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Itens 1.      Tipo de Obra 1.1.Ano da Publicação 1.2.Editora 1.2.1. Edição 1.2.2. Páginas 1.3.

Título Livro 2009

Conteúdo

Observação do Aluno O professor forneceu vários títulos de livros escritos por William Irwin, todos com o mesmo tema filosófico cabendo ao aluno escolher a obra que seria trabalhada.

Madras 1ª Edição 238 X­Men e a Filosofia: visão espantosa e argumento assombroso no X­verso mutante X­Men and Philosophy: astronishing insight and uncanny argument in the mutant X­Verse

Por ter mais conhecimento sobre as histórias em quadrinhos dos X­Men, decidi escolher este livro que teria uma leitura mais fácil de ser compreendida.

1.3.1.  Título original 1.3.2. Título do capítulo 1.4. Localização da obra

O livro é dividido em 4 capítulos Propriedade da aluna Comprada em uma livraria. 1.5. Autores Coordenação de William Irwin. Colaboradores: Rebecca Housel, J. Jeremy Wisnewski, Andrew Burnett, Andrew Terjesen, Christopher Robichaud, Cynthia Mc Williams, George A. Dunn, George Teschner, Jason Southworth, Jeremy Pierce, Jesse Kavadlo, Joseph J. Darowski, Katharine E. Kirby, Mark D. White, Patrick D. Hopkins, Ramona Ilea e Richard Davis. Marcos Malvezzi Filosofia; Condição humana;

Várias das obras filosóficas seguem com a supervisão de William Irwin, não sendo ele diretamente o autor. Cada subcapítulo leva o nome de um autor diferente.

1.5.1.Tradutor 2.      Tema do livro

Os quatro capítulos se dividem em sub­capítulos, tendo cada sub­capítulo um autor diferente.

2. Comentário . O coordenador desta obra.1.2. descobrindo o que somos de verdade e como queremos ser vistos pela sociedade. William Irwin. Objetivos do autor 3. The Last Stand [O Confronto 2.1 Tema I 3. um mundo fictício onde se é possível ser extraordinário. William Irwin tinha o objetivo de mostrar como uma obra tão extraordinária como os X­Men trazia a quebra de pressuposições. Ideias do autor 2. que influenciou várias gerações de jovens e adultos. X­1: As origens O fator­X no existencial Patrick D.      Capítulo I 3.1.1.1. Hopkins A sedução do normal: quem não quer ser mutante? “No terceiro filme dos X­Men. Palavras­chaves Mutantes; Humanos; Cura; Normal; Extraordinário; Genes; Vida; Quadrinhos; Poder; Telepatia.1. Mostrar como o espírito filosófico está conectado com este universo.1. cria este livro com o intuito de explorar o X­Verso de uma das mais importantes obras de história em quadrinhos. desmantelando nosso mundo.2.Autor 3.

.) as maneiras de você ser normal são limitadas: é preciso se encaixar em um espectro pequeno em torno da média para vários traços físicos.) O desejo de um mutante de ser normal deve ser elogiado ou desprezado? E quanto ao nosso desejo de ser normal ou extraordinário?” Resposta na pagina seguinte “(. transformando os mutantes em seres humanos comuns. Há.Final].. é descoberta uma “cura” que suprime a atividade do gene mutante. mentais ou sociais. Enquanto isso. Vampira – cujo toque pode sugar a vida. isso significa que deva ser nosso objetivo ou medida de todas as coisas? (.” “Porque uma coisa é normal..” . maneiras ilimitadas de você ser anormal. que covarde aceitaria só para se tornar normal?”. Tempestade. a energia e as habilidades de outras pessoas – está se preparando para ir à clínica farmacêutica.. porém. reage perguntando: “Quem quer essa cura? Afinal. a controladora do tempo.

 porém. Outros. partindo do conceito amplo de “monstro” (uma grande mistura do não natural e do impossível) e chegando ao conceito do ‘indivíduo que deve ser corrigido’ (uma idéia médica e legal mais estreita de humanos que precisam ser melhorados).” “O filósofo Michel Foucault (1926­1984) descreve a história do anormal. como a paranormal Jean Grey. ou Wolverine garras de aço. alguns melhores que outros. Mas há vários modos de ganharmos destaque. há distinções mesmo entre mutantes e anormais.“É um dilema da condição humana: queremos pertencer e nos destacar.” . Alguns mutantes podem passar por “normais” por causa da sua aparência e da capacidade de controlar suas habilidades.” “Evidentemente. são incapazes de se passar por humanos normais.

.. a menos que ela queira que alguém veja.(. mas apenas sendo poderosas. mas não é algo detectável.) Vampira.... mas veja a experiência dela (. belas e capazes de passar por normais quando desejado. enfim – e por isso talvez fantasiem que são os X­Men ­ ..” “O que a maioria das pessoas parece querer.” COPIAR PRA ORIGINAL “Fazer fenomenologia é tentar abrir mão de nossas preconcepções e descobrir o ser real das coisas.) não consegue controlar esse poder. Vampira (. é ser diferente de uma maneira que as faça ganhar destaque.. não tem a mesma sorte.) Sua mutação lhe dá o poder de controlar o clima.“Tempestade considera covardes morais as pessoas que procuram uma cura para suas mutações. que procura uma cura.. 191) . (.) sua mutação é complicada. à medida que se revelam a nós” (p.

195) .) A maneira como entendo os próprios X­Men é informada por minha permeação física no mundo: esses mutantes me mostram o que eu não posso fazer e me revelam como é meu ‘ser no mundo’ físico. (29) Isso significa que meu corpo não é algo que eu tenho.” (p.” (p.. (...193) “E um dos traços fundamentais de nossa existência no mundo ­ nossa existência como seres personificados no mundo ­ é nossa limitação..194) “Qualquer que seja a realidade dos mutantes.” (p. Não podemos fazer tudo.“Merleau­Ponty afirmava que nossos corpos são nossos pontos de vista do mundo. mas sim algo que eu sou. nossa compreensão do mundo também seria ­ nossa consciência seria diferente” (p.192) “(.) se nossos corpos fossem diferentes. a fenomenologia nos ensina isto: a compreensão que eles têm das coisas é fundamentalmente diversa da nossa.

).199) V. London: Routledge Press.“E quero saber como é ser um mutante. entre coisas e projetos que dão um sentido à vida. Sei que essa é uma apropriação minha. p. Trad. No entanto. O termo é de Heidegger. mas minha condição parece impedir tal possibilidade.. Significa existir em um contexto de significado. MERLEAU­PONTY..”  (p. 2002.81 . Colin Smith. Mauric. The Phenomenology of Perception. ainda tenho oportunidade de refletir em meu ser no mundo por meio desses mutantes e ver quais são meus limites e como eles são importantes para minha autocompreensão e a compreensão do mundo à minha volta. 29. mesmo que eu não possa saber como é (.