açafrao Verso

Usos Culinários

RÃO ÇAF ado EA cav D

A açafroa dá ao arroz, aos guisados e às sopas uma cor dourada clara, mas não imprime a intensidade da cor nem os sabores complexos do açafrão. É muito usada na Índia e no Mundo Árabe. As pétalas podem ser adicionadas directamente

ao prato ou então infundidas em água morna, a fim de se obter um líquido corante. Em Portugal, a açafroa é utilizada em pastas de condimentos para temperar guisados de peixe e em molhos à base de vinagre, que acompanham o peixe frito. Na Turquia, pode ser utilizada como condimento, mas é mais frequentemente utilizada como guarnição (acompanhamento) para pratos de carne e de legumes. Esta especiaria é condimento essencial na elaboração do prato típico de Alter do Chão: o ensopado de borrego com arroz amarelo.

e) ig n ent Ingredie e sopa de mante mbi d : r mas ra a 2 colheres arão descascado LO ientes úca atu m er BO red 1 kg de ca aç emp a Ing pos de (à t nilh , Sal ranco bau rina a co s ilha e vinho b 2 de rga h aun a 1 cálice d ovo de ma e farin aroma to de b e a rasp o rão 3 af a g d e en l, 3 g de aç reino arom das Leve a r. os com sa 200 copos sopa d e ferm o. a, o pica ri , temperad Pimenta-d e molho branco arin nozes vilhada prefe 3 1 /2 lher de sopa d camarões ne o molho branco d arg o junte os io frão 3 conchas a m ha, as a e pol r com au. 1 co lher de eite igideira e Em seguida, adic o molho por cima. aça icadas e nte numa fr in c d ra o. e 1 co po de l laranja esa d zes p manteiga r. Ju ne a far a unta e deco com ca ino a gost m prato e despej m Derreta a o e pimenta-do-re úca d d nu 1 co a de 1 sobre a de no o aç , adicio redon tos. Po olvilhe camarões afrã os aç com r fim orma rasp lher de de sop o vinho, o ar. Arranje m cozida. inu ep o f vos xe cozinh ge 45 m tâneo 1 co lheres os o er. P ma mexa e dei vilha, torta ou va o em a mex ado nu urante instan er b 3c Sirva com ARELO uito tinue repar 85º, d nilha n 1 am RROZ AM Bat to e co que o p ura de de bau O COM A n Colo erat RREG dim rme DO DE BO o fe aranja. a temp om pu ENSOPAtes: a l , a um ubra c n d o c Ingredie e de borrego rn forn estão: RÃO 1Kg de ca ÇAF Sug A Sal q.b. eco da o c eite co s oí por COM 1/2 dl de az BO es: bo de o bran ino m 1 Cebola e alho LOMedients de lom) de vinhta-do-redo d r 3 Dentes louro Ing quilo (sopa imen re rala e p ó 1 Folha d 1 1 /2 lheres á) de gengib o em p os h 2 Cravinh oz-moscada q.b. 2 co lher (c há) de açafrã aiena o, n c cad Colorau e de arroz 1 co lher (c há) de enta rda o so locar h o a 1 co lher (c á) pim mosta gre o al 1 Cháven de água quente a ga h de ão, oras. C o mel. a pado vin ei 1 co lher (c á) h e çafr 1 Cháven de caldo do enso o , o a rante 2 nteiga rão. ch pa) de mant a sim uma 1 c lher ( (so 1 Cháven afé) de açafrão a açaf e el ibre r du e deixe as r, junte d m ng (c hos e sal 1 co lheres (sopa) de m o ge arina r com a roz no 1 Colher com os al a e, quando aloura as, ar m nta mpere-os pouco; ad ar 2 co lheres (sopa) e sal ent u edaços, te eite e a cebola pic deixe refogar um arroz; pim . Deix . Bes s com rne em p a 2 co lheres (chá) d l, as vinho peros fatia Corte a ca leve ao lume o az avinhos e car com caldo par e os cr m o sa e o m 2 co lheres e alho m tacho, e para fi -moscada s te rvir e om re horas. Nu uro, colorau, noz ara cozer a carne com o arroz. 2 co ntes d bo c nag om o . Se s pise-o, e lom com vi tária c 1 /2 hora o), depoi lume e, o lo sária p epois a carn 2d ro ua neces e sirva d a ao (já apagad pera . Regar ssa refr te 1 e então a ág cozer demasiado o pouco quente . Num tacho, leve junte n rn m or Tem arda rave apurar, se ue o açafrão em fo ois por um passad eixe cozer. dura t t deixe dio ma ed dep Seq mos O arroz - ua quente e passe a água do açafrão e a bo nu rno mé m e o lo r ao fo lva-o na ág ldo do ensopado disso a m o ca Lev o arroz co

RÃO OM AÇAF MARÃO C CA a tes:

História e Origens
Testemunhos remotos atestam da utilização do cártamo, sobretudo na tinturaria, mas em Alter do Chão a especificidade do seu uso sempre foi a culinária. Na verdade, ao longo dos tempos foi frequente a tentativa de confundir cártamo e açafrão, dadas as aparentes semelhanças entre as duas especiarias. No entanto, as diferenças no aroma que imprimem aos pratos e, sobretudo, no preço, levaram a que, tanto no reinado de Henrique VIII como na poderosa Nuremberga do séc. XV, essa falsificação fosse severamente punida. O açafrão tem sido utilizado ao longo dos tempos, sobretudo no Médio Oriente, na Índia e em África, nos campos da medicina (óleos medicinais, pomadas, tratamentos purgativos), da culinária (sopas, carne, peixe e legumes) e da tinturaria (algodão e seda). Estas utilizações são, aliás, documentadas, no século II, por escribas hebreus. Existem registos de que esta especiaria era utilizada na Antiguidade, pelos egípcios, não só para tingir algodão e seda, mas também como unguento em cerimónias religiosas. A sua utilização em pomadas para ungir múmias está documentada, tendo sido, inclusivamente, encontradas sementes de açafrão junto a múmias com cerca de 4000 anos. No século X, o farmacêutico árabe Mesua distingue dois tipos de açafrão: o açafrão da Índia e o açafrão bastardo, uma espécie existente em Baghdad. Esta variante fica conhecida como Carthamus tinctorius, e é a de utilização mais comum em Portugal. A palavra carthamus deriva do hebraico kartami, que significa tingir. Provavelmente originário da Ásia e África, é conhecido desde a Antiguidade como fonte de um corante amarelo utilizado em culinária (daí a designação de ‘açafrão bastardo’) e outro vermelho, a ‘cartamina’, ainda hoje muito utilizado no Sudoeste Asiático para tingir a seda. Até ao século XIX, o papel do “açafrão bastardo” no sector da tinturaria, em todo o ocidente, foi muito relevante. Sendo actualmente uma cultura importante na Índia, é também cultivado um pouco por todo o mundo, nomeadamente nos Estados Unidos, Canadá, México, Argentina, Israel, Turquia, França, Hungria, Etiópia, Austrália, China e Japão.

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