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CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume I

Estruturas Isostaticas

Enciclopédia Técnica Universal Globo

O (lum de Análise Estnitural compreende os volumes:

1 - Deformações em estruturas Mbtodo das forças. 1
111 -Método das deformapes Processo de Cross.

1 - Estruturas isostáticag

JOSE CARLOS SUSSEKIND

CIP-Brasil Cataiogação-na-konlc Câmara Brasileira do Livro, SP Siisseklnd, 3 0 6 Carlos, 1947Curso de análise estnitural/ José Carlos Siissekind. 6. e . - Porto Alegre -Rio de Janeiro :Globo, 1981. d
v. ilust. (EnciolopMia tbcniui unfversal Globo)

CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume I

S963c v.1-3

Estruturas Isostáticas

Bibiiogmííí. Conteiido: -v. 1. Estnitiuas isostáticar -2. Deformações em estruturas. Método das forps. -3. Método das deformaç6es Processo de Cross.

6? Edição

I

1. EstruturaçAnáüse. (Engenharia) I.Tftulo. 10 :Estrutu~as isostáticar IU. Sene.

U. Tftu-

hdloes parn catálogo slstedtim:
1. Análise estrutural : Engenharia 624.171 2. Estruturas: Análise: Engenhada 624.171
E O i I O R A GLOBO Porto Alegre 0 Rio de Janeiro

1981

ao Na apresentação deste Curso. da Editora Globo S A. R1 Rio de Janeiro. Capa: Ruben H e m a n n O Curso de Análise Estmturd será dividido em três volumes. e cuja concretização se tomou possível a partir do interesse demonstrado pela Editora Globo em editá-lo. estaremos e condições de tentar sempre melhorar este trabalho. a partir deles. incluiremos também o estudo de alguns tbpicos especiais. 1271 . sugestões ou críticas que nos venham a enviar através da Editora m Globo.março de 1980 I Apresentacão A idéia de escrever este Curso de Análise Estrutural nasceu da necessidade encontrada de um texto que nos servisse de'suporte para o ensino da Isosiática e da Hiperestática aos futuros engenheiros civis.90000 P o r t o Alegre.juiho de 1977 3? Edição . Agradecemos antecipadamente aos nossos leitores e colegas quaisquer comentários.l? Edição -dezembro de 1975 2? Edição . a quem devemos nossos conhecimentos de Mecãnica Racional e de Mecânica das Estruturas. Getúlio Vagas. 1Q de abril de 1974 José Carlos Sussekind . Domício Falcão Moreira e Silva.março de 1979 4? Ediçáo -maio de 1979 S? Edlçáo . em língua portuguesa.objetivo final de nossos esforços. A primeira edição desta obra foi realizada em convênio com a Universidade de São Paulo I Direitos exclusivos d e edição. e por iniciativa de quem fomos lançados no magistério superior. cujo conhecimento julgamos indi~pensável engenheiro civil. idéia esta que cresceu com o estímulo recebido da parte de diversos colegas de magistério. no sentido de torná-lo cada vez mais útil ao nosso estudante . na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. no primeiro dos quais estudaremos os esforços nas estmturas isostáticas. 350 . é dever de gratidão mencionar o nome do extraordinário professor que é o Dr.Rio de Janeiro. Av. Nestes últimos. ficando o estudo dos esforços nas estruturas hiperestáticas e das deformações em estruturas em geral para ser feito nos segundo e terceiro volumes. pois. RS Rua Sarg. que se vèm deparando com o mesmo problema.21510 . Sllno Hollenbach.

Apoios.3 .Cálculo das reaçóes de apoiÒ 20 4.3 . de mesmo módulo e sentidos opostos 9 2.1 .1.2 .1 .Casos particulares importantes 12 3.2 .Apoios 17 4.Redução de um sistema de forças a um ponto.1 .Sistema de forças paralelas no espaço 1 2 3.2 .CONCEITOS FUNDAMENTAIS 1 . Estaticidade e Estabilidade 16 4.2.3 .1 .2 .1 .Cargas 40 6.1.Sistema de forças coplanares 14 4 .2.Momento de uma força em relação a um e u a 6 2.Propriedades do momento 4 2.2.1 .Graus de liberdade 16 4.Condições de equilíbrio 10 3.Estruturas planas canegadas no próprio plano 18 4.Graus de liberdade.4 .1 .3 .1.2 1.1.Momento 3 2.Cargas-momento 45 .2.Esforps simples 25 5.As grandezas fundzmentais: Força e Momento 2 2.1 .2 .2.Cargas distribuídas 41 6.Momento constante de um sistema de duas forças paralelas.1 .Domínio de estudo da Análise Estmtunl 1 2 .2 1.Força 2 2.1.Momento de uma força em relaçáo a um ponto 4 2.Cargas mncentradas 41 6.3 .Momentos de uma força em relação a diversos pontos 5 2.Estaticidade e Estabilidade 23 5 .2 .Sumário C A m U L O I .Sistema de forças concorrentes no espaço 12 3. Conceito físico 1 0 3 .Caso particular importante: estruturas planas canegadas no próprio plano 34 6 .

Problemas propostos 263 10 .viga submetida a carregamento distribuído vertical 79 6.Introdução 220 4.Quanta à lei de formação 195 3 .2 .Quadros compostos 130 3.1 .Estudo dos arcas triarticulados para carrwamanto vertical em função da viga de substituição 141 4.Definição e determinação da linha de pressões 143 4.2 .As bases do método 195 3.Intmdufão ao estudo das treliças espaciais 258 9 .Método geral de resolução das treliças complexas Método de Henneberg) 241 6.Quadro triarticulado 117 1.Roteiro do método 223 4.Exemplos de aplicação 198 3.2 .Aplicações 246 7 .Treliça com uma diagonal por paiiiel 202 3.3.ESTUDO DOS QUADROS 1 .Método dc resoluqão 233 5.2 .&l@o dos problemas PrOPOStOS 270 .Problemas resolvidos 84 4 - 2 .Cbdieação das treliças 192 2.1 .Quadro biapoiado.Carga triangular 5 5 2.CAPITULO U .Treliças com duas diagonais por painel (Vi@sH:ssler) Método de Cremona 220 4.F'roblemas propostos 98 9 .Quadros simplm 110 1.As equações fundamentais da Estática 48 2 .1.Vigas engastadas e livres 67 4 .Resolução das treliças de altura constante em f u n ~ ã o da viga de substituição 202 3.Aplicações 146 8 .2 .1 .Conceituação 231 5.Exemplos de decomposição 77 6 .Conceituação 241 6.1 .1 .Exemplos de resolução 135 ISOSTATICOS PLANOS 5 .Vigas biapoiadas com balanços 69 5 .Quadro engastado c livre 115 1.2.Método de resolução 251 7.Apresentação do método 223 4.3 .2 .ESTUDO DAS VIGAS ISOSTÁTICAS 6 .Qiianta à estatiçidde 192 2.3 .1 .2 .Vigas inclinadas 79 6.2 .2 .3 .3 .1 .Quadros com banas c u m 123 3 .Introdução 73 5.Estudo dos arcos triarticulados 140 4.Método de Ritter 195 3.2 .2.Treliças com cargas fora dos nó? 7.2 .Problemas propostos 156 1 . com articulação 2 .1 .3 .2 .3.Solução dos pmblemas propostos 104 CAPfiULO 111 .Aplicações 253 251 4 .Viga submetida a carregamento distribuído perpendicular a scu eixo 82 7 .2 .1 .4 .Solução dos problemas p m p s t o s 170 3 .Viga submetida a carregamento distribuído horizontal 81 6.3 .Aplicaçóes 236 L tuante (ou escora) 121 6 .1 .Exemplos 226 214 8 .4 .3 .Treliças complexas 241 6.1 .3 .3 .Introdução 130 3.Carga uniformemente distribuída 53 2.osiçáo 131 3.Carga concentrada 50 2.Treliças compostas 231 5.Quadro biapoiado 110 1.2 .Notacão das cargas e dos esforço? normais 223 4.1 .Carpa-momcnto 59 2.Casa geral de carregamento 62 1 i 7 .Exemplos de decoml.Vigas biapoiadas 50 2. .Vigas Gerber 73 5.L .5 .

) O quarto capitulo trata do estudo das treliças isostáticas planas (simples.Aplicações 279 1.4.2 . graus de liberdade e estaticidade de uma estrutura e definimos os esforços simples que a t u m numa seção de uma estrutura.Roblemas propostos 351 O terceiro capitulo aborda em detalhes os quadros isostáticos simples e compostos. para os diversos tipos de carregamentos que podem ocorrer na prática.1 .Obtenção das linhas de influência para 2s estruturas isostáticas 304 2. foi dividido em seis capítulos. seu perfeito conhecimento é absolutamente indispensável ao estudo das estruturas hiperestáticas.Estudo das grelhas isostáticas 275 1. em que fazemos o estudo estático das estruturas isostáticas. São feitas aplicações para os tipos usuais de treliças da prática.Vigas-balcão 286 2 .Tensóes nos bordos dos encontros 332 2.Estudo dos quadros espaciais isostáticos 289 3 . compostas e complexas).1 .3 . constantemente. não deverá mais encontrar qualquer dificuldade neste setor.1 .Fascs dc resolução do problcma 302 2.Dcfinição 301 2.Caso particular: treliças de altura constante 346 3 .Sistemas triarticulados 328 2.1 . Durante este estudo.5. introduzimos as noções de vínculos. estudando a seguir. (Este é um problema com o qual nos deparamos. Forma de resolução 300 2 .4.Viga biapoiada 305 2.4 . biapoiada com balanços e Gerber. que ao fm deste capítulo.Tcnsões nos bordos das seçõçs 330 2. são apresentadas ao leitor.4.Solu@o dos pmblemaa prnposios 295 Introducão ao primeiro volume O primeiro volume.1 .Viga biapoiada com balanços 320 2.Vigas Gerber 325 2. pois.1 .2 . sendo discutida sua lei de formação è apresentados seus dois grandes métodos de resolução (Ritter e Cremona).2.4. apresentamos as equações diferenciais fundamentais de Estática.ESTUDO DAS CARGAS M6VEIS EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS I . embora os quadros isostáticos ocorram com pequena incidência na prática.Introdução 275 1. a linha dc influência 302 2. para cargas permmentes e móveis.Definivão das cargas móveis. as idéias básicas para o traçado dos diagramas solicitantes.O pmblcma a resolver.Obtenção dos efeitos.4. ênfase especial mereceu o caso das treliças cujo estudo pode ser feito recair no de uma viga de substituição (muito comuns em pontes).Linhas de influência 301 2.1 .4.4.lnhoduçáo 298 1.5 . Entre eles.3 .4.2 . conhecidos o trem-tipo i.1 .2 . .Viga engastada e livre 304 2. No segundo capítulo (Estudo das vigas isostáticas).Pesquisa dos valores máximos 311 2. no ensino de Hiperestáticq motivo pelo quaI demos uma grande ênfase ao tratamento dos quadros isostáticos em nosso Curso.4.hohlcrnas propostos 292 4 . engastada e livre.5.Treliyas 342 2.2 . O primeiro capitulo (Conceitos Fundamentais) visa a fiwaçãodos c m ceitos de Mecãnica Racional que julgamos base imprescindível à boa compreensão da Análise Estrutural. CAP~TULOVI .6 . Queremos chamar a atenção para a enorme importância deste I 4 - solu@Q dos problemas pmpartos 357 estudo. Trons-tipo 299 1.Definição 276 1.4. comentados a seguir.6.3 .4 .3 .4 . as vigas biapoiada.Classificação das cargas que atuam nas estruturas 298 1. nele d e f k o s as condições estáticas do equilíbrio. pouco a pouco.

evidentemente. respectivamente. estímulo e ajuda no traçado das figuras. a estrutura será chamada estrutura ana ou espacial O 2P e o 39 casos são aqueles. Na oportunidade. superfície esta . consistindo este estudo na determinação dos esforços e das deformações a que elas ficam submetidas quando solicitadas por agentes externos (cargas. etc. pode ser ito considerando-a unidimensional.base sólida e indispensável para o prosseguimento no estudo da Análise Estmtural.No final do capitulo. e aos demais amigos que. c) as três dimens8es são consideráveis. considerando-a representada pelo u eixo (lugar geométrico dos centros de gravidade de suas seções transrsais). 3 de Junho de 1974 CONCEITOS FUINDAN . Este procedimento vem sendo adota'do. o que nos levou à colocação do assunto no primeiro volume deste Curso. O processo é aplicado para todos os tipos de estruturas isostáticas.DOMmIO 1 DE ESTUDO DA ANÁLISE ESTRUTURAL A Anáiise Estrutural é a parte da Mecânica que estuda as estruturas. três diiensões. a dimensão maior é o comprimento da peça. viadutos. isto é. As estruturas se compõem de uma ou mais peças. :ste caso. através do processo das linhas de influência. queremos deixar registrados nossos agradecimentos ao amigo José de Moura Villas Boas. variações térmicas. isto é. Finalmente. conforme seu eixo seja reto ou INO. das cascas uja espessura 6 pequena em presença da superfície da peça. Uma barra será dita reta ou curva. mostrando como obedecem às inesmasidéias básicas válidas para treliças planas. tem contribuído para criar quase que um tabu a respeito destas estruturas. com suas sugestões. vigas de rolamento etc. um conjunto internamente e transmiti-las capaz de receher solicitações externas. h) uma dimensão é pequena em relação às outras duas. o que. a nosso ver. Três casos podem ocorrer: a) duas dimensões são pequenas em relação à terceira. o estudo estático da peça. movimento de seus apoios. nas obras clássicas sobre Estática. O quinto capítulo estuda os quadros isostáticos espaciais. apresentanos as idiias básicas para a geração e o estudo das treliças isostáticas no espaço. estando as duas outras dimensães nadas no plano a ele perpendicular (plano da seção transversal da peça). abso~ê-Ias até seus apoios. No l? caso. que corresponde ao da maioria das estruturas da prática. Este estudo não aparece. normalmente. Rio de Janeiro. cuja resolução é indispensável à sedimentação da teoria e exemplos apresentados durante a exposição de cada assunto e que representam a parcela de trabalho individual que cada leitor precisa realiia~paraatingir um bom domínio da Isostática. que será denominada barra. nas cadeiras de Análise Estrutural na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Ao fun de cada capítulo apresentamos uma lista de problemas p r o postos. pelo trabalho de revisão deste volume. que julgamos poder evitar começando a estudii-las paralelamente ao estudo das estruturas planas. o sexto capítulo estuda os efeitos estáticos das cargas móveis atuantes nas estruturas isostáticas. com grande êxito. onde estas solicitações externas encontrar50 seu sistema estático equilibrante. das placas.). ligadas entre si e ao meio exterior de modo a formar um conjunto estável. Conforme os eixos das diversas barras que compõem a estrutura estem ou não contidos no mesmo plano. recebendo ênfase maior o caso das grelhas. As peças que compõem as estruturas possuem. obtendo-se as envoltórias necessárias ao projeto das pontes. colaboraram para elaboração deste trabalho.

Em todos estes casos. Chama-se mome$o de uma força F em relação a um ponto O ao produto vetorial do vetzr OM (sendo+M um ponto qualquer situado sobre a Iinlia de ação da força F ) pela força F. das forças devidas à gravidade (que são os pesos dos corpos). Estas relações englobam a esmagadora maioria das barras da prática (Nos casos em que esta relação se torne inferior. é a tonelada-força. pois. Há. dependendo da Universidade).são as forças devidas à existência de campos agindo sobre o corpo. I L 4m Fig.2) . através da qual queiramos representar a tendência de rotação em torno de um ponto.tratam-se.2 Curso de analise estrutural Conceitos fundamentais 3 plana para as placas e curva para as cascas) e dos blocos (caso das barragens) e não serão abordados neste Ciifiau de Análise Estrutural. provocada por uma força. que é o das forças situadas no espaço. no caso da Terra. t.AS GRANDEZAS FUNDAMENTAIS: FORÇA E MOMENTO' . forças que a t u m através do espaço. então. também. a peça não mais poder6 ser classificada como barra. sentido e intensidade. veríamos que seu valor deve ser de 5 kg. A teoria que aqui desenvolveremos tem precisão excelente para barras cuja relação do comprimento para a altura seja superior a 10 : 1. criar uma nandeza física. são estudados. já estudadas em Cálculo Vetorial.) 2 . uma ~~apresentaqão. etc. Não confunair esre Ultimo com a unidade de massa do sistema MTS. por estar mais afastado de C do que este último. z. Y e Z segundo os eixos triortogonais x . já estudada nas Cadeiras de Mecânica Racional que antecedem àr de Análise Estrutural. mais simpmcadarnente. sendo diretarnente proporcional a ambos. apenas. conforme indica a Fig. a partir da teoria da Elasticidade. denominação esta que manteremos em nosso Curso. muitas vezes. suportada em Cpor um cutelo sem atrito e tendo um peso de 10 kg suspenso em B.Força A noção de força é das mais intuitivas possfveis: podemos exercer uma força sobre um corpo por meio de um esforço muscular. um curso da Análise Estnitural das barras. apresentando precisáo ainda boa para relações até 5 : 1. 1-1 2m 1 E fácil ver que o peso a ser colocado em A. escrever um tratado sobre Estática Abstrata. conforme o caso. a partir das quais podemos expressá-las pela igualdade 1. c o n f m e veremos em seu desenvolvimento. mnforme tem demonstrado nossa experiência. esta grandeza deverá ser função da força e de sua distância ao ponto. que se deseja contrabalançar por um peso suspenso em .1: Não nos deteremos no estudo das propriedades das forças. que será defmido da maneira a seguir. elas ficam defuiidas por um ponto de passagem e por suas componentes X. Sua unidade. sem contato. 1-2.l No caso mais geral. caracterizadas por direçáo. y. Esta grandeza é o momento.nossa maneira. + (1. 2. devendo ser estudada como placa. 1-1. por esta razão. Nosso Curso de Análise Estrutural será. das forças de gravitação e. magnéticas. E wmum chamar-se b forças que aluam numa estrutura de cargas. É o caso das forças elhtricas. para as quais valem as propriedades dos vetores. dos conceitos basiws. que é o adotado em Engenharia Estrutural. o aluno que se inicia no estudo da Análise Estrutural apresenta dúvidas. no sistema MT*S. deve ser inferior a 10 kg. a respeito dos quais. uma locomotiva exerce força sobre os vagões que ela reboca. uma mola esticada exerce forças sobre as peças que fotam suas extremidades.. por tentativas. bem como a de diversos colegas de magistério. Este exemplo simples foi escolhido para ilustrar o fato de que o efeito de rotação de uma força em torno de um ponto depende do valor da força e também de sua distância ao ponto. chamadas. Se desejarmos.2 Não é nosso objetivo. O corpo que exerce a força está em contato w m aquele sobre o qual ela é exercida . a fm de contrabalançar o efeito da rotação da barra em tomo do cutelo C. Temos: 5 = OMA F --t -t à Faremos.2 . ou. As forças são grandezas vetoriais. de forças de contato. erri Cadeiras próprias (em nível & especialização ou pós-graduação. então.Momento Seja a barra da Fig. Estas últimas serão as mais importantes da Análise Estrutural. neste tbpiw. cujo símbolo B t*. forças de ação à distância . casca ou bloco.

2. a ~ a f t i r sentidoba rotação do do no mesmo.1. 1 \ / \ Pig. agora.1 . temos: O'A = 0 ' 0 t OA. isto 6 . a seguir. . 1-4 Seja uma força F e um eixo r. suposta aplicada em O. em relação ao ponto 0 ' . i q a l ao produto do módulo da força F pela menor distância do ponto O à sua linha de ação. conforme indica a Fig. fazendo a mão direiia girar no sentido desta rotação e obtendo-se o sentido do vetor-momento pela posição ocupada pelo polegar durante esta rotação (o polegar aponta para o lado em que está situada a pu seta dupla do v e t o ~ m o m ~ t o ) m6dulo é dado por I ml = i OMi IFlsen a = = Fd. Sua direção é perpendicular ao Representaremos o vetor-momento A partir da definição de momento.Os momentos de uma força F em relação a diversos pontos situados sobre um mesmo eixo têm projeção idêntica sobre este eixo. 1-2 A unidade de momento.4 Cuno de análise esbutural Conceitos fundamentais 5 * m por um vetor com seta dupla (a fm de não confundi-lo com uma força).2. podemos escrever: ) . 2.9. definido pelos ponfps O e O'.seu sentido é dado.I . Calculado o momento da força F em relação ao ponp to 0 .2 . a partir da Fig. que conduzirão a conclusóes importantes no estudo da Análise Estrutural.Propriedades do momento Estudaremos. v'' Pig. podemos determinar sua projecão sobre a reta r. conforme indica a Fig. pela regra da mão direita. podèmos escrever que: . temos: &\ +L3: plano que contém a reta-suporte da força F e o ponto 0 . sobre a reta r.1 . + 2.4. 1-3. 2. 1-2. à qu~chamaremos Calculemos. 5 Como. que dá vetor OM para o vetor sentidooda rotaçio da força F em tomo do ponto 0.2. A partir da igualdade 1.+ m3= (0'0 ~ O A ) A F = ' O A F ~ O - I GAF= to'Ci~? ii i (1. a pjartir do F ou. \ \/ ficando demonstrada nossa propriedade. é o mt (ou tm). a projeção do momento m' da força F em relação ao ponto O'.1. algumas propriedades do momento. no sistema MT*S.O momento m' de uma força ?em r$ação a um ponto 0 é ' da força F em relação ao ponto O igual à soma vetoribdo momento com o momento de F. 1.3.

o que dá no mesmo. ---.2. verificando.. 1-5 nentemente escalar.v / ---L Fig.2 deste tópico. A componente + * . 1-8. m = proj. podemos definir o momento de uma força F em relação a um eixo como sendo a projeçáõ. Esta propriedade seri de grande importância no nosso estudo. é perpendicular ao plano P definido pela força F e pelo eixo r. 1-5.] I A I As projeções M. . = p. carregadas no próprio plano. a partir da obse~ação anterior. I 4 Fig. . proj. O /' 5. respectivamente.. e F. = My = O e o momento resultante m ficaria dado por % = M. cujo sinal 6 positivo ou negativo conforme a dupla seta do momento resultante & tenha sua projeção sobre o eixo acompanhando ou não seu sentido positivo. 2. sendo z o eixo perpendicular ao plano das forças. 1-6: O momento )m desta forç~em+relação a um ponto genérico O deste eixo.3 . pela definição de produto vetorii&que+O'O A F é um vetar perpendicular à reta r e que. . ( 0 3F) ~ 4 + * + + Ora. . são chamadas momentos da força ?em relação aos eixosx. imaginando ser este plano o que contém os eixos x e y. . pois. Usaremos esta propriedade no estudo das estruturas planas..se em conta a pypriedade 2. Fig. afirmar que o momento de uma força em relação a um eixo que lhe seja concorrente ou paralelo 6 nulo (nos dois casos a forqa e o eixo são coplanares). do momento desta força em relação a qualquer ponto desse eixo. de uma força em relação a O momento então. 1-8 Seja calcular o momento+da forpa F em relação ao eixo z. 2 = proj. nula. achar sua componente na direçzo do eixo: Levando. um eixo é. após. 1-7 Z ?I I I / /Mx f:. Observações: a) Calculemos o momento de uma força em relação a um eixo que lhe seja coplanar. pela regra da máo direita. .1. %. y e z. Com isto temos: proj. conforme indica a Fig. k. My e Mz na direção de 3 eixos cartesianos triortogonais. A força F pode :r decomposta nas forças F. sabemos.2. a primeira paralela o eixo z e a segunda situada num plano P a ele perpendicular.. .O momento iii de uma força F em relação a um ponto O pode ser representado por suas projeções M. c) O m6dulo do momento resultante de uma força em relação a um eixo pode ser obtido diretamente.6 Cursa de anblise estrutural onceitos fundamentais proj. (O'OAF) = P + proj. conforme indica a Fig. indicadas na Fig. conforme indica a Fig. . leríamos M. Sua projeção sobre r seráentão. . . sobre esse eixo.. ou. . m' = proj. a partir das quais pode ser definido pela igualdade L4: * Fig. 1-7.(O'OAF) = 0. portanto. My e M.1. m" = . pois. send+o dado por & = OMA F . se a rotação da força em torno do eixo d i um momento no sentido positivo ou negativo do eixo.+ proj. Podemos. sem ser necessário calcular o momento resultante para.. uma grandeza emi- b) O momento resultante de um sistema de forças coplanares em relação a qualquer ponto situado no plano destas forças será sempre perpendicular a este plano.

que as 2 forças formam um binirio. 1-10 -+ .=-4mt Para a força F. : M = O (F2 é concorrente com Ox) . pela regra da mão direita). Podemos afirmar. Ex. y e z. ~ . em que cada uma destas últimas forças é paralela a um dos eixos coordenados. então. é concorrente com Oy) M. a partir de sua definição. neste caso. definida anteriormente. MY=-IXF. Fig. Temos: Para a força Fl : Mx = O (F. O b s e m ~ leitor a enorme simplicidade com que calculamos os momentos o da força F em relação aos eixos x . em toneladas.1 2 . o momento seri positivo. direçáo e sentido do vetor A 5 e cujo mbdulo. por ser paralela a z. ++.1. + F. . F = F. 2. sobrando + apenas o da componente F 2 . então. 1-10.1 2 m t -3 ..godemos ver que a força F pode ser expressa pela igualdade . My e M.4 4 .8 Curso de análise estrutural Conceitos fundamentais Para a força F. conforme indicado na Fig. y e z. My = O (F1 é paralela a Oy) M.4 X F i = .+ F . Dtzemos.4j++ 4k e então: valor este que já sabiamos a priori. que o inoinento % da força3eni relação ao ponto O é dado por: Os momentos da força F em relação aos eixos x. Calculemos o momento m da força F em relação ao ponto 0: . Verificar. = .. a fim de simplificar a resolução numérica dos problemas. uin invariante em relar. cujo módulo é igual ao do momento desta força em relação ao p2nto O em que o eixo iiitercepta o plano P. Temos: F = (B . O módulo do momento da foiça F em relaqáo ao eixo z será.=-4mt M. conforme indica a figura (no caso. portanto. = O (F3 B paralela a Oz) 9 I i F I . igual a I M. 11.ão a qualquer ponto do espa'o.4 + O = . a partir dos valores já calculados para Mx. da força F . de origem no poiito A(1. M. porque não trabalhamos diretamente com F). = 16 m t . 4. por superposição de efeitos: 4 C Mx=O+O+16=16mt My = O + + . que o módulo do momento de uma força em relação a um eixo é igual ao produto do módulo da força pela menor distincia entre a reta suporte da força e o eixo e pelo seno do ângulo formado pela força e o eixo: seu sinal é obtido pela regra da mão direita. senão vejamos.1 6 m t + . 6 paralela a Ox) My = O (F.4 .Pefa Fi&I-9.O ~ A P = = MM'A 2 independendo. é igual ao módulo da distância AB. que é. Calcular os momentos M. e Mz em relaçdo aos eixosx. Calculemos os momentos de cada uma delas em relação aos eixos x.o F ~ O ~ O ~ : ~ = O ~ . de mesmo módulo e sentidos opostos.. da posição de O. conforme vimos. trabalhando com suas componentes nas direçees dos 3 eixos coordenados (não foi necessário calcular menor distância entre+a reta AB e cada um dos eixos nem os senos dos ingulos form$os por F com cada um dos eixos. I = F 2 d = = Fd sen a. sendo d a menor distância do suporte da força F ao eixo z. tem a propriedade de possuir momento constante em relaqão a qualquer ponto do espaço. então.2. A aplicação seguinte esclarecera.=-lXF. + F.: M = 4 X F. y z z . = . Tal procedimento deve ser sempre empregado.4 m t M. O momento das duas forpas F em + relaçãú ao ponto genérico O será da. O).A) = 31 + ? ' . y e z serão. não dari momeiito em relação a este eixo.Um sistema de duas forças paralelas.

12. basta que * estes dois vetores R e sejam nulos para que o corpo esteja em equilíbrio. C que estas forças sattsfaçam às cquaq6es vetoriais: Seja a força indicada lia Fig. obtendo-se o grupo das seis equaçóes (I. iguais. acrescentandc. então. o mais geral. . Sejaum sistema de forças que.2.3. duas forças F e (. cujos efeitos em relação ao ponto O desejamos conliecer. sua tendência de rotação em-relação a um eixo passando por 0. submetido a um sistema de forças. i 2).F) a g l i c a ~ e m F e~ aplicada em A . uma força R c um monicntoi(Z + %'A Logo. à soma vetorial de todas as forças e à soma vetorial dos momentos de todas estas forças em relação ao ponto 0. conforme indica a Pig. as mesmas igualdades se repetirão para todos os demais. que pode ser :. teremos. No ponto 0' temos então.1. para reduzir uin sistema de forças a um determinado ponto do espaço. O'OA R por infi+uCncia de R . Reduzindo estas solicitações p%.irnb&ni o Serão par* todos os demais. se acrescentarmos. Analisando o esquemz indicado nesta figura. no espaço. Um sistema de forças 6. em tomo de qualquer ponto. para cada uma delas. Conceito físico Conceitos fundamentais 11 submetido a um sistema de forqas. que qucremos reduzir ao ponto 0.6). Levando-se em conta que: -t seu momeiito resultante em relayão a r Nada se alter+a. então.a o ponto O'. por poder ser substitulda por uni binário. sob+o ponto de vista estatico. - em que R é a resultante das forças e qualquer ponto do espaço. 6 dada pelo momento resultante % destas forças em relação a este ponto. por influência do momen-+ to E . cada uma delas. a aparecimento de uma forçaR e de um momento dado por^^^^ aplicados em O'e. podemos encará-lo como constit2'do por uma força[ aplicada em O e pelo binário formado pelas forças (. estar em equilíbrio. s c z e O "morrem nu$s num dado ponto. que são as seis equações universais da Esthtica.5) podeni ser substituídas. se para um dado ponto O do espaço temos R = O e R = 0. no ponto 0. é um invariante em relaqão a qualquer ponto do espae). t. 1. Como a tendência de translação é dada pela resultante -+ R das forças e a tendência de rotação. A resultante simboliza a tendência de translação do sistema e o momento resultante. é necessário que elas não provoquem nenhuma tendência de translação nem rotação a este corpo. as 2 equações vetoriais de equilíbrio (1. um momento adicional de Z em O' R (iá que uma carga-momento. reduzido a uni ponto ü do espaço. que se confunde com o momento da força F em relação ao ponto 0 . por trEs equações escalares de equilíürio. seu momento em relação a este ponto.Reduyão de um sistema de forças a um ponto. 1-12 3E IIcito afirmar que. regendo o equilibrio de um sistema de forças. afirmar que. nos forneceu uma + resultante R e um momento resultante X . nos casos mais gerais. conforme indica 1-1 1. A condição necessária e suficiente para que um corpo esteja em equilíbrio. .10 Curso de análise estrutural 2.CONDIÇÓES DE EQUILíBRIO Para um corpo. iisscgrirando o 1:ig. senão vejamos.3 . respectivamente. 1-1 1.ubstituidz pelo momento m = OA A F. basta transferir todas as forças para este ponto. 3 . isto 6. Podemos. redutivel a uma resultante H e a um momento resultante %em relação a qualquer ponto O do espaço. conforme indicado em 1-1 1.F).

pois não há componentes de forças paralelas a um dos eixos coordenados F3 nas direções dos dois demais. não-concorrentes os três no mesmo ponto.1. isto 1s garante que o sistema de forças ío apresenta um momento resultante em relação ao ponto O (pois C M x = = C M y = C M .1.9). 1-13 racterizam a resultante nula. e situados num plano perpendicular ao das forças (não existe obrigação de dois desses três eixos serem ortogonais. regido apenas pelas equações que caFig.12 Curso de análise estrutural 3. 1-14.+ v mo não existe momento de uma força em relação a um eixo que Lhe seja /'O paralelo. então. recaindo-se no raciocínio que introduziu o gmpo de equações 1.poderia ser. as indicadas no grupo X (1. conforme veremos no Cap. então. ou seja.1 .7).2 .se ponto.Sistema de forças concorrentes no espaço Seja o sistema de forças no espaço. Por se tratarem de forças I concorrentes n o ponto 0 .9) . ditado pelo grupo de equações (1. Seu equili%rio 6 .Casos particulares importalites Conceitos fundamentais 13 3. 1-13. j5 Fig. conforme sabemos. situado sobre o plano xy. para podermos afirmar que o momento resultante é nulo em relação a . indicado na Fig. senão vejamos: Se temos CM. O gmpo de equações (1. 3. que simbolizam o momento resultante nulo. 1-15. C Y = O e I Z M . = E M y = 0. nem paralelos os três entre si. perdendo. empregado para estudo do equilíbrio deste sistema de forças..8). pois. poderia ser apenas redutível a uma resultante passando por 0. pelas equações (1. mas não-concorrente com estes 2 eixos em 0. Permanecerão válidas. a partir de três equações de somat6rio de momentos nulo em tela. então. 1-14 L 1 :'I 1- ' th lh O equilíbrio de um sistema de forças paralelas no espaço pode ser estudado. ou uma equa.1 . Por serem todas as forças paralelas ao eixo z Oz. conforme indica a Fig. Tal caso será. qão de somat6rio de momentos nulo em relação a um em0 t não-concorrente com os eixos x e y em O. Um sistema de ) forças paralelas. que satisfaça a estas duas primeiras condições. bem co-. = O degeneram em identidades. pois basta eles serem >ncorreutes num ponto e termos somat6rio de momentos nulo em relação a es. que regerão o equilíbrio de um sistema de forças paralelas ao eixo Oz. 1-15 discutida anteriormente. as três ú1I timas equações do grupo. sua expressão x ~ ' Fn como equações. então.Sistema de forças paralelas no espaço Seja o sistema de forças paralelas no espaço indicado na Fig. em ve7 do grupo (1.8): Observação: Este caso de sistema de forças ocorrerá no estudo do equilibrio dos 116s das treliças espaciais. I Obse~açóes: a) A equação C Z = O pode ser substituida por uma terceira equação de somatóno de momentos nulo em relação a um 3P eixo r. = O.6). as equações C X = O. IV deste volume. degeneram em meras identidades (pois uma força não dá momento em relação a um ponto situado sobre sua linha de / / qão). ção a 3 eixos. V deste volume. . que se far5 no Cap. / como equações. b) Este tipo de sistema de forças ser4 abordado em detalhe no estudo das grelhas. podemos empregar a equação C Z = O. kig. para indicar que esta resultinte deve também ser nula. concorrentes no ponto 0.

1 1) (referindo-se ao esquema da Fig.v = = = O O o ZMo = O (I. IV :ste volume).:y . conforme veremos no Cap. 1-18) podem. então. pois sabemos que um sis- .. conforme indica a Fig. ou por uma equação de somatório de momentos nulo em relação ao ponto 0' e outra de somatório de projeções nulo segundo um eixo t que não seja perpendicular a OO'. o equilibrio dos sistemas de forças coplanares: I 1 1 . 1-20. 1-18 Para o caso da Fig. Permaneceiii. 1-20 Fig. conforme indica a Fig. as duas equações de projeções Z X = O e Z Y = O que regerão. por lhe serem coplanares. O'e O" não sejam colineares. Permanecem apenas. dois casos particulares dos sistemas de forças wplanares. 1-17) e do grupo (1.-. ou uma equação de somat6rio de projeções nulo em relação a um eixo t que não seja perpendicular à reta 00'. então.3 . no caso.Sistema de forças coplanares Seja o sistema de forças situadas 110 plano xy indicado na Fig. conforme indica a Fig. 1-16. = O se transformam em meras identidades. transformando-se nu-ia identidade. pois. . Z M . Fig. o equilibrio de um sistema de forças ~ p l a n a r e s concorrentes num mesmo ponto (este será o caso do estudo do e equilíbrio dos nós de uma treliça plana. . pois a grande maioria das estruturas que se nos apresentam são estruturas planas submetidas a carregamentos atuantes no seu próprio plano. podemos empregar ou uma equação de somatório de momentos nulo emrelação a uin ponto0': situado fora da reta OO'. sendo M o o momento de cada uma das forças em relação a um ponto O inteiramente arbitrário. desde que 0 .12) (referindo-se ao da Fig. tambéin. que são o caso de todas as forças serem concorrentes num mesmo ponto 0 . a expressão. 1-18: F g 1-19 i.10) regerá. situado no plano das forças.- - De fato.). 1-16 equação de somatório de momentos nulo ZM. a luação EMo = O perde. O grupo de equações (1. e o de todas as forças serem paralelas entre si. + As equações Z Z = O . 1-17 ng. = O (que. agora. entáo. conforme indica a Fig. F1.1. as equações do grupo (1. 1-19.14 Curso de análise esrutural Conceitos fundamentais 15 3. para amarrar o valor nulo dessa resultante. 1-19. Sendo assim. c) Abordaremos. evidentemente.. 't tema de forças situado no plano xy não possui componentes na direçáo Oz I nein dá inoinentos em relação aos eixos I x e y . se temos M o = O e M o . ser empregadas para reger o equilibrio dos sistemas de forças coplanares: C ZMo EMO' ZMo. Observações: a) As duas equações de projeções Z X = O e Z Y = O podem ser substituídas por duas equaçdes de somatSrio de momentos nulo em relaqão a dois outros pontos 0' e O" do plano xy. pois todos os momentos terão a direção 02). válidas como equaI O C x ções as duas outras equações de pmjeções Z X = O e Z Y = O e a o u t r a Fig. coincidirá com Z m o = O. = 0. 12) O ZT = b) O caso de sistema de forças coplanares é o mais frequente na Análise Estmtural. 1-17. = O e Z M .. em que todas as forças passam pelo ponto 0. isto quer dizer que a única possibilidade do sistema de forças não estar em equilíbrio seria a dele ser redutível a uma resultante cuja linha de ação fosse 0 0 ' .

* 6 evidente que. o apoio aa Fig. formando este conjunto de cargas e reações um sistema de forças em equllibrio. 1 ou nenhum grau de liberdade).3. uma rotação.14 ou I. Os exemplos seguintes esclarecerão. I I! Resumindo:. a primeira. então. 1-22.da Fig. agindo sobre a estrutura. Ficam . no Cap. ESTATICIDADE E ESTABILIDADE 4. Eles serão classificados em função do número de graus de liberdade permitidos (ou do número de movimentos impedidos). provocando. para os diversos tipos de sistemas de forças que podem ocorrer na prática.igual a de sua resultante e $ de seu momento resultante em relação àquele ponto. em relação a um dado ponto. conforme indica a Fig.1 . agora.1. 1-21. uma tendência de rotação. de 6 tipos diferentes (isto é. 4. desde que a reta 00' não seja paralela à direção das forças (pois.B a de restringir graus de liberdade das estruturas. dizemos que uma estrutura no espaço possui um total de 6 graus de liberdade (3 translações e 3 rotações. despertando com isto reações nas direções dos movimentos impedidos. Como. 4 . uma tendência de translação e. uma iranslação pode ser expressa por suas componentes segundo 3 eixos triortogonais e. 1-20. em detalhe. A equação Z Y = O pode ser substituída por uma equação de somatório de momenCos nulo em relação a um 2P ponto O'. &.Apoios A função dos apoios.estes 6 graus de liberdade precisam ser restringidos. como a resultante de três rotações. O apoio será dito.GRAUS DE LIBERDADE. Esta restrição é dada por apoios.15).um sistema de forças coplanares e paralelas 6 regido por um dos dois grupos de equações (1. então. a partir do esquema da Fig. isto é. e regidas. O caso de um sistema de forças paralelas no plano ocorre no estudo das vigas. O único movimento que ela será capaz de Unpedir é a translação na direção vertical Oz. restaria a possibilidade do sistema ser redutível a unia resultante passando por esta reta). através do aparecimento de reações destes apoios sobre a estrutura. Estas reações de apoio se oporão às cargas aplicadas a estrutura. a seguir: L . dos graus de liberdade que eles restringem. cada uma em torno de um desses eixos. de modo a ficar formado um conjunto rígido. I1 deste volume. perde a e>tpressão a equação Z X = O que se transforma em mera identidade. que devem impedir as diversas tendências possíveis de movimento.4. nas direções dos movimentos que b) Seja. podendo permitir 5. conforme vimos em 4. portanto. que regerão o equilíbrio de um sistema de forças paralelas e coplanares. um apoio com 5 graus de liberdade (ou w m I movimento impedido). que será feito. 5les impedem. 1-21.2. 1-20: a) Seja o apoio representado na Fig. constituído por très esferas ligadas ?ntre si por três hastes. em que todas as forqas sao paralelas ao eixo Oy.Graus de liberdade Já sabemos que a ação estitica de um sistema de forças no espaço. a fm de ser possivel seu equilíbrio. APOIOS. segundo 3 caos triortogonais).1 16 Curso de análise esbutural Conceitos fundamenta* 17 Para o caso . de modo a evitar toda tendência de movimento da estrutura. no espaço. pelos caupos de equações deduzidos no item anterior. aparecendo com isto uma reação R.2 . podendo ser. o segundo. permanecendo válidas como equações Z:Y = O e Z M o = 0. caso o fosse. em que temos a estrutura apoiada sobre uma esfera perfeitamente lubrificada.um sistema de forças coplanares e concorrentes é regido pelo grupo de equações (L13).

C) O esquema da Fig. Ry. aparecem. estaremos impedindo todas as translações possíveis.--t'ig. que podem ser consideradas infinitas em presença daquelas. 1-24 -+ Fq Se. My e R. b) Apoio do 2P gênero. no caso. conforme indica 1-25. capaz de restringir todas as translações possíveis no plano. indicadas na figura. Neste caso.) ou com 3 movimentos impedidos. então. pelos rolos diretamente em contato com o plano que: serve de apoio. agindo sobre a estrutura. indicadas na figura. as reaçóes M. R. Supondo a estrutura situada no plano xy. 1-25.1 . 1-23 representa a ligação rígida entre a estrutura e seu apoio. Aparecerão. em nosso Curso.v e y . por uma . os graus de liberdade a combater são as translaçóes nas direçóes Ox e Oy e a rotação em torno de um eixo perpendicular ao plano (no caso. na primeira.2 Fig. sendo dito um apoio sem grau de liberdade (ou os movii~~eiitos coni todos os movin~entosimpedidos). Correspondendo a cada um dos movimentos impedidos. articulação ou rótula Fig. continuando impedido o deslocamento na direção y. O apoio do 1P genero pode ser obtido por uma das duas formas representadas nas Figs. 1-25. . 1-24. Rei?resentaremos esquematicamente. assegurada pelo pino lubrificado indicado na figura.. a rotação é assegurada por um pino sem atrito e a translação. aparecerá uma reação de apoio R. Para o caso das estruturas planas carregadas no próprio plano. no apoio da Fig.i e Oj. 1-23 4. chamamos apoio do 2P gênero. Este tipo de apoio é chamado engaste.3 .2. conforme indica 1-26. 1-25 1-25. x Pino 4 V A v o L-. as rotações em torno dos eixos . as reaçóes R. permanecendo livre apenas a rotaçáo. e iZ1.. s ã o os seguintes os apoios utilizáveis para impedir estes movimentos: a) Apoio do 1P gênero ou charrioi 1-25. de dimensões tão maiores que as da estrutura. existem 3 graus de liberdade a combater. A este apoio. em nosso Curso. Oz). temos a estratura apoiada sobre um rolo lubrificado que impede apenas o deslocamen& na direção y. permitindo livre rotação em torno dele. .3.. a rotação em torno do eixo Oi e as translações nas direções dos eixos 0. um apoio com 3 graus de liberdade (que são.1 e 1-25. assim como livre deslocamento na direção x . o apoio do 1P gênero pel:a forma indicada na Fig.2. no caso. o apoio impedirá todos possíveis. O apoio será dito.. M. M. senão vejamos. além da translação na direção i. 1-25. substituirmos os rolos por uma chapa presa completamente ao plano-suporte. conforme indica a Fig.1 1-25. na direção x . na segunda.3.Estruturas planas carregadas no próprio plano. pois estas são as iinicas tendências de movimento capazes de serem produzidas pelo sistema de forças indicado.2. Na direção do iinfco movimento impedido.1. que é o mais frequente da Análise Estrutural. agindo sobre a estrutura.18 Curso de analise estrutural Conceitos fundamentais 19 impedidas. ~. Ele será representado esquematicamente.

e o sentido correto o inverso do bitrado. 1-29 Definidos os apoios. Na direção das translações impedidas. .3. : - . 1-28. 1-27 Se ancorarmos a estruma num bloco de dimensões que possam ser consideradas infmitas em presença das dimensões da estrutura. o cálculo de suas reações B imediato. não sendo necessário refazer qualquer cálculo. conforme indica a Fig.1 do Cap. aparecendo. Z Observaçáo: Não somos obrigados a decompor a reação de apoio resultante em direções ortogonais4. Serão calculadas. 1-27. evidentemente). por sua enorme rigidez. %er explicação para esta observação no item 4. iil. Escolheremos sempre o caminho que mais simplifique o cálculo das reações de apoio. todos os movimentos possíveis da estrutura e dizemos então que ele engasta a estrutura.2 e 1-26. que :em o equilíbrio de um sistema de forças coplanares: Pig. c) Apoio do 3P gênero ou engaste 4Y Estrutura Engaste _ C H& 1-27. 1-26. na seção de contato entre ambos o bloco estará imped i d o . as reações de apoio H.Calcular as reaçóes de apoio para a estrutura da Fig. a partir das equações de equilíbrio 1. cuja composição vetorial nos dará a reação de apoio resultante no apoio do ZP gênero. Por EMA = 0: 8Vo + 8 . I . isto quereria dizer ie o módulo da reação seria o encontrado. a partir das equapões de equilíbrio instituidas no item 3 deste capitulo. Caso tivéssemos encontrado algum sinal negativo. teremos.Cálculo das reações de apoio Fig.20 Curro de análise estrutural das 2 formas indicadas em 1-26.6 X 4 4 X 6 = 0 VD = 5 t Por XY = O: VA = I 3 VA + VD = 6 Por Z X = O: H = 4t * Os sinais positivos encontrados confirmam os sentidos arbitrados para forças. I I Ex.1 1-27. : . nas direções que já conhecemos.2. na direção de cada um dos 3 movimentos impedidos (2 translações e 1 rotação). Um engaste será representado.2. pois elas são forças (ou momentos) de ponto de aplicação e direção conhecidas e tais que equilibrem as cargas aplicadas à estrutura. 1-29. da forma indicada em 1-27. e arbitrando para elas um sentido. conforme fizemos na Fig. esquematicamente.2 A - . conforme indica a Fig.1. aparecerão as reações H e V indicadas na figura. Os exemplos seguintes esclarecem.10. então. . V e M indicadas. a partir das quais obteremos a reação resultante.2 tv Aplicando nos apoios do 29 gênero A e do 1P gênero D suas reações. podemos decompô-la em duas direções quaisquer (não-paralelas. 4.

nos casos gerais. .'. ângulos de 90". (M. para cada um dos tipos estruturais que estudareinos.) Diremos. Por X X = O : Por I Y = O: ! Por X Z = O : Por Z M . seus vínculos em relação a seus suportes (solo o u outra estrutura). Neste caso. que serão calculadas a partir do grupo de equações 1. um .22 Curso de análise estrutural nceims fundamentais 23 Ex.'. A Fig. o número de reações de apoio a determinar B igual ao número de equações de equilíbrio disponíveis (isto é: número de incógnitas = número de equaçóes). também. = O: @ + I x 3 . = O : Por por XA= I t YA = -1 t ZA = -1 t (Mx)~+2X4-4X3+5X3-3X4=0 . teremos mais equações que incógnitas. as indicadas na I'ig. 4.. 1-33. Podem existir. = O: . 1-30 Ohselvações: a) Não exercitaremos mais profundamente. será. chegando-se a um sistema de equações impossível.)A = 1 mt ZM. agora. a fim de não confundir o leitor principiante com um excesso de conceitos tiovos.3 X 2 = 0 . A estrutura será dita hipostática e será. preferimos não apresentá-los já. Como um engaste impede todos os movimentos possíveis.3 m 4 Itk' I. ( M y ) ~= -6 mt : XM. nele aparecerão as reações de apoio indicadas na Fig. vínculos internos nas estruturas. quando aparecerão de Iòrma espontãnea. entao. 1-30.3 anteriores.Calcula1 as reações de apoio no engaste A da estrutura espacial da Fie. o cálculo das reaçóes de apoio porque este assunto será retomado. entáo. L3 . (MZ)a = 3 mt . cujas bairas formam.3 .I ) : b) Os apoios sdo em número inferior ao necessário para impedir todos os ~vimentospossíveis da estrutura. entáo. evidentemente. deixando para defini-los nos próximos capítulos. As reaçóes de apoio no engaste A são. ocorrendo uma situação de equilíbrio estável.Estaticidade e Estabilidade Acabamos de ver que a função dos apoios 6 limitar os graus de liberdade de uma estrutura. isto é.. Neste caso. chegando-se a um sistema de equações determinado que resolverá o problema. Três casos podem então ocorrer: a) Os apoios sáo em número estritamente necessário para impedir todos os movimentos possíveis da estrutura. "Y k . ao longo de todo este volume. (Foi o caso dos exemplos L2 e 1. instável. que a estmtura é isostática.. 1-31.1 X 4 + 5 X 2 = O . entao.. em todos os nós.6 que regem o equilibno de um s~stemade forças no espaçr Teremos: b) Os apoios sZo os vínculos externos da estrutura. (Pode ocorrer uma situação de carregamento tal que o próprio carregamento consiga impedir os graus de liherdade que os apoios não forem capazes de impedir. 1-32 Fig.

impedida e a estrutura é. ficando o studo da Hiperestática para os Vols. conduzindo a um sistema indeterminado. A estrutura seri dita hiierestática. um pouco impropriamente. com isto. então. pois. dando um total de três reaçóes de apoio a determinar. no estudo dos diversos pos estruturais que serão abordados.24 CUM de an&liseestrutural Conceitos fundamentais 25 caso de equilíbrio. Vejamos. b) As estruturas isostáticas serão estudadas neste volume. então. agora. pois o apoio A impede translaçóes nas direçóes Ax e Ay e o apoio B translação também na Para tal. No caso da estrutura plana da Fig. quais os efeitos estáticos que estas cargas e reações provocam em cada uma das seçóes do corpo. a estrutura plana da Fig. ela tenderá a prosseguir até a Sua mim). Analogamente. As equações univenais da Estática não serão. I1 deste Curso. inadmissíveis para as construções. no caso das estruturas isostáticas e hiperestáticas. Portanto. pois qualquer que seja a deformação imposta à estrutura. teremos menor número de equações que de incógnitas. Este critério 6 perfeito no caso das estruturas hipostáticas. atuando sobre um corpo. possui três graus de liberdade. encontra seu equilfino através das reaçóes de apoio que provocam. A rotação do sistema não está. a estrutura é hipostática (embora rentemente hiperestática). sendo necessárias equações adicionais de compatibilidade de deformaçóes. hipostdtica (embora aparentemente isostática).ESFORÇOS SIMPLES Já vimos como um sistema de forças. no VOl. poderíamos dizer. ObservaçBes: a) A partir do exposto neste item. suficientes para a determinação das reaçóes de apoio. mas não suficiente. mas de equilíbrio instável. Isto sugeriria que a estrutura fosse isostática. I1 e 111 deste Curso. 1-34 é aparentemente hiperestática. direção Ax. que o equilibrio é mais que estável). 5 . . 1-33 e 1-34. consideremos o corpo representado na Fig. 1-35. mas. então. para classificar uma estrutura (sem v i n d o s internos) como externamente isostática ou hiperestática. As estrut~~ras hipostáticas são. continuando o equilibrio a ser estável (aliás. submetido ao Wnjunto de forças em equilibrio indicadas (não importa quais são as forças aplicadas e quais as reaçóes de apoio. hipostática ou hiperestática: contar o número de apoios e ver se é igual. Neste caso.dos os graus de liberdade da estrutura em questão (com isto 6 que oderemos afastar completamente a possibilidade da estrutura ser hipostática). menor ou maior que o número de graus de liberdade da estrutura. Entretanto. pois temos três graus de liberdade para cinco reaçóes de apoio a erminar. c) Os apoios sáo em número superior ao necessário para impedir todos os movimentos possíveis da estrutura. a determinação do grau hiperestático de uma estrutura . não basta comparar o número de reaçóes de apoio a determinar com o de graus de liberdade da estrutura. temos um apoio do 20 gênero e um apoio do l'? gênero. kte assunto será retomado ao longo deste volume. entretanto. I 3 3 que. 6 necessário nos certificarmos também que os apoios restringem. I1 deste Curso. de fato. importa. fornece apenas uma condição necessária. 6 fácil ver que nenhum dos apoios impede a islação na direção ABCDE. pode o leitor ser tentado a estabelecer o seguinte critério para classificar uma estrutura (sem vínculos internos) como externamente5 isostática. conforme veremos no Vol. conforme esclarecem os exemplos das Figs. que elas wnstituam 'A r z ã o desta palavra "externamente" será vista quando estudarmos. sim. como tal. fato que não ocorre.

portanto. Esses esquemas estdticos equivalentes são obtidos. que o intercepta segundo uma seção S. Na prática. I . dividindo-o nas duas partes @ e @ indicadas nas Figs. I I 1-36. um sistema estático equivalente ao das forças situadas na parte da esquerda. obteremos uma resultante R e um momento resultante de mesmo módulo e sentidos opostos aos encontrados pela redução &sforça+ situadas na parte @ ao ponto G. pois o conjunto de forças da esquerda e da direita está em equilíbrio . 1-36. 0. 1-37 está feita esta representação. então.1 1-38. entrando com as forças da parte A esquerda ou da parte à direita da seção. um sistema equivalente às forças existentes na parte Q .2. na seçáo S da parte valente ao das forças que ficaram na parte da direita -já que estas iiltimas podem ser encaradas como sendo as forças tais que equilibram as forças situadas na parte da esquerda.2. será sempre o centro de gravidade G da seção. o momento resultante % que atna na parte da esquerda foi obtido pelas f o v da direita. um sistema estático equibasta que apliquemos. que se equilibram.1 e 1-36. + Façamos um estudo detalhado dos efeitos estáticos provocados por R e na seção S. R um sistema estático equivalente às forças existentes na 20 caso. e vicevena 0. o que 6 evidente. que representaremos sennpregor x) e outra situadgno próprio plano da sego S. pelas raz8es que ficarão claras quando do estudo da Resistência dos Materiais. respeitando-se os sentidos indicados na Fig. Seccionemos o corpo por um plano P.2 Pig. a direção do eixo da barra. -+ Decompondo os vetores R e % em duas componentes. no I? caso. a resdtante R que atua na parte da esquerda foi obtida pelas forças da dieita. dizer que uma seção S de umzorpo+ern equilíbrio está.2 Pig. teremos. manecendo as mesmas paraleias uma à outra6.e.Conceitos fundamaiais n um todo em equilibrio). a este centro de gravidade. Este ponto. (Observafão: Pelo exposto. preservando o equilibrio destas duas partes. a tendência das forças N será a de promover uma variação da distância que separa as seçdes. vetores R e -+ Resumindo. aplicados no seu centro de gravidade e resultantes da redução. Na Fig. Podemos.1 e 1-36. o mesmo acontecendo. e viee-vem. submetida a um par de forças R e (-R) e a um par de momentos % e (-m). com os indicados em 1-36. analogamente. reduzindo as forças à esquerda e à direita da sego S a um ponto qualquer situado nesta seçáo S. respectivamente. em equilíbrio.1 1-36. usaremos as forças do lado que nos conduzir ao menor trabalho de cálculo. na seção S da parte @. 1-36 Assim. evidentemente. pois. reduzindo as forcas situadas na parte @ ao c y t r o de o aparecimento da resultante R destas gravidade G da seção S da parte I forças e de seu momento resultante ? em relação ao ponto G. das forças atuantes. vemos que 6 indiferente calcular os esforços simples atuantes numa seção. Façamos a análise de cada um desses vet ores.uma perpendiculac a seção S (tendo. aos quais chamaremos esforças simples atuantes na seção S. conforme indica a 6O esiudo do valor desta vmiaçáo de distancia é feito na Resistência dos Mate~iais. 1-36 Para ser possível esta diviso. Reduzindo as forças situadas na parte @ ao c ~ t r o gravidade G da seçãõ S da de parte D. ob+temos as forças N (perpenAicular a S) e Q (pertencente a S) e osmomentos T (perpendicular a S) e M (pertencente a S). então. 1-36. à esquerda e à direita da seção S. 1-38. para um elemento do corpo de comprimento infhitesimal que contém a seçáo S como seção transversal Fg 1-37 i.) a) 3 Repysentando duas seçaes infmitamente próximas.

situados no plano da seçáo. tiver o sentido oposto ao sentido positivo dos eixos y e z. diremos que o esforço cortante 6 negativo. a tendência das duas forças Q 6 a de promover um deslizamento relativo de uma em relação & outra. pois que. segundo 2 eixos ortogonais y e z arbitrários. tiver o sentido positivo dos eixos y e z ou. Q 6 chamada de esforço cortante. calculado pelas forças situadas do lado esquerdo da seçáo. isto 6.2. conforme indica a Fig. o que dá no mesmo. uma tendência de corte. 1-41. na direçáo de um eixo pertencente a esta seção. na direção normal h seção. Em caso contrário. 1-40. sobre situadas de um dos iados desta seção. 1-42 (o eixo x tem sempre a direçáo normal à seção). em linguagem mais simples. definir esforço normal atuante numa seção como sendo a soma algébrica das componentes. de cada uma das forças atuantes de um dos lados desta seção. uma tendência de movimento da sego normalmente à mesma (que é a direção do eixo). entãó. das forças . 1-39 6 o positivo. entretanto (por requerer uma soma vetorial). . 139. quando for caleuIado pelas forças situadas do lado direito da sego. Podemos. chamaremos a N de esforço normal atuante na seção. então. NSo 6 usual. o de tnçáo. r3 sana vetorial das componentes. Por esta razão. esforço cortante atuante nnma se@o como sendo ignal O piano da sepio.2. conforme indica+a Fig. e Assim sendo. para efetuar tal cAlculo. diremos que um esforço cortante Q ou Q 6 positivo quando. . calcular diretamente o esforço cortante atuante na sego. então. Orientando os eixos y e z nos sentidos arbitrários indicados na Fig. quando tender a afastar duas seçóes infiitamente próximas ou. b) Rep~sentandoduas seçóes infiitamente próximas. como sendo igual à soma alg6brica das projeções das forças situadas de um dos lados da seçáo segundo a dueçáo deste eixo. basta efetuar uma soma algarica de projeçóes. então. Defmmios. . podemos d e f i esforço cortante atuante numa seçáo. preferimos calcular suas componentes Qy e Q.28 Curso de an8lise estrutural Conceitos fundamentais 29 Fig. aparecendo. sendo negativo em caso contrário (caso da compressáo). o que 6 bem mais cômodo que uma soma vetorial. quando estiver "saindo" da seçáo). O esforço normal ser8 positivo quando de traçáo (isto é. Por acarretar. ObservaçZo: O sentido de esforço normal representado na Fig.

1-43. à soma vetonal das componentes. sendo. ao invés de uma soma vetorial. basta substitui-lo por um binário .30 Cuim de analise estrutural ~nceitosfundamentais 31 A razão desta coiivenção de sinais ficará clara no desenvolvimento dos demais capítulos deste volunie. é a de provocar uma rotaçáo da seção em torno de um eixo situado no seu próprio plano. a tendência do momento 6 a de promover umarotaçáo relativa destas duas seções em torno de um eixo que h e s é perpendicular. A convenção de sinais que adotaremos para o momento torçor 6 inteiramente análoga i do esforço nomial. de modo que não agiremos desta forma. O esforço cortante resultante na seção é imediatamente Q. momento torçor atuante numa seção S como sendo a soma algébrica dos momentos das forças situadas de um dos lados desta seção em relação ao eixo nomal a seção que contém o seu centro de gravidade. conforme a regra da mão direita. denominado momento torçor atuante na seçáo. por requerer uma soma vetorial. Náo é usual. na direção de um @ L y contém o seu a esta seção e que eixo pertencentecentro de gravidade. não faremos maiores coineiitários sobre ela. em linguagem simplista. denominado $de momento fletor. entretanto. a tendência do momento M.2 eixos ortogonais arbitrários (os mesmos idotados para o cálculo de Qy e Q. d) X Reprzentando duas seções infinitamente próximas. basta efetuar uma z1 soma algébrica de valores. por isto... 1 4 5 2 Para o momento fletor. então. $ Definimos. 1-44. do esquema da Fig. Como um momento pode ser substituído por um binário. Podemos dizer. Diremos que um momento torçor € positivo quando o vetor de seta dupla que o representa está como que tracionando a seção em questão.. Cgnhecidos My e M. 1 4 3 Representando duas seções mfmitamente rbximas. acrescendo-o da informação de que fibras ele traciona (para obter que fibras da seção estão tracionadas pelo momento em questão.) y e r . situados no plano da seção. 1-45. segundo . ()bsrn. 1 4 4 T & ? Fig. desejamos sempre conhecer que fibras estão tracionadas e que fibras estão comprimidas (para. passando pelo seu centro de gravidade (exo x. sobre o plano da seção. como sendo a soma algébrica dos momentos das forças situadas de um dos lados desta seção em relação a esse eixo. Náo terá. pois. no caso das vigas de concreto amado.. a obtenção de M é imediata. preferindo calcular o módulo do momento fletor. que provoca uma tendência de alongamento em uma das partes da seção e uma tendência de encurtamento na outra parte. A peça ficará então fletida. calcular diretamente o momento fletor atuante numa seção. são fuiição das sentidos que arbitramos para os e i x o s j e z.2. >ara tal cálculo. que o momento ? está torcendo a peça e ele 4. que são o elemento resistente à traçáo). de modo que. pois que. ~onhecidos e Q. obtido a e. portanto). o momento torçor indicado é positivo). por ora. Assim sendo. Defuimios. sentido físico algum estabelecemos uma convenção de sinais baseada em orientação dos eixos y e z. sabemos de que lado devemos colocar as barras de aço. sendo negativo em caso contrário (no caso da Fig. então. 1-45. vemos que O efeito de pode ser assimilado ao do binário indicado na Fig. dos momentos de todas as forças situadas de um dos lados da seção em relação ao seu centro de gravidade. a partir do esquema da Fig. c) T Fig. 1-41.. por exemplo. definimos momento fletor atnante numa seçáo. :onfonne indica a Fig.o@o: Note o leitor que os sinais obtidos para os esforços cortatites e Q. Fig. então. como momento fletor atuante numa seção. preferimos calcular suas componentes My e M.

) Resumindo. 1-46. os esforços indicados na Fig. em geral. correspondendo as fibras da frente) e o momento My traciotia as fibras da parte superior. Assim. obtemos. Entrando. indicam o sentido em que as fibras da seçáo tendem a se deformar. com aquele que conduzir ao menor trabalho de cálnilo numérico.. Qbsewações: a) A identificação das fibras tracionadas pelos momentos M. . . levando em conta as definiçóes e convenç6es de sinais dadas para esforços simples neste item. 1-49. e M. estrutura da Fig. em todos OS nós. 6 imediata a partir dos binários equivalentes indicados na Fig. um momento torçor 7 e um momento fletor M (definido por suas componentes My e Mr segundo estes mesmos eixos y e z).2. um esforço cortante Q (definido por suas componentes Q. 1-47.Obter os esforços simples atuantes na se@ S indicada p m a . no caso. numa seção+atuam. se quiséssemos entrar com as forças da esquerda. 1-45. trabalhando-se. (As setas.1 Pig. tracionando as fibras da frente.1-48 temos.1. na Fig. = 8 mt. com as forças situadas à direita da seção (o que é muito mais simples. cujas barras formam. 1-46. o momento M I traciona as fibras do lado esquerdo da seção (em perspectiva. reduzindo-as à seção S. conforme se pode verificar pelo esquema da Fie.2 . Estes esforços simples são obtidos pelas forças atuantes de um dos lados da seção. teríamos que fazer o d a d o previ0 das reaçóes de apoio no engaste A). no caso mais ger% quatro esforços simples: um esforço normal N. 1-49 tas fibras tracionadas esttio hachuradas). 1 4 . tracionando as fibras superiores M. pois. e Qcsegundo 2 eixos ortogonais y e z p e r t e n F e s ao plano da seção). nas fmras. Esforço normal: N = -2 t (comprime a seção) Esforços cortantes: Qy = -1 t (calculado pelas forças da direita tem o mesmo sentido que o sentido positivo de OY) Q. para o caso da Fig. podemos dizer que. ficando a parte tracionada defuiida pela força do binário que tiver o sentido de traçáo). M 9 i-49. ângulos de 90"- A partir do esquema da Fii. 1-48. os esforços seguintes na sego S: .~nceitos fundamentais I 33 I de mesmo sentido que ele. = 4 t (calculado pelas forças da direita tem sentido oposto ao sentido positivo Oz) Momento torçor: T = -12 mt (o vetor de dupla seta está como que "comprimindo" a seçáo) Momentos fletores: My = 8 mt. EX.

T = O (pois ambos seriam momentos das forças situadas de um dos lados da seção em questão em relação a eixos situados no mesmo plano das forças. orientaremos o :o y para cima7 (a direção x d sempre a do eixo da barra em estudo) e demos. então. Notar que os esforços indicados como atuando na parte da direita (Fig. ao invds de um vetor de dupla seta. o que nos obrigaria a representar uma terceira dimensão perpendinilar ao plano. conforme mostra a Fig. como exercício. obter o esforço cortante Q e o momento resultante -fletbr M resultantes atuantes na seção. Chegar-se$. representamos os esforços simples M. também. M. MY e M. como sempre. fazermos este cálculo. Sua nvenção de sinais 6 a m e w a do caso do espaço. 1-51.1. 1-51. refazer o cálculo destes esforços simples entrando com as forças do lado esquerdo (que são as reaçòes de apoio iio engaste). os seguintes esforços nulos: My = O. obtemos o esquema representado na Fig.Caso particular importante: estmturas planas carregadas no próprio plano Seja a estrutura representada na Fig. conforme vimos em 2. quando calculado pelas r p da direita. e de M" com M. pelas fibras que está tracionando. Q. o esforço normal. I Destacando o traço da estrutura neste plano de simetria P. ao passo que o vetor de dupla seta seria a ele perpendicular. em que a linha tracejada representa o eixo da estrutura. ou. que admite um plano P de simetria. I/ I/1 5. 11 deste Curso. V deste volume e no Vol. O momento fletor será defmido. Sobram. com o esforço cortante iultante na seção (pois Q. se confunde com o momento resultante M das forças situadas de um dos lados da seção em relação ao seu centro de gravidade e 6 preferível representá-lo por uma curva que indica seu sentido de rotação. No caso da estrutura plana carregada no próprio plano. e Qy. mas.2) foram calculados com as. que contkn o eixo da estrutura.pois trabal!Iamos diretamente com as componentes Qy. podemas . Trata-se. estando todas as cargas aplicadas nesse plano. I I "ver observaçáa h deste item. d) Como os e á l d o s de esforços simples são feitos para o centro de gravidade das seçòes. calculado Ias forçds da esquerda.1 . puis a curva pertence ao plano das cargas. representaremos daqui para a frente as estruturas compostas de barras pelo seu eixo (lugar geom6trico dos centros de gravidade das seçóes). Q. Quanto ao esforço normal.13 observação a) e Q. for voltado para baixo. aos mesmos resultados.34 Curso de análise estrutural 1 b) Pela composição vetorial de Q . conforme se verá no Cap.1-51.' de um sistema de forças coplanares.2. entretanto. o momento M. 1-50. o momento fletor e o esforço cortante atuantes na seção em estudo. dizer que o esforço cortante é positivo quando. chamandoxy ao plano da estrutura. caso partinilar de um sistema de forças Na Fig. então.. então N.2. momentos estes nulos. = O (po~s não há carregamento na direção 2). entzo. respectivamente. que são iguais a: I Conceitos fundamentais 35 1 1 Não d usual. = O) e representá-lo-emos. que serão. com Q. I no espaço. apenas para evitar grau de iiberdade na escolha da orientação dos eixos. for voltado para cima. . Os esforços simples sao. N. valendo tudo que foi dito no caso do espaço tridimensional. nada há a acrescentar. um caso particular do caso do espaço e teremos. por Q. C) Recomendamos ao leitor. 1-50. então. evidentemente. O esforço cortante Qy se confunde. que podem atuar numa seção S de uma estrutura plana..

Esforço nonnal: L! a soma algébrica das projeç6e.' Para as estruturas espaciais. E através de umcomo se vê. aconselhamos que ele gire o papel at6 tornar a barra horizontal). Note o leitor que d inteiramente indiferente o lado pelo qual olhamos para a barra: se estivéssemos oihando-a na posição do observador O'. com palavras. nas estmturas espaciais. sendo negativo em caso de se dizer.Momento fletor: é a soma alg6brica dos momentos das forças atuantes de um dos lados da seção em relação a seu centro de gravidade. diiemos que o momento fletor é positivo quando traciona as fibras do lado pontilhado. a estrutura da Fig. isto 6. feita no Cap. bastando que nós olhemos a barra por uma posição tal que ela fique horizontal (at6. os esforços cortante e normal indicados são positivos e o momento fletor traciona as fibras de baixo. devido ao fato de existirem momentos fletores em 2 planos distintos. 1-52. no entanto. 1-54. No caso da Fig. representação esta que. . não 6 interessante a adoção desses pontilhados. 1-51. força P aplicada em A seria uma força à direita e o cortante. a. No caso de uma barra vertical. a QS = -P (cortante para baixo pelas forças da esquerda é negativo).no principio. carregada em seu próprio plano: . aplicada em A. pois. ds . suporemos positivo o momento fletor que tracionar as fibras inferiores da estmtnra. calculado pelas forças A direita é negativo. quais mntririo. indicado em pontilhado. para a qual desejamos determinar o esforço cortante em S. .Esforço cortante: B a soma alg&rica das projeçóes das forças atuantes de um dos lados da seção na diieção perpendicular ao eixo da estrutura. adotam para ele a seguinte convenção de sinais: Pontilhando um dos fados da estrutura. em que substituímos MS por um binário equivalente. recaindo-se então na situação de defuiição. feita em perspectiva. b) Na furaçffo da convenção de sinais de esforços cortantes. seríamos obrigados a pontilhar 2 lados da estmtura. submetida ao carregamento autoequilibrado indicado. Olhando a barra na posição indicada pelo observador 0. com o que obteríamos o mesmo valor. são as fibras tracionadas pelo momento fletor e que nós adotaremos também. ii deste volume. por exemplo. para cima. 1-53 8 As razões para isto ficará0 claras a partu da d h s & dos iesultados daintegração equago diferencial d=M = -q. falamos em forças da esquerda. 1-52 que o pontilhado esteja do iado de baixo. com palavras. para baixo. sinal. portanto. 11) suporemos sempre I 1 l------l I I I Fig. a força P. 1-53. que fibras da seção o momento fletor traciona. se comporta como força esquerda e o esforço cortante será P. poderia trazer o perigo de um entendimento errado no caso da perspectiva não ser suficientemente clara. que estudaremos no Cap. Resumindo. Seja. caso o leitor tenha dificuldades. poderíamos ficar em dúvida quanto a esta classificação. a escrever. conforme mostra o esquema da Fig. m forma. preferimos dizer. podemos d e f ~ maneira seguinte os esforços simples da atuantes numa seção de uma estrutura plana.s das forças atuantes de um dos lados da seção na direção do eixo da estmtura (direção normal à seção). Por esta razão d que. quais sáo as fibras tracionadas pelos momentos fletores. As convenções de sinais para esforço nomal e esforço cortante já foram explicadas anteriormente e o momento fletor deve ser acrescido da informação de que fibras da seção ele traciona. conforme indica a Fig. facilmente solucionável.36 Cursa de análise esiruemutural Concaitoa fundamentais 37 forças existentes na parte da esquerda e vice-versa. em forças da direita e em orientação do eixo perpendicular ao eixo da barra para cima. de eliminar a necessidade de se Observações: a) Muitos autores. e igual. No caso de todas as barras serem horizontais (caso das vigas. Tal problema é. Pig.

. necessitamos inicialmente calcular as reaçòes dk apoio. a partir do qual. 1-56. obtemos: Ns. então: a) seção SI Calculando pelas forças à esquerda. para fins de obtenção de esforço cortante. 1-57.1 Pig. conforme indica ig.+VD=9 H ~ = 9 t : Vg=Bt . V = I t .) Temos. 1-56. 1-55. obtendo-se os mesmos valores. evidentemente. temos: Por Por Por ZMA=O: ZY =O: ZX = O : 9X2+9X6-9Vg=O V.9x2=18mt 1-56. 1-57 (Os sinais positivos encontrados indicam que os sentidos arbitrados para as reações na Fig.5 Obter os esforços simples atuantes nas seçóes SI e S2 da estrutura da Fig. 1-55. temos o esquema indicado na Fig. 1. Fig.I 38 Curso de análise estrutural Conceitos fundamentais Coiicluindo. 1x4 . conforme indica a Fig. conforme o esquema da 1-58: Qsi= 0 MsI = + I R mt (o sinal positivo indica que as fibras tracionadas são as do lado pontilhado. submetida ao carregamento indicado. A partir das equações de equilíbrio. aplicando então a convenção de sinais já definida Ex. 1-55 Para obtermos os esforços simples. = -1 t (compresGo) :alculando pelas torças à esquerda temos. 1-56 lbservaffio: Os esforços poderiam também ser calculados pelas forças iireita.2). Fig. devemos olhar cada uma das barras de uma posição tal que elas se comportem como horizontais. 1-55 estão corretos.1. iudicadas na Fig.

1-60 (Os'sentidos dos esforços indicados na Fig. rigorosamente falando. mas segundo uma área tão pequena que podemos considerá-la nula em nresença das dimensões da estmtura. Não haverá. @ indicado. por esta razão. um carregamento na estmtura 0. 6. mas não nula. 1-42 . entáo. conforme simboliza a Fig. os sinais são negativos em obediência às nossas convenções de sinais. a classificação das cargas quanto à sua owirência em relação ao tempo (cargas permanentes e cargas andentais). Não estudaremos.6 . 1-60: As cargas concentradas a o . uma forma aproximada de tratar rgas distribuídas segundo áreas tão pequenas (em presença das dimensões da estmtura). Este peso introduzirá. só lidamos com cargas concentradas em nossos exemplos. Esta reação P será descarregada ao longo da área de contato da roda com a ponte. evidentemente. então. 1-41 Estando a estrutura submetida a um carregamento autoequilibrado. na Fi. 1. portanto.) 0.Calcular os esforços simples atuantes na seção S da estmtura da Fig. haverá. a aplicação de uma carga distribuída. 1-59 u a Fig. g~shidaremosneste item a classificaçáo das cargas apenas quanto B sua lei de distribuição. calculados pelas forças à esquerda da s e g o valem. que podem ser consideradas nulas. a aplicação. supor4e o corpo indicada carregamento este distribuído e contínuo. 1-59. as reações de apoio são nulas (pois não 6 necessária força adicional alguma para equilibrar o carregamento atuante) e os esforços simples na seção S. um estudo das diferentes leis de distribuição de cargas que podem ocorrer na Análise Estmtural. Façamos. VI deste volume. cujo peso especifico é 7'. 1-60 estáo corretos. sim.Cargas concentradas 41 Ex. de uma carga concentrada P na estmtura. Fig. este estudo será feito no Cap. inteiramente tolerável. então.Cargas distninídas \ Fig. que é bastante pequena (caracterizada por o ) . 6 absolutamente desprovido de significado e. Neste caso. Suponhamos uma roda de um caminhão descarregando uma reação P sobre uma ponte. 1 + + 10m Fig. 1-61. a partir do esquema da Fig.2 . tendo em vista a simplificação de trabaiho de cálculo -"e ele possibilita.1-62. Suponhamos que a estmtura ja taxa de distribuição vamos calcular. o erro cometido.1 . por ora.40 Curso de analise estrutural 1 Conceitos fundamentais 6. Ate agora. nem quanto à forma com que carregam as estruturas (cargas diretas e cargas induetas).

temos: Momento da resultante = R: = X - u 164. =% Fig.principalmente). precisa ser resolvido desde já: o da determinação da resultante de um carregamento distribuído em módulo. . Sua soluçZo d simples. Assim. conforme indica a Fig. O peso deste volume será: dP = ySds e a taxa de distribuição de carregamento q(s) ao longo do eixo da estrutura vale. -. Os diversos tipos de cargas distribuídas serão estudados. carregamentos de forma inteiramente aleat6ria. indicadas na Fig. senáo vejamos. 1 6 3 Fig. ela deverá dar. 1-64 Com menor frequéncia. M3. Isto. Um problema. fmalmente. chamando s a distância da resultante a um ponto gendrico 0.2 . variando então proporcionalmente com a variaçáo do valor da área S. dicular ao eixo da estrutura. que a resultante de um carregamento distniuido é igual i área compreendida entre a linha que defuie este carregamento e o eixo da barra sobre a qual está aplicado. a resultante do car~egamentodistripuido ser6 igual a: Igualando. sendo seu ponto de apLicaçáo o centro de gravidade da referida ârea. I45 Os tipos mais usuais de cargas distribuídas que ocorrem na prática são as cargas uniformemente distribuídas (S = constante) e as cargas triangulares (casos de empuxos de terra e de água. ocorrem ainda carregamentos parab6licos e. como ela 6 a força tal que d capaz de substituir estaticamente o carregamento distribuído atuante. no entanto. a razão entre o momento estático da área C2 em relação ao eixo z e o valor C2 desta área. a fm de sermos capazes de calcular reaçÍ3es de apoio e esforços simples em estmturas submetidas a carregamentos distribuídos. obtemos: 7 = I" =i B (qds)s qsds Pela expressão obtida para F podemos encarar esta distância como sendo . M A 1 -Orna uniformemente distribuída Para obtermos a posição desta resultante. Como uma carga distribuída pode ser encarada w m o uma soma infinita de cargas concentradas infinitesimais. entáo. 1-64. ent%o.Carga triangular 1" qds Soma dos momentos das componentes Pig. a partir da defdçáo de centro de gravidade de uma área C21°. qds. em detalhe. conforme indica a Fig. 1-65. R = [ qds. o mesmo momento que o dasforças da qual ela 6 resultante. em relação a qualquer ponto do espaço. será igual à área S2 Imitada entre a curva que detine a lei de variaçáo do carregamento e o eixo da estmtura. basta lembrarmos que. no Cap. em casos mais excepcionais.42 Curso de análise estrutural Conceitos fundamentais 43 O volume do corpo que carrega um trecho de com rimento ds da estrutura 6 ~ d s sendo s a área da seção determinada em C por um plano perpen. I1 deste volume. ''ver em livros de Cálailo Integral. q(s) = yS. indica que S 6 a distância do centro de gravidade da área C2 ao eixo z e podemos escrever. Mecânica Racional ou Resistência dos Materiais. direçáo e sentido. 6 ou seja.

Entrando. evi. apenas.4 X 2 . (Os sinais positivos confirmam os sentidos arbitrados na Fig. 1-66 Para obter as reações de apoio devemos. 1.44 Curso de an8lise estrutural Ex. direçzo. i posição indicada): G 6 m 4 Fig. Conceitos fundamentais 45 Ex. ~ i g 1-69 . para fins de determinação dos esforços simples atuantes numa seção.1 = 3 t : . substituir as cargas distribuídas por suas resultantes (que produzem os mesmos efeitos estáticos que elas). temos. devemos substituir por sua resultante. ocorrem mais raramente como carregamento realmente atuante na estrutura.V a = l t H A = ~ . conforme exemplifica o caso da Fig. sentido e ponto de aplicação. 1-69. com as forças atuantes à esquerda da seção e ue se encontram indicadas na Fig. por exemplo. substituindo o carregalento distribuído atuante nesse trecho por sua resultante (que vale 2 t. 1-66. inicialmente. Uma carga-momento é. conforme veremos nos volumes correspondentes de nosso Curso. 1-67.8 - Obter os esforços simples atuantes na seção S da Fig. 1-66 ZMA=O: ZY = O : X =O: 6 V ~ t l X 2 .7 .) Uma estrutura pode. VB=5t Note o leitor que. i . levando em conta as conclusóes obtidas para carregamento distribuído neste item. 1-68. As cargasmomento.5 dentemente. a partir do esquema da Fig. 1-66. as seguintes reaçóes de apoio: Por Por Por Fig. alkn de estar solicitada por cargas-força (concentradas e ou distribuídas). de modo que dedicaM remos a elas a máxima ênfase neste volume. estar solicitada por cargas-momento. Assim. 1.6 X 4 = 0 V ~ = 6 . mas têm importância fundamental como ferramenta de resoiuçxo das estruturas hiperestáticas.Obter as reações de apoio para a estrutura da Fig. caracterizada pelo seu A t módulo. as cargas distribuídas atuantes de um dos lados da seção. 1-67. cujo tratamento estático não apresenta dificuldade adicional alguma. obtemos.

raríssima na Análise Estmtural das estruturas compostas por barras. limitando a exemplificação ao número mínimo necessário à boa compreensão destes conceitos. 41.8 = O CY = O : V ~ = V ~ = 0 . .9 - Obter as reaç6es de apoio para a estrutura da Fig. que só pode ser equilibrada por um binário de sentido oposto. pois elas são regidas pelos memos princípios a que obedecem as demais). ênfase especial a tais cargas em nosso Curso (embora seu estudo não apresente dificuldade alguma. formado pelas reações verticais. em detalhe. 1-70. Não daremos.de encarar o problema é verificar que existe uma carga-momento resultante de (3 t 8 . 1-70 - 8 m d Pig.5m& 3m A .3 . no entanto. para os diversos tipos estruturais que ocorrem na prática. cujo%sentidos devem ser. conduzindo. esta ocorrência é.7) = 4 m t .2 m 4 1 .muito mais elegante . tambkn. cuja sedimentação se fará ao longo dos próximos capítulos. onde os assuntos aqui introduzidos serão estudados. os indicados na Fig. Observações: a) Podem ocorrer. A primeira consiste na utilização pura e simples das equações da Estática. 5 m J F Fig. nosso objetivo foi o de apenas apresentar conceitos básicos. I. 1.s t.5t A outra forma . b) Neste Cap. cujo estudo estamos iniciando. a partir do esquema da Fig.46 Curso de anslise estrutural Conceitos fundamentais 47 Ex. então. 1-71 Temos duas formas de encarar este problema. cargas-momento distriiuídas. 5 t C X = O : HA = O : VB=0. 1-71 aos seguintes resultados: Por Por Por CMA=O: 8 V g t 7 . 1-71 A e cujos módulos valem V = V' = $ = 0. pois.

em relação à abscissa que defme esta seção é igual ao esforço cortante nela atuante e que a derivada deste em relqão a esta abscissa 6 igual ao valor da taxa de carga aplicada na seçáo S com o sinal trocado. levando em conta que $ [sis qdx = s- ] :hs *hs qdx qdx = S ~ B + ) hs qd. 2. as funçoes Ms e QS que nos dão os valores dos momentos fletores e esforços cortantes atuantes em qualquer seção da viga. que iremos agora estudar para os diversos tipos de carregamentos que ocorrem na prática. 11-1. ü-1 I Os esforços simples em S são dados por: I A partir de q(x) obteremos. As igualdades (11.'112) são as equaqoes fundamentais da Estdtica. temos: Seja a viga biapoiada da Fig. temos que o coeficiente angular da tangente ao diagrama de esforços cortantes numa seç5o S 6 igual ao valor da taxa de carga atuante nesta seção com o sinal trocado. então. temos que o coeficiente angular da tangente ao diagrama de momentos fletores numa seção S é igual ao esforço cortante nela atuante.1) .2. Derivando as expressóes acima em relação à abscissa s que define a seção.Estudo das vigas irostáticas 49 os valores: Em resumo. A partir de 11. que a derivada do momento fletor atuante numa seção S de uma viga reta. Observações: 1. A partir de 11. submetida ao carregamento indicado. . Fig. Representando graficamente estas funções MS e QS perpendicularmente ao eixo da viga. submetida a um carregamento a ela perpendicular. teremos seus assim chamados diagramas de momentos fletores e de esforços cortantes atuantes.1. * x d t & s + ' A Demonstramos. pois nos permitem obter esforços solicitantes nas diversas seçoes da viga em função do carreganto q(x) atuante. obtemos. então.

como pleonástico. atuante na seção S .l). Quanto ao diagrama de esforços cortantes. Assim. conforme veremos no Vol. o diagrama de momentos fletores apresenta um ponto anguloso e o diagrama de esforços cortantes apresenta uma descontinuidade igual ao d o r desta carga. por integração das equações (11. bastará conhecer seu valor em S para termos defmido o diagramaM. obtemos: Pab Ms =- I 4. '-2 B. bem como no trecho BS. o que dM era de se esperar. Imediatamente.Vg = . então. após carregada a viga. ele i sof rerá uma descontinuidade igual a = P. sabemos que. pois as deformações das peças usuais são muito pequenas em presença. .e. I I Pab I I I I Os valores acima ilustram a obtenção do diagrama de momentos fletores a partir do diagrama de esforços cortantes. Como sabemos que em A e em B os momentos são nulos. de suas diimensóes. b) Calmlemos as integrais Qds. Nosso estudo se baseia. 0 que é evidente em face de 11. 1 A condi((*[ Qds = O permite a verificação do equilibrio da viga. pois. sob o ponto de vista conceitual.valor da carga concentrada nela aplicada. Qsesq Z QSdir. será dado no trecho AS por Pb Q = + Va = . I . no caso. I1 deste Curso) e a Estática que estamos desenvolvendo é. obtemos as equações de apoio indicadas em 11-2. Adotandoae como positivo o carregamento distribuído de cima para baixo (o que é usual). Tais sáo as convenções de sinais que adotaremos. temos que (ds)seq = Qsesq dM e (ds)Sdir = Qsdir e. calculado pelas forps da esquerda.1 . submetida a uma carga concentrada P. sob uma carga concentrada.1) e (ILZ). no diagrama de momentos fletores uma reta (pois= cho AS. ela se deformará e os esforços estão sendo calculados para sua posição indeformada primitiva. : ($-+I) 2 - VIGAS BIAPOIADAS 2.1. no trecho SB. pois que o desenharemos sempre do lado das fibras por ele tncionadas. Temos: I @ Fig. 6 que. por Q = . Na seção S. Por força de (11. quando calculado pelas forças da direita. Obsemções: a) O diagrania M possui um ponto anguloso em S . 1 Das equações de equilibrio da Estgtica @Ma = O e riMg = O. Uma observação importante.1) e 01. o diagrama de momentos fletores será ~~~ilíneo. por exemplo). Passemos ao traçado dos diagramas solicitantes. nZo se define esforço cortante. embora dispensemos a colocação do sinal no diagrama de momentos fletores. der para cima (ou. num trecho descarregado (q = O).Carga concentrada Seja a viga biapoiada da Fig.der para baixo) e que um momento fletor é positivo quando tracionar as fibras inferiores da viga.50 Curso de análise ertrutural Estudo das vigas isostáticas 51 3.2) obtemos que um esforço cortante é positivo quando. a Estática das pequenas deformações. o diagrama de esforços cortantes será uma reta horizontal (pois $ = -q) d2M = -q). pois. Podemos a f m a r então que. a partir de (II.1 ' Na seçáo S . ele 6 defmido à esquerda e à direita da seção sofrendo nela uma descontinuidade igual a P. nesta simplificação (de precisão excelente. 112.

obtemos as reaçBes de apoio: a . Pi 11-3 u -1lt D s equações da Estitica.1 . 11-4. conforme esclareced o exemplo a seguir. 11-3.tudo das vigas iiwothicar c) Caldemos os d o r e s de tg a e tg a. submetida a uma carga unifarmemente distribuída q. U. Seja a viga biapoiada da Fig.I = Qea Pa Q tgp = --= ttechoSE Os valores acima ilustram a obtenpo do diagrama de esforços cortantes a partir do diagrama de momentos fletores. 53 As ordenadas necessárias à determinaçáo do d i a m a M são: Os esforços cortantes v i m ae: d) O caso de mais de uma carga concentrada seri resolvido de maneira inteiramente análoga ao caso de uma s6 carga concentrada. Pb Temos: AS tg a =.Obter os diagramas solicitantes para a viga da Fig. Ex.

Dividimos os segmentos AM2 e BM. sob carga unifomemente diitribuída. cotar apenas o valor $ f ) Calculemos a inclinaeo do diagrama de esforços cortantes. que.) -%. e IIP.Carga tri@ Seja a viga biapoiada da Fig. ligadas alternadamente. = q12/8.2). c) Apresentamos.1) e (11. LB conforme IL2. uma constniçáo geom6trica que nos dá excelente preciso no traçado do diagrama de momentos fletores.. simplificando: . 11-5 O diagrama de momentos fletores será dado por uma parábolado 20 grau. dividimos AM2 e BM2 em 8 .que 6: sendo onde WR E - €2. teremos os seguintes esforços simples numa seção genérica S: O diagrama de esforços cortantes seri uma linha reta. Sendo as reações de apoio as indicadas na figura. correspondentes a x = O e a x = 1. Podemos afmar. 11. submetida a uma carga triangular.6. de taxa máxima igual a p. ' que. introduzida na Análise Estrutural pelos autores alemães. E = - h usual. obtemos os pontos I. no caso de traçado de diagramas de moment? fletores com I sgas uniformemente distribuídas. que fica determinada pelos seus valores extremos. nos dão tangentes externas i parábola que 6 então facilmente obtida.75. conforme ji sabiamos por (11.3 . d) Um valor notivel no diagrama de momentos fletores é o valor para as y B e s com E = 0. que a o : QA =$-e QB = (Estes valores poderiam ser obtidos diietamente a partir das reações de apoio. em 4 partes iguais. 1 2. III. o que veritica o equillbrio da viga. encontra-se tabelada na tabela I para seçóes nos 1/12 do vão. empregaremos a equação % = X 4: (3 (II. Observações: a) Temos --ql Temos tg a = --rir = -q. Fig. Sendo MM. 16. de valor Mm& = +) = % Para obtenção dos valores de M numa seção gengrica. partes ao invés de 4. . marcamos MIM2 = MM.II-5. I passando por zero em A e B e passando por um máxmio2em x =T(seção I onde Q = = O).4) . então.. & b) Sendo a taxa de carregamento constánte (grau zero). repetindo o mesmo tipo de traçado..25 e e = 0.temos os seguintes esforços simples numa seção genkrica S: 1 I Ou. Se quisermos aumentar nossa precisão. I A função W R . na Fig. Q = O. II. o diagrama de esforços cortantes 6 retilineo (grau um) e o de momentos fletores 6 parabólico (grau 2).' 54 Curso de análise Wruiural Estudo dar vigas irostatioas Sendo as reações de apoio as indicadas na figura.I 11'. no apoio da direita.. o diagrama de momentos fletores é parabólico do 2P grau e o diagrama de esforços cortantes é retilineo.

: 6 caso de carregamento indicado na Fig. que passa por um máximo em x = 1 6 1 3 = 0. o segmento MN = pZ2 /9. tabelada na tabela I. il-8 recai imediatamente no ) tenor. na Fig. 11-7. O diagramr de momentos fletores será uma parábola do 30 grau. ternos t g a = MN/AM = p1/6 = QA tgP = -MT/MB = t 2 l l 3 ~ 4 / 3 * -o: = QB ------l!f .2). para seu traçado gráfico. então.7). proceder a este traçado por pontos. P sição da resultante do carregamento U tri:angular. parabblico do 20 grau.1) e (11. Por ser uma meia parábola do segundo grau.8 Logo.6) =g29 7) -P ido w ~ = E (II. o que verifca (ii. AN e BN são tangentes ao diagrama de momentos fletores em m s origens. podemos.61. no caso de traçado de diagramas de momentos fletores com d g a triangular. Temos: . L" Qdx = O. . o que verifica o equilibrio da viga. tabelado na tabela I. Marcando. de valor Mm& X (1 = p12/9 \/3 = 0.577 1 bois dM/ds = Q = O).6).2. aproveitar o tipo de construção apresentado em 2.064p12. conforme pode ser obtido imediatamente a 3 partir de sua equação. e cnjos valores. conforme (iI. Fig. . Uma ordenada genbrica 12 10 diagrama seria dada.577 1. Apresentamos.5) equação Q =% sendo w~= 1 -3 ~ 2 (II. uma nstrupo geométrica que nos auxilia traçado do diagrama de momentos tores. empregaremos a UM (3. O diagrama de esforços cortantes será. com tangente horizontal em A (pois dQ/ds = -q = O). através da obtenção de suas igentes externas. tendo seus valores extremos iguais aos valores conhecidos ( V A ) e (-VB) e passando por zero t para x = 1 ~ 3 = 0. por'^ =%w ~ . Observações: a) Temos b) Sendo a taxa de carregamento uma função linear (grau um). a partir da sego M . o diagrama de esforpi cortantes 6 parabdlico do 20 grau e o diagrama de momentos fletores 6 parabólico do 30 grau. sáo dados por )= M = -Pw D 6 01.56 Cursa de analise estruiural Estudo das vigas isoríáticas 57 Para obtenção dos valores de Q numa seção gengrica. 11-7 E usual. numa seção genbrica.

As reaç6es de apoio devem ser tais que formem um binário de módulo M e sentido oposto ao do momento aplicado e são. temos imediatamente os diagramas solicitantes. agiríamos para a obtenção do diagrama de esforços cortantes. As funções wM e w b estão tabeladas na tabela I. submetida à carga-momento indicada. f ) O caso de carregamento indicado em 11-9 é resolvido imediatamente. De maneira análoga.2 e 2 3 e conduzem i s expressões e funções w tabeladas na tabela I. somandole uma carga unifome pA com uma carga triangular de taxa máxima (pB . podem ocorrer carregamentos com leis de variação parabólica.(I 7 ) 1-x3 que B traçado por pontos. temos: Seja a viga biapoiada da Fig.58 Curso de análise esirutural Estudo das vigas isostáticas 59 P[ Qs =--[I 6 .3( ) I-x I 2 ] Ms =- p12 z . obtendo g) Com menor frequência.pA) em E. empregando-se o princípio de superposiçiio de efeitos.x ' --1 1 = e'. Tais casos são resolvidos dentro da mesma metodologia empregada em 2. Obtemos: . A partir delas.x [6 1 . Fazendo I-x -. portanto. Poderíamos ter resolvido o mesmo problema encarando o carregamento como a soma de 2 carregamentos triangulares de taxas máximas pA em A e pB em E . 11-10. as indicadas na Fipura.

- O ZZ80'0 Z8S1'0 LZZZ'O 91LZ'O 1ZOE'O SZIE'O I ZOE‘O 91Lt0 LZZZ'O Z8S1'0 ZZSO'O o EE80'0 6S91'0 19PZ'O OIZE'O S98E'O SLEP'O SL9P'O 169P'O 9EEP'O I ISE'O 901Z'O o ~OIZ'O I I SECO 9EEP'O 169P'O SL9P'O SLEP'O S98E'O OIZF'O 19Pf 0 6S91'0 EE80'0 0000'I + Z6L6'0 L916'0 SZ18'0 9999'0 + Z6LP'O + O SO OZ ' 80ZO'O EEEE'O SL89'0 SE80'1 6EZS‘l.1 = ?m oooo'z6EZS'ISE80'1SL89'0EEEE'O8020'000SZ'O Z6LP'O 9999'0 SZ18'0 L9 16'0 Z6L6'0 0000' 1 .a£ o 8280'0 OZ91'0 PPEZ'O £962'0 EWE'O OSLE'O 898E'O WLE'O 18ZE'O 9PSZ'O P9PI'O o WPI'O 9PSZ'O I8ZE'O WLE'O 8%E'O OSLE'O EPPE'O E96Z'O MEZ'O OZ91'0 8280'0 o P9~0'0 68EI'O SL81'0 ZZZZ'O IEPZ'O M)SZ'O IEPZ'O ZZZZ'O SL81'0 68E1'0 P9LO'O o o o o ZI 11 OI 6 8 L 9 S P E Z I .1 = Nm E<3 '3 - = qm .3 = Xm oe5a~ .3 = dm dm oooo'z .3E o 0~5as *3+ zt Z .P = <m .. + + + + - Z1 11 O 1 6 8 L 9 S P E Z I o -3=$m pr3 o o *3 .3 = Um z3 ..

Recairemos. pois não existem cdrgas concentradas aplicadas nestes pontos). úotar que existe. teremos então o diagrama fmal no trecho. II-12. Fig. que. então. 11-12 . o da Fig.5 . aliás. os esforços cortantes que a t u m nas extremidades de cada trecho (Qa. no seu sentido. apresentamos na Fig. que d nulo e. em B e C . é imediatamente obtido conforme mostra a Fig.1) e (11. o diagrama de momentos fletores sofre uma descontinuidade igual ao seu valor. o que não é o caso de uma carga momento. que não abrange todo o seu vão. romperemos a viga Este valor não reproduz o momento fletor atuante em B. podemos afirmar que o valor da área do diagrama de esforços cortantes de uma viga biapoiada é igual ao valor da resultante de todas 8s cargmmomento apiicadas na viga (o sinal positivo correspondendo ao sentido anti-horário). na vertical. 11-13 A linha reta pontihada representa o diagrama de momentos fletores devido somente a ME e Mc. concordância em B e em C entre a parte :tilínea e a parte parabólica. 11-13. podendo ele então ser considerado como uma viga biapoiada independente. na seção de apiicaçáo de uma carga-momento numa viga. submetida ao carregamento indicado: Fig. 11-14. o que 6 lícito fazer. QB.62 Curso de analise estrutural Estudo das vigas isostáticas 63 O problema novo que se nos depara 6 o da resolução de uma viga submetida a uma carga continuamente distribuída. o que já era de se esperar. submetida ao carregamento externo que lhe está diretamente aplicado e a cargas-momento em seus apoios iguais aos momentos fletores atuantes nestes pontos na viga dada inicialmente. De qualquer forma. pois as equações (11. então. 11-11 diagamas de momentos fletores para algumas posições notáveis da cargamomento. por superposição de efeitos. c) Como casos particulares interessantes.2) foram deduzidas para uma viga com carga vertical continuamente distribuída. )tfq 2. Assim. Para o fazermos recair num problema já conhecido. b) O diagrama de momentos fletores em S sofre uma descontinuidade igual a @a/l) + (Mbll) = M e podemos afirmar. a partir desta reta a parábola do 20 grau que 6 o diagrama devido apenas à carga distribuída. então. Qc. que. no caso. mantendo entâo o equilíbrio de cada trecho assim obtido. de imediata determinação. O diagrama de momentos fletores na viga AD será. não tinha nenhuma obrigação de reproduzir. Qo) podem ser encarados como as forças que equilibram as outras cargas e momentos atuantes no trecho. desde que apliquemos nestes pontos seus esforços simples. no problema de obtenção do diagrama de momentos fletores em vigotas do gênero BC.Caso geral de carregamento qa2 8 Seja a viga biapoiada da Fig. Marcando-se.

a partir da linha a& obtida.4 X 4 = 14mt M~. perpendicularmente ao eixo da viga. Os momentos fletores atuantes nos pontos de transição de carga são: M c = 5 X 4 .. Extrapolando as conclusões deste exemplo.=SX8-4X6-1X2=14mt M F = ~ X ...4 X 9 .Obter os diagramas solicitantes para Ex..5-3X3. os diagramas de viga biapoiada para cada uma das cargas distribuídas atuantes. 1 6 V . sendo imediata a partir do conhecimento das reações de apoio.5=3. ii-15. em seus respectivos trechos. basta marcar os momentos fletores nos pontos onde muda a lei de variação do carregamento... Fig.. para trapr o diagrama de momentos fletores numa viga submetida a um carregamento qualquer.3 X 1 = llmt 11 M$q=5X 13..2 ZMB=O ZY = O ..64 Curso de análise estrutural Estudo das vigas isostáticas 65 .4 X 2 = 12mt M ~ = 5 X 6 ..5 = 3 t V ~ = 5 t . 11.. obtemos: .s t 4 = 7.A obtenção do diagrama de esforços cortantes não apresenta maiores problemas. = 4 X l 4 t l X 1 0 + 3 X 6 .s rnt a viga da Fig. . -3 Os diagramas de esforços cortantes são obtidos imediatamente a partir do conhecimento das reações de apoio. pendurar.. Substituindo-se as cargas distniuídas por suas resultantes. esclarecerá..4 : . V s = ( 4 + 1 + 3 ) .5-1X7. 11-15 O exemplo 11.5mt M$ = 3. a seguir.. assinaladas em pontilhado na figura.2.1 X 5 . podemos afirmar que.s-4X 11. Ligá-los por segmentos de retas e.

cuja ordenada gendrica d dada por ~Qdr=3X4+lX2-(1/3)X3X3-5X3=-4mt. Sendo o carregamento atuante equivalente estaticamente a uma resultante de 16 t em C.o valor -3 t se mantém constante no trecho FB (sem cargas verticais). com tangente inclinada (pois dQ/ds = -q = 2 tlm). C. C ? No engaste. E. a construção apresentada em 2. O diagrama de esforços cortantes se obter6 imediatamente a partir do 'regamento e reaçóes de apoio atuantes.3 . ser8 uma parábola do 2P grau (carregamento triangular). 11-15. Para obtenção do diagrama de esforços cortantes. terminando com -3 t . valor da carga-momento nela aplicada. D). então. g) Na seção G. cuja ordenada na seção mddia do trecho 6 1 X 4'18 = = 2 mt. uma parábola do 30 grau. variando de 5 t em A até 1 t em C. pois o esforço cortante nestes dois trechos € constante e igual a -3 t. . a carga concentrada acarreta uma descontinuidade igual a seu valor. conforme indica a Fig. na direção vertical). as reações de apoio no engaste B sáo as indicadas na figura.no trecho EF. . os diagramas devidos somente às cargas distribuídas atuantes: temos a pendurar. . Este valor 6 igual ao valor da carga-momento atuante (o sinal negativo indica que seu sentido 6 o horário).11. passemos à tenção dos diagramas solicitantps. pendurar os diagramas de viga biapoiada para cada uma das cargas distribuídas atuantes (no caso. Não havendo mais outras cargas distribuídas. d) Na regi80 de momento fletor miximo (trecho DE). com tangente horizontal (pois dQ/ds = -q = O). ligá-los por segmentos de reta. a partir destas linhas retas.VIGAS ENGAfXADAS E LNRES Seja a viga engastada e livre AB da Fig. Notar que o ponto anguloso está no sentido da carga. h) Notar que as parábolas devidas ao carregamento distribuído são sempre marcadas na direção perpendicular à barra (portanto. no trecho CD). O exemplo I13 esclareceri. que equilibrará0 o carregamento atuante.no trecho AC. e. para seu traçado. que começa do valor zero. B. f) Calculemos o valor da área do diagrama d e esforços cortantes: Ex. b) Na seção D existe um ponto anguloso no diagrama de momentos fletores devido à existência da carga concentrada. bastando marcar osmomentos fletores (de cálculo ediato) nas seçóes em que muda a lei de variação de carregamento (no caso. caindo o cortante então para zero. 11-16.2 e. existe concordância dos trechos parabólicos com os trechos retilíneos no diagrama de momentos fletores. raciocinemos trecho a trecho: . aparecerão evidentemente uma reaçlio vertical e uma reação>mente. passamos então à fase de pendurar.66 Curso de análise estrutural Estudo das vigas isoítáticas 67 Ligando estes pontos por linhas retas no diagrama. no caso.5. será retilíneo pois o carregamento d uniforme. c) Os diagramas de momentos fletores nos trechos FG e GB são paralelos entre si. pois não existem cargas concentradas nestes pontos. Observações: a) Nas seçóes C.em D. a partir da linha assim obtida. 11-17. o esforço cortante nulo. . subindo a zero no apoio B. F. e) Qualquer ordenada do diagrama de esforços cortantes no trecho EFpode ser obtida com auxíiio da função U M . o diagrama de momentos fletores apresenta uma descontinui- dade de 4 mt. O diagrama de momentos fletores se obter8 imediatamente a partir das nclusóes tiradas em 2. Isto posto. valor este que se mantem no trecho DE. uma parábola do 20 grau no trecho AC. valendo.Obter os diagramas solicitantes para a viga da Fig. A. os diagramas finais nos demais trechos são as linhas retas já traçadas.no trecho CD d constante (trecho descarregado) e igual a 1 t. no trecho EF. 3 . .

conforme sejam usadas as forças à esquerda ou à direita da seção.68 Curso de análise estrutural Estudo das vigas isostáticas 69 b) Calculemos a área do diagrama de esforços cortantes: que 6 o valor do momento fletor atuante no engaste. a partir delas as parábolas iguais a 3 X Z218 = 1. mas o diagrama de esforços cortantes teria seu sinal trocado. O diagrama de esforços cortantes indicado na figura 6 obtido sem maiores problemas. o diagramade momentos fletores sena o mesmo (bastando girar o da Fig. c) Se tivéssemos a mesma viga. 11-17 de 180°). conforme indica a Fig. d) E fácil ver que. 11-18. temos determinado o diagrama de momentos fletores. 11-19 I vc . sob este aspecto. .5 mt. mas com o engaste à esquerda. podemos traçar seus diagramas solicitantes sem necessidade de determinar as Ieações de apoio. na seção C. todos tracionando as fibras superiores. pois as convenções de sinal para esforço cortante são opostas. como se fosse uma cargamomento aplicada numa viga biapoiada AB. acrescenta um ponto anguloso (presença da carga concentrada de 4 t). I Fig.VIGAS BIAPOIADAS COM BALANÇOS Seja a viga biapoiada com balanços da Fig. no caso das vigas engastadas e livres. com o mesmo carregamento. o diagrama de momentos fletores tem tangente horizontal (QA = O) e. na vertical. com reaçóes verticais VA = O e VB = 16 t. 11-19: a) Na seção A . sgo: Ligando-se estes valores por linhas retas e pendurandoae. funcionando. 4 Os momentos fletores atuantes nos pontos de transição de carga.

Obter os diagramas solicitantes para a estrutura da Fig. estando diretmente aplicadas sobre os apoios. não influenciando no cálculo dos esforços simples em BC. para traçar o diagrama de momentos Uetores numa viga biapoiada com balanços. e eles se comportam. em 2. sob sua forma mais geral. temos: Por Z M g = O Por Z Y =O 4Vc=2X6 . Ex. submetida ao carregamento que lhe está diretamente aplicado. a cargasmomento MB em i3 e MC em C. CdU Podemos então afirmar que.devido às cargas distniuídas. e a cargas verticais (P. nada ter6 se alterado sob o ponto de vista estático. U-20 A partir da linha de fechamento. então: Vc = 9 t -5 Os momentos fletores necessários i obtenção da linha de fechamento do diagrama são os momentos atuantes nos apoios. 2 análise do trecho BC: rompendo a viga em B e q e e aplicando os esforços simples atuantes nestas seções. penduramos as parábolas de cada um s trechos. para o trecho BC no estudo de uma viga biapoiada. Recaúnos. conforme indica a Fig. pois podemos obter os esforços no trecho AB entrando com as forças da esquerda e no trecho CD entrando com as forças da direita. penduramos o diagrama de viga biapoiada devido A cargas atuantes no trecho entre os apoios. ii-20. uma viga biapoiada BC. então. que tracionam as fibras superiores e valem Pig. tratamos os balanços como vigas engastadas e livres. a obtenção do diagrama de esforços cortantes € imediata. então. então. serão imediatamente absorvidas por eles. a partir do carregamento e das reações de apoio. a partir dela. iguais às resultantes das cargas atuantes em cada balanço e que. Ligamos os momentos atuantes nos apoios por uma linha reta s e. iguais aos momentos fletores atuantes nestas seções devidos aos balanços.' Vc=3t e VB = -1 t (de cima para baixo. . ii. como se fossem vigas engastadas e livres AB e CD.70 Curso de analise emutural Estudo das vigas isostáticas 71 A obtençáo dos diagramas solicitantes nos balanços AB e CD 6 imediata a partir do que vimos em 3.5.4 . Teremos. confome indica a Fig. portanto) VB = 5 t As reações finais serzo. + P2)em B e (P4+ P. então. Os exemplos a seguir esclarecerão. Calculemos as reações de apoio. Como nos casos anteriores. por simetria: . já feito. 11-19.devido à carga concentrada de 2 t. Passemos. 11-20. temos.) em C . empregando o princípio de superposição de efeitos: .

Seu valor pode ser obtido diretamente (isto 8. . Observaçóes : a) O diagrama de momentos fletores tem tangente horizontal em A (pois Qa = O). pelo valor zero. o que se constata facilmente na Fig. estando o detaihe da secão C ampliado em iI-22. na seção de cortante nulo. o diagrama de momentos fletores apresenta pontos angulosos no sentido das reaçóes de apoio e o diagrama de esforços cortantes apresenta descontinuidades iguais a estas reaçóes de apoio. ii-22. o que indica que nos dois apoios temos m h o s não analíticos (sem tangente horizontal) no diagrama de momentos fletores. sim. d o r este indicando que existem cargas-momento aplicadas.5 pig. devido à presença da carga concentrada (QD = 2 t). Sendo o carregamento atuante equivalente a um momento total de 3 + 4 t 3 = 10 mt. b) Nos apoios. indicando a inexistência de cargasmomento aplicadas. portanto.1. 11-20.1. em suas descontinuidades devidas às reaçóes de apoio.l O m t . Teremos: I I I I I I O I I I I I I lem t) M.Obter os diagramas solicitantes para a viga da Fig. Os diagramas soiicitantes estão traçados na Fig. . nos sentidos indicados na figura.5 -2.s m de A . as reaçóes verticais deverão formar um momento de igual valor e sentido oposto e a o . c) O momento fletor miximo tracionando as fibras inferiores da viga não ocorre no meio do a o . e) A área total do diagrama de esforços cortantes é igual a zero. 11-21 d) O diagrama de esforços cortantes passa.25 mt. nija resultante nos dá um momento de 1Omt no sentido hori(fi0.VIGAS GERBER Seja a estrutura representada na Fig. ou através da expressão 11. Observação: A área do diagrama de esforços cortantes é . IL5 .5 t.2: Ex. o mesmo não acontecendo em D. mas.5 = 0. Usemos este Último processo. 11-2 1. ii-21.72 Curso de andlise estrutural Estudo das vigas irostáticas 73 O diagrama de esforços cortantes não apresenta novidades em relação a casos anteriores. que 8 aquela a 3.. 5 -2. iguais a 1014 = 2.. =r c 3 Qdx = -(1/2) X 2 X 2 t (112) X 3 X l. calculando-se o momento fletor atuante na seçao a partir do carregamento e das reaçóes de apoio).

de uma associação de vigas com estabilidade própria com outras apoiadas sobre as primeiras. resolvendo inicialmente aquelas sem estabilidade própria e. em se tratando de um trecho com estabilidade própria. seríamos obrigados a escorar ~unultaneamentetodo o volume compreendido sob o tabuleiro da ponte.2 Fie U-23 i Para resolver a viga ABCD. mas é capaz. Suponhamos seja nossa funçgo constniir uma ponte de concreto. O trecho ABC será resolvido.1 Fig.ão vigas biapoiadas. As vigas Gerber tiveram seu aparecimento ditado por motivos de ordem eskniturd e de ordem constmtiva.74 Curso de análise estrutural Estudo das vigas irostáticas 75 Suponhamos carregado o trecho CD: este trecho não tem evidentemente estabilidade própria. Recaímos. uma viga Gerber. Para a execução da superestnitura da ponte. pois. um ponto de transmissão de forças. que deverá se apoiar sobre pilares A. basta fazer sua decomposição nas vigas que a constituem.1. pois as cargas. B. para estas Últimas. não transmitindo momento algum (pois não impede nenhuma rotação A estmtura) e é representado. acrescidas das forças Vc e Hc transmitidas pela rótula C.1. conforme esclarecerá o exemplo da Fig. nele mesmo encontrara o carregamento suas reaçóes equilibrantes. então. Consta. Suponhamos adotada a soluçXo indicada na Fig. ao ponto Cabsorver uma força vert~cal e uma horizontal. a estabilidade do trecho CD condicionada à estabilidade do trecho ABC que. a seguir. de transmitir estas forças ao trecho ABC. a carga solicitará apenas este trecho. as dotadas de estabilidade própria. então. 11-23. na resolução de uma viga biapoiada CD e de uma viga biapoiada com balanço ABC. necessitarão de reações de apoio em C e em D. ficando o esquema estático da estrutura representado conforme indica a Fig. vigas biapoiadas com balanços ou vigas engastadas livres. então. 11-23. 11-24. problemas estes já resolvidos nos tópicos anteriores. . 11-24: 11-24. acrescidas. o que ele não é capaz de fazer. é estável. O ponto C 6. para as cargas que lhe estão diretamente aplicadas. por uma rótula. Para resolvê-la. com as cargas que lhe estão duetamente aplicadas. Este último ponto é um apoio do I? gênero e pode absorver uma força vertical. Observações: a) Em se tratando de vigas Gerber isostáticas. para serem equilibradas. entào. transmitindo para o trecho ABC (trecho com estabilidade própria) as forças HC e VC necessárias ao equilíbrio do trecho CD. em se tratando de uma viga biapoiada com balanço. C. escolhendo uma das duas solupões '"dicadas na Fig. que dão a estabilidade ao conjunto. então. para a qual indicamos um carregamento atuante na Fig. após. o sendo entao o conlunto ABCD. as vigas que as constituem . entretanto. das forças transmitidas pelas rótulas. D. 11-24. Se tivermos carregado o trecho ABC. pois. Fica. basta resolvermos inicialmente o trecho CD (trechosem estabilidade própria). 11-24 U-23. caberia.

Não resta a menor dúvida que. a seguir.1. Suponhamos. at6 mesmo. 5. 11-24.2 . caro e. mento das têcnicas de pr€-ÇabricaçZo e montagem de estmturas. adotada a soluçZo em viga Gerber indicada na Fig. tambkn. 11-25. EF. a vantagem de reduzir as forças horizontais nos pilares devidas a variações de temperatura e à retração do concreto (a este respeito. não teceremos maiores considerações por ora. e a tendência desta importância é aumentar. usando os próprios trechos ABE e FCD. sob o ponto de vista estmtural. encerrando a execução da estmtura (poderíamos. ZY = O e ZM = O) e. lançando-a através de uma treliça). devemos destacar as vigas que já possuem estabilidade própria. FCD. pois este tema é objeto de estudo nas cadeiras de Pontes). Seja a viga Gerber da Fig. pois aumenta em muito a dificuldade algebrica de obtenção das reaçoes de apoio. pois não envolverá risco algum no vão BC durante a constmção. Esta solução permite a execução em separado dos trechos ABE. Fig. basta decompó-la nas vigas que a constituem. n-2s Queremos chamar a atenção para o fato de que um dos apoios da viga Gerbei deve ser capaz de absorver forças horizontais. c) Diversos autores adotam um metodo puramente algébrico para análise e resolução de vigas Gerber.2. As vigas Gerber têm lugar de grande Importância na Engenharia Estrutural. portanto. concretaríamos a vigota EF.2 trará ainda. obtemos as decomposições das vigas Gerber indicadas nos exemplos da Fi. que indicam a transmissão de carga das vigas que não possuem estabilidade própria para as que a possuem. alkn de reduzir o volume de material para escoramento a quase 113 do necessário para a primeira solução. Os números indicam a sequência de resoluçZo e as setas a transmissão de cargas.76 Cursa de análise estrutural Estudo das vigas isostáticas n escoramento este que. que irão diretamente ara ele através das rótulas. 11-24. a partir delas. transferiríamos o escoramento para o trecho FCD que seria posteriormente concretado e.Exemplos de decomposição Conforme Wnos em 5. pd-fabricar a viga EF. Desta forma. Tal método náo nos parece interessante. Resolvendo-se este sistema de 4 equações a 4 incógnitas. . sob o ponto de vista constmtivo. devido à existência da rótula em C (o que significa n%o haver transmissão de momento em C). já executados. VA. arriscado no trecho BC. tendo em vista o desenvolvi- temos uma quarta equação dizendo que o momento fletor em C 6 nulo @ícO). como apoios. VC e. provocando esforços normais na viga ao longo Para determinar as quatro reações de apoio. teremos = as reaç6es HA. apoiando sobre elas as demais através das rótulas. com o que poderíamos escorar inicialmente o trecho ABE e concretá-10. a segunda solução será mais adequada no caso. agora. os diagramas solicitantes na viga Gerber. pode tomar-se extremamente dificil. dependendo da velocidade do rio e de sua profundidade. A solução da Fig. que apresentamos a seguir. finalmente. para resolver uma viga Gerber. Para tal. não receberá ênfase maior neste Curso. Vg. U-26. dispomos das trds equações da EstBtica no plano (ZX = 0. dificuldade esta que pode se tornar muito grande para vigas Gerber com maior número de apoios e rótulas e.

que têm como única particularidade o fato das reaçóes em B se somarem no apoio único existente. serão as responsáveis pelos momentos fletores e esforços cortantes atuantes na viga Gerber. todos funcionarão como se fossem do l ? gênero. Os demais esforços atuantes nesta seção são dados por: qa qx) cos cr e Qs = (-2 . Observaçóes: a) ~ e m o s Qdx = O. devido ao fato de ter a rótula sobre o apoio internediário (o que significa que os trechos AB e BC têm momento fletor nulo em B). 2 - - Fig. para fins de momentos fletores. Obtida a decomposição indicada na figura. E. 11-26.78 Curso de análise estrutural Estudo das vigas isostátícas 79 de sua trajetória.Seja a viga da Fig. iI-28. Ns = (-qa qx) sen a. ii-27 express6es estas que definem linhas retas. 11-27. 11-27.somente. para as cargas verticais. e 6 para obté-10s que necessitamos fazer a sua decomposição. 6 .6 .1 . Observação: Notar que a viga Cerber da Fig. a viga se comporta como se fosse uma viga horizontal (perpendicular ao carregamento) de vão a e o diagrama 6 o indicado na figura (notar que as ordenadas do diagrama são sempre marcadas perpendicularmente ao eixo da barra).Obter os diagramas solicifantespara aviga Gerber da Fig. E e F são rótulas e nelas devemos ter M = 0. vemos que. 2 por esta razão que ! nesta decomposição não nos preocupamos se o apoio 6 do I? ou 20 gènero. 11-25.VIGAS INCLINADAS: 6. Ii. pois A Ex. 11-28. submetida ao carregamento distribuído vertical indicado. o que 6 evidente. funciona como se fossem duas vigas biapoiadas AB e BC independentes.3). pois. Sendo as reações de apoio as indicadas na Fig. passemos ao estudo de seus diagramas solicitantes. pois não existe carga-momento aplicada i ~ b) ~ e m o Q d x~ g =lE =/* Qdx A Qdx = O.3. a partir das quais obtemos seus diagramas representados na Fig. O momento fletor atuante numa seção gen6rica S será dado por Comparando esta expressão-com (11. o problema não apresenta maiores novidades e obtemos imediatamente os diagramas solicitantes indicados na Fig. . As cargas verticais.

11-29.c-)(-)2a Ms = qbx 4 .2 . .b = qb2 .. . . . Por EMB = O V X a .(-)2 2 a qb qx2 . agora.. . .qb2 VA 2a O momento fletor amante numa seção genbrica será dado por: . . submetida ao carregamento distribuído horizontal. .' V =A .-2X 2 . .. + qb2 rena za Fig. .. . 11-29 Obtenhamos suas reaçóes de apoio: Por Z X = O .. . . HA = qb . VB= 2 ' =. a viga da Fig.qb2 ( .b2) + xz b X = .2 . A 4bZ 2a POrZY=O . qb X. .Curso de analise estrutural Estudo das vigas isosthticas 81 6.Seja.

sempre. a partir do carregamento e das reações de apoio. = (qb . vemos que.qx) cos a + (e) 2n sen a expressões estas que nos permitem o traçado dos diagramas. finalmente.Obter os diagramas solicitantes para a viga inclinada da Fig. Os demais esforços atuantes em S são dados por: 4b1 Qs = . como se fosse uma viga biapoiada de vão igual i projeção de seu comprimento sobre uma reta perpendicular ao carregamento atuante. Em particular. . para fms de diagrama de momentos fletores. iguais à soma dos diagramas indicados nas Figs. 11-30. 11-29.7 . o diagrama de momentos fletores seri uma parábola do 2P graii de valor máximo igual a (qa218) + (qb2 18) = q A 7 18. feito na Fig. I I 11-31. N . Os diagramas de esforços cortantes e esforços normais são obtidos imedie tamente.3 -Seja.3. 6.1 e 6. Dos exemplos apresentados em 6. 11-30. 11-28 e 11-29. com vão AB. podemos concluir então que uma viga biipoiada inclinada AB se comporta.3. é fácil ver que este caso nada mais é que uma superposição dos casos 6.82 Curso de análise estrutural Estudo das vigas iwstdticar 83 Comparando esta expressão com n.2 e 6. então. submetida ao carregamento distribuído perpendicular a seu eixo. de vão b e O diagrama 6 o indicado na figura.qx)sen Za ru Ex.(-) cos 0 t (qb . 11-30 Conforme indica a Fig. sendo o diagrama de momentos fletores marcado. para fins de momentos fletores. perpendicularmente ao eixo da viga.1. 6. comportando-se entZo a alga como perpendicular ao carregamento atuante. Fig. em qualquer caso. a viga se comporta como se fosse uma viga vertical (perpendicular ao carregamento atuante). a viga da Fig. ii.2 e os diagramas solicitantes para ele serão.

ii-33. penduramos o diagrama devido i carga distribuída existente.l6 = . A partb dela. - a) reconstituir o carregamento atuante.3. O carregamento atuante 8. b) obter o momento fletor máximo atuante. - O momento fletor máximo será dado por: 7 . pois. começando com tangente horizontal e terminando com um valor máximo igual a P.A equação dos esforços cortantes atuantes numa viga biapoiada de 6 m de vão 8 Q(x) = 8 . A linha de fechamento do diagrama de momentos fletores é defmida pelo valor 6 mt tracionando as fibras superiores em A e pelo valor 2 mt tracionando as fibras inferiores em E . Sendo retilineos os diagramas de esforços cortantes e esforços normais.2x x2 16. 11-32.-) 18 1 6 = 0.1.16'--= 3. Sabendo-se que. ou seja. se houver carga-momento atuante.84 Curso de análise estrutural As reaç6es de apoio são: I I Estudo das vigas isortáticas 85 Qdx =/ O 6 (8 x2 .'/6 = O. (A outra raiz da equação é negativa e des>vida. b) A seçáo de momento fletor máximo é aquela em que Q(x) = 8 2r .4t -5sena=-3t 3 sen a = 1. indicado na Fig.PROBLEMAS RESOLVIDOS . 11-31.1 . o indicado na Fig.5 mt (tracionando as fi- bras inferiores).xz . submetida ao carregamento distribuído segundo uma lei parabólica do 2P grau. de significado físico).portanto. temos que: Para o apoio esquerdo: q(0) = 2 tlm Para o apoio direito: q(6) = 4 t/m I Verifiquemos se existe carga-momento aplicada em i : ? .2 . ela estará aplicada no apoio direito. sendo x a distância do apoio esquerdo à seção genbrica que descreve a viga. 7. que valem: QA = QB = NA= NB = 5cosa=4t -3cosa=-2. U-32 Observa$Zoao:A área do diagrama de esforços cortantes é igual a 8 mt. valor da resultante das cargas-momento aplicadas.8 t 4th - 1 6 m 1 Fig.Obter os esforços solicitantes da viga AB da Fig. x = 3.7. &lup-o a) A partir de ii.16 m. o que indica não existir carga-momento atuante.1Cí3 18 13. eles serão definidos por suas ordenadas em A e B.k -$dx = (Ex X' . pede-se: I =i l J 6 ~ d x 8 X 3.

63 i e vale: . i2 i Para obter as reaç6es de apoio. com o que q(x) = p(-) 2 . precisamos conhecer a posição da resultante dacia vor: 1 O valor da resultante é dado por R >i0valem. obtemos: P x a = -. na seção x I = 0.86 Cursa de analise emutural i Estudo dar vigas isastáticas 87 soiuçno A equação do carregamento será da forma q(x) = ax2. portanto: 1 q(x)dx = ~p I e as reações de Os esforços atuantes numa seção gen6ricaS são dados conforme aFig.11-35 1 É fácil ver que o momento máximo atuari na seção que tem Q(x) = O ou . seja. Impondo a condição q(1) = p.

Pede-se reconstituir este carregamento.88 Curso de análise esírutural 1 Emdo das vigas isostáticin 89 7. A B C D E F A - A partir de (II. indicando a existência de uma carga momento em D. reconstituir o carregamento atuante e traçar o diagrama de momentos fletores. c) no trecho BC o carregamento 6 distribuído uniforme. (diagrama de esforços cortantes decrescente) e de taxa igual a?= 2 tlm. b) em B existe uma carga concentrada aplicada. de taxa igual a 412 = 2 tlm. U-38 . de cima para baixo.2). caso exista carga-momento. 11-38 possui um carregamento tal'que seu diagrama de momentos fletores é o indicado na figura.3 . II-37 e. ) Calculemos a área do diagrama de esforços cortantes: Sp=6X2-2x2-3x4-6X I=-lOmt. podemos afirmar que: a) o carregamento atuante no trecho AB 6 uniforme. d) o trecho CE não possui cargas distribuídas ou concentradas aplicadas. e) em E existe uma carga concentrada de 2 t para baixo (descontinuidade em Q. obtemos imediatamente o diagrama de momentos fletores indicado na mesma figura. atuante no sentido h* rário. a partir dele. Par. de cima para baixo. O carregamento atuante 6 . ela está aplicada em D. Existe concordância em i3 entre a parábola do 2P grau e a reta.O grau Fie. I OBS. o indicado na Fig. 2.A viga biapoiada da Fig.O diagrama de esforços cortantes de uma viga biapoiada A F é o representado na Fig. Sabendo-se que. pois.4 . 11-36. de cima para baixo e igual a 4 t (valor da descontinuidade no diagrama Q). 7.

= fT)(qLZ)(l -)l .. .. O momento máximo negativo atua. sendo a iudicada na Fig.. obtemos: ZMA = O . determinação dosvaiores numéricos das cargas atuantes. (2q-2)2-2q=2 : q = 3t/m O carregamento é.1 X 4 + 2 P = 2 . obtemos: . para que fique submetida aos menores momentos fletores possíveis. Igualando. evidentemente. Deseja-se levantá-la por um ponto. . . constituído por iima carga uniformemente distribuída de 3 t/m no trecho AB e por uma carga concentrada de 3 t em C. VB =. girando-a em tomo de uma das suas extremidades durante o levantamento. . . Impondo as equaçóes da Estática. ZY=O I A seç& de cortante nulo (posição do momento máximo). podemos afirmar que o aspecto do carregamento atuante é o da Fig. 11-40 e. 7. Seja S a seção de suspensão. 11-39. 11-39. segundo o esquema indicado na Fig. temos que: 1 L (área do diagrama de cortantes) M&.=qL-. 11-40. Temos: i Passemos ? a) Pelas forças da direita b) Pelas forças da direita M E = 2mt : . ela funcionará estaticamente. devemos ter que os módulos dos máximos momentos fletores positivo e negativo sejam iguais. .qLZ 2x . : P=3t Pelas forças da esquerda MB=2mt : .Uma estaca de seção constante e comprimento L repousa num plano horizontal.2w . na seçáo B e seu mbdu10 é dado por IMih 1 = q (L .. nos sentidos indicados na Fig.qL2 2x V. .~ ) ~ / 2 .5 .. vem: 1 L 2 1 T(qL2)(1 -%) = (-)q(L -x)Z 2 Simplificando. No instante do levantamento.90 Curso de an&lise estrutural Estudo das vigas isostáticas 91 Solução A partir da configuração do diagrama M. Determinar este ponto de modo que ela fique submetida aos menores momentos fletores possíveis durante a operação.. pois..

DE possui diferentes equaçbes paraM e Q. 11-44. U-41 I r n ~ 4 I m d ~ m ~ As reaçbes de apoio. I 1 4 3 e sabendo que. ~ a - 1 d a 4 Fig. Fig. obtemos os diagramas a seguir. sáo 1 2 V. . para a viga ter os menores momentos fletores possivets. obtemos: I + 2 r n ~ ~ Fig. calculadas por superposição de efeitos.8 . conforme mostrou este problema. 11-41. 5 m ~ l m ~ 3 m ~ ~ m Observação: Cada um dos trechos AB. 1145.707 L 7.Obter os diagramas solicitantes para a viga Gerber da Fig.92 Curso de andlise estrutural Estudo das vigas isostáticas 93 (I . 11-42 tenha os menores momentos fletores possíveis. referi-la por uma coordenada independente. BC. 11-44 7. os módulos dos máxunos momentos fletores positivo e negativo devem se igualar. cuja dnica solução provida de significado físico 1.7 .Calcular o valor a/l para que a viga da Fig. 6 x =- = 0. 1142 Sendo o aspecto do diagrama de momentos fletores o indicado na Fig. de imediata determinação. e obtemos imediatamente: 7. - Bmt I l m 4t k ~ l > m ~ 1 .6 .Obter as equaçbes dos esforços simples atuantes no trecho CD da viga da Fig. CD.-L 2 72 2 = (1 -A)'. = 2 t (-) 10 X 2 +'(-)6 = 1 6 t 2 3 Daí vem: Para determinar as equaçbes dos esforços simples atuantes no trecho CD. Sendo a decomposição e as forças de transmissão as mdicadas na Fig. basta escolher uma seção gen6rica do trecho.

horizontal H da esquerda para a direita aplicada em C Tal carga seria absorvida pelo engaste I e a ele chegaria atravBs das rbtulas (notar que a rótula E a transfere para o trecho EFG. valor da resultante das cargas-momento apli- . n-45:conhecidos os valores dos momentos em F e I.como fazer diretamente o que se fez na Fig.94 Cursa de análise estrutural Estudo das vigas isosiáticas 85 pondentes a cada um dos trechos FG. no trecho entre a carga de 4 t e a r6tula E. além do carregamento indicado. A iníiuhcia desta carga horizontal seria. c) Notar que os valores dos momentos fletores atuantes à esquerda e à direita da rótula E são iguais aos valores das cargas-momento aplicadas à esquerda e à direita de E. passar por valores nulos em G e H (r6tulas). o diagrama de momentos fletores B uma mesma reta. tanto poderiamos. obtemos os diagramas desejados. desenhados na Fig.Obter.9. a de adicionar à viga um d i a m a de esforços normais. penduramos o diagrama de viga biapoiada para o carregamento do trecho FI (parábola cujo valor na seção mBdia = 12. de compressão igual a H. traçar sua linha de fechamento e. o que B um bom teste para os momentos exiremos obtidos no trecho. pendurar as par6bolas corresA partir da observação c feita no problema anterior. os diagramas de momentos fletores para as vigas da Fig.- - cadas e da reação-momento no engaste.s mt). I. onde a rótula G a transfere para o trecho GH indo daí para o trecho HI. n-46. desenhamos a linha de fechamento e.) d) A área do diagrama de esforços cortantes vale: SQ = 8 + 6 6 16 = 8 mt. evidentemente. então. sem calcular as reações de apoio. b) Notar que. e) Suponhamos que. H. em que 6 absorvida). conhecendo os valores dos momentos fletores em F. GH. conforme poderemos ver no problema 7. a partir dela. 11-47: . (Tal fato pode nos simplificar muito o trabalho em outros casos. Observações: a) Para a obtenção do diagrama de momentos fletores no trecho FI. existisse uma carga . G. Hi. 7. pois VC = 0. no trecho CI. a partir dela. Esta parábola deve.9 .

As posiçóes possfveis para r6tula são aquelas em que a irea do diagrama de esforços cortantes se anula e são dadas por x .A Fig.10 . 11-49.: A viga não tem carga-momento aplicada. Pede-se determinar a posição desta rótula.4 X 2 = . 7.59 m (indicamos uma posição em linha cheia e a outra em tracejado).2 X 2 t 2 X 4 + ?1X 2 X 2 . . = 7.horário). reconstituir o carregamento e traçar o diagrama de momentos fletores. OBS. O valor da reação-momento no engaste 6 dado pela área do diagrama de esforços cortantes. obtemos imediatamenfe o carregamento atuante e reaçóes de apoio.2 m t (osentido6. indicados na Fig.pois.96 Curso de anzílire estrutural Esiudo dar vigas isoJtiiticna 97 A partir do diagrama de esforços cortantes dado. O diagrama de momentos fletores esta traçado na Fig. que vale: S Q = . = 2 m ou x. 11-49. 11-48 representa o diagrama de esforços cortantes numa viga Gerber que possui uma rópla a ser determinada.

ph par. 11-54. e 8 8. evidentemente. grau 8. com o trecho isostático GH e com o trecho hipostático EFG acarretou uma isosticidade aparente para o conjunto. que a viga é isostática. 11-50. de uma viga Gerber hipostática.Idem para a viga da Fig. e que é o que fazemos para todos os casos. A quantidade de incógnitas a determinar d seis (três apoios do 1P gênero e um engaste).1 . o que sabemos ser falso.Obter os diagramas solicitantes para a viga Gerber da Fig.11 . que dará a última palavra.) por-esta razão que não apresentamos neste Curso fórmulas destinadas2 verificaçao da estaticidade de estruturas compostas pois elas sáo falíveis.PROBLEMAS PROPOSTOS Par.Obter as equaçóes dosesforços simples atuantes na viga da Fig. por ser seu trecho EFG hipostático. 11-51.5 .5m+l. . pôis o trecho EFG é instável (viga biapoiada com rótula) e não há o que calcular.Determinar o valor da carga P que deve ser aplicada 2 viga da Fig. sb sendo seus resultados confirmados quando fuermos a decomposição correta da estrutura. 11-50 Trata-se.5m+ f .Obter as equações dos esforços simples atuantes na viga da Fig. 1 Ç 1 r n ~ 3 r n I ~ 2 .2 .Obter os diagramas solicitantes para a viga da Fig.4 . 2? grau A quantidade de equaçbes disponiveis B seis (três equaçbes universais da Estática mais três equaç6es de momentos fletores nulos nas rótulas). OBS. ii-53. 11-55.3 . 11-52. I I 8.) 1 .: O objetivo deste problema foi chamar a atenção do leitor sobre o seguinte fato: suponhamos fosse feita uma anáIise da estaticidade da viga por via algdbrica. então. 5 m I Pig. (Sugere-se tentar fazer o carregamento recair numa superposição de carga uniforme com carga triangular. sem estabilidade.Estudo das vigas iaartáticas 99 7. 8. para que ela fique submetida aos' menores momentos fletores rsíveis. então. 8. 1t l m . 5 I ~ ~ 1 l m ~ I I 11. A conclusão seria. (A interpretação do resultado algébrico é que a superposição do trecho uma vez hiperestático AE.

6 .Idem para a viga da Fig. 11-59. 11-60. indicada na Fig.Idem para a viga da FLg. as fibras superiores. 11-56. 8. em todas as seções. 8. 8. 11-57. I .Calcula o menor valor de a para que a viga da Fig. A: .9 . li-58 . + 1 .Traçar os diagramas solicitantes para a barra homogênea ABC.Idem para a viga da Fig. 5 m + Pig.5mt n I f 1 8. LI-61.Obter os diagramas soiicitantes para a viga da Pig.10 .Idem para a viga da Fig. 5 m + 3 m ~ 3 r r .8 . li-55 1 8.7 .: I +I 12. 11-62 possua iomentos fletores tracionando.1W Cuno de anhlise estrutural ~ w d das vigas isostáticas o 101 I 8. 1 I 1 Fig. de 130 kg de peso total. 8.11 .12 . II-58.

8.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga da Fig.e + 2 m 1 Pig.15 . f+ A - a 3 - tttlm -.Calcularx para a viga da Fig.19 -Para a viga da Fig.Sem cálculo pr6vio das reações de apoio. 8. 11-63 8. E.n1 3 m&4m+-lm+ Pig. 11-64. U-66.14 .13 Traçar os diagramas solicitantes para a viga da Fig.c 4 d ~ f . b) traçar o diagrama de esforços cortantes. \ - A 8.A Fig. 11-68. 8.17 . 11-64 8. 6 4 m . $r+ .a + b ~ . 11-65.20 . C. de modo que ela fique submetida aos momentos fletores menores possíveis. 11-63. 11-64.Idem para a viga da Fig. obter os diagramas solicitantes. obter as equações dos momentos fle. tores atuantes em seus diversos trechos. um dos quais é do 2P gênero. obter o diagrama de momentos fletores para a viga da Fig. U-69 representa o DMF numa viga Gerber de simples apoios em A. . Pede-se: a) reconstituir o carregamento e as reações de apoio. 11-67. c) calcular as posiçóes possíveis para a rótula. . & .18 .+ ~ m t 4 m ~ 2 m & 4 m ~ Fig. n á 3 8.16 -Para a viga da Fig.102 Curso de análise estrutural - Estudo das vigas isostáticas 103 8.

P = 2q1(2.( 1 .M(*) =-Pp 3 PROBLEMAS PROPOSTOS (&E3 + E4) pl .1 so~uçAoüOS .6 . Q(x) = .086 q12 .104 Curso de análise estrutural citudo das vigas isostáticas 105 9 8.produzindo IMrnáx~= 0.086 qlz a1 ) . ..4)produzindo ~MmáuI= 0.P = ql ( .5 8.6 ~ ' + 4 e ~ ) 3 8.

106 Curso de andlise estrutural istudo dar vigas isostáticas 107 .

x 1 para x E [ .108 + 2 l x .18 - x = ( ( 3 2&).19 - M ( x ) = 3 . produzindo IMmáxl= 0.91 .81 ~ ( x=).41 O ~ ( ~ ) = .x 2 para x e i8 .3 6 +I&-x2 para x E [4.Curso de análise estrutural Estudo das vigas isostáticas 8.086 qlz - rj.

passetnos à obtençáo dos diagramas solicitaiiies. então. 111-2. Fig. Analisemos. VB. Para obtermos as reações de apoio H A . no estudo das três vigas biapoiadas AB. da mesma forma com que associamos vigas simples para constituir as vigas Gerber. Hc. Fig. Trata-se.1. basta marcar os momentos fletores atuantes em seus nós. que faremos recair em problema já conhecido (resoluçXo de vigas biapoiadas). 111-1 As conclusiies tiradas para este caso podem ser extrapoladas para lodos os demais e podemos. agora. BC e CD com os carregamentos indicados na Fig. p2 s . Como estas cargas estáo em equilibrio. pois.2 Existem quatro tipos fundamentais de quadros isost8ticos planos. por exemplo a barra BC.1 . acrescido de cargas-monento em suas extremidades iguais aos momentos fletores atuantes nestas seções e de uma carga horizontal no apoio do i? gênero. LIA e ?\ i' . da maneira seguinte. os esforços sunples neles atuantes. por exemplo.1 . conforme indica a Fig. submetida ao carregamento que lhe está diretamente apiicado. afirmar que.Quadro biapoiado Seja o quadro da Fig.2. 1. Sao os seguintes os tipos estáticos de quadros simples isost3ticos. quando ocorrem isoladamente e que. então. associados entre si. desde que apliquemos nesses nós. podemos encarar. formam os assim chamados quadros compostos. que manterão o equilibrio de d a barra AB. aos quais cliarnamos quadros simples. lil-2 Rompendo a quadro em seus nós intermediários B e C . podemos destacar umas das outras as barras que o constituem.1 111-2. . igual ao esforço normal ztiiante nesta seção. h P7 CAPITULO III ESTUDO DOS QUADROS ISOSTÁTICOS PLANOS VI> 1 . 111-2. VB e VC como sendo as forças que equilibram as demais cargas atuantes e a barra BC pode. Conhecidas as reações de apoio. ser considerada como uma viga biapoiada. Pl. MC. a partir da qual penduramos os diagramas de viga biapoiada devidos aos carregamentos atuantes sobre cada uma das barras que constituem o quadro. A igual conclusão chegaríamos para as demais barras e o estudo do quadro recai. 111-2.QUADROS SIMPLES 111-2. P3. em cada uma das barras. M E . Seja. BC e CD. 111-1. VC.submetida ao carregamento em equilibrio constituído por HB. iigMos por uma linha reta tracejada. /*< D dispomos das trEs equações uniI' versais da Estática no plano. de estrutura isostática. cada uma dessas barras. que estudaremos no tópico n? 3 deste capítulo.Emido dos quadros irostáticos planos 111 Estamos diante de um problema novo. indicada na Fig. então. para se traçar o diagrama dos momentos fletores atuantes num quadro. Hg.

112 Curso de análise estrutural Estudo dos quadros isostáticos planos 113 Os diagramas são marcados. V-. Temos então.Para a barra DE: . Os momentos fletores atuantes nos nós intermediários. passemos à obtenção das reaçóes de apoio: Por Por Por C Y = 0. CMs=O. tra- . valem: = a) Nó D: . 111-3. ZX = 0. 111.1 esclarece. iil-3 Substituindo o carregamento distiibuído por sua resultante.Para a barra CD: as fibras superiores. Nó E: da direita. temos: V . temos: Hg = 12t. tracionando as fibras da esquerda. indicada em pontilhado na Fig. obter seu valor a partir do equilibrio do nó D.Para a barra BE: cionando as fibras da direita. como no caso das vigas.. 12 X 4 +2X 2 = 52 mt.Para a barra AD: M B ~ A D 10 X 8 + 4X 4 = 96 mt.Obter os diagramas solicitantes para o quadro da Fig.2 0 X 8 t 1 6 t 4 f ~ A = 0 . temos. o que é muito mais prático. - Para a barra EF: M P E F = 16 mt. temos: 2 0 X 5 t 2 X 2 . perpendicularmente ao eixo de cada barra.forme indica a Fig. A obtenção dos diagramas de esforços cortantes e esforços normais d imediata. podemos obter o momento fletor atuante'em D a partir de sua defmição. 111-5: M F D E = 36 mt (tracionando as fibras superiores). = 20 t. Fig. a partir do conhecimento das reações de apoio. obtemos: Ex.': -HA = IOt. entrando com as forças atuantes num dos lados da sepão (por exemplo. 111-3. a partir do equilibrio do nó E. O exemplo 111.1 . tracionando as fibras superiores) ou podemos. Conhecidas as reações de apoio. isto 6. : . conforme se segue. = 2X 12 = 4 mt.que começaremos pelo diagrama de momentos fletores. entrando com as forças atuantes à esquerda. pois a estmtura o está. 111-4. MP z2 . tracionando . estamos em condições de traçar os diagramas solicitantes. tracionando as fibras = . eles têm que estar em equilibrio. Rompendo todas as barras que concorrem no nó D e aplicando os mcimentos fletores nelas atuantes. Para a barra DE. a partir do qual temos: hfDbDE = 100 mt (tracionando as fibras ãuperiores).Para a barra DE. no caso. o esquema da Fig.

temos definidas 2s linhas de fechamento. 111-6 A obtenqáo dos diagramas de esforços cortantes e de esforços normais 6 imediata. sem maiores problemas. 111-6.se as três equações universais da Estática e. c) A área do diagrama de esforços cortantes vale: SQ=-l0X4-14X4-4+16X4+14X2+12X2=+16mt. f) Notar. 1. 111-7. b) Para o traçado do diagrama de esforços cortantes. e) A fim de evitar confusão com as linhas que definem o eixo do quadro e com linhas auxiliares usadas para o traçado dos diagramas.1. VA. respectivamente. 100 I Observuçóes : a) OS diagramas de momentos fletores nas barras verticais poderiam. também. 111-6. ligando-os a zero nos apoios e aos valores obtidos nos nós (96 mt para o nó D e 52 mt para o nó E). conforme ilustra o exemplo 111. é indiferente o iado para o qual marcamos os valores.114 Curso de anailise estra~tural Estudo dos quadros isost6ticos planos 115 Marcando os valores obtidos para os nós. a partir do carregamento e das reações de apoio indicadas na Fig. chegando-se aos valores indicados nas Figi. se julgado Útil para maior clareza.2. podeae hachurar. a seus diagramas solieitantes. Suas três reaçóes de apoio H A . a partir dai. a partir das quais penduramos os diagramas de viga biapoiada. 4 ri i Dr-E Fig. a área compreendida entre o diagrama final e o eixo do quadro. d) No traçado do diagrama de esforços normais. .3.valor da carga-momento aplicada (sentido anti-horário). o diagrama final indicado na Fig.2 e 111-6. obtendo então.2 . no diagrama de momentos fletores.Quadro engastado e Livre Seja o quadro da Fi. obedecemosis mesmas convenções de sinais adotadas no caso das vigas. ser obtidos calculando seus valores nas seções de aplicação das cargas concentradas ( 4 t para a barra AD e 2 t para a barra BE).111-3. M A são ùnediatamente obtidas empregando. os pontos angulosos nos pontos de aplicação e nos sentidos das cargas concentradas aplicadas (iclusive as reaçóes de apoio). interessando apenas o sinal (positivo se o esforço é de tração e negativo no caso de compressão). chegamos.

.Quadro triarticulado 'seja o quadro triarticulado (articulações em A..s Mana 317 E*. Obtidas as reações de apoio...Obter os diagramas solicitantes para o quadro da Fig... 1i1-10.... . Para determinar suas 4 reaçbes de apoio (HA. 111... G e g) da $ig. 111-8. por haver uma rótula em G (o que indica que em G $6 há transmissão de forças. XX Por Por ZY = U =O ZM*=O .. Seja o quadro da Fig. 6) A área do diagrama de esforços cortantes vale. H ~ = i t .. VA = 8 t . levando-se em conta o que jd estudamos nos itens anteriores.. temos uma quarta equaçao indicando que o momento fletor em G deve ser nulo. no caso.... no caso..116 Curso de análise estrutural Estudo dos quadros ilat8tix.... MA = l m t : Os diagramas solicitantes são os indicados na Fíg..... 111-9. conforme esquematizado na figura.111-9 i Observaç5es: a) Não indicamos cálculo auxiliar algum. dispomos das três equaçOes universais da Estática no plano e.... : ..... M ~ + 3 X : ! t l X 2 = 1 X 1 + 4 X 2 .3 . 111-11...... a estrutura será hipostatica... seMo vejamos. o problema está resolvido. HB e VB).. F . I ObsewaçrM: Caso os dois apoios do 20 gênero e a rótula intermediária estejam aliiados.........2 .. não havendo +ransmissão de momentos). V*..... Para que tenhamos satisfeita a condição do momento fletor A ser nulo em G. eaçóes de apoio valem: I 1.. pois todos os valores necessários ao traçado dos diagramas podem ser obtidos de cabeça. valor da reação-momento no engaste (sentido anti-horário).. as reações de apoio HA e V em A e HB e VB em R devem ter suas resultantes R* e RB segundo a direçso da reta AR... 1 mt.

a partir das quais penduramos os diagramas de viga biapoiada obtendo. obtido a oartir ~ ~ ~ dos valores anteriores. 6X4+6-6HA-2X2-4XIX2=0 : . por equilibrio do nó E.3 -. por equilibrio do nó E.iV A = IOt. As cotas bdsicas para o traçado dos diagramas de esforços cortantes e de esforços nomais podem ser obtidas de cabeça. tracionando as fibras superiores. a não ser no trecho inciinado CG. houvesse o equilibrio).? X 2 V ~ = 2 + 2 + 4 + S X . nestas circunstãncias. 111-15.Obter os diagramas solicitantes para o quadro da Fig. o diagrama sofre descontinuidades de 6 mt à esquerda e à direita da rótula). V' =6t. tracionando as fibras externas: 1 I =3 X6 -4X 2 = 10mt. = I mt.nó G : .118 Curso de análise estrutural I Estudo dos quadros isostáticos plana . ~ .b tracionando as fibras externas. M " "F = 14 mt. o diagrama indicado na Fig. conforme mo'stra a Fig. 111-12 nó E :MiarraDE = 8 mt. por conseguinte. evidentemente M C = 0. 111-14. As reações de apoio são dadas por ZMB=O 8VA = ? X 6 + 8 X l X 4 + 4 X 2 . 111-12: F: " M M"~' = 2 X 2 = 4 mt. tracionando as fibras externas. Podemos afirmar. conforme mostra a F1g. onde valem: MEYi = M? = 6 mt. valor das cargas-momento aplicadas. ZX = O Hg=3t. então. tracionando as fibrasexternas. ME^^^ = 3 X 3 = 9 nit. diante de uma estrutura hipostática. Ex. o equilhrio 6 impossivel e estamos. Os momentos fletores atuantes nos nós do quadro valem: . HA = 3 t . pelas forças da esquerda: . XY = O M c = 0.1. desde que suas 3 rótulas não estejam alinhadas.nó C: Mc = 3 X 3 = 9 m t . como deveria valer. 111. tracionando as fibras externas. I Passemos $ obtenção d a diagrama de momentos fletores. 111-13. obtido a partir dos valores anteriores. tracionando as fibras externas.nó 119 Calculemos a soma das projeções de todas as forças na direçáo perpendicular ê reta AB: ela valerá X Y = -P coso (e náo zero. Coilcluhos entào que. tracionando as fibras externas. temos definidas as linhas de fechamento. I 'i" ' " i Fig. Marcando os valores obtidos para os nós. que um quadro tnarticulado é uma estmtura isost4tica. . pois. caso. (observação: Em C temos.

entZo. UI-16. 1. muito menos passível de erros numéricos. com uma r6tula m em G e com uma barra CD descarregada.conforme indica a Fig. ela tem. 111-15. no caso de ser de compressão.3.2 e 111-15.2 t = NJ" = -4 sen a . Em qualquer outrò caso.3sena = 1. apenas. roiulada em suas extremidades. sob o ponto de vista estático. a partir desses valores.120 Curso de analise emutural -do dos quadros isostáticos planos 121 ~ ~ ~ ~ ~ = 6 c o s a . bem como de sua ordem de emprego facilitou o trabalho algébrico de obtenção das reações de apolo. consequentemente. pois esta escolha adequada tornará a resolução da estrutura muito m menos trabalhosa e.3 cos ~ = -6 t ~ u 4cosu . a barra será denominada tirante e. com articula@io e t i i t e (ou escora) Seja o quadro da Fig. b) O diagrama de momentos fletores de viga biapoiada a ser superposto i linha de fechamento na barra CG.6 t = -3senu = -1. em J .4t = eJd" 1. 111-16.4 . substituindo-a por um par de esforços normais N.3 X 0 . N? Qc N " = -4. Se a barra CD 6 descarregada e rotulada nas extremidades. igual a q12 18 + Pabl I = 1 X 4'18 + + 2 X 2 X 214 = 4 mt.2. será dita uma escora). tem seu valor.4 . a partir da linha de fechamento.3 cosa -4.s t a) Notar como a escolha adequada das equações de equilibrio. 6 = 3 i Observaq5es: N QJP' = : = -6~ sen u . em todas as suas seções. M = Q = 0. em vista às conclusões tiradas no item do Cap. nas Figs. Este valor será marcado evidentemente na perpendiilar à barra CG. a um esforço normal constante (no caso de ser de traçáo. biapoiado e A e E .Quadro biapoiado. se rompermos a barra CD.St = -3cosu = -2.2 cosa = -0. podendo estar submetida.1.3 s e n a = 6 X 0 .4t Os diagramas estão desenhados. 11.8 + 2 sen a = -3. o leitor deve guardar esta iddia e mente. . 8 . de sentidos opostos e aplicados no quadro ACDB em cada uma das extremidades C e D da barra CD. Nada se alterará.

. O exemplo 111. HA e VB e do par de forças N.. v A = 4 t Vg=8-vA=4t Mc pelas forças da direita: 2 N ....... Fig.... 111-18 Fig. 111-19.. conforme é o caso da estrutura da Fig. para obtençáo das reaçdes de apoio e do esforço normal atuante na barra CD. pois... 111-17.. Os tipos de quadros simples estudados no tópico anterior podem aparecer. : N = 2t Conhecidos estes valores. com articulação e tirante. com barras curvas ao invés de barras retas....QUADROS COM BARRAS CURVAS \ W Ex. o quadro biapoiado.. Obtidas as reações de apoio e o valor de N. 111-20.... trata-se de uma estrutura isostática... por exemplo... 4v. o problema. Deve-se fazer.. conhecer os valores das reações de apoio VA..... por conseguinte.. = 0..4 = O . Sendo igual o numero de equações de que dispomos (três equações universais da Estática e mais a equação de momento fletor nulo na rótula)....... UI-21... a partir do que estudamos nos tópicos anteriores deste capitulo. a partir do qual obtemos: Por Por Por Por ZX ZY = O . obtemos... = O .. entretanto.4 Fig. .'.. 111-20 2 . 111-19 Nenhuma alteraçao quanto à forma de tratamento sofrerá... o traçado dos diagramas solicitantes será unediato.... os diagramas solicitantes traçados na Fig. evidentemente. sem maiores problemas.... Fig. neste sentido. pode se tomar hipostático. conforme o caso. UI-18.. o que é impossível). Obseri3apio: Dependendo da posição relativa dos vínculos.. da Fig..4 = 2 X 4 X 2 .. HA = O ~ M B = O. incapaz de absorver forças horizontais atuantes no trecho GB bois acarretariam o aparecimento de momentos fletores na rótula. Temos.122 Curso de análise estrutural Estudo dos quadros isonáticos planos 123 " Para resolver a estrutura precisaremos. 111. uma análise de cada caso....4 esclarecerá. o esquema da Fig. 111-17 Obter os diagramas soticitantes para o quadro da Fig... conforme esclarecem os exemplos a seguir........ num total de quatro incógnitas..

Obter os diagramas solicitantes para o quadro da Fig.:--gy jie Estas equações são válidas.. - -2 2 Fig. os diagramas de momentos fletores e esforços normais são sim6tncos e o de esforços cortantes é anti-simétrico (duas seç6es simétricas em relação a0 eixo dc simetria da estrutura têm cortantes de mesmo módulo. evidentemente. E \I2. por pontos).studo dos quadros isost6tim planos 195 I Fig. 111-22.5 . iii-22 Ex. para seções no trecho AC. Y8. não precisamos. então. In. os seguintes esforços simples: J- Qs = Va sen e = P - sen O n .6 Para a estrutura da Fig. com sinais >postos). 111-23 Ex. obtendo então os diagramas indicados na Fig. entretanto. apenas. . todos eles marcados perpendicularmente ao eixo da barra (estes diagramas são traçados. Por simetria. Devido à simetria existente. as reações verticais em A e B são iguais aP/2 e temos. definida pelo ângulo 8. 111. desenhar o diagrama de momentos tletores a partir de uma reta horizontal. pois em C surge uma carga concentrada que modificaria estadexpressões para O > n12. 111-23. Esta é uma conclusâo dlida para qualquer estrutura plana simétrica com arregamento simétrico. numa seção genérica S. com carregamento simétrico (pois HA = 01. Observação importante: notar que para este exemplo. instituir as equações para o trecho CB. em que temos uma estrutura plana simétrica. 111-22.

. de desenhar o diagrama a partir de uma reta horizontal e não a partir do eixo curvo da barra. pois existe uma correspondência biunívoca entre sepo da barra e cota do diagrama de momentos fletores....7 . traçar diagramas a partir de uma Linha reta auxiliar. - Ex..... Daí a idéia. Iii... conforme indica a Fig.... entáo.. como os momentos fletores tracionam as fibras superiores..) Fig 111-26 da Fig. 111-26... pois os momentos fletores crescem linearmente segundo o valor ..de AM = R (1 .. marcado a partir de uma reta horizontal...... Tal idéia 6 válida.. 111-24 No caso das barras curvas podemos. .. 111..cos 0 ) .. .... levando-se em conta que o momento atuante numa seção gentrica vale 1 X y = y .. o diagrama seri retilíneo. Desenhando o diagrama a partir da reta horizontal AB... Os próximos exemplos completaráo o esclarecimento do assunto. 111-25. V* = 4 t.8 . 111-27.. conforme indica a Fig.. . ele seri delimitado pelo próprio eixo da barra... 111-25 Por 'ZX XY =O XMg = O = O . HA = 2 t....... As reaçóes de apoio valem: Por Por Fig.. no caso... tracionando as fibras superiores.... 111-27. V' = 8 t.Desenhar o diagrama de momentos fletores para a estmtura da Fig.Trapr o diagrama de momentos fletores para a estrutura Pig.. (Notar que... Ex... e 15 interessante faz&-loquando tal procedimento simplificar o seu traçado.. conforme indica a Fig.126 Curro de análise estrutural Estudo dos quadros isostátiws planos 127 Marcando os valores dosmomentos fletores a partir de uma reta horizontal. seus valores sáo marcados para cima da reta AB.. 111-24.

$L*-$. o diagrama para o caso esta indicado na Fig. então. (Isto equivale a transferir para C as cargas aplicadas no trecho AC e. 11130. a partir da reta CD.1.as cargas aplicadas no trecho BD. da mesma lei matemática : o eixo da barra (pois o momento é proporcional a y). 111-28. .) Temos.3.pelas razoes que transpareceráo a seguir.". 111-293 e o diagrama de momentos fietores no quadro 6 o da Fig. 111-28. a barra curva se comporta como se fosse uma viga reta CD. correspondente à influencia apenas horizontais.ele será. a dbola do 2? grau indicada na Fig. então. concentremo-nos na barra CD.2. ifoqne indica esta figura. correspondente à influência apenas das cargas verticais e momentos.2 (só cargas verticais e momentos) e na Fig.2. que pode ser decomposto na superposiçáo dos casos indicados na Fig. para se obter os momentos atuantes numa seçáo gen6rica S. 111-283 (só cargas horizontais). 111-28. Para o caso indicado na Fi. Sy. aplicando nestas seções seus esforços simples. Marcando então 0s momentos.128 Cuno de análise estrutural Estudo dor quadros ironbtiuis planos 129 A obtenção dos diagramas nasbarras ACe BD 6 imediata. o esquema da Fig.para a qual desenharemos o diagrama a partir da reta horizontal CD. a frn de preservar seu equilibrio. Para o caso indicado na Fig. ' ~cargas . para a barra curva CD.desenhado a partir da reta CD é. desenhando iiagrama a partir da reta CD. 111-29. 111-29. s6 interessam as distâncias horizontais. pois. rompamos a estrutura em C e em D. o indicado na Fig. para D . 111-28.pois. O diagrama fmal. tracionando as fibras supeiores. sendo. o momento íietor atuante numa qçáo gengrica vale.1. entao. Para estudar a bana CD isoladamente.

para o traçado do diagrama de momentos fletores na barra curva CD. Analisemos o trecho DEFGH:trata-se de um triarticulado. devemos procurar. acrescido. 2) Resumindo o que vimos neste exemplo. pois as rótulas D e H são capazes apenas de transmitir forças às estmturas que as suportam.1 Seja o quadro da Fig.QUADROS COMPOSTOS . penduramos a soma do diagrama de viga biapoiada com o diagrama devido apenas às forças horizontais. bastando resolver inicialmente os quadros sem estabilidade própria (no caso. pata estes últimos. iniciaimente. dotados de estabilidade própria.Introdução 3. que suportam um triarticulado. O problema recai. pois. inicialmente. teríamos que resolver. acrescidas das forças que a t u m diretamente sobre eles. após. pois. 111-31. estabilidade. I I 3. os tr&squadros imples indicados na Fig. e. Pata o caso da Fig. de que trataremos a seguir. Para resolver um quadro composto devemos. então. marcamos sua linha de fechamento e. a partir dela. eles sáo capazes de absorver as forças transmitidas pelas rótulas D e H. por ser a forma mais simples de resolvê-las. os quadros simples dotados de estabilidade própria que o constituem e. para os carregamentos indicados. resolvendo. então. condicionada à capacidade ou não que tenham os quadros ACDB e JHIK de absonier estas forças. IIMO. mistério algum. das forps transmitidas pelas rótulas.130 Curso de an6lise estrutural Estudo dor quadros iwsthticw planos 131 1) Aconselhamos seja sempre usadn.Exemplos de decomposição Para decompor um quadro composto. então. A única novidade será. p3 p4 1 I Sendo estes dois últimos quadros estruturas isostáticas (quadros biapoiados) dotados de estabilidade própria. 111-3 1. sendo o corjunto. por isto. chamamos quadro composto. uma estrutura isostitica composta por dois quadros biapoiados. decomp&lo nos quadros simples que o constituem. a partir da reta horizontal CD. enfio. o mdtodo de análise empregado neste último exemplo.2 . dando a ele. que o quadro composto está para o quadro simples da mesma fonna que a viga Cerber est4 para as vigas simples. já-estudada em tópico anterior. I E fhcil ver. então. A resoluçíio de um quadro composto não apresenta. IIM2. conforme indica a Fig. Sua estabilidade fica. aqueles sem estabilidade própria. os quadros dotados de estabilidade própria (e que. para o carregamento diretamente atuante sobre eles. A este conjunto. entao. dão a estabilidade ao conjunto) para as cargas que a t u m diretamente sobre eles. a seguir. sem estabilidade própria. formado pela associação de quadros simples. para as barras curvas. então. sobre . 3 . na resolução de quadros simples. acrescidas das forças transmitidas pelas rótulas. a decomposição do quadro composto nos quadros simples que o constituem. o triarticulado DEFGH) para as cargas que a t u m sobre eles e. os dotados de estabilidade própria.

11138.1. atravds das rótulas. 111-35 Para ele. o que . os quadros engastados e livres AB e F e o quadro triarticulado GDH.1 Fig. a seguir. 111-38. entretanto.2 t E Fig. identificamos. apoiamos. para este fun. para o quadro da Fig. o esquema de decomposição 6 o da Fig. 111-35 111-38. e sua I decomposição é. então.2. Os números indicam a ordem de resolução e as setas em pontdhado a transmissão de carga. indicá-lo como na Fig. 111-36. 11137. dotado de estabilidade própiia. 111-36 Fig. 11134. B c F G A i j zF I I Fig. os quadros simples seni estabilidade própria. dotados de estabilidade própria. Nào C usual. O nó D da forma pela qual foi representado. a indicada na Fig. a) Sendo AGFE um quadro biapoiado. representar.1.132 Cuno de análise estmtuial Estudo dm quadros iwstátims planos 133 eles. Os exemplos a seguir esclarecerão. unediatamente. ObservaçZo inicial: Seja o quadro da Fig. temos a decomposiçáo indicada na Fig. prefere-se. nl-38. 111-38. 111-33 Os quadros dotados de estabilidade própria são: o quadro engastado e livre AB e o quadro triarticulado EFGH A partir dai.

pois. A partir dos comentdrios anteriores. rotuladas estas entre si e indivisiveis. fn-40.Decompor os quadros das Figs. /\. 11137 é. ss forps de transmissão e as reações de apoio são as indicadas na Fig.2. então. a ordem de resoluçZo. tanto num caso com0 no outro. a estrutura se comporta como tendo. O quadro da Fig. a estrutura se comporta como tendo. IILIO .3 - Exemplos de solução - I Ex. numeiando a ordem de resolução dos quadros componentese indicando com setas as transmissões de cargas. neste nó. sempre. temos imediatamente as dewmposiçaes indicadas nas Figs.4 1 3.1 e aprimeira forma de representação será.134 Curso de anhlise estrutural 1 Estudo d w quadros isostátims planos 135 é lícito fazer sem qu? haja nenhuma mudança em seu funcionamento. Ex.conforme foi o caso do exemplo quatro barras rotuladas num nó. 111-38. l . não há transmissão de momentos fletores de uma barra para a outra. ~ ' m ~ c _ % - + Fig.4Entico ao da Fig. a adotada.9 . quando temos .2.1.poís. que constituem o quadro composto). 1 . Generalizando. bem como nos dois casos as diversas banas concorrendo no nó podem girar independentemente uma da outra. três rótulas distintas (duas barras. Sua d e m p o s i ç á o 6 a da Fig.2. Di.1 e 111-41 . notar que. Fig. i. neste nó. 11143 . I1142 A decomposição. 11139.2 e 111-41. (n 1) rótulas distintas. 111-38. 111-42.Traçar os diagramas solicitantes para o quadro da Fig. por fazerem parte de um quadro simples. E fácil. quando temos n barras rotuladas num nó. cada uma delzs rotulada em relação às duas outras. 11139. 111-43. Pig. 111-40.

sugermdo ao leitor fazer o mesmo. das equações de equilibrio. 111-45 A decomposição. A partir da Fig. . CX calculadci pelas forças da esquerda: HD = O = O ... é mais prático obter as reaçõos de apoio empregando.. I i...... C temos: Por Por Poi Por Ex. t v..1. 111-44 Observa~ãu: As Rações de apoio e forças de transmissão.. as forras de transmisso e as reações de apoio S o as indicadas na Fig.2 r n A ~ r n . no caso deste exemplo... 7 5 t M c = 0. Fig. 2 5 t Z + X X 1 . Hc = 3 t Podemos passar. ~ X X4 0 .136 Curso de analise estrutural Estudo dos quadros isost8ticos planos 137 Observaçüu: As reações de apoio e as forças de transmissão para o quadro 1 foram obtidas por superposição de efeitos (carga distribuída e carga concentrada). então..... a ordem de resolução..Traçar os diagramas de momentos fletor~se de csforços normais para o quadro da Fig.6 .7 J L .. ~ S X ~ . 111-47. obtidas de cabeça. 111-46. +- 2 r n .. todas elas.11 .~ .4 Fig. s = 6 .. vn-2.-21 Fig.. R V D + ~ X ~ .. em ordem adequada.. feito na Fig. traçados na Fig.. podem ser... 111-46. 111-43. conforme indicado na Fig. diretamente. V c = 3 . Foi o que fizemos..". 111-45... mediante o emprego. as equaçoes de equilibrio. para cada um dos quadros simples componentes. temos imediatamente os diagramas pedidos..IZ X=~ :-. Para o quadro 2. devido à maior qdaiitidade de carregamentos atuantes. 111.5 t : Z Y = O . VD = 6. imediatamente ao traçado dos diagramas solicitantes. 111-46 1 @ i.. Z M c = O . 111-44.

8. fazê-lo a partir das retas horizontais de substituição. 111. são as indicadas na Fig.2 e 111-523. : Por serem nulas as reações de apoio. 111-51.Obter os diagramas de momentos fletores para os qiuadrol das Figs. 111-50. a ordem de resolução. sendo que. Obs. para os trechos curvos. Iii.138 Curso de analise estrutural Esíudo dos quadros irostáticos planos 139 I A partir destes valores e das conclusões tiradas para barras curvas.2 e 111-513. @ iam "I .1. no emplo 111.13 . Fig. reaçi5es de apoio) e podemos passar imzdiatamente ao traçado dos diagramas solicitantes. pois. que são parábolas do 20 grau. 111-52. Os diagramas de momentos fletores estão traçados nas Figs. 11148 A decomposiqão. temos o diagrama de momentos fletores traçado na Fig. não são necessárias outras forças para equilibrar o canegamento atuante (não há. 111-51.1. 111-51. não teriam influência alguma para os carregamentos autoequilibrados indicados.12 . Fig. obtidas de cabeça mediante o emprego da superposição de efeitos. 111. estes apoios não foram sequer indicados para as estruturas da Fig. . 111-52. Estando todas as estruturas isostáticas dadas submetidas a carregamentos auto-equilibrados.Desenhar o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. Onde quer que estivessem. as forças de transmissão e as reações de apoio. 111-48. 11147 Ex.50 Ex. . submetidos aos carregamentos autoequilibrados indicados: - + - 4 m i - 4 d Fig. 111-49.

conforme veremos a seguir. sendo seus diagramas solicitantes obtidos por pontos. 4. preferimos.1 -Estudo dos arcos hiarticulados para carregamento vertical em funçán da viga de substituição Seja o triarticulaio da Fig. 111-53.ESTUDO DOS ARCOS TRIARTICULAWS O estudo dos arcos triarticulados para carregamento vertical pode ser feito recair inteiramente no estudo de uma viga biapoiada. Sendo A e i apoios do 2P gênero. 111-53.2. existirão neles reaçóes R* e R8 que 7 podemos decompor em duas direçóes quaisquer para fins de facilitar o seu cálculo (usualmente decompomos nas direçóes horizontal e vertical. para o qual desejamos determinar as reações de apoio e os esforços simples atuantes.1. Fig.140 Curso d e análise estrutural Estudo dos quadros isostáticos planos 141 O estudo dos arcos triarticulados para carregamentos atuantes ern todas as direçóes não possui tal simplificação e se fará obedecendo aos priiicipios gerais de Esiática. mas. 111-52 4 . conforme indica a Fig. . a direção vertical e a direção AB. pelas razões que ficarão claras no decorrrr do desenvolvimento). submetido ao carregamento vertical indicado. já estudados. no caso.

fazendo-o recair no cálculo de uma viga biapoiada de substituição. 4. adotando-se a notação empregada em 4. todas as suas se<.Z Pi (I.6) resolvem. (111. da viga biapoiada ab da Fig. de mesmo váo que o triarticulado e submetida ao mesmo carregamento. e temos então que . igualando seu momento em relação a B à soma dos momentos em relação a B de todas as cargas verticais aplicadas no triarticulado. obter y para cada seção S. e por uma abscissa vertical y . o momento fletor M.7). Escolliendo uma seção genérica S. a fim de que nela tenhamos MS = 0.2) As expressões (IILI) a (111. definida pela abscissa horizontal x . tenios que VB = V b . Conhecidas as reaqões de apoio. vem imediatamente: l'~ = vb H' = Ms f cos a Nestas expressões. C Y =O).(VA - i ='I Sendo os termos 7 Pi) sen p . Podemos escrever. Aiialogamente. As reações H'. C fácil ver que esta 5 a mesma equação que nos dá a reação vertical V.H > cos a O ternio VA I I . temos Ms = H'cos a (111. projeção da rbtula G do triarticulado. medida a partir da lui1m de fichainento AB.a) Q s = Q. cntão. que nos fornece. passemos ao cálculo dos esforços simples atuantes no triarticulado.2.1. na direçáo AB são obtidas da condição de momento fletor iiulo na rótula G . respectivamente. . medida a partir do apoio da esquerda.H'cos (ip .obtemos V4.q = 0.x i ) pode ser imediatamente identificado como o momento fletor Mg que atua na viga de substituiçáoab da Fig. expressão que resolve o problema.2 . que VA = V.4) a zero.Definição e determinaçáo da linha de pressões Suponhamos O segutnte problema: seja determinar qual a forma de um triarticulado AGB tal que. empregando as forças da esquerda. 111-53. Igualando a expressão (111..Qssei1 .H> cos a Qs = (Va - C i=l i i Pi) cos q .ões tenham momento fletor nulo.H' cos (q . na seçáo s da viga de substituição.a) VA I.=I . 11. também. - C I= 1 Pi(li-xi)-HYcosa=O I identificáveis coino. cos q (ip ip O cálculo das reações de apoio do triarticulado AGB recaiu. pois. MS = V A x - i 2 P:(x .2 na seção g.H'sen (q a ) - Ns = . f. à qual cliamamos de viga de substituição. então. isto é. e o esforço cortante Q.1. para um dado carregamento. o problema. .xi) . os índices minúsculos referem-se sempre à viga de substituição e os maiúsculos ao triarticulado. 111-53. no cálculo da viga de substituição ab e elas são fornecidas pelas expressões a seguir: VA = V . a. atuantes. (reação vertical iio triarticulado é igual à reação vertical na viga de substituição). seiido dados l . temos que as reações em A e B na direção AB devem ser iguais coiiforme iiidica a Fig 111-53.a) N s = .142 Curso de análise estrutural Estudo dos quadros isostáticos planos Calculemos estas componentes: : Por I X = 0. empregando a equação Z M A = O (ou. Observação: As expressões instituídas permanecem todas válidas se ocorrerem também cargas verticais distribuídas. por exemplo.H'sen . o cálculo dos esforqos simples atuantes numa seção S de uin triarticulado AGE recai no cálculo de sua viga de substituição ab e eles são dados pelas expressões seguintes: M s = M. I) (111.. Por ZM. .

y * . em cada seção: i Ns i = J(Q. tg 9 = H'cos a I I E sendo H' = M f cos a (111 8) Valendo estas somas. será o esforço normal Ns. (QS+ H'sen a ) e (H'cosrr). sendo. conforme já vimos por: Qs = H'cos a(tg 9 .tg a ) cos p . obtemos: Quando um triarticulado AGB. ser horizontal (isto é. a) No caso da reta AB. igual. à resultante de todas as forças atuantes de um dos lados da seção. 111-55. temos: I Os esforços normais atuantes valem. levando-se em conta que y = Y . Derivando a expressão (111. se temos MS = O teremos xambém Qs = O. O ún~co esforço atuante. temos: que se transforma. respectivamente. 111-55. 111-54 em: - Fig. portanto. então. sendo. da Fig. 111-55 obtemos a inclinação da tangente ao eixo do tnarticulado na seção S dada por: t8 v = Qs + H'sen a H'cos Introduzindo este valor em (111. + H'sen a)' + (H'cos a)2 Observações: I N i = J(Q. 111-55 Ainda. ~ t ff'sen a)' + (~'cos a)= (111.a) O.H'sen (p . levando-se em conta que QS = 0. no caso. I isto é. também. esta submetido apenas a esforços normais. conforme indica a Fig. que une as rbtulas extremas.7) em relação a x.8) A natureza do esforço normal 6 obtida. igual à composição vetorial da soma das projeçiies verticais de todas as forças atuantes de um dos lados da seção com a soma das projeçóes hori7ontais das mesinas forças.144 Curso de anAlise estrutural E m d o dos quadros isostátims planos Cdleulenios os demais esforços solicitantes para esta configuração do triarticulado definida por (111.7). para um dado carregamento. conforme indica a Fig. dizemos que sua forma d a da linha de pressóes deste carregamento. que 6 definida. Q t H'sen a . as expressões anteriores se simplificam para: . da Fig. a = O).5). de compressüo.

desta forma. d) A linha de pressões é. 111-56. Ex. kste é o caso dos cabos. e) A liiiha de pressões para carregamento uniforme é. Pede-se: a) esboçar esta Iiiilia de pressões. coin carregamento de cima para baixo.4 linha de pressões do carregamento indicado na Fig. pois que correspoiide H sua forma mais econômica de trabailio estmtural. evidentemente. 111-57. tudo isto desconliecendo os principias básicos da Estática. que serão estudados com detalhes no Vol 111 deste Curso. .Curso de análise estrutural Estudo dos quadros irostátiws planos b) Para os triarticulados com a coiicavidade voltada para baixo (em que a rótula G está acima da reta AB) e o carregamento 6 de cima para baixo (caso . mais utilizados ainda são os arcos biengastados (hiperestáticos). segundo (111. temos: iia f) Não podemos deixar de fazer menqão à notável intuição estática dos construtores da Antiguidade Clássica. os esforços norniais são sempre de conipressão c) Os esforços normais será0 de tração. g) Muito embora os arcos triarticulados ocorram frequentemente na prática.Deseja-se construir uma estrutura cujo eixo coincida com a i. os momentos fletores que originariam tensões de tração impossíveis de serem resistidas por aquelas alvenarias.1 1). a forina ideal para um triarticulado. i 1 1 .s m. uma parábola do 2P grau. quando a estrutura se deseiivolver para baixo da reta AB. b) calcular os esforços normais miximo e minimo atuantes. para os quais também constitui poiito de partida a determinação da linha de pressões do carregamento atuante. evitando. Sendo a viga de 'substituiçáo e seus diagramas solicitantes os indicados Fig. usual). c) calcular a inclinação da tangente ao eixo da estrutura na seção de absçissa x = 2. que venceram os grandes vão? com arcos e abóbadas de alvenarias de pedra.

111-58. c) a inclinação da tangente B dada.I for mínimo. par. ocorrendo em A. Para esse valor calculado de f.O grau Ms - -C~m--I--2rn+2m+2mL Fig. enpressão esta que define a linha de pressões esboçada na 15 Fig. ocorrendo na seção comx = 10. 111-60. que deve trabalhar seguindo a linha de pressões para o carregamento indicado e de tal sorte que o esforço normal máximo valha 20 t (compressão). são. = H' = 15 t de compressão. e. respectivainente.& = N. calcular o valor de f. cujos trechos AG e GB. com isto temos que: Q N. iü. e) esforço normal mínimo.Para o triarticulado AGB da Fig. iií-58 b) sendo os esforços normais dados pela expressão INSI = d w (II1. IU-59.15 . d) inclinação da linha de pressões no trecho AG.. parábolas do 2P e do 3P grzus.11) obtemos: Y =--H' M. temos: Fig. 2.13). 111-57. referidas aos eixos x ey. Iii-60 . conforme a expressão III-12 por: Ex. -12. b) equações da linha de pressões em todos os trechos. conforme indica a Fig. coiicordantes em G .pede-se também: a) aspecto dalinha de pressões.Estudo dos quadros i s o s t i t i a s planos 149 a) linha de pressões: c) esforço normal em G . eles serão máximos quando l Q l for máximo e mínimos quando . conforme a expressão (111. 111-59 Sendo a viga de substituição e seus diagramas solicitantes os indicados na Fig. I.h = 25 t de compressão. -121 Fig. já que H' é 2onstante..

0. Tratam-se de estruturas formadas pela associação de barras através de pinos capazes de transmitir forças (horizontais e verticais) de uma para a outra. Com isto. = I s estk esboçada na Fig. o do diagrama de momentos iietores na viga de substituição. para x c [4. imediatamente. . correspondendo ao esforço cortante mínimo na viga de substituição.75r2)para x E [O. 41 v para o trecho CD: 1 1 = -[8x . devidamente invertido e dividido por 16 t (valor de H').8 .150 Curta de analise estrutural Estudo dos quadros isott5ticos planos 151 a) Determiiiação da linha de press5es. a partir de y = .8 t.. vem: e) O esforço normal mínimo. de compressão d) A inclinação da linha de pressóes no trecho AG C dada por: t g v = Qa.g . 111-61. Fig. SISTEMASCUINDASTE As estruturas representadas nas Figs. 1 1 1 4 2 ..1.5x .l t de compressão.X 12(8 . para x c 16.. I 5. que vamos manter neste Curso. A linha de pressões ser6 dada por: y =-eM 16 Seu aspecto é. Como sabemos que IN. : H' = 16 t. N.& I = \cemh t H" .Ms esão: 16 para o trecho AC: 1 1.5x2 1 Y =(âx --) = -(8x 16 2 16 . 81 16 c) O esforço normal em G B dado por NG = *? H ' = = 16.(. 111-62. 1114 1 b) As equaç6es cartesianas de y são obtidas.x). 61 para o trecho DB: Y = .2)) = -(x 16 8 1 + 6). expressão esta tamb6m válida para o trecho GC.evidentemente. H' 16 Fig.1 a 111-62.6(x . temos: 20 = 4 - . ocorrerá no trecho CD e 6 dado por = 16.3 receberam de diversos autores norte-americanos a denominação de sistemas-gutndaste.

1. que determinarão as 9 uicógnitas. temas o esquema da Fig. temos seis incógnitas (um pino e dois apoios do 2P gênero). temos. em que HB. 111-65. Como a análise do equilíbrio de cada barra nos fornece três equações da Estitica teremos. HC. C. obtemos: HE= 2 t VD = 816 HD = 813 t VE = VD = 813 t .2 Decompondo o sistema-guindaste nas barras que o constituem. o equilíbrio da bana DE.16 .[ Por EMC = O HD = 2 t PorZX=O Hc= O PorZY= O V c + VD = VB Analisando. que os sistemas-guindaste das Figs.152 Curso de análise estrutural Emido dor quadroa isu$táticor planos 153 Para sua resolução. Iii-64. O exemplo a seguir esclarecer4.1 Fi. Desmembrando o sistema-guindaste nas três barras @ . f4cil constatar-se. 111-63. nI-63. temos: . as forças transmitidas pelos prnos. VC.Obter os diagramas solicitantes para o sistema-guindaste da Fig. 1 va F . submetidas ao seu próprio carregamento e. @ e @ que O compem. num total de doze incógnitas que serão obtidas pelas doze equações de equilíbrio existentes (trêd equaçóes da Estática para cada uma das quatro barras que compõem a estmtura).suas duas barras). HA e M A as três reações de apoio do conjunt~. Para o primeiro. evidentemente. agora. resolvendo. 111-62. para o segundo. para sua resolução. agora. Ex.l u 4 5 i Começando pela análise do equilibrio da barra BCD. para as três barras. desmembraremos o sistema-guindaste nas diversas barras que o compõem e estudaremos o equilibrio de cada uma delas. a estrutura.num total de nove incbgnitas a detemunar. D e VA. VB. que serão obtidas a partir das seis equações de equilíbrio existentes (análise do equilíbrio de . HD e VD são as forças (incbgnitas) transmitidas pelos pinos B. 111-63. 11143 11143. temos oito forças de transmissão (para seus quatro pinos) e quatro reaçóes de apoio (para seus dois apoios do 20 gênero). o esquema estático indicado na Fig. senão -vejamos. conforme ilustra o caso da Fig. então. um total de 9 equaçaes.2.2 e 111-62. Iii.3 são isostátiws.

111-67.4 V c = 0 Vc = 1613 V = VC+VE-4=4t A Retornando. 111-65. obtidos a partir do esquema da Fig. VB= 8 t valores estes que repmduzem os obtidos. a importância da análise pr6via da ordem em que d feito o estudo equilíbrio de cada uma das barras que constituem o sistema-guindaste. obtemos: VB = 8 t . V e VB a partir das equaçses da btiitica aplicadas ao conjunto. estão indicados na Fig.154 Cursa de análise esirutural Estudo d a quadms isastáticor planos +lOlh A barra ACEF nos fornece. I"" -n a =Te I Fig. obtivemos todas as incógnitas. facilitando-nos enormemente o trabalho algébrico. Conhecendo todas as incógnitas da Fig. No caso deste exemplo. . Deve-se agir de maneira análoga nos outms casos 3 . então à condiçáo X Y = O para a barra verticalBCD. Temos: PorZX=O Por EMA = O PorXY= O HA = 2 t 4XlX12-8x2-4VB=0 v* = 4 t . então: Por X X = O Por XMA = O PorXY= O HA= 2t 4X 1X 12-8/3X 1 0 . n1-66 I Observações: a) N o . por b) A verikcação da correção dos cálculos pode ser feita calculando-se as A três reaç6es de apoio HA. a estrutura está resolvida e seus diagramas solicitantes. com exceção de equaç6es independentes devido à sequência adotada. c o n f i n d o sua correção. 111-66.

6 . no decorrer de sua solução. . seriam verificadas pela análise do equilíbrio das diversas barras que constituem o sistema-guindaste. poderíamos ter iniciado o exemplo pelo cálculo das reaç8es de apoio que.PROBLEMAS PROPOSTOS Traçar os diagramas solicitantes indicados para os quadros simples das figuras 111-68 a 111-77.156 Curso de análise estrutural Estudo dos quadros i d t i m s planos Inversamente.

7 M 1mt /\ L/ lmt + I m A 4 m 1.158 Curso de análise estrutural I -1 Estudo dos quadros isoatátiai. que devemos aplicar em A e B para que o quadro auto-equilibrado da Fig. iiI-80 nog quadros sun. 111-79.11 . I * 4 I + 4 m 1 I Pie.13 . pies que os wnstituem. pbnm 159 6. 6. .Calcular o valor das cargas-momento M simétricas.12 -. ! ll4t 114.Para a estrutura da Fig. indicando também o vaior desses esforços normais. 6.Dewmpor os quadros wmpostos da Fig. determinar o valor de M para que a barra W fique submetida apenas a esforços normais. 111-78 fique submetido aos menores momentos fletores possíveis. ül-74 6.

111-81 a 111-95.14 M . 6.+. 111-85 6.7 m Fig.160 Curso de análise estrutural Estudo dos quadros imstáticos planos 161 6. 111-82 Li Fig.17 M Irnt Fig. 111-84 "A Fig 111-80 Traçar os diagramas solicitantes indicados para os quadros compostos das Figs.19 h4. 111-81 Fig.N --_-I_--Pig.--Can?C . 111-86 I - I I I c~zc.

1 1 9 i 1-1 T I +lm?lL3m+3m+lmi P .162 Curso de analise estrutural Estudo dos quadros isostdticos planos 163 6mt 6mf ----- ---T Fig.111-89 i Fig. IU-87 I 1 I I I I I I I I I I I I I I P . 1 1 9 1-3 .

111-96. Fig. p. 111-98 a 111-101.30. 111-97. para as barras curvas. Pg 1 1 9 i.Traçar osDMF a partir da reta AB para as estruturas da Fig. 1 . i 2.0arr 1"f 1 m I I I Pig.4 I I I I I Traçar os diagramas de momentos fletores para os quadros das Figs.I\ 184 - \ ' Cuno de an8lise estrutural Estudo dos quadros isost8ticos planos 165 6. 111-96 . a partir de seu diâmetro vertical. a partir de retas horizontats de substituiqão.29 . 111-100 R#.Traçar o diagrama de momentos fletores para a estrutura auto-erluilibrada da Fig.111-95 u. sendo que.

36 . 111-103. 111-101. a) valor de 11 b ) equação . que deve trabalhar segundo a linha de pressões para o carregamento indicado. (compressáo).166 Curso d e análise estrutural studo dos quadros isostátiws planos 167 (2 Para a estrutura da Fig.B que coincida com a linha de pressões do carregamento indicado na Fig.Para o triartieulado AGB da Fig.37 . da .Deseja-se coiistriiir uiii triarticulado AGE que trabalha segundo a linha de pressões para o carregarneiito indicado lia Fig. 111-104. 111-104 6. pedem-se: '\a)_traFar os diagramas de momentos fletores e esforços cortantes: b) determinar a equação dos esforços cortaiites lia barra curva.+ s Fig.Deseja-se construir um sistema triarticulado A(.da liiilia de pressões c) abscissa da sevão que tcni esforço nornial minjmo d ) equação das iiicli~ia~ões linlia de pressões. de tal forma que o esforç'o normal mínimo seja 1 0 t. Pede-se: 6. &mm s. pedem-se: a) equação das inclinações da linha de pressões: b) abscissa da seção que terá este esforvo iiormal mínimo.38 . Pedem-se: a) equa'çóes da linlia dc pressões: b) esforço normal mdximo atuante. 111-105 e de tal forma que o esforço iiornial iiiásinin atiiarite seja de 2 5 t (compressão). 6.

de taxa constante e igual a p e atuante sempre segundo a normal ao arco.39 . til-106 I 6. 111-107. I A I 01- 1 1 - x 1 0 m ~ 1 0 m L Fii 111-105 6. de compressãó. Fig.Reconstituir o carregamento tal que o triarticulado da Fig.Curso de analise estrutural ~ m d dor quadros inistátims planos o 169 Obter os diagranas solicitantes para os sinemas-guindaste das Figs. 111-108 e 111-109.40 -Demonstrar que a semicircunferência de círculo AGE 6 a linha de pressões para o carregamento indicado na Fig. . 111-106 esteja na sua linha de pressões. Sabe-se que o'esforço n o d mínimo atuante é de 4 t.

170 Curso de anilise estrutural Estudo dos quadros isostáticos planos 63 6.1 23 imtl .

172 Curso de análise emutural ~studo dos quadros isostiticos planos 173 6.25 qa2.tracionando fibras inferiores. NcD=+8t 6.11- M = 0. M = 7 m t .12- .

174 Curso de análise estrutural imdo dos quadros iwstáticos planos 175 .

176 Curso de análise estrutural ~studo dos quadros ioostáticos planos 177 .

- _ C i CUM de análise estrutural Estudo dos quadros irostátiws planos .

~studo dos quadros isost&tiws planos 6.32 .

0686 x a .151 x e [15.88t .36 a) y = 1.7714~ x E l0.428 .Cuno de análise esirutural Estudo dos quadros isosáticos planos 183 6.286 x y = 15.201 b) Compressão de 11.0.0.

C. submetida a carregamento apenas nos nós A . pela analise sucessiva do equilíbrio dos "6%C. B e A . Como as barras @ e @ que a constituem sáo barras retas e -egidas. IV-1. entáo. -- 0. de num número total de seis.esforçoscor&mtes. !Ias n8o terão momentos fletores -nem .0. V*.184 Curso de análise estrutural I ' . IV-l iezas a determinar para sua resolução são. existindo apenas ----~ --%es@rys-yoyais. 0 . 11. 5. pelas equações diferenciais (11. então. ~ ~ ~ "A t Fig. levando-se em conta que q = O e que suas extremidades são rotuladas. o equil~hrio cada um deles nos fornecendo duas equaqaes.1) e (11. isostático (igual número < s e de incógnitas a determinar). sendo o problema. no caso. VB e os esforços normais atuantes nas banas @ que podem ser obtidos. portanto.2) instituídas no :ap.INTRODUÇÃO Seja a estrutura da Fig. as reaçóes de apoio H*. .

Por outro lado. [V-3 As conclusaes deste último caso podem ser extrapoladas e podemos. facetas diversas de região para regiáo e de época para Lpoca. iV-1. sendo o trecho AB indeformável @or se tratar. pois os pontos C e D não estão ligados. no sentido de alertar o leitor para Seja. fazer uma crítica. desde já. a seguir. por esta razão.f ã o ~ S aplicadas ápeiãs em seus nbs. Como corolário. por generalização dos dois exemplos jâ abordados. podemos afirmar que todo sistema eticulado indeformável 6 estavel (podendo ser isostitico ou hiperesiático. afirmar que todo sistema retiniiado defonnável é instável (hipostático). ficando o estudo dos sistemas hiperestáticos para o Vol. portanto.wnforme indica a Fig. d) Devemos. mãodeobra. que qualquer sistema retinilado constituído por um polígono fechado rotulado em seus vkrtices é deformável (e. agora. I1 deste Curso. O número de equações de equilíbrio (correspondendo ao equilibrio de cada um dos nós) sendo igual ao dobro do número de nós. usados nos dois casos. e. por estar preso a dois pontos indeslocáveis A e E e.. As grandezas a determinar para sua resoluçáo sáo os esforços normais nas suas quatro barras componentes e as três reações de apoio. c) As treliças surgiram como um sistema estrutural mais económico que as vigas para vencer vãos maiores ou suportar cargas mais pesadas. entáo. com isto. é fácil ver-se que o reticulado dado constitui uma cadeia deformável. este último ponto C fica também indeslocável. mesmo quando adotada. a dois pontos indeslocáveis do reticulado (no caso. IV-2. siibmetido ao carregamento nodal indicado. etc. Chamaremos treliça ideal ao 9stema reticulado .. conforme indica a Fig. Fig. o que caracteriza a hipostaticidade da estrutura. entáo. excetuando-se o caso do triângulo. isoladamente. no entanto. . sendo mais comum Ligar as barras nos n6s atrads de chapas auxiliares. b) É fácil concluir-se. é igual a oito. desprezando-se as pequenas deformações elásticas (estas deformações elásticas serão objeto de estudo detalhado no Vol.186 Cursa de análise esirutual Estudo das treliças isost6ticar 187 Por outro lado. Os sistemas reticulados indeformáveis isostáticos serão estudados cuidadosamente neste capítulo. com o aparecimento. a união desta forma (e. I Imaginamos as barras rotuladas em suas extremidades (isto é. podendo assumir. I Fig. 6 difícil garantir a condição de atrito nulo no pino). hipostático). A forma de deformaçáo da cadeia esta indicada na Fig. superior ao niimero de incógnitas.nijas banas têm todas as ~~. para as treliças. E claro que a palavra economia engloba comparação entre materiais. no caso.. 0. apenas A e B). N-3. de pequenos . I1 deste Curso) que terâo as barras @ e devidas aos esforços normais nelas atuantes. iV-4. todo o conjunto ABC 6 indefonnável. cada um deles. mas serão também estudadas no item 7 deste capítulo. soldamos ou parafusamos as barras neles concorrentes. sendo livre sua rotação relativa nos nós)porpinos sem atrito. ~ - 0 -~ Observações: a) Os casos das treliças isosiáticas com cargas fora dos nós. Náo 6 frequente. extipmidides rotuladase & Í b r g a i é . podemos dizer que o sistema estrutural da Fig. o sistema reticulado da Fig. conforme veremos no próximo tópico deste capítulo). IV-2 o caráter aproximado (se bem que de aproximação excelente) da teoria que vamos desenvolver. indeformável). Conforme indica a Fig. pois. num número total de sete. poctanto. 0. N-2 e prosseguirá até a queda da estrutura. IV-1 constitui uma cadeia rígida (isto 6. se lhe acrescentamos as duas barras e @ concorrentes em C. de uma viga biapoiada). Estas ligações criará0 sempre pequenas restriçaes i livre rotaçáo relativa das barras nos n6s. nas rebitamos. náo podem ser classificadas como treliças ideais.por náo atenderem às condições da definição anterior. eqnipamentos de execução.

que recebem. N-7 e IV-8 ilustram esta lei de formação de treliças isostáticas.E s ~ d o treliw isostáticas das 189 momentos nas barras. pois a cada duas novas incógnitas (esforços normais nas duas novas barras) correspondem duas novas equaçnes \ de equilibrio (equilfirio do novc nó). IV-5 e N-6. que nelas se apóiam nos nós (para que só provoquem esforços normais). prevalecendo como dimensionantes seus esforgos normais. que recebem. cujo cálculo será estudado no item 7 deste capítulo. F g IV-6 i Em todos os casos reais existirão. os resultados reais pouquíssimo diferem dos resultados obtidos pela teoria que vamos desenvolver. entretanto. entretanto. acrescentando à existente duas a duas novas barras. no entanto. a nova treliça será também isostática. a partir desta configuraçâo básica. IV-7 . vindas através das terças T. a princípio. Fig. pequerias flexóes nas barras. a partir do exemplo da Fig. devidas a seu peso próprio.muito restritiva a condiçgo de definição e de treliça ideal do carregamento atuar somente nos nós. fc. nos nós. portanto.rmamos novas treliças. 6 isostáti~a. concorrentes cada duas delas num novo nó. a carga das telhas. Os exemplos das Figs. válida sob o ponto de vista prático. que a elas chegaram atravbs das vigas longitudinais L. Se. uma treliça biapoiada. Estas flexóes devidas a peso próprio costumam ter. de acordo com os estudos e cálculos rigorosos feitos levando em conta sua influência. constituída por três barras formando um triângulo. A segunda representa uma cobertura constituída por diversas treliças paralelas. nos nós. e) ~ 8 d parecer ao leitor. nos casos usuais. desde que todas as barras tenham seus eixos no mesmo plano e que estes eixos se encontrem num Único ponto em cada nó. é o que ocorre comumente na prática. Estes estudos demonstraram que. pois as cargas chegam às treliças através de outras peças estmturais. sobre as quais caminha o trem. as cargas atrav6s das vigas trankversais T (por isto chamadas transversinas). f) Conforme verificamos. A primeira representa uma ponte ferroviária com duas treliças extremas. conforme ilustram os exemplos das Figs. N-1. sendo ela. diminuta influência no dimensionamento das peças. de reduzido significado.

ao nó Ç pelas barras @ e . sendo o conjunto. apoiada sobre três apoios do l? gênero. Jendo o estudo dos quadros isostáticos base para o estudo daqueles. externamente isostáticas. N-1 e N-11.a grande maioria das treliças da prática é lSO?iátl~a. por terem esforços normais de -tração e de ~ompressáù~~são e&i~nt~--d~-mmãdeirade aço. Seus métodos de resolução serão tratados nos itens 3 e 4 deste ca~ítulo. IV-10 serve para lembrar que uma estrutura plana. partindo de nós já existentes para novos nós (um novo nó para cada duas novas barras).140. finalmente. 6 estável desde que as reaçOes destes apoios não sejam paralelas entre si nem concorrentes. embora com m e n T 6 i n quência. isostáticas as treliças das Figs. em sua grande maioria. isostático. ao contrário do caso dos quadros . duas translaçóes e uma rotação). conforme veremos no Vol. N-11. obtidas a partir das onfigurações fundamentais das Figs. tambkn.que ocorrem. E. para a qual temos seis incógnitas (quatro reações de apoio e esforços normais em duas barras) e seis equaçóes de equilibrio (equilibrio dos nós A. tendo apoios externos que impeçam todos os movimentos possíveis (para o caso de treliça plana. hiperestáticos. uma treliça que tem esta lei de formação das barras é internamente rígida e. rígida em conjunto.) E Pig. Curso de andlise w u t u r a l Estudo das treliças isostáticas 191 (Dizemos que estas treliças são internamente isostiticas. por terem apoios no número estritamente necessário para impedir todos os movimentos no plano. podemos também formar treliças isostáticas. onde quer que estejam. será também externamente rígida. \ -- . pois. pela adição de duas a duas barras. por terem a lei de formação que acabamos de definir e que são. pois. Os apoios não precisam. h) Queremos chamar a atenção do leitor para o fato de que. todas elas. Partindo desta nova configuração básica. chegamos ao nó D pelas barras @ e ao nó E pelas barras @ e @. o concreto não trabalha bem à tração.) (O exemplo da Fig. como sabemos. partindo da treliça biapotada ABC. pois. Falando sob o ponto de vista de cadeia ngida. IV-8 Nestes exemplos. fornecem as mesmas três incógnitas. por serem mat*q"tpo?-am ou bem & m c = t a m b é m . Por esta razão são. ao nó F pelas barras @ e @ e. estar no triângulo a partir do qual iniciamos a lei de formação. sendo. da mesma foima com que as formamos a partir da configuração da Fig. N-1 . Chamamos treliças simples às treliça isostiticas. N-9 e N-10. O. treliças de concreto. é claro. C). tambkn. porque. al6m de sermos obrigados a executá-las de uma só vez (ao passo que as demais podem ser montadas peça a peça). g) As treliças. no mesmo ponto. l l deste Curso . Outro tipo de freliça isostática d a treliça triarticulada da Fig.

--___I---. para o conjunto. uma treliça (assim como qualquer outra estrutura) pode ser hipostática. Se a treliça for.o número total de nós. podemos a f i a r que: a) r + b < ? n é condição h i. número de incógnitas que de equações). N.. o que é confirmado pela relaçáo r + b = 3 + 15 = 18 = 2n. seu grau hipeiestático ser8 igual. iniciado e prosseguido pelos nós que só possuam duas incógnitas a determinar. abordados neste Curso. portanto. Iirii1:ir que a treliça seja hiperestática. eritrctanto. hiperestática.número ro -de reações de apoio a determinar e h o (e. tic poderemos afirmar. N-12. b) y b = 2 n e r t ~ uma treliça seja S - . que consiste no estudo. Os exemplos seguintes esclarecerão. númeocaras Três casos podem ocorrer: l?) _r-+ b < 2n. at6 termos abrangido todos os nós da treliça.1 . de fato.n . o diagnóstico fmal só poderá ser dado após a análise de cada caso.CLASSIFICAÇÃO DAS TRELIÇAS 2. 2 . N. sendo. . d t menor importância.A treliça tem a mesma quantidade de nós. hipostático. correspondentes ao equilibrio de um ponto material). . do equilibrio de seus-nós. portanto.1 .te. pois podemos ter a associaçáo.2 . ~ ~ g p s u g . a (r + b 2n). tendo a lei de formação de uma treliça simples (sendo. I'.Trata-se de uma treliça externamente isostática e. A treliça é também externamente isostática (biapoiada). A palavra final será dada a p ó i ~ o exáme específico de~cada caso. outro. No caso de treliças com geometria bem simples. que é o m6todo de Ritter e. de trechos hiperestáticos com trechos hipostáticos.tratar-se de uma t-liça-Esta e simples igualdade não nos permite. sendo .portanto. portanto. As incógnitas do problema são em número de (r + h). O diagnóstico final só poderá ser dado ap»s a análise dos apoios externos e da lei de formaqão interna da treliça em que-stào: L ~ - Ex. que a treliça é h i ~ s t á--a . Existem ainda outros métodos de resolução. internamente isostitica). j) As treliças comportam ainda um processo espontâneo de resolução.seja isostática ou hip'etática. e que não serão. 20) r + b = 2 . que 6 o método de Cremona. o & & ó v r m i n a r ) e _ . evidentemente. 30) ~ q u e s ~ ~ r ~ t r adet uma @liga -hiperestática (maior a n e~~. i) As treliças isostáticas possuem dois grandes mdtodos de resolução: um. analítico.o l u ~ e q i i i l i b r i o eni sendo n número igual a 212. este processo pode se tomar at6 aconselhável.sendo o conjunto. mas. satisfeita a relação r + b = 2n. . afirmar que %-treliçaseja isostática. -.492 Cursa de análise estrutual Emido das treliças iaostáticas 193 As treliças hiperestáticas serão tratadas no Vol. o número de incógnitas é inferior ao de equações. barras e apoios ue a da Fig. gráfico.Quanto à estaticidade Quanto à estaticidade.~ + b > 2 n são condiçó~-apeape~asasne~ssirias não_ (mas sufici. e&etanto. ela e ipostáfica i~iternainente.--. bem como pode ocorrer a associação de hiperestaticidade interna com Iiipostatici&de externa (ou vice-versa). então. respectiva&&. como seu eciio (DEF 6 dcformável (ver observação do tópico anterior). p q . I1 deste Curso.'conduzindo a uma isostaticidade interna aparente. isostática w t i c a ~ Ex.L ~ incluindo o s n ó s-de apxo>=axa@ois cada nó nos dá duas eqnaçõesda Estática. pois a associaçáo de um trecho hiperestdtico com outro hipostático (sendo o grau hiperestático de ~m trecho superior ao grau hipostático do outro)pc. Analogamente ao caso anterior. internamente. / Em resumo. ou seja. ' então isostática. .um aum. conduzindo também a unia isostaticidade aparente para o conjunto.de coiiduzir a uma hiperestaticidade aparente ~-. Não podemos. portanto.

pois. A lei de formaçáo das treliqas simples já foi estudada no tópico anterior deste capítulo. N-16. nós percorremos todos os nós da treliça e todas as suas barras. sugere que ela seja duas vezes hiperestática. também. tanto externamente (todos os apoios do l? gênero paralelos. a esta conclulusão da forma seguinte Externamente a treliça é uma vez hiperestática (quatro incógnitas.1 .Quanto à lei de formaç8o Quanto à sua lei de formação. a das treliças compostas e complexas será estudada nos tópicos 5 e 6 do mesmo. No entanto. pois não há. 2. - Ex. no caso. o que de fato 6. as treliças são classificadas em simples. $50 as inditadas na Fig. exeeto uma.comqlexas. igual a bois (há um apoio a mais e uma barra a mais em relação à quantidade que tomaria isostática a treliça). com o que não está impedido o movimento na direçáo horizontal) como internamente (painel ABCD d deformável) a treliça é hipostática. o que sugere que seja três vezes hiperestática. compostas e.As b m s do método Seja a treliça isostática da Fig.194 Curso de análise esirutural Estudo das treliças isostáticas 195 Ex.2 . para o qual as reaçóes de apoio. quando propagamos a lei de formação de treliça sunples. o que . o que indica existir uma incógnita ( u m barra) além das que podem ser determinadas pelas equações de equilibrio de nós. portanto. Seu grau hiperestático total será. pois o grau hiperestático externo indica a quantidade de apoios superabundantes e o grau hiperestático intemo a quantidade de barras superabundanies.submetida ao carregamento indicado. partindo do triângulo hachurado. - - Poderíamos chegar. por definição. N 3 . internamente.4 . cuja soma nos fornece o número de incógnitas (r + b 212) que não podemos determinar com o auxilio das equações de equilibrio estático igual. hipostaticidade interna nem externa. 3.e 2 n = 20.A treliça tem r + b = 4 + 14 = 18 e tem 2 n = 16.A treliça'tem r + b = 4 + 19 = 23. Observação: C conceito utilizado neste Último exemplo. de igualar o grau hiperestático de uma treliça a soma de seus graus hiperestáticor externos e internos. N. caracterizando o grau hiperestático interno da treliça igual a um. N-16. ao grau hiperestático da treliça. reaçáo de apoio contra três equações universais da Estática). calmladas com o emprego das equações universais da Estitica. uma análise sua nos mostra que se trata de uma treliça hipostática. é perfeitamente lícito. .

196 Curso de análise estrutural 1 ~rtudo das treliças isostáticas 197 ! Escolheremos. por Y = O obtenios N i 3 . as forças N. N-17 ou N-18). C) Quando. N-17 o u da parte da direita. No caso (usando-se o esquema da Fig. que serão determinados como sendo as forças tais que promovam o equilibrio do trecho assim secionado da treliça. IV-17 e IV-18 (e serão de tração. invertendo-os caso contrário (sendo. no caso. pode ocorrer que a seção de k t t e r imaginada para atravesá-las só intercepte duas barras. NI3 e N7 representam as ações da parte da direita da treliça sobre a parte da esquerda. de compressáo). na Fig. indicará tração e o negativo. indicará a compressão. os sinais obtidos já serão os sinais dos esforços atuantes. negando-o. I Este método. Como observação de caráter conceitual. a fun de simplificar o trabalho algébrico do problema. aconselhamos sejam todos colocados no sentido de tração. na Fig. apenas.por exemplo.pois sua única obrigação é atravessar toda a treliça. devendo ser escolhidas e usadas numa ordem tal que permita a determinaçâo direta de cada uma das incógnitas. coiifonne ilustra o exemplo IV-7. N-17. As seções S-S usadas para a obtenção dos esfqrços normats desejados levam também o seu nome. que será feita a partir da: equações universais da Estática no plano. f o h o s arbitrar os sentidos dos esforços normais iiic0gnitos. já que ele deve estar em equilíbrio. b) As seções de Ritter podem ter formasquaisquer (não precisando scr retas). indicada na Fig. obtenios N. aquela que acarretar menor trabalho numérico na obtenção dos esforços normais desejados. TV-18. as barras @ e @ no exemplo d a Fig. a partir de = O obtemos N3. passar à determinação de N 3 . por pertencer a uma peça em equilíbrio. os esforços normais atuantes @ e @. entretanto. e.) d) No caso de barras próximas As extremidades da treliça (por ~xemplo. a) Deveinos escollier srções de Ritter que interceptem três barras não paralelas nem concorrentes no mesmo ponto. N-17. nada se alterará sob o ponto de vista estático se substituirmos as barras rompidas pelos esforços normais nelas atuantes. N-18 representam as ações d a parte da esquerda sobre a parte da direita. Suponhamos querer determinar. - As forças obtidas cmn sinal positivo confirmarão os sentidos arbitrados nas Figs. eiitão. h desde que sejam contínuas. no caso de nossa sensibilidade estática não nos fazer antever seu sentido corrcto. por X & 0.II. sendo denominadas seçóes de Ritter. assim. pois. que seus esforços normais podem ser obtidos ditetamente Por . \'. portanto. levou o nome de Ritter por ter sido ele o seu lançador. finalmente.. de preferência. nas barras 0. ocorrer seções de Ritter que interceptem mais de très barras e a partir das quais consigainos determinar os esforços normais em alguma (s) das bairas. queremos frisar que. indicada na Fig. E evidentemente indiferente analisar-se o equilibtio da parte da esquerda. a fim de que possamos determinar seus esforços noimais pelas equaçóes universais da Estática. (O sinal positivo. confirmando o sentido arbitrado. no caso). Rompendo a treliça nestas barras atrav6s da seção S-S indicada na Fig. N-16). eiitão. emhora obedecendo apenas às ideias gerais da Estática. após dada a seção de Ritter. N I J e N 7 . Podem. isto quererá liler. Podemos.

IV.2 U3 = O : . será fundamental no inicio do estudo das treliças compostas. obtemos D4.2 Caso desejássemos o valor de U. N-20. dado conforme o esquema da 'Fig. LI. para as treliças isostáticas seguintes. V . será preferível o método gráfico de Cremona. Sendo as reaçóes de apoio as indicadas iia Fig 1V-19. . ou a partir de ZMJ = O ou de Z X = 0. também. a partir do esquema da Fig. na barra inferior CD (que nao 6 pedido neste exemplo). IV-2 1. podemos obter os esforços normais em O. XY = O -5 =0 : . conforme veremos em 3. chegando ao valor U2 = + 16 t. 6 dado.3.+6X2+5X4=0:. que estudaremos 110 item 4 deste capitulo. Exemplos de aplicação Obter.-S3. Ex. não conseguimos nenhuma .-S. obteremos U 3 . V = -1 t (compressão) .6 X 2 . confoime veremos no item 5 deste capítulo.poderíamos obtê-lo.01=-L6t(compressão) V t6 . e. (Por esta razão. IV-22 por: Para a obtenção do esforço nomal na barra V3. os esforços iiormais nas harras indicadas. 61 Fig.Estudo das treliças isostaticas 199 análise do equilibrio dos nós extremos (no caso. XMD=O 20... o método de Ritter terá degenerado na análise do equilii~riode um nó da treliça. conforme o esquema que da Fig. 3. = t 15 t (tração). por: ZMj = O 6X 2 + 5 X 6 . . obtendo: For Por e) O método de Ritter se presta admiravelmente ao cdlculo das treliças de altura constante.) Para treliças de geometria mais complicada. a Pela seção Si-Si. quando o carregamento é vertical. IV-22 A partir da seção 3. fazendo* recair até no cálculo de uma viga de substituição.5 - A partir da seçáo S. 0). passemos à obtenção dos esforços normais pedidos. do nó A para a barra e do nó 8 para a barra Neste caso. fi tainbkm o método adotado quando só desejamos conhecer os esforços normais em algumas das barras da treliça.

IV-76.. N. juntamente com V. IV-29: Ex. por consideração do equilibrio do nó E . por CX = 0: :. Analogamente. 1:ig. por ZY = 0. temos. atravesse tr6s 'ornas não concorreiites no mesmo ponto. obtemos.6. por A partir da seçzo S2-S2 indicada na Fig. = -9 i (compres~ão) 4 X 3 . obtemos.nm+*sm4 Fig IV-28 . = O : N .200 Curso de analise estrutural Estudo das treliças isonfaticas 201 seção de Ritter que.a) A partir da sevão SI-SI. Pf-23. conforme o esquema da Fig. pois ficaram no lado da treliça não utilizado para os cálculos. N6 = +3 t (traqao) N s X-5-4 . = + 4 t . N.4 N 6 = 0 . IV-24 Fig.A partir da s e g o S I . temos: Por Por Por CMr = O ZMD = O CX = O + 4 X 3 + 4 N . Mo foi necessario calcular as reaç8es de apoio. é a partir do equilibrio do nó E da treliça. no caso. i A C I I I I I &7.8 = O : N8 = t 1 0 t (traçao) . É fácil ver. conforme o esquema da Fig. 4X 6 . 1V-23 Ex.S I indicada na Fig.v5 = -8 t (compressão) ZY = o: Observação: No caso deste exemplo. o valor V. que a forma mais simples de obtenção de V . Pf-27.7 . obtendo-se.

= -2.3N9 = O . Fig. e que o momento destas Últunas em relação a G se coiifunde com o momento fletor atuante na seção g da viga de substituição da Fig. alem da componente vertical de D 3 . IV-33. N-31 1 Notando que as forças que contribuem para esta condiçáo são. levando-se em conta que as barras @ e @ têm esforços normais de mesmo módulo e de naturezas opostas (por força da condição Z Y = 0): 2X =O 2N10 X 315 -8=O . P . c) O valor de D 3 será obtido por 2 Y = O Fig. = 6.as forças verticais VA. .de altura constante h . e N g .1 .P .M f / h . será obtido por ZMG = O. na viga de substituição. P. (simbolizando elas as barras superior. que a barra @ possui uma tração de 6. A partir da seçáo verticalSI-SI temos. Li. 1V-32 o que quer dizer. inferior e diagonal genéricas da treliça). D .P 3 + D 3 s e n q = 0 .. sendo Mf o momento fletor. em f. N-32 (de mesmo vão e submetida ao mesmo carregamento que a treliça). PI. conforme o esquema da Fig. Por èsta seçáo S I .67 t (compressão) Detenniiiemos os esforços atuantes nas barras O 3 . IV-30. N-30.Treliça com uma diagonal por painel Seja a treliça da Fig. h) A partir da seção S2-S2. Por analogia com o caso anterior. e U .3. Fig. submetida ao carregamento vertical superior indicado nesta figura. P 3 . teremos: O3 X h + M f = O : O 3 = . : Nio = N l .. conforme indica a Fig.67 t (tração) ZY = O : NI. conforme a Fig.. .67 t. .67t e a barra @) uma compressão de mesmo valor. Notando que as forças que nos dão momento em relação a G a o .ResoluçSo das treliças de altura constante em fungo da viga de substituição 3. : N9 = +2.S I . = +Mp/h : s: h) O valor de O 3 ser5 obtido por 2 M p = O.3 . IV-33 a) O valor de (1.ternos. que: 3. eles s6 serão obtidos a partir de outras seçõts adeqiiadas. temos: VA -Pi . N-31. iião podemos obter os esforços normais N.. P. PI. tem s Mg .U 3 X h = O . além de U.202 Curso de anhlise estrutural ~studo das treliças isostáticas Por Por ZMF = O : 4X 2 . as forças verticais V*.

Elas são resolvidas. a partir do equilibrio do . a partir do esquema da Fig.P. sei1 $C Concluímos. iguais. a partir do equilibrio do nó A . A Fig. para as barras verticais que podem ser interceptadas por seções de Ritter do tipo das2-S2. IV-35 Sendo (VA . N-31 (seções inclinadas. obtidos por análise d o equilíbrio do trecho interceptado pela seção de Ritter.P3 . das barras V. . ou menos. A análise das barras verticais. nó F. ter sua inclinação contraria (isto é. para análise de seu "quilibrio. V. então... conforme indica a Fig. q . IV-33. escreveremos que: IDI = . para a treliça da Fig. o esforço normal em I . para a barra V. agora. i Coiivém notar que bastaria a diagonal D. que: - Os esforços normais atuantes nas barras horizontais (superior e iiiferinr) MO iguais. No caso. então: I VI = i Q no trecho interceptadol.P 3 ) pode ser imediatamchte identificado como sendo o esforfo cortaii:e na viga de substituição no trecliotg interceptado pela seção rle I<ittcr e temos então que: o3 =. N-35).) Os esforços normais nas diagonais são. por: Z Y = O: V . já as barras superiores têm seus esforços normais com sinais opostos aos deles. . o caso será ainda mais sunples e o problema se resolverá por meio de um sunples equilibrio de nós.P4) igual ao esforço cortante na viga de substituição no trecho gh. o caso da barra V. em módulo. por seçóes de Ritter como aS2-S. de trgs barras). N-31.V3 = O . finalrtiente. será de compiessão e igual a V*. ---C)s e1. interceptando a barra vertical e mais duas horizontais). conforme veremos a seguir. então. Obseivaçüo: Os esforços normais nas barras horizontais e nas diagonais Mo os mesmos.P I -P2 -P3 -Pq .) para que o sinal da Última relaçáo se invertesse. o que pode ser constatado a partir da análise da Fig. em V7 será de compressáo e igual a Ps. por análise d o nó K. Quando não for possível se conseguir tal seção para uma barra verttcal (caso de interceptar mais. N-34. as barras superiores estarão sempre comprimidas e as inferiores tracionadas. indicada na Fig. Convém notar que bastariam as diagoiiais dos painéis adjacentes terem sua incliia$So coiitrária a inclinação do caso abordado (seria. V. afetados do fator I h . por análise do n6 B e. Escreveremos. obtemos. quer seja o carregamento superior quer seja inferior. por exemplo.IQ no trecho interceptadol. uma expressão que resolva o caso de qualquer diagonal.. ocorrerá compressão e igual a V B . em geral.. deverão ser estudados em cada caso. (No caso de treliças biapoiadas com carga de cima para baixo. ocorrendo o inverso para as treliças em balanço..'aos esforços cortantes na viga de substituição no trecho interceptado pela seçào de Ritter.204 Curso de análise ezirutural Estudo das treliças isostáticas 205 O termo (I> . aos momentos fleiores na vigade substituição no ponto onde as 2 outras barras interceptadas pela seçào de Ritter se encontram. Passemos. afetados do fator I/sen i~. N-35.1% . Seus sinais. Para termos. (É o caso. . bastaria que ela fosse paralela a LI2) para o sinal da úlfima relação ser trocado. os nós com menor número de barras neles concorrentes. V. temos: Para simplificação do trabaiho algébrico escolheremos sempre nestes Últimos casos de barras verticais (casos da Fig. O esforço normal em V. será de compressão e igual a P3.P. Os sinais dos esforços normais em barras inferiores acompanham as sinais desses momentos fletores.).

obtidos por analise do equilíbrio do trecho interceptado pela seção de Ritter. cujo esforço normal B obtido da seçáo e Ritter S-S indicada na Fig.8 . e P3 e o cortante seria. uma em cada painel.. sendo.Para barras verticais tais que ihes possamos dar uma seção de Ritter que as atravese e a mais duas barras horizontais somente. em módiilo. as forças V. por exemplo a diagonal D l . . a fm de que possa haver equilibrio. deve star voltado para baixo. se o carregamento fosse inferior. IV-36.206 Curm de análise srtruniral Estudo dar treliças -iiortátias 207 Concluúnos.. passemos à determinação dos esforços normais.Para as barras verticais não abrangidas anteriormente. Obsrrva~áo: Os esforços normais nas barras verticais variam conforme o carregamento seja superior ou iiiferior. Sqa. IV-34. . o esforço normal em D. seus respectivos painéis. IV-38. interceptado pela s e e u de Ritter. os esforços noimais são obtidos por simples considera@o de equilíbrio de nó. o do trecho fg.) Os exemplos seguiiitts esclarecerão. carregada superiormente. Para obtenção de seus sinais. o que pode ser constatado a partir da análise da Fig. P. a) Barras O. Como o esforço cortante atuante no recho cd 6 voltado para cima fposittvo). que: -. seus esforços normais são iguais. Ex. ao inv6s do trecho gh. no caso. IV.. Sendo a viga de substituição e seus diagramas os indicados na Fig. teremos: barras O barras U barras D Sabemos que os módulos de seus esforços normais são os dos esforç'os ortantes atuantes na viga de substituição em. onde o carregameiito esta definido. no trecho interceptado. bastara analisar uma das diagonais. então. P. então. U.Obter os esforços normais nas barras da treliça da Fig. iultiplicados por llsen p = \/Z. ssikn. D Serão resolvidas por seçúes de Ritter verticais. (Notar que. deverão ser estudados em cada caso. Seus sinais. N-37. só estariam aplicadas. aos esforços cortantes na viga de substituição no trecho.

Ex. Para as diagonais D. comprimida.a partir da condição ão Y = 0: Fig. Iv-41 e são evidentemente simétricos.= V . equilibrio dos nós C. elas estarão comprimidas. pois: Dl = .3 J T t : b) Barras V D2 = . ela está. pois ela é paralela a primeira e o sinal do esforço cortante no trecho de -ainda é positivo.9 . como também se inverteu a sua inclinação. A 5t t ' Da = D3 = .. de compressão. = . N-39 e 1V-40. e D4. V4 são obtidos a partir do Os esforços normais encontrados estão resumidos na Fig.J 2 t .2 t e V. Para a diagona1 D2. pois.= O V2. a situação é a mesma que a de D1. Os esforços normais atuantes nas diagonais são.208 Curto de anhlirs esirutuml Estudo das treliças isostáticas 209 portanto. -3At Os esforços normais nas barras Vi e V são obtidos a partir das seçdes . mas. inverte-se o sinal do esforço cortante. E' e C e valem: V.J T t . IV-39 Os esforços normais nas banas V. por se tratar de uma treliça simétrica submetida a um carregamento simétrico. N. conforme os esquemas das Figs. de Ritter SI-SI e S2-& indicadas e valem. IV-42.@ter os esforços normats para as barras da treliça-marquise da Fig. .

* i n & 2 m L z m .A Fig. trabalhem tod as i tração: calcular a menor altura / i . em módulo.~ z m 7 C Z m ~ 2 . =- -1 sen io QB-b = j Qa. achar os esforços normais nas barras. Pedem-se: a) dispor estas diagonais para que. . IV-47 A viga dc substituição e seus diagramas solicitantes são os indicados na Fig. são de compresao conforme mdica o esquema da Fig.iiido faltatido as diagonais (uma em cada painel). IV-48. de modo que o maior esforço normal atuante barras horizontais náo ultrapasse.+ 2 m 4 Fig. O Os esloiços iioriiiais eiicontrados estão resumidos na Fig N-46 Os esforços rormais nas barras D (todas paralelas entre si e com cortantes em todos os trechos de mesmo sinal) serao sempre de tração.210 Curso de análise estrutural crrudo das treliças isostáticas 211 Sendo a %a de substituição e seus diagramas solicitantes os indicados n Fig. a partir da análise d o equilibrio d o nó A'. Os esforços normais nas barras V. $ . N-44 e valem: D.obtidos a partir de seç6es . o valor de 8 t. V3 e Vq. com o carregamento indicado. IV-45 e valem: para este valor de h . obtemos a partir deles: a Para a halia I'. est. de Ritter do tipo Sa-S2.b = +5 -5 1 Ex.. IV-43. TV-47 representa uma treliça de altura constante. lV. obtenios: . conforme obtemos a partir da seção Si-SI detalhada na Fig.10 .

temos: Fig. então: 8 = 12/h h = 1. analisemos as duas possibilidades indicadas nas Figs. esforços normais máximos atuantes nas os barras horizontais. Desta maneira. obtidos de maneira inteiramente análoga à dos exemplos anteriores. tracionadas.212 Curso de analise esirutural Estudo das treliças itostAticas 213 Fig.1.s m. instituímos a posiçZo wrreta de diagonal tracionada para atuaçáo de cortante negativo. IV-48 a) Coloquemos as diagonais de modo que estejam. N-50 (pois serão função do momento máximo em módulo na viga de substituiçáo. conforme indica a Fig. Sendo l/sen 9 = 513. N-49. é Observação: Este exemplo trata de um problema técnico bastante real. chegandose. W-50 b) Sendo os m6dulos dos esfor os normais atuantes nas barras horizontais dados por I" '8" d~aubstit~ul@of. às diagonais tracionadas indicadas na Fig. sendo elas as peças de maior comprimento.1 e N-49. todas. que da preocupação em se colocar as diagonais tracionadas para este tipo de treliças. IV-49 A posiçáo wrreta será a da Fig. ocorrerio em U2 e U 3 . para a treliça. IV-50. que C M e ) e teremos. valem: Pig. não seria de boa O .2. pois. : . Começando pela pruneira diagonal. c) Os esforços normais atuantes em cada uma das barras. em módulo. Bastará mantê-la em todos os trechos de cortante negativo e invertê-la 110s trechos de cortante positivo. IV-49.

as barra$ iiiferiores e negativo para as superiores).) da viga de substituição (igual. conforme verá o leitor quando estudar este asunto. o momento fletor em e na viga de substituição. tendo eni vista apenas o valor do esforço atuante (e. desejável que as diagonais. evidentemente.3. 1V-53 b) Os eshrços normais nas diagonais Ds e D$ (simbolizando duas diagonais genéricas da treliça) sáo obtidos a partir da seção S2-S2 indicada na Fig.icos dos momentos fletores atuantes na viga de subslituiçao no ponto em que a seção de Ritter adequada (seção esta que atravessa as duas barras horizontais e duas barras verticais) corta as duas barras verticais da treliça. estejam tracionadas. . cuja viga de substituição correspondente é a da Fig. mostrando que os esforços normais atuantes nas barrashorizontak de uma treliça b l e r são iguais. N-53: = Por ZME = O e por XME. de menor comprimento e menos sujeitas ao perigo de flambagem (que será. mais caras). também). para este tipo de treliça com uma diagonal por painel. 0 : U3 = M. só contornado colocando-se peças mais pesadas que as necessárias. analisado para elas.por isto.214 Cuno de análise estrutural Estudo das treliças isostátieas 215 ! tdcnica estarem comprimidas. N-51./h. conforme indica a Fig. 3. = -M. aos valores algkb.1. I 'A Fig.-S. no caso.2 . sobrando a compressão para as barras verticais. a V .Pl * P* a) A partir da seçzo SI-SI. E.P3). iY-52. Estas expressaes são inteiramente anáiogas As instituídas em 3. Pig./h e O.Treliças com duas diagonais por painel (Vigas Hassler) Seja a treliça da Fig. sendo M. IV-54. 1%'-52 rv. Fazendo Z Y = 0. portanto. a menos do fator 1/l1 e do sinal adequado (positivo para . obtemos.temos que as somas das componentes verticais de Ds D: deve equilibrar o esforço cortante atuante no trecho ef (trecho interb ptado por S.3. pois seria mais grave para elas a possibilidade de sofrerem o fenômeno de flambagem.

neste trecho. pois:de imediata. ficando. Conhecido VI. calcularíamos inicialmente V: por equiliório do nó E obtendo. que os esforços normais atuantes nas diagonais de um painel de treliça H k l e r l m seus módulos iguais ao do esforço cortante atuante. c) Os esforços normais atuantes nas barras verticais superiores e inferiores podem ser obtidos da maneira seguinte. no caso. a partir da condição X Y = O de equilíbrio do nó F' indicado na Fig.. a seguir. sendo.Obter os esforços normais nas barras da treliça Hassler da Fig. IV-53. na viga de substituição.. IV.obteremos que I I = lQtrelho d e i . c) Andoganiente agiríamos para qualquer outro caso. Observações: a) No w o do carregamento ser inferior. N-53. e Ir:.11 . temos então que os móddos dos esforços normais atuantes nas barras Ds e D: são iguais a I D l = ID: l = Qefl? sen v. e impondo-se a condiçao Ç Y = O ao esquema da Fig. definido V: em módulo e sinal. verificamos que os esforqos normais nas barras D i e D< devem ter mesmo módulo e sinais opostos. IV-56: I V3 I = P 4 / 2 . sendo estes : esforços normais de naturezas opostas e tais que eqiiilibrem o esforço cortante atuante no trecho ef. o d o r de V:' a partir da condição Ç Y = O imposta ao esquema da Fig. Concluimos. deve equilibrar o esforço cortante atuante no temos que a soma (V: + trecho ef da viga de substituição. Supondo.coníorme indica o esquema da Fig. Isto posto. teremos. . na viga de substituição. Sejam. sendo de compressão.' barras verticais gen6ricas da treliça. A partir da análise da condição ZY = O de equilíbrio do nó E'. simbolizando duas O esforço normal lia barra V3 tem. Seu sinal será evidentemente oposto ao de D. IV-57. obtenção Ex. as barras verticais 1 . b) Aiialisemos o caso d a barrã I/.fg (o que em nada prejudica a generalidade da nossa dedução). sendo de naturezas opostas e tais que equilibrem o esforço cortante atuante no ttecho em questão da viga de substituição. por exemplo. afetado do fator 112 sen(o. N-55. sendo de compressão no caso de carregamento superior e de tração no caso de carregamento inferior (p que seria imediato demonstrar). pois. então. carregada inferiormente. então.216 Cuno de adlire estmiual Estudo das treliças isostáticas 217 Por outro lado. módulo igual metade da carga aplicada sobre ela. o cortante positivo nos trechos ef e . por consideração da condição ZX = O de equilíbrio.

os esforços só precisam ser calculados para sua pruneira metade. por exemplo. V: são obtidos a partir do equilíbrio dos nós A'. [V-58 Para obtençáo dos sinais dos esforços normais nas diagonais. = + I . então: Fig. O mesmo ocorrerá para as diagonais D 2 e D 3 . IV-58. IV-59 v =o.0 t U./l? = +1. Os esforços normais nas barras V. Vi. V:' = +0. = Mo/h = O -0. Fig. o equilhrio da Fig. Para termos Z Y = 0. -5 V: = -0. são paralelas às primeiras e os cortantes em seus respectivos trechos na viga de substituição são todos positivos.5t. conforme indica a Fig. valendo: = -5 t. pois. temos: -11. : V : = +2.218 Curso de análise estrutural Esíudo das treliças isostáticas 219 Sendo a viga de substituição e seus diagramas solicitantes os indicados lia Fig. = -0. N-61. sendo simétricos para a outra. = (Sendo simétricos a treliqa e o carregamento.= M. então: . v.st.lV-59. E e C'. analisemos. 1V-60.) Os esforços normais nas barras verticais Vi.5 t. valendo. são obtidos a partir da : ndiçáo Z Y = O de equilhrio para os esquemas da Fig.5 t Li3 = -O3 = Md/h = +4. Temos. V: e V.5 t. D: deve ser de compreaão e D{ de tração (pois o trecho oc tem cortante positivo).

o que sugere. iniciada por um n6 no qual 86 tenhamos duas incógnitas (a f i de poder determiná-las) sendo. numa ordem tal que tenhamos sempre duas incógnitas a determinar em cada n6. de compressão. 1V-64. conforme a observaçáo b anterior a este exemplo. os esforços normais na treliça. denomina$ão esta já muita difundida nos meias técnicos de nosso pais. com muita jiistiqa. nos forneceu os valores dos esforços normais atuantes nas barras @ e @. a seguir. da Fig. Cremona só o apresentou. constitui a analise de um sistema de forças aplicadas num ponto material (sendo estas forças as cargas externas e os esforços normais nas barras concorrentes no n6 em questao). Fig. N-63. com o que obtemos os esquemas de equilkio dos diversos nos indicados na Fig. N-62. estendida aos demais. de M4fodo dos /iguros reciprocas de Maxwell. conforme sabemos. sucessivamente. sabemos que as forças e esforços normais atuantes sobre o nó devem formar um poligono fechado (condiçao de resultante nula). valendo 1 t. cujos esforços normais desejamos determinar. A análise deve ser. evidentemente. no caso. O método serve t m b h para as treliças compostas. b) Para o traçado do polígono fechado de equilibrio. em 1872. Fazendo-se esta analise por via gráfica. conforme o esquema da Fig. as forças e (ou) esforços normais já conhecidos e. Br-64. em foneladas. estão indicados na Fig. como a maioria dos demais autores habituou-se a dar a este método o nome de Cremona. no trabalho Lè figure reciproche nelln Sfotico Grofieo. I . por ter sido apresentado por J. pelas extremidades do poligono aberto assim defiido. isostática. C.220 Curso de analise estrutural Estudo das treliças isost&ticas 221 O esforço normal na barra VJ será de tração. Observações: a) No caso. Em se tratando de uma treliça em equilibrio. seja feita sucessivamente a análise do equilíbrio de cada um de seus nós que. preferimos adotar o m e m a caminho. por escrito. Seja a treliça simples. poderíamos começar a análise de equilibrio pelo nó A ou pelo n6 D. enquanto L. marcamos inicialmente. Maxwcll no Philadelphia Magazine iie 1864. conforme veremos no item 5 deste capítulo. para a determinação dos esforços normais atuantes em suas barras. Resumindo e levando em conta a simetria existente. preferimos o n6 A. No entanto. todos os seus n6s também o estão. IV-62 Observ~ção: T6das as aplicaçóes feitas neste tópico foram para treliças simples. cujo equilíbrio. tiramos paralelas às direçóes dos esforços Os autores amdcanos costumam chamar este método.

a carga horizontal em F será c d . adotaremos sempre o percurso do n6 no sentido horário.2. d) No exemplo dado. N-65 seguinte. ele pode assumir duas configurações diferentes (conduzindo. bem como a correção das reapes de apoio calculadas. o esforço iiormal na barra BC será ha (ou ah).2 . todos os espaços compreendidos entre as forças (quer exteriores. A partir desse fato. sendo idênticos.2 . então. ele será o da Fig. Os sinais dos esforços normais desejados podem ser obtidos (sem que seja necessário fazer o croqui do n6). verificando-se simplesmente se o esforço normal aponta para o n6 analisado (indicando compressão) ou foge dele (indicando tração). temos s 0 seguinte roteiro para seu emprego: a) iniciamos o traçado do cremona analisando o equilibrik de um nó que coiitenha apenas duas barras com esforços normais conhecidos. ficaram determinados os esforços normais em todas as barras.1 . 2 equaçoes e nenhuma incógnita). se ele for percorrido no sentido horário. apenas o esforço normal na barra@ era incógnito (temos nele. Por exemplo. 4. . para o nó A . 4. Cada esforço normal 6. o polígono de equilibrio será 6 da Fig. que seráo designadas pelas duas letras a elas adjacentes.Notação das cargas e dos esforços normais Adotaremos.1. onde expusemos os fundamentos do método. conforme indica a Fig. e. Esta id6ia 6 a essência do método de Cremona. F. portanto. para designar as forças externas (cargas aplicadas e reaçóes de apoio) e as forças internas (esforços normais). duas equaçóes e uma só incógnita) e. depots. Isto será particularmente importante para o mdtodo de Cremona. que exporemos no tópico seguinte deste item. com isto. quando analisamos o equilibrio do n6 D. quer interiores). N-66. a reação vertical em A serd denominada nb. três equações de equilibtio. surgiu a iddia de se desenharem todos os polígonos de equilibrio numa mesma figura. cuja interseção determmará o polígono fechado de equilibrio. os resultados obtidos por um ou por outro. B. a partir do qual obtemos os módulos e sinais dos esforços normais desejados.222 Curso de análise estruiural Estudo das treliças irostáticas 223 normais incógnitos. vemos que cada esforço normal aparece duas vezes. que coiisistirá no traçado de uma figura únicaenglobando todos O poligonos de equilibrio de forças e à qual chamaremos cremona. usado na construção do polígono de equilibrio de outro n6. portanto. traçado duas vezes. e assim sucessivamente. IV-64. pois seu valor 6 calculado num polígono sendo.Apresentação do método 4. na qualidade de valor ~á conhecido. Apenas para evitar este grau de liberdade no traçado dos polígonos de equilibrio. Isto pode ser facilmente verificado para todos os'casos da Fig. r) Analisatido-se os polígonos de equilibrio da Fig.2. evidentemente. então. Marcamos com letras minúsculas. o da barra BF será gh (ou h g ) .Roteiro do método A partir da introdução feita em 4. é claro. a análise do equilibrio dos nós C e D nos permite verificar a precisáo do traçado gráfico. IV-64. Sobraram. c) No traçado do polígono de equilibrio. se o sentido for o anti-horátio. Com isto. que exporemos a seguir. náo tendo sido necessário analisar o equilibrio do n6 C (para o qual temos. o que já era de se esperar. evitando-se a necessidade de transpor esforços normais de um polígono para outro. obtivemos duas a duas incógnitas na análise do equilibrio dos nós A. ao mesmo resultado). a notação de Bow. Assim. constituindo-se então num excelente teste dos resultados obtidos. E. pois elas f o r m empregadas no cálculo das reações de apoio. IV-64. dependendo do sentido em que percorremw o nó.

I . sendo ambos de compressão (os vetores cf e fa convergem para o nó A ) .0 vetor fc. por r tiramos uma paralela à barra AE e por a uma paralela a A B . Seja obter a natureza do esforço normal atuante na barra BF. Analisando o equilibrio do nó F. os pontos b e d do cremona foram coincidentes). respectivamente por d e por h.224 Cuno de análise estrutural b) no traçado do cremona. definindo j O poligoiio fechado ahda representa o equilibrio do nó A . conforme esclarece o exemplo seguinte. A horizontalidade do segmento ei no emona é a verificação a que nos referunos. determinamos h . Adotaremos este sentido. a seguir. determinamos i. IV-63. 1 I O cquilfirio do nó C (cujas forças internas e externas já são todas ~nliecidas) pode ser verificado no memona. d) Na análise do nó F. no cremona ab = 2 P e. refaremos o cálculo da treliça da Fig. sempre. b? = 3 P . temos já desenhado no cremona. os esforços normais stas 7 barras são. cujo cremona traçado na Fig. respectivvente. marcamos. 6 idei. por exemplo. C) Na análise do nó B. por g e por a paralelas a BF e BC. dados por di (compressão) e i (traçáo). Tirando-se. atc! esgotá-los. sempre. encerrando-se então a resoluçáo da treliça. b) A seguir. os esforços normais nestas duas barras são. Os esforços iiormais nas barras EF e EB são. sdotar o sentido inverso. Tirando-se. os esforços normais em BF. Faremos esta análise I Escala do cremona I quando 0 cremona jd estiver pronto. então. evidentemente. entào. i I Estudo das trelips iirostáticas 225 a) Iiiiciaiido pelo nó A . dados por gh (compressão) e ho (traçáo). de rificação. os módulos dos esforços normais nas barras A E e AB são lidos no cremona e iguais a cf e fu. então. como o sentido horário2 (isto para não deixar em aberto um grau de liberdade a ter que ser discutido em cada problema. os esforços normais em A 5 e BE já são conhecidos e são representados no cremona por af e fg. sendo. não precisamos nos preocupar se o esforço normal obtido é de t r a e o ou de compressão. análise esta imediata. passamos à análise do nó E . começaremos pelas forças e (ou) esforços normais já conhecidos. Percorrendo o nó no sentido horário (o que faremos sempre). o esforço na barra será dado por hg (110 sempre percorrido no sentido horário). deixando as duas incógnitas como duas forças fmais. respectivamente. h Analisando o nó D. N-67. c) todos os dós serão percorridos no mesmo sentido. Seu ~lígono equilibrio. que converge para o nó. observamos que temos neste nó elementos. para o qual já conhecemos o esforço normal na barra A E . onde está indicado pelo )ligono fechado ahiea. Observações: I a) Durante o traçado do cremona. paralelas a FD e FC. sendo o esforço normal de i barra DC dado por ei (tração). por nós onde só haja duas incógnitas a determinar. 'pode-se. quando da análise do seu equilíbrio. de imediata obtenção. portailto. de compressão. pois a Única incógnita é o esforço normal na barra DC. d) prosseguiremos o traçado dos cremonas.com a adoção deste sentido de percurso ou de seu inverso). Como primeira aplicação do moodo de Cremona. dados por cg (compressão) I i I e gf:(tração).2 vem detalhadamente comentado a seguir. cuja interseção define g. por c tiramos Irna paralela a EF e por f uma paralela a EB. EF e a carga horizontal 3P atuante em F estão representados por hgcd no cremona (no caso.

Exemplos Ex. cujo traçado é iniciado pelo nó G. entretanto. [V-74. em Função da viga de substituição. c) O mitodo de Cremona. sendo dado por gh. a fm de melhor exercitar o leitor. teremos o cremona da Fig. que converge para o nó.13 . Escala do Crernona Fig. IV-70 Fig. b) O esforço normal nulo na barra GD poderia ser obtido a priori por simples análise da condição C Y = O de equilíbrio do nó D. N. IV-68. IV-70. a) Poderíamos ter traçado o cremona para meia treliça apenas.xsnido das treliças isostáticas O mesmo esforço podena ser obtido pela análise do nó B . traçá-lo completo. Preferimos.12 . IV-72 e a notação adotada a da Fig. IV-69.para os casos de carregamento vertical. IV-75. para as quais este mbtodo permite uma soluç~o muito rápida e elegante. na Fig. . N-71. em toneladas. pois sabemos que os esforços normais será0 simétricos. 6 o universalmente adotado na resolução das treliças. N.Resolver a treliça da Fig. IV-72. F g IV-71 i. que fornece.3 . teremos o cremona da Fig. 4. sendo (6 evidente) de compressão. devido à sua enorme simplicidade. Os esforços obtidos encontram-se indicados. Ex.Resolver a treliça da Fig. os esforços normais assinalados na Fig. b) Os módulos idos esforços normais são lidos em escala no cremona. IV-68 Adotando-se a notação indicada na Fig. Sendo as reaçbes de apoio as indicadas na Fig. ? superado pelo de Ritter apenas ! para treliças de altura constante. IV-73. em toneladas. iniciado pelo nó A .

no entanto. M. Fig. IV-76 pelo mbtodo de cremona. E. preferimos. H. EL.228 Curm de análise estrutural I Estudo das treliças isostáticas 229 Na treliça deste exemplo. IV-74 - I Pela análise sucessiva do equilibrio dos n6s D. IV-75 Ex. calculá-las previamente. Escala:lcm lt Fig. eliminando previamente as barras que têm esforço normal nulo.Resolver a treliça da Fig. . a fun de ficarmos em condições de fazer as verificações de equilibrio no cremona traçado. poderíamos ter obtido as reações de apoio pelo cremona. N. verificamos que são nulos os esforços normais nas barras DK. I. F. L. K. KE. IV.14 .

obtemos os esforços normais nas barras da treliça indicados. e estritamente. pois o número de nós 6 igual a 15. a aglutinação de duas treliças simples por um sistema de ligação isostático. (Fazendo o teste da isostaticidade. IN. numa treliça. agora. IV-79 Fig. - . então. Trata-se. ligação esta. IV-77 e o cremona o da Fig. pois trata-se de um recurso (ewnômico) adotado para limitar o comprimento de flambagem de barras comprimidas.TRELIÇAS COMPOSTAS 231 EA. NH.~oiiliamos. em toneladas. eliminando as barras com esforço normal nulo (no caso.230 Curso de analise estrutural tudo diw treliças isost6ticas 5 . entáo. IV-79 e IV-80. Na Fig. t'emos r + b = 3 + 77 = 30 2 n. a quantidade de barras foi reduzida de 25 para 7) antes do traçado d o cremona. à qual chamaremos também treliça composta. ao invés de isostáticas. obtendo treliças compostas hiperestáticas. É claro que poderíamos ligar as treliças simples por maior número de barras do aue o indicado nos exemulos das Fies. temos a ligação das mesmas duas treliças simples hachuradas Por uma róiula (C) e por uma barra não concorrente com a rótula. Já vimos. elas dividiram por 3 este comprimento de flambagem. - Observaçüo. ~. ligaçáo esta tambem indeformável e isostática (pois restringe. 1V-79. de uma treliça isostática. ]V-80. 0s três graus de liberdade de uma treliça simples em relação à outra). conforme iiidicam as Figs. pois. [V-77. (Fazendo o teste da isostaticidade. qual é a lei de formação interna de uma treliça simples. os três graus de liberdade que cada uma das treliças simples teria em relação à outra).à qual chamaremos treliça composta. HM e GM. IV-77 Sendo as reapes de apoio as indicadas na Fig. iniciado pelo nó J. uma certa quantidade de barras com ? esforço normal nulo. na Fig. que é uma treliça isostática. Fig. No caso. IV-78. obtida pela ligação de duas treliqas simples por m a rótula e por uma barra não concorrente com esta rótula. podendo a treliça ser representada sob a forma mais simples da Fig. i10 item 1 deste capítulo. Observações : a) Notar a conveniência de se fazer uma análise pr6via da treliça. que seria d m m para as barras AC e BJ. Trata-se.) a. temos a ligapo de dois sistemas indeformáveis isostáticos (as duas treliças simples hachuradas) por trés barras não paralelas nem coiicorrentes no mesmo ponto (barras @ e @). indeformável e isostática (pois restringe. Fig.) 0. 1V-80 Escala de cremona: lcm- 4t Na Fig. b) k comum existir. Aconseihamos ao leitor fazer sempre esta análise prévia. pois o numero de nós é igual a 16. pois. IV-77. temos: r + h = 3 + 29 = 32 = 211. de uma treliça isostática. AF. e estritamente. Estaríamos. 'obtida pela ligaçào de duas treliças simples por três barras náo paralelas nem concorrentes no mesmo ponto. 1V-79 e IV-80.

@ e @ da ligação e. IV-82 e IV-83. então. e as duas treliças simples da Fig. lV-81. isoladamente. IV-84. IV-85.2.232 Curso d e an8lise estrutural I Emido das treliças isost8ticar 233 Definiremos. Damos a seguir.2 Fig. treliças compostas isostáticas como sendo aquelas obtidas pela Iigação detreliças simples por: a) três barras não paralelas nem coiicorrentcs no mesmo ponto. 0. a partir das quais podemos resolver. acharemos.//C. IV-85. IV-84. I " C b) Fig. Os exemplos seguintes esclarecem.1 IV-84. IV-84. Estudando o equilíbrio de uma das partes: em que a treliça ficou dividida.2. na Fig. 0. diversos exemplos de treliças compostas. IV-85. N . IV-82 Fig. os esforços normais nas barras a partir daí.1 na rótula C e na barra DE. . s u a resolução recair8 na das treligas simples independentes indicadas na Fig.2 - Método de resolução 0. IV-85 Kompendo-se a treliça da Fig. ficamos com o esquema indicado na Fig. o que permitirá isolá-las uma da outra para fins de cákulo estático. a partir dela. IV-84 Em muitos casos. . obtidas pela ligação de treliças simples pelas três barras e @ indicadas: 5. conforme indicam as Ftgs. IV-8 I Fig. podem ser imaginadas duas diferentes leis de formação para a mesma treliça composta (ou por ligação das treliças simples por três barras ou por ligaçao através de um nó C e de uma barra sendo indiferente.2. Dando-se a seção de Ritter S-S na treliça da Fig. obtemos os valores das forças de ligação Vc. a 0. para a sua resolução. mediante o cálculo prévio dos esforços nos elementos de interligação das treliças simples. A resoluçào das treliças compostas pode ser feita recair na das treliças simples que a constituem.1. b) um nó e uma barra não concorrente com este nó. imaginar uma ou outra (o trabalho de resolução será equivalente). 0).

Notar que. as seções de Ritter atravessam. iiiadvertjdamente. entretanto. ligação é feita a partir da análise do equilíbrio das forçts indicadas nas 5s.1 Fig. tendo que interrompê-lo então.1 para as treliças compostas. 0. conforme indicam as Figs.2 e N-90. cujas seções de Ritter estão indicadas nas Figs. nno se constituindo em incógnitas adicionais a determinar partir da seçáo de Ritter dada.234 Curm de análise estrutural Emdo dar treliças ismt4ticar 235 a) Supondo que. pelo método de Cremona (nada unpedindo.2 a N-88.1 e N-90. tivéssemos iniciado diretamente a resolução de uma treliça composta pelo método de Cremona. b) Pelo método de resolução exposto. após. geralmente.as (sendo nelas obtidos os esforços normais N i e N2 atuantes). com nós com três incógnitas a determinar.1 que resultaram da substituição das ba rias superiores por treliças secundárias.2. corrigidos apenas os valores encontrados para as barras de substituiçáo das treliças secundárias. também outras barras da treliça. notar a importância da análise prévia da lei de formação da treliça composta. cada uma das treliças simples componentes é resolvida. pois esbanariamos. IV-89. como se as barras superiores fossem rel.3 e N-903. IV-86 a IV-88. sendo. formas curiosas. d) Embora não seguindo especificamente a lei de formação definida em 5. segundo os esquemas das Figs. A obtenção dos esforços N.2. N-89. seus esforços normais se toequilibram. especialmente indicado apenas se a treliça for de altura constante). classificaremos também como tal as treliças inciicadas nas Figs. Feita a decomposição. N1 e N .2 . a fim de ser possível a decomposição da treliça composta nas treliças simples que a constituem. mas. além das rras @ e @ de l i g a w . o emprego do método de Ritter. IV-86 IV-86. IV-86. em todos estes casos. c) As seções de Ritter necessárias à obtenção dos esforços normais nas barras de ligação em treliças compostas podem assumir.. pois é esta análise que nos indicará quais as Forças de ligação a determinar. N-89. IV-81. N-86. conforme é o caso das treliças da Fig. não conseguiríamos chegar ao fim do cremoiia. logo a seguir. Elas serão resolvidas nomiahente. mo estas outras barras são atravessadas 2 vezes. em alguns casos.

Por E Y = O N.Obter os esforços normais atuantes na treliça da Fig. a treliça da Fig. IV-94.9 3 Fig. que serao classificadas como treliças compostas e resolvidas a partir da viga Gerber de substituiçáo segundo os prmcípios estudados no t6pico 3. em toneladas.de vigas Gerber treliçadas. IV-91 5. obtemos os esforços normais atuantes. IV-912. N. pois.) Para obtenção dos esforços normais atuantes nas barras da treliça. a seçso de Ritter 3-S da Fig. CJ e HI. Sendo a treliça composta formada pela associação.236 Cuno de análise estrutural Estudo das treliças isostátim e) Podemos ter também a ocorrência. pois ela é simétrica e o carregamento atuante também o é.3 . de compressáo. IV-93 nos fornecerá os esforços normais nestas barras de Iigaçáo. A partir do cremona da Fig. Fig. sendo o esforço. 12 % 9' - Fig. que valem.3 deste capítulo.1 será resolvida normalmente. bastará resolver a sua metade. IV-92. IV-91.15 . das treliças sunples ACDI e EFBJ. indicados na Fig. = N . Por exemplo.Aplicações Ex. IV-95. . P o r z M ~ = o : 1 0 X I O . a partir da viga Gerber de substitu~çáoda Fig. N . N I = + 2 0 t ( 0 sinal positivo confirma o sentido arbitrado.~ N l = O r. através das barras DE.

como em C existe uma carga concentrada aplicadai podemos dividi-la em dois quinhões arbitrários.2 x 3 . Fig.4 N l = Por 2 X = O : HC = 3t.Obter os esforços normais atuantes na treliça da Fig. N.. IV-% Sendo a treliça formada pela associação de duas treliças simples atraves da . -20 -20 -20 Por 2 Y = O : VC = O (Notar que. um para cada uma das treliças simples. pois a treliça e o carregamento nela atuante são simétricos.) PorZMc= 0 . 0 . Vc e H c de ligação. N-96. que valem: 0. : N l = 3t. IV-95 .238 Curso de análise estrutural )10t Estudo das treliças isostáticas 239 Ex. a partir do esquema da Fig. Fig. bastará resolver a sua metade.tula C e da barra calculamos. IV-97.16 . servindo o v$or de Vc para corrigir estes quinhks arbitrados. 3 X 6 . as forças Ni. Para obtenção dos esforços normais atuantes nas barras da treliça.

portanto. 1V-100. IV-98. Por outro lado. conforme indica a Fig. IV-101. porque a relação r + b = ui é condição apenas necessária. Se. . 6.2 . ela seria um: treliça simples.1.TRELIÇAS COMPLEXAS Seja a treliça da Fig. que desenvolveremos a seguir. que classificaremos como treliça com plexa.N i 0 -0 A classificação de uma treliça como complexa 6. mas não suficiente para garantir a isostaticidade. O reconhecimento de uma f ~ r m acritica será imediato.Mktodo geral de resolnção das treliças complexas (Método de Henneberg) Seja a treliça complexa da Fig. IV-99. a partir do método de Henneberg. Não podemos afirmar de imediato que ela seja isostática. tivéssemos as barras CF e DH.2.240 Curso de analisa pmitursl Estudo das treliças isonáticas 241 A partir do cremona da Fig. que é o método geral de resolução das treliças complexas. em toneladas. Trata-se de uma treliça que tem r + b = = 3 + 11 = 14 e 2n = 2 X 7 = 14 satisfazendo. não identificamos nela as leis de formação de treliça simples ou composta. caso em que será chamada de forma crítica. cuja resolução sabemos fazer. 6 .que não é simples nem composta. feita porexclusáo. P'ig. ao inv6s das barras AH e FB.então. Trata-se. ~~ . IV-101. a condição r + b = 2n (condição necessária de isostaticidade). obtemos 0s esforços normais atuantes indicados na Fig. pois. de uma treliça provavelmente isostática. podendo a forma da treliça ser instável.

IV-102. e Xz nos nós... a partir do esquema da Fig. Para obter estes valores de X1 e XZ.. que formulou o problema de resoluçáo da treliça complexa dada na Fig.1 como sendo o problema da obtenção dos valores das forças Xl a aplicar nos nós A e H. (que agem estaticamente como se fossem os esforços normais atuantes nas barras AH e BF) forem tais que os esforços normais nas barras CF e DH (que criamos no lugar das barras AH e BF) sejam nulos na treliça de substituição. IV-101.. de tal modo a obter uma treliça simples de substituição. 30) caiculemos os valores das forças X. Obtemos. é mais ficil proceder-se por superposição de efeitos. por: N = No + N. 20) obtemos os esforços normais na treliça simples de substituiçáo devidos a) ao carregamento externo aplicado (No) b) a pares de cargas unitárias.. isto indicará que a treliça complexa é uma forma crítica (instável). Obsemções: a) Quando forem estudadas as estaturas hiperestáticas (no Vol. com sentidos opostos e direção AH. podemos enunciar o seguinte roteiro para resolução de treliças complexas pelo método de Henneberg: I?) rompemos barras (o menor número possivel) na treliça complexa dada.Emido dar treliçar isoatátieas 243 Esta foi exatamente a idéii de Henneberg. = O r" [Esforço normal final 6 nulo na barra @ de substituição) 40) os esforços normais corretos atuantes na treliça complexa são dados.. sucessivamente. reproduzirá fielmente o da treliça complexa dada na Fig. + N. e Nz atuantes nas barras da treliça de substituiçãg.1. IV-102. de sentidos opostos. + . conforme indica a Fig. de fato. IV-102. IV101.. X.. substituindeas por igual número de barras. N..1. ao carregament3 externo aplicado. Ni... sendo os esforços nas demais barras dados. a partir de um sistema de equações da forma: (Esforço normal final é nulo na barra @ de substituiçáo) É fácil ver que. + NiX. Se o determinante for nulo. se as forças Xl e X. a Xi = 1 e a Xz = 1 (Figs. N..N~).. a treliça complexa será. + . na treliça de substituição. I1 deste CUBO). 1 Sendo A o determinante das incógnitas do sistema anterior. IV-102.3 e IV102. x. o esquema pstático da Fig.1. com sentidos opostos e direçáo B F e tais que os esforços normais nas barras CF e DH (que não existem na treliça dada) sejam nulos.4).t O @xi + . colocadas nos nós extremos e na direção de cada uma das barras rompidas na treliça complexa dada (NI. : I I I (Esforço normal final é nulo na barra @ de substituição) .2. N-102. . t dFxZ O (esforço final em CF é nulo) = N ~ H x ~NfHxZ = O (esforço final em DH d nulo) L@+ A.NZ. 0s esforços definidos na 2a fase do método. N-102. Ni. nas barras cnadas no lugar das rompidas. l N ~ ~ + + .. respectivamente. por N = No + NIXi + NzXZ.B e F. tais que façam com que os esforços normais.o leitor notará a grande semelhança de concep+%o existente entre o . isostática se ele for diferente de zero. devidos. em cada barra... os esf0rços normais No. .. resolvendo-a então. sendo No. Como os esforços normais finais devem ser nulos nas banas CF e DH. Generalizando.@x. ter: + N. conforme indica o esquema da Fig. A resolução deste sistema de equaçaes nos fornece os valores de X1 e Xz desejados (que representam os esforços normais verdadeiros atuantes nas barras AH e BF). + NnXn. sejam nulos.

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Curso de análise estrutural

Estudo das treliças iroabticsr

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método geral de resolução das estmturas hiperestáticas (método das forças) e o método geral de resoluqão das treliças complexas (método de Henneberg). A única diferença é que, no caso do método das forças, as equações são de compatibilidade elistica e, no método de Henneberg, de compatibilidade estática. b) A resolução das treliças complexas é, evidentemente, muito mais trabalhosa que a das demais treliças isostáticas, daí o seu nome.

c) A condição de forma crítica (treliça instável) para uma treliça complexa é que o determinante das incbgnitas X do sistema de equações seja nulo.
d) Na grande maioria dos casos comuns de treliças complexas, basta se fazer a substituição de uma de suas barras para transformá-la numa treliça simples. Servem como exemplos as treliças complexas das Figs. IV-103.1 a N-107.1, cujas treliças simples de substituição estão indicadas nas Figs. IV103.2 a IV-107.2. (As barras de substituição, para melhor identificação, estão indicadas em tracelado.)

e) Em alguns casos de simetria da treliça complexa e do carregamento atuante, podemos resolvê-la sem ter que empregar o método de Henneberg, conforme ilustra o caso da treliça simétrica da Fig. IV-108 submetida ao carregamento indicado. (Esta treliça duma treliça ciássica, denominada treliça Wichert, muito usada em pontes.)

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Curso de análise estrutural

I

Estudo das treliças isostáticas

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Devido à simetria existente, podemos afirmar que as reações em A e B são iguais, sendo as reaçóes de apoio, entáo, as indicadas na Fig 1V-108. A partir da seçáo de Ritter S-$, temos, conforme indica a Fig. IV-109, Por CME = O : Vl(li + I,) - v2a t PI2 = O 2 cos <r

Adotando-se a mesma numeração adotada na exposição teórica, temos: I?) Treliça de substituição Substituindo-se na treliça dada, a barra A F pela barra EC, obtemos a treliça de substituiçáo indicada na Fig. IV-I 11.

(O valor do esforço normal na bana FD foi obtido pela análise do equilibrio do nó D.)
A condição de equilíbrio C Y = 0-das forças da Fig. IV-108, nos permite escrever: 2Vi

+

v,-2P=

o

O

\

Fig. IV-109 20) Esforços normais na treliça de substituiçáo a) Para o carregamento externo ( N o ) Estando as barras com esforço nulo indicadas em pontilhado, temos, a partir do cremona da Fig. IV-112.2, os esforços normais, indicados em toneladas na Fig. IV-112.1.

As equações e @ formam um sistema qde, resolvido, nos fornece os valores das reaçks de apoio, a partir dos quais podemos traçar o cremona para a treliça, desta forma, resolvendo-a.

6.3 - Aplicações

Ex. IV.17 - Resolver a treliça complexa da Fig. 1V-110.

I
TV-II2.l

I

Escala do cremona : lcm-lt
IV-112.2

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Curso de análise emutural

Estudo das treliças isústáticas

249

b) Para XI= I 1 (NI) Temos, a partir do cremona da Fig. IV-113.2, Os ~?sforçosnormais, indicados em toneladas na Fig. [V-1 13.1.

Resumindo, temos:

Fig. [V-11. 31

30) Cálculo de X, Impondo a condição de ser nulo o esforço normal na barra CE, temos:

yOE+~1xI : = O .
40) Esforços finais

-0,9-0,6X1 = O

Xi = - 1 , s

Os esforços finais nas barras valerão, então: V = No - 1,5N,

Escala do cremona : lcm
Fig IV-113

L

0.4~

Observação: No traçado do cremona, supusemos a existência de uma rótula no cruzamento das barras CG e RE, a fim de não haver ambiguidade na notação de Bow. (Isto não altera a estaticidade da treliça, pois equivale à introdução de um novo nó e de duaz novas barras.)

2 e IV-119. no caso. IV-118. IV-I15 F g N-117 i. IV-118 (Notar que uma das forças pode ter direção inteiramente arbitrária. IV-115 é uma forma crítica. IV-117. obtida pela substituição da barra EF pela barra FI. fazendo X. IV-118. Bastará mostrar que o determinante das incógnitas no método de Henneberg é nulo. 1 7 1 .3. carregamento este mdicado em separado na Fig. na Fig. e F2. . Seja a treliça da Fig. Sendo este valor.1 e que pode ser encarado como a superposição dos carregamentos das Figs.) F g IV-116 i. temos.Mostrar que a treliça complexa da Fig. em toneladas. IV-116. N. A partir da Fig.Método de resoluçáo . IV-119. podemos dizer imediatamente que a resoluçãõ da treliça dada é a soma dos dois casos indicados nas Figs..TRELIÇAS COM CARGAS FORA DOS NÓS Ex. sendo a da outra determinada de tal forma que as suas direções se interceptem com a da resultante das cargas atuantes sobre a barra num mesmo ponto.em que as forças F.concluímos que a treliça dada é uma forma crítica.18 .=l : NP=O A barra FG tem carregamento diretamente nela aplicado.2. Fig. o determinante da incógnita (Única) X. sendo então instável. Sendo a treliça de substituição a da Fig.3. IV-118. 1V-114.na Fig. Fig. submetida ao carregamento indicado. são duas forças tais que equilibrem o carregamento atuante na barra.2 e IV-118.250 Cuno de andlise emumia1 ~ ~ dasdtreliças ismtáticas o 251 Seu cálculo está feito na tabela ar~tenore os resultados indicados. IV-118. I 7 .

3) os esforços normais finais. atuantes nas barras primitivamente descarredas. IV-119 (o primeiro fornecendo um esforço normal N. IV-119 4) as barras primitivamente carregadas ficarão submetidas a diagramas ~licitaiites. 7. então. tendo. IV-121 As reaçáes de apoio valem: Partido das conclusões deste exemplo. pois trata-se de uma treliça com cargas nos nós. . o esquema de cargas indicado na Fig.2. problema este mja solução já foi estudada no itzm anterior. Em resumo. IVA 121. aplicadas em suas extremidades e iguais aos esforços normais obtidos em 2 para estas banas. . é muito mais cõmodo se utilizarem as forças substitutas (a que se refere o iteni 1 do roteiro de resolução indicado). aplicadas com sentido inverso. acrescido das duas forças mencionadas em 1. V = 2 t. IV. Observação: Quando todas as forças aplicadas na treliça sáo paralelas. apenas esta última. e o segundo dado pela Fig.2 não apresenta dificuldades. Temos duas barras com carregamento diretamente aplicado sobre elas (DE e DC). para ele. IV118.252 Cursa de analise estrutural . ' Ex.Aplicações A resolução do caso da Fig.3.2). Fig. estando seus sentidos indicados na Fig. .19 - Traçar os diagramas solicitantes para a treliça da Fig IV-121.2. . a barra carregada FC deverá ser estudada para a superposição dos dois casos da Fig. IV-120. paralelas à direção do carregamento atuante. são os obtidos em 2. 2) resolvemos a treliça para o carregamento assim obtido. : VB = 1 6 t Por 2 Y = O . pois. . 5 X S .. segundo o esquema da Fig. mais simples ainda é o caso da Fig. os esforços normais (definitivos) em todas as barras descarregadas serão os obtidos pela resoluçáo da treliça para o carregamento indicado na Fig.2 . podemos estabelecer o seguinte roteiro para a resoluç20 de treliças com cargas fora dos nós: 1) substituímos as cargas atuantes diretamente nas barras por duas forças agindo nos 116s que limitam estas b m . ~ V B l=X 3 + 1 X 7 + 6 X 4 + 4 X 1 . não existirão reaçáes de apoio nein esforços normais nas outras barras da treliça que não FG trabalhando. IV-119. forças estas que devem ter a mesma P O r C M A = O . e de duas forças axiais opostas. IV-119. IV-118. a partir do qual podemos traçar seus diagramas solicitantes. Fig. como o carregamento aplicado é auto-equilibrado.obtidos destacando-as da treliça e aplicando-lhes o carregamento sobre elas existente. IV-119.tudo das treliças isastáticas 253 sultante que a das cargas agindo sobre as barras (as cargas já atuantes nos nos são evidentemente mantidas).

FE) estão indicadas nas Figs. Os diagramas solicitantes finais são. EC e AC (barras primitivamente descarregadas). os indicados na Fig. em toneladas. Para as barras AE. obtemos o esquema da Fig. 1V-122 . IV-122 e IV-123 com os esforços normais obtidos na Fig. então. na própria figura. IV-122 e IV-123.as barras DE e DC (primitivamente carregadas) ficarão submetidas a diagramas solicitantes determinados a partir dos esquemas de forças indicados nas Figs. aplicando-as na treliça em sentido inverso (aliadas as forças já existentes nos nós). estes esforços normaisjá serão finais. Fii. FD. IV-124).254 Cursa de analise emutaiml Estudo das treliças isostáticas 255 As forças de substituição (Fc. IV-125 e IV-126 (representando a superposição dos esquemas das Figs. iV-123 Fig. IV-127. IV-124. cujos esforços normais estão indicados.

. IV-131. o diagrama de esforços normais é dado diretarnente. então. IV-123 (esquema de viga biapoiada). Resolvendo a treliça da Fig. N-128 +-3m+a4~1-3m++2~~ Conforme a obseivação d contida no tópico 5. a partir do esquema da Fig. * t Fig.2 deste capítulo.6. conduzindo ao esquema de resolução para a treliça dado na Fig.258 Cuno de snhlise estrutural ~ ~ t das d o ~ ireiiças isostáticas m Obseiw@o: Notar que.08 t e NO = = N~ = O. IV-131 A partir do esquema da Fig. a treliça dada resulta da substituição das banas EF.20 . N-131. f-132. IV-129 pelas treliças secundárias indicadas na Fig.Obter os esforços normais atuantes nas barras @ a @ da ) treliça da Fig. forças de substituição de 1 t atuantes nos seus extremos. IV-130 t v. FC e C H da treliça da Fig. Ex. N-129. Fig. são: Qii N-129 ''h = Nk) = . 1V-130. conforme indica a Fig. . IV-132. obtidos do cremona da Fig.FC e GH. IV-124 e os diagramas de esforços cortantes e de momentos íietores são obtidos a partir do esquema da Fig. temos. IV-128.1 e seus valores. devido às cargas de 2 t atuantes no meio das barras EF. para a barra CD (barra com carregamento perpendicular a ela). N.2. IV-128. obtidos partindo do $quema da Fig. obtemos na barra FG o esforço nonnal Os esforços normais nas barras @ a @ são. Fig.

- . de três a três novas barras. B. Ilares). Fig. 12 incógnitas (esforços normais nas 6 barras do tetraedro e 6 reações de apoio) e 12 equações de equilíbrio (nSs A . desde que seus eixos não possam ser interceptados. o número de para determinação dessas incógnitas é também 3 X 4 = 12. a treliça da Fig. IV-135 e IV-136 representam. % quais chamaremos t reliças simples. constituída internamente por um tetraedro ABCD e sendo apoiada externamente sobre seis barras-apoios do 1 0 gênero. r a ~:~ ~ i iuas_ duas configurações fundamentais de treliças isostáticas uu no espaço. de uma treliça isostática e indeformável. Sendo 4 o número de nós. O número de incógnitas do problema é igual a (3 X 3 reações de apoio + 3 esforços flor- i ..coplanares. a f armação das treliças simples indicadas nas Figs. todos. todos eles. cujas barras AD. obtidas pela adição. pois. agora. Os exemplos das Figs. Seja. ~ das d treligas isostáticas o 259 num número total de 12. tratando%. no caso. apoios externos esses que são isostáticos (possuímos as seis equações universais da Estática no espaço para determinar estas 6 reaçaes de apoio). de uma estmtura no espaço. então. a seguinte. a análise do equilibno de cada nó será regida pelas três equações 2 X = 0. dadas pelas Figs.. lV-134 b) A pai'tir destes dois exemplos. D ) sendo ela então isostática. ' L I_ -*. por uma mesma reta ou desde que não sejam.-. Temos.as). A partir deste exemplo. cada tr2s delas concorrentes num novo nó (e não sendo todas as três copla-.3 e . IV-134. podemos estabelecer a lei de fo~mação Ias treliças simples naI espaço que é. C. IV-135. BD e CD não são. N-133. 2 Y = O e Z Z = 0. a três outros pontos fxos. dizer também que um ponto fica fixo no espaço se estiver ligado.r ""-& i I ' Em se tratando. pois. paralelos entre si. então. ten:mos foirmadas novg treliças isostáticas. Escala d o cremona :lcrn-lt Vi. obtivemos novas treliças. N-132 8 .INTRODUÇ~OAO ESTUW DAS TRELIÇAS ESPACIAIS a) Seja a treliça da Fig. IV-133 e IV-134. passo a 1>asso.. a partir da treliça já existente.258 Cuno de análise estrutural ~ . que regem o equilíbrio de um ponto material no espaço. todas as três. através de três barras não-coplaoares todas as três.

apoiado sobre os seis apoios do 19 gênero indicados. Seu método geral de resolução é ainda o método de substituição de barras de Henneberg. @ a @ . no caso de treliça espacial. IV-137 esclarece esta lei de formação. ficando então constituído um todo internamente rígido. b+r>3n. ou graficamente (utilizando-se a Geometria Descritiva). isostática ou hiperestática são. unidas pelas barras . as treliças isostáticas no espaço podem ser classificadas. Conhecidos os esforços normais nas barras de ligação. Por motivos inteiramente análogos aos apontados para as treliças planas no item 2 deste capitulo. b o seu número de barras e r o número de reações de apoio a determinar. IV-136. nem paralelas. não representamos os seis apoios do 19 gênero para não carregar a figura. por exclusáo. Os esforços normais. recai o estudo de treliça composta no das duas treliças simples que a constituem. Como exemplo de treliça No caso. Observação: Para o exemplo da Fig. apenas a condição b + r < 3n é necessária e suficiente para que a treliça seja hipostática. entre s i O exemplo da Fig. todas elas. c) Sendo n o número de nós da treliça. como no caso das treliças planas. temos as duas treliças simples tracejadas. obedecen'0 ao roteiro indicado no item 5 deste capitulo. b+r=3n. as condições necessárias para que esta treliça seja hipostática. é dada através de seis barras. como sendo as treliças isostáticas que não são simples nem compostas. ZY = O e XZ = O em relação a 3 eixos triortogonais). f)As treliças complexas são classificadas. Observação: A lei de formação das treliças simples já foi estudada no tópico a deste item. compostas e complexas. não concorrentes todas elas no mesmo eixo. respectivamente. que deve ser iniciada evidentemente pelos nós em que só tenhamos três esforços normais a determinar. cortando as barras de ligação por uma seção de Ritter e obtendo seus esforços normais a partir da análise do equilíbrio de um dos trechos em que a treliça ficou dividida por esta seçáo. em simples. respectivamente: b+r<3n. agimos como no caso das treliças planas. prosseguindo-se desta maneira até o fim. Estes esforços normais podem ser determinados analiticamente (escrevendo-se as equações 2 X = 0. as condiçóes b + r = 3n e b + r > 3 n são apenas necessárias para que a treliça seja.260 Curso de analise estrutural Estudo das treliças isostáticas 261 d) Analogamente também ao caso das treliças planas. quanto à sua lei de formação. que dão rigidez externa ao conjunto. da associação de treliças simples por uma interligação isostática que. e) As treliças compostas resultarão. numa treliça simples no espaço. serão determinados pela analise sucessiva do equilibrio de cada um de seus nós. isostática ou hiperestática. Para resolver esta treliça composta.

IV-138. as treliças da Fig. a) Em muitos casos (que náo trataremos nesta Intmdução ao estudo dar treliças no espaço).H. quanto a lei de formação. IV-139. 9 . IV-139 la$sificar. verificação esta feita a partir da condição do determinante das incógnitas do método de Henneberg ser diferente de zero. b) Recomendamos ao leitor que desejar se aprofundar um pouco mais no estudo das treliças espaciais a leitura do capítulo correspondente no livro Theov of Smctures de S. .PROBLEMAS PROPOSTOS ' 9.139.6 Fig. cuja análise deverá ser feita a partir da treliça simples de substiniição da Fig.2.139.2 N .3 N-139.262 Curso de analisa emutural ~ ~ m d o treliças irortáticas das 263 complexa. em função do carregamento atuante.1 . o estudo da treliça espacial pode ser muito simpluicado a partir de considerações de simetria ou a partir da divisão da treliça espacial dada. apresentamos a treliça auto-equilibrada da Fig.1 IV-139. Timoshenko e D. em treliças planas que a constituam. I TV-139. .Classificar.5 IV-139. Young. as treliças isostáticas da Fig.4 TV . N-138. onde indicamos a barra de substituição em tracejado. quanto estaticidade.1. No caso das treliças complexas deverá ser feita sempre a verificação de que ela não se trata de uma forma critica.

IV-145 9. para a treliça da Fig.Idem.Faltani seis diagonais. 178.6 .8 . . 1V-144 Pig. IV-141.7 . 9. IV-141 9. IV-145. Pede-se: a) dispor estas diagonais de modo que trabalhem h traGZo para o carreganietito iiidicado: b) calcular os esforços' normais em todas as barras para o carregamento indicado. [V-146. Pig.4 .5 . uma para cada painel retangular.Obter os esforços normais atuantes na treliça da Fig. 9.Determinar os esforços normais atuantes na treliça da Fig.264 Curso de análise esirutural ~snido dar treliças iratáticas 9. t &-a-----&a-a&a4 P i i 1V-142 9.Idem para a treliça da Fig.Idem para a treliça da Fig.para a treliça da Fig. IV-142. íV-143. N-143 .3 .

1 1 .Idem para a treliça da Fig. IV.148.14 -. IV-147.Idem para a treliça da Fig.) --- -Fig. BC. EF e FG constituem um semi-octógono regular. (Sugere-se verificar previamente que barras têm esforço normal nulo. IV-152. IV-151. 9. -a+a+a+a+a+a+ Fig. a j a s barras AB. IV-150 9. C a u E .Idem para a treliça da Fig.266 CUM de analise estrutural ~stpdo das treliças isostáticas 267 9. 9.10 .Idem para a treliça'da Fig. W-152 . IV-150.12 . 9.9 .13 .Idem para a treliça da Fig. 9.Idem para a treliça da Fig. IV-149.

Idem para o reticulado da Fig.Demonstrar que as treliças complexas da Fig. Fig.16 - Idem para a treliça da Fig. IV-154. +++++ 9. .20 .18 . 1V-153 9. i' 9.17 .. Sugerw levar em conta a simetria existente.Idem para a treliça da Fig..s. IV-156. 9. +-h-a+a+-k 9.15 . IV-155 sáo formas criticas. + . TV-157.Obter os diagramas solicitantes para o reticulado da Fig. TV-158.Deteminar os esforços normais atuantes nas barras da treliça da Fig.19 . N-153.Emido das treliças ioortdticas 269 9.

e) complexa.a) 2 vezes hiperestática. .a) simples.2 . c) hipostática.SOLUÇÃO DOS PROBLEMASPROPOSTOS3 9.270 Cursa de andlise estrutural Estudo das treliças isortaticas 271 10 .1 9. d) isostitica.3 AS barras de treliça desenhadas em pontilhado nas respostas têm esfoqo normal nulo(náo trabalham) para o carregamento indicado. O composia 9. c) complexa. b) isostática. b) simples. f) 3 vezes hiperestitica . d) simples. e) isostática.

272 Curso de analise estrutural E m d o das treliças isonáticas 273 .

20 . V-1 . z 6 regido pelas seis equaçoes universais da Estática . o caso particular de um sistema de forças no espap.As 8 barras inclinadas têm N = 7 4 situadas no plano horie as P mntal têm N = +-. . Seja. agora. isto é ZZ = O. r Z Y = O . A . conforme indica a Fig. submetida aos diagramas suplementares indicados à parte.19 . XZ=O. elas nao terãõ componentes nas direçóes dos eixos Ox e 'Oy nem P i i v-1 fornecerão momentos em relaçgo ao eixo Oz. Ja sabemos que um sistema de forças no espap. ZY = O e Z M z =O se transformam em meras identidades.. todas elas paralelas entre si. - . referidas a um sistema y. co>o DAS GRELHAS ISO~ATICAS d.18 Além dos esforços normais da figura seguinte.cando as três primeiras que a resultante das forças 6 nula e as trés mas que seu momento resultante também 6 nulo. verificamos que as equaç6es da Estátii Z X = O. ZMx=O. a barra horizontal supedor possui os diagramas suplementares indicados à parte: - CAPITULO V STUDO DAS ESTRUTURAS ~OSTÁTICAS NO E S P A ~ 9. ZMz=O. . à exceção da bana AB (com a carga de 4t). pois.O reticuladotrabalha exclusivamente ao esforço normal. Sendo todas as forças paralelas ao eixo O.. se todas as forças sao paralelas ao eixo 02.274 Curto de anáiire anutural 9. ZMy=O. -P& 9.. Permanecerao d i d a s como equaçóes apeias as tr4Is restantes. por lhe serem paralelas. EMx = O e EMy = 0.

Definiremos como uma grelha a uma estrutura plana submetida a carregamento perpendicular a seu plano. supondo que o plano da grelha seja o plano xy. a obtençxo dos diagramas solicitantes numa grelha será conforme esclarecerão os exemplos do item seguinte. pois o momento resultante de um sistema de forças paralelas em relação a um ponto qual4'uer se situai num plano perpendicular a() das forçais) indicados na Fig. m ~momento % pode ser decomi posto numa componente T.' umagrelha será então isostática quando tivemos apenas três inc6gnitas a determinar. poderiam ser empregadar também três squaçães de somathio de momentos nulo em relação a très eixos situados no planoV e não concorrentes.produzindo flexão num plano perpendicular da grelha e um momento torçor T. MD e VD no engaste são obtidas. inicialmente ZMretaBC = 0. item 3. um momento fletor M . cujas reações de apoio podem ser determinadas por equaçóes independentes uma da outra. obedetendo-se à sequência a seguir. obtemos VD (já que VB e VC interceptam a reta BC). V-3. pelas equaçóes = O . os 1x89. No segundo caso. Tendo em vista esta definiçso e a introdugo dada no item anterior. Podemos afirmar então que. Isto Posto. V-2. perpendicular ao plano da grelha. Tomando. Os tipos mais comuns de grelhas isostdticas sBo os indicados nas Figs. a condição C M . I deste volume. ela ser4 regida pelas três equaçóes da Estática ZZ = O. passemos à determinação dos esforços )licitantes atuantes numa seçáo genérica S de uma grelha. NO p h e i r o caso. tendo a direção do eixo da barra (que é. podem atuar três esforços simples: y n esforp cortante Q. numa s e g o genérica de uma grelha. por C Z = 0.1.276 Curso de anáiisa emuhiral Podemos afirmar. o momento torço1 atuante na seção) e numa comPonente M2 situada no plano da grelha e Perpendicular ao eixo da barra em questão (que 6 o momento fletor atuante na seção e que produzirá uma flexão da barra no plano perpendicular ao da greha). finalmente.1 e V-2. I. calculamos Vc. . Conhecendo as reaçóes de apoio. = O ~ ~fornece VB e. temos uma grelha triapoiada. I. = O e ZMy = 0. EMY = O e ZZ = O. 'Confome vimos no Cap. [/* ~ i g v-3 . temos uma grelha engastada e livre. CM. sendo duas de momentos nulos em relação a dois eixos situados num plano perpendicular ao das forps e a terceira da soma das projeçôes de todas as forps igual a zero. n . Reduzindo as forças atuantes num dos lados desta seção genérica S ao :u centro de gravidade. cujas reações de apoio T D . então. obtemos a força Q (perpendicular ao plano P da gelha) e o momento % (situado no plano P da grelha.2). confome vimos no Cap. respectivamente. num mesno ponto (ver Cap. segundo um &o que lhe seja paralelo. a seguir.2. que um sistema de f o r p paralelas no espap é regido por três equações da Estitica. ~ nos ficando de posse de todas as reações de apoio.

isto é. o primeiro caso (grelha) nos fornecerá um esforço cortante Q. funcionaráo para carregamentos perpendiculares ao plano P e os apoios A e D. b) Ainda sobre o caso de uma grelha triapoiada.2. não é necessário fazermos cálculo prbvio das reações de apoio. pois não M . c) A resolução de uma estrutura plana submetida a um carregamento o mais geral possível. V-5. C e E. para uma seção S de uma barra paralela i direção y. . pois os diagramas solicitantes podem ser obtidos entrando-se com as forps do lado do balanço. em geral. o segundo caso (estrutura plana propriamente dita) nos forneceri um esforço nomalN.1 . Supondo xy o plano da estrutura. e um momento fletor M. 0 Faremos sempre a análise das grelhas barra por barra'.Aplicações Ex. por exemplo. pertencentes a P seráo solicitados apenas para carregamentos atuantes no próprio plano i? & V-5.278 Observações: Curro de análise estrutural *do das estruturas imstáticas no arpaço 1 ' a) No caso de uma grelha triapoiada. para os diversos tipos estruturais isostáticos. 1. V-5. resolvemos separadamente os dois casos em que este carregamento se decompoe (grelha e estrutura plana propriamente dita) e os diagramas solicitantes de cada um destes dois casos de carregamento são os finais. para se obter diagramas solicitantes numa estrutura plana submetida a um carregamento qualquer. na qual os apoios do 19 genero B. em todos os nós.M. entrando diretamente com as forças atuantes num dos preferimos. pela barra AB. isto é. É o que indica a Fig. se fará da seguinte maneira: decompondo o carregamento oblíquo em componentes perpendiculares ao plano e em componentes pertencentes ao plano. normais ao plano P.. a fim de simplificar sua representação. iniciando. um momento torçor T e um momento fletor M. o estudo das primeiras será o de uma grelha (estrutura plana carregada perpendicularmente a seu plano) e o das últimas será o de uma estrutura plana com carregamento atuante no próprio plano (estudo este já feito. ela será evidentemente hipostática. N e Q sáo finais.calculando-se os esfOr~os simples numa segão. conforme indicam as Figs.2 N . V 4 Como estes últimos apoios náo funcionarão para carregamento perpendicular ao plano (caso que estamos estudando).. nos capítulos anteriores). . Desta forma. ela deve ter. V-2. que garantam sua estabilidade para carregamentos nele atuantes. V-4. para carregamentos perpendiculares ao plano da estrutura).1 e V-5. pelo menos.. um esforço cortante Q. al8m dos três apoios perpendiculares a seu plano (que garantem sua estabilidade como grelha. cujas barras formam. estes apoios nzo devem estar situados sobre uma mesma reta. T. esforças de mesmas naturezas e mesmas direçoes nos casos das Figs.3 .Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig. por exemplo. no caso. se tratando de uma grelha engastada e livre.2.. ângulos de 90" Fig. v-5 g - Estnituia plana Todos estes esforps Q. oblíquo a seu plano. no caso da Fig.2. entretanto. que funcionará como uma viga engastada em B e livre 'A análise pode ser feita para a estmtura em conjunto. isto 6 . nós náo os desenharemos.1 e V-5. porque nela estaremos sempre lidando vigas retas (planas). para as grelhas triapoiadas. cuja analise é muito mais simples e menos passível Com de erros. M. V-6. V. caso isto ocorra. a análise barra s barra.. . mais três apoios no próprio plano. Foi o que fuemos.

como uma viga engastada em C e livre em i?.2.280 C u m de analise emutural da das esiruturas irostáticar no espaço 281 e A . podemos eiiminar a barra BC e restar-nos-á para a viga CD o esquema da Fig. podemos obter imediatamente os diagramas solicitantes para a grelha. adotouie a mesma convenção de sinais que aquela das A partir dos esquemas das Figs. de momentos torçores na barra CD. V-7. Ela funcionará. constante. V-8: estmturas planas (o que sempre se fará).4. entxo. de quelado olhau lemos barras. mbitdno. com que olhamos cabarra) . Pois.3. As barras (conforme o caso) foram olhadasde frente O da dùeita para a esquerda. as i forma. aimTi3 Fig. V-7. V 4 3 Para traçado do diagrama Q. Pela análise do equilibrio desta última barra. 0 sinal do diagrama é f u n g o do sentido.4. segundo o esquema da Fig. são obtidas as reações de apoio da grelha em D. a priori. Finalmente. A seguir. V-7. podemos estudar a barra & BC. indicadas na Fig. constante e negativo. V-7. reduzindo este carregamento BC para o nó C. conforme indica a regra da máo direita) e a carga vertical de 7 t são responsáveis pelos diagramas de momentos fletores e esforços cortantes e a carga de 12 mt nos dá o diagrama. desde que reduzamos o carregamento desta para o nó E. em que a carga momento de 3 mt (tracionando as fibras superiores. I$ importante furarmos. o que está feito na Fig. V-7. dado pela carga momento de 3 mt aplicada em E.4.2 a V-7. o sinal poderá ser um ou outro. eliminando a bana AB da estmtura. que estão representados na Fig.tendo os diagramas de momentos fletores e esforços cortantes dados pelo carregamento vertical e o de momentos torçores. dependendo do lado escolhido.

obtendo. a fm de podermos. com os carregamentos indicados na Fig. As reações de apoio valem: Por Por Por ZM*B~=O ZZ = 0 \ 4VE= l X 4 + 3 X 4 + 4 X 2 Vc = O : . No caso. em que a carga de 2 t B perpendicular ao plano ABC. Caso tal náo suceda.Obter os diagramas solicitantes para a g r e h triapoiada da . Fig. seria evidentemente mais simples entrar-se pelo nó A . CB. V-l l Observações: a) Para estudo da barra AB.3 ilustra esta obse~ação. Fíg. s . Preferimos. os momentos torçor e fletor no nó da barra em estudo.7.2. AB. conforme o oso. a partir da qual obtemos os diagramas solicitantes. a reduqTo dos carregamentos atuantes para os diversos nós já nos forneceu dietamente os momentos fletor e torçor 0 atuantes nestes nós. manter o mesmo sentido adotado n o estudo das demais. Por meio de raciochio inteiramente análogo ao do exemplo anterior. 8m< Fig. o estudo das barras foi feito na ordem DE. verificar a correçáo dos cálculos feitos (inclusive o das reaçóes de apoio).282 Cursa de andlite estrutural Estudo das estruturas ixistáticas no espaço 283 Ex. V-9 cujas banas formam. V ~ = 6 t Vg=2t ZMEta~~=O 2Vs+3X2=4X2+1X2:. O exemplo V. representados na Fig. resultante da redução da carga de 2 t de C Para B. EC. tratando-a como uma viga engastada em B e livre em A .V 2 . entretanto.$e frente ou da direita para a esquerda. Ex. V-12. estudaremos barra a barra isoladamente. V-1 1. ângulos de 90".l e V. Fig. V-13 (notar que o momento m = 8 f i m t . respectivamente.Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig. b) Para os exemplos V.3 . em todos os 116. V-12 m a para estudo de cada barra se encontra na Fig. V. V-I0 4 ~ barras foram olhadas. pois as barras formaram ângulos de 9' nos nós. devemos decompor os momentos resultantes desta redução ao nó nas direções tangencial (axial) e normal ao eixo da barra que se desqa estudar. pela analise de seu equil&rio. FE. no piano da grelha. forma um ângulo de 135' com a barra AB.V-10.

obtemos os diagramas solicitantes. V-13. quais sejam. V-14 As reações de apoio no engaste A estão representadas na Fig. 3.Obter os diagramas de momentos fletores para a grelha da . V-13 A partir do esquema da Fig. ângulos de 90'. E e F. H ) e as quatro forças verticais transmitidas pelas rótulas em C. por por por por por por por por reações verticais de apoio (em A . 2. cada uma delas regida por duas equações de equiliorio (sistema de forças paralelas no plano). V 4 . B. representados na Fig. 1. 'As banas foram oihadas. V-16 (Para (Para (Para (Para (Para (Para (Para (Para a a a a a a a a barra barra barra barra barra barra barra barra 1. CEH e EFG. G. Ex. as quatro Fig. A +h&Sm+fim+ Fii v-1s Fig. Fig. V-15. 4. Iõm. mnforme o caso. 4. Como a grelha pode ser decomposta em quatro vigas independentes BCD. portanto. normal e tangencial à barra AB. a j a s barras formam. temos um total de oito equações de equilibrio. 3. V-16. ZMB = 0) ZAfA = 0) ZMH = 0) ZMG = 0) Z Z = 0) Z Z = 0) Z Z = 0) Z Z = 0) . ADF. 2. isostático e cuja solução se fará a partir do esquema da Fig.284 Curso de an6lisa ernuiural €$tudo dar a t u m irmtáticas no mpaqo 285 e foi então decomposto nas componentes M e T. As barras BCD e ADF estão submetidas a um carregamento vertical de 1 t/m de cima para baixo e as demais estão descarregadas. respectivamente). Fig. em &dos os nós. As incógnitas do problema são em número de oito. através das quais determinaremos as oito incógnitas do problema que é. V-14. V-13. D. de frente ou da direita para a esquerda.

V-16. ao inv6s de termos barras retas. definida pelo ângulo a. Estudaremos. V-19. As grelhas constituídas por barras curvas são denominadas vigasbalcão. V-19. aparecendo então o momento fletor M (situado na normal à sego S) e. o sistema formado pelas quatro primeiras equaçries. ou por pontos em caso contrário.1. V-18 A Os esforços h p l e s atuantes numa s e g o genérica S.2 F g V-19 i. V-18. V-19. do ponto C para o ponto S. O problema esti. toda a teoria continua. o momento fletor M traciona as fibras superiores e o momento torçor é positivo. P Fig. nos exemplos seguintes. Se.2. Ex. lidamos sempre com grelhas constituídas por barras retas. obtido a partir do esquema da Fig.1 V-19. tracionando as fibras superiores ' T ( a ) = P x C S = P R c o~a ) -( s ? (a) = -P . para os osos mais usuais de carregamento. conforme indica a Fig. está representado na Fig. entgo. VE = 4 t e VF = 8 t. ao ponto C (definido na Fig. no caso. aparecendo aí o momento torcor T. obtemos as reaçoes de apoio. V-19. o que é mais simples fazer reduzindo-a. que valem: obtençzo dos diagramas solicitantes.5 . que representa a viga-balcáo em verdadeira grandeza em planta). resolvido e o diagrama de momentos fletores.Obter os diagramas solicitantes para a viga-bala0 semicircular da Fig.2.286 Curso de análise esirutural Estudo das esttuturas i d t i c a s no espaço 287 Resolvendo. obtemos: VC = 2 t . temos: Nos exemplos estudados até aqui. Introduzindo estes valores nas quatro Ultimas equações do sistema. de curvas matematicamente definidas. após. No caso. Vu = 6 t . sendo apenas mais trabalhosa a M(a) = i X E = PR sen a. inicialmente. V. inicialmente. 6 claro. A partir da Fig. vilida. as vigas-balcão circulares. V-17. são obtidos reduzindo-se a força P à sepão S. que serão determinados por equaçzles. tivermos barras m m s .

obtemos os diagramas solicitantes. então. temos: Q (a) = -qR rr a IM(a)l = lQ(a)l X E = qRu X 0%~ sen-= 2 a = 2 qRZsen2 -. V-24.6 . por nZo serem.tracionando as fibras superiores 2 a T(a) = + l Q ( a ) l X E = + q R u ( R . isostáticos. Ex.ÕjMcos2) ' 2 sen u cos . sendo M o ponto de aplicação da resultante do carregamento distribuído atuante no arco AS que 6 . concorrentes num mesmo eixo) da Fig. então. que ocorrem na prática com freqiiéncia bastante inferior à das estruturas planas e A das grelhas. Os esforços simples atuantes numa seçZo S ser80 obtidos a partir do esquema da Fig.Resolver a viga-balcão semidrcular da Fig.Emdo das estruturas iwstáticas no espaço 289 Os diagramas solidtantes estão. Dai. V-23. em verdadeira grandeza. = O . evidentemente.2. têm seu equilibrio regido evidentemente pelas seis equaçcks universais da Estática "x = O. todos eles. Para cada um deles ternos as seis reações de apoio indicadas nas-figuras a determinar. que representa a viga-bala0 em planta. representados na Fig. submetida a um carregamento uniformemente distribuído q. EM. = O . EM. todas as rotações.1 e o uadro hexaapoiado (mjos apoios impedem todas as translações p o ~ i v e i ~ do conjunto e. o que se fará a partir das seis equaçoes universais da Estática. Z Y = O. mpresentados na Fig. Z Z = O . V-20.sen a).= qR2 (a . .V-25. V-22. a = qR 2 a (1 ) 2 2 a = -- - %o. o quadro engastado e livre da Fig.V-25. A partir destas expressões. V. o centro de gravidade da linha A S dado a partir do esquema da Fig. por bs quadros espaciais isostáticos.V-21. ZMy = O . também.

Obter os diagramas solicitantes para o quadro espacial engastado e livre da Fig. Calculadas as reaçPies de apoio. a fun de facilitar a leitura dos mesmos.V-27 e os diagramas solicitantes esta0 representados na Fig. cujas barras formam. Ex.7 . FG e CDE. todas elas. obtidas pela adiise do equilíbrio da barra DE. . V-26. entre si. onde dividimos a estmtuni nas barras ABC. O exemplo a seguir esclarecerá. 4 m. As reaç6es de apoio no engaste E . o estudo da estmtura será feito barra por barra. V-28. a partir do esquema da Fig. V. ângulos de 90'. medindo.290 Curso de andilise estruiural Emido das estruiurat irortdtioas no espaço 291 Analogamente ao caso das greihas. 6 imediata a obtenção dos diagramas solicitantes. partindo-se dos conceitos apresentados nos capítulos anteriores. estão indicadas na Fig. todas elas. V-27.

~

~ das e so ~ i u r a s d í imltdlticas no espaço

293

i +, € ,,
Fig. V-28

Observnções: a) Os diagramas de momentos fletores estão desenhados do lado das fibras tracionadas e os sinais dos diagramas de momentos torçores, esforços normais e esforços cortantes6 obedecem tis convenções apresentadas no Cap. I.
b) Não apresentaremos exemplificação mais extensa sobre quadros espaciais isostáticos, devido à baixa frequência com que ocorrem na prática.
Fig. V-31

3 - PROBLEMAS PROPOSTOS
Obter os diagramas solicitantes para as grelhas e vigas-balcão das Figs. V-29 a V-32.
.As barras foram olhadas, conforme o caso, de frente ou da direita para a esquerda.

294

Cursa de anllise esirutural

Estudo das estruturas irostáticas no espaço

295

3.5 - Obter as equações dos diagramas solicitantes para a viga-balcão semicircular tnapoiada da Fig. V-33, submetida a um carregamento uniformemente distribuído, q, de cima para baixo.

Fig. V-33

,

4 - SOLUCÃO DOS PROBLEMAS PROPOSTOS

Noto: pm da'

0 traçado de Q,
O

as banas foram olhadas de frente ou da direita para a esquer

Caso.

Igual procedimento será adotado nos próximos problemas.

Estudo das astruturas i d t i c a s no asp-

297

lemos: v'=2qR

qR ; V'=T(n-2)

As equações são vadas para O á a á - (para a outra metade da viga-balcão, 2 conclui-se aue M é simétrico e que Te Q são anti-sim8tricos).

r

~ s t u d o carga5 móveis em etruturar isostáticaa das

299

O mesmo não acontece para as cargas móveis, pois, quando de sua ocorrência (embora tenham valores conhecidos), as posiçóes que ocupam na estrutura variam à medida que os veículos por elas representados a atravessem. Se fôssemos estudá-las pelo processo at6 aqui empregado, teríamos que calcular esforços para cada uma das infinitas posiçóes que elas podem ter enquanto percorrem a estrutura. Tal forma de tratamento é, evidentemente, inadequada e impraticável. Procuraremos, portanto, outra forma para resolver o problema das cargas móveis.

1.2 - DefdçHo das cargas móveis. Trens-tipo
Feita a conceituação do que seja uma carga móvel, esbarramos na complexidade do problema de sua definição nos diversos casos práticos. Suponhamos seja nossa missão projetar um viaduto. Que veículos (cargas móveis) colocaremos sobre ele? Em que ordem?

1.1 - Classifica@o das cargs que atuam nas estruturas
As caigas que solicitam uma estrutura podem ser classificadas em dois grandes grupos: o de cargas permanentes e o de catgas acidentais. As cargas ditas permanentes são aquelas que atuam constantemente na estrutura, ao longo do tempo, e sào devidas ao seu peso próprio e aos revestimentos e matenais de enchunento que ela suporta. O estudo dos esforços provocados por elas não apresenta maiores dificuldades, pois tratam-se de cargas cuja posição e valor são conhecidos e invariáveis, tendo já sido, portanto, estudadas lios capitulas anteriores. As cargasditas acidentais, conforme a própria denominação, são aquelas que podem ou não ocorrer na estrutura e são provocadas por ventos, empuxos de terra ou água, impactos laterais, forças ceiitrífugas, frenagens ou acelerações de veículos, sobrecargas (cargas de utilização) em edifícios, peso de materiais que váo.preencher a estrutura (caso de reservatórios digua, silos, etc.), efeitos de terremoto (de importância fundamental para os projetos em regióes sujeitas a abalos sísmicos), peso de neve acumulada em regibes frias e, finalmente, pelas assim denominadas cargas móveis, que são aquelas devidas a veículos que percorram a estrutura (caso de pontes rodoviárias ou ferroviárias, viadutos, pontes rolantes industriais). Para fins de análise estática, as cargas acidentais, com exceção das cargas móveis, são cargas que têm posição e valor conhecidos na estrutura, podendo ou nZo atuar ao longo do tempo. Seus esfoiços são calculados, pois, da mesma forma que os devidos a cargas permanentes; trata-se, então, de problema já resolvido.

Vemos, logo, que infinitas combinaçóes de veículos nos podem ocorrer; qual será a certa, isto 6, qual será a combinapão dentre todas as possíveis, que se pode adotar como representativa das diversas situaçóes reais de cargas móveis que podem ocorrer durante a vida da estrutura? A esta pergunta, diversos pesquisadores, em diversos países, responderam com a criação de veículos ideais, denominados trens-tipo (por influencia das pontes ferroviárias), definidos pelas normas de projeto de cada país e que variam dependendo da natureza e da forma de utilização da estrutura. Uma coisa têm, entretanto, os trens-tipo em comum: são constituídos por cargas (concentradas e ou uniformemente distribuídas), de valores conhecidos e guardando uma distancia conhecida, constante, entre si. Desta forma, conhecida a posição de uma das cargas do trem-tipo, conhecemos imediatamente a posição de todas as demais. Um exemplo representativo de trem-tipo nos é dado pela configuração a, da Fig. V1.1 (note-se que q , , q 2 , P,. P2, ... , Ps, ... , f, são grandezas conhecidas e de valor c6nstante).

Fig. VILI

300

Cursa de análise estruninf

Estudo dar cargas móveis em estruturas isastáticar

301

Devido à possibilidade de tráfego nos dois sentidos, suporemos, em geral, que o trem-tipo possa percorrer a estrutura nos dois sentidos (no exemplo anterior, estudaríamos as hipóteses das cargas percorrerem a estrutura no sentido q l , Pl , ..., q, e no sentido q,, P,, ... , q,). Os trens-tipo mais usuais são aqueles de pontes rodoviárias e de pontes ferroviárias. Para obras no Brasil, a o definidos pela NB-6 e pela NB-7 da A.B.N.T. e, esquemticamente, são dados pelas Figs. VI-2 e V I 3 para pontes rodovigrias e ferroviárias, respectivamente:

e, após, serão feitos os necessários cálculos para se obter os resultados levando em conta o trem-tipo real (cálculos estes de enorme simplicidade, coiiforme se verá).

Linha de influència de um efeito elástico E em uma dada s e g o S B a representação gráfica ou analítica do valor deste efeito, naquela seção S, produzido por uma carga concentrada unitária, de cima para baixo, que percorre a estrutura. Por exemplo, suponhamos conhecida a linha de influência de momentos fletores na seção S da viga da Fig.VI-4. Baseando-nos na definição anterior, podemos escrever que:

fi = a,
y =

para P = I em A -h, para P = I em E ;

Fig. VI-3

assim sucessivamente.

1.3 - O problema a resolver. Forma de resolução
O problema que devemos resolver é o da determinação dos esforços máximos e mínimos provocados nas estruturas pelas cargas móveis, pois, de posse destes valores e conhecendo os esforços devidos as cargas de tipo permanente (permanentes propriamente ditas e acidentais não-móveis), saberemos entre que valores extremos variarão os esforços em cada seção da estrutura, tendo, portanto, definida a sua faixa de trabaliio. Por exemplo, suponhamos que numa seção de uma viga atue um momento s fletor de 20 mt devido A cargas tipo permanente e que os momentos máximo e mínimo devidos à carga mUvel valliam 60 mt e -40 mt. Esta seção trabalhará, portanto, entre os momentos -20 mt e 80 mt, isto é, se for estável para estes dois valores, também o será para os demais intermediários. (E por esta razão que nosso interesse se concentrará, principalmente, sobre os efeitos máximos e mínimos provocados pelas cargas móveis.) A forma de resolução do problema será através do processo das linhas de influência, que será definido no item a seguir. Este processo terá sempre duas fases: suporse$, inicialmente, que o trem-tipo seja constituído por uma única carga concentrada unitária (caso mais simples possível para estudo)

Conforme.se vè, a seção e o efeito estudados são fwos, variando apenas
a PosiÇãO da carga. Uma linha de influencia não pode, pois, ser confundida

um diagrama solicitante, visto que uma ordenada de linha de influencia
'Obre

Ponto se refere, de modo geral (excetuando-se a ~ossibilidade carga da a própria seção de estudo), ao efeito em outra seção.

302

Curso de análise earuiural

Estudo d a cargas mbveis em estruiurar irostdticas

303

Podemos escrever ainda que E = E(2) e, a partir da definição dada, estudaremos, para os diversos tipos estruturais com que trabalhamos usual. mente, estas funções linhas de influência E @ ) a fim de, com seu a u d i o , conforme veremos a seguir, resolver o problema das cargas móveis atuantes em estruturas. Observaçáo: E pode ser um esforço, reação ou deformação; em suma, um efeito elástico qualquer (deve ser um efeito elástico para que seja válido o principio de superposição de efeitos, que será empregado na solução do problema, conforme veremos). 2.2 - Fases de resolução do problema A resolução, baseando.se no conceito de linhas de influencia, englobará duas fases distintas: la fase: dada a estrutura, o efeito 6 e a seção S,obter sua linha de influência, 2a fase: conhecidos o trem-tipo e a linha de influência (Ia fase), obter os efeitos devidos a esse trem-tipo. Devido d sua grande simplicidade, resolveremos inicialmente o problema da 2a fase.

b) Seja, agora, o caso de um trem-tipo composto por uma carga uniformemente distribuída q, conforme indica a Fig. VI-6. Teremos:

ES

=Lb

(qdz) vi, ou seja

sendo C2 a área, na i i i a de influência, sob a região ocupada pela carga (a esta Irea chamamos área de influencia).

2.3

- Obtenção dos efeitos, conhecidos o trem-tipo e a Linha de influência

a) Seja um trem-tipo constituído pelas cargas eoncentradasp~ ...,P,, e seja , a linha de ilifluência da Fig. VI-5.

c) O caso geral será uma superposição dos casos o e b (trem-tipo composto de cargas concentradas e distribuídas). Podemos escrever, empregando o princípio de superposição de efeitos:

Para se obter, e~ttio,o efeito produzido por um trem-tipo ocupando uma dada posição sobre a l i a de influência (conhecida), basta multiplicar cada carga concentrada do trem-tipo pela ordenada da linha de influ8ncia sob ela e cada carga distribuída pela respectiva área de influência, somando-se 0s resultados. Observações: a) Os princípios estudados ai6 aqui são válidos para estruturas isostáticas e hiperestáticas. Daqui para frente, estudaremos as estmtwas isostáticas.
b, A partir da expressão VI.1, 6 fácil ver que as unidades das linhas de

L ?i
Fig. V I S

O valor do efeito produzido por uma das cargas concentradas P,, a partir da definição de linha de ilifluência, 6 P, qj. Pelo principio de superposição de'efeitos, quando atuarem todas as cargas. teremos, E s = XPjqi.

Influência de momeiitos fletores são unidades de comprimento e que as Iinhas de influência de esforços cortantes, normais e reações de apoio são ad~ensionais.

- - . MA = -z (módulo r .1. VI-8..x). temos: \ 7 M T ~ -(20 = X 10 + 10 X 7 +a X Z X 10 X 10) = -320 mt (tracionando as 1 1 fibras superiores). quais sejam.Obtençáo das . Devemos dispô-la de modo que ela contribua ao máximo para os efeitos extremos pesquisados.Viga linhas de influencia para as estmturas isostáticas 2. para z Q x (z . para z <x >x . I' I Va = +1 (arbitraremos o sinal @ para a reação vertical que for de baixo para cima). 1 Ms= { {- 0. encontra-se na Fig. Partindo da definiçáo. 1: De forma análoga ao caso 2. Fig. b) esforços simples em S.304 Curso de an8lise estnitural Estuda das cargas móveis em emuniras isostáticas 3Mi 2.' - _ >x va + i . -. para z > x 0. I-. VI-8. indicada na Fig. 1 . ela corresponde à carga de multidão do trem-tipo.Obter as reações de apoio máximas para uma viga engastada e livre de 10 m de comprimento. VI-7. ou seja. supomos uma carga unitária percorrendo a estrutura.~ - Viga biapoiada / ) . definida pela abscissa z. pode ser iniciada e terminada arbitranamente. Temos: a) reações de apoio Observaçáo: A carga distribuída interrompida no principio e no fun do trem-tipo. para z VA.1 engastada e livre + H Seja a viga da Fig. V ~ . para r \. I Ex. De acordo com a Fig.1 .+ t I y I th L .. VI-E = . cuja representação gráfica se encontra na Fig. para z < x +1.2 . A representação gráfica das liihas de influ6ncia. l . reações de apoio e esforços simples. VI-10. as diversas funções E(z). V B = z 1 b) Esforços simples: . provocadas pelo trem-tipo da Fig. Temos: QSL. { -VB.-t. I para z >x r r r r r r t t r r f I ltlm Fig. V1. obtemos as equações E(z) a seguir.4.VI-9. a partir de suas equações E(2). Estudaremos todos os efeitos estáticos. 'tracionando as fibras superiores). VI-7 +4 1 I 1- a) Reaçóes de apoio: VA =-.4 . -x. VI-7.4. Busquemos as diversas linhas de influência. - .

1. obter as envoltórias de momento fletor e esforço cortante. b) Os efeitos máximos da carga móvel nas seçaes indicadas são b. São dados: I a) Carga permanente: g b) Carga móvel: c) Estrutura: = 2 tlm 20t 1 4 I10t ltlrn 5 A 4 4 B +5 QAm.2) Seção 1: Temos. VI-I I .II ' Izm+ p ---I .1 e 2. I I p2w.Para a estrutura da Fig. VI-14 L.I? -1 I Fig.1) Seção A A partir da Fig. cotando-as nas seçóes indicadas. P.ra 0 " 1 .5 =0 1 + . VI-12. conforme podemos concluir a partir dos casos já estudados. temos: MA b.4. temos: b) A linha de influência de esforço wrtante numa seçXo apresenta sempre uma descontiiuidade igual a 1 nesta seção. A- +I 1---A+0.X 12 X 1 = +33.7-5 + + a) A carga permanente atuante provoca os diagramas solicitantes indicados nas Figs.4. YI-13.2.306 Curso de analise estrutural Estudo das c a r w móveis em estruturas i d t i c a s 307 Observaçdes: a) Conforme vimos nos casos 2. a partir das Figs.2 . VI-14 e VI-15: = O 0 Observação inicial: entende-se por envoltória o lugar geomdtriw dos esforços máximos (de ambos os sinais) atuantes em cada s e g o da estmtura I-) '"H" . devemos examinar sempre separadamente as possibilidades da carga unitária estar A esquerda ou à direita da sego em estudo.1 e VI-12.2.4 I . I I --/i+o30 1 . Ex.5 t 2 t3m+ @ @ @ I ! Sendo a seção A o apoio de uma viga biapoiada. (-) (+) = 20 X 1 + 10 X 0 7 . no estudo das linhas de influência de esforços simples. Vi.

Qi. temos.308 Cuno de anllire estrutural ~ m i d 0 cargas mbveis em estruturas irostáticas das 309 C+) Mim. a partir do quadro de valores a seguir. VI-18.Vl-16.1: (+).. temos. i M2max=10X3+10X1.s nii 2 b. A 1 2 1 B de momentos fletores I / L-' bn Fig. podemos verificar facillente que as linhas de influência de momentos fletores são sim6tricas e i de esforço cortante sáo anti-simitricas (mesmosmódulos e sinais opostos). VI-16. c+).3) Seção 2: (+I . para esforços cortantes: 27 (Valores em mt) Para momentos fletores temos. Q (-1 B = -335 ~t.4t.5 mt. a s indicadas na Fig. b. a involt6ria da Fig. .4) Para seçses simbtricas em relação h seção 2.4t. ~ ~ ) Quadro de valores e envoltórias Para momentos fletores temos. . a partir do quadro de valores a seguir. n e - Para esfiDrços cortantes.1 são iguais.25 + 10 X 1. conforme a Fig. VI-17. VI-I6 Seção Carga Como as áreas positiva e negativa da linha de influência da Fig. e modo que podemos escrever imediatamente: (+) = 73. Qlmax = +5.5 + .5+iX12X:=03nlt as . 9max = O..(-) = -23.X 12 X 2-25 = 73. = 1 20 X 2. i .

a variável dependente E sofrerá um acréscimo dE. fácil chegar-se à posição que acarreta os efeitosmáximos. o máximo ocorrerá quando uma das cargas concentradas estiver sobre um dos pontos angulosos da linha de influência. é a delimitada entre o diagrama devido A cargas permanentes e a envoltória obtida.6) -14 -?9.6) (.Curso de an8lire esirutural - ~studo das wrgas móveis em estruturas ioostáticas 2.5 (Valores em t) A partir do esquema da Fig. necessitaremos do auxílio de alguns teoremas. Caso. e de valor.Teorema geral "Ocorrerá um efeito máximo quando m a das cargas concentradas do trem-tipo estiver sobre wn dos pontos angulosos da Linha de influência em questáo. Logo.1. sabemos que: Fig.Obtenção daposigo do ttrm-tipo capaz de produzir momento máximo na seçáo S (dada) de uma viga biapoiada.4 (+0. usando o procedimentb clássico do Cálculo Infinitesimal. que estudaremos 'a seguir.4 o +23. damos um acréscimo dz à variável independente.4 -33.L4 -23. são constantes. no caso da existência de esforços de um s único sinal (Fig. < O ObservaçZes: a) A faixa de trabalho da estrutura é a delimitada pelas envoltórias dos dois sinais ou. portanto. supondo o trem-tipo "nStituídO Por cargas concentradas.4 1 2 1 t 6 O ++ az dr .5 + 14 (-0.1 .+-c ++ dz dz W + 14 +5. para nos indicar a posição que conduz aos efeitos mais desfavoráveis. deve haver uma mudança e ai que m "tisfaça às desigualdades anteriores.Pesquisa dos valores máxiinos Carga Móvel Seção Carga Permanente Envoltória 2.4.2. os trens-tipo se tornem mais complexos.4.4.2 .1. tendo sido. Observação: este teorema 6 inteiramente geral.2. 2.VI-19. . lidamos com trens-tipo bastante simples nos exemplos feitos.1 .4 O -5. b) Até o presente instante. O -45.4 . VI-17). Como os valores P." +29. unponao a condição de máximo.após o máximo: antes do máximo: ZPi tgai > O ZPi tg a. VI-1 8 .12) -6 . valendo também para as estmturas hiperestáticas.12 B . entretanto.2.

Temos. o ~ssuiruma carga distiibuída infinita.4. + Rdíldl por semelhança de triângulos. colocada sobre o ponto anguloso. "Podemos substituir as cargas atuantes num mesmo trecho retilineo de uma linha de influência por sua resultante..= R dz 1 . ... P. proposifZo esta de imediita demonstração.312 Cuno de analise estrutural Emido d a cargas móveis em estruturas iswtáticar 313 Seja o trem-tipo composto pelas cargas concentradas P l . (a esta carga chamaremos eixo crítico). suponhamos seja P k a carga concentrada que. nos forneça M . I-% F i i VI-20 b) Todo o raciocínio que fizemos só 6 Mlido na hipótese de não saírem cargas do conjunto P. ..2) foi deduzida para um sentido de trem-tipo. P. da viga quando P k estiver sobre S. respeitando o teorema geral estudado em 2. vem: sendo R a resultante de todas as cargas wncentradas do trem-tipo. respectivamente..l. indicado na Fig. Caso contrário. Podendo o trem-tipo se deslocar nos dois sentidos (o que 6 o usual).z t e - íId = (z .k-i Pi> O Z 1 após o máximo: k -= R -xZ : & < O dz 1 1 * As duas desigualdades.1 . Chamando-se R. temos: Ms = &ti.... entáo: dfi antes do máximo: . tr igualdade vale também se.d ) x .. . Derivando em relaçáo a a. \ \ I \ J . VI-21. VI-20. al6m das cargas concentradas. .. conforme pode veriiicar o leitor. temos: %-= "i n aestgualdade vale para qualquer l i a de infiuência da forma da Fig. que definem o eixo crítico Pk.2.. l . deveremos proceder por tentativas. s. e Rd às resultantes das cargas d o trem-tipo à esquerda e à direita da seção dada S . prevalecendo o valor máximo dos dois obtidos. e que foi aplicada neste caso. P. ..podem ser englabadas da forma a seguir: Obse>voçães: a) A expressão (VI. deverão estes dois sentidos ser tratados como dois trens-tipo diferentes.

Temos: a) l? sentido: st lot 87. V1-25. VI-26.. o segundo sentido e temos. lztll 1 s t r1 8 L' 8t Fig.. supondo o trem-tipo da Fig. P.5). NZo garante. V1.Para a sego S da viga da Fig. . VI-22.4 .314 Curso de anAlise estrutural tudo das cargas móveis em estruturas isostáticas hl 2? sentido: 8t 15t 12t 10t 5t 315 e) A desigualdade que defme o eixo crítico garante apenas que. enrao. então: % & . caso o máximo ocorra w m todas as cargas P. 5t 10t 12t 15t 8t O momento máximo valerá.5 '?_ X 4. V1.8 mt Devemos estudar as possibilidades do trem-tip$ se deslocar nos dois A sentidos.na yiga. obter M.Mesmo exercício anterior. a partir do esquema da Fig. s . . ent~etanto. a partir da íig.'~ue possa ocorrer. VI-23: i l ! + J + ! J + ! Fig. . VI-24: Msmax = CP. Vi-25 it/m j lm-+-2m+2m-+2m+ iemos escrever. nao máximo com alguma ou algumas cargas do trem-tipo fora da vjga (ver exercício VI. 8<20<8+15 : 15tdoeixocrítico. O momento máximo valerá.qi = 194. a partir do esquema da Fig.Obter MSm.. Ex..8 X 20 = 242. = 194.8 rnt para o trem-tipo e a viga indicados na Fig. VI-24 Prevalece..8 mt Ex. percorrida pelo trem-tipo indicado (que pode se deslocar nos dois sentidos). As aplicaç8es seguintes esclarecem.3 . ele se dará com o eixo crítico sobre a sego. VI-24: : "1.

Com isto temos garantido que. novamente. cuja abscissa x queremos determinar.1.316 Curso de análise estrutural Estudo das cargas móveis em estruturas isostáticas 317 indica a Fig.Teorema de Barré (obtenção da s e g o onde ocorre o momento fletor mixùno absoluto numa viga biapoiada. Logo: Ms. para esta posiqão.2.3 . obtemos.. É o caso deste exercício. náo é necessário refazemos os cálculos e. obtemos: M ~ m &= R ( i . caso o máximo ocorra com todas as cargas sobre a viga (nenhuma fora dela).4. Nada nos garante. VI-27. a Pk. Re à resultante das cargas à esquerda da seção S. VI-28: M s = TP. provocado por um trem-tipo constituído por cargas concentradas).e. temes que o eixo crítico é dado pela carga de 4 t . Chamando-se R à resultante geral das cargas do trem-tipo. no qual.x .i 7 b) 20 sentido: 1 M 10t 1ot 4t 30t 11-11 1 Temos: 10 + 10 + 10 < 32 < 10 + 10 + 10 + 4. entretanto. e à distância de R. ele valerá 204 mt. A partir da linha de influéncia da Fig.. sendo a carga de 4 t . Devido à simetria da linha de influência. teremos também Msmáx = 204 nit . obtemos: 6m Fig.X . obtemos: o .qi= 216 mt. Como 30 < 32 < 30 + 4. conforme Seja S a seçao onde ocorre o Mm&. testando a carga de 3 0 t sobre a seção S .pois. ~ 1 .uma posição em que apenas alguma ou algumas cargas do trem-tipo saiam fora da viga e que este fato acarrete o aparecimento de um momento superior a 204 mt. V = R ( ) . o eixo critico.d ) x I -~.4 * i E a x. que não possa existir. d à distância do eixo crítico Pk à resultante geral R. = 216 mt Temos: Rx -= 1 (30 + 4 + 3 X 10) X 12 = 32t 24 2.abs. prevalecendo então sobre o outro valor.

o teorema de Barrd náo nos fornece o eixo crítico. Como 8 < l5. ela não pode ser eixo crítico. VI-29.7 < 8 + 8 + 12." 34 X 4. vem: 1 Curso de. percomda pelo trem-tipo da Fig.7t. o que acarretariax = 5 -e 0.= F3 4 X 6 . VI-30 A posição da resultante. 4 t 1 Logo.s = 5. - - . então. o que acarretariax = 5 + 1 = 6m e R .6. que Pk e R devem ser simétricos em relapão ao meio da viga e podemos. constatando se podem ou riso ser eixo critico.Obter o momento fletor máximo absoluto para uma viga de 10 m de vao. temos: c) Carga de 12 t x Tenamosd I m.z o .d = I-d O. - "1 L' .VI-30. P. as diversas cargas. pode sair da viga. V1.5-- Pig.48~1 Fig.~ ~ --~ b) Não pode existir-carga distribuída mfinita no trem-tipo.318 Impondo a condição de máximo.5 m e R -= - 1 Evidentemente.s 1o = 15.s = 4.s m eR-= 1 34X5.5m Pig. LTsando as notações da Fig. verificaremos. neste caso. 10 Concluímos. VI-33.5rnp x = 5. ou seja: x = 2 Te~amosd=2m.oqueacarretariax=5-1 =4meR-=-1 ~ o g o ela não pode ser eixo crítico.3 < 8 + 8.o que amrretariax = 5 0. VI-31 Pig. VI-33 Para resolver o problema.~ - ~~ c) E ne-gssário imas não suficiente). fi& a 2 m das cargas extremas.6t. Ex.$e uma das cargas do trem-tipo d??Zida &m sua resultante. Obse~açUessobre a validade do teorema de Barrd: a) Nenhuma carga do conjunto Pi. Como 8 + 8 < i8. . ~.3 t . b) 2s carga de 8 t x Teríamos d = I m. conforme indica a Fig.. esta carga pode ser eixo crítico.6 . conforme ilustra o exemplo V1.análise estrutural Estudo das cargas móveis em esiruturas isostáticas 319 a) la carga de 8 t . que será obtido por tentativas. A partir da Fig. VI-32 = 18. VI-32. 2. -~~-~. a partir do esquema da Fig.2x .. para que a seção critica seja a do ~1 meio. V13 1: 5.. enunciar o teorema de Barrd: "O momento fletor máximo absoluto numa viga biapoiada ocorre numa seção tal e para uma posição do trem-tipo tal que o meio da viga coincida com o meio da distância d que vai do eixo crítico Pk at6 a resultante geral das cargas do trem-tipo. de'fácil obtençao. vem: d) Carga de 6 t Teríamosd = 2m. . esta carga pode ser eixo crítico e teremos. uma a uma. então. 34 4-13. .

têm sinais opostos. traçamos inicialmente as l i a s de influência como se a viga fosse biapoiada. para z 9 x (positivo ou negativo) . VI-34: & All Y. de 63.s m. conforme seiam empregadas as forças da direita ou da esquerda. quando o trem-tipo estiver no sentido indicadona Fig. b) Para seçaes situadas nos balanços. .. S) com as expressaes tnstituídas para o caso da viga biapoiada em 2.s m d o apoio esquerdo. para os balanços. o caso 6 ainda mais simples. então. pois as liiihas de influência só existirão entre a extremidade do balanço e a seçao em questão.2.4. . VI-35 esclarece. temos as seguintes expressões para as linhas de influência no caso da viga biapoiada com balanços da Fig...4.~.as. para a seção a 4.3 = 63. para a seção a 5.~. Fig.2 Para uma seção genérica S.. válidas para z positivo ou negativo de (carga à direita ou à esquerda. para qualquer z (positivo ou negativo) 1 V. vemos que são idEnticas e daí tiramos as seguintes conclusões: a) Para se traçarem linhas de influência de reações de apoio ou de esforços simples em uma seção interior aos apoios de uma viga biapoiada coni balanços. Em suma: M.5 m e x = 5. pertencente ao vão AB. .1 mt. para x = 4. prolongando. as linhas de .1.s m. V1730 e. 1 ilotar qu e. para z <x >x (positivo ou negativo) Comparando as expressões anteriores. para z VA. ~es~ectivarnénte.l mt.para qualquer 1 2 1 .4. para z 7 x -VB.320 Cursa de analise estrutural Estudo das cargas móveis em estruturas isostáticas 321 O momento m á m o absoluto será. que se comportará como se fosse o engaste de uma viga engastada e livre entre a seçgo e a extremidade do balanço. Conforme fizemos em 2. 2. quando o trem-tipo correr no sentido contrário. = z . devido às convenções de sinais opostos para esforço cortante. devido à simetria de uma viga biapoiada. temos os seguintes esforços simples: . influencia de esforço cortante em S2 e S. VI-34 VA = -. a seguir..Viga biapoiada com balanços O exemplo da Fig..

. tentemos descobrir por que valor fictício q deveríamos multiplicar P = 1 para obter o efeito correto E = qe + $ q d . concluir imediatamente que. é válido o traçado que acabamos de instituir. possamos trabalhar como se estivéssemos diante do carregamento direto. l c A a . temos q = qd. Caso o carrega mento seja indireto. para traçarmos a linha de ifluênm de um efeito elástico E. V I 3 8 a Vi-@. então: linhas de influência indicadas para as estruturas das Figs. .1 Fig. temos q = qe. seja constiuída por vigas biapoiadas conforme indica o esquema da Fig. Nossa metodologia de trabaiho com linhas de iiifluência até então (caso de carregamento direto) era. Suponhamos traçada a l i a de influência de determinado efeito 6. carregamento direto e carregamento indireto. Vejamos que modificações deveremos introduzir para levar em conta o fato de termos um carregamento indireto.2 Em todo o nosso estudo de linhas de influência feito até o instante. Tentemos manter a mesma forma de trabalho. Tais formas de carregamento sáo denominadas. Mo €. estando a carga unitária na posiçáo indicada na Fig. para a obtenqão do efeito de uma carga concentrada. ela será defmida por: 1Xq=- a-e a V? + 7 Rd. e u i n p m i n m dimm cansglmanm indimto que representa a equapo de uma linha reta (funpo linear de e). então. emos (SUPUS' que a estrutura que recebe a carga inicialmente. respectivamente.) plos seguintes esclarecem. e D. Calculemos pontos de passagem para definir esta reta.ao longo de todo o seu comprimento ou através de pontosdiscretizados. obtemos a linha de UifluZncia desejada. vejamos qual seria a linha de influência já levando em wnta o fato do carregamento ser indireto e. chamados pontos de transmissão de cargas. ligando suas ordenadas nos pontos de transmissão d e cargas por segmentos de reta. Podemos.. VI. 322 Curso de an6lise estrutural Estudo das cargas móveis em Wuturas isostiíticas 323 Observação: Caso de mrregamento indireto As estnituras podem receber as cargas que devem suportar continuamente. para a qual. isto é. ou sela. VI-36 VI-36. transmitindo-a estrutura principal através dos pontos de transmissão de cargas. Para este caso. traçamos inicialmente a linha de influência supondo o a~~egamento i t o e. levando já em conta o fato do carregalento ser indireto. quando este ocorrer. multiplicar o valor desta carga pela ordenada da linha de mfluência sob ela. Para e = O. ela chegará à estrutura através dos pontos E .u em E e em D. Para e = a. foi sempre suposto o carregamento direto. supondo que o carregamento seja direto sobre a estmtura. O efeito E provocado pela carga unitiria valerá.. VI-37.36. conforme o esquema da Fig. VI-37. Sendo q a ordenada genérica da linha de influência levando em conta o carregamento indireto. segundo as parcelas. VI-36.

VI-43 e V1-44. prolongada nestes balanços (já que vimos que as leis de variação válidas para reação de apoio em vigas biapoiadas se estendem as vigas biapoiadas com balanços). poderíamos representar a viga sob a forma da Fig. VI-422. senZo vejamos.8 7. em D e E (pontos de transmissão d e cargas). sobretudo. M. M. b) Notar. espontânea. Sendo assim. VI-39 Ex.9. .4 .\ 324 \ Curso de análise estrutural ~ m d o cargar móveis em esmiiuras isostáticas dar 325 Ex.) Ue maneira inteiramente análoga. a seguir. quando a estrutura que recebe a carga inicialmente é uma viga biapoiada com balanços. obtendo-se a linha de influência indicada na Fig. que. de modo que não nos deteremos nestes traçados gráficos em nosso Curso. nada mais 6 que uma viga biapoiada com balaiiços DABE que. conforme sabemos. +1 Fig. VI-41. d) A forma mais conveniente de se estudar estruturas com carregamento indireto. VI-40 Observações: a) Nos exemplos VI. Fig. em traço cheio. consiste em calcular inicialmente as forças transmitidas pelos pontos de transmissão d e cargas e resolver.V. c) O carregamento indireto ocorre com muita frequência em Engenharia nos casos de treliças e de arcos. VI-42. a partir da qual o traçado da linha de influência se torna imediato.conforme se verá nos tópicos correspondentes.9 I Fig. Seja estudar a linha de influéncia da reaqío de apoio em A na viga Gerber da Fig. VI-41 I I I I 7 I ! p . L-' +1 Esta viga Gerber. Traçar aslinhas de influência indicadas para as vigas Gerber das Figs.I. recebe as reaçaes de apoio das vigas CD e EF.Vigas Gerber O estudo das linhas de influência em vigas Gerber recairá no estudo do lndireto. mas julgamos a forma de soluçZo apresentada a mais rápida e. a estrutura principal para estas cargas concentradas. sem ser necessário calcular as forças de transmissáo. para o exempio da Fig. VI-40. submetidas a cargas permanentes ou do tipo permanentes (acidentais não-móveis). situadas nos pontos de transmissão de cargas. respectivamente.7 a VI. obtendo-se imediatamente seus diagramas solicitantes. raciocinaremos em todos 0s Outros 0 s exemplos a seguir esclareceráo o assunto. cups decomposiçoes estão iildicadas nestas mesmas figuras. alinha de influência já levando em conta o fato do carregamento ser indireto. I I I I ' 1 I I I I I i = I I - I iL. (Existem traçados gráficos para obtenção destes diagramas.4. a correção da linha de influencia é feita ligando-se os valores sob os pontos de transmissáo de carga por uma linha reta. indicamos em pontilhado a linha de influência supondo o carregamento direto e.

No caso. Ex. está indicada na Fig. b) A seguir. no caso. caso existam). no nosso caso. VI-43 Obscnação: O roteiro para traçado de qualquer uma das linhas de influência em viga Gerber pode ser ilustrado. levando-se em conta os trechos que constituem carregamento indireto para o trecho que contim a seção em estudo. assim. será o trecho HI). então. C. B. cujalinha de influência podemos. H (sendo C e D. fazemos a complementaçáo da linha de influência. VI-43. para o caso da L.VE. A complementiçSo.VI. traçar neste trecho. G. a) Verificamos inicialmente em que trechos da viga Gerber a atuago da ca&a unitána não dará influência para a seção em questão. nulo (ou mais de um) da linha de influência desejada (no caso. G e H pontos de transmissáo dos carregamentos indiretos BCD e GH e A e B do carregamento indireto AB). de um apoio de uma viga biapoiada com balanços DEFG. ficando definido. tratando-se. ligando os seus valores sob os pontos de transmissHo de cargas por l i a s retas (prolongadas para os balanços. por tratar-se de problema já resolvido por n6s em tópicos anteriores.11 Fig. analisamos o trecho em que'está situada a seçio. estes pontos são A. . por exemplo.I.Curso de análise estrutural Estudo dm cargas móveis em estruturas irostbticas 327 c) Finalmente. D. um trecho.

328

Cursa de análise estrutural

€*do

das cargas mbveis em estruturas isastáticas

329

Observação: As linhas de influencia foram traçadas, neste exemplo, m pontilhado, supondo o carregamento direto, sendo apbs corrigidas (em traço cheio), levando em conta o carregamento indireto indicado.
'x2.4.5

va
VB
H'-

- v.
=

i',;
1 %

f ços a

- Sistemas triartiniiados

'1.7 =

A partir do estudo feito no item 4.1 do Cap. 111, do qual o caso da Fig. VI-45 é caso particular (pois existe apenas uma carga concentrada vertical unitária), sabemos que:

, {

M, -- H y cos u = Q cosq-H'sen(9-a) ,

=

- Q,

sen q

- H'ços

( 9 - a)

Podemos, então, escrever iniediatamente que

..IH' =

I

f cos a

L.IM,

L I.Ms = L.IM, - (y cos a) L.1.X L l.Q3 = cos L.I.Q, - sen (p - a)L.ISI' L I N s = -sen p L.l.Qs - coc (9 - a) I..IH' Partindo destas últimas expressões, obtivemos os traçados gráficos que se encontram na Fig. VI-45.

OSservações: a) A linha de influência de momento fletor na seçáo S foi obtida a partir da soma das duas linhas de influgncia indicadas na Fig. VI-46, que são suas parcelas coiistituintes, conforme indica a expressão anteriormciite deduzida.

Fig. V I 4 6

b) A respeito da L.IMLy,demonstra-se com simplicidade, a partir de considerações geométncas, que, para os arcos tendo a concavidade voltada para bav<o (caso usual da pratica), x - 1, y / j é sempre negativo, para seções entre A e G.
Caso desejemos traçar linha de influência de momento fletor numa iça0 situada entre G e 8, basta inverter a figura, ou seja, x passará a ser a lstãncia da seçáo até B, I, será substituído por I , e as otdenadas-base para tratado da linha de influência serão marcadas a partir de B, ao invés de A.

9

Pig. V I 4 5

330

Curso de an6lise estrutural

Estudo dar m p móveis em esimiurar irolt6ticas

331

d) Como as linhas de influéncia de esforço normal e de esforço cortante podem assumir diferentes configurações geométricas em função de valores particulares de p e a, e de posições particulares da seção, preferimos não traçá-las, ficando seu traçado para ser feito, em cada caso, por soma das duas linhas de influência que são suas parcelas, conforme as expressões deduzidas neste item. e) Chamamos ponto de inversão de cargas ao ponto em que a aplicação da carga unitária não acarreta o aparecimento do esforço estudado, na seção em questão. A obtenção gráfica do ponto de inversão de cargas na L.I.Ms está indicada na Fig. VI45. 2.4.5.1 - Tensões nos bordos das seções Sabemos, da Resistência dos Matetia& que as tensões normais atuantes nos bordos superior (s) e inferior (13de uma seção, em uma peça trabalhando à flexão composta, são dadas por:

O traçado das linhas de influência dos momentos nucleares superior e inferior, indicado na Fig. VI-48, será análogo ao de momento fletor atuante na seção, pois a diferença entre eles é que o momento fletor atuante na seção é o momento das forças existentes de um de seus lados em relação ao ponto (x, y), enquanto que os momentos nucleares são os momentos das mesmas forças em relação aos pontos ( x K s , yKs) e (xKi, yKi).

em que: MKs e M K ~ os momentos da resultante das forças externas, são atuantes de um dos lados da seção, em reação aos pontos KS e Ki, denonunados, respectivamente, pontos nucleares superior e inferior, e cuja posição se encontra indicada na Fig. VI-47;

v e W são os módulos '

de resistência (superior e inferior) da seção;

o' e o' são as tensões atuantes nos bordos superior e inferior da seção,
respectivamente (positivas, se de tração).

' Como WS e W são constantes (só dependem da geometria da s&ão), o estudo das tensões máxima e mínima atuantes na seção recair5 no estudo de seus momentos nucleares superior e inferior máximos e mínimos.

332

Curso de análise estrutural

~ m d das cargaa m6veis em estniturar irost5ticas o

333

ObservaçBes: a) Os pontos de inversão de cargas para as linhas de influência de momentos nucleares podem ser obtidos graficamente, de maneira anfloga ao caso do momento fletor. b) Para os arcos não muito altos (caso da prática), cometer-se-á um erro muito pequeno se,,ao invés dos pontos nucleares KS e K' verdadeiros, trabalharmos com os pontos kb e kl, obtidos conforme indica a Fig. VI-49, em que temos:. teoricamente corretos; e K1: oxI*--@

kb e ki: aceitáveis na prática
Pig. VI-49

2.4.5.2 - Tensóes nos bordos dos encontros Sabemos que as tensões normais, atuantes nos bordos esquerdo e direito de um encontro, são dadas por:

em que as notações e convenções são as mesmas adotadas em 2.4.5.1. Para determinar estas tensóes, temos, portanto, que estudar as linhas de influència de momentos nucleares nos encontros, obtidas a partir do esquema da Fig. VI-50, conforme se ségue.

Sendo H' e V, as reações de apoio em A (ver 2.4.5.1), seja obter o momento nuclear em Kd. Temos: Para a carga unitária situada entre G e E, esta expressão assume a forma:

Para a carga unitária entre A e G,ficamos com:

A partir destas duas expressões podemos traçar a L.IMKd e, com raciocfnio inteiramente análogo, chegaremos i L.IMKe. Tais Linhas de influência estão representadas na Fig. VI-50. (Notar que os pontos de inversão de cargas podem ser obtidos graficamente, conforme indica a Fig. VI-50.)
Fig. VI-50

334 C u w de análise enrutural Estudo das cargas móveis em esiruiuar i d t i c a s 335 Observação Todas as linhas de influência que estudamos até agora neste item 2. Nos casos de carregamento indireto. VI-52 1111 111 a) Estudo da seção S @ara 1 arco): 19) Carga permanente Fig.A Fig.78 m Ex. 111.bh2 = 0 3 X 12' = 0. VI-5 1 &izm-Ci2rn+24m---X- Fii. que a carga permanente seja uniformemente distribuída. para a seçáo reta S: WS = W' =. para cada arco. A carga móvel..5 foram traçadas supondo o carregamento direto sobre o triarticulado.22 m y = 8. b) na base do encontro. VI-52. temos: zValor obtido a partir da derivada da equação do eixo do arco ou a p a x da *lago ~ ''1-12 deduzida para linha de pressas no Cap. sofrerão evidentemente as correções já definidas anteriormente para este caso. Trem-tipo para cada arco: Para a base dos encontros. Os pontos nucleares são dados por: kS e ki.3 6 6 A partir do esquema estático da Fig.. na posição indicada na figura. . obtidos a partir do esquema da Fig. VI-53. VI-53 Temos. para cada arco). de 8 t/m. com pequeno erro. VI-51 representa um dos dois arcos iguais de concreto de uma ponte. V1.072 . Admite-se.4. Ponto V : x = 12 m. temos: S = 6 X 6 = 36mZ 6 X 62 w e = wd = = 36 m3 6 - Fii. Pede-se estudar as tensões máximas: a) na seção S (que é um retãngulo de 30 cm de largura por 1. ~Onto k': x = 12 m.20 m de altura. y = 9. atuando diretamente sobre o eixo de cada arco (que coincide com a linha de press6es da carga permanente). é dada pelo trem-tipo a seguir. O peso de cada bloco (incluindo a superesttutura sobre ele) é de 300 t.12 .

VI-54 e VI-55.1 .2 .+ ..s + X 2-78 X 1 = -39.8 .O Observaçüo: Não chegam a ocorrer tensões normais de tração na seçáo (O Je é desejável.121.. VI-54 Carga permanente Carga móvel Total (+I + 55.124. temos: M = 384 X 3 + 300 x 0.39 X 1 = 41. k' max.13 e.28. o que se acha feito nas Figs. precisamos traçar as linhas de influência de momentos nucleares.65..29.2 (+) (-3.W .6] (.2 N M Dai.22 X 1 = -47 mt 2 max. por se tratar de um arco de concreto). 2 Mks (-1 = .58. imediatamente: - Ng = .. conforme 111. k - = = .336 Cursa de análise estrutural Estudo das cargas móveis em estruturas isostáticas 337 Dai.(+) 1995 X 4. M' m a .8 .214.7 mt 2 .5 . VI-56. conduzindo.2 t 57. a: s .4 ..3 mt + '"ksm. obtemos: . então: 1 20) Carga móvel Para obtermos as tensões máximas produzidas pela carga móvel. temos: o = . a partir das quais.8 X 4.96)' = .4 t. = + 18. no caso. . (-1 - .d192' + (192 . b) Base do encontro (1 base para os 2 arcos) I?) Carga permanente A partir do esquema da Fig.61 X 1 = 45 mt 2 Dai. vem: Resumo de tensões (valores cm kg/cm2): Tensão Fig.58. obtemos.4 (-1 .384 X 3 = 150 mt N = -684t X 3.62.

.48 .26 .13 .4 t/m2 mau.14 X 2 = . b) Notar que. supondo 0 carregamento direto.28 mt . foi feita a começão devida ao carregamento indireto.190) (-1 .2. nas linhas de influência traçadas nas Figs.88 .72 -258 ud + 0. Daí. = .7-23) Observaçõ nforme vemos. vem: - = - mau. VI-57 e VI-58. elas foram idênticas às traçadas inicialmente.338 Cuno de anuise estrutural Estudo das cargas móveis em estruturas isostáticas M K(+) ~ mau.0.8 t/m2 MK~ mau. VI-54.1. = -= 0. No Caso.. Ex.08 . - 36XZt4X4=88mt MKd(-LiU.32 t 0. VI-57 e Vi-58. V1. VI-59. não deveriam) terlbues ae tração na base do encontro. Daí.24 -0.2. VI-55. vem: =-= 28 36 0.Traçar as M a s de influência indicadas para O pórtico triarticulado da Fig.l. aliás.09 (. apenas por coincidência. não chegam a ocorrer (como.9 t/m2 36 32 8 20) Carga móvel: Sendo as linhas de influência de momentos nucleares na base do encontro as indicadas nas Figs. obtemos: Resumo das tensões (valores em kglcm2): Carga móvel Tensão Carga permanente (+) ae Total C-) (+I (.

evidentemente. Para a seção SI (infuiitamente próxima ao nó C. L. pertencendo a barra AC). L. devido i igualdade estática. portanto.2 (para estes dois esquemas. conforme indica o esquema da Fig.340 Curso de análise estrutural Emido dw cargm mbveis 8m astn~hirasisonáticns 341 Traçamos as linhas de influência como se se tratasse de um arco AQB.9 Um caso interessante ocorre para as linhas de infiuência de momentos fletores nas seções SI e S.I&sz = L. igual diferença entre as linhas de influência de momentos fletores em SIe 8 3 (isto 6. - Observação: O pórtico triarticulado é tratado como se fosse um arco triarticulado AGE comum. para o trecho EC. a l i a de influência de momento fletor no trecho CD é. aproveitando-as no trecho CD e prolongandoas para os balanços.) neste trecho.. para a seção Sz (infinitamente próxima ao nó C.9 (notar que o trecho EC será o prolongamento do trecho CG. Analogamente. chegando-se ao traçado indicado na Fig. pertencendo a barra CD). dos dois esquemas dados nas figuras V .IMS.0 1 e VI-60. vizinhas ao nó C. conforme I5. indica a Fig. em termos de momento fletor em Si. senão vejamos. V . este momento fletor será dado I6. iguais seus valores). VI-61. ela será. da maneira seguinte.IMs. a linha de influência de momento fletor no trecho CD 6 igual à linha de influência de momento fletor em C no triarticulado ACGDB. . para o trecho EC. ela será a indicada na figura. V . !das mesnias forças sendo. I5 s caro). igual i linha de inffuência de momento fletor em C no triarticulado ACGDB.

: LI. trata-se de Para carga entre A e . sendo o esforço de compressão. . vem: Iniciaremos nosso estudo pelas treliças de altura variável. a partir do esquema da Fig. -- - As diversas linhas de influência estudadas estão desenhadas na Fig.. para o caso mais frequente.1. trabalhando com a parte da treliça A direita da seção de Ritter e tomando momentos nulos em relaçáo aO: VB (a t I ) = -Dmd.j L. o momento fletor na viga biapoiada de substituição em m.+l t M.D. Passando uma seção de Ritter cortando estas três banas. temos. sendo M. fogem ao critkrio usado para as três barras genéricas anteriomente estudadas. VI44 e VI-65. Daf. e V.Umh. = 0: .conforme indicam as Figs. D m e Um (representando os três tipos genéricos de barras da treliça).-I I I Fig. dm Para a carga P = 1 entre m .-.2 e m.+1. dev~mos fazer distinção entre os casos de carregamento superior e inferior.. para a qual desejamos estudar as linhas de influência de esforços normais em O. = 0. obtemos: 1 L. que é o das treliças de altura constante... h. V142 I o momento fletor na viga biapoiada de substituiçáo em m Dai.-l cos <r. = a t l L.-l cos a. C" Observação: As linhas de influência de esforços normais nas barras vertiV . Para carga i direita de m . Fig.I.342 Curso de análise estrutural Por XM. completando-se então a L. = . mas são facilmente obtidas a partir da consideração doequilibrio dos nós A e N. Vi-62. particularizando-o. = &. sendo M. Passemos ao estudo da diagonal D. VI-66. temos. após. sendo os dois valores extremos conhecidos.M. cos a. tomando momentos nulos em relação a O: a VAa = Dmdm L.IDm .2. t M.D. LLum= h.I.-.. VI-63: Supondo P = 1 A esquerda de m . Conforme se verá no desenvolvimento do estudo. carregada inferiormente (sendo os nós os pontos de transmissão de carga).+. suporemos o carregamento indueto sobre a estrutura definido por vigotas biapoiadas sobre os pontos de transmissão de cargas - . V143 m 2. . a) Carregamento inferior 1 Por XM.Va (P = 1 entre m e B) : . obtemos.. 3 Em todas os exemplos deste tópico.. carregamento indiieto. m Seja a treliça da Fig. VI-66.. chegaddese ao traçado dado na Fig. = 0 : O.Ve (P = 1 entre A e m 2). temos: V.l. em se tratando de carregamento i n direto e conhecendo-se os pontos extremos da linha de iníiuência neste trecho. basta ligá-los por um segmento de reta. Supondo P = 1 h direita de m. = 0.2.I. .

.344 Curso de análise estrutural Emdo dar cursas móveis em estruturas irostáticas 345 "" '\ Temoa. obtemos as linhas de influência da Fig. b) Carregamento superior: Com raciocínio inteiramente anáiogo ao usado no caso do carregamento inferior. usando as notaçóes empregadas na Fig. VI67: A partir das expressões anteriores. imediatamente: V = 0. VI62: . temos.

3. liar aqui Iib"0 do "O inizl L (.1 do Cap. carregada superiormente. Por esta razão. formadas por painéis retangulares. inferiores e diagonais de treliças de altura constante.14 .Obter as linhas de influencia indicadas. conforme indica a Fig. em que as explicações sobre o traçado de cada linha de influência se encontram. v .. as iinhas de V influência de esforços normais nas barras superiores.Q.6. L I I 1 i zero 1 0 +1 ( \ iv I I I (= + Aqao do ponta da nanrmisssu de carga sob a barra V. para a treliça da Fig. I deste volume. VI. náo sofrem alterações se o carregamento superior passa a ser inferior. por~quilibrio o m O ) d a---a Obtenção da L. VI-69. apenas. vI-68.zera. esclarecerão: Ex. IV (conclusões estas assinaladas em grifo). entre parêntesis. VI-62. Os exemplos seguintes. fazendo-o. agora suposta carregada inferiormente.15 . Ex.a partir das conclusões a que chegamos no Cap. não as desenharemos novamente.Caso particular: treliças de altura constante As linhas de influência dos esforços normaii atuantes em treliças de altura constante são imediatamente obtidas. para as barras verticais. para a treliça da Fig. M. Conforme jfi vimos no item 3.346 Curso de análise estrutural Estudo das brgas móveis em estruturas imstáticas 347 2. em função da viga de substituição.1.1 .4. que se modificarão. a seu lado. Linha de influência com laciocinio inteiramente análogo ao empregado Para .Traçar as mesmas linhas de influência para a treliça do exemplo anterior.

W. carregada superiormente. L--- I 1 ~.l +L=*.Supondo que a carga permanente atuante na treliça do exemplo VI-16 seja de 4 tlm e que o trem-tipo que a percorre seja b". Fig. S.~l-+~.l Ex.. VI-70. .Obter as linhas de influència indicadas para a treliça da Fig.17 Fig..!.. V1. L I .Traçar as linhas de influência indicadas para a treliça da ..*/. I I I I I I I I I I I I I I I I I J t .-@ ' I /..16 . VI-71 Ex. obter entre que valores extremos variam os esforços normais em V .348 Cursa de analise estnitural Estudo das cargas móveis em estruturas irostáticar 349 Ex..18 .. . W. VI-71.

6 t e 25. I I h. obtida a partir do equilibrio do nó m. obtemos: 04X 8 C=4(2 - 0.n.1 . L . VI-74 3. sendoR a carga transmitida pelo ponto de transmissão de carga sobre m. portanto. I I . m Pig. entre os valores extremos . +~. definida pelo trem-tipo pua a viga da F ' i VI-75. . Sendo desprezível a carga permanente ahante.350 Curso de análise estrutural Estudo dar cargas mbveis em estruturas isostáticas 351 Carregando a linha de influência de V com cada um dos três esquemas de 4 carregamento indicados na Fig.+R). . . VI-72.~.LV~=L. cotando-as para as "ções nos quartos de vão. Ex.4t 2 .L. Pedem-se: i momento ) Uetor máximo positivo. 1 l--I--l--l------I-~ I \ .i. VL19 .i" l 1 1 Al 1 1 I Fig.I.Traçar as linhas de influência indicadas para a viga Hassler simétrica. + 4I* As explicações sobre o traqado das diversas linhas de influência se encontram.. ao lado de cada uma delas.. L.... VI-76 é percorrida elo carrinho indicado na figura.2 . que pode se deslocar nos dois sentidos. b) momento fletor m k i i o negativo. feito na Fig. r i . VI-73..oi >..* e.%i. VI74.-~.4X 1 0 ) = +6.% .9. ' Ir"+ ...deviiarioaona I I LI----^-^ ! I LI. cuja linha de influência. da Fig.A viga da Fig. é dada por: 1 L.. c) módulos dos esforços cortantes -s 0. h $7. esboçar as envoltórias de momentos fletores.~:l-:+r. Esta expressão define o traçado da linha de influência.~#q Os esforços normais em V4 variam.i.. zmvm1----fL I I 1 --L-L-1 1 I ' ' I------I .6 t.Os efeitos da carga permanente podem ser desprezados em presença da carga móvel..*f I -k-í . Merece mençáo à parte o caso da bana V.4X 10 2 + 0. carregada inferiormente. entre parêntesis.."-. conforme indica a Fig.I(-~Q. VI-73.% *n6 . VI-73 3..

9 -Traçar as linhas de rnfluência de MBdi. VD.Traçar as linhas de influência de V D . . Q ~ . .Traçar. VI-82 3. Q ~ e q M s i .M S ~ M s Z i V c . VC.Para a viga Gerber da Fig. .. QEq.7 . Vi-79. Qs.. ME e QH para 3. ' . Q .M ~ e s q A B C D E F G H I Fig. HD.Traçar. M ~ . Qcd*. 3. VE. - Para 0 quadro da ~ i VI-84. QE. para o quadro composto da Fig. Vi-80. ME. Vi-77.6 . para a viga Gerber da Fig. VI-82... 3.para o quadro da Fig. São dados: a) carga permanente: g = 2 t/m 3.8 . QF. carregada indiretamente.Para a viga Gerber da Fig.362 Curto da aná1i. Qs. QcW.5 . Q s . VI-83. Mc e M K . traçar as linhas de influência dos seguintes efeitos estáticos: M S . as linhas de influêna de Ms.e e u t u r a l Esiudo das carga móveis em estruturas isostáticas 353 3. Q. VA. VI-81 n ~ 8 E A m ~ F ~ ~ 3. A B 4 m C + .10 "SI. QF. as linhas de influência de ~ . as linhas de influência de MF.Traçar as tinhas de influência 'de VG..Q c q . V J . para a viga Gerber da Fig.. VI-78.3 . MGdir. . obter entre que valores extremos irá variar a reação de apoio vertical em E. 3. D ~ a viga Gerber da Fig. e N b a r r a G ~ .. Vi-81.4 .Q D q . Ms. 4 D m + * Fig.

para a treliça Pratt da Fig. as linhas de influência de esforços normais nas barras indicadas.Idem.14 . VI-87 3. nas barras da treli~a Fig.13 . carregada superiormente. VI-85. carregada inferiormente. que é percorrido pelo trem-tipo h m j 2 um .Para o arco semicircular da Fig. . desenhar as linhas de influência dos esforços simples atuantes na seção S indicada. 3. carregada inferiormente.15 . b) tensão no bordo e do encontro da esquerda. Fig.354 Curso de análise estrutural I Fig. VI-90. Fig VI-86 . 3.Idem.Para o pórtico triarticulado da Fig. I *-.Traçar. VI-89. da 3.11 . VI-88. carregada inferiormente. para a treliça Warren da Fig. VI-85 3.+?+i4 Pig. VI-86. c) momento fletor em SI.Idem.12 . VI-84 I Estudo dai cargas móveis em estruturas irodticas 355 3. máximos e mínimos. pedem-se os valores dos seguintes efeitos. VI-87. provocados por esse trem-tipo: a) momento fletor.16 . esforço cortante e esforço normal em S. nas barras indicadas na treliça da Fig.

VI-94 Desenhar as linhas de influência dos esforços simples no engaste da grelha da fig.. . VI-92. VI-94. carregada inferiormente em todas os nós. Vi-91. . I -a.LU - esf desenhar as linhas de influencia das reaçóes de apoio e dos ples atuantes na seção S da grelha isostática da Fig. nas barras indicadas da treliça da fig. nas barras indicadas na treliça da fig. =. te. carregada inferionnen.Cuno de análise estrutural m d o dar caigar móveis em enruturas ironaticas r 357 Idem. Fig. Fig.18 Idem. Vi-93. VI-91 3.

358 Cuno de analise e u t u r a l Emdo das cargas m6veis em esirumnu irostáticas 359 .

+0. mínimo: -i6t/mz (compressão) 9 3 ) Máximo: +4mt.tudo das cargas móveis em estruturas isosiáticas 361 ) Máximos: +1.-12t 1) - Máximo: i%t/m2 (tração).67t.33t. 12t.33mt. Mínimos: -24mt. mínimo: -12mt . +0.

"* "."..I.VI LI.LI. 1 1 ."' _ ---___ ._ _ -& 5 - 1 I ----___ I I I 1 w--._ -. 1 # I 1 I 1 . 3.15 L I*' LI. I I L. - - v Estudo dar cargas móveis em estruiura.D.r---- 1 j ----$--..--_ i /O - ---_ I ------_I*. isost4ticas 362 Curso de a d i r a e man r ii l 363 -7 . LI..% -.

364 Cursa de análire artmniral ~ m d das cargas móveis em estruturas isostáticas o 365 .

366 Curso de análire smuruial .

EDIÇÃO 2573A . Par exemplo.Para pedidos telegráficos deste livro.Porto Alelge . antepondo a esse número a quantidade desejada.52573A. Rua Domingos Paiva. é suficiente telegrafar assim: Dicionário . 60 .A. não é necessário transmitir a letra A. Desejando-se enco mendar 10 ou mais exemplares. para a Editora Globo S.Este livro foi impxesso pela EDIPE Artes Grúíias. basta indicar o número 2573A.São Paulo. para pedir 5 exemplares. .