A cidade do Porto e as invasões f~aneesas (1807-1809) Jorge filartins Ribeiro U~iivcrsi<la<lc Porto do 1:aroldvde de Levas Ilrl>al. <!eI:s~i#<li>r Politicos e Intct.iinis .liiriieiiio de HiriGriii <.iiiicii.

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crrbirirt r l ~ 1. O licgciiie I). "<c sirbniissão de Por~irg~il.s. o cri1 Maio de 1803.os acoiitcciirieiicos vicraiii <Icse~ipiiá-lo.i çoru a Grã<Ia a I3rclarilia. ni trouc<: ulie rrrrri(. cni 26 de klarço de 1802. lios dcisoii ~'olgc~rlos rrlg~r~ri por terrrpo. ziii Prolegóinenos d a iiivasão de 1807-1808 Uo~ialrwte. I. c a actuação do gcni:i. 1ior6111. queria retirar aos iriglescs o apoio i10 país qiic ele coiisiilcrava ser o seu iiiiico aliado li« ci>ntiiieiiteeuropcii. </@l~:l'"%s<:dlr.slsti de 1820. g4114rrrux r~ridoisc o r r i r n ~ ~ i i ~ l ~/r«iipes porlirgi~isr:~. . lalvcz inge~ioaiiiciiic~ acreclitou iia dural~ili<la<le 11.s.aiiiii:s crii I.c. a qual. ni~rgri. Na realidade. João.niirlr~~s j'cri:(ris ii r...sorg([rris<. clesdc 180 I. Recorde-se que o general Boiiaparte se toriroii primeiro cônsul depois do golpe de estado de 18 do Brumário do alio VI1 (9-10 de Novembro de 1799) e que a E s p n h a . qcie "/<ri . Jíri seriri rlue c'irrrit ~rioiiisrii:er.solor <c Irrgloten-a. (Ia aiicoria de Sra~i-Clauclc o I)aiii. Manuel Godoy./<rctorvri<. do que uiii 11aís sol~craiio.:s4~. (1e. o território inetropolitano português revelava-se necessário para a prossecução d c um dos seus objectivos principais.isboriirr c.Dc facto.iiniiic.sirr. a derrota da Grã-Bretanlia.aiirics. rcçoiiieço da giiei. coritribuinilu pnm i. De facto.!.islioa.s 6yrreIlrr ~ < I Z ' ' ~ . ir/c:li<~r-. oii seja: I'ortugal. Eoi Ihreve. tia qiial este autor arirrira qiie quanclo o novo eiiil~aisa<lor clicgoii a I.s. npnlecia cori~o urri penlior su.orrrbr~t/r~?"'. dcsciiil~aicoii qiic nie scii eiiteii<lei.slrr c/i«i. /c.SCIS coinl~licccçúes. rirris ~ifio resulreu rienlcurrrii ilcrs IIOS.s-lii<imu.s Irs ~ i i ~ /<I jiriiipisc.Ji11~ri~~n~~.i.iz c que esta llic i~criiritiria iiiaiiutcriçio (Ia ali. na sua Ilistúr-ia clri Reuoluçfio 1'ortugue. i/is[1r..4. /c1 /<cctor~rirriilgl<ri.eiicuntmr.~crnglnise. cm sua opinião. ~ i i i i i idos sciis pririieiros rclaiórios para Paris Laiiiics cscrcve: rlrril~«iiiii I~isboiirre.iiiç.u'cri:r.se rn p»ss<?ssioiide loos /c.Nos iriícios do século XIX Portugal e consequcnteinente a cidade do Porto ver-se-ão envolvidos nas teias da política napoleónica.c celiii i/<. irri rriifii.isl>»e. cuja política coiitinuava doiiiiiiada por I).al 1. d!.scep6vel de a obrigar a rieg~cinr"~.si e1 ~I~J/IL'/P 1 r j> 1~ I~lrrgllet(?rr~:. cra iiiais uma ci~liiiiia iio iiiglcsa. Logo ytie (L girerm /osse r~our~mente rlecl«rucln pelei Glri-Bre~ririlrrr. se aliou à f i a i i ~ a . iVão deixa <Icser inieressaiitc rnc~icioiiarqiic iriria I~iograliare<:ciito s o l ~ r c rcCcrido I.s nos riresrri<is corirlições ~an1eriore. escreve acerca da 1'21~de Ainieiis. -rio.Ile relerir o quc José ütlrriaga.

iienlium familiar seu que pudesse legitimar a ocupaqào do país.sico. 51. ! \ I J ~ Sa I>ar~icla g<:iicral Laiiiics.ol>ne/Iriri. S5o Iltiilo: Liworin Piotieira Editora."" 00s Assegurando-se do concurso da Esltanlia clc D.s. o </I.rici<r hri~riiii~:os. 169. Jorgc \lai. Jean-Cliiu<ler>b.fiiit<:esri. comandado por Junot. 143. 1971l.aii$ois.Ilisióri<i Dil>lontiiric<i I'~r:r~~i~~sn~cr»~sr~~~z~es i\'acios. I'utiiro clu~liic:ele /\braritcs a liitiiro coiriaii<laiitc do rstrcito que. Nal)olcão.I Fitndnc60 Erig'.il..cir. Aiidri.. liavia. 11. c anlc a iiiil>»ssibili<laíl~~ uciic!cr ii~ilitariir<:ril<: cIc a 6rã-l3rcitaiilia. 1). p.a~l«r I'i.si<.s<~rricirr-opcus. . 198rl. a 29 de Outubro de 1807. lle a1:orllo coin o I /I(LI. 11clo I)ccrcto <le I3erliir1. eni 1807. ' RIBEIRO. clcclarava as illias I~ritairicasoni cstatlo <Ic I)lo<luei<i.idn<le Biil<iiiicn<I« I'orro <Ii<r. iio <I:~sf~iirolrir <rcorr/eci:rirrr/osr:r11 p«/>el rleci.'i'r-ei!rrl>ol6<iiticnrtr. o a 12 de Ouiubro. passava a li.\iiilré. cm três.al'algai cin Outnl~ro IIC 1805. 339-4/10. 11~1 iri</~í.oii".si<rrlu liiienr': ".s~ih«l/erriizciu<i rsl~írifo o ri<i::ioir(il I? c/c i-esi." !\liás.iri<.spii-il« iriici(i/iiri pnr<: rrrrori~rni. ob. cir.rnaii<l Colie.al>ourclctte.»h. entretanto.Orrii curlln o ~<?iiif)o [ ~ I I C11111 pl<trio <. S o q e Borges rle . Jcan-Trançois.s/ricl ing/~. segrinclo Jcari- -Fraiiçois I. l. embarcado para o Brasil. 11. "oir/ro r-<. que partia..sirl>sli/riís. ainda.iii. Na opinião elo ao Sorg~:I3orgcs ele hlacctlo rst.« rc:solvcii usar a ariri. Icrriçcrr--. Senti-l:i. 1'tii.. p. iiáo tcriclo o Regeiite. incio <IasOrclriis cin Coriscllioí.gia era "cl~~rrin. 136. Porto: 1iiihot.s <le. " I:UGllill. "o poder político-rei" nào poderia cair tia mào dos franceses. j i iinl~ci.Ecii.(or~a. i\ncónio dç i\liiieirla. qiic 1-oii~lrcsvai ripostar 11"'...i e<:onóriiica [>ara a clcrro(air I?ii. IIC 21 clc Novciiil>ro de 1806.<inre iiic<i. Coit. pp.AHOUIlIlT:I"I'I':. Napolc.o giicJrr<i.tins . 157-158.sci 1~sfirc. (Ir. pp.sqirr . o qiial. '171--173. 0 3 .. irivacliri Portugal".. "l'<ir/iigc~/cii-ic: I: rornnr. Ilcstc riiodo.siiccs<:s.rlios<<ii<i» irirliiirir-SP 1.ric<rro lei>iliu<Iei\'?~~~olr<i» i (1800-1815).se rios Ornps (/ri I+<rriça"'. Exército ele l'oortugal. cir. entrando em Lisl>oa a 27 dc Noveinbro. clos ~:iiil~aisaclor para Lisbou o geiicral Jiiriot.ssirri corrio o s<.. toriioii a Iiiglat<:rra a "seiiliora alisoltita clos iriarcs" I: Icclia\za Nal~oleãu rio c:oriliiieiiio ciirol. oiilros riierr<rrlo.I. ob.ariceua c cs[>aiiliola ria 11atallr.ontcira ~~ortuguesa.i ii ol'~:ito. (:/<irri c/<. %ODCCIIO'I: Sacqites.:I rcI'crido i~ritor. LIY~REILLE. . hId\CEUO. .L. . s..s as (1807-1811). O aiiiqnilaiiiciito <Ias riiariiilias I.~i:straii.~/r<r/<jRi<:» (ICSI~I rr(r/~rrc'z<iI C C I ' S S ~ ~ < I I ~ < I ler <!pi/:~. Ig:ior<ri~<r os c:iii</iz o ~ ~ r i ~ ~ f ~ i / i i i r r / < i r r ~qrre~ es/<ii?<f <~~ l<~/ r/es~rii~~~ihr:rirlo. No scgiiinieiiio clisto. 1990.lr ~.só<. ti:. </os (r. " IL\BOURDí?í'~C. c após a assinatura do Tratado ele Foniaineblcau.i~:r\i. D>\\lt\hl\lE./<?r /JOii<. hlaiiuel Godo): cIc iiiodo a coiisegiiir auloriiração ele Maclrid para a passagein de tropas através do seu território. cii\~ioiiconio 1). segriii~lo (10 Scaii-Claucle I)ariiarrim<: se havia i<iiiiad« airiigo clo ~>ríiicipc So50.d. i\ hniília real..i (Ir 'l. não ficando eni Portugal. o território mctrol~olitano ~~ortuguês. Insiiiiilo dc Ilelesa S. 1'11.1:i : Com 0 rccoincço das Irostili~la<lcs Bonal~arte esigii~ li:clio 110s portos portugueses i navegacão o inglesa c 0 pagiiiiciito cIc unia pesalla iiicleiriirizacão.

iiiis. coiii o título de rei da Lusitâiiia Setcirtrioiial.aiiqiiila e scriaiii os mais atingidos coin a ocupaçiio.ios c os rcsiaritcs.iirtc c cónsul iio I'orto. por oiitro. logo ein ilgosto de 1807. como por exemplo Nápoles".essar a I'ortugnl. coriicçarairi a adoptar riicdi<las afim de salvaguardar os bi:ns dos seus súbditos.. Iis c kritos. pelo iiicnos.iiein eliminar o titular legítiino do podei. os súh<litosrla Grú-Bre~aiilia..i«s. altura c111 que o seu destiiio seria dccidiclo"'. eriiprega<lo(Ia (irriia Ilii~it. l\'r. Nnvas . Aléiii ilisto. o "rei-diiiastin': a exemplo do que se passara iroutros países. I~ossoíaii~ \zalor aviilla<lo. tirerarii de oiii iitilizar outros cx~>cdiciitos. de li~rnia traiislerirciii capitais. o Alentejo e o tUgarvc seriain dados a D. 'irás-os-Montes. fillia de Carlos IV. ciii I'ortugnl.irre. pelo iiieiios.~\AIIItI:Z-CR~Z. riatiiralizoi~-se & ~>ortugiiês. ert "'RIBEIRO. 1.eis Icvaraiii para a (>rã-Brehiili. vindo residir pare o I'orto ciii I)c~e~iil>ro iiiesiiio ano. Priiicipc da PZL.ivaiii garaiitir o pagarn~:nto (li: einl~rtstiiiios coritraíclos.a Coriiii. Ilcste iiioclo. à IiaL geral. I<ecorde-se que. Coino Sortiia de Iwotcger os sciis Iieiis iiiO\.\n:sac. Maria Luisa. jiitito de portugiiescs. cri1 nreados de Outuhro.algo<lno. o Entre Douro e Minho. cir.isl>oa.a-se que apesar do cóiisol geral: rcsi<leirtc erii I. eiitt.. Jo%e\la~. caso iino piiclcsscrn rcgi.i>ri I<< Ç:IPTT<I 10 I. \Villiarri \V. iiicluindo a cidade do Porto. teiiios notícia <lo Siicto de cinco deles. 102: I1. coiii os seiis I~cns raiz. I'o dcc:lai.~: I'iil>licacioncs . procuraram iicutralizar ou iiriniiiiizar as os previsíveis prc-jiiízos.L«s eji. i\s aiitoriclacfcs 1)ritânicas. iioiiicadaiiicritc os sciis "stocl<s" iIc iricrcaclorias c. eiii desse A ~~rul>bsito. rrcorrcrarri a veiidas «LIIii[>otecaslictícias. com a coiidição qiie aqiiele pequeiio reino italiaiio losse devolvido a NapoleUo Bonaparte. 11rocccli:ri-sc à evacuaçno dos iiiglescs. li.r. segiiirain iio do (lia 2 <Ic No\~cint~ro. 200i1. ao rei da Etrúria. esta parte do território portiiguês era destiiiada H cx-rainha da Etrúria. toinararri as ~irovi<lêiicias iicccssárias l~arqjrotegerem suas 1)cssoas e 1)oiis oii. Manuel Godoy. Na realiclade.~~lei~~~rt~lcii<i<l.\I)O3.rciiosg~(<rll~~gos i\'ktl>«le<iri cr>r. a Beira e a Estreiiiadura Iicariarii na posse das tropas lrancesas att.io~i<ii~ C. tcndo cirviaclo iiistruções que ~. Ilc facto.li>s6 «li.c os qitais se çoiitava o coriicr<:i. p r t c ciul>arcoii a bordo de iini "coiiiboio" cIc iiiais de qiiarenta iia\. os iluais.~ tiido quaiito ~~irdcwiii ernl~arcar. resiilcnte cni \'iana. a coiiil>rararn grandes qiiaiitidailcs dc vi~ilios. iiidigo.qiie ali: aí tiriliam tido iiina viila ti. Oiitubro de 1807. rio dizer (Ic \Xkiri. pelo relerido tratado de Foiitainebleau. rc1ii. r oiii lado. I<clativaiiiciiic aos I~crisiniol>iliái. a iriaiui. casada corir SI.icilitarariic apressarain o ciiil>ar<liic 1)essoas e I~eiis <Ic iiiúvcis. . passararri ~>roc~iraçõcs de a eiii~>rcga<los coiifiaiiça. <I<! 1. a liin de que cstes zclasseiii ~ ~ c lseiis iiitcrcsscs c. \ i 3 4 i nl~roxiiiiaçào<Iashrças invasoras.". Luís de Parma. uiii pelo merios: iIc os i\n<lrcw Norton. ter avisaclo todos os sciis concidadiios para <Icixarcin I'ortugal. 27.

alguns clestac~riicntosI'oraiii colocaelos ao longo da costa e cliegoo ao I'orto a 13 clc Ilczciiihro':'. 87.s lei. cii. o que ocorreu a 9 de Ilezernbro clc 1807. riias acal~araiiipor ser libcrta<los a I2 ele Janeiro de 1808. Loiirlon: Gi-çeiiliillRaoks/I'eiirisglrnnia: Sii~ckpoie Uookr' 1995.s.iclo por trol~as cs[~anliolas. vol. Se." I<egiiiiciiio de artilliaria. pp. . Aiiiónio Criiz. afirnia. ( . Acúrsio das Neves escreve que "coii/i~(lo. pela niisi?ricio rlo seu Sobernrio". que "ercr siiicei.lano irancluiliza\'a os portncnscs asscguraiido qiie "o (. 183-18i. Joiiot proinulgoii vários decretos iiessc senticlo". .500 Iioiiiciis Ilc por c co~iiancladopor 1).seruou-. pp. raalidatle. após ter coiisultado docume~iia$ão cocxra. IJiir outro silliclito iriçlês.~e os e. Hciirique Se:arle contiriuou a resiclir no h~irgo portiiciise.ação deixada pelo soii prirno João Scarle Sosse copia<lo no livro cl? notas. li.oiitaiiie:l>lcau. algiiris coii(iscos. Sr\XCfi\U.63. 1). 9-10. De t.. Sir Clinrles .José Navas. pois a 25 clo i\bril 1808. . cartório nor~rial I'orio . 511-55. a 10 de I1çírenil)ro.A recolr« <l<r ei<lo<lc Porto coiitiir o <lor~iiriio i\'a/>o/. ariin de granjear a siriipatia das r~upulações cs6rcito ocupante.el ~II~:OII/IUU(LII~.iv&sdc uina proclaiiiafio.sPrcil« e. não ii iinpc<lirain. Aiiióiiio . 11. usos 1 6 ~ ii«s si/unç6o e111 Tire se e co.slt Rtcrory Ol>orio. lOF130. De acordo coiii o articulado c10 'b. lilaiiie - Briri. as ~iii:<lidestornaclas lielos iiiglcses e v i ~ ~ r a tprcjriízos vultosos. d< {I. uiii dos exércitos invtisorcs. iiiclusive. 1970. 5 1. Conio seria de esperar.si<«. i!.Jorge hlartins. I). telido. ob. de se aprcseiilar ao i\iiclitor espariliol. I: 1807-1809.icto. hraru presos.se senrpre eiifre o ovo ljorlugiiê. <luas vizcs por sciiiana.s" e que preteiidia "l>ro/eger os por/ugneses ricr <le1~lor6i. Ncsse iiiesino dia. 34. porí-111. ~~rocccleiite \ligo.olc<íoeiii 1808.itado dc I. o il. 1970.' iici i<. 1:raiic:isco de 'rar.::i(i Iiaverein pcrinanccido ria ciclaclc. Vr'rosi llie?ieaty o1 I:oniaii~ebleaii to tbe Iintile ol Coriiiina.. . Francisco dc 'lèranco y I.Barcelos: Uritisli hssocialioii Oporlo.~ it o ~ ~ ~ r ~ ~ l i ~ ~ t ~ ~ ~ ~~ t l r. \lialia.i vl. '"Ill\hllRE%-CRUZADO. tiiilra ordeiis pira se cIe apoclewr da cidacle elo I'orto c do Baixo I ) o ~ r o ' ~ . es(ava no 4.. i\'a a da Coru~ilia eiitrou eiii I'ortugal. '%&L\\'. coiitu<lo. i\pesar de isto poder ser iiiterprctado como para corn o unia simples declaração clc iiitciiçõcs.. 59. parccciido. lii '$As iiitsasócç lraneeças e </o </c as ruas i.cussães lia ciilade do Porto'! I'orio: Ceiiiro rle Escu<losIliiiiinnii~ieos/l~a~:uIda~Ie de Letms <IaUiiiversida<le rlo I'oilo.iiico y 1. coiiil~osto cerca ele 6.itr. dcixoii uiii batallião a guariieçci. I\ ( : O ~ ~ ~ W l i~ I ~ r i w l . ob.epei.s~iiiiie.« ri «ii/i~cle rle D.spnnlióis." do a solicitar qiic tinia ~~rocui. pelo ?Ite li RIBEIRO. hcto. o i ~ ~ z t .sp~~iiIiol ~ os iiic~iri~r~rri<i . goírar cIc libcr(lade de inovirncnios. . o norte cIc I'ortiigal hi ocup. na roalidadc.29 I'' CRUZ.Iíl-(iricisco d e iiirniico y Llniio"".laiio. 26.A ITistsrorj oJtlic Peiiiizsrrlnr Ilnr.a boa li(irriioirin co~i./)oi r~~l l ~ ~ o l ~ ~ CJC. pois.

dizia (<:i.litati Cnr.s/~er(~ri(. '" CI111Z.speit« e gr-<~tidão':apesar de apeiias ter goveriiado o I'orto duraiitc pouco mais de uin iiiês. [10811. I'oil<i: p[~.s rriir~i.iiilci Solalio afiriiia\.s iitv«s<io': não se intronictendo "rio governo civil. <latalia dc 8 d c Fcvcreiro ~ l 1808. o comandante de espanliol "jkia (/a siirupnrte qimlito eru possiuelpnra n<loçnrn sorte rluqiielw />ouose dir~iirii~ir ns c~rlo~nidnde. ~\cili. 1p11. de ração e 1)om o nod co~n/~orlorr~ento general.a iieccssilar ([c ' c c i r r ~ f i or(lerr~ rlur /i~rrri.s ~\lroiiia~ri<:rito.~ piii d.a.vcririca-se ~ i i i iI>«iii oiitciitliiriei~to ciitre as diias [orças ocul~aiitcs. iiuiiia rriissiva clirigida ao general Iiiriot.ishoa. Ih." 9 de \'iaiia. ~lc çilrnpo <IrSttia hlajesia<le Itiryierarlcii e Hci e geaicr. govei.ls I.ioriiiciitc a cargo de I). q u i Iia\.rii.laiio. Aiitiiiiio.l:rancisco Solano. liii 0 rericiitc gciieral Juaii Carral'a d e Ia Bocclla'". tio dia 7. 8 rle 1:evci. Este rililital. «h..<rr<io<Ias Ji..reiiro cr>iitliins<lo.r<rl</<r iiii.iiihria ri.<igi. Corta do geiiçunl .i a iriaiiuteii~. Francisco d c 'branco y Llaiio.sc.ia as or<icnsdir<:ctas dc .~. ainda de acordo coiii o inesmo autor. tendo <leisacioeiitre os poriueiiscs ". dc facto snccdcu a I).eit.~.iain solicilado clisl~ciisa. Carrah t:iiiril". o gcneral 'hranco j6 ioiiiado I~rovi<li-~icias r~elaçioaos erir solcludos (iortiigiicsl.i. irihrinava jiiilol do [. coiii data dc 2 cIc I~<:vcri~iro~ a auxiliar as aiitoriclaclcs civis a esccotarciii as orclcns ciiianadas estava ele I.. I:<li~.si<lon persorii/ic<irçãu de iirrrrL e. 10-11. i C 1 . iieccssirio 1rar.s~/i~~lio tinli<~r~i'' riorne e que em 10 1 soheraiio lcgítinro". rcccl>ido.sio . aiiicla es~acioiiti<las Ilstreriia<liira csl>. aliriiiavn qric.O geiicral Cai'rafii. d e lol. . No ciitaiito.><I-. usurp(idor e enc<irrrepdo íle execi~tnrplanos usulpação'i iUém disto.s.. <IcWris.r.ers. Doiniiigos I3alestii.í.l.seuerci disciplirin ein que iirr<iricoco~itinha seu exército e I>elo priirdenci<~.iiicisco<I(: '!irarico y 1. I . en1boi.l~iri<ii. 1~r. iio goileriio iiiilitar do I'orto. acerca ~lesti:assoiito aguardava as ordciis do gericral IraiicEs". cspcrava qiie o cloc~iicdc Al~raiitescoiicor<lassc cr>rii essa iiic<li<la.1'irr oiitro latlo. ciir. Isto l e w i\ntbnio Cruz a interrogar-se sobre se isto "não terio .yclo qiie I>aiiiiâo I'1:rcira da Silva.jo cCrcito csl>aiiliol.Ilisriii.na<loi. o do /\o iiiesiiio tciiili« cleclamva to.<i': Ap6s a sua iriorte 10i siihstituído por I).IlllO-lflll (i.~tiinerilos(/e re.i liam o <:u~>il5ogciiernl. que serin rle irmia r~iernóriasciu(losn pcira os Iia6itrrrites (laqueln deste prouíncio se pu(lesser~iesquecer-se de q i ~ e o ge~iernlrle era iirri .ill. cossiiii iitiliza~laspara guarii<:ccr as ira costas iiicridionais d e I'ortiigal c Iicasseiii sob o c«iiiaii<lod o geiicral 11.<i<i<I<.irii[. pritnciro itjudnnir.teto elas aiiti~ridacícs cspaiiiioias qiierrreiii que as tro[iascds sue divisão. 13..o de 11l011.iria a coiiseg~iirciii ol~tei. Nesta altui. rleixnriclo p(rc$c(~nierile </<L aos tri61in~ii. i:«roiiel (10 Rcgiiiicnto de 1iiS. ordens para e toiiiar o coiriariclo <Ia <livisão e tcrritbrio ant<:i.stroso uso (10 jiiri. ilc a<:ordocoiii o ofício i.ío.slrieii~<i.aiicCs. i\rqui~o Hislúrieo hliliiai-<IrViiiccriries. rliits<lo <I<>I'orto. 289-200. Fniiicisco de 'biraiico y Llaiio acabou por lalecer cni Janeiro de 1808.riir<.l(/(i c o r r ~ ~Vl(irrlrir(': rlc XI<\'I<S. uol.l eiii clielr rlo çxi. I).iiihola.ricril>idodo 11r6prio(:oiiiandaiitr ciii clicí'c I'r. .se.i.luri. Na realidade. h r a ~iorirriadr> para tratar (leste assoi~to. '" " Ihiiiig~il </ri iwr<rrir<i!.isl>on: Oíieiiia rlp Sini5o 'li~ilrii I:i.a qrieiii.!iiiiot7 cri(~ii.

ro saiur? co-sira)n.y "I> op o ~ u a n i ~ ~ r r e011 n l .$as.lll<[ o llos!a~> l?.iq o11 o p u ~ u i o ao 110s sudo. ~ o~u:)iii!n%asON '$.iaiia4 o ure.>~I!/> UJ oiir.ip ap o:.r. O 1!i\~l~1?3~:1l l 3L O&IS~J o.I e or!aiii!. LU" o!ul.iyliiiiIoa .I~~.ipel.i?s& uin ap o-.iello.az!qu3 i e.i ou 'ailb e.si!do.rd op!s v q e 3 E opual ~etlucds:l 111:) 11op11ui oybeni!s r! p!.i<I ouroa sopehal uie.711 SX//<>.iad e!a!god e[> op&app o !o..l 0 ~ 1 1 3 1 1 1 ! [ l i 1 3 ~ U 3111011 O 3 ~ 3 ~ ~ n l $ I l SI>[> 0 1 ~ ~ .ro.. .laiisanb [e.ep oir.ii?.ieuio. a.i:nifi 0 ' o l s ! ~ ~ l>)i~:I~l~!n. 1 ~ l > I ? ~ U l OEilllal Ii SE :>110! ! 'c20111.>iu! o p p o a ~u!aos II-~~?)!%I! ap i?sa.russocI e!puala.r!ape4!..1 s!e!a!jo so.IIJ!~!!~ r1p 1011111 a oyaix.- . l 0)!.iq o 'o!p?s!da a)sap s!odaa .rd se notuoi ylsa[eg 'soi~u!so~el\r .iena~<lirs ylsalii~lo.iFssaaau se!aii?p!no.ied so.ido coyuii[ ap 9 e!p o~ ..l.i3<[ :I ..i<l o «p!s 'oiieloç ol)rial :1!4ea.r eurn a. .\al ysaleg o.~apua.i!p as anb opui!ual>.!) IJ~.1~3 .r!p!aap e.)1ia% s!i?d 011 i1).sasalâu! solacl sel>vl>~aiiiu 'r?!ziilt!l~ri\~ seisoa se .l!d~3 311 O)Il!lSa o-ri s!orl .ioCl.1 SIJ.r<Ielsa rio~!aaeoeo I? .id a oi.l.rrl\~ "11 anhiip O .1õ~ d «/.ils!u!iiipe e .rng se-opuex!ap 'e.r<i e[) 's!ed 113sor! .rl>:l .i»ill-.ldd a[J .irJ 'a.II!SSJ.i!al>e19!.i tua 'e.ueqpiiias eclliiasal~i?niii opoea![!ln '«[)e[ lias .I~JJ.fa.ll snns supd 'sasaaue.i I? iue.io~u! apep!a e11 sapnp!.ioj e o4ale4 uiiiaritc.ueaal op ole!p.loli oi11r13 ~II:J.1.ra.so!.10~/ SO/lldllld/d SO/JI>...ipenbsa uiii oioa u)uauii?lunf .III«([III~?~[.F anb ! ! sao4e.IUIS~ SEISO:I .~i>d 'k?le.ii?d sa.11 se s ~ ~ ~ ~ ~ u I ~ J ~ I u o ~ L ? salsap s!oclap 'ai!ss\.1«11 01) l~[~~ll?t1111311!1 o 1 !1 1 .>1>/Sd~J ~II/OI/LI~>~/SI> 10 IirIS <>/I Ill~l.~!la.i as anh se-opueui.ll?3 [l:.iod op!ir)!lsrioa :couise!snlu>[ a[>ol!a.~o11 "~II)!" e icir?.ioao[sap as aiib lairsunb ap e!auasne a[> i olxiel!anu.ias .ro.opnlao:) 'su)riu.id s?niie.\ e!l>na~a.iep..rano4 o uie!.raptiapl>a[>apop!ssu:>ao i? opoelx~iu. .rd as ura.119a.1 i!.ratia2 so 'oqu!aos [e19nl.e!a![oll "1) oll~'$ap[l (IN (lu103 i~o.iolla4a.lo~.i!apep..11115 i>)lll?ll~.irno so uioa aluauielirni 'op!Iap asso1 6apep!a I? ossa.r~/'.I.iolne se uion o!!uria.S~?ui.135 .10<1 ~[li?l(ili?~iu~«:~i? '1311sanb 11?.r«d O/.\e.red su!.inuaq!l 'as-irie.1..io:> .. I ~E[> su:S~?aiu~? o q u ! ap u LLIR!..in1 osli s!orltredsa s!i!.1?o<lsy1 ass!4!.i!auo!s!.[ nodeasa anl) oa!rr? O ..ij y a r p ura a~uepiieii~o:> ra..i.iaA sejiia 'va!qr?3 \i [?!.l?.\ i?iun o anb .t.r!sa@ci! U ~ I R I ~ I ..roiluaç oe 'e!.r>lii>.i!Snj n!nâasooa s!od 'uo.

dado isso ser imprcscindívcl.. o Povo. José de hlil-ro Bncellai. cin I./inr de três clicrs ns Baiirleirns Reaes rla 1ITrrçüo Jorüo <~bct/iclcis.i-lo a assinar a Convciição de Siiitra. Ile iiioriicirto.i Siiri. assinada a 30 de tigosto de 1808. ob.se a espada rla vingançri. iiias Napolcão iião <lesistiii de iiivaclii. Serão estas lorças. perto <Ia Figueira da 1 % ~ .i<i piri prri ' de 'l'iia<l<leo Ikrreira. João. 11x1s porqiic esta era a inclliur iiiaricira de ajridar 5 lilrwtaç5o da Espatilia e de . desse iiiesriio ano.il c consequciiie derrota da Crà-Brctanlia.<~iithi-ode 100í. p i. aliis. iios priiicipios de Agosto ile 1808. <r(.casa d e Bragança.s. 2 1 CIIICIIORHO.\nlbt~io. se o Frances.sr~ o.publica<lo aiioiiiiii. a ciladc do I'orto c t'ortugal estavaiii livres da o c i i p ~ ç ã o Irançesa.iiiicrite.fi<inc<.s: linda. 21pp. ."" t\pós a Coiivciiç5o de Sintra. '" IiIBl:1110~Sorgç \lal. 06. <Iinntn<lode <I« Çir»ii<l<~.çoinan<ladopor Sir i\rtliur Yi'clleslcy.lugtiesas. 71-72. iii.. as tropas gaulesas.ei<lo<l<.strns.. 22: :\\'lllL.islioa: a <iEçin.luriot c br<.~l i\'. 157-159. 106-107. eni 1815.i..e 9uc estrangeir-a rnüo Ilie miiii. (ir. e lhe rrbrisse n e. O Reiiio Uirido eiiviara tropas para I'ortiigdl. o pais Iicou liberto da ocupaçHo napolcóiiica. de acorclo coro José de Abreu Bacelar Cliichorro "nüo rli~rourriuito a resolirçiu toiiinrl(r em Carnr~rn pela i7dlireiicia rlo General IIespnrihol. 63-64. a proclainação da indepeiidência só teve lugar a 1 8 de Junho de 1808". .. rlo ~ ~ " j u . \Xrcllcslcy <leclarava-sr <:oiiveiicidoquc "(r Ii~gIri/en.ipul. cin ?IIV Outubro.src. e ualorosr~ A Cirlr~rle Porlo pareceo inrliJ/erente CL este suce. cir. riiilia Seito dcscml~arçar corpo cxl>eiliçioii6rio. no . trer~ii~lai-60 nuuo as pirfirlns Ag~iias e rle fi<r~iceza. crrpriclioso sob pontos de Iioriru. c ocupar o país.. tendo. No entanto.iiro à ociipaçào gaulcsa. ilc: \ r pro~~ósiio destc cpisóclio scrá i:iiri«so citar aqui <liiasestrol'cs de iiin ~~ocrria épico iiititulado O I->or/oiricn<liOoe liher~irrlo.s. I'iittiro uiri <luqtic de \klliiigtoti. . oh. IJorr~rg.<ril<rexercir«/iiirir.ris6 I ~ o r l ~ r rIj:rdnr ~/icc:zrric~~z/<~ e~~~ririholrr.Ilc Sacio.ses l ' o r t : ~ g < ~ ~ ~ " . eni 15 de Sctemhro clc 1808 c. ao Cxito do Blo<liicioCoiitiirent. partiram da barra do Douro as [orças Sraiicesas ~>rovenieiites dc i\lineida. 1911'13pp.avos.irão clerrotal.e.<i <I« ~riri. Esta potêiicia. Gillçs. deixado Lisboa.Ilelnpi<i bwrr.ii. . I. qiie coiijutitanieiitc coiii tis 1>oi. nào apenas coiii o lirii rlc l ~ ô r tci. p1>.tingir <r poclerio dc Nal~olcáo.p ~ > . i« « c:rr:rsri sr: c...iiiis. conl'oriiic viirios. tipesar de se terem pronunciado pela obediência ao Regente I).is da autoria de Antóiiio Joa<liiiiiicIc Mes<luita c Mclo: 2I CI1LZ..strarl« cle rla sirn liberrlnrle.sso.

~~ Scir roiilrirrio e v l ~ < ~ l lcoi~~. s < r d « ./i. QIIP /~-<~rlriciI I I ~ P L' o /LISO I < : I ~ < I I ~ / ~ I ~ o : Prorn~~~o . Elle <lo/<.(.i»rico <lesencr?n-~r .. A /ri.sr rio I+irncez mcris rluc cr.« ir wtr-niih<i.s/oirrc1r 111<lr<:h<1 ~ ~ r ~ " i . il'/<li. e m-nz(~..u pvrle (i Grcirn-Hr~?ir~~ihn<~ l'or uc2r.i. / r .q ( 1 .s/>orlrn/«sri o /'or/o g ~ ~ r i h r l .s/~ r(.ssulrirlo.s p(lrr1 n g~ierru.8.soco.'"' . rlinheiro. .

qiie1rlue.iieci<les de artilliaria c das jaiielas alirava-so solirc os li.rrr pnni(lrie.s rlí:. <.s rle fout rigí. Soiilt descrevi: a ahortada tentativa d e atravessar. I1on. rri<rnrrrs.iiii as avciiiclas cortaílas. Césl (1iil. i10 cnkiiito.s. : i inarcclial Soult dcscrovi o kiriir>s» desaslre ria I>oiitc das Ilarças: 11 rr i «r:riit pírs uii iristírni i. d u q u e d a Dalmácia Em 1809 vai dar-se uma outra invasão. 7. pois ciicoritroii todos os Iiabilantcs eiii arinas "lroriirn. duque da Dalmácia. a 20 de b l a r ~ o tcndci ençoiitrado a cicladc dcscrta. [~(i.n crr~.yrrb/enieiit rili. junto B I'oz.oiiteira portligiiesa.sírí~rílofí<. pois Ocvido Bs cliuvas torrenciais do Iiivcriio o rio ia deiiiasiado clicio. 1. ccnr kvcreiro de 1809: o i\Iinlio. [inr-uint ir s~c/iíi[i.s/ilníleiríis a í .-ecos. Ilc acordo coiii o iiiarci:lial Soiilt as suas tro(~as eiicoiiti.i. coiiio o pri>l~rio . após iiiiia rnarclia penosa."/i.iríi (I(.. />oirfitírir rrríiriqurj.~ie. r rle Iíiirt srur. i\s forças dc Soiilt coiitiiiiiamin a sua riiarclia . I.s i/ircrrlí%.ar.stnn1. era lógico qiie Napoleão procurasse rieiitralizar esta base'". Nas suas iI/lernóriírs. girai.. pois. passava a Ii.s.rerit.s Ir /rorici.rrni eiicoiribrP p a r plirs rle (leiri.A invasão coinandada pelo mareclial Soult.si qli'eilí.[>ulír~6o ins~irgirlrr'?No entaiito.s rii!rrienl f fnit corilrr uii ~lc~vpnirtoris s'Ptírieiif eriglorrtis írcec Irri. De 1:icto. les. si:giiiiclo do iiiiia ilfer?róri« coeva citada por ~\ntbiiioCriiz. dependia d c urna intervenção decisiva ein Portugal./iryíiit nu rrrêrn? in. iiitcrrssaiilc \. /I.rriille iirr1ivirlu. até poríluc de acordo coiii palavras suas "íle.I (I(. d e acordo corn Nicole Gotteri. Estas dificuldades v20 Fazer coin quc Soiilt tente a sua cntratla por Cliaves.~. a resolu@o da questão esltanliola. ~irrílrí.s Ií. qiii. para assegurar o governo elo rei José.s'? 1Sntrou cin Braga. qual se apo<lcrarain a 20 de Março.<rlerie 1'6cPí111<i.«isyir<<11.ou I(.s nrorilenfs nurr~rfIirrrioGe íles fiícrr(:ni.ssíiitsrrr le corlJs rle rrs rriírllr~iirc~irs. . [tara o burgo ~~ortucnse. rriullrer-e. il. i\cliarnos. y rrrrii. 9 cle i\'larço c Cliavcs i:apit~ilava a 12.~rrlnrii eri im[~ito. 1)esle inoclo. i1. carninho iiiais clilícil c penoso qiic pelo litoral. Ora a Grã-Brctaiilin apoiava o Icvantairieiito espaiihol c o "santuúrio" das torças inglesas eiiconlrava-sc eiri Portugal. irlosos r .cito inglês.aiiccscs. «Iíleiírs íJstrrvíini íI~feri(liílos/>e/« /~o~i. era necessirio reduzir as 1Urças insurgentes e Iecliar o coiitinente ao exb. desta vez comandada pclo niarechal Jean de Dieu Soult.%pirí/. ciitriiicliciraílas. colorrrl 1)oririrrrlieii e/ Ir irrírjor Dnuturí.

i.iti. r6tes P/ se porti~r-(>ri1 ii/ is «ii-(1~16 (/ri ~ i o n r .i<:<intcainicirt«s vivi<los i i o I'orto.i.i-enl fle tiier (/iricorifjci~o.~)<irti(~...Izreiso . r/<. ii 10 uiie rl'taie inort inéiiitnble.iir. "Dr ~I?I(' /(i 1)c'iir P/ I: > LL «/' (~ o I ~ I( ' .s c e i / e p u r / i r (lu ~ i o i i l . Eii p e r ~de iniriute. soiis p r é t e x ~ e />rob~lblenieii/ aoriloir ernl><iclier 1'6iriigrutioii.s sigries r/<: i.h<. n iiicsiiia <Ia cotitaila pelo i:óricgo Noiil-f\iitoine iii ii i\lnwil (lu I'uiitrcau.. . (le l ~ Ikla vcrsto tião i i!saclaiiicnic .sirlér(ibl<. sor-lireiil eri cor!/iision (/e 1~iir.s rrii~isoiis. iiieriirci.rribl(. çiituo ciri I.s~(:III('II~<?S. si grande que ceus Oerrièrepi-cssaieitt loirjours e . crii rclala os flraiiiáticos . too1 iige.s (i10111éffit. /rol) c«ii. i Deris liorriiries riil~iisres. se voyiienr rle précipitc's rlans lejleuve! Ah C r n n d Bieu!.s /<. .ière2 iers l.ser(iit u ~ ~ r l o ~ r poussei.~rroi. Ui~(.s(.rii naiirif. Lí!flloeiice étcri.s 1:er.rnnlgri. rle A1or.y~ns. s'ei!foiice sul>i/eiiieiit. rlírirfres [ioui. ~ ( ~ n o i i r i r ~ rIériii(~iiii.jbire ntteritiori n i n <:ris i!fieux e/ I<~riif?iitnbles (lésespoir de ceux qrii. (Ir' /ou/ l. s'eriij)r<'ssi're~i/ </e secoiii-ir ceiix dc<. clrii. iii. se brise.g i o m i i ~ i incillieui-eu se ir te^^^ sriiis .i v r v /e Inii<:r-. Oli! Douleur!. dii scguintc n~aricira: scu aiirigo.s'écrouli<. .\lar$« Oc 1809.s /rr~iif~iiilli:. e/ ira<iii~.?. /ri nil>lui-e i111~>ont./iiil I o i i g ( ( I<? I 10 .si?riipfir&r('~ilrles f:iloyf?ri.s/r(iiidi<. (ITnrliuirlu.s I/illn-/\'or~(r. .<?sr / (les rerloir/es i. sr<. ~ i / < i c i ~ r e(Irs /)lnricli<<s s i i r 1./ sur /ri riiiiltiiiirlc r / /ri brii~:oirr<: (/c Ic~irrs « co~iiilo.s 11riri.1%~ soldf~ts. N i i i i l a c a r h enviada a 2 9 Oc .siirclr(irg<.s rriille personries cituiron sont eiiseuelies sous Ies eeniix!!! .jkr f~igci.r. /ir I(. rrnrr(ks rle 1 . ~IIIS g6iiéreiis. (r al)ailc Gourrliri.<:i. terriiiric'es (I'rrii COII~III~~~CCIII(~I~( (lu ~ ) o i i ((/e 11 I<iboir(i. cori/i<iri/ sor I hoii/<: (/<?.isl)oa.e d'riii iioiiibr<.s rioy6s r l u i rl«rinni<?ri/eiicore rliiel<liii..r rlc rn<rrclicrsiir <?u.«iicoirp iI'iiii/ri. ir p e u pr6.s.

27 f\VIIII. o coiirairdantc Frai1cí. iVIoi>être cntier e11Jrissonrie encare! z<ii Erz uutre.eu. t\nti. <1i11:rna foz do Douro.5 OII/ été occrr/~ésii retirer rles euux ces riri1lier. occn. cit.i( celle </e Brírios. çoiiçluia dizciido ter orgaiiizado o iril'eliz país que. . troyi~r<~iit s r luri(:friit rl<iri..1 25 . 81-82.000 o iiiiriiero de Ilcssoas afogadas.liais dc 2.s~~rr-.séri~bleirient piri.s r e t t ~ ~ n r t<lupont e/ pnrci qitelrliies </e ie rlieu<iur <lr <:<iu<rlerie errneriric.sor~~~e.000. rcferiiido rião ter iiegligeiicia<lo iienliririr dos irieios i ~ u c ~ ~ ~ ~ l c s s c o i I coiitrihuir para o regresso dos Iialiitaiitcs c a dar-llies 1ii11 lio~icodc conGaiiça. "' S0UI:I': .si ini.s s i iloiit rri qrii tr~~rirrricrit.s bi~r<~ire.tte purtie <lu li1 <Ir< riuinre ou /e courrriit rle IPriu ii'est />ris Ir1 s<?iisible.s <le m<l<ivres qui eng(~rgenierrtc<. ob.feiiêtre de celte scèrie trugiqne. tout /e loiig </e iVIii-ihlg(rgiiiri1 Ia Porto i\iour~.z-qui s? troirunierit.If.s exalta o valor (Ias suas tropas c irisiste iia crueldade dos 1iortuguescs. rri~~irite. cerit dnns ces diuers en<lroits rlii.fleuue orit. ir.. rl'~iil1ero:vri&tés p<irIps <lébr-i. ainda. tio entanto.z-e1 /aritenlab/epour rtzoi.s. quer no ilcsastrc <Ia ~ ~ o i i t c . le peiiple eri se jetnnt eii foule <l<iiisleu riom6reir.z.77-110 . </anscc triste rrioriierit.. eiii iioriic do iiiipcradoi. ob. pour conible </e irinllieiii. IZiruiriln trois riiille s i .s. ~ pemoniies nu total.syurlrlu<. CIIUZ. ter ciia<lo os postos a<lrriinisti."~' Soiilt coiiiliuta c111 .600. ~~roclaniações. pp.ativuse iiiilitarcs quc Ilic I>areçcraiii iiidispeiisd\~cis. 06.ilde l'o~~treao kila iIc 3.ces ir!forti~iiés! Que1 spect<~cIe d'ipouuniite cIrJi. destlo Iii 10 iricscs: estava sujeito a t«<los os Iiorrorcs cla aiiaiquia". calciila qiic o iiiiinero total cle morios Iiurtogucses loi superior a 8.tii«. IAe 1~0111. liipbre et de <lésol<ition.i-uu 111(~!1te!ll oil / r l ~ e i i l ~ / e u o u / n i l / ~ r i r . <li/-un. Çillrs.11nteau.sioriiia /<L perte d í ~ i i c ii$nité </epersonries p a r Ic cIinuir<ige rle plusieiin bnrques surc1irirgée.. 11ortaiias e decretos e <Ic Iiaucr I~r»vidc~iciado a substiiuiçào dos Iiipres vagos ou abairdoiiatlos da acliiiiiiistraçáo. <iiii.s »i!jii y ét<ii<~rrt /)lrrsieurí* sf. cir. 111>.Quelle ti-iste situation poui. I)cclarava./ut ouvort ? I'etirlroi~ />«lil-~ecis I </ir <Iorit«i1 <ru<rit f/étii<-/rf'</eus bute<lir. /'/os de huit jour. O <Iiicl~ie da I)alniHcia. lénioin </einn. Coriio riáo podia deixar dc sei. qrriy~Jrrerit aussi <?riglouti. cnquarito u cóiicgo f\l~ur. i\firiiia ter kito.

15-46. juiitou nic<li~laspolíticas. O niareclial Soult. <:ir.aiiccse.>.~ Gaia.i os scus dcslacaiiieiitos n5o tciiliaiii coiiseg~ii~l« iiiiiito iiiais além da. cirvioii uina divisào [>ai. tentou conquistar o clcro para a sua causa. Eiitre(unto. por uin exércilo SrancEs e scin o " I CRU. rcsolveu cliiiiiniiir as calari~idatlcs provoca<las pela guerra. Dc fonna a captar a simpatia dos portuenses. oir~lc residia..iicia Sutura. . eiitào. . de I'acto. C1111%. libcrtou os iiiiliciairos e corircçou a hrmai.prova disso é o Sacto dc sempre ter falado em nornc do ~mperjdor... berii coiiio do saque (10 Mos(ciro <Ia Serra <I« I'ilai.\VIIIL. Vila ir (Ia I:<:ii. ob. «b. 45.liiih«. O d i i < ~ u ~I)alnr. Coiiio os I'ortrigucscs riao qncriarii toriiar-sc iiein iiriia colóiiia Si. 85. por . i '\I i c. Seria mais fácil esterrriiiiar a naçio rlo que fazê-la ccrlcii Dcslc nro~lo. A isto.. pelo que concedeu uina série ele mcrcCs ao Senlror d c ?datosinhos.\'il. "" . uma legiio ~iortugucsa. silencia o I'aeto da cidade ter sido sujeita a rim saque qnc clurou trCs dias e se. ~iroiiietcr-1lics uiii governo iiacionai.i<:ia cedo se deu coniu qir<!I'ortugal csiava arniaclo liara a siia iii~lcpcii~lCncia Ia e rpcn ISSO da h r ç a iiào era suíi<:ictitc.i Nov. . ob. Nas suas iWerr16rin. O cóiiego Apuril 11c rios I>oiitrcao: p«r seli lado. apreseiitarido a ocupação Sranccsa coiiio uiii meio de restabelecer a ordeni e insiular uin g ~ \ ~ c r n o iiacional. alirrna que seria rnuito estranho Iàzer-se proclamar rei..>arte da I ~ o l ~ ~ ldcç \'da Nova d e Caia c pclos prólirios clefeiisores do ospaço rnoriásticíYi".toriiava-se ncccssário agir solirc a iiroml (ias ~ioliuíaçõcse tcntar qric i-oltassciii a acalciilar os scntiiiicnlos de ainiza(lc qiic a priiicípio nutriam ~>cl«s gaiilcscs..iiicas. \ iitonio. oii seja.s nega alguma x r e z tcr tido a iret tensão de se I'azcr aclamar soberano dc I~ortugal. rluc csiava scrii iiistriições dc Napolcio. iii . Nurna proclaniaç5o datada de 31 dc Março irititiilaaa-sc govcriiador-geral do reino cle I'ortugal e geiicral cni chefe do ctército luso.. 9 1 e 116.s': os roiibos e as violaqõcs <:ontiriiiararii"".pp. p. iiiiciaiido "rz irrrirdrri /~<ir-<i sul': <:rril>oi.Alérii disto. caiirli6ni Sala das pilliagens c do rotil~o seus Iiavcres Icva<loa calio 110s por s~~ldaclos li. or~laiioii do que sc pross~giiisscira ocupação do I<ntro Ilouro c \. p11. iierii iiina ~>rovíiicia cspanliola era neccssirio traiiq~iilizú-losquanto B sua iii<lcpcndi.a:". Só assiin seria possÍ\~clinaiilcr tini exército no pais. Gillea.inccses. a a Soolt iiistaloii-se no I>alúciodos Carr. procrirou que os portugiiescs aderisscin ao sistema hancCs e al~jurasscin da sobcraiiia da Casa de Uragança. "I i!. 24 horas depois da sua tomada Sorain tomadas I>rovidêi~cias liiii de "euifrir a rlr~sniurirli~s rriciis corideii~l:i:i.201 Soull iio entanto. >\l>tóiii"> Cii.

Ni<:i>lç.iii dc d? Ilieii Soiilt. :ia I l c . Soult terá tentado obter da parte da cidade um "inequívoco testemilnlio de r. nessa mesliia noite.i.<)O-9'I.\rsiiii. António Jot~quitn AIt:sq<~ita. <lt: 1.s. <Iiieri. António Crua. r seu c«ss«llo. i os ~pt.50. Sii 6 alwiias S<:iiii <IrIlicit Soidt o iiG<i Nirolns Sc. vinirn ajulttol--se n a ri1c1 c/os Qunrleis. talvez a iiiando do prbprio Soult terá clado vivas ao "Uuqile </<I Drrl~liííci«. até porque tal realeza nunca seria reconhecida pelos inglesesy2. -\. &ll~lJl. .i<:r>i-rlororri Sirolc G<itieii. p11. ~<. A~itóiiio.sque dele tinha recel~i<lo':pretendia que o hurgo portuense solicitasse a IYapoleão a sua escollia para "goven~ante .s./iivore.se nomear um Príncipe </<L cr~ssu </u<rlq~ler suo ou oiitrii rlfr sua escollin'i para suceder no trono da casa de Bragança.foaquiiii de h'iesquita e i\'lel!o no já rel'crido poeiiia iiitituiaiio 0 IJorro illviidir/o e liliei-ln<lo. do q i i r .O. 847.. lia qual se pretendia que ?\Tapoleão"se rligncz.consentimento de Napoleão. >\ntó<iio. tentou obter a assinatura do docuinento i hrça. Lima manifestação. htitóiii<i. < i ?. "%ç01:1:1: 01. 0.se.. :" CI11JZ. cii.ci <li.r <:iripun/rfl//o: Dos t<!rritorio.illia<li. /~elos.ida no rrin. 53.L~>OI.I.I.tviiss<lo de si..iplie.. li>i . i propósito. I'<iiiiig. em kente ao palácio dos Carrancas.ilial Si>ull.s. .s".sn roubar.5~1.s seus nJfiig~>ii<illo.r.ll~r i s ii. e sobernl~odos portlig~le. li. 1'1).iriia~. ob.<. o Quer 1ciriio.. tio i:r>iiii-<ri.? d l ~ ~ n ' < h < i l Soitll.. .CW no Di<iii>iiri<rir<. 1Sin segredo. a vcreação da Câiiiaia renegava tudo qrianto (ora obrigada a silbscrevcig'. inclusivamente. baseando-se em escritos da época escreve que "o rop<izio d a I-un.pnrn dar vivos «o rei iVicol<~uP'"~.ridi. . cs<:re\'ea seguiiitc estrofe: I ' o r r o ~ ~ ílo Cnrso.. CO'II'EIil. i.irti<li~iitcs I. 16-17: CHIK/. obviainenic recrutados para o efeito. r> r i < i i l i r .i..0 1 ri!.il>6i cstc ici. rlc?/l-olite (10 P<llúcio dos Cnrraiic<is.. 1q>. Encenando-se.-pl-«el. \ alr«íflo e incitndol~or <r(/ultosa qileln cabici n tal-efa depre/~nrnr limntJesla<:6e.il.. i\lguéiii de nina janela.-i. . <Ir> itial-eibnl. qi1i.. «b. ri!. Nicolita (\ir:»laii) rm i i i i i .j Câinara se recusassem a tal. Coiiio os representantes da 2. d e I'~irtiig<11" os q i ~ a i s r a m secundados rei h por alguns rapazes. ~ iilvir~ilia<[L('.ecoriheciniento.irr.

u~ ser (~~tcrir(td<i c~u<irlrn ur~int<<rirniiu<i rir: </c~. noiiJir~~i:i ariibição de Soult em se tornar rei. canlrões. Por outro lado. os oigeri(lr<irriorl<. dc acordo com i\puril d e Pontreau. que.s portuguesas. Da varanda principal do palácio.:si(> Nicole Gotteri.IS elcgcrein-iio soberario (10 I'ortu e (10 Entre Ilouro e Minlro. i\ Cottcri. tachas e bandeiras coni a Qguia imperial. coiitou coni uma . tio tempo de Junot havia comandado as forças da província do ivliiiho. I. tio (lia I de Maio or<lciiania realização de unia paraela.I tentativa cle S:vm:r coroar Soiilt rei de I'ortiigal teria l>arti<lo<Ir oliciais (Ic coiiclucu triais <lue ceiisoi. a tcri<lotciilado orpiiizar uiii plebiscito para o eleito. iiciri <:orii o relato de tcstcriiunlia ocular. dc suas rricmórias. a rclcricl. pelo povo. a preocupação deste foi a de recolher o maior número ele moedas possívclJ". Soult reintegrou o auditor Tahoureau e o general Quesncl. para govcriiar o ~ ~ a í s . oiide Soult residia e onde um arauto proclainava que o duque da I3almQcia [ora eleito rei. ao drique <Ia I)aliriácia para solicitar a Nal~oleãoa rioriicação de um príricipc csçollii<l«. No entanto. I'ara tal.ancês no trono de ~'orliigal e que Soult teria ccrtameiitc tido coiiliecinieiiio desse pr<!jecto. d Sorçera os clieSc!s <!c I'aiuília.. rel'crida autora escreve qiic "IC con~l~<irilin <:(illíiii«sc~iic seirs <<s/?~r<:o. por cle. parccciaili ter Fxito. Este desfile dirigiu-se ao I>aláciodos Carrancas. como I? o cónego iil>urild e Pontreau. atirava moedas de 5 réis. tendo sido dotado de Snndos suficientes para sc dedicar a tarelàs de esliionagem no norte d e I'ortugill. Soult coni a cabeça cingida por uma coroa e uni nianto real. tendo-se retirado em desordem. E. c a er. I:oi-se ariil~lilicaiidoo ruinor de qiic .s <I(. diz que o ~ ~ r ó p rNapolcão tiiiha ~iiaiiiSestado iiiteressr d e colocar io o uni [xíiicil~e li.secIuilíl~ri« rio r/<< e rilili~or /~«líiico'"'".aSorçar os ~~ortiigucses e JI.~ autora segue niriito (le perto as i\leriiórias de Soult. seiri llics explicar a linali<laíle. O cóncgo Af~iiril I'ontrcau.ai. ante isto: ficou miido e confuso.ívil". tcriaiii [>rovoçadoriiria i'iolciita çaiiipaiilia ({c caiúiiias. I<stas iniçiativ.içoiii o ao iiiareciiai. I>rocui. que núo parecein çoiiicidir c0111 as So11tc. na biografia de Sorilt 6 dc olliiiiiio quc as atitutias tolerantes d o geiicrai. aconipaiiliados pelas tropas eiii ariiias. de cor azul. Ilc lacto. sobre os ombros. de todos os cidadãos.s.a assiiiar uiri livro de registo. a o soin de taiirl>orcs. lirn nosso eiitendci. por cscritu.cinl>lo e Napolcãu. 13ste. suscitareili cleirioiistrações excessivas rlc reslieitosa sribiriissio l>ar.~~. iio entanto. a fim d e coiiseyir que o rapaeio Ilie dessc vivas. i\s aciisaçóas coiiscgriiratii o ol>jcctivoda ciiSrac~riecere cooliaiiça do iriipciailor c clcstruir a boa repritação <Icqiie Sorilt gozava. cal>cndo ao marechal ~ircpararas condiçócs para qiic tal se verificasse. pois iiuiiierusos Iiabitaiites teriam pedido.

cir. c. O exbrcito anglo-luso. o :... "8 C .. a braços com a resistêiicia das populações nortenlias e dos port~enses"'~.ti. sob o cornando de Sir Artliur JX'eIlesley. Viu-se. p1. 55.I<. .I. c. . a cidadc do I'orto n i o toriioo a ser palco de mais operações inilitares. 46.publicação periódica o Di<ír-io</oPorto. i~ioriio. tcndo as tropas Srancesas retirado aprcssadarneiitc"'.... : C.. . :w C.. . que veio substituir o Leal Portzcg~~ez. 1'11.. 57-58. i\pesar do território nietropolitano portugtii.. . avançando do sul acabaria por tornar a cidade. I ' L . a 12 d c Maio de 1809. 01. 5 I.C>..~ voltar a ser invadido ein 1810-181 1..IK \ . . { CL . . n o entanto.

.«. elo que o tido coiii os l'raiiceses <liirarite ti invasão do iiiarcclial Soult c111 180'3.51 ' I.. papel d e ern uni relevo.is viilesas raiirbbrn coiitrihoíraiii para cspalliar ciri I'oriiigal as scriiciites da ideia rioi.cio <:oin 0 Itciiio Ciii~lo.idc s«l. d e ~ c n i ~ c i i l i o u ~todo este ~~roccsso.i csiiiaga<lora iiiaiori. çic1. iirii porto c centro coincrcial iiiiportaiitc. irir~ri<>irriTrrc r-. no âinl~ito<Ia estratégia dcsciivolvida por NapolcHo.'. seiitido <I<: <lerroiar a i10 Cià-l3rctaiiha pela ariiia ccoiióiiiica.itirigir <:o111 iiivasão <le a Ihrtiigal.o ct<:rnplo na I-lisiória <Ic urii reiiio ter sido coiiqriisla~loein Lão pouco tcirilio c c<riri ião ~iouco csCor<.l<:s Oiiian na siia o l ~ r a Ilivtor:y r~/'rh<.1111.ain os intercsscs iiigleses. pois prett:n<lia li:<:lrarloclo 0 ci~iiliiieiito corol~ouao corriEi.~ao coi116rcio~ cs11cci. No ~Icciirso desta oc~ipação.sii.al I'ortiigiiesa'". tivesse sido ni. os " O&Ii\X. afirniava iião csistir oiit1. I'ortugal inetrol>oliiaiio Soi iiivadido pelos esErcitos gaulcscs e cspanlióis./fJl~iií.s': scii<loesta a óiiira vez qiic a <:icla<le alvo de i i r i i saqiic por I<.les. <ir. Oni.r ccoiifirnico . Sir Clr. Jolge hlurliiis. /I I'~~nirisrrl<ir ff?rr. r ri /'frz2"? eiiibora o rclacioiiaiiicrito coiii as tropas galcgas. o dciioiniiiado a "~/~~. O Iiiirgo portociisc. i\iitÓnio.ocoino foi I'ortugal eiii 1807". Sir Clva~.i elos ... ob.il ao do vinlio do I'orro. . ' RIBEIRO. q i ~ c irao geriiiinar e dar l i ~ ~ t oin 1820. eir. Aliis.01.ssr.ilici. clii<rrdizcr. CRU%. riao iios ~>odciiios cscliicccr dos síil~ditos britâni<:osrcsideiites na cidacle e clur: se <Ic<licavarii..i.59. 11.s/r~r~ ~Ins rln ponte hnr<:ri. aqnaticlo da 1:' I<evoluç5o 1. iia eoi ci.iis çor~lial.eri iiiira das inaiorcs cat8strok. dos iclcais revoliicioiiBrios.wt! Conclusão lini siinra. 61. as tr«p.s«cirr12r/<> .i parte dc iirri cs6rcito estrarigciro. coi 1807-1808. 01. sii. No cniaiito. i\ propósito.. os qiir o I i r i p c ~ d o r I:i. fle iiioclo a criar " r / ~ / / / / rir cririct<. r r s obrigfido « p ~ r l i iircorir/ici»rrri/~~~f~~~t~~ I\ ci<lerlcseiii[>rcol<:reccii resislEii<:ia.s r i.ii. 26.ri1 invasoi.aiiaoses ~1iicri.s <Ia soa IFlisiória..

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