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Professor Gilvan Hansen Professor José Fernando de Castro Farias Mestrado em Sociologia e Direito Teoria do Direito

Objetivos A disciplina Teoria do Direito, oferecida pelo Mestrado em Sociologia e Direito, tem como objetivo principal fazer uma reflexão crítica sobre algumas das concepções do pensamento jurídico contemporâneo, dando ênfase a uma abordagem que privilegie alguns temas que perpassam a Filosofia do Direito e a Sociologia Jurídica, tais como: direito social, normativismo jurídico, princípios do direito, justiça social, argumentação jurídica e sistema jurídico. Programa 1 - Apresentação do programa. Exposição sobre os seguintes temas: os momentos de ruptura no direito. A questão do retorno ao direito. O conteúdo da Teoria do Direito. O problema da conceituação do direito. 2- O projeto do direito social: Léon Duguit, Maurice Hauriou, e Georges Gurvitch. FARIAS, José Fernando de Castro. A Origem do Direito de Solidariedade. Rio de Janeiro, Editora Renovar, 1998, pp.1-37, pp.69-131, pp. 221-277. Bibliografia complementar: FARIAS, José Fernando de Castro. A Teoria do Estado no fim do Século XIX e no Início do Século XX. Os Enunciados de Léon Duguit e de Maurice Hauriou. Rio de Janeiro: Lumen Juris. 1999, pp. 1-123. 3- O positivismo jurídico de Hans Kelsen. KELSEN, Hans. Teoria Pura do Direito. Tradução de João Batista Machado. São Paulo: Martins Fontes, 2006, pp. 1-25, pp.79-119, pp.215-249. TROPER, Michel. “Un système pur du droit: le positivism de H. Kelsen”, in: La Force du Droit. Panorama des Débats Contemporains. Pierre Bouretz (dir.). Paris: Esprit, 1991, pp.117-137. 4 - O positivismo jurídico de Herbert L. A. Hart. HART, H. L. A. O Conceito de Direito. Tradução de A. Ribeiro Mendes. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1986. Capítulos I, II, V, VI e VII. 5- A teoria do direito de Ronald Dworkin (2 sessões). DWORKIN, Ronald. Levando os Direitos a Sério. São Paulo: Martins Fontes, 2002. Introdução, Capítulos 1, 2, 3 e 4. 6- A teoria da justiça de John Rawls (2 sessões). RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. Tradução de Almiro Pisetta e Lenita M. R. Esteves. São Paulo: Martins Fontes, 2000. Capítulos I, II, III e V. Bibliografia complementar: FARIAS, José Fernando de Castro. Ética, Política e Direito. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2004, pp. 39-50, pp. 144-153.

J. 8. in: Niklas Luhmann Observateur du Droit.Os desafios da Teoria do Direito. Tradução de Maria Ermantina Galvão. 1997. LUHMANN. II. 12. 1-175. Paris. pp. PERELMAN. O Direito como Sistema Autopoiético. LUHMANN.. Robert. Jürgen.G. Entre Facticidade e Validade. pp. pp.1-243. Chaïm e OLBRECHTS-TYTECA. Manuel. Tradução de Verginia K. São Paulo: Landy. “Introduction”. in: Niklas Luhmann Observateur du Droit. pp. Volume I. Tradução de Flávio Beno Siebeneichler. pp. 15-70. “Clôture et couplage”. Traduzido por John Bednardz Jr. 1995. pp. 81-132. 17-43. Tratado da Argumentação.Teoria da argumentação jurídica de Chaïm Perelman. ALEXY. Lucie. Sociologia do Direito. “Le droit comme système social”. Social Systems. São Paulo: Landy. Capítulos I e II. 7. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Teorias da Argumentação Jurídica. . Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. Paris. L. Bibliografia complementar: ATIENZA.J. L. Niklas. Organizado por André Jean Arnaud e Pierre Guibentif.O direito como sistema autopoiético em Gunther Teubner.Teoria da argumentação jurídica de Robert Alexy. Niklas. 9.D. 179-291. Niklas. E Dirk Baecker. 1993. HABERMAS. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. pp. Tradução de Gustavo Bayer. 1989.J. 2001. Stanford: Stanford University Press. Primeira parte. Tradução de José Engrácia Antunes.. L. in: Niklas Luhmann Observateur du Droit. São Paulo: Martins Fontes. Teoria da Argumentação Jurídica.D. Paris. 1996. 10.G. Philip. São Paulo: Martins Fontes. 2000. Gunther. Lógica Jurídica: nova Retórica. PERELMAN. pp. 2000. Pupi. 11.73-95 GUIBENTIF.2 KUKATHAS..D.O direito como sistema autopoiético em Niklas Luhmann. 1993.Teoria da argumentação jurídica de Jürgen Habermas (2 sessões).11-53 LUHMANN. 2000. Organizado por André Jean Arnaud e Pierre Guibentif. Direito e Democracia. As Razões do Direito. Lisboa: Gradiva. Vol I.55-72. V e VI. Tradução de Zilda Hutchinson Schild Silva. Capítilos I. Niklas. IV.G. Chaïm. Capítulos I. Organizado por André Jean Arnaud e Pierre Guibentif. Discussão sobre os principais pontos abordados ao longo do curso. III. LUHMANN. II. A Nova Retórica. 1995. Rawls: Uma Teoria da Justiça e seus Críticos. 1993. pp. Chaïm. Pierre. Chadran e PETTIT. TEUBNER.

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