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Introdução à Voz sobre IP e Asterisk

Introdução à Voz sobre IP e Asterisk

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Livro texto do curso Introdução à Voz sobre IP e Asterisk. O curso ensina a comparar uma solução de VoIP com o sistema de telefonia tradicional e a definir os elementos presentes na solução; entende conceitos e benefícios da tecnologia de VoIP; conhece os principais codecs e protocolos de sinalização e transporte; monta uma rede VoIP de pequeno porte utilizando o protocolo SIP e configura uma rede de ramais VoIP e um ambiente com softphones, adaptadores ATA com aparelhos telefônicos analógicos e telefones IP; instala e configura o Asterisk; além de verificar a qualidade de serviço (QoS) aplicada à VoIP.
Livro texto do curso Introdução à Voz sobre IP e Asterisk. O curso ensina a comparar uma solução de VoIP com o sistema de telefonia tradicional e a definir os elementos presentes na solução; entende conceitos e benefícios da tecnologia de VoIP; conhece os principais codecs e protocolos de sinalização e transporte; monta uma rede VoIP de pequeno porte utilizando o protocolo SIP e configura uma rede de ramais VoIP e um ambiente com softphones, adaptadores ATA com aparelhos telefônicos analógicos e telefones IP; instala e configura o Asterisk; além de verificar a qualidade de serviço (QoS) aplicada à VoIP.

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Published by: Escola Superior de Redes on Mar 01, 2013
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12/03/2015

\

\Codificador padrão ITU-T de larga aplicação;

\

\ Representa os sinais de voz usando o formato PCM;

\

\Comprime amostras PCM com 13 ou 14 bits em 8 bits usando escala
logarítmica, gerando 64 kbps.

A função básica do algoritmo é codificar a voz utilizando 8 bits por amostra; a
banda de entrada de voz é amostrada a 8 kHz, mantendo a largura de banda de
300 a 3400 Hz. Com isso, cada canal de voz precisa de 64 kbps.

Dois algoritmos foram definidos no padrão ITU-T G.711: U (ulaw) e A (alaw); o primeiro
é utilizado na América do Norte e no Japão, o segundo, na Europa e no resto do mundo.

O princípio do codificador G.711 é que se deve utilizar a quantização com escala
logarítmica para obter uma relação sinal/ruído independente da intensidade. Isso foi
possível duplicando o passo de quantização a cada vez que a intensidade do sinal
era duplicada; deste modo obteve-se uma constante.

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