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A MATEMÁTICA FINANCEIRA AVANÇADA DO MERCADO

A MATEMÁTICA FINANCEIRA AVANÇADA DO MERCADO

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ROGÉRIO GOMES DE FARIA

A MATEMÁTICA FINANCEIRA AVANÇADA DO MERCADO
Usando a HP – 12C e o EXCEL nos exercícios

Revisada em Fevereiro de 2010

1

2

MATEMÁTICA FINANCEIRA AVANÇADA PROGRAMA
Capítulo 1 OPERAÇÃO DOS BANCOS
1. DE CURTÍSSIMO PRAZO – 9
1.1. Hot Money – 9 1.1.1. Conceitos – 9 1.1.2. Tributação – 9 1.1.3. Exercícios Resolvidos e Propostos – 10

2. DE CURTO PRAZO – 14
2.1. Desconto Bancário – 14 2.1.1. Conceitos – 14 2.1.2. Valor Atual Bancário – 14 2.1.3. IOF – Imposto sobre Operação Financeira – 14 Aplicação e Exemplo – 144 2.1.4. RSM – Reciprocidade do Saldo Médio – 16 Aplicação e Exemplo – 16 2.1.5. Observação sobre o Desconto Bancário – 17 2.1.6. PIS E COFINS – 18 2.1.7. Exercícios Resolvidos e Propostos – 18 2.2. Desconto de Bordearau – 23 2.2.1. Conceitos – 23 2.2.2. Aplicação – 23 2.3. Desconto Racional – 25 2.3.1. Conceito e Exemplo – 25 2.4. Empréstimo de Capital de Giro – 25 2.4.1. Conceito e Exemplo em Juro Simples e Composto – 25 2.5. Cheque Especial – 27 2.5.1. Conceito – 27 2.5.2. Exemplo – 27

3. DE LONGO PRAZO – 29
3.1. Operações do Sistema BNDES – 29 3.1.1. Considerações Iniciais – 29 3.1.2. Programas – 29 FINEM – 30 BNDES AUTOMÁTICO – 30 FINAME – 31

3

2. Cálculo do VPA e do VFA – Quadro 2.2 – 68 4 .1. A URTJLP – 34 Observações Operacionais – 34 3. Generalidades – 66 3.2.1.4.1.6.1.1.1.3. Rendas Antecipadas – 47 2. Cálculo do VPI e do VFI – Quadro 2. Impostos Incidentes – 60 3. O ARRENDAMENTO MERCANTIL – LEASING – 59 3.3. Rendas Diferidas – Cálculo do VPD e do VFD – 48 2.1 – 35 3.1.6. do PMT – Quadro 2.1.1. Impostos Incidentes – 49 2.1.4. Tipos de Operação – 60 Comentário 1 – 61 Comentário 2 – 62 Comentário 3 – 63 3. Exercícios Resolvidos e Propostos – 49 2.2.1.1. Rendas Uniformes e Não-Constantes – 55 2.1.1.5. Exercícios Resolvidos – Quadro 2.4. A TJLP – 33 3. Considerações Iniciais – 41 2.7.3 – 44 2.4 – 48 2.3. Planilha de Financiamento do Finame em URTJLP – Quadro 1. Coeficientes das Financeiras com o IOFT incluído – 67 Tabela Completa do Crediário – Quadro 3. Exercícios Propostos – 64 3. Tipos de Leasing – 59 3.6.1. CRÉDITO DIRETO AO CONSUMIDOR – CDC – 66 3. A Amortização dos Financiamentos – 32 Conceitos – 32 A Carência nos Programas – 32 3. Classificação e Tipos –41 2.1.3.5.2 e da TIR – Quadro 2. Rendas Perpétuas ou Perpetuidades – Cálculo do VPP – 48 2.1.2.1.2.2.5 e Quadro 2.1.1.7.2.7.1. Operações de Leasing – 59 3.2.3.5.3. Exercícios Resolvidos e Propostos – 37 Capítulo 2 RENDAS UNIFORMES E CONSTANTES 2.6 – 56 Capítulo 3 OPERAÇÕES DE PRAZO MÉDIO 3. Rendas Imediatas ou Postecipadas – 42 2. CDC usando Rendas Postecipadas – Quadro 3.1 – 66 3.

4.2.1 e Quadro 4.2. SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO SIMPLES – 69 1. IOF1 na Tabela Price a partir de 2008 – Quadro 4.3.1. usando a Programação Específica da HP – 12C – 73 Antecipação do Pagamento do Saldo Devedor – 74 1. Cálculo do Valor das Prestações – 93 2.2.2.3.2. Considerações sobre o SAC e a Tabela Price – 97 2.1.2.2.1.4.1 da Teoria do Sistema Francês – 71 Idem. Conceitos – 69 1.7.Capítulo 4 SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO A LONGO PRAZO PAGAMENTO POR PRESTAÇÕES 1. Sistema Francês de Amortização – 70 Duas Observações Importantes – 70 Conceitos e Fórmulas – 70 Planilha 4.3.3 – 79 1. SACRE – Desenvolvimento Simulado da CEF – 88 2.3. Esclarecimentos Iniciais sobre a Correção Monetária no SACRE – 87 2. Sistema de Amortização Constante – SAC – 80 Conceitos – 80 Exemplo – 81 Montagem do Quadro Teórico de Financiamento – Quadro 4.4 – 81 Equivalência do SAC com o Sistema Francês – 81 Aplicações Práticas do SAC – 82 Comparação entre o SAC e o Sistema Francês – 82 1.8.4.2.3.2.2.5. Sistema de Amortização Crescente – SACRE – 86 Conceitos – 86 2. Tipos de Sistema – 70 1.1.4.2.1. IOFT no Pagamento por Prestações – 76 1.7 – Evolução da Prestação e Comprometimento Renda – 97 2. SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO COM CM – 87 2. Quadro 4.8 – Evolução do Saldo Devedor – 98 5 .2.6.4. Quadro 4.6 – Evolução do Sistema Price – 93 2.2. Cálculo do Número de Prestações na Tabela Price pelo Método de Atingir Metas do Excel – Quadro 4.2 – 78 1. Tabela Price – 75 Conceitos – 75 Exemplos – 76 1. Quadro 4.2. Tabela Price – Desenvolvimento Simulado da CEF – 93 2. Quadro 4.5 – Evolução do Sistema SACRE – 93 2.2. Exercícios Resolvidos e Propostos – 83 1. Cálculo do Valor das Prestações – 88 2.

MERCADO DE TÍTULOS PÚBLICOS FEDERAIS Conceitos – 120 Política Monetária – 120 Política Orçamentária – 121 SELIC – Serviço Especial de Liquidação e Custódia – 121 Padronização do Cálculo da Taxa de Rentabilidade dos Títulos Públicos Federais no SELIC – 122 Mercados Primário e Secundário – 122 NBCE – Notas do Banco Central – Série E – 123 Conceitos – 123 Características Principais – 123 Exercícios Resolvidos e Propostos – 125 LTN – Letra do Tesouro Nacional – 133 Conceitos – 133 Características Principais – 133 Exercícios Resolvidos – 129 LFT(N) – Letra Financeira do Tesouro (Nacional) – 133 Conceitos – 133 Características Principais – 133 Exercícios Resolvidos – 133 6 .2.1.Capítulo 5 MERCADO BRASILEIRO DE TÍTULOS 5.3. COMO PROJETAR A TAXA FUTURA DE JURO Contrato Futuro de Taxa Média de DI de 1 dia – 99 Conceitos – 99 Especificações do Contrato – 100 Precificação das LTN – 103 Exercícios Resolvidos – 103 5. MERCADO DE TÍTULOS PRIVADOS CDB – Certificado de Depósito Bancário – 106 Conceitos – 106 Tipos de CDB – 106 IOF nas Aplicações Financeiras – Tabela I – 107 Operações – 108 Uso de Dias Corridos dc e Dias Úteis du – 109 Exercícios Resolvidos e Propostos – CDB Prefixado – 110 Exercícios Resolvidos e Propostos – CDB Pósfixado – 115 5.

NTNC – Notas do Tesouro Nacional – Série C – 137 Conceitos – 137 Características Principais – 137 Exercícios Resolvidos e Propostos – 139 NTND – Notas do Tesouro Nacional – Série D – 145 Conceitos – 146 Características Principais – 146 7 .

8 .

domingos e feriados nacionais. quanto ao posterior recolhimento à Receita Federal.1. na realidade. portanto.2. Hot Money 1. Mesmo assim. Em geral não existem garantias colaterais no empréstimo. Tributação Todas as operações realizadas no SFN entre as Instituições Financeiras e a clientela PF e/ou PJ não financeiras. Conceitos O “Hot Money” é o empréstimo que as grandes Empresas bem posicionadas no mercado e algumas pequenas e médias reconhecidamente sólidas e bem equilibradas. portanto.1. existe é uma disputa entre os Bancos para atender as empresas. não só em função do mencionado pequeno prazo como também porque as boas e sólidas empresas não são de pagar altos spreads e o risco para o emprestador praticamente é o mesmo das operações de prazos um pouco mais longos. visando atrair os clientes mais tradicionais para os outros produtos que os Bancos oferecem. tomam junto à Rede Bancária para cobrir momentâneos desequilíbrios de caixa por períodos muito curtos variando de 1 a 3 dias úteis 1 e. aos Bancos interessa fazer a operação apenas com os seus clientes preferenciais e em volumes significativos. estes sim. 1 Dias úteis são os dias corridos do ano subtraídos dos sábados. DE CURTÍSSIMO PRAZO 1. não podendo. 9 . tanto na forma da cobrança efetuada (IOF1 e IOF2) no início da operação. É uma operação típica dos Bancos Comerciais e de Investimento. usando taxa over mensal ou anual. Como o prazo é pequeno. com mais rentabilidade. a comissões ou a outras despesas que os bancos costumam cobrar. usando-se tão somente o contrato com uma Nota Promissória. estão sujeitas à cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras – IOF.1. É o mesmo imposto que vai ser visto no Desconto Bancário e Capital de Giro. dado o pequeno prazo da operação que normalmente inviabiliza o seu estabelecimento. 1. O IOF é devido integralmente quando da entrega dos recursos ao tomador e incide apenas sobre o principal emprestado.1. à exceção das operações de Leasing e as de compra da primeira residência que não possuem esse tributo. Feriados estaduais ou municipais não entram no total a subtrair.Capítulo 1 OPERAÇÕES DOS BANCOS 1. ser aplicado sobre os valores relativos ao desconto bancário ou racional. uma vez que os ganhos são proporcionalmente baixos.

através do uso da taxa líquida mensal fornecida de 3.18 reais ou 10 .180. devido à armazenagem e arredondamento que elas fazem automaticamente. Assim. modificada a partir de 01 de setembro de 2003) chamada de spread. Sabendo que o mês de março/2009 tem 22 dias úteis.0065 x _ PIS = 1.44 ð PIS e COFINS foram pagos pelo cliente no final da operação Cálculo do PIS e COFINS imputados ao Cliente PIS = 0.1.004305 _ taxa decimal do período Receita Líquida do Banco = 0.44 _ COFINS = 7. quanto a COFINS – Contribuição Financeira para a Seguridade Social ao cliente.44 1 – 0. além de não ser justo.65 % x 0.000. de 11/03/2009 (4ª feira) para 16/03/2008 (2ª feira).50 reais 40. Não usar IOF.65%) e da COFINS (4%) sobre essa receita líquida. Como os valores da negociação em geral são grandes.032) (3/22) = 1. o que está no visor nem sempre é exatamente o que está sendo usado pelas calculadoras para a efetivação de determinado cálculo.004305 ð t3 = f 3 –1 = 0.20% ð A Receita é líquida porque o PIS e a COFINS devidos ao Banco foram pagos pelo cliente numa imposição do Banco.180.000. que foram imputados ao cliente. domingo e feriado).20% . o custo para o cliente ficará muito alto e pode inviabilizar a negociação. Porém.180.000.00 com o Banco Gama S/A à taxa efetiva mensal de 3.000. às vezes significativa. é comum no mercado as Instituições Financeiras imputarem.000. Para ilustrar. A Indústria Rafa S/A está fazendo um empréstimo de curtíssimo prazo de R$ 40. dá diferença. sofre a cobrança do PIS (0.3. usando o percentual invertido como vai ser mostrado logo à frente. lembrando que os cálculos deverão ficar no visor das máquinas ou nas suas memórias até o encerramento do exercício.04 _ PIS = 1. Exercícios Resolvidos e Propostos 1. f3 = (1.004305 x 40. porque nesse tipo de operação de prazo muito curto.A Instituição Financeira.00 RL = R$ 172. O Banco vai trabalhar apenas com os dias úteis (3 du). tanto o PIS – Programa de Integração Social. usando a calculadora HP-12 C e/ou o Excel.174.000. se forem considerados também os dias não úteis (sábado. A Receita Líquida é uma das incógnitas pedidas e ela é a base de cálculo para o PIS e a COFINS.126.00 0. 1.9935 ou PIS = 0.004305 COFINS = 0. Cálculo da Receita Líquida RL do Banco.0065 x 172. auferindo uma receita líquida (receita bruta deduzida dos custos que a Receita Federal permite sejam abatidas através da IN nº 247 de 21 de novembro de 2002.50 reais x 172. líquida de despesas dedutíveis. A operação é para 3 du em 5 dc. calcular os valores da Receita Líquida do Banco e do PIS e da COFINS.126. exercícios de alguns casos reais mais usados no mercado serão vistos a seguir.

70 % a m _ Taxa Líquida do Banco Spread do Banco = [[ 1 + 3.000.30 % = 3.008.000.000 ð 0.20/3. O Banco Ipsilon S/A concedeu um hot money à Cia XYZ de Petróleo S/A no valor de R$ 60.00 x _ PIS = 1. 20. de taxa “over” (operação passiva) e que o período foi de 27/03/2009 (6ª feira) a 31/03/2009 (3ª feira). Assim: t3 = 1 + (3.00 à taxa “over” ativa de 5% a.204.000.20%.30% a. Trata-se de uma operação com 2 du e 4 dc.74 PIS = 322.002468 x 20. Não usar IOF.000. A Construtora Pioneira S/A fez uma operação de curtíssimo prazo com o Banco Eta S/A no valor de R$ 20.003203 0. com a única diferença residindo no tipo de taxa.70 ] 3.000.00 do dia 24/03/2009 (3ª feira) até o dia 27/03/2009 (6ª feira).363. Sabendo-se que na captação dos recursos necessários para o empréstimo o banco pagou 1. que aqui é over mensal também líquida e não a efetiva mensal.00 b) Cálculo da Receita Líquida do Banco RL = 0.004305 x 40.m. Calcular os valores do PIS e da COFINS imputados à Cia de Petróleo pelo Banco e a Receita Líquida do Banco na operação.54 reais COFINS = 4 % x 0.000.000.000.00 ] RL = 0. à taxa over mensal líquida para o Banco de 3.000) [ ] 3 − 1 = 0.18 reais 2.9935 2 − 1 .m.74 reais PIS = 0.00 _ RL = 192. incluindo o IOF.96 _ COFINS = 7.003203 _ taxa do período na forma decimal a) Cálculo do PIS e COFINS pagos pelo cliente PIS = 0. a) PIS e COFINS 1°) Usando Juros Simples para se obter a taxa líquida ou spread do Banco: 5 % − 1.00 ð RL = Spread do Banco = 49.65 % x 49. estes usados para o IOF.000.000.51 reais _ COFINS = 8.003203 x 60. calcular os valores do PIS e da COFINS imputados pelo Banco à construtora e a despesa total da construtora.96 reais 3.000.04 COFINS = 4% x 0.1 – 0.003203 0.96 60.000.000.174.000.000.000.65 % x 0.96 reais 11 .00 0.9935 x 60. Este exercício é praticamente igual ao anterior.363.257.

24 + 3.722.000. 1268) (3/252) = 1.363.722.93 reais x Obs .280.0038 1 ( ) x 20.003920 PIS = 0.000.342.40 ð COFINS = 8.39 reais 196.002467 x 20.96 ð COFINS = 2.(1. calcular a receita líquida do banco e o custo total da siderúrgica.40 196. 1º) Usando Juros Simples.282.82 reais 2º) Usando Juros Compostos para obtenção da taxa líquida do spread: Spread do Banco = 49.96 + 2. usa-se qualquer regime.001422 = 0.000.342.342.00 + 322.00 + 322.COFINS = 4 % x 49.00 + 76.003920 RL = 0.000.68% a.82 ð R$ 148..380.00 + PIS + COFINS CT _CB + IOF1 + IOF2 + PIS + COFINS onde CB = Custo Bancário 1º CT = 66.9935 x ð PIS = 1.008.342.005342 .82 reais ð COFINS = 2. deve-se entender por 3 du = 3 dc.00 ð Spread do Banco = 49.000.381.38 (1 + 1. mas depois de calculados os fatores do prazo de 3 dias por Juros Compostos.000. b) Despesa Total da Construtora CT = (1 + 5/3000)2 − + 0. porque as taxas dadas foram anuais e se não for assim a diferença vai ficar muito grande e fora de propósito.38 reais [[ (1 + 5/3.45% por três dias consecutivos.82 + 2.65 % x x 50.008.38 0.94 ð PIS = 322.96 Custo Total _ CB + IOF1 + IOF2 + PIS + COFINS 12 COFINS = 4 % .9935 49.24 + 3.38 0.65% COFINS = 4% x 49.Como a diferença dos cálculos é muito pequena.99 Um capital de giro de R$ 50.167. Sabendo que o custo do dinheiro para o Banco que fez o empréstimo foi de 12.88 2º CT = 66.000041 x 4 + 0.055. Como se trata de 3 dias consecutivos.74 0.280.000.1.000)2 Sp Banco = 0.5645) (3/252) .000.000.40 0.00 = PIS = 0.000.00 + 76.93 ð R$148.055.056.000.056.00 foi concedido a uma empresa do ramo de siderurgia à taxa anual de 56.000.a. TL3 = (1.000)2 ] −1 ] x 20.00 ð RL = R$ 196.008.01 reais 0.30/3.

00 + 1. c) Os valores do PIS e da COFINS que vão sair da Receita Líquida do Banco.155.65 %.705.00 de 18/06/2009 (5ª feira) até 23/06/2009 à taxa mensal efetiva de 3.65 % x 195.009265 x 50.000.1268 (3/252) .0038) x 50.1 = 0.01 CT = 0.180.730.000123 + 0.99 2° Custo Total = R$ 472.000.0038) x 50.57 reais ð COFINS = 8.00 a um cliente do dia 31/03/2009 (3ª feira) até 03/04/2009 (6ª feira) à taxa anual de 54. b) A Despesa Total do cliente na operação.00 + PIS + COFINS CT = (0.16% ao ano.000.00 + PIS + COFINS CT = 463.1 = 1. calcular a e b abaixo.96 CT _ CB + IOF1 + IOF2 + PIS + COFINS CT = (0.005342 + 0.167.10 % de taxa efetiva mês e sabendo que junho/2009 tem 20 dias úteis. Se o custo de captação do banco foi de 18. a) O Custo Total da operação para o cliente b) A Receita Líquida do Banco Resp. 13 .000. quais foram os valores de a.632.05 reais PIS = 0.10 6. a) R$ 185.9935 x ð PIS = 1.000123 + 0.00 + 1.449.005342 + 0.05 0. b e c abaixo.42 reais COFINS = 4% 195. O Banco Zeta S/A concedeu um “hot money” de R$ 20.167.39 + 8.05 0.5645)(3/252) -1 + 0.000.730.000.01 Custo Total = 463.0038) x 50.5645 ] 1.000041 x 3 + 0.000.435.30 %.269. Se o custo do “funding” para o Banco na ocasião estava por volta de 1.39 + 8.280.000.11 b) R$ 64. se o banco pagou o PIS e a COFINS do seu caixa? a a) A Receita Líquida do banco sem ele pagar o PIS e a COFINS.90 2º) Usando Juros Compostos através da divisão dos fatores TL3 = [ 1. A CIA de Armamentos S/A tomou um empréstimo de curtíssimo prazo junto ao seu principal banqueiro no valor de R$ 30.CT = ((1.000.000.730.50 + 9.718.40 1º Custo Total = R$ 472.000.003915 RL = R$ 195.269. sabendo que o banco imputou o PIS e a COFINS ao cliente.000.50 + 9.003915 .282.282.49 5.

como todo desconto. obviamente. de taxa pré ou de desconto? AB = F (1 – in) ð AB = 40.000.5 = 3. Sendo o desconto bancário. Seja F o Valor Final ou Nominal de um título que vai ser descontado em um banco à taxa i.608. i = taxa pré = 5% a.Resp.00 disponível dentro de 45 dias em um banco que cobra 5% a. Faltando 45 dias para o vencimento do título.00 O Desconto Bancário. Desconto Bancário 2.56 e R$ 3.00 vai ser descontado à taxa de 5% a. o custo (taxa) para o tomador.000. a) R$ 98. DE CURTO PRAZO 2.000 x 0. é cobrado antecipadamente.000.00 2.m. ele pagará o mesmo juro calculado sobre o Valor Final. n = 45 dias = 1.05 x 1.1. Conceitos O Desconto Bancário ou por Fora – DB é a quantia equivalente ao juro simples cobrado sobre o Valor Final ou Nominal do título à taxa combinada. no início da operação e isso aumenta.000 (1 – 0.m..000.71 b) R$ 266.923.1.71 c) R$ 637. ou seja.m. pois sobre uma quantia menor que lhe é creditada (valor atual bancário do título). o Valor Atual AB é dito bancário e dado por: AB = F – DB ð AB = F – Fin = F (1 – in) ð AB = F (1 – in) (2) Exemplo – Qual o valor atual de um título de R$ 40.00 _ DB = R$ 3. É também uma operação típica dos Bancos Comerciais e de Investimento.086. Valor Atual Bancário O valor atual A de um título é dado pela diferença entre o seu valor final F e o desconto D. no prazo que decorre da negociação até o vencimento do título.000. segundo a definição do Desconto Bancário. chamada taxa pré ou taxa de desconto.05 x 1. n períodos antes do seu vencimento.5 mês DB = 40. Usando a fórmula inicial de Juro Simples J = Pin e colocando F no lugar de P. qual é o valor do desconto bancário? DB = Fin.1. 14 . teremos DB igual a: DB = Fin (1) Exemplo: Um título de Valor Final R$ 40.5) _ AB = R$ 37.1. de juros.2.47 2.

.1081%. o Decreto nº 6339/2007 só vigorou na íntegra durante o ano de 2008.0041% a. foi criado também o IOF2 = 0. livre do valor do desconto bancário e outras despesas liberadas pela Receita Federal através da IN nº 247 de 21/11/2002. Se a entrega dos recursos era parcelada.m. 2. IOF – Imposto sobre Operações Financeiras Aplicação e Exemplo Todos os empréstimos no sistema financeiro estão sujeitos ao imposto sobre operações financeiras (IOF). portanto. Os créditos concedidos para aquisição da casa própria nos programas específicos criados pelo governo e as operações de “Leasing”.5 mês i = 5% a.0041% ao dia corrido para Pessoa Física e/ou para Pessoa Jurídica pelo prazo da operação financeira isto é.05 X = (0. o IOF incidia sobre cada parcela liberada. 1. e o de PJ restou mantido em 0. incidente somente sobre o principal emprestado. Pelo mesmo Decreto.5 mês. A taxa final postecipada mensal t será = 8. portanto. o governo federal instituiu o Decreto nº 6339/2007 para compensar a perda daquele imposto com vigência imediata a partir de 02/01/2008. fixo e cumulativo para qualquer prazo e incidente da mesma forma sobre o principal líquido.5) / ( 1 – 0.m. na realidade. Esse IOF. a sua taxa final postecipada X ou taxa final postecipada mensal t de custo. devido integralmente quando da entrega dos recursos ao tomador..1. no qual o IOF = IOF1 de PF passou a 0.38%.081081 = 8.5 → t = 5.3.00 n = 45 dias = 1.05 x 1. pelo período de 1. arma-se a seguinte regra de três simples para se obter taxa de juro pós: F (1 – in) 1 → → F (in) X → X = in /(1 – in) (3) Exemplo: Seja o caso do exemplo anterior: F = 40.d. ou seja. mas cobrado à alíquota de 0. Entretanto.1081% /1. Pela simples observação da relação acima.40% a.d. Com o fim da CPMF – Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira em 29/12/2007. tudo para viger a partir de 02/01/2009. mantendo o IOF2 = 0. X (e t) não é só função da taxa bancária i. não estão sujeitos a nenhum IOF e negociações com cartão de crédito não caracterizam empréstimo. também não 15 . sempre foi exigido antecipadamente como o desconto bancário. i. 8% maior do que a taxa pré cobrada pelo banco.Aplicação – Uma pessoa vai a um banco descontar um título de valor F por n meses à taxa mensal i . ou 0. e.38%. pois.0041% a.d. na metade desse exercício o governo já havia arrecadado o total por ele projetado para todo o ano com a CPMF perdida e aí voltou a fixar as alíquotas do IOF1 para PF = PJ = 0. será : F (1 – in) F (in) → líquido recebido (valor atual bancário) → juros pagos (desconto bancário) Assim.50% ao ano de 365 2 dias. mas também do prazo.0082% a.05 x 1.5) = 0. para PF e PJ. pode-se ver que o valor de X (e t) será tanto maior quanto maior for o prazo do desconto.000.

791.919778 0. a nova regra de três abaixo nos fornece: = 0.50 meses.00246)1. 1º) Despesa Total do tomador no recebimento dos recursos = DB + IOF1 + IOF2 Fin + F(1– in) IOF1 n + F(1– in) IOF2 ou F[in + (1– in) IOF1 n + (1– in) IOF2] 2º) Líquido entregue pelo Banco ao tomador = F – Despesa Total F – F[(in) + (1– in)IOF1 n + (1– in)IOF2] ou F[1 – [in + (1– in)IOF1 n + (1– in)IOF2]] 3º) Custo Total do tomador = Despesa Total para o cliente Agora.00 x 0.000.00123)1.0038) X= 1 – [0. exceto quando a Administradora do Cartão toma financiamento para liquidação da compra efetuada pelo usuário por qualquer motivo.86.925)(0.26) IOF2 = 37.5 = (3.60) Líquido recebido pelo tomador = 36.00 x 0.00123 mensal e IOF2 = 0.00 x 0.087219 ao período ð t = 5.000.05 x 1.208.925)(0.00) IOF1 = 37.000.5 + (0. Aplicação – Um cliente descontou um título de valor F à taxa mensal i. De quanto é agora a taxa pós. taxa de desconto i = 0.000041 x 45 = (68. qual é a taxa final mensal postecipada t para o tomador? 1º) Usando a relação (4) 0.estão subordinadas ao IOF – Crédito.5 + (0. usando os novos IOFs? 2 É a primeira e provavelmente a última vez que se vê a Autoridade Monetária usar o ano corrido de 365 dias para normatizar assuntos pertinentes ao mercado financeiro em confronto com o estabelecido pela Convenção Internacional Nasd 30/360.000. n períodos antes do vencimento.000.075 + (0.925)(0.0038)] X = 0. Assim.14 Obs – O tomador usará o líquido recebido e terá que recompor o valor nominal do título no vencimento.0038. monta-se a seguinte regra de Três: F[1 – [in + (1– in)IOF1 n + (1– in) IOF2]] → F[in + (1– in) IOF1 n + (1– in) IOF2] 1 → X 1 [ in + (1– in) IOF1 n + (1– in) IOF2 ] X= 1 – [in + (1– in) IOF1 n + (1– in) IOF2] Exemplo – Continuando com o exemplo anterior e usando n = 1.925)(0. IOF1 = 0.080222 (4) 16 .81% ao mês 2º) Usando os conceitos com os números do exercício – 2ª forma de resolver Valor Nominal ou Final do título = 40.00 DB = 400.0041% = 1.075 + (0.50%/365 e não por 360 como tudo o mais.000041 x 30 = 0.05 ao mês. dado que o imposto é devido pelo tomador dos recursos ao dia corrido.0038 = (140. já que 0. pagando os juros e os impostos antecipados no total de R$ 3.

O comum é ser constituído ao longo da operação. no final. quando o banco bloqueia o valor do SM pelos dias da negociação e. se fosse acrescentada a reciprocidade de Y = 10% sobre o valor do título. Se a reciprocidade para o banco for um SM de Y% sobre o valor F do título.100148 ou 10. Observação sobre o Desconto Bancário 17 .1. pois implica em ele deixar depositada sem nenhuma remuneração. Pode ser formado no prazo que o cliente quiser desde que não ultrapasse o prazo da negociação.721828% ao período ou t = 5. que é um depósito à vista ou a prazo com taxa quase zero.1.208. é função do valor do título descontado e do seu prazo e. qual seria a taxa final mensal postecipada t a ser paga pelo tomador ? X = 0.4. sem nenhum acréscimo.m.5. vamos obter: 1– [ in + (1– in) IOF1 n + (1– in) IOF2+ Y] 1 ð ð in + (1– in) IOF1 n + (1– n)IOF2 X 1 [ in + (1– in) IOF1 n + (1– in) IOF2 ] X= 1 – [in + (1– in) IOF1 n + (1– in) IOF2 + Y] Exemplo – No exemplo anterior. só vai aumentar o custo da operação para o cliente.791.36. qual a taxa mensal postecipada t de custo para o tomador? 1º) Despesa Total do tomador na entrega dos recursos = DB + IOF1 + IOF2 Fin + F(1– in)IOF1 n + F(1– in)IOF2 ou F[in + (1– in)IOF1 n + (1– in) IOF2] 2º) Líquido recebido utilizável pelo tomador = F – Despesa Total – YF F [1 – [ (in) + (1– in) IOF1 n + (1– in) IOF2 + Y]] 3º) Custo Total para o tomador = Despesa Total F [in + (1– in) IOF1 n + (1– in) IOF2)] Montando a regra de três abaixo. Esse SM. Aplicação: Um cliente vai a um banco descontar um título F por n meses à taxa mensal i. obviamente.818072 = 0. uma importância chamada número de capital.081928 / 0.86 donde X = 8.81% ao mês 100 → X 2. devolve o SM ao cliente. que nada mais é do que o produto da alíquota do SM pelo valor do título e pelo nº de dias da operação. chamado de saldo médio. RSM – Reciprocidade do Saldo Médio Aplicação e Exemplo Não é raro os bancos exigirem de seus clientes uma reciprocidade na concessão de empréstimos ou desconto de títulos.01% ao período ð t = 6. (5) 2.14 → 3.67% a.

2.000. o Valor Atual Bancário AB será nulo. ou seja. conservando o mesmo valor para a do PIS = 0.05 x 20  DB = 40.25% sobre o valor final de todos os títulos que desconta. Quando o prazo da operação de crédito é superior a 40 ou 50 dias.00 à vista.00 que vai ser descontado à taxa de 5% a.00 isto é. Saldo Atual do mês em referência.000.500.000.00 o que não faz sentido. onde figuram cinco colunas auto explicativas: Razão. oferta de um particular. Conta Cosif nº. 2. usa-se o Empréstimo de Capital de Giro que trabalha com eficiência nos dois Sistema de Juros. 18 . O Desconto Bancário será: DB = 40..00 − 40. o Desconto Bancário é igual ao Valor Final do título e assim. 20 meses antes de seu vencimento. A Base de Cálculo para a incidência das respectivas alíquotas do PIS e da COFINS de 0.000. A segunda.7. as instituições financeiras e assemelhadas também estão incluídas: o PIS = Plano de Integração Social e a COFINS = Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social. obedece à Instrução Normativa nº 247 de 21/11/2002 da Receita Federal. Qual é a melhor opção? Resp. Assim. PIS e COFINS Existem mais obrigações que a Receita Federal cobra das Pessoas Jurídicas que negociam qualquer espécie de Ativo.65%. Exercícios Resolvidos e Propostos (salvo indicação contrária.00 com vencimento em 3 meses tem duas opções: a) vendê-lo por R$ 166.m. inclusive dinheiro. Saldo do mês anterior e Movimento do mês em referência.6.m.000. b) descontá-lo em um Banco que cobra 5% a. a Receita fornece um mapa chamado de Anexo I à IN nº 247.1. AB = F – DB = 40.65% e 3% que vão gerar os valores mensais a serem recolhidos pelas empresas no dia 20 do mês seguinte ao referenciado.00 _ AB = R$ 0. de taxa de desconto pré e comissão de 0. é obrigatório usar o IOF) 1.000.000.00 x 0. O proprietário de um título de valor nominal R$ 200. Em 01/09/2003 houve um aumento na alíquota da COFINS de 3% para 4%. Esse é um dos motivos pelos quais não se deve usar o Desconto Bancário para prazos longos ou taxas altas. Para facilitar as empresas a calcular corretamente a Base de Cálculo.O Desconto Bancário deve ser usado para prazos curtos e taxas baixas porque seu uso para prazos longos e taxas mais altas pode ocasionar distorções graves.00 x 1 _ DB = R$ 40. Esta Base de Cálculo é formada pelo somatório de valores do razão do Cosif das empresas que faturaram no mês em referência: Base de Cálculo = Total das Receitas – Total das Exclusões – Total das Deduções + Total de outras Adições – Total de outras Exclusões.1. seja um título de R$ 40.

003352 VL = (0.750.000041 x 90 + 0.50 – 0.000. Dois títulos são descontados.00 3.00 em pagamento por um empréstimo concedido e emprestou metade do valor a outro cliente pelo prazo de 18 dias.00 F2 = 38. 40 dias antes do seu vencimento à taxa de 36% a.a.60 um engenheiro vai a um Banco e assina uma NP para 60 dias. A diferença entre o primeiro título e o segundo é da R$ 40.06 DB = 0. Calcular: a) o custo total do cliente. P1 =R$ 100.00 num banco que trabalha com taxa pré de 2. e com o Banco BIO cobrando pela coordenação geral e colocação das ações. Qual o valor nominal desse título.2.00 da comissão de coordenação do BIO ð K = R$ 0.884148 x 500. Uma Cia descontou uma duplicata de R$ 120.0038) x 0. Sabendo que o total de juros dos dois empréstimos foi de R$ 7. 6% à vista sobre o valor nominal de toda a emissão. obtém – se o valor líquido total que a empresa vai receber.50% sobre todos os títulos que desconta? Resp. e sabendo que o Banco cobra uma comissão de 0. A operação foi entregue ao BIO – Banco de Investimento Operacional S/A que sugeriu o montante de 500 milhões de ações para subscrição “stand by”. com 50% pagos no ato e 50% ao fim de 3 meses.00 maior do que o do primeiro e igual a 20% do valor do segundo título.00 d1 = 12 dias 6. Um agiota que cobra 10% a. qual é o valor líquido que a empresa AMT vai receber? Solução: Façamos o cálculo do valor à vista de 1 (uma) ação. quais são os valores nominais dos dois títulos e a taxa de desconto ou pré do segundo? Não usar IOF.000.00.00%. R$ 100.00 4. depois de recolhidos à Receita Federal o PIS de 0. de taxa pós recebeu R$ 104. Os recursos para o banco realizar a operação lhe custaram 1.884148 ð valor de uma ação Valor Líquido Total que a empresa vai receber com o “underwriting”: VLT = 0.000.10% numa captação de CDB. Se o desconto sofrido pelo segundo título foi R$ 4.936.000 ð VLT = R$ 442.000.Depois.m.m.m. multiplicando esse valor pelo nº de ações a emitir. Resp.m.50 – 0.50% a.4475 = 0. R$ 0. b) A receita líquida do banco na operação.00. Solução: 19 .750.007490 x 0. A empresa AMT S/A quer abrir seu capital e para isso está emitindo novas ações preferenciais ao valor nominal de R$ 1.035 x 3 = 0.65% e a COFINS de 4.000.4475 ð IOFT = 0. Sendo o juro do mercado para desconto de títulos de 3. F1 = R$ 78. e o segundo.4475 – 0. supondo que o desconto tenha sido feito à taxa de 5% a.120.0525 ð AB = 0.600. 100 dias antes do vencimento.003352 ð R$ 0.00 cada.074. Em pagamento da dívida de R$ 88.00 i2 = 72% ao ano.06) + 0.50 à vista ð 6% x R$ 1. 5. qual o valor e o prazo do primeiro? Resp.0525 ð AB = R$ 0.50 x 0.000. O primeiro.000. 20 dias antes do vencimento.70% a.4475 IOFT = (0.

agora líquido do PIS e COFINS.37.65% x 1. agora devidos ao cliente.000) x 20 = 1.70% − 1.0038) ð R$ 544.00/(1 – 0.160.12 7.280. Mesma coisa acontece com a COFINS.70/3.000041 x 20) + 0.00 x (2.a) Custo Total CT do cliente = DB + IOFT DB = 120.52 ð RL = R$ 1.280. de 5 cents ou de R$ 8.65% x (1.60% a. os bancos aumentam o faturamento líquido aplicando uma taxa maior para o cliente.280. de tal maneira que ao incidir os percentuais dos impostos sobre o faturamento e recolhido o produto à Receita Federal.00 AB = 120.00 x ((0. permanecendo a RL do Banco nos mesmos R$ 1. resta exatamente a RL = R$ 1.00 – 2.704.000) x 20 ð DB = R$ 2.00 para o Banco.60/3.280. no caso.000.840.00 ð AB = R$ 117.280. o Banco não paga o PIS que fica por conta do cliente e ligeiramente aumentado.m.000. o que resta é exatamente o faturamento dos bancos.840.65% x (1.280. cujo valor para o cliente pagar muda dos R$ 51.0065)) PIS = 0.766.374434 ð PIS = R$ 8.42 b) Receita Líquida RL do Banco = Faturamento – (PIS + COFINS) Taxa Líquida do banco = 2. que era o seu faturamento líquido antes da cobrança do PIS.00 = 8.20 devidos ao Banco para R$ 53.00 – 59.65% x (1.33.00 IOFT = 117.00/(1 – 0. Vejamos: PIS = 0.160.52 reais RL do Banco após PIS + COFINS = 1.000.00 x (1. Para isso é usado o processo do percentual invertido que é possível dado que a taxa de aplicação das Instituições Financeiras é livre.48 Obs: Parte dos bancos imputa o pagamento do PIS e da COFINS para o cliente. Assim.160.00/0. Assim.42 ð CT = R$ 2.10% = 1.220.00 o valor da duplicata e sabendo que o Banco exige 5% de SM (saldo 20 .32 para R$ 8.60% ao mês Faturamento líquido do Banco = 120. A Cia Cinematográfica Raposa do Século Vinte e Um descontou um título no Banco Áureo S/A 27 dias antes do vencimento à taxa pré de 2.65% x 1. que é o novo PIS da RL do Banco convenientemente aumentada para recolhimento à Receita Federal.37.65%)) = 0.00 = 51.42 CT = 2.32 reais COFINS = 4% x 1. NCTC = DB + IOFT + PIS + COFINS ð Novo Custo Total Cliente = R$ 2.00.280. que passa a ter o seu custo majorado na operação em benefício de um aumento na RL dos bancos.280.37 Retirando R$ 8.20 reais Total do PIS e COFINS que o Banco deverá recolher à Receita = 59.280.00 + 544.000.00 PIS = 0.288. Sendo de R$ 250.9935) = 0.

000.90% ao mês e o IOFT foi pago pelo cliente através de débito na sua c/c (conta corrente) no dia do desconto. qual foi o Valor Líquido VL creditado na c/c (conta corrente) da empresa? Que custo mensal percentual a Cia acabou pagando? Solução: SM = 5% x 250.00 – 1. qual o valor líquido que o médico pôde usar e que custo mensal percentual ele acabou pagando? Considerar que os recursos que o Banco usou na operação lhe custaram 0.00 reais IOFT = R$ 1.058355 % pelos 27 dias t = 3. Resp.850.000041 x 27 + 0.974.40% ao mês de taxa de desconto.00 – 5.850.96 onde VL = valor líquido na c/c da Cia = quantia que ela vai usar pelos 27 dias. Com o produto líquido recebido a empresa que fez a operação bancária pagou seus compromissos já vencidos e no mesmo dia aplicou a sobra num CDB do próprio Banco recebendo a remuneração mensal de 1.000.60/3.04 VL = AB – IOFT – SM = 244.40 % ao mês 8.96 100 5.55% a.500.04 X X = 704. Com o Banco exigindo reciprocidade de SM = 5% sobre os títulos que desconta e imputando o PIS (0. qual o valor dos compromissos pagos pela Empresa? Resp.500.000.451.198.00 foi descontado num Banco que cobrou 2.00 / 230.451. VL = R$ 54. 230.150.médio) de todos os títulos que desconta.00 ð R$ 12.850.12 e t = 3. Um médico descontou uma NP (Nota Promissória) de R$ 60.000.00 + 1.451.004907 x 244.198.00 DB = 250.00 x (2.048.40% até o vencimento da operação de desconto.000.00 = 0.96 ð X = 3.00 IOFT = (0.804.00 reais AB = (250.00 VL = R$ 230.0038) x 244.00 no Banco Dracma S/A com antecedência de 32 dias corridos à taxa mensal de 2. 9. 27 dias antes do seu vencimento. Um título de R$ 70.00 21 .000) x 27 = 5. Observação – Lembrar que o DB e o IOFT são pagos pelo cliente no início da operação e que o Banco quando imputa o PIS e a COFINS ao cliente.150. Sabendo que o valor do resgate bruto da aplicação foi de R$ 8.m.150.254.00) reais AB = R$ 244.04 = 7. R$ 60. recebe os dois impostos no vencimento da operação.150.04 – 12.64.70%.65%) e a COFINS (4.00%) ao cliente.000.198.

000. PIS e COFINS por conta do tomador.200.85/3. um conceituado Grupo Siderúrgico necessitou de recursos da ordem de 200 milhões de reais.000.05)/(3.65 % (1.374.000.33 3º) Pagamento do empréstimo de R$ 200.00 – (956.000.0038) IOFT = 200.000.333.000.0038) = 200.000.00 x (0.000.333.00 PIS = 0.000.00 – 4.507. b) se o retorno da negociação apresentou uma entrada de caixa para a Siderúrgica de R$ 520.000.374.96) = 4% x 1. sabendo-se que os recursos que o banco utilizou tiveram um custo de 1.000.000041 x 24 + 0.00 x 0.00.800.960.70 5º) Diferença entre o valor pago ao final e o liberado pelo banco no início = VT − VL VT – VL = 199.000. F = 200.000.280.70 ou custo total cliente 195.00 2º) Faturamento F do banco não levando em conta o produto do uso do SM cobrado ao cliente mas.00 ð SM = R$ 4.288.021.000. por cerca de 3 semanas.000.70 X 22 .000.000. reciprocidade no SM = 2% do valor do empréstimo.00 VT = R$ 199.65 % x 1.000.707.000.70 – 195.80/3.00) ð VL = R$ 195..00 à 1.707.m.000.043.043.333.00 SM = 2% x 200.000.000.000)) x 24 = 200.280.333.000. imputando a ele o custo do PIS e COFINS devidos.000.85% a.10.00 + 4.000. Para evitar problemas decorrentes de possíveis atrasos na finalização da empreitada.004784 IOFT = R$ 956.m.374. Recorreu a um dos Bancos com quem trabalha que lhe deu as condições para a efetiva realização do capital de giro pretendido e que foram: taxa pós mensal de 1.978.000984 + 0.05% a.000.200.43 + 53.00 100 3.00 – (IOFT + SM) IOFT = IOF1 + IOF2 = 200. Ao detectar possibilidades concretas para a realização de um bom negócio de curto prazo.85 −1.043.960.00 x (1 + (1.000) x 24 F = R$ 1.00/0.000.00 4º) Valor a pagar pelo cliente ao fim do empréstimo = VT = PIS + COFINS + P – SM VT = 8.000.021.800. qual foi o resultado do Grupo Siderúrgico? Solução: a) Cálculo da taxa mensal postecipada =T 1º) Valor Liberado pelo banco = VL = 200.00 VL = 200.33 ð COFINS = R$ 53. a Siderúrgica pediu para aumentar o prazo até 24 dias.280.33 + 202.000.507.00 = 3.000.43 ð PIS = R$ 8.00 x (0.000.00 ((1.978. além do IOFT tradicionalmente pago pelo cliente. por 24 dias = P P = 200.00 (0.200. Calcular: a) a taxa mensal postecipada real que a Siderúrgica pagou.000) x 24) ð P = R$ 202.9935) = 0.000.85%.000.43 COFINS = 4% (1.00/0.

30 reais Obs – Os R$ 4.978.021.00 para 25 dias de prazo 1º) Usando o método algébrico: 28 x 25 + 22 x 18. dado que.1 Conceitos O desconto de um borderau formado com títulos de vencimentos e valores finais diferentes.00 que foi de R$ 199. 2. consiste em se calcular o Prazo Médio Ponderado – PMP desses títulos. como vai ser visto a seguir.00 do SM exigidos trouxeram lucros para o Banco que não foram computados nesse exercício.907 = 25.258278 ð PMP = 25.m. o Valor Líquido – VL do borderau.2. dado que isso é uma necessidade do cliente.500. Mesmo com os títulos possuindo valores nominais e prazos de vencimento desiguais.00 – 199. O Prazo Médio Ponderado – PMP dos papéis que compõem o borderau é calculado pela relação abaixo ou usando a programação da HP – 12C. pois esses recursos a custo zero foram obviamente aplicados em outras operações. o Grupo Siderúrgico pagou o resgate calculado sobre o valor combinado de R$ 200.X = 397.2583 23 . O VL do borderau unificado acaba sendo um pouco maior. usando como peso ou ponderação seus valores finais e depois procedendo a apenas uma operação de desconto do total do borderau.00 para 22 dias de prazo R$ 32. que deveria ser igual ao que o cliente obteria se descontasse os títulos um por um numa mesma data. mantém-se o número de títulos do borderau. depois de deduzido o SM conforme o acordado. b) Cálculo do resultado obtido pelo Grupo Siderúrgico = R R = 520.200. porém. Desconto de Borderau 2.000.55% a.2.292.707.200.043. Para diminuir essa diferença.770.000.00 para 28 dias de prazo R$ 18. exatamente igual ao desconto bancário já mostrado individualmente.000.00 = 2.000.00 / 195.00 (já deduzidos o IOFT e o SM)). para usar um valor menor de R$ 195.850. devido ao pequeno número de casas decimais usadas e à maior quantidade de títulos.549761 % ao mês ð T = 2.043. mas o Banco levando isso em consideração no cálculo do AB e as alíquotas do IOFT para obter o imposto correto.70.000. aumenta-se as decimais para quatro.039808% pelos 24 dias ou T = 2.000.5 + 25 x 32 PMP = = 1. não acontece.000. Para o Grupo Siderúrgico só serviram para diminuir o VL que o Banco lhe emprestou e com isso aumentar o seu custo financeiro na operação.021. Exemplo: Calcular o PMP do borderau composto pelos três títulos abaixo: R$ 25. utilizando a taxa pré ou de desconto praticada pelos Bancos e também o IOFT alterado recentemente pela Receita Federal.707.70 ð R = 320.000.

F = R$ 75.0000 25.2583) ð TEM = 3.2583/3000) b) Cálculo do AB AB = 75.8656 reais ð DB = 1.m.00 x 0.237.m.500.00 – 73.907. Aplicação Utilizando os números do borderau acima e a taxa de desconto de 3% a. Como se pode ver. ð TEM = 3.593. dar o Enter..237.0000 22.00 [ (0.87 TEP TEP = 3. o valor VL que o cliente poderá usar. a) Cálculo do DB DB = 75.8656 ð VL = 73. efetivamente pagas pelo tomador.67% a.m.907. 18.0000 25.00 ð AB = 73.00.500.5 2º) Usando a HP – 12C ð digitar cada prazo. o Imposto Total sobre Operação Financeira IOFT. o PMP pelos dois processos fornece o mesmo número de dias.000041 x 25.2583 d) Cálculo do Valor Líquido VL que o cliente poderá usar: VL = AB – IOFT = 73.13 reais e) Cálculo da Taxa Efetiva no Período TEP: 73. 22.0000 2.13 100 ð ð (75.09% ao período f) Cálculo da Taxa Mensal TEM: TEM = 3. (taxa pré) cobrada pelo Banco.m.00 – 355.00 – 1.0000 (4 decimais) 1. g xw Enter Enter Enter 28.5 + 32 75. uma vez descontadas as despesas (DB e IOFT).2.2583) + 0.2583 = PMP Obs.00 x 3 x (25.0048 ð IOFT = 355.0898% (30/25. a taxa efetiva TEP no período e a taxa mensal TEM. g) Comprovação dos Cálculos: 24 .593.2. o peso respectivo e Σ+: PRESSIONAR VISOR PRESSIONAR VISOR f 4 28.0898 ð TEP = 3. 25.5 32.17) = 2. calcular: o Desconto Bancário DB.0017 reais i = 3% a.6698% a.500.0000 3.262.25 + 18.593. Σ+ Σ+ Σ+ 0.00 reais c) Cálculo do IOFT: IOFT = 73.593. d = 25.500.0038 ] IOFT = 73. 2.0000 25.237. o Valor Atual Bancário AB.

30 25 .790.045.0038 ]] VL1 = 25.5) = 2.000041 x 28 + 0.9702 ð VL2 = 31.60 reais VL = VL1 + VL2 + VL3 ð VL = 73.9671 ð VL1 = 24.00 [[ 1 – (0.790.790.03(22/30) + 0.00 [[ 1 – (0.5/(1 + 0.50 reais VL2 = 18.03(28/30) + 0.00 x 09733 ð VL2 = 18.0038 ]] VL3 = 32. o valor do borderau unificado é realmente um pouco maior do que o conjunto dos títulos descontados isoladamente.177.000041 x 22 + 0.000.70 Como AR = F – D → AR = 40.01 reais VL3 = 32.00 [[ 1 – (0.05 x 1. desconto de um título é a diferença entre o seu Valor Final e o Valor Atual.000.000.209.30 → AR = R$ 37. Conceito e Exemplo Valor Atual Racional ou por dentro de um título é o valor do título que aplicado à taxa de juros pactuada produz um juro que somado a ele reproduz seu Valor Final: AR + ARin = Fn → AR (1 + in) = Fn → AR = Fn/(1 + in) onde: AR = Fn = n = i = Valor Atual Racional Valor Final ou Nominal do Título prazo para o vencimento do Título taxa de juro pós (6) Como se sabe.00 x 0. se o Valor Atual é Racional o Desconto é também Racional e a incidência da taxa de juro para se calcular o desconto é sobre o Valor Atual do Título: DR = AR x i x n ou DR = Fn – AR = Fn – Fn/(1 + in) = Fn (1 + in)/(1 + in) – Fn/(1 + in) DR = Fn (1 + in – 1)/(1 + in) → DR = Fn x in/(1 + in) (7) Exemplo: Qual é o Desconto Racional DR de um Título de Valor Nominal igual a R$ 40.697674 = 2.05 x 1.000.VL1 = 25.000.790.000.3.70 = 37. Desconto Racional e Valor Atual 2.0038 ]] VL2 = 18.500.229.70 DR = R$ 2.00 x 0.11 reais Como se pode ver.1.500.006.00 com vencimento para 45 dias e à taxa (pós) de 5% ao mês? DR = 40.00 – 2.3.03(25/30) + 0.209.000.00 x 0.000041 x 25 + 0. 2.

353.000. 1.000) F65 = 107. para não haver meação na única garantia do crédito.353.0038) VL = 100.m.1 F65 = a ser pago no final 0 65 VL utilizado Fig.283927% pelos 65 dias ou t = 3.50% ao mês no Banco Duta S/A. a garantia que os bancos exigem neste caso é uma NP – Nota Promissória – emitida pela empresa e avalizada pelos diretores e esposas ou companheiras.2.583.50 reais F65 = P (1 + (3.82% a. considerando os Decretos do final de 2007 e de 2008 que modificaram as alíquotas do IOF? Fig.000.230.000.4.33 ð montando a regra de três simples: 99. Conceitos e Exemplos em Juro Simples e Composto Além da operação de “Hot Money” oferecida pelos bancos comerciais e de investimento para cobrir momentâneos desequilíbrios de caixa das empresas num prazo de 1 a 3 dias úteis (du).00 x1.1. todos os bancos operam também o segmento mais longo dessa modalidade. 1.33 reais x 65) = 100.000041 x 65 – 0.50/3. Empréstimo de Capital de Giro 2.00 para 65 dias à taxa efetiva de 3. ð 8.50 ð Despesa = R$ 8. chamado de Capital de Giro. Que taxa mensal realmente foi paga pela empresa.50 100 X = 8.1 VL = P (1 – IOF1 x 65 – IOF2) = 100.230.583.00 (1 – 0.33 ð X 26 .00 (1 – 0.4.353. Normalmente.075833 Despesa = 107. 1º Exemplo – A empresa de cosméticos Laura & Nívea Ltda tomou por empréstimo a quantia de R$ 100.000.33 – 99.O prazo agora varia de 1 a 3 meses e a negociação pode ser efetuada em dias corridos (dc) no regime de juro simples (1º Exemplo abaixo) e no de juro composto (2º Exemplo a seguir).006465) VL = 99.

738. Cheque Especial 2. Obviamente. além dos altos tributos de que os governantes não querem abrir mão.75% ao ano (fevereiro de 2010). alcançando quase 10% ao mês e com capitalização mensal ou praticamente 214. durante o mês é aplicado o juro simples e. ele é capitalizado.1. zerando ou apenas reduzindo o saldo devedor.353.000.50% hoje no Brasil e que foi criada para balizar as taxas das Instituições Financeiras e financiar a nossa dívida pública interna.738. para cobrir receitas perdidas com o fim da provisória Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira – CPMF. sem a incorporação diária do juro ao valor que lhe deu origem.1. A operacionalização do Cheque Especial consiste na aplicação sobre o saldo devedor.738. concedida através de um contrato celebrado com a clientela. usando taxa efetiva e dias corridos dc.50)(30/65) − 1) x 100 ð t = 3. Realmente um disparate muito grande e de difícil explicação por parte das autoridades. Basta reparar nos valores de resgate dos dois regimes e ver que o de juro composto (R$ 107. está atualmente em 8.2º Exemplo – o exemplo anterior no regime de juros compostos. com a taxa efetiva (incluindo os tributos). como se faz em juro simples. Cada Banco elege um dia (em geral o último dia útil do mês) para fazer a capitalização ou incorporação dos juros contabilizados a cada variação do saldo devedor desse mês ao saldo do mês que se inicia e então ter o novo saldo sobre o qual vai começar a cobrar juro para o mês iniciante.81% a.00 ao ano.46 t = ((107. Em outras palavras. 27 .000.50 ð o mesmo valor anterior F65 = 100. trata-se de um saque a descoberto ou empréstimo com limite previamente autorizado pelos Bancos que possuem reserva bancária Esta autorização.077385 F65 = R$ 107.353.33). usando o conhecido método hamburguês.46/99. O devedor pode fazer amortizações a qualquer dia.5/100))(65/30) = 100.00 x (1 + (3.5. o conhecido imposto do cheque. a exemplo do IOFT. Mesma Fig.00 x 1.m. também são cobrados a TAC – Taxa de Abertura de Crédito recentemente ressuscitada e o custo de implantação periódica anual do Cheque Especial. mensalmente. que é repassado para a Receita Federal no princípio do novo mês que começa. Conceito O cheque especial é uma autorização que o Banco Comercial concede ao cliente para ele sacar contra a sua conta corrente. ou seja.5.583. 2. a taxa preferencial do mercado brasileiro chamada taxa Selic. 3 3 A taxa do 2º Exemplo no cálculo pelo regime de juro composto foi um pouco menor que a do juro simples do 1º Exemplo. embora a sua taxa de juro menor. isto é. VL = R$ 99. mesmo quando esta não apresenta saldo.46) é maior que o de juro simples (R$ 107. da taxa pactuada entre o cliente e a Instituição Financeira. que já é muito alta para a inflação anual de 4. tem um dos maiores custos do mercado. devido à capitalização que ocorre naquele regime e que faz com que o fator do multiplicador da quantia emprestada seja maior e venha a produzir um valor de resgate maior. escandalosamente aumentado há dois anos passados. A título de comparação.1 também.

320.320. 28 .70/3. Exemplo Calcular o saldo devedor em 31/07/2009 de um contrato de cheque especial firmado em 09/07/2009 com a TAC de R$ 230.320.000041 x 4 4) = (0.00 x 7 = 21.00 = 17.000.00 R$ 3.000 = 0.00 x 7 = j = 0.320.000041 x 7 + 0.703. ambos pagos em espécie pelo cliente no mesmo dia.00 + 241.320.0029 x 1.003964 x 7.870.48 IOFT no mês = 63.00 x 4 = j = 0.00.00 SD = − 7.870.0038) x 7.320.46.0029 x 4.00 = 0.00 x 4 = j = 0.02 + 0.000.5.00 SD = − 2.10 Total de juro no mês = 241.004087 x 2.870.870.70% ao mês com limite de R$ 10.00.66 + 0.00 = 0.450.004087 x 4.41 + 0.00 R$ 5.00 = 9.320.320.0029 → coeficiente diário do juro mensal 8.70 84.69 87.00 e tarifa mensal de manutenção da c/c no valor de R$ 36.0029 x 7.2.0038) x 2.0038) x 4.00 por por por por 4 dias 7 dias 4 dias 7 dias Desenvolvimento → 8.000041 x 4 2) = (0. sendo que o IOFT é recolhido à Receita Federal de uma única vez no princípio do mês seguinte e a capitalização dos juros é realizada realmente no último dia do mês em pauta.00 → → → → SD = − 1.000041 x 7 3) = (0.00 = 7.00 R$ 2.40 + 63.0029 x 2.00 = 0.870.00 = 0.57 reais O SD para 31/07/2009 = 2.40 reais B) Cálculo do IOFT contabilizado ao longo do mês 1) = (0.00 SD = − 4.57 = R$ 2.320.003964 x 1.320. A taxa de juro sobre o saldo devedor foi estabelecida em 8.70% A) Cálculo dos juros contabilizados ao longo do mês sobre os Saldos Devedores: 1) 2) 3) 4) j = 0.320.2.320.00 = 29.91 47.320. tendo ocorrido os seguintes eventos financeiros em julho/2009: 1) 2) 3) 4) 09/07/07 13/07/07 20/07/07 24/07/07 → → → → saque saque saque depósito de de de de R$ 1.0038) x 1.000.

Dependendo do programa pretendido. sendo que o objetivo de todos os projetos deverá beneficiar um ou mais dos itens: implantação. expansão. racionalização empresarial. Contando com uma rede credenciada de agentes financeiros públicos e privados. 1. móveis e utensílios. destinados a empresas sediadas no País. obras civis incluindo montagens e instalações.3. são os de Indústria. despesas pré-operacionais. e Bancos Múltiplos. Bancos de Desenvolvimento. exportação de máquinas e equipamentos etc. modernização.1. as tratativas dos interessados nos diversos programas oferecidos começam através de uma consulta prévia ao BNDES onde são especificados os dados cadastrais das empresas solicitantes para fins de enquadramento operacional. 29 . o sistema tem como objetivo financiar projetos e investimentos nas aquisições de máquinas e equipamentos nacionais e importados sem similar nacional. onde estão presentes os Bancos Comerciais. reestruturação. DE LONGO PRAZO 3. OPERAÇÕES DO SISTEMA BNDES 3. Comércio e Serviços e Agropecuária. desde que tais projetos sigam a lista de critérios do sistema. Bancos de Investimento. gastos com treinamento de pessoal. estudos e projetos de engenharia. capacitação tecnológica.1. Os setores básicos de atividade contemplados com variadas linhas de empréstimo. Infra-Estrutura. Considerações Iniciais Constituído pelo BNDES – Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social e pelas subsidiárias. melhoria de qualidade e o conseqüente aumento de produtividade. os interessados devem procurar os roteiros de informações para enquadramento junto à Área de Planejamento do BNDES ou o agente financeiro credenciado de sua preferência. FINAME – Agência Especial de Financiamento Industrial e BNDESPAR – BNDES Participações S/A. capital de giro associado e outros mais.

1. que interferem nos percentuais dos valores e nos destinos dos recursos. incidindo sobre o valor total do financiamento. A parcela de capital de giro associado será calculada em função das necessidades específicas do empreendimento.500.00 a R$ 60. dependem muito da capacidade de pagamento dos beneficiários. as empresas interessadas. Se o valor a ser financiado for inferior a R$ 10 milhões. por parte da empresa beneficiária. o financiamento deverá ser feito através das instituições financeiras credenciadas. Programas Existe uma variedade muito grande de programas de financiamento oferecidos pelo BNDES.000. exclusivamente para empresas do setor industrial e realizados diretamente com o BNDES ou através de agentes credenciados. serão abordados os mais procurados.000.00.00. incluindo aquisição de máquinas e equipamentos novos de fabricação nacional e importados.8 7 + As operações com micros. às vezes até taxas de juro e outras condescendências sobre os financiamentos. obviamente depois de atendidos os critérios de porte dos pretendentes.00 a R$ 10.000.00.000.500. Os custos do programa. O nível máximo de participação do BNDES varia de 60% a 100% e é indicativo para cada segmento de atuação.000.200. b) pequenas – idem de R$ 1.000. c) médias – ídem de R$ 10.200. d) grandes – idem acima de R$ 60. BNDES AUTOMÁTICO 30 . No presente estudo que se vai fazer. FINEM – FINANCIAMENTO A EMPREENDIMENTO Basicamente.As participações. se resumem ao somatório de : i) custo financeiro variável 4 + remuneração do BNDES 5 + : ii) se com apoio direto do BNDES _ + taxa de risco de crédito 6 iii) se com apoio de agente credenciado _ + taxa de intermediação financeira remuneração do agente financeiro. BNDES Automático e FINAME. 3. FINEM. o FINEM é utilizado nos financiamentos de valor superior a R$ 10 milhões destinados a investimentos. comercial e industrial a que pertencem.2. condições e facilitações. foram classificadas pelo seu faturamento anual em: a) micros – faturamento anual até R$ 1. pequenas e médias empresas estão isentas da taxa de intermediação financeira e o prazo total da operação é determinado em função da capacidade de pagamento do empreendimento.000. As garantias serão definidas na análise da operação (apoio direto) ou negociadas entre o agente financeiro e a beneficiária.000. Para isso. considerado todo o grupo financeiro.00.

Obs – O produto BNDES AUTOMÁTICO está sujeito às normas e procedimentos estabelecidos pela circular nº 198 de 18/08/06 FINAME O produto FINAME tem por objetivo precípuo. empresários individuais. recuperação e modernização de ativos fixos. O prazo total da operação. pois dá apoio financeiro completo aos projetos de implantação. montagens e instalações de um projeto para abrigar os móveis e utensílios. 7. enfim a própria empresa. é determinado de acordo com as características do projeto e da capacidade de pagamento do empreendimento. 4. que só pode ser implementado através de agentes credenciados. o BNDES Automático é o financiamento mais abrangente que existe para uma Cia. respectivamente. 4 5 6 7 8 TJLP ou UMBNDES (Unidade Monetária do BNDES) + ECM (encargos da cesta de moeda) ou dólar USA + Libor ou IPCA + encargos. conforme o risco do crédito e se tiver fiança bancária. Até 4% ao ano. O limite máximo do capital de giro associado ao investimento fixo varia em função do porte da beneficiária. pessoas jurídicas de direito privado. pessoas físicas do setor agropecuário. 0. Microempresa _ até 70% Pequena e média empresa _ até 40% Grande empresa _ até 15% A participação máxima do BNDES nos investimentos financiáveis varia de 70% a 100% e as garantias serão negociadas entre o agente financeiro e a beneficiária. cujos valores seguem na nota abaixo. até o limite de R$ 10 milhões.80% ao ano.Destinado a financiar as obras civis. ampliação. De 1. Inclusive gastos com estudos e projetos de engenharia. das taxas de intermediação financeira e remuneração do agente financeiro. Os beneficiários podem ser: 1. da remuneração básica do BNDES. 31 . O custo total do financiamento é a taxa de juro resultante do somatório do custo financeiro variável. negociada entre o agente e o cliente. associações.80% ou de 0. também financiados da mesma maneira. cooperativas. idem de direito público 3. 2. são também objeto de financiamento deste programa.8% ao ano. Até 3% ao ano. além de capital de giro associado. as máquinas e equipamentos nacionais e importados. 6. incluindo carência e amortização. 5. pela beneficiária. devendo ser comprovada sua real necessidade. despesas pré-operacionais e gastos com treinamento de pessoal. fundações. devidamente credenciados no BNDES e sempre através da intermediação financeira de um agente credenciado. o financiamento da produção e da comercialização de máquinas e equipamentos novos de fabricação nacional.

A aquisição de máquinas e equipamentos importados sem similar nacional, constantes da lista de ex-tarifário, estabelecida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, também pode ser financiada pelo programa FINAME. O custo total do financiamento é igual ao do BNDES AUTOMÁTICO com exceção da remuneração básica do BNDES, que aqui varia de 1% a 3% e da taxa de intermediação financeira, que não existe para as micros, pequenas e médias empresas. Os prazos das operações, definidos em função da capacidade de pagamento das beneficiárias, de uma maneira geral devem respeitar o máximo de 60 meses, ressalvados alguns casos, como operações do transportador autônomo de cargas (até 72 meses), operações de financiamento à concorrência internacional (até 144 meses) e outros. A parcela de capital de giro associado é limitado a 50% do valor do equipamento, no caso das microempresas; para as pequenas e médias empresas, o limite cai para 30%. Não existem valores mínimos ou máximos para o financiamento de equipamentos. Todo equipamento credenciado pelo BNDES é passível de financiamento, independentemente do seu valor. Entretanto, para valores superiores a R$ 10 milhões, as operações devem ser submetidas à etapa de enquadramento no BNDES. A participação máxima do BNDES no investimento varia de 70% a 100%. Os beneficiários podem ser: 1. pessoas jurídicas de direito privado. 2. idem de direito público. 3. empresários individuais. 4. pessoas físicas do setor de transporte autônomo de cargas. 5. cooperativas. 6. associações. 7. sindicatos. 8. condomínios e assemelhados. 9. clubes. Obs – O produto FINAME está sujeito às normas e procedimentos estabelecidos pela circular nº 195 de 28/07/06.

3.1.3. Amortização dos Financiamentos
Conceitos
A amortização dos três financiamentos vistos, obedece ao SAC – Sistema de Amortização Constante, adaptado a algumas modificações realizadas pela equipe técnica do Banco. Assim, o sistema de amortização criado pelo BNDES é composto de prestações periódicas que englobam amortização e juro, como os sistemas de amortização usados no Brasil e nos outros países, ou por outra, cada prestação é a soma de uma parcela de amortização com outra de juro, sendo a parcela de juro dada pelo produto da taxa pactuada com o saldo devedor do período anterior. A parcela de amortização é constante, se todos os cálculos forem efetuados numa moeda estável, a URTJLP – Unidade de Referência da Taxa de Juro de Longo Prazo ou Unidade de

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Referência do BNDES, que é o que se usa fazer. Assim, ao se dividir o valor do empréstimo em reais pelo valor da URTJLP em reais do dia inicial da operação, obtémse o valor da dívida em URTJLP. Daí para a frente se passa trabalhar com a nova moeda, começando por determinar a parcela de amortização em URTJLP ao dividir a dívida pelo número de amortizações, o que obviamente vai resultar num valor constante na nova moeda URTJLP ao longo de todo o período da operação. A URTJLP, como vai ser mostrado, tem um valor em reais para cada dia e então, através do produto do número de URTJLPs pelo seu valor em reais do dia em que se deve fazer qualquer pagamento, se tem o valor desse pagamento em reais e ele é efetuado na nossa moeda corrente. Os períodos de carência dos programas são trimestrais como vai ser mostrado e os pagamentos normais são mensais e ocorrem nos dias 15 de cada mês, desde que sejam dias úteis. Caso contrário, postergam-se os pagamentos para o primeiro dia útil. Nem é preciso falar nas vantagens que existem ao se usar a URTJLP para os cálculos da Planilha Financeira do Financiamento, tanto para o agente financeiro quanto para o cliente final, que passa a visualizar melhor o programa. Por isso é que os agentes e/ou o BNDES usam este método, que vai ser mostrado mais à frente.

A Carência dos Programas
Carência é o prazo durante o qual não existem amortizações e as prestações pagas pelo beneficiário final são formadas apenas pelos juros J (somatório simples dos custos de cada programa) ou encargos ENCK, a cada período k da carência. Esses encargos são obtidos através da aplicação de J sobre o Saldo Devedor do período anterior, como em todos os sistemas de pagamentos periódicos. Acontece que na composição de J, pelas normas do BNDES, só entram 6 pontos percentuais anuais da TJLP (custo financeiro variável mais usado) e assim, aquele saldo devedor tem que ser corrigido pelo que exceder aos 6% da TJLP e que não foram pagos pelo empresário a cada prestação, tanto no período da carência quanto nas prestações normais, que incluem as amortizações, enquanto a TJLP exceder 6% a.a. Vide relação (8) abaixo. ENCK = ((1 + J/100)(t/360) – 1) x ((1 + TJLP/100)/(1,06))(t/360) x D(K-1) onde: (8)

ENCK → encargos totais pagos na prestação de ordem k. J → somatório de 6% da TJLP + até 3% do BNDES + até 1,80% de taxa de risco + até 4% da remuneração do agente financeiro, se for o caso. t → nº de dias corridos entre os momentos (k −1) e k ou entre dois eventos financeiros consecutivos, isto é, eventos que modificam o saldo devedor de um contrato. D(k-1) → saldo devedor no momento (k −1). TJLP → expressa em % O período da carência é sempre o trimestre e a fixação do seu início obedece aos seguintes critérios: a) se a data de formalização jurídica da operação entre o BNDES ou o Agente e o Cliente Final se der depois do dia 15 (quinze) do mês, a carência só terá início a partir do dia 15 (quinze) do mês seguinte; equivale dizer que se a formalização jurídica da operação se der, por exemplo, a 16/01/07 e o período de carência for 2 (dois) trimestres, o início da contagem da carência só se dará a 15/02/07, terminando, portanto, em

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15/08/07 (na realidade 211 dias de carência) e assim a amortização mensal começará a 17/09/07, pois 15/09/07 é sábado (244 dias depois da entrada dos papéis no BNDES), com os encargos e forma já mostrados. b) se a data de formalização jurídica da operação se der antes do dia 15 (quinze) do mês, a carência terá início a partir do primeiro dia 15 (quinze) próximo, portanto, no próprio mês de formalização, ou seja, o Cliente Final terá a sua carência reduzida, com o restante da operação se passando como no caso anterior.

3.1.4. TJLP – Taxa de Juro de Longo Prazo
A TJLP é uma taxa anual com vigência trimestral, criada no dia 1º/12/94 para vigir inicialmente até 1º/03/95 com o valor de 26,01% ao ano. A sua fórmula de cálculo era através do somatório simples entre a taxa de juro da nossa dívida externa com peso 3 e a da dívida interna com peso 1, tomando por base os três meses anteriores, isto é, setembro, outubro e novembro de 1994. Posteriormente, devido a problemas surgidos no mercado internacional com as taxas de juro da dívida externa de um país emergente (Rússia, em setembro de 1998), o que veio a contaminar todos os outros, a fórmula foi modificada para a média aritmética das doze últimas TJLPs mais 10% e a sua vigência também, embora continuando trimestral, passou para o trimestre civil, a partir de janeiro de 1999. Ainda no ano de 1999, precisamente para o último trimestre, outubro, novembro e dezembro, a fórmula outra vez foi modificada, passando a representar o somatório simples da projeção da inflação brasileira para os 12 meses à frente com a projeção da taxa internacional de juro, também para 12 meses adiante, obviamente taxa anual, mas, mantendo a vigência trimestral.

3.1.5. URTJLP – Unidade de Referência do BNDES
A URTJLP teve o seu início em 1º/12/94 por ocasião da criação da TJLP, com o valor de R$ 1,00. Seu cálculo nos dias subseqüentes foram e são assim encontrados: a) descapitaliza-se a TJLP anual, com vigência para um trimestre e já descontada da taxa de 6% a.a. paga periodicamente pelo beneficiário, por 360 dias, que é o número de dias do ano comercial, obtendo-se então o fator diário que vai corrigir a URTJLP ao longo de todo aquele trimestre. Se a TJLP atingir 6% ao ano ou valor mais baixo, não será mais preciso de se corrigir o D(k-1) da relação (8), pois a TJLP estará sendo paga integralmente nas prestações normais. Assim vejamos: TJLP de 1º/12/1994 a 1º/03/1995 = 26,01% a.a. (1º TJLP)

[ 1,2601 ]
1,06 URTJLP URTJLP URTJLP URTJLP de de de de

(1/360)

= (1,188774) (1/360) = = = =

= 1,000480 → fator diário

1º/12/94 02/12/94 03/12/94 04/12/94

1,00 real 1,00 x 1,000480 = 1,000480 reais 1,000480 x 1,000480 = 1,000961 reais 1,000961 x 1,000480 = 1,001442 reais

etc.

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Atualmente. quando foi publicada a 2ª TJLP.000299 → fator diário (1. obviamente com o peso dos seus 31 dias.1 Reparar que a relação (8) dos ENCK mostrada no item a Carência dos Programas BNDES. em oposição ao que cabe ao BNDES. Foi mencionado com o problema russo. como vai ser mostrado. O Total dos encargos do BNDES são assim calculados de maneira exata. Daí em diante o cálculo continuou a ser dessa forma com a mudança do fator corretivo se dando a cada nova TJLP. Planilha do Financiamento do FINAME em URTJLP – Quadro 1. como já foi dito. é claro. 3. nesse segundo caso estamos trabalhando com a “moeda” URTJLP e assim todos os cálculos apresentam resultados nessa “moeda”. b) vale a pena ressaltar que a TJLP do trimestre dezembro/1998 – fevereiro/1999 com o valor de 18. a não ser a distribuição dos encargos cobrados a cada prestação.000299) 31 = 1. porque a fórmula de cálculo foi modificada e o trimestre de vigência também. é sempre menor.6. As Condições Gerais de Financiamento são as mesmas nos dois casos. passando ao trimestre civil. a vigência da TJLP é a cada trimestre civil. entrou no cálculo para se chegar aos valores atuais de URTJLP. apenas com o intuito de tornar mais fácil o entendimento da cobrança da TJLP até o valor de 6% ao ano.06% a. onde as parcelas do BNDES – somatório dos 6% a. A parte do agente financeiro nunca vai corresponder percentualmente ao encargo dos seus “spreads”. É conveniente lembrar que. da maior simplicidade e transparência ao se trabalhar com a URTJLP no lugar da TJLP. A qualquer dia podemos fazer a conversão para R$.até o dia 1º/03/1995 inclusive. da TJLP (descontados na formação da URTJLP) com as outras remunerações – são calculadas sobre o Saldo Devedor do período anterior e abatidas dos Encargos Totais.06 (1/360) = 1. como já foi falado. Assim temos: [ 1. ficando a sobra para o agente financeiro.a.1806 ] 1. resultando daí a necessidade de se fazer a 35 .a. e que só valeu para os 31 dias de dezembro/1998.009322 → fator dos 31 dias de dezembro de 1998 Observações Operacionais no Uso da URTJLP Já se falou no ítem Conceitos.1.

“Spread” de Risco = 3% a.correção do saldo D(k−1) naquilo que deixou de ser pago na época da prestação de ordem (k−1).00 Custo Financeiro Variável =TJLP “Spread” BNDES = 2.000.a. Data da formalização da operação =14/06/99 Data da liberação dos recursos =17/06/99 Carência = 2 períodos Número Total de Amortizações = 36 Moeda usada nos cálculos _URTJLP Quadro 1.a. Exemplo: Vejamos um empréstimo do Programa Finame realizado entre a FINAME e um Agente Financeiro nas condições abaixo.1 36 . Como já falado. é muito fácil ver que nos cálculos usando URTJLP isso não é necessário. para posterior repasse ao tomador final: Valor a Liberar = R$ 168. pois o BNDES tira a sua parte. dado que a própria Unidade de Referência faz a correção.5% a. que obviamente não recebe a sua parte combinada.50% e o que sobrar do total é entregue ao agente. que seria de 3%. a distribuição dos encargos cobrados ao cliente pelo Sistema BNDES e o agente financeiro. não é da maneira mais justa. no caso 8.

115) = [(1.3552 ∴ i = 2.3552 _ ENC5 AGENTE FINAME = 713.7470 _ ENC5 = 239.8928 A 1 _ D3 = 111.436. 108. o valor liberado de R$ 168.a. Em uma operação de Finame com URTJLP intermediada pelo Banco Strongarms S/A..137.620. pois as duas primeiras prestações pagaram os encargos da carência cobrada.1408 URTJLPs D3 = 114.4201 _ P5 = 4. 1.50 % a.6731 239.7.00 Custo Financeiro Valor Variável = TJLP Remuneração Básica do BNDES = 2.00 no dia 17/06/99 é dividido pela URTJLP desse dia (1.465711) e assim se obtém a dívida L = D0 = 114.8928 + 953. Exercícios Resolvidos e Propostos Obs – Nos exercícios que seguem observar que a data da entrega dos documentos ao BNDES ou ao AGENTE tem como objetivo determinar a vigência dos períodos de carência e consequentemente do início efetivo das prestações completas ou com amortização.085) (29/360) − 1 108.6731 = (1 + i) (29/360) − 1 [ ].620. e não os 3% a.a. pretendidos pelo agente financeiro.620.000. P5 = A + ENC5 = 3. 3.3129 URTJLPs etc. Data da entrega dos documentos a FINAME = 19/07/06 Data da Liberação dos recursos = 25/07/06 _ URTJLP = 1.620.7834% a.3552 ].000.4201 − 713.4201 URTJLPs etc.1408 _ ENC1 = 3.2480 URTJLPs etc.183.950747 reais Carência = 1 período Número de Amortizações = 30 (trinta) a) Calcular o valor da 8ª prestação em URTJLP b) Quais foram os o valores dos encargos do Agente e do BNDES contidos na 8ª prestação ? 37 . Comissão do Agente Financeiro = 2.0571 URTJLPs _ ENC5 = 953.a.1408 – 3. os dados da negociação foram : Valor do Financiamento = R$ 400.252. D1 = D2 = D0 = 114.. ENC5 ENC5 FINAME = (1.183. 114.Como foi explicado em Conceitos da Amortização dos Financiamentos.1408 em unidades de URTJLPs.A36 = 114.8928 ENC1 = ENC5 x ÷ 36 _ = 3.620. As Amortizações A = A1 = A2 = . 108. [(1.252.7470 ∴ AGENTE = 953.1408 URTJLPs.162.115) [ (90/360) (29/360) − 1 .183. ] − 1] .00 % a.1.252.a.

7243 = 1.00 + 2.039. Numa operação de BNDES Automático foram usados os seguintes valores: Valor Total a Liberar = R$ 180. 164.7243) → ENC8 = 1.834.008355) .008355) . ENC8 = [ (1.70 % a. a.049.008355) .00 Custo Financeiro Variável = TJLP “Spread” Básico do BNDES = 2.834.951431 Carência = 2 períodos : o 1º com 91 dc e o 2º com 91 dc 38 .9958 = 251.000.a.008355) .950671 2ª) 03/08/06 = R$100.50 % a.00 _ URTJLP = R$ 1.950747 30 A = 6. (205.9310) ENC8 = (0.049.6553 .6553 − 41. 1 1.6553 − 6 x 6. “Spread” do Agente (“Del Credere”) = 2.049.50 + 2.006821) .009. 1 30 URTJLPS 2º) Cálculo dos Encargos Totais ENC8 contidos na 8ª prestação Total dos encargos (juros) efetivamente pagos em cada Prestação: J = (6.9885) ENC8 = (0.50 % a. Data da formalização da operação = 10/07/06 Os recursos foram liberados em duas parcelas: 1ª) 24/07/06 = R$ 80.039.000.00 _ URTJLP = R$ 1. ENC8 = (0. D 7 ENC8 = (0.205.118.5561 URTJLPS URTJLPs [ ] AGENTE 2.039. (164. a.000.085) (30/360) − .a) Cálculo de P8 P8 = A + ENC8 1º) Cálculo da Quota de Amortização = A A = 400. (205.105) ( 30/360) −1 ]. (D0 − 6 x A) _ A 1ª prestação não teve amortização.5440 URTJLPS b) Cálculo dos ENC8 ENC8 ENC8 ENC8 ENC8 BNDES BNDES BNDES BNDES URTJLPS e do Agente = (1.9885 = 205.370.370.5519 = 8.000. 164.9885 + 1.5519 P8 = 6.00) % = 10.834.00 .7243 1 = 0.

951431 = 41. D4 = 0.6687 URTJLPS f) Cálculo dos ENC5 do Agente: ENC5 ENC5 AGENTE AGENTE = 816.70) % = 11.085) (32/360) − 1 . a remuneração paga foi de: 39 .255.255.075.1992 URTJLPs c) Cálculo do Saldo Devedor da época 4 (anterior) D4: D4 = D0 − A X 2 _ dado que só houve duas amortizações x D4 = 92.255.9746 − 3.70 % a.9746 − 6.a.009481 1 ] x 86.1120 [ (32/360) − .075. previamente acordados.5289 = 51.150.255.50 + 2.a. desmembrando o valor da amortização e os encargos do BNDES e do Agente a) Cálculo da Dívida em URTJLP L1 = 80. ENC5 = [(1.4457 URTJLPS URTJLPS D0 = D1 + D2 = 92.5762 ENC5 = 816.075.20 % a.105.244.011.105.9746 URTJLPS b) Cálculo do valor de cada Amortização: A = 92.3778 URTJLPs e) Cálculo dos ENC5 do BNDES ENC5 BNDES = (1.5762 URTJLPs 2 = 92.7091 URTJLPS Obs – O ENC5 AGENTE deveria ser de 204.1544 URTJLPS para representar os 2.1992 30 _ A = 3.9746 = 3.000. Como está.950671 L2 = 100.Número de Amortizações = 30 (trinta) Calcular o valor da 5ª Prestação (em 16/04/07).3778 − 626.3984 d) Cálculo dos Encargos ENC5 da 5ª Prestação: Total dos Encargos de cada Prestação = (6 + 2.00 1.1992 D4 = 86. D4 ] ENC5 BNDES = 626.00 1.000.6687 = 189.

964915 reais Carência = 2 períodos Número de Amortizações = 40 (quarenta) a) Calcular o valor dos juros (encargos) contidos na 5ª prestação.a.7091 + 1] (360/32) − 1 .a.000.3512 URTJLPs ou 3. nos seguintes valores e encargos: Valor da Operação = R$ 620. a) ENC5 = 1.105.928.00 % a. através do seu banco.2496% dos ENC7 totais BNDES 40 .7279% dos ENC5 totais 4. nas seguintes condições: Valor da Operação = R$ 620.5770 URTJLPS 3.5068 % a. a) P2 = 7.1115 URTJLPs e ENC7 AGENTE = 655.964825 Carência = 2 (dois) períodos : o 1º com 91 dias e o 2º com 92 dias Número de Amortizações = 36 (trinta e seis) a) Calcular o valor da 2ª prestação. Data da formalização do pedido à FINAME = 12/07/07 Data da liberação dos recursos = 20/07/07 _ URTJLP = R$ 1.5762 ] AGENTE _ 2.3778 P5 = 3.000. A empresa Balança & Quase S/A tomou recursos do Programa Automático. 100 86.00 Custo Financeiro Variável = TJLP Remuneração Básica de BNDES = 2.1992 + 816.ENC5 ENC5 AGENTE _ [[ 189.50 % a.6820 URTJLPs ou 3.a.891.776. O Banco Sotoma S/A intermediou uma operação do Programa BNDES Automático Simplificado para um de seus clientes preferenciais. Remuneração do Agente = 3.00 Custo Financeiro Variável = TJLP Remuneração Básica d0 BNDES = 2. b) Idem o valor da 7ª prestação e dos encargos do Agente nela contidos Resp.50 % a. b) Qual é a parcela dos juros da 5ª prestação devida ao Agente ? Resp.697.9409 URTJLPs b) P7 = 13. Remuneração do Agente = 4.6360 URTJLPs b) ENC5 AGENTE = 915. Data da entrega dos documentos à AGÊNCIA _ 20/07/07 Data da liberação dos recursos = 27/07/07 _ URTJLP = 1.075.a. junto à FINAME. g) Cálculo da 5ª Prestação = P5 P5 = A + ENC5 = 3.00 % a.a.

as operações de Leasing não estão sujeitas ao IOF. Por isso é que vamos repassar o estudo dessas Rendas ou Série de Pagamentos. As de Leasing pertencem somente às Sociedades de Arrendamento Mercantil ou Empresas de Leasing e/ou Bancos Múltiplos que possuem essas Carteiras e embora ambas usem a Tabela Price para os seus cálculos.1. a Tabela Price se constitui no caso particular e mais usado do Sistema Francês de Amortização. Considerações Iniciais As operações de CDC – Crédito Direto ao Consumidor e CP – Crédito Pessoal são exclusivas das Financeiras.Capítulo 2 RENDAS UNIFORMES E CONSTANTES 2. que no fim de tudo é a cópia “ipsis literis” das Rendas Uniformes e Constantes na Capitalização Composta. lembrando da sua definição como sendo “uma série de capitais que vão sendo disponíveis periodicamente. Como vai ser visto. por serem consideradas operações comerciais. todos submetidos a uma determinada taxa de juros em 41 .

Sempre fornece um resultado inteiro para o valor de n imediatamente superior ao valor fracionário verdadeiro.2 T 0 T 1 T 2 T n–2 T n-1 n Fig. quando o primeiro termo se torna disponível ao fim de (m + 1) períodos (renda com diferimento ou carência de m períodos.1. Por isso esta variável é sempre dada. 2.1.relação a esses períodos”. não é usado. também chamados de termos ou “Payments” PMT. está representada graficamente na Fig. mas vamos ver também as rendas não-constantes. 2. quando o primeiro termo é devido antecipadamente já no início do primeiro período. pois. porque as Rendas Postecipadas são a referência) e Rendas Perpétuas. 2. inclusive o manual da HP – 12C adverte para não tentar fazê-lo pela calculadora. quando esse primeiro termo vence ou é devido no fim do primeiro período e Rendas Antecipadas.2 – Renda Antecipada de n termos 42 . Rendas Imediatas ou Postecipadas – Já definida. embora possa ser feito. A época zero é também chamada de Época do Contrato. no cálculo do seu Valor Futuro VF (idem dos valores futuros de seus fluxos na época do último deles ou um período após) e no cálculo da taxa de juros i a que estão submetidas as variáveis mencionadas. 2. dado que as Rendas se constituem no tema teórico e prático mais importante da Matemática Financeira e por isso mesmo deve ser muito bem entendido.1 abaixo. Classificação e Tipos As rendas se classificam segundo o vencimento do seu primeiro termo em Rendas Imediatas ou Postecipadas. que é a soma dos valores presentes (na época zero ou época de contrato) dos seus capitais ou fluxos. pois. Se todos os capitais forem iguais. aquelas com número “infinito” de termos e vencendo o primeiro no fim do primeiro período. a máquina não possui este programa correto. pelo mesmo motivo das Postecipadas. 2. tem-se a Renda Constante e Uniforme. T 0 1 T 2 T n-1 T n Fig. Existem também as Rendas Diferidas. Vejamos estes conceitos e tipos com figuras que realçam as suas definições.1 Renda Imediata ou Postecipada de n termos Rendas Antecipadas – Representação gráfica → Fig. O estudo das Rendas se constitui basicamente no cálculo do seu Valor Presente VP. com as abreviaturas adotadas na terminologia das calculadoras Hewlett Packard quando os cálculos forem feitos pela HP – 12C. Esse caso é o que mais interessa por ser o mais usado. cada um na sua época e os períodos de tempo entre dois capitais consecutivos forem sempre os mesmos para uma mesma renda. O cálculo da variável n = número de termos.

.... T 0 1 T 2 T n-1 T n VP1 VP2 VPn-1 VPn VF1 VF2 VFn-1 VFn VPI Fig.5). 2. a soma de todos os n valores T descapitalizados à taxa i da época em que estão para a época zero (Fig.. 2....4 – Rendas Perpétuas ou Perpetuidades 2...Rendas Diferidas (ou com Carência) – Representação gráfica → Fig.. 2. isto é. onde: VP1 = T/(1 + i)1 VP2 = T/(1 + i)2 43 .. + VPn-1 + VPn ....3 – Renda Diferida de m períodos com n termos Rendas Perpétuas ou Perpetuidades – Representação gráfica → Fig.. Rendas Imediatas ou Postecipadas Cálculo do VPI e VFI Suponhamos uma renda imediata ou postecipada de n termos T à taxa i de juro.4 T 0 1 T 2 T 3 T ∞ Fig.... 2... 2. Como sabido..2.. o seu valor presente VPI é a soma dos valores presentes dos seus termos.. 2..3 T _____________________ 0 1 2 m+0 m+1 m+2 m+n-2 m+n-1 m+ n T T T T Fig...5 VFI VPI = VP1 + VP2 + ...

Σ 1/(1 + i) p=1 p cujo somatório é a soma dos termos de uma PG decrescente onde o último termo é 1/(1 + i)n e o 1º termo e a razão são iguais a 1/(1 + i).72 reais c) Usando a programação específica da HP − 12C para o cálculo de VPI: 6 n 3 i 100.. (9) Aplicando a fórmula da soma dos termos da PG ð Sn = (an x q − a1)/(q – 1) ao somatório da relação (21) e desenvolvendo os cálculos...VPn-1 = T/(1 + i)n-1 VPn = T/(1 + i)n → VPI = T/(1 + i) 1 + T/(1 + i) 2 +.03 x(1. podemos escrever Como T = PMT =“payment”..719144 ou VPI = R$ 541..719144 VPI = 541.. a n i VPI = PMT [[(1 + i) n −1 ]/i (1 + i) ] n PMT =VPI i (1 + i)n (1 + i)n −1 (14) 1º Exemplo: Calcular o VPI de uma renda imediata de 6 termos mensais de valor R$ 100.....03) 6 − 0.. a) Usando matematicamente a relação (15): VPI = PMT [ /[ ]] [[(1 + i) n −1 ]/i (1 + i) ]→ VP n I = 100..417191 VPI = 100..72 reais 44 ..719144 = 541.00 x 5.... também temos a relação VPI = PMT.00 CHS PMT VPI _ visor = 541.417191 VPI = 541.417191: 6 n 3 i 1..00 [[(1... vamos chegar a VP’= Valor Presente de uma Renda Postecipada de n termos unitários (já que T = 1.00) à taxa i: p=n Σ 1/(1 + i) p =1 p = (1 + i) n − 1 [ ] /i (1 + i) n = a n i ð símbolo internacional ð VPI = T...00 CHS PMT _ PV’I = a 6 3 _ visor = 5. + T/(1 + i) n-1 + T/ 1 + i)n VPI = T [1/(1 + i) 1 + 1/(1 + i) 2 +..72 b) Usando o programa da HP −12C e calculando primeiro o seu a 6 3 = 5.03) 6 1 ]/ ] VPI = R$ 541. + 1/(1 + i) n-1 + 1/(1 + i) n ] p=n VPI = T.00 cada um à taxa mensal de 3%... a n i (10) (11) (12) (13) Pelas relações (9) e (10)..

1 2º Exemplo: Calcular o valor de cada termo T = PMT de uma renda imediata de 6 termos mensais cujo VPI é igual a R$ 541.2 45 .00 reais d) Usando a relação (16) no Excel (fórmula usada com os dados do exercício) ð fx: Quadro 2.184598 c) Usando a programação específica da HP – 12 C: 6 n 3 i 541.719144. à taxa de 3% a.d) Usando a programação do Excel Quadro 2.00 CHS PMT 1.184598 ou PMT = 1/ a 6 3 _ visor = 0.719144 0. já que temos o valor de 1/a n i: T = VPI (1/a n i) (16) ou PMT = VPI/ a n i (17) T = 541.719144 CHS PVI PMT = T _ visor = 100. a) Usando matematicamente a relação (11) ou a (12). devidamente transformadas em (16) ou (17).00 reais T = 541.m.417191) = 541.00 CHS PVI x PV’I = a 6 3 _ visor = 5.184598 _ T = 100.719144 x 0.00 reais b) Usando o inverso de a n i = 1/a n i pelas programações unitárias da HP – 12C: 6 n 6 n 3 i 3 i 1.719144 x (1/5.417191 1/x = 0.184598 _ T = 100.

cujo valor atual ou valor presente é igual a R$ 541.00 PMT i ð visor = 3 (em %) Da relação (15) ð a n i = VPI / PMT ð 5.00 cada um. A taxa da igualdade é a taxa da renda.719144 CHS PVI 100.417191.719144.417191 = (1 + i) 6 − 1 /i (1 + i) 6 [ ] A calculadora HP-12C vai estimando valores para a taxa i que vão alterando os valores do segundo membro da relação acima até que esse 2º membro se iguale ao primeiro já conhecido = VPI / PMT = 5.3º Exemplo: Calcular a taxa de juros i (TIR) da renda postecipada de seis termos iguais a R$ 100.3 9 46 . c) Usando a programação do Excel Quadro 2. a) Usando a programação específica da HP – 12C: 6 n 541.

Obs 2 – Os mesmos passos usados para calcular VPI no Excel. além da taxa de juro. Este programa tem várias serventias no cálculo de variáveis. Rendas Antecipadas 47 . quando os dados Pgto = PMT. através da fórmula fundamental dos Juros Compostos. é o somatório dos montantes ou valores finais desses termos capitalizados da época em que estão para a época do último deles à taxa i . quando os FVI. Assim: VFI = VPI .2. n e i forem fornecidos. o que é o mesmo que capitalizarmos o VPI da época zero para a época n. analogamente ao valor presente VPI. esta. É só usar as variáveis adequadamente. Pgto = PMT e n forem conhecidos.Olhando a Fig. a expressão (19) é o VF’ de uma Renda Postecipada de n termos unitários a uma taxa i .5 podemos ver que. (1 + i) n onde: e VFI = T. podem ser usados para o cálculo de FVI e também para a TIR. (1 + i) n _ VFI = T VFI = T [[(1 + i) −1 n −1 ] /i ] = FV [[(1 + i) I n −1 ]/i (1 + i) n ]. 9 Os cálculos da TIR efetuados acima pela programação específica do Excel podem ser feitos também num outro programa do Excel chamado “Atingir Metas”. s n i (18) ð (20) [(1 + i) n ] /i = s n i ð (19) por convenção Obs 1 – Pode-se ver com facilidade que aqui também. o VFI de uma renda imediata de n termos de valor T ou PMT cada um à taxa i e calculado na época do último termo.

o que já não ocorre com as postecipadas. 48 .00 CHS PMT VPA = PV (HP) ð visor = 557. VFA = FV (HP) ð visor = 666. Idem com o VFA e VFI. Obs − O VPA = R$ 557. 0 1 2 n–2 n–1 n T T T T VPA = VPI x (1+i) VFA = VFI x (1+i) T .m. Para retirar BEGIN. 2. que então poderão ser feitos exatamente como nas rendas imediatas. BEGIN sai do visor.6 VPA = T a n i (1 + i) = PVA (da HP – 12C) VFA = T s n i (1 + i) = FVA (idem) VFI = T s n i (21) (22) A HP-12C tem uma programação específica para as rendas antecipadas que consiste em acionar a função BEGIN antes de proceder aos cálculos. pressione a tecla g e depois a tecla 8 (espelho END).72 da renda postecipada correspondente. se está pagando antecipadamente todas as prestações (Fig.00 cada um. o cálculo de VFA na HP –12C acontece um período após o último termo. nas antecipadas. basta pressionar a tecla g e depois o espelho BEG (de cor azul) da tecla 7. Para se ter BEGIN no visor. fica muito fácil compreender as fórmulas de VPA e VFA – Fig. pois.6 T R.246218 reais. 97 tinha mesmo que ser maior do que o VPI = R$ 541.Cálculo do VPA e VFA Fazendo um diagrama das Rendas Antecipadas conjugado com o das Imediatas correspondentes. 2.A. A palavra BEGIN aparecerá na parte inferior do visor. Exemplo: Calcular o VPA e o VFA de uma renda antecipada de 6 termos mensais de valor R$ 100.970719 reais. à taxa de 3 % a. pois.6). obedecendo a mesma seqüência lá usada.00 CHS PMT 100.I. 0 1 T T T T R 2 3 n–1 n n+1 VPI = T a n i Fig. 2. a) Usando a HP − 12C (com o BEGIN no visor): 6 n 6 n 3 i 3 i 100.

Rendas Perpétuas ou Perpetuidades 2.5. descontados à taxa i: 49 .4.5. porque. pois olhando a Fig. O VFD não.b) Usando o Excel: Quadro 2. O VPD terá que ser descapitalizado para a época zero original.1. 2. Cálculo do VPP T T T T 0 1 2 3 ∞ VPP Fig. é calculado para mesma época do último termo. 2.4 2.7 VPP = somatório de todos os termos T na época zero. Rendas Diferidas – Cálculo de VPD e VFD É só fazer o m = zero e trabalhar como se tratasse de uma renda postecipada. diferida e postecipada correspondente.3 se vê que o montante para as duas rendas. 2. usando a HP – 12C ele vai ser calculado para a época m como nas postecipadas.

A Cia. no item Sistema de Amortização por Prestações da Tabela Price e o PIS e a COFINS serão vistos a seguir ao abordar o “Leasing”. 1.00/0... sendo que a primeira foi liquidada com uma carência de um ano.20 = 500.+ T (1 + i)1 ( 1 + i)2 ( 1 +i)3 ( 1 +i)∞ + 1 (1 + i)2 + 1 + ………….50 e J = R$ 2.000. PMT = R$ 21. ∞ (1 + i) (1 + i) ) VPP = T ( 1 (1 + i)1 O somatório das frações entre parênteses é a soma S dos infinitos termos de uma PG decrescente de razão 1/(1 + i).1.000.760. a cobrança desses impostos não será incluída neste ítem porque o IOF no pagamento de empréstimos por prestações vai ser mostrado mais à frente. durante a carência.00 cada. Calcular a taxa interna de retorno TIR = “IRR” da operação para o mutuante (órgão emprestador). 1 − 1 (1 + i)∞ (1 + i) (1 + i) Como (1 + i)∞ é um número muito grande.VPP = T + T + T + ……….00 reais _ VPP = R$ 500. e as demais nos finais dos semestres subseqüentes. PIS.000. o qual. qual será o valor de cada prestação? E o valor dos juros pagos a cada período de carência? Resp.00 2. o 1 − 1 seu inverso tende para zero e então temos: (1 + i) S = −1 (1 + i) − i (1 + i) _ S = 1 i _ VPP = T i (23) Exemplo: O Valor Presente de uma perpetuidade anual de termos iguais a R$ 100. é dada por: VPp = 100. Porém.6. no fim do terceiro semestre após o contrato. não sofre a incidência do IOF por se tratar de operação comercial. Exercícios Resolvidos e Propostos 2.00 para ser pago em seis prestações mensais com carência ou diferimento de três meses (a primeira prestação vence no quarto mês a contar do empréstimo). como é sabido.30 %.640.00 à taxa de 20 % a.a. Siderúrgica Bonferro S/A contratou um financiamento de R$ 4..00 para ser liquidado em 12 prestações semestrais de R$ 580.Impostos Incidentes Também aqui existe a mesma tributação – IOF. A CEF concede um financiamento de R$ 120. Se. o mutuário (devedor) pagar os juros mensais de 2. COFINS etc – já que se trata de uma operação financeira de crédito.00 2.+ 1 3 ………………………. 50 . isto é. Assim: 1 .000.6.

000. os fluxos de caixa.000.000. Convenhamos que. pois é uma equação de uma incógnita. Usando a programação.00 __________________________ 0 1 2 3 12 13 14 4. que como se pode ver é a taxa que anula o fluxo de caixa da Fig. em conjunto com as brancas.00 + .. ou seja. pois. A melhor maneira para resolver a equação é usar a programação específica de uma calculadora financeira. 2. inclusive os dois primeiros nulos.. encontraremos a “IRR” = TIR.00 580.000. embora a solução matemática seja possível. à exceção dos dois primeiros que são nulos.000. 51 . embora a renda seja uniforme – períodos semestrais. figuram todos com o sinal positivo. 2.580.00 + 580. que é a taxa que queremos calcular.000..00 = 0 (1 + IRR)3 (1 + IRR)4 (1 + IRR)14 Usando a programação especial da HP – 12C para calcular a “IRR”: Resolvendo a equação acima. como eles não são informados diretamente em nenhum momento do cálculo pela programação.000. Dado que os fluxos da Fig. 2.. 2. porque significa o seu desencaixe.. pois. trata-se de uma renda de termos não constantes e aí não se pode usar as teclas brancas da calculadora HP-12C.8.8 − 4.00 Fig. Como o FXC dessa figura é do mutuante. a HP − 12C com a qual estamos trabalhando ou o “software” de um computador preparado para tal a ser visto mais à frente.8 na ordem em que estão. já que representam encaixes para o emprestador ou os pagamentos do devedor usados na liquidação do contrato. temos que lançar todos os fluxos da Fig. se trata de uma equação do 14º grau. dada a carência.000. como se vai ver. Vamos ter que trabalhar com as funções azuis e amarelas da máquina.000.000. como é óbvio.. os fluxos são os CFJ também azuis – espelho da tecla branca PMT. descontado-os da época em que estão para uma mesma época (época ZERO.00 leva o sinal negativo.. a “IRR” é a função amarela no corpo da máquina acima da tecla branca FV.00 + 0 + 0 + 580. O empréstimo ou investimento inicial é o CF0 azul da máquina – espelho da tecla branca PV. no caso).8 não são iguais (os dois primeiros são nulos). no caso.000.. é a taxa que vai formar o fator de descapitalização adequado para igualar a soma dos fluxos positivos com os negativos da equação. + 580.. o trabalho braçal é extremamente mutilador. a equação mencionada nada mais é do que uma equação de equivalência de capitais. ou por outra. há que proceder assim para que a calculadora possa saber os expoentes corretos e levar em conta nos seus cálculos. a comparação de todos os fluxos da operação levados de suas épocas para a época zero através de descontos à “IRR” = TIR. neste caso. a calculadora tem que saber o valor de cada expoente dos denominadores (fatores) das frações da equação e. o empréstimo CF0 de R$ 4. Como se pode constatar.

R$ 5.00 12. Qual é a taxa de juros que a loja é obrigada a colocar também no reclame ? 800. permita quatro saques bimestrais e consecutivos de R$ 2. 3.00 CHS g CF0 g CF1 g CF2 g CF g NJ f IRR Resp. R$ 571. PV = R$ 24.a.m.08 % a.00 cada.000.9 Resp.000. m. 2. visor = 0.000. Após seis meses o advogado quer retirar a sua poupança em 12 parcelas mensais.00 0 carência c 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 VP VP’ Fig. Resp.00 12. = 14.40 % a.96 6.00 0.099376% 52 . sendo a primeira ao fim de 30 dias.00 580.00 cada.00 no fim de cada mês na Caixa de Poupança de um Banco Multinacional que remunera os depósitos em 1.f REG 4.50 % depois dos seis primeiros meses.35 % a.000.000.696. sendo o primeiro no final do 15º mês a contar da data original das mensalidades. iguais e sucessivas.00 3..00 CHS PV 6 n 143. numa conta remunerada a 1. Uma loja de Departamento oferece uma geladeira anunciando da seguinte forma: R$ 800. com os juros sendo contados à taxa efetiva de 18 % a.04 5.000.000.64 4. Supondo que a taxa de juros subisse para 1.000.000.000.s.00 visor = − 4.00 0. de forma que se possa constituir em 12 meses um fundo tal que.67 % a.00 0. a. Um advogado deposita R$ 10.082216 “IRR” = 7.134.00 580.000.30 . Um contrato de mútuo obriga o devedor a fazer 10 pagamentos bimestrais de R$ 3.30 PMT i ð visor = 2. sabendo que existe uma cláusula de carência de 5 meses.00 7.00 ou (0 + 6) de R$ 143. qual o valor parcela de saque ? Resp. Calcular o VP do contrato. Calcular o valor mensal do depósito a ser efetuado ao fim de cada mês.00 visor = visor = visor = visor = visor = 0. 3.

98 % a.10 % a. Se o credor concordar. R$ 9. R$ 174.36 PMT i ð visor = 2.865.36. mas solicita que a Financeira lhe faça os cálculos à taxa de 4.00 ou (1 + 5) de R$ 140. a 12 −5 852.20 % a. a 7n PV 7 4.669889 PV = D5 = R$ 5.00 CHS PV Resp.078. calcular por qual valor à vista o vendedor proponente está estimando a sua loja .52 10.00 CHS PV Resp.m 6 n 140. a taxa do segundo seria maior que a do primeiro.00 .20 4. através de 12 prestações mensais.m.00 CHS PV 4 i 12 n PMT ð visor = 852. Após o pagamento da 5ª mensalidade.000.640. vai ser menor do que o do primeiro exercício. iguais e sucessivas.000. qual o valor que o devedor deverá pagar ? a) Cálculo da mensalidade inicial 8.000.m 7. qual seria a taxa mensal ? Trata-se de CDC com entrada igual ao valor das prestações.10 % a.36 reais neste caso.30 PMT i ð visor = 2.67 Se a taxa permanecesse em 4 %.Resp.41 9. o devedor quer pagar todo o saldo restante.00 cada. o primeiro propõe ao segundo vender uma loja bem localizada.42 CHS PMT 4. iguais e consecutivas de R$ 10. Se no exercício anterior o anúncio fosse: R$ 800.20 ð D5 = PMT . m. intercaladas de 4 trimestrais de R$ 20. 2. Um Crédito Pessoal – CP de R$ 8.00 foi concedido para ser pago em 12 meses à taxa de 4 % a. 2.101328 % Obs – É lógico que o valor PMT = 140. Resp.000.00.20 %.. Resp.078. Numa negociação entre dois comerciantes.977173 8. Calcular o valor de cada prestação à taxa de 1. Uma casa é vendida por R$ 250. Se fosse mantida a mesma prestação do primeiro exercício. por razões óbvias: 800. o desconto seria menor e logicamente o saldo maior: 53 . sendo 20 % de entrada e o restante em 24 parcelas mensais.m 6n 143. já que neste segundo o cliente está pagando antecipadamente cada uma das prestações em relação ao primeiro. Se a taxa efetiva de juros mensal da praça anda por volta de 2 % a.20 i ð visor = 5.417382 b) Cálculo do saldo restante D5 D5 = PMT . 2.000. Rendas Antecipadas ð BEGIN no visor: 800.m .

00 CHS PMT PV → visor = 1.271442 = R$ 5. a programação está feita para.025) (1.q.852.077.023.42 CHS PMT PV′ = D′ 5 4. vencíveis respectivamente a 23 dias.00 PMT Ora. D = PV = PMT .000. Uma dívida de R$ 1.000.98 = 4.702398 P 12. é muito difícil. em não sendo exato o número procurado.000.025) 47.98 deve ser paga através de 5 prestações de mesmo valor P cada. se paga uma dívida. que não é a dívida contratada.000. 2.000.50 %. esse número ser exato. 95 dias e 120 dias a contar de hoje. Uma dívida de R$ 47. P P P P P 0 23 59 78 95 120 47. No caso de ele ser calculado pela HP – 12 C.00 47. não de R$ 1.98 Fig.116.952598 + 0.116.000.88.025) (1. nesse caso.000.00 cada.924786 + 0. Calcular o número de prestações necessárias para uma taxa de juros de 7 % ao quadrimestre. a 1.077.000. repito.025)(23/30) + P + P + P (59/30) (78/30) (1.937817 + 0.857.000000 200.98 = P (1.00 e à taxa de 7 % a.00 e sim de um pouco mais no valor de R$ 1.023.000. Sendo a taxa efetiva mensal de 2.00 = 200. a máquina arredondar sempre para o primeiro número inteiro acima.857. a n i 1. Isso mostra com clareza 54 .10 47.00 . Veja a prova de tudo isso que foi falado: 7 n 7 i 200.98 = P [ 0. 59 dias.023.00 CHS PV n i ou: 7i n → visor = 7. o manual da máquina informa que.000. é muito difícil um cálculo do número de prestações de valor conhecido e destinadas a pagar uma dívida de valor também conhecido a uma determinada taxa de juros.000.000.025)(95/30) + P (120/30) (1. 78 dias.88 Pois é.981247 + 0.000. Com 7 prestações quadrimestrais de R$ 200.905951] → P = R$ 10.023.00 i 7n PV′ ð visor = 5. ð Exercício de Renda Constante e Não-Uniforme.000.023.00 deve ser paga por prestações quadrimestrais de R$ 200. calcular o valor das prestações.27 11.

a) Em termos percentuais.00 Fig.00 CHS PMT PV → visor = 953.000.q.07) 6 = 46.000. Resp.000. com o que o mutuante concordou desde que se aumentasse a taxa de juro para 6. Para incrementar as vendas.307.00 − 956.000. considerando o incentivo? b) E. Uma Indústria tomou dinheiro emprestado no valor de R$ 220. se paga 6 prestações de R$ 200.17% b) 7.000.072.00 cada nas épocas inicialmente acordadas e uma parcela adicional P cujo valor depende da época em que vai ser paga. passando por dificuldades momentâneas. não se paga toda a Dívida de R$ 1.000.00 a juro de 7% a.977.000.307.000. o Gerente está oferecendo a possibilidade de pagamento nas compras com valor total acima de R$ 100.26 no sétimo período. calcular o valor das prestações trimestrais. como se pode ver abaixo.00 para ser pago em 24 prestações mensais iguais e postecipadas (que nada mais é do que a famosa Tabela Price) a juros de 2 % a.863.00 na época zero e sim R$ 953.692.000. a Indústria.93 Então o que fazer? Muito simples. a) 10.07 reais _ na época zero.07 x1.00 em 10 vezes sem juro.00 não é 7 e nem tampouco 6.21 no sexto período P″ = P′ (1.307.93.93 P = 46.00 P′ 7 8 P” 1. calcular o valor mínimo do acréscimo que deve ser cobrado de outro cliente que precisa comprar mercadoria mas só pode pagar em 18 prestações iguais. vencendo a primeira 6 meses após a interrupção das mensalidades.11 P = 1.00 P 0 1 2 3 4 5 6 200. 2. solicitou ao órgão emprestador que refinanciasse o saldo devedor em 4 prestações trimestrais.000. tudo se passa como se a dívida contratada fosse de R$ 953.500730 ou P′ = R$ 70. Numa Loja de eletrodomésticos o seu custo de financiamento mensal é da ordem de 2%. ou seja.000.85% 55 .072.59 14.total que o número de prestações para pagar a dívida de R$ 1.93.07 _ P″ = R$ 74. 13. pois com 6 prestações de R$ 200.692. Após o pagamento da 6ª prestação.000.21 x1. ou P′ = P (1. com o valor devidamente ajustado. R$ 53. 200. Obs – Na realidade. essa parcela de prestação é paga no momento em que as partes acordarem.07) = 70.307. também em termos percentuais.30 % ao trimestre.m. qual é o valor máximo de desconto que pode ser dado a um cliente se ele quiser pagar à vista. 6 n 7 i 200.000. Acordadas ambas as partes. iguais e consecutivas.000. Resp.

79% ao ano. além de à vista. Na Concessionária escolhida. descartá-lo. a) Ele tem uma poupança que apresenta um saldo de R$ 60.7.15. Rendas Uniformes e Não Constantes O Mercado Financeiro Brasileiro.60% ao semestre ou 26. sendo que as operações do BNDES já foram vistas e as da CEF ainda vão ser abordadas. a aplicação que ele tem é mais vantajosa e assim. 57% ao ano.00 e cuja rentabilidade anda por volta de 6% ao ano. 2. d) Outro banco oferece ao médico uma linha de crédito ao custo de 3% ao mês o que equivale a 42. c) Usar o CDC do Banco. Considerando cada possibilidade abaixo. O médico deve sacar o necessário da poupança e pagar a diferença à vista e se possível. é reconhecido internacionalmente como um mercado adulto ou de primeiro mundo.000. b) Nesse caso. c) O banco do médico lhe oferece um CDC ao custo anual de 20%.000.00. destinado à compra da casa própria. sacar o resto e aplicar melhor. No Brasil existem as operações de longo prazo oferecidas às indústrias pelo BNDES e o Sistema de Amortização Crescente – SACRE. que mesmo não sendo as mais usadas. Exercícios Resolvidos 56 . a diferença pode ser paga em 12 prestações mensais de R$ 1.1. se encontra o SAC – Sistema de Amortização Constante. a melhor opção é usar o financiamento da Concessionária. passamos a tratar das Rendas Uniformes e Não-Constantes. tão rico na variedade dos produtos oferecidos ao público quanto na paradoxal simplicidade e sofisticação operacional desses bens e serviços.00 num Fundo de Renda Fixa com rentabilidade de 12. o que o médico deve fazer? Solução: primeiramente é feito o cálculo do custo do financiamento que a Concessionária oferece e se encontra o valor de 22. A seguir as respostas em função de cada possibilidade. Dentre os programas de pagamento de dívida através de prestações uniformes e não-constantes de emprego mais procurado em todo o planeta.000. devido à aplicação que ele tem render mais. pelos colegas de outros países. d) Esse custo está mais alto do que o da Concessionária. b) Além da poupança o médico tem também uma aplicação de R$ 60.00 e ele deseja trocá-lo por outro cotado à vista por R$ 30.42% ao ano. então. também têm o seu lugar no mercado e não podem ser ignoradas.39. da CEF com CM da TR e recálculo periódico do Saldo Devedor.392.000. a) A poupança rende menos que o custo da Concessionária. razão por que aí estão. Dando seqüência ao trabalho iniciado neste Capítulo 2. tanto no uso direto quanto no indireto como auxiliar de outros programas. O valor de mercado do carro de um médico é R$ 15. deixando a sua aplicação rendendo mais.

2.20. como foi mostrado acima. Uma empresa contraiu um empréstimo de R$ 4. o segundo de R$1.000.00.00 junto ao Banco de Investimento do Mato Fino S/A para pagar em 6 prestações semestrais crescentes em PG de razão 1.00 900.50% e que o credor concedeu ao devedor uma carência de 2 períodos trimestrais.500. Sabendo que a taxa trimestral da negociação foi de 9.000. qual o valor da dívida contraída na época zero? Resolver pela programação da HP – 12C ou do Excel. através dos programas específicos de cada um deles.000.000.5 2.Calcular a taxa anual de juro.000.000. Quadro 2. usados para encontrar NPV = VPL.000.12 Pode-se fazer o cálculo de VP pela HP – 12C ou pelo Excel.100.000. o 3º de R$ 900.00.00.00 e o 4º de R$ 1.100. com a primeira de R$ 600.00 4 5 6 Fig.00 1. NPV = PV – CF0 ð se CF0 = 0 ð PV = NPV VPL = VP – CF0 ð se CF0 = 0 ð VP = VPL VP na HP – 12C 1.000.000.000. porém fazendo CF0 = 0.00.500.000.000. a) Usando a programação da HP – 12C: 57 .1. Uma dívida foi concedida para ser paga em 4 pagamentos trimestrais consecutivos com os valores que seguem: o primeiro de R$1.00 0 0 1 0 2 3 1.

000.00 1.975.00 0.000.00 900.6 Quadro 2.50 2.00 1.31 b) Fazendo pelo Excel ð Quadro 2.000.000.00 1.000.6 58 .50 g CF0 g CF1 g CF2 g CF3 g CF4 g CF5 g CF6 i f NPV visor = visor = visor = visor = visor = visor = visor = visor = visor = visor = 0.273.000.00 9.00 1.00 0.000.00 0.00 0.00 900.00 9.000.000.100.500.500.f REG 0.975.00 (operando com 2 casas) 0.273.000.00 1.100.31 VP = D = R$ 2.00 1.

59 .

baseados na iniciativa vencedora do BMG.1. 60 . isto é. uma operação de locação de determinados ativos como máquinas e equipamentos principalmente. Leasing Operacional – Funciona. Operações de Leasing No princípio da década de 70. na prática. os outros grandes grupos financeiros nacionais. chegou ao Brasil a chamada operação de Arrendamento Mercantil ou Leasing. a empresa paga o VRG (um percentual do valor total do bem) e entra na posse (o uso ele já tinha) do produto negociado. como despesas operacionais. também criaram a sua empresa de Arrendamento Mercantil e obtiveram sucesso semelhante.Capítulo 3 OPERAÇÕES DE MÉDIO PRAZO 3. Tipos de LEASING 1. Lease-back – Quando a empresa vende parte do seu ativo permanente (em geral maquinário) e readquire no mesmo instante o seu uso de volta. mediante simples aviso prévio e não existe a opção de compra. A vantagem maior para o arrendatário. pois o arrendatário pode rescindir o contrato a qualquer momento. está na prerrogativa de se poder contabilizar as contraprestações ou pagamentos periódicos que se constituem na maior parte do valor do bem. no caso de ser PJ. pois trata-se de uma operação comercial altamente vantajosa para o arrendatário (locatário). 2.2. Logo em seguida. diferenciada do simples aluguel por conter cláusula de aquisição definitiva do bem ao fim da locação. chamado Valor Residual Garantido – VRG.1. através da alienação fiduciária. mediante uma operação de Leasing onde obtém as seguintes vantagens: a) Liberação do Capital de Giro b) Tributária – Aproveitamento do valor das contraprestações como despesa c) Continuado uso do bem. liderada pelo BMG – Banco de Minas Gerais S/A. instrumento de garantia mais eficiente do mercado. permitindo-lhe o uso do bem enquanto as prestações vão sendo efetuadas e coberta pela melhor garantia para o arrendador (empresa de Leasing). Esta foi a grande mola propulsora que fez do Leasing uma tentadora e convidativa operação que atraiu e continua atraindo tantos clientes. por iniciativa exclusiva do locatário (arrendatário) através do pagamento de um valor previamente acordado entre as partes. como uma simples locação (aluguel). A primeira empresa de Leasing no Brasil foi montada em 1972 – BMG Leasing.1. 3. O ARRENDAMENTO MERCANTIL 3. sem qualquer interrupção. Findo o arrendamento.1. pois lhe mantém a posse do bem até a liquidação final e completa das prestações do contrato. o que vem possibilitar às empresas reduzirem o lucro sobre o qual incide o IR a pagar.

42 b) Cálculo do PMT Passivo 12 n 1. Atualmente as alíquotas são: PIS = 0.42 – 7.3. ou de 1. 1º Exercício – A Companhia Arrendadora Mercantil ∆ tem um custo médio de captação de recursos da ordem de 15% a.50% x 7.65% x 209.633.50%. PMT Passivo (despesas dedutíveis).44 reais ISS = 0. “spread”.66 → Base = 7.000 CHS PV PMT → Visor = 7.841.65% 207.98% a.9935 COFINS = 4% 207.17% a. 3. calcular os valores mensais de: PMT Ativo (faturamento sem os impostos). A bola fica com o arrendador e o arrendatário. muitas vezes também imputadas pelo arrendador ao cliente.000 CHS PV PMT → Visor = 7. 3.00.841.1.96 Cálculo do ISS → Base = PMT ATIVO + PIS + COFINS Base = 7. Nesses casos o VRG está sempre presente. a) Cálculo do PMT Ativo 12 n 1.60 i 85.36 + 8.a.851. Tipos de Operação (As operações de Leasing obedecem aos cálculos da Tabela Price).4.42 + 1. Em geral existem três participantes: o arrendador (empresa de Arrendamento).45 reais por mês 0.3.92 = 0.58 → COFINS = 8.m. onde VRG = 15%. a exemplo do que já foi mostrado anteriormente em outro tipo de operações. COFINS = 4.44 → ISS = 39.65%. PIS. Leasing Financeiro – É a modalidade de Leasing na sua definição clássica.66 reais por mês 0. Numa operação de 12 meses de prazo para PJ e valor total de R$ 100.28 → PIS = 1. do COFINS e do ISS.92 reais por prestação d) Cálculo do PIS.633.841.00% e ISS = 0.a.1.50 → Sp = 207. e sim do PIS e COFINS sobre a receita líquida do arrendador (receita bruta deduzida dos abatimentos permitidos pela IN nº 247 de 1º/09/2003 da Receita Federal) e também do ISS sobre o total de cada contra-prestação.50 c) Cálculo do “Spread” ou Receita Líquida do Arrendador SP = 7. ISS e valor da contraprestação paga mensalmente pelo cliente.000. e está realizando as suas operações ativas na taxa de 20.995 61 .36 reais por mês 0.m. ou de 1.60% a.17 i 85.309 Bacen de 28/08/96) as operações de Leasing são entendidas como operações comerciais e assim não sofrem a incidência do IOF ou IOC. o qual no fim das contas vende o seu produto à vista e sai do circuito.92 = 4% x 216.851. o arrendatário (cliente) e o fornecedor ou fabricante do bem arrendado. COFINS. Impostos Incidentes Embora as empresas de Leasing sejam hoje consideradas como Instituições Financeiras (Resolução nº 2. com imputação dos tributos para o cliente PIS = 0.

00 referentes a 1. pode ser pago no início da operação ou no final ou ainda em qualquer época durante a sua vigência .890. exatamente como no caso dos Bancos já mostrado.000.00 (VRG a ser pago no final).46 correspondente à diferença entre o VRG final e o inicial é que podem ser utilizados na dedução do lucro tributável.00 ou o final de R$ 18.70% a. Comentário 1 O VRG. Se o VRG for pago no final há que se adicionar os juros.00 = 7.890.89 PMT i → Visor = 1. Nem o VRG inicial de R$ 15. em geral na mesma taxa com ou sem os impostos. o cliente pagaria no final: VRG = 15.081.92 reais c) Cálculo do PIS e da COFINS 62 .42 + 240.000. sem os impostos legais PMT’ = 7.Se pago no início.841. e o spread ou a receita líquida do arrendador passa a ser a mesma que ele obteve.147.000 CHS PV 7.45 → PMTF = 7. para o cliente liquidar a fatura.000 FV PMT’ → Visor = 8.016)12 = 18.00 (1. a) Cálculo do PMT’ ativo somado aos juros mensais do VRG.890.89 reais OBS – Nessas condições a taxa do Leasing para o cliente sobe para: 12 n 85. como custo financeiro que é.m.46 reais Agindo dessa maneira o cliente só vai poder deduzir do seu lucro tributável as contraprestações efetivamente pagas ao longo do ano.44 + 39.000.081. depois de liquidadas todas as contraprestações. 2º Exercício – Com os dados do 1º Exercício.147.89 reais PMTF = 7.147. líquida desses impostos imediatos. calcular o valor do PMT Ativo somado com os juros mensais de R$ 240. Apenas o juro financeiro de R$ 3. No exercício n.60 i 100. sem os impostos (PMT') e com os impostos devidos (PMT).60% s/ R$ 15.42 + 1.851.701382% ou 1.42 reais 12 n 1.633.841.50 → Sp = 447.42 – 7.000 CHS PV 15.00 = 8.995 → PMTF = 7.081.º 1.849.46 podem ser usados para esta finalidade.60% x 15.000.e) Cálculo da Contraprestação mensal PMTF PMTF = Base + ISS ou PMTF = Base 0.42 b) Cálculo do Spread SP = 8. porém. teoricamente.995 ou PMTF = 7.21 0. o cliente entra na posse do bem e assunto liquidado.

000. a prestação será formada de três partes: PMT = 7.66 reais 0.50% x 8.60 i 100.250.PIS = 0.103.00 sem juros.00 = 7.00 nesse exemplo).103.42 + 2.225.92 = 4% x 466.72 reais 0.000 CHS PV PMT → visor = 9.86 → PIS = 2. Assim teríamos: 12 n 1.m.73 → ISS = 40.250.58 → COFINS = 18.65% 0.975.20 – 1.00 12 PMT’ = 9. A inclusão dessa parcela constante é feita à parte para evitar a incidência dos impostos também sobre ela.143.143.975.01 = 0.01 ISS = 0. pois os juros já foram pagos ao longo dos doze meses.72 → PMTF = 8. Em compensação o cliente abate um maior valor sobre a base de cálculo do seu IR e no final só paga o VRG de R$ 15.20 reais PMT’ = 9.000 CHS PV 8.73 PMT i → visor = 2. com a inclusão dos impostos.93 reais COFINS = 4% 447.20% a.081.50% 8.65% 447.96 d) Cálculo do ISS Base = PMT’ + PIS + COFINS Base = 8.9935 x 450.66 Base = 8.250. calcular a prestação mensal PMT da maneira descrita anteriormente.20 reais → contra-prestação sem impostos Na realidade.01 + 40. inclusive já com o ISS PMTF = 8.204578% ou 2.20 + (impostos sobre 7.00 3º Exercício – Usando ainda os dados do 1º Exercício.975.225.73 reais OBS – Agindo dessa forma a taxa paga pelo cliente sobe para: 12 n 85. Comentário 2 As empresas de Leasing às vezes diluem o VRG nas n mensalidades (12 no caso) que assim passam a incluir uma parcela constante e igual a VRG/n (R$ 1.93 + 18.225.000.92 = 0.995 e) Cálculo do PMTF ativo com todos os impostos.103. 63 .20) + 1.143.20 – 15.

00 ) c) Spread → Sp = 341. o desembolso mensal do arrendatário.70 → PIS = 2.68 0.20 + 2.69 % ou por 12 prestações mensais de R$ 9.50% x → COFINS = 14.000.995 → PMTF = 8.24 reais 7.69% a.20 (sem os impostos = R$ 9.70 0.60 %.841. ele pode abater o valor das contraprestações pagas da base de cálculo para o IR a pagar. sensivelmente a mesma do exercício nº 1.62) à taxa mensal de 1.50 reais ( já calculado sobre PV = 85.84 reais OBS – Com o VRG diluído.633.991. quando o cliente é PJ.9935 e) COFINS = 4% 341.991.975. O que faz a diferença é que no Leasing.24 + 14.000.031.00 → PMT" = 9.250.20 reais b) PMT Passivo = 7.281.000.65% 341.70 reais d) PIS = 0.16 reais g) Cálculo da Contra-prestação final PMTF PMTF = 7.031.84 PMT" i → Visor = 1.R$ 7.m.84 + 1.225.000.975.975.250.24 → Base = 7.60 i 100.00.225. Comentário 3 Reparem que no Leasing com o VRG diluído. 12 n 1.00 =1.00 CHS PV PMT → visor = 9.20 reais Vamos entender porque os juros do VRG diluído são iguais a R$ 133.60% x 15.24 reais 0.031. inclusive os juros sobre o VRG.a) PMT Ativo = 7.84.62) à taxa mensal de 1.00 do VRG diluído totalizando R$ 9.42 e não a R$ 240. a serem pagos por 12 prestações mensais de R$ 9.68 0.84 − R$ 56.84 acrescidas de R$ 1.000 CHS PV 9.84 (com os impostos de R$ 56. o arrendatário entra na posse do veículo. 64 .995 → ISS = 40.281.20 .68 reais ISS = 0.84 reais ou PMTF = Base + ISS h) Cálculo da prestação mensal total PMT" PMT" = 8. a taxa mensal para o cliente sobe para: 12 n 100.281.78 = R$ 7.96 f) Cálculo do ISS Base = 7.281. Vencidas e pagas as 12 contraprestações de R$ 8.281. pois não deve mais nada ao arrendador.692233% ou 1. é o mesmo que se ele comprasse o bem através do financiamento no CDC de uma Financeira = R$ 100.00.991.

de R$ 86. no Leasing.000.20 – 1. Para finalizar é bom lembrar que. Calcular o valor final (PMTF) da contra-prestação de uma operação de Leasing com os seguintes dados: Valor Operação = R$ 100. a. a.199922 % a. n = 24 meses Multiplicador Ativo = 0.450. VRG = Zero. Multiplicador Passivo = 0.20 reais → valor da prestação sem os impostos Doze (12) prestações mensais de R$ 7.00 do PMT = 9.00. Esta é a explicação matemática para os juros serem realmente diferentes .975. Pagando pelo VRG diluído.250.000. Um economista realizou uma operação de Leasing para a compra do seu primeiro automóvel nas seguintes condições: Valor do Automóvel = R$ 35. o arrendatário está amortizando mensalmente o próprio VRG.450. Vejamos: 12 n 1.450.00 . Assim é óbvio que ele vá pagar menos juros.60 i 7.20 equivalem a um Valor Presente PV = 86. o que é válido também para qualquer outro bem.000.50 % a. VRG (diluído) = R$ 3.225. o VRG quase sempre é dado no início da operação.00/12 = 1.m.14. através de outro veículo usado e de menor valor. Deduzindo 15.20 estamos liquidando uma dívida. pois o saldo devedor do VRG segue diminuindo. ao pagarmos a parcela mensal de R$ 7. na época zero e à taxa de 1.02 % a. lembremo-nos que no Leasing se toma como forma de cálculo a Tabela Price.0505944 → 21.00 e sim.15 reais Como o valor arrendado foi de R$ 85. que é exatamente o valor das 12 (doze) parcelas de juros mensais de R$ 133. como já foi mostrado.78 sobre o VRG.60 % a m .278.250. caso particular do Sistema Francês de Amortização. m 65 .975.m Taxa Mensal de Captação para a Arrendadora = 1. que na verdade se compõe de duas parcelas: uma de R$ 8.15 à taxa de 1.78 reais Conceitualmente podemos ver ainda com mais facilidade o porquê dessa diferença.Antes de mais nada.00 = 7.000. Exercícios Propostos (Usar Alíquota PIS = 0. Carência = Zero.60 i 1.975.654.84 da contraprestação mais a segunda de R$ 1. portanto R$ 1.5.975. PMTF = R$ 5.031.0560567 → 34. não de R$ 85.40 2.00 na data zero ou data do PV.855739 % a.65% e COFINS = 3%. 12 n 1.15 CHS PV PMT → visor = 133.500.450.225. que era a original da IN nº 247) 1.15 a mais. 1.00 (10 %) Taxa Mensal do Empréstimo = 2.00 do VRG mensal.60% a.000.20 temos vamos obter PMT’: PMT’ = 9. Resp.20 CHS PMT PV → visor = 86. principalmente de veículos.15. na época zero. totalizando R$ 9.250.450.

de Transportes Pássaro Marrom no valor global de R$ 2.m. Calcular o Valor do dispêndio mensal total de uma operação de Leasing de VRG diluído e com as seguintes características: Valor Total = R$ 42.262.00.40 % a. Sabendo-se que o custo de captação de recursos da Sociedade de Arrendamento Mercantil foi de 1. para o prazo de 36 meses sem carência e VRG diluído de 15 % . 66 .758. calcular: a) O valor da contra.97 b) 1.90 % a.726. calcular : a) O total mensal de impostos imputados ao cliente pela Arrendadora b) O dispêndio mensal da Arrendatária c) A receita da Cia de Leasing Resp.000. a) R$ 283.532.874.5862 % a. m.Prazo da Operação = 35 meses Calcular o dispêndio mensal do economista e que taxa mensal ele pagou ao todo ? Resp.m. R$ 1. A Cia.83 4. Sendo as taxas da Arrendadora de 2. VRG = 20 % .000.000. Taxa Passiva = 1.prestação mensal adicionada ao VRG diluído e b) Que taxa mensal a operação representou para a Cia.05 % a.00 no prazo de 36 meses .. R$ 2. n = 24 prestações Resp.00.84 b) R$ 28.98 5.95 % a.10 % a.00 e 2. m na aplicação e 1.000. de Brinquedos Troy Ltda fez uma operação de “Leasing” para renovação de suas máquinas no valor de R$ 800. e a sua aplicação foi a 1.60 % a. com o VRG de 10 % . Uma operação de Leasing foi fechada com a Cia. a) 77. m.82 c) R$ 3. m na captação e sabendo-se que o VRG foi pago no início da operação através das máquinas que foram substituídas . de Transportes ? Resp.20 % a. m. Carência = Zero Taxa Ativa = 2. m 3.

Calcular o valor das prestações. 1º) Sem o IOFT . isto é. onde a mais usada é a primeira. precisando. antecipada e diferida. o povo da classe média não dispõe de dinheiro à vista para comprar as mercadorias de que necessita ou que gostaria de ter. a postecipada.800. IOF2 (= IOFT) e o Fator do IOFT – Usando o Excel: Quadro 3. sem o IOFT e depois com IOFT. às vezes até além disso. que como sabemos é a famosa Tabela Price. depois os IOF1.1. pois é mensalmente que os pagamentos são realizados.50 i 1. CRÉDITO DIRETO CONSUMIDOR .50% ao mês.665774 ð R$ 205.2.2. As operações de CDC são realizadas exatamente como as de uma renda uniforme e constante na capitalização composta nos seus três primeiros tipos já vistos: postecipada.67 2º) Sem o IOFT. o que leva o comprador a consumir é o valor das prestações caberem no seu orçamento mensal.Usando a HP – 12C: 10 n 2.800. a maior parte desse pessoal vai se endividar ao extremo.3.00 é oferecida nas Casas Alagoas através do crediário de uma Financeira em 10 prestações mensais à taxa de 2. Generalidades De maneira geral.1 67 .00 CHS PV PMT = 205. CDC com Rendas Postecipadas Exemplo 1 – Uma geladeira com valor à vista de R$ 1. de quem o financie para poder efetuar suas aquisições. A taxa de juro cobrada pelos financiadores não importa tanto.2.2. Havendo quem o financie e em prestações. 3.CDC 3. portanto.

a taxa sofre também um pequeno aumento: 10 n 1.00) e se obtém previamente o IOFT = 19.00 CHS PV 207. suficiente. multiplica-se esse fator pelo principal que vai ser financiado (0. vai ser financiado. as Financeiras fornecem uma tabela de coeficientes em função do número de prestações sempre mensais e da taxa de juro já agravada pelo IOFT que o cliente vai pagar e assim.m. ATENÇÃO: Esta taxa agravada pelo financiamento do IOFT é usada para se calcular os coeficientes das Tabelas das Financeiras.708710 %a.800.3.47 da operação de crédito acima ou de qualquer outra operação de mesmos prazo e taxa. Calculado o Fator do IOFT = 19.800.800. não há problema em relação a isso. logo depois de fechada a negociação. passa a R$ 1.800.m. Isso viabiliza enormemente o trabalho das 68 .800. A taxa de juro é assunto da Financeira e normalmente é comum os vendedores nem saberem qual é o seu valor. para o bem ser pago à vista. Então. Em seguida adiciona-se o IOFT ao principal do financiamento e se calcula o total que. na realidade. o cálculo do valor das prestações. previamente instruído pela Financeira dentro das normas da instituição. Há também o IOFT.819. é realizado pela simples multiplicação do coeficiente apropriado pelo valor à vista do produto que está sendo comprado. que é sempre igual dentro de um mesmo financiamento. possuem apenas uma simples máquina de calcular e que só faz as quatro operações. pois o IOF T = 19. portanto.010817 x 1.89 e como o cliente só vai usar R$ 1.89 ð R$ 207. uma vez que se trata do mesmo Exemplo 1. Para evitar o inconveniente de um cálculo errado.89 PMT i = 2. liquidando o assunto com o lojista. no exemplo. 10 n 2.708710 % ð i = 2. anterior). como em toda operação de crédito.819. mas o cálculo das prestações é sofisticado para o nível dos vendedores.00.47 CHS PV PMT = 207. com a base de cálculo e alíquotas iguais às que foram vistas. como vai ser mostrado logo à frente e por isso ela é tão importante.47 com o financiamento também do IOFT = 19. Quem faz o cadastro do cliente e também os cálculos das prestações na hora.50 i 1.50% a. Coeficientes das Financeiras já com o IOFT Usemos os valores para o IOFT e seu Fator encontrados no Quadro 3. não sendo.2. pois o valor total do financiamento aumentou.819.00 líquida do imposto e pagar o bem à vista.47 é pago no início da operação e o comprador quer receber a importância do empréstimo de R$ 1. 3.Acontece que os vendedores das lojas não possuem e não saberiam lidar com uma HP–12C.00 = 0. Como as normas cadastrais são fáceis de seguir. o total a ser financiado por 10 meses a 2. o que não é tão simples assim.47/1. que é cobrado à vista e incluído no financiamento ao cliente quando da concretização da operação.1 (pag. além de não saberem fazer. é o vendedor da loja. no caso de R$ 1. Nestas condições a prestação vai subir um pouco.47.47. que. A Tabela 1 apresenta os coeficientes de multiplicação usados pelos vendedores das lojas para se obter o valor definitivo das prestações já acrescido do IOF T em função do número delas e do valor à vista do produto.010817 para determinado arcabouço de financiamento (taxa do empréstimo e número de prestações do cálculo do quadro a seguir).

mostrando com que facilidade elas são programadas pelo calculista responsável da Financeira. 69 .2 – Tabela 1 Procedimentos análogos são feitos com os CDCs Antecipados e Diferidos e assim se pode ver todos os tipos dessas operações de enorme uso no Brasil. as Financeiras também fazem o Crédito Pessoal CP . a dificuldade em fazer as tabelas dos coeficientes está em se calcular o IOFT antecipadamente para recolhimento à Receita Federal.lojas na concessão do CDC 10 e para exemplificar. através de prestações. Como se pode ver. por exemplo. detalhes sobre o assunto do tipo a seguir: Geladeira de 2 portas e tantos litros por R$ 1.71% Valor pago no total = R$ 2.40.89 com taxa mensal de 2.00.90 de juros significando que não existe entrada. a operação se torna muito simples.078. valor obtido ao usar a Tabela de coeficientes para CDC com entrada de mesmo valor das prestações. Caso contrário. Tabela Financeira Completa do Crediário Quadro 3. Porém. onde o prestamista leva apenas o dinheiro e paga da mesma forma que o CDC. sobre os bens de maior valor.00 à vista ou (0 + 10) de R$ 207. isto é.800.90 sendo R$ 278. É o caso dos CDCs antecipados. (1 + 9) de R$ 202. ao se usar a teoria das Rendas Antecipadas. O Banco Central obriga os lojistas a veicular nos periódicos e a colocar nas próprias lojas. a geladeira.800. Porém. A diferença fica só na taxa do CP que normalmente é mais alta do que a do CDC. vamos usar a mesma geladeira citada com preço à vista de R$ 1. 10 O CDC é o chamado crédito direcionado para comprar um determinado bem. usando os Fatores do IOFT para os arcabouços mais utilizados.

Conceitos No Brasil. se concentram mais nos recursos destinados aos imóveis de um modo geral. já revista anteriormente). SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO SIMPLES 1. Todos os três modelos com e/ou sem correção monetária serão vistos neste Capítulo 4 e o leitor tomará conhecimento do recálculo periódico das prestações com o uso da CM da TR – Taxa Referencial. seja pelo prazo bastante elástico concedido e acrescido de generosas carências. seja pelos custos financeiros bastante acessíveis nos seguintes programas: i) Financiamento de máquinas.Capítulo 4 SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO A LONGO PRAZO PAGAMENTO POR PRESTAÇÕES Seguramente o BNDES e a CEF são os dois órgãos financeiros estatais que realmente ajudam as empresas e a população dentro da realidade do país. concedidos de maneira paternal. Agora vamos tratar das efetuadas pela CEF – Caixa Econômica Federal e Sociedades de Crédito Imobiliário. os Sistemas de Amortização de empréstimos para a compra da casa própria a médio e longo prazo são capitaneados pela CEF. 70 . com prazos que chegam até 25 anos e custos os mais baixos do mercado – a cargo da CEF – Caixa Econômica Federal Dados os longos prazos das duas Instituições em receber os financiamentos facultados. Este último foi criado em 1998 pela equipe da Caixa Econômica Federal – CEF e atualmente é o mais procurado. as liquidações dos empréstimos são realizadas através de prestações mensais que englobam amortização do principal e juros. à compra da casa própria. Sistema de Amortização Constante – SAC e Sistema de Amortização Crescente – SACRE (uma cópia estilizada do SAC). que como já foi dito. exatamente como a CEF e as Sociedades de Crédito Imobiliário privadas trabalham. equipamentos e implantação e expansão das empresas – caso do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e ii) Recursos para a compra da primeira casa própria residencial. 1. que adota três modelos principais: Sistema Francês de Amortização ou Sistema de Prestações Constantes – SPC (cópia ipsis literis das Rendas Uniformes e Constantes na capitalização composta.1. As operações do BNDES já foram vistas no último tópico do Capítulo 1. em especial.

2. se não houver carência ou outra norma em contrário.1. Assim. Conceitos e Fórmulas Pela definição do Sistema Francês. Duas Observações Importantes Todo e qualquer Sistema de Amortização através de prestações constantes ou não e uniformes ou não. 4. na Fig. com os quais reembolsará o mutuante do capital emprestado (principal) e dos respectivos juros. se confunde com a dívida D = D0 contraída no financiamento. para ser paga nos períodos em que existirem as prestações com amortizações e é obtida pelo produto entre a taxa pactuada e o saldo devedor do período anterior. Esta segunda parcela pode ser ZERO nas primeiras prestações. Sistema Francês de Amortização O Sistema Francês caracteriza-se pelo fato de o mutuário pagar a sua dívida periodicamente. Essas duas premissas constituem a base sobre a qual se assentam todos os cálculos de pagamento de dívida. a parcela de amortização existirá com o seu valor diferente de ZERO. sendo o seu pagamento efetuado nas prestações normais ou incorporado à dívida ou saldo devedor. Tipos de Sistemas 1.1. se pode ver que o valor atual ou presente AI = VPI das n prestações PMT = T à taxa i de uma Renda Postecipada. por meio das prestações ou termos de uma Renda Imediata ou Postecipada Uniforme e Constante. 4. segue duas premissas básicas: 1ª) Cada prestação é a soma de duas parcelas: a primeira é a de juro e a segunda de amortização. quando existe carência ou diferimento dado pelo Sistema de Amortização. através de prestações. 2ª) A parcela de juro existirá sempre.1 71 .1: VPI = AI = PMT D = D0 = T x x an i ð da Renda Imediata (12) (24) (25) T an i ð no Sistema Francês O valor da prestação será dado por: T = PMT = PVI (1/a n i ) T T T T T 0 1 2 3 (n – 2) (n – 1) n D = D0 = AI Fig.2.

423.423. a Dívida ou o Valor Atual dos n pagamentos T da Dívida ou também o Valor Presente das n prestações PMT da Renda.45 x Planilha 4. Exemplo – Um empréstimo de R$ 600.D = D0 = AI = VPI _ é. de acordo com as duas observações importantes no início da página anterior.) empresta recursos para serem quitados separadamente em épocas diferentes.45 180. significando liquidação ou redução da dívida ou do saldo devedor e nada tendo a ver com encargos. Destarte. A quitação da dívida D = D0 puro e simples é o pagamento apenas do SD e não significa lucro do emprestador. O Saldo Devedor D = D0 = SD é o valor que deverá ser pago ao mutuante (emprestador) devidamente acrescido dos encargos que representam o ganho do emprestador. para se liquidar uma dívida antecipadamente numa determinada época. As prestações ou pagamentos periódicos englobam as duas partes (vide 1ª Observação Importante).s. Acontece que nenhum emprestador (Banco ou qualquer I. é preciso calcular o saldo devedor nessa época e efetuar o pagamento do valor alcançado pelo SD = D no dia do cálculo.2 Usando o exemplo anterior. antes do vencimento do empréstimo.000. do que se deduz que amortizar é pagar apenas a dívida ou parte sem juro.00 Fig. pode-se ver que o empréstimo de R$ 600.300706 → T = R$ 180.423.00 T = 600.1 e Quadro 4.00 x 1 a 6 20 0.000. Calcular o valor de cada prestação e montar a planilha teórica do financiamento. o SD ou D diz respeito tão somente à divida pura ou a parte dela que ainda não foi amortizada. Daí a importância de se conhecer o valor do saldo devedor em um período qualquer. na forma dos juros (encargos) somados à amortização (pagamento do principal).45 0 1 2 3 4 5 6 600.423. apenas é o retorno do capital emprestado a quem de direito.45 a juros de 20% a. Assim. nem quitação do compromisso do devedor. 4.00 será pago em 6 prestações semestrais de R$ 180.1 da Teoria de Financiamento 180.000. Cada prestação vai conter duas parcelas: uma relativa aos juros e outra relativa à amortização de parte do principal. 72 . respectivamente. obviamente.s. a) Cálculo do valor de cada prestação: T = 600.000. o que acontece com todos os sistemas de amortização por prestações.00 é concedido para ser pago pelo Sistema Francês de Amortização em 6 prestações semestrais à taxa de 20% a.000.F.

423.00 _ J1 = 120.576. pode-se montar a Planilha e o Quadro Teórico de Financiamento do Sistema Francês. ou seja.576.45 – 107.423.576. como está a seguir: Planilha 4. deverá ser ZERO.70 J 120.73 55.576.00 D 600.42 Na época 3 tudo volta a acontecer.14 87.508. a diferença entre o valor da prestação paga que é constante neste sistema e os juros apurados é levada para amortizar parte do saldo devedor de R$ 600.00 73 .Na época 1 (Fig.000.915.14 D2 = 539.06 150. Chamando de J1 os juros contidos nessa primeira prestação.423.000. é a cota de amortização A1 da primeira prestação.000.45 180.423.508.65 275.068.423.646.058. após ter sido paga a sexta prestação.14 D2 = R$ 467.00 Consequentemente.55 – 72.000.45 180.915.68 76.000.45 180.55 e é sobre ele que incide a taxa (20%) para se ter os juros contidos nessa prestação. o saldo devedor D6.070.000.011. Assim. o novo saldo devedor D1.082.00.294.93 150.129.31 A2 = R$ 72.39 30.000.00 539.423.000. A1 = 180.00 _ A1 = R$ 60.31 93. ou seja.576.423.423.00 107.68 A 60. o SD = D ainda é o do período anterior (que aqui se confunde com a própria dívida).00 – 60. tem-se: J1 = 20% x 600.87 600.009.87 0.72 125.352.411.1 n 0 1 2 3 4 5 6 TOTAIS T 180.45 – 120.000. assim como nas épocas 4.31 A2 = 180.915.45 _ D1 = R$ 539.55 Na época 2.57 482. no fim da época 1 será: D1 = 600.45 180.423.00.45 72. J2 = 020 x 539.413.20 x 600.000.540.76 104.423.1). na época 6. quando se vai pagar a primeira prestação.55 467.352. É evidente que.508.068.00 = 0.423.45 180.45 1. Ao pagar a segunda prestação.55 J2 = R$ 107.45 Isso posto.4. 5 e 6.540. tudo se repete.42 380. R$ 600. o SD anterior é D1 = 539.

é melhor usar o programa Excel mostrado no Quadro 4.423. Porém. como será visto na apostila Matemática Financeira Avançada.14 _ A2 = amortização da 2ª prestação etc. vamos ver como se usa o Programa Específico da HP – 12C. apenas a título de exercício.45 = A1 = amortização da 1ª prestação RCL PV _ visor = − 539.508. Assim.1 Obs: A Montagem da Planilha 4. Para saber o valor de J ou A contidas na 4ª prestação sem desenvolver a planilha: 74 . Inicialmente calcula-se o valor de cada prestação T ou PMT do financiamento.576.1 acima.Quadro 4.00 = J1 = juro da 1ª prestação _ visor = 60. é bom lembrar que em geral os Sistemas de Amortização da casa própria têm prazos muito longos e normalmente as prestações são mensais. Idem. o que implica em quadros bastante extensos.31 = J2 = juro da 2ª prestação > X < Y _ visor = 72. Pressionando 1 f AMORT _ visor = 107. pois se trata de saldo devedor.423. Todavia. 3. 6 n > 20 i 600. Pressionando 1 f X <Y _ visor = 120.55 = D1 = saldo devedor após se pagar a 1ª prestação. usando o Programa Específico da HP – 12 C 1.915.45 2.1 poderia também ser feita usando a programação específica que a HP – 12C tem e é mostrada a seguir.00 CHS PV AMORT PMT = T _ visor = 180.000.000. com sinal negativo.

para quitar antecipadamente toda ou parte da Divida ou mesmo. Suponha uma dívida D financiada no Sistema Francês em n. Assim.3): T 0 1 T 2 T (k – 1) T k T (k + 1) T T (k + n – 1) T n–k+1 T n T n-k 0 D DK 1 Fig. Assim. saber qual o valor da cota de amortização de uma certa prestação.1 ou a Planilha 4. Com o decorrer dos períodos.72 _ D4 = 275. em que 0 ≤ k≤ n 1.411. O Saldo Devedor em uma época k qualquer é exatamente a soma das (n – k) cotas de amortizações contidas nas prestações restantes.65 + 104.000.72 e também: D4 = D3 − A4 = − 380. elaborar toda a planilha teórica de financiamento para se ter as variáveis desejadas se torna extremamente trabalhoso.99 = juros acumulados RCL PV = D3 = − 380. resolve-se o impasse usando a programação da HP – 12C dada anteriormente e/ou a aplicação da relação (26) e suas variações que atendem às Duas Observações Importantes dadas anteriormente. se paga muito juro e se amortiza pouco.423. Antecipação do Pagamento do Saldo Devedor Os empréstimos concedidos pelos órgãos financeiros semelhantes à Caixa Econômica Federal geralmente são por prazos longos. 4.411. a princípio. Porém. é muito comum o mutuário desejar saber o valor do saldo devedor em uma determinada época anterior ao vencimento contratado.423. o que vai permitir encontrar os valores isolados de uma maneira mais fácil. pode-se ver que.011.45 − 76.45 _ visor = 321. Nesses casos. ou seja. e i (Fig.328.3 Seja k uma época qualquer. Estas prestações restantes podem ser vistas como uma nova Renda Imediata de (n – k) termos e com a época zero coincidindo com a época k original. 4. amortizando mais do principal. Cálculo do saldo devedor após ter sido paga a prestação de ordem k. T.73 e A4 = 180. é o Valor Atual (na época k) das (n – k) prestações restante (sem os juros).646.011.93 Observando o Quadro 4.73 = 104. vai-se pagando menos juros e. consequentemente.058.65 J4 = 20% s/ D3 = 76. tem-se : DK = T a (n – k) i (26) 75 .1.00 CHS PV PMT = T _ visor = 180.058. como é justa a pretensão do mutuário.6 n 3 f 20 i AMORT 600.

através da HP –12 C pode ser mais simples determiná-lo como segue: Para 30 n n = 30 e i = 1% a.423.748113 11 Tabela Price m = 30 e i = 12% a.45 x 2. É comum a taxa de juro vir como taxa nominal anual e assim é necessário dividi-la por 12 para usar a taxa mensal proporcional.423. ⇒ taxa anual (nominal) de 12% 1 i _ 1 CHS PV PMT _ visor = 0.68 3.45 − 93.42 x 0.68 ou A3 = R$ 87.068. mesmo se tratando de um sistema submetido ao regime de juros compostos. Cálculo da cota de juros contida em uma prestação de ordem k. Porém. economista inglês) é um caso particular do Sistema Francês de Amortização quando a prestação é mensal. Cada termo da renda será: T = D/ 1/a m i .058.45 x 20 a3 20 D3 = 180.106481 D3 = R$ 380. como esse fator é o mesmo que o inverso de a n i. calcular o juro contido na 3ª prestação.423.038748 _ 1/a m i = 1/a 30 12 = 38.423.No exemplo do Quadro 4.65 2.068.m. O Calculo de AK é também muito simples: AK = T – JK ð k = 3 ð A3 =180.42 J3 = R$ 93.2.45 x a D2 = 180.413.45 x a (6 – 3) D3 = 180.423. Tabela Price Conceitos A Tabela Price 11 (Richard Price.2.45 x a 4 20 D2 = 180.1.76 1. calcular o SD após ter sido paga a 3ª prestação.423.588735 J3 = 467. k=3 ⇒ D3 = 180.009. (28) O fator mensalidade 1/a m i é encontrado na Tabela Price dado em função de alguns valores de m e de i.20 _ _ D2 = 467.423.a.413. DK–1 = T a (n-k+1) i (6-3+1) 20 k = 3 ⇒ D2 = 180. JK = DK–1 x i (27) em que DK–1 é dado pela relação (24) No exemplo dado.45 x 2. 76 .

a. também sofrem a incidência do IOF. no pagamento dos empréstimos a Médio e Longo Prazo. como se sabe. o governo federal instituiu o Decreto nº 6339/2007 na mesma data.00 x 1 a 24 12 ð ð T = 100. ao perceber o erro proposital ou não. No Brasil usa-se a Tabela Price nas operações de CDC/CP das Financeiras.000. Como já foi comentado. não só na alíquota (dos tomadores de crédito Pessoas Físicas para 0. particularmente no financiamento da casa própria junto à CEF etc. 3% ao ano de 365 dias.000.0041% a. o término de uma 77 . reverteu a alíquota do IOF1 de PF para 0. Em outras palavras. Esse tipo de imposto.000 por estética da tabela. além do PIS.3. que o governo.703. dividir os resultados encontrados por esse mesmo valor 1. como vai ser mostrado. também pelos dias de suas vigências. esta fixa que vamos cognominar de IOF2 = 0. a incidir sobre o principal do financiamento. se for o caso. isto é.0082% ao dia. para repor as perdas de arrecadação com a extinção da CPMF no final de 2007.35 A utilização do Sistema Francês e principalmente da Tabela Price é extraordinariamente grande no mundo todo.000.50% ao ano). tanto para PF quanto para PJ e independente do prazo da operação. CP e outros. Assim.? 1° Processo: usando a Tabela Price T=D 1 a mi T = 100 x  T = 100.34 2° Processo: usando a programação da HP – 12 C 24 n 1 i 1 CHS PV PMT’ _ visor = 0.11 Os coeficientes da Tabela Price costumam vir multiplicados por 1.07347 1.0041% ao dia ou 1.707.000 x 47.000. COFINS etc.00 47. Exemplos 1º) Qual o valor da prestação mensal necessária para liquidar uma dívida de R$ 100. o que dá exatamente no mesmo. 1.000. a outra.00 CHS PV PMT _ R$ 4.07347 = 4. com vigência a partir do início de 2009.d. como é o caso do CDC.35 T = R$ 4.35 ou 24 n 1 i 100. a que vamos chamar de IOF 1 e criou também uma nova alíquota.00 em 2 anos a juros de 12% a. através do qual aumentou o valor do IOF – Imposto sobre Operações Financeiras.707. IOFT no Pagamento por Prestações As operações financeiras realizadas para liquidação através de prestações. A incidência do IOF é sobre os saldos devedores pelos dias em que eles vigorarem ou sobre as amortizações.047073 T = PMT = 100. mantendo a de Pessoas Jurídicas em 0. é preciso estar atento e. não podendo de forma alguma ser cobrado sobre os encargos.00 x 0.38% 11.707. é devido exclusivamente ao cliente e incide tão somente sobre o principal do financiamento. nas operações de “Leasing” das Sociedades de Arrendamento Mercantil.. A arrecadação atingida pelo novo sistema de cobrança do IOF em troca da extinção obrigatória da CPMF foi tão grande em 2008.000. não.047073 ð T = R$ 4. para viger a partir de 02/01/2008.2.

Para que o tomador tenha em mãos o valor integral do financiamento de que necessita desembolsando à vista a quantia do IOFT. se poderia ter que calcular um novo IOF’T do IOFT via os mesmos f1 e f2. pois ele estará recebendo uma quantia menor e pagando as mesmas prestações referentes a um principal maior. mas continuando com o mesmo valor das prestações e prazo. Adicionando IOFT e IOF’T ao principal inicial. obviamente é função do número de dias correspondentes aos respectivos saldos devedores ou às amortizações efetuadas e dado que esses saldos e amortizações dependem da taxa de juros cobrada.11 Qualquer semelhança com o IOF2 = 0. mantidos a mesma taxa e prazo originais como é usual. isso vai representar para o cliente um aumento na taxa de juro da operação. o fator do IOF1 passa a ser função da taxa e dos prazos dos saldos devedores e/ou das amortizações. obteremos o valor do IOF1 logo de saída. que infelizmente. em última instância. Já o IOF2 é o seu próprio fator. os dois IOFs iniciais e os dois IOF’s dos IOFs iniciais. multiplicado pelo valor do financiamento. não tem o discernimento para ver esses absurdos. aumenta também o valor das prestações. Além do mais. Somando IOF1 e IOF2 obteremos o IOFT. fornece esse valor no início da operação. Os dois IOFs = IOFT são cobrados antecipadamente no início da operação. o mesmo acontecendo com a taxa de juro. pois elas fornecem as taxas sem o IOFT. Em geral é o que acontece e é por isso que quando se consulta a taxa que as Financeiras estão praticando. o que de fato é e assim.38% da CPMF que foi encerrada. o assunto do IOF está encerrado. contribuição provisória e a criação de novas regras para um tributo antigo no intuito de equilibrar a arrecadação “perdida” com o exercício da lei. é preciso que a Instituição Financeira financie também o IOFT. a Financeira iria passar a financiar o principal. Porém. Felizmente. Mostraremos a seguir. Como o valor do IOF1 é variável em função dos saldos devedores ou amortizações efetuadas ao longo do pagamento das prestações e dos dias em que eles vigoram. fazendo incidir o f1 do mesmo arcabouço de taxa e prazo desejados sobre o principal financiado. pode-se elaborar tabelas do fator do IOF1 = f1 para prazos e taxas que se queira e assim. é “mera coincidência” do Governo Federal. Isto faria com que o valor das prestações subisse mais um pouco. como essa elaboração das tabelas é bastante facilitada ao se usar o programa Excel. Isso. pode não atender ao cliente. o que. isso poderia ser interpretado como um novo financiamento. além de implicar num aumento da taxa de juro. Ao creditar o principal aumentado na c/c do cliente. Como a Financeira irá reter o IOFT para recolhimento à Receita. à vista. Esse coeficiente. se o cliente está pagando todo o IOF (IOFT) no início. 78 . Dessa maneira. a resposta não confere com os valores das prestações. pois agora se está financiando um principal maior ainda e se retirando o valor dos dois IOFs. aumentando o valor do principal. pois ele é fixo e incide sobre o valor do principal financiado abatido das deduções permitidas pela IN nº 247 já citada. o bom senso prevaleceu e como vai ser visto à frente. que se o cliente pagar no início do financiamento. é preciso atentar para o fato de que. (IOF’1 + IOF’2). Isto é lamentável. já que o órgão financiador é o responsável pela retenção e recolhimento aos cofres da Receita Federal. batizado de fator do IOF1 = f1. trouxe foi vantagens para o governo federal e aumento de despesas sobre uma população. o mais fácil e prático para se obter o seu valor é calcular um coeficiente que. tudo se passa como se a Financeira tivesse reduzido o valor do principal financiado ao debitar o IOFT na c/c do cliente para posterior recolhimento à Receita. a Receita Federal aquiesceu e passou a cobrar apenas um IOFT nesses financiamentos.

58 7.393.2. Prazo = 12 meses .0041% a. d) o valor das novas prestações com a inclusão do financiamento dos dois novos IOFT’s (IOF’1 + IOF’2) e da nova taxa de juro.79 7.000.00 CHS PV 2. Vide Quadro 4. acima).714.15%. o valor das novas prestações no caso de os IOFs serem financiados nas mesmas condições iniciais e da nova taxa de juro para o cliente. Sabendo que o prazo total do financiamento é de um ano e que as prestações vencem no último dia de cada mês subseqüente.000041 = 18.000.543.28 x 29 x 0.15%.24 x 60 x 0. Calculando o IOF1 Usando amortização: 1ª prestação _ 2ª prestação _ 3ª prestação _ 7.47 79 . e) o total de IOFT a ser recolhido à Receita.552. à vista.4.00. o seu fator f1 e o IOF2 Principal = 100.1. considerando a questão anterior. Quadro 4. IOF = 0. caso ele venha a pagar o IOFT que foi financiado no início.61 x 90 x 0.2 a) Cálculo da Prestação sem usar o IOF (usando só HP – 12 C) 12 n 100.00 no dia 31/01/2008 através da Tabela Price (CDC) a juros mensais de 2.15 i PMT _ visor = 9. c) o valor do IOFT relativo à soma dos valores dos dois IOFs (IOF1 + IOF2). IOF1 na Tabela Price a partir de 2008 Uma empresa obteve financiamento de uma máquina no valor de R$ 100.000041 = 8.28 reais b) Cálculo do valor do IOF1 (usando o Quadro 4.000.000041 = 28.2. Taxa mês = 2.2 abaixo. calcular: a) o valor PMT das prestações sem IOF. com o cliente pagando também o IOF’T no início.d. b) o valor do IOF1 e do seu fator f1 e do IOF2.

17 cada uma.84 Obs – Reparar que.235.38% ð IOF2 = 0.79 reais i ð visor = 2.840840% x 1.91.00 x 29 x 0.84 CHS PV 100.000.00 = 380.000.64 = 14.000041 104.220.27 + 4. Pode-se ver porque a Receita Federal não faz questão de que se prossiga nessa cobrança indefinidamente. porque o IOF vai se reduzindo com muita velocidade.84 + 10.90 2ª prestação _ 92.19 reais.270 + 4.84 reais 12 n 12 n 101.661.220.84.75 onde 14.661.2.00 CHS PV 2.659.000.00 CHS PV 2.84 + 14. teríamos: IOF”s = 0.62 etc IOF1 Total = 840.70 3ª prestação _ 83.000.etc IOF1 Total = 840. não seja igual.91 12 n 12 n 101.79 PMT d) Cálculo das novas PMTs e da nova taxa com o financiamento dos dois IOF’S: Novo Principal a ser financiado = 100.220.0038 x 100.31 x 30 x 0.235.06 ou um total de 0.243.84 + 380.15 i PMT ð visor = 9. o total do IOF1 é.84 ou Saldo Devedor: 1ª prestação _ 100.84 reais _ Fator do IOF1= f1 = 840.659. uma quantia inexpressiva.84 + 0.000041 117.91 = 101.22 reais i ð visor = 2. 9.000.91 = 0.00 ð IOFT = 1.84 = 10.38% x 14.38 x 1.00 + 1.000. tanto pela amortização quanto pelo saldo devedor.75 CHS PV 100. 9.5. 80 . das novas prestações e da nova taxa de juro IOFT = 840. IOF1 = 840.934.220.m. determinar o número de prestações pagas.840840% x 14. embora o IOF1 de cada prestação nos dois cálculos.15 i PMT _ visor = 9.235.64 ð IOFTOTAL = 1.91 = 0.84/100.m.75reais Obs – Se quiséssemos aplicar IOF sobre os IOF’s = 14.3490% a. Cálculo do Número de Prestações na Tabela Price usando o Programa Atingir Metas do Excel Um financiamento a juros efetivos de 2% ao mês foi quitado através de certo número de mensalidades postecipadas iguais – Tabela Price – de valor R$ 4.22 PMT e) Cálculo do IOFTOTAL a ser recolhido à Receita Federal IOF TOTAL = 1.3514% a.13 reais e 0.91 = 0.215.220.00 reais c) Cálculo do IOFT = (IOF1 + IOF2).000041 118.220.840840% Como o fator do IOF2 = f2 = 0. Sabendo-se que o total dos juros pagos no período de vigência do financiamento foi de R$ 1.00 ð f1 = 0.606.72 x 31 x 0. 1.

17 + ((1.3 (29) 1.6. Nesse caso.423.02)n −1)/(0.000. o que é constante é a amortização do Saldo 81 .540. como já foi afirmado anteriormente.Solução: Conforme se viu no exercício nº 12 da pag.2. 63 deste Capítulo. Vide Quadro 4. se n for inteiro. porém. que resolve também este cálculo.02)n) APLICAÇÃO . Sistema de Amortização Constante – SAC Conceito No SAC – Sistema de Amortização Constante. Vamos mostrar um caminho do Excel com Atingir Metas.243.286540 Quadro 4.02 x (1.02)n = 0.02 x (1.45 = 600. a calculadora HP – 12 C não está programada para fazer o cálculo específico de n (nº de prestações) de uma Renda quando este número for fracionário.Usando o Programa de Atingir Metas do Excel se encontra ð n = 5 n − ((1.02)n − 1)/(0.215.00 + 482. o mutuário paga a dívida contraída também por meio de prestações que englobam juro e amortização.84/4.1 dado anteriormente e depois o Quadro 4.68 n x PMT = J + D ð n = J/PMT + D/PMT = J/PMT + (PMT x a n i)/PMT n = J/PMT + a n i = J/PMT + ((1 + i)n − 1)/(i x (1+i)n) n = 1.2 à frente: 6 x 180.

00 J1 = R$ 120.000.000.000.00 600.000.00 Cálculo das Variáveis : D1 = D0 – A J1 = D0 x ∴ D1 = 600.000.000.000.00 100.000.000.00 ∴ T1 = R$ 220.020.Devedor.000.00 180.000.000.00 ∴ J1 = 600.4 n 0 1 2 3 4 5 6 Totais A 100.000.00 80.4 a) Cálculo do valor da parcela A de amortização: A = D/n ∴ A = 600.000.00 e assim por diante se realiza toda a montagem da Planilha.00 Fig.00 0 1 2 3 4 5 6 600.00 100.00 500. 4.00 180. 4.00 100. no SAC.00 200.20 ∴ T1 = A + J1 ∴ T1 = 100.000.00 160.4 do SAC com o Quadro 4.00 140.00 120.00 100.00 0.000.000.00 160. Isso se deve única e exclusivamente ao fato de que.00 200.000.00 60.000.000.00 D 600.00 x ∴ D1 = R$ 500.00 200.000.000.00 T 220. Montagem do Quadro Teórico de Financiamento Quadro 4.000.00 i 0.000. uma vez que são o resultado da soma da parcela de juro decrescente.00 Equivalência do SAC com o SPC Comparando o Quadro 4.00 100.00 300.00 – 100.000.000.00 1.000. com a parcela constante de amortização.000.1 do Sistema Francês. As prestações têm valor decrescente. se desembolsa mais dinheiro no pagamento das primeiras prestações do que no Sistema Francês e as primeiras prestações sendo 82 .000.000.000.00 100.00 420. montar a planilha teórica de financiamento (Fig.000.4) 220.000. Exemplo Considerando os números do primeiro exemplo do Sistema Francês. como o próprio nome do sistema sugere.000.000.000.000.00 20. se vê que no primeiro se paga menos juros que no segundo.000.00 J 120.000.00 400.00 + 120.00 140.000.000.000.00 100.00/6 ∴ A = R$ 100.00 40.000.000.00 120.

Apenas porque são indexados à TJLP. com ou sem correção monetária. que nada mais é do que o montante que se perde ao fazer um investimento em detrimento de outro. Aplicações Práticas do SAC O SAC tem grande aplicação nos empréstimos de Longo Prazo tanto no Brasil quanto no exterior.00 reais → no SAC Nos exercícios nos 1 e 2 resolvidos à frente 83 . aos dois sistemas e a quaisquer outros com as mesmas características. prazos. pode-se verificar que os dois sistemas são equivalentes. se os mencionados programas forem feitos da forma simplificada. Aparecendo novo investimento. podemos perceber. aparentemente ele irá pagar menos juro.340. como foi falado. Se o mutuário possui recursos para desembolsar mais nas primeiras prestações. pois já não possui mais a disponibilidade de antes. não se fez o financiamento por nenhum Sistema. da seguinte forma: escolhe-se uma data de comparação absolutamente qualquer e se leva todos os fluxos e valores principais (dívidas) para esta época na mesma taxa. que inclusive é a maneira mais usada. ou seja. vista anteriormente. Uma soma será igual à outra. em volume e prazo. inclusive se ele dispuser de todo o recurso de precisa. significa maiores amortizações e no início dos pagamentos. neste caso. apenas lançou mão do que já possuía. Para verificar essa verdade. a menos que contraia uma dívida. que fazem uso direto do SAC e que são utilizados por diversos órgãos financiadores. o que é mais importante ainda. ficará constatada com facilidade a presença marcante do SAC. são os mais procurados pelos industriais e demais empresários do país. porque se amortiza o saldo devedor mais rapidamente através de prestações de maior valor do que no Francês: J48 = 2. basta aplicar a Equivalência de Capitais. desde que se trate de dívida com os mesmos valores. assim como qualquer sistema de pagamentos periódicos de prestações iguais ou não. Porém. mesmo sem desenvolver toda a planilha teórica dos financiamentos. Matematicamente. que no Sistema SAC se paga aparentemente menos juros. o nosso capitalista estará impossibilitado de participar. Então se soma os valores do PRICE e também os valores do SAC. Comparação entre o Sistema Francês e o SAC Olhando os dois exercícios resolvidos logo à frente. se usar o seu disponível. Isso tudo sem falar nos programas de financiamento. o que prova a equivalência entre os dois sistemas. Os programas Finame e BNDES-Automático da Finame – Agência Especial de Financiamento Industrial. em URTJLP. Engano. também são baseados no SAC. a variação trimestral dessa taxa mascara a visualização do SAC. Os programas da Finame.maiores. o órgão operacional do BNDES. taxa de juros e que não haja CM ou outro instrumento que possa alterar o Saldo Devedor de maneira forçada. aos olhos de um leigo no assunto ele não vai pagar juro nenhum. é necessário se considerar o custo de oportunidade do capital em toda aplicação financeira. capitalizando ou descapitalizando conforme a posição de cada um no seu Fluxo de Caixa.

80 i ou PMT → visor = 16. o capitalista deixa de ganhar juro. 1 e 2 resolvidos à frente Isto acontece porque no SAC o mutuário começa pagando prestações de maior valor do que no Francês . não vai pagar juro. pelo próprio princípio em que se baseia a Matemática Financeira: “todo Capital aplicado cresce com o tempo” ou “R$ 1. Exercícios Resolvidos e Propostos 1. significa que lá se está amortizando mais e no princípio . caso a aplicação dos recursos fosse utilizada de maneira diferente. 1.00/a 60 PMT = 16. se no SAC as prestações iniciais são maiores do que no Sistema Francês (de valor constante).07 reais → no Francês → → no SAC no Francês Nos exercícios nos. como já foi mostrado. quando o Saldo Devedor é maior. existe o que se chama “custo de oportunidade”.000. repetindo.00 amanhã”. porque.000.000.18 reais 60 n 1.435. se vai pagar menos juros com o decorrer das prestações.80 → PMT = 600. de o mutuário ter todo o dinheiro de que necessita. se olhado em épocas diferentes. então é lógico que.18 reais reais → → no SAC no Francês Ora.435. o mutuário em potencial também não vai poder aplicar aquele dinheiro em outro Ativo que possa lhe trazer maior valor ou rentabilidade. Ledo engano.18 reais 84 . ele não vai precisar fazer empréstimo nenhum e sim lançar mão das suas disponibilidades. através do Sistema Francês. é claro. Calcular: a) O valor de cada prestação b) O saldo devedor após ter sido paga a 47ª prestação c) As parcelas de juro e de amortização contidas na 48ª prestação a) Valor das prestações PMT PMT = PV/a n i → PMT = 600.00 hoje vale mais do que R$ 1.00 CHS PV PMT = 16. simplesmente porque ele já não existe mais. Por exemplo.401. agindo assim. aparentemente. Assim. Isso é o que se chama custo de oportunidade 12 A realidade matemática é essa. aparentemente.00 foi concedido para ser pago em 60 prestações mensais a juros de 1.2.m. portanto.800.995.000.435.000.80 % a.00 T1 = T = 16. nos dois exercícios: T1 = A + J1 = 20.027392 600. Pagar maiores prestações é para quem possui maior disponibilidade de recursos naquele momento e isso depende do mutuário.00 x 0. o que significa perder ou pagar um prêmio que poderia auferir. Um empréstimo de R$ 600. Nesse caso. Seja uma situação extrema. que como se sabe.00 reais D47 = 188.435.17984 1.J48 = 3.7. Com o dinheiro essa verdade ainda é mais visível.91 reais D47 = 130. neste caso nada mais é do que. Tudo na vida tem um valor diferente.

.00 − (1 x 10.000.018 x 188.07 reais ou x 11...000.00) = 570.995..00) = 600.12 PINDYCK Robert & RUBINFELD Daniel.0690 D47 = 188.000.00 reais D2 = D0 − (2 x 10...018 x 600.2002 .00 reais b) Cálculo do Saldo Devedor D0 = 600.= A30 = D0 / 60 A = 600.401.18 13 n 1.000... a D47 = 16...800..000..499422 16..18 − 3.000.07 reais c) Cálculo do juro e da amortização contidos na prestação de ordem 48 T48 = T = J48 + A48 J48 = 3.. na obra conjunta “MICROECONOMIA” – 5ª Edição – Pearson Education – Prentice Hall .80 i ∴ _ D47 = 188. a) Cálculo da Amortização Constante A A = A1 = A2 = .18 CHS PMT PV′ = D47 → visor = 188.000.00) = 600.00 reais D1 = D0 − (1 x A) = 600.91 2.00) = 590..00 ∴ J1 = 10.00 reais D3 = D0 − (3 x 10..00 − (2 x 10..80 D47 = PMT ..000.000.00 reais e assim por diante Então se pode ver que o Saldo Devedor se comporta como uma Progressão Aritmética PA decrescente..435.00 / 60 ð A = 10.. mas com o empréstimo realizado através do SAC.033.995.000. Mesmo exercício anterior.00 − (3 x 10..00) = 580..000. definem Custos de Oportunidade como sendo “Custos associados às oportunidades perdidas quando os recursos não são utilizados de forma a produzir o maior retorno possível” b) Saldo Devedor D47 D47 = PV′ das 13 = (60 − 47) prestações que ainda não foram pagas 13 1.91 reais A48 = T − J48 ∴ → A48 = 13.995.. i ∴ J48 = 0. o primeiro termo igual ao empréstimo e o número de termos igual ao número de amortizações.27 reais ∴ J48 = D47 .435.000.07 ∴ A48 = 16.435.401.000...000.00 reais 85 . c) Cálculo dos Juros J1 = i x D0 = 0.... de razão igual ao valor da Amortização.995.....000..

00 reais e assim sucessivamente Por serem desta maneira.00 ∴ J3 = 10.018 x 580.00 reais.620.000.000.440.800.018 (D0 − 1 x x A) ∴ ∴ J2 = 0.00 + 10.00 reais 10.000.000.800. de razão igual ao produto da taxa de juros pelo valor da Amortização. 10.000.00) ∴ J3 = 0.00 ∴ ∴ J60 = 180.800. o juro da última prestação é igual à razão da P.018 x 10. isto é.00 x x 0.000.000. tem-se : J60 = 10.00 − 2 J3 = 0.00 − 10.000. as parcelas de juro formam também uma PA decrescente.J2 = 0.00 x 0.00 reais etc.00 ∴ D47 = 130. o primeiro termo dado pelo produto da taxa de juros com o valor do empréstimo e o número de termos igual ao número de prestações. ou como a razão é negativa (PA decrescente): an = a1 + (1 − n) r → Jn = D0 .00 − 2 J2 = 0. i) Aplicação: calcular a parcela de juro da trigésima prestação do exercício : J30 = 600.580.00 reais 180 ∴ Querendo o juro contido na 60ª (última) prestação . i + (1 − n) (A . 180.00 + (1 − 60) .000.018) ∴ J30 = 10.000.000. T1 = A + J1 T1 = 10.00 − 470.000.00 ∴ x J2 = 10. ou o produto da taxa de juros pelo valor da Amortização.018 + (1 − 30) (10. Voltando ao problema: a) A prestação Tn sendo a soma da parcela de Amortização (constante) com a de juro (decrescente em PA) só pode ser também uma PA decrescente e de mesma razão que a do juro e com o número de termos igual ao número de prestações.018 (600. Assim o Termo Geral J n toma a seguinte forma : an = a1 + (n − 1) r → na PA .018 x D1 = 0.00 + (− 29) J30 = 5.000.00) ∴ D47 = 600.00 b) Cálculo do D47 D47 = 600.00 − (47 x ∴ T1 = 20.800.018 (600.000.00 J60 = 10.00 reais 86 .A.800.620.00) 580.

00 reais Querendo saber: T48 = 12.340. Uma Dívida foi contraída devendo ser paga em 6 prestações anuais e a juros efetivos de 48 % a. k = 4. Sistema de Amortização Crescente – SACRE Conceito O SACRE é um sistema de amortização de empréstimos de longo prazo criado pela Caixa Econômica Federal em 1998. Este recálculo é para evitar que a população. o mutuário ainda continuava com um enorme Saldo Devedor a pagar. através do Sistema Francês de Amortização . não sofrendo altos reajustes reais nas suas mensalidades. A assunção foi através da CEF que só não quebrou porque era órgão estatal federal. que permanecem fixas por um período maior que o mês. pois foi ele o maior culpado no processo.m.00 + (1 − 48) .800. Um apartamento de valor R$ 500. o sistema de financiamento não fecha.46 anos ou aproximadamente no fim do 1º semestre após a 4ª prestação . Em que momento do financiamento os valores das prestações seriam iguais.a. 1.340. os tornassem impossíveis de pagamento.00 + 2. A verdade é que não se pode pretender pagar uma dívida com o Saldo Devedor corrigido mensalmente pela CM integral e as prestações.340. que até os dias de hoje ainda preocupam o país. com aumentos significativos segundo a inflação sobre os Saldos Devedores. porém. Estava criado o FCVS. 87 . por se encontrar com as reservas em vermelho: 1994.8. mas ficou sem poder fechar balanço durante três anos consecutivos. como aconteceu na década de 80 e viessem a criar o sério problema do FCVS – Fundo das Compensação das Variações Salariais. como não fechou no passado.c) Cálculo da Amortização e do juro da 48ª prestação A48 = A = 10.00 está sendo negociado com entrada de 16% e o Saldo Devedor financiado em 10 anos através de prestações mensais a juros de 1% a.00 ∴ J48 = 2. se fizéssemos os cálculos pelo SAC e pela Tabela Price ? Resp. gerando um passivo a descoberto de grandes proporções que o governo federal teve que assumir para liberar os mutuários. introduzindo o recálculo periódico das prestações mensais. Quando o Saldo Devedor será igual à metade da Dívida ? Resp.00 reais J48 = 10.000. n = 48.800.000. para ser usado com juros e correção monetária das TR – Taxa Referencial.180 ∴ J48 = 10.834857 meses → um pouco antes da 49ª prestação 4.00 3. No fim.460.00 − 8.2. mas sem correção ou com correção menor. embora naquela época todas as prestações estivessem pagas.1995 e 1996. mesmo que também mensais.00 pois T48 = A48 + J48 = 10.000.

desde que seja o mesmo para cada programa contratado. até o primeiro recálculo. Esclarecimentos Iniciais sobre o SACRE Desde o ano de 1998 a Caixa Econômica Federal – CEF vem oferecendo um novo tipo de financiamento para aquisição da casa própria com a sigla SACRE – Sistema de Amortização Crescente. aparentemente. Somando-se as duas parcelas auxiliares obtém-se o valor das prestações relativas ao novo período. é feito o chamado recálculo e o valor das novas prestações para o período seguinte são determinadas. condição de pagar menos juros do que nos outros sistemas. sem a CM. SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO C/ CM 2. no governo José Sarney. exatamente da forma usada pela CEF através de um exemplo idealizado no sistema SACRE em comparação com o mais antigo e até então o mais usado – Sistema Price – para efeito de “marketing” do SACRE. Trata-se de um Sistema de Amortização de Longo Prazo diferente de todos os outros conhecidos e foi criado e desenvolvido pela Caixa Econômica Federal no intuito de proporcionar ao mutuário. No SACRE. após o primeiro recálculo. a fim de dar ao mutuário condições de melhor ajustar o seu fluxo de pagamentos aos seus recebimentos e o programa não deixar resíduos significativos no saldo devedor ao final do contrato.O SACRE é hoje o sistema mais usado para o financiamento de Longo Prazo na aquisição da casa própria. constituindo-se numa sofisticação do já conhecido SAC. O sistema tem sido usado com a CM mensal da TR acoplada a uma taxa de juro nominal não superior a 12 % a. período esse que pode ser. mais psicológicas que materiais. semestral ou anual. pois no SACRE as prestações são proporcionalmente maiores no início do Programa como se vai ver. 6 ou 12).a. aplica-se a taxa mensal de juro (proporcional à taxa anual. Transcorrido o primeiro período procede-se ao primeiro recálculo: o Saldo Devedor. e as prestações mensais são constantes dentro de um período de tempo pré-estipulado. A parcela real de juro contida na primeira das doze prestações é o resultado da aplicação da taxa mensal 88 . esse problema sério dos resíduos aconteceu há poucos anos com outros programas de financiamento e que deram origem ao malfadado FCVS – Fundo de Compensação das Variações Salariais. 2. Findo cada período de tempo pré-estipulado. o cálculo das prestações do primeiro período obedece a um critério diferente em relação aos outros períodos: o candidato ao financiamento. enquanto as prestações o são por um período maior do que um único mês (3. Como já falado. trimestral. dadas as suas vantagens. como se vai ver . ainda sobre o Saldo Devedor Simples. opta por um % (máximo de 30%) sobre a renda líquida familiar consolidada. posto que ela é nominal) obtendo-se a parcela de juro também auxiliar e que não vai ser a parcela real de juros da nova prestação. ainda sem a CM. o que fornece o valor máximo das suas prestações. quadrimestral. é dividido pelo número de amortizações que faltam (igual no SAC) encontrando-se a parcela de amortização auxiliar para composição da nova prestação e que não vai ser a parcela real de amortização desta nova prestação.1. como será visto a seguir. Seja anual o período de recálculo do exemplo que vem a seguir. Qual é realmente a função do recálculo ? Qual a sua importância ? O recálculo é fundamental para se poder corrigir apenas o Saldo Devedor mensalmente. quando entrega os documentos exigidos. 4.

O valor das prestações também cresce. as parcelas de juro passam a decrescentes e dessa forma se prossegue até o fim com as parcelas de amortização cada vez maiores e as de juro menores. O desenvolvimento do cálculo dos Juros. que tal como já foi dito. o que aliás ocorre com o exemplo da planilha de cálculo a ser apresentada no fim deste subitem. ato contínuo. o que acontece é que no início as amortizações podem ser até decrescentes. SACRE – Desenvolvimento Simulado da CEF PREMISSAS: TR = 0. obedece como todos os outros às duas premissas mencionadas no início do Sistema Francês de Amortização.2. elas serão crescentes enquanto as parcelas de amortização forem decrescentes. apenas mudando a cada recálculo o número de prestações ainda restantes. porém suavemente e até um certo momento – no nosso exemplo até o 12º período anual – a partir do qual o valor começa a diminuir. Saldo Devedor Simples e Corrigido mostrado no parágrafo anterior. de onde resulta o novo Saldo Devedor Simples do mês em curso. até se chegar ao novo recálculo. Amortizações. embora equivalentes. o mesmo exemplo usando a Tabela Price e com os dois sistemas trabalhando com as mesmas variáveis. tanto para as prestações do primeiro período como para as dos períodos seguintes.50 % anual = 0.26 89 . na sua essência. portanto sem correção ainda. a título de comparação como faz a CEF. em toda a operação Taxa de Juros (nominal) = 10. agora já corrigido pela TR. sob o título de Duas Observações Importantes. 2. isto é. as parcelas de amortização passam a assumir valores crescentes e. vai ser possível se entender melhor o funcionamento deste Sistema de Amortização através de prestações. utilizando-se da HP – 12C ou do EXCEL como foi realizado no exemplo.sobre o saldo devedor. se corrige esse novo Saldo Devedor Simples e para a frente tudo se repete exatamente da mesma maneira. obviamente. É apresentado a seguir. é universal.6000 % a. já corrigido anteriormente. ou seja. No SACRE se usa o Sistema de Amortizações Constantes – SAC para a formação das prestações a partir do primeiro recálculo. os dois sistemas são diferentes.384. Através do exemplo da planilha de cálculo a ser vista logo à frente.m. Na Tabela Price o cálculo das prestações é feito pela teoria do Sistema Francês de Amortização – SPC como foi visto na parte anterior deste Capítulo 4. se aplica a qualquer sistema de pagamentos periódicos que tenha correção monetária ou não. 12 meses à frente. a diferença entre esta parcela real de juro e a prestação é a parcela de amortização real desta nova prestação e é levada para amortizar parte do saldo devedor. Daí. Prazo da operação = 180 meses Renda do mutuário = R$ 2. Com as parcelas de juro se passa exatamente o inverso. A diferença entre os dois está no cálculo das prestações e nos recálculos posteriores pois. passado o primeiro ano.m. Como as doze prestações de cada intervalo anual são constantes e no princípio do financiamento o Saldo Devedor é maior e ainda corrigido mensalmente. No terceiro período anual do nosso exemplo.875 % a.

03 50.344.30 443.371.71 50.16 443.15 274.28 50.48 296.45 443.71 274.389.024.46 442.33 323.662.88 763.28 715.402.28 715.360.85 50.88 739.80 50.384.00 50.428.39 50.38 50.88 739.79 441.68 296.65 x 0.25 441.05 50.237.323.62 50.83 50.55 50.68 50.294.82 50.88 739.33 50.64 50.56 296.679.20 443.11 443.323.325.69 50.075.88 739.57 440.55 + 440.28 715.26 274.000.02 443.49 274.691.29 50.28 715.93 274.31 273.5 Evolução do Sistema Sacre Nota: A partir do segundo recálculo lança-se mão de amortizações e juros auxiliares para se obter o valor das 12 prestações que vão vigorar no período anual seguinte.333.209.77 296.376.0060 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 715.28 715.91 etc.685.28 715.74 50.Comprometimento máximo da Renda Inicial = 30 % Cálculo do Valor das Prestações I .28 50.630.567.65 50.641.28 715.50 443.371.482.538.350.050.18 50.596.31 50.101.635.26 = R$ 715.33 50.73 441.53 296.657.00875 = 299.90 296.88 739.55 440.94 50.651.28 739.65 / 168 + 50.02 50.36 50.38 320.31 x 0.668.49 441.646.43 296.35 50.24 50.72 442.34 440.127.00 50.88 III − Cálculo das 12 seguintes (da 25ª a 36ª) = T3 T3 = A3 + J3 = 50.47 50.355.63 50.72 296.384.91 = R$ 763.23 50.97 50.510.383.36 50.62 50.88 739.328.28 715.64 50.55 275.300.366.40 443.Cálculo das 12 primeiras (da 1ª a 12ª) = T1 T1 = 30 % s/ 2.51 T1=30% x 2.674.88 739.05 50.26 299. Quadro 4.69 50.85 50.01 440.81 272.06 50.455.625.55 273.13 440.63 296.00 50.323.00875 1.97 443.339.72 50.33 = R$ 739.79 273.83 50.06 272.55 50.00875 = 323.58 296.154.72 50.181.86 296.06 443.28 715.389.377.28 715.10 50.28 715.91 440.35 443.265.65 50.28 II − Cálculo das 12 segundas (da 13ª a 24ª) = T2 T2 = A2 + J2 = 50.01 + 440.88 739.81 296.88 739.71 50.88 739.389.02 441.25 443.31 / 156 + 50.91 90 .88 739.349.76 50.97 442. Prestação T J A DS DC 0.14 50.03 273.21 442.673.69 50.

203.05 830.90 425.09 48.423.196.968.28 374.73 423.88 48.777.25 320.39 442.05 830.07 50.018.07 442.66 412.15 809.91 763.476.993.32 406.91 763.05 830.54 433.30 809.30 809.145.15 787.04 849.04 849.037.85 375.38 417.47 50.777.922.99 413.41 48.46 439.82 402.04 849.15 787.78 48.974.01 429.15 787.82 49.175.38 50.22 431.42 48.223.518.81 46.05 830.154.56 49.37 408.025.403.40 50.49 430.91 763.017.06 346.28 47.33 433.15 787.04 443.87 439.30 809.636.126.97 48.59 48.09 440.06 48.81 378.15 787.05 830.04 849.17 49.94 373.66 47.364.04 849.30 809.24 48.076.352.27 347.92 49.396.91 763.73 50.23 443.30 47.61 374.30 809.676.33 372.74 50.86 347.91 49.538.49 410.18 49.49 440.12 46.72 50.716.727.850.964.01 321.02 434.39 443.875.29 438.27 49.69 435.427.109.313.70 47.58 49.45 47.185.15 787.32 405.38 436.43 50.27 416.10 48.52 321.497.364.814.924.455.96 375.15 49.05 849.34 407.558.16 50.18 321.42 409.40 48.496.274.59 50.73 438.48 49.73 442.477.62 420.33 404.87 49.91 763.67 412.10 439.971.30 830.93 49.134.12 49.36 377.30 809.13 406.598.056.54 379.75 404.588.23 46.237.654.82 49.870.82 48.144.21 442.529.25 428.15 787.48 418.12 50.52 49.40 50.687.305.73 50.655.15 787.654.805.48 441.32 47.04 50.250.676.182.54 49.13 46.28 48.73 424.526.217.10 47.43 50.69 348.71 422.578.14 414.09 46.91 763.30 49.19 49.04 47.143.57 49.35 403.60 438.05 830.70 426.477.38 50.19 47.637.03 438.48 427.262.827.93 432.296.419.571.257.68 320.91 787.18 49.72 425.91 434.17 47.08 377.66 376.75 430.06 322.04 849.67 441.318.05 830.20 49.48 50.05 380.98 349.17 437.87 350.05 435.49 49.940.31 410.85 321.52 412.365.72 49.30 809.00 47.10 49.72 437.341.15 787.48 50.30 809.47 48.643.29 380.21 49.57 411.42 50.40 50.36 435.540.05 830.101.05 830.88 322.90 442.79 50.898.05 830.85 46.35 50.90 442.56 442.31 46.46 346.08 49.28 46.94 409.64 348.15 787.66 50.03 47.80 46.54 348.229.30 809.23 46.25 50.91 763.20 46.617.019.62 50.55 50.82 436.24 345.314.91 763.793.064.869.53 47.334.92 50.275.11 50.86 441.558.70 321.82 50.27 436.91 763.04 849.64 48.05 830.42 349.56 419.01 49.35 321.33 443.410.55 408.935.30 809.315.87 48.04 441.11 348.15 787.480.30 809.83 48.29 439.768.69 440.175.41 46.97 45.15 436.624.67 47.64 432.51 91 .99 46.52 320.764.684.558.063.15 48.08 49.42 50.70 405.78 413.99 50.26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 763.91 763.271.65 48.879.05 49.34 50.839.72 50.120.66 346.277.19 50.67 421.

595.85 865.02 36.58 323.24 898.16 590.12 39.66 39.52 38.527.28 507.454.29 518.247.838.03 381.82 45.15 38.03 891.78 271.49 30.52 42.203.551.57 38.77 37.175.85 370.46 570.748.90 482.04 849.650.85 865.104.198.94 900.14 38.76 587.322.12 30.55 36.01 309.74 340.92 283.517.225.58 349.49 475.759.47 33.58 320.74 361.19 37.329.83 640.59 44.72 611.05 552.21 30.438.584.03 880.51 35.03 891.53 41.774.85 865.31 31.01 41.10 377.76 399.48 35.72 44.974.90 36.99 32.26 279.18 509.03 880.81 546.55 326.76 31.95 383.95 34.85 555.03 891.842.609.44 38.32 614.98 338.889.29 36.574.03 880.81 597.82 468.357.611.806.62 43.097.03 891.996.75 42.36 366.09 307.408.43 40.284.85 865.04 849.42 314.61 34.03 891.81 33.55 275.09 445.28 311.770.862.24 898.41 32.703.38 45.35 332.159.16 607.19 335.054.03 297.08 379.04 865.86 44.46 531.03 880.24 898.977.636.55 354.45 43.24 900.446.20 469.895.52 40.258.45 44.175.631.61 30.07 264.92 394.700.59 41.62 368.66 604.03 880.46 626.63 43.95 528.03 880.72 34.836.624.63 43.76 44.965.323.85 45.01 44.68 558.587.24 898.65 395.26 29.77 35.22 397.24 898.43 301.26 33.634.21 40.47 329.06 45.09 37.58 547.49 564.57 40.79 44.724.14 479.30 550.03 891.41 34.99 507.57 395.357.009.96 516.505.03 346.46 266.594.060.00 42.77 402.03 898.403.22 372.65 521.080.004.98 356.050.03 891.466.026.24 898.05 372.74 31.01 36.662.81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 849.88 40.39 589.03 880.46 34.56 388.09 29.211.358.55 42.05 523.03 891.45 343.37 390.70 473.20 470.78 37.85 880.47 39.732.098.340.66 31.13 32.58 294.85 865.547.72 39.85 865.04 38.70 45.792.095.41 42.56 561.07 363.24 898.11 260.85 865.08 351.58 45.51 573.14 43.59 31.72 45.70 43.26 446.800.47 92 .45 36.94 471.03 880.083.71 45.86 636.09 375.57 41.03 880.947.066.03 891.368.325.570.26 35.88 43.424.41 511.737.980.23 634.781.24 898.99 45.40 42.10 32.01 480.54 41.03 880.777.85 865.847.71 37.78 486.57 39.15 37.46 593.63 33.20 44.790.93 30.65 344.56 40.87 35.98 618.53 286.45 567.76 448.83 484.93 44.24 898.72 386.78 304.969.276.04 849.372.84 34.07 39.24 898.38 358.994.03 891.28 400.412.85 865.352.55 29.29 632.65 33.28 449.005.85 384.67 513.291.85 42.49 42.77 504.513.95 268.757.94 900.046.651.606.03 891.30 477.180.48 525.948.03 880.57 39.94 403.179.68 41.37 41.07 29.83 45.552.16 392.917.70 622.52 43.21 600.08 290.419.300.50 41.76 488.940.13 43.03 891.101.325.61 576.85 865.00 544.52 317.25 43.184.85 865.24 898.

90 888.027.14 834.67 144.208.20 2.01 705.57 20.000.46 211.31 870.590.365.23 15.11 216.22 827.00 TR = 0.90 888.794.982.99 8.31 870.55 7.93 649.105.54 661.723.23 898.153.61 25.507.16 36.405.53 756.631.804.680.18 182.90 888.67 7.90 870.94 5.613.40 96.63 11.31 870.34 27.10 23.54 4.90 888.04 176.75 206.23 898.838.70 221.11 774.51 733.451.803.95 21.189.64 13.75 108.660.736.02 14.58 22.27 787.43 27.969.76 26.29 848.877.98 2.94 898.502.23 679.94 900.20 149.17 841.40 726.00 (63.23 898.48 691.227.59 11.09 701.94 900.90 888.31 870.655.00 644.31 28.07 234.67 243.89 27.24 187.23 898.773.71 675.86 799.11 793.130.963.67 25.77 686.304.69 813.59 126.23 898.05 23.92 21.61 82.056.74 12.53 1.78 17.200.30 762.16 5.31 870.44 23.08 43.23 888.17 768.88 24.063.23 898.28 28.48 13.3.43 18.391.817.74 18.01 21.903.68 4.813.94 900.703.31 870.270.16 10.78 114.83 171.87 15.720.159.088.17 160.397.80 22.88 7.035.08 16.651.54) 28.69 83.633.96 28.784.70 739.19 721.604.23 225.15 780.90 888.16 24.31 13.40 14.73 120.464.650.35 10.66 10.483.37 132.90 888.40 239.87 247.94 900.54 166.31 870.20 787.73 3.640.154.136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 900.94 900.991.70 27.99 711.95 17.539.916.62 102.14 197.49 792.86 863.81 26.80 799.62 154.263.22 192.55 15.96 22.70 2.23 898.23 898.135.06 806.14 29.35 9.68 230.6000 % em toda a operação 93 .90 26.15 10.87 4.49 21.44 24.315.01 795.78 14.322.27 657.23 898.62 56.17 734.48 6.54 20.01 18.09 89.21 8.50 17.31 870.474.311.07 653.24 63.31 870.52 855.83 25.641.23 898.101.69 1.820.07 15.31 870.113.00 17.51 18.72 155.339.33 24.003.77 70.23 898.94 900.29 8.06 215.258.90 50.19 76.25 670.49 9.87 26.23 744.05 716.49 20.92 21.296.464.91 19.31 870.90 888.38 19.90 888.94 900.90 888.85 6.10 13.06 737.721.270.96 20.01 251.86 666.41 820.25 696.737.37 3.54 25.45 7.119.932. Tabela PRICE – Desenvolvimento Simulado PREMISSAS: Financiamento no valor de R$ 50.979.719.513.06 138.489.90 888.10 16.45 4.82 681.31 256.98 202.69 732.250.487.54 800.689.28 786.413.84 750.53 12.77 683.94 900.368.105.

94 127.942.45 53.534.65 53.441.679.45 445.01 597.07 469.82 161.16 52.48 54.43 51.875 = 52.94 53.67 53.57 123.01 Quadro 4.100.58 52.879.776.40 133.01 597.82 94.57 110.316.36 55.85 122.70 552.08 102.59 128.874.69 478.62 488.18 52.88 457.89 50.62 450.00 645.22 130.776.221.03 455.93 51.24 53.01 597.32 118.55 T1 = 50.54 94 .23 52.01 645.21 52.454.83 104.70 552.00 x 0.63 50.000.38 156.80 por mês Cálculo do Valor das Prestações I − Cálculo das 12 primeiras (da 1ª a 12ª) = T1 T1 = 50.87 448.40 452.88 55.893.00 51.00 440.00 645.67 96.684.000.32 482.888.570.Taxa de Juros = 10.579.44 473.77 459.56 x 0. Evolução do Sistema Price Prestação T J A DS DC 0.72 52.80 466.14 112.12 54.275.488.92 109.66/a 156 0.70 597.63 485. = 0.96 54.00/a 180 0.32 53.474.071.81 52.45 55.42 468.006 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 552.70 552.875 % a.478.790.875 53.75 50.53 53.01 597.753.613.766.76 53.15 446.02 135.64 50.936.153.29 51.756.952.91 476.52 116.32 55.19 464.557.84 54.110.11 51.281.50 % a.51 50.01 597.56 x a 168 0.25 107.679.85 50.964.01 597.30 100.01 597.441.00875 1.441.93 93.74 54.174.10 120.875 = 50.00 x a 180 0.68 461.66 54.630.272.70 53.06 51.16 474.61 55.01 597.075.00 51.441.167.987.462 ∴ 1 = R$ 552.70 552.82 132.08 51. Prazo da operação = 180 meses Renda do mutuário = R$ 2.88 158.00 50.210.55 105.300.36 159.79 55.371.70 552.565.00 645.620.187.01 597.62 463.70 552.011384 = 597.70 552.66 54.00 645.97 54.70 552.441.02 54.000.49 480.33 54.358.00 50.305.70 552.50 55.56/a 168 0.43 50.11054 = 552.56 52.74 471.105.98 52.91 52.875 55.57 55.70 T II − Cálculo das 12 seguintes (da 13ª a 25ª) = T2 T2 = 52.70 552.119.000.27 125.875 50.01 597.01 597.684.70 51.70 162.11 486.699.802.493.271.54 T2 = 52.377.25 52.17 483.20 454.50 98.77 443.965.13 441.012554 ∴ T2 = R$ 597.m.a.364.70 552.6.787.004.26 55.15 T3 = 54.

79 58.18 58.10 881.63 527.278.946.925.78 281.94 541.63 59.33 57.57 814.37 753.86 61.99 696.352.07 280.696.43 233.86 61.400.191.844.18 60.57 814.89 62.37 753.77 60.35 56.725.52 148.96 61.665.00 645.00 61.94 519.24 524.847.74 152.57 814.65 59.972.99 696.990.84 56.034.37 753.725.13 61.94 340.52 193.58 512.91 59.40 61.57 56.10 277.073.580.48 526.57 814.35 61.79 58.59 57.08 532.97 542.60 60.83 59.12 etc.591.758.14 59.58 224.698.481.16 60.189.15 58.04 56.425.09 60.21 61.15 57.10 881.397.40 339.23 55.16 60.74 225.97 57.809.19 502.959.95 56.10 881.11 58.51 534.98 58.889.69 540.99 696.165.00 645.096.08 180.16 60.10 881.20 59.71 541.89 190.94 61.425.37 753.32 338.939.453.82 61.446.77 57.25 57.10 881.42 60.04 337.10 506.02 61.37 753.79 533.99 753.23 534.890.91 516.549.08 56.29 61.66 61.304.21 61.10 881.49 281.969.033.45 514.57 814.99 696.693.229.496.37 753.909.54 60.34 279.34 155.055.317.55 58.06 61.93 60.26 492.367.65 60.25 538.59 235.574.84 59.22 57.14 150.194.79 57.16 61.00 696.10 881.75 61.10 59.064.38 232.78 543.427.95 60.99 696.91 339.23 59.46 61.99 696.87 338.48 537.19 187.53 58.631.29 61.774.77 61.54 275.37 753.99 696.02 62.77 505.92 58.76 55.15 60.28 57.878.18 62.742.00 59.35 525.29 56.329.98 183.47 59.99 521.454.15 56.99 696.03 538.48 61.10 881.81 186.66 339.122.98 61.40 59.20 283.93 61.80 509.174.527.13 229.21 191.850.687.51 542.42 61.19 56.679.360.082.54 182.37 753.88 147.32 59.60 278.72 536.57 814.79 528.97 60.57 814.19 541.00 645.17 531.63 540.608.23 230.00 645.836.549.75 274.93 60.44 507.86 494.98 57.80 58.093.10 881.13 338.99 696.004.00 513.00 645.47 503.55 189.032.673.52 195.83 539.954.662.65 340.40 517.40 223.568.80 194.60 338.81 62.082.28 61.319.055.46 234.00 645.47 496.311.58 61.39 532.510.489.69 491.32 60.16 60.139.57 814.67 56.97 60.31 153.78 499.20 58. 95 .600.27 61.57 59307.129.230.57 881.793.47 501.91 518.94 57.16 339.49 57.37 753.514.186.18 510.30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 645.57 814.730.017.809.879.540.442.57 814.19 282.380.691.37 753.86 278.63 61.99 696.511.10 881.827.821.52 59.08 61.14 523.37 814.41 184.11 497.99 696.06 522.10 881.97 530.06 543.765.22 59.24 58.10 489.22 145.31 231.672.936.89 226.74 61.12 60.533.34 62.02 227.000.225.41 340.37 753.19 61.78 58.45 540.32 276.24 542.859.73 61.22 61.326.57 814.212.798.144.570.45 541.97 535.

07 60.903.245.92 511.28 542.76 473.84 600.20 56.62 57.50 61.47 60.719.895.44 56.17 605.719.29 54.36 717.23 413.214.34 61.64 1.88 535.23 58.008.69 886.99 603.991.568.034.320.41 54.64 881.30 57.961.75 1.235.62 58.72 866.18 56.43 465.55 61.606.35 483.696.63 414.986.795.71 60.07 499.685.76 57.50 61.649.56 49.75 1.55 953.56 616.64 1.126.24 52.75 1.589.55 953.426.299.41 53.881.39 507.78 59.57 520.29 1.77 59.214.69 54.66 876.22 59.43 60.75 871.80 61.84 413.34 476.60 59.64 1.32 52.86 423.337.88 504.71 540.38 53.65 59.86 756.88 734.120.08 504.53 60.29 1.91 55.29 1.85 57.75 1.57 542.92 48.032.15 490.20 49.38 607.52 62.06 752.58 409.15 61.480.00 741.73 502.29 1.27 720.751.94 497.69 461.25 61.68 594.320.748.68 61.74 49.14 55.135.22 53.032.62 410.382.516.679.09 540.868.72 598.603.032.214.82 54.899.74 534.257.16 60.34 411.192.511.64 1.882.93 542.13 513.23 47.14 61.320.70 61.032.925.119.408.60 723.597.329.46 518.55 953.21 444.78 487.92 410.87 1.032.472.20 61.320.23 51.21 541.32 62.76 528.634.555.75 1.24 48.049.366.09 56.06 58.960.29 58.55 953.96 61.310.382.35 499.68 56.06 61.98 58.638.90 612.55 953.12 538.03 493.79 61.769.119.032.214.01 897.48 494.58 533.24 500.75 1.55 953.16 60.99 529.094.53 494.95 47.110.214.52 539.64 1.26 52.730.227.71 61.28 58.47 541.74 56.29 1.032.63 745.683.032.041.90 60.951.119.606.94 619.87 1.85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 953.659.032.66 522.119.323.897.75 1.67 55.823.012.29 1.05 60.87 53.969.63 60.39 506.92 539.98 411.87 480.161.62 609.42 61.71 51.320.29 1.54 60.71 412.81 892.214.44 501.357.41 738.64 1.89 458.10 58.032.089.839.43 51.08 412.069.796.596.119.84 541.470.64 1.29 1.214.75 1.705.401.03 49.75 1.119.64 1.76 59.64 1.87 1.794.119.64 1.967.55 953.75 1.733.87 48.55 953.25 51.57 60.98 727.55 953.82 59.64 1.119.29 61.855.346.070.94 57.76 496.01 536.088.56 61.66 61.613.754.032.42 61.03 454.69 50.214.137.722.99 57.55 953.75 1.27 59.12 469.214.119.87 1.81 60.73 57.364.55 1.53 61.52 527.93 58.467.291.339.21 57.13 505.09 52.46 412.032.87 1.4 532.221.55 953.24 439.35 61.48 54.91 498.90 52.127.474.89 60.861.12 449.40 730.80 61.18 434.25 525.29 1.67 509.214.750.32 539.96 524.214.476.214.119.06 428.63 596.83 50.87 1.320.87 543.119.27 410.893.38 54.31 516.320.65 62.72 96 .75 1.25 61.486.21 614.544.338.411.58 59.13 61.59 61.29 1.21 530.29 1.63 543.183.460.50 50.513.29 1.14 60.787.64 495.032.119.32 749.119.486.216.64 1.88 55.65 502.

141.965.97 40.22 383.03 1.96 1.581.050.770.65 347.403.440.01 37.38 1.641.65 1.48 29.75 1.36 37.44 4.080.65 32.99 390.22 339.688.86 1.116.109.70 198.05 7.945.46 29.67 1.704.20 924.90 6.05 1.291.14 45.440.57 14.718.21 35.51 52.24 2.86 1.87 67.581.581. – Evolução da prestação e do comprometimento de renda 97 .078.057.593.108.320.93 25.289.64 1.67 395.77 281.99 14.40 1.47 1.301.79 150.372.96 45.33 2.98 1.357.03 1.03 1.770.65 908.09 913.156.064.03 1.86 1.35 44.28 123.92 46.44 46.70 36.86 10.86 1.45 31.85 1.357.071.99 1.770.60 919.625.27 401.35 45.346.267.474.770.581.112.03 1.16 12.61 1.86 1.94 23.86 1.883.28 1.546.646.86 1.770.581.36 209.67 332.393.006.78 9.440.215.230.830.37 300.82 12.581.86 1.86 1.440.770.200.87 1.50 1.531. comprometimento de renda e saldo devedor.86 1.012.18 36.985.440.03 81.00 20.702.03 1.770.32 17.350.750.07 46.746.24 47.668.25 290.99 28.59 43.19 361.606.22 27.175.03 418.91 1.619.50 1.184.331.905.562.382.94 44.728.241.330.939.96 17.121.92 38.04 41.17 Saldo Residual de R$ 894.581.031.11 1.87 220.093.86 1.79 407.39 261.056.607.320.569.330.440.440.101.86 1.909.281.55 39.568.74 109.595.131.581.340.717.83 10.99 41.41 894.34 38.581.87 1.09 1.63 137.87 1.00 1.86 1.89 6.32 376.14 23.384.76 163.032.44 1.048.227.4.836.90 176.88 1.660.08 20.770.57 25.61 1.440.86 1.86 1.819.593.06 33.24 1.807.581.54 42.22 230.70 40.98 21.581.86 1.822.03 1.494.894.086.674.24 9.32 2.20 26.13 23.03 1.16 1.255.770.440.975.718.30 1.03 1.31 369.940.53 1.320.84 27.16 1.544.57 35.314.734.15 271.42 241.89 37.71 1.015.193.37 4.12 18.65 22.770.56 30.731.86 1.37 308.596.682.85 44.124.140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 1.033.64 41.86 1.98 354.48 251.714.21 1.588. exatamente como a CEF usa no marketing para esses produtos.58 22.86 1.91 34.32 42.96 43.689.320.440.02 324.97 43.22 28.770.72 34.631.60 18.41 33.55 1.87 1.03 1.320.057.81 39.72 15.99 96.24 7.11 902.632.86 1.86 1.368.941.320.361.19 31.64 1.01 38. Quadro 4.132.310.19 1.17 35.22 412.25 316.440.42 21.86 1.78 26.300.581.440.445. Considerações sobre o SACRE e a Tabela PRICE Seguem abaixo os quadros evolutivos de prestações.50 1.03 1.56 1.39 15.88 187.86 1.770.89 1.87 1.86 1.7.

75% 80.75% 65.032.94% 107.80% 85.32% 36.17% 71.50% Price 25.30 2.39% 121 898.25%.29 8.79% 37.30% 157 888.96% em relação à prestação inicial. • B é o percentual de acréscimo ou decréscimo da prestação Sacre em relação ao ano anterior.04% 696.00% 29.19% 49.88 3.28 552.90% 180 870.56% 814.08% − 0.04% 1. • A/C é o percentual que corresponde ao valor da prestação no sistema Sacre em relação ao Price.00% 1.61% 73.79% − 1.70 − − 13 739.581.67% 220.95% 59. o valor da prestação no sistema Price sofre aumento de 220.02% 25 763.10 8.03 1.81% 1. • A é o valor máximo da prestação calculada no sistema Sacre e que vai vigorar no próximo período de 12 meses.96% 220. % A/C 129. Quadro 4.25% % Prestação Maior 25.81% 35.22% 97 880.01 8.Prestação N° da Sacre Price prestação A* B C* D 1 715.09% 61 830.44% 112.23 1. • D é o percentual de acréscimo da prestação Price em relação ao ano anterior.61% 36.90% 96.770. • C é o valor da prestação calculada no sistema Price e que vai vigorar no próximo período de 12 meses.06% 49 809. no Sacre. durante todo o período do contrato.34% 56.42% 101.87 9. é a última).119.86 169 870.98% 953.63% 54.31 − 2.04 2. • N° da prestação é o número de prestações que inicia cada novo período de 12 meses.91 3. no Price.28% 36.00 8.64% 1.64 8.53% 133 900. • % prestação maior é a variação entre o valor da primeira e o da maior prestação verificada durante o contrato (no Sacre. • % prestação é a variação entre o valor da primeira e o da última prestação.08% 36.06% 80.55 8.37 8.99 8.00% 31.444.12% 73 849.30% 1.03% 32.42% 123.8 − Evolução do Saldo Devedor N° da prestação Sacre E F G Price H % E/G 98 .29% 109 891.17% 49.37% 37.94 0.09% 1.13% 46.24 0.320. o aumento foi de apenas 25.94% 68.01% 33.03 1.50% 36.25% * Composta de amortização e juros (A + J).91% 37.85 1.06% Observar que.57 8.71% 50.05 2.94% 34.29% 881.770.87 8.67% 37.17% Comprometimento de renda Sacre 30.90 9.85% 39.04 11.22% 79.214.04% 37 787.31 0.04% 33.17% 85 865.36% 90.00% % Prestação 21. quando ela é recalculada.53% 34.25% 645.17% 31.15 3.74% 145 898.44% 597.81% 753.75 8.85% 43. a maior prestação é a de n° 133 e.04 0.25% 1.00% 27.93% 118.67% 37. • Comprometimento de renda é o percentual da prestação em relação à renda.21% 62.

21 61.50% 72.62% 0.1.85 50.08 8.53% 1.71% 50. Capítulo 5 MERCADO BRASILEIRO DE TÍTULOS 5.050. se amortizar mais do que o devido.47% 46.87% − 5.79 58.25 − 4.425.06% − 3.08% − 0.00% − 19.22% − 2. considerando-se o pagamento regular das prestações.68% 95.004.29 50.68% 87. considerando-se o pagamento regular das prestações.83% − 7.496.366.446.109.10 17.06% − 4. Quando positivo.48% − 0.720.546. • • • • • • 50.78% 62.942.87% 69.15 34.54) − 0.61% 0.44% − 9.33 33.032.74 49.67% − 24.477.97 61.87% E é o saldo devedor no sistema Sacre.977.08 61.137.23 44.72 50.024.620.20% 76. Significa que a dívida foi liquidada e o mutuário terá direito à devolução daquele valor quando o saldo residual for negativo.328.81% − 10.97% − 2.607.50 43.14% − 43.61 40.719.59 56.09% − 14.032.63 59.056. ou seja.07 24. Saldo Residual é o valor remanescente no fim do prazo contratado. H é o percentual de acréscimo/decréscimo do saldo devedor no sistema Price em relação ao ano anterior.79% 55.50 57.47 18.41 39.003.90% 3.29% 58. F é o percentual de decréscimo do saldo devedor no sistema Sacre em relação ao ano anterior.85% 4. E/G é o percentual que corresponde ao valor do saldo devedor no sistema Sacre em relação ao Price.41% 3.11 60.82% − 29.88 (63.993.1 13 25 37 49 61 73 85 97 109 121 133 145 157 169 Saldo Resid.954.92 51.30% 65.52% − 1.86 42.21 48.052.29% − 5.46% − 24.187.119.32% − 48.81 54.43 52.24% 51.28% 2. G é o saldo devedor no sistema Price.965.78% 83. é devido o pagamento pelo mutuário para que a dívida seja liquidada.24 46.371.67% 99. PROJEÇÃO DA TAXA FUTURA DE JURO 99 .33 894.96% 80.357.64% 91.

Contrato Futuro de Taxa Média de DI – 1 Dia
Conceitos
O Custo do dinheiro no presente e, principalmente a sua projeção para o futuro, constituem elemento fundamental para qualquer tomada de decisão no sentido de investir, emprestar, poupar, captar recursos e demais atividades pertinentes aos mercados em geral. Tudo isso depende em última instância da taxa de juro, que sendo uma variável extremamente sensível aos diversos segmentos presentes na vida de uma nação – inflação, políticas monetárias, fiscais e tributárias, regime de governo, perspectivas e metas econômicas etc – tem a sua importância transcendental inteiramente reconhecida. Inclusive, a Matemática Financeira, por ser intimamente dependente do conhecimento ou melhor, das projeções das futuras taxas de juro, deixa de ser uma ciência exata, diferenciando-se assim da Matemática Pura. A introdução no Brasil dos Mercados Futuros das Taxas de Juro se deu baseada em Ativos Financeiros públicos e privados, com a criação da BBF no Rio de Janeiro – RJ em 1985 e com a sua posterior consolidação em 1991, através do Contrato Futuro de Taxa Média de Depósitos Interfinanceiros de Um Dia (DI – 1 Dia), lançado pela BM&F – Bolsa de Mercadorias e Futuros em S. Paulo – SP. A idéia básica era e é, que tais mercados proporcionassem condições aos “players” de efetivamente transferir risco, ao manter uma posição no mercado físico dos Ativos negociados, já que o custo do dinheiro, como outra commodity qualquer (café, soja, ouro etc) é influenciado pela lei da oferta e procura. Assim as taxas futuras de juros refletem a interação entre oferta e demanda, inclusive para quê. Daí sua extrema volatilidade, o grande risco embutido nos seus movimentos e o fabuloso potencial de proteção e ganho apresentados por sua negociação nos Mercados Futuros. Assim, o Contrato Futuro de Taxa Média de Depósitos Interfinanceiros de Um Dia (DI – 1 Dia) é concebido para melhor oferecer cobertura específica ao risco de oscilação da taxa de juro e o “ovo de Colombo” dessa operação é que ela prescinde de um Ativo referencial, não existindo no seu vencimento a entrega física de título nenhum. Simplesmente se compra ou se vende taxa de juro, proporcionando variadas estratégias, arbitragens e “hedge”, como pode ser visto no livro do Prof. Bessada 13 , em
13

Bessada de Lyon, Octavio Manuel – Barbedo, Cláudio Henrique e Araújo, Gustavo Silva – “O Mercado de Derivativos no Brasil” – Rio de Janeiro - RJ – Ed. Record- 2005 – pag. 65

que se baseou este Capítulo. Os Contratos, negociados na BM&F-SP, são referidos às respectivas taxas médias de juro diárias calculadas pela CETIP e refletem o custo médio praticado pelas Instituições Financeiras em suas trocas de disponibilidade por 1 (um) dia útil (DI – 1 dia). Esses Contratos, que se referem à acumulação destas taxas do dia da operação ao último dia de negociações, são cotados sob a forma de PU (Preço Unitário). A flutuação do PU reflete a variação na taxa de juros esperada para um período futuro.

Especificações do Contrato Futuro
100

(Reprodução do Contrato Futuro vigente a partir de 13/11/2001, de acordo com o ofício circular 133/2001 – DG)
1. Definições Preço unitário (PU) : o valor, em pontos, correspondente a 100.000, descontado pela taxa de juros descrita no item 2. Taxa de DI : Taxa Média de Depósitos Interfinanceiros de Um Dia (DI) calculada pela Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos (Cetip), expressa em taxa efetiva anual, base 252 dias úteis. Preço de ajuste (PA) : preço de fechamento, expresso em PU, apurado e/ ou arbitrado diariamente pela BM&F, a seu critério, para cada um dos vencimentos autorizados, para efeito de atualização do valor das posições em aberto e apuração do valor de ajustes diários e de liquidação das operações “day trade”. Saques-reserva : dia útil para fins de operações praticadas no mercado financeiro, conforme estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional. 2. Objetivo de negociação A taxa de juros efetiva até o vencimento do contrato, definida para esse efeito pela acumulação das taxas diárias de DI no período compreendido entre a data de negociação, inclusive, e o último dia de negociação do contrato, inclusive. Cotação Taxa de juros efetiva anual, base 252 dias úteis, com até três casas decimais. Variação mínima de apregoação 0,001 ponto de taxa. Oscilação máxima diária Conforme estabelecida pela BM&F. Unidade de negociação (tamanho do contrato) PU multiplicado pelo valor em reais de cada ponto, estabelecido pela BM&F. Meses de vencimento Os quatro primeiros meses subseqüentes ao mês em que a operação for realizada e, a partir daí, os meses que se caracterizarem como de início de trimestre. Número de vencimentos em aberto Conforme autorização da BM&F. Data de vencimento Primeiro dia útil do mês de vencimento. Último dia de negociação Dia útil anterior à data de vencimento.

3. 4. 5. 6. 7.

8. 9. 10.

11. Day trade São admitidas day trade (compra e venda, no mesmo dia, da mesma quantidade de contratos para a mesma data de vencimento), que serão compensadas, desde que realizadas em nome do mesmo cliente, intermediadas pela mesma Corretora de Mercadorias e registradas pelo mesmo Membro de Compensação ou realizadas pelo mesmo Operador Especial e registradas pelo Membro de Compensação. A liquidação financeira dessas operações será realizada no dia útil subseqüente, sendo os valores apurados de acordo com o item 12(b.1). 11. Ajuste diário Para efeito de apuração do valor relativo ao ajuste diário das posições em aberto, serão obedecidos os critérios a seguir. a) Inversão da natureza das posições

101

As operações de compra e de venda, originalmente contratadas em taxa, serão transformadas em operações de venda e de compra, respectivamente, em PU. b) Apuração do ajuste diário As posições em aberto ao final de cada pregão, depois de transformadas em PU, serão ajustadas com base no preço de ajuste do dia, estabelecido conforme regras da Bolsa, com movimentação financeira (pagamento dos débitos e recebimento do ganhos) no dia útil subseqüente (D+1). O ajuste diário será calculado até a data de vencimento, inclusive, de acordo com as seguintes fórmulas : b.1) ajuste das operações realizadas no dia ADt = (PAt – PO) x M x N b.2) ajuste das posições em aberto no dia anterior ADt = [PAt – (PAt-1 x FCt)] x M x N onde:

Dt = valor do ajuste diário, em reais, referente à data “t”; PAt = preço de ajuste do contrato na data “t”, para o vencimento respectivo; PO = preço da operação, em PU, calculado da seguinte forma, após o fechamento do negocio: PO = 100.000
n

/252

1+ i 100 onde : i = taxa de juros negociada; n = número de saques-reserva, compreendido entre a data de negociação, inclusive, e a data de vencimento do contrato, exclusive; M = valor em reais de cada ponto de PU, estabelecido pela BM&F; N = número de contratos; PAt-1 = preço de ajuste do contrato na data “t-1”, para o vencimento respectivo; FCt = fator de correção do dia “t”, definido pelas seguintes fórmulas; i) quando houver um saque-reserva entre o último pregão e o dia do ajuste 1 /252 FCt = 1 + DIt-1 100 ii) quando houver mais de um saque-reserva entre o último pregão e o dia do ajuste
n 1

/252 onde:

FCt =

J=1

1 + DIj 100

DIt-1 = taxa de DI, referente ao dia útil anterior ao dia a que o ajuste se refere, com até seis casas decimais. Na hipótese de haver mais de uma taxa de DI divulgada para o intervalo entre dois pregões consecutivos, essa taxa representará a acumulação de todas as taxas divulgadas. Na data de vencimento do contrato, o preço de ajuste será 100.000. Se, em determinado dia, a taxa de DI divulgada pela Cetip se referir a um período (número de dias) distinto daquele a ser considerado na correção do preço de ajuste, a BM&F poderá arbitrar uma taxa, a seu critério, para aquele dia específico. O valor do ajuste diário (ADj), se positivo, será creditado ao comprador da posição PU (vendedor original em taxa) e debitado ao vendedor da posição em PU (comprador original em taxa). Caso o valor seja negativo, será debitado ao comprador da posição PU e creditado ao vendedor da posição em PU. 13. Condições de liquidação no movimento Na data de vencimento, as posições em aberto, após o último ajuste, serão liquidadas financeiramente pela Bolsa, mediante o registro de operação de natureza inversa (compra ou venda) à da posição, na mesma quantidade de contratos, pela cotação (preço unitário) de 100.000 pontos.

102

Os resultados financeiros da liquidação serão movimentados no dia útil subseqüente à data de vencimento. • Condições especiais Se, por qualquer motivo, a CETIP atrasar a divulgação da taxa de DI definida no item 1 ou deixar de divulgá-la, por um ou mais dias, a BM&F poderá, a seu critério : a) prorrogar a liquidação deste contrato, até a divulgação oficial pela CETIP; ou b) encerrar as posições em aberto pelo último preço de ajuste disponível. A BM&F poderá ainda, em qualquer caso, arbitrar um preço de liquidação para este contrato se, a seu critério, julgar não serem representativos tanto a taxa divulgada pela CETIP quanto o último preço de ajuste disponível. 14. Margem de garantia Será exigida margem de garantia de todos os concomitantes em posição em aberto, cujo valor será atualizado diariamente pela Bolsa, de acordo com os critérios de apuração de margem para contratos futuros. Ativos aceitos como margem Dinheiro, ouro, cotas do Fundo dos Intermediários Financeiros (FIF) e, mediante autorização prévia da Bolsa, títulos públicos federais, títulos privados, cartas de fiança, ações e cotas de fundos fechados de investimento em ações. Custos operacionais • Taxa operacional básica Operação normal : 3%; day trade 1,5% A taxa operacional básica por contrato negociado, sujeita a valor mínimo estabelecido pela bolsa, incide sobre a seguinte base de cálculo : BC = [ 100.000 – (PAt-1 x FCt) ] x M Onde : BC = base de cálculo. Para os contratos liquidados financeiramente na data de vencimento, o valor da taxa operacional será idêntico ao do último dia de negociação. • Taxa de liquidação no vencimento Valor da taxa operacional básica do último dia de negociação. • Taxa da Bolsa (emolumentos e fundos) 1% da taxa operacional básica. A Bolsa poderá estabelecer um vencimento que limite superiormente a base de cálculo da taxa operacional básica, para efeito de cálculo de emolumentos e fundos. • Taxa de registro Valor fixo estabelecido pela Bolsa Os cultos operacionais são devidos no dia útil seguinte ao de realização da operação. Os Sócios Efetivos pagarão no máximo 75% da taxa operacional básica e da taxa de liquidação no vencimento e 75% dos demais Custos operacionais (taxas de registro e da Bolsa). Os investidores institucionais pagarão 75% das taxas da Bolsa. 17. Hedgers São considerados hedgers, para efeito deste contrato, as instituições financeiras e os investidores institucionais. Normas complementares Fazem parte integrante deste contrato, no que couber, a legislação em vigor, as normas e os procedimentos da BM&F, definidos em seus Estudos Sociais, Regulamento de Operações e Ofícios Circulares, observadas, adicionalmente, as regras específicas das autoridades governamentais que possam afetar os termos nela contidos. Alterações no número de saques-reserva previsto para uma série em negociação, em face do disposto na Resolução 2516, de 29 de junho de 1998, são de responsabilidade exclusiva das partes contratantes originais, ou seja, não são de responsabilidade da BM&F. Na hipótese de situações não previstas nesse contrato, bem como de medidas governamentais ou de qualquer outro fato, que impactem a informação, a maneira de apuração ou a divulgação de suas variáveis, ou que impliquem, inclusive, sua descontinuidade, a BM&F tomará as medidas que

15.

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103

julgar necessárias, a seu critério, visando a liquidação do contrato ou sua continuidade em bases equivalentes.

Precificação das LTN
No sub-ítem logo à frente, vai ser mostrado através de exercícios, o uso do conhecimento das futuras taxas de juros ou, pelo menos, das suas projeções, realizadas por um instrumento que se utiliza da média ponderada das estimativas das taxas dos investidores , especuladores e infelizmente também dos manipuladores de plantão : o Contrato Futuro de Taxa Média de DI – 1 dia , cujo conteúdo foi apresentado .

Exercícios Resolvidos
1. Precificar uma LTN (o seu PU0) de emissão 12/07/02 e vencimento em 26/12/02 (117 dias úteis), sabendo que o DI – 1 dia de janeiro/03 (02/01/03) às 12 :00hs de 12/07/02 era cotado na BM&F a 22,44% a.a. (Fig. 5.1)
PUR 12/07/02 PU0 117 du 26/12/02 4 du Vcto. DI 02/01/03

Fig. 5.1 a) Cálculo do fator efetivo projetado pelo mercado de DI:
117

/252 = 1,098554

FDI = b)

1 + 22,44 100

Cálculo da cotação C 14 ð C = 1/FDI = 0,910287 ð C = 91,0287% (4 casas) c) Cálculo do PU0 ð PU0 = C x 1.000,00 _PU0 = 910,287000 reais (6 casas)
14

A cotação C nada mais é do que o inverso do fator de deságio FDI dado pelo DI na BM&F e multiplicado por 100 para poder ser grafado em percentual Também se pode dividir o PUR (PU de resgate) pelo FDI de determinado dia da vida útil do papel, para calcular o PU de negociação nesse dia. É o que chamam de desagiar o título. A cotação, calculada de uma forma um pouco diferente, mas sempre em função da TIR que se deseja auferir, é muito usada para o cálculo do PU dos títulos públicos pós fixados.

2. Ainda no mesmo dia 12/07/2002 uma IF interessada em precificar uma LTN com vencimento para 19/02/2003 (155 du), verificou que o vencimento do DI – 1 dia mais longo que estava sendo negociado na BM&F naquele dia, era o de janeiro de 2003, à taxa de 22,44%a.a. e prazo de 121 du.(Fig. 5.2). Para cobrir o gap de 34 dias úteis entre o vencimento do DI – 1 dia e o resgate do título havia um outro ativo (Swap) com vencimento para 01/04/2003 (182 du) que estava sendo negociado à taxa de 24,40% a.a. Sendo o prazo entre os dois ativos cotados na BM&F de 61 du, precificar esta LTN.

104

182 d.44 100 1+ 28. c) Cálculo da taxa do deságio: Assim. a partir dos instrumentos considerados (e os únicos com liquidez na data).100. 1.38% a.1021 100 = 28. Conceitualmente.000.2 a) Cálculo dos Fatores: Fator efetivo estimado pelo mercado futuro de DI: FDI 121 /252 = 1.1021 FDI = 1 + 22. 5.00 12/07/02 02/01/03 121 du vencºDI 34 du 155 d.38 100 105 .44 100 Fator efetivo estimado pelo “Swap”: FSW 182 /252 = 1. em 12/07/02. a partir dos resultados dos instrumentos negociados nos mercados derivativos (DI e “Swap”).000.1708 1.u. de acordo com o método flat forward. para precificar a taxa para esta LTN (a menos do prêmio de risco). Fig.718982% ≅ 23.72% a. prevista pelos praticantes do mercado.a.40 100 b) Cálculo da Taxa Marginal (entre 02/01/03 e 01/04/03): TMG 252 /61 −1 x TMG = FSW FDI 252 100 /61 −1 x TMG = 1.00 19/02/03 vencº LTN 01/04/03 vencº Swap 61 d.a. é igual a: 121 /252 x 34 /252 252 /155 − 1 100 = 23. T = 1+ 22.u.1708 FSW = 1 + 24.u. esta é a taxa a termo entre 02/01/03 e 01/04/03.

292218 reais → com 6 casas decimais /252 5.2.000.00 1 + 23.72 100 155 → PU = 877. MERCADO DE TÍTULOS PRIVADOS CDB – Certificado de Depósito Bancário Conceitos 106 .d) Cálculo do PU da LTN: PU = 1.

Tipos de CDB 1. caso de compra e venda definitivas. usa-se taxa “Over” anualizada através da CETIP. IPCA etc. IGP-DI. que se constitui no financiamento do título. sendo esta diferença chamada de deságio. ao fazer a aplicação. no caso de financiamento. ATENÇÃO: INDEXADOR não é necessariamente CORREÇÃO MONETÁRIA.. Com Ágio: quando o Valor de Emissão ou Valor Nominal é igual ao Valor do Depósito efetuado pelo investidor na aplicação e ele vai resgatar obviamente um valor maior correspondente ao acréscimo dos juros (pré-fixados) ou da correção do indexador mais os juros (pós-fixados). mas com prazo mínimo de 1 ano. são também usados como indexadores nos títulos públicos e privados. Hoje isso não existe mais. Pré-fixados: rendimento apenas na taxa de juros anual TIR = Taxa Interna de Retorno incidente sobre o valor de aplicação. a qual representa o rendimento bruto que o aplicador vai ter na operação em 107 . A emissão pode ser com ágio ou deságio. 3. O seu titular tinha que permanecer com o RDB até o resgate.O Certificado de Depósito Bancário – CDB e também o Recibo de Depósito Bancário – RDB são os instrumentos mais usados pelos Bancos (Comerciais. Os índices de preço – IGP-M. 2. Com Deságio: quando o Valor de Emissão ou Valor Nominal é igual ao Valor de Resgate. o investidor deposita um Valor Menor do que o da Emissão. com o prazo em dias úteis (du). de Investimento e Múltiplos) e Caixas Econômicas na captação de recursos funding junto às pessoas físicas e/ou jurídicas não-financeiras. “Modus Operandi” – usando a TIR = Taxa Anual de Retorno que o comprador pretende auferir. que medem a Inflação e portanto a Correção Monetária. não. como se vai ver. para operações de compra e venda definitivas . ou seja. TBF para prazo mínimo de dois meses. “Modus Operandi” – usando a Cotação C = f (TIR). respectivamente como Taxa Efetiva Anual ou Taxa “Over Night” Anual. já que não existe mais prazo mínímo (Circular Bacen nº 2. em forma de cotação percentual que incide sobre o Valor Nominal Atualizado apenas pelo indexador (valor careca) = VNA ou sobre o Preço Unitário Nominal Atualizado também apenas pelo indexador = PUNA. com o prazo em du. 4. “dollar” somente para títulos públicos federais. incidindo sobre o Valor Nominal Atualizado – VNA ou PUNA. com os valores de Resgate Bruto e Líquido conhecidos no momento da aplicação e para qualquer período de dias que se queira. Pós-fixados: rendimento dado por taxa de juros ao ano TIR ou “IRR” = Taxa Interna de Retorno. usar taxa “Over” anualizada na Cetip ou Selic. Os indexadores mais usados são: TR e TJLP para prazo mínimo de um mês. o que os torna absolutamente iguais. INPC. A diferença que havia entre eles era que o CDB podia ser negociado antes do seu vencimento e o RDB. O depósito é feito a prazo determinado e a rentabilidade pode ser pré ou pós-fixada. No caso de compra com revenda ou venda com recompra.905 de 30/06/ 99 com vigência a partir de 02/08/99). para o ano de 360 dias corridos (dc) ou 252 dias úteis (du). que é o Valor do Resgate ou Valor Nominal.

incidente sobre o que restou do rendimento para qualquer prazo.relação somente aos juros. As Pessoas Físicas e Jurídicas não-Financeiras estão sujeitas a duas alíquotas de imposto na fonte sobre a renda nas suas aplicações de Renda Fixa (títulos. é decrescente para aplicações até 30 dias corridos de prazo. IOF nas Aplicações Financeiras – Tabela I As Instituições Financeiras e as Autorizadas a operar pelo Bacen não sofrem tributação de IRRF sobre essas operações com títulos de Renda Fixa. chamada de IOF. Tabela I Nº DE DIAS CORRIDOS % LIMITE DO RENDIMENTO 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 96 93 90 86 83 80 76 73 70 66 63 60 56 53 50 46 43 40 36 33 30 26 23 20 16 13 10 06 03 00 108 . clubes de investimento etc): a primeira . o investidor tem direito também à correção ou atualização que o indexador escolhido apresentar no período. Se o papel for pós-fixado. com alíquotas que vão de 96 % (1 dia) a zero (30 dias ou mais) – Portaria nº 264 de 30/06/99 – vide Tabela I abaixo e a segunda de 20%. fundos. se o papel for pré-fixado.

isto é. o aplicador terá direito ainda à correção do indexador e aí os juros vão incidir sobre o valor corrigido do PU ou VN. constituindo-se no seu único rendimento se o papel for pré.000000 reais no resgate (PU com seis casas decimais como é usado) Portanto o depositante inicial ou comprador vai depositar na época ZERO um valor PU0 menor do que R$ 800. atualização como já falado e aí os juros a pagar vão incidir sobre o PU ou VN corrigido pelo indexador (PUNA ou VNA). que na verdade não é “ganho” e sim. “Mutatis Mutandi” se VF = VA = Valor Atual ou Valor do Depósito Inicial D0. No intuito de facilitar os cálculos se usa o PU = Preço Unitário com 6 casas decimais. em geral o prazo do título é de 30 a 40 dias corridos e a melhor maneira de “projetar” a taxa de juros que se pretende auferir é apenas olhar em qualquer jornal o valor da TBF do dia e fazer a aplicação numa taxa próxima. a saída é não aplicar em 109 . qual é a Taxa Interna de Retorno – TIR que está sendo pedida pelo mercado para comprar/vender ou ir ao leilão da Autoridade Monetária. mesmo sendo pré-fixado. 1º Exemplo: CDB de VF = VR = R$ 800. o melhor caminho é procurar saber junto a um corretor de confiança.00 e o seu rendimento bruto será dado pela taxa de ágio acordada entre as partes e adequada ao prazo do papel.fixado.000 PUR = 800. qualquer que seja ele.00 e Q = 1.Normalmente o mercado não trabalha com o Valor Financeiro = VF do papel. o seu PU0 é o Preço Unitário de Emissão e se tem agora um papel com ágio. Assim: PU = VF/Q _ onde VF é o Valor Financeiro de Emissão e Q a quantidade. 2º Exemplo: CDB de VF = VA = R$ 800.000 Operações No caso de CDB/RDB pré-fixados. A diferença entre os dois é o rendimento bruto do investidor e varia em função do prazo e da taxa de deságio combinada entre as partes. Em geral Q = 1. caso contrário.000. como já foi dito. O PU é obtido dividindo-se o VF por Q = Quantidade.000. constituindo-se no único rendimento se o papel for pré.000 = 800. lança-se mão da projeção das taxas futuras de juros através dos DI – 1 dia da BM&F. Caso não ache nada parecido nos títulos públicos.000. como os títulos públicos semelhantes.00/1. se o título for pós-fixado ainda existe o “ganho” da correção do indexador. Agora. se o CDB/RDB for pós-fixado.fixado. e Q = 1.000000 = reais na emissão Aqui o aplicador vai depositar na época ZERO um Valor Financeiro D0 cujo PU0 é de R$ 800.00 PU0 = 800. for de prazo mais longo.00 e aí se tem um papel de deságio. definida arbitrariamente pelos emissores de papéis privados como sendo a menor parte em que se pode dividir o VF de emissão daquele papel. Se o papel procurado ou oferecido. Se VF = VR ou Valor de Resgate _ Papel com Deságio e o PUR é o seu Preço Unitário de Resgate ou de Vencimento.000. com o mesmo indexador estão sendo negociados.

000.009338) VRB = 100.CDB’s Préfixados 110 . (ou qualquer outra taxa efetiva) é usada para agiar ou capitalizar um valor monetário por determinado prazo.083333 = 100. Um cliente fez uma aplicação de R$ 100.118) 0.933.00 .009338) VRB = 100. Uso de Dias Corridos – dc e Dias Úteis – du 15 Exemplo: O Banco Telecoteco S/A está captando depósito à prazo – CDB através da sua rede de Agências pagando e 11.000.a.000.80% a. FA = 100.000.000.857143 % maior que du.84 reais b) Usando dias úteis – 21 du VRB = 100.00 .118) (30/360) ∴ VRB = 100.00 . FA = 100. Todos os papéis de Renda Fixa pré-fixados.000.118) 0.00 . são negociados com taxa Efetiva anual ou taxa “Over” anual (hoje a mais usada).000.80% a. uma vez que o cálculo é feito com a mesma relação Fn = P(1 + i)n _ Fórmula Fundamental dos Juros Compostos Assim. Exercícios Resolvidos e Propostos . (1. se o expoente do fator da taxa for o mesmo para dc ou du.428571 x du ou dc = 42. como nos títulos públicos. (1.00 .84 reais Pode-se ver com facilidade que. (1. a) Usando dias corridos – 30 dc VRB = 100. (1.118) (21/252) ∴ VRB = 100. A tendência do mercado é acabar atuando só com du. fazendo o investimento num título cujas características e projeções sejam conhecidas.428571 du ∴ No caso dos papéis privados.933. para que o Valor de Resgate Bruto do Capital agiado (VRB) seja igual nas duas capitalizações é preciso que: dc = 1. pelo exemplo acima se pode generalizar: 30 = 21 360 252 15 ∴ ∴ ∴ 30 21 = 360 252 = 1. o Valor do Resgate Bruto do capital agiado (VRB) será também o mesmo para as duas capitalizações. (taxa “pool”). função da TIR como será visto a seguir.. Calcular o Valor de Resgate Bruto (VRB) trabalhando com dc e com du.428571 ∴ dc = 1.00 . (1.083333 = 100.CDB/RDB pós.00 no dia 28/05/2007 para vencimento em 27/06/2007 (30 dc/21 du).a.. privados ou não. Caso contrário. a negociação final e/ou financiamento ainda são realizados tanto com dc quanto com du.000. quando a taxa de 11.00 . (1. embora o BACEN tenha mostrado desejo de que fosse usado só du. Nos pós-fixados a negociação é sempre através da Cotação C. atendendo assim a vontade da Autoridade Monetária ou seja.00 . é óbvio que o maior expoente produzirá o maior valor para o capital agiado.000.

111 ∴ ∴ ∴ .899915 % pelo período de 20 du.000.1195) (20/252) − 1] . as Rentabilidades (brutas ou líquidas) são iguais.95 % a.719932 % p/ 20 du RLM = 0. 100 RBM = (1. b) Trabalhando com dias úteis → 20 du ∴ ∴ ∴ RBM = [(1.00% a. em 20 du.35 % . Obs: Como dc/du = 30/20 = 1.76 % a.76 % a. (taxa “pool”). se o depósito inicial D0 = 200. Um CDB emitido em 28/02/07 para resgate em 30/03/07 (30 dc / 22 du) pagou uma taxa mensal “over” 1. ∴ RBM = 0.1195) 0. 100 ∴ T = 12.079365 − 1)] .009451 − 1) . Se um cliente fizer uma aplicação do dia 02/04/07 ao dia 02/05/07 (30 dc / 20 du). quais serão a sua Rentabilidade Bruta Mensal (RBM). A que taxa anual efetiva foi realizada a operação e qual o VRB. calculando com dias corridos (dc) e com dias úteis (du)? a) Trabalhando com dias corridos → 30 dc ∴ RBM = [(1. 100 = [(1.m.46% a. de 360 dc e 252 du.756098/100) (360/30) − 1] 100 ao ano RLA = 9.m. em 30 dc > 0. o que já não acontece com 30 dc e 20 du.a. ao ano. 100 ao ano RLA = 9.a.m.a. porque correspondem a períodos. 100 = 0. os quais equivalem a 1 ano. O Banco Xereta S/A está captando CDB através da sua rede de agências a uma taxa de 11. ⇒ notar que 30/360 = 0. 100 = [(1. Obs: Para o prazo de 30 dc não cabe o IOF da Portaria nº 264 do MF. 100 = (1. RLA = [(1 + 0.428571 du) ⇒ 0. _ RLA = 9. respectivamente.m.35/3.1195) (30/360) − 1] . 2.a. ∴ RBM = 0.72 % a.719932/100)252/20 − 1] .a.1195) 0.120051 − 1) .945123 % a.083333 − 1)] .90 % p/ 20 du ⇒ notar que 20/252 ≠ 21/252 = 1/12 ano = 1 mês RLM = 80 % s/ 0. ⇒ 0. 100 = 0. 100 RBM = (1.459725 % a.m.899915 % = 0.50 du > (1.756098 % a.m.00 ? T = [(1 + 1.1.95 % a.a.46 % a. RLM = 0. a Líquida Mensal (RLM) e a Líquida Anual (RLA).m. Porém.5 ⇒ dc = 1.083333 = 1/12 do ano = 1 mês RLM = 80 % s/ 0.945123 % a.460166% a. como foi visto anteriormente.008999 − 1) .000) 252 − 1] . _ RLA = 9.72% p/ 20 du RLA = [(1 + 0.

76 – 502.16 reais d) Cálculo da Rentabilidade Líquida RL no período e T no ano: RL = [(198.VRB = D0 (1 + 1. Sabendo-se que o Valor de Resgate Bruto (VRB) do CDB é de R$ 200.16/197.00 1. Isso só é possível porque se está operando na mesma taxa de emissão do CDB ou em cima da curva do papel ou ainda no seu valor contábil.532.38 3. Ágio → F25 = (1.000.43 reais Imposto Total = 502.17) = 257.010859 b) Cálculo do Valor da Recompra Bruta VRB antecipada em 10 dc ou com 25 dc Para se achar o valor bruto da recompra antecipada.010859) (25/35) = 1.383.007745 ∴ VRB = 199. 100 → RL = 0.383.75/100] 35/360 ∴ x FD = 1. usada para o depósito ? Usar dc. o rendimento bruto será de: 199. qual foi o valor do depósito inicial e quais os Valores do Resgate Líquido (VRL) e da Rentabilidade também Líquida (RL).00.003091 VRB = 199. onde: VR → Valor de Resgate FD = e FD ∴ D0 = 197. Um investidor depositou a prazo no Banco Tupamaro S/A um valor inicial D 0 de 24/05/07 a 28/06/07 (35 dc / 24 du) à taxa de 11.000.30 − 245.17 reais e IRRF de 20 % x (1. É tudo sinônimo.000.004546 → VRB = 200.35/3000) 22 = 200.851.851.881.a.75 % a.000.30 reais c) Cálculo do Valor da Recompra Líquida antecipada → Alíquota do IOF da Tabela I para 25 dc é de 16 % : IOF = 16 % x 1.76 reais Assim.00/ 1.007745 → VRB = 197.00 x 1. pode-se agiar o valor de aplicação por 25 dc ou desagiar o valor de resgate por 10 dc.851.989.60 reais VRL = 199.00 = 200.46 = 1.383.851.76 − 197.75 % a.532.46 x 1.009947 ∴ VRB = R$ 201.881.60 ∴ → VRL = 198.010859) (10/35) = 1.010859 0. se o investidor precisou e conseguiu revender o CDB em 18/06/07 (10 dc / 8 du) antes do prazo marcado e na mesma taxa de 11.989257 → D0 = 200.46) − 1] .532.383.5204 % no período e 112 .000. a) Cálculo do valor do depósito inicial D0 : D0 = VR/FD .30 = 245.a.76 reais ou Deságio → F10 = (1.46 reais → Fator de deságio [1 + 11.

no caso de se querer agiar deve-se multiplicá-lo por FA.295.16) (360/25) − 1] .851.00 VRB D0 24/05/07 16 du 18/06/07 8 du 28/06/07 du Fig.895.00 por 8 du (da direita para a esquerda).3) ou desagiar o VR = R$ 200.007079 → VRB = 197.88 reais Deságio → F8 = (1.08 VRB = 199. Ágio → F16 = (1. A diferença no uso de um ou do outro está no que se quer fazer: querendo desagiar um papel. divídi-se o seu valor por FD .08 por 16 du (da esquerda para a direita na Fig. 5.895.3 b) Cálculo do Valor da Recompra Bruta (VRB) antecipada em 8 du ou com 16 du transcorridos desde a emissão: Como já falado em dc.000.881.1175) (24/252) → D0 = 197. Mesmo exercício anterior.1175) (8/252) = 1.003533 → VRB = 200. mas usando dias úteis du a) Cálculo de Do: → D0 = 200. Assim: F = FD = FA = (1 + i) (dc/360) = (1 + i) (du/252) → VA = VR/FD e VR = VA.80 reais ∴ 113 x 1.76 % ao ano Obs: O Fator de Deságio (ou de descapitalização) FD tem o mesmo valor que o Fator de Ágio (ou de Capitalização) FA para as mesmas taxas e prazos. 5.400.08 reais D0 = VR FD VF VR = 200. sendo exatamente a fórmula do Valor Fundamental usada em Juros Compostos para o capital unitário.00 ∴ 1.88 reais c) Cálculo da Recompra antecipada Líquida VRL : Rendimento Bruto = VRB − D0 =199.895.000.295.895.T = [ (198. pode-se agiar o D0 = R$ 197.295.000.1.88 − 197.46 ⇒ T = 7.003245 VRB = 199. 100 197.007079 .000. operando em cima da curva do papel para o cálculo do VRB.FA 3.00 (1.1175) (16/252) = 1.08 = 1. abordada anteriormente.

a.400.40 6.38 % a.33 reais Total de Impostos = 459.278679 Vc = R$ 506. em dc e em du.532. Quanto pagou o BI pelo CDB.39 % a mais em dc. taxa de rentabilidade de 22 % a.m pelos 5 du que faltam para o vencimento do papel ? Resp.895. pois: 25 dc / 16 du = 1.000.32 % a.000. Um operador da mesa de “Open” do Banco Greeneyes S/A fez uma aplicação em CDB num outro banco no valor de R$ 100. a) Cálculo do Rendimento Bruto RB da Cia.76% ao ano.46 reais VRL = VRB − Impostos ∴ VRL = 199. ao ano elas são iguais.000.42) (252/16) 197. VRB = R$ 101.42 reais Obs: Reparar a diferença no Rendimento Bruto dos dois cálculos.00 foi comprado pela mesa de operações de um Banco de Investimento com as seguintes características: emissão e liquidação em 15/09/04.00 e PU = R$ 100. 200.30 − 1.. [(198. vencimento em 15/10/04. se a sua equipe técnica projetou uma taxa “Over” média de 2.13 reais e ∴ IRRF = 20 % x (1.00 = (1.88 197. a RL em du é maior do que em dc (vide Obs acima). Qual deveria ser a taxa “Over” nas duas expressões.428571.295. 100 ∴ RL = 0. pelo período de 38 dc ou 26 du.00.08 − 1] . Um CDB de valor de emissão R$ 500.80 − 224.13) = 235.393.m e nos restantes. 1.80 = 131.295.46 → VRL = 198.72 5. prazo de 30 dc ou 21 saques. PUc = R$ 101.50 reais ou 9.00 no Banco Todor S/A em 14/09/04 com vencimento previsto para 11/10/04 (27 dc e 19 du) e à taxa efetiva de 16. No período da operação.88 − 459.562500 > 1.967.400.836.209. Isto é explicável. Delta de Petróleo S/A fez um depósito à prazo de valor R$ 200.400.836. A Cia.40 % a.011647 − 1) . d) Cálculo da Rentabilidade Líquida RL no período e T ao ano : RL = T = [ 199. Quais serão seus valores de resgate bruto e líquido sabendo-se que o operador projetou para os primeiros 10 du a taxa “over” de 1.000.000.IOF = 16 % x 1. 200.08 − 1] .00 ∴ 114 .80 = 224. no período: RB = [ (1.60 % a. para que a Cia. de Petróleo obtivesse os seus rendimentos isentos de tributação? Usar du.895.166) (19/252) − 1 ] . 4. porém.64 e VRL = 100.7079% no período e ∴ T = 7. no valor de 1.m e acertou nas duas estimativas ? Resp.a. 100 Obs: Atentar para as Taxas de Rentabilidade Líquida em dc e em du. fato já comentado no 1º exercício.

RB = 2.34 = 3.28 RB ∴ x 0.00 (252/19) − 1 .1461% 115 .72 Obs: Dessa forma o RL = 72 % de RB.00 é depositado por uma empresa.34 reais Então o VRB = 200. ao sofrer a incidência de 28 % dos dois impostos.10 RB + 0.m de taxa “Over” .28 = RB 0.016176) (1/19) = 1.20 (1 − 0.m c) T = 13.000.235.329.19 reais ∴ c) Para o VRB = 203.19 ∴ 0.19 ] 200.19 reais 0.90 x RB) x ∴ RB RL = 0.000. maior do que RB) tal que.72 ∴ ∴ RB’ = 2.5347 % a.000. pede-se: a) qual o valor de resgate bruto do título ? b) qual a taxa “Over” mensal bruta em todo o período da aplicação ? c) qual a taxa anual efetiva T que o Banco deveria pagar ao cliente para anular o IOF cobrado? Usar du. Para isso vai-se usar o artifício do % invertido já visto anteriormente.72) ∴ RL = 72 % de 3.235. o resultado líquido ou o Rendimento Líquido seja igual ao Rendimento Bruto ⇒ RB’ = RB/0. 7.20 RL = RB − 0.235.235. a) VRB = R$ 302.10) RB ) ∴ RL = RB − 0.000845 ∴ t = (1. Um CDB no valor de R$ 300.34 reais b) Cálculo do Rendimento Líquido RL ⇒ Tabela I do IOF ⇒ 27 dc = 10 % : RL = RB − (0. Assim: RB’ = RB 1 – 0.054.72 ou RL = 2. Para que RL = RB deve-se calcular um RB’ (é claro.00 + RB’ = 203.28 RL = 3. isso implica numa taxa efetiva ao ano de: T = [ [ 203.235.235.000845 − 1) 3.a.10 RB + 0.78 b) t = 1.329..000 ∴ t = 2.72.19 reais.35 % a.19 x x RB’ = RB’ (1 − 0. Resp.016176) (252/19) − 1] .72 Verificando: RL = RB’ − 0.329.2801% a.28) = RB’ (0. 100 ∴ T = 23. Se o prazo do papel é de 26 dc com 16 saques e a taxa efetiva acordada foi 11. 100 = ] [ (1. e numa taxa mensal “Over” de : f = (1.7172 % de taxa efetiva ou “Over” anual.

. onde: 116 .a.. usando o PU13 da pergunta anterior.. Sabendo-se que a taxa efetiva da emissão foi de 13. Uma IF efetuou um depósito à prazo atrelado a variação da TR no dia 28/02/00 no Banco Porunfio S/A.. a 28/03/00 → 0..a... 2...m ou 27...9393 % a... PU15 = (PU0 x FTR) .... . PUR Fig.4 a) Cálculo do PU15 O PU contábil é o PU na curva do papel . Fj.. .9 du ………….... c) O valor da taxa “Over” mensal e anual que o papel suportaria de 13/04/00 até o seu vencimento.... Resp.......9903 % a... 5.a.8...... se a operação fosse feita por uma PF..CDB’s Pósfixados 1...00 % a...000... mensal e anual. Qual deveria ser a taxa “Over” nas duas expressões. pede-se: a) O valor contábil do PU15 no dia 15/03/00.00..16 dc . …………… 12 du ……………......... isto é ... na taxa em que ele foi emitido........ b) O valor de venda definitiva do PU13 no dia 13/04/00 à taxa de 12... Uma Corretora de Títulos e Valores Mobiliários fez uma aplicação em CDB no seu Banco Custodiante no dia 08/07/2004 para vencimento em 04/08/2004 (27 dc / 19 du).4: TR de 28/02/00 TR de 28/03/00 Redoma → de de de de de PU0 PU15 ...a. 28/02/00 15/03/00 28/03/00 13/04/00 24/04/00 .000... O CDB tem Valor de Resgate de R$ 2..00 e a taxa pactuada foi a efetiva de 19.....1531 % (19 du) a 28/04/00 → 0.000....... com vencimento em 24/04/00.......50 % a.. 5.. Exercícios Resolvidos e Propostos ..10 du. e o PU0 igual a R$ 1..11 dc ....2242 % (22 du) 28/02 a 15/03/00 → 16 dc e 10 du 28/02 a 24/04/00 → 56 dc 13/04 a 24/04/00 → 11 dc 28/03 a 13/04/00 → 12 du 28/03 a 24/04/00 → 18 du PU13 ..………………………18 du ………………………… ……………………………………………………… 56 dc ……………………………………………….6 du .. .50 % a.. Dados Auxiliares na Fig. para que o rendimento líquido da PF fosse igual ao da Corretora ? Usar apenas du....

PU13 = C . isto é.001531) (19/19) . (1.002. se vendedor.4). PUNA PU15 = 100. de 12% a. pelo período restante de 11 dc e não de 13.4) ou desagiando (da direita para a esquerda).6368 % ⇒ na forma percentual com 4 casas decimais ∴ 117 .000.PU0 x FTR = PUNA → PUNA = PU nominal atualizado do papel para o dia 15/03/00. O leitor deve estar pensando na variação da TR. que foi a taxa acordada na emissão.5644 % x ∴ 1. pois o comprador vai ter um rendimento real de retorno. PUNA = 1.003469 na forma decimal ou C = 101. Vendendo determinado papel emitido à 13.000805 PUNA = 1.006. exija a taxa mais alta.00 % a. é sinal de que se está negociando acima da curva do título. também chamado de Taxa Interna de Retorno (TIR).50 % a. Atenção – Como a Cotação C está sendo feita dentro da curva do papel.00 % por exemplo.805498 ∴ PU15 = 1.019894 = 1. com lucro. PU15 = C . 5.755158 reais C = (1. Ela já entrou na composição do valor de venda com o seu pro-rateamento total.00 x 1.002242) (12/22) PUNA = 1.000.000.120) (11/360) ∴ C = 1.5644 % no período (4 casas decimais como nos títulos públicos) . Só se atua na TIR e muita atenção ao negociar: se for comprador.a. procure “dar” a mais baixa.005644 ∴ ∴ C = 100. por uma taxa anual inferior.454044 reais (o PU é sempre dado com 6 casas decimais) b) Cálculo do PU13 no dia 13/04/00 à TIR = 12.805498 C = FJ = (1.50 % a. PUNA em 13/04/00 ∴ PUNA = 1.a. com menor desconto ou maior valor de venda.000.a.00 (1.016368 1. pode-se proceder agiando pelos dias já decorridos (da esquerda para a direita na Fig.135) (56/360)/(1.000. do mesmo modo que nos CDB’s préfixados. ( 1. 5.001531 ) (10/19) = 1.135) (16/360) = 1.00 . ou seja.a. de 12. Isso porque não se pode mexer na variação do indexador. desde a emissão do CDB até o dia da negociação em 13/04/00 (da esquerda para a direita na Fig. A diferença entre as duas taxas de juro é o lucro operacional do primeiro depositante e que está embutido no lucro contábil dado pela diferença entre o valor do depósito inicial e o valor da venda. obtido através do FTR = Fator da TR pro-rateada em du ⇒ 10 du e FJ = Fator dos juros pro-rateados FJ ou Cotação C em dc ⇒ 16 dc .

328797 reais PUR = 1.m 118 .000. 3.004082) (1/6) − 1) .9894 % x 1. 5. PUNA em 24/04/00 PUNA = 1. (1. no prazo de 11 dc.001531) (19/19) . nos 56 dc da vida total do papel. (1.004082) 252/6 − 1) . da esquerda para a direita da Fig.023.755158 ∴ PU13 = 1. caso contrário.168254 reais Obs: No cálculo do PU15 da pergunta a.023. ∴ t = 2.a.9894 % no período PUR = 1.168254 do título.135) (56/360) = 1. que é o caso do exercício. vendendo numa taxa menor.002242) (18/22) ∴ PUNA = 1.004082 → fator de rendimento total (indexador + juro) PU13 1.4.00 % a. c) Cálculo da taxa “over” do PU13 de 13/04/00 até o vencimento do título: PUR = C . ou seja. é sempre atualizado pelos dias decorridos (da esquerda para a direita na Fig. que é o prazo que ainda falta decorrer até o vencimento.6604 % a. recebendo um valor menor ou dando um desconto maior e numa operação de venda. Quando se negocia vendendo numa outra taxa que não a de emissão. o comprador vai ganhar toda ela.a. a variação do indexador pelo prazo ainda a decorrer.a.000 = 2.019. está-se operando abaixo da curva. pois recebe um valor maior ou com desconto menor.50 % a. Esse deságio é também chamado de Cotação do papel no dia da operação e é igual à taxa original do título deduzida da taxa interna de retorno negociada pelas partes.a. ou seja.a.00 % a. não os 13. previamente acordados e pro-rateados ao longo do prazo que falta para o vencimento final do título comprado. o vendedor está ganhando por operar acima da curva. pelo prazo que falta para o seu vencimento = 6 du Na expressão mensal: t = ((1. pela taxa de 12.00 .6368 % x 1. 100 = 18.003.4). 5.50 % a.PU13 = 101. pois deve-se computar a variação do indexador pelo prazo já decorrido e receber por isso. não.367798 C = (1.019894 PUR = 101.660351 % ∴ T = 18.367798 ∴ ∴ C = 101.003. o comprador vai ganhar. está-se mudando a curva do papel: se a venda é feita acima da taxa original. conforme mostrado. pro-rata da emissão do papel e sim os 12.002. mas os juros reais (TIR ou “IRR”) a receber.019.328797 = 1. O PUNA está certo. O FJ é a Cotação C do papel e naquele caso pôde ser efetuado assim porque o cálculo foi realizado dentro da curva do título. Daí se desagiar a taxa original de 13.0375 % a. Na pergunta b. tanto o valor do PUNA quanto o do FJ = C foram calculados pelos dias decorridos.037537 % Na expressão anual: T = ((1. o vendedor está perdendo dinheiro.

....118888 .........7723 % a......8 du ....a.....017... para 14.394178 PU0 = 1....a..........61 dc = 41 du ......118398 reais c) PU19 = 1. Resp...027...280537 c) PU19 = 1.......00 ∴ PUNAR = R$ 1.... b) Valor do PU9 em 09/04/01 à taxa de 2.00 % a.393686 reais e T = 19......00 % a... 7 du ..2286 % a.....a...5 a) Cálculo do PUNAR = PU Nominal Atualizado de Resgate: PUNAR = (1.......... Calcular: a) PUR contábil do papel..........4. a) PUR = 1..a... e partindo do PU9 já calculado.........40 % a.... PUR = 1.... no “caput” do problema e também de 2......000.. Ainda com relação ao exercício n° 2 para se ter as mesmas respostas.. ....a..………...44.027.................017..021. ....... 5...........38 dc ....2.40 % a.... do ítem b ? A TJLP se mantém em 9. 02/03/01 02/04/01 09/04/01 19/04/01 02/05/01 |...............00 % a...1393 % (21 du) → 1..000......017...... PU19 = 1.....027.. com os dc e du da Fig......1635 % (20 du) b) PU9 = 1...8434 % a...00 % a... qual será o valor do PU na volta do financiamento e que taxa global (indexador mais juros) o papel suportaria até o seu vencimento ? 19 Os dados complementares se encontram abaixo: TBF de 02/03/01 TBF de 02/04/01 a 02/04/01 a 02/05/01 → 1....000.... na questão b...........23 dc... Resp................................ c) Se o papel for financiado de 09/04/01 até 19/04/01 à taxa de 16.. 21 du ....00 PU9 = 1...a... Fig....280760 reais b) PU9 = 1.021...a. quais deveriam ser as novas taxas de juros no lugar de 2...a....... a constante b do Redutor assume o valor de 0..0925) (41/252) ...a...021......5..000 títulos ao PU0 = R$ 1.... 4..... 5.8460 % a..... 5 du ..... dado a taxa SELIC estar abaixo de 16......a.............a............ ................ é negociado no dia da sua emissão numa quantidade de 20......... Considere as mesmas perguntas do exercício anterior no mesmo enunciado com as seguintes alterações : troca do indexador de TBF para TR e taxa de juros de 2. Um CDB emitido em 02/03/01 com resgate para 02/05/01 atrelado à TBF e pagando juros de 2.014.. mas trocando o indexador de TBF para TJLP.. nos dois primeiros trimestres de 2001....394178 reais 3.....497797 b) Cálculo da Cotação CR no Resgate : 119 ...... no caput do enunciado e 2..25 % a.......280537 Fig..........40% a.. a) PUR = 1..... 5.................a...00......118888 reais e T = 19...... Para achar as TR’s..30 % a........a para 15.. . 1........

012600) (360/61) − 1 ] . : T = [(1.007877 C9 = 100.014.169502 = 1.0925) (15/252) = 1.000. (1. 100 ∴ i = 7.100 ⇒ T = 7. : CR / C9 = 101.280537 / 1.6695 % a.: i = [ (1.5919% a.a.009.a.489155 reais e) Cálculo da Cotação CR’ em 02/05/01: CR’ = PUR / PUNAR’ CR’ = 1.004686 ⇒ FA de 09/04/01 a 02/05/01: T = [ (1.a.005280 reais PUNAR’ = 1.012600 ∴ ∴ CR = 1.40 % a.118888 x1.3.118888 /1. ∴ 5.CR = PUR / PUNAR CR = 1.280537 /1. Obs: outra forma de calcular T para o lugar da taxa de 2% a. ou seja.017. da pergunta b: 1º) Cálculo do PUNA9 em 09/04/01 a partir do PU0: PUNA9 = 1.169502 2º) Cálculo da Cotação C9 em 09/04/01: C9 = PU9 / PUNA9 =1. PUNAR’ em 02/05/01 = PU9 .7877 % 3º) Cálculo da nova taxa T para o lugar da taxa de 2% a.a.a.a.017. 100 ⇒ T = 7.004686)360/23 − 1 ] .009.5919 % a.0925) (26/252) = 1. o PUNAR’ em 02/05/01 tem que ser o PU9 corrigido pelo novo indexador TJLP até o vencimento ou resgate do papel. para efeito de se calcular a Cotação C R’ de que se precisa.4686 % ∴ f) Cálculo da nova T taxa para o lugar de 2% a.004686) (360/23) − 1] .7877 = 1.00 (1.497797 CR = 101. em 02/05/91.2600 /100.2600 % ∴ c) Cálculo da nova taxa i para o lugar da taxa de 2. d) Cálculo do PUNAR’ em 02/05/01: Obs: Por causa da troca do indexador.027.027. MERCADO DE TÍTULOS FEDERAIS 120 .004686 ⇒ ⇒ CR’ = 1.489155 ∴ CR’ = 100.022.022.a.

deixando para o Tesouro 121 . realizada através do controle da taxa de juro no mercado interno pelo Bacen. já que existem outros mais heterodoxos e de que o Bacen lança mão. 16 Este é o conceito chamado de M1 para os meios de pagamento.Conceitos A Política Monetária. usados para outras finalidades. isto é. ambos dirigidos primeiramente às Instituições Financeiras Monetária (Bancos Comerciais e Caixa Econômica Federal). pois quando há excesso de mercadoria e pouco dinheiro para comprar. Existem ainda os M2. no BIS (Banco Central dos Bancos Centrais) ou nos chamados Fundos Soberanos. modalidade nova de ativos pertencentes a países que começam a ser notados no cenário mundial. por exemplo. A recíproca também pode é verdadeira. dispõe de três instrumentos clássicos para a manutenção do equilíbrio dos chamados Meios de Pagamento no conceito M1. a mercadoria vai ficando cada vez mais barata muito além de uma depreciação aceitável e aí se tem a deflação. iii) Operações de Mercado Aberto ou “Open Market Operations”. Através das Operações de Mercado Aberto a Autoridade Monetária consegue equilibrar a oferta monetária com a demanda mais facilmente e com rapidez. onde as Operações de Mercado Aberto ocupam o primeiro posto em eficácia e rapidez. O custo do uso deste instrumento é alto porque quando o Bacen vende títulos ao mercado com a finalidade de fazer Política Monetária. o Bacen vende títulos do Tesouro Nacional. ela recompra o volume necessário de seus papéis junto ao próprio mercado. no caso em que o mercado se apresenta com liquidez excessiva. Pois bem. Teoricamente o controle é simples. cada um com abrangência cada vez maior no número de Ativos componentes. mas na prática é bem mais complicado. M3 e M4. não podem ser reaplicadas em nenhum ativo dentro do Brasil 17. pois se está faltando dinheiro no mercado. com a finalidade de enxugar o excesso de liquidez. porque senão os recursos voltam para o mercado e aí não se fez Política Monetária. principal responsável pelo descontrole da economia. como nenhuma das duas situações extremas interessa a um país é que existem os instrumentos clássicos citados para o combate a elas. Mutatis Mutandi. ii) idem da taxa do custo de assistência financeira de liquidez (redesconto de liquidez). Esses instrumentos são: i) alteração da alíquota dos depósitos compulsórios. como tudo na vida. O mais simples e por isso mesmo o mais usado. as Reservas Bancárias recebidas devem ser esterilizadas. pois ataca o problema da inflação/deflação na sua raiz e no exato momento em que a Autoridade Monetária o detecta. pode acontecer o inverso. Atenção que se está falando em instrumentos clássicos de combate à inflação. isto é. Na Política Monetária restritiva. 17 Poderiam ser aplicadas no Mercado Externo de reservas. Política Monetária Já foi abordado anteriormente o problema da inflação e expostas as várias razões pelas quais ela aparece. inclusive porque surgem variáveis políticas de difícil contorno. apontada para todo o mercado e de contundência generalizada inquestionável. mas de abrangência a todo o Sistema Financeiro por razões óbvias. injetando recursos. porém com um custo adicional que os outros não têm. quando necessário. enfatizando a principal que consiste no excesso dos Meios de Pagamento 16 (Depósitos à Vista nos Bancos Comerciais e na CEF e Moeda em Poder do Público) em “confronto” com a falta da quantidade adequada de bens e produtos.

já que o Tesouro passou a ser o único emissor de papéis federais. o Selic foi instituído em dezembro de 1979 e serviu de modelo para a posterior criação da Cetip. tão somente para dar liquidez ao papel até a sua total extinção. onde a rentabilidade é muito inferior à doméstica. Selic – Serviço Especial de Liquidação e Custódia Precursor da Cetip. através do DEMAB – Departamento de Mercado Aberto localizado na cidade do Rio de Janeiro – o único Departamento do Bacen que não está em Brasília-DF. A partir de fevereiro de 2002. só com papéis do Tesouro Nacional. já que a finalidade e o funcionamento de ambos são muito parecidos. aumenta a dívida interna que é hoje o maior problema do país. a LTN – Letra do Tesouro Nacional. a não ser no mercado internacional. em compensação. BBC-A e NBC-E) e o Tesouro fazia emissões. operada com taxa de desconto bancário. NTN-C. as Operações de Mercado Aberto passaram a ser realizadas apenas com títulos do Tesouro Nacional. Posteriormente foram aceitos outros títulos públicos federais e estaduais – ORTN e ORTE. quase que exclusivamente. volta com os recursos ao mercado. com fins de Política Orçamentária. Assim. Obviamente que essa manobra é muito menos inflacionária do que a pura e simples emissão de moeda como se fazia antigamente. LFT(N). como vai ser visto a seguir. predominantemente de responsabilidade do Tesouro Nacional: LTN . Política Orçamentária A Política Orçamentária funciona como um cheque especial para o Governo que insiste em gastar mais do que arrecada e assim precisa equilibrar o seu orçamento sem fazer emissão de moeda. coloca esse volume no mercado junto ao público e depois repassa o produto dessa operação para o Tesouro cobrir seu “déficit”. o Serviço só admitia um papel federal. na condição de seu agente. Atualmente há uma grande variedade de papéis negociados no Selic. trata-se de uma transferência de recursos da parte rica do mercado para o governo. A administração do Selic cabe ao Bacen. porém. Antes daquela data o BACEN emitia os seus títulos com finalidade exclusiva de Política Monetária (BBC. NTN-D etc. a atual Política Monetária através do Mercado Aberto é feita. quase todos seguindo a nova metodologia operacional criada no início do novo milênio. LBC. por ser altamente inflacionária O Tesouro Nacional emite o volume necessário de títulos e o Bacen. idêntica aos “Treasure Bills” do mercado norte americano.pagar os encargos e o principal e sem poder usar o que foi recebido na venda. na área financeira. 122 . Na realidade. o Bacen opera as suas NBC-E porventura ainda existentes. Inicialmente. que através dos gastos. que foram colocadas anteriormente no mercado. a título de teste. já que desses títulos foi colocada uma quantidade muito grande e alguns com prazo longo. portanto bem diferente da LTN de hoje. Atualmente.

o que de fato veio a acontecer. a partir de setembro/00. inclusive usando-se JUROS COMPOSTOS como antes. notadamente em relação à contagem dos dias. inicialmente em 01/07/2000. ABBI e BVRJ passaram a se reunir com o objetivo precípuo de padronizar a despadronizada forma de cálculo de rentabilidade dos diversos instrumentos do Mercado Financeiro. Mercados Primário e Secundário 123 . Daí. apenas pelo indexador. se úteis ou corridos. o trabalho se concentrou na identificação das variadas metodologias de cálculo dos papéis então em vigência e sua posterior simplificação a fim de que passasse a existir uma única forma de cálculo para os ativos de idênticas características. permanecendo conforme atualmente. A primeira grande novidade foi a criação da DATA BASE = DB. a expressão da rentabilidade continuará pelo regime de JUROS COMPOSTOS. como aliás é desejo do Bacen. Além disso. As modificações / simplificações acima relatadas passaram a ser adotadas para os títulos de responsabilidade do Tesouro Nacional e do Banco Central negociados no SELIC. representantes do Tesouro Nacional (STN). com quatro casas decimais e do PU. Assim decidiu-se que os ativos indexados à variação cambial passarão a ter a rentabilidade expressa utilizando-se a metodologia NASD 30/360 e cálculo dos cupons de juro pelo regime de JUROS SIMPLES. não iria mais emitir papéis novos. Obs: Essas foram as únicas modificações estabelecidas para a negociação desses papéis. com seis casas decimais. ANDIMA. usando JUROS COMPOSTOS. Para os demais ativos. procurou-se adequar a metodologia de cálculo dos cupons de juros dos papéis da dívida interna indexados à variação cambial com a adotada para os títulos da dívida externa. ao invés de dias corridos e o cálculo dos cupons. Debêntures etc) deverão também seguir o mesmo caminho. muito parecidos com os do Bacen. Ficou também acordado que o Bacen. a metodologia do cálculo da Cotação C. CETIP. se for o caso. a partir de determinada data. passando a fazer Política Monetária com os títulos da Secretaria do Tesouro Nacional – STN. estaduais e municipais) e os privados (CDB / RDB. Banco Central (Bacen – Demab). os Globais. ou seja. também chamados de papéis “carecas”. ou seja. sem juros. calculando-se assim ao Valores Nominais Atualizados – VNA ou Preços Unitários Nominais Atualizados – PUNA. BM&F. ano base de 252 du. continua a mesma. além da disparidade desta metodologia entre os papéis da dívida interna indexados à variação cambial e os títulos da dívida externa brasileira. todos os papéis pós-fixados emitidos.Padronização do Cálculo da Taxa de Rentabilidade dos Títulos Públicos Federais no Selic Desde março/2000. isto é. a partir da qual são corrigidos. despadronização essa mais visível quanto à metodologia do cálculo. apenas passando-se a utilizar dias úteis. C-Bond e Par-Bond. Os demais papéis públicos (federais. a partir do ano 2002.

00 (mil reais).Resolução nº 2. Características Principais . contando ou não com a intervenção negocial do Bacen. Existem também os leilões de oferta de dinheiro realizados pela Autoridade Monetária. cujo anúncio do volume total ofertado. porém do início ao fim do papel. em geral. a qualquer dia e hora e as operações corriqueiras de mercado. No caso de a Autoridade participar das operações (leilões informais e “go around). Há também os leilões informais e os “go around”. O Mercado Primário é o mercado só de leilões de vendas definitivas de títulos emitidos pelo Tesouro Nacional e servem a qualquer uma das duas finalidades de políticas já faladas. b) PU do Valor Nominal na DB: múltiplo de R$ 1. aplicada sobre o Valor Nominal atualizado pela variação da cotação de venda do “dollar” dos USA no mercado de câmbio de taxas livres Ptax 800. com 2 (duas) casas decimais. tanto no Mercado Primário ou Formal quanto no Informal. envolvendo compra e venda de papéis (definitivas) e financiamento de posição (compra de papéis com revenda acordada e obviamente venda com acordo de recompra). c) Rendimento: taxa de juros definida pelo Banco Central do Brasil. os papéis utilizados são os pertencentes à própria carteira do Banco Central. divulgado 124 . que os oferece ao mercado por intermédio dos “dealers” (instituições negociadoras do Bacen) para vendas definitivas ou vendas com acordos de recompra. dos Securitizados e das TDA – E são negociados no SELIC. à exceção dos Precatórios. transformada por juro simples em taxa semestral.000.760 -27/07/00 a) Data-Base: data de referência para atualização do VN. Com as compras ao mercado acontece a mesma coisa ao contrário com os papéis comprados indo parar na carteira do Bacen. Os juros são pagos à taxa anual oferecida pelo Bacen nos leilões. é pago juntamente com o último juro de cupom no seu vencimento.Os Títulos Públicos Federais. Essas operações podem ser chamadas de Operações do Mercado Secundário e são desenvolvidas através de negociações entre os participantes autorizados. corrigido com a mesma metodologia. pelo simples motivo de a Autoridade Monetária somente dispor desse valor quando o mercado financeiro já encerrou as suas atividades do dia em curso. data de liquidação e vencimento é feito através de Portaria da Secretaria do Tesouro Nacional veiculada nos principais periódicos com 1 ou 2 dias de antecedência. quando da emissão. são realizados formalmente às 3ª e 5ª feiras. Esses leilões. tipo de papel. O principal do título. indexados à variação do valor de venda do “dollar” dos USA do dia útil anterior à Data Base (1º/07/2000 de valor R$ 1. que é a periodicidade com que eles são pagos – taxa do cupom − sobre o VNA – Valor Nominal Atualizado ou sobre o PUNA – Preço Unitário Nominal Atualizado pela variação do “dollar” no período mencionado. em porcentagem ao ano. NBC-E – Notas do Banco Central – Série E Conceitos As NBC-E são papéis pós-fixados de cupom.8000) ao valor do dia útil anterior ao da negociação.

m) Expressão das taxas e Fórmulas – NASD 30 / 360 k=n 1ª) C = ∑ k =1 Pk onde: (30) [1 + TIR 100 ] (dk /360) C = cotação para uma determinada TIR ou “IRR” com 4 (quatro) casas decimais expressa em %. portanto. cujas condições. sendo consideradas as taxas médias do dia útil imediatamente anterior à data-base (hoje = 01/07/00) e à data de vencimento do título. valor par = tct x valor nominal na data base . Resgate do principal: em parcela única na data de vencimento. Qualquer pessoa. através de COMUNICADO nos principais periódicos e a segunda. física ou jurídica. sendo : tcto tct = cotação de venda do “dollar” dos USA do dia útil imediatamente anterior ao da liquidação. com os dias contados em du ou saques e taxa “over” anual . na primeira modalidade serão divulgadas com antecedência de pelo menos 1 (um) dia pelo BACEN. nos financiamentos. com ajuste de prazo no primeiro período de fluência. l) Negociação Secundária: idêntica à negociação primária nas operações de compra e venda definitivas . onde : C = cotação em % ao ano. porém deve fazê-lo através das instituições habilitadas. ambas devidamente habilitadas a participar dos leilões). PU: O Preço Unitário a ser utilizado na liquidação financeira será considerado com 6 (seis) casas decimais. no mesmo dia e dirigida apenas aos participantes diretos (Instituições Financeiras e instituições autorizadas a operar pelo BACEN. tcto = idem do dia útil imediatamente anterior à data-base. corresponderá à divisão da taxa anual referida no inciso c por 2 (dois). 125 . Na formulação das propostas deverá ser utilizada a cotação C com 4 (quatro) casas decimais (4 com) e expressa em %. Modalidade: nominativa e negociável. Cupom Semestral: a taxa de juros relativa ao cupom semestral será calculada pelo regime de juros simples e. pode também participar dos leilões. O primeiro cupom de juros a ser pago contemplará a taxa integral definida para 6 (seis) meses. usa-se a taxa “Over” anual sobre o PU de mercado (PU calculado da mesma maneira que na negociação primária). independentemente da data de emissão do título. desprezando-se as restantes (6 sem) e adotando-se a seguinte sistemática de cálculo : PU = C 100 x valor par. quando da emissão do título. Negociação Primária: através de leilão formal ou informal (“go around”) do BACEN.d) e) f) g) h) i) j) k) pelo BACEN. Pagamento de Juros: semestralmente. Prazo: definido pelo BACEN. quando couber.

...... 160. o Bacen acolherá propostas das Instituições habilitadas.... a preços competitivos..45 % a........... 340... Juros =12....... conforme as características abaixo (COMUNICADO Nº 8......... PUNA 100 onde: (31) PU = Preço Unitário de negociação com 6 (seis) casas decimais (6 sem) PUNA = PU Nominal Atualizado pelo indexador (câmbio) desde a data-base até o dia da liquidação 3ª) i = [ [1 + TIR ] 1/2 − 1] 100 ] x 2 x 100 onde: (32) i = taxa nominal com 2 (duas) casas decimais (2 com) expressa em % ao ano..... de que trata a Resolução nº 2....‫׀‬ 880.. 5.............. calculado com base na convenção 30/360. No dia 28/12/00.00 DB = 01/07/00 Emissão = 13/12/00 TX.. dK = número de dias entre a data da liquidação da operação e a data do vencimento (data . de 12:00 às 13 :00 hs... Fig........6 126 . conforme o Comunicado BACEN nº 7..... TIR = taxa interna de retorno com 2 (duas) casas decimais (2 com) expressa em % ao ano...590 (MIL) Liquidação = 02/01/01 Calcular o valor da cotação C e da taxa i (taxa nominal) na TIR = 10.....760 de 27/07/00... 106% C 02/01/01 E L 13/12/00 d 6% 180 12/06/01 6% 180 12/12/01 6% 180 12/06/02 6% 180 12/12/02 12/06/03 PU0 520 ..100 de 26/12/00)...a...... 700............6)........818 de 31/08/2000....... Código = 180199 Vcto.5.. = 12/06/03 PU na DB = R$ 1......... no leilão de NBC – E de sua carteira.calendário) do K-ésimo pagamento. Exercícios Resolvidos e Propostos 1.......000.. que foi a taxa aceita pelo Bacen no leilão e também o PU0 _(Fig. n = número de pagamentos do título (cupom e/ou cupom + principal) 2ª) PU = C ....PK = K-ésimo pagamento do título (cupom e/ou cupom + principal) com 6 (seis) casas decimais expresso em %......00% ao ano Quantidade = 1.

como está no Quadro 5. dia do vencimento do primeiro cupom. b) Cálculo de C à TIR = 10. A programação do Excel para este cálculo é: =dias360(A3.4824% 1. 30 + (12 – 2) ∴ d = 0 + (5 .1045)(880/360) C = 5.45%): 1º) Calculando C pela fórmula matemática abaixo: C = 6%/(1.1045)(340/360) + 6%/(1.1045)(160/360) + 6%/(1. só que na sua linguagem.1361% 2º) Calculando C pelo Excel: Quadro 5.7407% + 5. 3. pela citada Convenção: 1ª) Através da fórmula contida no Comunicado Bacen nº 7.0) que pode ser feito em qualquer célula livre.1976% + 4.1 à frente _ células A3. Os outros intervalos são todos de 180 dias = 1 semestre ou ½ ano.45 % a.A4. 30) + 10 = 160 ∴ d = 160 dias ou 2ª) Usando a programação da HP – 12C: 2.1045)(700/360) + + 106%/(1.a.1045)(520/360) + 6%/(1. respectivamente.062001 g ∆DYS _visor = 161 x><y _ visor = 160 dias ou 3ª) Usando a programação do Excel: 1.818 de 31/08/00: d = (2001 – 2001) . 2.4624% + 5. Dar o Enter _ na célula B5 previamente selecionada aparece 160.a) Cálculo do número de dias corridos d pela Convenção Nasd 30/360 do dia da liquidação 02/01/01 até 12/06/01.9456% + 83. _ C = f (TIR) ou C = f (10. por exemplo.3. 4. a B5.1 ð C = 104.1 acima e ela deverá 127 . Esta linguagem se encontra na régua superior do Quadro 5. Selecionar uma célula para receber o resultado que se quer ⇒ B5. 360 + (06 – 01) . A4 e A5.Colocar na planilha do Excel as duas datas na ordem cronológica e a incógnita d.012001 ENTER 12. O Excel vai usar também a mesma fórmula matemática.

exatamente como está no Quadro 5. 4.00 = R$ 1. 1. Agora se inicia o preenchimento da fórmula em B8 na linguagem do Excel e só para recordação tem-se: * é o sinal de multiplicação e ^ é o de potenciação. tct . 3.45% a.833333 reais b) Cálculo da C em 09/02/01 a 10 % a. No caso do exercício anterior.104500 (1/2) – 1) b) Cálculo do PU0 = C . mas que na realidade é 104. Terminada a fórmula. O Excel aceita as duas formas da taxa. onde vai aparecer o resultado da C final procurada.9554 (em 29/12/00) _ 6ª feira tcto = R$ 1. se uma I. 1.8000 _ PUNA = 1.00 (na DB = Data Base) x 2 x 100 ð i = 10.a.108. como o leitor certamente já se lembrou. onde PU = R$ 1. que está na régua superior em fx.9554 . que tiver tido êxito no leilão. coloca-se em A7 a identificação do que virá a seguir na linha 7. 100 tcto PU . Antes do início do preenchimento da fórmula em B8.a.1. pois é através deles que se faz a complementação exata do que se espera da fórmula.000 100 1. O resto é a própria fórmula matemática em questão e usada como tal. vai a letra C (cotação). de valor unitário 104.027138 reais 2. por exemplo a B8.1045. dado que os numeradores das frações da fórmula matemática usada são percentuais.135.000 .ser iniciada em uma célula qualquer desocupada. a) Cálculo da taxa nominal i ð i = (1. de taxa real (TIR): 128 . que é TIR e em B7.000. A fórmula.9959 em 08/02/01 PUNA = 1.19 % a. o seu valor na negociação = 10. a cotação.. Ptax fornece: tct = R$ 1.9959 1. Idem em A8. somente tendo o cuidado com os parênteses que são extremamente necessários e importantes.F. 2.4824. no caso. ou 0. 1. deve ser escrita usando-se o nome da célula (Letra Número) sempre que o número que lá está puder ser modificado para se proceder a outros cálculos com variáveis de valores diferentes e se poder aproveitar a fórmula já grafada. PUNA 100 PU0 = C . depois de executados os cálculos.4824%.a.4824 . se dá o Enter e aparece em B8.a. qual será o valor do PU9 de negociação? a) Cálculo do PUNA9 em 09/02/01: Ptax _ US$ 1. quiser vender o papel no dia 09/02/01 à TIR = 10% a. na linguagem do programa.8000 (em 30/06/00) _ 6ª feira PU0 = 104. 5.8000 _ PU0 = 1.

108.2 Como está dito na nota 4 de rodapé desta página. 360 + (06 – 02) .d = (01 – 01) . financiá-lo de 09/02/01 a 01/03/01 à taxa de 15.006873 (12/252) ∴ _ PU1 = 1.10 (123/360) 1. 1.180.0341% + 84.2798% + 5.10 (303/360) 1. depois se coloca em B7 a nova taxa TIR = 10%..415178 . que ao dar o Enter aparecerá a nova Cotação C = 106.2 c) Cálculo do PU9 PU9 = 106. 30 + (12 – 9) = 123 de 09/02/01 a 12/06/01 pela Convenção Nasd 30 / 360 1º) Calculando C pela fórmula matemática abaixo: _ número de dias 6% + 6% + 6% + 6% + 106% ∴ 1. 1.4556 .4556%.415178 reais 3.8078% + 5.415178.833333 100 _ PU9 = 1.180. Se o comprador do papel do exercício nº 2 pelo PU9 = 1.154700) PU1 = 1. (1.7965% _ C = 106. basta que se insira na célula A3 a nova data inicial 9/2/2001 e dê o Enter que aparecerá 123 em B5.10(663/360) 1.528246 reais 129 .188.180.a.5375% + 5.10 (843/360) C = 5. apenas o dia da negociação e a taxa é que mudaram _ Quadro 5.4556% C = 2º) Calculando C pelo Excel 18 Quadro 5.1.10 (483/360) 1. pois as características do papel não foram modificadas. qual o valor PU1 da recompra? Redoma _ de 09/02/01 a 01/03/01 = 12 du PU1 = 1. atuando no Quadro 5.47 % a.180.415178 .

000000 = 80.000000 = 0.F.000000 = 0.601200) = 0. pode-se substituir as células B5 e B7 do Quadro 5.000000 = 80.000000 = 106. variáveis que mudaram do exercício nº 1 para o nº 2 .000000 = 80.6012% 104.000000 = 0.1 pelos novos valores d = 123 (colocando a nova data inicial 9/2/2001 em A3) e TIR = 10% em B7.000000 = 0.4.000000 = 99.000000 = 0. quais teriam sido: a TIR utilizada . a i correspondente e o PU0 de negociação? 18 Como as características do papel não foram modificadas. tivesse feito a sua proposta na C = 104.6012 = 6 100 + 6 100 + 6 100 + 6 100 + [1 + TIR ]160/360 [1 +TIR ]340/360 [1 + TIR ]520/360 + 106% [1 + TIR ]880/360 100 [1 + TIR ]700/360 1º) A HP –12C faz o cálculo da TIR na equação acima pelo método iterativo ou das tentativas.000000 = 0.4556% aparecerá.000000 = 0.000000 = 99.000000 = 0. respectivamente.000000 = 6.6012 %.000000 = 0.d.000000 = 99. Dando o Enter a nova Cotação pedida C = 106. com os seguintes passos : 104.000000 = 60.000000 = 6.027468 % a.000000 = 80.000000 = 15. Ainda no dia do leilão do exercício nº 1 . 130 .000000 = 6.6012 0 99 0 60 6 0 99 0 80 6 0 99 0 80 6 0 99 0 80 6 0 99 0 80 106 CHS g g g g g g g g g g g g g g g g g g g g g g g g g g RCL f CF0 CFj Nj CFj Nj CFj CFj Nj CFj Nj CFj CFj Nj CFj Nj CFj CFj Nj CFj Nj CFj CFj Nj CFj Nj CFj n IRR Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor Visor = (104.000000 = 6.000000 = 99. apenas o dia e a taxa da negociação.000000 = 0.000000 = 99. a) Cálculo da TIR para uma C = 104. se a I.

1332 → selecionar A9. 5. apenas a TIR é que mudou. Como n = 15. (=B8 − B9) na célula A9 e dar o Enter.3925% aparece na célula B7. 2.7344 para a taxa de 8%. 10. porque é aí que se encontra o limite da máquina. Clicar em Ferramentas (barra superior) → aparece a 1ª janela. na célula B7 em cima da taxa 10.3 abaixo.3 131 .1 que vai ser usado no início. Colocar a diferença entre as duas Cotações. Obs: Na programação da HP – 12C n tem que ser ≤ 20.3925% a. pois as características do papel não mudaram. fazendo alterar a cotação inicial de 104. Grafar a nova C = 104. A célula B8 também se altera entrando o valor da nova Cotação dada C = 104.027468) 100 360 − 1 ] . 2º) Cálculo da TIR pelo Excel → Quadro 5. no valor de 5. Quadro 5. Assim. onde vem: Atingir Meta com a célula A9 → encontrou uma solução. por exemplo 8%. Na célula A9 aparecerá a diferença pedida. 1.4824 do exercício n° 1.“IRR” = TIR = [(1 + 0. Valor do destino: 0 Valor atual: 0.6012 na célula B9 e selecionar a célula A9. tudo bem. Variando Célula – colocar B7. 6.a. que é verdadeira para esta taxa. com o cupom = 6 e não = 6%. Dar OK → desaparece a 3ª janela e fica apenas o Quadro 5. Para Valor – colocar 0 (zero).0000 → pois se B8 – B9 = 0 ⇒ B8 = B9 8. fazer o Quadro 5.6012. Dar OK ou Enter → 3ª janela: Status do comando de atingir meta. Clicar em Atingir Meta da 1ª janela → aparece uma 2ª janela com três linhas: Definir Célula – A9 → já foi definida ou selecionada no ítem 4 acima.6012). B8 imediatamente apresenta a C = 109. 7. 3. 4. 100 _ TIR = 10. A nova TIR = 10. Escrever qualquer taxa.45%. Ao selecionar a célula B9 (que vai receber a nova Cotação de 104. 9.1: para evitar diferenças de arredondamento. vai-se trabalhar com as cotações em número absoluto e não em percentual.

1.000 1.136.376 de 19/04/01) torna público que acolherá das 16:20 hs às 16:40 hs do dia 19/04/01. c) Cálculo do PU0 de negociação: PU0 = C .a. conforme as características abaixo: Código 180199 DB 01/07/00 Emissão 20/03/01 Vencimento 06/09/01 Taxa de Quantidade V N na Juro (em mil) Data Base 12 % a. pois esta TIR vai produzir uma Cotação igual à Cotação de 104.14 % a.Data da Liquidação = 20/04/01 II . se (B8 − B9 = 0) ⇒ B8 = B9. consiste em tornar a diferença entre a Cotação da taxa de 8% (qualquer) colocada na célula B8 e a Cotação da nova taxa (TIR) procurada. propostas das Instituições Financeiras participantes do Sistema de Oferta Pública Formal Eletrônica (OFPUB) e devidamente cadastradas de acordo com o Comunicado nº 5. PUNA 100 ∴ PU0 = 104.Obs: Reparar que o Atingir Meta da 1ª janela (ítem 6).377 de 18/11/96. 132 .00 I .6012.Na propostas deverá ser utilizada a Cotação com 4 casas decimais.6012 . “O Banco Central do Brasil (Comunicado nº 8. uma vez que. a preços competitivos.a.317702 reais 5. 1.8000 ∴ PU0 = 1.000 R$ 1.392492 ) 100 (1/2) − 1] x 2 x 100 _ i = 10. 1.000. igual à zero. porque isso provoca o aparecimento em B7 da TIR procurada. que é dada na célula B9. para compra de Notas do Banco Central – Série E (NBC – E) de sua carteira. b) Cálculo da taxa nominal i : i = [ (1 + 10.9554 .

317. sendo: tct0 tct = valor de venda do “dollar” dos USA do dia útil imediatamente anterior ao da liquidação financeira → R$ 2. com o Ptax 800 fornecendo o valor de venda do “dollar” dos USA em 31/05/01 = R$ 2.232331 reais b) TIR = 0.000 de títulos cambiais com vencimento em 14/03/02 e juros anuais de 12 %.0762 % e PU0 = 1. a) PU0 = 1.89 % a.O preço unitário (PU0) a ser utilizado na liquidação financeira será considerado com 6 casas decimais.2020 % Resp. O Ptax 800 informa o valor do “dollar” em 24/05/01 como sendo de R$ 2. 133 . Como a procura foi três vezes superior à oferta.240. e o PU0 de liquidação. calcular: a) A Cotação do título à Taxa Nominal que o BACEN aceitou de 7. b) A TIR do papel para venda em 16/11/01 a uma Cotação de 103. Para conter os ataques especulativos contra o Real .906337 reais b) TIR = 10. b) Se em 18/05/01 (Ptax 800 → R$ 2. a) C = 104. o BACEN fez um “go around” de venda de 800.a. a) C = 102. desprezando-se as restantes (6 sem).372. a Autoridade Monetária ofereceu a quantidade de 1.374.a.54 % a. No leilão informal. e vencimento do papel em 18/04/02. segurando a disparada do “dollar”.a.50 % (taxa aceita pelo BACEN) e o PU0 utilizado na liquidação financeira.1882 tct0 = ídem do dia útil imediatamente anterior à Data Base → R$ 1. onde: 100 valor par = tct x VN → na Data Base. 6. b) Calcular a TIR do papel numa venda efetuada no dia 14/09/01 à C = 106.0000% Resp.3494. qual terá sido a TIR acordada na negociação ? Resp.8000” a) Calcular a Cotação C do título na taxa anual de 10.000 títulos NBC – E no dia 30/05/01 para liquidação em 01/06/01 .000. Sendo os juros de 12 % a.50 % a.3600 . a) Calcular o PU0 de compra no “go around ” dentro dos dados apresentados.616099 reais b)TIR = 6.a.III.60 reais. sendo adotada a seguinte sistemática de cálculo: PU0 = Cot x valor par. a TIR pedida pelo mercado e aceita pelo BACEN ficou em 8. o BACEN se viu compelido a fazer um “go around” de venda de NBC – E na tarde do dia 24/05/01. Ainda na tentativa de segurar a alta do “dollar” .8436 % e PU0 = 1.3036 por “dollar”) houver uma negociação do papel pelo PU = 1.a.00 % 7. com liquidação para o dia seguinte.20 % a.

00 → o que o caracteriza como papel de deságio.1. a. s. só que não existe a correção cambial. onde se usa o “dollar”. LTN – Letra do Tesouro Nacional Conceitos Trata-se de um papel pré-fixado com deságio cujo PU de resgate é R$ 1. como unidade monetária. pagando 10 cupons semestrais no valor de R$ 60. através do lançamento de grande quantidade de títulos de Valor Nominal Unitário igual a R$ 1.000.00 cada e vencíveis ao fim de cada semestre. (10% a. calcular a Taxa Interna de Retorno – TIR paga pela Prefeitura na captação do empréstimo. os cálculos são idênticos aos usados no exercício nº 7 anterior.8. Nos informais. R . A Prefeitura de uma cidade mineira captou um empréstimo no mercado interno. a correção monetária já é feita na própria moeda de negociação. de Taxa Nominal Anual) ou Tef. de intermediação etc. Negociação Secundária – operando no Mercado com outra Instituição Financeira credenciada.19 Resp. a Prefeitura deverá pagar o décimo e último cupon acrescido do Valor Nominal do título.00 cada.000.00 e de que o Bacen só lança mão quando há estabilidade nas taxas de juro do mercado para evitar prêmio (taxa) muito alto na colocação. Nas operações compromissadas – compra com revenda e venda com recompra ou operações de 134 . TIR = 5. . anual = 10. Considerando que os papéis foram lançados com ágio de 7. Os leilões formais geralmente acontecem às 3ª feiras com liquidação no dia útil seguinte. Valor Nominal – PU ou preço unitário de resgate de R$ 1. sempre um número múltiplo de 50 títulos.00% a. . a qualquer dia e hora. obviamente. isto é. Rendimento – pré-fixado por meio de deságio sobre o PU obtido através da taxa interna de retorno TIR que o comprador queira ganhar e normalmente calculada pelo operador chefe da mesa de Open da Instituição Financeira. Vide Capítulo 5. Dessa forma. Já os informais.72% sobre o VN. Características Principais . Negociação Primária – nos leilões formais quando as Instituições credenciadas fazem a suas ofertas enviando propostas contendo apenas o PU desagiado com 6 casas decimais e a quantidade de títulos que desejam.25% 19 Como é fácil perceber ao resolver o problema. Desprezar as custas de registro da operação. ao fim do 5º ano após o lançamento. através do correio eletrônico indicando os mesmos dados acima. Este é o modelo de cálculo dos títulos da dívida externa dos paises realizado no mercado norteamericano.000.

Se ainda no mesmo dia da recompra efetuada no exercício anterior a I. Redoma _ de 28/07/04 a 06/04/05 _ 173 du _ liquidação em 28/07/04 BM&F projeção da taxa de juros “Over” ou efetiva anual em 27/07/04 ⇒ 17.00). interessada em adquirir um lote de LTN no leilão de 27/07/04 com vencimento em 06/04/05.financiamento – utilizando sempre a taxa anual “Over” tutelada pela taxa Selic.04 % PU0 = 1. Exercícios Resolvidos 1.000. do exercício anterior financiasse a posição total de LTN arrematada no leilão por 19 du a 15.000 = R$ 65.F.77 % a.610557 x 1. qual seria o PU19 de volta ? PU19 = PU0 (1.897611 (1.1685)(154/252) = 1.575765 = 1. vendesse definitivamente a sua posição de LTN com um deságio de 16.011102 PU19 = 907.85 % a.F.610557 reais _ sempre com 6 casas decimais 2.000..224940 − 907. Tributação – idêntica à vista nos títulos privados. Se a I. Calcular o PU0 a ser licitado por uma I.000. se usa o PU projetado pelo operador chefe que o calcula desagiando o resgate (R$ 1.1577)(19/252) = 897.00 x FD = 1.114069 PU0 = 897.00 1.000.649175 reais de lucro por PU OBS : Caso a quantidade de títulos fosse de 40.099838 135 .000 : L = 1.F. de acordo com as taxas vigentes para cada vencimento diferente.00 x FD onde: FD = 1 = 1 = 0.00 PUV = 909.98 1 (1. Nas operações definitivas.224940 reais R = 909. .649175 x 40.000.1704) (173/252) 1. qual teria sido o seu resultado financeiro por PU ? De quanto ? PUV = 1.966.a..575765 reais 3.a.

se houver muita procura ou pequeno deságio. Características Principais . o papel se torna muito interessante para os grandes Bancos de varejo. atingindo os países vizinhos.000. o seu rendimento também sobe e vice-versa.Rendimento: pós-fixado através da média ponderada pelo volume dos financiamentos diários nas operações do SELIC e não exatamente igual à taxa SELIC. com os leilões formais acontecendo às 5ª feiras para liquidação no dia útil seguinte. que reflete como veremos. são enviadas pelas Instituições credenciadas através da Cotação C com 4 casas decimais. quando. pelo fato de fazer melhor a Política Monetária ou Orçamentária usando títulos de renda pré-fixada. em comparação com os outros Ativos existentes. Assim nesse vai e vem.Valor Nominal: o PU tem um valor nominal igual a R$ 1. o que o caracteriza como papel de ágio. balizado na taxa SELIC sobe. um país de importância para a economia mundial começa a ter problemas que contagiam a credibilidade dos países emergentes. Compram grandes volumes do título e se financiam junto à clientela. aufere rendimentos muito pequenos proporcionalmente ao volume de papel que devem carregar.LFT (N) – Letra Financeira do Tesouro Conceitos Papel pós-fixado do Tesouro vendido ao mercado de maneira semelhante à LTN. com a LFT(N). a um custo realmente muito mais baixo do que o rendimento do papel e por prazos superiores a 15 dias devido ao IOF nas aplicações financeiras. O interessante é que nem o Governo nem o mercado tem preferência por esse papel (excetuando-se os grandes Bancos de varejo). Assim.fixados. inclusive a LTN. exatamente como aconteceu com a Argentina em julho/01.Negociação Primária: da mesma maneira que a LTN. Atualmente essa Cotação é calculada usando-se 136 . o Bacen. fazendo com que a inflação e taxa de juro desses países comecem a subir além de suas oscilações normais. caso contrário. Por isso. com esse papel é quase impossível se perder dinheiro pois. que não têm e nem querem ter especialização sofisticada no assunto. principalmente no intuito de evitar a alta taxa que certamente o mercado vai pedir nessas ocasiões de crise para comprar os papéis pré. o PU de Custo ao par. . se o seu custo de carregamento ou de financiamento. que é enorme. quando já se sabe a priori o custo que vai ter e o mercado porque. faz o leilão com LFT (N) e o mercado cativo desse papel (grandes bancos) compra tudo.00 na emissão. por exemplo. Como se trata de papel de ágio a sua negociação primária é feita ao par pelo valor nominal ou com um pequeno ágio. . As propostas por ocasião dos leilões. O governo. com a diferença de que o Governo o lança nos momentos delicados do mercado. com ágio ou com deságio que os interessados possam estar dispostos a pagar.

10 % a.042)181/252 100 = 100 x 1 1.698000 reais 3. Sabendo que da emissão do título até o “go around”. qual seria a cotação C a ser enviada ao BACEN para um deságio anual de 0.999698 C = 99.77 % a. e o papel sofreu deságio de 0.0302 % s/ 1. .302000 reais c/ 6 decimais 2. o PU de negociação é aproximadamente o PU do papel naquele dia dado pelo BACEN ou usando a marcação a mercado a ser vista.Negociação Secundária: usando-se a taxa “Over” anual nos financiamentos e também nas negociações definitivas de compra /venda quando o papel está perto do seu vencimento.0302 % _ com 4 casas decimais PU0 = 100.0420% a. No caso anterior. havendo pouca procura mas ainda assim o Banco A querendo o papel.a.9698 % PU0 = 999. Qual será a cotação C que a I.Tributação: exatamente igual à LTN Exercícios Resolvidos 1.a.F. ninguém vende. sempre em número múltiplo de 50 títulos. O Banco A está interessado e como há boa procura o Banco se dispõe até a pagar um pequeno ágio de 0.030165 % 100 C = 100.042) (181/252) = 100 x 1.apenas a taxa “Over” e junto com ela vai também a quantidade Q de títulos. Num leilão informal de LFT da sua carteira. as negociações definitivas de compra /venda acontecem muito poucas vezes.000.00 _ PU0 = 1. Praticamente. num prazo de 55 du.000302 = 100.a.000302 = 100 x 0. qual o valor da cotação que arrematou a licitação ? PUgo PU0 28 01 137 . a taxa média efetiva Selic foi de 15.000.042 % ? C = 100 x 1 (1 + 0. o BACEN está licitando no dia 02/08/2004 um lote com emissão em 14/05/2004 para vencimento a 28/01/2005. no leilão. . Nos outros casos. Devido ao mercado cativo desse papel. O BACEN está leiloando um lote de LFT com emissão em 25/05/2004 e vencimento em 11/02/2005. enviará ao BACEN ? Redoma _ papel de 181 du C = 100 (1 + 0.

...05 14 05 04 02 08 04 PUR Fig..... na abertura do dia 18/08/04.30 % a..031.476289 = 99.....039.032.. até o dia 18/08/04 (12 du) e nesse dia vendesse o papel na cotação C = 103. que arrematou o “go around” tivesse se financiado a 15...9504 % PUgo = C x 1... melhor... ela teria tido lucro ou prejuízo ? de quanto ? PU18 = 1. auferindo assim maior lucro...... Obs: O PU18 é o PU de Custo da carteira da I.....9785 % x 1....125 du .00 x 1. por 125 du PUgo = PU’go FD = x FD = 1 = 0..F..... obviamente....1530 %..476289 PUgo = 1..a... não significando necessariamente que seja nem o PU atualizado pelo BACEN nem muito menos o PU de negociação da LFT naquele dia e..964531 (1.032476 = 1.999504 1.....000....00 (1.. NTNC – Nota do Tesouro Nacional – Série .476289 reais PUgo = PU’go desagiado a 0. porque o segredo desse papel especificamente é..00 = 1..1530)(12/252) = 1.a... quanto menor.C Conceitos 138 ...... Sim..031......0010)(125/252) C = FD x 100 = 99.... Por isso é que esse papel é bom para os grandes Bancos que conseguem se financiar junto à clientela bem abaixo da taxa efetiva Selic e. 5. além de comprá-lo pelo PU mais baixo possível.785000 reais L = PUV − PU18 = 0.984392 reais PUV = C x PU0 = 103.9504% x 1..‫ ׀‬du .000......032.038...800608 reais de lucro por PU..........55 ...F.032.964531 reais 4... ir se financiando abaixo da taxa efetiva Selic e no resgate ou numa venda definitiva.....000496 1 (1.. estar com um PU de Custo de carteira (PU18 no caso) o menor possível. anterior ao resgate.....1577)(55/252) = 1....000.... Se com o PUgo do exercício anterior a I......7 PU’go = 1.10 % a.. com a grande alavancagem que têm – patrimônio líquido acumulado maior – podem carregar enormes volumes do papel obtendo maiores lucros ainda.

100 onde: C = cotação com 4 (quatro) casas decimais. VNA. adotando-se a variação do índice mensal do mês anterior ao da Data Base até o mês anterior ao da data da negociação. d) Pagamento dos Juros: igual a NBC – E e) Prazo: definido pelo Sr. corrigido usando a mesma metodologia. PUNA (ou VNA) = PU Nominal Atualizado (ou Valor Nominal Atualizado).igual à NBC-E. do mês anterior ao da Data Base (hoje = junho/2000) ao mês anterior ao da negociação ou do vencimento do título. Ministro de Estado da Fazenda com 2 (duas) casas decimais. em porcentagem ao ano. aplicada sobre o Valor Nominal atualizado pela variação do Índice Geral de Preços – Mercado. desprezando-se as restantes (6 sem) . sendo : 1º) Atualização com prazo em número inteiro de meses: PUNA = PUDB NI0 NIADB . PUNA 100 ou C . cujo indexador é o IGP – M da FGV. onde: 139 . O principal do título. 100 (33) i) Negociação Primária: igual à NBC – E j) Formulação das propostas: igual à NBC – E k) PU: o Preço Unitário a ser utilizado na liquidação financeira será considerado com 6 (seis) casas decimais. quando da emissão. para uma determinada TIR ou “IRR” e expressa em % . quando da emissão do título (“igual” à NBC – E ) f) Modalidade: igual a NBC – E g) Resgate do principal: igual a NBC – E h) Cupom Semestral: a taxa de juros relativa ao cupom semestral será calculada pelo regime de juros compostos usando-se a fórmula abaixo onde T é a taxa referida no inciso c : Cupom = [(1 + T 100 ) 1/ 2 −1 ] . é pago no seu vencimento junto com o juro do último cupom. Características Principais .540 .1/07/2000 Portaria nº 442 de 05/09/2000 a) Data-Base: igual a NBC – E b) PU do Valor Nominal na DB: igual a NBC – E c) Rendimento: taxa de juros definida pelo Sr.Papéis pós-fixados de cupom. Ministro de Estado da Fazenda. conforme o disposto na Portaria MF / STN nº 490 de 29/11/99: PU = C . Os juros são pagos à taxa semestral equivalente à anual (juros compostos) fixada pelo governo sobre o VNA ou PUNA. e adotando-se a seguinte sistemática de cálculo. IGP – M da FGV.Decreto 3.

com 4 (quatro) decimais e expressa em %. PK = K . calculada usando-se dias úteis ou saques.000.ésimo pagamento do título (cupom e/ou cupom + principal) com 6 (seis) casas decimais e expresso em %. i) Negociação Secundária: igual a NBC-E m) Expressão das Taxas e Fórmulas: JUROS COMPOSTOS NO ANO de 252 du k=n 1º) C = ∑ k=1 1 + PK TIR (dk / 252) 100 onde: C = cotação para uma determinada TIR. hoje junho / 00 2º) Atualização com prazo inferior a 1 (um) mês completo : PUNA = FRA . onde : NIDB FRA = Fator de Rendimento Ajustado = [ NI ] DB (d1/dt) .PUDB = PU do Valor Nominal na Data-Base = R$ 1.00 NI0 = Número Índice de preços do IGP-M relativo ao mês anterior ao da liquidação NIADB = idem relativo ao mês anterior ao da DB . TIR = igual a NBC – E dK = número de dias úteis entre a data da liquidação da operação e a data do vencimento (data-calendário) do K-ésimo pagamento. NI0 . sendo: NIADB NIDB = Número de Índice de preços do IGP-M do mês da DB NIADB = idem ao mês anterior ao da DB D = número de du entre a data de emissão do título (inclusive) e o primeiro dia do mês subsequente ao da emissão (exclusive) dt = número de du correspondentes ao mês da emissão 1 Obs: o segundo processo de atualização com prazo não inteiro de meses não está sendo usado. O BACEN tem feito os leilões de NTN – C para liquidação no início de cada mês com a variação do IGP – M do mês anterior valendo para todo o mês da liquidação e consequentemente o PUNA desse início de mês vale para todo o mês . conforme pode ser visto nos exercício à frente. n = igual a NBC – E 2º) PU = C 100 PUNA onde : x 140 . calculado em dias úteis ou saques. PUDB.

......000 NI07/00 PUNA = NI07/00 .1... Calcular o valor da C na TIR = 11........956301 PU0 0.. substituto.686..5...540 de 11/07/00” (Portaria nº 492 de 26/09/00): Prazo do Quantidade VN na DB Taxa de DB Papel em mil Juro 1.00 6% a.956301 C 02 = 01 10 00 2.....20 % a. 61. cujas características estão definidas no Decreto nº 3....311.... NI09/00 ................ 434. 102.734 dc 500 R$ 1.... 100 = 2..000.....193 Fig...956301% ] b) Cálculo do PUNA em 02/10/00 : PUNA = FRA ...a.. 01/07/05 Data da Emissão 01/07/00 Data Vcto.. O Secretário do Tesouro Nacional.. (1/ 2) − 1 . 185.956301 L 01 07 00 02 01 01 02 07 01 02 01 02 01 07 02 02 01 03 01 07 03 02 01 04 01 07 04 03 01 05 01 07 05 2........PU = Preço Unitário de negociação com 6 (seis) casas decimais (6 sem) PUNA = já explicado Exercícios Resolvidos e Propostos 1...a....... 5.. 1..... no uso de suas atribuições vem tornar públicas as condições específicas a serem observadas na oferta pública de Venda de NTN – C.8 a) Cálculo do cupom ð [(1 + 6) 100 .. 01/07/00 Divulgação do resultado de venda das NTN – C: no dia 26/09/00 a partir das 15 :00 hs.....000 NI06/00 NI07/00 sendo : FRA = [ NI ] 07/00 (21/21) NI06/00 ∴ 141 ..8)..941 .... que foi a taxa aceita pela STN no leilão e calcular também o valor do PU0 _(Fig.. NI09/00 . 1....564...... 1.069....817.......

1120 (564/252) + 2.214324 + 2.095434 + 1.4711% 2ª) Calculando a C pelo Excel Quadro 5.462328 + 2.956301 +1. Preencher as colunas A (de A3:A16) e B (de B3:B11 à exceção de B6) como está no Quadro 5.PUNA = NI09/00 .956301 1.1120 (311/252) 1.956301 + 2.956301 + 2. 1.956301 + 2.1120 (434/252) 1.956301 + 2.20 % a.7450 1ª) Calculando a C à TIR = 11.4 I.000 183. 1.2970 .1120 (1.956301 + 2.956301 + 2.471096 ð C = 83.734651 + 2.1120 (1.a.1120 (185/252) 1.884383 + 62.000 NI06/00 ∴ ∴ PUNA = 1.593280 + 2.051.1120 (817/252) 1.069/252) 1. A fórmula para o cálculo do cupom na linguagem do programa Excel poderia ser esta: 142 .193/252) C = 2.4 II. usando o desconto dos fluxos : C = 2.985088 reais PUNA = 193.1120(686/252) 1.1120 (941/252) 1.956301 + 102.881299 + 2.988784 + 1.1120 (61/252) 1.956301 + 2.331105 + + 2.285508 ∴ C = 83.

.103525 reais Obs – Todos os outros cálculos com NTN – C 20 seguem a mesma padronização dos cálculos com NBC – E.Selecionar a célula C7 onde se vai começar a colocar a fórmula do cálculo da Cotação igual à do item c desse exercício mas na linguagem do programa. que como de hábito. porque é sempre assim que se deve proceder para usar o programa Excel.00 ∴ reais _ PU0 = 100. No exercício anterior. c) Cálculo do PU0: PU0 = C x PUNA → PU0 = 83.303000 (com seis casas decimais) 3. 2. se dá o Enter e o valor da C = 83. cálculo da TIR (atenção com o prazo em du para o ano de 252 du) etc. FA ∴ C = b) Cálculo do PU0: PU0 = C x 100 .000. 20 Os operadores de Mercado Aberto (“Open Market”) vão “carregando” os seus micro-computadores na sala de operações do Banco ou da Instituição Financeira onde trabalham.956301 (com 6 casas decimais).0303 % 1. IV. ou seja. III. Depois de se dar o Enter.985088 → PU0 = 878.005 ] 3. Como há boa procura .4711% x 1. Terminado o preenchimento da fórmula.selecionar a célula B5 e colocar =((1 + B4)^(1/2) −1)*100. o Banco Segureu S/A que quer o papel .000. pelas mesmas razões da cotação na NBC-E.m. conforme se fez nos exercícios retro-efetuados e já se tem os valores necessários para fazer ou receber uma proposta de compra e/ou de venda de determinado papel.000 de LFT para liquidação em 27/11/98 e vencimento em 20/08/99 .00 ∴ PU0 = 1. se as condições de mercado fossem invertidas. É sempre útil salientar que é a mesma fórmula matemática usada no princípio do exercício. não houvesse muita demanda e o nosso Banco Segureu S/A licitasse o papel com deságio de 0. financiamentos (venda com recompra e vice-versa). surge na célula C7.000 182 ∴ C = 100. qual seria a Cotação a enviar ao BACEN ? e o PU resultante? 143 . isto é.005 % a. No dia 26/11/98 o BACEN está leiloando um lote de 1.051. Redoma → o papel tem 182 du a) Cálculo da Cotação C: C = 100 .4 à medida que se faz o preenchimento.005 % . B5 mostra o valor do cupom dado por 2. com as características dos papéis mais negocidados e assim estão sempre preparados para operar com a rapidez que o mercado exige.000. [ 1 + 0.0303 x 1. que é em %. vai aparecendo na parte superior do Quadro 5. bastando substituir uma ou outra variável.4711%. está disposto até a pagar ágio na taxa “over” mensal de 0.000. Calcular a Cotação C do papel que o Banco vai propor no leilão e o PU0 resultante desta Cotação . item a.

1 FA − 182 ∴ C = 100 . que é um papel pós-fixado e indexado ao custo médio de financiamento dos títulos do SELIC.00 Taxa de juros 6% a. [ 1 + 0. deveria ser o PUNA atualizado dia a dia pelo seu indexador (muito próximo à taxa Selic) desde a Data Base de 01/07/00. o PU sobre o qual incide a Cotação C para se obter o PU0 de negociação também nos leilões.697000 x 1.a.000. as alterações também a atingem .999697 C = 99.a) Cálculo da Cotação C : C = 100 . DB 01/07/00 Data da Data de emissão vencimento 01/04/01 01/07/05 II – Data de acolhimento das propostas e data do leilão: 31/05/01 III – Data da Liquidação Financeira : 01/06/01 IV – Na formulação das propostas deverá ser usada Cotação com 4 casas decimais e o montante de cada proposta deverá contemplar quantidades múltiplas de 50 títulos . “Na Portaria nº 187 de 25/05/01 o Sr.005/3.9697 % PU0 = 999.9697 % (com quatro casas decimais) b) Cálculo do PU0 : PU0 = 99. 1 ∴ [1 + C = 100 x 0.000 ] 182 ∴ C = 100 x 1/1. houve alterações na expressão das taxas de rentabilidade dos títulos públicos e consequentemente nos cálculos envolvendo esses papéis. o Bacen tem agido de forma diversa.000 ] ou C = 100 .000. No caso da LFT. FD ou C = 100 . Assim é que. De qualquer forma é bom se repetir que o PU de negociação para todos os papéis pós-fixados é : PU = C x PUNA _ o produto da Cotação C pelo PU Nominal Atualizado 4. como aliás já foi falado. considerando a Data Base para algumas emissões e para a maioria.005/3. apenas nesse tipo de papel.491 dc Quantidade VN na DB em mil 600 R$ 1. não. 144 . Secretário do Tesouro Nacional torna públicas as condições específicas a serem observadas na oferta pública de venda de Notas do Tesouro Nacional Série C (NTN – C)”.000303 ∴ 0. segundo os dados abaixo : I – Características da Emissão Prazo do Leilão 1. No entanto.00 reais ∴ (com seis casas decimais) Obs : a partir de setembro/00.

00 6 % a.096 dc Quantidade em mil 1.028 du Resp.89 % a.591 NI06/00 = 183.745 NI05/01 = 202.a II – Data da Liquidação Financeira: 02/04/01 III – Data e hora de acolhimento das propostas: dia 29/03/01 de 12:00 às 13:00 hs IV – Divulgação pelo Tesouro Nacional da Cotação aceita: 29/03/01 (dia do leilão) a partir das 14:30 hs V – Dados Auxiliares: 1º cupom = 126 du 2º cupom = 248 du 3º cupom = 377 du 4º cupom = 502 du 5º cupom = 629 du 6º cupom = 883 du Com base nos dados acima.3443 % b) PU0 = 972.a. a) C = 88. calcular: a) A Cotação C do Título para uma TIR = 10.316 NI07/00 = 186.50 % a.000 VN Data Base Taxa de Juros Data Base 01/07/00 Data de Emissão 01/04/00 Data Vcto. tendo por base o dia da liquidação = 01/06/01 . conforme o disposto na Portaria nº 490 MF/STN de 29/11/99.634 NI03/01 = 198. a seguir: 02/07/01 = 20 du 02/01/02 = 146 du 01/07/02 = 269 du 02/01/03 = 399 du 01/07/03 = 521 du 02/01/04 = 652 du 01/07/04 = 776 du 03/01/05 = 905 du 01/07/05 = 1.000. segundo os critérios abaixo:” I – Características da Emissão Prazo desde de a emissão 1.189 NI04/01 = 200. (taxa aceita pela STN) b) O PU0 de Liquidação utilizando-se adequadamente dos NI índices abaixo: NI05/00 = 182.V – O Preço Unitário PU0 a ser utilizado na Liquidação Financeira será o valor resultante da aplicação da Cotação C aceita pelo Tesouro Nacional sobre o PUNA. 01/04/04 R$ 1. (taxa aceita pelo Tesouro) 145 .732069 reais 5.606 e dos dus .a. “Em 27/03/01 o Secretário do Tesouro Nacional – Portaria nº 86 simplificada – torna públicas as condições específicas a serem observadas na oferta de venda de Notas do Tesouro Série C (NTN – C). Com base nos dados acima. calcular: a) O valor da Cotação do título para uma TIR = 10.

745 e o de março/01 é de 198. c) Lucro de R$ 930. por 5 saques.51 6.00 NTND – Nota do Tesouro Nacional . b) PU0 = 911.42% a.000 Valor Nominal Data de Vencimento R$ 1.606 . quiser vender todo o lote à taxa de 10. a saber: I – Data e horário do acolhimento das Propostas: de 12:00 ás 13:00 hs de 03/04/01.000 títulos e carregou tudo através de financiamentos sucessivos. a) C = 84. ao custo médio de 15. c) Se a Instituição que comprou no leilão 80.3729 % .000.a.b) O PU0 da liquidação financeira . Portaria nº 100 de 30/03/01 – O Secretário do Tesouro Nacional torna públicas as condições específicas para o leilão de Letras Financeiras do Tesouro. C = 99.Decreto e Portarias iguais a) Características: inteiramente iguais às da NBC – E b) Operações: identicamente idênticas às da NBC – E 146 .806 dc 1. .0359 % .968444 . II – Data da emissão / liquidação financeira: 04/04/01 III – Data Base : 01/07/0 IV – Características da Emissão: Título LFT 15/03/06 V – Na formulação das propostas deverá ser utilizada a Cotação C com quatro casas decimais e o montante de cada proposta contemplará quantidades múltiplas de 50 títulos Calcular a Cotação média C aceita p/ Tesouro para um deságio anual de 0. sabendo-se que o NI do IGP-M de junho/00 é igual a 183.a.Série D Conceitos Características Principais .8226 % Prazo 1.72% a. terá lucro ou prejuízo ? De quanto ? Resp. Resp.245 du Quantidade (em mil) 3.702.

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