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Plano de Rigging para a movimentação segura das cargas

Instruções Gerais
Engº Antonio Fernando Navarro1

INTRODUÇÃO Inúmeros são dos riscos decorrentes da movimentação de cargas. Nas indústrias, cada vez mais empregando processos de modularização em seus processos produtivos, muitas vezes os riscos não são percebidos com a precisão adequada. O transporte de cargas pesadas sempre representou um maior interesse por parte dos profissionais de Segurança do Trabalho, por inúmeras razões, muitas das quais pela curiosidade. Os acidentes com transporte de cargas, principalmente em atividades industriais não são usualmente divulgados, já que, quase sempre, o acidente, ou incidente, se restringe ao próprio ambiente da obra. Há relatos esporádicos de passarelas ou travessias em rodovias atingidas pelas cargas, com altura, somada a do veículo de transporte excede a do vão entre o piso da estrada e a parte inferior da passarela ou travessia. Os meios ou formas de transporte influenciam a quantidade e a maneira de como ocorrem os acidentes ou incidentes. De maneira geral, as cargas menores e os meios de transporte mais simples geram mais acidentes do que as cargas maiores e os meios de transporte mais especializados. A razão é até lógica por demais. Quanto maior a dimensão e peso da carga maiores e melhores são os estudos realizados, estudos esses intitulados de Planos de Rigging. O responsável pelas atividades é o Rigger. Exceto pelos grandes transportes marítimos, de maneira geral tem-se um número maior de incidentes do que de acidentes. A causa disso tudo se deve ao fato de que, para a realização desses transportes, existe um estudo preliminar, bem ou mal feito, mas existe o estudo. Neste artigo trataremos dessa questão, de elaboração dos estudos necessários para a realização do transporte com sucesso e dos problemas mais comuns que têm maior probabilidade de ocorrência.
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Antonio Fernando Navarro é físico, engenheiro civil, engenheiro de segurança do trabalho, mestre em saúde e meio ambiente, doutorando em engenharia civil, especialista em gerenciamento de riscos, engenheiro e professor da Universidade Federal Fluminense – UFF/RJ – e-mail: navarro@vm.uff.br; afnavarro@terra.com.br.

OBJETIVO Apresentar, de maneira simplificada, como se desenvolve um plano de transporte e ou de movimentação de cargas, descrevendo as sistemáticas adotadas nas atividades de movimentação de carga destacando principalmente o aspecto de segurança nos dispositivos utilizados e estabelecer rotinas para elaboração dos planos de “rigging”. APLICAÇÃO Os conceitos aqui exemplificados podem ser adotados ou servirem como guia no desenvolvimento de qualquer planejamento das ações de transporte e ou movimentação de cargas, por qualquer meio de transporte. É importante ressaltar-se que, independentemente do meio de transporte deve existir minimamente um planejamento da atividade, seja esse formal ou informal. Quase sempre, para cargas pequenas, o usual é a aplicação de um briefing de segurança, com orientações repassadas pelo profissional de segurança do trabalho. Para as cargas de maiores dimensões e pesos as orientações passam a ser redigidas em manuais específicos e todos os envolvidos passam por um treinamento, ministrado pelo Rigger da empresa e pelo Engenheiro responsável pela atividade, quase sempre o responsável pela área de produção. ESCLARECIMENTOS / DEFINIÇÕES • Balanças: Para cargas onde o desejado é manter os cabos que sustentam a carga na posição vertical; • • Cabo de carga “Hoist Rope”: Cabo Principal do levantamento; Cabo de Jib “Whip Line” ou “Auxiliary Hoist Line”: Cabo auxiliar de Levantamento principal (na lança); • Cabo Estacionário “Pendant Line - Jib Stay Line”: É o cabo que mantém o jibe numa posição fixa (tirante de estaiamento do jibe); • Capacidade da Máquina “Rated Loam”: É a capacidade máxima indicada na tabela do fabricante para a menor configuração e o menor raio de operação; • Carga “Load”: Qualquer objeto a ser movimentado;

Destorcedor: Quando um cabo recebe uma carga tende a esticar e girar em seu eixo, o destorcedor compensa este giro não o transmitindo para o restante;

Equipamentos Suspensos: Equipamentos aéreos utilizados normalmente para movimentar cargas variáveis entre os pontos de uma área. A função primária destes equipamentos é transferir cargas.

Jib “JIB”: Extensão fixada à ponta da lança com a finalidade de aumentar a altura (distância da ponta de lança ao solo) de içamento;

Lingada “Sling”: Conjunto de dispositivos tais como: estropo, manilha, esticador, etc., utilizado para amarrar a carga ao gancho;

Movimentação de cargas: Operação ou conjunto de operações que envolvam a mudanças de posições de cargas por qualquer processo ou serviço no canteiro de obras.

Patola “Outrigger”: Braços extensíveis ou fixos montados em máquinas sobre pneus utilizados para dar estabilidade à máquina;

• •

Pé de lança “Inner or Lower Boom”: É à parte da lança fixada à superestrutura da máquina; Peso da movimentação: É o peso total acrescido do peso de todos os acessórios de levantamento (moitões, balanças, manilhas, etc.) suspenso na ponta da lança de uma máquina durante uma operação de movimentação de carga;

Plano de carga “Rigging Plan”: É um documento constituído de desenhos que visa uma movimentação de carga específica, com o objetivo de eliminar por antecipação todas as interferências que poderiam ocorrer;

Pontes rolantes: Viga suspensa sobre um vão livre, que roda sobre dois trilhos. São empregadas em fábricas ou depósitos que permitem o aproveitamento total da área útil (armazenamento de ferro para construção, chapas de aço e bobinas, recepção de carga de grandes proporções e peso. Vantagens: elevada durabilidade, movimentam cargas ultrapesadas, carregam e descarregam em qualquer ponto, posicionamento aéreo. Desvantagens: exigem estruturas, investimento elevado, área de movimentação definida.

Pórticos: São vigas elevadas e auto-sustentáveis sobre trilhos. Possuem sistema de elevação semelhante ao das pontes rolantes. Os pórticos são utilizados no armazenamento em locais descobertos. Vantagens: maior capacidade de carga que as pontes rolantes, não requer estrutura. Desvantagens: menos seguro, interfere com o tráfego no piso, e é mais caro.

Quadrante: Região definida que passa pelo centro da patola estendida e o centro de máquina;

Raio de carga: É a distância entre o centro de giro da máquina e a vertical que passa pelo centro do eixo da roldana da ponta da lança e o centro de massa da carga;

Sobre cabine: É a quadrante que abrange a região compreendida entre as patolas dianteiras da maquina;

Stacker Crane: Consiste numa torre apoiada sobre um trilho inferior e guiada por um trilho superior. Pode ser instalada em corredores com menos de 1 metro de largura e algumas torres atingem até 30m de altura. Exige alto investimento, mas ocasiona uma grande economia de espaço.

Superestrutura: Estrutura com parte rotativa onde são montados os mecanismos de acionamento da máquina e/ou cabine de operação (mesa da máquina).

Transportadores contínuos: Equipamento Horizontal, inclinado ou vertical, utilizado para movimentar ou transportar continuamente cargas numa distância predeterminada, possuindo locais de carga, descarga e de transferência fixas e/ou seletivas.

Veículos Industriais: Veículos motorizados ou não, utilizados para movimentar cargas uniformes ou mistas, intermitentemente por caminhos variáveis que tenham superfícies e espaços apropriados. Estes veículos industriais têm a função primária de manobrar ou transportar cargas. MEIOS OU MODAIS DE TRANSPORTE Inúmeros são os meios de transporte. Quando conjugados, passam a ser

denominados de modais de carga. Entre outros tantos meios de transporte podem ser citados alguns como: • • Transporte manual empregando carrinhos e mão ou plataformas; Transporte utilizando veículos como: caminhões e carretas, empilhadeiras, trolleys, guindastes sobre pneus ou lagartas; • • • • • Transporte sobre trilhos, como pontes rolantes, guindastes sobre trilhos, vagões ferroviários; Transporte sobre plataformas, como sobre roletes ou skids; Transporte por gruas, pontes rolantes, talhas; Carrinhos e empilhadeiras; Transportes sobre meios flutuantes, como barcaças, navios ou outros meios, etc.. Os meios mais usuais para o transporte de grandes volumes de cargas são através de caminhões e em navios.

Modais de transporte são os modos de como as cargas serão transportadas. Esses modos podem conjugar vários meios de transporte, como: • • vagões associados a barcaças, para grãos, como ocorre hoje em Rondônia; caminhões para aviões e desses para caminhões, como ocorre na Zona Franca de Manaus (AM); • caminhões para navios e desses para vagões ou caminhões, como ocorre no escoamento das safras de grãos que são embarcadas no Porto de Paranaguá, o maior do Brasil nesse tipo de embarque; • Múltiplos equipamentos para o transporte, içamento ou descida, principalmente em função das dimensões e ou peso; • embarcações para caminhões e desses para aviões e, a partir daí, para outros meios, como se dá no transporte de pescados. O modelo de transporte pode estar associado a várias questões, como: • • • • Prazo para a entrega; Características do produto se frágil ou não; Cargas especiais quanto ao peso e ou dimensões; Capacidade de suportação do peso da mercadoria transportada, associado ao peso do veículo transportador; • • • • • • • • Locais de embarque e de desembarque; Locais de difícil acesso para o carregamento ou descarregamento; Necessidade de equipamentos especiais para a descarga dos materiais; Meios para a proteção mesmo que temporária das cargas; Custos associados ao transporte; Meios de transporte disponíveis; Necessidade de embalagens especiais; Possibilidade de transporte a granel ou fracionado, entre outras questões. Os modais devem ser previstos desde a fase inicial das atividades de produção, já que têm que estar associados uns aos outros. Muitas vezes uma forma de transporte encontra-se disponível enquanto a outra forma não está. Assim a mercadoria deve ficar armazenada durante determinado período onerando os custos de transporte.

Containers para sólidos. os meios de transporte esse tipo de carga devem ser adequados ao ambiente climatizado. TIPOS E FORMAS DE TRANSPORTE DAS CARGAS As cargas transportadas podem ser ter as seguintes características físicas: • • • Cargas sólidas. etc. plásticas ou de papelão. como motores de grande porte que necessitam de lubrificação de mancais. entre outros cuidados. Independentemente dos modais a raiz da questão da escolha está diretamente associada às características físicas das cargas ou mercadorias. componentes ou sistemas que necessitam ser mantidos energizados ou que precisam de controle constante. no ambiente de depósito devem ser tomados todos os cuidados para não só manterem-se os equipamentos energizados. nesses casos. Portanto. Cargas acondicionadas em bags ou outros meios de contenção para cargas à granel. Assim.Não se pode ignorar que quanto maior é a quantidade de manuseios da mercadoria maiores são as possibilidades de existência de danos aos bens. Containers pressurizados ou climatizados. Pallets metálicos. Caixas de madeira. uma partida de frutas da estação não podem ficar longos períodos sem estar em ambientes climatizados. Carga a granel disposta no meio de transporte.. em grande parte. do giro dos eixos para que não haja empenos. As formas de como as cargas podem ser acondicionadas são: • • • • • • • • Tambores metálicos. . Outra questão crucial é a que contempla os transportes após o recebimento das cargas pelos clientes. líquidos ou gases. enquanto estiverem armazenados. Um exemplo interessante é o que trata de equipamentos. Cargas sem embalagem. Isso se dá. devido às atividades de estiva. Depois que a mercadoria chega ao seu destino deve ser dado a ela idêntico tratamento. de maneira a preservá-la até a sua aplicação ou comercialização. Cargas líquidas. Cargas gasosas. assim como para evitar que incêndios venham a ocorrer. Para tal.

as características das cargas. sendo bombeados diretamente nas formas. As causas básicas podem ser definidas através de pesquisas e análises dos acidentes. alguns dos quais podem ser redundantes. nessa fase. onde serão acondicionadas as ferragens e o concreto. mais de um fator pode ter contribuído para a ocorrência de um acidente ou um incidentes. são necessários materiais. em vista dos volumes de materiais empregados. em uma atividade de içamento conjugada com a movimentação. sem que a carga tenha ido ao solo. o rompimento de uma eslinga. CAUSAS BÁSICAS DOS ACIDENTES ENVOLVENDO A MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS Vários são os aspectos a serem observados nas atividades de transporte de cargas. em concreto armado. são preparadas no canteiro de obras as fôrmas de madeira ou metálicas. que aglomerados. para acelerar-se o processo de construção. sem se distinguir. O concreto pode chegar em betoneiras e seu lançado por bombas. ou seja. A relação das causas básicas é a apresentada a seguir: Causas básicas Rompimento de lingadas Mau dimensionamento dos pesos e dispositivos de içamento Tombamento do veículo transportador Irregularidades no piso Movimentação em função do vento Balanço excessivo em função dos desníveis de terreno Quebra da lança de içamento do equipamento de guindar Falhas operacionais Falhas no planejamento das atividades Quebra dos acessórios de içamento da carga Defeito de materiais Quebra dos pontos de amarração Quebra dos pontos de pega Rompimento das embalagens Queda do material transportado por má estiva Dimensionamento inadequado do centro de gravidade % acidentes 55% 30% 15% 25% 10% 15% 5% 40% 35% 20% 65% 10% 10% 45% 20% 15% . Assim. As ferragens podem chegar em carretas e cortadas e preparadas no canteiro de obras.Em função das características físicas das cargas e das formas de como são acondicionadas. ou já virem prontas do fornecedor. são definidas as estratégias de transporte. misturados e posicionados possibilitam que a estrutura seja erigida. por exemplo. Em uma obra civil. para a montagem da estrutura da construção. Neste paper utilizou-se como base para a análise uma listagem de 221 acidentes de transporte de cargas. como por exemplo.

Existência de protuberâncias. extremidades e ressaltos. Centro de gravidade do conjunto. que possibilitam obter-se alternativas mais seguras. Possibilidade de modularizar-se o transporte. O planejamento deve contemplar não só a própria atividade do transporte. que podem ser pontos de contato com objetos durante o transporte. Mas. Para movimentações com cargas de grandes dimensões e peso deve-se utilizar modelos de simulação em 3D. no estudo: • • • • • • Dimensões. como também o ambiente onde essa atividade se desenvolverá. avaliando-se. A carga transportada deve ser observada como um todo. pode-se simplificar essa análise em alguns tópicos. deve ser planejada. . por mais simples que seja. • Utilização de lingadas com coeficiente de segurança maior ou igual a 5. como a saber: 1.Impacto contra objetos fixos ao longo do caminho Impacto contra objetos móveis 25% 20% RISCOS NA MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS Os principais riscos que devem ser avaliados para a realização devem ser extraídos da planilha apresentada anteriormente. Toda a atividade. Peso. 2. Centro de gravidade do componente de maior peso.

deve existir um meio seguro de comunicação com as pessoas. 5. 3. Proximidade da movimentação de outras cargas. • • Verificação se todos os componentes do meio de transporte. Possibilidade do equipamento de transporte ficar parado por razões técnicas. Possibilidade de a carga ser deixada sobre calços caso haja ventos com velocidade superior a 15km/h. Especial atenção deve ser dado a trechos do percurso com curvas ou com mudança do alinhamento da estrada. como apresentado em algumas fotografias anteriores. Inspeção de todo o material empregado na atividade. com mais de 30 metros. a quem todos devem se reportar. principalmente se a carreta for longa. devem ter sistema de comunicação segura. Obstruções a serem ultrapassadas. assegurando-se que haja uma folga mínima entre a capacidade do mesmo e o peso da carga superior a 3. já que há transportes com vários equipamentos envolvidos. . Toda a atividade de movimentação de cargas de grandes dimensões ou pesos deve ter APENAS UM RESPONSÁVEL. Irregularidades do piso. Proximidade de linhas elétricas. Definição do meio de transporte. Existência de guias ou de pontos de conexão com outros elementos. Inspeção de todos os pontos. Assim. Avaliação do percurso. O operador do equipamento ou operadores.• • • • Existência de pontos de pega ou de amarração das lingadas. • • Local onde a carga será depositada. cabos e todos seus acessórios. Existência de aclives ou declives. sem que haja o estorvo na circulação dos demais veículos. podendo ser a causa de um acidente. Movimentação de pessoal sob a carga. já que as sinalizações habituais por gestos podem ser mal interpretadas ou entendidas. verificando: Possíveis pontos de contato. TODOS os envolvidos na operação são importantes e necessários. Restrição quanto à largura. 4. suas conexões e soldas.

sinalizar e apoiar as operações de movimentação de carga. objetivando sempre.Elaborar em conjunto com o setor de produção.RESPONSABILIDADES Da Gerência de Montagem Eletromecânica − Selecionar pessoal com experiência comprovada em movimentação de cargas para atuar no empreendimento. − Acompanhar e fiscalizar a execução pela equipe de movimentação de carga da realização dos relatórios de manutenção de equipamentos e de inspeção (Check-List). Da Supervisão / Coordenação de Planejamento e Controle . − Elaborar em conjunto com a Gerência de Planejamento. o plano de rigging específico para cada içamento. − Executar as movimentações de cargas seguindo as instruções deste procedimento e do plano de rigging específico para cada trabalho. − Verificar as condições dos acessórios utilizados nas operações de movimentação de cargas e içamentos. o plano de rigging específico para cada içamento. conforme definido neste procedimento. − Manter as máquinas sob rigorosa manutenção mecânica. Da Coordenação de SMS − Acompanhar. conforme definido neste procedimento. − Executar relatórios semanais de manutenção de equipamentos e de inspeção (Check-List). . a total segurança das operações. equipamentos ou materiais. Da Supervisão / Coordenação de Produção / Manutenção − Todos os operadores de máquinas de elevação de cargas e sinaleiros (riggers) devem estar treinados e usar credenciais (habilitação para a função). seja para pessoal. − Verificar as condições dos acessórios utilizados nas operações de movimentação de cargas e içamentos. incluindo-se a lubrificação.

não sendo permitida a passagem de pessoas sob cargas suspensas. d) Verificação se as condições ambientais estão adequadas às operações programadas. • • Execução em condições ambientais adversas. como não nivelamento do terreno no trajeto do guindaste. . freios e cabos de tração. olhais. Subdimensionamento dos acessórios de levantamento (manilhas. sendo substituído quando apresentarem mais de 10% de fios partidos em um mesmo trecho. i) Os estropos deverão estar em bom estado. g) A operação de levantamento será conduzida por um Supervisor de “rigger” qualificado pelo. especialmente com redes elétricas aéreas. estaqueamentos e demais variáveis. h) A área da operação deverá ser isolada com cordas e sinalizada. • Preparação inadequada da operação. etc.). ventos fortes. j) As manilhas. à noite. içamento.Riscos envolvidos O levantamento de cargas pode causar acidentes devido a ocorrência das seguintes falhas: • • • Desconhecimento ou sub-avaliação das cargas: Deficiência ou falha mecânica do equipamento de levantamento de carga. e) Verificação de possíveis interferências com as cargas ou com a lança do guindaste. posicionamento das cargas. cabos. roldanas. c) Verificação das condições do terreno e da necessidade de “mats”(dormentes). dispensando-se especial atenção aos mecanismos de direção. especificação dos acessórios. os olhais e outros acessórios deverão ser empregados em conformidade com o projeto. Falha humana. Medidas prevencionistas Os seguintes pontos deverão ser observados nas operações de levantamento de cargas: a) Conformidade da locação e configuração dos guindastes. cintas metálicas/sintéticas etc. sendo vedado o seu uso quando apresentarem deformações e trincas visíveis. b) Verificação prévia dos equipamentos utilizados no levantamento. f) Os guindastes somente poderão ser operados por pessoas habilitadas e autorizadas pelo.. com relação ao plano de “rigger”.

ou seja. n) Os operadores de guindaste deverão portar as tabelas de capacidade de seus equipamentos. Rádio portátil RISCOS ASSOCIADOS O transporte de uma carga é representado pelo deslocamento da mesma seguindo um roteiro e uma rota com um objetivo específico. . Bota de segurança. Capacete de segurança. reduzindo assim os cronogramas finais de produção.k) Toda espia deverá ser sinalizada com bandeirolas. simultaneamente. Luvas de couro (para “riggers” que manusearão estropos de aço). Cintos de segurança (para “riggers” que estejam trabalhando em altura). l) Não será permitida a subida de pessoas sobre a carga içada. As formas de transporte são ditadas não só pelo tamanho ou dimensões das cargas. óculos de segurança. No caso de travessia em vias de tráfego obrigatório. m) Os levantamentos de cargas não deverão ser executados sob condições de chuva e ventos fortes e durante a noite. para preparar o produto para ser conectado a outros ou aplicar o produto em um local de destino. o produto final é fabricado em partes. o) O código de sinais deverá ser perfeitamente conhecido pela equipe de “rigger” e operadores de guindastes. Em atividades industriais há uma natural tendência de que as partes a serem movimentadas sejam produzidas e aplicadas em paralelo. em uma mesma fábrica ou fábricas distintas. urgências no deslocamento das mesmas ou necessidades outras como a de conexão entre seus vários componentes. O transporte pode servir para se posicionar em um mesmo local os vários componentes do produto. como também seus pesos. ou seja: • • • • • • Uniforme padronizado. Medidas prevencionistas A equipe de campo envolvida nas operações de levantamento de carga deverá utilizar o EPI obrigatório. deverão ser sinalizadas por meio de luzes. evitando-se interferências com outros veículos e guindastes.

se em local definitivo ou não. entre outras. Parece até que essas palavras encontram-se inscritas no vocabulário gravado na mente das pessoas. Quais são os fatores de riscos que podem surgir durante a movimentação das cargas? Os riscos dependem de vários fatores como. quase sempre provocados por ventos fortes que balançam os cestos ou gaiolas. h) Forma de posicionamento da carga. imprudências. Seguidamente ouvimos ou assistimos cenas envolvendo o transporte. São rotuladas como causas: imperícias. pesquisas e avaliações de atividades. e) Acondicionamento da carga. onde as cargas passam a ser enormes equipamentos. Quando se menciona transporte de cargas. negligências. quase sempre se associa a atividade a ambientes industriais. a pessoas ou a bens patrimoniais. quando realizando serviços em linhas aéreas. baseados em nossos estudos. b) Peso da carga transportada. f) Trajeto percorrido pelo veículo transportador. de modo geral. existência de fios elétricos.Os riscos associados ao transporte de cargas podem significar perdas às próprias cargas transportadas. Há muitos incidentes nesse tipo de deslocamento. g) Capacidade de suporte do piso por onde transitará a carga e o veículo. Neste paper iremos tratar de forma prática as questões que envolvem os riscos associados a transportes de cargas. seja em transporte público. Más uma das cargas mais importantes ou preciosas. projeção de construções. que muitas vezes são transportadas são os seres humanos. d) Grau de manipulação da carga durante o transporte. onde imperícia. Apesar de apresentarem significados distintos quase sempre se encontram associadas às tragédias. Quando os cestos chegam a se chocar contra o costado das embarcações os operários ali embarcados podem se soltar e cair no mar. ou se deslocando de embarcações de apoio para os conveses dos navios ou de plataformas. por exemplo: a) Dimensões da carga transportada. . QUESTÕES RELEVANTES 1. de alturas que podem chegar a 20 ou 30 metros. imprudência ou negligência foram fatores preponderantes. e os acidentes. ou em cestos. existência de outras cargas depositadas no caminho. c) Capacidade e dimensões do veículo de transporte. i) Obstruções que possam representar obstáculos nas passagens. que precisam ser movidos por várias razões e meios. como desníveis de piso.

3. que levem em consideração aspectos como: gravidade. é que essas considerações se dêem por ocasião da montagem do canteiro de obras. Se as cargas vierem de fabricantes externos. rios ou mares ou aereamente. O importante.2. através de embarcações. Quando a capacidade de suportação do solo é baixa pode-se: fracionar a carga (o que é custoso e demorado). como o rompimento de pontos de pega. Quais são os modais de transporte? As cargas podem ser transportadas manualmente. É bom ressaltar que uma solução adotada para uma carga de 50ton não necessariamente deve ser a mesma de uma carga de 5. através de equipamentos simples sobre rodas (carrinhos) ou trilhos (vagonetes). a qual contemple cada um dos riscos elencados acima. horários de liberação de trânsito. Como pode ser elaborada a análise de riscos? A análise de riscos pode e deve ser elaborada através de um plano de rigging. através de canais.000ton. a avaliação deve contemplar aspectos como altura útil de viadutos e passarelas. estivar o caminho por onde trafegará o equipamento ou empregar equipamentos com base de contato com o solo maiores. urgência e tendência. capacidade de suporte da pista de rolamento. apoiado em uma lista de verificação. entre outros métodos. ou de cabos de suportação e seus acessórios. Para cada um dos riscos devem ser avaliadas as conseqüências e as alternativas mais acessíveis. Que tipo de acidentes/sinistros pode ocorrer? Nessa área os acidentes podem ser devidos a vários problemas. Existe alguma ferramenta de análise decisória para definir-se qual a melhor proposta em termos de segurança no transporte? Sim. Um guindaste sob pneu que tem mais mobilidade e é largamente empregado para cargas abaixo de 100ton não deve ser adotado para cargas maiores.1 Generalidades . como a substituição de pneus para lagartas. impacto com objetos fixos ou móveis e outros. pavimentadas ou não. sobre rodas ou lagartas em rodovias. todavia. DESCRIÇÃO – PLANO DE RIGGING 5. entre outros aspectos tão ou mais importantes. modelos de análise de decisão. pode-se desenvolver métodos de série de riscos e série de eventos. A primeira e mais importante é a da análise do histórico de ocorrências de acidentes com carregamentos semelhantes. 5. As conseqüências são inevitavelmente o dano às cargas transportadas. Afora essa. 4.

5. c) Antes de um levantamento alguns cuidados deverão ser tomados. c) A classificação quanto ao tipo de equipamento justifica-se pelos aspectos comuns de operação existentes dentro de cada grupo de equipamentos. − Verificar a água de radiador. Os cabos serão substituídos quando: . a possibilidade de se estabelecer procedimentos seguros de trabalho agrupados em função da divisão adotada.a) Os equipamentos de movimentação de materiais. deverá ser rigorosamente cumprido. − Nível do óleo de transmissão. assim. − Nível de combustível. − Nível do óleo hidráulico. estropos e cintas serão inspecionados no ato do recebimento e em todas as vezes que forem utilizados. b) No decorrer da obra o plano de manutenção do Contratada proprietária do equipamento. − O equipamento deve estar limpo. neste plano designados por equipamentos de transporte e levantamento de cargas. tais como no mínimo: − Um exame visual no aspecto geral do equipamento. − Verificar o nível do óleo do motor. b) A classificação quanto ao mecanismo de transporte é necessário porque determina a atuação do operador no que se refere ao controle de operação. − Verificar as condições de freio de carga. conforme o respectivo plano específico de manutenção.2 Condições Especificas Inspeções Todos os equipamentos e dispositivos empregados na movimentação de carga serão inspecionados conforme definido a seguir: Guindaste a) Todos os guindastes e guinchos que chegam na obra deverão sofrer inspeção no ato do recebimento. proporcionando. Estropos e Cintas Todos os cabos. Cabos. podem ser classificados segundo o seu mecanismo de transporte e o tipo de equipamento.

utilizando os mesmos critérios previstos. corrosão. deve ser adotado o critério fixado através de normas. deterioração da alma de fibra. O diâmetro deve ser medido como recomendado e apresentado em figura ao final. Quando houver um ou mais arames partidos numa distância de 5 x D (diâmetro externo do cabo) de um acessório instalado (presilha. acessórios danificados ou com desgaste excessivo. tais como ruptura da alma de aço. Inspeção das Costuras A seção costurada do cabo deve ser eliminada e uma nova costura deve ser realizada se forem encontrados arames partidos ou gastos. no trecho mais danificado. achatadas. Proceder à inspeção visual utilizando dispositivos específicos ou inspeção eletromagnética conforme norma aplicável.Arames Partidos Deve ser substituído um cabo em serviço. baleeiras e outros equipamentos que envolvam riscos operacionais. corrosão com ruptura de outros arames não visíveis com facilidade. dobras puxadas para fora. NOTA: Não se admite costura em cabos de aço para guindastes. forração folgada e outros defeitos. pernas soltas. soquete ou outro). Redução no Diâmetro do Cabo O cabo deve ser substituído quando houver uma redução de 10 % no valor de seu diâmetro nominal devido a alterações estruturais. mordidas ou com folgas excessivas. Qualquer evidência de arames partidos no interior do cabo indica uma condição anormal possivelmente devido à fadiga. estiver acima dos limites mostrados na TABELA A-1 do ANEXO A. Caso seja observado o destrançamento da perna o cabo deve ser substituído ou a conexão da extremidade deve ser refeita para reajuste do passo. Deformação tipo “Saca-Rolha” . Avaliar o número de arames rompidos conforme procedimentos recomendados pelos fabricantes. quando o número visível de arames rompidos. Inspeção das Pernas O cabo deve ser substituído ou a conexão da extremidade refeita sempre que forem encontradas pernas esmagadas. desgaste abrasivo externo ou corrosão externa.

Lubrificação dos Cabos Antes de ser efetuada a lubrificação. O emprego de cintas de amarração tem sido cada vez maior. desgastes localizados e avaria por calor (queima por maçarico ou por arco elétrico). cortes ou avarias. Esta deformação deve ser medida sem carga. Caso a película de lubrificante não esteja uniforme e contínua. este defeito pode implicar em um aumento de desgaste e ruptura de arames. dobras. aplicar nova película. − Não utilizar cintas danificadas. vergalhões e cargas de cantos arredondados. Apesar de não implicar em perda de resistência do cabo. − Somente empregar cintas que possuam etiquetas indicativas da fabricação e do peso limite para utilização. . − Os pontos de posicionamento das cintas na carga devem ser iguais ou maiores que a largura das próprias cintas. Quando o valor de x representado e medido no ponto mais desfavorável for superior a 1/3 do diâmetro nominal do cabo esta região deve ser monitorada para avaliação de aumento de desgaste e ruptura de arames. com início de rupturas. protuberâncias no cabo ou na alma. pode transmitir uma oscilação durante a movimentação do cabo. deve ser realizada correta limpeza na superfície do cabo. se severa. Corrosão severa determina a substituição do cabo. Outros Defeitos Substituir o cabo quando forem detectados os seguintes defeitos: gaiola de passarinho.Na deformação tipo “saca-rolha” o eixo do cabo assume a forma helicoidal. principalmente pelo fato de que as cintas deformam menos as cargas transportadas e são mais indicadas para a movimentação de tubos. A graxa de uso geral em cabos de aço deve ser de base asfáltica. Verificar o estado de lubrificação do cabo. Como alternativa o cabo pode ser mantido em serviço desde que seja removido o trecho comprometido do cabo. Após um longo tempo de serviço. esta deformação. Corrosão Verificar o estado de corrosão do cabo executando inspeção visual ou executar inspeção eletromagnética conforme norma aplicável. evitando-se o uso de produtos que contenham enxofre.

− cores específicas para o reconhecimento da capacidade máxima de elevação. − Se a empilhadeira está devidamente lubrificada. através da Inspeção de veículos. As cintas devem ser examinadas a cada levantamento. o operador deve verificar: − Os níveis de óleo. − Evitar colocar mais de um par de cintas no mesmo gancho. a fim de se evitarem falhas durante a operação. b) Todos os controles da máquina devem ser testados antes do início dos trabalhos. − fator de Segurança 7:1. etc. de combustível e de água na bateria e no radiador. otimizar o trabalho e preservar a vida útil do equipamento. − Se os freios e dispositivos de frenagem estão em bom estado. − código de rastreabilidade para a identificação do fabricante. garfos.. − Ao descer a carga. correntes. − ensaios de resistência a cada número de cintas produzidas realizados pelo fabricante. telefones para contato e outros dados). Os itens obrigatórios para as cintas de amarração são: − etiquetas de identificação (nome do fabricante. cabos de aço. . verificar se o total do peso está bem distribuído em relação aos vértices das cintas. − A operação de elevação e descarga deve ser suave e balanceada para evitar acidentes. − A existência do extintor de incêndio da empilhadeira e sua condição de uso. − Se há algum vazamento. Empilhadeira As condições mínimas de segurança a serem atendidas para a realização segura das atividades de transporte são: a) Efetuar com as empilhadeiras somente os serviços autorizados pela supervisão. máquinas e equipamentos. − Ao elevar qualquer carga com mais de uma cinta. c) Antes de cada jornada de trabalho.− Não posicionar as cintas em cantos vivos ou cortantes. − O estado dos suportes. colocar calços sob a mesma para evitar o contato direto com o piso e facilitar a remoção ou colocação das cintas. − A inspeção prévia do equipamento é fundamental para a segurança dos trabalhos. − certificado de capacidade da cinta de elevação comercializada.

deve-se desligar o motor da empilhadeira. Esta prática é expressamente proibida. elevá-la até a altura necessária. As indicações inscritas na placa de carregamento na empilhadeira devem ser obedecidas. − Informar ao pessoal de manutenção a ocorrência de qualquer defeito ou comportamento anormal da empilhadeira. antes de iniciar a operação.d) Durante a operação. Certificar-se de que as cargas estão perfeitamente equilibradas. e) Quando for depositada a carga sobre uma pilha. o operador deve: − Colocá-la em estacionamento próprio e/ou em local onde não obstrua a passagem de máquinas ou de pedestres. devem ser obedecidas as seguintes orientações: a) b) A carga prevista para a empilhadeira não pode ser excedida em hipótese alguma. garfos e demais acessórios são apropriados e se estão em bom estado. o operador deve: a) Verificar se as caixas. o operador deve permanecer em posição correta no assento próprio da empilhadeira pronto para atender a qualquer manobra que seja solicitada. seja adicionando-se um peso extra ou fazendose subir pessoas na parte traseira da máquina. amarradas e calçadas sobre os suportes. d) Avançar totalmente o garfo por baixo da carga levantá-la ligeiramente e inclinar imediatamente a torre de elevação para trás. e) Em caso de paradas longas durante o serviço. b) c) Certificar-se de que as cargas estão em bom estado. antes de iniciar a operação. − Baixar o garfo sobre o piso. antes de abandonar a empilhadeira. A capacidade de carga de uma empilhadeira diminui quando esta distância aumenta. mediante freio de estacionamento ou outros recursos disponíveis. avançar lentamente a empilhadeira até que a carga se encontre em cima (na projeção) do local de . Para o carregamento. g) Jamais usar o equipamento para transportar ou guindar pessoas. − Manter imóvel a empilhadeira. não se podendo movimentar uma carga sem se conhecer à distância entre o centro desta carga e a face dianteira do garfo. c) O valor do contrapeso não pode ser aumentado. para evitar qualquer risco de escorregamento e queda. − Desligar o motor e retirar a chave de contato. f) Ao terminar os trabalhos. desde que não haja carga suspensa. Para uma movimentação eficiente e segura de cargas.

valendo-se. g) Conduzir a carga lentamente. quando necessário. as Seguintes Instruções: a) Olhar sempre na direção do percurso. exigindo. Uma Movimentação de Cargas Segura e Eficiente por meio de Empilhadeiras Somente é Possível se o Operador Observar. um auxiliar para orientação das manobras. l) Proibido transportar pessoas nas empilhadeiras. escorregadio ou irregular. se possível. b) c) Verificar a existência obrigatória de espelho retrovisor apropriado. p) Jamais operar a empilhadeira com as mãos úmidas ou sujas de graxa. a não ser em caso de absoluta necessidade. no Mínimo. Observar e respeitar a sinalização existente. f) Todo e qualquer material empilhado deve obedecer a um tratamento com calços adequados ao tipo de material. j) Evitar fazer curvas ou manobras em rampas. h) A utilização simultânea de duas empilhadeiras para transporte de cargas pesadas ou de grande extensão. quando necessário. principalmente se for de grande dimensões e pouco estável. conservando uma boa visibilidade e utilizando. i) Providenciar a colocação de placas de sinalização quando for executar serviços nas ruas ou área com grande movimentação de pessoas não envolvidas diretamente com o serviço. onde se deve tomar o cuidado de calçar as rodas da empilhadeira. É uma manobra perigosa. Esta manobra só pode ser efetuada excepcionalmente e na presença do responsável pelo serviço de empilhadeiras. e) f) Evitar arrancadas e freadas bruscas. h) Evitar buracos ou ressaltos que possam fazer a empilhadeira tombar. nem sobre as cargas. g) Durante a operação. salvo em casos excepcionais. n) Não efetuar transporte de cargas que devem ser conduzidas por caminhão. por isso. k) Não estacionar em rampas. . Manter a área em serviço isolada com cones ou fita zebrada. o) Não ultrapassar outra empilhadeira e/ou guindastes em movimento. impedir a passagem ou permanência de pessoas sob a carga. em boas condições de visibilidade e após haver buzinado e com acompanhamento de batedor. m) Não empurrar veículos. e conforme análise de risco. Ficar atento com relação à carga. frear a máquina e depositar lentamente a carga. vagão ou guindaste. da inclinação da torre para frente. precauções particulares. em caso de deslocamento sobre terreno úmido.empilhamento. d) Diminuir a velocidade e buzinar em locais com maior movimentação de máquinas ou pessoas.

Movimentação de Cargas . podendo utilizar um ajudante. d) No local destinado à manutenção de equipamentos móveis devem existir materiais apropriados para eliminar. sendo a carga mantida para trás. de marcha à ré. do ambiente de trabalho. o operador deve permanecer em posição correta de trabalho fora da cabine do caminhão. Para o Carregamento. Caminhão Munck a) Somente os serviços autorizados pela supervisão podem ser realizados com o caminhão munck. isolado e sinalizado. d) Devem ser observadas as normas sobre movimentação de cargas existentes no canteiro de obra. e) Durante a operação. f) Devem ser evitadas paradas bruscas durante as operações do levantamento e abaixamento e movimentação horizontal da carga.q) Transitar sempre que possível com a carga abaixada (aproximadamente a 50 cm do solo) e inclinar a torre de elevação o máximo. para trás. b) Deverá ser inspecionado e testado. o comando do munck fica fora da cabine e o operador deve se posicionar de forma segura com relação à carga. j) Os estropos e cintas devem estar em perfeitas condições de uso. r) A descida de rampas deve ser efetuada. resíduos de produtos lubrificantes e combustíveis. i) No caminhão munck. treinado para auxiliar na estropagem e movimentação de cargas.0 toneladas. c) Devem ser destacados profissionais para usar o estropo na carga e uma única pessoa para trabalhar como sinaleiro. Seguir as Orientações: a) A capacidade de carga do munck é limitada em 3. c) Toda e qualquer manutenção deve ser feita de acordo com as normas de segurança existentes no canteiro de obra no local apropriado. h) O operador deve conhecer e respeitar as normas de segurança sobre trabalhos com caminhão munck. recebendo treinamento específico com antecedência. conforme o formulário do procedimento de “Inspeção e Procedimento de Segurança na Operação do Munck” e do de ”Inspeção do Caminhão Munck”. antes do início de cada expediente. em princípio. b) O operador não deve efetuar reparo ou regulagem no equipamento. g) Na cabine devem ser instalados extintores de incêndio apropriados (de dióxido de carbono ou de pó químico) mantidos em perfeito estado de conservação e funcionamento.

Todo serviço de movimentação e levantamento de cargas deverá conter uma Programação de Trabalho. Para tanto. n) o) Os levantamentos de cargas pesadas devem ser evitados em dias de chuva e/ou ventos fortes. permanecer ou transitar sob a mesma. que habilitem tais estudos.Nas Operações de Levantamento de Cargas. O operador da máquina deve ter contato visual. mecanismo de direção. i) j) k) l) Somente iniciar a movimentação. especialmente no içamento de peças pesadas. Sempre que necessário. c) Periodicamente será realizada rigorosa manutenção dos guindastes. deve ser utilizado rádio para garantir a comunicação entre ele e o sinaleiro. s) As movimentações de carga devem ser feitas precedidas da APR e da PT. com a máquina adequadamente patolada e aterrada. devem ser iniciados tão logo comecem os trabalhos do dia. devem ser Observados os Seguintes Pontos: a) Estudo criterioso de levantamento constituído de desenhos com as características da máquina. f) A condição do terreno definirá. da carga a ser levantada e dos estaiamentos quando necessário. em função das máquinas. A operação de levantamento será dirigida por elemento responsável. p) Todos os levantamentos. o Contratada deverá contar com informações fornecidas pela contratante. para melhor proteção do equipamento que estiver sendo içado. q) r) Ninguém deve subir na carga em levantamento. habilitado e devidamente autorizados. d) Periodicamente os cabos de aço em serviço devem ser inspecionados. Não se deve movimentar a máquina. com o sinaleiro. cabos de tração e dispositivos de segurança. de modo a terminar antes de anoitecer. a fim de que sua substituição seja determinada antes de apresentarem perigo de ruptura. e) Sempre que necessário os cabos de aço serão revestidos. auxiliado por pessoal devidamente treinado. após se assegurar que a carga está bem amarrada. . Caso não seja possível. m) Os sinais convencionais serão feitos por uma única pessoa devidamente treinada e identificada previamente pelo guindasteiro (rigger). fornecida pela Coordenação de SMS. com cargas suspensas. uma equipe de segurança do trabalho acompanhará as operações de levantamento de cargas. b) Os guindastes só poderão ser operados por pessoal treinado. dispensando-se especial atenção aos freios. Somente movimentar cargas. g) h) Toda área de operação deverá ser isolada e devidamente sinalizada. a utilização ou não de "mats". que por sua natureza sejam demorados.

Consistem em plataformas com rodas e um timão direcional. exige operador especializado. devem ser executadas em horário quando seja possível garantir a ausência de pessoal nas áreas adjacentes. para evitar o balanço e guiar a carga durante o içamento. • Dispositivos para Movimentação de Barris: utilização limitada. deve ser utilizado um “cabo guia”. u) Ao término da movimentação de carga. exigem mão-de-obra. que podem até emitir ordens de transporte e recolher ou descarregar cargas automaticamente. diminui a mão-de-obra. . • Empilhadeiras: podem ser elétricas ou de combustão interna (verificar ventilação). exige pouca largura dos corredores. Opera cargas não paletizadas. visando prevenir danos e riscos aos materiais e também para o pessoal de operação são as indicadas a seguir: • AGV (Automatic Guided Vehicles): São utilizados desde 1950 podendo carregar até 100 toneladas. versátil. manutenção quase inexistente. O veículo pode ser motorizado ou não. construção pesada. exige paletização de cargas pequenas. • Carrinhos: São os equipamentos mais simples. Movimentação de Cargas Leves As sistemáticas mais adequadas de movimentações de cargas consideradas “leves”. alcança locais de difícil acesso mas apresenta a desvantagem de exigir espaço e ser lento. São usadas quando o peso e as distâncias são maiores (se comparadas com o carrinho) As mais comuns são as frontais de contrapeso. As desvantagens deste sistema são o custo e manutenção elevados. baixa velocidade e produção. Vantagens: livre escolha do caminho. Elimina a necessidade de paletização. segurança ao operário e à carga. o isolamento físico deverá ser recolhido imediatamente.t) Nas movimentações de carga. • Mesas e Plataformas Hidráulicas: usadas basicamente na elevação da carga geralmente em conjugação com outro equipamento ou pessoa. que necessitem de grandes áreas de isolamento. mas bastante útil para este tipo de material. possuindo microprocessadores e gerenciadores de sistema. • Guindastes: usados em pátios. Possuem vantagens como baixo custo. Desvantagens: Capacidade de carga limitada. com os mais variados tipos de sensores e até por rádio-freqüência. Os AGVs modernos são controlados por computador. Existem diversos modelos. v) As movimentações de cargas especiais. portos e oficinas de manutenção. versatilidade. Desvantagens: retornam quase sempre vazias.

Tubos. evitando-se danos à pintura.• Palleteiras: Carrinhos com braços metálicos em forma de garfo e um pistão hidráulico para a elevação da carga (pequena elevação). • Plataformas de Carga e Descarga: utilizadas no recebimento e na expedição de mercadorias. Os mesmos devem obedecer às normas de segurança. presos na viga e no estropo do içamento. Quanto à trincas. no sentido longitudinal. facilitando o trabalho. Peças Pintadas ou Revestidas Todas as peças pintadas ou revestidas serão movimentadas com cintas ou estropos revestidos com borracha. As palleteiras podem ser motorizadas ou não. sendo inutilizadas quando este for superior a 10% do diâmetro do pino a da região de curvatura. Chapas Para as chapas maiores. Anilhas e Grampos Deverão ser inspecionados quanto ao desgaste. bem como as manilhas e demais materiais para içamento. Geralmente são fixas. deverão ser feitos exames de líquido penetrante ou partícula magnética e quando estas apresentarem irregularidades serão inutilizadas . utiliza-se um dispositivo composto de uma viga I. enforca-se com o uso das manilhas e olhais opostos no gancho do guindaste. É necessário ter-se o cuidado em proteger os estropos com os quebra cantos. com 02 (dois) cabos nas extremidades. Cantoneiras e Tubos de Andaime As movimentações de tubos devem ser feitos com um par de estropos ou cintas. evitando-se assim o empeno da chapa e o deslize do gancho. Os estropos serão posicionados corretamente nos pontos determinados para as pegas. Vigas Metálicas As vigas metálicas ou qualquer peça que tenha cantos vivos terão um tratamento especial.

parafusos. − A Área deve ser isolada com tela às pessoas estranhas. deixando apenas uma passagem para o operador. Verificar se as roldanas giram livremente e se não apresentam folga.40m de altura. observar se não existe um desgaste no canal.2 Deve-se tomar as seguintes medidas. tais como: rede elétrica.5 2. quanto ao aspecto de segurança. para movimentação de cargas: Todas as operações devem ser realizadas. observar as seguintes distâncias mínimas exigidas: Voltagem (kV) até 6. Para o caso da rede elétrica.2 4. − A Área de ação do Guindaste deve ser isolada com tela na cor laranja com 1.7 3. sarjetas.6 – 11 11 – 50 50 – 66 66 – 100 100 – 138 Distância (m) 2.6 6. − A movimentação de carga deverá ser o mais próximo do solo possível. Segurança nas Operações com Guindastes Particular atenção será dispensada para estudos de interferência. Roldanas danificadas deterioram rapidamente os cabos. etc. com o guindaste devidamente aterrado à malha terra da obra. travas.Moitões Os moitões e roldanas serão inspecionados verificando pinos de conexão.6 5. Esse isolamento deve ser feito ao redor do guindaste.0 3. . etc. galerias subterrâneas. arruamentos.

− Não permitir que a carga passe por cima de pessoas. protetor auditivo. − A tabela de carga deverá estar à disposição do operador dentro da cabine e de domínio do rigger. − No caso de ocorrência ou possibilidade de descargas. utilizar quatro cordas : duas cordas para cada lado do equipamento. Apenas uma pessoa treinada (rigger) deverá sinalizar ao operador do guindaste. − Quando o terreno estiver mal aterrado. apenas um poderá usar o colete de cor verde.: Um na carreta e outro dentro da tubovia ou similar.− A carga deve ser guiada por duas cordas. deverá ser solicitada a “autorização de interdição de vias”. e em casos especiais. Em casos de haver a necessidade de dois Riggers em uma manobra. deve-se assegurar através de lista de verificação que o equipamento está em condição de uso. sinaleiro e responsável pela execução dos serviços. autorizando-os a executarem a atividade. óculos de proteção e luvas. − Todos os envolvidos nas operações de movimentação de carga. quando houver transposição de tubovia ou equipamento em operação. botina. − Antes do início da movimentação de carga. capacete com jugular. Só haverá a necessidade de dois Riggers com coletes de cor verde. seguir o procedimento de prevenção contra Descarga Atmosférica. assim como o plano de carga. para uma maior estabilidade. utilizar chapas nas patolas do guindaste. − Não deixar peças soltas sobre a carga a ser içada. Ex. junto ao cliente. − O Rigger e o operador de guindaste devem estar portando seus documentos válidos. pelo período necessário. ou instrução de paralisação oriunda do SMS. . − Não permitir içamento de carga junto com pessoas. responsável pela operação. − O içamento deverá ser feito com a mesa de giro destravada. a menos que seja utilizado sistema de comunicação sonora (telefone ou rádio). Os trabalhos não deverão ser executados sob fortes condições de vento e chuva. isto é: uniforme completo. devendo a atividade ser imediatamente paralisada quando do “alerta de risco”. Durante a execução dos serviços devem ser utilizados sinais normalizados entre operadores. − Se a operação for interromper alguma via. deverão fazer uso dos equipamentos de proteção Individual (EPI’s) básico. − O Rigger deve usar colete de cor verde para uma melhor identificação do operador. quando a distância entre eles for grande.

em função da altura. raio.0 m 56. posicionamento da peça. 18.Estudo de Rigging O estudo (plano) de Rigging será elaborado sempre que a situação de içamento ou movimentação da carga justifique.9 º TEREX Avaliação das medidas de distância (alcance do equipamento) . peso. etc.

Para a elaboração será observado criteriosamente os documentos de referência. a verificação da necessidade. a maior capacidade ocorre com a máxima angulação e proximidade da carga em relação ao centro de gravidade do equipamento. inclusive as vias de acesso. Quanto mais distante a carga se encontrar do centro de gravidade do equipamento menor será a capacidade de carga desse. a elaboração e distribuição dos referidos estudos. um item que é o mais representativo de todos é a capacidade de suportação do terreno. fica estabelecido que. Quanto menor for o ângulo entre a lança e o plano horizontal menor será a capacidade de carga do equipamento. tubulação enterrada ou outras posições que possam trazer risco a operação ou instalação. para todas as cargas acima de 10 t. industriais. cabendo aos setores de Planejamento e Produção.De acordo com a imagem a avaliação do alcance do equipamento destina-se a identificar a área de operação do mesmo em função de sua capacidade de carga. serão elaborados estudos de rigging. Entretanto. seja através de estiva seja com a compactação do mesmo. . avaliada considerando-se o peso da carga a ser movimentada. a capacidade de suportação do equipamento e a angulação e comprimento da lança. envelopes elétricos. Assim. Acessos dos equipamentos de movimentação de cargas O posicionamento final para içamento e movimentação dos guindastes de grande porte deve evitar que seja concentrada carga sobre galeria de águas pluviais. Se esse não for compatível com a movimentação o terreno terá que ser adaptado. De maneira geral. verticalização e coordenadas de posicionamento. interferência de giro.

“mats”. Desenhos / cálculo do plano de “rigging” O desenho do plano de rigging deverá conter no mínimo as seguintes informações necessárias a execução de operação: − Definição do guindaste. cabos.).).: acompanhamento topográfico. bem como as dimensões (altura / diâmetro). Os olhais e cabeços de içamento não serão verificados na obra com relação ao seu dimensionamento. − Capacidade do guindaste na situação proposta. − Configurações do guindaste (lança. etc. conforme o caso. As condições do solo no local da operação devem ser verificadas quanto a compactação. nivelamento e elevação. .). manilhas. guinchos. etc. − Posição da peça e do guindaste. Ocorrendo discordâncias a área de engenharia analisará e definirá a disposição. − Acessórios (estropos. esticadores.Verificações preliminares O cálculo para içamento das peças e equipamentos deve considerar o peso de projeto. visto que este cálculo foi executado pelo fabricante do equipamento. contrapeso. − Folga (%) capacidade em relação à carga. jib. dinamômetro. etc. − Peso da peça e acessórios. balanças. Deve ser verificada a concordância entre a furação das bases do equipamento e os chumbadores. madeiras. − Providências adicionais (ex. com e sem internos. − Raio de giro. moitões.

Os materiais para consumo deverão estar armazenados em área delimitada. A frente de serviço deverá possuir Kit de Mitigação.Estropos Manilha reta CONTROLE OPERACIONAL Os resíduos sólidos gerados para a execução dos serviços deverão seguir o que determina o procedimento Plano Diretor de Resíduos Efluentes (PDRE). O pessoal envolvido na execução do serviço deverá estar treinado no procedimento Plano Diretor de Resíduos Efluentes (PDRE). Os equipamentos à diesel deverão possuir um dispositivo de contenção. Deverá ser observado o procedimento Requisitos de SMS para Aquisição. quando ocorrer compra de produtos ou serviços. Os produtos químicos utilizados deverão possuir suas respectivas FISPQ (Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico) e deverão estar armazenados em local com contenção. O local de execução do serviço deverá permanecer limpo e organizado. RISCOS DE SMS .

Os riscos devidos às condições ambientais adversas podem ser devidos a: CONCLUSÃO Por fim. Rompimento da embalagem. uma atividade de transporte de carga é perigosa e pode apresentar complexidades que aumentam o grau de risco. qualquer balanço da carga pode significar pessoas mortas ou com graves lesões. Basta que o planejamento seja mal executado para que a probabilidade de ocorrência de acidentes cresça exponencialmente. Dimensionamento inadequado do equipamento de movimentação da carga. 8.As quedas das cargas transportadas podem ser devido às seguintes situações: 1. Outras causas mais. Imperícia do operador. Ventos fortes ou recalque do terreno. Em muitas dessas operações os trabalhadores devem se aproximar tanto quanto possível para o posicionamento de spinas ou parafusos de fixação. Nesses momentos. Somente devido a imprudência. quando as atividades são realizadas “para ontem” e quando há improvisos. 4. 6. 5. 2. Rompimento de cabos ou cintas. Isso costuma ocorrer quando a empresa não possui a adequada cultura de segurança. Os acidentes somente podem ser considerados como algo normal quando um ou vários procedimentos de segurança são descumpridos. Rompimento de pontos de pega. 3. imperícia e negligência na realização das atividades tem-se mais de 60% das ocorrências de acidentes. . 7. Mau acondicionamento da carga.

Tabelas de Cabos.REGISTROS Tabela A-1 – Número Máximo de Arames Rompidos – Anexo I. Figuras – Anexo II. Estropos. Manilhas e Acessórios. .

Figura .Anexo II .

ANEXO II – FIGURAS FIGURAS B-1 – ARAMES PARTIDOS .

) .ANEXO II – FIGURAS (CONT.

ANEXO II – FIGURAS (CONT.) .

ANEXO II – FIGURAS (CONT.) .

Defeitos nos cabos de aço .cabo com alma saltada Tipo de defeito – Dobra devido ao mau estado de conservação do cabo de aço .

Check List de Máquinas e Equipamentos .Tipo de defeito – Gaiola de Passarinho Anexo III .

PEDAIS / ALAVANCAS (FUNCIONAMENTO) 20 .INDICADOR ANGULAR DA LANÇA 36 .SAÍDA DE EMERGÊNCIA 58.MANÔMETRO 51 .LUZ (FREIO / LANTERNA / RÉ / ALERTA) 9 .RELATÓRIO DE INSPEÇÃO ( CHECK .SILENCIOSO / FUMAÇA ESCAPAMENTO 7.NÍVEL DO ÓLEO (MOTOR E TRANSMISSÃO) 26 .EMBREAGEM 25 .FREIO DE PÉ / MÃO 17 .FILTRO DE ÓLEO DO MOTOR 23 .PROTEÇÃO DE CORREIAS 47 .MACACO/TRIÂNGULO/CHAVE DE RODA 31 .CABOS DE AÇO 35 .PNEUS/RODAS OU ESTEIRAS 5 .CRACHÁ TREINAMENTO REDUC 4 .ABASTECIMENTO / TAMPA DO COMB.CONEXÕES 39 .SUSPENÇÃO / BORRACHAS CONDIÇÕES C NC N/A ÍTENS A INSPECIONAR 30 .RADIADOR (ÁGUA / TAMPA) 27 .MANUTENÇÃO PREVENTIVA 48 .ALARME SONORO DE RÉ 10 .VÁLVULA DE ALÍVIO 52 .PATOLAS (TRINCAS) 54 . REG.ISOLAMENTO DO EQUIPAMENTO 53 .LIMPADOR E ÁGUA DE PARA-BRISA 18 .LIMPEZA GERAL 57 .FREIO (GIRO/LANÇA/CARGA/DESLOCAMENTO) 24 .FARÓIS (ALTO E BAIXO / SETAS / LUZES 16 .LINHA DE VIDA / CINTO RETRÁTIL 43 .SISTEMA DE GIRO 34 .FILTRO DE AR 22 .BANCOS (ASSENTOS) 13 .CERTIF.LIST ) VEÍCULO / MÁQUINA / EQUIPAMENTO DATA: PARTICIPANTES : VEÍCULO PLACA : MOTORISTA / OPERADOR : LOCAL: _____________________________________ MÁQUINA CÓDIGO :______ EQUIPAMENTO MARCA / MODÊLO : PROPRIETÁRIO : HABILITAÇÃO ( RG.EXTINTOR DE INCÊNDIO 15 .BANDEJA DE CONTENÇÃO 45 .CONTROLE DE VAZAMENTOS 44 .COBERTURA PARA SOL E CHUVA 42 . ) : N° / / ÍTENS A INSPECIONAR 1 .ESTADO GERAL (CONSERVAÇÃO) 56 .ATERRAMENTO 33 .NÍVEL DE RUÍDO (FUNCIONAMENTO) 8 .PAINEL / VELOCÍMETRO (FUNCIONAMENTO) 19 .MAGUEIRAS 29 .BUZINA 11 .FITA REFLETIVA NA CARROCERIA 40 .TRAVAS DE SEGURANÇA (CALÇOS E PATOLAS) 37 .CRACHÁ INDICANDO FUNÇÃO 3 .ROLDANAS (DESGATE) 38 .SISTEMA ELÉTRICO 32 .TABELA DE CARGA 41 .RETROVISORES (INTERNO/EXTERNO) 6 .VIDROS / PÁRA-SOL 21 . 46 .PROTEÇÃO DA HÉLICE 28 .DIREÇÃO 12 .GANCHO (FIXAÇÃO / DESGASTE / TRAVA) 55 .ESTEPE 14 .INDICAÇÃO (CLASSE / PRESSÃO) 50 .INFORMAÇÃO DE CAPACIDADE MÁXIMA DE CARGA CONDIÇÕES C NC N/A .HISTÓRICO DE MANUTENÇÃO 49 . DO VEÍCULO (DUT) 2 .

NÃO CONFORME NA .CONFORME NC . Anexo IV .Calculo de eslingas Cálculo das cargas nas eslingas Cálculo das tensões nas pernas das eslingas . OU EQUIP.NÃO SE APLICA OBSERVAÇÕES : RECOMENDAÇÕES : SESMT GERENTE DE OBRA RESP. PELO VEÍCULO / MÁQ.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÕES : C .

Compr. Altura .

10 000 X 2O .

Cálculo da Tensão em cada Perna .

5 kg = .2 x 18 5 555.

L .

Emendas com grampos .Posicionamento dos grampos de fixação nos cabos de aço Anexo VI .Anexo V .

Anexo VII .Pontos de amarração dos cabos ou cintas às cargas .

.

Anexo VIII – Sinalização Padronizada de Movimentação de cargas Anexo IX – Utilização de Manilhas .