POSTURAS DIANTE DA CATÁSTROFE JONAS 3.1-10 I – CRENDO QUE O QUADRO PODE MUDAR 1.

Depois de pregar em Nínive, que Deus traria juízo sobre a cidade, o próprio profeta ficou admirado com o resultado (4.1). 2. Os moradores da cidade tomaram uma decisão diante da notícia desesperadora. A melhor decisão foi acreditar (v.5) que o que dizia o profeta não era uma brincadeira. Aliás, Jonas não seria louco o suficiente para ir fazer piada com os assírios. II – ABANDONANDO OS PRAZERES E AS NECESSIDADES NATURAIS 1. Proclamaram um jejum. Eles acharam que deviam deixar tudo para se dedicar à busca da misericórdia de Deus. Muitas vezes não queremos deixar nada embora precisemos de socorro. 2. O jejum foi para todo o povo, pois o castigo seria nacional (v.5). Todos pecaram, então a busca do arrependimento deveria ser de todos. III – BUSCARAM COM HUMILHAÇÃO E NÃO SOBERBA 1. Vestiram-se de panos de saco (v.5). Deixaram as suas melhores roupas no armário. Aquela nação poderosa, hoje, o Irã, não sabia o que era curvar-se. A melhor figura para a humilhação é alguém que s curva. 2. A grande nação se curvou. Qual é o nosso tamanho diante de Deus. O que tem nos impedido de nos curvarmos diante Dele? 3. Nem o rei se colocou em situação diferente do seu povo. O rei assumiu que pecara como pecara o seu povo (v.6). 4. A nação queria fazer Deus desistir de fazer o que faria. Para conseguir que Deus não cumprisse a sentença dada pelo profeta era preciso haver mudança (v.7-9). 5. Deus viu que a nação mudou. A mudança fez a misericórdia vir sobre o povo. 6. Para que a misericórdia esteja sobre nós é preciso que mudemos. A mudança, segundo o rei, se daria por clamor e conversão (v.8). CONCLUSÃO Que possamos tirar lições preciosas do que aprendemos sobre os ninivitas. Não homem mal o suficiente para que Deus não queira salvar.