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Sequencia à lei de 'Dente por dente e olho por olho', 27 02 2013..docx

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Sequencia à lei de ‘Dente por dente e olho por olho’.

Em apoio às Preces Pagas 05/ 03/ 2013

Na evolução espiritual do homem sempre houve sequencia de desenvolvimento nas leis de Deus imbuídas no homem desde sua criação ‘simples e ignorante’, a que foi dado a lei de evolução e progresso, primeiro veio a lei do instinto de preservação, depois o do sentimento e o da inteligência, com o do sentimento e o da inteligência se desenvolveu o da moral. Devido ao desenvolvimento espiritual ser vagaroso, a força do instinto de preservação sendo forte, o homem se inclinou para o egoísmo no exagero de sua preservação, e no egoísmo desenvolveu o orgulho, sentimento de se achar mais valoroso ou superior a outros companheiros na luta evolutiva, vindo a ser o egoísmo e o orgulho as chagas da Humanidade, o mal que nos assombra. Apesar de tudo isso Deus nunca nos abandonou, embora seja essa a impressão que muitos têm aos poucos em todos os povos Deus se apresentou de varias formas e maneiras conforme o desenvolvimento de compressão do homem se revelando e confirmando Sua Existência. Primeiro o homem devido às muitas funções das manifestações deduziu haver muitos deuses, daí o politeísmo, revelando-se depois que todos os deuses seriam submetidos a um Deus superior foi deduzido por Abraham que só haveria um Deus, daí nasceu o monoteísmo que é a noção de um só Deus, noção esta que até nossos dias é abraçado. Primeiro nos tempos pre-intelectuais o homem era muito agressivo e embrutecido sem noção de sentimento, era animalizado e feroz, com a vinda de Moisés para que houvesse um equilíbrio de justiça, Moises foi inspirado a apresentar uma lei de equilíbrio que é a de ‘Dente por dente e olho por olho’, essa lei prevaleceu até a vinda de Jesus que trouxe a lei do Amor que é a lei que ficará conosco para sempre, porque acompanha Deus, porquanto Deus é Amor. A questão de ‘Dente por dente, olho por olho’ das Leis do Velho Testamento, ainda se apresenta imbuída no intimo de muitas pessoas que estão ainda sendo buriladas para o evangelho do Amor, tolerância, perdão e caridade; exemplo temos naqueles que vivenciaram necessidades e trabalharam arduamente por pouco salário, depois de vencerem na vida e que se tornaram patrões inexplicavelmente exploram e abusam de quem trabalha a seu proveito e se explicando dizem: que assim é que está certo porque também foi tratado dessa maneira quando era trabalhador. Pais que não querem dar educação adequada aos filhos, porque quando crianças seus pais também não lhes deram. Há os que dizem: Nada de dar nada a ninguém, que trabalham como eu também trabalhei, pois a mim também nunca ninguém me ajudou. Esta filosofia de desculpas pode provocar ‘causas e efeitos’, pois na medida em que se derem nos será dada. Tudo isso se pode interpretar como ‘olho por olho e dente por dente’, na intimidade da pessoa; mas Deus quer que na intimidade da pessoa haja o amor que se apresenta como: caridade, tolerância, perdão, carinho, afeição, fraternidade, solidariedade, afinidade, compaixão, compreensão sobre os problemas alheios não julgando para não ser julgado, ‘ter paz com o companheiro enquanto no caminho’, daí o amor, amor e mais amor, porquanto ‘fora da caridade não há salvação’. (Evangelho segundo o Espiritismo, XV: 10) No amor estão cumpridos todos os mandamentos de Deus, pois o amor não faz mal a ninguém, o amor não mata, o amor não rouba, o amor é responsável, digno e aceitável por todos. Como o homem chegou à Humanidade espiritual agora seus esforços são para a Angelitude; havendo o homem passado pelos caminhos da fé (confiança em Deus), agora será pelo uso da razão acompanhado pela fé ao uso da razão compreendendo sua razão de ser, pois nada que esteja oculto ficará sempre oculto, mas será divulgado, nada escondido que não seja esclarecido, a espiritualidade está a abrir o entendimento espiritual do homem sobre o Reino de Deus, pois os tempos são chegados conforme o homem está se amadurecendo. O futuro de nossa espiritualização é a perfeição como Jesus nos adiantou ‘Sede perfeitos’.(Mateus, V: 48) A perfeição e responsabilidade é relativa a cada grau espiritual alcançado, porquanto é ‘a cada um segundo suas obras’, daí a felicidade de cada um é relativa a suas obras, em relação que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória; não há milagres nem privilégios, mas leis a serem obedecidas. Estamos em peregrinamente neste mundo e devemos escrever ‘as leis em nosso coração para que não pequemos’; ou não erremos contra nós mesmos em palavras, pensamentos ou atos e vibrarmos harmoniosamente na paz e harmonia universal. (Salmo, 119: 11)
(Apoio ao estudo do Centro Espirita Joana d’Arc, de 05/ 03/ 2013 para meditação e consideração sobre nossa vida espiritual.)

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