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Plataforma de

Intercâmbio de
Conteúdos
Digitais
Dênio Mariz Timóteo de Sousa
Diego Ernesto Rosa Pessoa
Aécio dos Santos Pires
Rafaell Pinheiro Sousa
Juliana Maia Leite
Rafael da Trindade Serrano Chiappetta dos Santos
Francisco Sales Neves de Souza Lima Júnior
Jose Fernando Santos de Carvalho
Diénert de Alencar Vieira
Ygor Oliveira de Carvalho
A RNP – Rede Nacional de Ensino
e Pesquisa – é qualificada como
uma Organi zação Soci al (OS),
sendo ligada ao Ministério da
Ciência, Tecnologia e Inovação
( MCTI ) e r esponsável pel o
Programa Interministerial RNP,
que conta com a participação dos
ministérios da Educação (MEC), da
Saúde (MS) e da Cultura (MinC).
Pioneira no acesso à Internet no
Brasil, a RNP planeja e mantém a
rede Ipê, a rede óptica nacional
acadêmica de alto desempenho.
Com Pontos de Presença nas
27 unidades da federação, a rede
tem mai s de 800 i nsti tui ções
conectadas. São aproximadamente
3,5 milhões de usuários usufruindo
de uma infraestrutura de redes
avançadas para comuni cação,
computação e experimentação,
que contribui para a integração
entre o si stema de Ci ênci a e
Tecnologia, Educação Superior,
Saúde e Cultura.
Ciência, Tecnologia
e Inovação
Ministério da
Educação
Ministério da
Saúde
Ministério da
Cultura
Ministério da
Plataforma de
Intercâmbio de
Conteúdos
Digitais
Dênio Mariz Timóteo de Sousa
Diego Ernesto Rosa Pessoa
Aécio dos Santos Pires
Rafaell Pinheiro Sousa
Juliana Maia Leite
Rafael da Trindade Serrano Chiappetta dos Santos
Francisco Sales Neves de Souza Lima Júnior
Jose Fernando Santos de Carvalho
Diénert de Alencar Vieira
Ygor Oliveira de Carvalho
Plataforma de
Intercâmbio de
Conteúdos
Digitais
Dênio Mariz Timóteo de Sousa
Diego Ernesto Rosa Pessoa
Aécio dos Santos Pire
Rafaell Pinheiro Sousa
Juliana Maia Leite
Rafael da Trindade Serrano Chiappetta dos Santos
Francisco Sales Neves de Souza Lima Júnior
Jose Fernando Santos de Carvalho
Diénert de Alencar Vieira
Ygor Oliveira de Carvalho
Rio de Janeiro
Escola Superior de Redes
2014
Copyright © 2014 – Rede Nacional de Ensino e Pesquisa – RNP
Rua Lauro Müller, 116 sala 1103
22290-906 Rio de Janeiro, RJ
Diretor Geral
Nelson Simões
Diretor de Serviços e Soluções
José Luiz Ribeiro Filho
Escola Superior de Redes
Coordenação
Luiz Coelho
Revisão
Lincoln da Mata
Edição
Pedro Sangirardi
Equipe ESR (em ordem alfabética)
Adriana Pierro, Celia Maciel, Cristiane Oliveira, Derlinéa Miranda, Edson Kowask, Elimária
Barbosa, Lourdes Soncin, Luciana Batista, Luiz Carlos Lobato, Renato Duarte e Yve Abel Marcial.
Capa, projeto visual e diagramação
Tecnodesign
Equipe de Elaboração
Dynavideo
Versão
1.3.1
Este material didático foi elaborado com fns educacionais. Solicitamos que qualquer erro encon-
trado ou dúvida com relação ao material ou seu uso seja enviado para a equipe de elaboração de
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Distribuição
Escola Superior de Redes
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http://esr.rnp.br
info@esr.rnp.br
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
P716 Plataforma de intercambio de conteúdo digital / Dênio Mariz Timóteo Sousa ... [et. al].
– 1. ed. rev. atual. – Rio de Janeiro: RNP/ESR, 2014..
224 p. : il. ; 28 cm.
Bibliografa: p. 201.
ISBN 978-85-63630-42-1
1. Gerenciamento de conteúdo digital. 2. Intercâmbio de Conteúdos. 3. Gestão de ativos
digitais (DAM). 4. Gestão de ativos de mídia (MAM). I. Sousa, Dênio Mariz Timóteo. II. Titulo.
CDD 004.41
Esta obra é distribuída sob a licença
Creative Commons: Atribuição e Uso Não-Comercial 2.5 Brasil
iii
Sumário
Escola Superior de Redes
A metodologia da ESR xiii
Sobre o curso  xiv
A quem se destina xiv
Convenções utilizadas neste livro xv
Permissões de uso xv
Reconhecimentos xvi
Sobre os autores xvi
1. Plataforma de Intercâmbio de Conteúdos Digitais
Ativo digital 19
Gerenciamento de Ativos Digitais 20
Codificação de mídias digitais 20
Formatos de conteúdos digitais 20
MPEG-1 Part 2 20
MPEG-1 Part 3, MPEG-2 Part 3 21
MPEG-2 21
MPEG-4 21
MPEG-4 part 2 21
MPEG-4 part 10 (H.264) 21
Introdução à plataforma de Intercâmbio de Conteúdo Digital (ICD) 22
Vantagens em utilizar a plataforma ICD 23
Os conceitos de Domínio e Nó 24
Os conceitos de Mestre e Repositório 25
iv
Os Espaços Virtuais 25
Portal de Mídias Público 26
Funcionalidades do ICD 26
Operações intra-nó 27
Operações intra-domínio (inter-nó) 27
Segurança 27
Usuários e papéis 27
Transferência de Arquivos Otimizada 28
Formatos de conteúdo suportados 28
Conhecendo a interface do sistema 29
Suporte da plataforma ICD 31
Casos de sucesso 32
ITVRP 32
ITVU 34
ITVE 35
RITU 36
ICD-RUTE 36
Roteiro de Atividades 1 39
Atividade 1.1 – Primeiro login no sistema 39
Atividade 1.2 – Explorando a página inicial do sistema 39
Atividade 1.3 – Editando as preferências do usuário 39
Atividade 1.4 – Alterando a senha do usuário 40
Atividade 1.5 – Utilizando o recurso de recuperação de senhas 40
Atividade 1.6 – Utilizando a Ajuda on-line 40
2. O Modelo de Controle de Acesso e os Espaços Virtuais
Introdução 43
Papéis e permissões 43
Gerenciando usuários 44
Listando usuários 44
Criando usuários 45
Editando as Preferências do Usuário 46
Gerenciando a própria senha de acesso 46
Editando informações dos usuários 46
v
Excluindo usuários 47
Localizando usuários 48
Gerenciando usuários do portal 49
Agrupando usuários por papéis 49
Grupo de usuários 49
Moderando as solicitações de cadastro de usuários 50
Aprovando uma solicitação de cadastro 51
Rejeitando uma solicitação de cadastro 52
Cadastrando um grupo de papéis 52
Editando e removendo grupos de papéis existentes 53
Esqueceu a senha? 53
Alterando idiomas (internacionalização) 54
Alterando nível de ajuda 54
Gerenciando Espaços Virtuais 54
Criando Espaços Virtuais 55

Ajustando Permissões de Espaços Virtuais 56
Criando ações e mensagens de aviso para usuários 59
Criando um Espaço Virtual Privado 60
Criando um Espaço Virtual Compartilhado para o domínio 60
Criando um Espaço Virtual Público para a web 61
Localizando Espaços Virtuais 61
A Hierarquia de Espaços Virtuais 62
Visualizando subespaços virtuais 62
Criando um subespaço virtual 63
Editando um subespaço virtual 64
Removendo um subespaço virtual 65
Roteiro de Atividades 2 67
Atividade 2.1 – Adicionando um usuário 67
Atividade 2.2 – Ajustando preferências do seu próprio usuário (senha) 67
Atividade 2.3 – Adicionando um usuário “Produtor de Conteúdo Externo” 68
Atividade 2.4 – Criando um Espaço Virtual “Privado” 68
Atividade 2.5 – Criando um Espaço Virtual “Compartilhado” 68
Atividade 2.6 – Criando um Espaço Virtual “Público” 69
Atividade 2.7 – Criando um Espaço Virtual com acesso individual para um usuário 69
vi
3. Gerenciamento de Conteúdos Locais
Adicionando conteúdos na plataforma 71
Upload de conteúdo 72
Upload direto de um arquivo a partir do computador 73
Seleção de arquivo do servidor 74
Captura de vídeo a partir de dispositivos externos  75
Galeria/Coleção 77
Metadados e extensões 79
Vídeo 79
Áudio 79
Imagem 80
Aplicação Ginga 80
Documento 81
Alterando os metadados de um conteúdo 81
Removendo conteúdos 82
Remoção automática de conteúdos 84
Lidando com Coleções 84
Criação da coleção 85
Edição da coleção 85
Visualização da coleção 85
Adicionando através do menu de Opções 87
Lidando com galerias 88
Busca por Conteúdos Locais 91
Visualizando os uploads realizados 91
Envio em lote 93
Download de Conteúdo Local (“salvar como”) 95
Restrições de direitos autorais 96
Visualizando Conteúdos Locais 98
Copiando conteúdos localmente 100
Movendo conteúdos localmente 100
Transcodificando para outros formatos e alterando a imagem que representa o conteúdo
de vídeo 101
Enviando vídeos para o YouTube 103
Avaliação de conteúdos (ratings) 104
vii
Publicação no PortalICDi 104
Novos conteúdos 104
Conteúdos já existentes 105
Comentários e reviews 106
Nuvem de tags 107
Recomendação de conteúdos  107
Decupagem de vídeos 108
Descrição dos recursos da decupagem 109
Criação de decupagens 111
Seleção do início de apresentação do vídeo 112
Edição de decupagem 112
Visualização de decupagem 112
Exclusão de decupagem 112
Filtro de decupagens 113
Download de trechos de decupagens 113
Extração e corte de áudio 114
Roteiro de Atividades 3 117
Atividade 1 – Cadastrando conteúdos 117
Atividade 2 – Editando informações de conteúdos cadastrados 118
Atividade 3 – Compartilhando conteúdo localmente 118
Atividade 4 – Removendo um conteúdo local 118
Atividade 5 – Visualizando conteúdos locais 119
Atividade 6 – Download de conteúdos locais 119
Atividade 7 – Decupagem de vídeo 120
Atividade 8 – Extraindo um trecho de um vídeo existente 122
Caso Prático 1 – Lidando com contribuições de produtores externos 122
4. Gerenciamento de conteúdos: operações inter-nós
Acessando Conteúdos Remotos 123
Visualizando conteúdos remotos 124
Compartilhando conteúdos 124
Compartilhamento em lote 126
Transferência de conteúdos remotos 127
Busca avançada de conteúdos 128
viii
Roteiro de Atividades 4 131
Atividade 4.1 – Compartilhando conteúdo remotamente 131
Atividade 4.2 – Removendo um conteúdo com réplicas remotas 132
Atividade 4.3 – Visualizando conteúdos remotos 132
Atividade 4.4 – Download de conteúdos remotos 132
Caso Prático 2 – Montando um ambiente de colaboração em rede 133
5. O Portal de Mídias Público
Introdução 135
Disponibilizando conteúdos no portal a partir do ICD 136
Apresentação da interface do portal 136
Disponibilizando feeds e conteúdos no portal 137
Visualização de conteúdos 138
Inscrição de usuários 139
Autenticação 139
Edição das preferências de conta 139
Visualizando dados da conta 139
Editando dados da conta 140
Contribuindo com conteúdos através do portal 141
Visualização de conteúdos submetidos 142
Submissão de comentários 143
Comentários e reviews 143
Download de conteúdos 145
Gerenciamento de conteúdos enviados pelo portal 145
Acessando os conteúdos enviados ao portal 145
Aprovando conteúdos enviados ao portal 146
Rejeitando conteúdos enviados ao portal 146
Visualização de canais 147
Visualização de canais VoD e AoD 148
Visualização de canais Web 148
Controle dos usuários do portal 149
Roteiro de Atividades 5 151
Atividade 5.1 – Disponibilizando conteúdos no portal a partir do ICD 151
Atividade 5.2 – Visualização de conteúdo 151
ix
Atividade 5.3 – Inscrição de usuários 151
Atividade 5.4 – Autenticação 151
Atividade 5.5 – Editando preferências da conta 152
Atividade 5.6 – Envio de conteúdos 152
Atividade 5.7 – Visualização dos conteúdos submetidos 152
Atividade 5.8 – Submissão de comentários 152
Atividade 5.9 – Download de conteúdos 152
Atividade 5.10 – Moderação de conteúdos enviados pelo portal 153
Atividade 5.11 – Visualização de canais VoD 153
Atividade 5.12 – Visualização de canais Web 153
Atividade 5.13 – Controle de usuários do portal 153
Atividade 5.14 – Visualizando “Feeds” 154
Caso Prático 3 – Recebendo contribuições dos internautas 154
6. Publicação de canais na web
Introdução 155
Gerenciamento de Canais VoD e AoD (Playlist) 156
Adição de conteúdos a um canal VoD e AoD 157
Gerenciamento de programas 158
Cadastro de um programa 158
Edição de um programa 159
Remoção de um programa 160
Localização de um programa 161
Criação de edições de programas 161
Cadastro de uma edição de programa 161
Remoção de uma edição de programa 163
Gerenciamento de canais 164
Cadastro de um canal 164
Remoção de um canal 165
Edição de um canal 166
Localizando um canal 168
Adição de programas em canais 169
Adição de edições de programas na grade de programação 170
Download de conteúdos da grade 174
Visualizando a grade de programação através de feeds 175
Tratamento de espaços em branco e conflitos de horário 176
x
Roteiro de Atividades 6 177
Atividade 6.1 – Criando programas 177
Atividade 6.2 – Gerenciando programas 177
Atividade 6.3 – Adicionando canais 177
Atividade 6.4 – Gerenciamento de Canais 178
Atividade 6.5 – Edição da grade de programação 178
Atividade 6.6 – Edição de programas na Grade de Referências 178
Atividade 7 – Utilizando o Histórico de envio de Programação 178
Caso Prático 4 – Publicação de conteúdos na web 179
7. Comunicação entre Usuários, Relatórios e Auditoria
Avisos do ICD para os usuários 181
Adicionando um aviso 182
Editando um aviso 183
Removendo um aviso 183
Visualizando um aviso 183
Conversando com outros usuários através de chat 184
Enviando e recebendo mensagens 185
Enviando mensagem assíncrona 186
Lendo uma mensagem assíncrona 186
Registro de atividades dos usuários: auditoria 187
Consultando registro de atividades realizadas 187
Relatórios 189
Relatório de conteúdos 190
Relatório de Atividades dos Usuários 191
Relatório de Funcionalidades Mais Utilizadas 191
Exibição de relatórios em PDF 191
Roteiro de Atividades 7 193
Atividade 7.1 – Trocando mensagens on-line com usuários 193
Atividade 7.2 – Trocando mensagens off-line com usuários 193
Atividade 7.3 – Acessando a Auditoria 193
Atividade 7.4 – Visualizando os relatórios 193
Atividade 7.5 – Visualizando e salvando um relatório em PDF 194
Atividade 7.6 – Comunicação do sistema para usuários 194
xi
8. Backups, Comunicação com Aplicações Externas e Suporte a Storages
Tecnologias e aplicativos utilizados no ICD 195
Tecnologias e aplicativos utilizados no ICD 196
Procedimento de instalação 196
Manutenção do sistema 196
Backup do banco de dados (Metadados) 197
Backup dos conteúdos locais 197
Exportação/importação de dados 197
Confguração de storages 197
Visualização de log do serviço 198
Comunicação com aplicações externas 198
Confguração de servidores para comunicação via Web Services 198
Confgurando o acesso para servidores externos 199
Contas para comunicação com YouTube 200
Roteiro de Atividades 8 201
Atividade 8.1 – Backup de conteúdos 201
Atividade 8.2 – Exportação e Importação de dados 201
Atividade 8.3 – Configurando os Storages 202
Atividade 8.4 – Obtendo a chave de desenvolvedor do YouTube 202
Atividade 8.5 – Cadastrando a conta do YouTube no ICD 203
Bibliografa  205
xii
xiii
A Escola Superior de Redes (ESR) é a unidade da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa
(RNP) responsável pela disseminação do conhecimento em Tecnologias da Informação e
Comunicação (TIC).
A ESR nasce com a proposta de ser a formadora e disseminadora de competências em
TIC para o corpo técnico-administrativo das universidades federais, escolas técnicas e
unidades federais de pesquisa. Sua missão fundamental é realizar a capacitação técnica
do corpo funcional das organizações usuárias da RNP, para o exercício de competências
aplicáveis ao uso efcaz e efciente das TIC.
A ESR oferece dezenas de cursos distribuídos nas áreas temáticas: Administração e Projeto
de Redes, Administração de Sistemas, Segurança, Mídias de Suporte à Colaboração Digital
e Governança de TI.
A ESR também participa de diversos projetos de interesse público, como a elaboração e
execução de planos de capacitação para formação de multiplicadores para projetos edu-
cacionais como: formação no uso da conferência web para a Universidade Aberta do Brasil
(UAB), formação do suporte técnico de laboratórios do Proinfo e criação de um conjunto de
cartilhas sobre redes sem fo para o programa Um Computador por Aluno (UCA).
A metodologia da ESR
A flosofa pedagógica e a metodologia que orienta a realização dos cursos da ESR é
baseada na aprendizagem como construção do conhecimento por meio da resolução de
problemas típicos da realidade do profssional em formação.
Os resultados obtidos em cursos de natureza teórico-prática são otimizados se o instrutor,
auxiliado pelo material didático usado, atuar não apenas como expositor de conceitos e
informações, mas principalmente como orientador do aluno na execução de atividades
contextualizadas nas situações do cotidiano profssional.
A aprendizagem é entendida como a resposta do aluno ao desafo de situações-problema
semelhantes às que são encontradas na prática profssional, que são superadas por meio
de análise, síntese, julgamento, pensamento crítico e construção de hipóteses para a reso-
lução do problema, em abordagem orientada ao desenvolvimento de competências.
Dessa forma, o instrutor tem participação ativa e dialógica como orientador do aluno para
as atividades em laboratório. Até mesmo a apresentação da teoria no início da sessão de
aprendizagem não é considerada uma simples exposição de conceitos e informações.
O instrutor busca incentivar a participação dos alunos continuamente.
Escola Superior de Redes
xiv
As sessões de aprendizagem onde se dão a apresentação dos conteúdos e a realização das
atividades práticas têm formato presencial e essencialmente prático, utilizando técnicas
de estudo dirigido individual, trabalho em equipe e práticas orientadas para o contexto de
atuação do futuro especialista que se quer formar.
As sessões de aprendizagem desenvolvem-se em três etapas, com predominância de
tempo para as atividades práticas, conforme descrição a seguir:
Primeira etapa: apresentação da teoria e esclarecimento de dúvidas (de 60 a 90 minutos).
O instrutor apresenta, de maneira sintética, os conceitos teóricos correspondentes ao tema
da sessão de aprendizagem, com auxílio de slides em formato PowerPoint. O instrutor
levanta questões sobre o conteúdo dos slides em vez de apenas apresentá-los, convidando
a turma à refexão e participação. Isso evita que as apresentações sejam monótonas e que
o aluno se coloque em posição de passividade, o que reduziria a aprendizagem.
Segunda etapa: atividades práticas de aprendizagem (de 120 a 150 minutos).
Esta etapa é a essência dos cursos da ESR. A maioria das atividades dos cursos são assín-
cronas e feitas em duplas de alunos, que seguem o roteiro de atividades proposto na
apostila, respeitando seu ritmo. Instrutor e monitor circulam entre as duplas para dirimir
dúvidas e oferecer explicações complementares.
Terceira etapa: discussão das atividades realizadas (30 minutos).
O instrutor comenta cada atividade, apresentando uma das soluções possíveis para resolvê-la,
devendo ater-se àquelas que geram maior difculdade e polêmica. Os alunos são convidados
a comentar as soluções encontradas e o instrutor retoma tópicos que tenham gerado dúvi-
das, estimulando a participação dos alunos. O instrutor sempre estimula os alunos a encon-
trar soluções alternativas às sugeridas por ele e pelos colegas e, caso existam, a comentá-las
Sobre o curso
O ICD (Serviço de Intercâmbio de Conteúdos Digitais) é uma plataforma de software desti-
nada a gerenciar ativos digitais e compartilhá-los, sob condições e permissões estabelecidas,
em uma rede de parceiros associados e possivelmente distribuídos geografcamente. Este
curso visa capacitar os alunos na utilização da plataforma ICD, como uma das etapas do trei-
namento de profssionais que trabalham com o gerenciamento e uso de ativos digitais.
O curso apresenta inicialmente conceitos relacionados a padrões e formatos comumente
usados para ativos ou mídias digitais, com foco em áudio e vídeo. Em seguida, discute
aspectos relevantes do gerenciamento de ativos digitais, e por fm apresenta as várias fun-
cionalidades da plataforma, sempre permitindo o uso prático através de demonstrações
pelo instrutor e da realização de atividades diretamente pelo aluno na sala de aula.
Ao fnal do curso, o aluno aprenderá a realizar o cadastramento de conteúdos, a descrição de
metadados, a atribuição de permissões, o compartilhamento de conteúdos, a pesquisa (busca),
o download, a transcodifcação de formatos e as demais funcionalidades da plataforma ICD.
A quem se destina
O público-alvo deste curso envolve pessoas ligadas a vários aspectos da cadeia produtiva
de conteúdos digitais em uma organização, como vídeo, áudio, imagens e documentos.
Tipicamente, técnicos ligados ao gerenciamento de acervo, documentação e pesquisa,
editores, jornalistas, equipes envolvidas com conteúdo de rádio, cinema, televisão e con-
teúdos para a web e cross media (conteúdo veiculado em diferentes mídias) e profssionais
ligados à produção ou manipulação de mídias digitais em geral.
xv
O requisito mínimo para absorver os conceitos deste curso envolve o uso corriqueiro de
computadores, conceito de arquivo, pasta (ou diretório) e o uso de um navegador web.
Profssionais de TIC são bem-vindos como público-alvo no sentido de que poderão oferecer
suporte técnico aos usuários das áreas fnais, bem como suporte na manutenção da plata-
forma ICD em seus aspectos técnicos e operacionais.
Convenções utilizadas neste livro
As seguintes convenções tipográfcas são usadas neste livro:
Itálico
Indica nomes de arquivos e referências bibliográfcas relacionadas ao longo do texto.
Largura constante

Indica comandos e suas opções, variáveis e atributos, conteúdo de arquivos e resultado da saída
de comandos. Comandos que serão digitados pelo usuário são grifados em negrito e possuem
o prefxo do ambiente em uso (no Linux é normalmente # ou $, enquanto no Windows é C:\).
Conteúdo de slide q
Indica o conteúdo dos slides referentes ao curso apresentados em sala de aula.
Símbolo w
Indica referência complementar disponível em site ou página na internet.
Símbolo d
Indica um documento como referência complementar.
Símbolo v
Indica um vídeo como referência complementar.
Símbolo s
Indica um arquivo de aúdio como referência complementar.
Símbolo !
Indica um aviso ou precaução a ser considerada.
Símbolo p
Indica questionamentos que estimulam a refexão ou apresenta conteúdo de apoio ao
entendimento do tema em questão.
Símbolo l
Indica notas e informações complementares como dicas, sugestões de leitura adicional ou
mesmo uma observação.
Permissões de uso
Todos os direitos reservados à RNP.
Agradecemos sempre citar esta fonte quando incluir parte deste livro em outra obra.
Exemplo de citação: PIRES, Aécio et al. Plataforma de Intercâmbio de Conteúdos Digitais.
Rio de Janeiro: Escola Superior de Redes, RNP, 2011.
xvi
Comentários e perguntas
Para enviar comentários e perguntas sobre esta publicação:
Escola Superior de Redes RNP
Endereço: Av. Lauro Müller 116 sala 1103 – Botafogo
Rio de Janeiro – RJ – 22290-906
E-mail: info@esr.rnp.br
Reconhecimentos
Os autores agradecem o trabalho dos profssionais da Dynavideo Comércio e Serviços, por
terem se envolvido com dedicação no projeto, implementação, testes, suporte a usuários
e operação da plataforma ICD ao longo de toda a duração do seu projeto. Sem eles, o ICD
não existiria.
Sobre os autores
Denio Mariz Timóteo de Sousa é graduado em Ciências da Computação pela UFPB (1989),
é especialista em Informática na Educação pela UFMG (1993), mestre em Ciências da Com-
putação pela UFPB (1998) e doutor em Ciências da Computação pela UFPE (2004). Dênio
tem experiência em Redes de Computadores com interesse em análise de tráfego e avalia-
ção de desempenho, entre outros. Atualmente é professor do IFPB desde 1991 e professor
do Programa de Pós-Graduação em Informática da UFPB, além de pesquisador do LAVID
(Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital) da UFPB, atuando em diversos projetos de pes-
quisa na área de TV digital, Cinema Digital, Redes de Distribuição de Conteúdos e Sistemas
de Gerenciamento de Ativos Digitais.
Diego Ernesto Rosa Pessoa é graduado em Sistemas para Internet pelo IFPB (2008) e
Mestre em Informática pela UFPB (2012). Sua área de pesquisa envolve interoperabilidade
entre Sistemas de Gerenciamento de Ativos Digitais. Possui experiência em análise e desen-
volvimento de sistemas, tendo atuado em várias empresas da área. Atualmente lidera a
equipe de desenvolvimento da Dynavideo e faz parte do corpo de professores do IFPB.
Aécio dos Santos Pires é graduado em Redes de Computadores pelo IFPB (2009) e cursa
especialização em Segurança da Informação pela faculdade iDEZ. Atualmente é administra-
dor de software da Dynavideo, empresa que atua com foco em aplicações avançadas em
Gerenciamento de Ativos Digitais, TV Digital e soluções desafadoras.
Rafael Pinheiro Sousa é graduado em Tecnologia em Sistemas para Internet pelo
IFPB (2009) e cursa especialização em Metodologia para Engenharia de Software pela
faculdade iDEZ com interesses de pesquisa em engenharia de software com foco em
arquitetura e qualidade. Como profssional, já atuou em várias empresas na área de
desenvolvimento de software. Atualmente é desenvolvedor de software da Dynavideo,
uma empresa que atua com foco em aplicações avançadas em Gerenciamento de Ativos
Digitais e middleware para TV Digital.
Juliana Maia Leite é graduada em Sistemas para Internet pelo IFPB (2009) e cursa
especialização em Desenvolvimento para Dispositivos Móveis pelo Instituto de Ensino
Especializado da Paraíba (i2p). Como profssional já atuou em várias empresas na área de
desenvolvimento de software. Atualmente é desenvolvedor de software da Dynavideo,
uma empresa que atua com foco em aplicações avançadas em Gerenciamento de Ativos
Digitais e middleware para TV Digital.
xvii
Rafael da Trindade Serrano Chiappetta dos Santos é graduado em Tecnologia em Siste-
mas para Internet pelo IFPB e cursa especialização em Desenvolvimento para Dispositivos
Móveis pelo Instituto de Ensino Especializado da Paraíba (i2p). Possui diploma AAS
(Associate in Applied Science) pelo Muscatine Community College (MCC – IA, USA), onde
estudou com bolsa integral através do programa Community Colleges for International
Development (CCID) do Departamento de Estado Americano. Foi desenvolvedor de siste-
mas do Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital (LAVID) da UFPB e atualmente é integrante
da equipe de engenheiros de software da Dynavideo, uma empresa que atua com foco em
aplicações avançadas em Gerenciamento de Ativos Digitais e middleware para TV Digital.
Francisco Sales Neves de Souza Lima Júnior é graduado em Redes de Computadores
pelo IFPB(2008), graduado em Sistemas para Internet pelo IFPB (2009) e cursa especiali-
zação em Gerenciamento de Projetos pelo Instituto de Ensino Especializado da Paraíba.
Foi desenvolvedor de sistemas pelo LAVID (Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital) da
UFPB e atualmente é desenvolvedor de sistemas da Dynavideo, uma empresa que atua
com foco em aplicações avançadas em Gerenciamento de Ativos Digitais e middleware para
TV Digital.
José Fernando Santos de Carvalho é candidato ao título de Mestre em engenharia de
Software pela UFPE (2011), Membro do Grupo de Pesquisa sobre Social Machines (UFPE)
e graduado em Sistemas de Informação pelo IESP (2008). Em 2010, fez parte do comitê
responsável pela implantação do projeto TheSeC em Cloud Computing, na UFPE. Sua área
de pesquisa envolve a qualidade de serviços em Cloud Computing. Atualmente é tutor em
Análise de Sistemas e integrante da equipe de engenheiros de Software da empresa
Dynavideo, uma empresa que atua com foco em aplicações avançadas em Gerenciamento
de Ativos Digitais e middleware para TV Digital. Suas áreas de interesse são: Cloud Computing,
Engenharia de Software, SaaS, Web Social e Mobile Commerce.
Diénert de Alencar Vieira é graduado em Sistemas para Internet pelo IFPB (2007), gradu-
ado em Ciência da Computação pela UFPB (2009) e é candidato a Mestre em Informática
pela UFPB (2012). Atuou na área de desenvolvimento rápido de interfaces para o usuário,
sistemas Web e é pesquisador do LAVID, participando de projetos de TV Digital e Gerencia-
mento de Ativos Digitais. Também é integrante da equipe de engenheiros de Software da
empresa Dynavideo.
Ygor Oliveira de Carvalho é graduado em Tecnologia em Sistemas para Internet pelo IFPB e
cursa especialização em Mobilidade e Sistemas Embarcados pela faculdade iDEZ. Como pro-
fssional, já atuou em várias empresas da área de desenvolvimento de sistemas. Atualmente,
é desenvolvedor de softwares da Dynavideo, uma empresa que atua com foco em aplicações
avançadas em Gerenciamento de Ativos Digitais, TV Digital, soluções desafadoras.
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Plataforma de Intercâmbio de
Conteúdos Digitais
Obter conhecimentos básicos sobre o uso de mídias digitais para entender por que a
plataforma de Intercâmbio de Conteúdos foi criada; Conhecer as necessidades que a
plataforma pretente suprir e como pode ser aproveitada para melhorar a distribuição
dessas mídias entre várias organizações distribuídas em diferentes regiões geográfcas
interconectadas pela rede mundial de computadores.
Ativos digitais; Gerenciamento de ativos digitais; Codifcação de mídias digitais;
Formatos de conteúdos digitais; Descrição da plataforma de Intercâmbio de Conteúdos
Digitais; Vantagens de utilizá-la; Funcionalidades da plataforma; Conceitos básicos de
domínio e nó; Diferenças entre nó mestre e comum; Conceitos de Espaços Virtuais;
Apresentação do Portal de Mídias Público; Operações intra-nó e intra-domínio;
Caracteríticas de segurança; Usuários e papéis; Transferência de conteúdo otimizada;
Suporte e casos de sucesso no uso da plataforma.


Ativo digital
Um ativo digital pode ser entendido como a agregação entre um ou mais objetos de mídia
(vídeo, áudio e texto), os quais são defnidos pelo termo “essências”, e um conjunto de meta-
dados, que são as informações que descrevem as mídias. Assim, a essência é o conjunto de
dados crus (geralmente na forma de um arquivo), e os metadados são uma descrição da
essência. Os metadados podem incluir, além da descrição da essência (título, palavras-chave,
autor, produção, gênero etc.), informações sobre os direitos de uso e distribuição da mídia.
O conjunto formado pelas essências mais os metadados é chamado de ativo digital. O termo
ativo representa a ideia de patrimônio ou bem. Usamos neste curso os termos ativo digital e
conteúdo digital como sinônimos.
Um ativo digital pode conter uma ou mais essências, podendo referenciar a versão de
qualidade original da mídia e cópias em diferentes formatos, eventualmente com menor
resolução. A adoção de diferentes formatos e resoluções permite o uso da mídia para dife-
rentes fnalidades (apresentação na web, uso em dispositivos móveis, exibição em TV etc.).
A adoção de um formato ou resolução menor pode também ajudar a reduzir o uso da banda
de rede quando a mídia é transmitida entre pontos remotos.

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Gerenciamento de Ativos Digitais
O Gerenciamento de Ativos Digitais ou Digital Asset Management (DAM) consiste numa
maneira de manter o controle dos conteúdos digitais e garantir que os originais não sejam
modifcados ou perdidos, que sejam acessíveis através de buscas e que estejam ao alcance
quando requisitados.
Mais precisamente, DAM refere-se a um protocolo ou sistema para cadastrar, baixar,
renomear, salvar (backup), avaliar, classifcar, agrupar, arquivar, otimizar, manter, comprimir
e exportar conteúdos digitais. Suas principais características são o gerenciamento do
armazenamento dos arquivos, disponibilização de ferramentas de busca, suporte a múlti-
plos formatos, controle de versão, ferramentas de publicação, cobertura distribuída, alta
disponibilidade, interface para digitalização ou inserção de mídias e integração com outros
sistemas corporativos.
Codificação de mídias digitais
Codifcar mídias digitais signifca utilizar um padrão digital para efetuar sua gravação e
recuperação. Dependendo da qualidade da mídia, ou seja, da quantidade de informações
que serão armazenadas e/ou transmitidas, pode-se ter uma extensa demanda de memória
(para armazenamento) e largura de banda (para transmissão). Para reduzir tal demanda,
técnicas de compressão são usadas.
Existem vários métodos de se comprimir dados digitalmente descritos. Porém, cada mídia
possui características específcas que podem ser exploradas para criação de técnicas mais
efcientes de compressão, visando fdelidade quando da recuperação dos dados comprimidos.
Formatos de conteúdos digitais
Existem vários métodos para se comprimir dados digitalmente. Um vídeo possui caracte-
rísticas específcas que podem ser exploradas para criação de técnicas mais efcientes de
compressão, visando manter a fdelidade quando da recuperação dos dados comprimidos.
Algumas técnicas de compressão de mídias atendem a características específcas de um
determinado contexto de uso (por exemplo, vídeo para celulares). Alguns dos parâmetros
para avaliação de uma determinada técnica são: carga de processamento (para compressão
e descompressão), disponibilidade de memória (para armazenamento ou buferização),
resolução do vídeo (para reprodução em dispositivos compatíveis) etc. A harmonização
desses parâmetros defne a qualidade de uma técnica ou padrão. Apresentaremos aqui
algumas das técnicas mais utilizadas.
MPEG-1 Part 2
O Moving Pictures Expert Group (MPEG) é um grupo de trabalho da International Organization
for Standardization (ISO) em parceria com a International Electrotechnical Comission (IEC),
padronizado sob o código ISO/IEC-11172-2.
Ele reduz ou descarta informações em certas frequências e áreas da imagem, para as quais
o olho humano possui limitações perceptivas, e também tira proveito de eliminação de
redundâncias temporais e espaciais comuns em vídeos para alcançar melhor compressão.
O padrão MPEG-1 part 2 foi inicialmente desenvolvido para suportar taxas de 1.5 Mbit/s com reso-
lução de 352 x 240 pixels. Melhorias feitas mais tarde aumentaram a taxa máxima para 4Mbit/s.
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Atualmente o MPEG-1 é o formato mais compatível de vídeo que existe, podendo ser
reproduzido em qualquer computador pessoal e tocadores de DVD/VCD. O MPEG-1 suporta
apenas varredura progressiva (progressive scan).
MPEG-1 Part 3, MPEG-2 Part 3
MPEG-1 Part 3 (ou MPEG-1 Audio) é um padrão de codifcação específco para áudio.
Ele reduz a taxa de dados requerida descartando ou reduzindo certas partes do áudio que
o ouvido humano não pode perceber. As taxas de bits suportadas são 32, 48, 56, 64, 80, 96,
112, 128, 160, 192, 224, 256, 320 e 384 kbit/s. –
MPEG-1 Audio é dividido em três camadas: layer I, II e III. As camadas mais altas são compu-
tacionalmente mais complexas e geralmente mais efcientes.
O MPEG-1 Part 3 layer III é defnido pela norma ISO/IEC-11172-3, mais conhecido popular-
mente como MP3. Esse padrão foi depois aprimorado pelo MPEG-2 (MPEG-2 Audio Layer III,
ISO/IEC 13818-3), que introduziu novas taxas de bits, novas taxas de amostragem e a possi-
bilidade de suportar até 5.1 canais de áudio.
MPEG-2
MPEG-2 é tipicamente usado para codifcar áudio e vídeo para transmissão, incluindo trans-
missão via satélite e TV a cabo. MPEG-2, com algumas modifcações, também é utilizado
para codifcar vídeo em DVDs.
O MPEG-2 inclui uma parte chamada “Sistemas” (MPEG-2 Systems, parte 1), que defne um meca-
nismo de transporte (Transport Stream) para transmissão de áudio e vídeo através de mídia não
confável (sujeita a erros e perdas). Esse mecanismo é usado nas transmissões (broadcast).
O MPEG-2 também é usado para codifcação de vídeos de alta resolução (HDTV).
MPEG-4
O MPEG-4 absorveu muitas das características das defnições MPEG-1, MPEG-2 e outros
padrões relacionados, adicionando novas funcionalidades, tais como o suporte a Virtual
Reality Modeling Language (VRML) para renderização 3D, arquivos compostos orientados a
objetos (incluindo áudio, vídeo e objetos VRML), e vários tipos de interatividade.
Para fexibilizar o uso das defnições, são criados conceitos como perfs (profles) e níveis
(levels), permitindo que um conjunto de defnições possa ser utilizado separadamente por
aplicações. O uso primário previsto para o MPEG-4 é a transmissão na web (streaming),
aplicações conversacionais (vídeo conferência) e transmissões de televisão.
MPEG-4 part 2
A parte 2 das defnições MPEG-4 (Visual) possui mais de vinte perfs, destacando-se dois:
o Simple Profle e o Advanced Simple Profle. O Simple Profle é voltado para dispositivos
com baixo poder de processamento, como celulares. O Advanced Simple Profle (AVC) é
usado como base para compressão de vídeo em codecs como DivX, XviD, WMV etc.
MPEG-4 part 10 (H.264)
O MPEG-4 Part-10 ou Advanced Video Coding (AVC) ou H.264 é o padrão criado em 2003
pelo grupo MPEG em conjunto com o grupo Video Coding Experts do Telecommunication
Union (ITU-T) para digitalização de imagens de vídeo. O objetivo foi desenvolver um padrão
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que tivesse a qualidade apresentada pelo MPEG-2 ou pelo MPEG-4; porém, que pudesse
opcionalmente fazer isso utilizando taxas de dados menores sem ser excessivamente com-
plexo, para viabilizar sua implementação em circuitos eletrônicos não muito dispendiosos.
A fexibilidade de uso do padrão foi bastante estendida em relação aos originais MPEG-2
e MPEG-4, permitindo sua utilização tanto em sistemas de alta resolução (HD) quanto de
baixa resolução (SD).
Mais de 20 novas técnicas envolvidas nos sofsticados processos internos de compressão
foram utilizadas, permitindo comportamento melhor do que os demais padrões em diversas
situações. Com menos da metade da taxa de bit utilizada no MPEG-2 é possível obter a
mesma qualidade de imagem. Da mesma forma que o MPEG-2, o AVC estabelece diversos
níveis de confguração de parâmetros, chamados de “perfl”, para uso desde aplicações
móveis (celulares, por exemplo, exigindo menor poder de computação dos circuitos) e vide-
oconferência, até aplicações que exigem maior poder de processamento, como exibição de
imagens em alta-defnição (HD), e em diversos sistemas de HDTV. Um número muito grande
de aplicações adota esse padrão, como transmissões diretas de programação de TV via
satélites para residências, transmissões terrestres de TV digital, aplicações de distribuição
de imagem na internet etc. Por exemplo, os padrões de TV digital brasileiro (ISDB-T/Ginga –
Integrated Services Digital Broadcasting-Terrestrial), o de TV digital chinês (DMB-T – Digital
Terrestrial Multimedia Broadcast), os discos Blu-Ray e HD-DVD empregam H.264 como
padrão de transmissão ou gravação de suas imagens.
Introdução à plataforma de Intercâmbio de Conteúdo Digital (ICD)
O ICD é uma plataforma distribuída que tem como foco o intercâmbio de conteúdos digitais
através de uma infraestrutura de rede IP (como a internet). São oferecidos vários recursos,
como catalogação, armazenamento, classifcação, compartilhamento, busca e transmissão
de ativos digitais.
A organização da plataforma é distribuída, ou seja, os servidores que hospedam a aplicação
estão geografcamente dispersos e se comunicam através de uma rede IP. Normalmente
utiliza-se um servidor em cada ponto da rede em que há uma grande produção de mate-
rial, mas esse critério de divisão vai depender das regras de negócio da instituição que está
usando e customizando a plataforma ICD. Por exemplo, no caso de emissoras de TV, cada
afliada e/ou associada pode adotar um servidor rodando a plataforma ICD, formando uma
rede de associadas ou um “domínio” (discutiremos “domínios” adiante).
Uma das vantagens da abordagem distribuída com adoção de servidores locais é a redução
do tempo de upload de conteúdos, já que o servidor encontra-se dentro da rede local da
emissora. Outra vantagem é a maior disponibilidade do serviço, uma vez que se algum
ponto fcar indisponível, os outros não serão prejudicados. A conexão entre os pontos pode
ser realizada através da internet ou até mesmo dentro de uma rede privada.
Apesar de possuir o foco em intercâmbio, o ICD também pode ser utilizado potencialmente
como ferramenta para gerenciar as informações locais de uma instituição, já que contém
recursos que facilitam o controle de ativos digitais. Em outras palavras, o ICD também é um
sistema de gerenciamento de ativos digitais (DAM) local privado, com a vantagem de poder
interagir com outros servidores remotos da rede para troca de conteúdos. Se não houver
comunicação em rede com outros pontos remotos, o ICD fará o papel de um DAM isolado.
Outra forma de fazer um DAM privado mesmo quando há comunicação com outros pontos é
fazer a separação de conteúdos privados e públicos de forma lógica, através de permissões
(isso será discutida em detalhes adiante).
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Uma característica importante do ICD é que, mesmo possuindo organização distribuída,
suas operações remotas são totalmente transparentes em relação à sua localização topo-
lógica ou geográfca. Ou seja, o usuário fnal não tem a necessidade de conhecer endereços
IP da rede, tal como os usuários do File Transfer Protocol (FTP). Para o usuário, as tarefas
realizadas no servidor local são também feitas em servidores remotos da mesma forma.
A única diferença é que o tempo para operações remotas dependerá da capacidade da rede
que os conecta. Toda essa comunicação entre associadas ocorre em uma comunicação
segura, com informações criptografadas, cujas conexões se restringem apenas às asso-
ciadas autorizadas. Ou seja, os servidores não podem ser acessados para troca de informa-
ções por outros computadores existentes na rede local da instituição ou na internet, sem
consentimento prévio.
Por possuir interface na web, o ICD dispensa a instalação de qualquer aplicativo para que
possa ser utilizado. Para usá-lo, basta que o usuário possua um navegador conectado à
internet no qual possa acessar o endereço (URL) do servidor. Uma vez autenticado, o usuário
poderá efetuar o envio de conteúdos em formatos de vídeo, áudio, imagem e documentos,
além de compartilhá-los para outros pontos dentro da rede ou até mesmo diretamente para
serviços públicos na web, como o YouTube, sem a necessidade de fazer outro upload.
Vantagens em utilizar a plataforma ICD
As vantagens do uso da plataforma estão na possibilidade de se utilizar a infraestrutura
de rede para efetuar a transferência de conteúdos entre instituições, reduzindo possíveis
custos com uso de satélite ou entrega manual de mídias físicas. Permite também a trans-
parência de localização evitando que o usuário memorize endereços IP e use comandos
do Sistema Operacional para gerenciar transferências. O ICD está disponível a partir de
qualquer lugar através da web, dispensando qualquer instalação de aplicativos para efetuar
o acesso. A plataforma possui facilidades para organização de conteúdos através do forneci-
mento de informações adicionais utilizadas para descrever cada conteúdo (metadados) e da
interface organizada por pastas (Espaços Virtuais) com opções para buscas avançadas. Além
da estrutura confgurável que permite a customização da plataforma em um serviço visando
atender as necessidades da instituição que o utiliza.
O sistema de controle de acesso é fexível e visa oferecer aos usuários níveis diferenciados
de permissões para determinadas funcionalidades do sistema ou acesso aos conteúdos.
Isso possibilita, por exemplo, que um conteúdo colocado na plataforma fque visível
somente para um usuário específco, para um grupo de usuários, para uma instituição ou
para um grupo de instituições.
O ICD registra todas as ações realizadas por usuários no sistema. Através disso é possível
fazer uma auditoria sobre os dados, identifcando quem (usuário) fez o quê (qual a operação),
de onde (qual computador de origem) e quando (data e hora). Ou seja, é possível saber o
momento exato e o computador usado por um usuário que efetuou determinada operação,
como o upload ou a remoção de um conteúdo.
O ICD possui um espaço para interação com usuários da web através do envio de conteúdos
e da visualização de conteúdos marcados como públicos.
Recursos de programação de canais permitem atribuir os conteúdos cadastrados no sistema
a uma grade de programação em “canais”que podem ser acessados via web. Os canais
podem ter programação de horário ou podem ser do tipo VoD (Video on Demand), que
permite que cada usuário escolha o momento e a ordem de visualização de uma playlist.
Saiba mais
É possível gerar
relatórios de modo a
fornecer um pano-
rama da utilização da
plataforma em nível
de armazenamento,
acesso e utilização
de conteúdos.
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Os “canais” podem ser do tipo “vídeo” ou “áudio”. Toda a infraestrutura de transmissão é
fornecida pela plataforma, que gerencia a distribuição do fuxo de forma otimizada. A visu-
alização dos canais é feita usando um Portal de Mídias Público, disponível na plataforma.
Existem também facilidades para tipos específcos de usuários. Por exemplo, para jorna-
listas há um espaço para divulgação de pautas e cadastro de conteúdos jornalísticos.
O ICD oferece recursos que favorecem a comunicação entre usuários dentro da plataforma,
como o chat e a troca de mensagens internas. Além disso, o ICD tem mecanismos de comu-
nicação automática com usuários e envia mensagens aos usuários quando ocorrem eventos
relevantes. Por exemplo, quando o ICD completa uma operação, ele pode enviar uma men-
sagem (e-mail) para os usuários.
Quando o ICD transfere conteúdos, isso é feito de forma otimizada, através de estratégias
de entrega de fuxo que levam em consideração o melhor caminho disponível no momento.
Além disso, a utilização de protocolos seguros para a troca de informações garante a inte-
gridade e a privacidade dos dados. O ICD oferece recursos para auxiliar na classifcação e
busca de conteúdos, como comentários, avaliações, ranking de downloads e visualizações.
Uma funcionalidade interessante para profssionais ligados à documentação e pesquisa é
a decupagem, uma interface para descrição de vídeo e áudio que permite a localização de
cenas de vídeo ou trechos de áudio com uma busca textual. Com isso, é possível encontrar
um vídeo ou um áudio com base nas cenas que contém e localizar exatamente o ponto no
tempo onde a cena ocorre.
O ICD possui mecanismos de integração com serviços consolidados da web como o YouTube.
Em outras palavras, os usuários poderão enviar vídeos cadastrados no ICD para seus canais
no YouTube com alguns cliques do mouse. Além de integração com plataformas externas,
o ICD oferece vários serviços internos que podem ser acionados sem interface gráfca,
permitindo que sistemas corporativos interajam com ele e usufrua de praticamente todas
as funcionalidades de manipulação de mídias que são ofertados pela interface gráfca. Isso
permite a sua integração com quaisquer sistemas corporativos disponíveis na instituição.
Os conceitos de Domínio e Nó
“Domínio” é o termo usado no sistema ICD para defnir um grupo de instituições que se
organizam sob as regras de um mesmo grupo administrativo que desejam compartilhar con-
teúdos digitais. Por exemplo, em uma rede de TV, um domínio seria formado pelo grupo de
TVs associadas, afliadas retransmissoras da TV.
Os membros de um domínio são chamados de “associados” (ou “associadas”). Também
podemos chamar os membros de “nós da rede” ou simplesmente “nós”. Cada nó ou asso-
ciada representa um computador servidor que armazena e pode compartilhar conteúdos.
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REDE X
REDE Y
TV NACIONAL
Regras
interdomínio
MASTER
RJ
DF
SP
BA
PA
MA
Y2
Y3
Y4
Y1
Y5
X2
X3
X4
X1
X5
MASTER
MASTER
Além da comunicação entre associadas de um mesmo domínio, é possível a integração com
outras redes, como mostrado na Figura 1.1. Para que isso ocorra, no entanto, devem ser
defnidas políticas de troca de conteúdos entre os domínios que desejam se comunicar. Essas
podem ser implantadas no ICD, mas dependem de negociação entre as instituições envolvidas.
Os conceitos de Mestre e Repositório
Do ponto de vista do sistema de intercâmbio de conteúdos, tudo começa com um único nó,
chamado de “nó mestre”. Os demais nós são adicionados ao domínio por um usuário cadas-
trado no nó mestre com a permissão de Administrador de Domínio. O nó mestre mantém
comunicação constante com todos os demais nós para verifcar seu estado (ativo, inativo) e
os conteúdos existentes nos nós do domínio.
O papel do Servidor Mestre é coordenar a comunicação entre os nós Repositório e arma-
zenar metadados enviados por eles. Pode haver vários nós mestres compondo uma “nuvem”
de servidores, mas se esse for o caso, isso será transparente para os repositórios, que
acessarão um Servidor Central que poderá distribuir a carga redirecionando a conexão para
outro servidor que se comportará de forma idêntica aos demais servidores do conjunto.
O papel do Repositório é armazenar fsicamente os conteúdos audiovisuais, mudar formatos
de codifcação e enviar e/ou receber dados para/de outros repositórios. Além disso, o Repo-
sitório provê uma interface cliente para o usuário fnal, na qual poderá dispor de todas as
funcionalidades da plataforma. Toda a comunicação entre as entidades é feita através de um
canal seguro (criptografado), que garante a confdencialidade na troca de dados (exemplo:
vídeos) e informações de controle (por exemplo: senhas).
Os Espaços Virtuais
Um Espaço Virtual (EV) é um espaço lógico dentro de um nó ao qual podemos associar
conteúdos. O nome “virtual” signifca que não é necessário imaginar como ele guarda
fsicamente o conteúdo e isso abstrai os aspectos técnicos envolvidos no armazenamento.
Figura 1.1
Possibilidade
de intercâmbio
entre diferentes
domínios.
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Internamente, o conteúdo pode ser armazenado em um disco local, em um storage de alta
capacidade ou remotamente em outro computador (cloud storage), de acordo com a conf-
guração do sistema.
Do ponto de vista de um usuário, um Espaço Virtual pode ser local ou remoto. Um espaço
virtual é local para o usuário se ele pertence ao servidor que ele está acessando. Por exemplo,
se o usuário acessa o servidor da sua empresa, os EV locais são aqueles criados no servidor
da sua empresa.
Considerando que é possível ver os Espaços Virtuais de outras associadas do mesmo
domínio, um usuário de uma associada verá os Espaços Virtuais de outra associada como
remotos. O benefício disso é que as operações que podem ser feitas em um EV local
também podem ser feitas em um EV remoto, deixando o sistema ICD a cargo dos detalhes
que envolvem a comunicação e de transferência de dados entre as associadas envolvidas.
É possível imaginar um Espaço Virtual como uma pasta (ou diretório) em um Sistema Opera-
cional como o Windows ou o Linux. Neste caso, um conteúdo vinculado ao EV seria equiva-
lente a um arquivo na pasta. É possível ter quantos Espaços Virtuais desejar e é possível que
um mesmo conteúdo faça parte de mais de um Espaço Virtual (o ICD mantém apenas uma
cópia física do conteúdo, mesmo que um conteúdo seja armazenado em mais de um Espaço
Virtual do mesmo nó).
Para que um usuário tenha acesso a um EV é preciso ter permissão, seja ele local ou remoto.
As permissões são atribuídas no momento da criação do EV ou podem ser ajustados depois,
a qualquer tempo. Isso assegura a privacidade dos conteúdos, quando necessário. As per-
missões possíveis para um EV são as seguintes:
1 Adicionar conteúdo;
1 Visualizar conteúdo;
1 Remover conteúdo;
1 Remover espaço virtual;
1 Editar permissões do espaço virtual;
1 Editar os metadados dos conteúdos.
Portal de Mídias Público
A plataforma ICD disponibiliza uma interface adicional para acesso aos conteúdos públicos,
o Portal de Mídias Público ou simplesmente “Portal”. Trata-se de uma interface criada para
ser um ponto de interação com o público através da web, tanto para disponibilização de
conteúdos públicos previamente cadastrados no ICD para os internautas como para envio
de contribuições de conteúdos por usuários cadastrados no Portal. A indicação de quais
conteúdos são públicos ou não é feita pelos usuários do ICD.
Funcionalidades do ICD
As funcionalidades da plataforma ICD podem ser divididas em dois grupos: operações intra-
-nó e intra-domínio (inter-nó). O primeiro diz respeito às ações que podem ser realizadas
dentro da associada local, sem a necessidade de estar conectado a outros pontos, como é
o caso do cadastro de usuários, Espaços Virtuais, conteúdos etc.; enquanto que o segundo
se refere às operações realizadas entre vários pontos, onde é necessária a conexão com as
outras associadas, como é o caso do compartilhamento de conteúdos, da pesquisa de conte-
údos remotos, da transferência de conteúdos etc.. Tais operações são descritas a seguir.
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Operações intra-nó
1 Cadastrar usuários;
1 Criar Espaço Virtual com permissões específcas;
1 EV Privado: permissões apenas para usuários locais;
1 EV Público: permissões incluem outros nós;
1 Listar EV;
1 Listar conteúdos dos EVs;
1 Cadastrar conteúdos em EV locais;
1 Gerar outros formatos de conteúdo (transcodifcar);
1 Visualizar conteúdos Low Defnition (LD);
1 Fazer buscas por conteúdos;
1 Ver relatórios;
1 Ver auditoria local (ações realizadas por usuários);
1 Enviar mensagens entre usuários;
1 Conversar em chat;
1 Compartilhar conteúdos entre EVs local;
1 Exportar conteúdo para a web (feeds ou YouTube);
1 Realizar a decupagem de um conteúdo de aúdio ou vídeo.
Operações intra-domínio (inter-nó)
1 Listar Espaços Virtuais e Remotos;
1 Listar conteúdos dos Espaços Virtuais;
1 Visualizar conteúdos em Espaços Virtuais Remotos;
1 Compartilhar conteúdos para um Espaço Virtual Remoto;
1 Transferir conteúdos de um Espaço Virtual Remoto;
1 Busca em Espaço Virtual Remoto;
1 Enviar mensagens entre usuários;
1 Conversar em chat;
1 Ver auditoria de nós remotos (ações realizadas).
Segurança
Toda a troca de dados entre associadas é criptografada. Dessa forma, evita-se que usuários
mal-intencionados interceptem as requisições e consigam ler de forma indevida alguma
informação importante. Para garantir que apenas os servidores autorizados possuam comu-
nicação com os outros, cada um possui um certifcado digital que é compartilhado com o
Servidor Mestre no momento do ingresso daquela associada na rede.
Usuários e papéis
Na camada da aplicação, as restrições de segurança são implementadas através de um
sistema de controle de acesso baseado em papéis. Ao efetuar o cadastro de um usuário,
são atribuídos a ele pelo menos um papel. Isso determinará a quais seções do sistema ele
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terá acesso. Os papéis do sistema ICD e suas respectivas permissões serão apresentados e
discutidos adiante no Capítulo 2.
Transferência de Arquivos Otimizada
Para efetuar a transferência de conteúdos entre servidores o ICD utiliza um serviço de
distribuição externo denominado Rede de Vídeo Digital (RVD). Tal serviço é responsável por
gerenciar a tarefa de localizar os vídeos e entregá-los ao usuário de forma efciente. Como
um determinado conteúdo pode estar distribuído em pontos geografcamente distintos,
a RVD possui um mecanismo de inteligência para entregar ao usuário solicitante a versão
que chegará ao destino de forma mais rápida. Além disso, utiliza-se o recurso de cache, que
possibilita que uma mídia requisitada anteriormente seja armazenada no servidor local
para que nas próximas solicitações o acesso possa ser efetuado localmente, trazendo uma
economia do uso de banda.
Portanto, no momento em que um arquivo é transferido entre pontos distintos, o ICD
repassa a solicitação à RVD, que tratará de gerenciar a entrega do arquivo de mídia para a
aplicação ICD que roda no destino, como é exibido na Figura 1.2.
Internet
DVoD DVoD
RVD
RVD
ICD ICD
Formatos de conteúdo suportados
1 Suporte a vídeo;
1 Suporte a áudio;
1 Suporte a imagem;
1 Suporte a texto;
1 Aplicativos Ginga.
O sistema permite compartilhar conteúdos nos formatos de vídeo, áudio, imagem e docu-
mentos nos formatos indicados na Tabela 1.1.
Figura 1.2
Comunicação
entre ICD e RVD
no momento da
transferência
de um arquivo
de mídia.
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Tipo Formato
Vídeo MPG, MPEG, MPE, MP1, MP2, MP4, AVI, TS, FLV, DAT, VOB, ASF, WMV,
QT, MOV, VIVO, VIV, FLI, RM, NUV, YUV, FIL, FILM, ROQ, OGG, OGM,
SDP, PVA, GIF, 3GP, DV, WMV e RMVB.
Áudio MP3, WMA, WAV, RM, OGG, AAC e AC3.
Imagem JPG, JPEG, GIF, PSD, BMP, TIFF, TGA, PNG, PNG8, PNG24 e PNG32.
Documentos Qualquer (o formato não é verificado pelo ICD).
Aplicativos Ginga Ginga-NCL e Ginga-J.
Conhecendo a interface do sistema
1 Início;
1 Usuários;
1 Conteúdos;
1 Jornalismo;
1 Confgurações;
1 Transferências;
1 Canais;
1 Programas;
1 Relatórios;
1 Auditoria;
1 Mensagens & Chat.
A interface da aplicação é formada basicamente por três áreas: topo, menu e área de tra-
balho. No topo, na parte superior à esquerda, encontra-se a identifcação com a logomarca
do sistema, enquanto que à direita é exibido o nome do usuário que está autenticado e a
opção para fazer logout (sair do sistema).
Na área do menu encontram-se os principais itens que levam às sessões internas do
sistema. A seguir são descritos todos os itens exibidos, juntamente da seção de destino:
1 Início: página inicial do sistema (novidades e status do serviço);
1 Usuários;
2 Gerenciar usuários: lista com todos os usuários do sistema com opções para
adicionar, editar e remover;
2 Adicionar Usuários: formulário para adicionar um novo usuário no sistema.
1 Conteúdos;
2 Espaços Virtuais Locais: acesso ao acervo local de pastas de conteúdos da associada;
2 Espaços Virtuais Remotos: acesso a todo o acervo compartilhado das outras asso-
ciadas da rede;
2 Envio em lote: opção para efetuar o upload de conteúdos de mídia em grande quantidade;
2 Comentários/Reviews: tela contendo os comentários e reviews realizados no
sistema, onde é possível aprovar, reprovar ou remover os mesmos;
Tabela 1.1
Formatos
de arquivos
suportados
pelo sistema.
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2 Solicitações de Digitalização: espaço para receber solicitações de digitalização de
conteúdos analógicos de sistemas externos. Nessa tela o usuário poderá efetuar o
upload da versão digital do conteúdo que foi catalogado apenas com metadados;
2 Conteúdos enviados ao portal: tela onde os conteúdos que foram enviados por usuá-
rios do portal poderão ser aprovados ou removidos.
1 Jornalismo;
2 Pautas Jornalísticas: acesso a todas as pautas jornalísticas criadas dentro do domínio;
2 Novo Conteúdo Jornalístico: tela simplifcada para o cadastro de conteúdos em
menos passos, contendo a opção de já efetuar o compartilhamento para outro espaço
logo após o término do upload.
1 Confgurações;
2 Confgurações dos Domínios: opção para confgurar a comunicação do domínio atual
com domínios externos (disponível apenas no servidor mestre);
2 Confgurações da Associada: confguração dos pontos (nós) que fazem parte do
domínio atual;
2 Confgurações de Hosts WS: confguração das aplicações externas que possuem
acesso à aplicação via Web Services;
2 Confguração do YouTube: tela onde são confguradas as contas que serão utilizadas
no momento do envio de conteúdos para o YouTube;
2 Confgurações de Registro: opção para editar todos os parâmetros de confguração
do sistema;
2 Preferências do Usuário: opção onde o usuário autenticado poderá alterar seus
dados e preferências;
2 Confguração de Permissões Padrão: determina quais permissões serão atribuídas
inicialmente para cada elemento criado;
2 Importação/Exportação: opção utilizada para backup de conteúdos ou migração
de dados. Ao exportar, um pacote compactado é gerado, e este pode ser importado
posteriormente ou em outra base;
2 Confguração de Repositórios: tela onde é confgurado o caminho para os storages
que armazenarão os conteúdos;
2 Tickets Pendentes: acompanhamento das solicitações geradas por aplicações
externas;
2 Visualizar log do servidor: acompanhamento em tempo real do log do servidor web;
2 Avisos: confguração dos avisos que são exibidos aos usuários na página inicial;
2 Confguração de Extensões: confguração das extensões que são aceitas no
momento do cadastro de conteúdos.
1 Transferências: acompanhamento das transferências de conteúdos que estão sendo
feitas para outras associadas;
1 Canais;
2 Gerenciar canais: listagem dos canais cadastrados, contendo opções para editar
e remover;
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2 Adicionar canal: tela de cadastro de canais, que podem ser do tipo Web TV e VoD para
vídeos e Web Rádio e AoD para áudios. O canal Web é tocado mediante os horários
confgurados na grade de programação. Já o canal VoD toca uma sequência de vídeos,
que são visualizados sob-demanda. Ambos os tipos são exibidos no portal;
2 Grade de referência: espaço onde é possível confgurar uma grade de referência con-
tendo programas em determinados horários dentro de um período de tempo. Tal conf-
guração será aplicada como um esqueleto para a confguração do guia de programação;
2 Guia de programação: espaço onde cada edição de programa é atribuída a um horário.
1 Programas;
2 Gerenciar programa: lista dos programas criados, contendo opções para editar
ou remover;
2 Adicionar programa: formulário de cadastro de programas.
1 Relatórios;
2 Relatório de conteúdos: relatórios estatísticos contendo informações sobre o uso,
acesso e armazenamento de conteúdos em todo o domínio;
2 Relatório de atividades dos usuários: ranking de usuários que mais utilizam o
sistema;
2 Relatório de funcionalidades mais usadas: ranking de funcionalidades mais utilizadas.
1 Auditoria: espaço onde é possível fazer uma busca em cima de todas as ações que foram
realizadas no sistema;
1 Mensagens & Chat: seção que possibilita a comunicação entre usuários registrados na
aplicação. Seja ela em tempo real (chat) ou de forma assíncrona (mensagens do sistema).
Na área de trabalho principal são exibidas as seções de acordo com o que foi selecionado
no menu. Inicialmente é mostrada a página inicial, que contém um espaço para avisos do
sistema, um campo para efetuar busca e um bloco principal com três abas: “Minha Página”,
“Novidades” e “Status do Serviço”. Na primeira aba são exibidos quatro atalhos: upload de
conteúdos, Espaços Virtuais, meus conteúdos e preferências da conta; na segunda aba é
carregada a lista de conteúdos, cuja ordenação pode ser feita por visualizações, data de
inserção, número de downloads ou comentários, enquanto que na terceira aba é exibido um
mapa contendo a localização e o status de todas as instituições que fazem parte do domínio.
Suporte da plataforma ICD
O suporte da plataforma ICD pode ser dividido em dois tipos, rede e aplicação. O suporte de
rede cuida do monitoramento da infraestrutura da rede e funciona 24h por dia. Já o suporte
da aplicação se refere ao atendimento de chamados relacionados a problemas ou dúvidas
de usuários perante o uso do ICD. Essa categoria de suporte atende o usuário de acordo
com as políticas do domínio e funciona em dois níveis, sendo o primeiro nível atendido por
uma equipe na RNP chamada Service Desk, e o segundo nível pela equipe de suporte técnico
que é responsável pelo desenvolvimento da plataforma ICD.
O fuxo de atendimento é o seguinte: o contato do cliente é feito sempre com o Service Desk
da RNP, que tentará identifcar o problema e caso necessário repassará para a equipe da
empresa terceirizada, que por sua vez tratará o ocorrido em nível de software e retornará à
equipe do Service Desk.
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Casos de sucesso
O ICD funciona em várias instituições e, em muitos casos, assume outros nomes como
ITVRP, ITVU, ITVE etc., quando é customizado para refetir as necessidades funcionais das
diferentes instituições. Assim, onde forem vistas neste curso fguras ou textos com os dife-
rentes nomes listados a seguir, assuma que são, na essência, a plataforma ICD.
1 ITVRP;
1 ITVU;
1 ITVE;
1 RITU;
1 ICD-RUTE.
ITVRP
O Intercâmbio de Conteúdos para TVs e Rádios Públicas (ITVRP) é um serviço customizado a
partir da plataforma ICD, que foi concebido para permitir o compartilhamento de conteúdo
digital entre as praças da TV Brasil e suas associadas. Estes são os principais benefícios do
ITVRP para a TV Brasil:
1 Redução de custos do uso de satélite através do uso da rede;
1 Cobertura completa inédita de eventos como Carnaval e eleições;
1 Maior agilidade no processo de intercâmbio de matérias;
1 Reutilização de matérias através da busca feita a partir de conteúdos documentados;
1 Redução de erro humano na transferência de conteúdos devido à automação;
1 Maior organização e estrutura de armazenamento de conteúdos;
1 Intercâmbio de conteúdos tanto para TV como para rádios.
O serviço ITVRP é disponibilizado sobre a Rede Ipê da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa –
RNP, com acesso restrito às praças e associadas da TV Brasil. O seu modelo de serviço segue o
modelo de serviço cliente-servidor com topologia tipo “estrela”, como um sistema de nós inter-
conectados. A organização lógica de funcionamento do serviço é apresentada na Figura 1.3(a)
e a disposição geográfca das instituições é mostrada na Figura 1.3(b).
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DNS
Associada 1
DNS
Associada 2
DNS
Associada 3
DNS
Associada N
Servidor
mestre
Rede Ipê
RNP
a) b)
MA
PA
BA
RJ
BSB
2,5 Gigabits
34 Megabits
16 Megabits
4 Megabits
10 Gigabits
DDDM
PINS
Conexões e circuitos
SP
Atualmente o Serviço ITVRP está em funcionamento em seis instituições selecionadas pela
TV Brasil: ACERP-MA (São Luiz, MA), ACERP-RJ (Rio de Janeiro, RJ), EBC-DF (Brasília, DF),
EBC-SP (São Paulo, SP), FUNTELPA (Belém, PA) e IRDEB (Salvador, BA).
Cada associada é dotada de uma infraestrutura organizada de forma especial para dar
suporte ao serviço ITVRP. Além de equipamentos de rede como switch e um roteador,
existem dois computadores: um digitalizador de conteúdo (Codifcador) e o servidor que
representa o repositório de dados (Repositório). Os computadores Codifcador e Repositório
são conectados como mostra a Figura 1.4.
Processo de digitalização
Digitalizador
de conteúdo
Roteador
Rede Ipê (RNP)
Switch
Repositórios
de conteúdos
Storage
local
Acesso via internet
Acesso via Rede Local
Figura 1.3
Organização lógica
do Serviço ITVRP
(a); Localização
geográfca das
associadas que
usam atualmente o
ITVRP (b).
Figura 1.4
Infraestrutura
disponível em um
nó (associada) e as
possíveis formas
de acesso aos
conteúdos.
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A Figura 1.5, a seguir, mostra a interface do serviço ITVRP.
ITVU
O Intercâmbio de Conteúdos na TV Universitária (ITVU) é um serviço customizado a partir da
plataforma ICD que foi concebido para permitir o compartilhamento de conteúdo audio-
visual entre TVs de instituições federais de ensino superior (IFES). Estes são os principais
benefícios do ITVU:
1 Produção de programas colaborativos entre TVs Universitárias;
1 Maior agilidade no processo de intercâmbio de matérias;
1 Reutilização de matérias através da busca feita a partir de conteúdos documentados;
1 Redução de erro humano na transferência de conteúdos devido à automação;
1 Maior organização e estrutura de armazenamento de conteúdos.
Atualmente o Serviço ITVU está em funcionamento em dezessete TVs universitárias: TV UFG,
TV UFMG, TV UFPR, TV UFRGS, TV UFRN, TV UFU, TV FIOCRUZ-CANAL SAÚDE, TV UFSC, TV
UFF, TV UFLA, TV UFOP, TV UFMT, TV UFT, TV UFTM, TV UFRR, TV UFSCAR e TV UFV.
Cada TV possui infraestrutura organizada de forma especial para dar suporte ao serviço
ITVU. A comunicação entre os serviços disponíveis em cada TV ocorre sobre a Rede Ipê, da
Rede Nacional de Ensino e Pesquisa – RNP.
Figura 1.5
Página inicial do
serviço ITVRP.
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A Figura 1.6, a seguir, exibe a tela inicial do serviço ITVU:
ITVE
O Intercâmbio de Conteúdos na TV Escola (ITVE) é um serviço customizado a partir da pla-
taforma ICD que foi concebido para permitir o compartilhamento de conteúdo digital entre
afliadas da TV Escola. Estes são os principais benefícios do ITVE para a TV Escola:
1 Infraestrutura de armazenamento e controle dos conteúdos disponíveis no portal;
1 Entrega otimizada de fuxos de mídia solicitados a partir do portal;
1 Maior agilidade no processo de intercâmbio de matérias;
1 Reutilização de matérias através da busca feita a partir de conteúdos documentados;
1 Redução de erro humano na transferência de conteúdos devido à automação;
1 Intercâmbio de conteúdos tanto para TV como para rádios;
1 Produção de programas colaborativos.
Atualmente o Serviço ITVE está em funcionamento nos seguintes locais: TVE-RJ (Produ-
tora do Rio de Janeiro), TVE-DF (Produtora de Brasília) e MASTER-DF (Servidor Mestre em
Brasília). Este último é o responsável por conter os conteúdos que serão disponibilizados
no Portal da TV Escola. Sendo uma das funções do serviço ITVE o gerenciamento de toda a
entrega do fuxo de mídias solicitadas a partir do portal.
Cada associada possui uma infraestrutura organizada de forma especial para dar suporte ao
serviço ITVE. A comunicação entre os serviços disponíveis em cada associada ocorre sobre a
Rede Ipê, da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa – RNP.
Figura 1.6
Página inicial do
serviço ITVU.
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A Figura 1.7, a seguir, exibe a página inicial do serviço ITVE.
RITU
O Rede de Intercâmbio de Conteúdos na TV Universitária (RITU) é um serviço customi-
zado a partir da plataforma ICD que foi concebido para permitir o compartilhamento de
conteúdo digital entre TVs universitárias associadas à Associação Brasileira de Televisão
Universitária (ABTU).
Atualmente o Serviço RITU está em funcionamento nos seguintes locais: USP, PUC-RJ e UNIMEP.
A Figura 1.8, a seguir, exibe a página inicial do serviço RITU.
ICD-RUTE
O Intercâmbio de Conteúdos Digitais na Rede Universitária de Telemedicina (ICD-RUTE) é um
serviço customizado a partir da plataforma ICD que foi concebido para permitir o comparti-
lhamento de conteúdo audiovisual a partir da infraestrutura para telemedicina existente em
hospitais universitários.
Figura 1.7
Página inicial do
serviço ITVE.
Figura 1.8
Página inicial do
serviço RITU.
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A RUTE é uma iniciativa do Ministério da Ciência Tecnologia, apoiada pela Financiadora de
Estudos e Projetos (FINEP) e pela Associação Brasileira de Hospitais Universitários e de
Ensino (ABRAHUE), sob a coordenação da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).
A Figura 1.9, a seguir, exibe a página inicial do serviço ICD-RUTE.
Figura 1.9
Página inicial do
serviço ICD-RUTE.
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Roteiro de Atividades 1
Atividade 1.1 – Primeiro login no sistema
Usando o navegador web, use a URL (endereço web) fornecido pelo instrutor para acessar o
sistema ICD. A partir da página de login, o aluno deverá preencher os campos com o login e
senha correspondentes. Execute os passos a seguir e aguarde a página inicial ser carregada.
Passo 1: Digite no campo “Login” a palavra “admin” (sem aspas).
Passo 2: Digite no campo “Senha” o valor “adminadmin” (sem aspas).
Passo 3: Pressione “Enter”, ou clique no botão “Acessar”.
Atividade 1.2 – Explorando a página inicial do sistema
Nesta atividade vamos explorar a página inicial do sistema ICD. Acesse a aba “Novidades”
e siga os passos a seguir.
Passo 1: Clique sobre a imagem de um conteúdo para fazer a pré-visualização. Ao visualizar
o conteúdo, clique no botão vermelho (com um X) na parte superior do player para fechá-lo.
Passo 2: Acesse a aba “Status do Serviço” e verifque as informações sobre os nós do
domínio. Passe o mouse em cima da identifcação de uma associada on-line (ponto verde) e
visualize os dados de uso do disco, conteúdos e informações gerais à direita.
Passo 3: Escolha uma associada do mapa e aumente o zoom em torno da área da associada.
Passo 4: Clique em “Mostrar todas as associadas” para retornar ao estado original.
Atividade 1.3 – Editando as preferências do usuário
Para editarmos as preferências do usuário, execute os passos a seguir:
Passo 1: Selecione o menu no menu principal a opção “Confgurações” >
“Preferências do Usuário”.
Passo 2: Altere o campo “E-mail” para um endereço de e-mail válido ao qual você possui
acesso (precisaremos acessá-lo depois).
Passo 3: Altere a preferência de idioma para o inglês, clicando na bandeira da Inglaterra.
Passo 4: Preencha o campo “Telefone”.
Passo 5: Informe o nome da instituição em que você trabalha no campo “Instituição”.
Passo 6: Clique em “Salvar” para aplicar as alterações.
Os campos “Senha atual”, “Nova senha” e “Confrmação de senha” só devem ser
preenchidos caso você deseje alterar sua senha. Faremos isso em outro momento.
Passo 7: Como resultado, a aplicação deve ser exibida toda em inglês.
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Caso deseje restaurar as confgurações de idioma, acesse novamente o menu
“Confgurations” > “User Confgurations” e altere a preferência de idioma novamente
para o português, clicando na bandeira do Brasil e, em seguida, no botão “Save”.
Atividade 1.4 – Alterando a senha do usuário
Nesta atividade vamos alterar a senha do usuário para acesso ao sistema.
Execute os passos a seguir.
Passo 1: Selecione o menu “Confgurações” > “Preferências do Usuário”.
Passo 2: Preencha o campo “Senha Atual” com a sua senha atual.
Passo 3: Preencha o campo “Nova Senha” com uma senha de sua preferência.
Passo 4: Repita a senha escolhida no campo “Confrmar senha”.
Passo 5: Clique no botão “Salvar”.
Passo 6: Efetue logout no sistema.
Passo 7: Faça login novamente utilizando a nova senha.
Atividade 1.5 – Utilizando o recurso de recuperação de senhas
Efetue logout no sistema, caso esteja logado. Na página de login, clique no link
“Esqueci minha senha” ao lado do botão “Acessar”.
Passo 1: No formulário, preencha o campo “usuário” com o seu login atual.
Passo 2: No campo “e-mail”, coloque o seu e-mail que foi alterado na Atividade 1.3.
Passo 3: Clique no botão Redefnir Senha.
Passo 4: Acesse o seu e-mail e procure por um e-mail com o título “[ICD] Troca de Senha”.
Passo 5: Acesse seu sistema de e-mails, abra o e-mail e clique no link contido no corpo da
mensagem. Esse link abrirá uma página na qual você poderá informar a nova senha.
Passo 6: Utilize a nova senha para efetuar login na aplicação.
Atividade 1.6 – Utilizando a Ajuda on-line
Para usar o sistema de ajuda do ICD, siga os passos a seguir.
Passo 1: Clique no ícone de ajuda ( ) que se encontra na área superior à direita no bloco
de trabalho principal.
Passo 2: Na janela de ajuda, clique no nome das seções para exibir os tópicos relacionados a
cada uma na área principal.
Passo 3: Digite algum termo na busca (exemplo: editar) e selecione um dos itens que apare-
cerá como resultado da busca.
Passo 4: Clique no botão fechar (x) da janela e retorne à tela que estava acessando na aplicação.
Passo 5: Acesse o menu “Confgurações” > “Preferências do Usuário”.
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Veja que, ao passar o mouse em cima de algum campo no formulário, aparece um
balão com comentários.
Passo 6: Altere o nível de ajuda de “Detalhada” para “Moderada”. Clique em Salvar;
Note que, após essa confguração de ajuda para “Moderada”, os balões nos campos de for-
mulário não aparecem mais.
Passo 7: Acesse novamente o menu “Confgurações” > “Preferências do Usuário”;
Passo 8: Altere o nível de ajuda de “Moderada” para “Ausente”. Clique em Salvar;
Verifque que, após essa confguração de ajuda para “Ausente”, os ícones que levam à página
de ajuda ( ) não aparecem mais.
Passo 9: Retorne às confgurações iniciais alterando o nível de ajuda de “Ausente”
para “Detalhada”.
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O Modelo de Controle de
Acesso e os Espaços Virtuais
Obter conhecimentos básicos sobre o modelo de controle de acesso, para entender
como gerenciar usuários e defnir permissões de acesso a conteúdos, funcionalidades
e Espaços Virtuais locais e remotos.
Modelo de controle de acesso; Espaços Virtuais; Papéis; Gerenciamento de usuários;
Moderação de solicitações de cadastro; Gerenciamento de Espaços Virtuais e Hierarquia
de Espaços Virtuais.


Introdução
Uma vez que os conteúdos administrados pelo ICD podem ser públicos ou privados, é
importante basear o acesso aos conteúdos em um mecanismo de autenticação de usuários
e em um sistema de permissões aos conteúdos.
No ICD, é necessário cadastrar usuários e associá-los a “papéis”, que basicamente ditam
o que os usuários estão autorizados a fazer. Um usuário pode estar associado a vários
papéis, signifcando que é capaz de desempenhar várias funções. O ICD, quando é insta-
lado, possui um usuário chamado “admin”, que tem permissões para realizar qualquer
atividade. A primeira coisa a fazer é criar um usuário que tenha permissão de cadastrar
outros usuários. Chamamos este usuário de “gerente”, que possui o papel “Administrador de
Controle de Acesso”. A partir daí, todos os demais usuários podem ser cadastrados livre-
mente em cada associada. Para acessar o ICD, o usuário precisa se autenticar, informando
seu nome de usuário e sua senha, processo que chamamos de “login”. Quando é auten-
ticado, as ações do usuário passam a ser regidas pelos papéis a ele vinculados e todas as
atividades que executa são registradas para eventual auditoria.
Papéis e permissões
Uma permissão basicamente defne se o usuário está autorizado a executar uma ação ou
acessar uma funcionalidade. O “papel” é um conjunto de permissões. Assim, quando um
usuário está associado a um papel, este papel basicamente dita o que ele pode ou não fazer
no sistema.
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Os papéis existentes no ICD estão mostrados na Tabela 2.1.
Usuário (papel) Descrição
Administrador de
Configuração
Ajusta configurações do sistema que tenham impacto local
na associada.
Administrador de Domínio Cadastra novas instituições no domínio.
Gerente de Conteúdo Cadastra/edita conteúdos e metadados, faz upload de
arquivo digital.
Gerente de
Armazenamento
Cria, modifica e altera permissões de Espaços Virtuais
criados localmente. Não manipula conteúdos (não faz
upload ou edição de metadados).
Gerente de
Compartilhamento
Altera permissões de Espaços Virtuais locais.
Não cria nem modifica outras propriedades dos Espaços
Virtuais.
Administrador de Controle
de Acesso
Cria, modifica e remove usuários localmente.
Ajusta papéis dos usuários.
Pesquisador Restrito Pode fazer buscas em conteúdos compartilhados (e visualizar).
Pesquisador Privilegiado Pode fazer buscas em conteúdos locais não compartilhados
(e visualizar).
Produtor de Conteúdos
Externo
Serve para que pessoas externas à empresa façam upload
nos Espaços Virtuais pré-determinados.
O Administrador de Controle de Acesso deverá ter cuidado
com a atribuição de permissões para este papel nos
Espaços Virtuais.
Gerente de Grade
de Programação
Cria, modifica e remove canais e programas. Configura a
grade de programação em canais web e cria lista de vídeos
ou áudio em canais Video on Demand (VoD) ou Audio on
Demand (AoD).
Gerenciando usuários
Listando usuários
Apenas usuários com papel de Administrador de Controle de Acesso podem adicionar ou
editar informações de outros usuários do sistema.
Para listar os usuários, basta selecionar a opção “Usuários” e depois “Gerenciar Usuários”,
como indicado na Figura 2.1.
Tabela 2.1
Papéis e
permissões do ICD.
Figura 2.1
Listando usuários
do sistema.
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Criando usuários
Apenas o Administrador de Controle de Acesso pode cadastrar novos usuários ou editar infor-
mações de usuários. Entretanto, o próprio usuário pode alterar seus dados e preferências.
Para adicionar um novo usuário, selecione a opção “Usuários” no menu à esquerda e depois
selecione a opção “Adicionar Usuário”. Uma tela de adição de usuário surgirá (vide Figura 2.2).
1 Na tela de adição de usuário, digite os seguintes dados:
1 Login: escolha um nome de login que não existe ainda no sistema;
1 Nome: indique o nome do usuário (exemplo: ”José Diniz”). Esse campo é obrigatório;
1 E-mail: indique o endereço de e-mail do usuário (exemplo: gerente@tvbrasil.org.br).
O e-mail é usado para enviar instruções quando o usuário esquece sua senha (vide
adiante). Esse campo é obrigatório;
1 Telefone (fxo): esse campo é obrigatório;
1 Telefone celular;
1 Instituição: o nome da empresa ou flial, ou departamento, ou divisão onde o usuário
atua. Esse campo é obrigatório;
1 Gerar senha automaticamente: selecione caso esteja criando um login para outra
pessoa. Ela receberá uma mensagem com uma senha gerada pelo sistema;
1 Senha: senha secreta;
1 Confrmar Senha: digite novamente a mesma senha;
1 Preferência de Idioma: selecione um idioma;
1 Papéis: escolha quais os papéis deseja atribuir ao usuário;
1 Restringir acesso aos Espaços Virtuais: selecione no caso de desejar impor alguma
restrição de acesso aos Espaços Virtuais agora (veremos mais detalhes adiante).
Clique no botão “Adicionar”, e o novo usuário será salvo e adicionado na lista de usuários.
Figura 2.2
Tela para adição de
um novo usuário.
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Editando as Preferências do Usuário
Se o usuário que está autenticado (ou seja, que já fez o login) desejar ajustar o idioma,
cancelar conta, modifcar a senha ou ajustar o endereço de e-mail, ele mesmo poderá
fazê-lo sem necessidade de solicitar ao gerente do sistema. Basta seguir o seguinte roteiro,
baseando-se na Figura 2.3:
1 Selecione a opção “Confgurações” do menu principal;
1 Selecione a opção “Preferências do Usuário”;
1 Faça os ajustes necessários (senha, idioma e e-mail) e clique em “Salvar”.
Para cancelar a conta, é necessário o clique na opção “Cancelar conta”. Uma janela de con-
frmação será exibida solicitando a confrmação do procedimento. Se confrmado, a conta é
excluída e o usuário será desligado do sistema.
Gerenciando a própria senha de acesso
O usuário poderá alterar a senha que utiliza para acessar o sistema, para isso basta
seguir o roteiro:
1 Selecione a opção “Confgurações” do menu principal;
1 Selecione a opção “Preferências do Usuário”;
1 Informe a senha atual no campo “Senha Atual”;
1 Informe a nova senha no campo “Nova Senha”, confrmando-a no campo de confrmação
de senha;
1 Clique em “Salvar”.
Editando informações dos usuários
No caso de necessidade de editar as propriedades de outro usuário, ou seja, um usuário que
não seja aquele que está atualmente autenticado, apenas um usuário com o papel Adminis-
trador de Controle de Acesso poderá fazê-lo.
Uma demanda comum para a edição de dados do usuário é a alteração de senha. Ou seja, é
nesta opção que o gerente poderá alterar a senha de um usuário, caso necessário.
Figura 2.3
Editando as
preferências de um
usuário logado.
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Para fazer modifcações nas propriedades do usuário pode-se usar o seguinte roteiro:
1 Acesse a opção “Usuários” do menu principal e, em seguida, “Gerenciar Usuários”;
1 Escolha o usuário que deseja modifcar;
1 Clique no botão “Editar” na coluna de Ações.
Quando a tela de edição do usuário surgir, modifque os dados do usuário, inclusive os
papéis. Essas modifcações já estarão disponíveis para o próximo login do usuário.
Excluindo usuários
Para excluir um usuário do sistema, deve-se seguir o seguinte roteiro:
1 Acesse a opção “Usuários” do menu principal e, em seguida, “Gerenciar Usuários”;
1 É possível usar a busca de usuários para fazer a escolha (consulte a seção
“Localizando usuários”);
1 Escolha o usuário que deseja remover;
1 Clique no botão cujo ícone é uma lixeira (Figura 2.6) na coluna de Ações.
Figura 2.4
Selecionando
usuário para
edição.
Figura 2.5
Editando
informações de
um usuário.
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1 Confrme a remoção do usuário se tiver certeza da remoção.
Localizando usuários
Em qualquer ocasião onde a lista de usuários é mostrada, ou seja, sempre que a opção
Gerenciar Usuários (do menu Usuários) for acionada, é possível fazer busca automática para
localizar um usuário no sistema. Essa opção é particularmente útil quando o número de
usuários do sistema for muito grande.
Também é possível ordenar as colunas da lista de usuários, bastando clicar sobre o nome da
coluna desejada. Um clique subsequente ordena a coluna em ordem decrescente/crescente,
alternadamente. Os papéis também podem ser fltrados através de manipulação do item de
seleção Papel.
Figura 2.6
Selecionando
um usuário
para exclusão.
Figura 2.7
Confrmando a
remoção de um
usuário.
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Mostra apenas
usuários do
portal
Passe o mouse sobre
o login e veja os
papéis associados
Ordene pela
coluna clicando
no seu título
Localiza
usuários por
nome ou login
Busca por: rafaell
rafaell
Gerenciando usuários do portal
Usuários do ICD são classifcados em dois tipos: usuários internos e usuários do portal.
Ambos são gerenciados pela mesma interface, através do ICD. A diferença entre eles é que o
usuário do Portal poderá fazer login apenas no portal e não tem acesso à interface de
gerenciamento do ICD. Já o usuário interno pode fazer login nos dois (ICD e Portal).
Essa separação permite e evidencia a distinção dos objetivos de cada usuário, deixando
claro que o usuário do portal é um usuário não vinculado à empresa que gerencia o ICD e
que a empresa vê usuários do portal como “navegadores”, ou consumidores de conteúdo,
ou usuários públicos da internet, sem nenhum vínculo com a empresa. Entretanto, usuários
do portal podem também ser, eventualmente, contribuidores de conteúdo.
O procedimento para gerenciamento de um usuário do portal é idêntico ao processo de
gerência de usuários do ICD.
Para gerenciar dados de usuários do Portal:
1 Acesse a opção “Usuários” do menu principal e, em seguida, “Gerenciar Usuários”;
1 Marque a caixa de seleção “Listar Usuário do Portal”;
1 Localize o usuário que deseja alterar e clique no ícone de edição;
1 Altere os dados e clique em “Salvar”.
Agrupando usuários por papéis
O recurso de agrupamento de papéis permite a união de um conjunto de papéis em grupos,
que podem ser defnidos de acordo com a realidade de cada associada, com a fnalidade
de facilitar a atribuição de papéis no sistema. Por exemplo, no cadastro ou edição de um
usuário, somente o grupo precisará ser referenciado nos papéis, em vez da atribuição
manual por papel.
Grupo de usuários
O grupo de usuários é uma coleção de contas de usuários, onde é possível atribuir permissões
de acessos às pastas (Espaços Virtuais) do sistema. Uma conta de usuário pode pertencer a
um ou mais grupos. Por exemplo, no cadastro ou edição de um Espaço Virtual local, você pode
atribuir permissões a um grupo de usuários, ao invés da atribuição manual por usuário.
Figura 2.8
Localizando
usuários.
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Moderando as solicitações de cadastro de usuários
O ICD permite que usuários possam solicitar cadastramento acessando a tela inicial de login,
como mostrado na Figura 2.9 Ao solicitar o cadastramento, o usuário candidato deve
informar seus dados, como mostrado na Figura 2.10.
As solicitações são guardadas até que possam ser analisadas pelo administrador. Essa
moderação tem o objetivo de analisar as solicitações existentes e aprová-las ou rejeitá-las.
A aprovação efetiva o cadastramento e habilita o usuário a acessar o sistema e a rejeição
remove a solicitação sem efetuar o cadastro. Em ambos os casos, o solicitante será notif-
cado. Para acessar a opção de moderação de solicitações de cadastros, siga o roteiro:
1 Selecione a opção “Usuários”, no menu à esquerda;
1 Selecione a opção “Solicitações de Cadastros”;
1 A listagem das solicitações pendentes será exibida como mostrada na Figura 2.11.
Figura 2.9
Tela de login e
a solicitação de
cadastramento
de usuários.
Figura 2.10
Tela de solicitação
de cadastro de
um usuário.
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Localize a solicitação de cadastro que deseja moderar e clique no botão correspondente:
para aprovar.
para rejeitar.
Aprovando uma solicitação de cadastro
Para aprovar uma solicitação de cadastro, localize a solicitação na listagem e clique no botão
de aprovação.
Uma tela (Figura 2.12) será apresentada solicitando o preenchimento do campo “Observações”
(opcional), seleção dos papéis do usuário (preenchimento obrigatório) e dos Espaços Virtuais
aos quais o usuário poderá ter acesso (preenchimento opcional).
1 Preencha os dados e clique em “Salvar”;
1 O usuário será notifcado por e-mail.
Figura 2.11
Acessando a
moderação de
solicitações de
cadastros.
Figura 2.12
Aprovando
uma solicitação
de cadastro.
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Rejeitando uma solicitação de cadastro
Para rejeitar uma solicitação de cadastro, localize a solicitação na listagem e clique no botão
de rejeição.
Uma tela de confrmação será apresentada solicitando o preenchimento do campo
“Observações” (opcional);
1 Clique em “Salvar”;
1 A solicitação será descartada e o usuário será notifcado por e-mail.
Cadastrando um grupo de papéis
O seguinte roteiro permite a inclusão de um novo grupo de papéis:
1 Selecione a opção “Usuários” no menu à esquerda;
1 Selecione a opção “Gerenciar Grupo de Papéis”;
1 Clique no botão “Novo”. Aparecerá a janela mostrada na Figura 2.14.
1 Digite o nome do Grupo de Papéis;
1 Digite a descrição do Grupo de Papéis;
1 Selecione os Papéis que devem compor o grupo e clique em “Adicionar”. O novo grupo de
papéis será salvo e a listagem dos grupos cadastrados no sistema será exibida.
Figura 2.13
Reprovando
uma solicitação
de cadastro.
Figura 2.14
Cadastrando um
grupo de papéis.
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Editando e removendo grupos de papéis existentes
O seguinte roteiro permite a edição de um grupo de papéis previamente cadastrado:
1 Selecione a opção “Usuários” no menu à esquerda;
1 Selecione a opção “Gerenciar Grupo de Papéis”;
1 Localize o grupo de papéis a ser editado na listagem e clique no botão “Editar” correspondente;
1 Altere os dados que desejar;
1 Clique em “Salvar”. A edição do papel será salva e a listagem dos grupos cadastrados no
sistema será exibida.
Para remover um grupo de papéis, siga o mesmo roteiro da edição, mas em vez de clicar no
botão “Editar”, clique no botão “Remover” (vide Figura 2.15).
Se for encontrada alguma restrição, ou seja, se algum usuário do sistema estiver fazendo
uso do grupo a ser removido, uma listagem com os usuários que impedem a remoção será
exibida. Edite os usuários, alterando seus papéis para que não façam mais o uso do grupo
de papéis que deseja remover e repita o procedimento de remoção. Se não for encontrada
nenhuma restrição referente à remoção, o sistema exibirá uma mensagem solicitando
confrmação da ação. Clique em “Sim” caso queira realmente remover o grupo de papéis e
confrme a ação, como mostrado na Figura 2.16.
Esqueceu a senha?
O e-mail do usuário é usado para enviar instruções quando o usuário esquece sua senha.
Um detalhe importante é que o sistema não armazena a senha dos usuários diretamente,
mas uma forma transformada da senha, conhecida como “hash” ou resumo. Olhando para
o hash, não é possível determinar a senha, embora o processo inverso seja possível (o que
é feito durante o login). Isso signifca que o sistema garante a segurança do acesso, mesmo
que alguém consiga visualizar o hash armazenado. Portanto, não é possível enviar a senha
para o usuário, caso ele a esqueça.
Saiba mais
Se na edição do grupo
de papéis houver
manipulação de
papéis, esta alteração
repercutirá em todos
os usuários do sistema
que fazem uso desse
grupo de papéis.
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Figura 2.15
Removendo um
grupo de papéis.
Figura 2.16
Confrmando a
remoção de um
grupo de papéis.
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A única forma de devolver o acesso ao sistema a um usuário que esqueceu a senha é gerar uma
nova senha e enviá-la para esse usuário. Isso é feito usando o e-mail que foi cadastrado para ele.
O processo é feito clicando na opção “Esqueci minha senha”, na tela de login do sistema,
mostrada na Figura 2.17.
Alterando idiomas (internacionalização)
O usuário pode acessar o sistema de acordo com o idioma de sua preferência. Para alterar o
idioma corrente:
1 Selecione a opção “Confgurações” do menu principal;
1 Selecione a opção “Preferências do Usuário”;
1 Serão exibidos em tela os idiomas suportados pelo sistema;
1 Selecione o idioma desejado e clique em “Salvar” para aplicar as alterações.
Alterando nível de ajuda
O nível de ajuda tem a função de confgurar o sistema de ajuda da aplicação. Esse nível pode
ser confgurável por usuário. Para alterar o nível de ajuda para melhor adequá-lo ao perfl do
usuário, siga o roteiro:
1 Selecione a opção “Confgurações” do menu principal;
1 Selecione a opção “Preferências do Usuário”;
1 No campo de seleção “Ajuda”, selecione o nível de ajuda;
1 Selecione o idioma desejado e clique em “Salvar” para aplicar as alterações.
Gerenciando Espaços Virtuais
O conceito de ”Espaço Virtual” foi criado como uma maneira de classifcar os conteúdos sem
necessariamente conhecer os detalhes onde os conteúdos estão fsicamente armazenados.
O armazenamento e a localização física dos conteúdos digitais é uma tarefa executada pelo
ICD de forma transparente.
Figura 2.17
Solicitando
nova senha.
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Criando Espaços Virtuais
Os usuários que possuem o papel Gerente de Armazenamento poderão criar Espaços
Virtuais (EV), que serão usados para organizar e classifcar conteúdos. Um EV possui
um conjunto de permissões para usuários locais (da associada dona do EV) ou remotos
(outras associadas da rede), que são: Adicionar, Visualizar e Remover. Esse conjunto
de permissões defne o EV como privado ou público, dependendo das associadas que
poderão acessá-lo. O conjunto de permissões padrão defne um EV como local e essas
permissões podem ser ajustadas, caso se deseje um EV público. Os conteúdos são asso-
ciados aos EVs e o acesso aos conteúdos é regido pelas permissões concedidas ao EV.
Para cadastrar um Espaço Virtual, deve-se seguir o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Conteúdos” do menu principal.
1 Selecione a opção “Espaços Virtuais Locais”. A tela da Figura 2.18 aparecerá.
1 A lista de Espaços Virtuais locais deve aparecer. Se nenhum Espaço Virtual foi cadastrado
antes, deve haver apenas o Espaço Virtual Base Local.
1 Clique no botão “Novo”. A tela de cadastro de novo espaço virtual mostrada Figura 2.19
deve aparecer.
Observe que na Figura 2.19 existem três “abas”: “Descrição”, “Permissões” e “Ações”. Essas
abas podem ser selecionadas com um clique do mouse sobre elas.
A aba descrição reúne informações básicas sobre o Espaço Virtual, como nome e descrição.
Figura 2.18
A lista de
Espaços Virtuais.
Figura 2.19
Tela de
cadastramento de
um novo Espaço
Virtual.
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Os campos de checagem (aqueles que podem ser habilitados ou desabilitados) se referem a:
1 Transferência Imediata: pode ser habilitada ou não. Se essa opção for habilitada,
isso signifca que quando algum conteúdo for associado a esse EV, o arquivo de dados
(exemplo: vídeo original) será imediatamente transferido para a associada que detém
o EV (caso seja remota). Isso facilitará e agilizará a transferência de conteúdos, por
exemplo, pelo pessoal do jornalismo.
1 Divulgar conteúdos deste espaço na web: pode ser habilitada ou não. Se essa opção
for habilitada, signifca que todos os conteúdos associados a esse EV estarão automati-
camente disponíveis na web, através da publicação dos conteúdos na listagem de Feeds
(vide Figura 2.20). Essa listagem está disponível em cada associada e pode ser acessada
através do próprio endereço da aplicação acrescido de feed. Isso possibilitará que
qualquer usuário conectado à internet tenha acesso àqueles conteúdos mesmo sem se
autenticar no sistema.

Ajustando Permissões de Espaços Virtuais
No cadastro de Espaços Virtuais a aba “Permissões” gerencia as permissões de usuários no
Espaço Virtual. Por comodidade, algumas permissões são adicionadas automaticamente pelo
sistema, mas é possível ajustar removendo ou adicionando novas permissões. As permissões
podem ser atribuídas através da manipulação do campo “Tipos de Compartilhamento” ou
através da atribuição manual em Permissões avançadas.
Figura 2.20
Listagem de Feeds
(conteúdos públicos).
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Atribuindo permissões pelo tipo de compartilhamento do EV
O tipo de compartilhamento de um espaço virtual defne um conjunto de permissões
pré-defnidas para um espaço virtual. Os tipos de compartilhamento em um espaço virtual
preenchem os seguintes perfs:
1 Espaço privado: apenas a associada local pode visualizar e adicionar conteúdos
(opção default);
1 Espaço público: outras associadas podem visualizar os conteúdos;
1 Espaço compartilhado: outras associadas podem visualizar e adicionar conteúdos;
1 Espaço customizado: nenhum tipo de compartilhamento foi defnido para o Espaço Virtual.
Informações a respeito
do tipo de compartilhamento
Exibe/oculta
permissões
avançadas
Para os tipos de compartilhamento público e compartilhado, o sistema possibilita a seleção
de quais nós farão parte do compartilhamento.
Lista de nós para escolha.
Apenas nós selecionados
terão permisssão
Figura 2.21
Tipos de
compartilhamento.
Figura 2.22
Selecionando
nós para tipos de
compartilhamento
do tipo público ou
compartilhado.
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Atribuindo permissões através das permissões avançadas
Para adicionar permissões avançadas, existem três formas:
1 Indicar permissões por papéis (para todos os usuários vinculados ao papel);
1 Indicar usuários individualmente;
1 Indicar permissões a um grupo de usuários.
Permissões para
grupos de usuários
Permissões para
usuários individuais
Permissões para
papéis
Na modalidade de Permissões por Papéis é possível conceder permissões para quaisquer
associadas de qualquer domínio conhecido e também controlar quais usuários locais (da sua
associada) terão acesso ao Espaço Virtual. É necessário algum cuidado na escolha das
instituições e também tomar o cuidado de conceder permissões para a sua própria instituição.
Para atribuir permissões por papel, faça o seguinte:
1 Selecione o domínio;
1 Selecione a instituição associada;
1 Selecione o tipo de acesso;
1 Selecione o papel;
1 Clique no botão “Adicionar Permissão”, como mostrado na Figura 2.23. Isso pode ser feito
mais de uma vez para adicionar várias permissões.
Figura 2.23
Permissões de
um Espaço Virtual:
por papéis e
por usuário.
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Para ajustar permissões individuais, deve-se escolher o usuário e o tipo de acesso que se
deseja conceder, na parte inferior da tela, como mostra a Figura 2.24. Essa modalidade
permite a seleção de usuários locais e remotos.
O procedimento para ajustar permissões por grupos é semelhante ao permissões por usu-
ários. Deve-se escolher o grupo e o tipo de acesso que se deseja conceder. Esta modalidade
só permite seleção de grupos de usuários locais.
Criando ações e mensagens de aviso para usuários
Na aba “Ações” é possível confgurar avisos para o caso de adição de novos conteúdos.
As ações de aviso são desabilitadas por padrão, mas é possível habilitá-las marcando a
opção “Enviar Mensagem” (veja a Figura 2.25).
Caso a opção “Enviar Mensagem” esteja habilitada, os usuários poderão monitorar as
atividades deste Espaço Virtual através do recebimento de mensagens enviadas pelo
sistema quando algum conteúdo for adicionado no Espaço Virtual. Para confgurar essa
ação, faça o seguinte:
1 Selecione o tipo de mensagem a ser enviada: E-mail ou Mensagem Assíncrona, podendo
ambas estar selecionadas;
1 Em seguida, deve-se indicar quais os usuários receberão as mensagens. Isso deve ser
feito marcando as opções correspondentes “Usuários vinculados aos papéis” e “Usuários
selecionados”. Se um papel for selecionado, todos os usuários associados ao papel rece-
berão a mensagem;
1 Por fm, é possível indicar uma lista de e-mails independentes, que podem ser de pessoas
não cadastradas no sistema. Isso pode ser feito marcando a opção “Lista de e-mails”
(separe com vírgulas), veja a Figura 2.26.
Figura 2.24
Ajustando as
permissões
para usuários
individualmente.
Figura 2.25
Ativando o envio
de avisos do
Espaço Virtual.
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Quando a descrição, as permissões e as ações tiverem sido devidamente ajustadas, clique
no botão “Adicionar” para criar o Espaço Virtual.
Criando um Espaço Virtual Privado
Um Espaço Virtual privado fornece visibilidade local aos conteúdos adicionados nele.
Somente usuários com acesso ao nó onde o Espaço Virtual foi criado poderão visualizá-lo.
As etapas para criação de um Espaço Virtual privado são as seguintes:
1 Selecione o menu “Conteúdos” e depois “Espaços Virtuais Locais”;
1 Clique no botão “Novo” na barra superior, à esquerda;
1 Digite um nome para o seu Espaço Virtual privado no campo “Nome”;
1 No campo “Descrição”, insira o valor “Somente a associada local possui acesso”;
1 Clique no botão “Criar Espaço Virtual”;
1 O Espaço Virtual privado será criado.
Criando um Espaço Virtual Compartilhado para o domínio
Um Espaço Virtual compartilhado estende a possibilidade de visualização dos conteúdos
inseridos neste espaço a outras associadas pertencente ao mesmo domínio. Dessa forma,
usuários de associadas alvos do compartilhamento poderão visualizar, baixar e adicionar
conteúdos, de acordo com as permissões cedidas no processo de compartilhamento.
Para criar um Espaço Virtual compartilhado, pode-se seguir o seguinte roteiro:
1 Selecione o menu “Conteúdos” e depois “Espaços Virtuais Locais”;
1 Clique no botão “Novo” na barra superior à esquerda;
1 Digite o nome do espaço compartilhado no campo “Nome”;
1 No campo “Descrição”, insira uma descrição para o Espaço Virtual;
1 Selecione a aba “Permissões”;
Figura 2.26
Ajustando as ações
de aviso do Espaço
Virtual.
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1 Clique no botão “Permissões avançadas”;
1 Selecione na caixa de seleção “Associada” as associadas que terão acesso ao Espaço
Virtual, ou a opção “Todas as Associadas”, caso queira compartilhar com todas as asso-
ciadas do domínio;
1 Na caixa de seleção de “Tipo de Acesso”, selecione o tipo de acesso que deseja liberar
para o Espaço Virtual, como por exemplo “Visualizar Conteúdo”;
1 À direita, em “Papel”, selecione o papel que usuário deverá possuir para interagir com o
Espaço Virtual, como por exemplo, “Gerente de Conteúdo”;
1 Clique na opção “Adicionar Permissão”;
1 Clique no botão “Criar Espaço Virtual”.
Criando um Espaço Virtual Público para a web
Espaços virtuais com essas características disponibilizam seus conteúdos no portal. Dessa
forma, todo conteúdo inserido em um Espaço Virtual com a propriedade Divulgar conteúdos
desse espaço na web ativa será disponibilizado.
Para cadastrar um Espaço Virtual público para web, siga o roteiro:
1 Selecione o menu “Conteúdos” e depois “Espaços Virtuais Locais”;
1 Clique no botão “Novo” na barra superior à esquerda;
1 Digite um nome para o espaço compartilhado no campo “Nome”;
1 No campo “Descrição”, insira uma descrição para o Espaço Virtual;
1 Marque a opção “Divulgar conteúdos deste espaço na web”;
1 Clique no botão “Criar Espaço Virtual”.
Localizando Espaços Virtuais
O campo de busca exibido na listagem de Espaços Virtuais pesquisa conteúdos por padrão.
Para realizar a busca de Espaços Virtuais, clique na seta localizada junto do botão de busca e
selecione a opção “Pesquisar Espaços Virtuais”.
O ícone de pesquisa passará da cor azul (conteúdos) para laranja (Espaços Virtuais) ,
indicando o foco da pesquisa.
Figura 2.27
Pesquisando
Espaços Virtuais.
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Digite o nome ou descrição do Espaço Virtual que procura e clique sobre o ícone de pesquisa.
Os resultados serão exibidos na tela, como mostra a Figura 2.28.
A Hierarquia de Espaços Virtuais
A Hierarquia de Espaços Virtuais permite a inclusão e utilização de Espaços Virtuais dentro
de Espaços Virtuais. Um Espaço Virtual, dessa forma, passa a funcionar como uma pasta de
um Sistema Operacional, que possui subpastas (subespaços) em vários níveis.
Esse recurso tem a fnalidade de facilitar a organização de conteúdos dentro de Espaços
Virtuais. Por exemplo, um Espaço Virtual denominado Jornal Diário, poderá ter subespaços
virtuais denominados Esporte, Saúde, Lazer. Esses terão conteúdos adicionados e funcio-
narão como um Espaço Virtual comum, com a vantagem do agrupamento hierárquico.
Na listagem de Espaços Virtuais, é possível identifcar o tipo do Espaço Virtual através de
ícones que indicam suas características:
Espaço Virtual privado.
Espaço Virtual público na web (portal + feeds).
Espaço Virtual com compartilhamento entre nós.
Espaço Virtual com compartilhamento entre nós e público na web (portal + feeds).

O ICD pode ser confgurado para habilitar ou não a Hierarquia de Espaços Virtuais. Quando
desabilitada, todos os Espaços Virtuais fcam no mesmo nível
Visualizando subespaços virtuais
Espaços Virtuais que contêm subespaços são ilustrados com o ícone u ao lado de seu nome
na listagem de Espaços Virtuais, como mostrado na Figura 2.29. Da mesma forma, subes-
paços que possuírem “flhos” serão também ilustrados com o ícone.
Figura 2.28
Resultado da
pesquisa por
Espaços Virtuais.
Figura 2.29
Identifcando
Espaços Virtuais
que contêm
subespaços.
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Para acessar um subespaço virtual, siga o roteiro:
1 No menu lateral esquerdo, acesse a opção “Conteúdos”;
1 Selecione “Espaços Virtuais Locais”;
1 Localize um Espaço Virtual que contenha subespaços;
1 Acesse o Espaço Virtual com um clique sobre o seu nome;
1 A lista de subespaços do Espaço Virtual será exibida como mostra a Figura 2.31;
Subespaços
1 Clique em um subspaço para acesso;
1 Os conteúdos do subespaço serão exibidos na tela.
Criando um subespaço virtual
1 Acesse a opção “Conteúdos” do menu principal e, em seguida, “Espaços Virtuais Locais”;
1 No menu superior, clique em “Novo” e observe que o processo obedece aos mesmos
critérios de criação de um Espaço Virtual comum.
Figura 2.30
Localizando Espaço
Virtual que contém
o subespaço para
visualização.
Figura 2.31
Visualizando
um subespaço.
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1 Preencha os dados do Espaço Virtual. Para mais informações, consulte a seção Cadastro
de um Espaço Virtual deste documento;
1 Na opção Caminho, defna o Espaço Virtual ao qual deseja inserir o subespaço virtual;
1 Clique em “Adicionar”;
1 O subespaço é cadastrado e poderá ser visualizado através do Espaço Virtual que o contém.
Os subespaços poderão ter permissões distintas do Espaço Virtual pai, restrigindo-as.
Dessa forma, um subespaço poderá ter menos permissões que o Espaço Virtual pai, nunca
mais permissões. Exemplo: um Espaço Virtual pai que tem permissões de edição, remoção e
upload de conteúdos permite que um subespaço tenha todas essas permissões ou apenas a
permissão de edição e upload de conteúdos.
Um Espaço Virtual privado não pode possuir subespaços virtuais públicos. O contrário é per-
mitido, no caso, um Espaço Virtual público permite a criação de um subespaço virtual privado.
Editando um subespaço virtual
As regras e funcionalidades apresentadas na edição de um subespaço virtual são as mesmas
disponíveis para um Espaço Virtual comum.
Figura 2.32
Criando um
subespaço virtual.
Figura 2.33
Defnindo o Espaço
Virtual que deverá
conter o subespaço
que está sendo
criado.
Saiba mais
O Espaço Virtual criado
(subespaço) herda
todas as características
do Espaço Virtual pai
(permissões, restrições,
ações etc.).
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Para editar um subespaço virtual, siga o roteiro:
1 Acesse a opção “Conteúdos” do menu principal e, em seguida, “Espaços Virtuais Locais”;
1 Localize o Espaço Virtual que contém o subespaço virtual objeto da edição e clique no
ícone + para visualizar os subespaços do Espaço Virtual;
1 Ao localizar o subespaço que deseja editar, clique sobre o nome do subespaço com o
botão direito do mouse e em seguida, em “Editar Espaço Virtual”.
1 Altere os dados que desejar e clique em “Salvar”;
1 A listagem de Espaços Virtuais será novamente exibida.
Removendo um subespaço virtual
Para remover um subespaço virtual, siga o roteiro:
1 Acesse a opção “Conteúdos” do menu principal e, em seguida, “Espaços Virtuais Locais”;
1 Localize o Espaço Virtual que contém o subespaço virtual objeto da remoção e clique no
ícone u para visualizar os subespaços do Espaço Virtual;
1 Ao localizar o subespaço que deseja remover, clique sobre o nome do subespaço com o
botão direito do mouse e, em seguida, “Remover Espaço Virtual”;
1 Confrme a remoção;
1 O subespaço será removido e a listagem de Espaços Virtuais será novamente exibida.
Figura 2.34
Editando um
subespaço.
Figura 2.35
Removendo um
subespaço.
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Roteiro de Atividades 2
Atividade 2.1 – Adicionando um usuário
Conectado no sistema com o usuário admin, adicione um usuário (você).
1 Digite no campo “Login” a palavra “admin” (sem aspas);
1 Digite no campo “Senha” o valor “adminadmin” (sem aspas);
1 Pressione “Enter” ou clique no botão “Acessar”;
1 Selecione no menu principal a opção “Usuários” > “Gerenciar Usuários”;
1 Clique no botão “Novo” na barra superior, do lado esquerdo;
1 Digite seus dados no campos indicados.
Lembre do nome de login e da senha, pois serão usados em seguida.
1 Escolha inglês como língua de preferência, clicando na bandeira da Inglaterra;
1 Clique o botão “Inserir Todos”, para atribuir todos os papéis ao usuário cadastrado.
Podem ser atribuídos papéis específcos ao usuário, selecionando o papel na caixa “Papéis”
e clicando em “Inserir”.
1 Clique no botão “Adicionar” para cadastrar o usuário;
1 Efetue logout clicando na opção “Logout” no canto superior direito da página;
1 Efetue Login com seu novo usuário, repetindo os três primeiros passos desta atividade,
mas desta vez fornecendo o seu login e a sua senha recém cadastrados.
Veja que a interface está em inglês. Não se preocupe, pois isso será ajustado adiante.
Atividade 2.2 – Ajustando preferências do seu próprio usuário (senha)
1 Selecione o menu “Confgurations” > “User Confgurations”;
1 Altere o idioma para português, clicando na bandeira do Brasil;
1 Digite a sua senha no campo “Current Password”;
1 Digite a nova senha no campo “Password”, confrmando-a no campo “Confrm password”;
1 Escolha português como língua de preferência, clicando na bandeira do Brasil;
1 Clique no botão “Save” para salvar as modifcações.
Outros parâmetros dos usuários podem ser modifcados nesta opção, incluindo o endereço
de e-mail.
1 Efetue logout clicando na opção “Logout” no canto superior direito da página;
1 Efetue Login com seu usuário.
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Atividade 2.3 – Adicionando um usuário “Produtor de Conteúdo Externo”
1 Selecione no menu principal a opção “Usuários” > “Adicionar Usuário”;
1 Digite o valor “prodext” (sem aspas) no campo “Login”.
É importante se certifcar de realmente usar o login prodext, pois faremos referência a
esse login em outros exercícios adiante.
1 Digite o valor “Produtor de Conteúdo Externo” (sem aspas) no campo “Nome”;
1 Digite um endereço de e-mail válido no campo “E-mail”;
1 Digite valores para os campos “Telefone”, “Celular” e “Instituição”;
1 Deixe desmarcado o campo “Gerar senha automaticamente”;
1 No campo “Senha”, digite o valor “123” (sem aspas) e repita o mesmo valor no campo
“Confrmar Senha”;
1 Deixe desmarcado o campo “Super usuário”;
1 Para o “Tipo de atribuição de papéis” escolha “padrão”;
1 Na caixa de seleção “Papéis Disponíveis”, selecione “Produtor de Conteúdo Externo”e
clique no botão “Inserir”, ao lado;
1 Deixe desmarcado o campo “Restringir acesso a pastas”;
1 Clique no botão “Adicionar” para cadastrar o usuário.
Atividade 2.4 – Criando um Espaço Virtual “Privado”
Criaremos um Espaço Virtual para o qual somente a associada dona possui acesso. Ou seja,
um Espaço Virtual privado ao qual nenhum outro nó do domínio terá acesso.
1 Selecione o menu “Conteúdos” > “Espaços Virtuais Locais”;
1 Clique no botão “Novo”, na barra superior, à esquerda;
1 Digite o valor “Privado” no campo “Nome”;
1 No campo “Descrição”, insira o valor “Somente a associada local possui acesso”;
1 Clique no botão “Adicionar”.
Atividade 2.5 – Criando um Espaço Virtual “Compartilhado”
Criaremos um Espaço Virtual destinado ao compartilhamento de conteúdos com outros
nós da rede. Ou seja, um Espaço Virtual compartilhado ao qual outros nó do domínio terão
acesso para visualizar, adicionar e baixar conteúdos.
1 Selecione o menu “Conteúdos” > “Espaços Virtuais Locais”;
1 Clique no botão “Novo” na barra superior à esquerda;
1 Digite o valor “Compartilhado” no campo “Nome”;
1 No campo “Descrição”, insira o valor “Outros podem visualizar e adicionar conteúdos”;
1 Selecione a aba “Permissões”;
1 No campo Tipo de Compartilhamento, selecione a opção “Espaço Compartilhado”;
1 Observe que existem “Nós disponíveis” e “Nós selecionados”. Aqueles que estiverem
listados em “Nós selecionados” serão aqueles nós (associadas) que poderão acessar
o Espaço Virtual. Os que estiverem listados em “Nós disponíveis” são aqueles que
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não poderão acessar o Espaço Virtual. Cabe a você mover os nós entre as listas usando
os botões “Inserir”, “Remover”, “Inserir Todos” ou “Remover Todos”;
1 Quando todos os nós que terão acesso estiverem em “Nós selecionados”, clique no botão
“Adicionar” para criar o Espaço Virtual.
Atividade 2.6 – Criando um Espaço Virtual “Público”
Usuários de outras associadas do domínio poderão visualizar e baixar conteúdos.
1 Selecione o menu “Conteúdos” > “Espaços Virtuais Locais”;
1 Clique no botão “Novo” na barra superior à esquerda;
1 Digite o valor “Público” no campo “Nome”;
1 No campo “Descrição”, insira o valor “Outros podem visualizar conteúdos”;
1 Selecione a aba “Permissões”;
1 No campo “Tipo de Compartilhamento”, selecione a opção “Espaço Público”;
1 Observe que existem “Nós disponíveis” e “Nós selecionados”. Clique no botão
“Inserir Todos” para dar permissão a todos os nós do domínio.;
1 Clique no botão “Adicionar” para criar o Espaço Virtual.
Atividade 2.7 – Criando um Espaço Virtual com acesso individual para um usuário
Nesta atividade, o usuário “Produtor de Conteúdo Externo” terá acesso ao Espaço Virtual,
independente dos seus papéis. Ou seja, a permissão de acesso será concedida considerando
o nome de login.
1 Selecione o menu “Conteúdos” > “Espaços Virtuais Locais”;
1 Clique no botão “Novo” na barra superior à esquerda;
1 Digite o valor “Produção de Parceiros” no campo “Nome”;
1 No campo “Descrição”, insira o valor “Apenas o produtor externo com o login ‘prodext’
poderá acessar este espaço”;
1 Selecione a aba “Permissões”;
1 Clique no botão “Exibir permissões avançadas”;
Observe que a tabela de “Permissões Concedidas” já está preenchida com permissões
para a Associada Local.
1 Clique na coluna “Tipo de Permissão” para ordenar a tabela de permissões por essa
coluna. Observando ao mesmo tempo ambas as colunas “Papel” e “Tipo de Permissão”,
localize a permissão “Visualizar Conteúdo” que esteja associada a um papel “Produtor de
Conteúdo Externo” (ambos na mesma linha);
1 Ao localizar, clique no botão na coluna “Ações” da mesma linha. Isso removerá a per-
missão “Visualizar Conteúdo” para o papel “Produtor de Conteúdo Externo”.
Isso evitará que nenhum outro usuário com papel “Produtor de Conteúdo Externo” tenha
acesso a esse Espaço Virtual, exceto o usuário que iremos escolher.
1 Logo abaixo, no bloco “Permissões por usuário”, selecione o usuário “prodext” na caixa
de seleção “Usuários”;
1 Na caixa de seleção “Tipo de acesso”, selecione “Adicionar Conteúdo”;
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1 Clique no botão “Adicionar Permissão”;
1 Repita os três últimos procedimentos para os outros tipos de acesso:
“Remover Conteúdo” e “Visualizar conteúdo”;
1 Clique no botão “Adicionar”.
É importante se certifcar de realmente usar o nome de login prodext, pois faremos
referência a esse login em outros exercícios adiante.
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Gerenciamento de Conteúdos Locais
Obter conhecimentos básicos sobre o gerenciamento de conteúdos locais para
entender como cadastrar, baixar, editar, remover, copiar, mover, visualizar conteúdos,
editar as restrições de direitos autorais, transcodifcar conteúdos de áudio e vídeo
para outros formatos, criar coleções e galerias de conteúdos e fazer decupagem de
conteúdos de áudio e vídeo.
Gerenciamento de conteúdos locais; Edição de metadados; Criação de coleção e galerias
de conteúdos; Restrição de direitos autorais; Transcodifcação de conteúdos de áudio e
vídeo para outros formatos e decupagem de conteúdos de áudio e vídeo.


Adicionando conteúdos na plataforma
Os conteúdos suportados pelo serviço de Intercâmbio de Conteúdos Digitais são de nove
tipos diferentes: vídeo, áudio, imagem, documento, coleção, galeria de imagens, galeria de
vídeos, galeria de áudios e aplicação Ginga. Em função das características específcas de
cada um, cada conteúdo possui um conjunto diferente de metadados, os quais serão discu-
tidos nas sessões seguintes.
O procedimento inicial é comum para o cadastramento de qualquer um dos nove tipos de
conteúdos suportados (vídeo, áudio, imagem, documento, coleção, galeria de imagens,
galeria de vídeos, galeria de áudios e aplicação Ginga). Para cadastrar um novo conteúdo
(vídeo, imagem, áudio, documento, coleção, galeria de imagen, galeria de vídeos, galeria de
áudios ou aplicação Ginga), deve-se seguir o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Conteúdos” do menu principal;
1 Selecione a opção “Espaços Virtuais Locais”;
1 A lista de Espaços Virtuais locais deve aparecer;
1 Selecione o Espaço Virtual de sua preferência (exemplo: Base local), clicando sobre o seu
nome (primeira coluna da esquerda);
1 Na tela seguinte, clique no botão “Novo” (símbolo de adição).
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Este procedimento é mostrado na Figura 3.1.
Ao clicar no botão “Novo” (Figura 3.2), serão exibidas duas opções para o cadastro de
conteúdo: Upload de conteúdo(s) e Galeria/Coleção. A primeira permite o upload e cadastro
de conteúdos do tipo: vídeo, áudio, imagem, documento e aplicação Ginga. Já a segunda
opção é direcionada para o cadastro de coleções, galeria de vídeos, galeria de áudios e
galeria de imagens.
Upload de conteúdo
O upload de conteúdo pode ser utilizado para o cadastro de conteúdos dos tipos vídeo, aúdio,
imagem, documento e aplicação Ginga. Inicialmente, o arquivo deverá ser selecionado e
enquanto o upload está sendo efetuado as informações do conteúdo poderão ser preenchidas.
Ao selecionar a opção “Upload de conteúdo(s)”, seguindo os passos detalhados no item 3,
uma nova janela será aberta. O Espaço Virtual já será selecionado previamente, porém este
poderá ser alterado através do botão “Selecionar destino” (Figura 3.3) ou marcado como
padrão para que esteja sempre selecionado.
Figura 3.1
Ações para criação
de novo conteúdo.
Figura 3.2
Opções de cadastro
de conteúdo.
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Nessa página de upload, são disponibilizadas três opções: (a) Upload direto de um arquivo a
partir do computador, (b) Seleção de arquivo do servidor e (c) Captura de vídeo a partir de
dispositivos externos conectados ao computador.
O upload é realizado em uma janela separada com o propósito de permitir que o preenchi-
mento dos dados do conteúdo possa prosseguir enquanto este é enviado para o servidor.
Finalizado o preenchimento dos metadados do conteúdo, pode-se clicar em Salvar para
concluir a edição. O envio do arquivo continuará sendo feito, desde que a janela de upload
não seja fechada.
A lista de conteúdos do Espaço Virtual deve agora conter o conteúdo recém-cadastrado,
representado por uma imagem (screenshot) selecionada aleatoriamente. Para conteúdos
de vídeo, essa imagem poderá ser alterada através da edição de conteúdo (veremos isso
mais tarde).
Upload direto de um arquivo a partir do computador
Nessa opção, basta clicar no botão maior “Selecionar um arquivo do seu computador” que
a janela de seleção de arquivos será ativada. Selecione o arquivo que deseja enviar. Logo
em seguida será exibida a Figura 3.4, contendo as informações sobre o progresso do upload
e também o formulário, que será exibido de acordo com o tipo do conteúdo (áudio, vídeo,
imagem, documento, aplicação Ginga), que é detectado automaticamente pelo arquivo que
foi enviado. Dessa forma, é possível preencher os metadados enquanto o envio do arquivo é
realizado. Após isso, basta clicar no botão “Salvar” que o conteúdo será armazenado.
Figura 3.3
Janela de upload
de conteúdos.
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Seleção de arquivo do servidor
Ao selecionar a opção Arquivos do servidor, abrirá uma caixa contendo um campo de texto
que deverá conter o caminho para o arquivo do servidor (Figura 3.5). Caso não queira digitar
o caminho manualmente, basta clicar no botão “Escolher” que uma tela onde pode ser feita
a navegação nos arquivos do servidor será aberta. Basta então clicar no nome do arquivo
que deseja selecionar e clicar no botão “Confrmar” para selecionar o arquivo. Após isso, o
caminho para o arquivo aparecerá na caixa de texto. Clique então no botão “Enviar” que a
tela contendo o formulário (Figura 3.4) para descrever o arquivo enviado será exibido.
Figura 3.4
Tela de
acompanhamento
do upload e
formulário.
Figura 3.5
Tela de seleção
de arquivos do
servidor.
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Captura de vídeo a partir de dispositivos externos
Clicando na opção “Captura de víde”o, será possível capturar o fuxo de vídeo direto do com-
putador e inserir no sistema. Para prosseguir, basta seguir o seguinte roteiro:
Ao clicar na aba de captura de dispositivo, a tela de confgurações será exibida. Escolha um
equipamento de câmera e microfone para prosseguir, como mostrado na Figura 3.6. Também
é possível confgurar a qualidade de transmissão, caso se deseje. Ao fnal clique em “OK”.
Para prosseguir com o upload, caso a mensagem solicitando o acesso ao dispositivo
apareça, clique em “Permitir”, como mostrado na Figura 3.7;
Figura 3.6
Tela de
confguração
da captura de
dispositivos.
Figura 3.7
Solicitando acesso
ao dispositivo.
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Para iniciar a gravação, clique na câmera localizada à direita da tela. Ela fcará vermelha,
indicando que a gravação foi iniciada e a contagem será incrementada, indicando o
tempo decorrido;
Para fnalizar a gravação, basta clicar na câmera novamente. Uma tela com as opções será
exibida, como mostrado na Figura 3.9;
Caso deseje visualizar o vídeo gravado antes de enviar, selecione “Visualizar” e uma tela com
o vídeo será mostrada (Figura 3.10);
Figura 3.8
Iniciando gravação
de dispositivo.
Figura 3.9
Opções de ação
após gravação
do vídeo.
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Para fnalizar o upload, selecione “Salvar”. Caso contrário, é possível regravar ou cancelar
a gravação.
Ao fnal, o formulário (Figura 3.4) para a descrição do vídeo capturado será exibido.
Galeria/Coleção
A opção Galeria/Coleção é utilizada para o cadastro de conteúdos dos tipos: galeria de vídeos,
galeria de áudios, galeria de imagens e coleção. Ao selecioná-la, seguindo os passos deta-
lhados no item 3, a tela de cadastro de conteúdo será exibida, como mostrado na Figura 3.11.
Na tela de cadastro, escolha o Tipo de Conteúdo como “Coleção”, “Galeria de Imagens”,
“Galeria de Áudios” ou “Galeria de Vídeos” e digite pelo menos o “Título” do conteúdo. Todos
os outros campos são opcionais; portanto, não necessariamente precisam ser preenchidos.
Figura 3.10
Visualizando
gravação do
dispositivo.
Figura 3.11
Tela de cadastro de
Coleção/Galeria.
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Para adicionar conteúdos na coleção ou galeria no momento de sua criação, antes de clicar
em “Adicionar”, siga as instruções específcas indicadas a seguir.
1 Clique no botão “Adicionar Conteúdo” e uma tela de pesquisa será exibida (Figura 3.12);
1 Pesquise os conteúdos que serão adicionados à coleção;
1 Selecione quantos desejar e clique no botão “Adicionar”, localizado no canto esquerdo da
tela. Caso deseje adicionar outros, basta repetir os passos anteriores. Todos os conte-
údos adicionados serão inseridos na Coleção/Galeria quando esta for criada.
Pesquise
os conteúdos
que deseja
adicionar
Para remover o conteúdo após adicioná-lo, clique no botão de “Remover” e este não será
adicionado na coleção (Figura 3.13).
Figura 3.12
Adicionar conteúdo
na coleção.
Figura 3.13
Remover conteúdo
de uma coleção.
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Metadados e extensões
Cada tipo de conteúdo suportado pelo sistema possui metadados e peculiaridades especí-
fcos. A seguir, iremos detalhar um pouco cada uma delas.
Vídeo
O cadastro de um conteúdo do tipo vídeo requer a descrição de vários metadados, tais
como: título, descrição, gênero (documentário, infantil, flme) tipo (vinheta, claquete, jorna-
lismo), data, diretor, produtor e classifcação indicativa. Além disso, quaisquer restrições de
direito autoral podem ser indicadas.
Após o cadastramento do conteúdo, o sistema dispara internamente o processo de trans-
codifcação do vídeo, que é a geração de uma cópia do vídeo em baixa resolução, que será
usada em visualizações. O tempo para conclusão do processo de transcodifcação para
baixa resolução dependerá do tamanho do arquivo original e da sobrecarga do servidor no
momento. Se houver vários usuários transcodifcando vídeos, o processo será mais demo-
rado. Enquanto o processo de transcodifcação para baixa resolução estiver em andamento,
uma mensagem “Transcodifcando...” é mostrada ao lado do vídeo (vide Figura 3.14). Durante
a transcodifcação, você não poderá visualizar o conteúdo, mas poderá transferir, comparti-
lhar e baixar a instância original.
Vídeo de baixa resolução é
gerado automaticamente
Para acompanhar o andamento da transcodifcação, clique na opção “Conteúdos” do menu
principal e, em seguida, na opção “Transcodifcações”.
Apenas os conteúdos do tipo vídeo e áudio passam pelo processo de transcodifcação.
Áudio
O cadastro de um conteúdo do tipo áudio segue os mesmos procedimentos do cadastro de
vídeo. A única mudança é no preenchimento dos metadados específcos para áudio. As exten-
sões suportadas para áudio são as seguintes: MP3, WAV, WMA, RM, OGG, AAC, AC3 e WMA.
Saiba mais
Os formatos de vídeos
suportados são os
seguintes: MPG, MPEG,
MPE, MP1, MP2, MP4,
DAT, VOB, AVI, ASF,
WMV, QT, MOV, VIVO,
VIV, FLI, RM, NUV, YUV,
FIL, FILM, ROQ, OGG,
OGM, SDP, PVA, GIF,
3GP, AVI, ASF, FLV, DV,
TS, MXF e RMVB.
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Figura 3.14
Processo de
transcodifcação
ocorre automa-
ticamente após o
cadastramento
do vídeo.
Figura 3.15
Andamento da
transcodifcação
de um conteúdo
de vídeo.
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Imagem
Para cadastrar uma imagem o procedimento é semelhante ao de cadastro de vídeo e áudio,
preenchendo os campos específcos para imagem. As extensões suportadas para imagem
são as seguintes: JPG, JPEG, GIF, PSD, BMP, TIFF, TGA, PNG, PNG8, PNG24 e PNG32.
Aplicação Ginga
Os metadados obrigatórios no cadastro de aplicações Ginga são:
1 Título: O nome do aplicativo;
1 Arquivo inicial: arquivo no qual a aplicação inicia. Exemplo: Main.class;
1 Categoria: usada para fltrar as aplicações nas buscas e para dar ao usuário uma dica do
que se trata a aplicação;
1 Linguagem: linguagem utilizada para desenvolver a aplicação. Pode ser NCL ou JAVA;
1 Código de controle: código usado pelo middleware Ginga que indica como iniciar a apli-
cação Ginga.
Os demais metadados são:
1 Desenvolvedor;
1 Dispositivos de Interação;
1 Últimas modifcações;
1 Dependência de serviços;
1 Versão;
1 Texto promocional;
1 Descrição;
1 Palavras-chave;
1 Publicar no PortalICDi: Permite que a aplicação seja vista no PortalICDi;
1 Data de validade (Ignorado pelo PortalICDi).
Caso a funcionalidade de Aplicações Ginga esteja habilitada, o ICD passa a reconhecer
arquivos no formato .zip como Aplicações Ginga e permite a adição de metadados, que são
usados pelo PortalICDi.
Habilitar Aplicações Ginga no ICD
Para habilitar a inserção e edição de conteúdos digitais do tipo “Aplicação Ginga”:
1 Vá na aba “Confgurações” > “Parâmetros da Aplicação” (ou “Register Confg.”,
caso esteja em inglês);
Saiba mais
O formato utilizado
para empacotamento
de aplicações ginga é
.zip. Porque compac-
tadores que imple-
mentam esse formato
estão presentes na
maioria dos Sistemas
Operacionais. Para
compactar uma
aplicação ginga em
um arquivo .zip, use
ferramentas do seu
Sistema Operacional ou
aplicações como 7-zip,
WinRar, entre outras.
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Defna a variável application.feature.enableGingaApplication com o valor “true” (Sem aspas);
Documento
Se o conteúdo não se encaixar como vídeo, áudio ou imagem, pode ser adicionado como um
tipo “documento”, que pode conter qualquer arquivo (mesmo que não seja um documento
tradicional de texto). Extensões como PDF, DOC, PPT, XLS, DOCX, PPTX, XLSX, CDR e TXT são
alguns exemplos, embora qualquer tipo de extensão seja aceitável.
Alterando os metadados de um conteúdo
Para realizar a atualização dos metadados de um conteúdo, o usuário deve seguir os
seguintes passos:
1 Selecione a opção “Conteúdos” do menu principal;
1 Selecione a opção “Espaços Virtuais Locais”. A lista de Espaços Virtuais locais deve aparecer;
1 Selecione o “Espaço Virtual” onde o conteúdo se encontra, clicando sobre o seu nome
(primeira coluna da esquerda);
1 Localize o conteúdo desejado;
1 Clique em “Opções”, abaixo da imagem do conteúdo, e em seguida clique em “Edição”,
como mostrado na Figura 3.16;
1 Edite os metadados e depois clique no botão “Salvar”.
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No ICD, conteúdos podem ser transferidos entre as associadas. Quando um conteúdo é
transferido, a cópia original sempre permanece na associada de origem e uma réplica dele é
criada na associada de destino. Quando o usuário alterar os metadados do conteúdo
original, essa atualização se propagará para todas as suas réplicas já transferidas para
outras associadas da rede. Isso mantém a integridade e uniformidade dos metadados.
Removendo conteúdos
Caso um usuário não queira mais manter seu conteúdo no sistema, ele tem a opção para
removê-lo. A partir do momento que um usuário exclui um conteúdo, todas as réplicas do
domínio são removidas automaticamente, caso o conteúdo pertença à sua associada.
Para remover um conteúdo, o usuário deve realizar os seguintes passos:
1 Selecione a opção “Conteúdo” do menu principal;
1 Selecione a opção “Espaços Virtuais Locais”;
1 A lista de Espaços Virtuais locais deve aparecer;
1 Selecione o Espaço Virtual de sua preferência (exemplo: “Base Local”), clicando sobre o
seu nome (primeira coluna da esquerda);
1 Localize o conteúdo desejado;
1 Marque o checkbox à esquerda da imagem que representa o conteúdo indicado (Figura 3.17);
1 Em seguida, clique no botão “Remover”;
Figura 3.16
Como editar as
informações de
um conteúdo
cadastrado.
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1 Confrme a remoção do conteúdo no botão “Remover” (Figura 3.18).
O compartilhamento de conteúdos entre Espaços Virtuais locais (ou seja, Espaços Virtuais do
mesmo nó ou servidor) geram réplicas locais dos metadados desses conteúdos. Assim,
quando um conteúdo é removido, apenas aquela réplica é removida. Em outras palavras, o
conteúdo só é removido completamente do sistema quando todas as suas réplicas locais
são removidas.
Caso o conteúdo tenha réplicas em nós remotos (ou seja, em outros nós ou servidores
no domínio) e ele seja removido na associada de origem, então todas as suas réplicas são
também removidas nos nós remotos. Se os metadados são atualizados na origem, todas as
suas réplicas remotas serão atualizadas. Se alguma associada que possui uma réplica estiver
fora do ar no momento, a réplica será removida quando esta associada voltar a fcar operante.
Figura 3.17
Seleção de
conteúdo.
Figura 3.18
Confrmando
a remoção de
conteúdos.
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Remoção automática de conteúdos
Os conteúdos cadastrados podem ser excluídos automaticamente pelo sistema, através da
ativação e confguração da funcionalidade de remoção automática de conteúdos. Essa fun-
cionalidade está disponível para usuários com papel de Gerente de Conteúdo. Para acessar
a tela de confguração, siga o roteiro:
1 Clique no item “Confgurações” do menu principal;
1 Depois, clique em “Remoção automática de conteúdos”;
1 No campo “Status”, habilite ou desabilite a execução da remoção automática;
1 O campo “Condições” defne quando um conteúdo deverá ser excluído:
2 Data de validade: conteúdos que possuem data de validade expirada estão aptos a remoção;
2 Data de cadastro: conteúdos que possuem data de cadastro superior à quantidade de
dias especifcadas no campo “Quantidade de dias” estão aptos à remoção;
2 O campo “Espaços Virtuais” defne os espaços que terão os conteúdos automatica-
mente removidos;
2 O campo “Responsável pela remoção” indica o usuário que defniu as propriedades da
remoção automática;
2 O usuário poderá ser notifcado por e-mail quando conteúdos forem removidos auto-
maticamente. Para isso, o campo de “Envio de emails” deverá estar habilitado e a lista
de e-mail deverá ser preenchida com os e-mails para notifcação.
1 Para salvar as alterações, clique no botão Salvar.
Lidando com Coleções
Um conteúdo pode ser adicionado ou removido de uma coleção em três momentos: na
criação, edição ou visualização da coleção. Através do menu “Opções” também é possível
adicionar vários conteúdos à várias coleções.
Figura 3.19
Tela de
confguração
da remoção
automática de
conteúdos.
Saiba mais
Por padrão, a rotina
de remoção, quando
habilitada, é executada
diariamente, no horário
de 0h. Para alterar o
horário de execução,
entre em contato com
o administrador do
sistema.
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Criação da coleção
Para adicionar conteúdos na coleção no momento de sua criação, siga as instruções gerais
contidas na seção Galeria/Coleção.
Edição da coleção
Para adicionar conteúdos na coleção no momento de sua edição, siga as instruções gerais
contidas na seção Galeria/Coleção.
Visualização da coleção
Ao visualizar uma coleção, é possível adicionar e remover seus conteúdos. Para tanto, clique
na coleção que deseja visualizar, como mostrado na Figura 3.20.
Os conteúdos da coleção serão exibidos. Para adicionar um novo conteúdo, siga as instru-
ções a seguir.
1 Clique no botão “Adicionar Conteúdo” e uma tela de pesquisa será exibida (Figura 3.21);
1 Pesquise os conteúdos que serão adicionados à coleção;
1 Selecione quantos desejar e clique no botão “Adicionar”, localizado no canto esquerdo da
tela e todos os conteúdos serão inseridos. Caso deseje adicionar outros, basta repetir os
passos anteriores.
Figura 3.20
Visualizando
uma coleção.
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Pesquise
os conteúdos
que deseja
adicionar
Caso deseje remover um conteúdo da coleção, basta selecioná-lo e clicar no botão
“Remover” (Figura 3.22).
Figura 3.21
Adicionando
conteúdo na
coleção a partir da
tela de visualização.
Figura 3.22
Removendo
conteúdo na
coleção a partir da
tela de visualização.
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Adicionando através do menu de Opções
Para adicionar um ou mais conteúdos em uma ou mais coleções ao mesmo tempo, basta
selecionar os conteúdos e, no menu de Opções, escolher a opção “Adicionar à coleção”
(Figura 3.23). Caso uma coleção esteja selecionada, essa opção não estará habilitada.
Uma nova tela será exibida para que sejam escolhidas as coleções as quais se deseja adicionar.
1 Selecione as coleções as quais se deseja adicionar;
1 Clique em “Adicionar” para que os conteúdos sejam adicionados às coleções selecionadas
(Figura 3.24).
Figura 3.23
Adicionar à coleção.
Figura 3.24
Adicionando
conteúdos em uma
ou mais coleções.
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Lidando com galerias
Inicialmente, para editar os itens de uma galeria, deve-se seguir o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Conteúdos do menu principal”;
1 Selecione a opção “Espaços Virtuais Locais”;
1 A lista de Espaços Virtuais locais deve aparecer;
1 Selecione o Espaço Virtual de sua preferência (exemplo: Base local), clicando sobre o seu
nome (primeira coluna da esquerda);
1 Busque um conteúdo que deseja editar do tipo Galeria de Imagens, Galeria de Áudios ou
Galeria de Vídeos e clique nele (Figura 3.25).
A tela da galeria deverá ser exibida (Figura 3.26), mostrando os itens já cadastrados.
É possível reordenar a posição dos itens, arrastando e soltando-os, também adicionar
imagem, áudio ou vídeo, adicionar ou editar legendas, remover um item e selecionar uma
capa para a galeria (exceto para a galeria de áudio).
Figura 3.25
Editando
uma galeria.
Figura 3.26
Tela de edição
da galeria.
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Para reordenar a posição dos itens, posicione o cursor do mouse em cima do item que deseja
mover, clique e segure arrastando-o para o local desejado, como mostrado na Figura 3.27.
Para adicionar novos itens, clique no botão “Adicionar imagens”, “Adicionar áudios” ou
“Adicionar vídeos”, e uma janela pop-up será aberta (Figura 3.28).
Figura 3.27
Editando posição
dos itens.
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Para adicionar ou editar uma legenda de um item, devemos seguir o seguinte roteiro:
1 Clique no texto logo abaixo do item e uma caixa de preenchimento será exibida.
Caso o item ainda não possua título, o texto será “Clique para adicionar um título”;
1 Preencha com a legenda que deseja adicionar ou editar;
1 Aperte o “Enter” do teclado e o novo título será automaticamente salvo (Figura 3.29).
Para remover um item, clique no ícone “Remover”, localizado logo abaixo, e confrme a
remoção (Figura 3.30).
Para defnir uma capa para a galeria, clique no ícone “Capa”, logo abaixo do item (Figura 3.31).
O ícone será marcado como sendo a capa e esta será redefnida. Na galeria de áudios não
existirá uma capa a ser defnida pois estes não possuem imagens que possam ser utilizadas.
Figura 3.28
Adicionando novos
itens na galeria.
Figura 3.29
Editando título do
item da galeria.
Figura 3.30
Removendo item
de uma galeria.
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Capa da galeria
Ícone Capa
Busca por Conteúdos Locais
Para que o usuário possa encontrar um conteúdo com temas específcos, ele pode usar a
busca de conteúdos do ICD. A busca procura pelo título do conteúdo, pelo nome original do
arquivo, pelas palavras-chave e pela descrição do conteúdo. Por isso a importância de
preencher os metadados.
Para realizar uma busca, o usuário deve realizar os seguintes passos:
1 Selecione a opção “Conteúdos” do menu principal;
1 Selecione a opção “Espaços Virtuais Locais”;
1 No canto superior direito ao lado do botão “Busca”, digite a palavra da busca (Figura 3.32);
1 Clicar no botão “Busca”.
Ao fm da busca, todos os conteúdos que possuam alguma relação com a palavra da busca
serão listados, assim o usuário pode realizar as operação desejadas.
Visualizando os uploads realizados
É possível visualizar o status dos uploads que estão sendo ou que já foram realizados no
sistema. Essa funcionalidade permite o acompanhamento visual do progresso de todos os
uploads de um domínio.
Para acessar a opção de visualização do status dos uploads, siga o roteiro:
1 No menu principal, clique em “Conteúdos”;
1 Depois clique em “Uploads em Andamento”.
Figura 3.31
Defnindo capa
da galeria.
Figura 3.32
Busca de conteúdo.
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Por padrão, a tela exibe os uploads que estão em andamento no sistema. Os uploads podem
ser fltrados através da manipulação do campo “status”.
Na aba “Ações”, no cadastro de conteúdo, o usuário poderá defnir algumas ações e saber se foi
realizada uma visualização, um compartilhamento, a remoção ou o download desse conteúdo.
Na tela de cadastro de conteúdo, selecione a aba “Ações”:
1 Selecionar as ações de notifcação: Download do Conteúdo, Preview do Conteúdo,
Compartilhamento do Conteúdo e Remoção do Conteúdo;
1 Em seguida, deve-se indicar quais os usuários receberão mensagens. Isso deve ser feito
marcando as opções correspondentes “Usuários vinculados aos papéis” e “Usuários”. Se
um papel for selecionado, todos os usuários associados ao papel receberão a mensagem;
1 Por fm, é possível indicar uma lista de e-mails independentes, que
podem ser de pessoas não cadastradas no sistema. Isso pode ser feito
marcando a opção “Lista de e-mails” (separe os emails com vírgulas). Veja a Figura 3.35.
Figura 3.33
Visualizando
andamento de
uploads.
Figura 3.34
Filtrando uploads
por status.
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Envio em lote
Para enviar vários conteúdos de uma só vez, pode ser usada a opção “Envio em lote”.
Para acessá-la, clique no menu principal “Conteúdos”, em seguida em “Envio em lote” e uma
nova janela será aberta (Figura 3.36).
Figura 3.35
Ações do Conteúdo.
Figura 3.36
Tela de upload do
‘ Envio em lote’.
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Para iniciar o envio de um arquivo, um Espaço Virtual deverá ser selecionado através do
botão “Selecionar destino”, como mostrado na Figura 3.37.
Após a seleção do Espaço Virtual, os arquivos que desejamos inserir deverão ser selecio-
nados. Isso poderá ser feito de duas formas: (a) Clicando no botão “Selecionar arquivos” do
seu computador ou (b) Através do sistema local, selecionar os arquivos, arrastá-los até o seu
navegador e “soltá-los” em cima do mesmo botão. Para selecionar mais de um arquivo,
basta segurar a tecla “Control” (Ctrl) do teclado e ir selecionando. Logo após, o upload será
iniciado, como mostra a Figura 3.38. Caso deseje cancelar um upload que ainda não foi
concluído, basta selecionar o botão “Cancelar” ao lado do conteúdo.
Ao fnal, após o upload de todos os arquivos enviados, basta selecionar o botão “Concluir”
para fnalizar o envio (Figura 3.39).
Figura 3.37
Selecionando o
Espaço Virtual.
Figura 3.38
Upload em lote.
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Download de Conteúdo Local (“salvar como”)
Para realizar o download de um conteúdo, deve-se seguir o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Conteúdos” do menu principal;
1 Selecione a opção “Espaços Virtuais Locais”;
1 A lista de Espaços Virtuais locais deve aparecer;
1 Selecione o Espaço Virtual desejado, clicando sobre o seu nome;
1 A lista de vídeos cadastrados deve aparecer;
1 Localize o conteúdo desejado.
Clique no botão (que deve estar verde) localizado abaixo da imagem do conteúdo, como
mostrado na Figura 3.40.
Figura 3.39
Finalizando o
envio em lote.
Figura 3.40
Download de
conteúdo.
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Restrições de direitos autorais
Um conteúdo cadastrado no ICD pode ter restrições de direitos autorais, no que se diz res-
peito à maneira como é utilizado. Para tanto, são disponibilizadas várias opções de restri-
ções e licenças para que o usuário escolha. São elas:
1 Licença Própria: usuário deve especifcar o que outros usuários podem ou não fazer com
o seu conteúdo. Essa opção é subdividida em outras duas:
Restrições Externas: defne as regras de veiculação e utilização do conteúdo fora do próprio
domínio no qual ele foi inserido no sistema;
Restrições Internas: defne as regras de veiculação e utilização do conteúdo dentro do
próprio domínio no qual ele foi inserido no sistema.
Para aplicar esse tipo de licença em um conteúdo siga o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Conteúdos” no menu principal;
1 Selecione a opção “Espaços Virtuais Locais”;
1 A lista de Espaços Virtuais locais deve aparecer;
1 Selecione o Espaço Virtual desejado, clicando sobre o seu nome (primeira coluna da esquerda);
1 A lista de conteúdos de vídeo cadastrados deve aparecer;
1 Localize o conteúdo de vídeo desejado;
1 Clique no botão “Opções”, localizado abaixo do conteúdo;
1 Em seguida, selecione a opção “Edição”;
1 Clique na aba “Restrições” e marque o tipo “Licença Própria” (Figura 3.41);
1 Redija o texto da(s) licença(s);
1 Clique em “Salvar”.
Figura 3.41
Confgurando a
Licença Própria.
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1 Creative Commons: indica que o conteúdo está sob uma licença Creative Commons
entre os seguintes tipos disponíveis:
a. Atribuição: compartilhamento pela mesma licença;
b. Atribuição: vedada a criação de obras derivadas;
c. Atribuição: uso Não Comercial;
d. Atribuição: uso Não Comercial – Compartilhamento pela mesma licença;
e. Atribuição: uso Não Comercial – Vedada a criação de obras derivadas.
Para aplicar esse tipo de licença em um conteúdo, siga o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Conteúdos”;
1 Selecione a opção “Espaços Virtuais Locais”;
1 A lista de Espaços Virtuais locais deve aparecer;
1 Selecione o Espaço Virtual desejado, clicando sobre o seu nome (primeira coluna da esquerda);
1 A lista de vídeos cadastrados deve aparecer;
1 Localize o vídeo desejado;
1 Clique no botão “Opções”, localizado abaixo do conteúdo;
1 Em seguida, selecione a opção “Edição”;
1 Clique na aba “Restrições” e marque o tipo “Creative Commons” (Figura 3.42);
1 Escolha o tipo de licença adequado para o conteúdo;
1 Clique em “Salvar”.
1 Copyright: indica que o conteúdo está protegido por Copyright e, assim, submetido a
todas as regras de veiculação que protegem as obras registradas.
Para aplicar esse tipo de licença em um conteúdo, siga o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Conteúdos”;
1 Selecione a opção “Espaços Virtuais Locais”;
1 A lista de Espaços Virtuais locais deve aparecer;
Figura 3.42
Confgurando a
Licença Creative
Commons.
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1 Selecione o Espaço Virtual desejado, clicando sobre o seu nome (primeira coluna da esquerda);
1 A lista de vídeos cadastrados deve aparecer;
1 Localize o vídeo desejado;
1 Clique no botão Opções, localizado abaixo do conteúdo;
1 Em seguida, selecione a opção “Edição”;
1 Clique na aba “Restrições” e marque o tipo “Copyright” (Figura 3.43);
1 Clique em “Salvar”.
Visualizando Conteúdos Locais
Todos os usuários que possuem a permissão de Visualizar Conteúdo no Espaço Virtual onde
o conteúdo está localizado poderão visualizá-lo. O termo “visualizar” pode ser entendido
aqui como “experimentar”, ou seja, para o caso de conteúdos do tipo áudio, o efeito é
“ouvir”. Para permitir a visualização do conteúdo, o ICD gera um novo arquivo próprio para
visualização na web. Esse arquivo possui tamanho (em bytes) menor que o arquivo original,
possibilitando que o usuário tenha percepção rápida do que se trata o conteúdo e avalie
se lhe interessa ou não, mas sem que isso implique em ocupar muito espaço de armazena-
mento ou muito tempo na transmissão via rede de dados.
Para visualizar um conteúdo, o usuário deve seguir o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Conteúdos” do menu principal;
1 Selecione a opção “Espaços Virtuais Locais”;
1 A lista de Espaços Virtuais locais deve aparecer;
1 Selecione o Espaço Virtual de sua preferência (exemplo: “Base Local”), clicando sobre o
seu nome (primeira coluna da esquerda);
1 Localize o conteúdo desejado e clique na sua imagem.
Para os conteúdos de áudio e vídeo, um player deve aparecer e mostrar o conteúdo
automaticamente (Figura 3.44).
Figura 3.43
scolhendo a
licença Copyright.
Figura 3.44
Seleção de
um conteúdo
audiovisual para
visualização.
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Para áudio ou vídeo, um player deve aparecer no centro da tela, executando o conteúdo
selecionado (Figura 3.45).
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Esse player contém algumas funcionalidades, que são identifcadas na Figura 3.45. São elas:
1 1: Título e identifcação da origem do vídeo (domínio e associada);
1 2: Botão para sair da visualização;
1 3: Botão reproduzir/pausar reprodução;
1 4: Barra de progresso e botão de seek;
1 5: Tempo de reprodução/duração total do conteúdo;
1 6: Botão “mudo”/barra de ajuste do volume;
1 7: Botão de comutação modo janela/tela cheia;
1 8: Indicador/botão de seleção de qualidade;
1 9: Menu de seleção de qualidade.
Ao iniciar a visualização de um conteúdo, o player determinará a largura de banda utilizada
pelo usuário e selecionará a qualidade mais adequada para reprodução. O usuário também
poderá selecionar a qualidade desejada, posicionando o mouse sobre o indicador de quali-
dade (Figura 3.45, item 8) e escolhendo o nível desejado (Figura 3.45, item 9).
Para os conteúdos do tipo imagem, o sistema mostra a imagem em tamanho proporcional
à resolução da tela do usuário. E, para os conteúdos do tipo documento, a tela de download
do conteúdo será aberta para que o usuário salve localmente ou escolha um aplicativo dis-
ponível no Sistema Operacional para abri-lo.
Figura 3.45
O ‘player’ tocando o
vídeo selecionado.
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Copiando conteúdos localmente
A cópia de um conteúdo é o processo no qual o usuário pode criar uma réplica do conteúdo em
outro Espaço Virtual. Para realizar a cópia de um conteúdo, é preciso realizar o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Conteúdos”;
1 Selecione a opção “Espaços Virtuais Locais”;
1 A lista de Espaços Virtuais locais deve aparecer;
1 Selecione o Espaço Virtual desejado, clicando sobre o seu nome (primeira coluna da esquerda);
1 A lista de vídeos cadastrados deve aparecer;
1 Localize o conteúdo desejado;
1 Passe o mouse sobre o menu “Opções” e, em seguida, clique em “Copiar”;
1 A tela de copiar conteúdos surgirá;
1 Em seguida, na coluna da direita, selecione o Espaço Virtual para onde deseja copiar
o conteúdo;
1 Após a seleção, clique no botão “Sim” (Figura 3.46).
Movendo conteúdos localmente
Muitas vezes precisamos reorganizar a distribuição dos conteúdos entre os Espaços Virtuais
existentes. Podemos fazer isso movendo os conteúdos, ou seja, retirando-os de um Espaço
Virtual de origem e reposicionando-o em outro Espaço Virtual de destino. Para mover um
conteúdo, basta seguir os passos:
1 Selecione a opção “Conteúdos” do menu principal;
1 Selecione a opção “Espaços Virtuais Locais”;
1 A lista de Espaços Virtuais locais deve aparecer;
1 Selecione o Espaço Virtual desejado, clicando sobre o seu nome (primeira coluna da esquerda);
1 A lista de vídeos cadastrados deve aparecer;
1 Localize o vídeo desejado;
1 Passe o mouse sobre o menu “Opções” e, em seguida, clique em “Mover”;
1 A tela de mover conteúdos surgirá;
1 Em seguida, na coluna da direita, selecione o Espaço Virtual para onde deseja mover
o conteúdo;
1 Após a seleção, clique no botão “Sim” (Figura 3.47).
Figura 3.46
Tela para copiar
conteúdos.
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A cópia e a movimentação de conteúdos é um processo de escopo local, ou seja, é feito nos
Espaços Virtuais locais da sua associada. A cópia de conteúdos para associadas remotas é
feita através do compartilhamento ou transferência de conteúdos.
Transcodificando para outros formatos e alterando a imagem
que representa o conteúdo de vídeo
A transcodifcação é o processo pelo qual é gerado um vídeo em um outro formato a partir
de um formato existente. Por exemplo, se um conteúdo tiver formato MPEG-2 e você deseja
gerar o mesmo vídeo em formato MPEG-4 (ou outro). Toda transcodifcação sempre é feita a
partir do vídeo original submetido.
Para realizar uma transcodifcação de um vídeo, você deve seguir os seguintes passos:
1 No menu principal, clique em “Conteúdos” e, em seguida, “Espaços Virtuais Locais”;
1 A lista de Espaços Virtuais locais deve aparecer;
1 Selecione o Espaço Virtual desejado, clicando sobre o seu nome;
1 A lista de conteúdos cadastrados deve aparecer;
1 Localize o conteúdo desejado;
1 Clique no botão “Opções”, localizado abaixo do conteúdo de vídeo e, em seguida,
clique em “Transcodifcação” (Figura 3.48).
A tela de transcodifcação (Figura 3.49) é uma interface de gerenciamento de instâncias do
conteúdo, onde há informações da mídia:
Figura 3.47
Movendo conteúdo.
Figura 3.48
Selecionando
a opção
‘ Transcodifcação’.
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Na tabela “Formatos disponíveis” estão informações referentes às instâncias, como por
exemplo: quantidade de instâncias, qualidade, formato, tamanho, entre outras.
A qualidade da instância pode ser defnida como:
Alta Definição – 2160P (Quad HD);
Alta Definição – 1080P (Full HD);
Alta Definição – 720P (High Definition);
Definição Padrão (Standard Definition);
Baixa Definição (Low Definition).
Ainda na tabela “Formatos disponíveis”, é possível verifcar o detalhamento do formato de
cada instância, clicando no ícone , na coluna de “Operações”. Será exibida logo abaixo a
tabela “Detalhes do formato”, com informações como taxa de dados, tamanho do quadro,
duração, entre outras.
Também é possível gerar um novo formato de qualidade igual ou inferior, nunca superior.
Para isso, basta seguir o seguinte roteiro:
Figura 3.49
Tela de
transcodifcação.
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1 Na tabela “Gerar outro Formato”, escolha a qualidade da nova instância;
1 Escolha o formato da nova instância;
1 Clique em “Transcodifcar”.
O tempo de espera de transcodifcação depende do tamanho do arquivo e da qualidade
escolhida (quanto maior, mais demorado será todo o processo). Quando a transcodifcação
terminar, a nova instância fcará disponível para download. Mas enquanto isso, você pode
continuar usando o ICD.
Evite fazer muitas transcodifcações simultâneas, pois esse processo consome muito
recurso de processamento. Muitas em paralelo pode levar a CPU a 100% por muito
tempo, deixando todo o sistema lento para todos os usuários.
Para acompanhar o andamento da transcodifcação, clique na opção “Conteúdos” do menu
principal e, em seguida, na opção “Transcodifcações”. A tela de acompanhamento da transcodi-
fcação é exibida na Figura 3.50.
Ainda na janela de transcodifcação (Figura 3.49), também é possível modifcar a imagem do
vídeo. Para fazer isso, basta:
1 Em “Imagem do Conteúdo”, clique em “Substituir Imagem”, localizado abaixo da imagem atual;
1 Aparecerão oito novas imagens geradas aleatoriamente. Escolha um screenshot clicando
sobre a imagem. Em seguida, clique em “Salvar”;
1 Opcionalmente, você também pode enviar uma imagem personalizada, que está no seu
computador, para identifcar o conteúdo. Para fazer isso, clique no botão “Procurar”
(Figura 3.49);
1 A nova imagem aparecerá na tela de listagem de conteúdos. Caso não tenha modifcado auto-
maticamente, clique em “Atualizar”, na parte superior da tela, ao lado do botão “Remover”.
Enviando vídeos para o YouTube
Para enviar conteúdos do ICD direto para o YouTube, siga o seguinte roteiro:
1 Escolha um vídeo de um Espaço Virtual local;
1 Clique no botão com o símbolo do YouTube (Figura 3.51);
1 Selecione a conta do YouTube a ser usada;
1 Preencha a descrição, caso esteja em branco, e selecione a categoria referente ao vídeo;
1 Clique em “Enviar”.
Figura 3.50
Andamento da
transcodifcação
de um conteúdo
de vídeo.
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Pode ser que ocorra uma pequena demora na execução desse processo, causada pelo
próprio YouTube, devido ao grande fuxo de vídeos que são enviados. Porém, pode-se
continuar utilizando a aplicação normalmente enquanto o processo é executado de forma
transparente. Assim que fnalizado, será enviada uma mensagem ao usuário que efetuou a
exportação. O link para acessar o vídeo no YouTube estará disponível na listagem do
respectivo conteúdo.
Avaliação de conteúdos (ratings)
Para avaliar um conteúdo (vídeo, áudio, imagem ou documento), basta clicar em uma das
estrelas que fca ao lado de cada conteúdo. Cada usuário pode votar apenas uma única vez
em cada conteúdo.
Após a votação, o usuário receberá uma mensagem de agradecimento pelo voto. Caso tente
votar mais de uma vez, receberá uma mensagem de erro.
Publicação no PortalICDi
1 Para publicar algum vídeo ou Aplicativo Ginga no PortalICDi, siga as instruções a seguir:
Novos conteúdos
1 Selecione a caixa de seleção “Publicar no PortalICDi”, na janela de criação.
Figura 3.51
Exportação de
um conteúdo
para o YouTube.
Figura 3.52
Avaliação de
conteúdos.
Saiba mais
O voto não pode ser alte-
rado posteriormente.
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Conteúdos já existentes
1 Vá em “Opções” > “Edição”.
1 Habilite a caixa de seleção “Publicar no PortalICDi”.
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Comentários e reviews
Para fazer um comentário ou uma review, é necessário seguir o seguinte roteiro:
1 Selecione “Conteúdos” no menu principal;
1 Selecione a opção “Espaços Virtuais Locais”;
1 Selecione o Espaço Virtual desejado, clicando sobre seu nome;
1 Clique sobre o link (Comentários/Reviews) ao lado do conteúdo desejado;
1 Clique na aba desejada: “Comentários” ou “Reviews”;
1 Para comentário, escreva no local indicado e clique em “Adicionar”;
1 Para review, escreva o título e o review nos locais indicados e clique em “Adicionar”;
1 Em ambos os casos aparecerá uma mensagem informando que o comentário ou review
passará por uma aprovação;
1 Apenas o dono do conteúdo poderá aprovar comentários e reviews;
1 Para aprovar ou rejeitar os comentários e reviews, clique em “Conteúdos”
(menu principal) e depois clique em “Comentários/Reviews”;
1 No menu ao lado, aparecerá uma tela com duas abas (“Comentários” e “Reviews”),
cada um com o seletor: Pendentes/Aprovados/Rejeitados;
Figura 3.53
Comentários
e Reviews em
conteúdos.
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1 Para aprovar, rejeitar ou remover o comentário, basta clicar em um dos botões locali-
zados na coluna de Ações (Figura 3.54);
Nuvem de tags
O sistema disponibiliza o recurso de nuvens de tags, exibindo os termos mais buscados.
A nuvem de tags é mostrada abaixo do menu principal e acima da logomarca da associada.
Recomendação de conteúdos
Após a visualização de um conteúdo de áudio e vídeo, o sistema recomendará a visualização
de conteúdos relacionados. Essa recomendação é feita com base nos metadados informados
em cada conteúdo, tais como: descrição, título, gênero, categoria e tags.
Figura 3.54
Aprovação de
comentários e
reviews.
Figura 3.55
Recomendação
de conteúdos.
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Decupagem de vídeos
Decupagem é o processo de assistir a um vídeo ou áudio (chamado genericamente de
conteúdo) e fazer anotações textuais sobre característica ou eventos que ocorrem em
partes desse conteúdo, vinculando as anotações com o tempo em que ocorrem. Uma
grande vantagem de fazer uma decupagem é que será possível depois localizar conteúdos
fazendo buscas dentro do texto da decupagem. Isso permite, por exemplo, localizar “cenas”
de um vídeo ou trechos de um discurso dentro de um áudio. Ou seja, as possibilidades são
enormes para a pesquisa de conteúdos.
Em resumo, o procedimento de decupagem consiste em registrar as características de
uma cena (claquete) para facilitar sua localização a posteriori. É um procedimento análogo
à indexação e classifcação em categorias ou tags, que permite a recuperação de dados
(livros, textos, documentos).
No campo das produções publicitárias (comerciais de TV), são feitas diversas claquetes para
um ou vários clientes em um mesmo dia, e ao fnal do mês existem inúmeros segmentos
de imagens armazenados em diversos vídeos. Isso torna a etapa de decupagem ainda mais
importante, pois somente com ela será possível encontrar uma determinada cena apenas
com os dados obtidos.
Durante a decupagem, é importante registrar o cliente, o título da produção, a agência,
equipe, diretor, atores envolvidos, além da descrição da cena, data de produção e o ponto
para localização no vídeo.
Um exemplo de situação: há dois anos, você capturou uma determinada imagem: por
exemplo, um pôr do sol na serra, com a cidade ao fundo e algumas crianças brincando
para a “Seguradora X”. Porém, a cena não foi utilizada, mas continua em seu acervo. Hoje,
o cliente pensa em uma nova campanha, e lembra da cena capturada. Ou um novo cliente
requisita algo nesse sentido. Caso você não tenha feito decupagem do vídeo que contém
essa imagem, como localizará rapidamente o vídeo para reaproveitá-lo? Provavelmente terá
de procurar em todos os vídeos, gastando tempo, ou precisará gravar novamente a cena,
gastando tempo e dinheiro.
O ICD dispõe de uma interface para decupagem com as seguintes funcionalidades:
1 Criação, edição e exclusão de decupagens;
1 Opções para controle da execução do vídeo, como parar, iniciar e pausar;
1 Opção para ajuste do nível do volume e ativação de mudo;
1 Uma linha de tempo com dois marcadores, um sinalizando o início e outro o fm da
execução corrente do vídeo;
1 Uma linha de tempo para a realização de seek onde, após o uso, os marcadores da linha
de tempo devem ser posicionados na mesma posição;
1 O status da execução do vídeo: duração, valores dos marcadores início e fm;
1 Uma tabela com as colunas início, fm, descrição de vídeo e áudio e ações
(visualizar, editar e excluir), a fm de mostrar a lista das decupagens já registradas;
1 Opção de busca por decupagens, fltrando a partir da descrição de áudio e de vídeo;
1 Um espaço com informações de ajuda.
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Os seguintes Metadados (ou campos) utilizados para preencher a decupagem:
1 Time code: in e out;
1 Descrição para: vídeo e áudio.
Nas sessões a seguir são apresentadas as interfaces da ferramenta de decupagem, onde são
previstas todas as etapas, da seleção do vídeo até a criação, edição e preview das decupagens.
Descrição dos recursos da decupagem
Para criar uma decupagem, selecione o vídeo, clique no botão “Opções” e selecione a opção
“Decupagem”. A Figura 3.55 apresenta a interface responsável pela descrição dos recursos e
contempla as seguintes funcionalidades:
Ao selecionar determinado elemento audiovisual, a ferramenta apresenta as descrições de
vídeo e áudio das decupagens já produzidas (ver 1 na Figura 3.56).
Os detalhes são (ver 2 na Figura 3.56):
1 Duração: tempo total de duração do vídeo;
1 Início: tempo inicial da decupagem;
1 Fim: tempo fnal da decupagem;
1 Descrição de vídeo: responsável pela narração do acontecimento baseado na imagem;
1 Descrição do áudio: responsável pela narração do áudio; tal qual, este é pronunciado
(exemplo: a descrição de uma entrevista ou de uma música);
1 Player onde é apresentado o vídeo onde está sendo inserida a decupagem (ver o item 3
na Figura 3.56), que possui os seguintes controles:
2 Controle da execução do vídeo, tais como: parar, iniciar e pausar;
2 Opção para ajuste do nível do volume e ativação de mudo;
2 Opção de busca de decupagens. Todos os metadados descritos podem ser usados
como parâmetros de busca (ver o item 4 na Figura 3.56).
1 Informação sobre as ações que estão acontecendo durante a interação com a ferramenta
e o status do vídeo (ver o item 5 na Figura 3.56):
2 Ação: apresenta o status da etapa da decupagem, que pode ser: parar, criação,
preview e edição de decupagem;
2 Status do vídeo: apresenta a informação sobre o status do vídeo, que pode ser:
parado ou em execução.
1 Linha do tempo é a representação das decupagens em forma de gráfco, possibilitando
melhor visualização de suas sobreposições e lacunas no tempo. Ver o item 6 na Figura 3.56.
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Na Linha do Tempo é possível deslocar uma representação de decupagem (ver item 1 na
Figura 3.58) para os lados com atualização dos valores em suas extremidades. Caso não seja
possível visualizar os valores de início e fm da decupagem, pode ser utilizado o zoom (ver o
item 7 na Figura 3.58). Além do deslocamento, pode ser feito um redimensionamento tanto
no início quanto no fm da decupagem (ver item 3 na Figura 3.58). Ao deslocar ou redimen-
sionar uma decupagem, é feita uma ordenação pelo valor do tempo inicial. O mesmo
acontece ao adicionar uma decupagem ao clicar em qualquer região azul do gráfco (uma
nova decupagem é criada considerando a posição em que o clique foi realizado). Ao colocar
o mouse sobre uma decupagem, suas descrições são exibidas. Ao clicar em uma decupagem,
esta é tocada e, ao clicar com o botão direito em uma decupagem, um menu com algumas
opções é disponibilizado (ver o item 8 na Figura 3.58).
Embaixo do gráfco há uma projeção de todas as decupagens, possibilitanto visualizar os
pontos da mídia que ainda não foram decupados (ver o item 4 na Figura 3.58).
Figura 3.56
Interface de
decupagem
de vídeo.
Figura 3.57
Interface da
decupagem
de áudio.
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Ao realizar operações na Linha do Tempo, é possível desfazê-las ou refazê-las com os
respectivos botões (ver o item 5 na Figura 3.58). E, para salvar as alterações na Linha do
Tempo, basta salvar (ver item 4 na Figura 3.58). Para voltar à tela inicial, clique em “Voltar”
(ver item 6 na Figura 3.58).
Criação de decupagens
A Figura 3.59 apresenta a interface responsável pela criação da decupagem e contempla as
seguintes funcionalidades:
1 Uma linha de tempo com dois marcadores, um sinalizando o início e outro o fm da
execução corrente do vídeo (ver o item 1 na Figura 3.59);
1 O status da execução do vídeo: duração, valores dos marcadores início e fm
(ver item 2 na Figura 3.59);
1 A inserção dos metadados referentes ao intervalo de tempo selecionado
(ver o item 3 na Figura 3.59);
1 Após realizar esses procedimentos, é preciso clicar no botão “Salvar” e observar o status
da lista de decupagens (ver itens 4 e 5 na Figura 3.59).
Figura 3.58
Interface da
Linha do Tempo.
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Seleção do início de apresentação do vídeo
A Figura 3.59 apresenta a interface responsável pela seleção do instante de início para a
apresentação do vídeo (ver o item 1 na Figura 3.59).
Edição de decupagem
A Figura 3.59 apresenta a interface responsável pela edição da decupagem. Depois de clicar
no lápis apresentado no menu “Ações” (ver item 1 na Figura 3.57), o ambiente entra no estado
de edição, onde você pode editar os campos “Descrição de Vídeo” e “Descrição de Áudio”.
Após realizar as modifcações desejadas, clique no botão “Salvar” (ver item 4 na Figura 3.59).
Visualização de decupagem
Para visualizar uma decupagem, basta clicar duas vezes com o botão esquerdo do mouse
sobre qualquer uma das decupagens criadas. Ao fazer isso, a decupagem será apresen-
tada na linha de tempo do vídeo, onde as marcações inicial e fnal devem corresponder aos
valores de tempo da decupagem em questão (ver item 2 na Figura 3.59). Além disso, são
apresentados os metadados correspondentes (ver item 3 na Figura 3.59).
Exclusão de decupagem
Para remover uma decupagem, clique no botão “Excluir” ( ). Será solicitada a confrmação
da remoção da decupagem. Clique no botão “OK” se deseja mesmo removê-la (ver o item 1
na Figura 3.60).
Figura 3.59
Interface
de criação,
visualização
e edição da
decupagem.
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Filtro de decupagens
Para pesquisar por uma decupagem criada, digite a palavra-chave e clique no botão “Filtrar”
(ver item 1 na Figura 3.61). Ao inserir a informação da busca, serão exibidas apenas as
decupagens que contêm o fltro informado.
1
Download de trechos de decupagens
Para obter um trecho do vídeo correspondente a uma decupagem existente, clique no botão
“Download” ( ). Será exibida uma outra janela pop-up mostrada na Figura 3.62.
Para fazer o download do trecho do vídeo, selecione o perfl do vídeo (se obtiver o trecho do
vídeo a partir do arquivo original ou da instância de visualização, que possui uma qualidade
menor) e, em seguida, clique no botão “Iniciar Corte”.
Figura 3.60
Advertência
sobre a exclusão
da decupagem.
Figura 3.61
Interface de
fltro de buscas
de decupagens.
Figura 3.62
Download de
um trecho de
decupagem.
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O “corte” do trecho será realizado e exibida uma barra de progresso com o status desse pro-
cessamento. A qualquer momento você pode clicar no botão “Cancelar” para interromper essa
tarefa ou no botão “Fechar” para interromper essa tarefa e fechar essa janela de pop-up.
Ao fnal do processamento, você poderá baixar o arquivo para o seu computador e abrir o
vídeo com o player de sua preferência.
Extração e corte de áudio
É possível realizar a extração do áudio de um conteúdo de vídeo diretamente pelo menu
“Opções”, localizado abaixo da imagem do conteúdo, escolhendo a opção “Extrair áudio” (vide
Figura 3.63). Ao clicar nessa opção, um popup como o mostrado na Figura 3.64 será exibido,
com tempo inicial “0” e tempo fnal igual à duração total do conteúdo. Podem ser feitos ajustes
nesses valores antes de confrmar o processamento do corte e seu posterior download.
No caso de conteúdo de áudio, pode ser feito o download de um trecho desse áudio no
menu “Opções” > “Cortar áudio” (Figura 3.65), que também resulta na exibição de um popup
como o da Figura 3.64, com a possibilidade de ajustes nos valores do tempo inicial e fnal.
Figura 3.63
Extração de áudio a
partir de um vídeo.
Figura 3.64
Extração do áudio
correspondente
a um trecho
de um vídeo.
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Figura 3.65
Opção de
corte de áudio.
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Roteiro de Atividades 3
Atividade 1 – Cadastrando conteúdos
1. vamos adicionar um conteúdo do tipo vídeo, áudio, imagem ou documento na base local;
2. no menu principal, selecione a opção “Conteúdos” e depois “Espaços Virtuais Locais”;
3. na lista de Espaços Virtuais, clique em “Base Local”;
4. na barra superior à esquerda, clique no botão “Novo” ;
5. escolha o tipo do upload: “Upload de conteúdo” .

Neste ponto, será aberta uma janela adicional para seleção do arquivo de upload.
Será preciso desbloquear a exibição de pop-ups no seu navegador.
6. na janela que é aberta, clique no botão maior “Selecionar um arquivo do seu compu-
tador”, para que a janela de seleção de arquivos seja exibida;
7. selecione o arquivo de vídeo que se encontra no diretório informado pelo seu instrutor;
8. depois de selecionado o arquivo, a janela de seleção é fechada e o foco volta para a janela
de upload;
9. acompanhe o progresso do upload sem fechar a janela. Após a fnalização do upload.
clique no botão “Salvar” para que o conteúdo seja armazenado;
10. o conteúdo é cadastrado e aparece na lista de conteúdos do Espaço Virtual.
O texto “Transcodifcando” é mostrado nas informações do conteúdo de vídeo logo após o
upload. Isso signifca que o sistema está gerando uma cópia do vídeo em baixa resolução,
que será usada em visualizações. Isso evitará tráfego excessivo na rede quando outras asso-
ciadas remotas visualizarem o vídeo.
Vamos adicionar um vídeo com restrições de direitos autorais.
1 Repita os passos 1 a 10 mostrados anteriormente, mas escolhendo um arquivo diferente;
1 Acesse o Espaço Virtual Base Local e clique no botão “Opções”, que fca abaixo da imagem
do conteúdo, e escolha o item “Edição”;
1 Selecione a aba “Descrição” e altere o título para “VIDEO-01”;
1 Selecione a aba “Restrições”. No campo “Tipo da Licença”, selecione a opção “Licença
Própria” e marque “Sim” para os dois tipos de restrição (uso externo ao domínio e uso
interno ao domínio). Escreva alguma informação sobre a restrição de direito autoral do
vídeo para cada caso;
1 Clique no botão “Salvar”.
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Atividade 2 – Editando informações de conteúdos cadastrados
Vamos editar dados de um conteúdo já cadastrado.
1 No menu principal, selecione a opção “Conteúdos” e depois “Espaços Virtuais Locais”;
1 Na lista de Espaços Virtuais, clique em “Base Local”;
1 Clique no botão “Opções”, que está abaixo de um conteúdo de vídeo, e escolha o item “Edição”;
1 No campo “Título”, insira o valor “VIDEO-02”;
1 No campo “Descrição”, insira o valor “Este é o vídeo VIDEO-02”;
1 Na caixa de seleção “Classifcação Indicativa”, selecione “3. Não recomendado para
menores de 12 anos”;
1 Adicione os gêneros “Educativo”, “Entrevista” e “Entretenimento”;
1 Clique no botão “Salvar” no canto superior (ou inferior) direito da página (talvez precise
rolar a tela para baixo ou para cima para ver o botão “Salvar”).
Atividade 3 – Compartilhando conteúdo localmente
Vamos compartilhar um conteúdo do Espaço Virtual Base Local para o Espaço Virtual
Compartilhado Local. Você precisará saber o nome da sua associada, que aparece na parte
inferior do lado esquerdo, sobre a logomarca. Anote aqui o nome do seu nó:
1 No menu principal, selecione a opção “Conteúdos” e depois “Espaços Virtuais Locais”;
1 Na lista de Espaços Virtuais, clique em “Base Local”;
1 Na lista de conteúdos apresentada, localize visualmente o vídeo “Este é o vídeo VIDEO-02”.
Clique no botão “Compartilhar” ( ), localizado junto à imagem do conteúdo;
1 Na janela “Compartilhar Conteúdo”, observe a lista de Espaços Virtuais remotos aos
quais você tem acesso. Localize o Espaço Virtual com o nome “Compartilhado” da sua
própria associada (localize a sua associada pelo nome). Na linha correspondente, clique
no botão “Compartilhar”;
1 Após o processamento, uma mensagem aparece mostrando o resultado. Clique no botão
“Voltar” para conteúdos para retornar;
1 No menu principal, selecione a opção “Conteúdos” e, depois, “Espaços Virtuais Locais”;
1 Na lista de Espaços Virtuais, clique em “Compartilhado”. O vídeo “Este é o vídeo VIDEO-02”
deve estar na lista de conteúdos.
Atividade 4 – Removendo um conteúdo local
1 No menu principal, selecione a opção “Conteúdos” e depois “Espaços Virtuais Locais”;
1 Na lista de Espaços Virtuais, clique em “Compartilhado”;
1 Localize visualmente o vídeo “Este é o vídeo VIDEO-02” e marque a caixa de seleção
localizada do lado esquerdo da imagem do vídeo;
1 Clique no botão “Remover” na barra superior direita;
1 Outra janela de confrmação aparecerá. Clique no botão “Remover”.
Ainda existe uma cópia desse vídeo no Espaço Virtual Base Local.
Saiba mais
Isso signifca que existe
uma cópia dos meta-
dados desse vídeo em
dois Espaços Virtuais
(Base Local e Comparti-
lhado). Agora todos que
têm acesso ao Espaço
Virtual Compartilhado
poderão ver e copiar
esse vídeo.
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Atividade 5 – Visualizando conteúdos locais
Vamos visualizar vídeos dos Espaços Virtuais locais.
1 No menu principal, selecione a opção “Conteúdos” e depois “Espaços Virtuais Locais”;
1 Na lista de Espaços Virtuais, clique em “Base Local”;
1 Clique sobre a imagem do vídeo desejado;
1 Ao visualizar o vídeo, clique no botão vermelho (com um X) na parte superior do player
de vídeo para fechá-lo. Você poderá também visualizar em tela cheia clicando duas vezes
(clique duplo rápido) no meio do vídeo em exibição;
1 Visualize outros vídeos que desejar.
Para visualizar um vídeo com restrições de direitos autorais:
1 No menu principal, selecione a opção “Conteúdos” e depois “Espaços Virtuais Locais”;
1 Na lista de Espaços Virtuais, clique em “Base Local”;
1 Clique no botão “Opções”, que está abaixo do “VIDEO-01”, e escolha “Edição”;
1 Selecione a aba “Restrições”;
1 No campo “Tipo da Licença”, selecione a opção “Creative Commons”. Depois, para juris-
dição, escolha “Brasil”, para “Permitir o uso comercial do conteúdo?” escolha “não”. Para
“Permitir modifcações no conteúdo?”, escolha “Sim, contanto que os outros comparti-
lhem de forma semelhante”. Isso resultará em uma licença do tipo “Creative Commons
Atribuição – Uso não-comercial – Compartilhamento pela mesma licença 3.0 Brasil” cujo
símbolo Creative Commons é ;
1 Clique no botão “Salvar”;
1 Clique sobre a imagem do vídeo “VIDEO-01”;
1 Verifque a mensagem de direito autoral e clique sobre esta para assistir o vídeo;
1 Ao visualizar o vídeo, clique no botão vermelho (com um X) na parte superior do player de
vídeo para fechá-lo.
Atividade 6 – Download de conteúdos locais
Vamos fazer o download de um vídeo local, ou seja, que está armazenado na sua associada.
1 No menu principal, selecione a opção “Conteúdos” e depois “Espaços Virtuais Locais”;
1 Na lista de Espaços Virtuais, clique em “Base Local”;
1 Clique no botão , localizado abaixo da imagem do conteúdo escolhido, para iniciar
o download.
Se estiver tentando fazer o download de um conteúdo que possui restrições de direito autoral,
o botão “Download do Arquivo” só será exibido após ler e/ou marcar a opção “Li e estou de
acordo com a licença sob qual este conteúdo está submetido”, conforme mostrado a seguir.
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1 Após verifcar as informações do arquivo, clique no botão “Download do Arquivo”: ;
1 Escolha a pasta do seu computador local onde o arquivo será salvo;
1 Se estiver utilizando o navegador Firefox: selecione a opção de download e clique em
“OK” para salvar;
1 Se estiver usando o navegador Internet Explorer: clique em “Salvar”;
1 Se estiver utilizando o navegador Chrome, o download iniciará automaticamente.
Atividade 7 – Decupagem de vídeo
Criando uma decupagem:
1 No menu principal, selecione a opção “Conteúdos” e depois “Espaços Virtuais Locais”;
1 Na lista de Espaços Virtuais, clique em “Base Local”;
1 Localize o conteúdo de vídeo em que deseja realizar a decupagem. Como sugestão,
vamos decupar o conteúdo de título VIDEO-01;
1 Clique no menu “Opções”, localizado no canto inferior direito da imagem do conteúdo e,
em seguida, escolha “Decupagem”;
1 Uma nova janela será exibida com a interface responsável pela decupagem.
Uma mensagem pode ser exibida alertando sobre o bloqueio de popups no seu navegador.
Nesse caso, é necessário desbloquear os popups e repetir o roteiro de criação de decu-
pagem do início.
Em um player, localizado no canto superior esquerdo da tela, o vídeo é tocado automaticamente.
Durante qualquer momento do percurso do vídeo, a decupagem pode ser realizada;
1. clique no botão Pausar para criar uma decupagem ou simplesmente clique na
caixa de texto “Descrição do vídeo”;
2. no canto inferior da tela, localize a caixa de texto “Descrição do Vídeo” e digite uma
descrição sobre a cena;
3. ainda no canto inferior da tela, você pode digitar mais detalhes sobre a cena do vídeo
como Descrição do Áudio;
4. após preencher os campos que julgar importantes, clique no botão “Salvar”, ,
localizado no canto inferior esquerdo da tela. A decupagem é gravada e o vídeo é repro-
duzido automaticamente a partir do último ponto de parada;
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1 Repita os passos de 1 a 4 para quantas decupagens julgar necessário para o vídeo;
1 Para fnalizar a decupagem, clique no botão “Fechar”, , localizado no canto superior
direito da tela.
Editando uma decupagem:
1 No menu principal, selecione a opção “Conteúdos” e depois “Espaços Virtuais Locais”;
1 Na lista de Espaços Virtuais, clique em “Base Local”;
1 Localize o conteúdo de vídeo em que deseja realizar a edição de uma decupagem já
realizada. Como sugestão, vamos editar a decupagem do conteúdo de título VIDEO-01;
1 Clique no menu “Opções”, localizado no canto inferior direito da imagem do conteúdo e,
em seguida, clique em “Decupagem”;
1 Uma nova janela será exibida, com a interface responsável pela decupagem.
Uma mensagem pode ser exibida alertando sobre o bloqueio de popups de seu nave-
gador. Nesse caso, é necessário desbloquear os popups e repetir o roteiro de edição de
decupagem do início.
No canto superior direito da tela, é possível visualizar todas as decupagens já realizadas
sobre o conteúdo, exibidas em forma de lista;
1 Selecione a decupagem que deseja editar e clique no ícone de edição: ;
1 No menu inferior, são exibidos os dados registrados pela decupagem.
Altere-os como desejar;
1 Clique em “Salvar”: .
Removendo uma decupagem:
1 No menu principal, selecione a opção “Conteúdos” e depois “Espaços Virtuais Locais”;
1 Na lista de Espaços Virtuais, clique em “Base Local”;
1 Localize o conteúdo de vídeo em que deseja realizar a remoção de decupagem. Como
sugestão, vamos remover uma decupagem do conteúdo de título VIDEO-01;
1 Clique no menu “Opções”, localizado no canto inferior direito da imagem do conteúdo e,
em seguida, clique em “Decupagem”;
1 Uma nova janela será exibida, com a interface responsável pela decupagem.
Uma mensagem pode ser exibida alertando sobre o bloqueio de popups de seu navegador.
Nesse caso, é necessário desbloquear os popups e repetir o roteiro de remoção de decu-
pagem do início.
No canto superior direito da tela, é possível visualizar todas as decupagens já realizadas
sobre o conteúdo, exibidas em forma de lista;
1 Selecione a decupagem que deseja remover e clique no ícone de remoção: ;
1 Uma janela de confrmação será exibida, alertando sobre a remoção. Clique em “OK”
para remover a decupagem.
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Atividade 8 – Extraindo um trecho de um vídeo existente
A extração de um trecho de vídeo pode ser feita usando a tela de decupagem,
da seguinte maneira:
1 Siga o mesmo roteiro da atividade anterior (decupagem de vídeo) e acesse a decupagem
do conteúdo, cujo título é VIDEO-01;
1 Na lista de decupagens (lado direito da tela), escolha uma linha de decupagem e clique
sobre o botão “Download” ( );
1 Uma nova janela será exibida com a interface responsável pelo download do trecho de
vídeo correspondente.
Caso Prático 1 – Lidando com contribuições de produtores externos
Preparando o ambiente para os produtores de conteúdo externos.
1 Faça login no ICD com o seu usuário;
1 Remova as permissões de “adicionar conteúdos”, “visualizar conteúdos” e
“remover conteúdos” para o papel “produtor de conteúdo externo” em todos
os Espaços Virtuais (pastas);
1 Escolha um Espaço Virtual e adicione as permissões de “adicionar conteúdos” e
“visualizar conteúdos” para o usuário “prodext”;
1 Crie uma pasta privada com o nome “contribuições externas” com permissão de
adicionar conteúdos para o papel “produtor de conteúdo externo”.
Você como um produtor externo.
1 Faça login no ICD como usuário prodext (produtor de conteúdo externo);
1 Observe o ambiente da interface. Veja que nem todas as opções de menu estão disponí-
veis, ou seja, o produtor externo tem um ambiente restrito;
1 Liste as pastas disponíveis. Quais aparecem? Deveria aparecer apenas
“contribuições externas”;
Saiba mais
A tela de extração de
vídeo pode ser usada
também para extração
de áudio, marcando a
opção “Apenas Áudio”.
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Gerenciamento de conteúdos:
operações inter-nós
Obter conhecimentos básicos sobre o gerenciamento de conteúdos remotos para
entender como baixar e compartilhar conteúdos com outras associadas.
Acessando e visualizando conteúdos remotos; Compartilhando conteúdos;
Obtendo conteúdos remotos e busca avançada de conteúdos.


Acessando Conteúdos Remotos
Conteúdos remotos são aqueles que pertencem a Espaços Virtuais Remotos. Os Espaços
Virtuais Remotos são aqueles Espaços Virtuais que residem em outra associada (ou nó) do
domínio. Um espaço remoto sempre tem um dono, que é quem o criou e defniu as permis-
sões de acesso para ele. Os seus Espaços Virtuais Locais, por exemplo, sempre são Espaços
Virtuais Remotos para outros nós da rede, desde que você permita que eles acessem.
Dependendo das permissões que foram concedidas, sua associada poderá ver ou não um
Espaço Virtual de outra associada. Um usuário somente verá como “remotos” os Espaços
Virtuais cadastrados em outras associadas do mesmo domínio para os quais a sua asso-
ciada tem permissão de visualização, adição ou remoção naquele Espaço Virtual. Em outras
palavras, o seu acesso a um Espaço Virtual Remoto depende de como foram defnidas as
permissões para ele pelo seu “dono”.
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Para ver a lista de Espaços Virtuais Remotos, clique na opção “Conteúdos” do menu principal
e depois clique em “Espaços Virtuais Remotos”. O resultado é a lista de Espaços Virtuais
Remotos, como mostrado na Figura 4.1.
Para visualizar os conteúdos de um Espaço Virtual remoto, clique no nome do Espaço Virtual
Remoto escolhido e a lista de conteúdos será exibida em tela.
Visualizando conteúdos remotos
Após a listagem de conteúdos remotos, o procedimento para realização de preview de um
conteúdo remoto é idêntico ao preview de um conteúdo local, ou seja, através de um clique
sobre o conteúdo. A única diferença é que na visualização de um conteúdo local o fuxo de
vídeo é enviado para o seu navegador a partir do servidor da sua própria associada, que
normalmente está na sua rede local. E na visualização remota o fuxo de vídeo é enviado
diretamente para o seu navegador a partir da associada remota, através da internet.
Compartilhando conteúdos
Um conteúdo pode ser ”compartilhado” para quaisquer Espaços Virtuais que o usuário
tenha permissão para adicionar conteúdo. E isso vale para Espaços Virtuais locais ou
remotos. O compartilhamento pode ser visto como a disponibilização de uma réplica dos
metadados de um conteúdo para serem acessados por aqueles que tenham acesso ao
Espaço Virtual. Uma vez que os metadados estejam disponíveis, outras operações como
busca, visualização e transferência podem ser executadas sobre esse conteúdo.
Figura 4.1
Listando os
Espaços Virtuais
Remotos.
Saiba mais
Por se tratar de um
sistema distribuído,
formado por vários
nós, é possível que
algum nó não esteja
operacional no
momento, impossibi-
litando o acesso aos
seus Espaços Virtuais.
Mesmo que haja a reco-
mendação para que
os servidores do ICD
nunca sejam desli-
gados, pode ser que o
nó esteja, por exemplo,
desligado para alguma
manutenção naquele
momento. Ou pode
ser que a rede esteja
inacessível por algum
motivo. Nesse caso,
você poderá tentar a
operação mais tarde.
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O roteiro para compartilhar um conteúdo é o seguinte:
1 Selecione a opção “Conteúdos” e a opção “Espaços Virtuais Locais”;
1 Selecione o Espaço Virtual desejado clicando sobre o seu nome (primeira coluna da
esquerda). A lista de vídeos cadastrados deve aparecer; localize o conteúdo desejado;
1 Clique no botão “Compartilhar” (como mostrado na Figura 4.2) e uma janela de seleção
dos Espaços Virtuais surgirá, como mostrado na Figura 4.3.
Na janela de seleção dos Espaços Virtuais, localize o Espaço Virtual desejado. Esse procedi-
mento deve ser cuidadoso, pois a escolha de um EV errado copiará os metadados em outro
EV não desejado. Clique no botão “Compartilhar”, do lado direito da lista (vide Figura 4.3
Janela de seleção do Espaço Virtual para onde o vídeo será compartilhado.). Ao clicar,
uma mensagem de confrmação é exibida indicando o resultado do compartilhamento
(Figura 4.4 Janela de aviso do resultado do compartilhamento.).
Figura 4.2
Compartilhando
um conteúdo.
Figura 4.3
Janela de seleção
do Espaço Virtual
para onde o vídeo
será compartilhado.
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O efeito prático do compartilhamento é que os metadados do conteúdo que foi comparti-
lhado são copiados para o EV selecionado. Assim, todos que têm acesso ao EV poderão
agora acessar os metadados (exemplo: fazer buscas) ou transferir o conteúdo.
Se o EV destino tem a opção de Transferência Imediata, então não apenas os metadados são
transferidos, mas também o arquivo original de dados, automaticamente. Ou seja, o con-
teúdo estará completamente transferido (metadados + vídeo) e disponível no EV de destino.
Nesse caso, a janela de resultado mostrará também uma opção de visualizar a transfe-
rência, como mostrado na Figura 4.5.
Andamento da
transferência
Compartilhamento em lote
O compartilhamento em lote é uma maneira mais rápida de compartilhar conteúdos tanto
local como remotamente.
Para tanto, basta seguir o roteiro:
1 Selecione o menu “Conteúdos” e, em seguida, “Espaços Virtuais Locais”;
1 Selecione o Espaço Virtual desejado, clicando sobre seu nome;
1 Selecione o(s) conteúdo(s) a ser(em) compartilhado(s);
1 Marque o checkbox à esquerda da imagem, que representa o conteúdo indicado;
1 Clique no botão “Compartilhar” , na barra de botões acima;
1 A tela de seleção de Espaços Virtuais deve ser apresentada;
1 Em seguida, selecione os Espaços Virtuais a serem compartilhados;
1 Clique no botão “Compartilhar”;
Figura 4.4
Janela de aviso
do resultado do
compartilhamento.
Figura 4.5
Após uma
transferência
imediata, é possível
fazer visualização
da transferência.
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1 Caso queira visualizar as possíveis transferências iniciadas, clique no botão
“Visualizar Transferências”;
1 Caso queira continuar trabalhando nos conteúdos clique no botão “Voltar” para conteúdos.
Transferência de conteúdos remotos
É possível visualizar um conteúdo remoto sem precisar transferí-lo para a sua associada. Mas
lembre-se de que a visualização é feita sobre uma cópia de resolução reduzida. Assim, há casos
em que você pode desejar ter uma cópia em qualidade original do conteúdo que visualizou.
Para transferir fsicamente um conteúdo de um Espaço Virtual remoto (outra associada) para
um Espaço Virtual local (sua associada), siga o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Conteúdos” e, em seguida, “Espaços Virtuais Remotos”. A lista de
Espaços Virtuais remotos deve aparecer;
1 Selecione o Espaço Virtual desejado, clicando sobre o seu nome. A lista de vídeos
cadastrados deve aparecer;
1 Localize o conteúdo desejado;
1 Clique no botão (que deve estar na cor vermelha, indicando que o conteúdo não está
disponível localmente), localizado abaixo da imagem;
1 Uma janela aparece com o título Transferência de Arquivo Remoto;
1 Observe a mensagem “Este vídeo encontra-se remoto. Selecione o Espaço Virtual que
deseja adicioná-lo localmente”. Abaixo dela, selecione um Espaço Virtual local (exemplo:
Base Local) clicando na lista Espaço Virtual. É nesse Espaço Virtual Local que o conteúdo
que está remoto será armazenado localmente. Veja o modelo na Figura 4.6 Transferência
de um conteúdo remoto sem existência de metadado local;
1 Clique em “Iniciar Transferência”.
Iniciar
Transferência
Selecione o Espaço Virtual LOCAL
que irá receber o conteúdo remoto
Após o início da transferência, uma janela de resultado mostrará também uma opção de
visualizar a transferência, como mostrado na Figura 4.7 Transferência de um conteúdo sem
existência de metadado local.
Figura 4.6
Transferência
de um conteúdo
remoto sem
existência de
metadado local.
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A qualquer momento, entretanto, é possível verifcar o andamento da transferência, selecionando
a opção “Transferências” no menu principal. O andamento da transferência deve aparecer.
Pode ser que apareça uma mensagem “Nenhuma transferência em andamento”, no caso
em que a transferência já tiver sido concluída (isso acontece com conteúdos pequenos). Se
houver alguma em andamento, será mostrado dinamicamente o percentual já transferido.
Espere até que 100% tenha sido transferido.
Ao fnal da transferência, o conteúdo selecionado para transferência constará na lista de
conteúdos do Espaço Virtual Local selecionado. O botão de transferência ou download que
fca abaixo da imagem do vídeo deve ser alterado de vermelho para verde, , indicando
que o arquivo está disponível localmente.
Busca avançada de conteúdos
Para realizar pesquisas refnadas sobre um determinado conteúdo, utilize a opção “Busca
avançada”. A busca avançada oferece variados fltros que permitem a realização de uma
busca mais efciente e direcionada.
A opção de busca avançada pode ser acessada na página inicial ou na página de listagem de
conteúdos, como mostrado na Figura 4.8.
1 Clique no link “Busca Avançada”;
1 Em seguida, a tela de busca avançada será exibida (vide Figura 4.9). Preencha os fltros
necessários à sua busca e clique no botão “Buscar”.
Figura 4.7
Transferência
de um conteúdo
sem existência de
metadado local.
Figura 4.8
Busca avançada.
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Figura 4.9
Realizando a
busca avançada
de conteúdos.
Saiba mais
A diferença entre a
busca de conteúdos
locais (discutida no
início desta seção) e
a busca avançada é
que a busca avançada
permite a pesquisa de
um conteúdo sobre
todo o domínio, ou seja,
todos os nós asso-
ciados. Além disso, a
busca avançada oferece
variados fltros para
refnamento da busca
(os fltros podem ser
utilizados para pesquisa
remota e/ou local).
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Roteiro de Atividades 4
Atividade 4.1 – Compartilhando conteúdo remotamente
Vamos compartilhar um conteúdo do Espaço Virtual “Base Local” para o Espaço Virtual
“Público” Remoto:
1 No menu principal, selecione a opção “Conteúdos” e, depois, “Espaços Virtuais Locais”;
1 Na lista de Espaços Virtuais, clique em “Base Local”;
1 Na lista de conteúdos apresentada, localize visualmente o vídeo “Este é o vídeo VIDEO-02”.
Clique no botão “Compartilhar” ( ), localizado junto à imagem do conteúdo;
1 Na janela “Compartilhar Conteúdo”, observe a lista de Espaços Virtuais remotos aos quais
você tem acesso. Localize o Espaço Virtual de outra associada (não use a sua própria
associada) para o qual você tenha permissão de adicionar. Por exemplo, escolha o Espaço
Virtual com o nome “Público” de outra associada. Na linha correspondente, clique no
botão “Compartilhar”.
A lista de Espaços Virtuais mostra apenas aqueles aos quais você tem permissão de “adi-
cionar conteúdo”. Portanto, caso algum Espaço Virtual em particular não apareça na lista,
contacte a associada de destino e solicite a inclusão dessa permissão.
No compartilhamento, apenas os metadados (informações de descrição do conteúdo) serão
copiados para Espaço Virtual Remoto. O arquivo com o vídeo original somente será transfe-
rido junto com os metadados para o Espaço Virtual remoto se o Espaço Virtual remoto tiver
habilitado a opção de transferência imediata.
Após o processamento, uma mensagem aparece mostrando o resultado: sucesso ou falha.
Clique no botão “Voltar para conteúdos” para retornar.
Uma falha poderá ocorrer caso a associada selecionada esteja sem comunicação
(of line) no momento do compartilhamento.
Vamos modifcar dados de um vídeo já compartilhado para um Espaço Virtual remoto.
1 No menu principal, selecione a opção “Conteúdos” e, depois, “Espaços Virtuais Locais”;
1 Na lista de Espaços Virtuais, clique em “Base Local”;
1 Clique no botão “Opções”, que está abaixo do “VIDEO-02”, e escolha “Edição”;
1 No campo “Descrição”, insira o valor “Este é o vídeo VIDEO-02 compartilhado”;
1 No campo “Diretor”, insira o valor “Jorge Furtado”;
1 Clique no botão “Salvar”, no canto inferior direito da página.
Os metadados modifcados serão automaticamente atualizados através da rede para todas
as cópias remotas deste conteúdo que tenham sido replicadas através de compartilha-
mento, mantendo suas réplicas atualizadas automaticamente onde estiverem.
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Atividade 4.2 – Removendo um conteúdo com réplicas remotas
Vamos remover um conteúdo que foi compartilhado para um Espaço Virtual Remoto:
1 No menu principal, selecione a opção “Conteúdos” e, depois, “Espaços Virtuais Locais”;
1 Na lista de Espaços Virtuais, clique em “Base Local”;
1 Localize visualmente o vídeo “Este é o vídeo VIDEO-02 compartilhado” e marque a caixa
de seleção localizada do lado esquerdo da imagem do vídeo;
1 Clique no botão “Remover”, na barra superior direita;
1 Outra janela de confrmação aparecerá. Clique no botão “Remover”.
Observe que o vídeo foi removido da base local e sua réplica também foi removida do
Espaço Virtual Remoto.
Atividade 4.3 – Visualizando conteúdos remotos
Vamos visualizar vídeos remotos de outra associada.
1 No menu principal, selecione a opção “Conteúdos” e, depois, “Espaços Virtuais Remotos”;
1 Na lista de Espaços Virtuais, clique no nome do Espaço Virtual compartilhado de
outra associada;
1 Clique sobre a imagem do vídeo desejado para visualizá-lo;
1 Ao visualizar o vídeo, clique no botão vermelho (com um X), na parte superior do player
de vídeo para fechá-lo.
Quando é feita uma visualização de um conteúdo remoto, um fuxo de vídeo (ou áudio) é
estabelecido da origem (nó remoto) diretamente até o seu navegador.
Atividade 4.4 – Download de conteúdos remotos
Vamos fazer o download “direto” de um vídeo remoto, ou seja, que está armazenado em
outra associada da rede. No download direto é baixado diretamente para o seu computador
e não fca armazenado na sua associada.
1 No menu principal, selecione a opção “Conteúdos” e, depois, “Espaços Virtuais Remotos”;
Caso não apareça nenhum Espaço Virtual na lista, clique no botão “Atualizar”, localizado na
parte superior.
1 Na lista de Espaços Virtuais, clique no Espaço Virtual com o nome Compartilhado de
outra associada;
1 Selecione um vídeo e clique no botão para iniciar o download remoto;
1 Na janela a aberta, você tem duas opções: a) baixar os arquivos para o seu computador
diretamente da associada remota; ou b) transferir os arquivos para a sua associada.
Vamos fazer a primeira opção;
1 Na seção Arquivos, clique no botão para baixar o arquivo para o seu computador.
Escolha o local onde o arquivo será salvo e uma transferência direta para o seu compu-
tador será iniciada;
1 Clique no botão “Cancelar”;
Vamos fazer o download de um vídeo remoto com transferência, ou seja, transferir para a
sua associada um vídeo que está armazenado em outra associada da rede;
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No menu principal, selecione a opção “Conteúdos” e, depois, “Espaços Virtuais Remotos”.
Caso não apareça nenhum Espaço Virtual na lista, clique no botão “Atualizar”, localizado na
parte superior.
Na lista de Espaços Virtuais, clique no Espaço Virtual com o nome Compartilhado de outra
associada.
1 Selecione um vídeo e clique no botão para iniciar o download remoto;
1 Na janela aberta, clique no botão “Iniciar Transferência”;
1 Clique em “Visualizar Transferência” para acompanhar o andamento.
O vídeo começará a ser transferido do Espaço Virtual Compartilhado remoto para o seu
Espaço Virtual Base Local.
Acompanhe visualmente a transferência até o fm. Depois, selecione no menu principal a opção
“Conteúdos” e depois “Espaços Virtuais Locais”. Então, escolha o Espaço Virtual Base Local.
Veja que o vídeo foi transferido, que o dono é a associada de origem (e não a sua associada)
e que o botão de download agora é verde , signifcando que existe uma cópia do vídeo ori-
ginal desse conteúdo na sua associada local. A partir de agora, qualquer download será “local”.
Caso Prático 2 – Montando um ambiente de colaboração em rede
Colaboração em rede com um ponto central de compartilhamento
A sala de aula contém vários computadores. Vamos supor que os computadores estejam
espalhados pelo mundo inteiro, em vez de estarem todos em uma sala. A ideia aqui é esco-
lher um nó (associada) para ser o repositório central de compartilhamento. Ou seja, todos
que tiverem algum conteúdo para compartilhar deverão ser enviados para o repositório
central de compartilhamento.
1 Algum nó deve ser o voluntário para criar o ponto de compartilhamento. Ou seja, ele
deve criar um Espaço Virtual (pasta) do tipo “compartilhado”. Vamos convencionar que o
nome será Compartilhamento da Rede. Se já houver uma pasta com esse nome, remova-a
antes e crie novamente;
1 Todos devem discutir se devemos habilitar ou não a opção “Transferência imediata” na
pasta “Compartilhamento da Rede”. Quais as vantagens e desvantagens?
1 Cada associada deve cadastrar um vídeo e um áudio e compartilhar esses conteúdos com
todos. Ou seja, devem ser compartilhados para a pasta “Compartilhamento da Rede”;
1 Depois que todos compartilharem, cada associada deve criar uma pasta do tipo “privada”,
que usaremos para armazenar os conteúdos que pegaremos de outras associadas.
Vamos chamar essa pasta de Contribuições Recebidas. Se já houver uma pasta com esse
nome, remova-a antes e crie novamente;
1 Agora liste a pasta “Compartilhamento da Rede” e pegue um ou dois vídeos ou áudios
que sejam de outras associadas. Observe que “pegar“ signifca fazer uma transferência
remota. Escolha o Espaço Virtual Contribuições Recebidas em sua associada para
guardar os conteúdos.
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Colaboração em rede com pontos de compartilhamento distribuídos
A ideia aqui é fazer com que cada nó tenha suas pastas públicas, onde colocará seus conte-
údos a serviço da rede. Ou seja, nesta abordagem não teremos um ponto central de armaze-
namento, mas vários pontos distribuídos nas associadas da rede.
1 Cada associada deve criar uma pasta do tipo “pública”, que usará para armazenar os conte-
údos de sua propriedade que deseja compartilhar com outras associadas. Vamos chamar
essa pasta de Conteúdos Públicos. Se já houver uma pasta com esse nome, remova-a antes
e crie novamente. Cuidado: remoção de pastas envolve remoção de conteúdos;
1 Cada associada deve cadastrar um vídeo e um áudio e compartilhar esses conteúdos
com todos. Ou podem compartilhar vídeos e áudios já existentes em outras pastas. Ou
seja, devem ser compartilhados para a pasta de Conteúdos Públicos. Compartilhe apenas
conteúdos de sua propriedade;
1 Agora liste as pastas Conteúdos Públicos das demais associadas e pegue um ou dois
vídeos ou áudios que estejam lá disponíveis. Observe que “pegar“ signifca fazer uma
transferência remota. Escolha o Espaço Virtual Contribuições Recebidas em sua asso-
ciada para guardar os conteúdos.
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O Portal de Mídias Público
Obter os conhecimentos básicos do portal; Conhecer a integração entre o ICD e o
portal, a fm de que um usuário com o papel de gerente de conteúdo do ICD possa
gerenciar os conteúdos enviados ao portal por internautas que queiram contribuir com
a grade de programação da associada e também para que a associada possa usar o
portal como um meio de divulgação dos seus conteúdos com os internautas.
Interface do portal; Disponibilizando conteúdos no portal a partir do ICD; Visualização
de conteúdos; Cadastro e autenticação de usuários no portal; Contribuindo com con-
teúdos através do portal; Comentários e reviews; Download de conteúdos do portal;
Gerenciamento de conteúdos enviados pelo portal; Visualização de canais e controle
dos usuários cadastrados no portal


Introdução
O Portal de Mídias Público, ou simplesmente “portal”, é um espaço criado para ser um ponto
de interação com o público através da web, por meio da disponibilização de conteúdos
públicos previamente cadastrados no ICD, ou uma porta de entrada para receber contribui-
ções de conteúdos por usuários cadastrados no ortal.
O portal é parte integrante do ICD, mas possui uma interface gráfca separada. O intuito
do portal é criar um canal de interação com o ICD para toda a rede, sem precisar de login e
senha para ter acesso aos conteúdos públicos. Ele se aplica a qualquer usuário da internet
que queira ver tais conteúdos, exceto editar e fazer upload para o sistema. Entretanto, se o
internauta desejar contribuir com conteúdos, ele pode se cadastrar. Ao se cadastrar, passa a
ter um login e senha e poderá submeter conteúdos e metadados.
Todo o conteúdo do portal é administrado através do ICD. Uma vez submetido por um
usuário do portal, um conteúdo passará por um processo de moderação, feito por um
usuário do ICD que possua o papel de Gerente de Conteúdos. Se for aprovado, o conteúdo
será disponibilizado. Do contrário, poderá ser removido.
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Disponibilizando conteúdos no portal a partir do ICD
Para um conteúdo fcar visível no portal, ele deve estar contido em um Espaço Virtual
Público. Para tornar um espaço público, basta seguir o seguinte roteiro:
1 Clicar no menu “Conteúdos”;
1 Clicar em “Espaços Virtuais Locais”;
1 Encontrar o Espaço Virtual desejado e clicar no botão de “Edição de Espaços Virtuais”;
1 Na tela de edição de Espaço Virtual, marcar o checkbox “Divulgar conteúdos deste
espaço na Web”.
Fazendo isso, todos os conteúdos do Espaço Virtual em questão serão disponibilizados no portal.
Apresentação da interface do portal
A página inicial do portal, mostrada na Figura 5.1, é a primeira visão do usuário ao
acessar o portal.
1
3
8
4
10
13
11
9
12
7
6
5
2
As áreas identifcadas no portal são:
1. Logo;
2. Seletor de linguagem;
3. Barra de busca;
4. Área de Login;
5. Botão de Cadastro de usuário;
6. Menu Principal;
7. Link para listar canais;
Figura 5.1
Página Inicial do
portal e suas
áreas funcionais.
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8. Lista dos top 12 canais;
9. Menu de Categorias de Vídeo;
10. Filtros de Tipos de Conteúdo;
11. Área de Listagem de Conteúdos;
12. Menu de Paginação de Conteúdos;
13. Filtros de relevância dos conteúdos.
A interface do portal poderá ser customizada pela equipe de desenvolvimento do ICD para
ter uma aparência identifcada com a empresa que o utiliza.
Disponibilizando feeds e conteúdos no portal
Um Espaço Virtual pode defnir a visibilidade de seus conteúdos através da opção
“Divulgar conteúdos deste espaço na web” no cadastro/edição de um Espaço Virtual.
A opção “Divulgar conteúdos deste espaço na web” pode ser habilitada ou não em um
determinado Espaço Virtual. Se essa opção for habilitada, signifca que todos os conteúdos
associados a esse Espaço Virtual estarão automaticamente disponíveis na web, através da
publicação dos conteúdos na listagem de feeds (vide Figura 5.2) e no portal (quando o portal
está habilitado para esta associada).
A listagem de feeds está disponível em cada associada e pode ser acessada através do próprio
endereço da aplicação (URL) acrescido da palavra feed. Isso possibilitará que qualquer usuário
conectado à internet tenha acesso àqueles conteúdos mesmo sem se autenticar no sistema.
Os conteúdos do Espaço Virtual poderão também ser visualizados por usuários do portal.
Figura 5.2
Listagem de feeds.
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Visualização de conteúdos
Na Área de Listagem de Conteúdos, clique na imagem ou no título do conteúdo desejado.
A página de visualização de conteúdo segue um padrão independente do tipo do conteúdo
exibido. Existem apenas algumas pequenas diferenças como cores e informações perten-
centes a apenas alguns tipos de conteúdo.
A Figura 5.3 mostra a página de conteúdo padrão e suas características.
1
3
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4
10
9
7
6
5
2
1. Título do conteúdo;
2. Metadados do conteúdo. As informações exibidas nesta área variam de acordo com o
tipo do conteúdo que está sendo visualizado;
3. Área de exibição do conteúdo. Exibe um player em caso de conteúdos de áudio e vídeo,
uma imagem em caso de conteúdo do tipo imagem ou documento;
4. Link para exibição dos comentários do conteúdo;
5. Link para exibição das reviews do conteúdo. As reviews são escritas apenas através da
interface do ICD. Nunca através do portal;
6. Link para exibição das opções de download disponíveis;
7. Área de exibição dos comentários;
8. Formulário para envio de comentários;
Figura 5.3
Visualização de
conteúdo e suas
características.
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9. Contador regressivo de caracteres no comentário a ser enviado.
Máximo de 255 caracteres por comentário;
10. Aumenta o foco para o conteúdo que está sendo visualizado.
Inscrição de usuários
Para realizar o cadastro de usuário no sistema, o usuário precisa seguir os seguintes passos:
1 Na tela principal do sistema, no canto superior direito da tela, existe um botão abaixo dos
campos “login” e “senha”, com o nome “Inscrever-se”. Para começar o seu cadastro, clique
nesse botão;
1 Ao clicar no botão “Inscrever-se”, o usuário será redirecionado para outra página, na qual
encontrará os campos necessários para efetuar o cadastro no sistema (dê preferência
aos campos obrigatórios);
1 Ao preencher os dados necessários, clique no botão “Criar Conta”, podendo assim pro-
ceder com o cadastro;
1 Após clicar no botão “Criar Conta”, o usuário será redirecionado para outra página, na
qual será avisado de que uma mensagem de confrmação foi enviada para o endereço de
e-mail usado no preenchimento do cadastro;
Após a verifcação do e-mail, dentro dessa confrmação, aparecerá um link que vai redire-
cionar novamente ao portal, para que assim o usuário possa usufruir do sistema, devida-
mente autenticado.
Autenticação
Para se autenticar no sistema, o usuário precisa estar previamente cadastrado. Os dados
necessários para autenticação no sistema são login e senha. De posse desses, basta
informá-los na área de login, que pode ser visualizada na Figura 5.4, e em seguida clicar em
“OK” ou na tecla “Enter”. O sistema verifcará as credenciais do usuário e o autenticará se
essas estiverem corretas.
Edição das preferências de conta
1 Visualizando dados da conta;
1 Editando dados da conta.
O usuário, autenticado no sistema, poderá visualizar e alterar seus dados pessoais.
Visualizando dados da conta
Para visualizar os dados de sua conta no portal, o usuário, devidamente autenticado no
sistema, deve seguir o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Minha Conta” do menu principal;
1 Um formulário com os dados da conta do usuário será exibido na tela, conforme a Figura 5.5.
Figura 5.4
Área de login
do portal.
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Editando dados da conta
A edição de conta permite ao usuário alterar seu nome, e-mail e senha de acesso ao sistema.
Para alteração de dados pessoais, como nome e e-mail, clique no link “Editar Dados”,
localizado na parte superior direita do formulário, conforme mostrado na Figura 5.6.
Os dados habilitados para edição são nome e e-mail. Altere o que desejar e clique em
“Salvar” para atualizar os dados ou “Cancelar” se quiser desistir da edição. Após a edição da
conta, os dados são novamente listados em tela.
Além dos dados pessoais, o usuário pode também alterar sua senha. Para isso, deve clicar
no link “Editar Senha”, localizado na parte superior direita do formulário, conforme mos-
trado na Figura 5.7.
Digite os novos dados e clique em “Salvar” para atualização ou em “Cancelar” se quiser
desistir da alteração. Após a edição da senha, os dados são novamente listados em tela.
Figura 5.5
Apresentando os
dados da conta
do usuário.
Figura 5.6
Edição de dados da
conta de usuário.
Figura 5.7
Alteração de senha.
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Contribuindo com conteúdos através do portal
Um usuário devidamente autenticado pelo sistema poderá publicar conteúdos, que serão
exibidos no portal, mediante aprovação de um usuário com papel de Gerente de Conteúdo
no ICD. Os conteúdos podem ser de quatro tipos diferentes: vídeo, áudio, imagem e docu-
mento. O procedimento de envio é comum para o cadastramento de qualquer um dos
quatro tipos de conteúdo suportados (vídeo, áudio, imagem e documento).
Para realizar o envio de um conteúdo, um usuário devidamente autenticado no sistema deve
seguir o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Upload do Menu Principal”;
1 Um formulário de cadastro será exibido em tela, conforme mostrado na Figura 5.8;
1 Preencha os dados solicitados e clique em “Continuar”;
Uma nova tela será apresentada, solicitando a localização do conteúdo para completar o
processo de upload, conforme mostrado na fgura a seguir.
1 A descrição dos formatos é exibida em tela na cor vermelha, e vai variar de acordo com o
preenchimento do campo “Tipo de Conteúdo”, da tela de upload;
Figura 5.8
Upload de
Conteúdo:
metadados.
Saiba mais
O campo “Tipo de Con-
teúdo” defne o tipo de
conteúdo que está sendo
enviado, sendo eles:
vídeo, áudio, imagem ou
documento. Os campos
“Título”, “Descrição” e
“Palavras-Chave” defnem
palavras que dizem
respeito ao conteúdo que
está sendo submetido,
com a fnalidade de adi-
cionar possibilidades
de busca ao conteúdo.
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Figura 5.9
Upload de conteúdo:
envio do arquivo.
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1 Para localizar o arquivo que deseja fazer o upload, clique no botão “Procurar”.
Localize o arquivo e o processo de upload será iniciado automaticamente;
1 Seu conteúdo fcará agora aguardando aprovação para poder ser visualizado no portal
pelos demais usuários;
1 Ao término do upload, o sistema exibirá a tela de “Meus Conteúdos”, que lista todos os
conteúdos já submetidos pelo usuário, com seus respectivos status, que podem ser:
2 Aguardando aprovação;
2 Em processamento;
2 Transcodifcando.
Após a aprovação dos conteúdos, esses status de pendências não aparecem mais na tela.
Dessa forma, os conteúdos listados sem status representam conteúdos aprovados e com
visibilidade no portal.
Visualização de conteúdos submetidos
Um usuário devidamente autenticado no sistema poderá ter acesso a todos os conteúdos
que já submeteu ao portal, podendo visualizar, editar, excluir e/ou acompanhar o status.
Para acessar a área de “Meus Conteúdos”, o usuário deve seguir o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Meus Conteúdos” do Menu Principal;
1 A listagem dos conteúdos submetidos pelo usuário será exibida em tela, conformea fgura:
Os conteúdos possuem uma abreviação de suas informações, merecendo destaque para o
status do conteúdo, que, quando pendente, é mostrado em tela em letras na cor vermelha.
Os status de conteúdos pendentes podem assumir os seguintes valores:
1 “Aguardando aprovação. Em processamento”:
2 Indica um conteúdo submetido, transcodifcado, porém ainda não aprovado por um
Gerente de Conteúdo.
1 “Transcodifcando”:
2 Indica um conteúdo submetido, porém ainda em processo de transcodifcação, ou
seja, o sistema ainda está em processo de preparação do vídeo para que este possa
ser disponibilizado para uma avaliação pelo Gerente de Conteúdo.
Figura 5.10
Conteúdos
do Usuário.
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Submissão de comentários
Um usuário do portal pode fazer comentários sobre os conteúdos que são apresentados,
desde que ele esteja autenticado, ou seja, tenha feito login no portal. Os passos para enviar
um comentário são simples:
1 Efetuar login no sistema;
1 Entrar na página do conteúdo desejado;
1 Se o formulário de envio de comentários não estiver visível, clicar no link “Comentários”
(veja onde fca este link olhando a Figura 5.3);
1 Preencher o formulário de envio de comentário: máximo de 255 caracteres;
1 Clicar no botão “Comentar”.
Depois de concluídos todos os passos, se tudo ocorrer bem, a mensagem “Sua mensagem
passará por aprovação” aparecerá abaixo do formulário.
Todos os comentários devem ser aprovados pelo administrador, antes de serem exibidos
no portal.
Comentários e reviews
Os comentários e reviews são ferramentas que o ICD oferece para que os usuários possam
expressar opiniões sobre os conteúdos.
Todo comentário ou review que é feito sobre um conteúdo passa por uma moderação que
defnirá se ele será aprovado ou rejeitado. Quando o comentário ou review é aprovado, ele
será publicado, permitindo a visualização por todos os usuários.
Para submeter um comentário ou review, basta seguir os passos:
1 Selecione a opção “Conteúdos” do menu principal do ICD;
1 Selecione a opção “Espaços Virtuais Locais”;
1 A lista de Espaços Virtuais locais deve aparecer;
1 Selecione o Espaço Virtual de sua preferência (exemplo: “Base Local”), clicando sobre o
seu nome (primeira coluna da esquerda);
1 Localize o conteúdo desejado;
1 Ao lado da imagem do conteúdo, clique no link “Comentários”
(Figura 5.11 Comentários e reviews).
1 Uma tela para preenchimento de comentário ou review será exibida
(Figura 5.12 Adicionando comentário/review).
Saiba mais
Quando os conte-
údos não apresentam
informação de status
na cor vermelha junto
com a abreviação de
suas informações,
signifca que já foram
aprovados e tem visibi-
lidade no portal.
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Figura 5.11
Comentários
e reviews.
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1 Em seguida preencher o campo “Comentário ou review”;
1 Clicar em “Adicionar”.
Após executar esses procedimentos, o comentário ou review passará pela avaliação da gerência.
Para aprovar ou rejeitar um comentário ou review do conteúdo, é preciso:
1 Acessar o menu principal na opção “Conteúdos do ICD”;
1 Em seguida, selecione a opção “Comentários/Reviews”;
1 Localize o comentário e clique no botão “Aprovar”:
Para rejeitar um comentário ou review:
1 Acesse o menu principal na opção “Conteúdos do ICD”;
1 Em seguida, selecione a opção “Comentários/Reviews”;
1 Localize o comentário e clique no botão “Rejeitar” (Figura 5.14 Rejeição de um comentário).
Figura 5.12
Adicionando
comentário/review.
Saiba mais
A diferença básica
entre um comentário e
um review é o nível de
detalhamento da infor-
mação. Enquanto um
comentário se refere
a uma opinião pessoal
sobre determinado
conteúdo, relatando
aprovação ou desapro-
vação, por exemplo,
um review retrata
uma opinião mais
técnica, avaliando-o
sob diversas questões,
podendo conter
um título.
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Figura 5.13
Aprovação de
um comentário.
Figura 5.14
Rejeição de um
comentário.
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Para excluir um comentário/review:
1 Acessar o menu principal na opção “Conteúdos do ICD”;
1 Em seguida, selecione a opção “Comentários/Reviews”;
1 Localize o comentário e clique no botão “Excluir” (Figura 5.15 Exclusão de um comentário).
Para efetuar uma aprovação, rejeição ou exclusão de um comentário, o usuário deve
estar vinculado ao papel Gerência de Conteúdo.
Download de conteúdos
O portal oferece download da versão de qualidade padrão de pré-visualização de conteúdos
no ICD. Os passos para efetuar download de um conteúdo são os seguintes:
1 Entrar na página do conteúdo desejado;
1 Clicar no link “Baixar”;
1 Clicar na seta verde correspondente ao arquivo desejado. Veja a fgura:
Gerenciamento de conteúdos enviados pelo portal
Acessando os conteúdos enviados ao portal
Para acessar os conteúdos enviados através do portal e que ainda se encontram pendentes
de aprovação, basta fazer o seguinte:
1 Acesse o ICD e faça login;
1 Acesse a opção “Conteúdos” do menu principal;
1 Clique na opção “Conteúdos enviados ao Portal”;
Os conteúdos pendentes de aprovação serão listados à direita do menu principal:
Figura 5.15
Exclusão de
um comentário.
Figura 5.16
Download de
conteúdo.
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Aprovando conteúdos enviados ao portal
Como já mencionamos, a aprovação de um conteúdo enviado a partir do portal é feita pelo
ICD. Portanto, acesse o ICD e siga os seguintes passos:
1 Acesse a opção “Conteúdos” do menu principal;
1 Clique na opção “Conteúdos enviados ao Portal”;
1 Selecione o conteúdo que deseja aprovar;
1 Clique no botão “Aprovar” (Figura 5.13 Aprovação de um comentário);
1 Selecione o Espaço Virtual em que o conteúdo deve ser guardado;
1 Clique no botão “Aprovar” (Figura 5.18 Aprovação de conteúdo).
Rejeitando conteúdos enviados ao portal
Para rejeitar um conteúdo enviado a partir do portal, devemos abrir, no ICD, a página de
conteúdos enviados ao portal e seguir os passos:
1 Selecione o conteúdo que deseja rejeitar;
1 Clique no botão “Rejeitar” (Figura 5.14 Rejeição de um comentário);
1 Informe o motivo da rejeição (Figura 5.19 Rejeição de Conteúdo);
1 Clique no botão “Rejeitar” (Figura 5.19 Rejeição de Conteúdo).
Figura 5.17
Conteúdos
pendentes
de aprovação.
Figura 5.18
Aprovação
de conteúdo.
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Visualização de canais
Os canais representam meios de visualização de uma programação pré-defnida no ICD,
para os usuários do portal. Os canais poderão ser de quatro tipos diferentes: Web TV, VoD,
Web Rádio e AoD. O tipo será defnido no cadastro do canal no ICD e cada um possuirá uma
fnalidade diferente.
Para acessar os canais disponíveis no portal, siga o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Canais”, localizada no menu lateral esquerdo do portal;
1 Um formulário com a listagem dos canais será exibido em tela, conforme a Figura 5.20;
1 Para visualizar um canal, basta localizá-lo na listagem e acessá-lo através de um clique.
A listagem apresenta os canais, com sua logomarca, nome e tipo (VoD, Web TV,
Web Rádio ou AoD).
Figura 5.19
Rejeição de
conteúdo.
Figura 5.20
Listagem de Canais.
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Visualização de canais VoD e AoD
Na listagem de canais, um clique em um canal do tipo VoD remete à seguinte tela (Figura 5.21
Visualização de canal VoD):
Detalhes sobre canal VoD:
1 Uma barra superior exibe a logomarca, nome e descrição do canal;
1 Área de visualização do conteúdo que está sendo tocado no momento;
1 Playlist: contém a lista de conteúdos programados para o canal. Os itens visualizados na
playlist serão reproduzidos em sequência na área de visualização do conteúdo. O con-
teúdo que está sendo exibido fca marcado na cor amarela.
Visualização de canais Web
Na listagem de canais, um clique em um canal do tipo Web e será semelhante à tela desta fgura:
Figura 5.21
Visualização
de canal VoD.
Figura 5.22
Visualização de
Canal Web.
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Detalhes sobre Canal Web:
1 Uma barra superior exibe o logo, nome e descrição do canal;
1 Área de visualização do conteúdo que está sendo exibido no momento;
1 Grade de programação: contém listagem de programas a serem exibidos no canal no dia
com seus respectivos horários.
Controle dos usuários do portal
Os usuários do portal podem ser administrados através do ICD. Para isso, basta seguir o roteiro:
1 No menu principal do ICD, à esquerda, clicar em “Usuários”;
1 Clicar em “Gerenciar Usuários;
1 Na tela onde são listados os usuários, marcar o checkbox “Listar Usuários do Portal”
(vide Figura 5.23 Listagem de Usuários do Portal).
Seguidos esses passos, a listagem de usuários conterá apenas os usuários do portal,
que podem ser gerenciados como qualquer usuário do sistema.
Figura 5.23
Listagem de
usuários do portal.
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Roteiro de Atividades 5
Atividade 5.1 – Disponibilizando conteúdos no portal a partir do ICD
1 Acesse o sistema ICD;
1 Clique no menu “Conteúdos” > “Espaços Virtuais Locais”;
1 Edite o Espaço Virtual contendo os conteúdos que deseja disponibilizar, clicando no ícone
de edição ( );
1 Na aba “Descrição”, habilite a opção “Divulgar conteúdos deste espaço na web”;
1 Salve a alteração clicando em “Salvar”;
1 Os conteúdos do Espaço Virtual estarão disponíveis no portal.
Atividade 5.2 – Visualização de conteúdo
1 Usando o navegador web, acesse a URL (endereço web) do portal, fornecida pelo
instrutor (normalmente é http://localhost/portal);
1 Os conteúdos estarão disponíveis na parte central da página inicial do portal.
Para visualizar conteúdos de apenas um tipo de mídia (vídeo, imagem etc.), altere o fltro
utilizando a barra de menus logo acima da paginação dos conteúdos, selecionando entre
Todos, Vídeos, Áudios, Imagens e Documentos.
Se quiser visualizar conteúdos por categoria, selecione uma no menu “Categorias”, no lado
inferior esquerdo. Também é possível ordenar os conteúdos pelos mais recentes, mais
visualizados, mais baixados e mais comentados utilizando a barra de menus logo acima da
listagem de conteúdos.
Atividade 5.3 – Inscrição de usuários
1 Usando o navegador web, acesse a URL (endereço web) do portal, fornecida pelo instrutor;
1 Na caixa Autenticar, no canto direito superior, acesse o link Inscrever-se;
1 Informe os dados solicitados no formulário “Criar Conta” e aceite os Termos de Uso do portal;
1 Clique em “Criar Conta” para concluir o processo;
1 O usuário receberá um e-mail de confrmação da criação da conta.
Atividade 5.4 – Autenticação
1 Usando o navegador web, acesse a URL (endereço web) do portal, fornecida pelo instrutor;
1 Insira seu login e senha na caixa Autenticar, no canto superior direito;
1 Clique em “Entrar”;
1 Se os dados estiverem corretos, o usuário estará autenticado.
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Atividade 5.5 – Editando preferências da conta
1 Efetue login no portal, caso não esteja autenticado (utilize a Atividade 4);
1 Na caixa localizada no canto superior direito (substituindo a caixa Autenticar)
ou no menu lateral esquerdo, acesse o link “Minha Conta”;
2 No menu do canto direito, acesse “Editar Dados”;
2 Altere os valores desejados;
2 Clique em “Salvar”.
Atividade 5.6 – Envio de conteúdos
1 Efetue login no portal, caso não esteja autenticado (use a Atividade 4);
1 Na caixa localizada no canto superior direito (substituindo a caixa Autenticar)
ou no menu lateral esquerdo, acesse o link Upload;
1 Selecione o tipo de conteúdo e preencha os metadados relacionados;
1 Clique em “Continuar”;
1 Clique em “Procurar” e selecione o arquivo que deseja enviar;
1 Aguarde até que o envio seja completado.
Os conteúdos submetidos através do portal passam por um processo de revisão.
Sua liberação pode levar algum tempo.
Atividade 5.7 – Visualização dos conteúdos submetidos
1 Efetue login no portal, caso não esteja autenticado (utilize a Atividade 4);
1 Na caixa localizada no canto superior direito (substituindo a caixa Autenticar)
ou no menu lateral esquerdo, acesse o link Meus Conteúdos.
1 Clique sobre a imagem que representa o conteúdo para visualizá-lo.
Atividade 5.8 – Submissão de comentários
1 Efetue login no portal, caso não esteja autenticado (utilize a Atividade 4);
1 Acesse o conteúdo no qual deseja adicionar um comentário;
1 Digite seu comentário na caixa de texto abaixo da visualização do conteúdo;
1 Clique em “Comentar” para enviar o comentário.
A opção de comentário é exibida por padrão quando o conteúdo é visualizado, mas se não
estiver visível, é possível acessá-la clicando em “Comentários”, logo abaixo da visualização
do conteúdo.
Atividade 5.9 – Download de conteúdos
1 Efetue login no portal, caso não esteja logado (utilize a Atividade 4);
1 Acesse o conteúdo que deseja baixar;
1 Clique na aba “Baixar”, abaixo da visualização do conteúdo;
1 Clique no arquivo que deseja baixar;
1 O download será iniciado.
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Se você estiver tentando baixar um conteúdo que possui restrições de direito autoral, o
botão “Baixar Arquivo” só será exibido depois que você marcar a caixa “Li e estou de acordo
com a licença sob qual este conteúdo está submetido”.
Atividade 5.10 – Moderação de conteúdos enviados pelo portal
1 Acesse o sistema ICD;
1 Selecione o menu “Conteúdos” > “Conteúdos enviados ao Portal”;
1 Selecione os conteúdos que deseja avaliar;
1 Para aprovar os conteúdos, clique em “Aprovar”;
1 Selecione o Espaço Virtual que receberá os conteúdos aprovados;
1 Clique novamente em “Aprovar”.
Na aprovação, somente serão exibidos os Espaços Virtuais com permissão para divulgação
de conteúdos para web.
1 Para rejeitar os conteúdos, clique em “Rejeitar”;
1 Informe o motivo da rejeição;
1 Clique novamente em “Rejeitar”.
Tanto na aprovação quanto na rejeição de um conteúdo, o usuário responsável será
notifcado da avaliação, por e-mail.
Atividade 5.11 – Visualização de canais VoD
1 Usando o navegador web, acesse a URL (endereço web) do portal, fornecida pelo instrutor;
1 No menu Canais, localizado no canto esquerdo, clique no canal desejado;
1 O canal será reproduzido.
É possível escolher o vídeo que será reproduzido, selecionando-o na lista de reprodução,
localizada ao lado direito da visualização do canal.
Atividade 5.12 – Visualização de canais Web
1 Usando o navegador web, acesse a URL (endereço web) do portal, fornecida pelo instrutor;
1 No menu Canais, localizado no canto esquerdo, clique no canal desejado;
1 O canal será reproduzido.
É possível visualizar a programação no lado direito da visualização do canal.
Atividade 5.13 – Controle de usuários do portal
1 Acesse o sistema ICD;
1 Selecione o menu “Usuários” > “Gerenciar Usuários”;
1 Na barra superior, marque “Listar Usuários do Portal”;
1 A edição dos usuários do Portal são semelhantes as feitas nos usuários do ICD.
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Atividade 5.14 – Visualizando “Feeds”
Confgurando um Espaço Virtual para permitir acesso via feed.
1 Crie um Espaço Virtual com o nome “FEEDS DA WEB” e nele marque a opção
“Divulgar conteúdos deste espaço na web”.
Habilitando um vídeo para publicação via feed.
1 Cadastre um novo conteúdo ou compartilhe algum conteúdo já cadastrado em outro
Espaço Virtual para algum espaço com o atributo “Divulgar conteúdos deste espaço
a web” habilitado;
1 Visualizando feeds de um Espaço Virtual específco;
1 Selecione um Espaço Virtual e visualize sua lista de conteúdos;
1 Na parte superior direita da tela, clique na imagem e uma nova página web será
exibida com os conteúdos.
Devido a uma limitação do Chrome, a página de feeds só será exibida corretamente no Firefox.
Caso Prático 3 – Recebendo contribuições dos internautas
Você como um internauta colaborador
1 Faça um cadastro no portal, como se fosse um usuário internauta. Confrme o cadastro
no seu e-mail e faça login no portal;
1 Contribua submetendo dois vídeos e dois áudios;
1 Mantenha-se logado com a janela aberta esperando a liberação do conteúdo submetido
(a moderação será feita adiante).
Você como o moderador de conteúdos
1 Em outra janela ou aba do navegador, faça login no ICD com o seu usuário;
1 Aprove alguns conteúdos submetidos e rejeite outros. Ao aprovar, selecione a pasta
“Contribuições Recebidas” como destino. Ao rejeitar, faça uma justifcativa, pois ela será
enviada ao internauta por e-mail;
Você como um internauta colaborador (novamente)
1 Volte para a janela do portal, onde espera o resultado da submissão do conteúdo;
1 Clique em “Meus Conteúdos” e observe quais vídeos foram aprovados ou rejeitados;
1 Abra sua caixa de mensagens de e-mail e verifque se houve algum comunicado sobre a
rejeição das suas contribuições.
Saiba mais
Em vez de criar um
novo Espaço Virtual,
você também pode
simplesmente “ligar” o
atributo “Divulgar con-
teúdos deste espaço na
web” em algum Espaço
Virtual existente.
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Publicação de canais na web
Obter conhecimentos básicos sobre o gerenciamento de canais VoD, AoD e Web,
programas e grade de programação, para entender como usar os conteúdos cadas-
trados no ICD e para montar canais web para divulgação no portal público do ICD.
Gerenciamento de canais VoD e AoD; Adição de conteúdos a canais VoD e AoD;
Gerenciamento de programas; Gerenciamento de canais web; Adição de programas
em canais; Adição de programas em grade de programação e tratamento de confitos
de horário na grade de programação.


Introdução
A grade de programação gerenciada pelo ICD é constituída por diversos conceitos impor-
tantes, entre os quais podemos citar: canais, programas, edições de programa, grade de
referência e grade de programação.
Um canal pode ser defnido como um conjunto de vídeos ou áudios que serão mostrados em
sequência. Para fazer parte de um canal, um vídeo ou áudio deve ter sido cadastrado antes
no ICD e ter uma cópia local (ou seja, não pode ser remoto). Os canais para vídeo são classif-
cados em dois tipos diferentes, defnidos na sua criação: Web TV e VoD (Video on Demand –
Vídeo sob Demanda). Os canais de áudio também são classifcados em dois tipos, Web Rádio
e AOD (Audio on Demand – Áudio sob Demanda).
Canais Web TV e Web Rádio são aqueles que possuem uma grade de programação asso-
ciada aos conteúdos do sistema, no qual o fuxo de exibição virá dos vídeos cadastrados de
acordo com um horário defnido na grade. Já nos canais VoD e AoD será possível montar
uma lista de vídeos ou áudios (playlist) defnindo quais os conteúdos e a ordem com que
eles serão exibidos. Nos canais VoD e AoD, o usuário assiste ao primeiro conteúdo assim
que inicia o canal, podendo pular para o próximo conteúdo quando desejar. Já em canais
Web TV e Web Rádio o usuário assiste ao que está programado para o horário em que está
acessando o canal, como na TV ou rádio convencional.
Um programa é um conceito próprio da grade de programação e, portanto, somente se
aplica aos canais Web TV e Web Rádio. Um programa é um evento repetível na grade de
programação, para o qual cada vez que o programa aparece deve haver uma edição. Assim,
uma edição é um vídeo diferente para um mesmo programa. Por exemplo, uma novela seria
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um programa e os capítulos da novela seriam as edições do programa. Genericamente, uma
edição pode ser um episódio, um bloco ou um capítulo de um determinado programa.
A grade de referência, como o próprio nome diz, serve de referência para a grade de pro-
gramação. Nela são defnidos os horários em que os programas deverão ser exibidos para
um canal Web TV ou Web Rádio. Entretanto, a grade de referência não se associa a nenhum
vídeo do sistema, o que ocorre apenas na grade de programação, que se refere à versão
fnal exibida no portal. Dessa forma, um canal tem uma grade de referência (genérica) e você
deve associar as edições (vídeos/aúdio) antes do horário previsto para a sua exibição (por
exemplo, na semana anterior).
Para gerenciar canais, programas e editar a grade de programação, é necessário que o
usuário possua o papel Gerente de Grade de Programação.
Usuário (papel) Descrição
Gerente de Grade
de Programação
Cria, modifica e remove canais e programas. Configura a grade
de programação em canais Web e cria lista de vídeos ou áudio
em canais VoD (Video on Demand) ou AoD (Audio on Demand).
Gerenciamento de Canais VoD e AoD (Playlist)
O gerenciamento de Canais do tipo VoD deve ser utilizado tanto para confgurar proprie-
dades do canal, como nome, descrição e logomarca, quanto para edição de conteúdo. Para
gerenciar o canal o usuário deve realizar o seguinte roteiro:
1 Clique em “Canais” do menu principal do ICD;
1 Selecione “Gerenciar Canais”.
A Figura 6.1 exibe a interface do módulo de gerência de canais. Vale salientar que tanto
canais VoD/AoD como WebTV/Web Rádio são apresentados nessa interface. Para diferenciá-los,
verifque o tipo na coluna Tipo de geração e Tipo do Canal.
Clique no título
para ordenar
Localiza o canal pelo nome
Para localizar um canal por nome, utilize o espaço para pesquisa, localizada no canto
superior direito da interface, logo acima da paginação, como mostra a Figura 6.1. Ainda
pode-se ordenar a lista de canais clicando nos títulos de cada coluna.
Observe o roteiro a seguir para editar ou excluir os canais:
1 Clique no botão “Editar” ( ), para inserir um novo título, descrição ou logo no canal
(WebTV). Para editar os mesmos dados em canais do tipo VoD, após clicar em “Editar”,
selecione a aba “Dados Básicos”;
Tabela 6.1
Papel: gerente
de grade de
programação.
Figura 6.1
Gerenciar
Canais VoD.
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1 Para remover o canal, clique no botão “Excluir” ( );
1 Caso haja necessidade, um atalho para o módulo de criação de canais pode ser encon-
trado no canto superior esquerdo da interface através do botão “Novo” ( ).
Adição de conteúdos a um canal VoD e AoD
A adição de conteúdos pode ser executada tanto no menu “Adicionar Canal” quanto
m “Gerenciar Canais”. Para a adição de conteúdo através do menu “Gerenciar Canais”,
use o seguinte roteiro:
1 Selecione o menu “Canais” e, em seguida, “Gerenciar Canais”;
1 Clique no botão “Editar” ( ), digite o título do vídeo, pesquise e utilize o botão de
“Inserir” (
)
. Ao fnal, clique no botão “Salvar”.
A Figura 6.2 apresenta o campo de pesquisa para conteúdos, a lista de vídeos encontrados
no repositório local (vídeos disponíveis), no canto esquerdo; e a lista de vídeos que contém
todos os conteúdos adicionados ao canal (Vídeos do Canal). Para concluir a edição, clique
no botão “Salvar”.
O seguinte passo a passo mostra o roteiro para adicionar conteúdos à playlist, através do
menu “Adicionar Canal”:
1 Clique no menu “Canais” e depois em “Adicionar Canais”. O formulário para a adição do
novo canal será apresentado;
1 Insira no formulário o nome, uma imagem e a descrição;
Figura 6.2
Edição de playlist.
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1 Escolha o tipo de geração VoD, clique em “Salvar” e, em seguida, será exibida a opção de
incluir conteúdos em sua Playlist. Retornando ao cenário da Figura 6.2;
1 O exemplo da interface de adição de canais é apresentado na Figura 6.3.
Assim que o usuário clica no botão “Adicionar”, o sistema irá sugerir o redirecionamento
para a adição de conteúdo à playlist do canal. O procedimento para gerenciar o canal AoD é
similar, com apenas a diferença do conteúdo, que é de áudio.
Gerenciamento de programas
Cadastro de um programa
Para cadastrar um novo programa, deve-se realizar o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Programas” do menu principal;
1 Selecione a opção “Adicionar Programa”;
1 Digite os seguintes dados:
2 Nome: título para o programa (campo obrigatório);
2 Imagem: indique uma fgura para ser a imagem relacionada ao programa;
2 Descrição: descrição para o programa;
2 Duração: duração do programa;
2 Diretor: diretor para o programa;
2 Produtor: produtor para o programa.
1 Clique no botão “Adicionar” para fnalizar a criação do programa.
1 A tela de adição de programas é mostrada na Figura 6.4.
Figura 6.3
Adicionando
um Canal VoD.
Figura 6.4
Tela de cadastro de
um novo programa.
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Edição de um programa
Para fazer modifcações nas propriedades do programa, pode-se realizar o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Programas” do menu principal;
1 Selecione a opção “Gerenciar Programas”;
1 Localize o programa que deseja modifcar;
1 Clique no ícone “Editar”, como mostrado na Figura 6.5.
A tela de edição do programa será exibida e todos os dados poderão ser modifcados,
inclusive a imagem do programa, que será automaticamente substituída se uma nova for
selecionada. Para removê-la, basta clicar no X ao lado da imagem. Uma pergunta de
confrmação será mostrada como visto na Figura 6.6.
Caso a opção “OK” seja escolhida, uma mensagem é exibida informando que a imagem será
removida apenas quando o botão de Salvar for selecionado, conforme a Figura 6.7.
Figura 6.5
Edição de
programa.
Figura 6.6
Removendo
a imagem do
programa.
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Ao fnalizar todas as alterações, o botão “Salvar” deve ser selecionado, conforme mostrado
na Figura 6.8.
Remoção de um programa
Um programa pode ser removido do sistema usando o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Programas” do menu principal;
1 Selecione a opção “Gerenciar Programas”;
1 Localize o programa que deseja remover;
1 Clique no ícone “Excluir”, como mostrado na Figura 6.9.
1 Confrme a remoção do programa para excluí-lo do sistema (Figura 6.10).
Figura 6.7
Removendo
a imagem do
programa.
Figura 6.8
Tela de edição
dos dados de um
programa.
Figura 6.9
Remoção de
um programa.
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Localização de um programa
Em qualquer ocasião onde a lista de programas é mostrada, ou seja, sempre que a opção
“Gerenciar Programas” (do menu “Programas”) for acionada, é possível fazer busca automá-
tica para localizar o nome do programa. Essa opção é particularmente útil quando o número
de programas do sistema for muito grande.
Também é possível ordenar as colunas da lista mostrada, bastando clicar sobre o nome da
coluna desejada. Um clique subsequente ordena a coluna em ordem decrescente/crescente
(Figura 6.11).
Localiza o programa pelo nome
Clique no nome
para ordenar
Criação de edições de programas
Um programa poderá possuir diversas edições. Cada edição representa um episódio, capítulo
ou bloco de um programa e está associada obrigatoriamente a um conteúdo do sistema.
Cadastro de uma edição de programa
Para adicionar uma nova edição ao programa, pode-se usar o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Programas” do menu principal;
1 Selecione a opção “Gerenciar Programas”;
1 Localize o programa que qual deseja adicionar a edição;
1 Clique no ícone “Edições de Programa”, como mostrado na Figura 6.12.
Figura 6.10
Confrmando
remoção de
programa.
Figura 6.11
Localizando um
programa no
sistema.
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Na tela de edições, mostrada na Figura 6.13, serão apresentadas as edições já cadastradas
para o programa selecionado bem como os campos para adição de novas. O título e a mídia
serão obrigatórios e uma pesquisa deverá ser realizada para seleção do vídeo desejado.
Lista de edições já
cadastradas para o programa
Dados para cadastro da
nova edição de programa
Nome do programa
A partir da pesquisa, o vídeo será escolhido pelo clique no ícone “Selecionar”, como
mostrado na Figura 6.14.
Figura 6.12
Edições de
Programa.
Figura 6.13
Tela de Edições
de Programa.
Figura 6.14
Tela de edições
mostrando a
pesquisa realizada.
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Quando o vídeo é selecionado, ele pode ser removido antes de ser adicionado, para o caso
de o usuário ter escolhido a mídia errada ou simplesmente quiser modifcar. Para excluir,
bastar clicar no link “Remover”, que é mostrado ao lado do nome do vídeo (Figura 6.15).
Para incluir a edição, basta selecionar o botão “Adicionar” (Figura 6.16).
Remoção de uma edição de programa
Para remover uma edição ao programa, pode-se usar o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Programas” do menu principal;
1 Selecione a opção “Gerenciar Programas’;
1 Localize o programa de qual deseja remover a edição;
1 Clique no ícone “Edições de Programa”, como mostrado na Figura 6.17.
Figura 6.15
Tela de remoção
da mídia escolhida
para edição.
Figura 6.16
Adicionando
uma nova edição
de programa.
Figura 6.17
Edição de
programas.
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Na tela de edições serão apresentadas as edições já cadastradas para o programa. O ícone
de “Remover” deverá ser selecionado e a exclusão deverá ser confrmada, como pode ser
visto na Figura 6.18.
Gerenciamento de canais
Cadastro de um canal
Nesta seção, mostraremos exemplos envolvendo canais de vídeo. Mas todo o procedimento
é similar para canais de áudio, bastando apenas considerar conteúdos de áudio na seleção
das mídias.
Para cadastrar um novo canal, deve-se realizar o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Canais” do menu principal;
1 Selecione a opção “Adicionar Canal”;
1 Digite os seguintes dados:
2 Nome: título para o canal (campo obrigatório);
2 Logo: indique uma fgura para ser o logo do canal;
2 Descrição: descrição para o canal;
2 Tipo de Canal (vídeo ou áudio);
2 Tipo de geração: escolha o tipo de geração o canal (Web TV ou VoD para vídeo;
Web Rádio ou AoD para áudio).
1 Clique no botão “Adicionar” para fnalizar a criação do canal;
1 Esse procedimento é mostrado na Figura 6.19.
Figura 6.18
Tela de remoção
das edições de
um programa.
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Após clicar no botão “Adicionar”, o novo canal será salvo e deverá constar na lista de canais.
Caso seja o cadastro de um canal Web TV, a tela com a lista de canais será mostrada. Caso seja o
cadastro de um canal VoD, uma mensagem será exibida informando o cadastro bem-sucedido e
questionando se o usuário deseja prosseguir para a adição dos vídeos na playlist daquele canal
ou não (Figura 6.20). Se a opção “Cancelar” for selecionada, a tela de listagem de canais será
exibida. Caso a opção “OK” for escolhida, a tela de inclusão de vídeos na playlist é mostrada.
Remoção de um canal
Um canal pode ser removido do sistema usando o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Canais” do menu principal;
1 Selecione a opção “Gerenciar Canais”;
1 Localize o canal que deseja remover;
1 Clique no ícone “Excluir”, como mostrado na Figura 6.21.
Figura 6.19
Tela de
cadastramento de
um novo canal.
Figura 6.20
Confrmação de
cadastro da playlist
no canal VoD.
Figura 6.21
Remoção de
um canal.
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1 Confrme a remoção do canal (Figura 6.22).
Edição de um canal
Para fazer modifcações nas propriedades do canal, pode-se usar o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Canais” do menu principal;
1 Selecione a opção “Gerenciar Canais”;
1 Localize o canal que deseja editar;
1 Clique no ícone “Editar”, como mostrado na Figura 6.23.
Quando a tela de edição do canal surgir, os dados poderão ser modifcados e salvos. Depen-
dendo do tipo de canal, as telas de edição de canal serão diferentes. Se for um canal Web
TV/Rádio, a edição será como mostrado na Figura 6.24. Se for um canal VoD/AoD, a edição
será como mostrado na Figura 6.25.
Figura 6.22
Confrmando a
remoção de
um canal.
Figura 6.23
Editar Canal.
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Na tela de edição dos canais Web serão disponibilizados para modifcação apenas os
campos dos dados básicos de um canal: nome, logo e descrição. Para que a modifcação seja
aplicada, o botão “Salvar” deverá ser selecionado (Figura 6.24).
A tela de edição dos canais VoD/AoD (Figura 6.25) é composta por duas abas. A primeira é
semelhante à do canal Web e a segunda aba, que será visualizada inicialmente, mostrará a
edição da playlist do canal. Qualquer alteração realizada em ambas as abas só será armaze-
nada quando o botão “Salvar” for selecionado.
O “logo” do canal pode ser removido em todos os tipos de canal. Pressionando o X ao lado
da imagem, uma pergunta de confrmação será realizada como mostrado na Figura 6.26.
Figura 6.24
Tela de edição de
dados dos
canais Web.
Figura 6.25
Tela de edição
de dados dos
canais VoD.
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Caso a opção “OK” seja escolhida, uma mensagem é exibida, informando que o logo será
removido apenas quando o botão de “Salvar” for selecionado (Figura 6.27).
Localizando um canal
Em qualquer ocasião onde a lista de canais é mostrada, ou seja, sempre que a opção
“Gerenciar Canais” (do menu Canais) for acionada, é possível fazer busca automática para
localizar o nome do canal. Essa opção é particularmente útil quando o número de canais do
sistema for muito grande.
Também é possível ordenar as colunas da lista mostrada, bastando clicar sobre o nome da
coluna desejada. Um clique subsequente ordena a coluna em ordem decrescente/crescente
(Figura 6.28).
Figura 6.26
Removendo o
logo do canal.
Figura 6.27
Mensagem
mostrando que o
logo será removido.
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Clique no título
para ordenar
Localiza o canal pelo nome
Adição de programas em canais
A adição de programas nos canais pode ser denominada Grade de Referência e só ocorre
nos canais Web TV e Web Rádio. Para acessá-la, pode-se usar o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Canais” do menu principal;
1 Selecione a opção “Grade de Referência”;
1 Uma janela pop-up será aberta com a listagem de canais Web TV/Web Rádio cadastrados;
1 Esse procedimento é mostrado na Figura 6.29.
Na Figura 6.30 podemos visualizar a tela inicial da grade de referência. Ao escolher um canal
e selecionar o botão “OK”, a grade será mostrada. Horários disponíveis serão exibidos na cor
branca enquanto os horários agendados na cor amarela.
Para associar um programa a um horário da grade, basta clicar em algum espaço em branco.
Uma janela será aberta com os dados da seleção já preenchidos e com a opção de selecionar
um programa, como mostrado na Figura 6.31.
Figura 6.28
Localizar canal
no sistema.
Figura 6.29
Tela inicial da
grade de referência.
Figura 6.30
Grade de
referência.
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O horário sempre virá preenchido com a hora e o minuto mais atual do espaço em branco
selecionado. Será possível modifcá-lo de acordo com o que se desejar, bem como selecionar
mais de um dia na semana para o agendamento. Não serão permitidos choques de horários
entre os programas.
Caso deseje remover ou modifcar um agendamento já criado, basta selecioná-lo. Com isso,
uma janela será aberta com todos os dados preenchidos, como mostrado na Figura 6.32.
O horário será o único campo passível de modifcação e para, confrmá-lo basta selecionar o
botão “Salvar”. Para excluir um agendamento, basta selecionar o botão “Remover”.
Adição de edições de programas na grade de programação
Para acessar a grade de programação, pode-se usar o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Canais” do menu principal;
1 Selecione a opção “Grade de Programação”;
1 Uma janela pop-up será aberta com a listagem de canais Web TV/Web Rádio cadastrados;
1 Este procedimento é mostrado na Figura 6.33.
Figura 6.31
Agendamento na
grade de referência.
Figura 6.32
Janela de edição
e remoção do
agendamento na
grade de referência.
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Ao escolher um canal e selecionar o botão “OK”, a grade de programação do dia será
mostrada. Horários disponíveis serão exibidos juntamente com os horários agendados e
todos indicando apenas o horário inicial do período. Na Figura 6.34 podemos visualizar a
tela inicial da grade de programação.
Foi defnido um esquema de cores para determinar três conotações distintas na progra-
mação. A cor cinza indica quando o horário encontra-se disponível para defnição da
programação. O vermelho indica quando o horário já foi defnido na grade de referência e
aguarda a inserção de uma edição de programa para associá-lo ao conteúdo em uma data
específca. O verde indica quando o horário está agendado e existe um vídeo (uma edição do
programa) associado ao programa nesse horário.
Para agendar um horário, basta abrir uma aba da programação que não esteja agendada e
selecionar o botão “Defnir Programação”, conforme a Figura 6.35. Abas nas cores cinza e
vermelho possuem essa opção.
Figura 6.33
Tela de seleção
da grade de
programação de
um canal.
Horário Incompleto (vermelho)
Horário livre (verde)
Horário Disponível (cinza)
Figura 6.34
Grade de
programação
de um canal.
Figura 6.35
Tela de
agendamento
de um programa.
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Uma janela será aberta para o agendamento (Figura 6.36). O horário poderá ser modifcado,
contanto que não haja choques na programação. Uma edição de programa deve ser selecio-
nada obrigatoriamente, um comentário poderá ser inserido e um tipo deverá ser defnido
(inédito ou reprise).
Para fnalizar o agendamento, basta selecionar o botão “Adicionar”. A janela será fechada e a
nova programação será exibida.
Depois de agendado, para remover um horário da programação, basta abrir a aba deste e
clicar no “X”, localizado a direita dos dados da edição, conforme a Figura 6.37.
Tempo restante entre o vídeo
definido e a duração do programa
Para visualizar os dados completos da programação, basta clicar nos “Dados da Edição”, e
uma janela será exibida (Figura 6.38).
Figura 6.36
Tela de
agendamento
da grade de
programação.
Figura 6.37
Remoção do
agendamento
da grade de
programação.
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Uma modifcação na programação do dia atual não será observada no portal imediata-
mente. Para tanto, esta deverá ser enviada através do botão “Aplicar Alterações”, localizado
à direita da tela, conforme pode ser visto na Figura 6.39.
Figura 6.38
Informações do
agendamento.
Figura 6.39
Botão de
‘Aplicar Alterações’.
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Download de conteúdos da grade
Para realizar o download da grade de programação, basta clicar no botão “Download”,
de acordo com Figura 6.40.
Na tela seguinte, caso algum vídeo esteja sob alguma restrição de licença, é necessário
aceitá-la para poder habilitar download. Pode ser feito o download individual clicando no
ícone da coluna de download ou ainda realizar o download de todos os vídeos da grade
clicando no botão “Download de todos os arquivos” (vide Figura 6.41).
Figura 6.40
Download de
conteúdos
da Grade de
Programação.
Figura 6.41
Download da grade
de programação.
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Visualizando a grade de programação através de feeds
Para visualizar os canais nos feeds, basta clicar no botão de feed de acordo com a Figura 6.42.
Em seguida, se inscrever no feed do canal para receber as atualizações, de acordo com a
Figura 6.43.
Figura 6.42
Informações
da grade de
programação
via feeds.
Figura 6.43
Inscrevendo-se nos
feeds do canal.
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Tratamento de espaços em branco e conflitos de horário
Confitos entre os agendamentos não serão permitidos, tanto na grade de referência quanto
na grade de programação. Ou seja, o mesmo horário não poderá estar agendado ao mesmo
tempo para mais de um programa ou edição de programa. Quando isso ocorrer, uma men-
sagem será exibida, informando o problema.
A duração do conteúdo deverá ser igual ou inferior à duração do programa, não permitindo
a inclusão da edição. Nos casos em que o conteúdo tiver duração inferior à do programa,
uma mensagem de alerta será exibida na grade de programação mostrando o Tempo
Restante entre esses dois valores. Porém, não será vetada a exibição desse agendamento,
sendo esse tempo restante preenchido como uma “tela preta”.
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Roteiro de Atividades 6
Atividade 6.1 – Criando programas
1 Estando autenticado no ICD, clique no menu “Programas” (lado esquerdo), e logo em
seguida em “Adicionar Programa”;
1 No formulário apresentado, adicione um título, uma imagem e uma descrição;
1 Automaticamente a duração será confgurada para 60 minutos. É possível adequar esse
tempo de acordo com a necessidade da programação;
O campo de duração é baseado em minutos.
1 Insira o diretor e produtor;
1 Clique em “Adicionar”;
1 Depois, clique no botão “Edições de Programa”, e então no botão “Pesquisar”. Adicione um
conteúdo de vídeo, informe algumas informações sobre o vídeo e clique no botão “Adicionar”.
Atividade 6.2 – Gerenciando programas
1 Clique no menu “Programas” (lado esquerdo) e “Gerenciar Programa”.
Uma lista de programas inseridos será apresentada;
1 Clicando em “Editar” ( ), na coluna Ações, é possível inserir novos dados para título,
diretor, duração, descrição, imagem e produtor do programa;
1 Para remover o programa, clique no botão “Excluir” ( );
1 Também é possível encontrar um atalho para criar novos programas clicando no botão
“Novo” (  ), localizado no canto superior esquerdo da lista de programas.
Atividade 6.3 – Adicionando canais
1 Clique no menu “Canais” e “Adicionar Canais”. O formulário para a adição do novo canal
será apresentado;
1 Insira no formulário o nome, uma imagem e descrição. Escolha o tipo do canal (Vídeo ou
Áudio), o tipo de geração (VoD ou WebTV, para canais de vídeo; e AoD ou Web Rádio para
canais de aúdio) e clique em “Adicionar”;
1 No caso do tipo de geração VoD/AoD, será exibida a opção de incluir conteúdos em sua
Playlist. Digite o título do vídeo, clique em “Pesquisar” e utilize o botão de “Inserir” ( )
e “Salvar”.
Saiba mais
Para canais do tipo
Web, a inserção de
vídeos ou áudios é
realizada através da
gerência da edição de
grade de programação
e grade de referência.
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Atividade 6.4 – Gerenciamento de Canais
1 Clique no menu “Canais” e selecione “Gerenciar Canais”. Uma lista de canais será exibida;
Tanto canais VoD/AoD (playlist) quanto Web TV/Rádio serão exibidos na interface.
1 Clique no botão “Editar” ( ), para inserir um novo título, descrição ou logo no canal
(Web). Para editar os mesmos dados em canais do tipo VoD/AoD, após clicar em “Editar”,
selecione a aba “Dados Básicos”;
1 Para remover o canal, clique no botão “Excluir” ( ).
Atividade 6.5 – Edição da grade de programação
1 Clique no menu “Canais” e depois em “Grade de Programação”;
1 Escolha o canal onde será editada a programação e clique em “OK”;
A opção de edição da grade de programação é corresponde a canais do tipo Web TV e Web
Rádio. Por esse motivo, apenas canais deste gênero são exibidos.
1 Clique sobre um horário disponível e depois clique em “Defnir Programação”;
1 No campo “Programa”, selecione um programa já cadastrado e, no campo “Tipo”, escolha
se é inédito ou reprise;
1 Marque o vídeo desejado e em seguida clique em “Adicionar”;
1 Finalizando o processo, clique no botão “Aplicar Alterações” ( ).
Atividade 6.6 – Edição de programas na Grade de Referências
1 Clique no menu “Canais” e, em seguida, “Grade de Referências”;
1 Escolha o canal e clique em “OK”;
1 Clique na coluna relacionada a um dia da semana;
1 Uma nova janela será exibida para escolha contendo programa, hora e dias em que o
programa deve ser apresentado;
1 Em seguida, clique em “Salvar”.
Atividade 7 – Utilizando o Histórico de envio de Programação
1 Clique no menu “Canais” e “Histórico de envio de Programação”;
1 Uma lista de informações sobre atividades nos canais do tipo Web TV/Web Rádio
é apresentada;
1 Além de exibir nome, usuário que executou a atividade e datas, a coluna Status representa
o andamento da atividade que podem ser: Concluído, OK (zero), Espera (um) e Erro (dois);
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Caso Prático 4 – Publicação de conteúdos na web
Montar uma grade de programação
1 Crie um canal com grade de programação contendo apenas conteúdos recebidos como
contribuição da rede. Ou seja, aqueles conteúdos armazenados na pasta “Contribuições
Recebidas”. Crie pelo menos um programa na grade;
1 Acesse o canal criado usando o portal público.
Montar um canal VoD (playlist)
1 Crie um canal VoD contendo apenas conteúdos recebidos como contribuição da rede.
Ou seja, aqueles conteúdos armazenados na pasta “Contribuições Recebidas”;
1 Crie também um canal de áudio (também conhecido como podcast);
1 Acesse ambos os canais criados usando o portal público.
Liberar conteúdos para o portal
1 Libere todos os conteúdos das pastas “Contribuições Recebidas” e “Conteúdos Públicos”
para que possam ser vistas no portal;
Avisar usuários sobre novos conteúdos através de Feeds RSS
1 Habilite os feeds para as pastas “Contribuições Recebidas” e “Conteúdos Públicos”,
para que usuários possam saber sobre novos conteúdos nesta pasta;
1 Verifque a página de feeds das pastas.
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Comunicação entre Usuários,
Relatórios e Auditoria
Obter conhecimentos básicos sobre o gerenciamento de avisos aos usuários; Conhecer
a interatividade entre os usuários através de chat e mensagens assíncronas; Aprender
a visualizar relatórios e registros na auditoria.
Gerenciamento de avisos aos usuários do ICD; Chat entre usuários locais e remotos;
Envio de mensagens; Registro das atividades dos usuários; Auditoria e relatórios.


Avisos do ICD para os usuários
Para viabilizar a comunicação entre o Administrador de Confguração e os demais usuários
do sistema, foram criados os avisos. Um aviso representa uma mensagem a ser visualizada por
todos os usuários do sistema, como por exemplo: notas de versão, agendamento de atualizações,
manutenções, etc. Essas mensagens, após inseridas, são exibidas na página inicial do sistema
(Figura 7.1). Um aviso adicionado no repositório MASTER será automaticamente replicado para
todos os repositórios do domínio. Para o caso de adição de um aviso no repositório de uma asso-
ciada, a visibilidade será somente local, ou seja, fcará visível apenas aos usuários dessa associada.
Figura 7.1
Visualizando os
avisos do sistema.
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Adicionando um aviso
É possível adicionar um aviso da seguinte maneira:
1 Selecione a opção “Confgurações” do menu principal;
1 Selecione a opção “Avisos”.
A lista de avisos cadastrados no sistema será apresentada, conforme mostrado na Figura 7.2
Gerenciando os avisos do sistema.
Visualizar
Editar
Excluir
Clique no botão “Novo”, conforme mostrado na Figura 7.2 Gerenciando os avisos do
sistema. Será exibida um tela solicitando os dados do novo aviso. Preencha-os e clique
em “Adicionar” (Figura 7.3).
O aviso será cadastrado e a listagem de avisos será novamente exibida. Esse aviso poderá
ser visto pelos demais usuários do sistema na página inicial.
O acesso à Gerência de Avisos só é permitido para o usuário que possui o papel de
Administrador de Confguração.
Figura 7.2
Gerenciando os
avisos do sistema.
Figura 7.3
Adicionando um
aviso do sistema.
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Editando um aviso
1 Selecione a opção “Confgurações” do menu principal e depois selecione a opção “Avisos”;
1 Localize o aviso que deseja editar na listagem e clique no ícone “Editar”, conforme a
Figura 7.2 Gerenciando os avisos do sistema;
1 Será exibida a tela de edição do aviso. Altere os dados que deseja e clique em “Salvar”
(Figura 7.4 Editando um aviso do sistema).
Removendo um aviso
1 Selecione a opção “Confgurações” do menu principal e depois selecione a opção “Avisos”;
1 Localize o aviso que deseja remover na listagem;
1 Clique no ícone “Remover”;
1 Será preciso confrmar a remoção. Se realmente quiser remover o aviso, clique em “Sim”,
conforme a fgura:
Visualizando um aviso
1 Selecione a opção “Confgurações” do menu principal e depois selecione a opção “Avisos”;
1 Localize o aviso que deseja remover na listagem;
1 Clique no ícone “Visualizar”;
1 Uma tela com os detalhes do aviso será exibida, conforme mostrado na Figura 7.6.
Figura 7.4
Editando um
aviso do sistema.
Figura 7.5
Removendo um
aviso do sistema.
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Conversando com outros usuários através de chat
Para conversar com outro usuário online usando o chat, siga o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção ‘Mensagens & Chat” no menu principal;
1 Aguarde o carregamento da aplicação de mensagens;
1 A lista dos usuários locais e remotos deve aparecer (no formato Login – Associada);
1 Encontre um usuário que esteja on-line, o que pode ser feito localizando um círculo verde
do lado esquerdo do nome do usuário. A localização do usuário pode ser feita de diversas
formas: por nome, por papel ou por associada, como mostrado na Figura 7.7.
1 Clique sobre o nome do usuário com quem deseja conversar (parceiro);
1 Um guia deve se abrir do lado direito, com o nome do parceiro (vide Figura 7.8);
1 Na parte inferior, digite um texto e pressione “Enter”;
1 A mensagem deve ser transportada para a parte superior. Nesse momento, o parceiro
recebe a mensagem;
1 Espere uma resposta.
Figura 7.6
Visualizando os
detalhes de um
aviso do sistema.
Figura 7.7
Formas de seleção
de usuários no
chat: por Nome,
por Papel e por
Associada.
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Enviando e recebendo mensagens
O ICD possui dois mecanismos de comunicação entre usuários: síncrona e assíncrona.
Comunicação assíncrona signifca que se um usuário “A” enviar uma mensagem para outro
usuário “B”, essa mensagem será transferida para a caixa postal de “B” para ser lida quando
“B” estiver “online”. Isso é semelhante a um sistema de e-mail.
No sistema de comunicação síncrona, apenas os usuários que estiverem “online” poderão se
comunicar entre si naquele momento. A comunicação síncrona signifca que usuários podem
mandar mensagens instantâneas para outros, como em um “chat”.
Figura 7.8
Conversando
on-line no Chat.
Figura 7.9
Sistema de
mensagens e chat
do ICD.
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Enviando mensagem assíncrona
Para enviar uma mensagem assíncrona, siga o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Mensagens & Chat” no menu principal;
1 Aguarde o carregamento da aplicação de mensagens;
1 A lista dos usuários locais e remotos deve aparecer (no formato LOGIN – NODE) na aba
“Nome”, fltrada por papéis na aba “Papel” e por associadas na aba “Associada”;
1 Selecione o usuário com quem deseja conversar e clique uma vez na imagem
(envelope de mensagem), conforme ilustrado na Figura 7.10;
1 Uma janela deve aparecer;
1 Digite o assunto da mensagem;
1 Digite o conteúdo da mensagem;
1 Clique no botão “Enviar”. Uma janela deve aparecer indicando o envio da mensagem.
Clique no botão “OK”.
Lendo uma mensagem assíncrona
Para ler uma mensagem assíncrona, siga o seguinte roteiro:
1 Selecione a opção “Mensagens & Chat” no menu principal;
1 Aguarde o carregamento da aplicação de mensagens;
1 Selecione a guia Caixa de Entrada;
1 Veja a lista de mensagens disponíveis;
1 Clique na mensagem para visualizá-la;
1 Clique no botão “Fechar”.
Esse procedimento é ilustrado na Figura 7.11
Figura 7.10
Procedimento para
envio de mensagem
assíncrona.
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Registro de atividades dos usuários: auditoria
Todas as ações realizadas por um usuário no ICD são registradas automaticamente no que
chamamos de “log”. O “log” tem a fnalidade de tornar o sistema auditável, de forma que se
possa saber o que foi alterado, quando a alteração ocorreu e o responsável por essa
alteração. Por exemplo, se um conteúdo for removido ou se algum metadado for mudado,
saberemos quem o fez e quando.
Consultando registro de atividades realizadas
Somente usuários com o papel de Administrador de Controle de Acesso terão acesso a essa
funcionalidade. Para acessar a auditoria, basta clicar na opção “Auditoria” no menu principal
e a tela mostrada na Figura 7.12 é apresentada.
Figura 7.11
Procedimento
para leitura
de mensagem
assíncrona.
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A página de auditoria conta com variados fltros que permitem o refnamento da pesquisa.
O usuário pode especifcar o tipo de procura: por ações de usuário, avisos ou erros do sistema.
As associadas também poderão ser selecionadas com a fnalidade de fltrar registros.
1 Intervalo: defne o intervalo de datas em que se deseja realizar a pesquisa;
1 Endereço IP do Usuário: pesquisa registros considerando o endereço IP usado pelo
usuário que executou as ações;
1 Usuários: permite a defnição de um ou mais usuários como critério de fltro de pesquisa;
1 Ações: especifca quais tipos de ação devem ser rastreadas pela pesquisa dos registros
armazenados em log;
1 Ações no Espaço Virtual: especifca que tipos de ações realizadas em Espaços Virtuais
devem ser rastreadas pela pesquisa dos registros armazenados em log;
1 Ações no Conteúdo: especifca que tipos de ações realizadas em Espaços Virtuais devem
ser rastreadas pela pesquisa dos registros armazenados em log.
Figura 7.12
Tela de auditoria
do sistema.
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Todos os fltros são opcionais; dessa forma, para uma consulta geral no sistema de logs
basta acessar a tela e clicar em “Buscar”.
Relatórios
Os relatórios do sistema permitem a visualização de informações sumarizadas sobre o uso
dos conteúdos, sobre a atividades dos usuários e sobre a utilização das funcionalidades do
sistema. Os relatórios são agrupados, portanto, em três categorias:
1 Relatório de Conteúdos;
2 Histórico de Uso de Conteúdos;
2 Conteúdo armazenado na rede;
2 Estatísticas de Acesso a Conteúdos;
2 Estatísticas de Conteúdo Armazenado;
2 Composição da Grade de Programação;
2 Veiculação de Conteúdos;
2 Relatório de Visão Geral.
1 Relatório de Atividades dos Usuários;
2 Relatório de Uso de Conteúdos;
2 Relatório de Índice de Atividades.
1 Relatório de Funcionalidades Mais Usadas;
2 Uso de Espaço Virtual;
2 Uso de Conteúdo;
2 Uso de Relatórios;
2 Uso de Auditoria;
2 Uso de Mensagens;
2 Uso do Chat.
Para acesso ao módulo de relatórios, siga os seguintes passos:
1 Selecione a opção “Relatórios” no menu principal;
1 Todos os relatórios oferecidos pelo sistema possuem um menu de controle na parte
inferior da tela (vide Figura 7.13).
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Disponibilizar relatório em PDF Exibir relatório na tela
Relatório de conteúdos
1 Relatório de Histórico de Uso de Conteúdos: reúne os dados sobre a utilização de
conteúdos no sistema, mostrando a quantidade de downloads e visualizações ao longo
do tempo. O usuário poderá especifcar um intervalo de datas;
1 Relatório de conteúdo armazenado na rede: apresenta gráfcos em barras para o
volume de vídeos armazenados, considerando três pontos de vista diferentes: a) duração
(h); b) tamanho (MB); e c) quantidade. No eixo vertical temos a representação da asso-
ciada, com uma série para o “Total de Vídeos”, e no eixo horizontal temos a informação
sobre os conteúdos armazenados. É possível ter uma visão do volume de vídeos armaze-
nados para associadas específcas que podem ser selecionáveis nesse relatório;
1 Estatísticas de Acesso a Conteúdos: provê informações sobre as solicitações e ofertas
de conteúdos, que refetem nos eventos visualização e download de conteúdos. A apre-
sentação dos dados do relatório é feita através de um gráfco em barras. No eixo vertical,
temos a representação da associada, com um par de barras, uma para solicitação e outra
para oferta. No eixo horizontal, temos a quantidade de realização dos eventos (visualização
ou download). Esse relatório permite uma análise sobre a relação entre solicitação e
oferta, ou seja, o quanto de conteúdo está sendo solicitado, diante do que a associada
tem para oferecer;  
1 Estatísticas de Conteúdo Armazenado: apresenta as mesmas informações contidas no
Relatório de Conteúdo Armazenado na Rede, mas com informações detalhadas que classi-
fcam os conteúdos por formato de vídeo, classifcação indicativa de idade e tipo de vídeo;
1 Relatório de Visão Geral: O Relatório de Visão Geral mostra todos os relatórios de conte-
údos agrupados em um só documento.
Figura 7.13
Menu relatórios.
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Relatório de Atividades dos Usuários
A opção do menu “Relatórios” > “Relatório de Atividades dos Usuários” agrupa relatórios que
contêm informações sobre interações de usuários com o sistema.
1 Relatório de Uso de Conteúdo: exibe uma tabela com a quantidade de conteúdos
baixados, visualizados, transferidos, cadastrados ou editados por usuários. É possível
selecionar um intervalo de tempo para fltrar as informações do relatório;
1 Relatório de Índice de Atividades: exibe um número que estima o percentual de horas
úteis em que cada usuário passou utilizando o serviço, baseado na duração dos logins.
Quanto maior o índice, maior é a utilização do sistema pelo usuário. É possível selecionar
um intervalo de tempo para fltrar as informações do relatório.
Relatório de Funcionalidades Mais Utilizadas
A opção de Relatório de Funcionalidades Mais Utilizadas agrupa relatórios que contêm infor-
mações sobre interações de usuários com o sistema.
1 Relatório de Uso de Conteúdo: exibe uma tabela e um gráfco em barra com a quanti-
dade de ações realizadas nos conteúdos da associada. As ações possíveis são: comparti-
lhamento, preview, atualização, cadastramento e download de conteúdo;
1 Relatório de Uso de Espaço Virtual: exibe uma tabela e um gráfco em barra com a
quantidade de ações realizadas nos Espaços Virtuais da associada. As ações possíveis
são: Listagem local, Listagem de todos os Espaços Virtuais, adição, edição e remoção de
Espaços Virtuais locais;
1 Relatório de Uso de Relatório: exibe as atividades executadas na sessão relatórios.
Através desses dados será possível identifcar a quantidade de vezes que os relatórios
foram utilizados;
1 Relatório de Uso de Auditoria: exibe uma tabela e um gráfco em barra informando a
quantidade de vezes que foram realizadas buscas na auditoria;
1 Relatório de Uso de Mensagens: exibe uma tabela e um gráfco em barra informando a
quantidade de mensagens enviadas ou removidas;
1 Relatório de Uso do Chat: exibe uma tabela e um gráfco em barra informando a quan-
tidade de bate-papos realizados entre os usuários da mesma associada (intra-nó) e entre
usuários de diferentes associadas (inter-nó).
Exibição de relatórios em PDF
Todos os relatórios do sistema podem ser visualizados no formato PDF. Ao solicitar qualquer
relatório do sistema, as informações são processadas e os resultados exibidos em tela.
No menu inferior da tela de exibição do relatório, existe o botão

.
Ao clicar em “Exibir relatório em PDF”, um arquivo no formato PDF é gerado e exibido em
tela, podendo ser armazenado, se assim o cliente desejar.
1 “Adicionar”.
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Roteiro de Atividades 7
Atividade 7.1 – Trocando mensagens on-line com usuários
1 Selecione o menu “Mensagens e Chat”;
1 Selecione um usuário que esteja on-line (círculo verde ao lado do login exibido
na listagem de usuários do chat);
1 Digite uma mensagem e aguarde uma resposta;
1 Quando o parceiro responder a sua mensagem, um som será tocado e a mensagem exibida.
Atividade 7.2 – Trocando mensagens off-line com usuários
1 Selecione o menu “Mensagens e Chat”;
1 Selecione o usuário para quem deseja enviar uma mensagem assíncrona e clique uma vez
na imagem (envelope de mensagem);
1 Uma janela deve aparecer;
1 Digite o assunto da mensagem;
1 Digite o conteúdo da mensagem;
1 Clique no botão “Enviar”. Uma janela deve aparecer indicando o envio da mensagem.
Clique no botão “OK”;
1 Confrme com o destinatário o recebimento.
Atividade 7.3 – Acessando a Auditoria
1 Selecione o menu “Auditoria”;
1 Usando a interface do ICD, extraia informações diversas sobre as atividades dos usuários.
Atividade 7.4 – Visualizando os relatórios
1 Selecione o menu “Relatórios”;
1 Usando a interface do ICD, solicite os relatórios disponíveis.
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Atividade 7.5 – Visualizando e salvando um relatório em PDF
Visualizando o relatório de uso de conteúdos:
1 No menu principal, selecione a opção “Relatórios” e depois “Relatório de Atividades
dos Usuários”;
1 Marque a caixa de seleção “Relatório de Uso de Conteúdos”;
1 Clique no botão “Exibir Relatório”, localizado na parte inferior direita da tela;
1 O relatório será exibido em tela;
Realizando o download do relatório de uso de conteúdos:
1 No menu principal, selecione a opção “Relatórios” e depois “Relatório de Atividades
dos Usuários”;
1 Marque a caixa de seleção “Relatório de Uso de Conteúdos”;
1 Clique no botão “Exibir Relatório”, localizado na parte inferior direita da tela;
1 O relatório será exibido em tela;
1 Clique no botão “Exibir relatório em PDF”;
1 Uma nova aba será aberta no seu navegador com a exibição do PDF;
1 Clique no menu do navegador “Arquivo” > “Salvar como”;
1 Selecione um local para armazenamento e clique em “Salvar”.
Atividade 7.6 – Comunicação do sistema para usuários
Publique um aviso aos usuários informando uma parada para manutenção do ICD.
1 Selecione a opção “Confgurações” do menu principal;
1 Selecione a opção “Avisos”. A lista de avisos cadastrados no sistema será apresentada;
1 Clique no botão “Novo”. Será exibida um tela solicitando os dados do novo “Aviso”;
Preencha-os dados e clique em “Adicionar”.
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Backups, Comunicação com Aplicações
Externas e Suporte a Storages
Conhecer as tecnologias usadas no desenvolvimento do ICD; Aprender os proce-
dimentos de instalação; Obter informações sobre a manutenção do sistema; Fazer
backup e exportação de dados, além da comunicação com sistemas externo e com
os usuários para obter suporte.
Tecnologias usadas no desenvolvimento do ICD; Procedimentos de instalação, manutenção
do sistema, backup, exportação de dados, comunicação com outras aplicações e suporte.


Tecnologias e aplicativos utilizados no ICD
O ICD é um serviço que foi concebido para permitir o compartilhamento de conteúdo
audiovisual entre associadas de uma rede de TV ou de rádio. Usamos o termo “associadas”
genericamente para representar instituições afliadas ou retransmissoras da rede de TV
ou Rádio. A ideia básica é que as associadas usem o serviço ICD para acessar uma rede de
conteúdos digitais e possam pesquisar, visualizar, enviar e baixar conteúdos das associadas.
Toda a transferência de dados é feita sobre a Rede Ipê, que é a rede de comunicação de
dados mantida pela RNP – Rede Nacional de Ensino e Pesquisa.
Dentro de cada associada podem existir dois computadores: um digitalizador de conteúdos
(máquina codifcadora) e um servidor que é o repositório de dados (máquina repositório).
As máquinas codifcadora e repositório são conectadas como mostra a Figura 8.1.
Roteador
Switch
Repositório
de Conteúdo
Digitalizador
de conteúdo
MA
PA
BA
RJ
BSB
2,5 Gigabits
34 Megabits
16 Megabits
4 Megabits
10 Gigabits
DDDM
PINS
Conexões e circuitos
SP
Rede Ipê (RNP)

Figura 8.1
Esquema de
interconexão dos
equipamentos do
Serviço ICD dentro
da associada.
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O papel do repositório é armazenar fsicamente os conteúdos audiovisuais, mudar formatos
de codifcação e enviar e/ou receber dados para/de outros repositórios. Além disso, o repo-
sitório deve prover uma interface cliente para o usuário fnal, na qual poderá dispor de todas
as funcionalidades do serviço.
O papel da codifcadora é digitalizar os vídeos e áudios analógicos e servir de base para
cadastrar os conteúdos no ICD.
Um conjunto de associadas do mesmo grupo administrativo que desejam compartilhar
conteúdos digitais forma um domínio, como discutido na sessão de aprendizagem 1
(vide Figura 1.1).
Tecnologias e aplicativos utilizados no ICD
Ambiente operacional do servidor: Linux (Ubuntu, RedHat, Debian homologados);
Ambiente operacional do cliente: Navegador Firefox 15+ ou Chrome 20.0+;
Núcleo: JAVA, EJB 3, JPA;
Interface: JSF, Facelets, Richfaces, Flex;
Base de Dados: PostgreSQL (ou qualquer outro que siga o padrão ANSI);
Servidor de Aplicações: Glassfsh v2.1;
Integração com outras plataformas: Web Services – JAX/WS, SOAP;
Aplicativos para tratamento de mídias (áudio e vídeo): FFMPEG e MediaInfo;
Distribuição de fuxo de mídias: RVD (DVOD) e Red5;
Pacotes e aplicações utilizados pelo ICD: dialog; red5; eclipse (apenas para máquinas de
desenvolvimento); pgadmin3 (apenas para máquinas de desenvolvimento); sun-java6-jdk; java-
-package; sun-java6-jre; sun-java6-plugin; sun-java6-fonts; nmap; postfx; openssh-server; vim;
rssh; ant1.8 ou ant; postgresql-8.4 ou postgresql-8.3; vlc; fashplugin-installer; imagemagick;
mediainfo; youtube-dl; pgadmin3; fvtool2; ntp; ntpdate; FFMPEG 1.2; Glassfshv2; JDVoD v3.
Procedimento de instalação
A instalação do ICD pode ser realizada através da utilização da ISO ICDBuntu, que é uma
imagem ISO do Ubuntu especialmente confgurada para o ICD.
A instalação do ICD é feita a partir de uma distribuição Linux personalizada baseada no
Ubuntu Server versão 12.04 LTS, que chamamos de ICDBuntu. Entre em contato e obtenha a
ISO (imagem para gravação de um DVD) e o tutorial de instalação.
Depois de instalado o ICD, siga as instruções adiante para confgurá-lo e iniciar sua operação.
Manutenção do sistema
1 Backup da base de dados (Metadados);
1 Backup de conteúdos;
1 Exportação/Importação de dados;
1 Confgurações de storages;
1 Visualização de log do serviço.
Saiba mais
Para obter a ISO
ICDBuntu e um guia de
instalação, entre em
contato com a RNP ou
com a Dynavideo, nos
seguintes endereços
eletrônicos:
icd@rnp.br ou
icd@dynavideo.com.br.
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Backup do banco de dados (Metadados)
Responsabilidade do administrador do domínio, deve-se utilizar o script dump.sh, localizado em
“/usr/local/itvp/script/dump_icd/dump_icd.sh” na máquina repositório. Esse script faz o backup
do banco de dados e armazena-o no diretório de conteúdos do ICD de cada repositório. Ele
também serve para acessar todos os repositórios do domínio para fazer o backup do banco de
dados e salvá-lo no(s) servidor(es) Mestre(s), além de efetuar a restauração do backup.
Backup dos conteúdos locais
O backup dos conteúdos locais é de responsabilidade do administrador da associada.
Devendo utilizar o script sync.sh, localizado em “/usr/local/itvp/scripts/sync.sh” na máquina
repositório. Deve ser conectada à máquina alguma mídia local (exemplo: HD Externo), para
que o script efetue a cópia dos arquivos do diretório de conteúdos.
Exportação/importação de dados
A opção exportação/importação de dados está disponível na interface do usuário. Podendo
ser acessado nas telas de listagem de Espaços Virtuais, usuários e conteúdos, através
do botão “Importar/exportar”, que se encontra na barra logo abaixo do título da seção.
Essa função é útil para efetuar migração de dados entre associadas. Pode ser usada para
importar/exportar: Espaços Virtuais, conteúdos e usuários.
Configuração de storages
Na interface da aplicação ICD, é possível confgurar vários diretórios ou partições para arma-
zenar os conteúdos e onde devem ser defnidas as prioridades de cada diretório.
Um storage existente na instituição com permissão de gravação pode ser mapeado para um
diretório da máquina repositório onde o ICD está instalado (vide Figura 8.2).
A tarefa de confgurar o mapeamento de um storage para um diretório deve ser feito pelo
pessoal técnico de informática da associada.
home /
usr
bin
mnt
opt
contents
storage1
storage2
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Depois de mapear o storage em um diretório, deve-se cadastrar os diretórios no ICD através
da opção “Repositórios” no item “Confgurações” do menu principal. A tela resultante é
mostrada na Figura 8.3.
Figura 8.2
Mapeamento de
storages para
diretórios no
nível do Sistema
Operacional.
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Os repositórios serão usados de acordo com a prioridade (prioridade 1 é a maior).
O repositório marcado na coluna “Padrão” é o que está sendo usado para armazenar os
conteúdos no momento. Caso o espaço esgote na partição atual, haverá o chaveamento
automático para a próxima (caso exista), segundo a prioridade.
Visualização de log do serviço
A interface para exibir console de erros do servidor de aplicações (Glassfsh) é útil para
visualizar detalhadamente os eventuais erros ocorridos na aplicação, podendo ser acessado
através da opção “Visualizar log do servidor” no menu principal da aplicação. Uma nova
janela será aberta com o log atualizado em tempo real. Opções poderão ser utilizadas para
fxar a posição do texto e limpar a informação exibida na janela atual.
Comunicação com aplicações externas
O ICD possui um mecanismo utilizando Web Services que possibilita a integração com sis-
temas externos, independente da tecnologia utilizada por esses sistemas. O mecanismo de
integração possui um fltro de segurança que só libera o acesso à servidores pré-cadastrados.
Configuração de servidores para comunicação via Web Services
O ICD possui um mecanismo utilizando Web Services que possibilita a integração
com sistemas. Esse cadastro é feito na opção “Confguração de Hosts WS” no item
“Confgurações” do menu principal da aplicação (vide Figura 8.4).
Figura 8.3
Mapeamento de
storages para
diretórios no nível a
aplicação ICD.
Figura 8.4
Confguração de
permissões para
acesso a serviços
web no ICD.
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Configurando o acesso para servidores externos
Para um servidor externo se comunicar à aplicação é necessário cadastrá-lo. Deve-se
informar o identifcador, a chave pública e quais permissões ele possuirá.
Na tela de confguração de hosts externos, os seguintes dados são apresentados
para preenchimento:
1 Identifcador: identifcação textual para descrever o servidor externo que possuirá
acesso na aplicação;
1 Host: endereço IP ou DNS do servidor da aplicação externa;
1 Ativo: libera a comunicação caso habilitado e suspende caso desabilitado;
1 Certifcado: chave pública do servidor destino. Será utilizada para identifcar se a
requisição enviada corresponde ao servidor cadastrado;
1 Permissões: devem ser selecionadas as operações que a aplicação externa terá
permissão para executar. As seguintes opções são disponibilizadas:
2 Buscar conteúdo: efetuar pesquisar por conteúdos;
2 Editar conteúdo: alterar dados de um conteúdo específco;
2 Enviar conteúdo ao MAM: enviar conteúdos para algum Media Asset Manager (MAM)
que esteja integrado ao ICD;
2 Inserir conteúdo: cadastrar um conteúdo;
2 Listar canais: listar os canais existentes;
2 Listar conteúdo: listar os conteúdos existentes;
2 Listar conteúdos associados ao MAM: listar conteúdos que foram enviados a algum
MAM pelo ICD;
2 Listar conteúdos públicos: exibir os conteúdos que foram marcados como públicos
dentro da aplicação ICD;
2 Listar conteúdos ausentes do cliente: recebe como parâmetro os conteúdos que o
cliente já conhece e retorna quais conteúdos foram adicionados;
2 Listar conteúdos ausentes no servidor: recebe como parâmetro os conteúdos que o
cliente possui e retorna quais conteúdos o servidor não possui, ou seja, foram adicio-
nados apenas no cliente;
2 Listar Espaços Virtuais: listar os Espaços Virtuais existentes;
2 Listar tickets: listar os tickets registrados no sistema. Um ticket identifca uma requi-
sição de comunicação realizada, onde é possível acompanhar o andamento do processo;
2 Recuperar ticket: recuperar os dados detalhados de um ticket registrado;
2 Remover conteúdo: remover um conteúdo cadastrado;
2 Requisitar digitalização de conteúdo: requisitar a inserção da versão digital de um
conteúdo que só possuía descrição da versão analógica;
2 Solicitar transferência de conteúdo: solicitar a transferência de um conteúdo
específco para uma instância do ICD remota. Por exemplo: num cenário onde a apli-
cação ICD funciona de forma distribuída em servidores no Rio de Janeiro e no Distrito
Federal. Através desse método é possível um servidor externo solicitar a transferência
de um conteúdo que está no Distrito Federal para o Rio de Janeiro.
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Contas para comunicação com YouTube
É possível confgurar múltiplas contas para enviar conteúdos para o YouTube.
A confguração é feita na opção “Confgurações” do YouTube, contida no item “Confguração”
do menu principal da aplicação.
As informações que devem ser preenchidas são:
1 Nome da conta: nome que será utilizado para identifcar a conta. Será o nome exibido
quando o usuário precisar selecionar para qual conta vai enviar um vídeo do sistema;
1 Usuário: login do usuário do YouTube;
1 Senha: senha do usuário do YouTube;
1 Chave do Desenvolvedor: código gerado pelo YouTube que libera a utilização da conta
para o recebimento de vídeos de sites externos. Para obter esse código, deve-se acessar
o seguinte endereço: https://code.google.com/apis/youtube/dashboard, autenticando-se
com a respectiva conta.
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Roteiro de Atividades 8
Atividade 8.1 – Backup de conteúdos
Abra uma janeja de comandos do Shell (um terminal). Usando o terminal, entre no diretório
de conteúdos usando o seguinte comando:
cd /home/icdupload/icdcontent
1 Conecte uma mídia externa formatada como FAT (exemplo: um pen drive ou HD externo)
na máquina repositório e em seguida digite os seguintes comandos:
mkdir /mnt/backup
mount –t vfat –o unmask=0000 /dev/sdb1 /mnt/backup
O caminho nem sempre será “/dev/sdb1”, variando de acordo com o tipo de disco
(IDE ou Sata) e do número de partições existentes.
cp * /mnt/backup
1 Aguarde o fm da operação e em seguida remova a partição com o seguinte comando:
umount/dev/sdb1
Atividade 8.2 – Exportação e Importação de dados
1 Exportar Espaços Virtuais:
2 Selecione o menu “Conteúdos” > “Espaços Virtuais Locais”;
2 Em seguida, no menu “Exportar/Importar”, clique em “Exportar Espaços Virtuais”;
2 Selecione os Espaços Virtuais para exportação;
2 Em seguida, clique no botão “Exportar”.
1 Importar Espaços Virtuais:
2 Selecione o menu “Conteúdos” > “Espaços Virtuais Locais”;
2 Em seguida, no menu “Exportar/Importar”, clique em “Importar Espaços Virtuais”;
2 Selecione o arquivo exportado pelo sistema para que seja importado – XML ou ZIP.
1 Exportar Usuários:
2 Selecione o menu “Usuários” > “Gerenciar usuários”;
2 Em seguida, no menu “Exportar/Importar”, clique em “Exportar usuários”;
2 Selecione os usuários a serem exportados e, em seguida, clique no botão “Exportar”.
1 Importar Usuários:
2 Selecione o menu “Usuários” > “Gerenciar usuários”;
2 Em seguida, no menu “Exportar/Importar”, clique em “Exportar usuários”;
2 Selecione o arquivo exportado pelo sistema para que seja importado – XML ou ZIP.
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Atividade 8.3 – Configurando os Storages
1 Cadastrando um novo storage:
2 Selecione o menu “Confgurações” > “Repositórios”;
2 Clique no botão “Novo”;
2 Clique no botão “Escolher”. A tela para escolha da pasta aparecerá;
2 Escolha a pasta e em seguida clique no botão “Confrmar”;
2 Clique no botão “Salvar”.
1 Mudança de prioridade:
2 Selecione o menu “Confgurações” > “Repositórios”;
2 Na lista de repositórios cadastrados, na aba “Prioridade”, para aumentar prioridade
clique no botão e para diminuir a prioridade clique no botão .
1 Editando o caminho do storage:
2 Selecione o menu “Confgurações” > Repositórios;
2 Na lista de repositórios cadastrados, na aba “Ações”, clique no botão “Editar” ;
2 Clique no botão “Escolher”. A tela para escolha da pasta aparecerá;
2 Escolha a pasta e em seguida clique no botão “Confrmar”;
2 Clique no botão “Salvar”.
Atividade 8.4 – Obtendo a chave de desenvolvedor do YouTube
Nesta atividade será mostrado como cadastrar uma conta de comunicação com o YouTube,
que será utilizada no momento do envio de conteúdos para o YouTube. Durante o cadastro
dessa conta, será preciso informar uma chave de desenvolvedor.
1 Acesse o site https://code.google.com/apis/youtube/dashboard
1 Será solicitado que você realize o login no YouTube. Se você ainda não tem uma conta no
YouTube, acesse o link http://www.youtube.com/create_account para criar uma conta e
depois execute esta atividade a partir do primeiro passo;
1 Clique no botão “New Product” ou “Novo Produto”. Depois, informe um nome para o
produto e, em seguida, clique no botão “Save” ou “Salvar”. Será gerada a chave de
desenvolvedor, conforme mostrado na Figura 8.5. Copie-a para cadastrá-la no ICD.
Figura 8.5
Copiando a chave
do desenvolvedor
do YouTube.
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Atividade 8.5 – Cadastrando a conta do YouTube no ICD
1 Acesse o ICD com o login de admin ou com o login de um usuário que possua o papel de
“Administrador de Confguração”;
1 Acesse o menu “Confgurações” > “Opções do YouTube”;
1 Clique no botão “Novo” para cadastrar uma nova conta de comunicação com o YouTube;
1 Informe um nome qualquer, o usuário e a senha da conta do YouTube e a chave do desen-
volvedor, como mostra a Figura 8.6;
1 Em seguida, clique no botão “Salvar”.
Atenção: se a senha da conta de acesso ao YouTube for alterada, será preciso atualizá-la
no ICD; caso contrário, não será possível exportar conteúdos para o YouTube.
Pronto! A conta está cadastrada. Quando for exportar um conteúdo para o YouTube,
basta selecionar a conta recém-criada.
Figura 8.6
Cadastrando
uma conta de
comunicação com
o YouTube no ICD.
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Bibliografia
1 WAGGONER, Ben. Compression for great video and audio: master tips and
common sense. 2° Edition. Focal Press. Oxford, United Kingdom. 2009.
1 HARTER, Lawrence. Introduction to MPEG: MPEG-1, MPEG-2 and MPEG-4.
1° Edition. Althos Publish Inc. USA. 2006.
1 LIU, Jia. Metadata and its applications in the digital libraty: approaches and
pratices. 1° Edition. Libraries Unlimited. Westport, Connecticut, US. 2007.
1 CIANCI J, Philip. Technology and workfows for multiple channel content
distribution: infrastructure implementation strategies for converged
production. 1° Edition. Focal Press. Oxford, UK. 2009.
1 AUSTERBERRY, David. Digital Asset Management: professional video and
television fle-based libraries. 2° Edition. Focal Press. Oxford, UK. 2006.
1 Moving Picture Experts Group – MPEG. http://en.wikipedia.org/wiki/MPEG.
Acessado em 29-set-2011.
1 Dublin Core Metadata Initiative. http://dublincore.org/specifcations.
Acessado em 29-set-2011.
1 Public Broadcasting Metadata Dictionary Project – PBCore.
http://pbcore.org/v2/attributes. Acessado em 29-set-2011.
1 MPEG-21 Overview. http://mpeg.chiariglione.org/standards/mpeg-21/
mpeg-21.htm. Acessado em 29-set-2011.
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mpeg-7.htm. Acessado em 29-set-2011.
1 TV-Anytime Forum Website. http://www.tv-anytime.org.
Acessado em 29-set-2011.
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Equipe Empresa Dynavideo Uma empresa que atua com
foco em aplicações avançadas em Gerenciamento de Ativos
Digitais, TV Digital, soluções desafadoras.
Denio Mariz Timóteo de Sousa é professor do IFPB desde
1991 e professor do Programa de Pós-Graduação em Infor-
mática da UFPB, além de pesquisador do LAVID (Labora-
tório de Aplicações de Vídeo Digital) da UFPB, atuando em
diversos projetos de pesquisa na área de TV digital, Cinema
Digital, Redes de Distribuição de Conteúdos e Sistemas de
Gerenciamento de Ativos Digitais.
Diego Ernesto Rosa Pessoa lidera a equipe de desenvol-
vimento da Dynavideo e faz parte do corpo de professores
do IFPB.
Aécio dos Santos Pires é administrador de software da
Dynavideo.
Rafael Pinheiro Sousa é desenvolvedor de software da
Dynavideo, uma empresa que atua com foco em aplica-
ções avançadas em Gerenciamento de Ativos Digitais e
middleware para TV Digital.
Juliana Maia Leite é desenvolvedora de software da
Dynavideo.
Rafael da Trindade Serrano Chiappetta dos Santos é Inte-
grante da equipe de engenheiros de software da Dynavideo.
Francisco Sales Neves de Souza Lima Júnior é Desenvol-
vedor de sistemas da Dynavideo.
José Fernando Santos de Carvalho é tutor em Análise de
Sistemas e integrante da equipe de engenheiros de Sof-
tware da empresa Dynavideo.
Diénert de Alencar Vieira é integrante da equipe de enge-
nheiros de Software da empresa Dynavideo.
Ygor Oliveira de Carvalho é desenvolvedor de softwares
da Dynavideo.
ISBN 978-85-63630-42-1
9 788563 630421
Plataforma de IntercâmbIo de Conteúdos DIgItaIs o curso
capacita o aluno na utilização do ICD (Serviço de Intercâm-
bio de Conteúdos Digitais), plataforma de software destina-
da a gerenciar e compartilhar ativos digitais em uma rede
Através da metodologia da ESR, baseada na realização de
atividades práticas em sala de aula, serão apresentados
padrões e formatos de mídias digitais, o gerenciamento
de ativos digitais e as funcionalidades da plataforma. O
à produção ou utilização de mídias digitais em geral.
como cadastramento de conteúdos, descrição de metada-
dos, atribuição de permissões, compartilhamento de con-
demais funcionalidades da plataforma ICD.
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