euro parque

Apresentação dos Oradores Encontro Nacional de Empresários – Europarque 13 Dezembro 2005

• Joaquim Azevedo ( • Artur Duarte (Presidente da Aerosoles) •José Manuel Fernandes

Administrador do Programa formação PME)

(Vice Presidente AEP – Presidente da Frezite)

Questão que a AEP colocou: qual o melhor modo de apoiar os processos de modernização das PME (micro e pequenas) portuguesas? -qualificar e capacitar as empresas para a Inovação e a competitividade; -criação de uma rede de instituições, preferentemente AEmpresariais; -parceria com o Estado-incentivo público (POEFDS).

Qualificar e capacitar as empresas
Modelo em duas fases: 1a-auto-diagnóstico da empresa 1b-plano de desenvolvimento da empresa, PDE 2a-implementação das medidas 2b- consultoria formativa 2c-formação

Modelo de consultoria formativa, porquê? -o tecido empresarial débil precisa de um apoio personalizado; -o modelo tradicional de formação não resulta pois não há massa crítica na empresa; -o envolvimento do empresário e da empresa na construção do auto-diagnóstico, na elaboração do PDE e na implementação das medidas;

-se provocam alterações de atitudes e de comportamentos; -se melhoram a organização e a gestão (saber e saber-fazer); -se aprende, fazendo, a fazer aquilo que ainda não sabemos fazer; -se endogeneizam capacidades de refazer permanentemente este processo: inovar para competir (fazer com); -se reforça a capacidade de liderança do/a empresário/a.

-análise do posicionamento face ao contexto e ao mercado. -plano de medidas negociado com o empresário e colaboradores. -processo contínuo de monitorização e avaliação dos resultados. -foco nos resultados. -metodologia de planeamento de projectos por objectivos (mppo).Metodologia: -auto-diagnóstico sustentado em “árvores de problemas”. .

Perfil do consultor-formador: -boas competências relacionais e de envolvimento da empresa -saber valorizar o que já se faz -capacidade de aconselhamento. pequenos passos -capacidade de transferência de conhecimento -capacidade de resolução de conflitos .

.-conhecimento do contexto e do sector económico -construção de soluções com e à medida de Não importa ir muito à frente. se todos ficam parados lá atrás.

concertação.Formação na empresa: -é uma dinâmica permanente. -ligada à correcção de trajectórias. projecção. execução e avaliação. A formação na empresa não é um post-it . -ligada aos processos de melhoria. -resultado de um esforço de análise.

Resultados Edição 2001-2003: -837 empresas -148 433 horas de intervenção em empresa -700 cursos nas empresas -3 880 participantes -75 215 horas de formação .

Resultados Edição 2004-2006: -825 empresas -130 315 horas de intervenção em empresa -930 cursos nas empresas -8 861 participantes -178 828 horas de formação .

.

. -adequação. -reforço da capacidade Institucional. -resposta pronta e mais eficaz.Promotores Locais Rede de promotores locais: -conhecimento do contexto.

-alteração real da organização e da gestão. orçamentos. -melhoria no controlo custos. .Resultados Nas empresas: -colaboradores e empresário qualificam-se à medida que os problemas são identificados e resolvidos. clientes. -entrada das empresas no universo de oportunidades das Tic. com reflexos claros na produtividade. informação. stocks.

-articulação (encontros e redes de negócios) com concorrentes e com parceiros. -melhoria dos resultados da empresa. .

Estamos num momento de decisão estratégica: A . qualquer que seja o interlocutor. micro e pequenas. . testado e com sucesso deve ser Mantido. B – dar prioridade à consultoria formativa nas Empresas.manter um elevado incentivo público estatal à formação avulsa nas empresas. Se o financiamento vem de um Ministério ou do outro não deve ser o nosso problema. O modelo já criado. mas o do Estado.

A Importância Estratégica das PME nas Exportações Portuguesas e na Economia Nacional 15-Dez-05 .

• As PME’s pilar da actividade Económica Portuguesa – Volume de negócios Gerado • 80% Volume de Vendas Empresas Nacionais – Exportações • 62% Exportação Portuguesa de produtos industriais – Emprego • 85% do volume de emprego (Fonte: Estudo do ISEG) 15-Dez-05 .

Cerca de 98% das empresas industriais são PME’s (Fonte: Estudo do ISEG) 15-Dez-05 .

• A grande necessidade de inovar para competir nos sectores ditos “tradicionais” 15-Dez-05 .Inovação no seio das PME’s • A importância das empresas de base tecnológica.

AS PME’s num ambiente de globalização e internacionalização – Positivo: • Ambição e capacidade de assumpção do risco • “Know-How” dos empresários e trabalhadores • Grande grau de adaptabilidade a novas situações e desafios 15-Dez-05 .

AS PME’s num ambiente de globalização e internacionalização – Negativo: • Dimensão • Dependência comercial de terceiros • Envolvente económica inimiga do empreendedorismo • Sistema financeiro pouco diversificado • Sistema educativo inadequado • Legislação laboral rígida não incentivadora da criatividade • Individualismo dos nosso empresários 15-Dez-05 .

Como fazer face aos constrangimentos vigentes 15-Dez-05 .

• Dimensão – Aquisições – Complementaridade das empresas – Parceria com fornecedores e clientes 15-Dez-05 .

• Dependência Comercial de Terceiros – Incentivo à criação ou licenciamento de marcas e ao registo de patentes – Apoio nomeadamente por parte do sistema financeiro à aquisição de redes de distribuição e de retalho – Maior formação dos quadros técnicos e comerciais 15-Dez-05 .

• Envolvente Económica Inimiga do Empreendedorismo – Carga fiscal excessiva – Falta de incentivos ao investimento e empreendedorismo – Justiça lenta e ineficaz – Falta de incentivo à inovação aplicada a bens e serviços transacionáveis – Permissão da existência de práticas de concorrência desleais 15-Dez-05 .

• Sistema Financeiro pouco diversificado – Pouco acesso ao verdadeiro capital de risco – Fundos de Garantia – 2º mercado bolsista 15-Dez-05 .

• Sistema Educativo inadequado às necessidades da Economia – Falta de quadros intermédios – Falta de adequação entre as licenciaturas proporcionadas pelas nossas universidades e o mercado de trabalho – Falta de uma política de ensino virado para o Empreendedorismo 15-Dez-05 .

adequando-os às necessidades das empresas que são definidas pelo mercado – A adaptação do quadro laboral às necessidades das empresas. Isto num quadro de grandes mutações induzidas pelas alterações tecnológicas que se operam todos os dias – Menos rigidez na definição das tarefas dos colaboradores – Incentivo ao trabalho em part-time 15-Dez-05 .• A legislação laboral deve permitir: – Flexibilidade dos horários de trabalho. dentro dos limites razoáveis.

• Individualismo dos nossos empresários – Necessidade de uma política de incentivo ao agrupamento de empresas – Necessidade de apoio a projectos resultantes de parcerias inter-empresas 15-Dez-05 .

O Caso AEROSOLES 15-Dez-05 .

todas elas PME’s 15-Dez-05 .Somos ainda hoje um grupo de PME’s – 7 empresas industriais – Subcontratamos em Portugal de mais de 10 empresas.

Grupo INVESTVAR 15-Dez-05 .

a construção de um sapato único e confortável. • Associações e Valores da marca AEROSOLES! 15-Dez-05 .• Produto diferenciado: – Sistema de produção inovador: • “Stitched and Turned” – Identidade própria: • Inovação • Flexibilidade & Naturalidade dos materiais. • Design – Conjugação destas características permitem.

I&D e Controlo do processo de criação de produto • Capacidade produtiva alicerçada em fabricas organizados e com elevados índices de produtividade. mas aquilo que os consumidores compram são basicamente marcas” – “Não vendemos apenas um sapato.• Inovação. vendemos uma marca” 15-Dez-05 . logo competitivas • Controlo da rede de distribuição • Expansão da Cadeia de retalho • Marca prestigiada. bem suportada por uma política de marketing global e criteriosa – “As empresas podem comprar produtos.

• Controlo de Qualidade – Parcerias com fornecedores – Laboratório Técnico creditado pela SATRA – Equipa de controladores em formação continua • Investimento permanente em Sistemas de Informação e Comunicação. que permitem melhorar a logística do grupo e consequentemente os serviços que presta • Política de Recursos Humanos – Programas de formação continua – Fomento da constituição de equipas de trabalho com elevado sentido profissional – Política de sustentabilidade 15-Dez-05 .

Dispersão geográfica da AEROSOLES 15-Dez-05 .

• Grande abertura ao estabelecimento de partnerships com: – Fornecedores – Clientes – Outros fabricantes – Estilistas / Designers – Outros … 15-Dez-05 .

vendemos uma marca! 15-Dez-05 .Não vendemos apenas sapatos.

NUNCA SE RECONHECEU TANTO QUE ÀS EMPRESAS CABE AGORA A SUA VEZ… NA RECUPERAÇÃO ECONÓMICA.CONTRIBUTO DAS PMES PARA UM PAÍS MAIS DESENVOLVIDO EM 2013 DIVERSOS CHEFES DE GOVERNO TÊM PERSPECTIVADO PORTUGAL ENTRE OS MAIS DESENVOLVIDOS. NUNCA SE FALOU TANTO DA NECESSIDADE DE COMPETIR. 2005/12/13 • Europarque • José Manuel Fernandes (Vice Presidente AEP) 1 .

UM CICLO NEGATIVO E PASSAR A UMA FASE DE CRESCIMENTO E SUSTENTABILIDADE? 2005/12/13 • Europarque • José Manuel Fernandes (Vice Presidente AEP) 2 .CONTRIBUTO DAS PMES PARA UM PAÍS MAIS DESENVOLVIDO EM 2013 SERÁ QUE NESTE HORIZONTE. NO FINAL DO PRÓXIMO QCA EM 2013. TEREMOS COM AS NOSSAS PMES UMA ECONOMIA MAIS COMPETITIVA E UM PIB A DOBRAR COMO É DESEJÁVEL? TEREMOS CAPACIDADE PARA INVERTER EM MUITAS DAS NOSSAS PMES.

COMO EMPRESÁRIO OU GESTOR.EU.QUAIS SÃO OS FACTORES ACTIVOS PARA PUDER COMPETIR E ESTAR EM POSIÇÃO POSITIVA QUANTO AOS DESAFIOS DO FUTURO? 4.º .CONTRIBUTO DAS PMES PARA UM PAÍS MAIS DESENVOLVIDO EM 2013 O QUE FAZER ? 1.º . QUE RUMO DEVO DAR À MINHA EMPRESA? 3.º .COMO ME VOU POSICIONAR COMO EMPRESÁRIO? 2005/12/13 • Europarque • José Manuel Fernandes (Vice Presidente AEP) 3 .º .QUE POLÍTICAS PÚBLICAS DEVERIAMOS TER DE APOIO À COMPETITIVIDADE DAS EMPRESAS NACIONAIS E EM PARTICULAR ÀS PMES? 2.

CONTRIBUTO DAS PMES PARA UM PAÍS MAIS DESENVOLVIDO EM 2013 O QUE FAZER ? 1.QUE POLÍTICAS PÚBLICAS DEVERIAMOS TER DE APOIO À COMPETITIVIDADE DAS EMPRESAS NACIONAIS E EM PARTICULAR ÀS PMES? 2005/12/13 • Europarque • José Manuel Fernandes (Vice Presidente AEP) 4 .º .

COMO EMPRESÁRIO OU GESTOR.º . QUE RUMO DEVO DAR À MINHA EMPRESA? 2005/12/13 • Europarque • José Manuel Fernandes (Vice Presidente AEP) 5 .CONTRIBUTO DAS PMES PARA UM PAÍS MAIS DESENVOLVIDO EM 2013 O QUE FAZER ? 2.EU.

CONTRIBUTO DAS PMES PARA UM PAÍS MAIS DESENVOLVIDO EM 2013 O QUE FAZER ? 3.QUAIS SÃO OS FACTORES ACTIVOS PARA PUDER COMPETIR E ESTAR EM POSIÇÃO POSITIVA QUANTO AOS DESAFIOS DO FUTURO? 2005/12/13 • Europarque • José Manuel Fernandes (Vice Presidente AEP) 6 .º .

º .CONTRIBUTO DAS PMES PARA UM PAÍS MAIS DESENVOLVIDO EM 2013 O QUE FAZER ? 4.COMO ME VOU POSICIONAR COMO EMPRESÁRIO? 2005/12/13 • Europarque • José Manuel Fernandes (Vice Presidente AEP) 7 .

CONTRIBUTO DAS PMES PARA UM PAÍS MAIS DESENVOLVIDO EM 2013 “Quando se navega sem destino nenhum vento é favorável” Séneca “Dirigir uma empresa não é vê-la como ela é mas como ela será” John Teets “Os Deuses ajudam aqueles que se ajudam a eles próprios” Esopo 2005/12/13 • Europarque • José Manuel Fernandes (Vice Presidente AEP) 8 .

AO SEU DESENVOLVIMENTO. ÁREAS COMO. DESIGN. CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS. INOVAÇÃO. ASSIM O ESTADO TEM DE VER CADA VEZ MAIS NAS EMPRESAS UM PARCEIRO E DEVE TRATÁ-LAS COMO TAL E NUNCA SOMENTE COMO UM NÚMERO FISCAL. DEVEM SER AJUDAS A DESENVOLVER NAS EMPRESAS EM QUE O PRÉMIO DO INCENTIVO FISCAL NÃO DEVE SER EXCLUÍDO. TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTO E DE TECNOLOGIAS. ESTES DESAFIOS DEVEM SER PERSPECTIVADOS QUE OS COM OS EMPRESÁRIOS PELAS ORGANIZAÇÕES REPRESENTAM ATRAVÉS DE UM PROCESSO DE AUTO-COMPROMETIMENTO COM AS EMPRESAS. ETC. CRIAÇÃO DE EMPREGO. ECONÓMICO REDUTORAS DE CUSTO E INOVADORAS EM NOVOS DESAFIOS ÀS EMPRESAS. SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE. FORMAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE PESSOAS. EXPORTAÇÃO.REFLEXÃO-JOSÉ MANUEL FERNANDES VICE PRESIDENTE AEP 1º POLÍTICAS PÚBLICAS PRÓ-DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL TODAS AS POLÍTICAS DEVEM PÚBLICAS TER UMA PARA MATRIZ O DESENVOLVIMENTO DE FACILITADORAS. 2005/12/13 • Europarque • José Manuel Fernandes (Vice Presidente AEP) Página 1 de 7 . CRIATIVIDADE.

COM PROTECÇÃO AO POSTO DE TRABALHO. SUBSTITUÍDO POR POLÍTICAS ADEQUADAS À DEFESA DO EMPREGO E DESENVOLVIMENTO COM JUSTIÇA SOCIAL. ASSIM COMO O INVESTIMENTO DIRECTO ESTRANGEIRO.”. COM UMA PERSPECTIVA PESSIMISTA SOBRE A MESMA. 2º JUSTIÇA – HOJE É UM IMBRÓGLIO NA VIDA DOS CIDADÃOS.É NESTE CONTEXTO DE MELHORIA DA NOSSA ECONOMIA QUE NECESSITAMOS DESTA MUDANÇA DE TRATAMENTO. QUER PELO TEMPO DE RESPOSTA. MAS AQUELE QUE NÃO QUER VER. ASSIM QUANDO SE CONTINUA A TER INDICAÇÕES DE QUE A NOSSA ECONOMIA ESTÁ SEM SUSTENTABILIDADE ADEQUADA. O PROVÉRBIO POPULAR DIZ: “ O MAIOR CEGO NÃO É O QUE NÃO VÊ. PASSO APONTAR MAIS 4 RAZÕES PARA O QUE ESTÁ ACONTECER: 1º CÓDIGO DE TRABALHO – TEMOS DE ACABAR COMO QUASE TODOS OS PAÍSES EUROPEUS O FIZERAM. É DE REVER O QUE SE PASSA COM O INVESTIMENTO E PORQUÊ. DAS EMPRESAS E ORGANIZAÇÕES. QUER PELO SEU PROCESSO. 2005/12/13 • Europarque • José Manuel Fernandes (Vice Presidente AEP) Página 2 de 7 . ASSIM: O STOCK DE INVESTIMENTO TOTAL TEM DIMINUÍDO COM A REDUÇÃO DRÁSTICA DO INVESTIMENTO NACIONAL.

ASSOCIADA A CUSTOS DE CONTEXTO MUITO PENALIZADORES NO MOMENTO ACTUAL E NO FUTURO PRÓXIMO. LIDERANÇA E DIRECÇÃO PARA ONDE QUER IR NUMA PERESPECTIVA DE VENCEDOR. 2005/12/13 • Europarque • José Manuel Fernandes (Vice Presidente AEP) Página 3 de 7 . TEMOS DE TER EFICIÊNCIA E RAPIDEZ A ELIMINAR AS “MÁS EMPRESAS” POR CAUSA DE UMA SÃ CONCORRÊNCIA E DE UMA MAIOR DINÂMICA DO TECIDO EMPRESARIAL OU ATÉ PARA QUEM PODE CRIAR UMA NOVA EMPRESA. 2º EU COMO EMPRESÁRIO OU GESTOR QUE RUMO DEVO DAR À MINHA EMPRESA? DE FACTO AQUI A PALAVRA-CHAVE É RUMO. VAMOS TER AO MESMO TEMPO UMA RELAÇÃO CADA VEZ MAIOR DA EMPRESA COM O DE MUNDO NOVOS EXTERIOR SERVIÇOS TENDO EM CONTA O APARECIMENTO ATRAVÉS DAS NOVAS TECNOLOGIAS DE COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO APOIADAS EM NOVAS PLATAFORMAS DE CONHECIMENTO E DE LOGÍSTICA. 4º CARGA FISCAL SOBRE AS EMPRESAS. EFECTIVAMENTE TODO O EMPRESÁRIO DEVE PROCURAR MATERIALIZAR UMA VISÃO DE NEGÓCIO NUM HORIZONTE PARA O QUAL APONTA AMBIÇÃO. NO FINAL DOS PRÓXIMOS 20 ANOS A DIMENSÃO MÉDIA DAS NOSSAS EMPRESAS VAI DIMINUIR E AS NOSSAS PME’S SERÃO AINDA MAIS PEQUENAS. QUANTO AO NÚMERO DE TRABALHADORES E DIMENSÃO VAMOS TER AS MICRO-EMPRESAS COM PERFIL MAIS TECNOLÓGICO INCLUSIVAMENTE INOVADORAS EM TECNOLOGIA DE PONTA. NA BASE DA EMPRESA QUE TEVE DE FECHAR.3º CÓDIGO DE SOLVÊNCIA DAS EMPRESAS – SE QUEREMOS RAPIDEZ A CRIAR EMPRESAS.

PARA INOVAR EM NOVOS PRODUTOS E GERAR COMPETITIVIDADE. “CRIATIVITY IN PORTUGAL”. PARTICIPAREM NO PROCESSO DE INOVAÇÃO NA SUA ÁREA. “INOVATION IN PORTUGAL” 3º FACTORES ACTIVOS PARA COMPETIR DE FACTO NÃO HÁ BOAS EMPRESAS SEM BONS COLABORADORES. AS EMPRESAS VÃO-SE POSICIONAR CADA VEZ MAIS NOS MERCADOS DIRECTAMENTE NA CADEIA DE VALOR DOS SEUS CLIENTES E IRÃO DESAPARECER AS EMPRESAS INTERMEDIÁRIAS SEM CAPACIDADE PARA CRIAR VALOR. A AQUISIÇÃO DO CONHECIMENTO TEM DE ESTAR NA VISÃO DO EMPRESÁRIO MODERNO E COMO O DEVE FAZER. ALGUÉM DISSE QUE “UMA EMPRESA É UMA SOCIEDADE APRENDENDO TODOS OS DIAS”. ASSIM NECESSITAMOS DE TER PESSOAS CERTAS NOS LUGARES CERTOS E ESTIMULADAS A SEREM CRIATIVAS. O “MADE IN PORTUGAL” TEM DE DAR LUGAR AO “DESIGN IN PORTUGAL”.A VIDA DAS EMPRESAS VAI SER MUITO MAIS PARTILHADA COM OUTRAS EMPRESAS DE PELO “OUTSOURCING”. 2005/12/13 • Europarque • José Manuel Fernandes (Vice Presidente AEP) Página 4 de 7 . DE OU E SEJA DE SUBCONTRATAÇÃO SUBCONJUNTOS HARDWARE SOFTWARE E SERVIÇOS. AS EMPRESAS SOBRETUDO PARA VENCEREM TÊM DE TER PESSOAS CAPACITADAS E QUALIFICADAS.

AO MESMO TEMPO É UM FACTOR MUITO IMPORTANTE O SISTEMA DE REMUNERAÇÃO SER JUSTO E ADEQUADO. O REGISTO DE UMA MARCA. INOVAÇÃO É OUTRO DOS FACTORES ACTIVOS EM QUE AS PME’S QUE QUEREM VENCER NO FUTURO TÊM QUE ACCIONAR E SABER IMPLEMENTAR. INOVAÇÃO É CULTURA DE MUDANÇA. DE ENSAIAR PARA REDUZIR CUSTOS NOS PROCESSOS. 2005/12/13 • Europarque • José Manuel Fernandes (Vice Presidente AEP) Página 5 de 7 . DE UM MODELO. DE TESTAR. PORQUE TUDO QUE SEJA ERRO OU DESPERDÍCIO ENCARECE O CUSTO DO PRODUTO E RETIRA LUCRO AO RESULTADO DA EMPRESA. JÁ SÃO ALGUNS OS CASOS EM QUE EMPRESAS NACIONAIS FAZEM A SUA PRIMEIRA APROXIMAÇÃO A UM NOVO MERCADO E DEPARAM COM A SUA MARCA REGISTADA EM NOME DE TERCEIROS. DE EXPERIMENTAÇÃO. AUDITORIAS – ISO 9001 . QUANTO À QUALIDADE É UMA CULTURA HOJE INDISPENSÁVEL. GERAR NOVOS PRODUTOS E CRIAR NOVAS CONDIÇÕES PARA ABORDAR NOVOS MERCADOS. DE UMA PATENTE DEVE MERECER HOJE UMA ATENÇÃO REDOBRADA DA EMPRESA. DESENHO. A CHINA APONTA O CAMINHO DO SUCESSO PARA AS NOVAS GERAÇÕES DE EMPRESAS.2000 GERAL EVOLUÇÃO PARA LEAN MANUFACTURER – MELHORIA CONTÍNUA NO CHÃO DE FÁBRICA A PROPRIEDADE INTELECTUAL E INDUSTRIAL TEM CADA VEZ MAIS VALOR PARA AS EMPRESAS NUM MUNDO GLOBALIZADO E SUPER INFORMADO.

A CRIATIVIDADE E A INOVAÇÃO 4º COMO ME VOU POSICIONAR COMO EMPRESÁRIO O EMPRESÁRIO DE HOJE COM UMA EMPRESA VIRADA PARA O FUTURO É SOBRETUDO UM LÍDER DA ORGANIZAÇÃO DA EMPRESA A QUEM CABE UM PAPEL IMPORTANTÍSSIMO.O DESIGN. POR SUA VEZ. 2005/12/13 • Europarque • José Manuel Fernandes (Vice Presidente AEP) Página 6 de 7 . DA CONCORRÊNCIA DE TODOS OS MERCADOS. MESMO DAQUELES EM QUE NÃO ESTÁ PRESENTE. PARA QUE A LIDERANÇA SEJA CABAL DEVE ESTAR RODEADO DO MÁXIMO DE INFORMAÇÃO DO TIPO DA SUA ACTIVIDADE. A INFORMAÇÃO DEVE CONTEMPLAR ÁREAS COMO: A) NOVAS TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO QUE INSTITUIÇÕES TECNOLÓGICAS ME PODEM AJUDAR? B) NOVAS TENDÊNCIAS – MERCADOS VISITAS A FEIRAS INTERNACIONAIS PARTICIPAÇÃO EM CONFERÊNCIAS C) NOVOS PRODUTOS – BENCHEMARKETING CONCORRÊNCIA + INSTITUIÇÕES DE I&D D) NOVOS MERCADOS – INFORMAÇÃO LOCALIZADA E) INOVAÇÃO PRODUTOS/MERCADOS – INOVAÇÃO ORIENTADA PARA O ALVO O EMPRESÁRIO TEM DE TER UMA VISÃO DA EMPRESA FUTURISTA COMO UMA ORGANIZAÇÃO A CRIAR VALOR PARA O CLIENTE PARA O MERCADO EM QUE A COMPONENTE DE SERVIÇO É CADA VEZ MAIS ELEVADA. DE SER POLIVALENTE.

DELEGAR. UMA EMPRESA É UM COLECTIVO DE PESSOAS COM VIDA E COM EXPECTATIVAS. MAS DEVE CONTROLAR. É NESTA BASE DE VALORES QUE A LIDERANÇA DEVE SER EXERCIDA. QUE É ÉTICA EM TODA A SUA ACTIVIDADE PORQUE UMA EMPRESA É UMA ORGANIZAÇÃO SOCIAL E PORQUE ESTÁ INTEGRADA NA SOCIEDADE PARA A QUAL TEM RESPONSABILIDADES. AQUI CABE O EVIDENCIAR UMA FORMA DE ESTAR QUE O EMPRESÁRIO TEM DE TER.O EMPRESÁRIO DO FUTURO É UM AGENTE MOBILIZADOR DO ENTUSIASMO DE TODAS AS PESSOAS DA EMPRESA EM QUE PELA SUA LIDERANÇA E COMPETÊNCIA RECEBE O RESPEITO E A EFICIÊNCIA DA EQUIPA À SUA VOLTA. 2005/12/13 • Europarque • José Manuel Fernandes (Vice Presidente AEP) Página 7 de 7 . AO LIDERAR TEM DE PARTILHAR.

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