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Plano Básico Para o Desenvolvimento da Silvicultura Sustentável nas Regiões Norte e Noroeste do Estado do Rio de Janeiro

Maio 2011

N-NO Fluminense Avaliação das Condições Edafoclimáticas

Silvicultura no N-NO - Contextualização

O Estado do Rio de Janeiro é importador de produtos florestais, em especial, madeira, apresentando déficits que superam 1,0 BR$/ano; A silvicultura no Estado enfrentou dificuldades (parte delas resolvida com a Lei Nº 5.067) e cresce lentamente, de modo não planejado; Há grande mercado consumidor de produtos florestais na Região, no Estado e facilidade de escoamento da produção pelos portos/logística em implantação; A área plantada de silvicultura no Estado do Rio de Janeiro é insignificante perante os vizinhos regionais (MG, ES e SP); Observa-se crescente demanda nacional e internacional por madeira e produtos derivados de florestas plantadas; Há grande mercado consumidor de produtos florestais na Região, no Estado e facilidade de escoamento da produção pelos portos/logística em implantação; N-NO constituem berço natural da Mata Atlântica; A maior parte do solo de seu território não possui uma utilidade efetiva, na atualidade.

 

uma grande disponibilidade de área para ocupação em silvicultura. Silvicultura é a atividade que mais contribui para preservar o meio ambiente do RJ. na sua quase totalidade. na Região. Norte e Noroeste dispõem de uma rede de instituições e programas de capacitação profissional capazes de se mobilizar e prover as formações e especializações necessárias de pessoal. As condições edafoclimáticas favorecem o desenvolvimento da silvicultura sustentável. como preferenciais para a exploração e produção da silvicultura fluminense.Silvicultura Condições Diferenciais Estratégicas do N-NO  Há. assim como oferta de mão-de-obra para atender à expansão da indústria de transformação da madeira em complementação ao consumo existente – que deve multiplicar no futuro imediato e que se caracteriza. O N-NO dispõem de serviços e infra-estrutura. gerando créditos de carbono. áreas RH IX e X. favorece o escoamento da produção para quaisquer mercados consumidores.   A Lei de Zoneamento Econômico Ecológico do Estado reconhece o N-NO.     . sistema viário. o que amplia a viabilidade de seus investimentos. por ser um importador. hoje. sem prejudicar as atividades agropecuárias tradicionais (supera 1. A expansão da logística regional – três portos de grande porte.5 MMha). etc.

N-NO Fluminense – Rede Regional de Instituições de Educação e Ensino Profissionalizante Existente .

Fibras. Celulose. Óleos. Essências. Móveis. Regulação do Regime Hídrico. Toras. Produção de Oxigênio. Ceras. Carvão-Vegetal. Madeira Serrada. Biodiversidade.Produtos Florestais – Classificação e Tipificação Classes PFM (Produtos Florestais Madeireiros) Tipos de Produtos Lenha. Papel. Materiais de Construção. Fonte: STCP (2009) PFMN (Produtos Florestais Não-Madeireiros) . Ecoturismo. Lâminas de Madeira. Resinas. Tanantes. Patrimônio Cultural. Armazenamento de Carbono. Borrachas. Painéis Reconstituídos. Compensados. Gomas. Proteção do Solo. Alimentos. Cavacos.

Cadeia Produtiva da Madeira Atividades Prioritárias de PFM Escolhidos para N-NO Fluminense .

Regiões N-NO Fluminense Exemplos de Espécies Escolhidas para Cultivo em Larga Escala Eucalipto Nim Cedro Australiano Acácia Mangium .

carvão vegetal e lenha .Silvicultura N-NO Cadeias Produtivas Selecionadas para Grandes Negócios Produção de madeira: ► Cluster móveis e madeira para construção civil ► Cluster celulose e papéis ► Cluster energia .

N-NO Fluminense Distribuição Territorial das Áreas Cultiváveis de Silvicultura .

2 0.5 0.com para o eucalipto.326.992.710 2.606 136.1 10.000 12.3 0.218.628 360.924.2 - Totais (1) Fonte: Agropecuária LUCAHE (2009) (2) Fonte: IPEF (2004) (3) Fonte: EMBRAPA (2000) (4) Fonte: (SOUZA.509.078 72.691 100.568 559.695 26.522 20.5 0.739 529.045 54.000 12.491 776.919 24. estimativas proporcionais.280 281.090 20.117.803.972 1.237.760 4.261.883 49.351.515.653.022 2.945 37.853 3.096 8.107 Eucalipto (1) Acacia mangium (2) Cinamomo/nim (3) Cedro Australiano (4) Nativas em SAFs (5) Subtotal Eucalipto (1) Acacia mangium (2) Cinamomo/nim (3) Cedro Australiano (4) Nativas em SAFs (5) Subtotal Eucalipto (1) Acacia mangium (2) Cinamomo/nim (3) Cedro Australiano (4) Nativas em SAFs (5) Subtotal Eucalipto (1) Acacia mangium (2) Cinamomo/nim (3) Cedro Australiano (4) Nativas em SAFs (5) 50 35 25 20 14 50 35 25 20 14 50 35 25 20 14 50 35 25 20 14 10 0.541 1.050 6.688.3 1 0.195.284 445.500 12.115.032.558 26.088.201.816.500 12.237 9.426 10.592 16.184.386 554 277 29386 2.eucalyptus.1 11 9.156 54.838 29.500 4.305 816 88.681.398 3.332 35. Para as outras.832 844.908 6.022 30.448 4.349 181.487.528.748 10.019 2.450 1.881 111.000 4.684 9.047.508 3.882.983.908 118.089 3.337 832 1.654.742.091 11.5 0.998 316.931.642.000 12.184.865 Resultado Líquido (R$/ano do ciclo) 96.361 85.654 11.230 70 70 235 23 2629 80.169.437.381.000 4.469 Total 816.000 4.180.500 12.562 414.416 76.6 9.005.460 11.546 2.067.164 15.000 12.445 11.3 0.5 0.478 2.403.019.934.308 7.216 1.536 1.153 338.884 2.978.446 (6) Fonte: Foekel.633.000 12.736 1.053.958.891 9.549 32.540 6.000 12.253 2. .482.425 6 6 15 15 20 6 6 15 15 20 6 6 15 15 20 6 6 15 15 20 4.409 Área 2 277.000 12.479 4.485 59.500 4.500 4.496 3. 2010) (5) Fonte: CNPF/EMBRAPA (2011) 51.500 12.464 1.694 329 4.577.639.109 34.316.107 2.167 150. Celso www.034 1.1 11.118 64.455. Programa Básico da Silvicultura Custo de Capacidade de Ciclo de Investimento Total Produção por Produção Produção por Ciclo de Ciclo (R$/ha) (m ³/ano) (anos) Produção (R$) sem corte Área (ha) Proposta de Cultivo Região Área D (ha) Produtividade Média (m ³/ha/ano) % Valor de Venda/m ³ em pé 45 45 750 750 750 45 45 750 750 750 45 45 750 750 750 45 45 750 750 750 Faturamento Bruto (R$/ciclo) 811.769.000 12.500 4.577 515 515 56.416 904.252 195.584.409.240.015.445 48.724.793.3 0.840 26.529 Área 1 515.1 0.740 6.N-NO: Plano da Silvicultura em Grande Escala Região Norte e Noroeste Fluminense.531 58.017.000 231.229 Área 3 23.662.175 17.376.640 852.188 1.

708.053.162.00 750.00 - Faturamento Bruto (R$/Ciclo) 841.com para o eucalipto.eucalyptus.284 447.00 30. www.509.00 750.793.379. .529 120.409 (1) (2) Agropecuária LUCAHE (2009) IPEF (2004) (3) (4) EMBRAPA (2000) SOUZA (2010) (5) (6) CNPF/EMBRAPA (2011) Foekel.482.864 1.952 18.445 11.983. Para as outras estimativas proposrcionais.964 19.210 1.159 299.00 500.232 9.551.125.753 2.N-NO Plano da Silvicultura – Apreciação dos Resultados Investimento Total por Ciclo de Produção (R$) Eucalipto (1) Acacia mangium (2) Cinamomo/nim (3) Cedro Australiano (4) Nativas em SAFs (5) Total 360.035.869.684.705 17.919.541. Celso (2011).257 Valor de Venda no Local (R$/m3) 30.581 Resultado Líquido (R$/ano do ciclo) 80.852 36.322 322.444 29.878.530 59.995.017.107.

38ha 14. 18.942 empregos totais apenas na cadeia de plantio/colheita e transporte Número de Empregos gerados (estimados) equivale a: • • • 11. 25.0% dos empregos formais gerados na Cadeia Produtiva do Petróleo (na Bacia de Campos) .893 ha.193 dias/homem por ano (280 d/a de trabalho) 3.689. planilha.646 empregos diretos ou 1/24. 2010) 5.5% da População Rural das Regiões N-NO Fluminense.295 empregos indiretos 17. em todo o projeto (ciclo 6 anos) 948.Empregos na Cadeia Produtiva da Silvicultura (do plantio à entrega da madeira para as unidades de transformação) área 88.161 dias/homem por ciclo.0% da PEA da Área Rural das Regiões N-NO Fluminense. fator 64 (Lucahe.

Regiões N-NO .Localização das UPMs e das Áreas de Reflorestamento .

98 2.424.1 TOTAL 8.00 0.100.371.503.62 1.000 50 0 0 50 UNID UN m² UN km m² m² m² m² m² CUST.00 216.062.000.500.000.330.484.62 CUSTO/HABIT.REGIÕES NORTE/NOROESTE ESTIMATIVA DE CUSTO DE REESTRUTURAÇÃO URBANÍSTICA MÓDULO PARA 50 FAMÍLIAS ( 5 PESSOAS/FAMÍLIA ) . TOTAL / hab.49 2.00 1.082.90 2.524.012. (R$ )/fam.00 6. ARQUITETURA & MEIO AMBIENTE RESIDENCIA UNIFAMILIAR POPULAR RP1 Q (50 m²) KIT FOSSA-FILTRO.00 7.400.51 CUSTO / FAMÍLIA CUSTO / HABITANTE 50 250 fam. * A planilha acima não considera estruturas comerciais e de beneficiamento ** A planilha também não contempla novas áreas para disposição de resíduos sólidos domésticos e serviços de coleta *** Média ponderada do custo da terra nas Regiões N / NO . (R$ ) 225.00 54.00 4.011.52 350 0 1 200 1 11.500. (R$ )/hab.500.131.00 118.000.000.225.00 150.Pré-viabilidade de Ecovilas ou Agrovilas Alternativa: transformação de aglomeração existente ECOVILA CUSTO MÉDIO DE IMPLANTAÇÃO EM ÁREA DE VILAS .49 10.00 866..00 2.50 2.000.82 MOBILIÁRIO E EQUIPAMENTO (10% SUBTOTAL) 0.10 560.53 34.000.00 82.148.00 4.00 FONTE CONSULTORIAS CUB SINDUSCON RJ DEZ/10 CUB SINDUSCON RJ DEZ/10 EMOP EMATER CAMPOS CUB SINDUSCON RJ DEZ/10 CUB SINDUSCON RJ DEZ/10 CUB SINDUSCON RJ DEZ/10 CUB SINDUSCON RJ DEZ/10 CUB SINDUSCON RJ DEZ/10 CUB SINDUSCON RJ DEZ/10 CUB SINDUSCON RJ DEZ/10 CUB SINDUSCON RJ DEZ/10 CONSULTORIAS EMATER CAMPOS CUSTO/FA.730.500 50 1.788 m² m² UN m² UN m² 400. ÍTEM PROJETO ENG.00 0.62 1.48 500. 4.500.64 50.000.52 216.082.082.00 54.60 9.00 30.250 hab.082.000.00 590.62 1.082.90 773.082.00 500.000.00 216. 900. RESERVAÇÃO APROVEITANDO ÁGUA CHUVA INFRAESTRUTURA URBANA COMPLETA LOTE ( 20mx50 m ) ( *** ) CENTRO COMUNITARIO-CíVICO ADMINISTRAÇÃO CENTRO ECUMÊNICO POSTO DE SAÚDE PRAÇA POSTO POLICIAL PONTO DE ÔNIBUS ESCOLA POÇO TUBULAR COLETIVO h = 80 m.082.62 7..800. TOTAL / fam.502.00 27.98 47.00 139. + RESERVATORIO E EQUIPAMENTOS TERRA ( *** ) QUANT 1 2.148.59 SUBTOTAL 140. AQUECIMENTO SOLAR.000. UNIT.62 1.00 25.62 CUSTO TOTAL (R$ ) 225.082. hab.39 170.954.10 100.98 948.00 16.131.126.114.00 29.00 1.59 1.62 8.92 7.00 1.

Unidades de Produção de Mudas (UPMs) Conceito e Dimensionamento .

2. 4.Implantação das UPMs 1. 5 e 6 – Parte 1/3 . 3.

2.Implantação das UPMs 1. 4. 3. 5 e 6 – Parte 2/3 .

4. 2. 3.Implantação das UPMs 1. 5 e 6 – Parte 3/3 .

Exemplos de Alternativas de Atividades Econômicas Possíveis Complementares às UPMs Apicultura Móveis Artesanais Óleos Essenciais .

N-NO Fluminense Sistema Viário Proposto .

22 36.95 64.13 6.18 91.93 98. Número e Percentual de Estabelecimentos Agropecuários por Grupos de Área Total.50 Norte Fluminense Quantidade 1.09 26.17 12.65 26.2 a menos de 0.14 77.02 92.81 47.41 33.852 711 1.716 847 432 237 41 16 3 152 Participação até (%) 0.858 865 519 359 95 38 9 220 Participação até (%) 8.605 1.51 10.35 98.5 a menos de 1 De 1 a menos de 2 De 2 a menos de 3 De 3 a menos de 4 De 4 a menos de 5 De 5 a menos de 10 De 10 a menos de 20 De 20 a menos de 50 De 50 a menos de 100 De 100 a menos de 200 De 200 a menos de 500 De 500 a menos de 1000 De 1000 a menos de 2500 Maior do que 2500 Produtor sem área própria Noroeste Fluminense Quantidade 78 57 83 431 735 838 489 746 1.74 1.64 97.47 83. 2006 .2 De 0.94 95.1 a menos de 0.95 98. 2006 Número de Propriedades Agrárias Grupos em Faixas da Área Total (ha) Mais de 0 a menos de 0.339 1.54 1.844 2.43 95.27 Total 10.496 291 430 785 1.89 97.268 100 17.5 De 0.45 88.Noroeste e Norte do Estado do Rio de Janeiro.45 66.62 17.571 100 Fonte: IBGE – Censo Agropecuário.33 13.76 1.1 De 0.722 1.255 2.32 2.68 50.51 98.47 98.49 21.69 98.645 1.76 40.

000.00 1.500.00 1.00 Municípios Nilópolis Nova Friburgo Nova Iguaçu Paracambi Paraiba do Sul Parati Paty do Alferes Petropólis Pinheiral Pirai Porciúncula Porto Real Quatis Queimados Quissamã Resende Rio Bonito Rio Claro Rio das Flores Rio das Ostras Rio de Janeiro (CPG) Santa Maria Madalena Santo Antonio de Pádua São Fidélis São Francisco de Itabapoana São Gonçalo São João da Barra São João de Meriti São José de Ubá São José do Vale do Rio Preto São Pedro d´Aldeia São Sebastião do Alto Sapucaia Saquarema Seropédica Silva Jardim Sumidouro R$ /hectare 1.00 1.00 2.00 1.100.00 1.00 1.200.300.00 1.891.200.00 1.07.000.800.500.500.000.500.300.00 1.800.000.800.00 1.00 1.00 1.500.500.00 1.500.00 1.00 1.200. publicado DO 08.00 1.00 800.200. eliteles@gmail.00 1.300.00 1.000.100.00 1.200.00 1.00 1.00 1.000.00 1.000.00 1.00 1.00 1. Perícia Judicial gasoduto.00 1.00 1.800.800.800.00 800.800.00 1.23 Fonte: Média Geométrica de EMATER c/benfeitoria.00 1.000.00 1. .200. efeito da especulação recente que ocorre no país Municípios Angra dos Reis Aperibé Araruama Areal Armação dos Búzios Arraial do Cabo Barra do Pirai Barra Mansa Belford Roxo Bom Jardim Bom Jesus do Itabapoana Cabo Frio Cachoeiras de Macacu Cambuci Campos dos Goytacazes Cantagalo Carapebus Cardoso Moreira Carmo Casimiro de Abreu Comendador Levy Gasparian Conceição de Macabu Cordeiro Duas Barras Duque de Caxias Engenheiro Paulo de Frontin Guapimirim Iguaba Grande Itaborai Itaguai Italva Itaocara Itaperuna Itatiaia Japeri Laje do Muriaé Macaé R$ /hectare 1.N-NO Custo da Terra: diferenças na evolução.00 H2 R$5.400.00 1.500.500.00 1.500.500.00 1.00 1.00 1.00 1.500.300.500.00 1.000.00 1.00 1.800.00 1.500.500.00 1.00 1.00 1.500.00 1.000.200.800.00 2.200.500.com.000.00 1.200.000.000.00 1.800.00 1.00 1.200.200.00 1.2010 Valor VTN Estado Rio de Janeiro H3 Fonte: Evolução de preços médios da terra no Brasil para terras destinadas para lavouras.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.200.00 2.00 800. terra nua H1 Fonte: Decreto SEAPPA.300.00 1.00 1.300.300.00 1.000.300.800.00 1.00 2.500.00 1.100.00 1.500.800.500.00 1.00 2.500.00 1.

646 15.) Número de estabelecimentos 119 145 396 629 15 292 138 114 5 13 219 308 3 16 Área (ha) 527 758 2.naturais destinadas à preservação permanente ou reserva legal Matas e/ou florestas . etc.florestas plantadas com essências florestais Sistemas agroflorestais Tanques. benfeitorias ou caminhos Terras degradadas (erodidas. salinizadas.N-NO – Levantamento Fundiário Exemplo Típico Santo Antônio de Pádua Condição legal do produtor Proprietário individual Condomínio. desertificadas.900 819 769 17 179 414 551 12 56 . etc.452 403 8.naturais (exclusive área de preservação permanente e as em sistemas agroflorestais) Matas e/ou florestas . areais.plantadas em boas condições Matas e/ou florestas .) Terras inaproveitáveis para agricultura ou pecuária (pântanos. pedreiras. consórcio ou sociedade de pessoas Cooperativa Sociedade anônima ou por cotas de responsabilidade limitada Instituição de utilidade pública Governo (federal. estufas de plantas e casas de vegetação Pastagens – naturais Pastagens . viveiros de mudas. lagos.plantadas degradadas Pastagens . estadual ou municipal) Outra condição Número de estabelecimentos 985 11 1 6 Área (ha) 31.118 208 48 125 Utilização das terras Lavouras – permanentes Lavouras – temporárias Forrageiras para corte Cultivo de flores (inclusive hidroponia e plasticultura). açudes e/ou área de águas públicas para exploração da aqüicultura Construções.

) .119.C 801.13 (10.34 3.089.05 Valor = R$22.114.37 Cedro australiano 4anos Nativas em SAFs 3anos Total 12.331.939.10 17.138.37 8.829.00 €/t.985.74 2.934.Apreciação do Crédito de Carbono Sequestro de C Eucalipto Acácia mangium Cinamomo/nim 10anos 7anos 7anos t. CO2 2.292.61 62.102.138.37 62.25 17.897.66 45.32 850.25 t.448.072.897.

Alternativa para o Desenvolvimento Sustentável das Regiões Norte e Noroeste Fluminense Mercados .

Mercado Internacional Produtos Florestais Madeireiros (PFM) .

Compensados laminados Compensados sarrafeados Laminados Aglomerados Chapas de fibra Setor Revenda (%) 62.5 1.1 3 0.Brasil.966 12.1 1.684 12.3 14.1 2.258 13.8 14. Principais Aplicações da Madeira na Construção Civil.6 0.4 2.272 Fonte: STCP/ABRAF/ABIMICI Tabela 3 – Brasil. Evolução da Produção e Consumo de Madeira Serrada Tropical.168 14.956 13.719 14.000m ) Ano 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Produção 14.622 14.7 Fonte: IPT .490 14.948 12.430 14.2 4. etc. 2009 Grau de Processamento Madeira serrada Portas.5 23. Mercado Madeira Serrada e Construção Civil Tabela 1 – Brasil. batentes.837 Consumo 12.1 Setor Engenharia (%) 69.6 0. 2009 3 (1.

Silvicultura. Mercado Internacional Painéis .

500 – 7.800 5. Evolução Taxa de Ocupação da Indústria de Painéis de Madeira % 82 80 78 76 74 72 70 68 2002 2004 2006 2008 Ano 72 76 80 79 Fonte: ABIPA .500 6. Setor de Painéis de Madeira Tabela 7 – Brasil.300 Fonte: ABIPA 3 Gráfico 14 – Brasil.Brasil.400 2010 3.200 600 2.000 600 1.700 – 3.400 2006 3.000 600 800 3. Capacidade de Produção de Painéis de Madeira (1000 m ) Painel MDP-Aglomerado Chapa de Fibra MDF Total 2000 2.

Mercado Mundial de Celulose Brasil Preço Médio Gráfico 15 – Evolução das Exportações Mundiais de Celulose Fonte: FAO apud STCP (2009) Gráfico 1 – Evolução do Preço Médio das Exportações Mundiais de Celulose Fonte: FAO apud STCP (2009) .

4 milhões de hectares Exportações: US$ 4.001.024.919.572.941.408 1.32 Fonte: MDIC/REMADE .16 5.408.702. florestas 45 mil) e 500 mil empregos indiretos Fonte: BRACELPA Tabela 13 – Exportações Brasileiras de Papel e Celulose.315. localizados em 17 Estados e nas 5 Regiões Área Plantada: 1.917.726.667 4.188.137 5.686.7 bilhões (estimado) Saldo Comercial: US$ 3.7 milhões de hectares para fins industriais Área Preservada: 2.37 -12. 2008 Empresas: 220 empresas em 450 municípios.3 bilhões (estimado: 8.682 Δ 2008 a 2009 (%) -15.7% de saldo da Balança Comercial do Brasil) Impostos Pagos: R$ 2.1 bilhões Investimentos: US$ 12 bilhões nos últimos 10 anos Emprego: 110 mil empregos diretos (indústria 65 mil.910 -14.378.8 milhões de hectares de florestas preservadas Área Florestal Total Certificada: 1.131. Setor Celulose e Papel.277.545 2009 3.369.293 1.228 1.836.960 2008 3.190.Brasil. Setor de Celulose e Papel Valores das Exportações Totais Tabela 10 – Brasil. (US$FOB) Itens Pasta e Celulose Papel e Papelão Total 2007 3.

277.364 74. 2009 Estado Bahia Espírito Santo São Paulo Minas Gerais Rio Grande do Sul Pará Mato Grosso Mato Grosso do Sul Paraná Santa Catarina Não Declarada Goiás Ceará Total Valor (US$FOB) 1.125 821.315.160.474 15.228 Fonte: MDIC/Decex .ano) .307 123.882 12.375 123.653 7.839.928. Exportações de Celulose por Estado. Índia= 10 kg/hab.171.ano Brasil = 44.326.2 kg/hab.133.544 396.024.ano.031.599 4.878 510.704 72 3.502.ano (EUA = 324 kg/hab.297.Brasil.251 87.5 kg/hab. Mercado Exportação de Celulose Tabela 14 – Brasil.Elaboração REMADE Consumo médio mundial= 57.

771 125.308. Exportações de Papel por Estado.582 589.958 1.942.042.270.066.395.686. Permeabilidade do Mercado Exportador de Papel Tabela 17 – Brasil.689 8.079 5.687 1.860 7.107 1. 2009 Estado São Paulo Paraná Santa Catarina Bahia Rio de Janeiro Rio Grande do Sul Mato Grosso Pará Minas Gerais Goiás Reexportação Ceará Pernambuco Mercadoria Nacionalizada Não Declarada Amapá Roraima Distrito Federal Rondônia Paraíba Amazonas Rio Grande do Norte Espírito Santo Total Valor (US$FOB) 999.Brasil.928 337.253 615.682 Fonte: MDIC/Decex – Elaboração REMADE .592 112.448.656 1.126 44.131.532 3.651 1.202 446.784.318 1.195 461.517.657 517.478 53.677 19.310.614 2.093 157.

Silvicultura Mercado Internacional do Carvão Vegetal Gráfico 17 – Evolução das Exportações Mundiais de Carvão Vegetal Fonte: FAO apud STCP (2009) Gráfico 1 – Mercado Mundial. Evolução do Preço Médio de Exportações de Carvão Vegetal Fonte: FAO apud STCP (2009) .

115 9.2 49.188 50.5 34.900 70.189 18.8 36.920 19.778 Fonte: IEF/ASICA/ABRAFE/AMS/SINDIFER Tabela 24 – Brasil.050 17.105 65.490 18.793 12.8 52.5 103 104 105 101 100 101 107 RJ 85 98 112 120 103 105 100 95 95 90 90 90 98.216 19.986 58.2 29.340 49.500 9.027 63.9 36.1 Reflorestamento % Total 17. Consumo de Carvão Vegetal Produzido com Madeira Nativa e de Reflorestamento (1000 mdc) Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Nativa 7.5 25.400 17.0 50. Preços Médios de Carvão Vegetal nos Estados.5 115 112 104.220 17.936 51.430 47.3 116. 2007 (R$/mdc) Mês janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro Média mensal MG 108 116.2 26.4 38.0 35.125 18.Silvicultura Brasil Mercado Carvão Vegetal Tabela 21 – Brasil.6 49.8 36.438 % 29.820 16.5 ES 95 100 110 110 105 85 80 74 75 75 75 77 88 BA 85 85 88 90 90 90 90 90 90 90 90 90 89 Fonte: SILVIMINAS .862 17.202 17.5 26.5 41.

0 664.0 1.4 0.589.1 14.1 582.0 0.4 527.680.1 Óleo Combustível 0.3 0.9 GLP 35.8 300.0 2.0 946.0 40.7 130.6 33.1 3.1 Etanol 31.9 Carvão Vegetal 0.3 Lenha 31.0 Gás Natural "Seco" 45.0 0.0 253.1 0.1 2.0 0. Carvão Mineral 0.9 6.5 699.372.0 200. Matriz Energética (Parcial).5 Out.4 Gasolina 56.5 Produtos Não Energéticos 19.2 0.0 245.0 0. Secundárias Petróleo 0.2 59.8 37.1 236.0 1.9 8.0 0.0 0.7 Total 2.6 Carvão Energético 0.489.0 Coque de Carvão Mineral 0.349.1 Bagaço de Cana 231.1 0. 2009 Consumo Final de Energia por Fonte e Regiões de Planejamento ³ Estado do Rio de Janeiro – 2009 (10 tep) Regiões Setores Norte Noroeste Estado Fluminense Fluminense Gás Natural "Úmido" 1.0 0.2 10.3 20.7 Querosene 25. 2009 .5 15.4 Outras Fontes Primárias 0.Silvicultura – Mercado Lenha Rio de Janeiro Tabela 26 – Rio de Janeiro.372.4 Outros Sec.1 Eletricidade 393.2 3.9 Fonte: Balanço Energético do Estado do Rio de Janeiro.0 Gás Manufaturado 0.361.0 0.349.0 Óleo Diesel 347.

990 1.9 46 832 13. 2006 Indústrias Empregos Produção Vendas Exportações Investimentos 14.00 Idade Média 20 16 15 26 25 19.36 15.9 Nº Unidades Fabris 1 1 1 1 1 1 Área Construída 675 1.4 mil 227.9 Fonte: EIMI/2006 .60 6.6 mil 309 milhões de peças R$ 17 bilhões US$ 1 bilhão R$ 330 milhões Fonte: EIMI Tabela 32 – Brasil.60 2. Números da Indústria Moveleira.8 17.Silvicultura – Setor Moveleiro Brasil Composição e Produto Tabela 29 – Brasil.30 7.097 928 91 295 14.819 Nº de Empregados 12.192 889 387 7.6 8.4 0. Empresas segunda a Natureza dos Móveis Produzidos. 2006 Natureza do Móvel Produção de Móveis de Madeira Produção de Móveis de Metal Produção de Móveis Estofados Produtores de Outros Móveis Produtores de Colchões Total Média Empresas 11.401 % 83.

Silvicultura – Mercado Internacional Moveleiro Pauta Exportação Brasil

Tabela 34 – Brasil, Exportações de Móveis, Valores (US$FOB) Variação 2008-2009 (%) 120.621.020 -40,16 17.049.977 -13,52 23.088.038 -22,94 16.091.910 -34,62 42.228.941 -21,61 233.730.799 -19,27 201.991.543 -32,07 6.486.665 -34,81 30.555.027 -26,54 14.108.026 -28,72 705.951.946 -28,54 Fonte: MDIC/ REMADE 2009

Itens Assentos/suportes Cadeiras/camas uso médico Móveis de metal Móveis madeira para escritório Móveis madeira para cozinha Móveis madeira para quarto Outros móveis de madeira Móveis bambu/plástico Partes móveis de madeira Partes móveis diversas matérias Total

2007 204.699.514 23.500.698 29.029.826 33.308.102 55.709.286 288.122.607 311.587.653 5.338.356 44.634.117 13.818.703 1.009.748.862

2008 201.563.029 19.716.054 29.960.972 24.614.235 53.870.981 289.531.719 297.342.085 9.949.883 41.591.821 19.793.083 987.933.862

Silvicultura – Mercado Internacional Moveleiro Valor Exportação Brasil

Tabela 35 – Principais Países Importadores de Móveis Brasileiros, Valores (US$FOB) País EUA Argentina Reino Unido França Angola Alemanha Espanha Holanda Chile Uruguai Venezuela México Outros Total 2008 160.560.449 115.515.652 72.897.779 93.760.114 72.138.382 42.864.578 42.990.046 32.282.800 45.155.049 24.637.964 26.121.247 259.011.802 987.935.862 2009 Variação % (2008-2009) 95.463.181 -40,54 72.766.081 -37,01 71.772.990 -1,54 71.377.762 -23,87 54.702.907 -24,17 39.627.708 -7,55 29.416.567 -31,57 27.117.886 -16,00 25.831.408 -42,79 21.981.377 -10,78 19.203.504 -26,48 8.704.491 167.986.084 -35,14 705.951.946 -28,54 Fonte: MDIC/Decex – Elaboração REMADE

Silvicultura – Heveicultura Dimensão Brasil e Rio de Janeiro
Valor da Produção na Extração Vegetal (MR$) Brasil, Estado e Região Tipo de produto extrativo Total 2 - Aromáticos, medicinais, tóxicos e corantes 3 - Borrachas 3.1 - Caucho 3.2 - Hevea (látex coagulado) 3.3 - Hevea (látex líquido) 7.1 - Carvão vegetal 7.2 - Lenha 7.3 - Madeira em tora 8.2 - Copaíba (óleo) 9.1 - Pinheiro brasileiro (nó-de-pinho) 9.2 - Pinheiro brasileiro (árvores abatidas) 9.3 - Pinheiro brasileiro (madeira em tora)
(ha) 180.000 160.000 140.000 120.000 100.000 80.000 60.000 40.000 20.000 0

Brasil

Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 1.773.851 1.970.791 2.888.787 2.983.002 3.204.479 3.463.036 3.716.852 3.778.137 3.897.517 4.561.140 2.838 4.819 2.808 2.375 5.430 3.578 3.636 2.093 2.634 1.352 7.286 6.912 5.331 6.083 6.947 8.439 8.096 7.705 7.894 7.603 7.069 6.819 5.275 6.024 6.861 8.368 7.977 7.574 7.744 7.318 216 93 56 59 86 71 119 131 150 285 206.640 226.646 441.571 598.359 640.887 848.404 761.449 836.481 870.217 672.791 280.041 324.008 447.172 389.031 432.193 460.115 504.767 555.032 568.836 631.186 903.519 995.282 1.388.786 1.545.491 1.623.903 1.645.368 1.911.143 1.801.065 1.822.383 2.570.976 1.038 1.056 1.340 1.347 1.526 1.741 2.040 3.790 3.788 4.148 4.467 2.400 671 551 535 522 397 367 344 828 -

Evolução da Área Plantada da Lavoura de Borracha (látex coagulado)

19 90 19 91 19 92 19 93 19 94 19 95 19 96 19 97 19 98 19 99 20 00 20 01 20 02 20 03 20 04 20 05 20 06 20 07 20 08 20 09
Brasil Rio de Janeiro Noroeste Fluminense Ano Norte Fluminense

Mercado da Heveicultura Evolução do Valor da Produção (BR) e do Preço (MI) (MR$) 500.000 400.000 0 Evolução do Valor da Produção da Lavoura de Borracha (látex coagulado) (preços constantes) 2000 Brasil 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Rio de Janeiro Noroeste Fluminense Ano Norte Fluminense .000 100.000 300.000 200.Silvicultura .

Silvicultura – O Mercado do Bambu Principais Países Exportadores de Produtos de Bambu em 2000 (MMUS$) MMUS$ 1800 1600 1400 1200 1000 800 600 400 200 0 África Ásia Europa América do Norte e Central Oceania América do Sul Países 29 120 8 5 739 1554 2. 2 bilhões de pessoas empregadas a maior diversidade de produtos MMUS$ 1000 900 800 700 600 500 400 300 200 100 0 EUA 899 Principais Países Importadores de Produtos de Bambu em 2000 (MMUS$) 475 349 169 106 169 163 125 Reino Unido Holanda Alemanha França Japão Hong Kong Outros Países .

Silvicultura (PFM) N-NO Cadeia Produtiva do Bambu – Exemplo CERBAMBU .

Silvicultura (PFM) N-NO Brasil: um dos líderes mundiais em tecnologias de produtos de bambu .

Bambu: A Opção ainda não Avaliada da Espécie Maciça de Sapucaia .

alta tecnologia.5 – 5.7 – 1.5mm  Médias – 2.0 mm  Longas – 3.0 mm Importação Anual Brasileira – 400 Mt/ano (fibras longas) Bambu: fibra média (a grande opção de mercado) Fábricas Brasileiras de Bambu: porte grande.Silvicultura – O Mercado Oportunidade do Bambu Fibras:  Curtas – 0.2 – 3. base bambu . número pequeno China em 10 anos: dobrar produção celulose.

349.000 2.450.232.800 7.400.000 2.000 8.Silvicultura – Exemplo de Cultivo Acessório Cogumelos Produção Mundial de Cogumelos t 2.000 2.411.000 1997 1998 1999 2000 Ano 2.758 8.200.353 2.100.000 2.300.200 8.000 2.050.739 8.600 7.000 7.000 2.203.150.017 2.200 1997 1998 1999 2000 Ano 7.180 8.800 8.000 2.400 7.400 8.556 Área Mundial Plantada de Cogumelos ha 9.000 2.250.758 .668 2.350.600 8.

000 15.000 30.000 25.000 0 2000 Evolução do Valor Total da Produção na Silvicultura (preços correntes) 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Estado do Rio de Janeiro Noroeste Fluminense 2009 Ano Norte Fluminense 2008 (MR$) 2500 Evolução do Valor Total da Produção na Extração Vegetal (preços correntes) 2000 1500 1000 500 0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Estado do Rio de Janeiro Noroeste Fluminense 2009 Norte Fluminense Ano 2008 .000 20.O Estado do Rio de Janeiro e o Mercado da Silvicultura (MR$) 35.000 5.000 10.

046 11.000 18.000 8.311 7.000 16.000 4.2006 59 28 Estado do Rio de Janeiro Silvicultura Região Noroeste Fluminense 127 76 Região Norte Fluminense Valor Agregado da Agroindústria (MR$) 20.868 Valor da Produção dos Estabelecimentos .000 2.000 6.321 Valor Agregado da Agroindústria . N-NO Fluminense Estabelecimentos e Valor de Produção Silvicultura Nº 800 700 600 500 400 300 200 100 0 254 735 Número de Estabelecimentos .000 0 Estado do Rio de Janeiro Silvicultura 14 Região Noroeste Fluminense Região Norte Fluminense 565 3.RJ.000 12.2006 19.000 14.000 10.

Bambu.carvão vegetal e lenha .) Unidade de celulose e cluster de papéis Cluster da madeira para a construção civil Cluster energia ...Silvicultura (PFM) N-NO Cadeias Produtivas Selecionadas para Grandes Negócios Madeira (Eucalipto..

Silvicultura (PFM) N-NO Cadeias Produtivas Selecionadas para Grandes Negócios Madeira (Nim..)  Cluster moveleiro  Cluster painéis . ..

Silvicultura no N-NO Fluminense Distribuição das Áreas Cultiváveis no Território .

Silvicultura Cadeia Produtiva da Madeira Genérica .

Silvicultura Cadeia Produtiva da Madeira em Toras TORAS INDÚSTRIA ENERGIA Serrados Polpa Carvão Lenha Pastas de Alto Rendimento Celulose Painéis Compensados Madeira Sólida Lâminas Aglomerados Reconstituídos MDF OSB HDF .

000 ha) . (BNDES) • Valor da Terra: (s/v.000R/ha) cessão direito superfície.78% do custo da produção • Corte eucalipto: ano 6 e múltiplos. 2.000 ha) • B (50. ano 15 • Corte nim ou equivalente: ano 13 • Simulações: ciclos de três cortes completos • Sem apreciar os desbastes e incluir créditos de carbono • Incluídos os custos da restituição de mata nativa (20% em área plantada) Casos: • A (15.75% a.000 ha) • C (15.Silvicultura nas Regiões Norte e Noroeste Fluminense Síntese da Viabilidade Financeira Produção de Madeira Premissas: Relação “e/d”=20/80. 100/0 • Juros = 6. 5.a.491R/ha • Impostos e encargos acumulados: 37.

86 Classificação Caso 1: Não considera custo da terra 32% 1 Caso 2: Aluguel sobre R$2.594.925.603.79 3 Caso 4: Compra da terra por R$2.00/ha 29% 267.491.539.00/ha - -549.000.059.000.149.265.65 2 Caso 3: Aluguel sobre R$5.00/ha 23% 215.376.541.861.00/ha 10% -11.491.12 4 Caso 5: Compra da terra por R$5.Silvicultura nas Regiões Norte e Noroeste Fluminense Síntese da Viabilidade Financeira Produção de Madeira Síntese dos Casos Analisados Caso TIR VPL com Taxa de Desconto de 10% (R$) 297.97 5 .

Região N-NO Silvicultura . com grande sucesso e redução de custos sem prejuízo dos resultados) • • • • • • • • Dificuldades das averbações das reservas legais (há milhares de processos pendentes em vários estados brasileiros onde a silvicultura se desenvolve com mais intensidade) Produção de mudas de espécies nativas – possibilidade do Estado terceirizar para as Unidades de Produção de Mudas junto às Ecovilas. LICENCIAMENTO • Constituição de um Grupo Licenciador Especializado liderado pelo INEA e com a participação de representantes da socioeconomia estadual e regional. desde que originários de consórcios ou associações envolvendo os proprietários rurais.000 ha. além dos CODEMAS • Admitir os processos simplificados para até 1. pelo menos 3 conforme disposto no Plano em atenção ao Termo de Referência do Estado Aplicar o Zoneamento Econômico-ecológico nas áreas preferenciais para a Silvicultura (Estudo COPPE) Estender a legislação de Campos do Goytacazes referente ao uso de áreas para a silvicultura nas propriedades para toda a Região Constituir através de instituição universitária regional. determinando-se a necessidade de intervenções e sua programação a partir daí. (desde 1965. incluindo as universidades regionais e a PESAGRO.Rio de Janeiro .Questões Estratégicas ASSUNTOS DA SILVICULTURA PARA O AMBIENTE DE REGULAÇÃO 1. mediante concessão Fiscalização da Biodiversidade com a observância das variedades de espécies nas grandes plantações. o sistema de supervisão dos preços de terras na Região realimentando a SEAPA. assim como o sistema de supervisão dos balanços hídricos incluindo as áreas de silvicultura Ajustar prioritariamente a legislação estadual ao novo Código Florestal assim que ele for sancionado . exigindo as demarcações de áreas. com a sua participação no empreendimento sob a forma da cessão do direito de superfície ou similar APPs – admitir uma sistemática em dois estágios sendo uma primeira avaliação passados 6 anos (“pousio”). no ES. quando se procede a uma avaliação da regeneração natural ou não produzida. por exemplo.

ou seja. ou seja. particularmente para os empreendimentos de micro. para plantios plurianuais Avaliar a possibilidade de se ter um pacote de incentivos que converta a recomposição da floresta natural (Mata Atlântica) em dedução de impostos ou encargos. voltadas para investimentos e capital de giro (este com taxas ligadas à produtividade) Constituir a INVESTE RIO como repassadora de recursos do BNDES. ou depreciação acelerada. com capitais capazes de atender a projetos de centenas de milhões de reais.Região N-NO Silvicultura . e nem um intangível. pequeno e médio porte Estender os prazos de amortização aos tempos dos projetos (e. 16 anos para o eucalipto para indústria moveleira.g. como uma tecnologia de fabricação. e assim por diante) e avaliar a possibilidade de períodos de carência ou pagamento menor até o primeiro corte • • • Considerar que a atividade plantio ou cultivo de florestas se comporta como a “máquina” que produz receita. tipo infra-estrutura e edificações. anualmente. por exemplo. direta ou através de terceiros. as áreas efetivamente plantadas mensalmente para plantios totais anuais ou.Questões Estratégicas 2. 12 anos para o eucalipto. desonerando o investimento. ou uma combinação delas. e dentre outras possibilidades. um conjunto de medidas que ajudem a ajustar o fluxo de caixa dos empreendimentos em função dos logos prazos exigidos para a produção inicial (durante os quais quase só há inversões e dispêndios) • • . com isto a sua apreciação de faz na modalidade de máquinas e equipamentos Qualificar a INVESTE RIO para acompanhar e mensurar. nas proporções de capital próprio e de terceiros de mercado. não se constituindo como ativo fixo. isenção do imposto territorial ou. entre 10 a 30 ou 40% próprios (“equity”) para 90 a 60% de financiamento (“debt”). ou linhas de crédito subsidiadas para 80% do custo do plantio. desoneração fiscal no primeiro ano de colheita. 13 anos para o nim.Rio de Janeiro . FINANCIAMENTO • • Constituir a INVESTE RIO como agente financeiro com linhas de crédito próprias tanto para grandes quanto para pequenos investidores. com spreads associados ao lastro do grupo empresarial (garantias e/ou salvaguardas) Admitir a autorização dos proprietários nos contratos de cessão do direto de superfície como lastro para a tomada do capital (garantia).

incluindo as unidades de pesquisa.Questões Estratégicas 3.Rio de Janeiro . DAS POLÍTICAS E DO MODELO DE GESTAO • • • Constituir o Organismo Gestor da Silvicultura no Estado do Rio de Janeiro a partir da delegação desta responsabilidade a algum organismo já existente para trabalhar com a Unidade Gestora Regional Elaborar os anteprojetos de lei que regulam a ocupação das terras para a silvicultura. CIENCIA E TECNOLOGIA • Criar Programa na FAPERJ de produção induzida de conhecimento e tecnologia em silvicultura madeireira e não madeireira. na Região • • • • Criar com as instituições de ensino universitário regional prêmio para a inovação tecnológica e a produtividade em silvicultura regional Promover linhas de pesquisa voltadas para a silvicultura pela PESAGRO em instalações dedicadas ao seu desenvolvimento diferencial Articular e fazer funcionar a rede de conhecimento regional para a formação e qualificação profissional da mão-de-obra para os empreendimentos de grande escala e. particularmente para o empreendedorismo florestal 4. a biodiversidade e a criação do fundo estadual de silvicultura Estruturar e implantar os arranjos produtivos regionais de produtos da silvicultura e da madeira . CONHECIMENTO.Região N-NO Silvicultura . desenvolvimento e inovação regionais e incubadoras de base no conhecimento na Região Estimular a implantação de unidades de certificação pelas instituições internacionais.

31 99536308 .br 31 32917833 .Plano Básico Para o Desenvolvimento da Silvicultura Sustentável nas Regiões Norte e Noroeste do Estado do Rio de Janeiro Comunicação Créditos: Elisiana Alves Ano Internacional das Florestas 2011 Consórcio Rionor Coordenador Geral: Eduardo Nery enery@energychoice.com.

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