva descrita pela partícula.

preso a um fio inextensível. A massa do pêndulo vale 2. o peso e a normal não entram no cálculo da força centrípeta: Vestibular Uma pedra gira descrevendo uma circunferência vertical. Os raios da curvatura nos pontos B e C são iguais: Sendo FA.0kg e o campo gravitacional local vale 10N/kg. as forças que agem na pedra em quatro pontos distintos e as respectivas forças centrípetas: 01. Um carrinho percorre o trilho da figura abaixo com velocidade escalar constante. IVF1M22 . 107 reação normal do trilho sobre o carrinho nos pontos A. Observe. a força centrípeta é a força de atrito lateral.0m/s. O trilho pertence a um plano vertical e o trecho que contém o ponto A é horizontal.0m/s. as intensidades das forças de PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) FA = FB = FC (B) FC > FA > FB (C) FB > FA > FC (D) FA > FB > FC (E) FC > FB > FA (D) (E) Determine o módulo da tração no fio. A figura mostra um pêndulo em seu movimento livre de atritos no ponto mais baixo de seu trajeto com velocidade de 4. A pedra é presa a um ponto “O” por um fio. Novamente.FÍSICA I Quando um carro faz uma curva plana e horizontal. Determine a tração no fio ideal no ponto considerado. Qual das opções a seguir pode melhor representar a resultante das forças que atuam sobre a partícula? (A) (B) (C) 02. FB e FC. 04. respectivamente. podemos concluir que: 03.0kg. na figura. Um corpo de massa igual a 2.0m com velocidade escalar constante de 2. A partícula da figura a seguir realiza movimento circular uniforme. B e C. descreve sobre uma mesa horizontal polida uma trajetória circular de raio 1.

A figura a seguir mostra. A velocidade mínima que o carrinho deve ter. parte dos trilhos do percurso de uma “montanha-russa” de um parque de diversões. assinale a opção que melhor representa a força resultante F na esfera pendular. proveniente da posição P: (A) (D) O esquema seguinte mostra um ventilador que tem uma de suas pás trespassada por um rebite: No instante t0 = 0. conforme o gráfico abaixo: IVF1M22 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (C) (E) 07. tendo como posições de inversão do seu movimento os pontos P e R. (B) Vestibular (E) Assinale a opção que melhor representa a força resultante F na esfera pendular. responda aos exercícios 1 e 2.FÍSICA I 05. num plano vertical. quando esta ocupa a posição Q (mais baixa da trajetória). O módulo da velocidade linear (v) do rebite varia em função do tempo (t). no sentido horário. em metros por segundos: (A) (B) îð ìð (D) (E) ïêð íîð (C) èð Considerando um referencial ligado à parede em que está preso o ventilador. quando esta ocupa a posição P: (A) (D) (B) (C) 06. para não desgrudar dos trilhos vale. Com relação à situação do teste anterior. ao passar pelo ponto mais alto da trajetória. O pêndulo da figura oscila em condições ideais. o ventilador é ligado e suas pás entram em movimento de rotação. 108 .

0m/s. (B) Determinar o menor coeficiente de atrito necessário para que não haja deslizamento do corpo na superfície do cilindro. Sendo a massa do corpo igual a 4. Para t1 < t < t2. 104 (C) 1. apoiado em sua superfície interna. Na figura a seguir. o coeficiente de atrito cinético entre o corpo e a esfera é: (Adote g = 10m/s2. pistas nas quais a margem externa é mais elevada do que a interna (vide figura a seguir). o vetor que melhor traduz a força resultante no rebite ao passar pela posição P é: (A) (D) (B) (C) 03. Vestibular (B) (C) 02.20 (C) 0.10 (B) 0. 104 (D) 8.5m de raio numa pista cujo ângulo de sobrelevação é de 45o sem que haja atrito lateral entre os pneus e o asfalto. 103 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (E) (E) (A) 0. em newtons. Adote |g| = 10m/s2. Nestas condições. Em uma estrada. Um corpo de pequenas dimensões realiza voltas verticais no sentido horário dentro de uma esfera rígida de raio R = 1.) IVF1M22 . o vetor que melhor traduz a força resultante no rebite ao passar pela posição P é: (A) (D) 06. 103 (E) 1. isto é.6 .FÍSICA I 01. Determine qual o módulo da velocidade (em km/h) que um automóvel deve ter para realizar uma curva de 62. um automóvel de 800kg com velocidade constante de 72km/h se aproxima de um fundo de vale. determine a força normal de contato entre o corpo e a cúpula no ponto considerado. A figura mostra um corpo passando pelo ponto mais alto de uma cúpula semi-esférica de raio igual a 10m com velocidade de 5. Um procedimento utilizado para aumentar a segurança nas curvas das estradas é o de se construírem pistas sobre elevadas.0m/s e a força de atrito devido ao contato com a esfera é equilibrada pelo peso. a força de reação normal da estrada sobre o carro é. aproximadamente: (A) 2. qual a máxima velocidade com que o corpo pode passar no topo da cúpula sem perder o contato com ela? 05.40 (E) 0. Um corpo gira juntamente com o cilindro. 07.4 . (g = 10m/s2) 04. (A) Esquematizar as forças que atuam no corpo.6 .8m. Adote g = 10m/s2. temos registrado o instante em que sua velocidade é 6.0m gira em torno de seu eixo com velocidade angular constante = 10 rad/s.0 . conforme o esquema a seguir: Sabendo que o raio de curvatura nesse fundo de vale é 20m. 105 (B) 2.50 109 Um cilindro de eixo vertical e raio R = 2. Para 0 < t < t1.0kg. Com relação à questão anterior.30 (D) 0. 08.4 .

FÍSICA I Vestibular 09. Um pêndulo cônico gira em torno do eixo vertical em movimento circular uniforme. O raio da trajetória é R. IVF1M22 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO = = = 110 . Pede-se calcular o ângulo que o fio forma com a vertical.

Suponha uma barra “OA” apoiada sobre uma mesa lisa e fixada a ela por um parafuso colocado em “O”. Observe as forças que estão aplicadas na barra. positivo para sentido anti-horário e negativo para o contrário. de calcular o momento. Voltemos à barra citada aplicando ao ponto A uma força “Úí . é decompormos a força: Observe que a componente capaz de provocar rotação na barra é aquela perpendicular.Equilíbrio de Corpos Extensos MOMENTO DE UMA FORÇA Ao abrirmos uma porta. força F2 – tende a girar a barra no sentido anti-horário. aplicamos uma força na maçaneta que faz com que ela gire. o momento também pode ser escrito: ð ÓÚ PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO ð ÓÚ No caso particular de a força ser perpendicular à barra. duas condições devem ser satisfeitas simultaneamente: 1ª) Ú® = ð (resultante das forças nulas) 2ª) Óð ð (somatório dos momentos das forças em relação a um Ú ponto “O” qualquer igual a zero). A distância ” do ponto “O” à reta suporte da força é denominada braço de alavanca. admitir que o momento de uma força é positivo quando ela tende a girar a peça em questão no sentido horário e negativo em sentido contrário: Nada impede que convencionemos ao contrário. uma de cada vez. A barra pode girar livremente em torno de “O”. do ponto de aplicação e do ângulo que a força forma com a barra. Ú -»² 111 IVF1M23 . força F1 – tende a girar a barra no sentido anti-horário. Para tanto. força F3 – efeito semelhante ao de F2. SISTEMA DE TRÊS FORÇAS NÃO PARALELAS Para que um corpo rígido sob a ação de três forças não paralelas esteja em equilíbrio. necessariamente. O momento de uma força em relação a um ponto é a grandeza física que mede o seu efeito de rotação. concluímos que o efeito de rotação de uma força depende do seu valor. Assim sendo. Tendo por base a análise acima. Assim sendo. ser concorrentes. Você certamente já se deparou com uma maçaneta quebrada e teve a maior dificuldade para girá-la. as três forças têm que. mais facilmente conseguiremos esta rotação. 2ª) O somatório dos momentos das forças em relação a um ponto “O” deve ser nulo. em certos casos mais convenientes. Quanto maior for a maçaneta. multiplicando-se o módulo da força pela distância do seu ponto de aplicação a “O”: Ú Convenção de Sinais No estudo dos momentos de forças. e analisemos os seus efeitos. são necessárias duas condições: 1ª) A resultante das forças deve ser nula. cada uma das forças deve ser igual e oposta à resultante das outras duas. Podemos. por exemplo. ” Definimos o momento da força “Ú í em relação a “O” como o produto do seu módulo pelo braço de alavanca: Outra forma. força F4 – é incapaz de provocar rotação na barra. isto é. adotaremos uma convenção de sinais que ficará a critério de cada um. porém com intensidade menor do que F1. Para que um corpo rígido (corpo de dimensões não desprezíveis) esteja em equilíbrio. o momento é calculado.

20m de comprimento: .) (A) 30kg (B) 6kg (C) 180kg 03. (UFRJ) Uma esfera condutora. carregada com uma carga Q. A figura a seguir mostra uma peça de madeira. (B) momento de força. no formato de uma “forca” utilizada para suspender vasos de plantas. (D) centro de gravidade. como mostra a figura: IVF1M23 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Uma outra esfera condutora. porém livre para girar no plano da figura. Para que o sistema permaneça em equilíbrio. 05. 04. o valor mínimo do módulo da força vertical que o homem precisa exercer na extremidade da chave é: (A) 100N (B) 150N (C) 200N (D) 300N (E) 500N 02. A figura mostra o braço de um homem apertando um parafuso com uma chave de boca de 0. fazendo a porca girar em torno do eixo que passa por seu centro. O conjunto todo é suspenso por um gancho a um prego P cravado em uma parede. é aproximada da primeira. a uma distância x do ponto de apoio. suspende-se à barra um bloco de massa m. Suponha que você utilize como alavanca uma barra de 1. presa por uma haste isolante. a “estranha sensação” do personagem indica o desconhecimento do conceito de: (C) velocidade angular. Que carga (massa) colocada a 30cm do ponto de apoio você pode sustentar com uma força de 400N aplicada na outra extremidade? (Despreze a massa da barra. apesar de o atleta ser mais forte do que ela e estar fazendo uma força vertical para baixo e esforçando-se o máximo. está suspensa por um fio isolante a uma das extremidades de uma barra. (UERJ) A figura mostra uma haste rígida e homogênea presa no ponto central A. Explique como isso é possível. o bloco de massa m deve ser suspenso mais próximo do ponto de apoio. A garotinha consegue manter a haste em equilíbrio. 06. Para manter o sistema em equilíbrio. 112 01. neutra e de mesmo raio.FÍSICA I Vestibular Para dar o aperto final. m em relação ao eixo.80m de comprimento com o ponto de apoio na extremidade A. é necessário um momento de 100N . (D) 240kg (E) 2400kg Nessa charge. mais afastado do ponto de apoio ou continuar na mesma posição? Justifique sua resposta. Estando a ferramenta na horizontal. (A) energia cinética.

FÍSICA I
(C)

Vestibular

Ao lado da figura, estão indicados cinco vetores, I, II, III, IV e V. Assinale a opção que representa a força que a parede exerce sobre o prego, quando olhamos a peça de perfil: (A) I (B) II (C) III (D) IV (E) V

07. Uma barra homogênea tem uma de suas extremidades presa por um fio ao teto de uma sala e a outra apoiada no piso. Sendo desprezível o atrito entre a barra e o piso, a alternativa que melhor representa a posição de equilíbrio da barra é: (A) (D)

(B)

01. Uma prancha AB encontra-se em equilíbrio na posição horizontal, suportando as massas m 1 e m 2 = 0,5kg, na posição indicada na figura. Num determinado instante, a massa m1 começa a se deslocar em direção à extremidade A com velocidade constante v1 = 12cm/s.

(A) Determine o valor da massa m1.

PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO
(A) (D) (B) (E) (C) (E) 02. Na figura, o sólido tem peso igual a 2,0 . 10 3N. Determine o menor valor da força , de tal modo que o sólido tombe sem deslizar. Há atrito entre ele e o plano.
113

08. Um espelho fica em equilíbrio quando preso a uma parede da forma como mostra a figura. Assinale a alternativa que melhor representa as forças que atuam no espelho:

(B) Determine a velocidade da massa m2 e o sentido em que ela deve se deslocar, de modo que a prancha AB permaneça na posição horizontal.

IVF1M23

FÍSICA I
03. (UERJ) Uma pessoa mantém o braço em posição vertical e o antebraço flexionado em ângulo de 90o. Observe as duas situações adiante, nas quais a posição descrita é mantida:

Vestibular

(A)

– – –

– –

Considere, agora, as seguintes condições: o músculo bíceps é o único responsável pela flexão do antebraço sobre o braço; a força exercida pelo músculo para manter apenas a flexão do antebraço é desprezível; os estiramentos sofridos pelas fibras musculares nas situações I e II são muito pequenos em relação à posição na ausência de peso, podendo ser igualados para fins de cálculo; para manter a contração na situação I, o bíceps despende da energia liberada pela hidrólise de 25 x 10–3 mol de ATP x min–1; na reação ATP + H2O e ADP + fosfato inorgânico, catalisada pela miosina ATPase, 100% da energia liberada é convertida em trabalho muscular.

Nestas condições, para manter durante 5 minutos a contração esquematizada na situação II, a quantidade, em mol, de ATP hidrolisado pelo bíceps é igual a: (A) 10,0 (B) 25,0 (C) 50,0 (D) 62,5

04. O joão-teimoso é um boneco que, deslocado de sua posição de equilíbrio, sempre volta a ficar em pé. Suponha que uma criança segure um joão-teimoso na posição da figura e logo em seguida o solte, sobre uma superfície horizontal.

Assinale a alternativa que melhor representa o esquema das forças que, com exceção das forças de atrito, atuam sobre o joão-teimoso deitado, imediatamente após ser solto pela criança:

IVF1M23

PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO
(B) (C) (D) (E) 05. (UFF-RJ) Para realizar reparos na parte mais alta de um muro, um operário, com 7,0 x 102N de peso, montou um andaime, apoiando uma tábua homogênea com 6,0m de comprimento e 2,8 x 102N de peso, sobre dois cavaletes, I e II, conforme a figura adiante: Observa-se que o cavalete II está a 1,5m da extremidade direita da tábua. Durante o trabalho, o operário se move sobre o andaime. A partir do cavalete II, a distância máxima que esse operário pode andar para a direita, mantendo a tábua em equilíbrio na horizontal, é, aproximadamente: (A) 0,30m (B) 0,60m (C) 0,90m (D) 1,2m (E) 1,5m 06. (FUVEST-SP) Um avião, com massa M = 90 toneladas, para que esteja em equilíbrio em vôo, deve manter seu centro de gravidade sobre a linha vertical CG, que dista 16m do eixo da roda dianteira e 4,0m do eixo das rodas traseiras, como na figura a seguir:
114

FÍSICA I
Para estudar a distribuição de massas do avião, em solo, três balanças são colocadas sob as rodas do trem de aterrissagem. A balança sob a roda dianteira indica MA e cada uma das que estão sob as rodas traseiras indica MB. Uma distribuição de massas, compatível com o equilíbrio do avião em vôo, poderia resultar em indicações das balanças, em toneladas, correspondendo aproximadamente a: (A) (B) (C) (D) (E) MA = 0 MA = 10 MA = 18 MA = 30 MA = 72 – – – – – MB = 45 MB = 40 MB = 36 MB = 30 MB = 9,0

Vestibular

07. (UFRN) Vários tipos de carros populares estão sendo montados com algumas economias. Eles vêm, por exemplo, com apenas uma luz de ré e, às vezes, sem o retrovisor do lado direito. Uma outra economia está associada ao tamanho reduzido da chave de rodas. Essa chave é fabricada com um comprimento de 25cm. Alguns desses carros saem de fábrica com os parafusos de suas rodas submetidos a um aperto compatível a um torque (final) de 100N.m. Esse torque, M, calculado em relação ao ponto central do parafuso, está relacionado com a força aplicada na chave, força F, pela expressão M = F . d, em que d (única dimensão relevante da chave de rodas) é chamado braço da alavanca, conforme ilustrado na figura adiante:

Dona Terezinha comprou um desses carros e, quando sentiu a necessidade de trocar um pneu, ficou frustrada por não conseguir folgar os parafusos, pois consegue exercer uma força de no máximo 250N. Para solucionar esse problema, chamou um borracheiro que, após concluir a troca de pneu, sugeriu a compra de uma “mão de ferro” para ajudá-la numa próxima troca. O borracheiro explicou a dona Terezinha que uma mão de ferro é um pedaço de cano de ferro que pode ser usado para envolver o braço da chave de rodas, aumentando assim o comprimento e reduzindo, portanto, a força necessária a ser usada para folgar os parafusos. Nessa situação, admita que a mão de ferro abra todos os 25cm do braço da chave de rodas. Para poder realizar uma próxima troca de pneu, dona Terezinha deve usar uma mão de ferro de comprimento, no mínimo, igual a: (A) 60cm (D) 80cm. (C) 40cm (B) 50c

08. (UFMG) Para carregar quatro baldes idênticos, Nivaldo pendura-os em uma barra, como mostrado na figura adiante:

PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO
(A) (C) (B) (D) (Considere: PM = QM = 5,0cm; CM = 2,0cm; Â = 120o; sen30o = 0,50; cos30o = 0,87 e g = 10m/s2.) (D) 10g (E) 24g (A) 12g (B) 30g (C) 6,0g
115

Essa barra é homogênea e possui suportes para os baldes, igualmente espaçados entre si, representados, na figura, pelos pontos escuros. Para manter uma barra em equilíbrio, na horizontal, Nivaldo a apóia, pelo ponto médio, no ombro. Nivaldo, então, removeu um dos baldes e rearranja os demais de forma a manter a barra em equilíbrio, na horizontal, ainda apoiada pelo seu ponto médio. Assinale a alternativa que apresenta um arranjo possível para manter os baldes em equilíbrio nessa nova situação:

09. (UNIRIO-RJ) Uma pessoa tem um passarinho de brinquedo, que pode ser equilibrado pela ação de uma força normal utilizando-se apenas um ponto de apoio M, localizado no bico do passarinho, conforme a figura 1. Esse equilíbrio é alcançado em função da colocação de massas pontuais adequadas nos pontos P e Q. Sabe-se que a massa do passarinho antes da colocação das massas em P e Q é 30g e seu centro de massa nesta situação é representado, na figura 2, pelo ponto C.

Além disso, o passarinho é simétrico em relação ao eixo que contém os pontos M e C. Sendo assim, para o equilíbrio ser alcançado, o valor de cada uma das massas colocadas nos pontos P e Q é:

10. A figura mostra uma barra apoiada entre uma parede e o chão. A parede é perfeitamente lisa; o coeficiente de atrito estático entre a barra e o chão é = 0,25. (A) Desenhe o esquema das forças que atuam sobre a barra. (B) Calcule a tangente do menor ângulo entre a barra e o chão para que não haja escorregamento.

11. A força Úí aplicada horizontalmente no eixo da figura, necessária , para vencer o obstáculo de altura h = 10cm, deve ter módulo:

IVF1M23

FÍSICA I
Determine:

Vestibular

(A) (B) (C) (D)

igual a 10kgf. maior do que 30kgf. menor do que 10kgf. igual a 20kgf.

12. A escora da figura abaixo pesa 150N e seu centro de gravidade coincide com o centro geométrico:

IVF1M23

PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO
13. (UFRJ) A figura mostra uma garrafa mantida em repouso por dois esportes A e B. Na situação considerada, a garrafa está na horizontal e os suportes exercem sobre ela forças verticais. O peso da garrafa e seu conteúdo tem um módulo igual a 1,4kgf e seu centro de massa C situa-se a uma distância horizontal D = 15cm do suporte B. Sabendo que a distância horizontal entre os suportes A e B é d = 12 cm, determine o sentido da força que o suporte A exerce sobre a garrafa e calcule seu módulo.
116

(A) a tensão no cabo; (B) as componentes horizontal e vertical da força exercida sobre a escora pela parede.

Trabalho, Energia e Potência
TRABALHO-ENERGIA

A noção de energia é tão primitiva que não podemos defini-la. Energia não se define; percebe-se a presença dela através dos nossos sentidos. Sendo assim, podemos citar a energia sonora, a energia térmica, a energia luminosa etc.

Diz-se que uma força realiza trabalho quando ela é capaz de transferir energia de um sistema físico para outros. A sua força muscular realiza trabalho toda vez que você sobe uma escada, levanta peso na academia, chuta uma bola etc.

TRABALHO DE UMA FORÇA CONSTANTE

CASOS PARTICULARES
(A)

(B)

PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO
(C) W=0

TRABALHO DA FORÇA-PESO

Considere que o corpo da figura desloca-se de A para B seguindo a trajetória indicada:

WP = P . d . cos WP = mgh Se o deslocamento fosse de baixo para cima: WP = – mgh

Observe que o trabalho da força-peso não depende da trajetória e sim do desnível (h) entre as posições final e inicial. “Quando o trabalho de uma força não depende da trajetória, ela é dita conservativa.”

TRABALHO DE UMA FORÇA VARIÁVEL

Considere uma força que varia com a posição e age em um corpo, como na figura abaixo:

É

Ú ¼

°®±¼«¬± »-½¿´¿®

ÉÚ

Ú ¼ ½±-

O trabalho realizado pela força no deslocamento de “x1” para “x2” é calculado pela área da figura formada pela curva representativa do gráfico “F” e o eixo “x”:

W=F·d

W = –F · d

117

IVF1M24

FÍSICA I

Vestibular

TRABALHO DA FORÇA ELÁSTICA
A mola da figura está inicialmente distendida e o carrinho parado:

WR – trabalho realizado pela resultante das forças que agem no corpo. ÛÝ ï ³ Ê î – energia cinética final do corpo. î

Se o fio for cortado, a força elástica da mola realizará um trabalho sobre o carrinho. Como a força elástica é função da deformação da mola, devemos calcular o trabalho pela área do gráfico. Lei de Hooke F=K·x

TEOREMA TRABALHO-ENERGIA CINÉTICA

“O trabalho total, realizado pela resultante das forças que atuam sobre um corpo, é igual à variação da energia cinética deste corpo.” Considere um corpo de massa “m” sendo arrastado por uma força resultante FR ao longo do eixo da figura:

Suponha que ÚÎ constante e que no deslocamento a velocidade do corpo varia de Êð até V . WR = FR · d WR = ma · d V2 = V20 +2ad ¿ Êî Êðî î¼ (1) (2)

Substituindo (3) em (2): ÉÎ ³

Em que:

IVF1M24

PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO
ÛÝÑ ï ³ Êðî – energia cinética inicial do corpo. î Unidades No Sl, a unidade utilizada para medir energia e trabalho é o joule (J). U(W) = U(EC) = joule = J. Comparemos a arrancada de dois carros: um carro comum recémsaído da fábrica e um outro, aparentemente idêntico, mas com o motor “envenenado” para uma corrida. Notaremos que o segundo carro atinge uma determinada velocidade (100km/h, por exemplo) muito mais rapidamente que o primeiro. Supondo que as massas sejam iguais, concluiremos que os trabalhos realizados pelos dois motores são iguais. ï ³ Êî î A diferença nas duas situações está na rapidez com que os motores realizam o mesmo trabalho. Define-se potência média como a rapidez com que se realiza um determinado trabalho. É ÐÓ ¬ ÉÎ ÛÝ

POTÊNCIA

É

ï µ ¨î î

Unidades No Sistema Internacional (SI), a unidade de potência é o watt = joule / segundo. U(P) = watt = W. Observe que, se PM = W/AT, então: W = PM t. Se medimos a potência em kW (quilowatt) e o tempo em hora (h), surge uma unidade de trabalho (energia) extremamente utilizada em eletricidade: o kWh (quilowatt-hora). 1,0 kWh = 3,6 . 106 J Muitas vezes, na prática, utilizam-se as unidades denominadas CV (cavalo-vapor) e HP (horsepower). 1,0 CV 735W 1,0 HP 745W

POTÊNCIA-VELOCIDADE

Considere um corpo com velocidade constante sendo arrastado por uma força sobre uma superfície:

(3)

Êî

Êðî

î¼

¼

ÉÎ

ï ³ Êî î

ï ³ Êðî î

Em um deslocamento “d”, o trabalho realizado pela força será igual a F . d. Logo, a potência média desenvolvida por ela será: ÐÓ É ¬ Ú Ï ¬ Ú ÊÓ

WR = EC – ECO = EC

Como a velocidade é constante, podemos escrever: P=F·V

118

Uma partícula de 20 kg parte do repouso e. 103 J. qual foi o trabalho realizado pela força que atua sobre o corpo? 04. Considere os fios ideais e os atritos desprezíveis.se a intensidade (F) da força em função da distância percorrida PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) 100 J (B) 120 J (C) 140 J (D) 180 J (E) 200 J I. 05. (B) compare as forças ºï e ºî que o homem exerce sobre a corda nas situações ilustradas pelas figuras 1 e 2. sob a ação única da força constante Ú de intensidade igual a 100N. 3 . de dois modos. Os trabalhos da força peso em 1 e 2 são. 2. 0 J. um deslocamento de 10 m ao longo do plano horizontal: pelo corpo (d). deslizando ao longo de uma rampa. descendo uma escada. (B) o trabalho realizado pela força Ú. indicados no gráfico. Justifique sua resposta. No gráfico. I ºï I = I ºî I ou I ºï I < I ºî I. e considerando o fio como ideal. que faz ângulo de 45o com a horizontal. (A) a aceleração da partícula. Supondo que. (D) 0 J. 02. como mostram as figuras: Em qual dos casos o peso realiza maior trabalho? Justifique sua resposta. atinge a velocidade de 72 km/h. O atrito entre as rodinhas e o piso é desprezível. 03. Na figura abaixo. o homem puxa a corda com uma força constante. em ambos os casos. Um corpo desloca-se em linha reta sob ação de uma única força paralela à sua trajetória. 119 01. respectivamente. 15 J. (UFRJ) Um operário pode elevar um bloco de massa m de duas maneiras: fazendo-o subir verticalmente (figura 1) ou fazendo-o subir num plano inclinado (figura 2). A mala A de 20 kg pode ser transportada por 10m na horizontal. carregada pela alça. de acordo com as figuras: 1. fazendo com que o bloco sofra. III. II. deslocando-se entre dois níveis. W1 = W2 ou W1 < W2. horizontal e de intensidade 1. e a aceleração da gravidade no local 10 m/s2. Justifique sua resposta. (A) 0 J.000 J. o bloco suba em movimento retilíneo uniforme: (A) compare os trabalhos W1.000 J. (B) o trabalho da força de atrito que o bloco recebe do plano horizontal de apoio. re pre se nta. Durante os doze metros de percurso. (C) 200 J. (B) 2.0 . respectivamente. 102 N. e 2. Um corpo de peso P foi submetido a experiências sucessivas. que o homem realiza nas situações ilustradas nas figuras 1 e 2.FÍSICA I Vestibular Desprezando a resistência do ar e a inércia da polia.000 J. para elevar o bloco de uma mesma altura h. caindo livremente. respectivamente: 06. 103 J. e W2. e verifique se I ºï I > I ºî I. e verifique se W1 > W2. determinar: (A) o trabalho realizado pelo homem. puxada pela correia por uma força de 30 N. (E) 2. Determine: IVF1M24 . com velocidade constante.

com movimento retilíneo uniforme.25. (UFF-RJ) Um homem de massa 70kg sobe uma escada. homogênea.0 . O trabalho desenvolvido durante a freada foi de: (A) (B) (C) (D) –18 . 10 2 J (E) zero 03. 102 J (B) 1. qual é a sua velocidade na posição x = 4.0 m/s. uma tora cilíndrica de madeira. Nestas condições.75 kg/m e v é a velocidade do carro. 10 3N? Sabe-se que. (Considere g = 10 m/s 2 e sen = 0. segundo a reta de maior declive.0 m? 05. 103 J (D) 1. é freado e pára. Um automóvel. deslocando-se sobre uma trajetória retilínea: Sabendo-se que o corpo tinha velocidade nula em x = 0. Nesse instante. 48 kW. a tora está estendida horizontalmente no chão: (A) 30 · 100 J (B) 15 · 102 J (C) 30 · 102 J (D) 15 · 103 J (E) 30 · 103 J 02. Um móvel de 1600 kg move-se em MRU. oC. Um carro de massa m = 1.0 m/s. conforme indica a figura: (Dado: g = 10m/s2.5 . Verifica-se. O trabalho da resultante das forças que atuaram sobre a esfera nesse processo é: (A) (B) (C) (D) (E) 40 J 198 J 204 J 216 J 400J Vestibular 08. Uma esfera de massa igual a 1. no máximo. Ao tocar o solo. num trecho horizontal. 104 J –12 . Qual é o trabalho que a resultante das forças que um grupo de pessoas deve realizar. Suponha que este carro esteja se deslocando numa estrada plana. 104 J –32 .) Sabendo que a potência desenvolvida pelo carro é 3. 104 J 42 . 120 . Nestas condições. Calcule a velocidade máxima que este carro consegue atingir. do ponto A ao ponto B. vai rapidamente ao repouso. (UFRJ) Um recipiente de capacidade térmica desprezível contém 1kg de um líquido extremamente viscoso. 104 J IVF1M24 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 04. então. em função da distância x.0 kg é lançada do alto de um edifício verticalmente para baixo e com velocidade de 2. após certo tempo. 103 J (C) 3. com velocidade de módulo igual a 20m/s.FÍSICA I 07. 01. o valor da força resultante f que atua sobre um corpo de massa m = 1. 103 kg está subindo. qual a potência que está sendo necessária para mantê-lo em movimento? 06. Sabendo que o calor específico do líquido é 3 J/kg .4 . calcule o módulo da velocidade do carro. uma ladeira inclinada em relação à horizontal.) O trabalho realizado pelo peso do homem desde o ponto A até o ponto C foi de: (A) 5. animado com uma aceleração de – 10 m/s2. calcule a velocidade com que o projétil penetra no líquido.4 . Dispara-se um projétil de 2 x 10–2 kg que. apesar de atuar sobre ele uma força resistente total da intensidade 800N que se opõe ao movimento. retilínea e horizontal em alta velocidade. (UFRJ) A potência desenvolvida por um certo carro vale. 07. ao penetrar no líquido. o módulo da resultante das diversas forças de resistência que se opõem ao movimento é dado pela expressão empírica: º® = µª î em que k = 0.6 . Mostra-se. para colocar na posição vertical. que a temperatura do líquido sofre um acréscimo de 3oC. durante o qual percorre determinada distância. tem velocidade constante de 20 m/s. do ponto B ao ponto C. inicialmente.2 kg. 10 4 W.5 . medindo 5 m de comprimento e pesando 6 . e depois desce. apoiada no solo. possui velocidade igual a 20.

durante o intervalo de tempo referido. é: (A) (B) (C) (D) (E) 10W 20 W 30 W 50 W 60 W PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 121 IVF1M24 . (UERJ) Um corpo está apoiado sobre um plano horizontal com atrito desprezível e sob a ação de uma força paralela ao plano de apoio: O diagrama abaixo representa a variação da posição do corpo durante 10 segundos de ação da força: A potência desenvolvida pela força.FÍSICA I Vestibular 08.

está havendo queima de combustível (energia química) para que a energia potencial gravitacional do carro aumente. nenhuma energia é transferida à lâmpada. que é a sua energia potencial: Se o corpo estiver sobre a referência. há transformação de energia cinética em potencial exclusivamente. Considere um pêndulo que oscila entre as posições extremas A e C: EP = mgh Quando o pêndulo desce de A para B ou de C para B. estamos diante de um sistema conservativo. a bateria armazena uma certa quantidade de energia que pode ser transferida à lâmpada. o sistema é dito não conservativo. h: IVF1M25 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Energia Potencial Elástica Suponha que o carrinho da figura abaixo esteja em repouso com a mola distendida de x em relação à sua posição de equilíbrio: Caso o fio seja cortado. a sua energia potencial será nula.g. K é um interruptor e L é a lâmpada. Desta forma.: Energia potencial é qualquer tipo de energia armazenada. Tal energia estava armazenada na mola sob forma de energia potencial elástica: ï ÛÐ = µ¨ î î ENERGIA MECÂNICA TOTAL Denominamos energia mecânica total ou simplesmente energia mecânica de um sistema a soma da energia cinética com a energia potencial. ele permite a passagem de corrente elétrica através do circuito. a energia química da bateria é transformada em energia elétrica que. No entanto. 122 . g . Assim sendo. Quando ele sobe de B para A ou de B para C. portanto. A essa energia armazenada damos o nome de energia potencial. uma energia cinética. Se este corpo for levado até a referência. Se o interruptor está desligado. acumulada para ser utilizada no instante adequado. I. bastando para isto ligarmos o interruptor. Energia Potencial Gravitacional Suponha um corpo de massa m a uma altura h de uma referência. SISTEMAS CONSERVATIVOS OU NÃO CONSERVATIVOS Sistema Conservativo Um sistema é dito conservativo se houver puramente transformação de energia potencial em cinética ou vice-versa. é transferida à lâmpada sob forma de energia térmica e luminosa.A Conservação da Energia ENERGIA POTENCIAL O esquema abaixo representa o circuito de uma simples lanterna: B é uma bateria.h. através do circuito. Quando o interruptor é ligado. o carrinho acelerará para a esquerda. Quando um automóvel sobe uma ladeira com velocidade constante. Sistema Não Conservativo Um sistema é dito não conservativo quando há transformação de energia mecânica em outro tipo de energia ou vice-versa. o sistema é não conservativo. Se o corpo estiver abaixo da referência. II. sua energia será – m . Novamente. Obs. Quando um garoto escorrega ao longo de um tobogã. o trabalho realizado pela força-peso será igual a m. Assim sendo. recebendo. parte da energia potencial é transformada em energia térmica. há transformação de energia potencial gravitacional em cinética..

no máximo: 04. é: (A) (B) (C) î Êð î ³¹¸ µ ³ µ ¸ ³¹ µ 03. A outra extremidade da corda está presa no ponto do qual a pessoa salta. considere toda a corda como uma mola ideal de comprimento natural C = 30 m e constante elástica K. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO E1 = constante ou ETf = ETi (A) 10 cm (B) 40 cm (C) 160 cm (D) 80 cm (E) 20 cm (D) (E) ³¹ µ¸ î ³¹¸µ 123 Considerando os atritos desprezíveis. uma pessoa salta de grande altura. Para efeito de uma estimativa. presa pelos pés à extremidade de uma corda com uma parte elástica. partindo do repouso (V0 = 0) do ponto P desliza sem atrito sobre uma canaleta semicircular. a deformação máxima da mola. a corda termina de esticar antes que a pessoa bata no solo. Calcule o valor mínimo de K para o qual uma pessoa de 80 kg de massa que salte de uma altura de 50 m não venha a bater no chão. Após esta mola ser liberada. O bloco de massa m. contida . Sistema Conservativo Sistema Não Conservativo Se o sistema é não conservativo. a mola 1 está comprimida de 40 cm e tem constante elástica K1 = 200 N/m. em um plano vertical: IVF1M25 . 05. Uma pequena esfera de massa m. podemos dizer que ETf = ETi. O trabalho das forças não conservativas é igual à variação da energia mecânica do sistema. podemos afirmar que a mola 2 será comprimida de. é abandonado a partir do ponto A. Na figura. WNc = ET 01. O bunge jumping é uma brincadeira perigosa e por vezes fatal. Considere a pessoa com uma partícula que parte do repouso em queda vertical. a energia mecânica total permanece constante. então a energia mecânica total varia.FÍSICA I Vestibular PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA TOTAL Quando um sistema físico conservativo evolui. de constante elástica K2 = 800 N/m e sem deformação inicial. e considerando dois estados: inicial e final. presa à extremidade da corda. produzida pelo impacto. Assim sendo. Nela. o bloco choca-se com a mola 2. representado na figura abaixo. Sendo “g” a aceleração da gravidade. percorre a guia sem atrito e choca-se frontalmente com uma mola de constante elástica K. Um corpo é abandonado na pista livre de atritos da figura abaixo: (A) Qual a velocidade do corpo no ponto A? (B) Qual a velocidade do corpo no ponto B? 02. Se nada sair errado.

o ângulo de tiro sendo igual a . Representam-se por h1. uma partícula de massa m 1. podemos afirmar que: IVF1M25 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Pergunta-se: Quantas vezes a partícula atingirá a parte circular direita da pista? Use g = 10 m/s2. os módulos das velocidades com que as bolinhas A. Numa montanha-russa. percorre os últimos 10 m de sua queda com velocidade uniforme de 10 m/s. VA = VB = VC e TA > TB > TC . 06. (D) h1 > h2 = h3. A partícula é largada no ponto A. Não existe atrito nas partes curvas e na parte plana o coeficiente de atrito cinético é c = 0. que está a 5. (E) h1 < h2 = h3. Um homem executa exercícios com um aparelho constituído essencialmente por uma mola fixa numa de suas extremidades a um suporte rígido. 02. acima do plano de lançamento. as alturas máximas. que está a 4. TB e TC os respectivos tempos de queda. pergunta-se: (A) Qual o valor da velocidade do carrinho no ponto B? (B) Qual a energia cinética do carrinho no ponto C.20. VA = VB < VC e TA > TB = TC . respectivamente.5 g). respectivamente.5 m. (B) h1 > h2 > h3. Nesse mesmo trecho. um carrinho com 300 kg de massa é abandonado do repouso de um ponto A. A bola (2) é lançada ao longo de um plano inclinado do ângulo .0 m de altura? 04. Uma bola de pingue-pongue (massa 2. VA > VB = VC e TA = TB < TC . caindo de uma grande altura. h2 e h3. (A) h1 = h2 = h3. VB e VC. . As bolinhas A e B partem do repouso e a bolinha C tem velocidade inicial Êð horizontal: Denominando VA. como mostra a figura abaixo: 124 07. podemos afirmar que: (A) (B) (C) (D) (E) VA = VB = VC e TA = TB = TC . como mostra a figura. Três boIinhas de aço idênticas são lançadas a partir do mesmo plano horizontal e com a mesma velocidade inicial (em módulo). (C) h1 = h2 > h3. A parte plana tem comprimento C = 4 m e as duas extremidades da pista têm a forma de arcos de círculos de raios r1 = 2 m e r2 = 1. Três bolinhas são largadas da mesma altura “h” como mostra a figura abaixo. 03.0 m de altura: Supondo que o atrito seja desprezível. atingidas pelas três bolas. qual a quantidade de energia mecânica transformada em energia térmica? 01. A bola (1) é lançada verticalmente. Se todos os atritos forem desprezíveis. A bola (3) é lançada em direção oblíqua (projétil). VA = VB > VC e TA = TB = TC .FÍSICA I Vestibular (A) Calcule a aceleração da esfera no ponto em que a energia cinética é máxima. B e C atingem a superfície horizontal e TA. (B) Determine a resultante das forças que agem sobre a esfera no ponto em que a energia potencial é máxima.0 kg desliza por uma pista.

07. Ele puxa a argola. da posição 0. Observe que. na qual o fio forma com o suporte um ângulo .0 kg é projetado para cima. (UFRJ) Um brinquedo muito popular entre as crianças é a minicatapulta. exerça sobre o trilho uma força de baixo para cima igual (em módulo) ao seu peso (As dimensões do carrinho são desprezíveis. Ela consiste de uma fina tira de madeira que pode ser flexionada a fim de impulsionar uma pequena esfera de massa M. de onde se deve soltar o carrinho. a fim de que ele. por uma mola comprimida de x = 0. a esfera é abandonada (sem elasticidade inicial) na posição indicada na figura a seguir. Um pequeno bloco de massa m = 5. Determine o mínimo valor da constante elástica K da mola. a fim de que. (A) Calcule a energia cinética da esfera no ponto mais alto de sua trajetória. até o ponto B. (B) Calcule a velocidade de argola ao passar pelo ponto 0 depois de largada em B. ao longo da qual desliza sem atrito. (A) Determine a constante elástica da mola. Um carrinho pode deslizar. presa a um dos extremos de um fio ideal de comprimento L (o outro extremo está fixo no ponto O). 06.50 m. ao passar no ponto mais alto do trecho circular da sua trajetória. Para que o arremesso seja bem-sucedido. cuja massa é de 1. após ter sido abandonada. descrevendo um laço vertical de raio R. que permitirá ao bloco um contato permanente com a guia OABCD. (C) a altura “h”. sobre um trilho cuja forma está indicada na figura abaixo: (A) a relação entre a altura h. Com o fio esticado. do ponto A. no ponto mais baixo da trajetória. e larga-a em seguida. para que o carrinho passe em C com velocidade mínima. de acordo com a função representada no gráfico. e o raio R.4 m de 0. Para efeito de cálculos.0 kg.) IVF1M25 . (B) Calcule a tensão no fio no ponto mais alto da trajetória da esfera e responda se esta se encaixará ou não no copinho. está supensa por um fio ideal a um suporte horizontal. despreze a massa da mola e a ação de outras forças. tomando como nível zero de energia potencial o nível do ponto 0. para que esta se encaixe em um copinho no extremo oposto do brinquedo. é necessário que no ponto mais alto da trajetória da esfera o fio esteja bem esticado: Suponha que no momento do lançamento (t = 0) o fio encontre-se esticado e que a energia mecânica da esfera neste instante seja 5 MgL. sem atrito. 08.FÍSICA I Vestibular O ponto 0 indica a posição da argola quando a mola está com distensão nula (x = 0). calcule o ângulo . em relação ao raio R.).0 m. a tensão no fio seja o dobro do peso da esfera. a esfera passa a descrever uma trajetória circular de raio igual ao comprimento do fio. 05. como ilustra a figura. de pequenas dimensões. (Considere: g = 10 m/s2 e = 3. O homem exerce sobre a mola a força E variável com a distensão x. (B) a velocidade mínima que o carrinho deve ter para passar pelo ponto C. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Determine: 125 Supondo os atritos desprezíveis. Uma esfera de aço. distante 0.0 m e R = 1.

temos dois casos a considerar. precisamos conhecer como a força varia com o decorrer do tempo e calculamos a área da figura formada pelo gráfico e o eixo dos tempos: QUANTIDADE DE MOVIMENTO Define-se a quantidade de movimento de uma partícula como uma grandeza vetorial paralela à velocidade e dada pela expressão: Ï ³ ª IVF1M26 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO TEOREMA DO IMPULSO-QUANTIDADE DE MOVIMENTO O impulso da resultante das forças que agem sobre uma partícula é igual à variação da sua quantidade de movimento. ela é dita externa ao sistema. 126 . × Ú ¬ F É VARIÁVEL Neste caso. ela age dentro do sistema e foi provocada por um agente que está fora. Conside uma partícula de massa “m” com uma velocidade inicial “Ê ð”. Assim sendo. Assim sendo: F12 e F21 são internas e F31 e F32 são externas ao sistema formado pelas cargas 1 e 2. que as cargas 1 e 2 formem um sistema: Uma força é dita interna ao sistema quando ela age dentro do sistema e foi provocada por um agente que também pertence ao sistema. Aplica-se sobre ela um sistema de forças de resultante constante ÚÎ e a velocidade se altera para V : ×Î ÚÎ ¬ ×Î ³¿ ¬ ×Î ³ Ê ¬ ¬ ×Î ³ Ê ×Î ³ø Ê Êð ÷ ×Î ³Ê ³Ê ð Ï ×Î Ï Ïð FORÇAS INTERNAS E EXTERNAS Observe a figura a seguir. F É CONSTANTE Neste caso. O impulso desta força é definido como mostra a figura abaixo: O módulo do impulso depende da característica da força. Considere. Se. no entanto. ainda.Impulso e Qualidade de Movimento IMPULSO DE UMA FORÇA Considere uma força que atua durante um certo intervalo de tempo sobre uma partícula. o módulo do impulso é obtido multiplicando-se o módulo da força pelo tempo de atuação. Sistema Isolado Um sistema físico é dito isolado de forças externas quando a resultante de tais forças é nula. na qual estão representadas três cargas elétricas e as respectivas forças de interação entre elas.

assim sendo. são. (C) 10 N .0 kg passa de 5. determinar: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO FM1. (C) o trabalho realizado pela força. Um fio impede o deslocamento dos blocos: Vestibular Considerando o sistema formado pelos dois blocos e a mola. um corpo de massa 2.0 m/s para 10 m/s. 04. P2. no intervalo de tempo que corresponde à variação de velocidade dada.0 s. (B) o módulo da velocidade da caixa no instante t = 8. o sistema é dito isolado de forças externas. o fio se parte e os blocos são acelerados. cuja intensidade varia em função do tempo. A partir do instante t = 0. (D) 10 N . s e 75J.0 . O tempo de contato entre o pé do jogador e a bola é de 3.40 kg sai com velocidade igual a 24 m/s. Um corpo se move numa trajetória plana e retilínea. respectivamente. Após o chute para a cobrança de uma penalidade máxima. a quantidade de movimento total permanece constante. passa a agir sobre ela uma força paralela à mesa. uma bola de futebol de massa igual a 0. Sistema isolado ð 먬 Ï Ý¬» ±« Ï Ïð (A) o instante em que a caixa atinge velocidade máxima. 102s. (A) Qual a quantidade de movimento adquirido pela bola com o chute? (B) Qual a força média aplicada pelo pé do jogador? 02. de modo a não variar o módulo da velocidade da bola: 127 IVF1M26 . O módulo do impulso e o trabalho realizado sobre o corpo. na mesma direção e sentido do movimento. FM2 e F2M são forças internas. N1 e N2 são forças externas. PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DA QUANTIDADE DE MOVIMENTO Quando um sistema de partículas é isolado de forças externas. F1M. conforme o gráfico abaixo. Na figura a seguir. as forças que agem no sistema estão indicadas no esquema a seguir: 01. uma bola de tênis de massa m colide elasticamente com a parede. sem atrito. (B) 30 N . Subitamente.0s. Por ação de uma força. Admitindo que a força tenha direção constante e que atue na caixa somente até o instante t = 6. de: (A) 75 N . Note que a resultante das forças externas é zero e. Uma caixa de dimensões desprezíveis tem massa m = 2. s e 75J. 03. sem atrito. s e 100J. (E) 5.0 N . podemos concluir que: P1.s e 10J.0 kg e encontra-se inicialmente em repouso sobre uma mesa horizontal. cujo peso pode ser desprezado. s e 50J. Durante a expansão da mola.FÍSICA I Dois blocos repousam sobre uma superfície horizontal perfeitamente polida e comprimem uma mola mantida entre eles.

03.0 07.7 x 102 m/s (B) 90. 4.): (D) (E) e 1. m/s. m/s. 4.s.0 m/s (C) 2.90 m/s. De acordo com medidas efetuadas pelas emissoras de televisão.0 g. mesma massa e velocidades de mesmo módulo.0 kg é lançado verticalmente para cima de um ponto A.0 m/s.0 kg. o vetor impulso e o módulo da variação da quantidade de movimento do corpo entre os pontos A e B serão.7 m/s (C) 90. Dois patinadores de mesma massa deslocam-se numa mesma trajetória retilínea. Um tablete de chocolate de 20 g foi observado em queda vertical durante o intervalo de tempo de t0 = 0 a t1 = 10 s.00 x 104 cm/s.10 m/s. a velocidade de recuo do rifle (Vr) quando se segura muito frouxamente a arma e a velocidade de recuo do atirador (Va) quando ele mantém a arma firmemente apoiada no ombro serão.0 kg . 160 N. no máximo. com uma metralhadora.0 + 3. 10 kg . na qual o atrito é desprezível. é descrita por V = 4. 4. a qual é disparada a uma velocidade de 3. necessariamente eles possuem: (A) (B) (C) (D) (E) mesma energia cinética.0 .0 m/s 02. Após 5 s.0 (E) 9.FÍSICA I Sendo Ê ï = Ê î . O bloco colide com a mola e após a interação. IVF1M26 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 09. 128 .5 m/s 10. a velocidade escalar V desse tablete.0 .080 (B) 0. respectivamente (Desprezar todas as forças de resistências. pede-se determinar: (A) a intensidade média da força que o bloco troca com a mola. bem como imediatamente antes e depois. O impulso da força resultante que atuou nesse corpo durante a observação.0 kg é largado no ponto P do qual desce sem sofrer atritos ou resistência do ar: . durante o choque. O patinador mais rápido persegue o outro. Durante esse intervalo de tempo. a massa do rifle é 5. atingindo o ponto mais alto B. respectivamente: (D) 0. Se a velocidade de lançamento for 10 m/s.5 m/s (B) 2. Ao lançá-lo. pode resistir a uma força média de recuo de.5 m/s e 3.5 m/s (D) 3. módulos das velocidades inversamente proporcionais às suas massas. em função do tempo t. m/s. 4. Na situação da figura. Sabendo-se que o bloco permanece em contato com a mola durante 2.0 . (B) a altura máxima que o bloco atinge após a interação com a mola. 10–1 kg. somente antes do choque com a trave a velocidade V da boIa era de módulo igual a 108 km/h. Um empurra o outro e o homem se desloca. com velocidade de 30 cm/s em relação ao gelo. Um corpo de massa igual a 1.90 m/s. Nestas condições. com velocidades respectivamente iguais a 1. o bloco de massa m = 2. Considere que a massa do atirador é 95. Um atirador. adquire movimento de sentido oposto em relação ao inicial. foi igual a: (A) 0. Desprezando o atrito. 10–2s e que g = 10 m/s2. salta verticamente e agarra-se às suas costas. a separação do homem e do garoto é de: (A) (B) (C) (D) (E) 150 cm 300 cm 450 cm 500 cm 550 cm 05. 01. Todo caçador. Considere que. Em um jogo da Seleção Brasileira de Futebol. Se os módulos das quantidades de movimento de dois corpos são iguais.0 t. módulos das velocidades proporcionais às suas massas. As balas têm massa 40 g cada uma e saem da metralhadora com velocidade de 800 m/s.0 kg e a massa do projétil é 15. o vetor variação da quantidade de movimento da bola (A) (B) (C) Q é mais bem representado por: (D) ) Vestibular 08. o jogador Dunga acertou um violento chute na trave do gol adversário. (A) vetor nulo e zero. velocidade de mesmo módulo.60 (C) 0. com duração de 5. passando os dois a deslocar-se com velocidade v.72 (D) 6. Suponha a massa da bola igual a 4.5 x l02 m/s (A) 0. em unidades do SI. 1. (B) e zero.5 m/s. calcule o valor de v: (A) 1. durante a interação. a velocidade da bola era horizontal e que o choque foi elástico. 103s. para trás.5 x 102 m/s (E) 0. que acontece sem dissipação de energia mecânica. ao atirar com um rifle. mantém a arma firmemente apertada contra o ombro evitando assim o ‘coice’ da mesma.5 m/s (E) 5. Um homem com 70 kg e um garoto de 35 kg estão juntos sobre uma superfície gelada. em N. O número máximo de projéteis que podem ser atirados por segundo é: (A) 16 (B) 10 (C) 8 (D) 5 (E) 4 06.0 m/s. (C) 10 kg .

0 . Após os registros de algumas posições.0 m de comprimento. atingindo-o com a velocidade de 500 m/s.0 (D) 12 (E) 18 05. Um deles tem massa de 1 kg e é lançado com velocidade de 12 m/s.0 (C) 9. 103 kg.0. quando. de modo que dois dos fragmentos são lançados em direções perpendiculares. Qual a quantidade de movimento final desta partícula? PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (B) – m. Uma partícula possui 300 kg.m/s 3.0 . inicia-se o estudo de seu movimento. 04.0 m/s no sentido oposto ao inicial. construiu-se o gráfico adiante. Uma bala de 10 g é atirada contra o bloco. a sua massa é de: IVF1M26 . é de: 09. A velocidade do outro pedaço é: 11. de maneira que um deles tem massa igual a 4 kg e após a explosão adquire velocidade de 1. Se o terceiro fragmento é lançado com velocidade de 40 m/s.m/s 06. horizontal. Um automóvel de massa 1. A velocidade da lancha no final do salto será: ³ Ê (A) m. imediatamente após o impacto. em unidades do Sistema Internacional.4 kg (D) 1 kg (E) 0. inicialmente estacionária no meio de um lago. na mesma direção e sentido do movimento. sendo 0. O módulo do impulso. 103 kg. A velocidade do conjunto. da posição (x) em função do tempo (t).0 . Um objeto de massa 10 kg e velocidade igual a 8 m/s explode em dois pedaços.V (D) Ó 08.5 m/s (D) 20 m/s (E) 8 m/s (A) 10 m (B) 15 m (C) 7. é lançado a 8 m/s. exercido pela força que traciona o fio.V ³ Ê Ó (A) 10 m/s (B) 15 m/s (C) 7.0 kg está em movimento circular uniforme em torno de um ponto fixo.m/s 2.7 kg (C) 1.s. a distância percorrida pelo conjunto até parar é de: 10.m/s 5.25 o coeficiente de atrito entre o bloco e o plano. Na questão anterior.5 m (D) 20 m (E) 8 m (A) 10 m/s (B) 8 m/s (C) 12 m/s (D) 13 m/s (E) 14 m/s (A) 2 kg (B) 0.5 kg 129 07. Um bloco de 490 g está em repouso num plano horizontal.8 . 10 kg desloca-se com velocidade constante numa estrada retilínea.0 . no instante t = 0. de 2 kg. 103 kg. Uma explosão fragmenta uma rocha em três partes.FÍSICA I Vestibular Calcule o módulo da força média que a bola exerceu sobre a trave durante o choque.m/S de quantidade de movimento.m/s 1. Da parte frontal (proa) de uma lancha de massa M.V (C) (E) Mm. 103 kg. o outro. 103 kg. um mergulhador de massa m salta para a água com velocidade horizontal V. com velocidade angular de 1 rad/s. O módulo do vetor quantidade de movimento no instante t = 5s é: 3 (A) (B) (C) (D) (E) 1. A partícula recebe um impulso de 50 N. quando o corpo descreve meia volta. preso à extremidade de um fio de 3. vale: (A) zero (B) 6. e ficando nele engatada. Admitir g = 10 m/s2. Um corpo de massa 2.

A energia cinética do sistema formado pelas duas partículas se conserva. Se a energia cinética total final (após a colisão) é igual à cinética total inicial (antes da colisão). (A) I. define-se o coeficiente de restituição como a razão entre os módulos das velocidades relativas de afastamento (após a colisão) e de aproximação (antes de colisão). Neste tipo de colisão. as únicas forças que atuam sobre ela são as de interação mútua. (C) I e II. b) devido a não haver afastamento entre os corpos. (E) II e III. o que torna as forças de interação entre eles muito grandes. Durante a colisão. normalmente. podemos aplicar em todas as colisões o princípio de conservação da quantidade de movimento entre um instante imediatamente antes e após a colisão. o choque é dito inelástico. é válida a conservação da quantidade de movimento total ao sistema. IVF1M27 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Vap = 10 – 5 = 5. no instante da colisão. c) como este é um caso de choque inelástico. Se. Duas partículas colidem.Colisões CHOQUE MECÂNICO É o encontro de dois ou mais corpos com mudança brusca de velocidades. Choque Elástico Este tipo de choque tem as seguintes características: a) após a colisão. muito pequeno. b) o coeficiente de restituição vale 1 (100%). Como conseqüência. as forças externas. Considere as seguintes afirmações: I. os corpos deslocam-se separados. deslocando-se sobre um mesmo trilho. III. podem ser desprezadas e o sistema considerado isolado. ø Ï Ì ÷º·²¿´ = ø Ï Ì ÷·²·½·¿´ COEFICIENTE DE RESTITUIÇÃO Uma colisão é dita unidimensional quando não há mudança de direção nas velocidades dos corpos que colidem. Choque Perfeitamente Inelástico Este tipo de choque tem as seguintes características: Ê¿° a) após a colisão. d) como em toda colisão. podemos aplicar o princípio da conservação da quantidade de movimento total. é(são) sempre verdadeira(s) apenas a(s) de número(s): (D) I e III. Suas velocidades antes e depois da colisão estão mostradas na figura abaixo: 01. o coeficiente de restituição é nulo.0 m/s Vat = 8 – 5 = 3. o choque é dito elástico.0 m/s e = 3/5 = 0. Assim sendo. »= Ê¿ º Suponha dois carrinhos que. a velocidade relativa de afastamento é igual à de aproximação. Destas afirmações.6 = 60% TIPOS DE COLISÃO Quanto à conservação da energia cinética total. Tais forças são internas ao sistema formado pelos corpos que colidem. O tempo de contato entre os corpos é. sofrem uma colisão. após a colisão. 130 . (B) II. II. há redução na energia cinética total. Pelos motivos expostos acima. c) a energia cinética total final do sistema é a mesma que a inicial. Esta diminuição de energia é transformada em calor e som. d) mais uma vez. os choques podem ser elásticos ou inelásticos. tendo uma velocidade única. A energia cinética de cada partícula se conserva se o choque for elástico. há uma redução na energia cinética total. os corpos deslocam-se juntos. antes e depois da colisão. tendo cada um deles a sua velocidade própria. O momento linear (ou quantidade de movimento) do sistema formado pelas duas partículas se conserva.

0 m/s.0 kg.50 m/s. a velocidade do conjunto depois da colisão seria de: (A) 1. (D) 0.): 06. (A) Qual é o valor do coeficiente de restituição? (B) Qual o tipo de colisão? (C) Qual a razão entre as massas (1) e (2)? PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) 0.0 m/s (B) 2.0 m/s 04. que se desloca sobre trilhos retilíneos e horizontal com uma velocidade constante e de módulo igual a 60 cm/s. a massa de cada objeto é dada em quilograma e a velocidade em metro por segundo. o peixe maior. (UFF-RJ) Cada esquema. Após o choque. os dois engatam e passam a se movimentar juntos com velocidade de 2. os carrinhos antes ficam engatados e passam a se mover com velocidade constante e de módulo igual a 40 cm/s. Nestes esquemas. (UFRRJ) Sendo conhecidos os módulos das velocidades escalares das partículas.0 m/s (D) 4. (B) 1. que está se movendo sobre os mesmos trilhos. Um carrinho de massa m.0 kg.0 m/s (C) 3. (UFPI) Na figura abaixo. como ilustram as figuras: Vestibular 05. nada para a direita a uma velocidade V = 1. O gráfico representa as velocidades em função do tempo de dois blocos (1) e (2). a seguir.0 m/s. O esquema que corresponde à colisão perfeitamente elástica é o indicado na opção: 07. para a direita. um carrinho de compras (1) se aproxima. o peixe maior terá uma velocidade de (Despreze qualquer efeito de resistência da água. para a direita. que realizam uma colisão unidimensional: t representa a duração da colisão. de massa M = 5.0 m/s e o peixe menor.0 m/s. se aproxima dele a uma velocidade v = 8. 03. para a esquerda: Calcule a razão m’/m. revela as situações observadas imediatamente antes e depois da colisão entre dois objetos. Na figura.0 m/s. calcule a relação mA/mB entre as massas: IVF1M27 .50 m/s. de um carrinho parado (2): Com o choque. choca-se com outro carrinho de massa m’. de massa m = 1. (C) nula.FÍSICA I 02.0 m/s (E) 5.0 m/s. no mesmo sentido e com velocidade constante de módulo igual a 30 cm/s. (A) (B) (C) (D) (E) 131 Após engolir o peixe menor. (E) 1. com velocidade de 3. Se a massa de cada sistema fosse duas vezes maior do que na experiência descrita. para a esquerda. para a esquerda.

(UFF-RJ) A bola A. A figura representa o gráfico velocidade-tempo de uma colisão unidimensional entre dois carrinhos A e B: (A) Qual o módulo da razão entre a força média que o carrinho A exerce sobre o carrinho B e a força média que o carrinho B exerce sobre o carrinho A? Justifique sua resposta. inicialmente em repouso e com massa igual à da bola A.0 05. os dois carrinhos deslocam-se ligados um ao outro sobre este mesmo trilho. respectivamente: (A) zero e V. A colisão é elástica e as velocidades da partícula de massa m1. inicialmente em repouso sobre o trilho. Um carrinho de massa m1 = 210 kg. respectivamente. (B) V e zero.0 m/s. Uma partícula de massa m e velocidade v colide com outra de massa 3 m inicialmente em repouso.0 kg. a magnitude e a direção do vetor 132 .0 (B) 2. 06.0 m/s sobre um trilho horizontal sem atrito. que todas as bolas possuem massas iguais. colide com outro carrinho de massa m2 = 4. Após a colisão.0 m/s sempre no mesmo sentido. deslocando-se com velocidade v1 = 6. choca-se com a bola B. colide frontalmente com uma outra partícula de massa m2. podemos dizer que as velocidades das bolas brancas e pretas são. valem. como mostra a figura: Vestibular (B) (E) Os vetores que podem representar corretamente as velocidades das partículas imediatamente após o choque são: (A) 01. Após a colisão. (B) Calcule a razão entre as massas mA e mB dos carrinhos.0 kg de massa. com velocidade de 6.0 (E) 6. A bola branca é atirada com velocidade V contra a bola preta. Após a colisão frontal. movendo-se com velocidade V. inicialmente em repouso nesse plano.0 m/s e 2. com 1. a bola A move-se perpendicularmente a sua direção original de movimento. Considere o deslocamento das bolas sobre uma mesa de bilhar como totalmente isento de atrito.0 (A) 1. IVF1M27 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (C) (D) 04. (UFES) Uma partícula de massa m1. antes e depois do choque. 4. elas permanecem juntas.0 m/s: Para a bola B. Suponha. que se encontra parada. como mostra a figura. choca-se com outra partícula de massa m2 inicialmente em repouso.0 (C) 3. inicialmente com velocidade V. movendo-se à velocidade de 8. Uma partícula de massa m1.FÍSICA I 08. Qual a perda de energia mecânica na colisão? (A) 0J (B) 12J (C) 24J (D) 36J (E) 48J 02. Após a colisão. ainda. Qual a razão m1/m2 entre as massas dessas duas partículas? (D) 4. após a colisão. Então: (A) V = 0 (B) V = v (C) 2 V = v (D) 3 V = v (E) 4 V = v 03. (C) V/2 e V/2 (D) V e V. e que os choques entre elas sejam perfeitamente elásticos. movendo-se num plano horizontal sem atrito.

de massa igual a 2. (D) 6. a massa M colide.0 m/s (B) 4. de massa m. (UFRJ) Um carro A.0 kg m/s e (3).0 kg.0 m/s (E) 5. O bloco. elasticamente. inicialmente em repouso.8 m e massa M igual a 4.0 m/s 4. colide com um carro B. Para deteminar a velocidade de um projétil de massa m 50 g. desprezando o atrito entre B e S: (g = 10 m/s2) IVF1M27 . A figura abaixo representa um pêndulo simples. Adote nos cálculos o valor numérico g = 10 m/s2. de uma partícula de massa m e velocidade 5. saem juntos. incorpora-se à sua massa e desloca-se elevando o centro de gravidade à altura h = 5 cm: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO De massa m Partícula De massa m/4 8. Vestibular 07. a perícia técnica calculou o módulo vA da velocidade do carro A antes da colisão.0 m/s (A) 3. disparado por uma arma de fogo. suspenso por um fio de massa desprezível. arrastando os pneus no solo. conhecendo o valor da aceleração da gravidade g e levando em consideração que os carros tinham a mesma massa m. ao receber o impacto do projétil. na parte mais baixa de sua trajetória. (E) 10 kg m/s e (2). Ao ser liberado o pêndulo do repouso na posição horizontal.0 m/s (C) 7. fixo no ponto O.0 m/s 12. no referencial do laboratório. Calcular.FÍSICA I quantidade de movimento dentre as indicadas por (1). 09. comprimento constante igual a 1. (C) 2. Observa-se uma colisão elástica e unidimensional. (2) e (3) são.0 kg. 08. inicialmente em repouso sobre uma superfície horizontal S. utiliza-se um pêndulo balístico formado por um bloco de chumbo de massa M = 20 kg. Quais são os valores dos módulos das velocidades das partículas após a colisão? 10.0 m/s 9.0 m/s (D) –1. os carros se engatam. Na colisão.0 m/s 5.0 kg m/s e (2). como ilustram as figuras a seguir: (A) Calcule a razão Ec’/Ec entre a energia cinética do sistema constituído pelos dois carros após o choque (Ec’) e a energia cinética do carro A antes do choque (Ec). em cm.0 kg m/s e (1).0 m/s e outra partícula de massa m/4. e percorrem uma distância d até atingirem o repouso. Calcule vA em função de d e g. (B) Medindo a distância d e o coeficiente de atrito de deslizamento entre os pneus e o solo. com o bloco B. de mesma massa m que estava parado em um cruzamento. (B) 6.0 m/s 133 Calcule a velocidade do projétil. respectivamente: (A) 10 kg m/s e (1). a altura atingida pela massa M após o choque.

concluímos que a densidade relativa à água é numericamente igual à massa específica em g/cm3.0 g/cm 3 1000 kg/m 3.: óleo = 0. Define-se a massa específica do material de que é feito o corpo como a razão entre a massa e o seu volume: ³ Ê É bom saber que a massa específica da água é de 1.Hidrostática – Conceitos Básicos PRESSÃO Considere um bloco apoiado e em repouso sobre um plano inclinado como mostra a figura abaixo: Como o corpo está em repouso. a referência é a água e água = 1. a resultante das forças que agem sobre ele é nula e. Área grande pressão pequena Área pequena pressão grande Unidade de Pressão SI Prática IVF1M28 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Massa Específica ou Densidade Absoluta Se você encher três copos descartáveis de 300 mL. A grandeza que determina a diferença de massa entre corpos de mesmo volume é a “massa específica ou densidade absoluta”. ÚÝ Ð Ð A força que o corpo exerce sobre o plano é a reação de ÚÝ e pode ser decomposta em duas componentes: uma paralela e outra perpendicular ao plano: Define-se pressão como a razão entre o módulo da componente normal da força e a área do contato. na maioria dos casos. portanto. outro com óleo de cozinha e o terceiro com areia da praia.8 g/cm3 = 800 kg/m 3 DENSIDADE RELATIVA Considere dois corpos de mesmo volume feitos de materiais diferentes: Define-se a densidade de “1” em relação a “2” como a razão entre as suas massas: ³ ¼ïñ î = ï ³î Como ³ Ê ³ Ê Ð= ÚÒ ¼ïñ î Í Ê î Êî ï ï ï ±« ¼ïñ î î Como.0 g/cm3. notará que os pesos são diferentes. PRESSÃO EXERCIDA POR UMA COLUNA LÍQUIDA N/m2 = pascal = Pa 105Pa quilograma-força/cm2 = kgf/cm2 = atmosfera = atm 1. Note bem! ¹ ñ ½³ î ¨ ïððð µ¹ ñ ³í Ex. quanto maior a área. Isto explica por que o “bugre” não afunda na areia da praia e os carros normais sim.0 atm Considere um cilindro de área de base “A” contendo um líquido de massa específica “ ” até uma altura “h” do cilindro: 134 . a força de contato entre o plano e o corpo tem mesmo módulo e sentido contrário ao peso. um com água. Atenção! Grandeza Escalar Observe que a pressão é inversamente proporcional à area. isto é. Considere um paralelepípedo de um determinado material. menor será a pressão aplicada. apesar de terem o mesmo volume.

Se desejarmos conhecer a pressão total no fundo do recipiente. 76 cm de mercúrio (Hg).0 atm 2. Esta é a pressão exercida exclusivamente pelo líquido. quando: (Dado: g = 10m/s2) (A) espalhamos 1 litro de água sobre uma superfície horizontal de 1 m2. p = gh =13600 x 9. mas os pesos são diferentes. Com o uso das bolsas.. (UERJ) A razão entre a massa e o volume de uma substância. no seu ombro. também chamada de pressão hidrostática. o peso da bolsa A era maior. depende da temperatura. ambos à temperatura de 00C: Considere pf a massa específica do ferro e Pa a massa específica do álcool. encontramos: PARADOXO HIDROSTÁTICO A pressão na base de um recipiente não depende de sua área nem da forma do recipiente e somente do tipo de líquido e da sua altura: P1 = P2 = P3 (E) colocamos um corpo de 1 kg sobre uma superfície de 1 m2.FÍSICA I O líquido exerce na base uma força igual ao seu peso. ela percebeu que a bolsa A marcava o seu ombro. Então. 1. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Ð Considere duas colunas particulares: 1. Ð ³¹ ß Ê¹ ß ¹¸ ߸¹ ß Vestibular A inclinação da reta que representa o gráfico está ligada diretamente à massa específica do líquido. são apresentadas as curvas aproximadas da massa em função do volume para o álcool e para o ferro. a sua massa específica. 2. A seguir. Quanto maior for a massa específica. era menor. (D) colocamos um pacote de 1000g de manteiga sobre uma superfície de 1 m2. (B) espalhamos uniformemente 100 g de farinha sobre uma superfície de 1 m2. conforme os gráficos abaixo: 01. (CESGRANRIO) Eva possui duas bolsas A e B. podemos calcular a pressão exercida pela coluna líquida sobre a sua própria base. Curiosa. e supondo que a superfície livre do líquido esteja em contato com o ar.8 x 10 105 Pa = 1. no seu ombro.8 x 0. Eva concluiu que: (A) (B) (C) (D) (E) o peso da bolsa B era maior. 03. Assim sendo. A pressão de 1 N/m2 é exercida. verificou que a largura da alça da bolsa A era menor do que a da B. 02. produzindo uma aceleração de 1 m/s2. era maior. nas quais coloca sempre os mesmos objetos. devemos acrescentar a pressão atmosférica local. ou seja. maior será a inclinação da reta. Ь±¬¿´ п¬³ ¹¸ GRÁFICOS A pressão total varia com a profundidade. 10 m de água. idênticas. a pressão exercida pela bolsa B.76 105 Pa = 1. (C) empurramos horizontalmente um corpo de 1 kg.0 atm 10 m de H2O = 76 cm de Hg = 1. a pressão exercida pela bolsa B. p = gh = 1000 x 9. as pressões exercidas pelas bolsas são iguais. 135 IVF1M28 .0 atm COLUNAS PARTICULARES Calculando a pressão hidrostática destas colunas sobre suas bases.

7 . 104 (D) I e II são corretas (E) II e III são corretas 08. ocorre uma queda gradual de 1 cm Hg da pressão atmosférica para cada 100 m de subida. aproximadamente.0 atm (E) 3. Sendo MA e Óß MB as massas dos líquidos A e B contidos no frasco. O líquido A.5 g/cm 3. é derramado até encher o frasco. III.30 m x 0.FÍSICA I De acordo com o gráfico. um barômetro de mercúrio indica 76 cm. a 900 m de altitude em relação ao nível do mar.7 .5 atm (B) 2.5 atm (A) 1. Para que a tripulação sobreviva. de massa específica 0. em pascais: (D) 6. a profundidade máxima (h). que por sua vez é igual a 1 atm (105 N/m 2). fora e dentro do submarino.1 atm (B) 1. Para diminuir os efeitos práticos dessa variação. um descompressor mantém o seu interior a uma pressão constante igual à pressão atmosférica no nível do mar. Qual é. (ENEM) A gasolina é vendida por litro. o problema comercial decorrente da dilatação da gasolina estaria resolvido. você estaria comprando mais massa de combustível para cada litro. Considerando que a torneira esteja fechada.8 . a razão pf/Pa é igual a: (A) 4 (B) 8 (C) 10 (D) 20 Vestibular Considerando 1 atm = 105 Pa. 105 Pa. dentro d’água. a massa é o que importa.0 g/cm3. (UFRRJ) Um grupo de alunos de um Curso de Veterinária compara as pressões exercidas por dois animais sobre o solo: um boi de 800 kg com patas de diâmetro igual a 20 cm cada uma e um carneiro de 40 kg com patas de diâmetro igual a 4 cm. aproximadamente.2 . não miscíveis. mas em sua utilização como combustível. Pode-se concluir daí que a pressão atmosférica numa cidade. (UFRJ) Considere um avião comercial em vôo de cruzeiro: Sabendo que a pressão externa a uma janela de dimensões 0. o líquido B. 104 (B) 8. 10 (A) 8. 01. 103 (E) 6.7 . somente: (A) I é correta (B) lI é correta (C) III é correta 05. (PUCCAMP-SP) No nível do mar. A superfície livre da água no reservatório encontra-se 15 m acima do nível da torneira. II. 02. a pressão que a água exerce sobre a torneira é: (D) 3. vale. é da ordem de: (A) 0. cuja extremidade superior é mantida fora da água? (D) 20 cm (E) 1m (A) 50 cm (B) 2 m (C) 10 m (A) indique a direção e o sentido da força sobre a janela em razão da diferença de pressão. (UERJ) Um submarino encontra-se a uma profundidade de 50 m.0.0 atm 04. a diferença entre a pressão. (UEL) A torneira de uma cozinha é alimentada pela água vinda de um reservatório instalado no último pavimento de um edifício. Mesmo para alguém em boa forma física. equivalente à pressão de 1. Em seguida. A razão entre as duas 136 .104 (C) 6. Se a gasolina fosse vendida por kg em vez de por litro.0 atm (C) 5. em que um mergulhador pode respirar por meio de um tubo de ar.8 g/cm3. os tanques dos postos de gasolina são subterrâneos. (B) calcule o seu módulo. Um aumento da temperatura do ambiente leva a um aumento no volume da gasolina. Você levaria vantagem ao abastecer o carro na hora mais quente do dia. À medida que se sobe do nível do mar para o alto da serra.0 atm (C) 2.20 m é um quarto da pressão interna. Destas considerações.0 atm (D) 50. é impossível respirar (por expansão da caixa torácxica) se a diferença de pressão entre o meio externo e o ar dentro dos pulmões for maior que um vigésimo (1/20) de atmosfera. IVF1M28 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 07. de massa específica 0. Abastecendo com a temperatura mais baixa. Se os tanques não fossem subterrâneos: I. que a aceleração da gravidade seja de 10 m/s2 e que a massa específica da água seja igual a 1.5 atm (D) 3/8 (E) 4/5 09. a relação ÓÞ vale: (A) 8/15 (B) 8/5 (C) 4/3 06. Num frasco são derramados dois líquidos A e B. então. é derramado primeiro até atingir 1/4 do volume do frasco. junto a suas paredes. pois estaria comprando mais massa por litro de combustível.

FÍSICA I
pressões (pressão exercida pelo boi / pressão exercida pelo carneiro sobre o solo) é: (Considere, para os cálculos, que cada pata tenha área circular na superfície de apoio.) (A) 0,8 (B) 0,6 (C) 0,4 (D) 0,2 (E) 011

Vestibular

03. (UERJ) Em um trecho horizontal e retilíneo, com o tanque de combustível cheio, ao atingir a velocidade de 1 km/h, o motorista viu um cachorro atravessando a estrada e foi obrigado a frear uniformemente, sem alterar a direção do movimento. Conseguiu parar em 5 segundos, evitando, assim, o atropelamento. O tanque de combustível tem a forma de um paralelepípedo reto, de base quadrada, e está instalado horizontalmente ao longo do comprimento do carro. Calcule a pressão exercida pelo combustível sobre a parede dianteira do tanque durante a freada. Dados: massa específica da gasolina = 0,8 g/cm3 e as dimensões do tanque: comprimento 50 cm; largura 5 cm e altura = 20 cm.

04. (UFSC) Um recipiente cheio de água até a borda tem massa total (água + recipiente) de 1.200 g. Coloca-se dentro do recipiente uma pedra de massa 120 g que, ao afundar, provoca o extravasamento de parte do líquido. Medindo-se a massa do recipiente com a água e a pedra, no seu interior, encontrou-se 1.290 g. Calcule o valor da massa específica da pedra em g/cm3, sabendo que a massa específica da água é 1,0 g/cm3. 05. Um prisma reto, maciço, é constituído de alumínio e ferro na proporção de 3 para 1, respectivamente, em massa. Se a densidade do alumínio vale 2,7 g/cm3 e a do ferro 7,5 g/cm3, a densidade do prisma em g/ cm3, vale, aproximadamente: (A) 3,2 (B) 3,9 (C) 4,5 (D) 5,1 (E) 7,8

PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO
(A) 1,8 . 102 (B) 1,8 . 10 (C) 1,8 (D) 1,8 . 10–2 (E) zero (A) 100 (B) 110 (C) 120 (D) 130 (E) 140 (A) 0,13 g/cm3 (B) 0,64 g/cm3 (C) 2,55 g/cm3 (D) 0,85 g/cm (E) 0,16 g/cm3
137

06. (UFL) Uma caixa-d’água de forma cúbica de 1,0 m de aresta contém água até a metade. Por distração, uma lata de tinta fechada, de massa 18 kg, cai na água e fica boiando. Adotando g = 10 m/s2, pode-se concluir que o aumento da pressão exercida pela água no fundo da caixa, devido à presença da lata de tinta, em Pa, é:

07. (UFPE) O casco de um submarino suporta uma pressão externa de até 12,0 atm sem se romper. Se, por acidente, o submarino afundar no mar, a que profundidade, em metros, o casco se romperá?

08. Um recipiente formado por duas partes cilíndricas sem fundo, de massa m = 1,00 kg, cujas dimensões estão representadas na figura adiante, encontra-se sobre uma mesa lisa com sua extremidade inferior bem ajustada à superfície da mesa:

Coloca-se um líquido no recipiente e quando o nível do mesmo atinge uma altura h = 0,050 m, o recipiente sob a ação do líquido se levanta. A massa específica desse líquido é:

IVF1M28

Stèvin, Pascal e Arquimedes
PRINCÍPIO DE STÈVIN

“A diferença de pressões entre dois pontos de um líquido em equilíbrio hidrostático é proporcional à diferença de profundidade.” Considere um tubo contendo um líquido de massa específica “ ” e dois pontos dentro deste líquido:

As pressões nos pontos “1” e “2” valem, respectivamente: p1 = patm + gh1 p2 = patm + gh2

Subtraindo (2) – (1), vem:

Finalmente, podemos escrever:

Conseqüência Pontos de um líquido localizados sobre uma mesma horizontal sofrem a mesma pressão, pois h = 0 e, conseqüentemente, p = 0; logo, a pressão é a mesma:

EXPERIÊNCIA DE TORRICELLI

Esta experiência visa a determinar a pressão atmosférica. 1ª Fase Um tubo capilar é enchido com mercúrio (Hg):

IVF1M29

PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO
2ª Fase O tubo é emborcado sobre um recipiente contendo mercúrio (Hg): 3ª Fase Após aguardar um pouco e, considerando a experiência realizada no nível do mar, nota-se que a coluna de mercúrio baixa até se estabilizar a 76cm da altura acima do nível livre do mercúrio da cuba: (1) (2) p2 – p1 = g(h2 – h1) = g h p= g h Observe que os pontos 1 e 2 estão localizados sobre uma mesma horizontal e, portanto, têm a mesma pressão. O ponto 1 está submetido à pressão atmosférica e o ponto 2 à pressão de uma coluna com 76cm de altura de mercúrio. Conclusão “No nível do mar, a pressão atmosférica é equivalente à pressão exercida por uma coluna de mercúrio com 76cm de altura.” Obs.: Utiliza-se também como unidade de medida de pressão o “cm de Hg”. 1,0 atm = 76cm de Hg P1 = P2 = P3

PRINCÍPIO DE PASCAL

“Uma variação de pressão provocada em um ponto de um líquido em equilíbrio hidrostático se transmite integralmente para todos os pontos do líquido.” Considere um líquido em equilíbrio dentro de um recipiente fechado por um êmbolo:

138

FÍSICA I

Vestibular

PRINCÍPIO DE ARQUIMEDES
“Todo corpo mergulhado em um fluido recebe deste uma força vertical de baixo para cima, denominada empuxo, que ocorre devido à diferença de pressões entre as partes inferior e superior do corpo.” Considere um cilindro totalmente imerso em um fluido, como mostra a figura abaixo:

A diferença de pressões entre os dois pontos A e B indicados é dada pelo princípio de Stèvin, isto é: pB – pA = g h

Aplica-se, então, no êmbolo, uma força vertical como mostra a figura acima. As pressões nos pontos A e B aumentam, mas mantêm a diferença original: p’B – p’A = g h

Podemos, então, concluir que:

Ou ainda:

Isto é:

PRENSA HIDRÁULICA

A principal aplicação do princípio de Pascal é a prensa hidráulica, que consiste em dois tubos vedados por êmbolos e interligados por um terceiro. O sistema é enchido com óleo e, ao aplicarmos uma força em um dos êmbolos de área SA, devemos aplicar no outro, de área SB, uma outra força de forma que equilibre a prensa:

As forças aplicadas sobre os êmbolos provocam aumentos de pressão nos pontos imediatamente abaixo deles e, conseqüentemente, para todo o líquido. (Pascal) pA = pB, ou:

PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO
E = F2 – F 1 (1) p’B – p’A = pB – p A p’B – p B = p’A – p A Lembrando que , então F = p . A (2) pB = pA Voltando à equação (1), vem: E = p2A – p1A = (p2 – p1)A gh Mas: p2 – p1 =
fluido

Note que as forças horizontais se equilibram, mas as verticais não. Note que , pois a pressão na parte inferior do cilindro é maior do que na superior. Sendo assim, existe uma resultante vertical e para cima denominada empuxo e que tem módulo igual à diferença entre as duas forças citadas.

Considerando que o cilindro tenha altura h e área de base A, podemos calcular o módulo do empuxo:

(3)

Substituindo (3) em (2), vem: E = fluidoghA Finalmente:

E=

fluido imerso

V

g

O volume imerso é igual ao volume do fluido que foi deslocado devido à presença do corpo. Sendo assim, o empuxo é numericamente igual ao peso do fluido deslocado pelo cilindro. E = (Pfluido)deslocado

Se o corpo estiver parcialmente submerso, só devemos considerar, para cálculo do empuxo, o volume do corpo imerso no fluido.

CORPOS IMERSOS E FLUTUANTES

Considere um corpo sólido abandonado em repouso no interior de um fluido. Nesse caso, podem ocorrer três hipóteses: a) b) c) > < corpo = corpo
corpo fluido fluido fluido

o corpo acelera para baixo; o corpo acelera para cima; o corpo permanece em repouso.

Na hipótese “c”, também é possível que o corpo desenvolva MRU, desde que lhe seja comunicada uma velocidade inicial.
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139

FÍSICA I

Vestibular

Sendo pA a pressão atmosférica ambiente, pB e pC as pressões do ar confinado nos ambientes B e C, pode-se afirmar que é válida a relação: (A) pA = pB > pC. (B) pA > pB = pC. (C) pA > pB > pC. (D) pB > pA > pC (E) pB > pC > pA.

02. A figura abaixo mostra um minissubmarino na posição horizontal, em repouso em relação à água e totalmente submerso:

Os pontos denotados por A, B e C são três pontos diferentes do casco externo do minissubmarino. Represente por pA, pB e pC a pressão da água sobre o casco nos pontos indicados. Escreva em ordem crescente os valores dessas pressões. Justifique a sua resposta. 03. Um mergulhador persegue um peixe a 5,0m abaixo da superfície de um lago. O peixe foge da posição A e se esconde em uma gruta na posição B, conforme mostra a figura. A pressão atmosférica na superfície da água a P0 = 1,0 . 105 N/m2. Adote g = 10 m/s2:

(A) Qual a pressão sobre o mergulhador em A? (B) Qual a variação de pressão sobre o peixe nas posições A e B?

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Como exemplo de pontos isóbaros, pode-se citar: (D) Q e S. (E) T e S. (A) J e K. (B) L e K. (C) P e R. 05. Um elevador de automóvel funciona como esquematizado na figura ao lado, em que dois pistões cilíndricos (diâmetros 0,1m e 1,0m) fecham dois reservatórios interligados por um tubo. Todo o sistema é cheio com óleo. Levando-se em conta que o peso do óleo e dos pistões é desprezível em relação ao peso do automóvel (1,0 x 104N), qual a força mínima, , que deve ser aplicada ao pistão menor e que é capaz de levantar o automóvel? (A) 1,0 . 103 N; (B) 1,0 . 102 N; (C) 1,0 . 104 N; (D) 0,50 . 103 N; (E) 0,50 . 104 N. 06. Um mesmo corpo é colocado em 2 recipientes com líquidos diferentes. Em ambos flutua. O esquema a seguir representa essas duas situações: Note que no líquido 2 o corpo está mais submerso. Chamando de densidade d1 do líquido 1 e d2 do líquido 2, então: (D) d1 = 2d2; (A) d1 = d2;
140

01. O sistema de vasos comunicantes da figura contém água em repouso e simula uma situação que costuma ocorrer em cavernas: o tubo A representa a abertura para o meio ambiente exterior e os tubos B e C representam ambientes fechados, onde o ar está aprisionado:

04. A figura representa um tubo em U, aberto em ambos os ramos, contendo três líquidos não miscíveis, em equilíbrio hidrostático:

FÍSICA I
(B) d1 > d2; (C) d1 < d2; (E) d1 = d2/2.

Vestibular

(D) água doce, mar Morto, oceano Atlântico; (E) oceano Atlântico, água doce, mar Morto. 09. As figuras mostram três esferas de mesmo volume, 1, 2 e 3, em repouso, presas por fios ideais. A esfera 1 está parcialmente imersa em água, enquanto as esferas 2 e 3 estão totalmente submersas:

(A) Quando o submarino mantém-se parado à profundidade constante, o empuxo sobre ele tem o mesmo módulo do peso do submarino; (B) O empuxo sobre o submarino é igual ao peso da água que ele desloca; (C) Estando as câmaras de flutuação cheias de água, e expulsando água das mesmas, o submarino tende a emergir; (D) Admitindo água do mar nas câmaras de flutuação, o submarino tende a submergir; (E) Expulsando a água do mar de dentro das câmaras de flutuação, o empuxo sobre o submarino torna-se menor em módulo que seu peso.

08. Um transatlântico tem marcados em seu casco os níveis atingidos pela água quando navega com carga máxima no oceano Atlântico, no mar Morto e em água doce, conforme a figura. A densidade do oceano Atlântico é menor que a do mar Morto e maior que a da água doce. A identificação certa dos níveis I, II e III, nessa ordem, é:

(A) mar Morto, oceano Atlântico, água doce; (B) oceano Atlântico, água doce, mar Morto; (C) água doce, oceano Atlântico, mar Morto;

01. Um tubo de secção constante de área igual A foi conectado a um outro tubo de secção constante de área 4 vezes maior, formando um U. Inicialmente, mercúrio cuja densidade é 13,6g/cm3 foi introduzido até que as superfícies nos dois ramos ficassem 32,0cm abaixo das extremidades superiores. Em seguida, o tubo mais fino foi completado até a boca com água cuja densidade é 1,0g/cm3. Nestas condições, a elevação do nível de mercúrio no tubo mais largo foi de: (A) 8,00cm. (B) 3,72cm. (C) 3,33cm. (D) 0,60cm. (E) 0,50cm.

02. A medição da pressão atmosférica reinante no interior de um laboratório de Física foi efetuada utilizando-se o dispositivo representado na figura:

PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO
(A) 55 cmHg. (B) 60 cmHg. (C) 76 cmHg. (D) 131 cmHg.
141

07. Recentemente, a tragédia ocorrida com o submarino nuclear russo Kursk, que afundou no mar de Barents com toda a tripulação, comoveu o mundo. A flutuação de um submarino é regida, basicamente, pelo princípio de Arquimedes, da hidrostática. Um submarino pode navegar numa profundidade constante, emergir ou submergir, conforme a quantidade de água que armazena em seu interior. Assinale a alternativa incorreta:

Compare os módulos dos empuxos Ûï e Ûí sobre as esferas 1 e 3, respectivamente, com o módulo do empuxo Ûî sobre a esfera 2, verificando se cada um deles é maior, igual ou menor que Ûî .

Sabendo-se que a pressão exercida pelo gás, lida no manômetro, é de 136 cmHg, pode-se concluir que a pressão atmosférica local vale:

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FÍSICA I
03. A figura mostra um tubo em U de extremidades abertas, contendo três líquidos não miscíveis de densidade d0, d1 e d2. Se a situação de equilíbrio for a da figura, as densidades estarão relacionadas pela expressão:

Vestibular

06. O esquema a seguir apresenta uma prensa hidráulica composta de dois reservatórios cilíndricos de raios R1 e R2:

(A) d0 = 8 (0,75 d2 – d1). (B) d0 = 8 (0,75 d2 + d1).

04. (ITA) Num barômetro elementar de Torricelli, a coluna de mercúrio possui uma altura H, que se altera para X quando este barômetro é mergulhado num líquido de densidade D, cujo nível se eleva a uma altura h, como mostra a figura:

Sendo d a densidade do mercúrio, determine em função de H, D e d a altura do líquido, no caso de esta coincidir com a altura X da coluna de mercúrio. 05. (UFPE) Um tubo em U, aberto em ambas as extremidades e de seção reta uniforme, contém uma certa quantidade de água. Adiciona-se 500mL de um líquido imiscível, de densidade = 0,8g/cm3, no ramo da esquerda:

Qual o peso do êmbolo, em newtons, que deve ser colocado no ramo da direita, para que os níveis de água nos dois ramos sejam iguais? Despreze o atrito do êmbolo com as paredes do tubo.

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PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO
(C) d0 = 1/8 (d2 – d1). (D) d0 = 1/8 (d2 + 0,75 d1). Os êmbolos desta prensa são extremamente leves e podem mover-se praticamente sem atrito e perfeitamente ajustados a seus respectivos cilindros. O fluido que enche os reservatórios da prensa é de baixa densidade e pode ser considerado incompressível. Quando em equilíbrio, a força F2 suportada pelo êmbolo maior é de 100 vezes superior à força F1 suportada pelo menor. Assim, a razão R2/R1 entre os raios dos êmbolos vale, aproximadamente: (D) 200. (E) 1000. (A) 10. (B) 50. (C) 100. 07. Um cilindro maciço de plástico em água, com 60% de seu volume submerso, tem a área da base S = 50cm2 e altura h = 10cm. Calcule: Dados: água = 1g/cm3. (A) a massa específica do plástico; (B) a massa m de um corpo que, colocado no topo do cilindro, faz com que esse topo venha a coincidir com a superfície da água. 08. Um toro de madeira tem um volume da ordem de 102 L e uma densidade igual a 8 . 10–1. Três jangadeiros de massa média igual a 70kg fazem uma jangada submergir 90%. Com base nesses dados, determine com quantos toros de madeira se faz uma jangada: (D) 15; (E) 13. (A) 20; (B) 10; (C) 21; 09. Um cubo com 3,0 cm de aresta e densidade d = 0,600 g/cm3 é colocado num recipiente cheio de água (dágua = 1,00 g/cm3). Que massa de um corpo auxiliar deve ser colocada na face superior do cubo para que esta coincida com a superfície da água? (A) 43,2g; (B) 27,0g; (C) 16,2g; (D) 10,8g; (E) 5,40g.
142

Calcule a massa do corpo imerso. de densidade = 0. está no fundo de um aquário cheio de água.0N: Despreze a massa do balão e do gás. Um corpo de massa específica igual a 7.15mg e EB = mg. imerso em um tanque completamente cheio de água e vedado.15mg. (C) mg/2.0g/cm3. IVF1M29 . considere g = 10m/s2 e massa específica da água igual a 1. considerando g a aceleração gravitacional. os corpos flutuaram em equilíbrio. (D) nula. Sabendo que o campo gravitacional local é g. O empuxo sobre o balão tem módulo 6. com densidade igual ao dobro da densidade da água. A força exercida pelo fundo do aquário sobre a pedra. EA = mg e EB = 0. como mostrado na figura a seguir: (A) (B) (C) (D) Vestibular EA = mg e EB = mg. O corpo A foi colocado num becker graduado.25g/cm 3. é: 13. foi realizada uma experiência na qual dois corpos A e B de mesma massa – m – foram colocados em dois recipientes com água. EA = 0. (UFPE) Um bloco homogêneo e impermeável. está em repouso. preso a um pequeno balão cheio de gás hélio. (E) 4mg. (PUC-PR) Uma pedra de massa m.0g/cm3. Calcule a razão entre os módulos da força que o bloco exerce na tampa superior do tanque e do peso do bloco. 143 12. (UNIRIO) Em um laboratório.85mg e EB = mg.FÍSICA I 10. o que permitiu que os estudantes verificassem de imediato qual era o volume imerso do corpo e que este correspondia a 85% do seu volume total. é mantido em equilíbrio por meio de um fio inextensível de massa desprezível. 11. O corpo B foi colocado num recipiente não graduado de forma que os estudantes consideraram que ele ficou com uma porcentagem desconhecida do seu volume imerso. Após algum tempo. EA = 0. (B) mg. totalmente imerso na água. o empuxo experimentado por cada um dos corpos pode ser expresso como: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) 2mg.

67 . Considere um corpo de massa “m” a uma distância “r” do centro da Terra. Podemos.” Ìî =Õ Îí Obs.: As leis de Kepler foram enunciadas em relação ao sistema solar. Portanto. porém. m2/kg2 Obs.” 2ª Lei – Lei das Áreas “O raio vetor que une o centro de massa do Sol ao centro de massa de um planeta em órbita varre áreas iguais em intervalos de tempo iguais.” 3ª Lei – Lei dos Períodos “Para qualquer planeta do sistema solar.Gravitação AS LEIS DE KEPLER 1ª Lei – Lei das Órbitas “Os planetas descrevem órbitas elípticas em torno do Sol. na razão direta do produto de suas massas e inversa da distância entre seus centros elevada ao quadrado. portanto. Chamamos este fato de universalidade das Leis de Kepler. a razão entre o quadrado do período de revolução orbital e o cubo do raio médio da órbita se mantém constante. Seu peso pode ser expresso por: Ð Ù Ì ³ Îî Ì Se t1 = t2 A1 = A2 CAMPO GRAVITACIONAL Todo corpo de massa M tem a propriedade de sensibilizar o espaço ao seu redor com um campo de forças através do qual atrai outros corpos. suponha um corpo de massa m na superfície da Terra. podem ser aplicadas a quaisquer corpos que gravitam em torno de uma grande massa central. 144 . A intensidade do campo gravitacional é a razão entre o peso do corpo (atração gravitacional) e a sua massa. tendo este como um dos focos da elipse. pensar na região do espaço ao redor da Terra como sensibilizada pelo campo gravitacional provocado pela massa do planeta (g). IVF1M30 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO FORÇA GRAVITACIONAL “Dois corpos de massas M1 e M2 atraem-se mutuamente (ação e reação). 10–11 N .” (Isaac Newton) Úïôî Úîôï ÚÙ Ù Óï Óî ¼î G = constante de gravitação universal = 6.: Note que o peso de um corpo é a força de interação gravitacional entre as massas deste corpo e do planeta que o atrai.

e aos módulos das acelerações nesses mesmos pontos. (D) 2 m/s2. (C) 5 m/s2. vi vj. quando um corpo orbita com movimento circular uniforme em torno de um astro. III – O movimento do planeta é acelerado do afélio ao periélio e retardado do periélio ao afélio. São feitas algumas afirmativas. (E) 256 dias. acima da superfície terrestre. o planeta tem velocidade linear de translação máxima e. (B) 9. (B) vi < vj e ai > aj. Suponha um planeta cuja massa seja 4 vezes a da Terra e cujo raio seja o dobro do da Terra. então: r=R 01. Dado: raio da Terra = R. A terceria Lei de Kepler nos diz: “O cubo do raio médio da órbita de um planeta é diretamente proporcional ao quadrado do período de translação do planeta ao redor do Sol. (D) 128 dias. a aceleração da gravidade seria 0. I – A velocidade linear de translação do planeta é variável ao longo da trajetória. (C) vi = vj e ai = aj. Determine o valor aproximado do módulo gravitacional na superfície deste planeta. Com relação aos módulos das velocidades desse cometa nos pontos I e J. ai e aj. Está (ão) correta (s): (A) apenas I.” Um satélite X está em órbita circular em torno de um planeta P O seu . Qual o seu período de translação? (A) 64 dias. o valor do módulo da aceleração de um satélite em órbita circular em torno da Terra.5g superfície? (admita que a Terra não tenha rotação). 05. (C) apenas III. Um segundo satélite Y. de órbita 4R. A figura a seguir representa a órbita elíptica de um cometa em torno do Sol. (E) vi > vj e ai > aj. a uma altitude igual a 5 vezes o raio terrestre? 06. Qual é. no afélio. pode-se afirmar que: IVF1M30 . (E) 0. (B) apenas II.FÍSICA I Assim sendo: Vestibular ¹ð = ÙÓ ®î Se o ponto está sobre a superfície da Terra. (B) 16 dias.8 m/s2. (C) 8 dias. (D) nenhuma. Note que. 145 As expressões anteriores podem ser utilizadas para qualquer astro do Universo. (A) vi < vj e ai < aj. (E) todas. A que altura. O sistema da figura abaixo mostra a órbita elíptica de um planeta em torno do Sol. 03. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO MOVIMENTO DE CORPO EM ÓRBITA ¹ Ð ³ ÙÓ³ ß½»´»®¿ ção ®î ¼¿ ³ ¹®¿ª·¼¿¼» ¹ ÙÓ ®î Ú¿ = Ú½° ÙÓ³ ³ª î = = ³© î® ®î ® (A) 25 m/s2. período de translação é de 32 dias e o seu raio de órbita é R. aproximadamente. também em órbita circular do planeta P tem raio .3 m/s2. mínima. 04. a força de atração gravitacional é igual à força centrípeta. (D) vi > vj e ai < aj. II – No periélio. 02.

FÍSICA I
07. Uma sonda espacial aproxima-se de um corpo celeste desconhecido, em repouso em relação a um referencial inercial mantendo uma velocidade de 90km/h. Considere que, a partir do ponto P a sonda está , sujeita ao campo gravitacional do planeta e entra em órbita circular, conforme a figura adiante:

Vestibular

(C)

Despreze possíveis efeitos atmosféricos e suponha que o campo gravitacional do corpo celeste atuará a partir do ponto P . Caso o módulo da velocidade da sonda seja menor do que 90km/h, a figura que mostra o que deverá acontecer com a trajetória da sonda ao entrar no campo gravitacional é:

(A)

(B)

01. A figura abaixo mostra a órbita elíptica de um cometa em torno do Sol. Sabe-se que a força de interação gravitacional entre o cometa e o Sol, no ponto A, vale F. Qual das opções mostra o valor desta força no ponto B?

(A) F/2; (B) F/4; (C) 2F;

IVF1M30

PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO
08. (ENEM) A tabela abaixo resume alguns dados importantes sobre os satélites de Júpiter: Nome Diâmetro (km) 3.642 3.138 5.262 4.800 Distância média ao Período orbital centro de Júpiter (dias terrestres) (km) 421.800 1,8 7,2 670.900 3,6 Io Europa Calisto Ganimendes 1.070.000 1.880.000 16,7 Ao observar os satélites de Júpiter pela primeira vez, Galileu Galilei fez diversas anotações e tirou importantes conclusões sobre a estrutura de nosso Universo. A figura abaixo da tabela reproduz uma anotação de Galileu referente a Júpiter e seus satélites. (D) De acordo com essa representação e com os dados da tabela, os pontos indicados por 1, 2, 3 e 4 correspondem, respectivamente, a: (E) (A) (B) (C) (D) (E) Io, Europa, Ganimedes e Calisto; Ganimedes, lo, Europa e Calisto; Europa, Calisto, Ganimedes e lo; Calisto, Ganimedes, lo e Europa; Calisto, lo, Europa e Ganimedes. 02. Um corpo de massa m = 80kg está a uma altura contada a partir da superfície de três vezes o raio da Terra. Adotando-se g na superfície da Terra igual a 10m/s2, em módulo, determine o peso do corpo a esta altura. 03. Júpiter, o maior planeta do sistema solar, tem diâmetro onze vezes maior do que o da Terra e massa 320 vezes maior que a terrestre. Qual a relação entre o peso de um corpo na Terra e o peso do mesmo corpo em Júpiter? 04. Qual a ordem de grandeza da velocidade mínima com que se deveria lançar uma pedra horizontal do Pico do Monte Everest para que ela entrasse em órbita em torno da Terra, cujo raio é 6,4 . 106m, se o atrito do ar fosse desprezível? (D) 106 m/s; (E) 107 m/s. (D) 4F; (E) F. (A) 103 m/s; (B) 104 m/s; (C) 105 m/s;
146

FÍSICA I
05. Dois satélites, 1 e 2, são colocados em órbitas circulares ao redor da Terra. As relações entre as massas dos satélites e entre os raios de suas órbitas são, respectivamente, m1 = 4m2 e R2 = 4R1. Sendo V1 e V2 as velocidades tangenciais dos satélites 1 e 2, a razão V1/V2 vale: (A) 1; (B) 2; (C) 4; (D) 8; (E) 16.

Vestibular

06. Seja F o módulo da força de atração da Terra sobre a Lua e V0 o módulo da velocidade tangencial da Lua em sua órbita, considerada circular, em torno da Terra. Se a massa da Terra se tornasse três vezes maior, a Lua quatro vezes menor e a distância entre estes dois astros se reduzisse à metade, a velocidade tangencial da Lua seria: (A) 6V0 (B) 2V0 (C) 3V0 (D) 3V0 (E) V0

07. A figura mostra dois satélites artificiais, A e B, que estão em órbitas circulares de mesmo raio, em torno da Terra. A massa do satélite A é maior do que a do satélite B. Com relação ao módulo das velocidades, VA e VB, e aos períodos de rotação TA e TB, pode-se afirmar que:

PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO
(A) VA < VB e TA = TB; (B) VA < VB e TA > TB; (C) VA = VB e TA = TB; (D) VA = VB e TA > TB; (E) VA > VB e TA > TB. (A) R1 = R2/4; (B) R1 = R2/ 2; (C) R1 = R2 . 2; (D) R1 = 2R2; (E) R1 = 4R2. (A) 4 ; (B) 2 ; (C) 3; (D) 10; (E) 17.
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08. Dois satélites artificiais, 1 e 2, descrevem órbitas circulares de raios R1 e R2. A velocidade v1, do satélite 1, é o dobro da velocidade v2, do satélite 2. A relação entre os raios é dada por:

09. Considere a Terra uma esfera homogênea e que a aceleração da gravidade nos pólos seja de 9,8m/s2. O número pelo qual seria preciso multiplicar a velocidade de rotação da Terra de modo que o peso de uma pessoa no Equador ficasse nulo é:

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Análise Dimensional
INTRODUÇÃO

Apesar da tão falada “globalização”, os sistemas de unidades constituem uma barreira séria à comunicação científica e comercial entre as nações. A sua vida inteira foi povoada de metros, centímetros, quilômetros, gramas, quilogramas, litros e etc. De repente, você vai passar férias na terra do “Tio Sam” e se depara com pés, jardas, polegadas, milhas, onças, libras, galões e etc. Que choque, hein? Uma forma de minimizar este problema é a formulação de uma “equação dimensional” da grandeza que está sendo estudada.

A “equação dimensional” de uma grandeza mostra a sua dependência com outras grandezas tomadas como fundamentais ou básicas. As grandezas fundamentais mais utilizadas são o comprimento (L), a massa (M) e o tempo (T). Uma equação dimensional tem o aspecto a seguir: [G] = La Mb Tc

Os expoentes “a”, “b” e “c” dão o grau de dependência da grandeza G com as grandezas básicas L, M e T.

ALGUMAS GRANDEZAS

A seguir vamos fazer as equações dimensionais de algumas das mais importantes grandezas estudadas em física. 1) Velocidade linear

01. Encontre em um sistema LMT as equações dimensionais das seguintes grandezas: (A) (B) (C) (D) (E) (F) (G) energia cinética energia potencial gravitacional energia potencial elástica potência impulso quantidade de movimento pressão

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Pela análise da equação dimensional de velocidade linear podemos formular algumas possíveis unidades de grandeza, como por exemplo: m/s, km/h, milha/hora, polegada/segundo, jarda/minuto etc. 2) Aceleração linear [aceleração linear] ª»´±½·¼¿¼» ¬»³°± ÔñÌ Ì ÔÓ± Ì
î

3) Força

[força] = [massa] x [aceleração] = M x LMoT–2 [força] = LMT–2

EQUAÇÃO DIMENSIONAL

Algumas possíveis unidades de força são: m.kg/s 2, pé.libra/s2, polegada.onça/s2 e qualquer outra loucura que você quiser. 4) Trabalho

[trabalho] = [força] x [deslocamento] = LMT–2 x L [trabalho] = L2MT–2

Assim sendo, todas as grandezas físicas têm a sua equação dimensional. No caso das grandezas estudadas pela Eletricidade é preciso adicionar mais uma grandeza básica como, por exemplo, carga elétrica ou intensidade de corrente elétrica. ¼ò¼ò° ¬®¿¾¿´¸± ½ ¿®¹ ¿ ÔîÓÌ Ï
î

ÔîÓÌ îÏ

ï

ª»´±½·¼¿¼» ´·²»¿®

¼»-´±½¿³»²¬± ¬»³°±

Ô Ì

ÔÓ± Ì

ï

ANÁLISE DIMENSIONAL

As equações dimensionais podem ser de grande valia no estudo da homogeneidade de equações e na previsão de expressões envolvendo grandezas físicas.

(H) massa específica (I) velocidade angular (J) momento de uma força

02. Dizer, justificando, qual das fórmulas abaixo tem possibilidade de estar correta: ªî Ú = ³ ±« Ú = ³ª îÎ Î F = força m = massa v = velocidade R = raio de círculo

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FÍSICA I
03. Dizer, justificando, qual das duas equações abaixo pode estar correta: ³ ³ î ° ¸ ¹ ±« ° ¸ ¹ ª ª p = pressão h = altura m = massa v = volume g = aceleração da gravidade

Vestibular

05. A energia transportada por um fóton é calculada pela expressão: E=h.f h = constante de Planck f = freqüência da luz

04. A lei da Gravitação Universal de Newton diz que a força de atração entre dois corpos é dada pela expressão: Ú=Ù ³ï³î ¼î

Qual a equação dimensional de “G” em um sistema LMT?

01. A velocidade do som em um gás pode ser calculada pela expressão Ð na qual P exprime a pressão e uma massa específica. A ª equação dimensional da grandeza (A) L–2 M0 T0; (B) L0 M0 T–1; (C) L2 M T0; é:

02. No estudo do escoamento de um líquido através de um tubo, verifica-se que determinada grandeza mecânica varia com a potência 5/2 do raio do tubo, com a potência 1/2 da massa específica do líquido, com a potência 1/2 da pressão e com a potência –1/2 do comprimento do tubo. Qual das unidades abaixo mede adequadamente tal grandeza mecânica? (A) joule; (B) m3; (C) kg/s; (D) m/s2; (E) watt.

03. O litro . atmosfera é unidade de: (A) (B) (C) (D) (E) pressão; força; trabalho; potência; velocidade.

04. Na equação abaixo:

F = força;

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(A) (B) (C) (D) (E) kg . m/s; kg . m/s2; kg2 . m/s; kg . m2/s; kg . s/m. = viscosidade; S = área; V = variação de velocidade; x = distância. (D) L M T–1; (E) y é adimensional. 05. O período de um pêndulo físico é dado por Ì (A) kg2 . m; (B) kg/m; (C) kg . m; (D) kg2/m; (E) kg . m2. Ú Í Ê ¨ (A) m . s–1; (B) m . s–2; (C) m . s; (D) m . s2; (E) m2 . s.
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Qual a equação dimensional da constante de Planck em um sistema LMT?

06. As unidades de comprimento, massa e tempo no Sistema Internacional de Unidades são, respectivamente, o metro (m), o quilograma (kg) e o segundo (s). Podemos afirmar que, nesse sistema de unidades, a unidade de força é:

Qual a unidade de viscosidade do Sistema Internacional de Unidades? ï , onde g é ³ ¹ ¾ a aceleração gravitacional, m é a massa do pêndulo, b é a distância entre o ponto de suspensão do pêndulo e o seu centro de massa, e I é o momento de inércia do pêndulo. É correto afirmar que a unidade de I, no SI (Sistema Internacional de Unidades), é:

06. A velocidade das ondas numa praia pode depender de alguns dos seguintes parâmetros: a aceleração da gravidade g, a altura da água H e a densidade da água d. Qual a expressão da velocidade em termos dos parâmetros citados?

07. A força que atua sobre um móvel de massa m, quando o mesmo descreve, com velocidade v constante, uma trajetória circular de raio R, é dada por F = mgv2/aR, onde g representa a aceleração da gravidade. Para que haja homogeneidade, a unidade de a no Sistema Internacional de Unidades é:

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etc. Porém. temos uma fonte puntiforme fixa diante de um anteparo (tela) e entre eles há um objeto opaco. Suponha que o objeto opaco de diâmetro d encontra-se paralelo à tela onde se projeta a sombra de diâmetro D. e sim um corpo iluminado pela luz do Sol. por exemplo. Temos aí a sombra própria do objeto (umbra) e a sombra projetada na tela. Com o fenômeno da emissão fotoelétrica (Planck – Einstein) no início do século XX. De fato. pois o comprimento de onda da luz é muito pequeno quando comparado aos comprimentos de obstáculos ou fendas do nosso cotidiano. Esta teoria não teve aceitação imediata da comunidade científica da época por dois motivos básicos. O prestígio de Isaac Newton na comunidade científica da época foi o responsável pelo predomínio desta teoria por longo tempo. temos: ¼ Ü ¨ ¨ § 3. Portanto. porém ela está em movimento orbital em torno da Terra.FONTE LUMINOSA É todo corpo capaz de emitir luz. Na figura. numa mesma hora solar.FASES DA LUA A Lua como astro que não tem luz própria. lâmpada acesa. chegava-se à errada conclusão de que a luz teria maior velocidade na água do que no ar. As outras classificações possíveis para as fontes luminosas vão aparecer na medida em que a teoria necessite. mesmo sem explicar de maneira convincente muitos fenômenos ópticos. através desta teoria. como. as pesquisas macroscópicas neste campo indicavam que a luz era formada de um feixe de partículas emitidas por fontes luminosas como o Sol.). portanto.SOMBRA DA LUZ SOLAR NA TERRA As sombras provocadas pela luz solar. Hoje. emite para a Terra a luz que reflete do Sol. 152 . etc. seria possível contornar os obstáculos que se encontram em sua trajetória através do fenômeno ondulatório conhecido como difração e isto iria contrariar o princípio básico da propagação retilínea da luz. a teoria corpuscular ressurgiu das cinzas de maneira que a aceitação de uma natureza dual (partícula – onda) foi inevitável. isto acontece. podemos também analisar o processo através da geometria de triângulos semelhantes e concluir que: Ø ¸ = Í - 4. Aplicando a semelhança de triângulos. gostaria de mostrar ao aluno o quanto este nosso estudo da natureza é fascinante e irônico. na óptica geométrica consideraremos a propagação retilínea da luz. Portanto. 1. Complementando esta introdução. dependendo da posição que ela ocupa nesse movimento. você pode notar a formação de um tronco de cone que se abre entre o objeto e a tela. mostrou que conseguia explicar de maneira satisfatória e simples os fenômenos ópticos conhecidos através da teoria ondulatória.DEFINIÇÃO DE SOMBRA ÓPTICA (UMBRA) Na figura a seguir. Cristian Huygens. IVF2M1 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 2. As fases da Lua resultam do fato de que ela não é um corpo luminoso. em objetos opacos próximos da Terra. são corpos iluminados (lua.Propagação Retilínea da Luz I INTRODUÇÃO A natureza da luz e seus mistérios sempre foi um dos grandes motivos de curiosidade científica. planetas. O estudo da óptica geométrica baseia-se neste modelo macroscópico de universo em que o desvio da luz é desprezível. e que se propagavam sempre em linha reta a partir da fonte emissora (teoria corpuscular). A emissão desta forma de energia radiante ainda pode ser classificada como: Primária – emite luz própria (Sol. o caso da refração luminosa que. Esta teoria predominou por muito tempo. Durante muito tempo (até meados do século XVII). porém macroscopicamente estes desvios são desprezíveis. A luz é capaz de contornar objetos e fendas a sua frente.). vagalume. podem ser expressas pela figura abaixo: Note que o ângulo de sombra solar é o mesmo para objetos opacos de alturas diferentes. Secundária – emite luz proveniente de outros corpos. pois os obstáculos considerados são muito grandes quando comparados ao comprimento de onda da luz. a descrição dos modelos subatômicos é feita a partir desta dualidade. em 1678. a chama de uma vela. Huygens não era uma paternidade tão eminente quanto Newton e se a luz fosse um movimento ondulatório. A face iluminada da Lua é aquela que está voltada para o Sol e a fase da Lua representa o quanto dessa face iluminada pelo Sol está voltada também para a Terra. podemos enxergar uma parte maior ou menor de sua superfície iluminada.

a câmara é capaz de formar. Cada uma das fases dura aproximadamente uma semana e em pouco mais de quatro semanas temos um ciclo lunar completo. como mostra a figura: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Através dos triângulos semelhantes ABC e A’ B’ C. onde se formam as imagens dos objetos localizados no exterior da caixa. Tradicionalmente apenas as quatro fases mais características do ciclo – Lua Nova.CÂMARA ESCURA DE ORIFÍCIO Caixa com paredes opacas que contém um orifício em uma de suas faces. Os eclipses ocorrem em períodos de alinhamento desses astros. pois as órbitas do Sol. temos: · Ðù = ± ° Na figura abaixo temos uma ilustração da formação de imagem invertida na parede oposta ao orifício da câmara. Suponha que um objeto de 3m de altura esteja a uma distância de 5m do orifício e que a distância entre as faces seja de 6cm. para um obervador externo olhando para o pólo sul. as antigas “câmaras escuras” voltaram à moda. SOLUÇÃO: · ± Ðù ° ¸ í ðô ðê ë ¸ ðô ðíê ³ íô ê ½³ . Terra e Lua não estão no mesmo plano. varia de dia para dia. este fato não ocorre. Calcule a altura h da imagem. Lua Cheia e Quarto Minguante – recebem nomes. uma imagem invertida na parede oposta. Se o diâmetro do orifício for corretamente ajustado. No mundo artístico. 01. fica preso um filme fotográfico. de um objeto AB emissor.FÍSICA II Durante metade do ciclo a porção iluminada está aumentando (lua crescente) e durante a outra metade ela está diminuindo (lua minguante). Porém. mas a porção que vemos iluminada da Lua. Quarto Crescente. A análise da figura plana acima pode dar a impressão que em todos os meses do ano teríamos eclipses do Sol e da Lua. Vestibular 5. A figura a seguir ilustra esse ciclo com o Sol iluminando da esquerda para direita. Uma câmara escura é uma caixa fechada de paredes opacas que possui um orifício em uma de suas faces. Na face oposta à do orifício. que é a sua fase.

A figura anterior representa (fora da escala) quatro posições da Lua no seu movimento de rotação em torno da Terra.. . Mediante a câmara escura de orifício. obtém-se uma imagem do Sol..00 m. colocada ao lado do edifício. observa-se.... simultaneamente. 10-3m Para o diâmetro D do Sol resulta.00 m. Lua nova no Japão..0m.FÍSICA II Vestibular 02. Qual é a altura do edifício? . .. (DEU NO ENEM) A sombra de uma pessoa que tem 1. 03. conforme o esquema abaixo: São dados: Distância do Sol à Terra: a = 1. mais tarde.0 .. uma vara vertical de 2.0 m.80 m de altura mede 60 cm. Lua nova na África. projeta uma sombra de comprimento igual a 3. Diâmetro da imagem: d = 9. As partes claras da Lua estão iluminadas pelo Sol. Um edifício iluminado pelos raios solares projeta no solo uma sombra de comprimento L = 72. Assinale a opção que apresenta o complemento correto para a frase indicada a seguir: “Em época de Lua cheia no Brasil. Quarto Minguante na África. . aproximadamente? 04.. . Lua cheia no Japão. Quarto Crescente nos Estados Unidos. a seu lado.” (A) (B) (C) (D) (E) . No mesmo momento.50 m de altura.. 1011m Distância do orifício ao anteparo: b = 1.. Se. a sombra projetada de um poste mede 2.5 . a sombra do poste diminuiu 50 cm. a sombra da pessoa passou a medir: (A) (B) (C) (D) (E) 30 cm 45 cm 50 cm 80 cm 90 cm IVF2M1 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 154 01. as partes escuras estão na sombra..

Aumentando-se de 100 m a distância do prédio à câmara escura.80 m de altura. 01.25 04.FÍSICA II Vestibular 05. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO . Sabendo-se que A e B estão na mesma horizontal e distam 8 metros um do outro. Uma das exigências do grupo é que. para um observador no ponto P. determinar a altura do edifício. calcule a distância entre P e o centro do Sol. respectivamente. (A) 8 horas. (E) 06 e 07 de outubro. 02. A relação entre os tamanhos das imagens de um indivíduo de 1. A que horas foi observado o fenômeno? A sombra está na direção nascente-poente. dentre os fins de semana.75 x 105 km. o edifício é visto sob um ângulo de 45o. No dia 3 de novembro de 1994. (E) 10 horas.00 x 102 e que a distância do ponto P ao centro da Lua vale 3. à distância de 24 a 36m. a tangente do ângulo sob o qual um edifício é visto é 4/5. Uma câmara de orifício fornece a imagem de um prédio. pode-se afirmar que. Quando observado do ponto B. o fenômeno foi mais bem observado na região Sul. (B) 15 e 16 de setembro. Considerando-se as características de cada uma das fases da lua e o comportamento desta no período delimitado. que se apresenta com altura de 5. (D) 29 e 30 de setembro. a imagem se reduz para 4. a Lua e o Sol alinhados num dado instante durante o eclipse. No Brasil. (C) 8h e 30min. quando o indivíduo se encontra. 03. as noites estejam iluminadas pela lua o maior tempo possível. será: (A) 1. (DEU NO ENEM) Um grupo de pescadores pretende passar um final de semana do mês de setembro. Determine a distância do prédio à câmara em sua primeira posição. formadas numa câmara escura através de um orifício. A figura mostra a Terra. numa região onde o Sol nasce às 6 horas e se põe às 18 horas. no final de semana a ser escolhido. (D) 9h e 30min.5 (B) 2/3 (C) 1/3 (D) 1/25 (E) 2. ocorreu o último eclipse total do Sol deste milênio. embarcado.0 cm. pescando em um rio. (C) 22 e 23 de setembro. o disco da Lua encobre exatamente o disco do Sol. Quando observado de um ponto A. 05.0 cm de altura. (B) 9 horas. Uma árvore projeta sombra igual a sua altura sob o sol da manhã. A figura representa as fases da lua no período proposto. Considere a propagação retilínea para a Luz. o que melhor atenderia às exigências dos pescadores corresponde aos dias: (A) 08 e 09 de setembro. Sabendo que a razão entre o raio do Sol (Rs) e o raio da Lua (RL) vale Rs / RL = 4. Neste instante.

Entre a fonte extensa e o anteparo (tela). Note que a sombra forma a região de eclipse total e a penumbra. e sim um conjunto de pontos luminosos diante de uma tela. O eclipse total acontece quando a Lua mergulha totalmente no cone de sombra da Terra. e o penumbral. Durante a Lua cheia. você pode notar uma fonte luminosa extensa. 3) uma nova região que aparece parcialmente iluminada.PENUMBRA Na figura. a sombra e a penumbra da Lua nova podem ser projetadas na Terra. entre a sombra e a região plenamente iluminada.Propagação Retilínea da Luz II 6. 7. temos o eclipse lunar. temos novamente um objeto opaco. a região de eclipse parcial. podemos notar três regiões distintas quanto ao grau de iluminação: 1) a região central de sombra (umbra). A seqüência de fotos abaixo mostra em múltipla exposição a entrada e a saída da Lua cheia no cone de sombra da Terra. (foto cedida pela NASA) . Portanto. quando nosso satélite se encontra num dos extremos orbitais. para que se possa ver a Lua ela deve estar numa posição em que receba a luz do Sol e possa refletir para a Terra. quando o alinhamento orbital permite que a Lua penetre no cone de sombra ou de penumbra da Terra. 2) a região externa plenamente iluminada pela fonte. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 8. O eclipse lunar ocorre em fases da Lua cheia. a sombra ou a penumbra projetadas pela Terra podem atingir a Lua. Na tela. reflete luz que recebe do Sol. não mais um ponto luminoso. – no lugar do anteparo qualquer entra a Terra. projetadas sobra a Terra.ECLIPSE SOLAR Com relação à figura anterior. chamada de penumbra. o parcial ocorre quando apenas parte do disco lunar é eclipsado pela sombra da Terra. gerando as regiões de eclipse total (sombra) e eclipse parcial do Sol (penumbra). quando apenas a penumbra terrestre atinge o nosso satélite. basta que façamos as seguintes substituições: – no lugar da fonte extensa entra o Sol. No desenho abaixo temos uma visão mais detalhada das regiões de sombra e penumbra da lua nova.ECLIPSE LUNAR Complementando nosso passeio pelos fenômenos astrofísicos ao nosso redor. a Lua é um corpo iluminado. Veja que é um mais um espetáculo que a natureza nos proporciona. Quando ocorre um alinhamento orbital destes astros. não tem luz própria. Como sabemos. – no lugar do objeto opaco qualquer entra a Lua em fase nova.

Está (ão) correta (s): (A) (B) (C) (D) (E) somente I. seis horas da tarde. fase de Lua cheia e ocorre eclipse do Sol. só acontece na Lua cheia. quando está na fase cheia. a Lua é nova. é noite.FÍSICA II Vestibular Sendo assim. somente I e II. 02. fase de Lua nova e ocorre eclipse da Lua. é dia. somente III. é dia. aproximadamente. no período da manhã. portanto ela nasce aproximadamente às 12 h e tem seu poente às 24h. representamos o Sol. Supondo retilínea a trajetória da luz. fase de Lua cheia e a Lua está visível. fase de Lua nova e ocorre eclipse da Lua. 01. a Lua está em quarto minguante. qual deles faz o papel: de anteparo? de fonte? de obstáculo? 05. Letra E. Um eclipse total do Sol pode ocorrer quando: I. ou seja. a Lua é cheia. (DEU NO ENEM) No Brasil. numa faixa ao sul do Brasil. às seis horas da tarde. Portanto ele se encontrará no “ponto mais alto da trajetória” exatamente no meio do ciclo. somente IV. pode acontecer em qualquer fase da Lua. Para um observador na superfície da Terra voltada para a Lua (ponto O): 04. é noite. somente II. pode acontecer em fase de Lua minguante. três horas da madrugada. nove horas da manhã. Um eclipse lunar: (A) (B) (C) (D) (E) só acontece na Lua nova. o fenômeno do eclipse solar. a Terra e a Lua: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) (B) (C) (D) (E) é noite. uma fonte e um obstáculo. um eclipse pode ser explicado pela participação de três corpos alinhados: um anteparo. (A) Quais são os três corpos do Sistema Solar envolvidos nesse eclipse? (B) Desses três corpos. 03. a Lua está em quarto crescente. foi observado. No esquema a seguir. II. III. ela nasce e se põe em horários intermediários. SOLUÇÃO: A foto mostra a lua em quarto-crescente no hemisfério sul. nasce por volta das 18 horas e se põe por volta das 6 horas. 01. ocorre o inverso: a Lua nasce às 6 horas e se põe às 18 horas. Na fase nova. fase de Lua cheia e ocorre eclipse da Lua. meio-dia. Nas fases crescente e minguante. pode acontecer em fase de Lua crescente. IV. a Lua na fase ilustrada na figura acima poderá ser observada no ponto mais alto de sua trajetória no céu por volta de: (A) (B) (C) (D) (E) meia-noite. São feitas algumas afirmações a respeito do fenômeno: . A figura mostra. Em 3 de novembro de 1994. um eclipse solar total. verifica-se que a Lua. fora de escala.

no momento em que está ocorrendo um eclipse lunar total para um outro observador 2 situado na Terra. (B) 24 horas. pode-se afirmar que: I. não se pode concluir a fase lunar através da informação. (A) (B) (C) (D) (E) somente a IV é verdadeira. II. Podemos afirmar que. Vestibular São corretas: (A) apenas I . O menor tempo possível entre um eclipse do Sol e um eclipse da Lua é de aproximadamente: (A) 12 horas. I e IV são verdadeiras. (B) apenas I e IV. Júpiter era visível à meia-noite. para o observador 1. Considerando o nosso planeta como um corpo perfeitamente esférico e desprezando os efeitos de refração atmosférica. um eclipse total da terra. para um observador terrestre não muito distante do equador. é fase de Lua minguante.FÍSICA II I.4 x 106 km). para um observador fora do Sistema. . Marte era visível a oeste ao entardecer. para um observador em A. Temos Lua nova no dia do eclipse. III. II. Com alguns recursos matemáticos e dados astronômicos como o diâmetro do Sol ( 1. a posição relativa dos corpos celestes do Sistema Solar era. (E) 1 mês. Mercúrio e Vênus eram visíveis à meia-noite. 05. 01. está ocorrendo: (A) (B) (C) (D) (E) um eclipse total da lua. um eclipse parcial do sol. (D) 2 semanas. na face voltada para a Terra. Do diagrama apresentado. é fase de Lua crescente. o eclipse é total. todas são verdadeiras. 02. 04. Qual das opções propostas pode melhor representar a ordem de grandeza dessa distância quando calculada em km? (A) 104 (B) 106 (C) 108 (D) 1010 (E) 1012 03. IV. A figura não está em escala. nasce quando o Sol se põe e se põe no nascer do Sol”. Um observador situado em B vê o Sol parcialmente. nada se pode afirmar com os dados fornecidos. Suponha que você tenha a seguinte informação sobre o comportamento da Lua numa certa época: “A Lua está no céu durante toda a noite. II e IV. o diâmetro da Terra ( 12800 km) e a distância Terra-Sol ( 150 milhões de km). É noite. Você pode concluir que: (A) (B) (C) (D) (E) é fase de Lua nova. é fase de Lua cheia. (E) todas. Numa certa data. podemos considerar que a sombra provocada pela Terra em seu “lado noite” tem a forma de um cone. um eclipse parcial da lua. (C) 1 semana. (C) apenas I e II. IV. Suponha que um observador 1 esteja na Lua. III. Marte e Júpiter eram visíveis à meia-noite. III e IV são verdadeiras. Para um observador em C. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (D) apenas II e III. a seguinte: O sentido de rotação da Terra está indicado na figura. um eclipse total do sol. podemos calcular aproximadamente o comprimento do cone de sombra formado pela Terra iluminada pelo Sol.

â 2ª lei – O ângulo de incidência (î) é igual ao ângulo de reflexão (R).Reflexão Luminosa Neste módulo. e o raio refletido. quando a luz incide em um espelho. forma um vértice de raios luminosos incidentes. tende a retornar ao meio inicial através seguindo as regras básicas da reflexão. O sistema óptico que está intimamente ligado a esse fenômeno chamase de espelho. Portanto. 159 IVF2M3 . se não incidisse no sistema óptico. como mostra a figura a seguir:  · =Î Â Esse ponto é classificado como objeto real. Quando a luz incide numa superfície de separação de dois meios opticamente diferentes. refração e absorção. Vamos primeiramente formar imagens de um ponto luminoso e discutir como isso ocorre. 1ª lei – Os raios incidente. a reflexão. IMAGENS EM ESPELHOS PLANOS Podemos considerar como espelho plano qualquer superfície plana. refletido e a normal à superfície no ponto de incidência estão no mesmo plano. polida. Um ponto que emite luz para um sistema óptico. Vamos estudar especialmente o desvio que promove o retorno da luz ao meio primitivo. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO DESVIO ANGULAR NA REFLEXÃO = Desvio angular da reflexão î. ou seja. com grande poder refletor. vamos estudar especialmente um dos tipos de desvio causados pelo sistema óptico: a reflexão. temos: · Î ±« ïèðð ïèðð · Î î É o ângulo formado entre a direção que o raio incidente seguiria. três fenômenos ópticos podem ocorrer: reflexão. no caso o espelho plano.

formam imagens superponíveis. a formação básica.0 m do espelho. sendo desviada pelo sistema formando um vértice de raios luminosos divergentes que parecem vir de um ponto dentro do espelho. A figura adiante representa um objeto A colocado a uma distância de 2. de imagens em um espelho plano envolve um ponto objeto real e um ponto imagem virtual como mostra a próxima figura: Veja que a luz emitida por P. através do triângulo retângulo AL’C. corresponde à distância AL’. temos a seguinte formação: Note que a simetria em relação ao espelho conduz à outra conclusão óbvia em relação à formação de imagens de objetos externos: já que o fator de ampliação destes sistemas é unitário (P’/P = 1). geralmente. a imagem e o objeto têm as mesmas dimensões. formando o ponto P’ que é simétrico de P em relação ao espelho. SOLUÇÃO: (A) Observe a figura a seguir: ((B) Note que a distância de L até A. fo rne cidas por espelhos planos. Portanto. a imagem que vemos no interior do espelho é uma ilusão causada pelo desvio da luz na reflexão.FÍSICA II A luz refletida pelo espelho plano obedece às leis básicas da reflexão. O observador tem a ilusão de ver em P’ a luz que realmente vem de P. ((B)Calcule a distância percorrida por esse raio. Explique a construção. é refletida no espelho plano obedecendo a (i = R). mais comum.0 m de um espelho plano S. Portanto temos: Ð Ðù · ± Esse ponto é classificado como imagem virtual. Portanto. 01. Veja que a imagem da mão direita refletida no espelho plano é a mão esquerda. temos: ßÔ ù èî êî ïð ³ . portanto. Portanto. como mostra a figura: Vestibular Se pensarmos em imagens de obje to s ex t e nso s. enantiomorfas. ou seja. O termo enantiomorfas se deve ao fato de que alguns objetos admitem eixo de simetria e. pois nossos olhos funcionam de forma a ver em linha reta com os raios que o atingem. passando pelo espelho. o ponto objeto real. a imagem formada por um espelho plano não pode ser superposta por translação ao objeto formador: eles são como as mãos. e uma lâmpada L colocada à distância de 6. esquerda e direita. d = d’. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO ENANTIOMORFISMO Ainda devido à simetria. ((A)Desenhe o raio emitido por L e refletido em S que atinge A.

(E) 9.5 mm. observando sua imagem. A imagem da ponta do lápis dista desta: (A) 1.0 mm. Uma modelo aproxima-se de um espelho plano e depois dele se afasta. o ponto de incidência do raio de luz no espelho dista de D.5 metros de um espelho plano vertical. Em seguida. Através do espelho (plano) retrovisor. (D) 6.0 mm. 02. A figura representa um espelho plano E vertical e dois segmentos de reta AB e CD perpendiculares ao espelho.5 mm. (B) 3. Um lápis é colocado perpendicularmente à superfície de um espelho plano com a ponta apoiada no vidro que tem espessura de 3. IVF2M3 . em centímetros: 05. o motorista vê a seguinte imagem: 04. ela se aproxima até ficar a 1. Calcule quanto diminuiu a distância entre a pessoa e sua imagem.0 metro do espelho.0 mm. Observando certa inscrição pintada no carro. sempre andando muito charmosamente. Uma pessoa está a 3.0 mm. Supondo que um raio de luz parta de A e atinja C por reflexão no espelho.FÍSICA II Vestibular 01. Qual dos gráficos a seguir representa o tamanho real h de sua imagem em função do tempo? (A) (B) (C) (D) (E) PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO FÍSICA Pode-se concluir que a inscrição pintada é: (A) (B) (C) (D) (E) (A) (B) (C) (D) (E) 48 40 32 24 16 161 03. (C) 4. um motorista vê um carro que viaja atrás do seu.

verifica-se que o desvio sofrido é o triplo do ângulo de incidência. 04. Qual o ângulo de reflexão sofrido? 02.FÍSICA II Vestibular 01. Calcule o comprimento do segmento AB. que horas indica o relógio? 05. Na verdade. O raio SM contido no plano dessa seção é refletido segundo MM’ por AB e depois segundo MT por BC. A figura representa um objeto A colocado a uma distância de 2. Calcule a distância percorrida por um raio luminoso emitido por L e refletido por S que passa por A. Observa-se a imagem de um relógio conjugada por um espelho plano vertical. Na reflexão de um raio luminoso. o ângulo MÔT tem valor: (A) (B) (C) (D) (E) 30o 120o 60o 150o 90o 03. Os ângulos formados pela direção do feixe e o segmento AB estão indicados na figura adiante. espelhada internamente.108 m/s Um feixe de luz entra no interior de uma caixa retangular de altura L. O feixe. após sofrer 5 reflexões. parece indicar 2h e 20 minutos. Sendo = 600. Adote: velocidade da luz = 3. dada a posição de seus ponteiros.0 m do mesmo espelho. sai da caixa por um orifício B depois de decorrido 10–8 segundo.0 m de um espelho plano S e uma lâmpada L colocada a 6. através de uma abertura A. O relógio. IVF2M3 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 162 . ABC representa a seção normal do diedro for mado por dois espelhos planos.

determinando-se a posição simétrica do observador em relação ao espelho plano. portanto.: Sabemos que o feixe refletido tem seu vértice no ponto imagem do espelho. pode mos associar a mesma propriedade acima ao giro sofrido pelo ponto imagem. ou seja. a imagem do observador. a imagem de um objeto fixo transladase de 2d. a velocidade da imagem vale 2v. portanto: ROTAÇÃO Quando um espelho plano sofre uma rotação de em torno de um eixo normal ao plano de incidência de um raio luminoso fixo. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO TRANSLAÇÃO x + x + y = 2(x + d) 2x + y = 2x + 2d y = 2d Quando um espelho plano sofre uma translação retilínea de uma distância d na direção da normal.: Note que este fenômeno admite a proporção de triângulos semelhantes. Obs. Note que chamamos de o ângulo de giro sofrido pelo raio refletido.Espelhos Planos II CAMPO VISUAL É a região do espaço que pode ser vista por um determinado observador através da reflexão no espelho. se a velocidade do espelho é V. impedindo o espalhamento mais amplo do campo visual. Cuidado com corpos opacos que possam interceptar a passagem da luz. portanto. Note que: X+X+ =X+ +X+ 2X + = 2X + 2 =2 ¸ ¨ Ø î¨ § Obs. na situação proposta acima. Na figura a seguir. o novo raio refletido sofre um giro de 2 . Note que esta região é dependente do ponto em que se encontra o observador. temos um raio luminoso fixo incidindo no ponto O de um espelho plano que sofre um giro em torno deste ponto. Note que d é a distância correspondente à translação do espelho e que Y corresponde à translação da imagem. IVF2M4 163 . A marcação da região do espaço em que se encontra o campo visual do espelho plano pode ser feita de forma segura. da posição e do tamanho do espelho. Note que estes acontecimentos são simultâneos. O campo visual estará localizado entre estes segmentos e diante da região refletora do espelho. e traçando-se a partir deste ponto segmentos de reta que limitem o espelho.

FÍSICA II Vestibular ASSOCIAÇÃO DE ESPELHOS PLANOS Quando um objeto real é colocado diante de dois espelhos planos associados de. a múltipla reflexão promovida no interior do sistema é responsável pela formação de um número de imagens que depende do ângulo formado entre estes espelhos. Qual das opções abaixo pode melhor representar o valor aproximado do ângulo utilizado entre os espelhos planos? (A) 30º (B) 45º (C) 51º (D) 60º (E) 69º SOLUÇÃO: ² íêðf Letra C PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO ï ê íêðf ï ëïf . temos uma fotografia que reproduz uma técnica que no passado foi muito utilizada por diretores de cinema para aumentar a quantidade de coisas ou pessoas na filmagem. Note que as imagens virtuais produzidas por um dos espelhos se transformam em objetos reais para o outro e a relação 360o/ fornece o número de cortes na circunferência em que se encontram as imagens da associação. o número N de imagens formadas é encontrado através da relação: Ò íêð± ï 01. No esquema da figura a seguir. Na figura abaixo. Portanto. Note que um copo é colocado diante de uma associação de espelhos planos que produz uma série de imagens. forma que um de seus pontos extremos seja coincidente. em geral. temos uma associação de dois espelhos formando um ângulo = 60o.

cujos olhos estão a uma altura h do chão. M é o ponto iluminado quando o espelho está na posição E. um carro que se desloca em linha reta. /4 rd. Em quantos graus o motorista girou o espelho? Justifique sua resposta. O motorista gira o espelho até que os raios incidentes na direção do movimento do carro formem um ângulo de 30o com os raios refletidos pelo espelho. A figura 1 mostra. como mostra a figura 2. visto de cima. Suponha que o espelho sofra uma translação de 2. dizemos que o espelho girou de um ângulo igual a: (A) (B) (C) (D) (E) rd.FÍSICA II Vestibular O objeto da figura está fixo a 2. com o espelho plano retrovisor externo perpendicular à direção do seu movimento. de modo que OM = MN. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 01. Desse modo. como mostra a figura. /8 rd.0 m do espelho plano. Qual a nova distância entre o objeto e a imagem? 04. 05. o ponto iluminado quando o espelho está em outra posição. Qual o deslocamento sofrido pela imagem? 03. e N. possa se ver de corpo inteiro? . /2 rd. 2 rd. Seja E um espelho que pode girar em torno do eixo O de seu plano. Qual o tamanho mínimo e a distância mínima ao chão de um espelho plano vertical para que uma pessoa de altura H. com velocidade angular constante.0 metros no sentido indicado. Pergunta-se: 02.

200 cm2. mas dispõe de apenas 3 figurantes. para a imagem M2 conjugada pelo referido espelho: (A) a velocidade escalar em relação ao espelho. Na figura. Um espelho plano de 100 cm2 de área é colocado paralelo à tela. 100 cm2. Uma tela opaca de grande dimensão apresenta furo de 1. no máximo. A relação entre o ângulo e as distâncias envolvidas (L e x) pode ser expressa por: .0 cm2 de área no qual se encosta uma lâmpada incandescente comum.FÍSICA II Vestibular Não havendo outra fonte de luz na sala. a uma distância desta de 1.0 m. Qual o número de imagens deste objeto que podemos ver nos dois espelhos? 07. estão indicadas na figura: Sabendo-se que o caminhão M1 é equipado com um espelho retrovisor plano. conforme a figura ao lado. calcule. 02. num trecho retilíneo de uma estrada. Um diretor de cinema deseja realizar uma cena em que apareçam. (C) a velocidade escalar em relação à Terra. são representados os caminhões M1 e M2 em movimento uniforme. 400 cm2. a área iluminada da tela mede: (A) (B) (C) (D) (E) 1. 166 01. O ângulo formado entre os dois espelhos é de 45o. O diretor consegue realizar a cena com o auxílio de uma associação de dois grandes planos. 24 índios. 05. O objeto está à igual distância dos dois espelhos. Determine o ângulo utilizado. Suas velocidades escalares. dadas de acordo com a orientação da trajetória. (B) a velocidade escalar em relação a M2. um raio luminoso é refletido pelo espelho plano S. 1000 cm2.00 cm2. IVF2M4 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) (B) (C) (D) (E) tg = x / L sen = x / L cos = x / L tg 2 = x / L cos 2 = x / L 06. Um objeto é colocado entre dois espelhos planos. que têm suas faces refletoras se confrontando. No esquema a seguir.

Note que a reta normal (N) no ponto de incidência tem a direção do centro de curvatura (ou do raio) e define os ângulos de incidência e reflexão. Considere um certo raio luminoso incidente num ponto qualquer do espelho e refletido por ele. o centro de curvatura comportase como objeto virtual e imagem virtual. Esse ponto é conhecido como foco principal. no caso do espelho convexo. é o único caso nos espelhos esféricos de p = p’. pois ele é ao mesmo tempo objeto e imagem. Uma imagem do sol será formada no foco do eixo principal do espelho. Primeiramente. Veja a figura a seguir: (A) Espelho Côncavo (B) Espelho Convexo PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO CENTRO DE CURVATURA DE UM ESPELHO ESFÉRICO FOCOS DE UM ESPELHO ESFÉRICO 167 Esse ponto óptico apresenta propriedades especiais que ajudam muito na análise dos espelhos esféricos. o ponto O representa o centro de curvatura. Os raios R de curvatura do espelho esférico têm direções normais a cada ponto do espelho e podem ser chamados de eixos secundários. Verifique que quando um feixe luminoso incide paralelamente ao eixo principal (objeto no infinito). Vamos considerar agora um ponto objeto colocado no centro de curvatura dos espelhos esféricos. seus raios refletidos convergem para um mesmo ponto nesse eixo. Evidentemente. ou seja. Chama-se de foco de um sistema óptico qualquer ponto desse sistema que seja conjugado ao infinito. reflete-se na mesma direção e em sentido contrário (i = r = 0o). o centro de curvatura é chamado de ponto autoconjugado. É o ângulo de abertura que deve ser pequeno. Continua valendo que o ângulo de incidência (i) é igual ao ângulo de reflexão (r). Por causa desse comportamento. portanto. vamos estudar o nosso caçador de OVNIS. Apesar dos termos técnicos. como mostra a figura abaixo: O ponto C. ou seja. note que todo raio luminoso que incide numa direção que passa pelo centro de curvatura encontra-se sobre a normal ao ponto de incidência. Os objetos impróprios têm imagem nos focos ou os objetos colocados nos focos formam imagens impróprias. o ponto de interseção entre o eixo principal de simetria e o espelho. é ao mesmo tempo objeto real e imagem real. o comportamento virtual do centro de curvatura no caso do espelho convexo. o ponto que algum dia nos revelará a existência de vida em outros planetas. temos o comportamento do centro de curvatura real do espelho côncavo e no caso (b). reais no caso côncavo e virtuais no caso convexo. Suponha que um espelho esférico côncavo tenha seu eixo de simetria principal apontado para o Sol (considerado objeto impróprio). como discutiremos ao longo do módulo. No caso (a) da figura abaixo. no espelho côncavo. valem para os espelhos esféricos as propriedades da reflexão luminosa. porém a normal tem a direção do centro de curvatura.Espelhos Esféricos ELEMENTOS DE UM ESPELHO ESFÉRICO Na figura acima. IVF2M5 . V é o vértice. Note que a imagem irá se formar sobre ele mesmo. para não produzir deformações nas imagens.

Basta aplicar as propriedades vistas anteriormente no módulo: (A) Todo raio luminoso que incide na direção do centro de curvatura reflete-se sobre si mesmo. para a construção geométrica das imagens situadas nas vizinhanças do eixo principal de um espelho esférico. portanto. Sabemos que esse ponto pode ser encontrado no cruzamento do feixe emergente do sistema óptico considerado. Suponha que a mesma experiência seja realizada com um espelho convexo. os raios refletidos divergem do foco. portanto. Teremos comportamento semelhante ao acontecido com o côncavo. Nas figuras a seguir. Em um holofote. já foi abordado o conceito de ponto imagem. a lâmpada deve ser colocada no foco do espelho esférico côncavo interno. para que o feixe refletido seja constituído de raios paralelos e possa ser direcionado para as posições necessárias ao seu uso. sendo que o foco principal desse espelho encontra-se na região virtual. reflete-se paralelamente ao eixo principal. Esses raios são refletidos para um sensor F localizado no foco.FÍSICA II Vestibular FORMAÇÃO DE IMAGENS EM ESPELHOS ESFÉRICOS No nosso estudo de óptica geométrica. 168 . IVF2M5 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (B) Todo raio luminoso que incide na direção do foco principal do espelho esférico. ilustramos casos de utilização das propriedades focais dos espelhos esféricos: As antenas parabólicas recebem de um satélite (objeto no infinito) ondas eletromagnéticas constituídas de raios praticamente paralelos.

Vestibular Exemplos de Formação de Imagem Caso 1: Objeto real além do centro de curvatura. direita e menor que o objeto. Caso 4: Objeto virtual atrás de um espelho côncavo. A imagem formada é real. 169 A imagem formada é real. Note a fotografia da imagem virtual no interior do espelho. A imagem formada é virtual. (D) Todo raio luminoso que incide no espelho esférico obliquamente ao eixo principal reflete-se pelo foco secundário do eixo paralelo ao raio incidente. A imagem formada é virtual. Note a fotografia da imagem virtual no interior do espelho. Note a fotografia da imagem real fora do espelho. direita e maior que o objeto. invertida e menor que o objeto. IVF2M5 . direita e menor que o objeto. Caso 3: Objeto real diante de um espelho convexo. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Caso 2: Objeto real entre o foco e o espelho côncavo.FÍSICA II (C) Todo raio luminoso que incide paralelamente ao eixo principal reflete-se na direção do foco principal do espelho.

Um espelho usado por esteticistas permite que o cliente. Verifique o tipo de espelho utilizado e esboce um desenho da formação dessa imagem. 01. era: (A) maior. os espelhos devem ser posicionados de forma que a lâmpada esteja aproximadamente: (A) (B) (C) (D) (E) nos focos dos espelhos E1 e E2. Este espelho é: (A) côncavo. bem próximo ao espelho. comparada com a caneta. (C) menor. de modo que a quase totalidade da luz proveniente da lâmpada L seja projetada pelo espelho maior E1. formando um feixe de raios quase paralelos. . Um estudante colocou uma caneta a uma distância relativamente grande de uma colher bem polida e observou o tipo de imagem que aparecia na parte interna da colher. no centro de curvatura de E2 e no vértice de E1. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 04. que a princípio encontra-se muito distante. direta e real. no foco de E2 e no centro de curvatura de E1. O espelho retrovisor de uma motocicleta é convexo porque: (A) (B) (C) (D) (E) reduz o tamanho das imagens e aumenta o campo visual. Quando aproximamos um objeto. (E) menor. Um holofote é constituído por dois espelhos esféricos côncavos E1 e E2. 03. nos centros de curvatura de E1 e E2. (E) epidérmico. Neste arranjo. corresponde ao espelho convexo. (B) maior. mantém o tamanho das imagens e aumenta o campo visual. sua imagem real aumenta e aproxima-se do espelho. A imagem que ele viu. (D) anatômico. de um espelho côncavo: (A) (B) (C) (D) (E) sua imagem real diminui e afasta-se do espelho. sua imagem real não se altera. aumenta o tamanho das imagens e aumenta o campo visual. invertida e real. reduz o tamanho das imagens e diminui o campo visual. (C) plano. sua imagem real diminui e aproxima-se do espelho. 05. aumenta o tamanho das imagens e diminui o campo visual. (B) convexo. invertida e virtual. direta e virtual. direita e maior que o objeto. Vestibular A imagem formada é real.FÍSICA II Caso 5: Objeto virtual entre o foco e o vértice do espelho convexo.. possa ver seu rosto ampliado e observar detalhes da pele. virtual e menor. sua imagem real aumenta e afasta-se do espelho. SOLUÇÃO: A formação de uma imagem direita. 02. A fotografia abaixo mostra o professor Jorge Bahiense através do espelho retrovisor de sua moto. invertida e real. (D) menor. 01. no foco de E1 e no centro de curvatura de E2.

a imagem se forma no centro de curvatura do espelho. Qual das figuras a seguir representaria o funcionamento perfeito do espelho do telescópio? 04. será: 05. a imagem é invertida. Um objeto real situado a 20 cm de um espelho côncavo forma uma imagem real de tamanho igual ao seu.14). 6 e 7 7. a nova imagem aparecerá a uma distância: (A) (B) (C) (D) (E) 10cm 15cm 20cm 30cm infinita 03. o telescópio espacial Hubble (1. vista através desse espelho. respectivamente. de foco F e centro de curvatura C. Um objeto real está a uma distância P do vértice de um espelho esférico de Gauss. 7 e 6 1. A imagem do interior dessa loja.FÍSICA II Vestibular (A) (B) (C) (D) (E) 8. Objetos reais colocados nas regiões 2. Isaac Newton foi o criador do telescópio refletor. A imagem formada é virtual e menor. a imagem é formada entre o foco e o centro de curvatura. 8 e 7 5. A vigilância de uma loja utiliza um espelho convexo de modo a poder ter um ampla visão do seu interior. apresentou em seu espelho côncavo. virtual e situada entre o foco e o centro de curvatura do espelho. real e situada entre o centro e o espelho. O mais caro desses instrumentos até hoje fabricado pelo homem. segundo o referencial de Gauss. como representado a seguir. (A) (B) (C) (D) (E) o espelho é convexo. real e situada entre o foco e o espelho. Se o objeto for deslocado para 10cm do espelho. pode-se afirmar que: IVF2M5 . 01/08/91. Considere um espelho esférico côncavo. p. um defeito de fabricação que impede a obtenção de imagens bem definidas das estrelas distantes PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) (D) (B) (E) (C) (A) (B) (C) (D) (E) real e situada entre o foco e o centro da curvatura do espelho. o foco do espelho é positivo. 171 01. colocado em órbita terrestre em 1990. 3 e 4 terão imagens formadas.6 bilhão de dólares). nas regiões: (O Estado de São Paulo. dentre outros. 6 e 5 5. 8 e 7 02. virtual e situada entre o foco e o espelho. Neste caso.

Note a grande conveniência desse referencial. Da semelhança dos triângulos ABC e A’B’C: ßÞ ß ùÞ ù Ð îº îº Ð ù Da semelhança dos triângulos FB’A’ e FIV: ßÞ ß ùÞ ù º Ðù º PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Então. portanto: · Ðù = = Amplicação Linear ± Ð Observação: Uma observação muito importante para a resolução de questões refere-se à posição direita ou invertida das imagens em relação ao objeto gerador. ambos são virtuais (negativos). Note que. temos: Ð îº îº Ð ù º Ðù º ÐÐ ù ï º Ð ù º к ï Ðù ï ÐÐ ù º ï Ð AUMENTO LINEAR TRANSVERSAL Para se obter o nível de ampliação da imagem. podemos estabelecer uma função entre a distância do objeto ao espelho (p). em função de p e f. nos espelhos convexos. positivo ou negativo de p’. da imagem ao espelho (p’) e a distância focal (f). a parte positiva do eixo encontra-se à frente do espelho e a negativa. Você “não pode” esquecer disso quando for usar as equações. ou seja. Através do referencial de Gauss. A importância da demonstração que será feita a seguir está no fato de você usar uma equação que você sabe de onde veio. ela informa o caráter real ou virtual dessa imagem. é negativa. Essa equação tem a propriedade de localizar as imagens fornecidas pelos espelhos esféricos através do cálculo de p’. à frente do espelho. Além disso. Esse sistema de referência é chamado de referencial de Gauss. atrás. podemos utilizar a equação: Note-se que o triângulo retângulo é semelhante ao triângulo A’B’V. através do sinal.Espelhos Esféricos II EQUAÇÃO DOS PONTOS CONJUGADOS (EQUAÇÃO DE GAUSS) As posições de objeto e imagem diante dos espelhos esféricos podem ser referenciadas a um eixo que é o próprio eixo principal. pois a parte real. Objeto real / Imagem real Imagem Invertida Objeto virtual / Imagem virtual (B) As imagens de naturezas inversas (um real e outro vir tual) são direitas. centro de curvatura e foco de espelhos côncavos são pontos reais (positivos). atrás do espelho. ou seja. Verifica-se graficamente que: (A) As imagens de mesma natureza que o objeto (ambos reais ou ambos virtuais) são invertidas. porém. orientado para frente do espelho com o zero (origem) no vértice. é positiva e a parte virtual. porém concentre-se sempre no uso da relação de Gauss e não na demonstração. Objeto real / Imagem virtual Imagem Direta Objeto virtual / Imagem real 172 IVF2M6 . ou seja.

convexo e a imagem se forma a 30 cm do objeto. convexo. f = 54 cm.0 mm de altura. 02. invertida e tem 3 cm de altura. f = 20 cm. conforme a ilustração a seguir. A distância entre as respectivas imagens conjugadas de A e B é: (A) (B) (C) (D) (E) 10 cm 20 cm 30 cm 40 cm 50 cm PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (C) i P' o P 3 o 40 120 o 9 cm 04. Uma pessoa. Um objeto real é colocado a 60 cm de um espelho esférico côncavo formando uma imagem invertida e duplicada. 03. de 2. imagem 20 vezes menor.0 cm de espelho. Determine o raio de curvatura do espelho. (C) Determine a altura do objeto.FÍSICA II Vestibular (A) Determine a posição do objeto. para certo objeto real sobre o seu eixo principal. portanto. convexo e a imagem obtida é invertida. A e B. vê a sua imagem direita menor e distante 1. convexo. a distância do objeto ao espelho. côncavo. de raio de curvatura igual a 10 cm. temos: = + f P P' 1 1 1 p 120 cm . Nessas condições. convexo. Um objeto real. imagem.0 cm de altura é colocado a 20 cm de um espelho esférico. (B) Construa o esquema referente à questão representando objeto. f = 15 cm. são colocados dois objetos. Esse espelho conjuga.2 m dela. A imagem que se obtém é virtual e possui 4.0 m de distância de um espelho. em metros. SOLUÇÃO: (A) p’ = 40 cm e f = 30 cm.8 7. através da equação de Gauss 1 1 1 . f = 25 cm.5 12 01. de centro de curvatura C e foco principal F.6 9. O espelho utilizado é: (A) (B) (C) (D) (E) côncavo.9 3. Em frente a um espelho esférico côncavo. O espelho esférico convexo de um retrovisor de automóvel tem raio de curvatura de 80 cm. A imagem formada situa-se sobre o eixo principal do espelho. f = 17 cm. A imagem de um objeto forma-se a 40 cm de um espelho côncavo com distância focal de 30 cm. de distância focal igual a 5. 05. Assinale a opção que apresenta corretamente o tipo de espelho e a sua distância focal: (A) (B) (C) (D) (E) côncavo. espelho e raios utilizados e indicando as distâncias envolvidas. é de: (A) (B) (C) (D) (E) 1. convexo. 01.. côncavo e a imagem se forma a 4. (B) . objeto real colocado além do centro 30 P 40 de curvatura do espelho côncavo.0 cm. é real. a 1.

Situação 2 – Espelho para uma pessoa observar. pelas características do campo visual e da imagem fornecida pelo espelho. possibilitando a construção de espelhos. Deseja-se projetar sobre uma tela a imagem de um objeto extenso.0 cm de comprimento. A distância entre a tela e o objeto é de 35 cm. O triângulo retângulo ABC da figura tem o cateto ÞÝ sobre o eixo principal do espelho esférico. Situação 1 – Espelho retrovisor de uma motocicleta para melhor observação do trânsito. Um objeto real de 10 cm de altura é colocado no ponto médio do segmento que une os vértices dos espelhos. (B) Um dentista. plano. Um espelho convexo. Até fins do século XIII. O objeto é disposto perpendicularmente ao eixo do espelho.FÍSICA II Vestibular 01. tem 8. O cateto ßÞ. detalhadamente. a aplicabilidade dos espelhos é variada. 04. a vantagem de utilização do espelho escolhido no que se refere ao campo visual a ele associado. Determine a distância necessária entre os espelhos. para cada situação. deve ser colocado coaxialmente no sistema de forma que a imagem formada pela dupla reflexão côncavo-plano. 06. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 174 IVF2M6 . escolha dentre os tipos de espelho – plano. utiliza certo tipo de espelho. nesta ordem. Um segundo espelho. Dependendo da situação. Determine a área da imagem do triângulo ABC. fique localizada no centro de curvatura do espelho côncavo. (A) Para cada situação a seguir. está situado a 20cm de um espelho esférico côncavo cuja distância focal mede 20 cm.0 mm do dente. utilizam-se diferentes tipos de espelho. cuja distância focal mede 10 cm. Os espelhos estão montados coaxialmente e as superfícies refletoras estão voltadas uma para outra. (C) Calcule a distância focal do espelho. Determinar uma imagem fornecida pelo espelho convexo ao receber os raios luminosos que partem do objeto e são refletidos pelo espelho côncavo. esférico convexo – o melhor a ser utilizado. Um objeto real é colocado a 30 cm de um espelho esférico côncavo de distância focal igual a 20 cm. perpendicular ao eixo. ampliada seis vezes e conjugada por um espelho esférico côncavo.5. Identifique o tipo e calcule a distância focal do espelho utilizado pelo dentista. a imagem obtida e informando. ao passo que ÞÝ tem 6. de centro de curvatura C e raio 12 cm. o espelho é colocado a uma distância de aproximadamente 3. A escolha ocorre. caracterizando. esférico côncavo.0 cm de comprimento. 05. Situação 3 – Espelho da cabine de uma loja para o cliente observar-se com a roupa que experimenta. seu rosto. (A) A imagem será direita ou invertida? (B) Calcule a distância entre o objeto e o espelho para que a imagem seja nítida na tela. Atualmente. Justifique sua resposta. Foi apenas nessa época que se desenvolveu a técnica de produzir vidro transparente. Normalmente. de forma que seja obtida uma imagem direita com ampliação de 1. poucas pessoas haviam observado com nitidez o seu rosto. para observar com detalhes os dentes dos pacientes. normalmente. 07. quando necessário.

verifica-se que o ângulo de refração é máximo. ou seja. A menos que façamos recomendações contrárias. ÞÞ ù ßßù » -»²®ã ßÞ ù ßÞù Portanto: -»²·Ô = ²î ²ï . aquele que tem maior ou menor índice de refração. a reflexão será total. -»²· = Então. ou seja.000292) como igual ao índice do vácuo.Refração Luminosa Quando ocorre uma mudança de meio na propagação da luz. entre dois meios. Note que o índice de refração de um meio é uma grandeza adimensional que assume valores sempre 1. Essa alteração não ocorre apenas no módulo da velocidade. usa-se o termo refringência. Verifique abaixo um feixe luminoso produzido no interior de um aquário mostrando o fenômeno da reflexão total da luz. também a direção é alterada com a passagem da luz para outro meio e sendo assim estamos diante de um fenômeno que também é causador de formação de imagens. 1. quando seu ângulo de incidência na superfície de separação entre a água e o ar é maior que o ângulo limite. igual a 90o. Se a incidência ocorrer com um ângulo maior que o limite. LEI DE SNELL-DESCARTES A figura mostra uma frente luminosa AB proveniente do meio (1) sofrendo refração ao passar para o (2). temos: -»²· = ÞÞ ù = Êï¬ = Êï = ²î -»²® ßß ù Êî ¬ Êî ²ï PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO ou seja: seni senr V1 V2 n2 n1 REFLEXÃO TOTAL o meio menos refringente. não haverá luz refratada. é definida pela razão entre a velocidade de propagação da luz no vácuo (C = 3. verificase que sua velocidade se altera. Quando a luz incide na superfície de separação entre esses meios com o ângulo limite. Ý ²= ª Para se indicar. adotaremos para efeito de cálculo o índice de refração do ar (nAR = 1. Quanto mais refringente for um meio. provocando o fenômeno chamado de refração. ÍNDICE DE REFRAÇÃO Essa grandeza representa a “resistência” oferecida por um meio à propagação da luz. menor será a velocidade com que a luz nele se propaga. portanto a refringência de um meio é inversamente proporcional à velocidade de propagação da luz nesse meio. Já que. existe um ângulo de incidência especial (îL) que é o limite para a ocorrência do fenômeno da refração.0 x 108m/s) e a velocidade da luz no meio considerado.

O ângulo de incidência é convenientemente escolhido. SOLUÇÃO: Utilizando o Teorema de Pitágoras. em um ponto A da borda do recipiente.0 cm de diâmetro. em um ponto B diagonalmente oposto. 8.0/10 nliq = 4/3 1. portanto. alaranjada.3. incidindo na superfície da água. verifica-se que as diversas cores se separam como mostra a figura: Note-se: quanto maior o desvio. amarela. um feixe de luz branca (policromática) propagando-se inicialmente no ar. 4/5 = nliq . sen r 1 . 6. verde. Considere-se. sen i = nliq . PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Supondo que a direção do raio incidente é dada pela escala indicada na figura. 01. vem: nar . anil e violeta) perdem velocidade ao passar umas cores do que para outras.3 Resposta: 4/3 ou aproximadamente 1.FÍSICA II As miragens formam-se devido à reflexão total nas camadas de ar quente próximas ao solo: Vestibular DISPERSÃO LUMINOSA A decomposição da luz policromática nas várias luzes monocromáticas que a constituem é devida ao fato de que as luzes de cores diferentes (freqüências diferentes) sofrem diferentes índices de refração da matéria. Todas as luzes monocromáticas presentes neste feixe (vermelha. . Considere um raio de luz monocromática que penetra no líquido. azul. como mostra a figura. de modo que o raio sai pela borda do fundo. calcule o índice de refração absoluto do líquido. por exemplo. podemos determinar: AB = 10 cm AC = 5 unidades de comprimento Aplicando a Lei de Snell-Descartes. (UFRJ) Um recipiente cilíndrico de material fino e transparente tem 6.0 cm de altura e está totalmente cheio com um líquido. maior perda de velocidade.

o índice de refração do vidro em relação ao ar. (E) a sombra. A figura a seguir indica a trajetória de um raio de luz que passa de uma região semicircular que contém ar para outra de vidro. ambas de mesmo tamanho e perfeitamente justapostas. com a diferença de que a luz visível que o ilumina é monocromática. O índice de refração dessa água vale: (A) 1/3 (B) 3 (C) (D) 3 (E) 3 3 î í PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 177 01. Um raio de luz monocromático incide sobre uma gota d’água esférica. seria: (A) a refração. Um raio luminoso que se propaga no ar (índice de refração = 1) atinge a superfície da água como mostra a figura ao lado: Um mergulhador no interior da água vê esse raio formando 60o com a superfície livre da mesma. numericamente. 05. Qual das opções propostas pode melhor representar o trajeto do raio através da gota? (A) (B) (C) (D) (E) I II III IV V 04. (C) a difração. Suponha que exista um outro universo no qual há um planeta parecido com o nosso. (D) o arco-íris.FÍSICA II Vestibular 02. Assinale a alternativa que melhor representa o percurso da luz no interior do vidro. Um fenômeno ótico causado por esta luz. IVF2M7 . Determine. (A) (B) (C) (D) (E) A B C D E 03. (B) a reflexão. Um pincel de luz emerge de um bloco de vidro comum para o ar na direção e sentido indicados na figura a seguir. que não seria observado neste planeta.

conforme a figura a seguir. Um feixe de luz branca incide obliquamente sobre a superfície livre de um líquido. apenas II e III. se a luz incidir com um ângulo maior que o limite. na figura abaixo.FÍSICA II Vestibular São feitas algumas afirmações sobre os aspectos da refração “que podem ser observados através da figura”: I. em cm. todas 02. Escolha a opção que melhor representa os fenômenos da refração que ocorrerão: (A) IVF2M7 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (B) (C) (D) (E) 04. O raio luminoso monocromático da figura incide perpendicularmente na parede do prisma de índice de refração igual a 2 .) 05. Verifique. . um disco de isopor de raio R. A velocidade da propagação da luz azul neste líquido é menor do que a da luz vermelha. III. o raio mínimo R para que o objeto não seja visto por qualquer observador fora do lago. É(São) correta(s) a(s) afirmação(ões): (A) (B) (C) (D) (E) apenas I. ao passar da água para o ar. apenas I e III. em relação ao ar. Um raio luminoso monocromático proveniente do ar penetra em uma esfera de forma mostrada na figura a seguir. com 23 cm de profundidade. Tome o índice de refração da água do lago. nesse caso? (A figura mostra apenas o plano que contém o raio luminoso. (dado: índice de refração do ar = 1) 178 01. como ïð e suponha a superfície do lago í perfeitamente plana. Existe um ângulo limite para a passagem da luz de um meio mais refringente para um meio menos refringente e. Trace o trajeto deste raio até seu retorno ao ar: 03. apenas I e II. Calcule. Qual o índice de refração absoluto do material da esfera. sofre reflexão total. A aresta traseira direita que se mostra descasada na parte submersa é uma formação de imagem virtual causada pela refração. sofre afastamento da normal. II. o ladrão pôs na superfície da água. Para esconder o objeto. que fenômeno óptico da refração é explorado em sua plenitude de aspectos. Um ladrão escondeu um objeto roubado (suponha que este seja pontual) no fundo de um lago raso. A luz.

vale a aproximação: sen î tg î e sen r tg r : Lei de Snell: n sen i = n’ sen r Nas condições de aproximação de Gauss. considerando a refração produzida pelos diferentes meios paralelamente colocados. As imagens são paralelas e de mesmo tamanho que o objeto: LÂMINA DE FACES PARALELAS Trata-se de um sistema óptico formado da associação de dois dióptros planos com suas superfícies dióptricas paralelas. temos o desvio lateral de feixes luminosos incidindo na superfície de uma lâmina de faces paralelas. No estudo elementar desse tipo de sistema óptico. 179 IVF2M8 . ar-água. como mostra a figura abaixo: Podemos relacionar a distância do objeto ao dióptro (p) e a da imagem ao dióptro (p’) aos índices de refração dos meios. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Portanto: ² ×ïò×î × ò× ²ù ï î ° °ù ² ²ù ° °ù Observe o fato de que não há aumento linear nas formações de imagem dióptricas. Veja que temos o caso mais comum em que o meio externo é único (ar-vidro-ar). por exemplo). Na figura abaixo temos um esquema de trajetória luminosa. Para os raios muito próximos à reta normal à superfície dióptrica S. Na figura abaixo. temos i e r muito pequenos. separados por uma superfície plana. Na figura. sofrendo reflexão e refração e produzindo imagens virtuais deslocadas. portanto. por exemplo) e um observador colocado no meio menos refringente (ar. raios luminosos centrais que formam um feixe de pequena abertura e deduzir mais uma equação de Gauss. podemos considerar uma visão normal do fenômeno. água-vidro).Sistemas Ópticos Refratores DIÓPTRO PLANO É o sistema formado por dois meios transparentes de índices de refração diferentes (ar-vidro. considere n o índice de refração do meio no qual se encontra o objeto e n’ o do meio no qual se encontra o observador. ou seja. temos: n tg i = n’ tg r. Considere um objeto real colocado no meio mais refringente do dióptro (peixe na água.

Determine a elevação aparente.FÍSICA II Vestibular Utilizando a Lei de Snell-Descartes nas superfícies dióptricas. sen r = n 3 . para o dioptro plano. sen r e que n2 . sen r’. Um objeto real encontra-se no fundo de uma piscina de profundidade igual a 2. Um observador encontra-se fora d’água.1m Resposta: 0. sen i = n2 . na vertical que passa pelo objeto. verifica-se um desvio lateral y entre o raio incidente (R) e o raio emergente (R’) do sistema.70 m PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Do triângulo I1I2B. R será paralelo a R’.8 – 2. ou seja.8 m. Nessa situação.8 / 4/3 p’ = 2. temos: cos r= ×ïò×î d e sen(i r) cos r A elevação aparente será dada por: e = p – p’ e = 2. vem: p’/n’ = p/n p’/1.8 m (distância do objeto à superfície S) n = 4/3 (índice de refração absoluto do meio onde está o objeto) n’ = 1.0 = 2.1 (m) e = 0. Isso significa que se os meios externos forem opticamente idênticos. se n1 = n3. teremos que i = i’. temos: sen(i–r)= ¼ ×ïò×î » Do triângulo I1I2A.0 (índice de refração absoluto do ar) p’ = ? (distância da imagem do tijolo à superfície S) Da equação de Gauss. que pode ser expresso em função dos ângulos de incidência e refração de entrada na lâmina e da espessura e como mostraremos a seguir: 01.70 m . totalmente cheia com água de índice de refração em relação ao ar igual a 4/3. temos que n1 . SOLUÇÃO: Do esquema temos: p = 2.

Considerando os ângulos indicados na figura. II. devido à diferença de temperatura entre a água e o ar. (C) o pássaro somente poderá ver a pedra enquanto estiver voando sobre a superfície da água. Numa folha de papel num plano horizontal. ele enxerga o peixe como estando na profundidade III. com seu olho no eixo vertical OC. 05. alguns índios pescam em rios de águas claras e cristalinas. Apesar de não saberem que o índice de refração da água é igual a 1. refletida pela parte da vassoura imersa na água. isto é. refletida pela parte da vassoura imersa na água. cobrindo metade do círculo. ao passar sobre a piscina. (B) com a piscina cheia ou vazia o pássaro poderá ver a pedra durante o mesmo intervalo de tempo. Podemos afirmar que: (A) com a piscina cheia o pássaro poderá ver a pedra durante um intervalo de tempo maior do que se a piscina estivesse vazia. eles conhecem. o ângulo é igual a: 04. sofre reflexão total na superfície de separação água-ar. A figura 1. mostra uma pessoa olhando para o círculo.33. 181 01. o índio deve jogar sua lança em direção ao ponto: IVF2M8 . a partir da experiência do seu dia-a-dia. Um raio de luz r atravessa uma lâmina de fa ces paralelas. IV. O empregado de um clube está varrendo o fundo da piscina com uma vassoura que tem um longo cabo de alumínio. sofre reflexão parcial na superfície de separação água-ar. Um pássaro sobrevoa em linha reta e a baixa altitude uma piscina em cujo fundo se encontra uma pedra. por isso. Para acertá-lo. como mostra a figura a seguir: 03.FÍSICA II Vestibular Isso ocorre porque: (A) a luz do Sol. (D) o pássaro. III. interfere com a luz do Sol refletida pela parte da vassoura imersa na água. As posições I. refletida na superfície da água. 02. (E) o cabo de alumínio sofre uma dilatação na água. Nada se pode afirmar. está desenhado um círculo de centro C. conseguem fazer a sua pesca. Ele percebe que o cabo de alumínio parece entortar-se ao e ntrar na água. sendo parcialmente refletido nas duas faces. Considere que o peixe está praticamente parado nessa posição. (D) a luz do Sol. lI. a lei da refração (ou da sobrevivência da natureza) e. A figura ao lado é apenas esquemática. refletida pela parte da vassoura imersa na água. (E) o pássaro nunca poderá ver a pedra. Ela representa a visão que o índio tem da posição em que está o peixe. no Brasil. III e IV correspondem a diferentes profundidades numa mesma vertical. (C) a luz do Sol. feitas de madeira. com lanças pontiagudas. A alternativa que melhor representa o que a pessoa enxerga é: (A) (B) (C) (D) (E) PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) (B) (C) (D) (E) + 90o – 90o – 90o – 90o – (A) (B) (C) (D) (E) I. Ainda hoje. verá a pedra numa posição mais profunda do que aquela em que ela realmente se encontra. sofre refração ao passar pela superfície de separação água-ar. a seguir. (B) a luz do Sol. Sobre a folha é colocada uma placa grossa de vidro.

imersa no ar. com um texto impresso.156. Por isso usamos máscaras de mergulho.) (A) (B) (C) (D) (E) 1.988. O índice de refração do ar é 1. proveniente da esquerda. está protegida por uma espessa placa de vidro.500. Suponha o vidro da máscara plano e de espessura desprezível. Entre as fendas está uma placa de vidro com índice de refração n = 1. pode-se afirmar que: IVF2M8 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 04 Considere um peixe a uma profundidade real de 1. a distância do topo da placa à imagem de uma letra do texto.44 mm. cos 21o = 0. o ângulo de incidência na interface vidro-ar. sen 21o = 0. sen 9o = 0. cos 9o = 0. cos 30o = 0. Se a placa tiver 3 cm de espessura. 1.5. 1. o que interpõe uma pequena camada de ar (nAR = 1) entre a água e o olho. e i2.36 mm.4 e espessura e = 10 mm. O ângulo que a normal à placa faz com a direção do raio de luz incidente é = 30o. 182 01. 03. Temos dificuldade em enxergar com nitidez debaixo da água porque os índices de refração da córnea e das demais estruturas do olho são muito próximos do índice de refração da água (nÁGUA = 4/3). Uma folha de papel. 1. quando observada na vertical.89 mm.0 m de um mergulhador. com ângulo de incidência i1 na interface ar-vidro. como mostra a figura abaixo. através de duas fendas que estão desalinhadas de uma distância d (ver figura).0 o índice de refração absoluto do ar e 4/3 o da água. 1. pede-se: (A) Qual a distância entre o olho do observador e a imagem do peixe que ele vê? (B) Para o peixe. Determine a distância d: (Dados: sen 30o = 0.357. Calcule a que distância o mergulhador vê a imagem do peixe. é: (A) (B) (C) (D) (E) i 1 = r2 i 1 > r2 i 1 < r2 i1 = i2 i1 < i2 . Um peixe está a uma distância de 2. Um raio de luz.67 mm. Lembre-se que para ângulos pequenos sen(a) tan(a). Sendo 1. incide sobre uma lâmina de vidro de faces paralelas. Depois de atravessar a lâmina.866.0 m de altura em relação à superfície da água.0 e o do vidro 1. onde o ângulo r1 designa o ângulo de refração no vidro.20 mm. ele emerge do vidro com ângulo r2.0 m e um observador no ar a 1. O trajeto do raio luminoso está representado na figura. Nessa situação.FÍSICA II Vestibular (A) (B) (C) (D) 1 cm 2 cm 3 cm 4 cm 02. a que distância se encontra o olho do observador? 05 Deseja-se iluminar o anteparo A por meio de uma fonte luminosa F.934.

como exemplo. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Lentes de Bordas Delgadas biconvexa plano-convexa côncavo-convexa bicôncava plano-côncava convexo-côncava 183 Note que a imagem associada ao objeto real (O) pelo 1º dióptro (S 1) funciona como objeto virtual para o segundo dióptro (S 2). o comportamento de uma lente esférica biconvexa através do processo de formação de imagem. O segundo dióptro forma iF que funciona como imagem fornecida pela lente em relação ao objeto (O). Essa restrição se prende às condições de nitidez de Gauss. Os tipos de lentes podem ser identificados através das suas secções transversais como indicados na figura abaixo. A equação de fabricação das lentes esféricas será deduzida a partir da formação proposta na figura. a de maior raio de curvatura.Lentes Esféricas Delgadas I Podem ser definidas como um sistema óptico formado por um meio homogêneo. por isso são classificadas como lentes IVF2M9 . que causa dupla refração na luz que nelas incide. transparente. por convenção. temos o trajeto da luz e o funcionamento de um microscópio composto. As lentes esféricas estudadas nesse capítulo têm espessura desprezível em relação aos seus raios de curvatura. aparece como primeiro nome a face menos encurvada. A nomenclatura é feita através da aparência externa de cada uma de suas faces e. ou seja. Podemos considerar as lentes esféricas delgadas como uma associação de dois dióptros em que pelo menos um deles é esférico e satisfaz as condições de nitidez de Gauss para as superfícies esféricas. limitado por pelo menos uma face esférica. Na figura abaixo. No sistema da figura abaixo está reproduzido.

Se nlente < nmeio. o desvio lateral produzido é desprezível. ao contrário do que aconteceu anteriormente. por exemplo. Portanto. Nas figuras a seguir são propostas as situações inversas. lentes de ar no vidro. Bordas grossas CENTRO ÓPTICO Lente plano-convexa O centro óptico pode ser definido como um ponto tal que todo raio luminoso que a ele é dirigido dá origem a um raio emergente numa direção paralela (equipolente) à incidência. podemos localizar o centro óptico na interseção da lente com o eixo principal e definir uma das trajetórias mais operantes na formação de imagens em lentes esféricas da seguinte maneira: Todo raio luminoso que incide na direção do centro óptico refrata-se sem sofrer desvio ao atravessar a lente. pois. Lente plano-côncava Esse é o compor tamento considerado comum nas lentes. é certo que qualquer lente esférica pode ser convergente ou divergente dependendo de sua forma e do índice de refração do meio externo. Note na figura abaixo que a porção central da lente tem o seu comportamento associado a uma lâmina de faces paralelas. Note que as lentes de bordos finos. Convergente. Bordas grossas Divergente. geralmente temos lentes de vidro no ar (nLENTE > nMEIO). as lentes costumam ser representadas de forma a dar a idéia de extremidades finas ou grossas. convergente (bordos finos) ou divergente (bordos grossos). o desvio lateral da lâmina d= cosr tende a zero ( 0 d 0). IVF2M9 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Lente plano-côncava Portanto: Se nlente > nmeio. Nas extremidades finas. No caso especial das lentes esféricas delgadas. Bordas finas Divergente. Para simplificar o estudo. de acordo com as aproximações de nitidez de Gauss. Na figura abaixo essas simplificações estão representadas e indicam ainda a forma de comportamento comum a cada tipo de lente esférica de vidro no ar. afastam os raios luminosos que nelas incidem (divergentes) e as de bordos grossos aproximam os raios (divergentes). Lente plano-convexa 184 . Bordas finas Convergente. portanto o raio emergente da lente é considerado na mesma direção do raio incidente.FÍSICA II delgadas. as figuras abaixo ilustram os casos em que nLENTE > nMEIO. Vestibular Com relação ao comportamento convergente ou divergente das lentes. os casos em que nLENTE < nMEIO. através de setas em suas pontas. Veja que nesses casos as lentes de bordos finos aproximam os raios luminosos que nelas incidem (convergentes) e as de bordos grossos afastam (divergentes). Porém. essa espessura deve ser sen (i r) considerada desprezível. as setas estão para fora e nas extremidades grossas para dentro. Então. ou seja. porém.

temos as formações focais nas lentes convergentes (representadas pelos bordos finos) para raios paralelos e muito próximos ao eixo principal (paraxiais). sendo aplicadas ao foco secundário. chamam-se de foco de um sistema óptico quaisquer pontos desse sistema que sejam conjugados ao infinito. Veja ainda que. temos as formações focais no eixo principal relativas às lentes divergentes (representadas pelas bordas grossas). esses focos devem ser simétricos em relação ao centro óptico. no caso da refração. Nas mesmas condições propostas acima. pela propriedade da reversibilidade da luz. Note que nesse caso os focos são pontos ópticos virtuais. Quando um raio luminoso incide na direção de um foco. De maneira análoga aos espelhos esféricos. sempre que a lente encontrar-se imersa num único meio. Nas figuras abaixo. Esses dois pontos são chamados de antiprincipais e têm um funcionamento correlato ao centro de curvatura nos espelhos esféricos. o que nos mostra a formação de dois focos principais. Se um raio luminoso incide na direção de um ponto antiprincipal. um de cada lado do sistema. As figuras a seguir definem as propriedades focais dos raios luminosos. refrata-se paralelamente ao eixo que define esse foco. as lentes esféricas também possuem focos secundários que. situam-se nos mesmos planos frontais que contêm os focos principais. Veja que. Os objetos impróprios têm imagem nos focos ou os objetos colocados nos focos formam imagens impróprias. a partir do centro óptico (O) e sobre o eixo principal. Note que os pontos antiprincipais nas lentes convergentes são reais. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO PONTOS ANTIPRINCIPAIS – 185 Marque. virtuais. o correspondente raio emergente se refratará na direção do ponto antiprincipal oposto. IVF2M9 .FÍSICA II Vestibular FOCOS DE UMA LENTE ESFÉRICA Assim como nos espelhos esféricos. dois pontos cujas distâncias a (O) sejam iguais ao dobro da distância focal da lente. podemos concluir que: Todo raio luminoso que incide na direção do ponto antiprincipal objeto (A). as experiências podem ser repetidas para os dois lados da lente. Eixos secundários passando pelo centro óptico da lente definem os focos secundários em seu ponto de encontro com o plano focal. Chamando o ponto A de antiprincipal objeto e o ponto A’ de antiprincipal imagem. por aproximação de Gauss. reais. como exemplo: – – Quando um raio luminoso incide paralelamente a um eixo. refrata-se na direção de um foco. refrata-se na direção do ponto antiprincipal imagem (A’). Nas figuras abaixo demonstramos a existência desses pontos e suas propriedades através dos focos secundários. e nas lentes divergentes. nas lentes convergentes.

através da lente. Caso 1: Objeto além do ponto antiprincipal nas lentes convergentes. Caso 5: Objeto real colocado diante de uma lente divergente. é virtual. Repare na fotografia que fornece uma imagem virtual e reduzida da vela. maior que o objeto e colocada além de 2f do outro lado da lente convergente fixa em O. direita e menor como mostra a figura. A imagem formada é do tipo real. Caso 2: Objeto colocado no ponto antiprincipal da lente convergente. invertida. A imagem formada é do tipo real. do mesmo tamanho do objeto e colocada em 2f do outro lado da lente convergente fixa em O. sejam refratados pela lente. a imagem citada. a imagem citada. Repare na fotografia fornecida ao lado que a vela projeta na tela. Repare na fotografia fornecida ao lado que a vela projeta na tela. provenientes do objeto. IVF2M9 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO A imagem fornecida pela lente é virtual direita e maior que o objeto. Repare na fotografia fornecida ao lado que a vela projeta na tela.FÍSICA II Vestibular FORMAÇÃO DE IMAGENS Nas formações das principais imagens fornecidas pelas lentes esféricas. usaremos a mesma técnica dos espelhos esféricos. invertida. invertida. de qualquer objeto real. para que possamos localizar o vértice do feixe emergente e conseqüentemente o ponto imagem relativo ao objeto pesquisado. através da lente. Basta que pelo menos dois raios luminosos. que seja colocado a sua frente. Caso 4: Objeto colocado entre o foco principal e a lente convergente. A imagem fornecida pela lente divergente. a imagem citada. Note a fotografia da imagem virtual e ampliada da vela através da lente que funciona como lupa (lente de aumento) nesse caso. 186 . através da lente. Caso 3: Objeto colocado entre o ponto antiprincipal e o foco principal da lente convergente. A imagem formada é do tipo real. menor que o objeto e colocada entre f e 2f do outro lado da lente convergente fixa em O.

deve ser classificada como real. portanto. f = 40 cm. (A) Note que a lente afasta os raios luminosos que nela incidem. 02. Na figura abaixo temos um arranjo experimental que pode ser considerado. Qual deve ser a distância focal. como uma lente esférica delgada de vidro no ar. de: .40 cm. (C) Considerando as aproximações de Gauss. uma lente convergente. Analisando os desvios provocados pelas camadas da lente. em um dia ensolarado. simétrica de P em relação à lente. tenha sua imagem na posição Q. Na figura abaixo temos um arranjo experimental que pode ser considerado. o valor da distância focal da lente esférica delgada considerada. portanto. em centímetros.FÍSICA II Vestibular (A) Qual o comportamento da lente. podem ser usadas duas lentes convergentes como indicado na figura. aproximadamente. (C) Considerando as aproximações de Gauss. responda: 02. Considere que o papel que serve de base para medidas no experimento seja formado de quadrados do tipo 10cm x 10cm e que o feixe incidente produzido pela fonte é paralelo. Admita que você deseja acender um cigarro usando essa lente. Considere que o papel que serve de base para medidas no experimento seja formado de quadrados do tipo 10cm x 10cm e que o feixe incidente produzido pela fonte é paralelo. deve ser classificada como divergente. se a lente L2 tiver uma distância focal de 5cm? Considere que o feixe incidente e o feixe transmitido têm forma cilíndrica. convergente ou divergente? (B) Classifique como real ou virtual o foco imagem formado. aproximadamente. o foco encontra-se a 40 cm do centro óptico. Suponha que um ponto luminoso P sobre o eixo óptico e a 20cm de . deve ser classificada como convergente. deve ser classificada como virtual. como uma lente esférica delgada de vidro no ar. 01. Analisando os desvios provocados pelas camadas da lente. (C) Avalie. Para reduzir por um fator 4 o diâmetro de um feixe de laser que será utilizado numa cirurgia. conforme ilustra a figura. sobre o eixo óptico. (B) O feixe luminoso emergente da lente converge para um ponto imagem. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO SOLUÇÃO: (A) (B) (C) (D) 20 cm 10 cm 30 cm 40 cm 01. com base nas aproximações de Gauss. o valor da distância focal da lente esférica delgada considerada. portanto. A ponta do cigarro deverá ser colocada a uma distância da lente. portanto. (B) O feixe luminoso emergente da lente diverge para formar um ponto imagem. portanto. da lente L1. SOLUÇÃO: (A) Note que a lente aproxima os raios luminosos que nela incidem. portanto. com base nas aproximações de Gauss. responda: (A) Qual o comportamento da lente: convergente ou divergente? (B) Classifique como real ou virtual o foco imagem formado. f = . (C) Avalie. o foco encontra-se a 40cm do centro óptico.

A imagem A’B’ do objeto AB será: (A) (B) (C) (D) (E) direita. 188 Observa-se que um raio luminoso. real. como mostra a figura (1). invertida e menor que o objeto. (C) Espelho convexo. como mostra a figura (2). após atravessá-la. A partir de uma lente biconvexa L e sobre seu eixo principal. situado a 40 cm dessa lente.FÍSICA II 03. emitido de um ponto P. se esse raio for emitido de um ponto Q. C. virtual e maior do que o objeto. Que dispositivo óptico colocado sobre a linha PQ produzirá a imagem mostrada? (D) (A) Espelho plano. real e menor do que o objeto. os raios emergentes voltam a ser paralelos ao eixo principal. virtual e menor do que o objeto. (E) Lente divergente. virtual. direita e menor que o objeto. uma bolha de ar (B) é iluminada por uma lanterna também imersa na água.Calcule. invertida e maior que o objeto. virtual. coloca-se uma outra lente L1. 01. IVF2M9 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) (B) (C) (D) (E) A B C D E 05. ele irá convergir para o ponto: . B. No lado oposto ao da incidência. No interior de um tanque de água. verifica-se que quando a distância entre as lentes é de 15 cm. e. após atravessá-la. 03. Um feixe de raios luminosos incide sobre uma lente L0. Por tanto. direita e maior que o objeto. O diafragma mostra um objeto (O). A imagem de um objeto real. virtual e maior do que o objeto. paralelamente ao seu eixo principal. a distância focal da lente L1. fornecida por uma lente divergente. real e maior do que o objeto. emerge paralelamente ao seu eixo principal. direita. conforme ilustra a figura. marcam-se cinco pontos A. invertida . Vestibular A trajetória de dois raios luminosos paralelos que incidem na bolha. F1 e F2 são focos dessa lente. é: (A) (B) (C) (D) (E) real. No diagrama estão representados um objeto real AB e uma lente convergente L. divergente com o mesmo eixo principal e. sua imagem (I) e o trajeto de dois raios luminosos que saem do objeto. direita. 02. (B) Espelho côncavo. distante 20 cm dessa lente. real. em módulo. após atravessá-la. direita e menor que o objeto. por meio de tentativas sucessivas. conforme mostra a figura seguir. invertida . (D) Lente convergente. está mais bem ilustrada em: (A) (C) (B) 04. D e E a cada 10 cm. converge para um ponto sobre o eixo principal localizado a 25 cm de distância do centro óptico.

somente da posição C. somente das posições B ou C. 05. afasta-se cada vez mais da lente.) Assim. Um disco é colocado diante de uma lente convergente. com o eixo que passa por seu centro coincidindo com o eixo óptico da lente. O objeto afasta-se da lente. mantendo os olhos num plano que contém o eixo da lente. passa de virtual para real. Tem-se um objeto luminoso situado num dos focos principais de uma lente convergente. B e C. sucessivamente. somente da posição B. essa imagem poderá ser vista: (A) (B) (C) (D) (E) somente da posição A. (Estando em A. em qualquer das posições A. Podemos afirmar que a imagem do objeto. um observador coloca-se. à medida que ele se movimenta: (A) (B) (C) (D) (E) cresce continuamente. aproxima-se do outro foco principal da lente. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 189 IVF2M9 . movimentando-se sobre seu eixo principal. esse observador dirige o olhar para P através da lente. nas posições A.FÍSICA II Vestibular 04. B ou C. Procurando ver essa imagem. passa de real para virtual. A imagem P do disco é formada conforme a figura.

segue que: IVF2M10 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO ï º ï ° ï (função dos pontos conjugados) °ù Os triângulos RSO e R’S’O são semelhantes. Porém. já que o processo de formação nos espelhos é a reflexão e. Assim: Os triângulos RSF e I2OF também são semelhantes. FS = p – f e OF = f. é a refração. vem: ° °ù ° º º Dividindo todos os termos da última expressão por fpp’. As lentes convergentes têm as mesmas formações dos espelhos côncavos e as divergentes têm as mesmas formações dos espelhos convexos. apenas. verifica-se a troca de lado nas imagens. Assim: ÎÍ Îù Íù ° º º ø××÷ Comparando as expressões (I) e (II). fp = pp’ – fp’ pp’ = fp’ + fp Nesse módulo. não terá problemas com as lentes. as imagens estarão do outro lado do sistema óptico. 190 . imagens virtuais que ficam atrás dos espelhos.Lentes Esféricas 2 EQUAÇÃO DE GAUSS E EQUAÇÃO DE AMPLIAÇÃO LINEAR Note que essas equações são exatamente as mesmas utilizadas nos espelhos esféricos: Os triângulos RSO e R’S’O são semelhantes. Assim: ¤ ·¤ ¤ ° ù¤ = ¤±¤ ¤°¤ ÎÍ Ð = Îù Íù Ð ù ø×÷ A representação gráfica das imagens fornecidas nos espelhos esféricos através da equação de Gauss também vale para as lentes esféricas. nesse caso. Se você já memorizou a formação das imagens em espelhos esféricos. a começar das equações que são basicamente as mesmas. devido à refração. imagens reais que ficam à frente dos espelhos ficam atrás das lentes em relação à chegada da luz. Então: ÎÍ ÚÍ = ×îÑ ÑÚ Mas I2O = R’S’. OS’ = |p’| e OS = |p|. Então: Î ù Í ù ÑÍ ù = ÎÍ ÑÍ Mas R’S’ = |i|. pois as formações são as mesmas. RS = |o|. Veja que a diferença está no fenômeno envolvido nos processos: “espelhos refletem e lentes refratam”. ficam colocadas à frente das lentes em relação à chegada da luz. ou seja. temos a parte matemática ligada à formação de imagens em lentes esféricas. Você poderá observar a grande semelhança entre o estudo dos espelhos esféricos e das lentes esféricas. nas lentes. Então: ÎÍ ÑÍ = Î ù Í ù ÑÍ ù Mas OS = p e OS’ = p’.

de um certo objeto. que é um receptor de luz especial. Note nas figuras a seguir os diferentes poderes de convergência das lentes L1. por definição. a um determinado objeto. temos alguns exemplos de lentes acopladas por justaposição: (B) Uma lente biconvexa justaposta e acoplada com uma lente bicôncava: Chama-se de lente equivalente ao sistema aquela que o substitui de maneira que conjugue. que sofre a primeira ampliação e serve de objeto para a lente ocular. A análise matemática do fenômeno não nos traz nenhuma novidade. a função convergência nessas lentes tem o sinal negativo. a convergência (C) de uma lente é o inverso de sua distância focal. O sistema óptico do globo ocular é convergente e conjuga. pois tem a capacidade de converter a energia luminosa em impulsos elétricos que são decodificados no cérebro. lentes encostadas uma na outra. As mesmas equações estudadas até agora podem ser aplicadas. na figura abaixo. portanto.FÍSICA II Vestibular CONVERGÊNCIA (VERGÊNCIA) Esta função ótica está diretamente ligada como “grau de desvio” produzido por uma lente em um feixe luminoso que nele coincide. 191 IVF2M10 . Essa. Na figura abaixo. desde que se mantenha a lógica definida pelo fato de que “a imagem da primeira lente é o objeto da segunda”. os pontos focais têm a característica virtual. L2 e L3. forma a imagem final i2. que sofre a segunda ampliação e tem característica virtual para que possa ser vista pelo observador. Ý= ï ï ËÍ× = = ¼·±°¬®·¿ ø¼·÷ º ³ Observação: Nas lentes divergentes. uma imagem real e invertida na retina que a transforma em sinais eletrônicos que escoam pelo nervo óptico até o cérebro onde são decodificadas como o sentido mais fantástico que o ser humano possui a visão. Caso 2: Apresentamos duas lentes esféricas delgadas que mantêm uma distância d muito pequena entre seus centros ópticos e que têm eixos ópticos coincidentes (Associação por Justaposição). a mesma imagem final da associação. ou seja. A convergência da lente equivalente é igual à soma das convergências das lentes associadas por justaposição: ÓPTICA DA VISÃO Nesse módulo. ASSOCIAÇÕES DE LENTES Caso 1: Apresentamos duas lentes esféricas delgadas que mantêm uma distância d entre seus centros ópticos e que têm eixos ópticos coincidentes (associação coaxial). o funcionamento de um microscópio composto: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) Duas lentes biconvexas justapostas: (C) Uma lente planoconvexa justaposta com uma lente bicôncava: ÝÛÏ Ýï Ýî Ýí Ý O objeto colocado diante da lente objetiva forma a imagem i1. apresentaremos de maneira básica o funcionamento do olho humano. Veja como exemplo prático. Note que a lente L1 produz o maior desvio no feixe incidente. por sua vez. A principal característica dessas associações está no fato de que a imagem conjugada pela primeira lente constitui o objeto da segunda.

Quando você olha para um determinado objeto que se encontra a uma distância p. a posição do jornal está correta. sem óculos. Portanto. Normalmente. ao ler um jornal de óculos. a uma distância mínima de 0. Os indivíduos que apresentam essa anomalia têm dificuldade para ver de perto. IVF2M10 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Ý ï º ï ðô ëð îô ð ¼· Os indivíduos míopes têm dificuldade de visão a distância. a formação da imagem ocorre antes da retina. porém a imagem fornecida pelas lentes é que está afastada o bastante para que possa ser vista. Nas figuras abaixo. o erro do sistema ocorre devido a um alongamento anormal no diâmetro anteroposterior do globo ocular. portanto com excesso de convergência no sistema. Normalmente.25 m) dos olhos. está bem mais distante. que na visão normal deve ser considerado como uma distância infinita. temos: Ý ï ºÔÛÒÌÛ ï ï ° °ù A MIOPIA Nesse tipo de defeito visual. que na visão normal encontra-se a aproximadamente 25 cm (0. a imagem deve ser formada na retina que se encontra no fundo do olho a uma distância p’. A lente deve ajustar sua distância focal através dos raios de curvatura de suas faces (R 1 e R2) e dos índices de refração do meio externo (nMEIO) e da própria lente (nLENTE).FÍSICA II Vestibular A formação da imagem na retina ocorre através da lente do olho humano. seja de 0. mostramos a formação defeituosa da imagem e a correção feita através da lente divergente. A correção ocorre através da associação de uma lente convergente que aumenta a convergência do sistema acomodando a imagem na retina. A lente convergente corretora produz uma imagem virtual no ponto que o hipermétrope consegue enxergar. Então: Ý ï º ï ðô îë ï ðô ëð îôð ¼· 192 . Normalmente um hipermétrope precisa esticar o braço para conseguir ler. mostramos a formação defeituosa da imagem e a correção feita através da lente convergente. ou seja. pois seu ponto próximo. que é o cristalino. sem o uso de óculos. é colocado a uma pequena distância dos olhos. Suponha que a máxima distância que um certo indivíduo míope tem capacidade de enxergar bem. seu ponto remoto.50 m. portanto com falta de convergência no sistema. Para efetuar a correção basta que a lente divergente corretora tenha seu foco colocado nesse ponto remoto anômalo.50 m. Nas figuras abaixo. Suponha que o jornal esteja a 25 cm (0.25 m) dos olhos e que o hipermétrope só conseguisse enxergá-lo. a formação da imagem ocorre além da retina. uma lente gelatinosa que tem sua convergência alterada através da ação da musculatura ciliar para que se faça a acomodação das várias distâncias necessárias. A correção ocorre através da associação de uma lente divergente que diminui a convergência do sistema acomodando a imagem na retina. A lente corretora nesse caso deve ter a seguinte convergência: A HIPERMETROPIA Nesse tipo de defeito visual. o erro ocorre devido a uma diminuição anormal no diâmetro anteroposterior do globo ocular.

mas continue olhando para a circunferência desenhada. Calcule a distância focal e localize a posição da lente delgada que produz o efeito. você pode ser astigmático. 01. por exemplo. – Coloque a lente a uns 30cm de seus olhos mirando na circunferência desenhada. Uma experiência interessante pode ser realizada de maneira bem simples: – Consiga uns óculos de uma pessoa que manifeste o astigmatismo. do tipo visão borrada ou duplicada e sente dores de cabeça. 4 e 5. Portanto. O esquema a seguir representa as posições da lente. 02. Um anteparo A. Veja o formato ovalado na pupila ao lado: Você já reparou os olhos de um gato? Esse defeito visual pode ser corrigido com uma lente cilíndrica que faz com que os raios de luz se concentrem em um plano único. a musculatura ciliar sofre um certo enrijecimento e não é mais capaz de todo o esforço necessário para a acomodação das imagens.FÍSICA II Vestibular Observação: Ao envelhecermos. – Desenhe uma circunferência com o raio aproximado de uma bola de futebol. A FÍSICA NO SEU MUNDO Astigmatismo Se você manifesta sintomas. – Veja a forma da circunferência que você desenhou. Pelas indicações do esquema. A esse tipo de anomalia chamamos Presbiopia (vista cansada). – Para completar. a curvatura da córnea é mais ovalada. conforme a figura abaixo. um oftalmologista é o profissional indicado para fazer o diagnóstico do distúrbio visual. O astigmatismo é uma deficiência visual. note como está oval. causada pelo formato irregular da córnea ou do cristalino formando uma imagem em vários focos que se encontram em eixos diferenciados. 2. principalmente as muito próximas e muito distantes. ao tentar ler. precisamos de óculos para ver de perto e para visão mais distante. 3. do anteparo e dos pontos 1. Nos casos de astigmatismo. Você vai ver a forma oval girando junto. uma lente delgada convergente L de distância focal 20 cm e um toco de vela acesa são utilizados numa atividade de laboratório. Uma córnea normal é redonda e lisa. Uma lente esférica produz a imagem real de um objeto. como uma bola de futebol americano. o toco da vela acesa deve ser colocado no ponto: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 193 IVF2M10 . gire (no plano paralelo ao desenho) lentamente a lente. para que a imagem da chama da vela se firme nitidamente sobre o anteparo.

.. Selecione a alternativa que preenche corretamente as lacunas do seguinte texto: Uma pessoa vê nitidamente um objeto quando a imagem desse objeto se forma sobre a retina. com distância focal de 20 cm.... .... Em pessoas hipermétropes.. Um objeto real é colocado a 60 cm de uma lente delgada divergente de distância focal modularmente igual a 30 cm. é obtida sobre a tela. que a imagem se forma atrás da retina)..FÍSICA II (A) 1 (B) 2 (C) 3 (D) 4 (E) 5 Vestibular Pede-se: (A) a distância focal da lente. nítida e ampliada 3 vezes. Virtual. a lente deve ser: (A) (B) (C) (D) (E) convergente. Qual das opções abaixo pode melhor representar o que ocorre com a imagem fornecida pela lente? (A) (B) (C) (D) (E) Virtual. então. Uma lente L é colocada sob uma lâmpada fluorescente AB cujo comprimento é AB = 120 cm. direita e a 40 cm do objeto. Para que isto seja possível. 04. 194 IVF2M10 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 03... com distância focal de 15 cm... colocada a 20 cm do objeto. divergente.. convergente..... colocada a 20 cm do objeto. A distância entre um objeto e uma tela é de 80 cm. O objeto é iluminado e. por meio de uma lente delgada posicionada adequadamente entre o objeto e a tela. A imagem é focalizada na superfície de uma mesa a 36 cm da lente.. A lente situa-se a 180 cm da lâmpada e o seu eixo principal é perpendicular à face cilíndrica da lâmpada e à superfície plana da mesa. colocada a 20 cm do objeto.. Em pessoas míopes.. com distância focal de 20 cm.. Pessoas míopes devem usar óculos com lentes . a imagem se forma à frente da retina.. convergente. Virtual. e pessoas hipermétropes devem usar óculos com lentes ... divergente. (A) (B) (C) (D) (E) convergentes – biconvexas convergentes – divergentes planoconvexas – divergentes divergentes – bicôncavas divergentes – convergentes 01. uma imagem do objeto. 05.. Utilize os símbolos A’ e B’ para indicar as extremidades da imagem da lâmpada. . com distância focal de 15 cm. Real. colocada a 60 cm do objeto. invertida e a 15 cm do objeto. direita e a 20 cm do objeto. os raios luminosos são interceptados pela retina antes de formarem a imagem (diz-se... com distância focal de 15 cm. A figura a seguir ilustra a situação.. colocada a 60 cm do objeto. (B) o comprimento da imagem da lâmpada e a sua representação geométrica. Real. invertida e a 40 cm do objeto. direita e a 15 cm do objeto.

(A) Qual é a vergência e qual a distância focal do sistema resultante? (B) O comportamento óptico do sistema resultante é convergente ou divergente? 07. (B) Para que valor foi ajustada a distância focal do sistema? 04. Desprezando-se todos os outros efeitos (tais como aberrações das lentes). PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO É correto concluir que: (A) (B) (C) (D) (E) a pessoa da figura 1 é míope e usa lentes convergentes. uma imagem nítida do diapositivo. a pessoa da figura 2 é míope e usa lentes divergentes. 195 06. Um toco de vela está entre duas lentes delgadas. V B = –3di e V C = +1di. Dois estudantes se propõem a construir cada um deles uma câmara fotográfica simples.0 m. conjugadas pelas lentes. B e C com vergências V A = +4di. projetada na parede. Considere as duas pessoas representadas a seguir. como está representado no esquema a seguir.FÍSICA II 02. Justapõem-se três lentes delgadas A. Neste caso. o resultado da experiência foi: I – que a foto do estudante A estava mais “em foco” do que a do estudante B. 08. uma divergente L X e outra convergente LY. (C) Determine os pontos próximo e remoto desse paciente sem os óculos.0 m de distância das respectivas objetivas. em cm.0 di. Pergunta-se: (A) As lentes em uso são convergentes ou divergentes? (B) Qual o valor da distância focal das lentes? 03.0 cm e o estudante B uma lente de distância focal igual a 1. (B) somente I e III são verdadeiras. a pessoa da figura 1 é hipermétrope e usa lentes divergentes. a 20 cm de cada uma. As duas lentes têm distâncias focais de mesmo valor absoluto. (C) somente III é verdadeira. Um projetor de diapositivos (slides) possui um sistema de lentes cuja distância focal é ajustável. aproximadamente: (A) (B) (C) (D) (E) 6. você concorda que: (A) apenas a afirmativa II é verdadeira. vale. Ajusta-se a distância focal do sistema e obtém-se. Uma pessoa míope usa óculos de grau de convergência igual a –2. 10 cm. (A) Qual o defeito de visão que cada uma das partes da lente bifocal corrige? (B) Calcule a convergência de cada uma dessas partes. as duas pessoas têm o mesmo defeito visual. O estudante A utilizou uma lente de distância focal igual a 4. usando uma lente convergente como objetiva e colocando-a numa caixa fechada de modo que o filme esteja no plano focal da lente. 05. Devido às suas lentes corretivas. São prescritas para um paciente lentes bifocais com distâncias focais 40 cm e –200 cm. a distância entre as imagens do toco de vela. com suas dimensões lineares ampliadas 24 vezes. O eixo principal do sistema de lentes é horizontal. (E) não é possível obter uma fotografia em tais condições. III – que as imagens sempre estavam entre o filme e a lente. II – que ambas estavam igualmente “em foco”. a da figura 1 aparenta ter os olhos muito pequenos em relação ao tamanho do seu rosto. (A) O sistema de lentes do projetor é convergente ou divergente? Justifique sua resposta. Nessas condições. a pessoa da figura 2 é hipermétrope e usa lentes convergentes. Um diapositivo é colocado na vertical.6 20 33 47 53 Vestibular (D) somente a afirmativa I é verdadeira. ocorrendo o oposto com a pessoa da figura 2: IVF2M10 . Ambos foram testar suas câmaras fotografando um objeto situado a 1. a 125 cm de distância de uma parede também vertical.

podemos concluir que esse tipo de onda não se propaga no vácuo. ondas no mar.. ou seja. ondas de rádio. A esses campos variáveis que viajam no espaço. Portanto. É importante que você memorize algumas velocidades que fazem parte da rotina dos estudos de ondas: Velocidade do som no ar = 340 m/s Velocidade da luz no vácuo (no ar) = 3. portanto ela necessita do meio para a sua propagação. ondas de TV. A principal diferença está no fato de que as ondas eletromagnéticas podem. vamos começar o estudo com algumas indagações do tipo: O que é uma onda? Como se forma? Como se propaga? Suponha que você está segurando a ponta de uma mola. raios X.. é claro. Você já conhece esta velocidade: é a chamada velocidade da luz no ar ou no vácuo. As ondas mecânicas são formadas de impulsos mecânicos que se propagam através de um meio material. ondas em cordas. Você deve ter achado bastante difícil entender a definição de uma onda eletromagnética. Portanto: IVF2M11 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO ONDA – É o movimento da energia. Note que não é a mola que sai correndo. A velocidade destas ondas no vácuo (aproximadamente também no ar) é de 3. Note que. se propagar no vácuo.0 x 108 m/s 196 . porém o que é realmente necessário que você compreenda neste momento é a grande diferença que existe entre as ondas mecânicas e as eletromagnéticas. Se você provocar uma vibração na extremidade da mola. Veja. a velocidade de propagação de uma onda é constante. A conclusão é óbvia: a luz é um exemplo de onda eletromagnética. Nos meios homogêneos e isotrópicos. Exemplos: Ondas luminosas. Estes campos são variáveis com o tempo e a posição. Uma peça de dominó vai transmitindo a energia à peça seguinte e alguma coisa parece correr. A natureza nos mostra. é necessário que você entenda perfeitamente o conceito básico. mas sim a energia que você transmitiu ao sistema. As ondas eletromagnéticas decorrem da variação da velocidade de partículas carregadas eletricamente. basicamente. um perpendicular ao outro e ambos perpendiculares à direção de propagação. Acho que já estamos prontos para uma primeira definição formal para o fenômeno ondulatório.0 x 108 m/s. a energia é transmitida ponto a ponto pelas partículas do sistema.Introdução ao Estudo das Ondas Vamos iniciar um dos estudos mais fascinantes da natureza e para que ele fique bem claro. Note que esses campos oscilantes viajantes não precisam de meio para se propagar. Exemplos: Ondas sonoras. A vibração é transmitida pelas partículas do meio. e a outra ponta está presa a uma parede vertical.. Você já deve ter visto aquelas fileiras imensas de peças de dominó em que o idealizador do percurso dá um pequeno impulso na primeira peça e ocorre a transmissão sucessiva da energia em todas as peças da fileira. e o movimento executado é do tipo uniforme. esticada. também. damos o nome de onda eletromagnética. Sem dúvida é. ondas de radar. sem o transporte de matéria. Então. verá que esta vibração se propaga. porém a matéria que vibra com a onda não se propaga com a onda. dois tipos de onda: mecânicas e eletromagnéticas. A vibração de uma carga elétrica produz no espaço um campo elétrico variável e um campo magnético também variável.. não são as peças de dominó. estamos diante de um experimento em que existe o movimento da energia sem o transporte de matéria.

º Os conceitos de agudo e grave estão ligados à freqüência e são normalmente utilizados para ondas sonoras (mecânicas). Como sabemos. portanto satisfaz a relação V = S/ t. Significa amplitude da onda. o som não se propaga no vácuo e a luz sim. Veja: Maior freqüência Menor freqüência agudo grave A freqüência também está ligada às cores da luz (ondas eletromagnéticas). RELAÇÃO FUNDAMENTAL Considere V como a velocidade de propagação de uma onda periódica em um meio homogêneo. A crista de uma onda é um ponto de máximo na formação e o vale. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO USI ( ) = metro (m) USI (Período) = Segundo (s) (C) Comprimento de Onda ( ) É definido como a distância entre dois pontos consecutivos de uma onda o deslocamento realizado pela onda no intervalo de tempo de um período. coloca-se dentro de uma campânula de vidro na qual se faz o vácuo uma lanterna acesa e um despertador que está despertando. nossos olhos são mais sensíveis que nossos ouvidos. mas não para a luz. a velocidade da luz é maior que a do som. esta velocidade se mantém constante. f= nº vibrações t ï Obs. um ponto de mínimo. o vidro da campânula serve de blindagem para o som. produzindo uma figura de vibração na corda. distância relativa à deformação máxima. Verifique na tabela abaixo que a cor vermelha corresponde à menor freqüência e o violeta. o intervalo de tempo necessário para esta formação recebe o nome de um período. Numa experiência clássica. no canto. Assim sendo. você pode medir o comprimento de onda ( ) como a distância entre duas cristas ou dois vales consecutivos. à maior: 01.FÍSICA II Vestibular ELEMENTOS IMPORTANTES NUMA ONDA PERIÓDICA (A) Período (T) Intervalo de tempo necessário para que a onda execute uma vibração completa. Você deve ter notado na figura anterior uma letra (a). Suponha que o tempo de propagação considerado seja de um período (T). Isso acontece porque: (A) (B) (C) (D) (E) o comprimento de onda da luz é menor que o do som. Veja na figura que uma fonte executa uma vibração completa. A luz da lanterna é vista.: Lembre-se de que: Ì = . (B) Freqüência (f) Número de vibrações executadas pela onda na unidade de tempo. mas o som do despertador não é ouvido. podemos concluir que: Ê Í ¬ Ì Ê òº USI (f) = 1/s = s = Hertz (Hz) –1 Observação: A velocidade de propagação de uma onda em um fio (meio unidimensional) depende basicamente da tração no fio e de sua densidade linear: Ê Ì (fórmula de Taylor). onde T é a intensidade da tração no fio e é o quociente entre a massa do fio e o comprimento: ³¿--¿ ËÍ× µ¹ ñ ³ ½±³°®·³»²¬± 197 IVF2M11 . Assim sendo.

A faixa de emissão de rádio em freqüência modulada. aproximadamente. 04. configurações de uma corda sob tensão constante. o mesmo período. luz é onda eletromagnética e as outras são ondas mecânicas. Considerando hoje o caráter ondulatório da luz. A figura de vibração abaixo é produzida numa corda no intervalo de tempo de 0. Qual o período de vibração deste som? 06.FÍSICA II Vestibular 02. no Brasil. 07. é correto afirmar que: (A) (B) (C) (D) luz e microondas são ondas eletromagnéticas e as outras são ondas mecânicas. A menor freqüência sonora que o ouvido humano pode captar vale aproximadamente 20 Hz. vai de. a mesma amplitude.2 15 0.63 0.81 Impossível calcular. mesmo sem considerar o modelo ondulatório. A figura a seguir representa. A razão entre o maior e o menor comprimento de onda desta faixa é: (A) (B) (C) (D) (E) 1. IVF2M11 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) Qual a velocidade de propagação do pulso? (B) Indique em uma figura a direção e o sentido das velocidades dos pontos materiais A e B da corda. podemos assegurar que ondas de luz correspondentes às diferentes cores terão sempre. no vácuo: (A) (B) (C) (D) (E) o mesmo comprimento de onda. Determine a freqüência de vibração da fonte periódica emissora da onda. não sendo dada a velocidade de propagação da onda. não precisam de um meio material para se propagar. que a luz do Sol. 88 MHz a 108 MHz. Considere as seguintes ondas: som. nos instantes t = 0s e t = 2. microondas e luz. Isaac Newton demonstrou. no instante t = 0s. que vemos branca. a mesma freqüência. As ondas eletromagnéticas. som é onda mecânica e as outras são ondas eletromagnéticas. 05. ondas de rádio. é o resultado da composição adequada das diferentes cores. som e ultra-som são ondas mecânicas e as outras são ondas eletromagnéticas.0 s. Sobre essas ondas. ao contrário das ondas mecânicas. ultra-som. a mesma velocidade. 198 . na qual se propaga um pulso cuja forma não varia. 03.50 s.

I. Apenas II e III. 2 Hz e 0. indo até o ponto A. A velocidade de propagação v de um pulso transversal numa corda depende da força de tração T com que a corda é esticada e de sua densidade linear d. Sabendo-se que o comprimento de onda. em m/s: (A) (B) (C) (D) (E) 1. A figura mostra uma partícula P de um determinado meio elástico. 0. inicialmente em repouso. A velocidade de propagação de um pulso nesse cabo é. Apenas I e II. Um cabo de aço. ela é atingida por uma onda mecânica longitudinal que se propaga nesse meio. Apenas I e III.0 20 40 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 199 01. a profundidade do poço é: (A) (B) (C) (D) (E) 2640 m 1440 m 2880 m 1320 m 330 m 03. um cientista emitiu com uma fonte.5 m. durante o percurso.5 Hz e 4 m.5 m.5 m e que o cientista recebe como resposta um eco após 8 s.5 Hz e 1 m. Para determinar a profundidade de um poço de petróleo. é de 1. respectivamente. 05. ondas sonoras de freqüência 220 Hz.0 2. 04. II e III. na abertura do poço. III – As ondas eletromagnéticas não precisam de um meio material para se propagar. a partícula passa então a se deslocar.FÍSICA II Vestibular I – As ondas luminosas são constituídas pelas oscilações de um campo elétrico e de um campo magnético. depois indo até o ponto B e finalmente retornando à posição original. Quail(is) dela(s) é(são) correta(s)? (A) (B) (C) (D) (E) Apenas I. Quais são. 0. A partir de um determinado instante.5 segundo. Considere as afirmações a seguir: IVF2M11 . II – As ondas sonoras precisam de um meio material para se propagar. 02.5 Hz e 0. os valores da freqüência e da amplitude da onda? (A) (B) (C) (D) (E) 2 Hz e 1 m.0 m de comprimento e 200 g de massa é esticado com força de tração de 40 N. Determine a freqüência e o período da onda. A sucessão de pulsos representada na figura a seguir foi produzida em 1. com 2.0 4. O tempo gasto para todo esse movimento foi de 2 s. 0.

III – A freqüência e o período são grandezas diretamente proporcionais. Os suportes fixos distam de 90 cm. o morcego consegue captar sons mais agudos. II – O morcego é capaz de captar ondas sonoras de freqüências até 35000 Hz. é: (A) (B) (C) (D) (E) 100 Hz 200 Hz 300 Hz 400 Hz 500 Hz 08. IVF2M11 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 200 . O fio acima está vibrando de modo que forme a figura estacionária mostrada. apenas II. Considere as afirmações abaixo: I – A freqüência da cor vermelha é maior que a da cor azul. Uma corda feita de um material. Faz-se vibrar a corda transversalmente e esta produz ondas estacionárias. cuja superposição causa esta vibração. Portanto. 07. apenas III. representadas na figura a seguir. cuja densidade linear é 10 g/m. apenas I. A freqüência das ondas componentes.00 g e a força de tração igual a 400 N. enquanto que o homem chega. no máximo. Está(ão) correta(s): (A) (B) (C) (D) (E) I e II.FÍSICA II Vestibular 06. a 20000 Hz. II e III. está sob tensão provocada por uma força de 900 N. Considere sua massa igual a 5. Determine a freqüência de vibração do fio.

Considere que os raios de onda sejam perpendiculares às frentes de onda incidente e refletida. a reflexão ocorre sem inversão de fase.Reflexão e Refração Ondulatórias REFLEXÃO ONDULATÓRIA Fenômeno que ocorre quando uma onda incide na superfície de separação entre dois meios e retorna ao meio primitivo. como mostra a figura abaixo. ocorre o princípio da ação e reação entre a corda e a parede. a velocidade de propagação. as frentes de onda são produzidas a partir do ponto A e incidem na superfície refletora E: Note-se que a reflexão ocorre como se as ondas partissem de um ponto imagem virtual (A’). O ângulo formado pelo raio incidente e a normal à superfície no ponto de incidência (ângulo de incidência = î) é igual ao ângulo formado entre o raio refletido e a mesma normal (ângulo de reflexão = r): Veja-se ainda o caso de ondas circulares produzidas pela vibração de um ponto na superfície de um meio líquido. Quando um pulso atinge uma extremidade fixa. Nesse caso. UNIDIMENSIONAL Ocorre quando um pulso (onda de curta duração). ou seja. espelhando as ondas circulares incidentes. IVF2M12 . Veja na figura: Suponha agora que o extremo da corda está preso a um anel de massa desprezível. a velocidade se mantém constante em módulo. a extremidade é livre e acaba funcionando como uma fonte emissora do mesmo pulso em sentido contrário. na reflexão. os princípios que você já conhece da óptica geométrica continuam valendo para os raios de onda. e o resultado disto é a reflexão com inversão de fase. encontra a extremidade do sistema e retorna em sentido oposto. No caso de extremidade livre. o comprimento de onda e a frequência se mantêm constantes. que pode deslizar totalmente livre de atritos ao longo de uma haste vertical. Você pode visualizar este fenômeno quando ondas na superfície de uma piscina encontram a borda e retornam. Veja na figura: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO BIDIMENSIONAL 201 Neste caso. ou simplesmente quando você escuta um eco de um certo som que se refletiu numa parede. Nas figuras abaixo. Uma última observação sobre o fenômeno mostra que. não ocorrem mudanças nos elementos fundamentais das ondas periódicas. atrás da superfície E. Note-se que não ocorre mudança de meio. portanto. que percorre um fio (meio unidimensional).

FÍSICA II Vestibular REFRAÇÃO ONDULATÓRIA Este fenômeno ocorre quando uma onda. ao passar da parte mais profunda para a parte mais rasa. a frequência se mantém constante e a velocidade é diretamente proporcional ao comprimento de onda. num plano bidimensional. torna-se um valioso instrumento para o entendimento da refração ondulatória. portanto. Vamos ter um pulso refratado de mesma fase que o incidente. propagando-se com maior velocidade na corda B e um pulso refletido também na mesma fase que o incidente na corda A. porém. Ainda podemos dizer que o índice de refração do meio 1 é menor que o do meio 2 (n1 < n2). Note-se que o raio de onda aproxima-se da normal: UNIDIMENSIONAL A figura ao lado mostra um pulso incidente numa corda de maior densidade linear que está ligada a outra corda de menor densidade ( A > B). Portanto. Na figura abaixo. V1 > V2 e 1 > 2. É muito importante que você aprenda que na refração a frequência da onda periódica não muda com a mudança do meio. nossa conhecida da óptica geométrica. propagando-se com menor velocidade na corda B e um pulso refletido com inversão de fase na corda A.¬¿² ¬» Êï Êî V é diretamente proporcional a ï î Como você já sabe. A mudança de meio provoca uma variação na velocidade de propagação da onda. Note-se que a interseção dos meios funciona como extremidade livre para a reflexão: Corda A Corda B A nova figura abaixo mostra um pulso incidente numa corda de menor densidade linear que está ligada a outra corda de maior densidade ( A < B). EXPRESSÃO DA LEI DE SNELL-DESCARTES -»²· -»²® ÇÇ ù ÈÇ ù ÈÈ ù ÈÇ ù ÇÇ ù ÈÈ ù Êï¬ Êî ¬ -»²· -»²® Êï Êî ï î 202 . Vamos ter um pulso refratado de mesma fase que o incidente. temos uma onda periódica na superfície de um meio líquido sofrendo refração. da análise fundamental. temos: Ê BIDIMENSIONAL Neste caso. mecânica ou eletromagnética. Note-se que a interseção dos meios funciona como extremidade fixa para a reflexão: IVF2M12 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Ê òº º ½±². muda de meio. a lei de Snell-Descartes. a análise do fenômeno é a mesma. nesse caso.

incida num meio transparente. Uma onda de luz monocromática tem. Represente esse pulso no instante t = 2. reflexão em M. Na figura a seguir. Suponha-se que esta onda de luz.0 m e. (B) os raios X têm menor frequência que as ondas longas. (D) apenas “ ” e “v” variam. o pulso se encontra na posição da figura. é produzido no ponto F da superfície da água um pulso circular que se propaga com velocidade v = 4. cujo índice de refração seja 1. O pulso e o obstáculo estão representados na figura abaixo. Considere-se a amplitude do pulso constante por longo tempo. propagando-se no ar com frequência “f”. atinge a superfície de uma piscina e continua a se propagar na água. 04. propagando-se para baixo. Uma onda sonora. comprimento de onda “ ” e velocidade “v”. S representa uma das paredes de um tanque de água. A figura mostra um pulso se propagando numa corda suspensa verticalmente. Um pulso reto propaga-se na superfície da água em direção a um obstáculo M rígido. no vácuo. é: O comprimento da corda é 4. vinda do vácuo. (C) apenas “f” e “ ” variam. no vácuo: (A) os raios se progagam com maiores velocidades que as ondas de rádio.5. O diagrama apresenta o espectro eletromagnético com as identificações de diferentes regiões.0 m/s.FÍSICA II Vestibular É correto afirmar que. (C) todas as radiações têm a mesma frequência. (E) apenas “f” e “v” variam Entre as figuras seguintes. 02. pode-se afirmar que: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 05. (B) Calcule a razão ”/ entre o comprimento de onda da onda refratada ( ”) e o comprimento de onda da onda incidente ( ). (A) Calcule a razão ’/ entre o comprimento de onda da onda refletida ( ’) e o comprimento de onda da onda incidente ( ).0 m/s.0 s (supondo-se que não haja reflexão nas outras paredes do tanque até esse instante): 03. (B) apenas “v” varia. IVF2M12 . em que se reflete.0 s. em função dos respectivos intervalos de comprimento de onda no vácuo: (A) apenas “f” varia. A seta indica o sentido de propagação do pulso: (A) (D) B) (E) (C) 06. com a extremidade inferior livre: 203 01. (D) todas as radiações têm a mesma velocidade de propagação. Nesse processo. um comprimento de onda . A velocidade do pulso é constante e igual a 2. no instante t = 0. No instante t = 0. a que melhor representa o pulso P após a .

no ar. pela primeira vez: ) Vestibular Lado 2 07. A figura a seguir mostra uma onda transversal periódica.3 g/m e tracionada por uma força IVF2M12 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO ( ) ( ) ( ) F = 5 N. Uma corda AB de densidade linear 1 = 0. Diante do exposto. a velocidade é a mesma nas duas cordas. Suponha-se que essa onda penetre na água e que ’ seja o comprimento de onda na água. 02.FÍSICA II Lado 1 Determinar: ( (A) a configuração da corda no instante t = 4. cuja densidade 204 . Ao chegar no ponto B. a mesma intensidade. são unidas conforme indica a figura.0 s. pode-se afirmar que: (A) (B) (C) (D) (E) o comprimento de onda é o mesmo nas duas cordas. Nos esquemas a seguir. Uma onda se propaga em um meio homogêneo com uma velocidade v0. a frequência é a mesma nas duas cordas. 03. (B) Um diapasão. Admitindo-se que as cordas não absorvam energia. Sobre o pulso transmitido para a corda BC. 06. sua frequência e 0 seu comprimento de onda nesse meio. Duas cordas. em relação à onda que se propaga no sentido indicado. 1 . No entanto. refração ou ambos. usado para afinar instrumentos musicais. (B) o instante em que será observada a situação seguinte. a mesma frequência. Esta mesma onda se propaga em outro meio homogêneo com uma velocidade 2/3v0. (A) Calcule a razão f/f0. a frequência é maior na corda II. 04. colocando-se VERDADEIRO (V) ou FALSO (F) nas lacunas: 01. com velocidade v2 e comprimento de onda 2. uma parte desse pulso reflete para a corda AB e a outra parte. O lado 1 representa o pulso incidente e o lado 2 representa o pulso após ocorrido o fenômeno de reflexão. 2 . Um pulso é produzido na extremidade A da corda AB. temos a representação de um pulso que se propaga em uma corda. com comprimento de onda 1 e velocidade v1.5 g/m está ligada a uma corda BC de densidade linear 2 = 0. transmite para a corda BC. a onda deve chegar à superfície vinda do ar ou vinda da água? Justifique sua resposta. com boa aproximação. a mesma velocidade. julgue os itens. Sejam f0. . As extremidades A e C estão fixas e a corda I é mais densa que a corda II. Sejam f sua frequência e seu comprimento de onda nesse outro meio. a velocidade é maior na corda I. que se propaga com velocidade v1 = 8 m/s em uma corda AB. emite uma onda sonora harmônica de comprimento de onda quando essa onda se propaga no ar. o mesmo comprimento de onda. pode-se afirmar que todas elas emitem ondas sonoras que. Considere-se que a velocidade de propagação do som na água seja quatro vezes maior do que a sua velocidade de propagação no ar. (A) Para que haja reflexão total de uma onda sonora na superfície que separa o ar da água. Calcule a razão / ’. 2 1 1 05. de densidades lineares diferentes. podemos afirmar que: (A) (B) (C) (D) (E) v2 > v1 e v2 < v1 e v1 > v2 e v2 > v1 e v2 > v1 e < < < 2 < 1 = 1 2 2 . As seis cordas de um violão têm espessuras diferentes e emitem sons que são percebidos pelo ouvido de forma diferente. (B) Calcule a razão / 0. têm: (A) (B) (C) (D) (E) a mesma altura. .

respectivamente: Os dois receptores poderão captar o sinal? Com que comprimento de onda ( ) o sinal chegará ao submarino? Considerando-se a velocidade da luz no ar e vácuo 3 . somente o receptor terrestre captará o sinal. Um satélite artificial. Esta corda está ligada a uma outra BC. com os preparativos para a entrevista de um ex-ministro. iguais a: (A) (B) (C) (D) (E) 10 Hz e 14 cm 10 Hz e 20 cm 10 Hz e 25 cm 15 Hz e 14 cm 15 Hz e 25 cm 08. os valores da frequência e do comprimento de onda serão. de um programa de TV. Um vibrador produz ondas planas na superfície de um líquido com frequência f = 10 Hz e comprimento de onda meio I para o meio II. pois a sua frequência não é alterada quando a onda muda de meio de propagação. pois a frequência da onda muda ao atravessar a atmosfera. Dois receptores. retransmite para a Terra um sinal de frequência 100 MHz. pergunta-se. = 2. Ao passarem do IVF2M12 . = 2.3 m. somente o receptor terrestre captará o sinal porque o comprimento da onda muda ao atravessar a água. um no continente e outro num submarino no fundo do mar.3 m. sendo que a velocidade de propagação da onda nesta segunda corda é v2 = 10 m/s. No meio II. = 5 m. podemos afirmar que: (A) (B) (C) (D) (E) os dois receptores captarão o sinal.FÍSICA II Vestibular linear é 1. = 3 m. como mostra a figura. porque a frequência da onda muda ao atravessar a água. 108 m/s. O comprimento de onda quando se propaga na corda BC é igual a: (A) (B) (C) (D) (E) 7m 6m 5m 4m 3m 07. sintonizam a frequência de 100 MHz para tentar captar o sinal de TV. respectivamente. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 205 = 28 cm. somente o submarino captará a transmissão. foi verificada uma mudança na direção de propagação das ondas. cuja densidade é 2. mas não muda na água. em órbita fora da atmosfera terrestre. Considerando-se o índice de refração da água como 1.3. nenhum dos dois receptores captará o sinal porque a frequência da onda muda ao passar do vácuo para o ar e do ar para a água.

temos a superposição de dois pulsos de amplitudes. durante a superposição. I– SUPERPOSIÇÃO DE PULSOS “A perturbação resultante em cada ponto do meio. que houve uma interferência construtiva ou um reforço das perturbações produzidas pelos pulsos. como se nada tivesse acontecido. 206 .” Na figura abaixo. os pulsos continuam o seu caminho normalmente. provocando uma amplitude resultante igual à soma das amplitudes superpostas. por exemplo. depois da superposição. é igual à soma das perturbações que seriam causadas por cada pulso separadamente. os pulsos continuam sua propagação normalmente. Quando. dois pulsos se cruzam numa determinada região de um certo meio. na quinta foto. Dizemos. temos acima uma sucessão de fotos do encontro de dois pulsos que se propagam em sentidos opostos: IVF2M13 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (B) Note-se que. a figura de interferência é um efeito resultante sobre o meio. ocorre a superposição completa.Interferência Ondulatória Um dos comportamentos mais interessantes das ondas está no fato de que elas podem se cruzar sem haver danos. ou seja. Depois do cruzamento. A este fenômeno chamamos interferência. nesse caso. esta sofre uma deformação resultante da soma algébrica das deformações que cada pulso produziria em separado. e a amplitude da figura de interferência é igual à soma das amplitudes de cada pulso envolvido no processo. Nota-se que. que ocorre no momento da superposição: a = a1 + a2 (A) (C) Para uma melhor ilustração do efeito. a1 e a2.

Seja X1 a distância entre F1 e P e X2 a distância entre F2 e P podemos afirmar que: . Seja X1 a distância entre F1 e P e X2 a distância entre F2 e P Podemos afirmar que: . dizemos que em P ocorre interferência construtiva. podemos analisar o comportamento de um ponto P desse meio quando submetido à vibração das duas fontes. X1 = N . a interferência é construtiva para N ímpar e destrutiva para N par. ou seja. ou seja. onde N é ímpar. F1 e F2. produzidas por duas fontes do tipo citado: (A) (B) (C) II – SUPERPOSIÇÃO DE ONDAS PERIÓDICAS Suponha uma fonte F1 emissora de ondas periódicas e um ponto P do meio em que as ondas emitidas pela fonte se propagam. ¤ ¨ï ¨î ¤ Ò î (onde N é ímpar. A interferência é construtiva quando a diferença de percursos for igual a um número par de meio comprimento das ondas emitidas pelas fontes. Cuidado! As condições de interferência propostas acima foram estabelecidas para fontes coerentes e em fase. o ponto P oscila em oposição de fase com a fonte F1. onde N é par. coerentes (de mesma freqüência) e em fase. 207 IVF2M13 . X1 = N . invertem-se as condições. Seja X1 a distância entre o ponto P e a fonte emissora. 1 ¨î Òî î ô onde N2 é par.) Quando P é tal que está em concordância de fase tanto com F1 quanto com F2. vibra no tempo de forma inversa à fonte: Vamos supor que duas fontes. porém em oposição de fase. Caso a interferência seja proposta com duas fontes coerentes. dizemos que ocorre em P interferência destrutiva.) A interferência é destrutiva quando a diferença de percursos for igual a um número ímpar de meio comprimento das ondas emitidas pelas fontes. Lembre-se de que as fontes são ditas coerentes e em fase. o ponto P oscila em concordância de fase com a fonte F1. ¨ï Òï î ô onde N é par. CASO 2 – INTERFERÊNCIA DESTRUTIVA Quando P é tal que está em concordância de fase com uma das fontes (suponha F1) e em oposição de fase com a outra (suponha F2). ¤ ¨ï ¨î ¤ Ò î (onde N é par. emitam ondas no mesmo meio. porém: (A) Se a distância X1 for um múltiplo inteiro e par de /2. Baseados nas informações anteriores. A fonte transmite ao ponto P o seu movimento vibratório através do meio. /2. haverá interferência destrutiva e a amplitude resultante corresponderá à diferença entre as amplitudes superpostas: a = a2 – a1 Vestibular A figura abaixo ilustra a interferência de ondas na superfície da água de um tanque. vibra no tempo da mesma que a fonte: (B) Se a distância X1 for um múltiplo inteiro e ímpar de /2. ou seja. 1 ¨î Òî î ô onde N2 é ímpar. /2.FÍSICA II No caso de a superposição ocorrer entre pulsos “invertidos”. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO CASO 1 – INTERFERÊNCIA CONSTRUTIVA ¨ï Òï î ô onde N é par.

A figura mostra dois pulsos ideais. uma mudança em relação às ondas componentes. que se propagam com velocidade em uma corda. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO . programado para analisá-lo e para emitir um sinal ondulatório que anule o ruído original indesejável. x e y. total ou parcial. a luz possui três cores primárias: o vermelho. (C) polarização. amplitude. o verde e o azul. Tal mudança se verifica em relação à (ao): (A) (B) (C) (D) (E) comprimento de onda. Para isso.FÍSICA II Vestibular A FÍSICA NO SEU MUNDO As Cores As cores que vemos no nosso dia-a-dia são geradas pelas diferentes freqüências que a luz visível pode assumir. é necessária uma mistura das três cores. 02. período. fase. a onda resultante sofre. microfones captam o ruído do ambiente e o enviam a um computador. Segundo esta. primárias nas mesmas proporções. de ruídos indesejáveis. (B) difração. Para a obtenção da luz branca. cuja extremidade P é fixa. pelo menos. O caráter ondulatório do som pode ser utilizado para eliminação. idênticos e de amplitude a. Veja no quadro ao lado as diferentes cores que podem ser obtidas através das primárias: 01. originam as restantes. A cada frequência corresponde uma única cor. O fenômeno da luz é explicado segundo a teoria tricromática. As diferentes combinações através da superposição destas cores. (D) reflexão. Quando duas ondas se superpõem. O preto obtém-se através da ausência de qualquer tipo de radiação. (E) refração. o pulso resultante terá amplitude: (A) (B) (C) (D) a 2a a/2 zero 03. e o brilho desta varia de acordo com a amplitude da radiação. No instante em que ocorrer a superposição. freqüência. O fenômeno ondulatório no qual se fundamenta essa nova tecnologia é a: (A) interferência.

Determine: (A) o tipo de interferência que resultará da superposição dos pulsos. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 209 IVF2M13 . de modo que nenhum deles chegará às extremidades. cada qual chegando à outra extremidade. 01. ao se encontrarem. e cada uma envia um pulso na direção da outra. Pode-se afirmar que os pulsos: (A) (B) (C) (D) passarão um pelo outro. é (são) correta (s): (A) (B) (C) (D) (E) Apenas I Apenas II I e II I e III II e III 02. II – O fenômeno de interferência é explicado pela teoria ondulatória da luz. Duas pessoas esticam um corda. tanto coerentes quanto incoerentes. Considere as seguintes afirmações sobre o fenômeno de interferência da luz proveniente de duas fontes: I – O fenômeno de interferência de luz ocorre somente no vácuo. podem produzir o fenômeno de interferência. serão refletidos. Os pulsos têm o mesmo formato. (C) em que instante ocorrerá a superposição dos pulsos. mas estão invertidos como mostra a figura. A figura mostra a situação inicial dos pulsos no instante t0 = 0. Dois pulsos iguais propagam-se ao longo de uma corda ideal com velocidade de módulo V. puxando por suas extremidades. (B) a que distância X da extremidade fixa ocorrerá a superposição dos pulsos. cada um mantendo-se no mesmo lado em que estava com relação à horizontal.FÍSICA II Vestibular 04. porém invertendo seus lados com relação à horizontal. Das afirmativas mencionadas.. ao se encontrarem. serão refletidos. III – Quaisquer fontes de luz. se destruirão.

que emitem em oposição de fase: A velocidade de propagação do som emitido pelas fontes é de 340 m/s e a freqüência é de 170 Hz. No ponto O. A figura representa uma cuba de ondas (vista de cima). suficiente para que ambos os sinais alcancem P observará um sinal cuja amplitude vale: . ocorre interferência: (A) destrutiva e não se ouve o som emitido pelas fontes. atingirá um valor em que o observador deixa de ouvir o som. (ITA) Duas fontes sonoras. eqüidistantes da fonte. que se difratam ao atingirem dois orifícios. (A) 2A (B) A (C) A/2 (D) 0 (E) ß î 05. idênticas. emitem em fase um sinal senoidal de mesma amplitude A e com o mesmo comprimento de onda de 10 m. Em um ponto P situado a 20 cm do orifício O1 e . Um observador em P depois de certo tempo. Nos pontos A e B da figura a seguir estão dois alto-falantes que emitem som de mesma freqüência e em fase. Qual é essa freqüência? (Velocidade do som no ar = 340 m/s. (C) construtiva e a freqüência da onda sonora resultante será de 340 Hz. (E) destrutiva e a freqüência da onda sonora nesse ponto será de 340 Hz.5 Hz (B) 10 Hz (C) 12. recebe ondas sonoras emitidas por duas fontes situadas nos pontos A e B. (B) construtiva e a freqüência da onda sonora resultante será de 170 Hz.FÍSICA II Vestibular 03. (D) construtiva e a freqüência da onda sonora resultante será de 510 Hz. A e B. situado no ponto O. que tipo de interferência ocorre (construtiva ou destrutiva). 30 cm do orifício O 2. Se a freqüência for crescendo desde cerca de 30 Hz. na qual uma fonte F produz na água ondas circulares. IVF2M13 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (D) 340 Hz (E) 510 Hz 210 . para as seguintes freqüências da fonte F? (A) 2.5 Hz 04. O 1 e O2. Um observador. .) (A) 70 Hz (B) 120 Hz (C) 170 Hz 06. A velocidade das ondas na superfície da água é 50 cm/s.

mesma amplitude e sentidos opostos. As figuras abaixo mostram a superposição das ondas X e Y originando a onda estacionária Z em um meio unidimensional não dispersivo: (A) t = 0 (B) t = T/8 (C) t = T/4 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (D) t = 3T/8 (E) t = T/2 secutivos vale 2 consecutivos vale 4 . Os pontos localizados entre os nodos realizam vibrações com amplitudes variáveis. A figura abaixo mostra a formação de uma onda estacionária. conhecidos como nodos e entre esses pontos ocorrem as vibrações máximas. sob tensão (T). Note que a distância entre dois nós consecutivos ou entre dois ventres con. Na figura seguinte. mesmo comprimento de onda. os pontos centrais nessas regiões são chamados de ventres. Entre os extremos da corda. enquanto que a distância entre um nó e um ventre VIBRAÇÃO EM UMA CORDA COM AS EXTREMIDADES FIXAS Considere um fio de comprimento L. recebendo estímulos periódicos que se refletem sucessivamente nas extremidades fixas. A figura de interferência formada apresenta pontos que permanecem em repouso (interferência constantemente destrutiva). temos os quatro primeiros modos de vibração na corda: 211 IVF2M14 . teremos a formação de um certo número (n) de ventres dependente das freqüências emitidas e diretamente proporcional a essas freqüências.Ondas Estacionárias 1 Um dos casos mais importantes de superposição ocorre entre duas ondas de mesma freqüência.

As seis cordas de um violão têm espessuras diferentes e emitem sons que são percebidos pelo ouvido de forma diferente. a velocidade das ondas neste fio é de: (A) (B) (C) (D) (E) 47 m/s. podemos aplicá-la na relação ao lado e obter: Note-se que: 01. como mostra a relação º . variando a tração. Uma corda de violão é mantida tensionada quando presa entre dois suportes fixos no laboratório. qual das opções a seguir apresenta a sucessão completa das quatro próximas freqüências possíveis para ondas estacionárias na mesma corda? (A) (B) (C) (D) 150 Hz. outro valor. estamos alterando o comprimento ( ) da corda ² Ì vibrante e. por exemplo. Uma onda transversal é aplicada sobre um fio preso pelas extremidades. 250 Hz. verifica-se que a mais baixa freqüência em que se consegue estabelecer uma onda estacionária na corda é f = 100 Hz. ou seja. 0. 300 Hz 150 Hz. podemos notar que as cordas da parte de cima de um violão (bordões) são mais grossas. Ô î î î Ô í í î Ô ì ì î Ô ² î Ê º º ²ò Ê î Lembre-se de que as vibrações na corda perturbam o meio que a envolve. A distância média entre os pontos que praticamente não se movem é de 47 cm. portanto emitem sons mais graves. têm: (A) a mesma altura. 800 Hz 212 . Assim.1 m/s. pois. quando a corda é dedilhada. Então. porém.FÍSICA II Vestibular Lembre-se da fórmula de Taylor para a velocidade de propagação de ondas em meios unidimensionais: Ê Ì . 400 Hz. 450 Hz 200 Hz. por exemplo. é emitido um som mais agudo quanto menor for a corda. 600 Hz. Veja ainda que as tarraxas são usadas para a afinação do instrumento. o mesmo comprimento de onda. 1. são emitidas para o ar na forma de ondas sonoras. transmite-se energia para a vibração e a corda torna-se uma fonte emissora de ondas sonoras de mesma freqüência. note. Ainda considerando um violão. 350 Hz. quando tocamos um traste de seu braço. 400 Hz. cada nota corresponde a um comprimento diferente: as mais graves são maiores e conseqüentemente as mais agudas. 300 Hz. 02. a mesma intensidade. (B) (C) (D) (E) a mesma freqüência. quanto menor o compriî mento maior a freqüência. Se a tração aumenta. No entanto. lembre-se de que as ondas na corda são transversais e o som emitido é longitudinal. 03. Se a corda vibra no primeiro harmônico (n = 1) diz-se que temos o modo fundamental e o som emitido é chamado de som fundamental. conseqüentemente. pode-se afirmar que todas elas emitem ondas sonoras que. 250 Hz. 500 Hz 200 Hz. têm o valor maior que as cordas de baixo.5 m/s. Posta a vibrar. De forma simplificada. ou seja. IVF2M14 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Ô ï ï î º ² î Ì . a mesma velocidade. A freqüência de vibração da corda é a mesma do som emitido. No caso de um violão. menores. de menor freqüência que as cordas mais finas da parte de baixo. porém temos a mudança de velocidade e comprimento de onda relativas à mudança de meio. ou seja. 23. portanto. com boa aproximação.94 m/s. que. 200 Hz. teremos freqüências diferentes. usando-se um vibrador cuja freqüência é de 50 Hz. o som emitido fica mais agudo (freqüência cresce) e. se a corda é afrouxada a freqüência emitida diminui. no ar. Nas harpas e nos pianos.

O pescador quer selecionar uma linha adequada. C. 02. São marcados os pontos A. mas de comprimento igual a 2L? 03. são apoiados pedacinhos de papel.00 g está presa em ambas as extremidades sob tensão F = 80. Determine a massa (em gramas) da linha que deve ser utilizada para obter o resultado desejado. 700 Hz. B. 2L/3. O que acontece? Vestibular (C) O papel em E vibra. com a corda Lá tocar a nota Mi. a freqüência fundamental da vibração desta corda é: (A) (B) (C) (D) (E) 400 Hz. Ao pescar um peixe. Uma corda de comprimento = 50. Quando afinadas. nenhuma das anteriores. Nos pontos D. emitindo um som de freqüência fundamental f. se o comprimento total dessa corda é L? (A) (B) (C) (D) 4L/9. E. (C) Determinar o comprimento de onda do som fundamental emitido no ar. Uma corda de violão é posta a vibrar e são obtidos sucessivamente os dois estados estacionários ilustrados nas figuras a seguir: (A) Todos os papéis vibram. F. E e F. L/2. 320 Hz.0 cm e massa m = 1. (B) Nenhum papel vibra. no harmônico fundamental. (D) Os papéis em D e F vibram. 200 Hz. sob a ação de uma força F. IVF2M14 . com o triplo da freqüência fundamental de outra corda semelhante. Uma corda de densidade linear igual a 0. Uma corda de violão de comprimento L está tensa.0 N. 500 Hz. de modo que para um peixe de peso 10 N ele obtenha uma freqüência fundamental de 50 Hz.50 m está sob tensão de 200 N. 01. Um pescador desenvolveu um método original de medir o peso dos peixes pescados. D. submetida à mesma força F. (A) Determinar a velocidade da onda na corda. (B) Determinar o comprimento de onda 1 e a freqüência f1 da onda fundamental que se forma na corda. puxada em B e solta. 213 Calcule a razão f1/f 2 entre a freqüência f1 do estado estacionário 1 e a freqüência f2 do estado estacionário 2.020 kg/m e comprimento igual a 0. 05. 05. A que distância da extremidade da corda deve-se colocar o dedo para. Ele utiliza uma vara com uma linha de 2 m de comprimento e um freqüencímetro. 100 Hz. A corda é segurada com um dedo em C. (E) Os papéis em E e F vibram. Que força F’ dever-se-ia aplicar a essa corda para que ela vibrasse. 04. Nestas condições. 3L/5. G em intervalos iguais. Uma corda de guitarra é esticada do ponto A ao ponto G da figura.FÍSICA II (E) 300 Hz. sabendo-se que a velocidade do som no ar vale 340 m/s. 900 Hz 04. a freqüência fundamental da corda Lá de um violino é 440 Hz e a freqüência fundamental da corda Mi é 660 Hz. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (E) não é possível tal experiência. ele “percurte” a linha na posição da figura e mede a freqüência do som produzido.

1 = 2 . f4 = 4 v/2 Ô ² î Ê º º ²ò Ê î 7 = 4 /7 . Representamos. f2 = 2f1 2 3º harmônico: = 2 /3 .” CASO II – TUBOS FECHADOS Fazendo vibrar a coluna gasosa contida num tubo sonoro fechado. f1 = v/2 1 2º harmônico: = 2 /2 . f3 = 3 v/2 . f7 = 7 v/4 214 . f5 = 5 v/4 4 = 2 /4 . f2 = 2 v/2 3 = 4 /3 . Representamos.Ondas Estacionárias 2 TUBOS SONOROS Um tubo cheio com um gás. isso dá origem à formação de ondas estacionárias longitudinais no tubo. Para certas freqüências. f3 = 3 v/2 5 = 4 /5 . pode ser enunciada da seguinte maneira: “Um tubo aberto emite a totalidade dos harmônicos do som fundamental. representaremos as ondas estacionárias como se fossem transversais. CASO I – TUBOS ABERTOS Fazendo vibrar a coluna gasosa contida num tubo sonoro aberto. relativa aos tubos abertos. Lembre-se de que as ondas sonoras nos gases são longitudinais. os quatro primeiros modos de vibração da coluna de ar nos tubos fechados. geralmente o ar. f2 = 2 v/2 . f3 = 3f1 3 N-ésimo harmônico: = 2 /n . os quatro primeiros modos de vibração da coluna de ar nos tubos abertos: IVF2M15 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Resumindo: 1º harmônico: = 2 . f1 = v/4 2 = 2 /2 . fn = nv/2 . a seguir. obtém-se um sistema de ondas estacionárias com um ventre na extremidade aberta e um nó na extremidade fechada. f3 = 3 v/4 3 = 2 /3 . para facilitar a visualização do fenômeno. fn = nf1 n A segunda Lei de Bernoulli. Vamos analisar a seguir as vibrações naturais das colunas gasosas no interior de tubos abertos e fechados. refletindo-se nas extremidades. a seguir. emite vibrações sonoras quando a coluna de ar nele contida é forçada a vibrar em determinadas freqüências. obtém-se um sistema de ondas estacionárias com um ventre em cada extremidade. f1 = v/2 1 = 4 . A vibração transmitida à coluna de ar dentro do tubo propaga-se através desta. no entanto.

” 04. de uma sucessão de nós e ventres. f5 = 5f1 5 harmônico de ordem (2n – 1): = 4 /2n – 1 . fechado na outra extremidade. Uma onda sonora estacionária possível é representada na figura a seguir. Pode-se afirmar que o comprimento de onda e a freqüência da onda sonora emitida são. é: 05. de: . conclui-se que a distância entre dois nós consecutivos é. 2. f1 = v/4 1 3º harmônico: = 4 /3 . respectivamente: (A) (B) (C) (D) (E) 0. f3 = 3f1 3 01.75 m e 340 Hz. 1. percebe-se a formação. 02. Um músico sopra a extremidade aberta de um tubo de 25 cm de comprimento. que emite som freqüência constante f.02 m e 230 Hz. em cm. aber to nas duas extremidades. 350.700 Hz. tem 2. Com experimentação apropriada. (B) 20. (2n – 1) f(2n – 1) = (2n – 1)f1 1º harmônico: = 4 . (D) 30.0 cm de altura.80 m e 425 Hz. emite um som com velocidade de 340 m/s. é. nessas condições. nas condiçõe s do expe rimento. 358.50 m e 455 Hz. Dos diagramas a seguir. 1. Supondo que o estudante continue a deslocar o êmbolo para a direita.0 cm de altura e está com água no nível de 10. 334. f5 = 5 v/4 . como o da figura a seguir. Um diapasão de freqüência 855 Hz vibrando próximo à extremidade aberta da proveta indica ressonância. Utilizando esse arranjo. (C) 25. Podemos enunciar agora a 2ª Lei de Bernoulli para os tubos fechados: “Os tubos fechados emitem exclusivamente harmônicos de ordem ímpar. A velocidade do som. em qual valor subseqüente 2. desde a posição em que é igual a zero. e uma fonte F. f3 = 3 v/4 . em centímetros. Um tubo metálico retilíneo. aquele que melhor representa a amplitude de deslocamento da onda sonora estacionária. ao qual está ajustado o êmbolo E. f(2n – 1) = (2n – 1) v/4 . excitada no tubo pelo sopro do músico.FÍSICA II Vestibular ø î² ï÷ Ê º ì º ø î² ï÷ò Ê ì 5º harmônico: = 4 /5 . PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) (B) (C) (D) (E) 326. A velocidade do som no ar. no interior do tubo. na qual vemos um tubo sonoro T.00 m e 230 Hz. um estudante verificou que deslocando o êmbolo para a direita. Sabendo-se que a velocidade de propagação do som é de 340 m/s. (E) 40. Um tubo sonoro ressoa com mais intensidade na freqüência de 680 hertz. que pode ser movido convenientemente.0 m de comprimento. Uma proveta graduada tem 40. (A) 15. Considere o arranjo mostrado na figura a seguir. é v = 340 m/s. Um tubo sonoro. Qual a menor freqüência em Hz com que o tubo ressoa? Adote a intensidade da velocidade do som no ar igual a 340 m/s. 0. emitindo um som na freqüência f = 1. 342. em m/s: 06. a primeira ressonância ocorreu na posição em que = 1 = 18 cm. ocorrerá uma nova ressonância? 03.

qual o comprimento do tubo? 04.FÍSICA II Vestibular Calcule a freqüência fundamental de vibração da coluna de ar contida nesse canal. (B) A extremidade fechada de um tubo sonoro fechado sempre corresponde a um nó. vibra-se. 01. 02. fechado numa extremidade e aberto na outra. (Dados: Velocidade do som no ar 340 ms–1) (A) 2. (C) O comprimento de onda do harmônico fundamental num tubo fechado é igual ao quádruplo do comprimento do tubo. como saxofone. Instrumentos musicais de sopro. cuja única vazão será feita através de um balde com capacidade máxima de 2 litros. (C) 6. (B) 4. Sabendo-se que após o vigésimo balde com água escuta-se um reforço no som e que o consumo diário é de 160 litros. A cada balde com água que sai do reservatório. . (UFRJ) O canal que vai do tímpano à entrada do ouvido pode ser considerado como um tubo cilíndrico de 2. Um tubo sonoro aberto emite seu 4º harmônico com freqüência igual a 800 Hz. já em tubos fechados. Sendo a velocidade do som no ar igual a 340 m/s. apenas os harmônicos ímpares existem. (A) O harmônico fundamental num tubo sonoro aberto em ambas as extremidades tem um nó e um ventre. todos os harmônicos podem existir. um diapasão cuja freqüência é de 170 Hz. oboé e clarinete.5 cm de comprimento. a freqüência do segundo harmônico é maior do que a do primeiro harmônico. em sua borda. indique a alternativa incorreta. pois são emitidas ondas sonoras de grande amplitude para as freqüências de ressonância. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 03. Sobre este assunto. ou harmônicos correspondentes. (E) Para um tubo fechado. (E) 10. determine após quantos dias o reservatório irá secar. Considere a velocidade do som no ar igual a 340 m/s. (D) 8. empregam a idéia de onda sonora estacionária em tubos. Considere-se um reservatório de água com 20 metros de profundidade. (D) Em tubos abertos.

for menor ou da mesma ordem do comprimento de onda (a < ). a hipótese da trajetória retilínea é em geral muito válida. Do outro lado. temos um pedestre que escuta a buzina. o obstáculo é muito grande em comparação com seu comprimento de onda e. A difração é uma característica de todos os tipos de onda. paralelo aos dois primeiros. você pode entender por que escuta o som emitido por uma pessoa. Vamos apresentar uma experiência marcante na história da ciência. A figura abaixo mostra um automóvel de faróis acesos cuja a buzina é tocada antes de chegar a uma esquina. onde encontra-se a figura de interferência luminosa. a figura abaixo mostra a sombra de uma lâmina de barbear iluminada por uma fonte pontual de luz monocromática. ou seja. pois o comprimento de onda da luz é muito pequeno. com suas franjas de máximo (interferência construtiva) e mínimo (interferência destrutiva). sofrendo difração. podemos ouvir sons que dobram as esquinas ou que passam através de pequenas fendas e se espalham pelo ambiente. Através desse fenômeno. tende a encurvarse em torno da borda de uma barreira ou ao atravessar uma fenda de pequenas dimensões. Como as fendas costumam ser menores que estas dimensões. O fato ocorre porque o som da buzina é capaz de contornar a esquina. a sombra de um objeto iluminado por uma fonte pontual de luz deveria ter um contorno bem definido devido à propagação retilínea. ocorre o contorno e a onda atinge regiões que normalmente chamaríamos de sombra. no ar. eqüidistantes de F e um terceiro anteparo que funciona como tela. Através da difração. os raios luminosos seguem em linha reta e não ocorre difração. sendo assim. um primeiro anteparo A com uma fenda estreita F. está na faixa entre 2 cm (agudo) e 20 m (grave). a difração do som ocorre de maneira rotineira. para a luz. de acordo com a óptica geométrica. porém. esse fenômeno é chamado de difração. formam-se franjas de interferência que caracterizam o contorno da luz nas extremidades. O comprimento de onda do som audível. em outro cômodo de sua casa. A figura a seguir mostra uma fonte luminosa monocromática (plano polarizada). Note que se a dimensão da fenda. por que é difícil se livrar daquele funk (“proibidão”) tão indesejável. pois foi através deste experimento que a teoria corpuscular de Newton sobre a luz começou a cair por terra e a natureza ondulatória da luz passou a ser considerada. Esse fenômeno torna-se cada vez mais evidente à medida que as dimensões do obstáculo ou da fenda aproximam-se do valor do comprimento da onda incidente. a partir de sua comprovação experimental. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO A EXPERIÊNCIA DE YOUNG 217 No entanto. ou seja. IVF2M16 . mesmo de portas fechadas. No caso da luz. mas não consegue ver o farol do automóvel. Note que as bordas da sombra não são bem definidas. um segundo anteparo A’ com duas fendas F1 e F2. bem menor que os orifícios ou obstáculos que se apresentam à sua frente. Isso constitui o fenômeno da difração luminosa.Difração e Experiência de Young Um fenômeno característico do movimento ondulatório é observado quando uma onda é deformada em sua trajetória. portanto. ou obstáculo.

as fendas e suas separações são de frações de milímetro. pois a primeira é a central. sen tg . portanto. produzidas por difração em F1 e F2. temos interferência construtiva. as claras correspondem à interferência construtiva e às escuras. D a distância entre os anteparos. temos: ¬¹ . § Considerando o triângulo retângulo aP0. de alguns metros. podemos considerar a aproximação. ou entre duas franjas escuras consecutivas. a tela deveria ficar totalmente escura. portanto: Considerando o triângulo retângulo S 1S2b. é sempre igual a 2. /2. se n ímpar. enquanto que as distâncias entre os anteparos. propagando-se estritamente em linha reta. MODELO TEÓRICO Considere um ponto genérico P na tela onde ocorrem as franjas de . portanto. Para que a experiência funcione corretamente. no laboratório. na experiência. caracterizar o tipo de interferência. 218 . coerentes e em fase. portanto. As fendas S1 e S 2 devem ser eqüidistantes de S0 para que funcionem como fontes coerentes e em fase. Na figura abaixo. r1 a distância entre S1 e P r2 a distância entre S2 e P Para se . interferência. o valor de n entre duas franjas claras consecutivas. à interferência destrutiva. Ü Lembre que o ângulo . de meio comprimento de onda ( /2). Note que a fórmula é válida a partir da primeira franja escura (n = 1). Assim temos: ² î ¼ò§ Ü î ¼ § ² Ü Na relação acima. sen = S1b. sen = n . d representa a distância entre as fendas. IVF2M16 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Note que: Como é um ângulo muito pequeno (d < D). ou seja: d . através do princípio da propagação retilínea. dependem da diferença de percurso das ondas luminosas. y a distância da franja observada até a franja clara central e n é o número de ordem da franja em questão.FÍSICA II Vestibular Na figura abaixo. Com relação às franjas de interferência. A segunda franja clara. As condições de interferência das ondas luminosas provenientes de F1 e F2 são as mesmas já estudadas. temos que d . basta considerarmos a diferença de percursos S 1b = r2 – r1 e compará-las com a defasagem de um número. Note que as franjas são igualmente separadas e. nenhum raio luminoso poderia atingi-la. tem número de ordem n = 2 e assim sucessivamente. podemos considerar S1b como a diferença de percurso das ondas emitidas por S1 e por S2 até o ponto P. par ou ímpar. pois. é muito pequeno. . apresentamos a mesma experiência vista em corte: Note que o comportamento da luz é claramente de caráter ondulatório. Sendo n par. destrutiva. Note também que a presença de franjas de interferência na tela evidencia o caráter ondulatório da luz. temos as franjas de interferência produzidas por um interferômetro de fenda dupla de Young.

colocada no foco principal objeto F de uma lente convergente. ela sofre um efeito chamado de: (A) o comprimento de onda na Região I é maior que o comprimento de onda na Região II. Sobre tal situação. Os fenômenos óticos mais bem exemplificados pelas afirmações I. interferência e polarização. é FALSO afirmar que: 219 03. somente em sua velocidade. Nessa tela existem duas fendas paralelas muito estreitas. Num anteparo colocado a 1. invadindo a região de sombra geométrica. Sobre o anteparo A (paralelo a T e à distância L = 10 m desta) observa-se a distribuição de intensidade luminosa I. antes do anteparo (Região I) e depois do anteparo (Região II). separadas por uma distância d = 1mm. difração e polarização. em sua forma e em sua velocidade. contada a partir do ponto O. Considere as afirmações a seguir: I – A distância focal de uma lente depende do meio que a envolve. A figura mostra uma onda que. a luz proveniente da fonte incide numa tela opaca T.FÍSICA II Vestibular 01. (E) dispersão. Quando a luz passa por um orifício muito pequeno. em sua velocidade e em seu comprimento de onda. difração e reflexão total. onde há um orifício a. O meio de propagação é o mesmo. propagando-se de uma extremidade a outra. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (D) espalhamento. perpendicular ao eixo óptico da lente. IVF2M16 . Após passar pela abertura. respectivamente. (E) polarização. Calcule o comprimento de onda da luz. (B) refração. a onda apresenta modificação: (A) (B) (C) (D) (E) em sua forma e em seu comprimento de onda. faz-se uma régua de madeira vibrar regularmente. (C) difração. Uma fonte luminosa. Para estudar as propriedades das ondas num tanque de água. 01. sendo y a distância vertical. atinge o anteparo A. III – Luz emitida por uma fonte luminosa percorre o interior de fibras óticas. (B) interferência. comparável ao seu comprimento de onda. (B) o fenômeno que ocorre na passagem da Região I para a Região II é a difração. interferência e reflexão total. 04. 05. conforme o gráfico a seguir.75 mm. (ITA-SP) Luz de um determinado comprimento de onda ilumina perpendicularmente duas fendas paralelas separadas por 1 mm de distância. Na figura a seguir estão esquematizadas duas barreiras verticais separadas por uma distância aproximadamente igual ao comprimento de onda das ondas. prosseguindo conforme indicam as setas inferiores. (C) espalhamento. somente em sua forma. os seguintes: (A) refração. II e III são. dois máximos de interferência contíguos estão separados por uma distância de 0.5 m de distância das fendas. (C) o módulo da velocidade de propagação da onda na Região I é igual ao módulo da velocidade de propagação da onda na Região II. (A) dispersão. II – A luz contorna obstáculos com dimensões semelhantes ao seu comprimento de onda. emite uma radiação monocromática. difração e reflexão total. (D) refração. tocando a superfície da água e produzindo uma série de cristas e vales que se deslocam da esquerda para a direita. 02. Após atravessar a lente. ambas à mesma distância do ponto M de interseção da tela T com o eixo óptico da lente. (D) o período da onda na Região I é igual ao período da onda na Região II. ao se propagar no sentido da seta superior.

02. Realiza-se a experiência de Young com um dispositivo em que os anteparos estão separados por 4.0 x 10 8 m/s.001 m.FÍSICA II Vestibular (A) o comprimento de onda da luz monocromática utilizada.0 x 108 m/s. (ITA-SP) Luz de um determinado comprimento de onda desconhecido ilumina perpendicularmente duas fendas paralelas separadas por 1 mm de distância. para obterem-se franjas de interferência.0 mm e os anteparos por uma distância de 6. cuja velocidade no meio em questão é 3.50 m. 10–7 cm 4500 A 5. a distância entre as fendas é a = 0.13 .6 mm. Determine a distância entre as franjas claras obtidas num dispositivo de Young. no qual as fendas estão separadas por uma distância de 3. 1010 cm/s. sabendo que a velocidade da luz no meio em que é feita a experiência é 3 . o comprimento de onda emitida pelas fontes é 0 = 4600 A. Determine: IVF2M16 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 05. Qual é o comprimento de onda da luz? 1. Num arranjo da experiência de Young. Determine a freqüência da radiação incidente.75 mm. 10–5 cm (A) (B) (C) (D) (E) 220 04.0 x 1014 Hz e se propaga no meio com velocidade de 3. Determine a distância entre a faixa central e a primeira faixa clara.5 .0 m e as fendas por 2. .0 .0 m. (B) a freqüência da luz.) 03.5 m de distância das fendas. 10–1 cm 7. Num anteparo colocado a 1. A distância entre cada duas faixas claras consecutivas é 1. a distância das fendas ao anteparo é d = 0. (Dado: 1ª = 10-10 m.0 . 10–5 cm 6.0 mm. A luz monocromática utilizada tem freqüência de 5. dois máximos de interferência contíguos estão separados por uma distância de 0.

Considere que você está parado à beira de uma estrada quando um carro passa a se aproximar com a buzina acionada. a freqüência aparente é maior do que a freqüência emitida pela fonte. para quem está no interior do carro. esse recebe mais pulsos por unidade de tempo do que receberia se a velocidade relativa entre eles fosse nula. A figura I ilustra esse efeito para uma fonte em movimento com velocidade VF em relação a dois observadores parados e a figura II mostra a fotografia do mesmo efeito para uma fonte móvel na superfície de um líquido. causada por uma aproximação ou afastamento relativo entre o observador e a fonte emissora. a freqüência do som emitido pela buzina é constante. Analogamente. quando há afastamento relativo entre o observador e a fonte. No entanto. portanto. Portanto. 1º CASO – OBSERVADOR SE APROXIMA DE UMA FONTE FIXA Nesse caso. o som emitido pela buzina lhe parece mais agudo que no afastamento. esse recebe menos pulsos por unidade de tempo do que receberia se a velocidade relativa entre eles fosse nula. temos: º¿° ÊÎ º¿° ÊÍ ÊÑ ÊÍ º º¿° ÊÍ ÊÑ ÊÍ º PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Í Í 221 IVF2M17 . usando o som de uma fonte como exemplo.O Efeito Doppler Este fenômeno consiste de uma variação aparente na freqüência de onda recebida por um observador. Quando há aproximação relativa entre o observador e a fonte. º¿° ÊÎ º¿° ÊÍ ÊÑ ÊÍ º º¿° ÊÍ ÊÑ ÊÍ º 2º CASO – OBSERVADOR SE AFASTA DE UMA FONTE FIXA Este caso é análogo ao anterior. porém a frequência aparente é menor do que a emitida pela fonte. pois ocorre uma velocidade relativa de afastamento entre o observador e o som emitido. pois ocorre uma velocidade relativa de aproximação entre o observador e o som emitido. percebe uma freqüência aparente (fap) menor do que a freqüência normal da onda emitida. Na aproximação. percebe uma freqüência aparente (fap) maior do que a freqüência normal da onda emitida. Figura I Figura II Vamos exemplificar cada um dos casos de efeito DOPPLER nas proposições abaixo. portanto.

O observador está parado e a fonte se aproxima com velocidade de 20 m/s. A fonte está parada e o observador se afasta com velocidade de 20 m/s. 03 e 04: 222 . 03. as frentes de onda se afastam uma das outras em relação ao observador causando uma diminuição no número de frentes de onda recebidas por unidade de tempo (fap < f). emite um som com a frequência constante de 1000 Hz. ou seja. º¿° ÊÍ ÊÍ º º¿° ÊÍ º 4º CASO – FONTE SE AFASTA DE UM OBSERVADOR FIXO Nesse caso. Um observador encontra-se num segundo automóvel. IVF2M17 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Î ÊÍ Êº ÊÍ Êº Î ÊÍ Êº ÊÍ Êº O texto abaixo se refere às questões 01. montado num automóvel. 02.FÍSICA II Vestibular 3º CASO – FONTE SE APROXIMA DE UM OBSERVADOR FIXO Nesse caso. º¿° ÊÍ ÊÍ º º¿° ÊÍ º 5º CASO – FONTE E OBSERVADOR EM MOVIMENTO Associando as relações anteriores. podemos obter uma única relação válida em todos os casos analisados. nas proximidades do primeiro. Sabe-se que a velocidade de propagação do som no ar é de 340 m/s. o comprimento de onda ( S) do som recebido pelo observador é maior que o emitido pela fonte. as frentes de onda se aproximam uma das outras em relação ao observador causando um aumento no número de frentes de onda recebidas por unidade de tempo (fap > f). O observador está parado e a fonte se afasta com velocidade de 20 m/s. nos seguintes casos: 01. A fonte está parada e o observador se aproxima com velocidade de 20 m/s. inclusive quando ambos estão em movimento: ÊÍ ÊÑ º¿° º ÊÍ Êº Um alto-falante. 04. o comprimento de onda ( S) do som recebido pelo observador é menor que o emitido pela fonte. Determine a freqüência aparente percebida pelo observador. ou seja. 02.

(IME) Uma fonte sonora é arremessada verticalmente.) 04. o observador percebe um som de freqüência f2. que emite som de freqüência f. estando o observador parado. a partir da superfície da Terra. A freqüência do som percebido pelo observador é f1. Qual a variação de freqüência percebida pelo observador? (Considere a velocidade do som no ar como 340 m/s. 1/2. Se a velocidade de som no ar (suposto parado) é de 330 m/s. que é percebido por um observador em O. (B) depois do cruzamento de seu carro com a ambulância. No esquema abaixo. no instante em que o automóvel passa pelo ponto no qual se encontra. 01. O som emitido no momento em que a fonte atinge o ponto mais alto da trajetória é ouvido por um observador que está imóvel no ponto de lançamento com uma freqüência de 400 Hz. tocando sirene. o observador aproxima-se da fonte. cujo som é uma senóide pura de freqüência igual a 1200 Hz. n. quando a fonte se afasta. (Dados: aceleração da gravidade: g = 10 m/s2. Para que o observador perceba uma freqüência de 2f. Considerem-se as duas situações seguintes: 1ª) A fonte aproxima-se do observador na direção F – O.) PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 223 IVF2M17 . Nesse caso.a. pode-se afirmar que: (A) f1 > f2 > f (D) f1 = f2 > f (B) f2 > f1 > f (E) f1 = f2 < f (C) f1 > f > f2 03. Um automóvel. determine: (A) a velocidade da fonte sonora. 02. toca a buzina. velocidade do som: vS = 340 m/s. deslocando-se à velocidade de 100 km/h. A é uma ambulância que se move a 108 km/h e C é um carro que se move opostamente à ambulância com velocidade de 36 km/h: A ambulância. é necessário que a razão entre a sua velocidade e a de propagação do som seja: (A) (B) (C) (D) (E) 1.d. determine a freqüência com que o observador ouvirá um som emitido 17 segundos após o início da descida. com uma velocidade v. Supondo-se que o meio esteja parado e que v seja menor que a velocidade do som no ar. e 800 Hz. com uma velocidade v. 2. Sendo 320 m/s a velocidade do som no ar nas condições da questão. 05. emite um som de freqüência 900 Hz. Um homem parado ao lado da estrada percebe uma variação brusca no som. quando a fonte se aproxima. (MACK-SP) Um observador move-se em direção a uma fonte sonora fixa. calcule a freqüência aparente do som ouvido pelo motorista de C: (A) antes do cruzamento de seu carro com a ambulância.) (Desconsidere o tempo que o som gasta para chegar da fonte ao observador. A freqüência ouvida por uma pessoa parada para o som emitido por uma fonte sonora em movimento é 1200 Hz. (B) a freqüência emitida pela fonte. na direção O – F. 1/4. 2ª) Estando a fonte parada.FÍSICA II Vestibular 05. (ITA) Uma fonte sonora F emite no ar um som de freqüência f. Desprezando-se os efeitos do atrito com o ar e da rotação da Terra.

William Gilbert. se fornecermos elétrons ao corpo. da cidade de Mileto. Essa propriedade que os corpos apresentam após o atrito. após ser atritado. Essa observação permaneceu isolada durante dezenove séculos. ele denominou eletricidade. adquire a propriedade de atrair corpos leves. Podemos concluir que a carga de um corpo será sempre múltipla da carga elementar: sendo. isto é. manifesta forças de mesmo módulo. Dizemos que um corpo está eletrizado quando apresenta a propriedade de atrair outros corpos. por exemplo. iguais em valor absoluto. CARGA ELÉTRICA DE UM CORPO (Q) Como sabemos. se o sistema é eletricamente isolado. Sendo assim. é fundamental que o comportamento elétrico dos materiais fique bem claro. mesma direção e sentidos opostos. pois ele se torna carregado negativamente. ou seja. isto quer dizer que este sistema não troca cargas com o meio externo. o mesmo ficará eletrizado negativamente (excesso de elétrons). constituindo a chamada carga elementar.e Onde: Q = carga do corpo. ELETRIZAÇÃO POR ATRITO Quando atritamos dois corpos de naturezas diferentes. Por outro lado. então. Essas expressões até hoje são mantidas. se por um processo qualquer retirarmos elétrons desse corpo. Gilbert dizia que estavam eletrizados. para que um corpo seja eletricamente ativo.6 . enquanto que o bastão de vidro fica positivo. manifesta eletricidade. o corpo é considerado eletricamente neutro quando o número de elétrons é igual ao número de prótons. Existem materiais cujos elétrons de última camada têm fraca ligação a seus núcleos. Observe que a interação entre as cargas elétricas obedece à terceira Lei de Newton. Isso porque em grego o “âmbar” é denominado eléctron. Mesmo sinal Sinais opostos IVF2M18 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DAS CARGAS ELÉTRICAS Quando um problema é colocá-lo diante de um sistema eletricamente isolado. como.: Condutores e Isolantes Para que você entenda bem os processos de eletrização. um bastão de vidro e um pano de seda. observou que o âmbar (pedra amarela proveniente da fossilização de resinas de árvores). adquirem a propriedade de atrair corpos leves. Vamos discutir maneiras básicas de transformar um corpo neutro em eletrizado. A menor carga elétrica encontrada na natureza é a do elétron ou do próton. os corpos adquirem cargas de sinais contrários e que. Ora. podemos verificar que elétrons do bastão de vidro se transferiram de maneira forçada para o pano de seda. ELETRIZAÇÃO Vamos iniciar o estudo básico dos principais processos de eletrização. e o termo eletrizado significa dizer “do mesmo modo que o eléctron”. Note que. verificamos que o pano de seda tem mais afinidade eletrônica. Ao final da experiência. Como você já sabe. determinada pela expressão: Q=± n. portanto. o filósofo grego Tales. médico da rainha Isabel da Inglaterra. são bons 224 . descobriu que muitos outros corpos. Num sistema eletricamente isolado. 10-19C). é constante a soma algébrica das cargas positivas e negativas. ao final do processo. Para indicar que tais corpos se comportavam da mesma maneira que o âmbar. fornecemos energia ao conjunto e essa energia é capaz de liberar elétrons de última camada tanto do bastão de vidro quanto do pano de seda. a qual Gilbert não conhecia. a carga total inicial tem que ser igual à carga total final.Carga Elétrica e Eletrização A CARGA ELÉTRICA INTRODUÇÃO Há 25 séculos. isto é. portanto. têm elétrons livres. Os metais. por exemplo. apenas entre si. Estes elétrons podem ser liberados facilmente de suas camadas e transportar a carga elétrica através do meio: são os condutores. No século XVI. o mesmo ficará eletrizado positivamente (falta de elétrons). Qvidro = – Qseda ºîôï = ºïôî Obs. quando atritados. se comportam da mesma maneira que o âmbar. e = carga elétrica elementar (e = 1. é necessário que seu número de prótons seja diferente de seu número de elétrons. o bastão de vidro e o pano de seda ficam eletrizados com cargas de mesmo valor absoluto. n = nº de elétrons ou prótons em excesso no corpo.

por toda a periferia do sistema condutor em contato. Outros materiais. assim sendo. pois não há condução elétrica. IVF2M18 . ao contrário. Condutores Eletrizados (Distribuição Homogênea) Vestibular Nos isolantes. Caso 3 – Quando os condutores colocados em contato são de mesma espécie. a carga fica restrita à região onde foi gerada. Uma outra característica importante. já que seus elétrons não são liberados facilmente: são os isolantes. o excesso de carga se distribui igualmente pelas suas superfícies. Caso 1 – Se colocarmos um condutor A positivo em contato com um B inicialmente neutro. têm os seus elétrons fortemente ligados a seus núcleos e por isso dificultam o deslocamento da carga elétrica. que pode mostrar a diferença comportamental entre condutores e isolantes. elétrons livres de A migram para B. Isolantes Eletrizados (Distribuição Restrita) Eletrização por Contato (entre Condutores) Este processo é caracterizado pela simples redistribuição da carga elétrica em excesso. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Note que: eletricamente isolado. enquanto que. 225 Caso 2 – Se colocarmos um condutor A negativo em contato com um B inicialmente neutro. a carga em excesso fica isolada na região onde foi gerada. mesma forma e de mesmas dimensões. está na maneira pela qual a carga elétrica é distribuída nesses elementos. nos isolantes. de forma que a carga total fique uniformemente distribuída pela periferia de A e B. de forma que a carga total fique uniformemente distribuída pela periferia de A e B. elétrons livres de B migram para A. ou seja. Note que: eletricamente isolado. ocorre a distribuição da carga total por toda a periferia do sistema. até que se restabeleça o equilíbrio eletrostático. Um condutor carregado positivamente ou negativamente distribui uniformemente esta carga em excesso por toda sua superfície externa. as cargas finais dos condutores são iguais. já que ocorre a repulsão mútua. atraídos pela carga positiva. os dois condutores adquirem cargas de mesmo sinal.FÍSICA II condutores elétricos. Quando um condutor neutro é colocado em contato com um outro eletrizado.

ou seja. Note que. os elétrons em excesso escoam para a terra até a descarga completa. portanto. Observamos que elétrons escoam de (B) para a Terra. nota-se que elétrons livres de B são atraídos pelos prótons em excesso de A e se acumulam na região de B mais próxima de A. enquanto existe o desequilíbrio causado pela indução. a ligação à terra cede elétrons até a descarga completa. se o indutor for afastado. Veja esse processo em funcionamento na figura abaixo: IVF2M18 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO É importante que você note que após a indução aparece uma força eletrostática de atração entre o indutor e o induzido. para que aconteça a eletrização através da indução. sua carga final é nula. 226 . ou seja. positiva. Basta você pensar na disparidade de tamanhos: a terra é um condutor muito maior que o corpo eletrizado que a ela foi ligado. positivo por exemplo. Quando o condutor for positivo. cessa o fenômeno da polarização em B e este volta ao normal. Finalmente. vamos utilizar um indutor negativo A e um condutor B inicialmente neutro. a diferença de tamanhos é tão grande que não sobra carga para o corpo. um corpo neutro pode ser atraído através deste fenômeno. Aproximamos um do outro. houve apenas polarização das cargas do induzido. Para eletrizar o corpo podemos. é necessário um contato para a transferência de elétrons. No exemplo anterior. ELETRIZAÇÃO POR INDUÇÃO A indução eletrostática consiste na polarização de um condutor neutro (induzido). Esse fenômeno de separação de cargas que ocorre em B é a indução. de um condutor esférico B neutro. Indutor afastado do condutor (B) neutro.FÍSICA II Vestibular LIGAÇÃO À TERRA Quando um condutor eletrizado em equilíbrio eletrostático é ligado à terra. Ocorre indução: Ligamos o induzido (B) à terra. Aproximando-se um indutor A. portanto. Quando o condutor for negativo. sofre uma descarga total. Este fato é fácil de ser entendido. a região de B mais afastada de A fica com falta de elétrons livres. Nas figuras abaixo. portanto. na distribuição homogênea de cargas. quando dele se aproxima um segundo corpo previamente eletrizado (indutor). verifique que não houve eletrização. por exemplo. ligá-lo à terra em presença do indutor.

6 . Determine a ordem de grandeza de número de elétrons que foram retirados deste corpo. (E) Nenhuma. 109 elétrons. Num certo corpo. pode-se afirmar que no corpo há uma falta de. aproximadamente: (A) (B) (C) (D) (E) 1019 prótons. Determine a carga elétrica deste corpo. Sabendo-se que a carga elétrica fundamental é 1.2 .0 C. Vestibular Obs. 03.6 C.6 .FÍSICA II Ainda em presença do indutor. 1013 elétrons. Exemplo 1 – Pêndulo elétrico Este instrumento é formado por uma esfera condutora bem leve pendurada por um fio isolante. a esfera manifesta atração por indução. este sistema deve ficar isolado de outros contatos.4 . 04. 02. 10–19 C III – 2. Um material condutor foi eletrizado com a carga elétrica de 1. 10–19 C IV – 5. sem tocar. 1015. 10–19C. III e IV. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (D) Todas. 10-20 C II – 3. Quando um corpo carregado se aproxima do eletroscópio. 227 Exemplo 2 – Eletroscópio de folhas É formado de duas lâminas metálicas ligadas a uma haste condutora que tem na outra extremidade uma esfera também condutora.: Chamamos de eletroscópios os aparelhos usados para determinar se um corpo está ou não carregado eletricamente. 1015 e o número total de elétrons é da ordem de 20 . (C) I. Um corpo possui carga de 1. IVF2M18 . 10–30 C (A) Apenas II. o número total de prótons é da ordem de 15 . (B) Apenas I e II. Qual ou quais destas medições certamente estão erradas? I – 1. desfazemos a ligação com a terra.5 . Se um corpo carregado eletricamente se aproxima do sistema. Um inventor declara ter construído um aparelho capaz de medir a carga elétrica dos corpos com grande precisão e realiza as quatro medições abaixo. este fica polarizado e as folhas se repelem porque adquirem cargas de mesmo sinal. estes aparelhos funcionam através do fenômeno da indução eletrostática. 1025 elétrons. 1015 prótons. 01.

(C) +2e. (D) –2e. uma contribuição da Física brasileira. se dividindo) em duas outras partículas: um “múon” com carga elétrica +e e um “neutrino”. 01. enquanto a esfera C contém uma carga elétrica Q. perdido prótons e o tecido ganhado elétrons. Q/2. em C. Qual é a carga elétrica.6 . pode-se afirmar que: (A) (B) (C) (D) (E) descem cargas positivas para a terra. (C) ganhou 4. Um bastão isolante é atritado com tecido e ambos ficam eletrizados. 10–15C. IVF2M18 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 228 . nula e nula.FÍSICA II Vestibular 05. 30]. 21/10/90. Q/4. Dispõe-se de três esferas metálicas e isoladas uma da outra.0 . de cada uma das esferas após a separação? (A) – 4 (B) – 2 (C) 0 (D) + 2 (E) + 4 07. perdido elétrons e o tecido ganhado elétrons. em seguida. Q.5 . A esfera condutora A da figura abaixo está inicialmente neutra e suspensa por uma haste isolante. 104 elétrons. que alcançou repercussão internacional [O Estado de São Paulo. Ligando-se a chave S. qual a carga elétrica das esferas A. são postas em contato e.0 . Duas esferas metálicas e idênticas. Como o módulo da carga do elétron é 1. Faz-se a esfera C tocar primeiro a esfera A e depois a esfera B. eletricamente carregadas com cargas de +1 C e –5 C. Uma partícula está eletrizada positivamente com uma carga elétrica de 4. Q/4 e Q/4. 08. (E) nula. 104 elétrons. perdido elétrons e o tecido ganhado prótons. respectivamente? (A) (B) (C) (D) (E) Q/2. No final deste procedimento. 10-19C. Considere um píon com carga elétrica +e se desintegrando (isto é. Uma placa positiva é aproximada do sistema sem que nele toque. estão descarregadas. Duas delas. Q/4 e Q/2.5 . Q/2 e nula. essa partícula: (A) ganhou 2. (B) –e. Q/3. descem cargas negativas para a terra. É correto afirmar que o bastão pode ter: (A) (B) (C) (D) (E) ganhado prótons e o tecido ganhado elétrons. 02. p. A e B. a esfera A fica neutra. separadas. sobem cargas negativas para a esfera. sobem cargas positivas para a esfera. o “neutrino” deverá ter carga elétrica: (A) +e. B e C. No estudo dos raios cósmicos são observadas partículas chamadas “píons”. (B) perdeu 2. Em 1990 transcorreu o cinquentenário da descoberta dos “chuveiros penetrantes” nos raios cósmicos. De acordo com o princípio da conservação da carga. 104 elétrons. Q/3 e Q/4. 06. perdido prótons e o tecido ganhado prótons.

0 . constata-se que A atrai B e B repele C. (E) A e C possuem cargas de sinais contrários e B possui carga de sinal contrário ao sinal de A. 2 – Toca-se C em A. 10-14 (D) 9. em coulombs. B e C. as folhas permanecem como estavam. em seguida. observa-se a distribuição de cargas esquematizada na figura 1. a seguir: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) (D) (B) 6. com B mantida à distância. igual a: Dados: carga de elétron = – 1. mol = 6. as afirmativas II e III são corretas. II – À medida que o objeto vai se aproximando.8 . e a esfera C está inicialmente neutra.4 . Um objeto metálico carregado positivamente.7 . Os corpos ficam eletrizados quando perdem ou ganham elétrons. as folhas vão se abrindo além do que já estavam. Há três esferas condutoras idênticas A. sem mexer mais nas esferas.6 . I – À medida que o objeto vai se aproximando do eletroscópio. Nessa situação final. e. Imagine um corpo que tivesse um mol de átomos e que cada átomo perdesse um elétron.FÍSICA II (D) perdeu 6. a alternativa que melhor representa a distribuição de cargas das duas esferas é: 07. 3 – Toca-se A em B. 1042 Vestibular 04. A e B possuem cargas negativas e C possui carga positiva. com A mantida à distância. 10-43 (C) 9. inicialmente descarregadas.4 . separa-se A de B. com carga +Q. 05. Aproximando-se uma da outra. 03. separa-se C de B. sem tirar do lugar a barra eletrizada. podemos afirmar que: (A) (B) (C) (D) A e B possuem cargas positivas e C possui carga negativa. (E) ganhou 6. Então. B e C eletrizadas. Esse corpo ficaria eletrizado com uma carga. as folhas devem necessariamente fechar-se.6 . Podemos afirmar que a carga final da esfera A vale: (A) 0 (B) +Q/2 (C) –Q/4 (D) +Q/6 (E) –Q/8 06. A e C possuem carga de mesmo sinal e B possui carga de sinal contrário ao sinal de A. 10-4 (E) 3. em seguida. III – Se o objeto tocar o terminal externo do eletroscópio. nenhuma das alternativas é correta. e. separa-se C de A. A e C possuem cargas positivas e B possui carga negativa. 104 elétrons. move-se a barra. é aproximado de um eletros cópio de folhas. com C mantida à distância. 10-19C. São realizadas as seguintes operações: 1 – Toca-se C em B. Finalmente. somente a afirmativa III é correta.0 . que foi previamente carregado negativamente com carga igual a –Q. e. IVF2M18 . encostadas uma na outra. 104 elétrons. pode-se afirmar que: (A) (B) (C) (D) (E) somente a afirmativa I é correta. em seguida. 104 (B) (E) (C) Neste caso. afasta-se um pouco uma esfera da outra. Aproximando-se uma barra eletrizada de duas esferas condutoras. Há três esferas metálicas A. As esferas A (positiva) e B (negativa) estão eletrizadas com cargas de mesmo módulo Q. as afirmativas I e III são corretas. 1023 (A) 2.6 . levando-a para muito longe das esferas. 229 Em seguida.

de acordo com a lei de Coulomb. temos: Úïôî Úîôï (B) Se forem mantidas as cargas iniciais. direção e sentidos opostos. m2/C2. repelem-se de acordo com a lei de Coulomb. aumentará (quantas vezes?) ou diminuirá (quantas vezes?)? IVF2M19 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Observe o gráfico abaixo. Consideramos a constante K tendo aproximadamente o mesmo valor do vácuo. 02. Duas cargas elétricas idênticas são colocadas a uma distância de 90cm uma da outra. presentes em duas esferas num determinado meio. Considerando K = 9 . O módulo da força de interação entre as cargas situadas em M e P é F2. O módulo da força de interação entre as cargas situadas em M e N é F1. ou seja. (A) Se a quantidade de carga de um dos corpos for triplicada. a força de repulsão elétrica permanecerá constante. depois de eletrizada por atrito com o cabelo.40N. forças do mesmo módulo. m2/C2) 03.Lei de Coulomb LEI DE COULOMB (INTERAÇÃO ENTRE CARGAS PONTUAIS) Quando uma carga elétrica Q1 se encontra em presença de uma elétrica Q2. a intensidade da força diminuirá. No caso do vácuo. Se mantivermos constantes os valores das cargas elétricas q1 e q2. porém. Compare o módulo da força ºï. no ar. no vácuo. Três cargas +q ocupam três vértices de um quadrado. Determine o valor da força de interação entre duas cargas elétricas puntiformes de 1C. Uma caneta de plástico. separados por certa distância e carregados eletricamente com cargas de sinais iguais. exercida pelo papel sobre a caneta. ocorre a manifestação de interações do tipo ação e reação. 109 N . determine o valor do módulo das cargas. (Considere K = 9 . Dois corpos pontuais em repouso. atrai um pedaço de papel. a constante eletrostática tem valor de 9 . 109 N . A força de repulsão eletrostática entre elas é de 0. 05. O valor modular da força de interação elétrica entre duas cargas é dado pela expressão: º»´ = Õ Ïï ò Ïî ¼î K – constante eletrostática do meio. tomado como exemplo: Note que o meio influencia no valor da interação elétrica entre as cargas pontuais. m2/C2. 109 N . no vácuo. para outros meios. 01. aumentará (quantas vezes?) ou diminuirá (quantas vezes?)? 04. e apenas aumentarmos a distância entre elas. sepa radas por uma distância de 1km. mas a distância entre os corpos for duplicada. 230 . com o módulo da força ºî exercida pela caneta sobre o papel e verifique se: ºï ºî ô ºï ºî ±« ºï ºî Justifique a sua resposta. a força de repulsão elétrica permanecerá constante.

Duas pequenas esferas metálicas iguais.FÍSICA II Vestibular Qual o valor da razão F2/F1? (A) 1/4 (B) 1/2 (C) 1 01. se encontram separadas por uma distância d. Uma carga elétrica puntiforme q está no centro do quadrado. A relação entre os módulos das forças ºï e ºî de interação entre as esferas. Cargas elétricas puntiformes devem ser colocadas nos vértices. R. A força de repulsão entre duas cargas elétricas puntiformes. antes e depois do contato é: 03.060N se a distância entre as cargas for alterada para. respectivamente. Qual dos gráficos a seguir melhor representa a variação da força elétrica que uma carga puntiforme exerce sobre outra carga puntiforme quando a distância é alterada entre elas? (A) (B) C) PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) ºï (B) ºï (C) ºï è ºî (D) ºï ºï î ºî í è ºî ç î ºî í í ºî î (E) (D) 2 (E) 4 (E) (A) (D) (B) (E) (D) (C) 231 06. A esfera A tem carga +2Q e a esfera B tem carga –4Q. Esta força aumentará para 0. até a mesma distância d. T e U do quadrado a seguir. três cargas elétricas pontuais de mesmo valor absoluto estão nos seus vértices.030N. é 0. sendo separadas. O vetor que melhor representa a força elétrica resultante sobre a carga do vértice 1 é: 04. a seguir. Esta carga ficará em equilíbrio quando nos vértices forem colocadas as cargas: 02. As duas esferas são colocadas em contato. Nesse triângulo. A e B. S. que estão a 20cm uma da outra. aproximadamente: IVF2M19 . Observe a figura que representa um triângulo equilátero.

(C) 1. 232 . C-2. (E) 4. (D) 120g. podemos afirmar que (Considere todas as cargas positivas. em seguida. (B) 4/9. Sendo conhecido o ângulo e a aceleração local da gravidade g. m2 . 109 N . 07. a carga q não se move.0cm. a massa do corpúsculo B é: (A) 540g. a carga q se move sobre a reta 2. 05. próximo a uma placa eletrizada com carga elétrica positiva e suspenso por um fio ideal. como mostra a figura. de dimensões desprezíveis. 08. (B) 200g. determine o sinal da carga elétrica do ponto material e as características da força elétrica que age nele. IVF2M19 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) 2/3. Considerando-se a distribuição de cargas da figura a seguir. (D) 28cm. Um corpúsculo fixo em A. Se g = 10m/s2 e k = 9 . A uma distância d uma da outra. (C) 14cm. com cargas –Q e +9Q. (E) 360g. (E) 40cm.): (A) (B) (C) (D) (E) a carga q se move sobre a reta 1. Elas são postas em contato e. eletrizado com carga elétrica qA = 5 C. colocadas à distância 2d. então. encontram-se duas esferinhas metálicas idênticas. A ilustração mostra um ponto material de massa m em equilíbrio. a carga q se move sobre a reta 4. (C) 180g. A razão entre os módulos das forças que atuam após o contato e antes do contato é: (A) 5.FÍSICA II Vestibular 06. equilibra no vácuo o corpúsculo B eletrizado com carga qB = –4 C. (D) 9/2. a carga q se move sobre a reta 3. (B) 10cm.

vamos construir a primeira noção teórica de campo elétrico. (B) quando a carga geradora é negativa. Lembre-se de que vivemos em um campo vetorial do tipo gravitacional. (B) o espaço ao redor de uma carga elétrica é um transmissor de forças de atração ou de repulsão para cargas positivas ou negativas que nele sejam colocadas. porém. cada ponto deste espaço atrai massas e não cargas. É importante que você entenda que a expressão física Ú leva matematicamente à seguinte conclusão: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO II – MÓDULO DO CAMPO ELÉTRICO Da lei de Coulomb vem: Ú µ Ï ¯ ¼î Portanto: ¯ Û µ Û µ Ï ¯ ¼î ¹ ° Òñµ¹ ³ Ï ¼î Quando a carga colocada no campo é positiva. A seguir. Devo começar alertando-o de que este é um conceito extremamente subjetivo e que leva algum tempo para que você conviva pacificamente com ele. a marcação da direção e sentido. o campo ao seu redor é radial e convergente. revistinhas em quadrinhos e outros menos votados. a partir daí. em todo este lixo cultural que invade nossas casas através da televisão. você poderá conviver pacificamente com este fenômeno. sinceramente. porém sentidos opostos. direção e sentido. Primeiro. neste espaço existe um campo elétrico. Coloquemos em P uma carga puntiforme de prova + q (figura). ou seja. o campo ao seu redor é radial e divergente. Juntando os conceitos. Um Campo de Forças é uma função vetorial do espaço. com carga geradora do campo. vamos trabalhar nesta linha de raciocínio. da sua vida hoje não atrapalhe nos conhecimentos científicos que você está prestes a adquirir. nesse caso. Pretendemos demonstrar que: (A) quando a carga geradora é positiva. que não ocorre dependência com a carga colocada no campo. sim. Espero. infelizmente. a força e o campo têm mesma direção e sentido. E. Quando a carga colocada no campo é negativa.O Campo Elétrico I– DEFINIÇÃO Esta denominação Campo de Forças é muito usada nestes famosos desenhos animados e filmes fantásticos. Sabemos que uma grandeza vetorial fica perfeitamente caracterizada quando são conhecidos três aspectos básicos: módulo. portanto. Quando afirmamos que num certo espaço existe um campo elétrico. Portanto. a força e o campo têm mesma direção. usando uma analogia com o campo gravitacional. para o cálculo do módulo do campo elétrico. pense na seguinte analogia: (A) o espaço ao redor da Terra é um transmissor de forças de atração para massas que nele estejam colocadas. conceituaremos o cálculo do módulo do campo e. e. é porque este transmite a ação da força elétrica a qualquer carga que nele seja inserida. Esta fica sujeita a uma força de intensidade: F = |q| . neste espaço existe um campo gravitacional. Û º» ÒñÝ ¯ ¯ Û nos 233 IVF2M20 . que toda esta falta de conhecimento físico que faz parte. que também é um transmissor de forças. III – DIREÇÃO E SENTIDO DO CAMPO ELÉTRICO Você deve notar através da relação anterior.

independentemente de q. que cada vetor parcial é determinado como se a carga respectiva E= E 1 + E 2 + .FÍSICA II Para que você entenda bem a teoria a seguir.. o campo gerado por –Q é convergente. Q2. A figura mostra o vetor intensidade de campo elétrico gerado por uma carga +Q no espaço. + E n 234 .7 . Nas figuras abaixo. . 3. Marque na figura a força de interação elétrica transmitida e calcule seu valor modular.. . cria ao seu redor um campo elétrico. situada no vácuo. 106 N/C. colocada no vácuo. Coloca-se neste ponto do espaço uma carga +q = 1. com sentido oposto. Q n. e mesma direção.6 .. 54 .0 C.. O módulo do vetor campo num ponto P situado a 2. Vestibular Portanto. Uma carga positiva de 4 C.. Note que. quando a carga de teste é positiva. o campo elétrico gerado é radial e divergente. o campo gerado por +Q é divergente. é de: (A) (B) (C) (D) 2. 01. vamos utilizar cargas de teste positivas e negativas. Q1. IVF2M20 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Obs. Sabe-se que sua intensidade vale 107 N/C.. se a carga geradora é positiva. 03. 105 N/C. E 2. ou então. para partículas carregadas eletricamente e isoladas num certo meio. 02. radial e convergente. independentemente de q. 108 N/C. é a soma vetorial dos vetores campo E 1. lembre-se de que a força e o campo têm mesma direção e sentido. Note que.. 9 .0cm de uma carga de 12 C. para a demonstração e sentido dos campos gerados. Determine o módulo do vetor campo num ponto situado a 6cm da carga criadora.: O vetor campo elétrico E resultante em P devido a várias cargas . se a carga geradora é negativa. E n. em estivesse sozinha.. quando a carga de teste é negativa. 106 N/C.

10 5 N/C. q1 = 1. (B) E/2. A figura 1 representa uma carga elétrica pontual positiva no ponto P e o vetor campo elétrico no ponto 1. (C) 2E. o vetor campo elétrico resultante é nulo em um ponto: (A) (B) (C) (D) (E) à esquerda de q1. como está representado na figura a seguir. 06. No ponto 2. os campos elétricos E1 e E2. colocam-se duas cargas de mesmo módulo e de sinais contrários (figura a seguir). conforme a figura: Sobre a reta que passa por q1 e q2. devido a essa carga. Duas cargas elétricas q1 e q2 criam. (D) 4E. respectivamente. devido à mesma carga em P será: . mais próximo de q 2. cuja soma é o vetor E. por meio do afastamento da carga. um vetor campo convergente. (E) 8E. num ponto situado no vácuo a 40cm. entre q1 e q2. Podemos afirmar que: (A) q1 = q2 (B) q1 > 0 e q2 < 0 (C) q1 > 0 e q2 > 0 03. estão fixas a uma distância de 30cm uma da outra. a 15cm de q 2. Duas cargas elétricas puntiformes. O vetor campo no terceiro vértice será do tipo: (A) (B) PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (D) (E) (D) q1 < 0 e q2 > 0 (E) q1 < 0 e q2 < 0 (C) (D) 235 IVF2M20 . Em dois vértices de um triângulo equilátero. à direita de q2. de módulo 9 . a melhor representação para o vetor campo elétrico. (A) (B) (C) 01. num certo ponto P. O módulo do campo elétrico produzido por uma carga elétrica puntiforme em um ponto P é igual a E. entre q1 e q2. o módulo do campo elétrico nesse ponto muda para: (A) E/4.FÍSICA II Vestibular 04. mais próximo de q 1. 05. entre q1 e q2. Qual é o sinal e o módulo da carga criadora? 02. Dobrando-se a distância entre a carga e o ponto P.0 C e q 2 = –16 C. Uma carga cria.

06. localizados nos pontos 7 e 4 indicados na figura. (E) E/8. determine as características do vetor campo elétrico do sistema: (A) no ponto A.FÍSICA II Vestibular 04. criado por Q e –4Q. Q1 = +4 C. 236 . Os pontos assinalados na figura abaixo estão igualmente espaçados: O vetor campo elétrico resultante. Duas cargas elétricas pontuais. (C) 6. No ponto médio entre esses dois vértices. Admitindo que o sistema esteja no vácuo. de mesmo valor e com sinais opostos. Q2 = –4 C e d = 3cm. (E) 1. (C) E/4. é nulo no ponto: (A) 10. 05. IVF2M20 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (B) no ponto B. o módulo do campo elétrico resultante devido às duas cargas vale E. (D) E/6. se encontram em dois dos vértices de um triângulo equilátero. No sistema de cargas ilustrado abaixo. (D) 5. Qual o valor do módulo do campo elétrico no terceiro vértice do triângulo: (A) E/2. (B) E/3. (B) 8.

0J. Observe a figura abaixo: O potencial eletrostático gerado por uma carga puntiforme Q em um ponto P localizado a uma distância d de seu centro é a razão entre o trabalho realizado pela força elétrica sobre uma carga de prova q ao deslocá-la do ponto ao infinito e a própria e é calculado pela expressão: CASO GERAL O potencial eletrostático de um ponto P qualquer de um campo elétrico genérico é definido pela expressão abaixo: ÊÐ ÉÐ ¯ ô »³ ¯«»æ q carga de prova. portanto. de um sistema formado por três partículas carregadas A. a energia do sistema passará a ser 900 . encontramos o valor 9. Se a carga qB for trocada por outra de 100 C. A força de repulsão entre elas acelera a esfera B. Esta energia é numericamente igual à energia cinética adquirida pela esfera B ao chegar ao infinito e igual ao trabalho realizado pela força elétrica ao transportar a esfera B da posição inicial ao infinito. É possível demonstrar por cálculo integral e utilizando o teorema do trabalho-energia cinética que a energia potencial eletrostática armazenada pelo par de cargas A e B é dada pela expressão: ÛÐÛ Õ ¯ß ¯Þ ¼ A energia potencial eletrostática de um sistema de par tículas é igual à soma das energias armazenadas por todos os possíveis pares existentes. então.0J/C. 1 volt = 1 joule por coulomb. fazendo com que sua velocidade aumente e ela ganhe Energia Cinética. 10–6J.Potencial Elétrico ENERGIA POTENCIAL ELETROSTÁTICA Considere duas esferas carregadas positivamente com cargas qA e qB. Esta unidade será denominada volt (V). O significado físico do valor encontrado é o seguinte: cada Coulomb de carga colocada no ponto dotará o sistema de uma energia potencial eletrostática de 9. por exemplo. a energia potencial eletrostática armazenada inicialmente pelo sistema vale: ÛÐÛ ç ïðç ïðð ïð ç ëð ïð ïð ïð î ç PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO ÊÐ ÉÐ ¯ ÕòÏ ¼ Esta será a energia cinética atingida pela carga ao chegar ao infinito e também o trabalho realizado pela força elétrica sobre ela ao transportá-la da posição inicial ao infinito. B e C. Concluímos que o valor encontrado não depende de qB. qB = 50 C e d = 10cm. que a configuração armazenava uma energia potencial. a unidade para medir potencial eletrostático é J/C (joule por Coulomb).0 joules/Coulomb. A esta grandeza denominamos Potencial Eletrostático. No Sistema Internacional de Unidades. como mostra a figura: A esfera A está fixada à terra por um bastão isolante e B é abandonada em repouso a uma distância d do centro da primeira. Calculando a razão entre a energia potencial eletrostática e a carga qB. IVF2M21 237 . mas a razão EP/qB permanecerá igual a 9. Suponha desprezíveis os efeitos gravitacionais. Podemos concluir. uma propriedade do ponto do campo gerado por qA. a energia potencial se escreve: ÛÐÛ Õ ¯ß ¯Þ ¼ ßÞ Õ ¯ß ¯Ý ¼ ßÝ Õ ¯Þ ¯Ý ¼ÞÝ POTENCIAL ELETROSTÁTICO Carga Puntiforme Voltando à situação descrita inicialmente e considerando qA = 100 C. No caso. ìëð ïð ê ¶±«´»- DIFERENÇA DE POTENCIAL ELETROSTÁTICO Considere um campo elétrico qualquer e dois pontos A e B localizados dentro do campo. WP trabalho realizado pela força elétrica ao deslocar a carga de prova de P ao infinito. sendo.

SUPERFÍCIES EQUIPOTENCIAIS Superfície equipotencial é o lugar geométrico dos pontos de um campo elétrico que têm o mesmo potencial eletrostático. por isso. VA = VB WAB = q (VA – VB) = 0 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA A representação gráfica da variação do potencial elétrico gerado por uma carga puntiforme em função da distância à carga é hiperbólica e depende do sinal da carga geradora. A superfície esférica que passa por A e B é dita uma superfície equipotencial. encontramos: Éß ÉÞ Êß ÊÞ ¯ mas.: O trabalho realizado pela força elétrica não depende da trajetória seguida.” Obs. está no infinito: V =0 Na figura estão representadas duas cargas pontuais. tendo. Q1 e Q2. o mesmo potencial. Êß ÊÞ Note que o nível de potencial nulo (V = 0). WA – WB = WA B. o potencial elétrico gerado por uma carga puntiforme ÕòÏ é dado pela expressão: Ê° = . e um ponto P. em que d é a distância da carga ao ¼ ponto considerado. Tal tipo de força é denominado força conservativa. IVF2M21 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Note que as tangentes à equipotencial e à linha de força são ortogonais. respectivamente: Éß ÉÞ Êß » ÊÞ ¯ ¯ Calculando a diferença entre estes dois potenciais. neste caso. Como: Os potenciais eletrostáticos de A e B valem. Para se calcular o potencial do campo criado por Q1 e Q2 em P. procede-se da seguinte maneira: Contribuição de Q1 para o potencial em P: Ï Õð = ï ¼ï Contribuição de Q2 para o potencial em P: Ï Õð = î ¼î Q2: O potencial em P é a soma algébrica das contribuições de Q1 e de ÊÐ ÊÐ Õð Õð Ïî ¼î Õð Ïï ¼ï Ïî ¼î Ïï ¼ï 238 . Os pontos A e B mostrados e todos os pontos da circunferência que passa por eles estão à igual distância da carga. e a sua carga. A figura mostra uma carga puntiforme positiva e algumas circunferências centradas na carga: Como sabemos.FÍSICA II Vestibular Considere uma carga q sendo transportada de A para B. então: Éß ¯ Þ “A diferença de potencial (ddp) entre dois pontos de um campo elétrico é a razão entre o trabalho realizado pela força elétrica sobre uma partícula carregada que se desloca entre os dois pontos.

Nessas condições. Uma carga Q = 400 C produz um campo elétrico na região do espaço próximo a ela.FÍSICA II Vestibular 02. 03. Se |Q| = 3 |q|. A carga elétrica Q = +2 C da figura encontra-se fixa no vácuo (K0 = 9 . qual o valor em centímetros da distância BC? PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (Dados: K = 9 . como mostra a figura: Determine o trabalho realizado pelas forças elétricas atuantes para transportar q de A até B. A figura a seguir mostra duas superfícies equipotenciais A e B num campo elétrico gerado por uma carga pontual q e seus respectivos potenciais elétricos. e os pontos A e B. . Determine o valor em volts do potencial elétrico dos pontos A. Sabe-se que os módulos do vetor campo elétrico e do potencial elétrico gerados pela carga no ponto A valem. B e C. m2/C2 e 1 C = 10-6 C) (C) 560 (D) 740 (A) 450 (B) 480 (A) 4E e 2V (B) 2E e 4V (C) E/2 e V/2 (D) E/2 e V/4 (E) E/4 e V/2 239 01. localizada num ponto A equidistante das duas primeiras. Ao se medir potencial elétrico no ponto C. que distam 82cm um do outro (ver figura). (B) a D. respectivamente: IVF2M21 . como mostra a figura a seguir. Considere uma carga puntiforme Q. Pergunta-se: (A) a D. os módulos dessas grandezas no ponto B valem.P entre os pontos P e R. encontra-se um valor nulo. A diferença de potencial produzida pela carga entre os pontos A e B do esquema abaixo é. 04. Duas cargas elétricas –Q e +q são mantidas nos pontos A e B.D. . 109 N . m 2/C2).D. respectivamente.P entre os pontos S e R. (C) a D. fixa no ponto 0. em KV: 01.P entre os pontos P e S. 10 9 N . 05. à direita de B e situado sobre a reta que une as cargas. Considere duas cargas pontuais +Q e –Q fixas e uma terceira carga pontual q > 0. .D. E e V.

mas seguindo uma trajetória qualquer. colocadas em dois vér tices de um triângulo equilátero de lado igual a 1. Q3. suposto no vácuo (k0 = 9 . conforme indica a figura. cria um potencial igual a 1000V. em volts. (C) eletrizados por atrito. o que se pode dizer a respeito do trabalho realizado pela força de interação elétrica do campo gerado por Q? Justifique sua resposta. Determine o potencial elétrico resultante: (A) no ponto médio A.0 . m2/C2). 10–6C 03. ambos à mesma distância de Q.0 . (B) do potencial e do campo elétrico num ponto B. As cargas Q 1.0cm. De pé sobre uma superfície isolante. 04. m2/C2). (OSEC-SP) É dada a distribuição de cargas da figura em que: Q1 = 8. A figura a seguir mostra duas cargas iguais q = 1. O felpudo penteado ocorre porque: (A) eletrizados por contato. com carga elétrica Q. IVF2M21 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Calcule o potencial no centro do retângulo suposto no váculo (k0 = 9 . 10-11 C. Na ilustração abaixo. 07.10m. os fios de cabelo adquirem cargas de sinais opostos e se atraem mutuamente. os fios de cabelo adquirem cargas de mesmo sinal e se atraem mutuamente. (FUVEST-SP) Um objeto de pequenas dimensões. que dista 0. (B) no ponto B. num ponto A. 10–6C Q2 = 6. do potencial elétrico no terceiro vér tice do triângulo (ponto P)? Vestibular 06. Uma carga de prova q é deslocada sem aceleração no campo elétrico criado por uma carga puntiforme Q. (E) eletrizados por indução. a moça está tocando o globo de um gerador de eletricidade estática. Q 2.FÍSICA II 02. (B) eletrizados por indução. 109 N. Q 4. Determine o valor: (A) do campo elétrico no ponto A. Se o deslocamento de q for feito de um ponto A para outro B. 109N . 10–6C Q3 = 10 . Q1 = +4 C e Q 2 = –4 C.0 . 109N . os fios de cabelo adquirem cargas de mesmo sinal e se atraem mutuamente. a uma distância de 0.20m do objeto. (Admita K = 9 . fixa. Qual o valor. Q5 e Q6 ocupam os vértices de um hexágono regular. os fios de cabelo adquirem carga de mesmo sinal e repelem-se mutuamente. os fios de cabelo adquirem carga de mesmo sinal e repelem-se mutuamente. 10–6C Q4 = 4. (D) eletrizados por atrito. Determine o potencial no centro do hexágono.0 .m2/C2) 05. 240 .

a força transmitida também é constante. temos a representação esquemática do campo uniforme na vizinhança de uma placa positivamente carregada e uma fotografia das configurações das linhas de força para a placa: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO EQUILÍBRIO ESTÁTICO NO CAMPO ELÉTRICO UNIFORME 241 Quando temos duas placas planas e paralelas. como na figura: IVF2M22 . sensibilizada pela presença de um campo uniforme. Milikan idealizou um aparelho em que gotas de óleo eletrizadas negativamente eram introduzidas pelo vaporizador e penetravam numa região de campo elétrico uniforme. como o campo elétrico se mantém constante. Com o objetivo de determinar a carga elementar do elétron. direção e sentido): O campo elétrico uniforme é representado por linhas de força paralelas. bem próximas uma da outra. Lembre-se de que a força transmitida por um campo elétrico é obtida pela relação: º ¯ Û . eqüidistantes. orientadas igualmente e de mesmo comprimento. a formação do campo elétrico uniforme: Note que as linhas de campo são praticamente paralelas. condutora e eletrizada uniformemente. entre as placas e na região externa.O Campo Elétrico Uniforme DEFINIÇÃO Uma região do espaço. é definida quando o vetor intensidade de campo elétrico associado ao espaço considerado se mantém constante (em módulo. mostra este tipo de campo elétrico especial. o que mostra que o campo é nulo nas proximidades externas às placas. eletrizadas com cargas de mesmo módulo e sinais opostos. A região central e próxima de uma placa plana. Nas figuras abaixo. na região central e entre as placas. notamos. praticamente. não há linhas de força.

(B) a velocidade final do elétron. então. por um campo elétrico constante e uniforme de módulo E = 1. Suponha que uma carga elétrica q seja transportada de A para B na direção e no sentido do campo. temos: ¯Û¬ ô ³ ï ¯Û¬ î ô § = ¿¬ î = î î³ î¯Û§ ò ª î =  = ³ ª = ¿¬ = 01. portanto: ÊßÞ ÉßÞ ¯ ¯ Û ¼ ½±-çðð ¯ ð Êß ÊÞ Veja. produzida pelo campo elétrico. pode ser expressa através da segunda lei de Newton. O movimento fica semelhante a uma queda livre vertical em que a aceleração. portanto. Sabendo-se que a razão carga/massa do elétron vale e/m=1. agora. Sabemos que É a diferença de potencial entre os pontos citados é definida por: ÊßÞ = ßÞ .8 mm.FÍSICA II Observando o movimento das gotas e alterando-se convenientemente o valor de E . ou seja.0 x 105 V/m. Como v0 = 0. como mostra a figura abaixo. Fazendo o estudo experimental deste estado de equilíbrio. ao longo de 8. Nessa figura. Milikan descobriu a quantização da carga elétrica e pôde determinar com grande precisão o valor da carga elétrica elementar. Vestibular RELAÇÃO ENTRE A INTENSIDADE DO CAMPO ELÉTRICO UNIFORME E A DDP Considere uma região de campo elétrico uniforme representada por suas linhas de força características.76 x 1011 C/ kg. duas placas paralelas estão carregadas com cargas de mesmo valor absoluto e de sinais contrários: 242 . a partir do repouso. a razão entre o trabalho da força elétrica do campo para transportar a carga de prova de A para B e o valor da carga q: ÊßÞ ÉßÞ ¯ ¯ Û ¼ ¯ ACELERAÇÃO NO CAMPO ELÉTRICO UNIFORME Suponha uma partícula elementar de massa m e carga q. ¯ ou seja. Note que a força é perpendicular à trajetória. por: ¿= Ú ¯Û = ³ ³ As equações do movimento uniforme acelerado podem então ser aplicadas. que uma outra carga de prova q seja transportada numa direção perpendicular às linhas do campo. podemos produzir o fenômeno de levitação elétrica. podemos desprezar o peso da partícula em função da força elétrica. que as linhas perpendiculares à direção do campo são eqüipotenciais. Um elétron é acelerado. 02. teremos o estado de equilíbrio estático entre a força elétrica e o peso: mg = qE (1ª Lei de Newton). constante. abandonada a partir do repouso num campo elétrico uniforme E: Estamos tratando de uma partícula elementar. calcule: (A) a aceleração do elétron. IVF2M22 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Û ¼ø ª±´¬ ÷ Suponha.

10 (C) 5. vale: (A) 2. no campo elétrico da figura. A partícula penetra no campo. o que melhor representa o módulo de (v) em função da distância (d) percorrida pelo elétron. conforme representado na figura a seguir: Desprezando a ação gravitacional. Na figura. pode-se afirmar que a aceleração da partícula. uma reta perpendicular às placas. a sua trajetória entre as placas será: (A) (B) (C) (D) (E) um arco de circunferência. 10 (B) 1. com velocidade de módulo v0 de 4 x 105 m/s. em m/s2. existem pequenos orifícios M e N.0x10 –4 C e massa 1. determine. S1 e S2. distanciadas 2 cm entre si.0 . Vestibular 05. é: (A) (C) (E) PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) 10ns (B) 15ns (C) 23ns (D) 12ns (E) 18ns (B) (D) (A) 103 (B) 1 (C) 10–9 (D) 10–6 (E) 10–3 243 06. 10–2 (E) 2.0 .6x10–3 kg é lançada com velocidade de 102 m/s. em V/m. um arco de parábola. A diferença de potencial entre essas superfícies é de 100 V. conforme o esquema a seguir: Considerando que o elétron se move num campo elétrico constante E = 100N/C.0 (D) 1. 10–3 03. estão representadas duas placas metálicas muito grandes e paralelas.0 .0 . medida a partir de O. e sai tangenciando a borda da placa superior. Considere que. No centro das placas. 10–5 C abandonada entre M e N. num ponto eqüidistante das placas. a intensidade do campo elétrico. uma par tícula de massa 10g e carga 1 C seja abandonada sem velocidade inicial em um ponto A. de um campo elétrico uniforme. A distância entre duas superfícies eqüipotenciais. perpendicularmente ao campo elétrico uniforme produzido por placas paralelas de comprimento igual a 20 cm. uma reta paralela às placas. é de 20 cm. Uma partícula de carga 5. em Newtons. carregadas eletricamente com densidade de carga de módulos iguais.FÍSICA II Um elétron penetra entre essas placas com velocidade de módulo v paralela às placas. A intensidade da força elétrica que age numa carga q = 2 . atingindo o ponto B: Considerando desprezíveis os efeitos gravitacionais. uma reta inclinada em relação às placas. através dos quais é lançado um elétron (e) em trajetória retilínea (x) com velocidade escalar (v). um elétron é projetado em um ângulo de 30o em relação ao eixo x. No instante t = 0 s. Considerando que APENAS o campo elétrico atua sobre o elétron. será: IVF2M22 . o tempo que o elétron levará para cruzar novamente o eixo x é de: 07. 04. Dentre os gráficos seguintes.

constituída. carregadas com cargas de módulos iguais. a partícula C é uma alfa. inicialmente em repouso. a velocidade que atingirá t segundos depois de ter sido liberada será dada por: (A) qEt/m (B) mt/qE (C) qmt/E (D) Et/qm (E) t/qmE 244 01. do campo elétrico? . (B) Qual o valor do módulo. d2 e d3. a partir do repouso. em volts. Três partículas elementares são aceleradas. num mesmo intervalo de tempo. por 2 prótons e 2 nêutrons. eqüidistantes delas. O módulo da aceleração da gravidade vale 10m/s2 e age na vertical. de coordenadas (L. ao longo do eixo x. as partículas A. É correto afirmar que: (A) (B) (C) (D) (E) d1 > d2 > d3 d1 > d2 = d3 d1 = d2 > d3 d1 < d2 < d3 d1 = d2 = d3 06. B e C percorrem. na direção do eixo y. Um elétron de massa 9. com a mesma velocidade de módulo v0 paralela às placas. com velocidade de módulo v0. composta por dois prótons e dois nêutrons. Um próton e uma partícula a penetram na região entre as placas. por um campo elétrico uniforme de módulo E. de massa m1. a diferença de potencial entre os pontos X e Y. A partícula A é um próton. cuja massa é m2 = m1. O esquema a seguir representa uma região onde existe um campo elétrico uniforme de módulo E: Sabendo-se que o módulo de E vale 200 N/C. Despreze os efeitos de borda. como mostram as figuras a seguir: (A) Qual o sinal da carga elétrica da partícula? Justifique sua resposta. respectivamente.h). (A) Qual será o valor da componente horizontal da velocidade do elétron ao final dos 100 m? (B) Qual será o valor da deflexão vertical ao final do mesmo trajeto? (C) Calcule a razão entre os módulos das forças gravitacional e elétrica durante o trajeto. há um campo elétrico uniforme. Entre duas placas planas. é submetido a um campo elétrico horizontal constante de módulo 20V/m ao longo de uma distância de 100 m. Desprezando-se a ação da gravidade.FÍSICA II Vestibular Lembre-se de que a partícula é o núcleo do átomo de hélio (He). é.0 x 10 –31kg e carga elétrica –1. A partícula sofre um desvio igual a h. 03. composta por um próton e um nêutron. mas de sinais contrários. portanto. a partícula B é um dêuteron. a partir do repouso.6 x 10–19C. indicados no esquema. condutoras e paralelas. as distâncias d1. indo atingir o ponto P. E. IVF2M22 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 04. num campo elétrico uniforme de intensidade E. (A) Calcule a razão entre os módulos das acelerações adquiridas pelo próton e pela partícula . Supondo que a partícula esteja sujeita exclusivamente à ação do campo elétrico. a partir da origem (ver figur(A) : Nessa região há um campo elétrico uniforme. Uma partícula de massa m e carga q é liberada. Uma partícula tem massa m e carga elétrica q. (B) Calcule a razão entre os intervalos de tempo gastos pelo próton e pela partícula até colidirem com a placa negativa. apontando de cima para baixo. Ela é projetada no plano xy. igual a: (A) zero (D) 80 (B) 18 (E) 120 (C) 60 05. 02.

temos: INTENSIDADE MÉDIA DE CORRENTE ELÉTRICA Suponha que se estabeleça uma DDP nos extremos de um condutor e. Leis de Ohm e Potência Elétrica CORRENTE ELÉTRICA Sabemos que um material condutor possui grande quantidade de elétrons semilivres que funcionam como portadores da carga elétrica. a área entre a curva representativa do gráfico e o eixo t representa a carga que atravessa a seção transversal do condutor no tempo considerado. ou seja. se submetemos os extremos de um condutor a uma diferença de potencial elétrico. Apesar de este sentido ser oposto ao movimento dos elétrons semilivres no interior do condutor. um fluxo de corrente elétrica: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO ·³ Ï ¬ ËÍ× ½±«´±«³¾ -»¹«²¼± Ý =Ampère (A) - Define-se como intensidade média de corrente elétrica (im) a razão entre o módulo da carga (Q) que atravessa uma seção transversal do condutor (S) e o intervalo de tempo relativo ( t). de (+) para (–). a área será numericamente igual à carga circulante: LEI DOS NÓS O nó é um ponto de um circuito elétrico para onde convergem três ou mais condutores: (+) (–) 245 IVF2M23 . a partir daí. portanto. O gráfico abaixo relaciona o comportamento desta intensidade de corrente com o tempo: Portanto.Corrente Elétrica. movimentando-se ordenadamente através do condutor. do maior para o menor potencial. Este movimento ordenado de carga elétrica através do condutor recebe o nome de corrente elétrica: O SENTIDO DA CORRENTE ELÉTRICA Na teoria inicial da eletrodinâmica. portanto. se imaginava a corrente elétrica como um fluxo de cargas positivas no mesmo sentido do campo elétrico. esta convenção é internacionalmente aceita. Mesmo que a corrente varie com o tempo. portanto: Suponha-se que um condutor elétrico linear seja percorrido por uma corrente elétrica de intensidade contínua e constante. estes portadores de carga recebem energia potencial elétrica e transformam em energia cinética.

V. a resistência elétrica dependerá da voltagem aplicada. x. classificaremos o material utilizado de condutor ôhmico. mantido à temperatura de corrente estabelecida: Curva característica de um condutor ôhmico IVF2M23 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Obs.1: No caso dos condutores não ôhmicos. através da forma abaixo: Obs. se a relação entre a voltagem estabelecida e a intensidade de corrente (V/i) se mantiver constante. é sub metido a uma D.” Chama-se resistência elétrica a razão entre a voltagem estabelecida nos extremos do condutor e a intensidade de corrente verificada: Î Ê · Ë-· ª±´¬ ß³°»®» ±¸³ ø ÷ No caso da experiência proposta. etc. A potência média de um sistema físico é a relação entre a energia trocada e o intervalo de tempo necessário. sua resistência elétrica se mantém constante. Suponha-se um gráfico que relacione a voltagem nos extremos de um condutor ôhmico. condutor. r – parâmetro característico do material do condutor (para uma determinada temperatura). em função dos parâmetros geométricos deste: Î=° i1 + i2 + i4 = i3 + i5 Í USI ( ) = . S – área de secção transversal do condutor.2: A resistência elétrica de um condutor é simbolizada. mantido à temperatura constante. chamado resistividade elétrica. ou seja. Assim sendo. em que a = cte (função linear) Note-se que algumas correntes estão chegando ao nó e outras estão saindo dele. “Quando um condutor ôhmico. 2A LEI DE OHM Expressa a resistência elétrica de um condutor metálico homogêneo.m – comprimento do condutor. anotamos o valor da intensidade de corrente estabelecida.). Estes elementos podem fornecer energia elétrica para o circuito. V = Ri POTÊNCIA ELÉTRICA Os elementos elétricos de um circuito são dotados de dois terminais: a corrente elétrica entra por um dos terminais e sai pelo outro. nos circuitos elétricos.FÍSICA II Considere-se um nó e vários ramos de um circuito: Note: V = Ri Vestibular y = a .P. a razão V/i não se mantém constante. sendo atravessado por uma intensidade de corrente: Sabemos que a energia elétrica utilizada pela carga (q) para atravessar o elemento condutor é dada pela expressão W = q .D.” (1a Lei de Ohm). mesmo mantendo-se a temperatura constante. armazenar ou transformar esta energia em outras formas não elétricas (térmica. é submetido a uma variação de voltagem. Suponha-se que um destes elementos. Portanto: л´»¬ É ¬ ¯ Ê ¬ Ò±¬» æ ¯ ¬ · 246 . A lei dos nós diz que a soma das correntes que chegam ao nó é igual à soma daquelas que saem dele: ( i) entram = ( i) saem No circuito mostrado: RESISTÊNCIA ELÉTRICA – 1ª LEI DE OHM “Um certo elemento condutor. é submetido a uma variação de voltagem. (V). a curva característica de um condutor não ôhmico não será uma reta que passa pela origem. Para cada voltagem aplicada. luminosa. mantido à temperatura constante. mecânica.

A intensidade de corrente elétrica que atravessa um condutor em função do tempo é demonstrada no diagrama da figura abaixo. Repare que. 1 h). Determine a carga que atravessa uma seção transversal deste condutor no intervalo de tempo considerado: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO л´»¬ Ê · ·ã Ê Ê Î Î · л´»¬ л´»¬ Êî Î Î ·î Ð Ê · Êî Πηî Ex. baterias.6 x 106J 1 kWh = 3. Um condutor é percorrido por uma corrente elétrica contínua e constante de 10A durante o intervalo de tempo de 5.0 minutos.e.: 01. Transforma energia elétrica exclusivamente em energia térmica. Resistor Também nos circuitos elétricos existem elementos com a exclusiva propriedade de transformar (consumir) energia elétrica em energia térmica. obtivemos o gráfico abaixo.p. Estes elementos são chamados de resistores e o fenômeno da transformação da energia elétrica em térmica é chamado de efeito Joule. da tensão V versus a intensidade de corrente i.: pilhas. Pergunta-se: (A) Qual a carga elétrica que atravessa uma secção transversal deste condutor nesse intervalo de tempo? (B) Qual a ordem de grandeza desse número de elétrons? 02. nas contas de energia elétrica que você paga em sua casa. Calcule sua resistência elétrica. cada uma das quais pode estar certa ou errada. quando ligada a uma tomada de 110 V. Estes geradores mantêm a diferença de potencial entre seus terminais constante. Tais elementos são chamados de geradores.50 A. 04. é denominada força eletromotriz (f. Consideremse. t. qualquer das relações de potência definidas anteriormente pode ser multiplicada pelo intervalo de tempo do evento para se estabelecer a energia fornecida ou consumida: É»´ Ê· ¬ Êî ¬ Î Î·î ¬ ËÍ× ø É ÷ Ö±«´» ø Ö÷ Obs. iremos estudar somente os geradores ideais. 3600 s = 3. o preço da energia consumida está ligado ao kWh: Leia-as com atenção e assinale a alternativa correta: 247 Em princípio. Esta d.d. 106J Gerador Em um circuito elétrico. portanto. IVF2M23 .FÍSICA II Então: л´»¬ Note-se que: Ê · ËÍ× ¶±«´» -»¹«²¼± ©¿¬¬ ø © ÷ Vestibular Note: 1 kWh = 1000 W . mantido à temperatura constante. etc. Uma lâmpada comum é percorrida pela corrente elétrica de intensidade constante e igual a 0. deve existir um elemento que. O gerador é o fornecedor de energia elétrica ao circuito: ENERGIA ELÉTRICA A energia elétrica fornecida ou consumida por um elemento condutor elétrico em um certo intervalo de tempo ( t) pode ser definida através da relação Welé = Pelé .m.) e pode comumente ser simbolizada pela letra “ ”. Portanto: 03. Uma outra unidade de energia muito utilizada na prática da eletricidade é o kWh (quilowatt-hora = 103 w . independentemente do circuito ao qual é ligado. dispondo de outras formas de energia. Para um certo condutor. as três afirmativas a seguir. Um resistor é representado em um circuito elétrico através de sua resistência elétrica. transforme-as em energia elétrica a ser fornecida ao funcionamento do circuito. agora.6 .

conforme mostra a figura: Quando o disco gira em torno de O. sua resistência elétrica é constante. A resistência elétrica desse condutor é constante e independente da voltagem. é correto afirmar que: (A) a corrente elétrica no resistor é diretamente proporcional à tensão elétrica. Calcule seu comprimento. num intervalo de tempo de 10. Um disco isolante contém 8 cargas iguais. independentemente de sua temperatura ser ou não mantida constante. Um condutor de comprimento L e diâmetro D possui resistência R1. se a intensidade da corrente total ultrapassar 20 A. Qual é o número máximo de lâmpadas de 110 W que poderão estar ligadas sem que o fusível queime? (Supõe-se que nenhum outro aparelho elétrico esteja funcionando. é: (A) q / 2 (B) 4 q / (C) q / 16 (D) q / 03. em virtude do movimento das cargas. tenha uma resistência elétrica de 100 . O fio A tem uma seção transversal cuja área é 1/4 da área do fio B. O gráfico a seguir mostra como varia a tensão elétrica em um resistor mantido a uma temperatura constante em função da corrente elétrica que passa por esse resistor: Com base nas informações contidas no gráfico. 10–8 m. 104C através de uma corrente de 5A. O comprimento do fio A é o triplo do comprimento do fio B. a intensidade i de corrente elétrica. (D) o gráfico tensão versus corrente para o resistor é uma linha reta que passa pela origem. Só a afirmativa II está correta.0 volts. a 0oC. Quantas lâmpadas de 100 W essa energia permite manter acesas continuamente durante o período? 04. (B) a resistência elétrica do resistor é igual à razão entre a tensão que lhe é aplicada e a corrente que a atravessa. Alguns elementos passivos de um circuito elétrico são denominados resistores ôhmicos por obedecerem à Lei Ohm. independentemente de tensão aplicada. II. (B) a resistência elétrica do resistor aumenta quando a corrente elétrica aumenta. 06. Nenhuma das afirmativas está correta. Dois fios A e B são feitos com o mesmo material e estão à mesma temperatura. III.FÍSICA II I. Calcular RA/R B. 05. Um fio. A resistência elétrica desse condutor diminui com a voltagem. 05. Vestibular 07. A resistência elétrica desse condutor aumenta com a voltagem. Tal lei afirma que: (A) mantida constante a temperatura do resistor. Qual o intervalo de tempo requerido nessa operação? 02. (C) a potência dissipada pelo resistor é igual ao produto da tensão que lhe é aplicada pela corrente que o atravessa. IVF2M23 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 08.7 . Num processo de eletroniquelação são transferidos 2 . para que. Qual é a resistência R2 de um outro condutor com o mesmo comprimento e o dobro de diâmetro do condutor 1? (A) (B) (C) (D) (E) R2 = 2R1 R2 = R1/2 R2 = R1/4 R2 = 4R1 R2 = R1 248 . (D) o resistor é feito de um material que obedece à Lei de Ohm. ao ser submetido a uma voltagem de 50. (A) (B) (C) (D) (E) Só a afirmativa I está correta. é percorrido por 40. O fusível de entrada de uma casa alimentada em 110 V queima. (C) a resistência do resistor tem o mesmo valor. A resistividade do cobre a 0oC é 1. 01. com velocidade angular constante . qualquer que seja a tensão elétrica. (E) a resistência elétrica do resistor aumenta com o aumento de sua temperatura e diminui com a diminuição de sua temperatura.0 coulombs de carga.) (A) 2 (B) 5 (C) 11 (D) 20 (E) 60 09.0 segundos. Calcule a sua resistência elétrica. O consumo mensal (30 dias) de energia elétrica de uma residência é de 720 KWh. Só a afirmativa III está correta. 10–8 m 2. Um fio de cobre tem área de seção transversal igual a 17 . As afirmativas I e II estão corretas.

i2. de forma que o terminal de saída de cada elemento esteja ligado diretamente ao terminal de entrada do elemento seguinte. Associação em Série Associar em série é associar em linha.Associação de Resistores Normalmente. P3 = R3. a cada elemento corresponde uma intensidade de corrente elétrica particular. i2 Ptotal = P1 + P2 + P3 + . lembre-se de que a intensidade de corrente elétrica é a mesma em todos os elementos.. O terminal de entrada de todos os elementos está ligado a um mesmo ponto (A. A resistência deste elemento é denominada “resistência equivalente” e sua abreviatura é Req: Da figura 1. podemos concluir que numa associação em série: Com relação à potência elétrica dissipada em cada elemento associado em série. este somatório recebe o nome de Resistência Equivalente do Circuito. e a intensidade de corrente total da associação é igual à soma das intensidades de corrente em cada ramificação: Os três elementos mostrados podem ser substituídos por um único. na figura). = Rsérie . Suponha que você deseja simplesmente aumentar ou diminuir a resistência elétrica de um sistema. i2. associamos elementos condutores elétricos devido à necessidade de obtenção de algum resultado operacional. portanto. P2 = R2.. é necessário que se saiba o que fazer para alcançar cada efeito operacional desejado. Associação em Paralelo Associar em paralelo é ter todos os elementos submetidos à mesma diferença de potencial. bem como o terminal de saída (B). os elementos são percorridos pela mesma intensidade de corrente: Para efeito de simplificação. i = R1i + R2i + R3i Req = R1 + R2 + R3 249 Note-se que uma associação de resistores em série produz uma resistência elétrica igual à soma das resistências associadas. concluímos: Portanto: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Req = Rsérie P1 = R1. i2 figura 1 figura 2 figura 1 VAD = R1i + R2i + R3i VAD = Req i Req. Neste tipo de ligação. os três elementos mostrados acima podem ser substituídos por um único elemento. concluímos: VAB = R1i VBC = R2i VCD = R3i VAD = VAB + VBC + VCD Da figura 2. Portanto: Note-se que: O elemento que dissipa maior potência é o de “maior” resistência elétrica. A resistência deste elemento é denominada “resistência equivalente” e sua abreviatura é Req: IVF2M24 . Nas ligações em série.

Portanto: Ðï = Êî Êî Êî å Ðî = åÐí = òòò Îï Îî Îí Êî λ¯ Note-se: O elemento que dissipa maior potência é o de menor resistência. impedindo o funcionamento: λ ¯ Îï Îî Îï Î î °®±¼«¬± -± ³¿ 250 . ele se funde e abre o circuito. concluímos: ·ï = ª ßÞ Îï ·î = ·Ì ª ßÞ Îî ·í = ·í ª ßÞ Îí Vestibular Caso 2: Considere-se um circuito com n resistores iguais em paralelo: Da figura 2. Material de ponto de fusão baixo (mais baixo que os demais componentes do circuito) é fabricado para suportar até uma certa corrente de intensidade imáx. concluímos: Portanto: Com relação à potência elétrica dissipada em cada elemento associado em paralelo. a partir daí. é manifestar resistência elétrica infinita diante do trecho de circuito a ser medido. ao contrário dos amperímetros. CASOS PARTICULARES Caso 1: Considere-se um circuito com dois resistores em paralelo: IVF2M24 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO ·ï ·î ·Ì ÊßÞ Îï ÊßÞ Îî ÊßÞ Îí ·Ì = ÊßÞ Î» ¯ ï λ¯ ï Î ï ï òòò Î Î Î ² ² ï Πλ ¯ ÊßÞ Î» ¯ ÊßÞ Îï ÊßÞ Îî ï Îî ÊßÞ Îí ï λ ¯ ï Îï ï Îí Amperímetro Ideal Aparelho para medir a intensidade de corrente elétrica. A maneira correta de ligarmos o voltímetro ideal é associá-lo em paralelo com o circuito a ser medido: ï λ¯ ï Îï ï Îî ï λ¯ Îï Îî Îï Îî Fusível O fusível é um elemento condutor que funciona como protetor de um circuito. P é a mesma em cada . lembre-se de que a D.P entre dois pontos de um circuito.D. a temperatura de funcionamento do circuito fica maior que o ponto de fusão deste elemento. D. se a intensidade de corrente aumentar.FÍSICA II Da figura 1. A . A principal característica destes aparelhos é manifestar resistência elétrica nula diante do trecho de circuito que deve ser medido. A maneira correta de ligarmos o amperímetro ideal é associá-lo em série com o circuito a ser medido: Ь±¬¿´ Ðï Ðî Ðí òòò Voltímetro Ideal Aparelho para medir a D. principal característica destes aparelhos. portanto. ramificação.

32 W. A figura mostra um circuito elétrico em funcionamento com um gerador ideal: 04.D. Três lâmpadas idênticas são ligadas conforme o esquema abaixo: Quando o fusível S queima. .0 W. pode-se afirmar que o brilho das lâmpadas 1 e 2. resistores com R 1 = R 2 = R 3 = 2. a intensidade de corrente no amperímetro 4.0 W. a potência elétrica fornecida pelo gerador. a intensidade de corrente registrada no amperímetro ideal. uma chave S: Os valores da potência dissipada em R3. respectivamente: IVF2M24 . respectivamente: 06. 8. No circuito da figura. 03. Pergunta-se: (A) (B) (C) (D) (E) (F) (G) a resistência equivalente do circuito. O gráfico mostra o comportamento do filamento das lâmpadas quando sujeito a uma variação de voltagem. tem-se um gerador ideal.0 W. a potência elétrica dissipada no resistor de 6 . 02. (A) (B) (C) (D) (E) 1 mantém-se diminui diminui diminui aumenta 2 aumenta diminui mantém-se aumenta diminui 251 01. Perguntam-se os valores da intensidade de corrente que atravessa o gerador e da potência de cada lâmpada: 05. a D. Suponha-se que seja modificado o circuito da questão 3 para a forma da figura abaixo. a intensidade de corrente no amperímetro 2.FÍSICA II Vestibular Pergunta-se: (A) (B) (C) (D) (E) a resistência equivalente do circuito. 6. 6.0 . Considere-se o circuito elétrico esquematizado na figura. 80 W. A figura a seguir mostra duas lâmpadas idênticas associadas a um gerador ideal de 6V. 72 W. nesse caso? PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) (B) (C) (D) (E) 4. Qual o valor da intensidade de corrente que atravessa o circuito.P registrada no resistor de 3 . a potência elétrica dissipada no resistor de 2 . a intensidade de corrente no amperímetro 1. são. quando a chave S está fechada e aberta. a intensidade de corrente no amperímetro 3. 32 W. 18 W.0 W. a potência elétrica fornecida pelo gerador. 8.0 W.

02. O gráfico a seguir representa as intensidades das correntes elétricas que percorrem dois resistores ôhmicos.8A 252 01. constata-se que. enquanto a tensão na chave geral é de 110 V. Calcule o valor da intensidade de corrente elétrica no amperímetro: IVF2M24 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (D) 1. No circuito elétrico da figura abaixo. em uma certa tomada.D. Neste circuito. Em uma rede elétrica doméstica instalada sem muitos cuidados. Abaixo do gráfico. há o esquema de um circuito no qual R1 e R2 estão ligados em série a uma fonte ideal de 12V.8A (B) 1.0A (C) 1. em função da D. gerador e amperímetro devem ser considerados ideais.P aplicada . uma lâmpada dissipando 100 W fica submetida a 100 V de tensão: . em cada um deles.FÍSICA II Vestibular (A) Determine a resistência elétrica total da fiação entre a chave geral e a tomada.5A (E) 1.2A 03. a intensidade da corrente elétrica que percorre R1 e R2 vale: (A) 0. R1 e R2. (B) Determine a potência dissipada pela fiação.

o posicionamento correto da chave será dado por: (A) (B) (C) (D) (E) PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Frio I III II I Morno II I Quente III II I I II III III II III 253 IVF2M24 .P entre os terminais A e B vale 40V. esquematicamente.D. Onde deve ser colocado o fusível para que ele preencha corretamente a sua função? (A) (B) (C) (D) (E) Como em I (somente).P entre os terminais A e B vale 60V. Para tal. 05. Um rádio de automóvel está ligado a uma bateria. Como em I ou em III. No circuito da figura abaixo.D. No circuito da figura abaixo. Qual a intensidade total de corrente que atravessa o circuito? . a D. Como em II (somente). e um fusível protege a instalação de um possível curto-circuito.FÍSICA II Vestibular 04. Como em I ou em II. A figura abaixo mostra. no qual a chave S permite selecionar o modo de operação (frio. 07. a D. 06. o sistema de aquecimento de um chuveiro elétrico. Como em III (somente). morno ou quente) do chuveiro. Qual a intensidade total de corrente que atravessa o circuito? .

temos quatro resistências elétricas dispostas seguindo os lados de um losango. Observe agora a montagem proposta na figura em que temos uma grande pilha (de telefone por exemplo). Quando o fio de resistência desprezível é ligado ao sistema. um trecho de circuito em que a resistência elétrica de um certo resistor é percorrida pela corrente de intensidade i. Assim sendo. pois são pontos eletricamente equivalentes. o que torna nula a d. o resistor não é percorrido pela corrente elétrica.p.d. Na figura abaixo temos. a) b) c) Note que na figura (c) os terminais curto-circuitados A e B são considerados eletricamente como um mesmo ponto. o que aumenta a intensidade da corrente. 254 .p. No caso da figura (b). porém variável. ou seja. temos as condições normais de brilho da lâmpada. Este procedimento pode simplificar bastante a análise de um circuito. fazendo com que o brilho da lâmpada seja exagerado. Veja que um elemento encontra-se em um curto-circuito quando está ligado em paralelo a um fio de resistência elétrica considerada desprezível. PONTE DE WHEATSTONE Este tipo de circuito é construído para realizar experimentalmente medidas de resistência elétrica e foi idealizado pelo físico inglês Charles Wheatstone. um resistor e uma lâmpada associados em série. entre eles (VA – VB = Ri = 0). podemos associar a eles uma mesma letra.Circuitos Especiais CURTO-CIRCUITO Dois pontos estão em curto-circuito (ou curto-circuitados) quando a diferença de potencial entre eles pode ser considerada nula. Os pontos em curto-circuito são interligados por um fio condutor que é considerado de resistência desprezível. a resistência de R3 é variada até que a intensidade de corrente no galvanômetro (espécie de amperímetro para medir correntes de baixa intensidade) seja nula.d. R3 é uma resistência conhecida. No esquema. sejam R1 e R4 resistências conhecidas. e R2 tem resistência desconhecida. no caso (a). Com a intenção de determinar o valor de R2. os pontos A e B são ligados por um fio de resistência considerada nula. Quando isto acontece. IVF2M25 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Na primeira montagem. conseqüentemente a resistência elétrica do circuito diminui. podemos afirmar que os potenciais elétricos dos pontos C e D são iguais (VC = VD) e a ponte está em equilíbrio. o resistor fica em curto-circuito. por falta de d.

O circuito a seguir mostra uma bateria de 6V e resistência interna desprezível. respectivamente: (A) (B) (C) (D) (E) 4.0 são.5A 4. os pontos das resistências nos ramos opostos são iguais.0A e 4. Dividindo (I) por (II).0A 05.m. R2 = 6 e R3 = 12 .d. R3 = R2 . R1 = 3 .0A e 0. alimentando quatro resistências. a corrente na resistência de 5. como VC = VD. No circuito a seguir.0A e 4. (B) Qual a corrente fornecida pela bateria? 255 Êß ÊÜ Îì· Seguindo o mesmo raciocínio. temos: ÊÝ ÊÞ Îî· Note que: Êß ÊÝ Îï· Portanto: R2i = R3i (II). cujas resistências são. numa ponte de Wheatstone em equilíbrio. Cada uma das resistências vale R = 2 . a corrente fornecida pela bateria e a corrente que circula através do resistor de 6. No circuito mostrado a seguir. 03. Sabe-se que a intensidade total de corrente que atravessa o circuito abaixo vale 6A. respectivamente. R4 Veja que. 24 volts e três resistores.0A e 0.p. São dados uma bateria ideal de f. 02. em paralelo duas a duas. (A) Determine o valor da resistência X. então R1i = R 4i (I).0A e 0.0 é nula.0A 0. Se esses elementos forem arranjados como indicado na figura adiante.0A 0. (A) Qual o valor da tensão entre os pontos A e B? (B) Qual o valor da corrente que passa pelo ponto A? PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO ÊÜ ÊÞ Îí· 04.FÍSICA II Vestibular 01.0A 4. temos: Þï· Þî· Þì · ù Þí· ù R1 . Na figura abaixo a d. entre os terminais A e B vale 21 volts.e. . pergunta-se: IVF2M25 . Calcule a intensidade total de corrente no circuito. 06. Calcule a voltagem entre os terminais A e B.

Calcule a intensidade total de corrente no circuito.p. Dado o circuito da figura. AB é um fio homogêneo de secção transversal constante.p. como mostrado na figura.d. respectivamente. Determine a intensidade total de corrente elétrica no circuito. ligados a uma d. Pode-se afirmar que as resistências RAB e RCD entre os vértices A e B.3 . 256 .7 e RCD = 83.FÍSICA II (A) Qual a intensidade de corrente que atravessa a bateria? (B) Qual a intensidade de corrente que atravessa a resistência de 12 ? 07. Calcule a voltagem estabelecida entre eles. calcule X em função das resistências R1. Calcule a resistência R. são: (A) (B) (C) (D) (E) RAB = RCD = 33.d. calcule o valor da resistência variável Rx. Na figura temos três resistores iguais de resistências elétricas 11 cada.50A. Seu comprimento é de 120 cm e sua resistência elétrica total 60 . RAB = RCD = 83. para o qual o galvanômetro G indica zero. IVF2M25 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 04. 05. e C e D. onde G é um galvanômetro e uma bateria. RAB = 66.3 . A intensidade de corrente total entre os terminais A e B no circuito a seguir vale 0. 06. Dado o circuito ao lado.7 . estabelecida entre A e B vale 6V e o valor de R = 12 . Na ponte esquematizada na figura. 03. O equilíbrio da ponte é conseguido quando o cursor encontra-se a 20 cm de A. a d. Vestibular 01. de 110 volts. (ITA) Considere um arranjo em forma de tetraedro construído com 6 resistências de 100 . RAB = RCD = 66. R2 e R3 para que a corrente por G seja nula.3 . 02. No circuito da figura. RAB = RCD = 50 .

podemos citar: as pilhas. colocam-se seus terminais em curto e mede-se a corrente através de um amperímetro (corrente de curto-circuito): Como a resistência interna do amperímetro é praticamente nula. GERADOR IDEAL Este gerador teria a D. poderá fazer fun. do circuito ao qual ele está ligado: Representação Equação do gerador Medição dos elementos Para medir a f.D.P a circuito aberto .e.D. as usinas hidroelétricas. i Ы Ю 257 Para medir a resistência interna do gerador. devemos destacar três potências: Rendimento ( ) Define-se rendimento de um gerador como a razão entre a potência útil (cedida ao circuito externo) e a potência fornecida ou gerada: IVF2M26 .D. os acumuladores de carro. os cataventos etc. Como a resistência interna do voltímetro é muito alta.P constante seria chamada .Geradores e Receptores O gerador de tensão é um elemento capaz de transformar qualquer tipo de energia em energia elétrica. colocando-se um voltímetro em paralelo. mede-se a D. (i = 0). cionar um circuito elétrico.m. os captadores de energia solar. Esta D. os geradores têm internamente uma resistência que dissipa parte da energia gerada por ele. de força eletromotriz (f. Assim sendo.P nos terminais do gerador é função da corrente .) e utilizaríamos a letra “ ” para simbolizá-la: Representação GERADOR REAL Na prática. a D. a corrente que passa no circuito é muito baixa (i 0) e V : PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO ×½½ ® ±« ® ×½½ A equação V = abaixo: a) Potência gerada ou fornecida: PF = . de um gerador. i V = – ri b) Potência dissipada internamente: P D = r . Entre os geradores de tensão. Sua função é estabelecer entre seus terminais uma D. te do circuito ao qual ele seria ligado.m.D. conseqüentemente. i2 c) Potência útil: Pu = V .P entre seus terminais constante e independen.P que. i pode ser representada por um gráfico como Potências Quando um gerador está em funcionamento. temos: – r .e. que nele circula e.D. fornecendo energia elétrica.

D. e – os acumuladores de automóveis transformam energia elétrica em química.p. pode-se fazer a associação série de 6 pilhas. é preciso conectá-lo a um gerador de d.P entre seus terminais constante e transfor.d. (associação série) ou a capacidade de armazenar energia (associação paralelo).c. O circuito abaixo mostra a associação de três geradores em série e o gerador equivalente: + 2 + 3 r = r1 + r2 + r3 Associação paralelo Esta associação é utilizada quando se deseja aumentar a armazenagem de energia. i – r . ou seja: i = / 2r A resistência total deste circuito é: Assim sendo: O gerador transfere para o circuito externo a maior potência possível. O circuito a seguir mostra a associação de três geradores iguais em paralelo e o gerador equivalente: RECEPTOR R + r = 2r R=r Denomina-se receptor o elemento de circuito que transforma energia elétrica em outro tipo de energia que não seja térmica (propriedade dos resistores). Note-se que os acumuladores trabalham ora como geradores ora como receptores. Para que o receptor funcione. Até agora o problema não teve solução. entre IVF2M26 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO = 1 os terminais do gerador. "V". quando é conectado a um resistor de resistência igual à sua.e.P .d. Esta D. O que se faz é associar várias baterias iguais em paralelo. No desenvolvimento dos projetos de carros elétricos.d.5V. constante é chamada de força contra-eletromotriz (f.m. pequena e que armazene muita energia.p. Receptor Ideal Este receptor teria a D.FÍSICA II Máxima Transferência de Potência Considere um gerador conectado a um resistor de resistência R como mostra a figura abaixo: Vestibular A potência útil é a diferença entre a potência gerada e a dissipada internamente no gerador: Pútil = Pgerada – Pdissipada Pútil = . Por exemplo: o mercado oferece pilhas de 1. maria toda a energia recebida na forma para a qual foi projetado. Associação série Esta associação é utilizada quando se deseja aumentar a d.D. i2 O gráfico da potência útil em função da corrente elétrica é mostrado abaixo: O máximo desta função ocorre para i = – b/2a. necessitando ligar um aparelho que funcione com 9V.) e utilizamos a letra ' para simbolizá-la: 258 . ASSOCIAÇÃO DE GERADORES A associação de geradores é utilizada quando se quer aumentar a d.p. Temos como exemplos: – os motores transformam energia elétrica em mecânica. a maior dificuldade é criar uma bateria leve.

útil e o seu rendimento.m.5 V e resistência interna r = 0. dissipada internamente. Receptor Real Na prática. em que as resistências elétricas da bateria. a fonte é uma bateria de f. Assim sendo. o elemento que está funcionando como gerador e o que está como receptor. i 01. o resistor tem resistência R = 1000 .d. desprezando apenas a resistência dos fios de ligação.FÍSICA II Representação Vestibular Esta função pode ser representada pelo gráfico ao lado: Observe-se que no receptor a corrente flui do pólo positivo para o negativo. são associadas e a associação é ligada a um resistor de 2 . Ra = 50 e Rv = 10000 . (C) Determine para o gerador as potências gerada.0 . a D. i2 Pu = ’ . conforme as figuras. V representa um voltímetro e A um amperímetro: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Potências Quando um receptor está em funcionamento.5 . 259 IVF2M26 . conseqüentemente. os receptores têm internamente uma resistência que dissipa parte da energia recebida por ele. supondo-se que os fios e o amperímetro não tenham resistência elétrica e a resistência elétrica do voltímetro seja infinita.p. 03. (A) (B) 02. do circuito ao qual ele está ligado: Representação Equação do receptor A d. então. devemos destacar três potências: a) Potência recebida: PR = V . Duas pilhas iguais. Determine a intensidade da corrente no resistor em cada uma das associações. No circuito da figura. ou seja. i c) Potência útil: RENDIMENTO Define-se rendimento de um receptor como a razão entre a potência útil e a potência recebida: Ы ÐÎ Determine a leitura desses medidores: (A) em condições ideais.D.P nos terminais do . do amperímetro e do voltímetro são r = 1. i b) Potência dissipada internamente: PD = r’ . receptor é função da corrente que nele circula e. respectivamente. = 12V. (B) em condições reais. (B) Identifique. cada uma com fem E = 1. Observe o circuito abaixo: (A) Determine a corrente circulante nos elementos 1 e 2 indicando o seu sentido. nos terminais do receptor é dada pela expressão: V = ’ + r’ .e.

5 V e resistência interna r = 1. como é a situação mostrada na figura a seguir: Sabendo-se que em nenhum caso a lâmpada se queimará. Determine: (A) a corrente elétrica em cada bateria. e (C) a variação da energia interna do gás por unidade de tempo.0A. 06. ficar apagada. Considere os fios de ligação com resistência desprezível. Calcule a corrente indicada em cada um dos amperímetros quando a chave C estiver fechada. dois amperímetros A1 e A2 com resistências internas nulas e uma chave C: .0 como na figura a seguir. Um mol de um gás ideal está contido no interior de um cilindro provido de um êmbolo de peso constante que pode deslizar livremente: A parede lateral do cilindro e o êmbolo são adiabáticos. IVF2M26 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Quando a chave está aberta. (E) Determine a potência total dissipada nos resistores externos aos elementos 1 e 2. cada um deles com resistência R. no sentido horário. a lâmpada L pode brilhar com maior ou menor intensidade ou. por unidade de tempo. O trabalho realizado pelo gás. no sentido horário. A base do cilindro permite ao gás absorver 70% do calor gerado por efeito Joule na resistência r do circuito mostrado na figura. A diferença de potencial nos pólos de cada bateria é e suas resistências internas são desprezíveis. são ligadas Vestibular A corrente que circula pelas pilhas é de: (A) 0. a corrente indicada em ambos os amperímetros vale 2.0A. é igual a 20% da potência dissipada na resistência r. O gráfico a seguir representa a curva de uma bateria de certa marca de automóvel: Quando o motorista liga o carro. Dependendo de como estão as chaves C1 e C2. (C) 1. podemos afirmar que brilhará com maior intensidade quando as chaves estiverem na configuração mostrada na alternativa: (A) (B) 260 05.50A. Três pilhas de fem E = 1. (E) 2. no sentido anti-horário. dissipada internamente. O circuito da figura a seguir é formado por duas baterias idênticas e ideais B1 e B2. (B) 0.0 A. Neste caso: (A) qual a resistência interna da bateria? (B) qual a máxima potência útil desta bateria? 02.50A. tem-se a corrente máxima ou corrente de curtocircuito. 01. mesmo.FÍSICA II (D) Determine para o receptor as potências recebida. no sentido horário. Três resistores idênticos. (B) a energia dissipada na resistência r por unidade de tempo. útil e o seu rendimento. no sentido anti-horário.5A. duas pilhas P1 e P2 e uma lâmpada L estão dispostos como mostra a figura. (D) 2. 04.

A leitura no voltímetro V3 é igual a 4. também. 05. do tipo PX. (C) a razão F = P/P0. os valores das resistências R 1 = R2 = 4. (A) 1. do tipo PX.0 V.0 . ou gerador de força contra-eletromotriz. como representado no esquema a seguir: Três dessas pilhas foram colocadas para operar. temos duas baterias de forças eletromotrizes 1 =9. com a pilha 2 “inver. como representado na lanterna: Determine: (A) a corrente I. A leitura no voltímetro V1 é igual a 8. com a pilha 2 “invertida”. com a pilha 2 “invertida”.0 . é igual 1.0 .0A. que seria dissipada. São conhecidos. em qualquer situação.0 (B) 2. que fornece 60v sob corrente de 8. cujas resistências internas valem r1= r2 =1. como na figura.0 261 04. formado por um gerador ideal de força eletromotriz = 1. IV. No circuito a seguir representado. V1. VII. tal como fornecidas pelo fabricante. V. (B) a potência P em watts. e um resistor variável R: Para que a bateria seja carregada com uma corrente de 8. V2 e V3 são voltímetros e A é um amperímetro.0h.0 V.0 e R3 = 2.0 . se todas as pilhas estivessem posicionadas corretamente. todos ideais: A bateria 1 está funcionando como um gerador de força eletromotriz e a bateria 2 como um receptor. As características de uma pilha.0 (C) 3. A leitura no voltímetro V2 é igual a 2. como na figura. com resistência constante R=3. por um circuito equivalente. Uma pilha. deve-se ajustar o valor de R para: IVF2M26 . tida”. Em 1. VI. e a potência P0. estão apresentadas a seguir. II.5V e uma resistência interna r = 2/3 .e. uma das pilhas foi colocada invertida. pode ser representada. que passa pela lâmpada.0 (D) 4.0V. tem-se um gerador G.5W. uma bateria com f. A potência dissipada por efeito Joule. a bateria de força eletromotriz 2 consome 4. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Assinale a(s) proposição(ões) CORRETA(S): I. em série. em ampères. no gerador.FÍSICA II Vestibular (C) (D) (E) 03.m. Por engano.0Wh de energia.0A.0V. entre a potência P dissipada pela lâmpada.0 (E) 5.0A. III. No circuito esquematizado a seguir. em uma lanterna que possui uma lâmpada L. A leitura no amperímetro é igual a 1. dissipada pela lâmpada. de 12V e resistência interna de 1.0V e 2=3.

a resistência interna r do gerador. No circuito a seguir = 12V. para que a corrente através da fonte de tensão 2 seja igual a zero? 07.0 (C) 5. vale: (D) 6. o voltímetro indica 5.0 (B) 4. R1 = 8 .0V.e. um resistor de resistência R=10 .0 (E) 10 (A) 2.FÍSICA II 06. R2 = 4 e R3 = 2 : Vestibular 2 (A) a resistência interna do gerador.. De quantos volts deve ser a fonte de tensão 1. e (B) a corrente de curto-circuito do gerador. um voltímetro ideal V e uma chave interruptora Ch: Com a chave aberta. o voltímetro indica 6. em ohms. determine: IVF2M26 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 08. Nessas condições.m. e resistência interna r. O gráfico ao lado representa a curva característica de um gerador: Analisando as informações do gráfico.0V. O circuito esquematizado é constituído por um gerador G de f.0 262 . Fechada a chave.

na direção Norte-Sul geográfica da Terra. Note o comportamento natural. tradicionalmente. em equilíbrio. IVF2M27 . como mostra a figura abaixo: Estas partes extremas recebem o nome de pólos magnéticos do ímã. cada um deles se comportará como um ímã completo. de sul magnético.Magnetismo Há séculos. não em toda a sua extensão. enquanto que os de nomes diferentes (Norte-sul) se atraem: Na figura anterior. indica a direção Norte-Sul da Terra: c) Mais uma vez a natureza se manifesta através de uma de suas leis básicas de comportamento. Verifica-se que nos pólos dos ímãs as ações magnéticas ocorrem com maior intensidade: b) Se um ímã é suspenso através de seu centro de massa que possa girar livremente. Portanto. primeiramente encontrados na antiga região da Magnésia (Ásia menor). mostrando que os iguais se repelem e os contrários se atraem. ele se equilibra. o pólo que aponta para o norte (aproximado) da Terra recebe o nome de norte magnético e o que aponta para o sul da Terra. PRINCIPAIS PROPRIEDADES a) Fragmentos de ferro são atraídos pelas partes extremas do ímã e aderem a estas partes. que de modo espontâneo se manifestavam na natureza. O pólo norte é pintado de vermelho e o sul. orientando-se. um ímã encontra-se pendurado por um fio. de magnéticos. enquanto um outro ímã é aproximado. manifestavam estranhos fenômenos de atração quando aproximados de fragmentos de ferro (limalha de ferro). aproximadamente. numa caixa em que estão pintados os pontos cardeais. Estes materiais foram chamados de ímãs e os fenômenos. através das manifestações de atração e repulsão. Se um ímã for dividido em vários pedaços. Esta propriedade deu origem à invenção da bússola pelos chineses. d) Outro fenômeno interessante é a inseparabilidade magnética dos pólos de um ímã. Verifica-se que os pólos de mesmo nome (Norte-norte ou Sul-sul) repelem-se. de branco. É comum pintar-se os pólos magnéticos de um ímã de cores diferentes. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 263 em que um ímã em forma de losango (agulha magnética). observou-se que certos minérios de ferro (magnetita).

a chave foi ligada. apresentamos o espectro magnético obtido. Associa-se a cada ponto do campo magnético um vetor chamado de vetor indução magnética ( ) que tem sua direção tangente à linha de indução. Note-se que no primeiro circuito a chave está desligada. indicando o sentido das linhas de indução do campo magnético formado ao redor de um ímã em forma de barra. Observações 1) Para um certo ímã especial em forma de U. cargas elétricas em movimento originam campo magnético ao seu redor. não há passagem de corrente e o ímã tem uma orientação. Portanto. temos a representação esquemática do que ocorre na figura acima. Oersted casualmente demonstrou que a passagem de corrente elétrica por um fio condutor gera. ou seja. sentido que concorda com o da linha e módulo que em geral depende da posição do ponto: IVF2M27 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO A unidade no sistema internacional para medir a intensidade do vetor indução magnética é o tesla (T). As linhas de indução oferecem um modo peculiar de cartografar um campo magnético: As linhas de indução permitem uma excelente visualização do campo magnético de um ímã. Nestas regiões. temos as principais representações de direção e sentido dos campos magnéticos uniformes. igualmente espaçadas. o ímã sensibiliza este espaço com a presença de um campo magnético. No segundo circuito. um campo magnético capaz de desviar a agulha magnética de um ímã colocado nas suas proximidades. ou por outros processos. Na figura abaixo. o aparecimento de um campo magnético e a conseqüente reorientação da bússola: CAMPO MAGNÉTICO DOS ÍMÃS Na região do espaço ao redor dos ímãs ocorrem os fenômenos de atração e repulsão magnéticas. No século XIX. houve a passagem de uma corrente elétrica. Eles têm íntima ligação com os fenômenos elétricos.FÍSICA II Vestibular e) Os fenômenos magnéticos não se constituem como fatos isolados. o vetor indução magnética é constante. uma região de campo magnético uniforme: A seguir. ou seja. tem mesmo módulo. Convenciona-se que elas saem do pólo norte e entram no pólo sul. ao redor deste. eqüidistantes. ou seja. colocando-se limalhas de ferro próximas de um ímã em forma de barra. conseguimos obter uma região do espaço em que as linhas de indução são segmentos de retas paralelas. mesma direção e sentido em todos os pontos do campo: 264 . A seguir.

em que N e S indicam. 265 2) Neste módulo. um campo magnético uniforme e horizontal. A bússola representada na figura repousa sobre uma mesa de trabalho. Z e W se repelem. Considerando-se a posição das linhas de campo uniforme. A passagem de corrente por fios condutores produz campos magnéticos com o mesmo efeito dos ímãs naturais.FÍSICA II a) Horizontal: c) Saindo do papel: Vestibular b) Vertical: 01. III. pólos norte e sul. 04. como mostra a figura II: IVF2M27 . Portanto. Na figura abaixo. podemos considerar que o campo magnético produzido pelos ímãs seja decorrente de movimentos particulares dos elétrons em suas órbitas atômicas nos materiais que se comportam como ímãs naturais. (D) II e IV. com os pólos respectivos nas posições indicadas. A figura I adiante representa um ímã permanente em forma de barra. (C) I e III. o vetor campo magnético terrestre na região pode ser indicado pelo vetor: (A) (B) (D) (E) (C) II. (E) nenhuma. X e W se atraem. A agulha de uma bússola assume a posição indicada na figura a seguir quando colocada numa região onde existe. 03. IV. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO d) Entrando no papel: Está(ão) correta(s): (A) todas. O retângulo tracejado representa a posição em que você vai colocar um ímã. além do campo magnético terrestre. o ímã foi dividido em três pedaços: Observe as afirmativas abaixo: I. Suponha-se que a barra seja dividida em três pedaços. respectivamente. Estes movimentos especiais dos elétrons seriam a causa do comportamento magnético nos ímãs naturais. X e Y se atraem. Em presença do ímã. X e Z se atraem. (B) I. II e III. já estudamos que a produção de campos magnéticos não se prende apenas à presença de ímãs. a agulha da bússola permanecerá como em: (A) (B) (C) (D) (E) 02. desenhadas na figura.

08. o pólo sul magnético está próximo ao sul geográfico. Colocando-se lado a lado os dois pedaços extremos. pois A é pólo sul e B é pólo norte. elas são radiais ao centro da Terra. . norte e norte na figura I e sul e sul na figura II. não serão atraídos nem repelidos. 05. como mostra a figura. se repelirão. como indicado na figura III. das agulhas dessas bússolas: (A) (D) (B) (E) (C) 266 . imersas no campo magnético de suas próprias agulhas. Assinale qual dos esquemas representa uma configuração de repouso estável. elas saem do pólo norte magnético e entram no pólo sul magnético. mostramos a figura da Terra onde N’ e S’ são os pólos norte e sul geográficos e N e S são os pólos norte e sul magnéticos: Sobre as linhas do campo magnético. é correto afirmar que: (A) (B) (C) (D) (E) elas são paralelas ao equador. todos os demais campos magnéticos são desprezíveis em relação ao campo magnético das próprias agulhas. possível. Suponha-se que. Júlia colocou-os sob uma folha de papel e espalhou limalhas de ferro sobre essa folha.FÍSICA II Vestibular (A) (B) (C) (D) (E) nulo. pois A é pólo norte e B é pólo sul. norte e sul na figura I e sul e sul na figura II. o vetor indução magnética resultante deve ser representado pelo vetor: IVF2M27 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 07. se atrairão. sobre uma mesa. norte e sul na figura I e sul e norte na figura II. em forma de barra. Dois ímãs idênticos. é CORRETO afirmar que as extremidades dos ímãs voltadas para a região entre eles podem corresponder aos pólos: (A) (B) (C) (D) norte e norte na figura I e sul e norte na figura II. se repelirão. Abaixo. pois A é pólo sul e B é pólo norte. é correto afirmar que eles: (A) (B) (C) (D) (E) se atrairão. pois A é pólo norte e B é pólo sul. Fazendo uma experiência com dois ímãs em forma de barra. Com base nessas informações. 06. são fixados paralelamente: No ponto médio P eqüidistante dos dois ímãs. os ímãs estão representados pelos retângulos. Duas bússolas são colocadas bem próximas entre si. o campo magnético é mais intenso no equador. na região onde as bússolas são colocadas. Ela colocou os ímãs em duas diferentes orientações e obteve os resultados mostrados nas figuras I e II: Nessas figuras.

indicando a direção e o sentido do campo mag. que só pode se mover no plano horizontal. se. como na figura. Aproximando-se as extremidades. vistos de cima: 03. Despreze o campo magnético da Terra. A componente horizontal do campo magnético terrestre no equador é suficiente para alinhar o norte de uma agulha imantada ao longo do sul magnético da Terra. além do campo magnético da Terra. y2. representadas pela figura I. A quantos graus do norte geográfico a agulha será desviada. y1. ficando orientada a 45o em relação à direção original. a componente horizontal do campo magnético terrestre tem módulo B. a agulha assume nova posição de equilíbrio. 3 vezes menor. terrestre. de pequena espessura. B e C. x1 e z1 se atraem. A direção assumida pelas agulhas. dirigido horizontalmente na direção perpendicular a B. a figura que melhor representa a orientação da agulha da bússola é: (A) (B) (C) 02. apontando ao longo do equador. Quatro ímãs iguais em forma de barra. z1 e z2. é melhor descrita pelo esquema: 04. x.FÍSICA II Vestibular Uma pequena bússola é também colocada na mesa. Uma agulha de bússola. x2. Três pequenas agulhas magnéticas podem girar nesse plano e seus eixos de rotação estão localizados nos pontos A. um outro campo magnético. idênticas nas suas geometrias. Dispõe-se de três barras. y1 e z2 se atraem e x1 e y2 se atraem. y e z. Em certa localidade. estão apoiados sobre uma mesa horizontal. no ponto central P eqüidistante dos ímãs. Três ímãs iguais em forma de barra. estão sobre um plano. verifica-se que x 2 e y2 se repelem. está presente nas vizinhanças da bússola? 05. Submetendo a bússola à ação de um campo magnético adicional. nético dos ímãs em P Não levando em conta o efeito do campo magnético . É correto concluir que somente: IVF2M27 . Pode-se concluir que o módulo do campo adicional é: (A) (B) (C) B Þ î Þ î (D) Þ î (E) 2B PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO figura I (A) (D) (D) (B) (E) (E) (C) 267 01. e suas extremidades são nomeadas por x1. encontra-se alinhada com esse componente. com as polaridades indicadas.

enquanto que este exerce uma força Úî sobre o ímã II. as barras 1. o menino concluiu. corria-se o risco de ter a bússola danificada no meio do oceano. então. é CORRETO afirmar que: Passou. F2 < F1.FÍSICA II (A) X e Y são ímãs permanentes. atraía raios que a danificavam. corretamente. aproximou o extremo B da barra 1 com o extremo E da barra 3 e percebeu que ocorreu repulsão entre elas. Considerando-se que. III. No início do período das grandes navegações européias. ainda. a fazer os seguintes testes: I. pois o pólo sul atrai o pólo norte. aproximou o extremo D da barra 2 com o extremo E da barra 3 e percebeu que ocorreu atração entre elas. (E) Z é ímã permanente. conforme a figura a seguir: Úï é a força que o ímã II exerce sobre o ímã I. (E) a forte luz produzida nos relâmpagos desmagnetizava as bússolas. percebeu que. conforme indicado na figura: . brincando com elas. Dois ímãs estão dispostos em cima de uma mesa de madeira. assim como os metais (facas e tesouras). pois o pólo norte atrai o pólo sul. (A) (B) (C) (D) (E) 268 06. Sobre esse fato. II. (D) o campo magnético produzido pelo raio podia desmagnetizar a bússola. aproximou o extremo B da barra 1 com o extremo C da barra 2 e percebeu que ocorreu atração entre elas. as barras 2 e 3 estavam magnetizadas e a barra 1 desmagnetizada. Um menino encontrou três pequenas barras homogêneas e. (C) X é ímã permanente. podemos afirmar que: F1 = F2 0. Além da fragilidade dos navios. em cada extremo das barras representado por qualquer uma das letras. necessitaria de mais um único teste para concluir sobre a magnetização das três barras. dependendo da maneira como aproximava uma da outra. que ficavam geralmente no convés. Verificou. que. embora não se possa afirmar qual é a maior. (B) X e Z são ímãs permanentes. as barras 1 e 3 estavam magnetizadas e a barra 2 desmagnetizada. 2 e 3 estavam magnetizadas. possa existir um único pólo magnético. IVF2M27 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) a bússola. (C) as gotas de chuva eletrizadas pelos relâmpagos podiam danificar a bússola. F2 > F1. as barras ficaram perfeitamente alinhadas. as forças são diferentes. as tempestades eram muito temidas. 08. que: (A) (B) (C) (D) (E) as barras 1 e 2 estavam magnetizadas e a barra 3 desmagnetizada. nos casos em que ocorreu atração. Vestibular 07. (D) Y é ímã permanente. Considerando-se que F 1 e F2 representam os módulos dessas duas forças. Marcou cada extremo das barras com uma letra e manteve as letras sempre voltadas para cima. (B) o aquecimento do ar produzido pelos raios podia desmagnetizar a bússola. elas se atraíam ou se repeliam. F1 = F2 = 0.

que desvia a carga de sua trajetória original. se a carga for positiva. a cada instante. inverta o sentido final do resultado da regra. exercendo uma força de campo chamada força magnética de Lorentz. Note que a carga elétrica recebe a ação de uma força constante que tem direção perpendicular. ANÁLISE DE TRAJETÓRIAS a) Carga Elétrica Lançada na Mesma Direção das Linhas de Indução do Campo Magnético ( = 0º ou = 180º) Sabemos que a força magnética é calculada pela expressão: Ú³¿¹ ¿ Ê Þ -»² PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO b) Carga Elétrica Lançada numa Direção Perpendicular às Linhas de Indução do Campo Magnético ( = 90º) Sendo sen = 1 a expressão da força magnética. há uma influência do campo magnético na movimentação da carga. de forma que os dedos possam girar livremente no sentido do campo magnético. se a carga é positiva. a influência deste é nula. Caso a carga elétrica em movimento no campo magnético seja negativa. responsável por variar apenas a direção do movimento. temos: Ú³¿¹ ¿ Ê Þ Ú³¿¹ ¿ Ê Þ -»² 269 Força Magnética Sendo sen = 0. se o movimento não ocorre na direção do campo. quando uma carga elétrica encontra-se em movimento numa região em que existe um campo magnético. a carga adquire movimento retilíneo e uniforme. Podemos então concluir que: Quando uma carga elétrica é lançada na direção das linhas de indução do campo magnético. V o vetor que caracteriza a velocidade desta carga e o ângulo formado entre as direções da velocidade e o vetor indução magnética. ou seja. b) Módulo Dado pela expressão: c) Sentido Dado pela regra da mão direita dos produtos vetoriais. Obs. IVF2M28 . Quando uma carga elétrica é lançada numa direção perpendicular às linhas de indução do campo magnético. ao vetor velocidade.FORÇA MAGNÉTICA EM CARGAS QUE SE MOVIMENTAM EM CAMPOS MAGNÉTICOS UNIFORMES Verifica-se que. Mostra a experiência que o campo magnético é capaz de atuar sobre a carga em movimento. a força magnética é nula nesse caso. Seja B o vetor indução magnética que caracteriza o campo magnético no ponto por onde passa a carga q. 1: Regra da mão direita Posicione sua mão direita na direção e no sentido da velocidade da carga. A força de origem magnética que passa a atuar sobre a carga tem as seguintes características: a) Direção Sempre perpendicular ao plano que contém os vetores V e B. trata-se de uma resultante especial do tipo centrípeta. Portanto. adquire movimento circular e uniforme sobre uma circunferência contida num plano perpendicular a essas linhas. O polegar apontará na direção da força magnética.

A figura abaixo mostra o fio percorrido por uma corrente elétrica. Ex. Se for necessário. onde: F módulo da força. percorrido por uma corrente elétrica i e imerso em um campo magnético B. b) A componente perpendicular à Þ Êî . c) Carga Elétrica Lançada numa Direção Oblíqua às Linhas de Indução do Campo Magnético A análise deste movimento fica simples. isto é. ¿ Ê Þ ³ ³ î Î O fio é percorrido por uma corrente elétrica e a figura mostra os elétrons em movimento e a força atuante em cada um deles devido à presença do campo magnético. A superposição destes dois movimentos é um movimento helicoidal e uniforme. 2: Cálculo do Raio da Trajetória Considerando apenas a influência da força magnética. lembre-se de que: Ê î Î » Ì î Ì onde T é o período. O fio é perpendicular às linhas de força do campo magnético como mostra a figura abaixo.: Vestibular Obs. não sendo a carga submetida a outras interações relevantes para o movimento. O módulo da força atuante sobre o fio é dado pela expressão: F=B. portanto: Fmag = Fcp Êî Î Todas as grandezas envolvidas estão colocadas em módulo. e comprimento do fio. a partícula descreve MRU. A trajetória descrita é uma hélice de eixo paralelo às linhas de indução do campo. basta inverter o sentido final indicado pela regra da mão direita. IVF2M28 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO FORÇA MAGNÉTICA EM FIOS RETILÍNEOS PERCORRIDOS POR CORRENTES ELÉTRICAS. o tempo gasto para que a partícula complete uma volta. de acordo com o 2º caso. IMERSOS EM CAMPOS MAGNÉTICOS UNIFORMES Considere um fio retilíneo de comprimento . determina que a partícula execute MCU. O somatório destas forças empurra o fio para cima. a) A componente na direção de Þ Êî permanece constante e. i corrente elétrica.FÍSICA II Se a carga for negativa. mergulhado em um campo magnético e a força elétrica atuante nele: 270 . ao longo dessa direção.i. a resultante é do tipo centrípeta. uma na direção de B e a outra na direção perpendicular a B. quando se decompõe a velocidade V em duas componentes perpendiculares.

um elétron e um pósitron (partícula com massa igual à do elétron e carga de mesmo módulo. Ú» e vetorial.20 J (D) 0. aparecem os traços deixados por três partículas: um próton. III e I. (D) II. I e III. Na figura. porém positiva). (C) II. Entre essas placas. Supondo que as partículas cheguem ao detector com valores de velocidade não muito diferentes entre si.8T. Um elétron entra com uma velocidade V em uma região onde existem um campo elétrico E e um campo magnético B vetorial uniformes e perpendiculares entre si.40 J (B) 0. Um elétron penetra por um orifício de um anteparo com velocidade constante de 2. (A) PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (C) (D) (A) 0. perpendicular ao plano da página e dirigido para dentro desta. (E) III. direção: a mesma do fio. III e II. Considerando essas informações. carregadas com cargas de mesmo valor absoluto e de sinais contrários. os traços representados na figura acima seriam. Uma partícula com carga elétrica POSITIVA é colocada no ponto P . Num hipotético detector de partículas. são mais bem representadas por: IVF2M28 . respectivamente: (A) I.30 J (C) 0.0 . A velocidade V é perpendicular aos dois campos. estão representadas duas placas metálicas paralelas. Ú³ vetorial. As forças elétricas. e magnética. (B) I. A relação massa/carga do elétron é aproximadamente 10–12kg/C. 104 m/s perpendicularmente a um campo magnético uniforme B de intensidade 0. 02. baseado na interação delas com um campo magnético. situado entre as placas. 01. a força é determinada através de um produto vetorial: Ú · Þ Vestibular onde é uma grandeza vetorial com as seguintes características: módulo: comprimento do fio.FÍSICA II No caso mais geral. II e I. e sentido: o mesmo da corrente elétrica. que atuam sobre o elétron. O elétron não sofre nenhum desvio ao cruzar a região dos campos. como mostra a figura. desde o instante em que penetra no orifício até atingir o anteparo: 04. existe um campo magnético uniforme de módulo B.10 J (E) zero (A) (B) (B) (C) (D) 271 03. assinale a alternativa em que está mais bem representada a trajetória da partícula após ser solta no ponto P . nessa situação. Determine o trabalho realizado pela força magnética sobre o elétron. II e III.

Desprezando a força de atração entre as cargas e considerando o sentido do campo magnético entrando perpendicularmente a esta página. porém com cargas de sinais opostos. um campo elétrico E. nesta.FÍSICA II 05. será defletida para cima. como mostrado na figura I. no plano da página. ligada a uma placa metálica. vindas do espaço em todas as direções. como na figura: Vestibular Partículas positivamente carregadas dos raios cósmicos aproximamse da Terra com velocidades muito altas. aproximando-se do leitor. aproximando-se da Terra na direção do seu centro. como está representado no esquema a seguir: Entre os pólos do ímã. será defletida perpendicularmente à página. observa-se que elétrons se concentram em um dos lados dela. IVF2M28 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) (D) (B) (E) (C) 08. está localizado entre os pólos de um ímã em ferradura. no plano da página. como mostrado na figura II. afastando-se do leitor. da frente para o verso. ao longo do caminho C (ver figura). Com base nessas informações. assinale a alternativa em que estão mais bem representados a direção e o sentido do campo magnético existente nessa região: (A) (B) (C) (D) 272 com velocidades constantes perpendiculares ao campo magnético. 06. cria. não será defletida pelo campo. a força magnética que age sobre o condutor é mais bem representada pelo vetor: (A) È ï (B) È î (C) È í (D) È ì (E) È ë 07 Uma partícula eletricamente neutra está em repouso no ponto P de uma região com campo magnético uniforme. Uma bateria. Sabe-se que as linhas de indução magnética terrestre são representadas. aproximadamente. Pode-se afirmar que essa partícula. podemos concluir que a figura que melhor representa as trajetórias dessas partículas é: . Considere uma dessas partículas. suportando uma corrente elétrica i. Ela se desintegra em duas outras partículas com massas iguais. será defletida perpendicularmente à página. ao entrar no campo magnético da Terra: (A) (B) (C) (D) (E) será defletida para baixo. Esse campo causa movimento de elétrons na placa. Logo após a desintegração. Um condutor. Se essa placa for colocada em uma região onde existe um determinado campo magnético B. elas são impulsionadas para lados opostos.

pode-se concluir que o feixe: (A) (B) (C) (D) (E) passará a atingir a região I do anteparo. deslocando-se com uma velocidade V de módulo 3. Considere-o como uma carga puntiforme e assinale a opção que melhor descreve a força magnética que atua no avião: 04. mantendo inalterados todos os demais fatores. Um fio de massa igual a 31g e 62cm de comprimento está suspenso por um par de condutores espirais flexíveis. Um feixe de elétrons passa inicialmente entre os pólos de um ímã e.0 x 10–9N. 3. (B) Explique por que o movimento retilíneo da par tícula não pode ser acelerado. 11N. 3. cuja direção é perpendicular ao fio e à direção B.9 x 10–13N. carregadas com cargas de sinais contrários. o fio fica sob o efeito de uma força de módulo F. de cima para baixo do avião. Após um certo tempo t. Sabe-se que a intensidade aproximada de B é 5. em uma região onde existe um campo magnético uniforme B vetorial. da frente para trás. (A) Calcule a relação entre B e E para que a partícula continue em movimento retilíneo. Um segmento retilíneo de fio conduz uma corrente elétrica “i”. o próton passa por um ponto B com a mesma velocidade inicial V (em módulo. com os sentidos indicados. dispostos conforme a figura a seguir: Na ausência do ímã e das placas. de trás para à frente. 11N. a força exercida sobre o fio passará a ter módulo: 06. Devido a este campo magnético. ambos constantes e uniformes. visto de cima. entre duas placas paralelas. B é paralelo a z e E é paralelo a x. Um próton de carga q e massa m é lançado do ponto A com uma velocidade V perpendicular às linhas de campo magnético.FÍSICA II Vestibular Êð paralela ao eixo y. para leste.3 x 10–8N. Se duplicarmos as intensidades do campo magnético e da corrente elétrica. A partícula tem velocidade Devido ao atrito com o ar. Em virtude das ações dos campos magnéticos e elétrico. 03. direção e sentido). A figura representa um avião em movimento. respectivamente. passará a atingir a região II do anteparo.10T. IVF2M28 . de baixo para cima do avião. o feixe de elétrons atinge o ponto O do anteparo. e que sua direção é norte. A figura mostra duas regiões nas quais atuam campos magnéticos orientados em sentidos opostos e de magnitudes B1 e B2. B2)] 2m /qB1 2m /qB2 4m /q(B1 + B2) m /qB1 (A) 8F (B) 4F (C) F (D) F/4 (E) F/8 273 01. no campo magnético terrestre (B). o avião adquire uma carga elétrica de 2. num campo magnético de 0. Qual é o menor valor desse tempo? 05. ao longo do avião. Uma partícula de massa m e carga q > 0 penetra numa região do espaço onde existem um campo elétrico E e um campo de indução magnética B. de baixo para cima do avião. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) (B) (C) (D) (E) 3. 02. (A) (B) (C) (D) (E) m /q [(B1 + B2) / (B1 .0 x 102 m/s. a seguir.0 x 10–6C. sobre a linha do Equador. passará a atingir a região III do anteparo. continuará a atingir o ponto O do anteparo. ao longo do avião.5 x 10–5T. passará a atingir a região IV do anteparo.

IVF2M28 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Desejamos que a partícula mantenha sua trajetória e velocidade. apontando para baixo.FÍSICA II Vestibular Quais são o módulo e o sentido da corrente que anula o valor da tensão nos fios de suporte? 07. apontando para cima. com esse fim aplicamos um campo elétrico uniforme E à região. E = vB/Q. cujas linhas de campo penetram perpendicularmente no plano da página. apontando para cima. perpendicular a B e v. O módulo. perpendicular a B e v. A figura mostra uma partícula com carga elétrica positiva Q entrando com velocidade v numa região onde existe um campo magnético uniforme B. respectivamente: (A) (B) (C) (D) E = vB/Q. na mesma direção e sentido oposto a B. E = QvB. E = vB. a direção e o sentido de E são. 274 . perpendicular a B e v.

A espira tem o comportamento idêntico ao de um ímã. “i” é a intensidade da corrente elétrica circulante na espira. ao ser percorrido por uma corrente elétrica de intensidade i. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO ESPIRA CIRCULAR c) Módulo: dado pela expressão abaixo: Þ ð Quando uma espira circular é percorrida por uma corrente elétrica de intensidade “i”. “i” é a intensidade da corrente elétrica circulante no fio. m/A. situadas em planos perpendiculares ao fio. os outros dedos indicam o sentido de rotação da corrente elétrica na espira.Fontes de Campo Magnético Em 1820. m/A. de modo que o fio se comporta como se fosse um ímã. A direção do vetor indução magnética é sempre tangente às linhas de campo e o sentido dado pela regra da mão direita. enquanto o polegar aponta no sentido do campo. Hans Christian Oersted descobriu que uma corrente elétrica. Observe que. O vetor indução magnética tem as seguintes características: a) Direção: perpendicular ao plano da espira. Verificase empiricamente que as linhas de introdução magnética desse campo são circunferências concêntricas. Este efeito é devido ao movimento de cargas elétricas em movimento. cujos pólos estão mostrados na figura abaixo. ela gera no seu centro um campo magnético. que geram ao seu redor um campo de forças denominado campo magnético. ao atravessar um fio condutor. Precisamos estudar alguns casos particulares de correntes elétricas produzindo campos magnéticos. “R” é o raio da espira. · îÎ onde: representa uma constante denominada permeabilidade magnética 0 e que no vácuo ou no ar vale 4 . 10–7 T . 10–7 T . O sentido de B será o dos demais dedos ao envolver o fio. “r” é a distância do ponto considerado ao eixo do fio. REGRA DA MÃO DIREITA Coloca-se o polegar no sentido da corrente convencional. como na figura abaixo. FIO INFINITO Um fio condutor retilíneo e longo. A figura a seguir mostra um fio longo e várias linhas de indução magnética. · î ® 275 IVF2M29 . produz efeitos magnéticos. b) Sentido: dado pela regra da mão direita. O vetor indução magnética B é tangente a estas linhas e seu módulo é calculado pela expressão: Þ ð onde: representa uma constante denominada permeabilidade magnética 0 e que no vácuo ou no ar vale 4 . gera em torno de si um campo magnético.

O esquema a seguir indica a posição relativa dos condutores e do ponto P na sala de aula. m/A. em particular. Quando uma corrente elétrica percorre o fio. num ponto P situado no centro da sala. “n” é a densidade linear de espiras. origina-se dentro do cilindro um campo de indução magnética aproximadamente uniforme. A figura mostra melhor a corrente circulante em um solenóide e as linhas de indução do campo magnético. 276 .0 ampères. A figura a seguir representa um condutor retilíneo. b) sentido: dado pela regra da mão direita. conforme a convenção indicada. O solenóide comporta-se como 01. percorrido por uma corrente i. como na figura ao lado. enquanto o polegar aponta no sentido do campo. A este enrolamento dá-se o nome de solenóide. um ímã cujos pólos também estão indicados na figura.0 e 4. respectivamente. os outros dedos indicam o sentido de rotação da corrente elétrica no solenóide. Este vetor tem as seguintes características: a) direção: paralela ao eixo do cilindro. “i” é a intensidade da corrente elétrica circulante no solenóide. 10–7 T .i Dois fios condutores longos e paralelos transportam correntes (C) (D) (B) 02. c) módulo dado pela expressão abaixo: B= onde: representa uma constante denominada permeabilidade magnética 0 e que no vácuo ou no ar vale 4 . Numa sala de aula foram montados dois condutores verticais C1 e C2 que suportam as correntes elétricas ascendentes de 3. Essas correntes elétricas geram campo magnético na região e.FÍSICA II Vestibular SOLENÓIDE Um fio é enrolado em torno de um cilindro como mostrado na figura abaixo. Os vetores indução magnética nos pontos A e B estão mais bem representados em: (A) IVF2M29 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Observação: para representar linhas de indução perpendiculares ao papel. 0 . Observe que. adota-se a seguinte convenção.n. que é o número de espiras por unidade de comprimento do solenóide.

Duas espiras circulares são colocadas frente a frente. Próximo à bobina. Correntes elétricas circulam nas espiras e seus sentidos estão indicados nos esquemas a seguir. (C) a força exercida pela bobina sobre o ímã é diferente da força exercida pelo ímã sobre a bobina. podemos afirmar que as suas espiras: 05. ela se alinhará a: (A) (B) (C) (D) (E) AB CD EF GH um segmento diferente desses mencionados. Com base nessas informações. (D) II e III irão se atrair.FÍSICA II Vestibular Nessas condições. assim como EF é perpendicular a GH e ambos coplanares aos segmentos anteriores. vertical dirigido para baixo. Na figura. é perpendicular a CD. pertencente ao plano da superfície. (D) o ímã é repelido pela bobina. Qual das opções indica a melhor posição da bússola após o fechamento da chave? IVF2M29 . com liberdade de movimento. e o segmento AB. (E) II e IV irão se repelir. (C) I e IV irão se atrair. Quando a chave é ligada surge um campo magnético gerado pelo solenóide aproximadamente igual ao campo magnético terrestre. vertical dirigido para cima. 06. conforme a figura abaixo: O segmento CD. está colocado um ímã. também pertencente a esse plano. (A) a bobina não exerce força sobre o ímã. O ímã e a bobina estão fixos nas posições mostradas na figura. com os pólos norte (N) e sul (S) na posição indicada. estão representados uma bobina (fio enrolado em torno de um tubo de plástico) ligada em série com um resistor de resistência R e uma bateria. é diâmetro dessa espira. Se apoiarmos o centro de uma pequena agulha imantada sobre o centro da espira. (B) I e III irão se repelir. horizontal dirigido para o quadro-negro. Uma bússola é colocada próxima a um solenóide como mostra a figura abaixo. Uma espira circular condutora é percorrida por uma corrente elétrica de intensidade i e perfura ortogonalmente uma superfície plana e horizontal. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) I e II irão se atrair. o vetor indução magnética no ponto P é: (A) (B) (C) (D) (E) horizontal dirigido para o fundo da sala. 04. horizontal e paralelo ao quadro-negro. 03. é correto afirmar que: (A) (B) 277 Com relação aos esquemas. (B) a força exercida pela bobina sobre o ímã diminui quando se aumenta a resistência R.

O valor da corrente I na espiral circular de raio R. quando a corrente i é como a indicada na figura.5cm. sendo pelo menos esta última imantada. a que pode configurar a situação de equilíbrio descrita é: (A) A barra AB não está imantada e nenhuma corrente flui na bobina. Uma carga pontual positiva de módulo q está a uma distância d de um fio reto. A figura a seguir ilustra a vista superior de uma montagem experimental disposta sobre uma mesa sem atrito. Sabendo-se que o comprimento e o diâmetro da bobina são pequenos. A extremidade de polaridade norte (N) da barra NS atrai a extremidade A da barra AB. 278 . uma pertence ao plano xy e a outra ao plano yz. (C) A barra AB não está imantada e flui na bobina uma corrente contínua do ponto 2 para o ponto 1. paralelamente ao eixo? Justifique. em uma situação de equilíbrio estático. Quais serão a direção. Um fio longo é curvado na forma mostrada na figura. AB e NS. das possibilidades a seguir. é percorrido pela corrente i = 62. direção de B no centro C da porção circular. Sendo 0 = 4 x 10–7 N/A2: (A) Qual é o valor de B ao longo do eixo do solenóide? 01. se a carga estiver se movendo: (A) em direção ao fio. contém 2000 espiras e é percorrido por uma corrente de 3. o módulo e o sentido da força agindo sobre ela. indicado na figura. 08. ou (B) para longe do fio? 07.FÍSICA II Vestibular (C) (D) (B) Qual é a aceleração de um elétron lançado no interior do solenóide. O condutor retilíneo muito longo. Determine o módulo e a . será igual a: (A) (B) (C) (D) (E) nulo 1A 1000A 100A 10A 02.0A. (B) A barra AB não está imantada e flui na bobina uma corrente contínua do ponto 1 para o ponto 2. pode-se afirmar que. As espiras são percorridas por correntes de mesmo módulo i1 e i2. infinito.8A. Um solenóide ideal. Duas espiras circulares são colocadas or togonal men te. de comprimento 50cm e raio 1. como mostra a figura abaixo: O vetor que melhor representa o vetor indução magnética na origem dos três eixos é: IVF2M29 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (A) (B) (C) (D) 04. a fim de que seja nulo o campo magnético resultante no centro O da mesma. Nesta montagem. transportando uma corrente i e viajando com a velocidade v perpendicular ao fio. 03. enquanto as outras extremidades de S e B são repelidas pela bobina. uma bobina está posicionada entre as extremidades de duas barras. comparados com qualquer dimensão das barras. sem contato de cruzamento em P O raio de seção circular é R.

0A flui em um condutor reto ao longo do eixo do solenóide. Uma corrente de 6. como vemos na figura. Dois solenóides longos estão encaixados no mesmo eixo. O solenóide de maior raio transporta uma corrente i1 e tem n1 espiras por unidade de comprimento. ²ï ²î ²î ²ï Vestibular (A) (B) Eles transportam correntes em sentidos opostos. Localize o ponto ou pontos nos quais seus campos magnéticos se cancelam. separados por uma distância d. Se não existe nenhum campo magnético dentro do solenóide interno.FÍSICA II (D) A barra AB está imantada e flui na bobina uma corrente contínua do ponto 2 para o ponto 1. Dois fios compridos e paralelos. qual a razão i1/i2 entre as correntes transportadas? PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (C) ²ï ²î ²î ²ï î î (D) 06. transportam correntes i e 3i na mesma direção e sentido. Um longo solenóide com 10 voltas/cm e um raio de 7. O solenóide de menor raio transporta uma corrente i2 e tem n2 espiras por unidade de comprimento. A que distância radial do eixo a direção do campo resultante será de 45o da direção axial? (Faça 3). 07. (E) A barra AB está imantada e flui na bobina uma corrente contínua do ponto 1 para o ponto 2. 279 IVF2M29 . 05.0cm transporta uma corrente de 20mA.

cessa a corrente induzida. surge uma corrente em sentido contrário. como mostra a figura abaixo: Note que o vetor indução magnética B forma um ângulo com o vetor área. como mostra a figura abaixo: O vetor área associado à espira também está mostrado na figura. de 280 . Um ímã é aproximado da espira.Indução Magnética FLUXO DO CAMPO MAGNÉTICO Considere uma espira horizontal de área A. pois o campo estaria diminuindo. A = |B| . surge uma corrente induzida que pode ser registrada por um galvanômetro. USI(B) = weber = Wb LEI DA INDUÇÃO DE FARADAY-LENZ Primeira Experiência Considere uma espira fixa e vertical. cos Esta grandeza é proporcional ao número de linhas de força que atravessam a espira e no Sistema Internacional é medida em weber (Wb). podemos tirar duas conclusões: 1ª) Uma variação de fluxo sobre a espira faz aparecer nela uma corrente induzida (Faraday). Desta simples experiência. deslocando-se sobre seu eixo como mostra a figura a seguir: IVF2M30 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO LEI DA INDUÇÃO DE FARADAY-LENZ Note que. isto é: = B . de forma que o campo magnético resultante permaneça constante e conseqüentemente o fluxo também. Seu módulo é igual à área da espira e sua direção é perpendicular ao plano dela. o afastamento do ímã tenderia a provocar uma diminuição do fluxo. Considere esta espira mergulhada em um campo de indução magnética uniforme B. |A| . Em resumo: durante o movimento do ímã. Definimos fluxo do campo magnético ao produto escalar de B por A . a aproximação do ímã tenderia a provocar um aumento do fluxo. o fluxo deve se manter constante. No segundo caso. quando o ímã é deslocado em direção à espira. Se o ímã for afastado da espira. pois o campo estaria aumentando. 2ª) A corrente gera um campo magnético induzido que produz um fluxo capaz de se opor à variação produzida pelo movimento do ímã (Lenz). No primeiro caso. A corrente induzida faz surgir um campo no mesmo sentido do original. A corrente induzida faz surgir um campo contrário ao original. Cessado o movimento de aproximação.

pois a área estaria diminuindo. A corrente induzida faz surgir um campo contrário ao original. pois a área efetiva estaria diminuindo. Cessado o movimento da barra. IVF2M30 . cessa a corrente induzida. a rotação da espira tenderia a provocar uma diminuição do fluxo. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 281 No segundo caso. surge uma corrente induzida. Neste caso. A espira está girando em torno do lado AB e no sentido indicado.FÍSICA II forma que o campo magnético resultante permaneça constante e conseqüentemente o fluxo também. Vestibular Segunda Experiência Considere uma espira retangular em que três lados são fixos e o terceiro é móvel. quando a espira gira no sentido indicado. o deslocamento da barra tenderia a provocar uma diminuição do fluxo. cessa a corrente induzida. o deslocamento da barra tenderia a provocar um aumento do fluxo. A espira é atravessada por um campo magnético uniforme e a barra AB está deslocando-se para a direita. No primeiro caso. surge uma corrente induzida. surge uma corrente em sentido contrário. como mostra a figura abaixo: Note que. quando a barra AB desloca-se para a direita. de forma que o campo magnético resultante permaneça constante e conseqüentemente o fluxo também. Note que. de forma que o campo magnético resultante permaneça constante e conseqüentemente o fluxo também. A corrente induzida faz surgir um campo no mesmo sentido do original. Terceira Experiência Considere uma espira retangular sendo atravessada por um campo magnético uniforme. Se a barra AB for deslocada para a esquerda. Cessado o movimento de rotação. A corrente induzida faz surgir um campo perpendicular ao plano da espira e que tenha uma componente no mesmo sentido do original. de forma que o campo magnético resultante permaneça constante e conseqüentemente o fluxo também. pois a área estaria aumentando.

A figura a seguir ilustra duas situações diferentes nas quais uma mesma espira fechada pode se encontrar. existe somente quando o ímã se aproxima ou se afasta da espira. t Portanto. corrente elétrica “i” grande e constante. Na situação 1. O sistema está imerso em um campo magnético uniforme de intensidade B. Um condutor reto. assinale a única na qual será gerada corrente elétrica na espira fechada: (A) (B) (C) (D) (E) campo magnético “B” intenso e constante. por sua vez. t onde: | | módulo da força eletromotriz induzida. | | módulo da variação do fluxo. campo magnético “B” fraco e variável. a corrente elétrica: (A) (B) (C) (D) (E) é sempre nula.FÍSICA II Vestibular FORÇA ELETROMOTRIZ INDUZIDA Para que haja circulação da corrente induzida. a espira se encontra IVF2M30 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Assim. Dentre as alternativas a seguir relacionadas. existe somente quando o ímã se afasta da espira. na espira. Esta ddp é denominada força eletromotriz induzida e seu módulo pode ser determinado pela expressão: t Considere um intervalo de tempo t. a área da espira varia: A=L. como mostra a figura abaixo. 01. 282 . Envolvendo o trilho. é colocado paralelo ao eixo z e gira com uma velocidade angular de 1000 rd/s. 02. existe somente quando o ímã se aproxima da espira. Um ímã. esta. campo magnético “B” fraco e constante.v. como mostra a figura. Força Eletromotriz Induzida em uma Barra Considere uma barra de comprimento L correndo com uma velocidade de módulo v sobre trilhos paralelos. corrente elétrica “i” pequena e constante. como mostra a figura abaixo.v. o fluxo varia: =B. a força eletromotriz induzida vale: Þ Ô ª ¬ ¬ ¬ ou | |=B. Neste intervalo. é necessário o aparecimento de uma diferença de potencial. desloca-se com velocidade constante ao longo de um trilho horizontal. descrevendo um círculo de diâmetro de 40cm no plano xy. a mesma espira se encontra próxima de uma outra espira.v numa região com campo magnético “B”.L.L. há uma espira metálica. 03. de 1cm de comprimento. preso a um carrinho. existe somente quando o ímã está dentro da espira. t intervalo de tempo. Pode-se afirmar que. Na situação 2. o deslocamento da barra é: S=v. percorrida por uma corrente “i”. t Conseqüentemente.

0V 04. 05. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 283 (A) (B) (C) (D) deslocar-se ao longo do eixo x. Escolha a opção que descreve uma situação coerente com a Lei de Faraday. é correto afirmar que. girar em torno do eixo x. deslocar-se ao longo do eixo y. quando o anel movimentar-se como indicado na figura.FÍSICA II Vestibular O eixo do ímã (eixo x) é perpendicular ao plano do aro (plano yz) e passa pelo seu centro. (E) aparece corrente induzida apenas na espira A. (D) Haverá uma corrente induzida no sentido DABC. quando o fio AD se movimentar para a esquerda. Duas espiras. é correto afirmar que: (A) não aparece corrente induzida em nenhuma das espiras. Quando a intensidade da corrente aumenta. Utilizando-se a Lei de Faraday.0A. (B) aparece uma corrente induzida no sentido horário na espira A e no sentido anti-horário na espira B. (C) Haverá uma corrente induzida no sentido CBAD. 07. O fio AD é móvel. quando o fio AD se movimentar para a esquerda. constante. o amperímetro indicará uma IVF2M30 . está colocado um circuito ABCD com um amperímetro no ramo BC. Próximo a um fio longo e retilíneo em que circula uma corrente constante de 8.105V (E) 10. Um condutor flexível é disposto de tal forma que apresenta um trecho circular em uma região que contém um campo magnético uniforme e constante. (C) nas duas espiras aparecem correntes induzidas no sentido horário. pois o campo magnético é formado somente no lado direito. Um anel móvel é montado de tal forma que. estão próximas de um fio percorrido por uma corrente I variável.52V (D) 0.0V (C) 0.5T. pois o campo magnético é formado somente no lado esquerdo. quando o fio AD se movimentar. Não aparecerá corrente na espira. perpendicular ao plano que contém o trecho circular mencionado e saindo do plano da figura. podendo mover-se para a direita ou esquerda sem perder o contato elétrico. (B) Haverá uma corrente induzida no sentido BCDA. A tensão induzida nos terminais do condutor é de: (A) 0. se ela: Esse condutor está imerso num campo magnético radial de módulo igual a 0. (D) aparece corrente induzida apenas na espira B. A e B. quando o fio AD se movimentar para a direita. (A) Haverá uma corrente induzida no sentido ABCD. quando se move com velocidade v. o raio da circunferência poderá aumentar ou diminuir. isto é.017V (B) 1. quando o fio AD se movimentar para a direita. girar em torno do eixo y. (E) Não haverá corrente induzida. A figura mostra um ímã e um aro circular. provoca a mudança do comprimento do condutor disponível para o trecho circular sem modificar a sua forma. 06.

sendo de 3. é correto afirmar que. conforme a figura A. nenhuma força adicional de atrito.100 T 01. 02. Justifique suas respostas. fixando-se uma bobina (figura B). tanto quando o ímã se aproxima como quando se afasta da espira. como mostra a figura abaixo. conforme a figura a seguir: 08. ora de Q para P. mantida na posição horizontal.00 m/s.00 . Use a Lei de Faraday-Lenz e mostre por meio de diagramas: IVF2M30 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Nessas condições. durante o movimento oscilatório. Uma barra metálica de comprimento L=50. apenas quando o ímã se aproxima da espira. Ocorre. oscilante. 284 . então. sem. fechando-o. disposta verticalmente. A resistência do circuito é R = 3. b) A direção e o sentido da força exercida sobre o ímã devido ao surgimento da corrente elétrica. no sentido de A para B. Considere os experimentos: Experimento 1 Um carrinho de material isolante é colocado sobre trilhos e preso a duas molas. Vestibular 09. O pólo norte do ímã está dirigido para baixo e a trajetória do ímã é vertical e passa pelo centro da espira. nem quando se afasta da espira. Experimento 2 O experimento é repetido.225 T 0. de Q para P. atravessa uma espira condutora retangular ABCD. no sentido de B para A.75 x 10–3 N a intensidade da força constante aplicada à barra. o ímã penetre no interior da bobina. diminuindo gradativamente de amplitude até o repouso. a) O sentido da corrente induzida na espira no momento ilustrado na figura. O conjunto é deslocado 20cm à direita. (C) tem-se uma corrente elétrica induzida. Isto faz com que. para mantê-la em movimento uniforme com velocidade v = 2.150 T 0.0cm faz contato com um circuito. Sobre ele é fixado um ímã. em seguida liberado. (B) tem-se uma corrente elétrica induzida. G é um galvanômetro ligado à bobina. no sentido de A para B. portanto. A área do circuito é perpendicular ao campo de indução magnética uniforme B. tocá-la. (E) tem-se uma corrente elétrica induzida. em forma de barra. no entanto. ora de P para Q. (D) tem-se uma corrente elétrica induzida. Um ímã. o módulo de B é: (A) (B) (C) (D) (E) 0. um movimento oscilatório. tanto quando o ímã se aproxima como quando se afasta da espira. no sentido de A para B. Um ímã permanente cai por ação da gravidade através de uma espira condutora circular fixa.FÍSICA II corrente: (A) (B) (C) (D) de P para Q. devido às forças de atrito.200 T 0. apenas quando o ímã se afasta de espira. nula. Nessas condições.300 T 0. não havendo. na espira: (A) não aparecerá corrente elétrica induzida nem quando o ímã se aproxima.

50m. é colocada uma haste condutora móvel. IVF2M30 .FÍSICA II (C) Vestibular (D) Analise as proposições: I – O experimento 2 proporcionará o aparecimento de uma corrente induzida na bobina. O diagrama. saindo perpendicularmente do plano xy. penetrando perpendicularmente no plano xy.50m/s. aproximando-se do eixo dos y com velocidade constante. Sobre ela. O gráfico I representa o fluxo do campo magnético que passa através de uma espira. para uma região onde existe um campo magnético uniforme B = 0. O ponto P é um ponto do plano xy. a seguir. é: (A) (B) PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (E) (D) II e IV (E) Somente I 285 04. mas sim um campo elétrico penetrando no plano xy e fazendo 45o com o mesmo. no segundo quadrante. na bobina.20m e b = 0. Esta figura mostra uma espira retangular. Enquanto a haste está em repouso. representa uma peça condutora abcd em forma de U. em P: (A) aparecerá um campo magnético. em contato elétrico com a peça. (B) aparecerá um campo magnético. (D) aparecerá um campo magnético. pode-se afirmar que. (E) não aparecerá campo magnético. em função do tempo. de lados a = 0. IV – O tempo para o sistema entrar em repouso no primeiro experimento é o mesmo que no segundo experimento. não há no primeiro quadrante campo elétrico ou magnético. 05. penetrando no plano xy e fazendo 45o com o mesmo. III – A presença de bobina dará origem a forças magnéticas. Em todo o segundo quadrante atua um campo magnético uniforme. O diagrama que melhor representa a força eletromotriz induzida na espira.10T. saindo do plano xy e fazendo 45o com o mesmo. Quando a haste for movimentada para a direita no plano xy. saindo do plano xy e fazendo um ângulo de 45o com o mesmo. contida no plano xy. de uma corrente induzida sempre no mesmo sentido. com velocidade constante v = 0. sendo empurrada. II – O experimento 2 proporcionará o aparecimento. Está correta ou estão corretas: (A) Somente II (B) I e IV (C) I e III 03. diminuindo o tempo para o sistema entrar em repouso relativamente ao experimento 1. entrando no papel. (C) aparecerá um campo magnético.

3s. Determine a velocidade máxima e constante adquirida pela barra após algum tempo. 06. Desafio Uma barra de comprimento . 09.FÍSICA II Vestibular 1 – Considerando-se o instante mostrado na figura: (A) Indique o sentido da corrente induzida na espira.1m de comprimento e se desloca à velocidade de 90km/h numa região onde o campo magnético da Terra vale 55 T. (B) Determine o valor da força eletromotriz induzida na espira. olhando da esquerda para a direita. determine o tempo durante o qual será percorrida por corrente induzida a partir do instante em que começa a entrar no campo magnético. faça uma estimativa do seu valor máximo.m. Um automóvel tem uma antena de rádio de 1. Justifique sua resposta. 286 . (A) Explique por que a f. O gráfico a seguir mostra como varia com o tempo o fluxo magnético através de cada espira de uma bobina de 400 espiras. Existe f.e. O circuito fica fechado em sua parte inferior. (B) Determine a máxima f. massa m e resistência R desliza sem atrito. separadas por uma distância d. (A) Qual é o sentido da corrente induzida na espira menor? (B) Determine a direção e o sentido da força (caso ela exista) que atua sobre a espira menor. verifica que surge repentinamente na espira maior corrente i crescente fluindo em sentido horário devido à ação de uma bateria não indicada na ilustração. Duas espiras condutoras. 07. como indicado na figura.m. IVF2M30 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO O olho do observador coincide com o eixo. estão dispostas ao longo de um mesmo eixo de simetria. induzida na bobina. O observador. que foram enroladas próximas uma das outras para se ter garantia de que todas seriam atravessadas pelo mesmo fluxo.e. O plano dos trilhos forma um ângulo com a horizontal e existe um campo magnético uniforme vertical B em todos os pontos desta região. 08. descendo apoiada em dois trilhos condutores paralelos de resistência desprezível. 2 – Sabendo-se que a espira atravessa completamente a região onde existe o campo magnético.1s e 0.m. uma vez que os trilhos são ligados por meio de um condutor. induzida na antena? Em caso afirmativo.e. conforme mostra a figura. induzida na bobina é zero entre 0.

CAPACITÂNCIA DE UM CONDUTOR ESFÉRICO Suponha um condutor esférico eletrizado com a carga Q em um certo meio: Podemos calcular sua capacitância pela expressão: Ý= Ï Ï Î = = Ï µ Ê µ Î CONTATO ENTRE CONDUTORES ELETRIZADOS Considere dois condutores de capacitâncias C1 e C2 eletrizados com cargas Q1 e Q2.Capacitores CAPACITÂNCIA ELETROSTÁTICA Considere um condutor neutro. ou seja. pois. com potenciais elétricos V1 e V2. Considere-se o gráfico abaixo da carga transportada a um corpo em função do potencial adquirido: A área destacada representa o trabalho realizado para levar o condutor do estado neutro até o estado final eletrizado com a carga Q e o potencial V adquirido: CAPACITORES OU CONDENSADORES Os condutores eletrizados estudados anteriormente não manifestam grande capacidade de armazenamento de cargas. cessando o movimento de cargas. vamos ligá-los através de um fio condutor de capacitância desprezível: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO ENERGIA ELETROSTÁTICA ARMAZENADA EM UM CONDUTOR ÛÐ Ï Ê î Ïî îÝ ï Ý Êî î Colocando-os em contato através de um fio de capacidade desprezível. até que os condutores atinjam o equilíbrio eletrostático. Ela mede a capacidade que um condutor manifesta de armazenar a carga elétrica em sua periferia. Ý= Ï Ê A unidade de medida de capacitância no SI é o farad (F). adquire um potencial elétrico V. adquirem potencial muito alto. O gerador retira elétrons da placa até que ocorra o equilíbrio com o pólo positivo: 287 IVF2M31 . O trabalho realizado para levá-lo do estado neutro até o estado final eletrizado está armazenado na forma de energia potencial. se ele for eletrizado com uma carga Q. Supondo-se que esses condutores estejam bem afastados. pois. dizemos que os condutores atingiram o mesmo potencial elétrico. Verifica-se que. se um condutor eletrizado é colocado em presença de outro condutor neutro. Seu nome é capacitância. o que permite um ganho de cargas ao primeiro que restabeleça o potencial diminuído. quando para cada coulomb de carga armazenada ele adquire um potencial de 1 volt. Um condutor tem uma capacitância de 1 farad. o potencial passa a ser 2V. este último ocasiona a diminuição do potencial do primeiro. Se a carga for 2Q . Considere-se um condutor carregado com uma carga Q e com potencial V. Nessa condição. O fenômeno da indução é capaz de aumentar a capacidade de armazenar cargas. a carga armazenada por um condutor e o potencial adquirido são grandezas diretamente proporcionais. A constante de proporcionalidade entre essas duas grandezas é uma característica do condutor e depende também do meio no qual ele se encontra. Suponha uma placa condutora A ligada ao pólo positivo de um gerador que lhe fornece o potencial inicial VA. mesmo com uma pequena carga armazenada. o que causa sua descarga com muita facilidade através do ar ao seu redor. as cargas se redistribuirão devido à ddp.

A figura abaixo mostra um capacitor plano carregado com uma carga “Q”: IVF2M31 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO ß Ü A constante de proporcionalidade é chamada de permissividade absoluta do vácuo e seu valor em unidades do sistema internacional é 8. por exemplo. temos: Ý»¯ Ýï Ýî Ýï Ý î Ou ainda para n capacitores iguais em série: Ý»¯ = Ý ² 288 . porém de sinais opostos. separadas por uma camada de um material isolante. VG = V1 + V2 + V3. a ddp aplicada ao sistema é a soma das ddps dos capacitores associados. ð Note-se ainda que. vamos considerar como o vácuo. Série Nesse tipo de associação. Os capacitores são constituídos por duas placas condutoras separadas (armaduras). ao carregar o capacitor. todos os capacitores apresentam.d. Na associação em série. a placa A consegue armazenar uma maior quantidade de cargas sem descarregar. temos: Ý ð Dessa forma.8 x 10–12 F/m: øµ ð ï ì ç ïðç Ò ³î ñ Ýî ÷. O gerador. vem: ï Ý»¯ ï Ýï ï Ýî ï Ýí Para dois capacitores em série. Assim sendo. Isso nos dá: Ï Ý»¯ Ï Ýï Ï Ýî Ï Ýí Para calcular a capacitância equivalente da associação. A medida da capacidade que um capacitor manifesta em armazenar cargas elétricas é a sua capacitância. ou seja. entre as placas de um capacitor plano. Os capacitores ou condensadores são dispositivos que têm por finalidade armazenar energia elétrica. por indução. formase um campo elétrico uniforme e sabemos que a ddp nesse campo se calcula por E. para atender às necessidades de certos tipos de circuito. Portanto. ligada à terra .FÍSICA II Se da placa condutora A for aproximada uma outra placa condutora. que são carregadas por cargas de mesmo módulo. como a figura: CAPACITOR PLANO Este capacitor é formado por duas placas condutoras paralelas. a mesma carga elétrica. fornece-lhe energia potencial elétrica que pode ser utilizada pelo circuito. calculada em geral pela razão entre a carga Q armazenada na armadura positiva (convenção) e a ddp absoluta entre as placas. ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Os capacitores também podem ser associados em série e em paralelo. como já ocorreu com os resistores e geradores. devido à indução essa outra placa fica negativa. separadas por um material isolante chamado de dielétrico. é dada por: ÛÐ ï Ý Êî î Simbolizamos um capacitor por traços paralelos de mesmo comprimento. inicialmente. Depende ainda da natureza do isolante (dielétrico) entre elas que. diminuindo o potencial elétrico de A. como no condutor. essa perda faz com que mais elétrons da placa A sejam transferidos para o gerador até que o equilíbrio eletrostático seja restabelecido: Vestibular A capacitância de um capacitor plano é diretamente proporcional à área A das suas armaduras e inversamente proporcional à distância entre elas. Ý= Ï ø º¿®¿¼÷ Ê A energia elétrica armazenada pelo capacitor.

é carregado através da aplicação de uma ddp de 1000V entre suas armaduras. portanto. porém. As armaduras positivas estão todas conectadas entre si. se ligarmos um fio metálico entre eles? 04. V = C1 . (A) (B) (C) (D) 07.0 x 103 V.FÍSICA II Paralelo Nesse tipo de associação.05 F estão eletrizados com cargas respectivamente iguais a Q1 = 10 C e Q2 = –4. pede-se: (A) o valor do raio. (C) a energia potencial eletrostática armazenada. (B) a nova carga de cada um. bem afastados um do outro. quais serão as novas cargas de cada condutor. (B) a energia armazenada no capacitor. a energia potencial elétrica da associação. de acordo com sua capacitância. Observe o circuito abaixo: 289 A expressão abaixo permite calcular a capacitância equivalente da associação: A carga elétrica armazenada. a ddp da associação. 03. Dois condutores. com o mesmo potencial e o mesmo acontece com as armaduras negativas: Vestibular A carga Q total fornecida à associação se divide entre os capacitores. (A) (B) (C) (D) 06. determinar: (A) o potencial de equilíbrio. podemos afirmar que: QT = Q1 + Q2 + Q3 Ceq . todos os capacitores estão sujeitos à mesma ddp. Estando o primeiro eletrizado com uma carga QA = 12 pC e o segundo neutro. de forma que RA = 2 R B. a capacitância do capacitor equivalente. a capacitância do capacitor equivalente.010 F e C 2 = 0. V + C2 . Um capacitor. V + C3 . quando estabelecemos entre A e B a ddp de 22V.0 C . vale 100 F (10-9 F) e seu potencial elétrico 1. no vácuo. 05. é: IVF2M31 . a energia potencial elétrica da associação. determine: a carga e a ddp em cada capacitor. Três capacitores são associados conforme a figura: PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Ceq = C1 + C2 + C3 Aplicando-se entre A e B a ddp de 6 V. 02. Considerando-se o completo isolamento do condutor. (B) a carga elétrica do condutor. de capacitâncias C1 = 0. Ligando-os por um fio metálico. cuja capacitância é 20 F. Três capacitores são associados. determine: a carga e a ddp de cada capacitor. a carga da associação. Determine: (A) a carga total adquirida por cada uma das armaduras. Têm-se dois condutores esféricos A e B com raios RA e RB. V 01. A capacitância de um condutor esférico. conforme a figura: Fornecendo-se a associação à carga de 10 C.

de constante dielétrica cinco vezes maior do que o do ar. Pede-se: (A) a capacitância equivalente da associação. por um gerador de tensão constante e igual a 1000V. A energia armazenada pela associação de 3 capacitores de mesmo valor nominal.0 x 103V. e a outra. separadas pela distância d = 0. Dispomos de um capacitor plano. Aplica-se uma ddp de 103V aos terminais AB do sistema abaixo: Determine a energia potencial elétrica armazenada na associação. 0 = 8. (C) a energia potencial elétrica da associação. Duas placas metálicas paralelas Q e P isoladas. Determinar a carga elétrica armazenada no capacitor da figura abaixo: 02. (B) a área (A) de cada armadura. é 0. sendo dada a permissividade absoluta do vácuo.8 x 10-12 F/m.8 x 10-12 F/m . e permanecendo constante a carga das placas. qual será a diferença de potencial nessa nova situação? . como ilustra a figura a seguir. são eletrizadas com . planas e paralelas. 03. 06. 01.50cm. a vácuo. Carregado. separadas pela distância de 0. armazenou uma carga elétrica Q = 8. quando há ar seco entre as placas. (A) Determinar sua capacitância.8 x 10-8C: Determinar: (A) sua capacitância. determine a diferença de potencial máximo que o capacitor pode suportar. Um capacitor é feito de duas placas condutoras. A diferença de potencial entre as placas é de 200V.5mm e com ar entre elas. (C) a intensidade do campo no seu interior. Um capacitor plano a vácuo tem armaduras de área A = 0.0 F são associados em série e lhes é aplicada uma tensão de 12V: IVF2M31 PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO (B) Sabendo-se que o máximo campo elétrico que pode existir no ar seco sem produzir descarga é de 0. um de 3. A diferença de potencial entre elas vale 100V. (B) a carga de cada capacitor.8 x 106 volt/metro. É dada a permissividade absoluta do vácuo: = 8. 05.1 J: A capacitância de cada capacitor é: F F F F F (A) (B) (C) (D) (E) 10 15 20 25 30 07. Dois capacitores. (B) Determinar a carga armazenada sob ddp de 1.0 x 10–7C: uma negativamente. positivamente. cujas armaduras têm área (A) e estão distanciadas uma da outra em d = 2.10m2. mostrada a seguir. 290 (A) Substituindo-se o ar contido entre as placas por uma placa de vidro.FÍSICA II (A) (B) (C) (D) (E) 22 33 44 66 88 C C C C C Vestibular 08. 0 04. uma carga de 1.0 F e o outro de 6.0cm.

Três esferas condutoras de raio R. a intensidade da corrente elétrica no resistor aumenta. entre 0 e 2T segundos. com quantidade de cargas iguais a – 15 C. sendo d2 o máximo afastamento: Vestibular PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Dados: Capacitância em t = 0: 1 F. mantendo-a paralela e em projeção ortogonal à placa fixa. 291 Esboce os gráficos da tensão v(t) e da carga q(t) no capacitor. 08. Um capacitor de placas paralelas está carregado com +1 C. IVF2M31 . uma das placas é afastada da outra.FÍSICA II (A) Determine a energia elétrica armazenada nas placas. 09. diminui. em movimento uniforme. Nessa situação. faz-se a distância entre elas variar. em microcoulombs. ou não se altera? Justifique sua resposta. havendo entre as placas uma distância de d1 metros. Área de cada placa: Am2. (B) Considere que um resistor de 50 é usado para ligar uma placa à outra. até que o sistema atinge completo equilíbrio. conforme o gráfico a seguir. As esferas são então interligadas por fios metálicos de capacitância desprezível. determine o valor da quantidade de carga. estão muito afastadas entre si. respectivamente. – 30 C e +13 C. da esfera de raio 3R. À medida que as placas se descarregam. Em certo instante. e. 3R e 5R e eletrizadas. (C) Determine a quantidade total de calor liberado no resistor durante o processo de descarga das placas.

Letra A. Letra B. Letra B. 1. Letra E. Letra C. (A) V = 50 L (B) t = 250 s 5) Letra A. 77K. 657 1B1V1M1 . 1. Letra E. PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO FÍSICA 1 5) Letra C. Exercícios Propostos 1) Letra B. Exercícios Propostos Letra D.6 cm Exercícios Propostos Letra B. 8. MÓDULO 02 1) 2) 3) 4) 5) 1) 2) 3) 4) 5) Exercícios de Fixação Letra D. Letra E. 1. Letra D. Letra D. Letra C. Letra C. Letra E. Letra B. MÓDULO 04 1) 2) 3) 4) 5) 6) 1) 2) 3) 4) 5) 6) Exercícios de Fixação Letra B. Letra D. Exercícios Propostos Letra E. Letra C.4 x 102 g. Letra E. Letra E. Letra A. Letra E. Letra B.002 m Letra E. Letra E. Letra C. Letra A. Letra A. Letra C. = . Letra D. Letra A. Letra B. Exercícios Propostos Letra C. Letra A. Letra E.4 x 103 kg.505 g/cm3. Letra C. Letra C. Letra C. MÓDULO 05 1) 2) 3) 4) 5) 6) 1) 2) 3) 4) 5) 6) Exercícios de Fixação Letra E. Letra A. Letra D. MÓDULO 03 1) 2) 3) 4) 5) 1) 2) 3) 4) Exercícios de Fixação (A) – 195oC (B) – 319oF Letra C. Letra A. Exercícios Propostos Letra A. Letra A. Letra B. MÓDULO 06 1) 2) 3) 4) Exercícios de Fixação Letra E.MÓDULO 01 1) 2) 3) 4) 5) 6) 1) 2) 3) 4) 5) Exercícios de Fixação Letra C.

9) Letra B.5 atm 3) Como a pressão é diretamente proporcional à temperatura e esta aumenta. 7) 1. 6) Letra A. 2) 87o C 3) 177o C 4) Letra E.2 L (B) 1 atm 5) Letra B. 4) (A) A B Q + + – W + 0 – U + – B C + C A (B) – 6. 6) Letra A.2 cal/g Letra A. 2) (A) 250 K (B) A pressão do gás. 8) Letra A. 4) Letra B. Exercícios Propostos 1) Letra C. Exercícios Propostos 1) (A) T = 0 (B) 12 J 2) Letra B.6 K 8) Letra D. 10) (A) 8 J (B) 1 J/go C MÓDULO 10 Exercícios de Fixação 1) C 2) C 658 . 3) Letra C.6 K (B) 600 J (C) 292. 3) Letra E. 5) 75% da massa inicial. 9) Letra E. 10) (A) 2 atm (B) 27o C MÓDULO 08 Exercícios de Fixação 1) Letra D.5 . Exercícios Propostos 1) 10% 2) 4.95 x 107cal L = 79. 6) V = 3 7) Letra C. 10) Letra B. então a pressão também aumentará. 9) Letra B. 106 J 5) (A) QI > QII (B) 80 J 6) Letra B. 7) Letra A. 10) Letra C. 10) Letra A. 6) Letra B. 4) (A) 1. 3) Letra E. 9) Letra D.Gabarito 2) 3) 4) 5) Q = 7. GABARITO PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO MÓDULO 09 Exercícios de Fixação 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) Letra A. 104 J Q2 > Q1 T 1 > T2 Letra C.0 . 7) (A) nula (B) 6 J 8) Letra A. 5) Letra E. 2) Letra D. 4) Letra C. 8) Letra C. 10) Letra B. Letra D. (A) 292.25 T 8) Letra B. 8) 87o C 9) A queda da temperatura fez a pressão interna diminuir em relação à externa. 9) Letra D. Letra C. fazendo com que a bola ficasse murcha. 5) Letra A. VESTIBULAR MÓDULO 07 Exercícios de Fixação 1) Letra E. W = Q = 4. 7) Letra A.

3 s (subida) 9) 2. 659 GABARITO .5 h MÓDULO 11 Exercícios de Fixação 1) 1.Gabarito 3) B 5) C 7) (A) 50 km/h (C) 60 km/h 8) 50 km/h 4) 80 km/h 6) 60 km/h (B) 80 km/h 9) 2) 4) 6) C (C) 80 m 3) (A) Vestibular (B) Vmáx = 400 m/s Hmáx = 12000 m Exercícios Propostos 1) E 3) D 5) E 7) I – a. 1) 3) 5) 7) 9) Exercícios Propostos 25 s C D A (A) 15 h MÓDULO 12 1) 2) 3) 5) Exercícios de Fixação (A) 18 km/h/s.3 h e ïðð Km/h 2) (A) 3 min í 3) E 5) D 7) B 9) D 11) C (B) 10 Km/h 4) B 6) E 8) C 10) B (B) 35 m. 5 m. II – e 8) (A) 2 s (subida).5 m/s 8) B 10) E 12) E 2) 4) 6) 8) 10) 4 m/s2 e 18 m 4 m/s2 e 50 m C 20 m/s e 2 s A (B) 70 m 2) 4) 6) 8) (B) 90 m B 15 min 10 km 2cm/h (B) 1 m/s2 (B) zero 4) E (B) 5 m/s 9) A 11) C MÓDULO 14 1) 3) 5) 7) 9) (B) (B) 4) (B) 90 m d’ < d (A) –5 m/s2 (B) d’ > d 40 m/s e 800 m Exercícios de Fixação 30m E 2 .0 m/s 5) 80 s 7) a) 10 s 8) C 10) D 11) (A) 60 pessoas. 105 s 3) 5. 7) (A) 2.0 m 8) A 5) 7) 9) D C 20m MÓDULO 13 2) 4) 6) b) 9) 36 s 17 m 16 s 300 m B Exercícios de Fixação 1) 1 m/s2 e 2. 5m/s2 (A) 3 m/s2 50 m (A) 6) 15 m/s 7) B 8) B Exercícios Propostos 1) 80 m/s 2) (A) 4 s PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 80 km/h D D (B) 4 s 10) A 4) C 6) 4. 104 m/s2 B A 2) 4) 6) 8) C 104 m/s2 D E Exercícios Propostos 1) 0.5 m 3) 77 m 5) E 7) B 9) 3600 km/h 11) D Exercícios Propostos 1) (A) 6 s 2) (A) 5 voltas 3) E 5) A 6) Não ocorre colisão. 15 m. 25 m.28 .

esquerda. II) 30N 4) E T3 < T2 < T1 a) 100N b) 6cm 1kg Ú = î.0 x 104N. 6) B (B) 50N 11) B 2) 15o/h e /12 rd/h 4) B (B) bT/a 8) D Exercícios Propostos 700N (vertical para cima) E I) B. O módulo é 90N. (B) 12N 5) Paralela ao plano para cima.2m C (A) 30kgf. esquerda. 1. (B) 0. Inclinada de 45o com o sentido do deslocamento Ê 9) x = 1/18m.5 m/s c) 2 m/s2 5) (A) 0.6 x 103N.Gabarito VESTIBULAR MÓDULO 15 Exercícios de Fixação 1) A 3) A 5) A 7) A 1) 3) 5) 7) 8) Exercícios Propostos B A E (A) 20 m/s 24s 2) D 4) D 6) 4 m/s MÓDULO 16 1) 3) 5) 7) Exercícios de Fixação B C D B Exercícios Propostos 1) b = 3 m e d = 4 m 3) D 4) (A) 1. y = 2/9m 13) 5m 2) 2 pedaladas/s 4) A 6) B MÓDULO 20 Exercícios de Fixação 1) A 3) A 5) (A) 1 (C) 4 6) B 7) D 2) C 4) A (B) 2 (D) 3 Exercícios Propostos 1) Vertical. (B) 2000N. 6) 280N 7) C (B) horizontal. Ação e reação. para cima e de módulo 160N 2) |f| = |f’| MRU – resultante nula. 660 . (B) retardado. 7) C 8) (A) Para depois do sinal.6 s 6) C 8) C MÓDULO 17 Exercícios de Fixação 1) E 3) 2 5) C 6) (A) 2 a/T 7) B Exercícios Propostos 1) C 3) D 5) B MÓDULO 18 Exercícios de Fixação 1) A 2) E 3) D 4) (A) horizontal para a direita. (A) zero D (A) 320N 0.8 s Exercícios Propostos 1) E 2) B 3) (A) horizontal para a direita (B) 5N 4) 5/3 5) |f1| = |f2|. GABARITO PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 2) C 4) D 6) B (B) 0. 9) (A) horizontal para a esquerda.36 m 7) 1675 m Exercícios de Fixação Peso. 6) (A) horizontal. MÓDULO 19 1) 2) 3) 4) 5) 7) 8) 2) B 4) B 6) C 2) B (B) zero. 1. (C) 200N 9) B 10) D 12) E 1) 2) 3) 5) 6) 7) 8) (B) mg (B) Vertical para baixo (320N).

(B) 650N.0m/s2. de módulo 6. (B) 5. 7) (A) horizontal. B 8) 14 m/s Exercícios Propostos D C 10 m/s 1. (B) èðð î Ò.0N. 2) C.0N D C Exercícios Propostos A 30N B (A) Demonstração 90 km/h 45o PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 5) 7) Exercícios Propostos 1) (A) 1. (B) 110kgf. para a direita e de módulo 6. a situação é contrária. (B) 15250N. inclinada de 45o acima do solo e para a direita. 7) (A) 5250N. (C) 32N. 3) E.5 kg. 3) a) 10 m/s.6 · 104 W 40 m/s 2) D 8) 30 m/s 10) A 2) 4) 6) B 40N A MÓDULO 25 1) 2) 4) 5) 6) 2) 4) C 10 m/s Exercícios de Fixação a) 10 m/s. (B) . (B) 103 J.Gabarito 3) (A) 30N. b) 20 m/s. (B) horizontal. (B) Não. Vestibular MÓDULO 23 1) 3) 4) Exercícios de Fixação E 2) D A força exercida pelo atleta. (A) 4. vertical e para cima. (B) 30N. vertical e para cima. (A) W1 = W2.1 kgf (vertical para baixo) MÓDULO 24 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) 1) 3) 5) 7) 9) Exercícios de Fixação (A) 103 J. Com a garotinha. para a direita e de módulo 2. mas o braço de alavanca é pequeno. 9) (A) Demonstração. 4) (A) èðð î Ò.25 J. (B) 0. (B) saladeira e centro da Terra. inclinada de 45o abaixo do solo e para a esquerda aplicada no solo. B 6) B A 10) D MÓDULO 21 Exercícios de Fixação 1) 80N 2) (A) para cima e igual a 2. 7) Uma vez. (B) 5. 6) (A) horizontal.0s (D) 15m/s Exercícios Propostos A B (A) 80N. para a esquerda e de módulo 2. (B) 36 cm/s para a direita 2) 500N 3) C 4) E 5) B 6) C 7) C 8) C 9) A 10) (A) Demonstração (B) 2 11) B 12) (A) T = 625 N (B) RY = 75 N 13) NA = 2. C Igual (independentemente da trajetória). a) 2 g. 200 N/m. 8) (A) 2. para a esquerda. 3) C 4) D 5) B 6) No primeiro caso.0m/s2 (C) 3. D (A) 5. MÓDULO 22 1) 3) 5) 7) 1) 3) 5) 6) 7) 9) Exercícios de Fixação C 8. (B) 240N. de forma a aumentar o momento produzido pelo seu peso e compensar o aumento de momento produzido pela força de atração elétrica. (B) 250N.0 m/s2. A. para cima e de módulo igual a P.05 8) E Exercícios Propostos 1) E. 1) 3) 5) 6) 7) 8) 2) A 4) E (B) 0.3s. (A) 25m/s2. 9) T = 500N. 4) a) 2500 N/m. 8) |f’| > |f|. b) 3000 J. 9) (A) 40kgf.5m/s2. Mais afastado.0m/s2.0N. b) 20 m/s. b) mg. (A) 7. 5) (A) vertical.0N e aplicada em B. 661 GABARITO . (B) horizontal. 0. (B) 4000 J. por T1 < T2. pode subir acelerado ou descer retardado.0N.

10) C. 8) A. 4) D. b) 6 m/s. 3) a) 6 s. c) 36 J. 3) 400 N/m2.6 g/cm 2 8) C 10) 3 12) C MÓDULO 30 2) 2. a) 1. b) 15/13. E. b) elástica. E. Exercícios Propostos a) horizontal para direita (de dentro para fora).0 N 7) a) 0. 10) E. 6) A. C. A.6 kgm/s. 4 g/cm 5) A. 2) 4) 6) 8) VESTIBULAR MÓDULO 26 Exercícios de Fixação 1) a) 9. D. a) 1/2. 2) 4) 6) 8) B. 3) B. 4) a) 1. 5) 7) 9) D. 9) D. 6) 350 kgm/s. 8) E. c) 5 cm. 3. Exercícios de Fixação 1) a) L2 M T–2 c) L2 M T–2 e) L M T–1 g) L–1 M T–2 i) L0 M0 îT–1 ³ª 2) Ú = Î 4) L3 M–1 T–2 3 M–1 T–2 6) L Exercícios Propostos 1) E b) L2 M T–2 d) L2 M T–3 f) L M T–1 h) L3 M T0 j) L2 M T–2 ³ 3) Ú = ¸ ¹ ª 5) L M–1 T–2 7) B 2) C 662 . A. E. MÓDULO 27 Exercícios de Fixação 1) A. A. 7) B. 1) b) ðô î ³ ñ -. C. 2) E. 5) A. 2) E. A. MÓDULO 29 1) 3) 4) 6) 8) Exercícios de Fixação D a) 1.5 x 105 N/m2 A B C 2) PA < PC < PB b) zero 5) B 7) E 9) Ûï Ûî Ûí 2) 4) 6) b) 9) 11) 13) B ¼Ø ¼ Ü A 200 g D A 700 g b) 20 cm. b) 7 Mg e consegue. 7) a) h = 3R. b) 4500 N. 6) B. Exercícios Propostos 1) E 3) A 5) 4. 8) C. 8) 1800 N/m. 11) E. C. 1) 3) 4) 6) 7) 8) Exercícios Propostos C. Exercícios de Fixação 1) E 3) Î î ï 5) E 7) E Exercícios Propostos 1) D ïîï 3) íîð 5) B 7) C 9) E 2) 4) 6) 8) E 10 m/s2 E B 50 N B A A 2) 4) 6) 8) MÓDULO 31 b) è ¹¼ 9) 20 cm. 6) 30o. D. 7) 5/4. 4) A. 7) C. Exercícios Propostos 1) a) 400 N. 400 m/s. MÓDULO 28 1) 3) 5) 7) 9) Exercícios de Fixação B. 5) A. c) 5/11. 5) D.Gabarito 5) a) 4MgL. 3) 4800 N. 2) D. A. C. GABARITO PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO b) 320 N.

Exercícios Propostos 1) a) Situação 1: espelho esférico convexo.4 . Letra C. 1. Letra E. Letra A. Exercícios Propostos Letra E. 80 cm Letra D. Letra E. Letra B. B 4) 9h e 40 minutos 5) 1. 1) 2) 3) 4) 5) Exercícios Propostos Letra D.0 m Letra A. direita e do mesmo tamanho. Exercícios Propostos 1) Letra D. Letra E.5 m Vestibular MÓDULO 01 1) 2) 3) 4) 5) 1) 2) 3) 4) 5) Exercícios de Fixação 60 m Letra E. Letra C. MÓDULO 03 1) 2) 3) 4) 5) 1) 2) 3) Exercícios de Fixação Letra D. mas o campo visual é maior do que aquele que seria obtido com os outros tipos de espelho. A imagem é virtual. Letra E. Letra C. Letra B. Letra A. provocando sombra e penumbra que podem ser projetadas na Terra. A explicação é a mesma do item anterior.0 m Exercícios Propostos 36o Letra B. A imagem obtida é virtual.Gabarito 3) 5) 6) 7) C 4) Kg/ m/s E ª = µ ¹Ø. onde k é uma constante. Letra D. 5. Letra D. A lua se coloca entre o Sol e a Terra. Situação 3: espelho plano. direita e maior. Letra C. Letra E. 4) 7 5) 45o MÓDULO 04 MÓDULO 05 1) 2) 3) 4) 5) 1) 2) 3) 4) 5) Exercícios de Fixação Letra A. (B) 20m/s para direita. MÓDULO 06 2) 3) 4) 5) 6) Exercícios de Fixação Letra D. Letra A. Lua e Terra.5 . Letra A. 2) (A) 10m/s para direita. (B) Anteparo = Terra. 10 m PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO FÍSICA 2 1) 2) 3) 4) 5) Exercícios de Fixação H/2 4. 663 GABARITO . Letra E. fonte = Sol e obstáculo = Lua. 1. Letra B. 109 m Letra B. Situação 2: espelho esférico côncavo. (A) Sol. direita e menor. Letra C. A imagem obtida é virtual. 108 km 400 m MÓDULO 02 1) 2) 3) 4) Exercícios de Fixação Letra A. 3) Letra D. Exercícios Propostos 32m Letra B. (C) 50m/s para direita. Letra E. 4) Letra E.0 m 8. Letra D.

50 cm 4) Letra C. 3) 10 cm GABARITO PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Exercícios de Fixação 1) f = 16 cm e lente colocada a 80 cm do objeto e a 20 cm da imagem. Letra A.0 m 8) D 1) 3) 4) 5) 6) 7) 2) E b) f = 4.50 di MÓDULO 10 MÓDULO 11 1) 3) 5) 7) 1) 3) 5) 7) Exercícios de Fixação C 10 cm e A.5 di. Letra B. A imagem vista pelo índio está acima do peixe real.50 m b) convergente. Letra D. Letra D.0 mm / tipo do espelho: esférico côncavo. B.0 Hz A Exercícios Propostos E f = 4.8 cm b) f = –0. Letra A. 5) Letra D. D a) divergentes (foco virtual). Exercícios Propostos 1) Letra E.5 Letra C.Gabarito b) f = 9. MÓDULO 09 1) 2) 3) 4) 5) Exercícios de Fixação 20 cm Letra B.0 cm2 A imagem é vir tual direita a 8.Módulo 10 VESTIBULAR 2) 3) 4) 5) MÓDULO 07 1) 2) 3) 4) 5) 1) 2) 3) 4) 5) Exercícios de Fixação 1. Letra B. c) 2/3 m. 3 69 cm MÓDULO 08 1) 2) 3) 4) 5) 1) 2) 3) 4) 5) Exercícios de Fixação Letra D. 5. Letra C. Demonstração.0 cm do espelho convexo e tem 4. Letra D.75 m (B) 2. Exercícios Propostos Letra B. 2) D 3) (A) A distância focal da lente é de 30 cm. 1. (A) 1.0 x 10–2s E 2) 4) 6) D 2. b) 2.0 Hz e T = 0.0 cm 6. b) 7. (B) A representação geométrica está representada na figura abaixo: 4) C 5) E Exercícios Propostos A a) convergente. a) 2 di e 50 cm a) Presbiopia (vista cansada).5 m Letra A.0 cm de altura. Letra D. a) Invertida. –0. 2.25 Hz D E 2) 4) 6) 8) D D 200 Hz D MÓDULO 12 Exercícios de Fixação 1) D 664 . Letra E. 2) Letra B.0 cm c) 6. Exercícios Propostos Letra E.33 m Letra D.

a velocidade de propagação no meio de onde a onda incide [v(i)] deve ser menor do que a velocidade de propagação no meio do qual ela se refrata [v(r)]. V.2 x 10–3 m 2) 4) A A 2) 2.75 x 1014 Hz 5) E MÓDULO 17 2) D 4) A Exercícios de Fixação 1) 1059 Hz 3) 1063 Hz 5) (A) 64 m/s 1) 3) 4) 5) 2) 941 Hz 4) 944 Hz (B) 960 Hz 2) A b) P/2 Exercícios Propostos A Aproximadamente 200 Hz (A) 1020 Hz 800 Hz (B) 800 Hz b) construtiva. 665 GABARITO . é necessário que v(r) > v(i). 1) 2) 3) 5) 7) 8) Exercícios Propostos a) Para que haja reflexão total.3 x 10–4 m (B) 3.5 x 101 Hz 3) B 5) C 2) 4) 6) 2) 4) 54 cm E C Exercícios Propostos 1) 3. 4) D 6) B PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 2) (9/4)F (B) 1. c) destrutiva.Gabarito 2) Vestibular MÓDULO 14 Exercícios de Fixação 1) A 3) C 5) 1/3 Exercícios Propostos 1) C 3) D 4) (A) 100 m/s c) 3. o som deve vir do ar.5 g 2) 4) D D 3) a) 1 4) D 6) a) b) 6. b) 1/4 a) 1 b) 2/3 D 4) D E 6) C B A MÓDULO 13 Exercícios de Fixação 1) A 3) C Exercícios Propostos 1) E 2) a) destrutiva. isto é. Portanto. o ângulo de refração r deve ser maior do que o ângulo de incidência i (sen i / sen r) = v(i)/v(r).0 s 7) V. î¯ ° c) ¬ îª 3) a) destrutiva. 5) C Questão Contextualizada Letra A.4 m 5) 0. F e V. Para que r > i.00 m e 100 Hz b) 5) 2/3 A MÓDULO 15 Exercícios de Fixação 1) 8.4 x 103 Hz 3) 85 cm A 10 dias MÓDULO 16 Exercícios de Fixação 1) D 3) C 5) 5 x 10–7 m Exercícios Propostos 1) 5 x 1014 Hz 3) (A) 8 x 10–7 m 4) 1.

1010V (B) VB = –6 . MÓDULO 20 Exercícios de Fixação 1) 10N 3) A 5) A 1) 3) 4) 5) Exercícios Propostos Negativa e 16 C D (A) 8 x 107 N/C A MÓDULO 21 1) 2) 3) 5) Exercícios de Fixação VA = 6 x 105 V VC = 1 x 105 V (A) 5V (C) zero A E Exercícios Propostos 1) 41 cm GABARITO PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO MÓDULO 22 1) 2) 4) 6) 1) 2) 2) B 4) E 6) A Exercícios de Fixação (A) 1. (C) 2. (B) 12A.9 · 10–11 m. 3) 220 5) 12. (A) 104N/C 5 . (G) 24W. 104V 18 . a carga da particlula é negativa. 4) 6) 10A e 30W D 2) 18 V Exercícios Propostos 1) (A) 10 . (F) 144W. (B) 10W 666 .8 · 10–10.0A.0 (C) 6A. (e) 2A.7 · 107 m/s.Gabarito VESTIBULAR MÓDULO 18 1) 3) 5) 7) Exercícios de Fixação 1013 C D D Exercícios Propostos E D E D 2) 4) 6) 8) – 8. 3) 4.5 7) 12 10) N =10 lâmpadas 2) 4) B B Exercícios Propostos 1) 4 · 103s 3) A 5) C (B) 107 N/C 6) E MÓDULO 24 VB = 2 x 105 V (B) 5V 4) zero Exercícios de Fixação 1) (A) 12 (C) 6. (D) 48W. (A) A aceleração da partícula é dada por a = (q/m). Da figura. vemos que a aceleração aponta no sentido contrário ao campo. (B) E = (2mv02h)/(qL2) C 5) B A 4) 5) 6) 8) 9) zero (A) VA = 0V. (E) 8W. horizontal para a esquerda com módulo igual a mg tg . 105V (B) 500V e 250N/C MÓDULO 23 1) 2) 4) 6) 9) 2) 107 N/C 4) A 6) C 2) B Exercícios de Fixação (A) 3 · 103 C. (B) 6. 2) (A) 1. portanto.76 · 1016 m/s2 B D C (B) 3) 5) 7) 1. (D) 4A. 5) B 3) 4) 6) Exercícios Propostos (A) 2.0V.76 · 107 m/s 16 · 103 v/m D E 2) 9 x 103 N (B) Diminuirá 4x.5A 5) C (B) 2.0 x 10–4C B B D 1) 3) 5) 7) MÓDULO 19 1) 3) 4) 6) 1) 3) 5) 7) 8) Exercícios de Fixação 6 C (A) Triplica F1 = F2 A Exercícios Propostos C 2) A C 4) C E 6) B B Positiva. (B) 1/2 (A) 2. 10C E 100 m N =20 lâmpadas (B) 1022.

8 x 10–3 T ð 2) 4) 6) A A B b) zero 9) Ú · ¯ ª î ¼ a) paralela ao fio. 3) B 667 GABARITO .3 A.27W Exercícios Propostos ð · ï ï E 2) ¾ îÎ B 4) D B 6) 5. em sentido contrário ao da corrente.25 6) B 1) 2) 4) 6) Exercícios Propostos a) E/B = V0 b) Não há força no sentido do movimento. MÓDULO 30 1) 3) 5) 7) 9) 6) 60V b) 10A Exercícios de Fixação E B C A E 2) 4) 6) 8) E A B D 2) 4) 6) 8) D E E B Exercícios Propostos 1) a) Demonstração.18 W. receptor c) PG = 5.5 A. = 97%. 5) A1 1A . II. b) 225W.22 W. = 97%. do elemento 2 para o elemento 1.25 .53 W. A2 2A. IV e VI E a) 8 . PD = 0. PD = 0. elemento 1. 1) 3) 5) 7) b) 0. b) gerador elemento 2.6 W. PU = 3.Gabarito 2) C 4) 10A 6) 2. 6) a) 0. 2) C b) Vertical para cima. b) 11.4 W.96 W. vermelho. 7) 18 x 105C 1) 2) 3) 4) 5) 7) 8) Exercícios Propostos a) /r c) 2 2/r E a) 0.3A c) 0. 1) 3) 5) 7) 2) 4) 6) 8) C 30º B A MÓDULO 28 1) 3) 5) 7) Exercícios de Fixação D E E E 2) 4) 6) 8) C A D A 2) 1 A 4) 0. b) paralela ao fio. vermelho.0cm Entre os fios em um ponto localizado a uma distância d/4 do fio que transporta “i”. preto.09 W.11 I. d) PR = 3.4V e 12. 4) 22 . no mesmo sentido ao da corrente. e) PD = 1.5 A b) 4.5 A b) Nula.0 a) 12 A x = (R2 R3)/R1 Exercícios Propostos 1) 30A 3) 10 V 5) 1100 MÓDULO 26 Exercícios de Fixação 1) A 2) a) 12V e 12 A.0A 3) 5) 7) 2A D E Exercícios Propostos E A A D Vestibular MÓDULO 25 1) 3) 4) 5) 6) 7) Exercícios de Fixação 3A a) zero A a) 6. A b) 4 2/r MÓDULO 27 1) 3) 5) 7) Exercícios de Fixação C E D C PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO 2) 6 V b) 1. 3) a) 0. PU = 5. A 3) E A 5) B 5A para a esquerda 7) A MÓDULO 29 1) 3) 5) 7) 8) Exercícios de Fixação B E C B a) 4.

2) Letra B. MÓDULO 02 MÓDULO 03 Exercícios de Fixação 1) Letra B. a estocagem de várias moléculas de glicose acarretaria o acúmulo de grande volume de água. c)17 C a) 10 C . nosso solvente por excelência.25 F. 30 C e 60 C. Exercícios Propostos 1) O filamento de actina é o principal componente do citoesqueleto. 2) Letra E. Letra C. b) 176 C b) 0. GABARITO PR VE OJ ST ET IBU O LA MA R RA GP NH I ÃO Exercícios de Fixação 1) Letra C. (B) Por reprodução diferencial (uns se reproduzem mais e outros menos).5 J 7) a) 5 J c) 5 J 8) 9) –32/3 C MÓDULO 01 Exercícios de Fixação 1) Letra D. MÓDULO 04 Exercícios de Fixação 1) Letra A. d) 40 J b) 400V Exercícios Propostos 1) Monossacarídios.Gabarito 4) 5) 6) 7) 8) 9) A 1) anti-horário. Com 668 . o número de descendentes com genes adaptativos vai aumentando. MÓDULO 05 1) 2) 3) 4) Exercícios de Fixação Letra E. facilmente identificáveis ao microscópio óptico comum. apresentariam cloroplastos. BIOLOGIA 1 Exercícios Propostos 1) As células do tomateiro. 6) E b) Diminui. a) zero. 2) Letra C. 2) 0. Exercícios Propostos 1) Letra E. pois a ddp se reduz. é fácil observar a parede de celulose (ou o vacúolo de suco celular de sua célula). Exercícios Propostos 1) (A) A seleção natural. responsável pela manutenção da estrutura das microvilosidades. ENEM: Trabalhando as Habilidades Letra B. a) anti-horário.2m2 b) 24 F ENEM: Trabalhando as Habilidades Letra A. 1. como a glicose.02C a) 12 C. têm pouca ou nenhuma solubilidade em água. Essas estruturas não existem na célula animal. b) 100 C b) 1 C e 5 C b) 10 J b) 102 C d) 306 C b) 8V. Letra B. Assim.05J a) 100V 8pC e 4pC a) 0. 3) Letra E.01V. Letra B. como o glicogênio. são solúveis em água e polissacarídios. 3) Letra C. 2V e 1V c) 1. Além dessa estrutura.5mV ³ ¹ Î -»² ª Þî î ½±-î VESTIBULAR MÓDULO 31 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) 8) Exercícios de Fixação a) 900 c) 0. 3) Letra A.0s. sendo células de folhas. b) horizontal direita. b) 2. 5V . 2) Letra E. E a) 50V Exercícios Propostos 1) 48 C 2) a) 176 pF 3) a) 88pF c) 5 x 104 V/m 4) a)2 F c) 144 J 5) 1.