SAE INFORMÁTICA

SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL
www.sae.eng.br





MANUAL STRAP



VERSÃO 11.5











STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA



* * * A T I R * * *

S T R A P
for
Windows


Generalidade

Os programas STRAP foram desenvolvidos por um grupo altamente qualificado de engenheiros e programadores,
sendo extensivamente testado. No entanto, os autores do software não assumem responsabilidade pela validade
dos resultados obtidos pelos programas ou pela rescisão da sua documentação.

Os usuários precisam verificar os seus resultados

Lembramos ao usuário, que os programas deverão ser usados como ferramenta
da análise estrutural, cabendo ao engenheiro, o arbítrio final no desenvolvimento
do modelo, bem como, a interpretação dos resultados.






O programa STRAP é desenvolvido pela ATIR Engineering Software Development LTD.


Windows é uma marca registrada da Microsoft Corp.
AutoCAD é uma marca registrada Autodesk Inc.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Índice - I
ÍNDICE

1 Geral ......................................................................................................................................... 1-1
1.1 Iniciando o uso do STRAP................................................................................................................ 1.1-1
1.1.1 Seleção do modelo computacional................................................................................................... 1.1-1
1.1.2 Entrando com o modelo ................................................................................................................... 1.1-4
1.2 Sistema de Coordenadas.................................................................................................................. 1.2-1
1.2.1 Sistema de Coordenadas Globais.................................................................................................... 1.2-2
1.2.2 Sistema de Coordenadas Locais...................................................................................................... 1.1-3
1.2.2.1 Sistema de coordenadas locais –Barras........................................................................................................ 1.1-3
1.2.2.2 Sistema de coordenadas locais –Elementos quadriláteros............................................................................ 1.2-5
1.2.2.3 Sistema de coordenadas locais –Elementos triangulares.............................................................................. 1.2-7
1.2.3 Convenções de Sinais – Forças & Momentos ................................................................................. 1.2-7
1.3 Menu Superior – Geral ...................................................................................................................... 1.3-1
1.3.1 Zoom................................................................................................................................................. 1.3-2
1.3.2 Rotação ............................................................................................................................................ 1.3-5
1.3.3 Visualizar .......................................................................................................................................... 1.3-7
1.3.4 Remover ........................................................................................................................................... 1.3-16
1.3.5 Editar................................................................................................................................................. 1.3-18
1.4 Opções – Gerais ................................................................................................................................ 1.4-1
1.4.1 Passo................................................................................................................................................ 1.4-1
1.4.2 Caixas de Diálogo............................................................................................................................. 1.4-1
1.4.3 Shortcut Menus (Botão Direito do Mouse) ....................................................................................... 1.4-3
1.4.4 Menu Tabs........................................................................................................................................ 1.4-4
1.4.5 Ajuda................................................................................................................................................. 1.4-4
1.4.6 Barra de Ferramentas ...................................................................................................................... 1.4-4
1.4.7 Desfazer ........................................................................................................................................... 1.4-5
1.4.8 Imprimir Tabelas............................................................................................................................... 1.4-5
1.4.9 Imprimir Desenho ............................................................................................................................. 1.4-5
1.4.9.1Desenho Regular: .......................................................................................................................................... 1.4-6
1.4.9.Imprimir desenho - Renderizado: ..................................................................................................................... 1.4-8
1.4.10 Ordem de Impressão...................................................................................................................... 1.4-8
1.4.11 Editor Gráfico do STRAP................................................................................................................ 1.4-9
1.4.11.1 Menu Arquivo............................................................................................................................................... 1.4-10
1.4.11.2 Menu Zoom.................................................................................................................................................. 1.4-11
1.4.11.3 Menu Editar.................................................................................................................................................. 1.4-12
1.4.11.4 Menu Texto.................................................................................................................................................. 1.4-13
1.4.11.5 Menu de Linha ............................................................................................................................................. 1.4-14
1.4.11.6 Seleção de Textos/Linhas............................................................................................................................ 1.4-16
1.5 Seleções ............................................................................................................................................. 1.5-1
1.5.1 Seleção de Nós ................................................................................................................................ 1.5-1
1.5.2 Seleção de Barras/Elementos.......................................................................................................... 1.5-3
1.6 Modo Comando.................................................................................................................................. 1.6-1
1.6.1 Digitar um comando.......................................................................................................................... 1.6-1
1.6.2 Revisar um comando........................................................................................................................ 1.6-1
1.6.3 Colar um comando (da área de transferência)................................................................................. 1.6-1
1.6.4 Formato do Modo Comando – Geral................................................................................................ 1.6-3
1.7 Arquivo de Comandos (Batch)......................................................................................................... 1.7-1
1.7.1 Arquivo de Comandos – Geometria ................................................................................................. 1.7-1
1.7.2 Arquivo de Comandos – Carregamentos......................................................................................... 1.7-3
1.7.3 Arquivo de Comandos – Combinações............................................................................................ 1.7-4
1.8 Tela Inicial do STRAP (Lista de modelos)....................................................................................... 1.8-1
1.8.1 Definir um novo modelo.................................................................................................................... 1.8-1
1.8.2 Revisar/reprocessar um modelo....................................................................................................... 1.8-2
1.9 Menu Arquivo..................................................................................................................................... 1.9-1
1.10 Imprimir............................................................................................................................................. 1.10-1
1.11 Gerenciamento do Arquivo ............................................................................................................ 1.11-1
1.11.1 Deletar um modelo ......................................................................................................................... 1.11-1
1.11.2 Copiar para outro diretório / Fazer uma cópia do modelo.............................................................. 1.11-1
1.11.3 Copiar um modelo de outro diretório.............................................................................................. 1.11-2
1.11.4 Mudar de diretório........................................................................................................................... 1.11-2
1.12 Configurações.................................................................................................................................. 1.12-1
1.12.1 Configurações – Cores................................................................................................................... 1.12-1
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Índice - II
1.12.2 Configurações – Cores das taxas de trabalho da Metálica............................................................ 1.12-3
1.12.3 Configurações – Unidades ............................................................................................................. 1.12-4
1.12.4 Configurações – Materiais.............................................................................................................. 1.12-4
1.12.5 Estilos de impressão de tabelas..................................................................................................... 1.12-5
1.12.6 Configurações – Impressão de desenhos...................................................................................... 1.12-8
1.12.7 Configurações – Espessura de linha.............................................................................................. 1.12-8
1.12.8 Configurações – Diversos .............................................................................................................. 1.12-9
1.12.9 Configurações – Barra de ferramentas .......................................................................................... 1.12-11
1.12.10 STRAP INI/Registro...................................................................................................................... 1.12-12
1.13 Utilidades.......................................................................................................................................... 1.13-1
1.13.1 Combinar resultado de 2 projetos .................................................................................................. 1.13-1
1.13.2 Tabela de Perfis do Usuário........................................................................................................... 1.13-2
1.13.2.1 Arquivo......................................................................................................................................................... 1.13-3
1.13.2.2 Editar ........................................................................................................................................................... 1.13-8
1.13.3 Recriar a lista de modelos.............................................................................................................. 1.13-10
1.13.4 CROSEC ........................................................................................................................................ 1.13-10
1.13.5 Conversão de modelo STAAD ....................................................................................................... 1.13-11
1.13.6 Criar arquivos de detalhamento de Estruturas Metálicas .............................................................. 1.13-12
1.13.7 Utilidades – Adicionar novas opções ............................................................................................. 1.13-12
1.14 Exibir os arquivos do modelo ........................................................................................................ 1.14-1
1.15 Adicionar um modelo à lista........................................................................................................... 1.15-1
1.16 Converter um metafile para DXF.................................................................................................... 1.16-1
1.17 Importar/Exportar DXF.................................................................................................................... 1.17-1
1.17.1 Exportar modelo STRAP para DXF................................................................................................ 1.17-1
1.17.2 Importar Desenho DXF para STRAP ............................................................................................. 1.17-1
1.17.2.1 Capacidade do programa............................................................................................................................. 1.17-2
1.17.2.2 Conversão das Layers do DXF................................................................................................................... 1.17-3
1.17.2.3 Opções para Importação do Desenho DXF ................................................................................................. 1.17-3

2 Geometria ................................................................................................................................ 2-1
2.1 Geometria – Geral.............................................................................................................................. 2.1-1
2.1.1 Definir um novo modelo.................................................................................................................... 2.1-1
2.1.2 Geometria – Menu Preliminar........................................................................................................... 2.1-1
2.1.3 Assistente de modelagem – Geral ................................................................................................... 2.1-3
2.1.4 Geometria – Tela Principal ............................................................................................................... 2.1-6
2.2 Nós ...................................................................................................................................................... 2.2-1
2.2.1 Definição de Nós – Nó único............................................................................................................ 2-2-2
2.2.2 Definição de Nós – Linha Eqüidistante ............................................................................................ 2.2-5
2.2.2.1 Linha Eqüidistante – Arco de nós ............................................................................................................ 2.2-5
2.2.3 Definição de Nós - Linha não Eqüidistante ...................................................................................... 2.2-6
2.2.4 Definição de Nós – Grelha ............................................................................................................... 2.2-8
2.2.4.1 Grelha – Sistema de Coordenadas Cilíndrico................................................................................................ 2.2-9
2.2.5 Definição de Nós – Equações .......................................................................................................... 2.2-10
2.2.5.1 Equação definida pelo usuário....................................................................................................................... 2.2-11
2.2.5.2 Equações – Elipse ......................................................................................................................................... 2.2-13
2.2.6 Nós – Mover ..................................................................................................................................... 2.2-14
2.2.7 Nós – Deletar.................................................................................................................................... 2.2-17
2.2.8 Nós – Renumerar ............................................................................................................................. 2.2-17
2.2.9 Nós – Sistema de Coordenadas....................................................................................................... 2.2-19
2.2.9.1 Sistema – Plano de Trabalho......................................................................................................................... 2.2-20
2.2.9.1 Sistema de Coordenadas Cilíndrico............................................................................................................... 2.2-21
2.2.10 Nós – Unificar ................................................................................................................................. 2.2-22
2.3 Apoios (indeslocáveis)...................................................................................................................... 2.3-1
2.3.1 Apoios (indeslocáveis) – Definição .................................................................................................. 2.3-1
2.3.2 Apoios Rotacionados........................................................................................................................ 2.3-2
2.3.3 Diafragmas Rígidos .......................................................................................................................... 2.3-4
2.3.4 Deletar Apoios .................................................................................................................................. 2.3-7
2.4 Barras.................................................................................................................................................. 2.4-1
2.4.1 Definição de uma barra .................................................................................................................... 2.4-2
2.4.2 Barras – Linha .................................................................................................................................. 2.4-3
2.4.2.1 Linha de barras – Linha reta .......................................................................................................................... 2.4-3
2.4.2.2 Linha de barras – Arco................................................................................................................................... 2.4-3
2.4.2.3 Linha de barras – Seqüência ......................................................................................................................... 2.4-4
2.4.3 Barras – Seqüência .......................................................................................................................... 2.4-4
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Índice - III
2.4.4 Barras – Grelha ................................................................................................................................ 2.4-5
2.4.4.1 Grelha de barras – Linha reta ........................................................................................................................ 2.4-5
2.4.4.2 Grelha de barras – em arco ........................................................................................................................... 2.4-5
2.4.4.3 Grelha de barras – Seqüência de linhas de base .......................................................................................... 2.4-6
2.4.5 Barras – Bracing............................................................................................................................... 2.4-7
2.4.6 Barras – Deletar................................................................................................................................ 2.4-8
2.4.7 Barras-Propriedades ........................................................................................................................ 2.4-8
2.4.7.1 Propriedades de barras – Constantes............................................................................................................ 2.4-11
2.4.7.2 Propriedades de barras – Tabela de Perfis.................................................................................................... 2.4-12
2.4.7.3 Propriedades de barras – Dimensões............................................................................................................ 2.4-14
2.4.7.4 Seção Variável ............................................................................................................................................... 2.4-17
2.4.7.5 Propriedades – Cabos ................................................................................................................................... 2.4-18
2.4.7.6 Propriedades de barras – Seção Composta .................................................................................................. 2.4-20
2.4.7.7 Propriedades – Colar ..................................................................................................................................... 2.4-21
2.4.7.8 Seções Mistas................................................................................................................................................ 2.4-21
2.4.8 Barras – Vínculos ............................................................................................................................. 2.4-24
2.4.9 Barras – Offsets................................................................................................................................ 2.4-26
2.4.10 Barras – Renumerar ....................................................................................................................... 2.4-28
2.4.11 Barras – Quebrar ............................................................................................................................ 2.4-31
2.4.12 Barras – Eixos Locais..................................................................................................................... 2.4-32
2.5 Elementos........................................................................................................................................... 2.5-1
2.5.1 Elemento Triangular ......................................................................................................................... 2.5-2
2.5.2 Elemento Quadrilátero...................................................................................................................... 2.5-2
2.5.3 Seqüência de Triângulos.................................................................................................................. 2.5-3
2.5.4 Seqüência de Quadriláteros............................................................................................................. 2.5-4
2.5.5 Grelha de Elementos........................................................................................................................ 2.5-4
2.5.5.1 Grelha de Elementos – Linha reta ............................................................................................................. 2.5-5
2.5.5.2 Grelha de Elementos em arco.................................................................................................................... 2.5-5
2.5.5.3 Grelha de Elementos – Seqüência de linhas de base................................................................................ 2.5-6
2.5.6 Malha de Elementos Finitos ............................................................................................................. 2.5-6
2.5.6.1 Malha opções – passos para definir uma malha............................................................................................ 2.5-7
2.5.6.2 Contorno da Malha de Elementos.................................................................................................................. 2.5-10
2.5.6.3 Parâmetros da Malha de Elementos.............................................................................................................. 2.5-11
2.5.6.4 Alterar as linhas da grelha de base................................................................................................................ 2.5-13
2.5.6.5 Malha Exemplo 1 ........................................................................................................................................... 2.5-15
2.5.6.6 Malha Exemplo 2 ........................................................................................................................................... 2.5-17
2.5.6.7 Editar Malha................................................................................................................................................... 2.5-19
2.5.7 Deletar .............................................................................................................................................. 2.5-21
2.5.8 Renumerar........................................................................................................................................ 2.5-21
2.5.9 Propriedades .................................................................................................................................... 2.5-23
2.5.9.1 Propriedades dos Elementos – Definir/Revisar.............................................................................................. 2.5-24
2.5.9.2 Elementos – Atribuir uma propriedade........................................................................................................... 2.5-25
2.5.9.3 Elementos – Deletar uma propriedade........................................................................................................... 2.5-25
2.5.9.4 Elementos Fictícios........................................................................................................................................ 2.5-25
2.5.9.5 Material definido pelo usuário ........................................................................................................................ 2.5-26
2.5.10 Eixos Locais.................................................................................................................................... 2.5-26
2.5.11 Elementos – Articulações............................................................................................................... 2.5-27
2.6 Molas (apoios elásticos) ................................................................................................................... 2.6-1
2.6.1 Molas - Definir/Revisar ..................................................................................................................... 2.6-1
2.6.2 Deletar .............................................................................................................................................. 2.6-2
2.6.3 Valor.................................................................................................................................................. 2.6-2
2.6.4 Molas Unidirecionais ........................................................................................................................ 2.6-3
2.6.5 Molas - Área/Linha............................................................................................................................ 2.6-4
2.6.6 Molas – Eixos locais de apoio .......................................................................................................... 2.6-6
2.7 Copia................................................................................................................................................... 2.7-1
2.7.1 Copia por translação ........................................................................................................................ 2.7-2
2.7.2 Copia Rotacional .............................................................................................................................. 2.7-3
2.7.3 Copia Espelhada .............................................................................................................................. 2.7-5
2.7.4 Copia – Unificar Nós......................................................................................................................... 2.7-6
2.8 Elementos Sólidos............................................................................................................................. 2.8-1
2.8.1 Elementos Sólidos – Expansão........................................................................................................ 2.8-2
2.8.2 Elementos Sólidos – Rotação .......................................................................................................... 2.8-3
2.8.3 Elementos Sólidos – Deletar ............................................................................................................ 2.8-5
2.8.4 Elementos Sólidos – Renumerar...................................................................................................... 2.8-5
2.8.5 Elementos Sólidos – Material ........................................................................................................... 2.8-6
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Índice - IV
2.9 Paredes............................................................................................................................................... 2.9-1
2.9.1 Paredes – Geral................................................................................................................................ 2.9-1
2.9.2 Paredes – Principal........................................................................................................................... 2.9-3
2.9.3 Paredes – Linha de Paredes............................................................................................................ 2.9-4
2.9.4 Paredes – Seção Transversal .......................................................................................................... 2.9-5
2.9.4.1 Paredes – Definição da Seção Transversal ................................................................................................... 2.9-5
2.9.5 Paredes – Deletar............................................................................................................................. 2.9-8
2.9.6 Paredes – Rotacionar ....................................................................................................................... 2.9-9
2.9.7 Paredes –Renumerar ....................................................................................................................... 2.9-9
2.9.8 Paredes – Conexões Rígidas........................................................................................................... 2.9-10
2.9.9 Paredes – Exemplos......................................................................................................................... 2.9-10
2.9.9.1 Exemplo 1...................................................................................................................................................... 2.9-10
2.9.9.2 Exemplo 2...................................................................................................................................................... 2.9-12
2.10 Submodelo ....................................................................................................................................... 2.10-1
2.10.1 Submodelo – Tela Principal............................................................................................................ 2.10-2
2.10.2 Adicionar Submodelo ao modelo principal ..................................................................................... 2.10-3
2.10.3 Submodelo - "Arquivo” ................................................................................................................... 2.10-4
2.11 Geometria – Menu "Saídas" .......................................................................................................... 2.11-1
2.12 Geometria – Menu "Arquivo” ........................................................................................................ 2.12-1

3 Carregamentos ........................................................................................................................ 3-1
3.1 Definir/Editar um carregamento....................................................................................................... 3.1-1
3.2 Editar um Carregamento................................................................................................................... 3.2-1
3.3 Cargas Nodais.................................................................................................................................... 3.3-1
3.3.1 Cargas Nodais – Definir ................................................................................................................... 3.3-1
3.3.2 Cargas Nodais – Editar .................................................................................................................... 3.3-2
3.3.3 Cargas Nodais – Deletar .................................................................................................................. 3.3-3
3.3.4 Aplicar o Peso Próprio como Cargas Nodais................................................................................... 3.3-3
3.3.5 Copiar Cargas................................................................................................................................... 3.3-4
3.4 Cargas nas Barras............................................................................................................................. 3.4-1
3.4.1 Cargas nas Barras – Definir ............................................................................................................. 3.4-1
3.4.1.1 Carga Uniforme nas Barras ........................................................................................................................... 3.4-2
3.4.1.2 Carga Linear nas Barras................................................................................................................................ 3.4-5
3.4.1.3 Cargas Concentradas nas Barras.................................................................................................................. 3.4-6
3.4.1.4 Carga Linear em uma linha de Barras ........................................................................................................... 3.4-8
3.4.1.5 Cargas nas Barras – Temperatura................................................................................................................. 3.4-9
3.4.1.6 Cargas nas Barras – Peso Próprio ................................................................................................................ 3.4-11
3.4.1.7 Cargas nas Barras – Pre-tensão.................................................................................................................... 3.4-12
3.4.1.8 Cargas nas Barras – Superfície..................................................................................................................... 3.4-14
3.4.2 Cargas nas Barras/Elementos – Editar ............................................................................................ 3.4-15
3.4.3 Deletar cargas de Barra/Elemento ................................................................................................... 3.4-16
3.4.4 Carga de Barras – Cópia.................................................................................................................. 3.4-17
3.5 Carga nos Elementos........................................................................................................................ 3.5-1
3.5.1 Definir Cargas nos Elementos.......................................................................................................... 3.5-1
3.5.1.1 Carga Uniforme nos Elementos ..................................................................................................................... 3.5-1
3.5.1.2 Pressão Variando Linearmente nos Elementos ............................................................................................. 3.5-2
3.5.1.3 Carga nos Elementos – Temperatura ............................................................................................................ 3.5-4
3.5.1.4 Carga nos Elementos - Peso Próprio............................................................................................................. 3.5-5
3.5.2 Editar Cargas nos Elementos........................................................................................................... 3.5-6
3.5.3 Deletar Cargas nos Elementos......................................................................................................... 3.5-6
3.5.4 Cargas de Elementos – copia .......................................................................................................... 3.5-6
3.6 Recalque de Apoio ............................................................................................................................ 3.6-1
3.7 Carga Combinada.............................................................................................................................. 3.7-1
3.8 Cargas Globais .................................................................................................................................. 3.8-1
3.8.1 Tipos de Cargas Globais.................................................................................................................. 3.8-1
3.8.1.1 Carga Global Pontual..................................................................................................................................... 3.8-1
3.8.1.2 Carga Global por Área................................................................................................................................... 3.8-2
3.8.1.3 Cargas Globais – Trem Tipo.......................................................................................................................... 3.8-3
3.8.2 Cargas Globais – Opções Adicionais............................................................................................... 3.8-5
3.9 Carga nos Elementos Sólidos.......................................................................................................... 3.9-1
3.9.1 Carga nos Elementos Sólidos – Definir............................................................................................ 3.9-1
3.9.1.1 Sólidos – Peso Próprio .................................................................................................................................. 3.9-1
3.9.1.2 Sólidos – Temperatura................................................................................................................................... 3.9-2
3.9.2 Editar carga nos elementos sólidos ................................................................................................. 3.9-2
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Índice - V
3.9.3 Deletar carga nos elementos sólidos ............................................................................................... 3.9-2
3.9.4 Carga de elementos sólidos – cópia ................................................................................................ 3.9-2
3.10 Deletar Carregamentos................................................................................................................... 3.10 e 3.11-1
3.11 Desativar Carregamentos............................................................................................................... 3.10 e 3.11-1
3.12 Cargas Móveis ................................................................................................................................. 3.12-1
3.13 Alternar Cargas................................................................................................................................ 3.13-1
3.13.1 Alternar Cargas (CHESS.DAT) ...................................................................................................... 3.13-2
3.14 P-Delta............................................................................................................................................... 3.14-1
3.14.1 Efeito P-Delta – Método de Cálculo ............................................................................................... 3.14-1
3.15 Sway.................................................................................................................................................. 3.15 e 3.16-1
3.16 Copia de Carregamentos................................................................................................................ 3.15 e 3.16-2
3.17 Cargas de Vento .............................................................................................................................. 3.17-1
3.17.1 Cargas de Vento – Geral ................................................................................................................ 3.17-1
3.17.2 Procedimento.................................................................................................................................. 3.17-1
3.17.3 Menu das Cargas de Vento............................................................................................................ 3.17-2
3.17.3.1 Definir .......................................................................................................................................................... 3.17-3
3.17.3.2 Editar ........................................................................................................................................................... 3.17-5
3.17.4 Normas de Vento............................................................................................................................ 3.17-5
3.17.4.1 Wind loads - BS 6399 (1997), Part 2 ........................................................................................................... 3.17-5
3.17.4.2 Wind loads - Eurocode 1.............................................................................................................................. 3.17-8
3.17.4.3 Wind loads - UBC 1997................................................................................................................................ 3.17-10
3.17.5 Wind design codes – lattice............................................................................................................ 3.17-12
3.17.5.1 Wind - lattice - BS6399 ................................................................................................................................ 3.17-12
3.17.5.2 Wind - lattice – Eurocode............................................................................................................................. 3.17-13
3.17.5.3 Wind - lattice - UBC 1997............................................................................................................................. 3.17-15
3.17.6 WINDUSER.DAT ........................................................................................................................... 3.17-15
3.18 Módulo de Carregamentos – Arquivo............................................................................................ 3.18 e 3.19-1
3.19 Visualizar .......................................................................................................................................... 3.18 e 3.19-1
3.20 Saídas ............................................................................................................................................... 3.20-1

4 Solução...................................................................................................................................... 4-1
4.1 Solução – Geral.................................................................................................................................. 4.1-1
4.2 Método de Solução............................................................................................................................ 4.2-1
4.3 Solução – Singularidade................................................................................................................... 4.3-1
4.4 Problemas – Geral ............................................................................................................................. 4.4-1
4.5 Referências ........................................................................................................................................ 4.5-1

5 Módulo de Resultados ............................................................................................................. 5-1
5.1 Combinações ..................................................................................................................................... 5.1-2
5.1.1 Combinações – Geral ....................................................................................................................... 5.1-2
5.1.2 Definir/Revisar Combinações........................................................................................................... 5.1-2
5.1.3 Adicionar/Revisar um Grupo ............................................................................................................ 5.1-4
5.1.4 Biblioteca de Combinações.............................................................................................................. 5.1-5
5.1.5 Exibir/Imprimir a Lista de Combinações........................................................................................... 5.1-6
5.1.6 Desativar todas as Combinações..................................................................................................... 5.1-6
5.1.7 Desativar as Combinações Selecionadas........................................................................................ 5.1-7
5.1.8 Opção de Definição .......................................................................................................................... 5.1-7
5.2 Resultados – Opções ........................................................................................................................ 5.2-1
5.2.1 Unidades........................................................................................................................................... 5.2-1
5.2.2 Formato das Saídas ......................................................................................................................... 5.2-2
5.2.3 Parâmetros de Flambagem de Barras ............................................................................................. 5.2-2
5.2.3.1 Revisar o Comprimento de Flambagem......................................................................................................... 5.2-3
5.2.3.2 Definição do Tipo de Aço e Norma ................................................................................................................ 5.2-4
5.2.3.3 Exibir/Imprimir as informações de flambagem nas barras ............................................................................. 5.2-5
5.2.4 Sistema de Coordenadas de Resultados dos Elementos................................................................ 5.2-6
5.2.4.1 Sistema de Coordenadas de Resultados dos Elementos – Padrão............................................................... 5.2-6
5.2.4.2 Revisar o Sistema de Coordenadas de Resultados dos Elementos .............................................................. 5.2-7
5.2.4.3 Ângulo de Inclinação da Armadura................................................................................................................ 5.2-9
5.2.4.4 Exibir os Eixos de Resultados & Angulo de Inclinação .................................................................................. 5.2-10
5.2.5 BS8007 – Crack widths and control ................................................................................................. 5.2-10
5.2.5.1 General .......................................................................................................................................................... 5.2-10
5.2.5.2 How to use this module.................................................................................................................................. 5.2-10
5.2.5.3 BS8007 – Parameters.................................................................................................................................... 5.2-11
5.2.5.4 BS8007 - Results – Options........................................................................................................................... 5.2-13
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Índice - VI
5.2.5.5 BS8007 - Detailed results-Options................................................................................................................. 5.2-15
5.2.5.6 BS8007 - Display parameters ........................................................................................................................ 5.2-16
5.2.5.7 BS8007 - Results summary ........................................................................................................................... 5.2-17
5.2.5.8 Detailed results .............................................................................................................................................. 5.2-17
5.3 Resultados Gráficos.......................................................................................................................... 5.3-1
5.3.1 Resultados Gráficos de Barras- Diagrama de Resultados .............................................................. 5.3-1
5.3.2 Resultados Gráficos – Elementos .................................................................................................... 5.3-3
5.3.2.1 Resultados Gráficos....................................................................................................................................... 5.3-5
5.3.2.2 Tipos de Resultados Gráficos de Elementos ................................................................................................. 5.3-7
5.3.2.3 Carregamentos .............................................................................................................................................. 5.3-9
5.3.2.4 Resultados no Centro dos Elementos – Parâmetros ..................................................................................... 5.3-10
5.3.3 Deformações – Valores .................................................................................................................... 5.3-12
5.3.4 Resultados Gráficos – Reações....................................................................................................... 5.3-14
5.3.5 Resultados Gráficos de Barras – Valor Escrito ao Lado da Barras................................................. 5.3-14
5.3.6 Resultados Gráficos - BS8007 ......................................................................................................... 5.3-15
5.3.7 Elementos Sólidos – Definir uma superfície..................................................................................... 5.3-17
5.4 Resultados Tabelados – Exibir/Imprimir ......................................................................................... 5.4-1
5.4.1 Opções ............................................................................................................................................. 5.4-2
5.4.2 Resultados de Barras – Momentos de Forças................................................................................. 5.4-4
5.4.3 Elementos – Momentos, Forças & Tensões .................................................................................... 5.4-7
5.4.4 Deslocamentos dos Nós................................................................................................................... 5.4-11
5.4.5 Reações............................................................................................................................................ 5.4-11
5.4.6 Tensões de Reação nas Molas........................................................................................................ 5.4-12
5.4.7 Resultados Tabelados – Convenção de Sinais................................................................................ 5.4-13
5.4.7.1 Resultados de Barras - Convenção de Sinais................................................................................................ 5.4-13
5.4.7.2 Convenções de Sinais – Elementos Finitos Planos ....................................................................................... 5.4-14
5.5 Resultado Detalhado......................................................................................................................... 5.5-1
5.6 Menu Superior- “Arquivo” ................................................................................................................ 5.6-1
5.6.1 Como Utilizar o Módulo de Fundações ............................................................................................ 5.6-2
5.7 Momentos de Dimen. de Lajes de Concreto Armado – Equações de Wood & Armer ............... 5.7-1

6 Análise Dinâmica ..................................................................................................................... 6-1
6.1 Análise Dinâmica – Geral.................................................................................................................. 6.1-1
6.2 Definição dos Pesos Nodais para a Análise Dinâmica.................................................................. 6.2-1
6.2.1 Pesos Nodais – Adicionar ................................................................................................................ 6.2-2
6.2.2 Pesos Nodais – Editar ...................................................................................................................... 6.2-3
6.2.3 Pesos Nodais – Peso Próprio........................................................................................................... 6.2-3
6.2.4 Pesos Nodais – Deletar.................................................................................................................... 6.2-3
6.2.5 Carregamentos Estáticos ................................................................................................................. 6.2-4
6.2.6 Pesos Nodais – Parâmetros............................................................................................................. 6.2-5
6.2.7 Saídas - Pesos Nodais Aplicados .................................................................................................... 6.2-6
6.3 Calcular o Modelo Dinamicamente.................................................................................................. 6.3-1
6.4 Análise Dinâmica – Resultados ....................................................................................................... 6.4-1
6.4.1 Resultados Tabelados...................................................................................................................... 6.4-1
6.4.1.1 Tela................................................................................................................................................................ 6.4-1
6.4.1.2 Imprimir .......................................................................................................................................................... 6.4-4
6.4.2 Resultados Gráficos ......................................................................................................................... 6.4-4
6.5 Análise Sísmica ................................................................................................................................. 6.5-1
6.5.1 Análise Sísmica – Geral ................................................................................................................... 6.5-2
6.5.2 Análise Sísmica – Procedimento...................................................................................................... 6.5-2
6.5.3 Método para Combinação dos Modos de Vibração......................................................................... 6.5-3
6.5.4 Editar Arquivo Espectral ................................................................................................................... 6.5-4
6.5.5 Análise Sísmica – Parâmetros ......................................................................................................... 6.5-6
6.5.5.1 1997 Uniform Building Code (UBC) ............................................................................................................... 6.5-6
6.5.5.2 1994 Uniform Building Code (UBC) / SEAOC................................................................................................ 6.5-9
6.5.5.3 Espectro de Resposta.................................................................................................................................... 6.5-12
6.5.5.4 Eurocode 8..................................................................................................................................................... 6.5-13
6.5.5.5 IS:1893 (India) ............................................................................................................................................... 6.5-15
6.5.5.6 National Building Code of Canada................................................................................................................. 6.5-18
6.5.5.7 ASCE 7-98..................................................................................................................................................... 6.5-19
6.5.6 Deslocamentos Relativos entre Pavimentos.................................................................................... 6.5-22
6.5.7 Análise Sísmica – Atualizar Arquivos de Resultados Estáticos....................................................... 6.5-23
6.5.7 Arquivo Espectral.............................................................................................................................. 6.5-25
6.6 Vibrações Forçadas e Respostas Transitórias .............................................................................. 6.6-1
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Índice - VII
6.6.1 Menu Superior .................................................................................................................................. 6.6-1
6.6.2 Geral ................................................................................................................................................. 6.6-2
6.6.3 Time History – Procedimento ........................................................................................................... 6.6-2
6.6.4 Definir/Editar um Carregamento....................................................................................................... 6.6-3
6.6.4.1 Cargas Nodais – Definir ................................................................................................................................. 6.6-4
6.6.4.2 Cargas Nodais – Editar/Deletar ..................................................................................................................... 6.6-5
6.6.4.3 Aceleração de Base....................................................................................................................................... 6.6-5
6.6.4.4 Adicionar um Carregamento Estático............................................................................................................. 6.6-6
6.6.4.5 Copiar um Carregamento já Existente ........................................................................................................... 6.6-6
6.6.4.6 Função Time History – Linear ........................................................................................................................ 6.6-6
6.6.4.7 Função Time History – Seno.......................................................................................................................... 6.6-8
6.6.5 Amortecimento.................................................................................................................................. 6.6-9
6.6.6 Menu Combinações.......................................................................................................................... 6.6-10
6.6.6.1 Combinações – Definir................................................................................................................................... 6.6-10
6.6.6.2 Combinações – Editar.................................................................................................................................... 6.6-11
6.6.6.3 Desativar........................................................................................................................................................ 6.6-11
6.6.7 Tabelas de Tempo............................................................................................................................ 6.6-11
6.6.7.1 Tempos Calculados ....................................................................................................................................... 6.6-12
6.6.7.2 Definir Tempos para Exibir/Imprimir............................................................................................................... 6.6-13
6.6.7.3 Modos de Vibração........................................................................................................................................ 6.6-14
6.6.8 Resultados Tabelados...................................................................................................................... 6.6-14
6.6.9 Resultados Gráficos ......................................................................................................................... 6.6-15
6.6.10 Exibir/Imprimir Dados para um Modo de Vibração......................................................................... 6.6-16
6.6.10.1 Exibir Dados................................................................................................................................................. 6.6-16
6.6.10.2 Imprimir Dados............................................................................................................................................. 6.6-17
6.6.11 Arquivo de Resultados ................................................................................................................... 6.6-17

7 Módulo de Metálica................................................................................................................. 7-1
7.1 Módulo de Metálica – Geral .............................................................................................................. 7.1-1
7.1.1 Perfis Metálicos ................................................................................................................................ 7.1-2
7.1.2 Iniciando o Módulo de Metálica do STRAP...................................................................................... 7.1-3
7.2 Módulo de Metálica............................................................................................................................ 7.2-1
7.3 Seções ................................................................................................................................................ 7.3-1
7.3.1 Defina um novo Grupo de Perfis ...................................................................................................... 7.3-1
7.3.2 Seções Compostas........................................................................................................................... 7.3-2
7.3.3 Editar um Grupo Existente ............................................................................................................... 7.3-3
7.3.4 Definir/Revisar Seções Especiais..................................................................................................... 7.3-3
7.3.5 Exibir/Imprimir Tabela de Seções Especiais.................................................................................... 7.3-4
7.3.6 Substituir Tabela de Perfis do Modelo.............................................................................................. 7.3-4
7.3.7 Perfis Soldados/Laminados.............................................................................................................. 7.3-5
7.4 Padrões............................................................................................................................................... 7.4-1
7.4.1 Padrões – Chapa Dobrada............................................................................................................... 7.4-1
7.4.2 Padrões – Viga Mista........................................................................................................................ 7.4-2
7.4.3 Padrões – Viga Mista – Adicional ..................................................................................................... 7.4-4
7.4.4 Padrões – Geral................................................................................................................................ 7.4-5
7.4.5 Padrões – Tipos de Aço ................................................................................................................... 7.4-7
7.4.6 Normas ............................................................................................................................................. 7.4-7
7.4.7 Tipo de Estrutura .............................................................................................................................. 7.4-8
7.4.8 Presilha/Solda................................................................................................................................... 7.4-9
7.4.9 Pilar Misto......................................................................................................................................... 7.4-10
7.5 Dimensionamento.............................................................................................................................. 7.5-1
7.6 Barras Idênticas................................................................................................................................. 7.6-1
7.7 Orientação das Seções..................................................................................................................... 7.7-1
7.7.1 Maior/Menor...................................................................................................................................... 7.7-1
7.7.2 Maior/Menor – Localização do Flange ............................................................................................. 7.7-2
7.8 Parâmetros......................................................................................................................................... 7.8-1
7.8.1 Parâmetros - AISC/AASHTO/CSA/SABS......................................................................................... 7.8-1
7.8.2 Parâmetros - BS5950 ....................................................................................................................... 7.8-5
7.8.3 Parâmetros - Eurocode 3/IS800....................................................................................................... 7.8-7
7.8.4 Parâmetros - GBJ 17 88................................................................................................................... 7.8-8
7.9 Travamentos ...................................................................................................................................... 7.9-1
7.9.1 Travamentos Intermediários............................................................................................................. 7.9-3
7.9.2Travamentos nos Pontos de Cargas de Concentradas/Travamentos Contínuos ............................ 7.9-3
7.9.3 Deletar Travamentos ........................................................................................................................ 7.9-4
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Índice - VIII
7.10 Deslocabilidade ............................................................................................................................... 7.10-1
7.10.1 Condições de Extremidade - AISC/AASHTO/CSA ........................................................................ 7.10-1
7.10.2 End conditions - BS 5950............................................................................................................... 7.10-1
7.10.3 End conditions - Eurocode 3 .......................................................................................................... 7.10-3
7.10.4 End Conditions – IS:800................................................................................................................. 7.10-3
7.11 Barras Combinadas......................................................................................................................... 7.11-1
7.12 Computar.......................................................................................................................................... 7.12-1
7.13 Visualizar .......................................................................................................................................... 7.13-1
7.13.1 Visualizar – Orientação das Seções .............................................................................................. 7.13-1
7.13.2 Desenho Básico de Projeto............................................................................................................ 7.13-3
7.13.3 Cotas e Elevações.......................................................................................................................... 7.13-5
7.13.4 Linhas de Eixo ................................................................................................................................ 7.13-7
7.14 Resultados ....................................................................................................................................... 7.14-1
7.14.1 Exibir/Imprimir Resultado Sumário................................................................................................. 7.14-1
7.14.2 Resultado Detalhado...................................................................................................................... 7.14-2
7.14.2.1 Resultados Detalhados................................................................................................................................ 7.14-3
7.14.2.2 Joists Resultados Detalhados...................................................................................................................... 7.14-4
7.14.3 Resultados – Resumo de Aço........................................................................................................ 7.14-4
7.14.4 Resultados – Exibir Seções Selecionadas..................................................................................... 7.14-4
7.14.5 Resultados – Exibir Capacidades de Trabalho.............................................................................. 7.14-5
7.15 Tabelas de Dados ............................................................................................................................ 7.15-1
7.15.1 Exibir/Imprimir Tabela de Parâmetros de Dimensionamento......................................................... 7.15-1
7.15.2 Exibir/Imprimir Tabela de Travamentos ......................................................................................... 7.15-3
7.15.3 Selecionar tabela de perfis do usuário (brasileira)......................................................................... 7.15-3
7.15.4 Saídas Tabeladas – Viga Mista...................................................................................................... 7.15-3
7.15.5 Saídas Tabeladas – Torção ........................................................................................................... 7.15-4
7.15.6 Exibir Informações de uma barra selecionada............................................................................... 7.15-4
7.16 Sway – Geral .................................................................................................................................... 7.16-1
7.16.1 Procedimento recomendado para o uso do Módulo Sway: .......................................................... 7.16-1
7.16.2 Parâmetros: ................................................................................................................................... 7.16-2
7.16.3 Informação Adicional: .................................................................................................................... 7.16-2
7.16.4 Menu – Sway.................................................................................................................................. 7.16-3
7.16.4.1 Sway – Exibir os Valores para as Seções Atuais......................................................................................... 7.16-3
7.16.4.2 Sway – Configurar Parâmetros.................................................................................................................... 7.16-4
7.16.4.3 Alterar Seções ............................................................................................................................................. 7.16-6
7.16.4.4 Exibir Resultados......................................................................................................................................... 7.16-6
7.17 Cargas............................................................................................................................................... 7.17-1
7.18 Arquivo ............................................................................................................................................. 7.18-1
7.19 Exemplo............................................................................................................................................ 7.19-1

8 Módulo de Concreto ................................................................................................................ 8-1
8.1 Módulo de Concreto – Geral............................................................................................................. 8.1-1
8.1.1 Iniciando a Utilização do Módulo de Concreto do STRAP............................................................... 8.1-1
8.1.2 Seismic design – general ................................................................................................................. 8.1-2
8.1.2.1 Beams............................................................................................................................................................ 8.1-3
8.1.2.2 Columns......................................................................................................................................................... 8.1-3
8.1.2.3 Walls.............................................................................................................................................................. 8.1-4
8.1.3 Como Utilizar o Módulo de Concreto do STRAP ............................................................................. 8.1-4
8.1.4 Design procedure – seismic ............................................................................................................. 8.1-5
8.1.4.1 General .......................................................................................................................................................... 8.1-5
8.1.4.2 Seismic .......................................................................................................................................................... 8.1-6
8.2 Módulo de Concreto – Principal....................................................................................................... 8.2-1
8.3 Padrões............................................................................................................................................... 8.3-1
8.3.1 Padrões – Vigas ............................................................................................................................... 8.3-1
8.3.1.1 Padrões – Vigas –Geral ................................................................................................................................. 8.3-1
8.3.1.2 Padrões – Vigas – Armadura Principal .......................................................................................................... 8.3-2
8.3.1.3 Padrões – Vigas – Cortante & Torção ........................................................................................................... 8.3-4
8.3.1.4 Vigas – Deformações..................................................................................................................................... 8.3-6
8.3.1.5 Padrões – Sismo............................................................................................................................................ 8.3-8
8.3.1.6 Padrões – Vigas – Modificar a Armadura....................................................................................................... 8.3-9
8.3.2 Padrões – Pilares ............................................................................................................................. 8.3-10
8.3.2.1 Padrões – Pilares –Geral ............................................................................................................................... 8.3-10
8.3.2.2 Padrões – Pilares – Armadura Longitudinal ................................................................................................... 8.3-11
8.3.2.3 Padrões – Pilares – Cortante......................................................................................................................... 8.3-12
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Índice - IX
8.3.2.4 Padrões – Detalhamento de Pilar .................................................................................................................. 8.3-13
8.3.3 Padrões – Paredes........................................................................................................................... 8.3-16
8.3.3.1 Padrões de Paredes – Geral.......................................................................................................................... 8.3-16
8.3.3.2 Padrões de Paredes – Armadura................................................................................................................... 8.3-17
8.3.3.3 Padrões de Paredes – Sismo ........................................................................................................................ 8.3-17
8.4 Definir Vigas e Pilares....................................................................................................................... 8.4-1
8.4.1 Definir/Editar – Vigas........................................................................................................................ 8.4-1
8.4.1.1 Definir Vigas................................................................................................................................................... 8.4-1
8.4.1.2 Exibir/Editar uma Viga ................................................................................................................................... 8.4-2
8.4.1.3 Nome das Vigas............................................................................................................................................. 8.4-4
8.4.1.4 Deletar ........................................................................................................................................................... 8.4-4
8.4.1.5 Criar Suportes entre Vigas Perpendiculares.................................................................................................. 8.4-5
8.4.2 Definir/Editar Pilares......................................................................................................................... 8.4-5
8.4.2.1 Definir Pilar .................................................................................................................................................... 8.4-5
8.4.2.2 Exibir/Editar um Pilar ..................................................................................................................................... 8.4-7
8.4.2.3 Deletar ........................................................................................................................................................... 8.4-7
8.4.2.4 Definir – Nome dos Pilares ............................................................................................................................ 8.4-7
8.5 Propriedades...................................................................................................................................... 8.5-1
8.6 Parâmetros......................................................................................................................................... 8.6-1
8.6.1 Parâmetros – Vigas .......................................................................................................................... 8.6-1
8.6.1.1 Parâmetros – Vigas – Geral........................................................................................................................... 8.6-1
8.6.1.2 Parâmetros – Vigas – Modificar Armadura Principal...................................................................................... 8.6-2
8.6.2 Parâmetros – Pilares ........................................................................................................................ 8.6-2
8.6.2.1 Pilares - Parâmetros – Dimensionamento...................................................................................................... 8.6-3
8.6.2.2 Pilares - Parâmetros – Flange ....................................................................................................................... 8.6-4
8.6.3 Parâmetros – Paredes...................................................................................................................... 8.6-4
8.6.3.1 Parâmetros – Paredes – Armadura .............................................................................................................. 8.6-4
8.6.3.2 Parâmetros – Paredes – Dimensionamento ................................................................................................. 8.6-5
8.7 Pilares Idênticos ................................................................................................................................ 8.7-1
8.7.1 Tramos Idênticos .............................................................................................................................. 8.7-2
8.7.1.1 Definir ............................................................................................................................................................ 8.7-2
8.7.1.2 Idênticas – copiar Tramos Idênticos .............................................................................................................. 8.7-3
8.7.1.3 Tramos Idênticos – Deletar ............................................................................................................................ 8.7-3
8.7.2 Pilares Idênticos ............................................................................................................................... 8.7-3
8.7.2.1 Definir ............................................................................................................................................................ 8.7-3
8.7.2.2 Pilares Idênticos – Deletar ............................................................................................................................. 8.7-4
8.8 Computar............................................................................................................................................ 8.8-1
8.9 Detalhamento de Pilares................................................................................................................... 8.9-1
8.9.1Criar/Editar desenho do pilar............................................................................................................. 8.9-1
8.9.1.1 Adicionar Detalhamento................................................................................................................................. 8.9-2
8.9.1.2 Mover desenho de pilar.................................................................................................................................. 8.9-4
8.9.1.3 Deletar desenho de pilar ................................................................................................................................ 8.9-4
8.9.1.4 Editar desenho de pilar .................................................................................................................................. 8.9-4
8.9.2 Criar/Editar tabela do pilar................................................................................................................ 8.9-4
8.9.2.1 Tabela de Pilar - Parâmetros ......................................................................................................................... 8.9-5
8.9.2.2 Tabela de Pilar - Editar .................................................................................................................................. 8.9-6
8.9.2.3 Tabela de Pilar - Adicionar............................................................................................................................. 8.9-7
8.9.2.4 Gerar Tabela de pilares ................................................................................................................................. 8.9-7
8.10 Detalhamento de Pilar - Parâmetros.............................................................................................. 8.10-1
8.11 Menu Visualizar................................................................................................................................ 8.11-1
8.12 Menu Resultado............................................................................................................................... 8.10-1
8.12.1 Resultado Sumário ......................................................................................................................... 8.12-1
8.12.2 Resultado Sumário – Cortante – Pilares........................................................................................ 8.12-5
8.12.3 Resultado Detalhado...................................................................................................................... 8.12-5
8.12.3.1 Vigas – Resultado Detalhado....................................................................................................................... 8.12-5
8.12.3.2 Pilares – Resultado Detalhado..................................................................................................................... 8.12-11
8.12.3.3 Paredes - Resultado Detalhado................................................................................................................... 8.12-15
8.12.4 Especificar Armadura de Pilares .................................................................................................... 8.12-17
8.12.5 Criar arquivo de detalhamento (BEAMD)....................................................................................... 8.12-18
8.13 Menu Tabelas................................................................................................................................... 8.13-1
8.13.1 Tabela de Parâmetros de Vigas..................................................................................................... 8.13-1
8.13.2 Tabela de Parâmetros de Pilares................................................................................................... 8.13-2
8.13.3 Tabela de Parâmetros de Paredes ................................................................................................ 8.13-2
8.13.4 Tabelas – Deformações ................................................................................................................. 8.13-3
8.13.5 Tabelas – Armadura....................................................................................................................... 8.13-3
8.13.6 Tabelas – Sismo............................................................................................................................. 8.13-3
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Índice - X
8.13.7 Tabelas – Estribos dos Pilares....................................................................................................... 8.13-4
8.14 Menu Arquivo................................................................................................................................... 8.14-1
8.14.1 Arquivo - configurações.................................................................................................................. 8.14-1
8.14.1.1 Configurações - Cores ................................................................................................................................. 8.14-2
8.14.1.2 Fatores de redução de esforços .................................................................................................................. 8.14-2
8.14.1.3 Configurações –Parâmetros dos desenhos ................................................................................................. 8.14-3
8.14.1.4 Configurações –Parâmetros da tabela de pilar ............................................................................................ 8.14-4
8.14.1.5 Configurações –Espessura da linha............................................................................................................. 8.14-5
8.14.1.6 Configurações –Papel.................................................................................................................................. 8.14-5
8.14.1.7 Configurações –Bitolas ................................................................................................................................ 8.14-6
8.14.1.8 Configurações –Tipo de concreto ................................................................................................................ 8.14-7
8.14.1.9 Configurações –Salvar................................................................................................................................. 8.14-7
8.14.1.10 Configurações –Torção IS:456 .................................................................................................................. 8.14-7

9 Módulo de Pontes..................................................................................................................... 9-1
9.1 Módulo de Pontes - Geral ................................................................................................................. 9.1-1
9.1.1 Iniciando ........................................................................................................................................... 9.1-1
9.1.1.1 Introdução...................................................................................................................................................... 9.1-1
9.1.1.2 Método de Resolução e Premissas Adotadas ............................................................................................... 9.1-1
9.1.2 Como Utilizar o Módulo de Pontes................................................................................................... 9.1-2
9.1.3 Arquivos do Módulo de Pontes......................................................................................................... 9.1-3
9.1.4 Módulo de Pontes – Menu Principal................................................................................................. 9.1-4
9.2 Faixas.................................................................................................................................................. 9.2-1
9.2.1 Faixas – Geral .................................................................................................................................. 9.2-1
9.2.1.1 Divisões – Geral............................................................................................................................................. 9.2-2
9.2.1.2 Tolerância Vertical ......................................................................................................................................... 9.2-2
9.2.2 Faixas – Definir................................................................................................................................. 9.2-2
9.2.2.1 Faixa – Linha ................................................................................................................................................. 9.2-3
9.2.2.2 Faixa – Polyline.............................................................................................................................................. 9.2-3
9.2.2.3 Faixa – Automática ........................................................................................................................................ 9.2-4
9.2.3 Faixas – Editar.................................................................................................................................. 9.2-4
9.2.3.1 Editar Propriedade do Segmento................................................................................................................... 9.2-5
9.2.3.2 Adicionar Segmentos ao Início ...................................................................................................................... 9.2-5
9.2.3.3 Deletar Segmentos do Início.......................................................................................................................... 9.2-5
9.2.3.4 Adicionar Segmentos ao Final ....................................................................................................................... 9.2-5
9.2.3.5 Deletar Segmentos do Final........................................................................................................................... 9.2-5
9.2.3.6 Quebrar/Juntar Elementos............................................................................................................................. 9.2-5
9.2.3.7 Revisar Numeração das Faixas..................................................................................................................... 9.2-6
9.2.4 Faixas – Deletar................................................................................................................................ 9.2-6
9.3 Veículos .............................................................................................................................................. 9.3-1
9.3.1 Veículos – Definir.............................................................................................................................. 9.3-1
9.3.1.1 Definir um novo tipo de veículo...................................................................................................................... 9.3-2
9.3.1.2 Grupo de Veículos Definir/Editar.................................................................................................................... 9.3-4
9.3.2 Veículos – Editar............................................................................................................................... 9.3-4
9.3.3 Veículos – Deletar ............................................................................................................................ 9.3-5
9.3.4 Vehicles.DAT.................................................................................................................................... 9.3-5
9.4 Carga nas Faixas ............................................................................................................................... 9.4-1
9.4.1 Carga na Faixa – Definir................................................................................................................... 9.4-1
9.4.1.1 Carga Uniforme.............................................................................................................................................. 9.4-2
9.4.1.2 Carga de Veículo ........................................................................................................................................... 9.4-4
9.4.1.3 Carga de Faca ............................................................................................................................................... 9.4-4
9.4.2 Carga da Faixa – Editar/Deletar ....................................................................................................... 9.4-5
9.5 Carregamentos .................................................................................................................................. 9.5-1
9.5.1 Carregamentos – Definir .................................................................................................................. 9.5-1
9.5.1.1 Atribuir carga nas faixas ................................................................................................................................ 9.5-2
9.5.1.2 Carregamentos – Permutações ..................................................................................................................... 9.5-2
9.5.1.3 Carregamentos – Ativar/Desativar ................................................................................................................. 9.5-3
9.5.2 Carregamentos - Editar/Deletar........................................................................................................ 9.5-3
9.5.4 Carga na Faixa e Carregamentos – Exemplo.................................................................................. 9.5-4
9.6 Menu Arquivo..................................................................................................................................... 9.6-1
9.6.1 Calcular............................................................................................................................................. 9.6-1
9.6.2 Módulo de Resultados...................................................................................................................... 9.6-1
9.6.3 Definição da Geometria.................................................................................................................... 9.6-1
9.6.4 Fechar (Tela Inicial) .......................................................................................................................... 9.6-1
9.6.5 Sair.................................................................................................................................................... 9.6-1
9.7 Menu Opções ..................................................................................................................................... 9.7-1
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Índice - XI
9.7.1 Método de Distribuição das Cargas ................................................................................................. 9.7-1
9.7.2 Direção da Carga.............................................................................................................................. 9.7-2
9.7.3 Parâmetros de visualização das linhas de influência....................................................................... 9.7-2
9.7.3.1 Exibir somente valores maiores que: ............................................................................................................ 9.7-2
9.7.3.2 Resultado máximo será exibido com: ........................................................................................................... 9.7-2
9.8 Menu Saídas....................................................................................................................................... 9.8-1
9.8.1 Saídas – Faixas................................................................................................................................ 9.8-1
9.8.2 Saídas – Veículos............................................................................................................................. 9.8-1
9.8.3 Saídas – Grupos de Veículos........................................................................................................... 9.8-1
9.8.4 Saídas – Tabelas de Fatores de Cargas.......................................................................................... 9.8-1
9.8.5 Saídas – Cargas nas Faixas ............................................................................................................ 9.8-2
9.8.6 Saídas – Carregamentos.................................................................................................................. 9.8-2
9.8.7 Saídas – Imprimir todas as saídas tabeladas .................................................................................. 9.8-2
9.8.8 Saídas – Imprimir desenho............................................................................................................... 9.8-2
9.9 Resultados ......................................................................................................................................... 9.9-1
9.9.1 Resultados – Geral ........................................................................................................................... 9.9-1
9.9.2 Linhas de Influência.......................................................................................................................... 9.9-2
9.9.3 Desenhar Cargas Aplicadas............................................................................................................. 9.9-3
9.9.4 Apagar Resultados da Tela.............................................................................................................. 9.9-3
9.9.5 Atualizar Arquivos de Resultados do STRAP .................................................................................. 9.9-4
9.9.5.1 Resultados de Barras .................................................................................................................................... 9.9-4
9.9.5.2 Resultados de Elementos .............................................................................................................................. 9.9-5
9.9.5.3 Atualizar Deslocamentos ............................................................................................................................... 9.9-5
9.9.5.4 Atualizar Reações.......................................................................................................................................... 9.9-5
9.9.5.5 Atualizar Resultados de Elementos não Visualizados.................................................................................... 9.9-6
9.9.5.6 Deletar os Carregamentos de “Pontes” ......................................................................................................... 9.9-6
9.9.5.7 Atualizar – Carregamentos ............................................................................................................................ 9.9-6
9.10 Menu Visualizar................................................................................................................................ 9.10-1
9.11 Normas de Dimensionamento........................................................................................................ 9.11-1
9.11.1 South African Code - TMH7 ........................................................................................................... 9.11-1
9.11.2 BD 37/88......................................................................................................................................... 9.11-1

10 CROSEC................................................................................................................................. 10-1
10.1 Geral.................................................................................................................................................. 10.1-1
10.1.1 Especificações do programa – Geral ............................................................................................. 10.1-1
10.1.2 Como Utilizar o CROSEC............................................................................................................... 10.1-2
10.1.3 Dicas e Sugestões.......................................................................................................................... 10.1-2
10.2 CROSEC –Menu Principal............................................................................................................... 10.2-1
10.3 Menu Arquivo................................................................................................................................... 10.3-1
10.4 Menu Visualizar................................................................................................................................ 10.4-1
10.5 Menu Seção...................................................................................................................................... 10.5-1
10.5.1Nova Seção de Chapa Dobrada...................................................................................................... 10.5-1
10.5.2Nova Seção Sólida .......................................................................................................................... 10.5-2
10.5.3 Selecionar Outra Seção ................................................................................................................. 10.5-3
10.5.4 Deletar Seção................................................................................................................................. 10.5-3
10.5.5 Adicionar Subseção ou Furo .......................................................................................................... 10.5-3
10.5.6 Deletar Subseção ........................................................................................................................... 10.5-4
10.5.7 Seção – Conectar Subseções........................................................................................................ 10.5-4
10.5.8 Revisar Conexão ............................................................................................................................ 10.5-5
10.6 Menu Editar Seção........................................................................................................................... 10.6-1
10.6.1 Editar Seção – Dimensões Dependentes ...................................................................................... 10.6-1
10.6.2 Editar Seção – Revisar Dimensões................................................................................................ 10.6-3
10.6.3 Mover Vértices................................................................................................................................ 10.6-3
10.6.4 Copiar uma Subseção.................................................................................................................... 10.6-3
10.6.5 Colar Subseções ............................................................................................................................ 10.6-4
10.6.6 Adicionar Vértice............................................................................................................................. 10.6-4
10.6.7 Deletar Vértice................................................................................................................................ 10.6-5
10.6.8 Unificar Subseções......................................................................................................................... 10.6-5
10.7 Menu Tabela de Seções.................................................................................................................. 10.7-1
10.7.1 Criar Tabela de Seções.................................................................................................................. 10.7-1
10.7.2 Editar Tabela .................................................................................................................................. 10.7-2
10.7.3 Deletar Tabela ................................................................................................................................ 10.7-2
10.7.4 Transferir ao STRAP ...................................................................................................................... 10.7-2
10.8 Menu Zoom....................................................................................................................................... 10.8-1
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Índice - XII
10.9 Menu Saídas..................................................................................................................................... 10.9-1
10.9.1 Exibir /Imprimir Propriedades ......................................................................................................... 10.9-1
10.9.2 Imprimir Propriedades .................................................................................................................... 10.9-2
10.9.3 Copiar para Área de Transferência................................................................................................ 10.9-3

11 Fundações ............................................................................................................................... 11-1
11.1 Geral.................................................................................................................................................. 11.1-1
11.1.1 Especificações do Programa.......................................................................................................... 11.1-1
11.1.2 Como Utilizar o Módulo de Fundações .......................................................................................... 11.1-1
11.1.2.1 Resultados de Barras .................................................................................................................................. 11.1-1
11.1.2.2 Como Utilizar o Módulo de Fundações ........................................................................................................ 11.1-1
11.2 Módulo de Fundações – Menu Principal ....................................................................................... 11.2-1
11.3 Menu Opções ................................................................................................................................... 11.3-1
11.4 Dimensionamento............................................................................................................................ 11.4-1
11.4.1Parâmetros ...................................................................................................................................... 11.4-1
11.4.1.1 Parâmetros (Dimensionamento) .................................................................................................................. 11.4-1
11.4.1.2 Parâmetros (STRAP) ................................................................................................................................... 11.4-4
11.4.2 Cargas ............................................................................................................................................ 11.4-5
11.4.2.1 Cargas ......................................................................................................................................................... 11.4-5
11.4.2.2 Cargas (STRAP) .......................................................................................................................................... 11.4-6
11.4.3 Dimensões...................................................................................................................................... 11.4-7
11.4.4 Definição das Alturas...................................................................................................................... 11.4-8
11.4.5 Dimensionamento Rápido .............................................................................................................. 11.4-8
11.5 Saídas ............................................................................................................................................... 11.5-1
11.5.1 Resultados por Carregamentos ..................................................................................................... 11.5-1
11.5.2 Imprimir ........................................................................................................................................... 11.5-2
11.5.3 Exportar para DXF.......................................................................................................................... 11.5-2
11.5.4 Dimensionamento Rápido .............................................................................................................. 11.5-3
11.5.5 Dimensões das Colunas................................................................................................................. 11.5-4
11.5.6 Propriedades das Fundações......................................................................................................... 11.5-4
11.5.7 Resultados...................................................................................................................................... 11.5-5
11.5.8 Saídas – Cargas de Dimensionamento.......................................................................................... 11.5-5
11.6 Configurações.................................................................................................................................. 11.6-1
11.6.1 Configurações – Cores................................................................................................................... 11.6-1
11.6.2 Configurações – DXF ..................................................................................................................... 11.6-2
11.6.3 Configuração – Metálica & Concreto.............................................................................................. 11.6-3
11.6.4 Configuração – Normas.................................................................................................................. 11.6-3
11.6.5 Configuração – Unidades............................................................................................................... 11.6-3
Capítulo 11 - Apêndice A – Considerações de Dimensionamento..................................................... A-1 a A-4

Apêndice A1 – Geral................................................................................................................... A1-1

Apêndice A2 – Geometria .......................................................................................................... A2-1
A2.1 Nó JC e ângulo Beta ....................................................................................................................... A2.1-1
A2.1.1 Nó JC.............................................................................................................................................. A2.1-1
A2.1.2 ângulo Beta .................................................................................................................................... A2.1-2
A2.2 Assistente de Modelagem.............................................................................................................. A2.2-1
A2.2.1 Assistente de Modelagem – Pórtico Plano .................................................................................... A2.2-1
A2.2.1.1 Pórtico Plano ............................................................................................................................................... A2.2-1
A2.2.1.2 Vierendael ................................................................................................................................................... A2.2-2
A2.2.1.3 Tesoura com Colunas.................................................................................................................................. A2.2-3
A2.2.1.4 Cobertura Shed ........................................................................................................................................... A2.2-4
A2.2.1.5 Viga Contínua.............................................................................................................................................. A2.2-5
A2.2.2 Assistente de Modelagem – Grelha Plana..................................................................................... A2.2-5
A2.2.2.1 Grelha (barras) ............................................................................................................................................ A2.2-6
A2.2.2.2 Grelha – Barras com Diagonais................................................................................................................... A2.2-6
A2.2.2.4 Grelha de Vigas Paralelas (a) e (b) ............................................................................................................. A2.2-7
A2.2.3 Assistente de Modelagem – Treliça............................................................................................... A2.2-7
A2.2.3.1 Tesoura ....................................................................................................................................................... A2.2-8
A2.2.3.2 Tesoura Triangular ..................................................................................................................................... A2.2-9
A2.2.3.3 Tesoura de Banzo Reto............................................................................................................................... A2.2-10
A2.2.3.4 Tesoura Trapezoidal .................................................................................................................................... A2.2-11
A2.2.3.5 Pórtico Treliçado.......................................................................................................................................... A2.2-11
A2.2.3.6 Treliça Triangular......................................................................................................................................... A2.2-13
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Índice - XIII
A2.2.3.7 Treliça Espacial 1 ........................................................................................................................................ A2.2-13
A2.2.3.8 Treliça Espacial 2 ........................................................................................................................................ A2.2-14
A2.2.3.9 Treliça Contraventada ................................................................................................................................. A2.2-15
A2.2.3.10 Tesoura Fink - 3 vãos................................................................................................................................ A2.2-15
A2.2.3.11 Tesoura Fink - 5 vãos................................................................................................................................ A2.2-16
A2.2.3.12 Tesoura em Arco (a).................................................................................................................................. A2.2-16
A2.2.3.13 Tesoura em Arco (b).................................................................................................................................. A2.2-16
A2.2.3.14 Tesoura Warren (a), (b) ............................................................................................................................. A2.2-17
A2.2.3.15 Tesoura Howe ........................................................................................................................................... A2.2-17
A2.2.4 Assistente de Modelagem – Pórtico Espacial ................................................................................ A2.2-20
A2.2.4.1 Tanque Circular (com ou sem fundo) .......................................................................................................... A2.2-21
A2.2.4.2 Tanque Retangular (com ou sem fundo) ..................................................................................................... A2.2-21
A2.2.5 Assistente de Modelagem – Adicionar novos modelos ................................................................. A2.2-22
A2.2.5.1 Linhas de título dos modelos....................................................................................................................... A2.2-23
A2.2.5.2 Bloco de comandos "INIT" .......................................................................................................................... A2.2-23
A2.2.5.3 Bloco de comandos "MENU" ....................................................................................................................... A2.2-24
A2.2.5.4 Bloco de comandos "DIMENSION" ............................................................................................................. A2.2-25
A2.2.5.5 Bloco de comandos "CHECK" ..................................................................................................................... A2.2-25
A2.2.5.6 Bloco de comandos "PROP" ....................................................................................................................... A2.2-26
A2.2.5.7 Bloco de comandos "LOAD COMMANDS".................................................................................................. A2.2-26
A2.2.5.8 Bloco de comandos "COMMAND"............................................................................................................... A2.2-27
A2.2.5.9 Bloco de comandos "LOADS MENU" .......................................................................................................... A2.2-28
A2.2.5.10 Exemplo: Modelo de Pórtico Plano............................................................................................................ A2.2-28
A2.2.5.11 Regras gerais de sintaxe........................................................................................................................... A2.2-32
A2.3 Nós – Equações .............................................................................................................................. A2.3-1
A2.3.1 Grelha Elíptica................................................................................................................................ A2.3-1
A2.3.2 Esfera ............................................................................................................................................. A2.3-1
A2.3.3 Elipsóide......................................................................................................................................... A2.3-2
A2.3.4 Cone............................................................................................................................................... A2.3-3
A2.3.5 Espiral............................................................................................................................................. A2.3-3
A2.3.6 Clotóide de uma linha reta até um raio R- Clotóide – grelha......................................................... A2.3-4
A2.3.7 Parabolóide hiperbólico - geratrizes retas ..................................................................................... A2.3-5
A2.3.8 Parabolóide hiperbólico - geratrizes parabólicas........................................................................... A2.3-6
A2.3.9 Parábola......................................................................................................................................... A2.3-6

Apêndice A3 – Cargas ................................................................................................................ A3-1
A3.1 Cargas Globais - Método de Aplicação ........................................................................................ A3.1-1
A3.1.1 Carga Global Aplicada nos Nós..................................................................................................... A3.1-1
A3.1.2 Carga Global Aplicada nas Barras................................................................................................. A3.1-2
A3.1.3 Carga Global Aplicada nos Elementos .......................................................................................... A3.1-3

Apêndice A4- Solução................................................................................................................. A4-1

Apêndice A5 – Resultados.......................................................................................................... A5-1
A5.1 Arquivo de Informações de Flambagem - BCF.DAT ................................................................... A5.1-1
A5.2 Reinforcement - Method of Calculation........................................................................................ A5.2-1
A5.2.1 ACI 318-95 ..................................................................................................................................... A5.2-1
A5.2.1.1 Moments...................................................................................................................................................... A5.2-1
A5.2.1.2 Axial force.................................................................................................................................................... A5.2-1
A5.2.1.3 Combined moment and axial force .............................................................................................................. A5.2-1
A5.2.1.4 Reinforcement ............................................................................................................................................. A5.2-2
A5.2.2 BS8110........................................................................................................................................... A5.2-3
A5.2.2.1 Moments...................................................................................................................................................... A5.2-3
A5.2.2.2 Axial force.................................................................................................................................................... A5.2-3
A5.2.2.3 Combined moment and axial force .............................................................................................................. A5.2-3
A5.2.2.4 Reinforcement ............................................................................................................................................. A5.2-4
A5.2.3 Eurocode 2..................................................................................................................................... A5.2-5
A5.2.3.1 Moments...................................................................................................................................................... A5.2-5
A5.2.3.2 Axial force.................................................................................................................................................... A5.2-5
A5.2.3.3 Combined moment and axial force .............................................................................................................. A5.2-5
A5.2.3.4 Reinforcement ............................................................................................................................................ A5.2-6
A5.2.4 CSA A.23.3..................................................................................................................................... A5.2-7
A5.2.4.1 Moments:..................................................................................................................................................... A5.2-7
A5.2.4.2 Axial force.................................................................................................................................................... A5.2-7
A5.2.4.3 Combined moment and axial force .............................................................................................................. A5.2-7
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Índice - XIV
A5.2.4.4 Reinforcement ............................................................................................................................................. A5.2-8

Apêndice A6 – Dinâmica............................................................................................................ A6-1
A6.1 IS:1893 (1984) – Índia...................................................................................................................... A6.1-1

Apêndice A7 – Metálica.............................................................................................................. A7-1
A7.1 Torção – Geral ................................................................................................................................. A7.1-1
A7.2 Perfis do Tipo Joists....................................................................................................................... A7.2-1

Apêndice A8 – Concreto............................................................................................................. A8-1

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.1 - 1
1 GERAL
1.1 Iniciando o uso do STRAP

Esta seção é principalmente direcionada aos engenheiros que não tem experiências anteriores no uso de
computadores aplicado a análise estrutural ou aos que não estão familiarizados com o método dos elementos
finitos.

O engenheiro deve preparar um modelo computacional da estrutura. O modelo consiste em uma série de
elementos unidos entre si por pontos chamados de nós.

STRAP utiliza dois tipos de elementos:

Elementos de barra:

Barras são elementos uni-direcionais que são utilizados para modelar membros estruturais que podem ser
modelados por uma linha (unifilar), como: vigas, colunas, barras, etc.

Elementos de barra sempre fornecem resultados precisos, isto é, se uma estrutura que naturalmente consiste em
elementos de barra (por exemplo: um pórtico) é analisada pelo STRAP, os resultados que o programa fornecerá
serão idênticos aos calculados manualmente utilizando o método exato. Portanto, o método de geração do
modelo STRAP para estas estruturas é obviamente o usual - cada viga ou coluna é representada por um único
elemento de barra.

Elementos finitos:

Elementos finitos são elementos bi-dimensionais que são utilizados para modelar superfícies, como: placas,
cascas, muros, etc. Estes elementos podem ser quadriláteros ou triangulares.

Por outro lado, os elementos finitos nos fornecem resultados inerentemente inexatos (o grau de imprecisão é
normalmente aceitável pela maioria dos padrões da engenharia), pelas seguintes razões:
Os elementos deveriam ser conectados entre si ao longo de seus limites comuns, mas no modelo de elementos
finitos eles só estão conectados pelos nós comuns. Assim há um relaxamento de continuidade ao longo do limite
(embora o desenvolvimento matemático dos elementos assegura satisfação de algumas, mas não todas, das
exigências de continuidade do limite).
O desenvolvimento matemático dos elementos assume uma distribuição de tensão linear pelo elemento. Em
realidade, a distribuição é normalmente mais parabólica.

Em uma estrutura contínua como uma placa plana não há subdivisões naturais de elementos, assim a estrutura
tem que ser dividida artificialmente. É óbvio que quanto mais refinada (elementos menores) for esta malha, mais o
grau de descontinuidade é minorado, fazendo a distribuição de tensões aproximar-se cada vez mais da
linearidade e a precisão global da solução melhora.

Por outro lado, aumentando o número de elementos finitos no modelo, o tempo de processamento e o tamanho
dos arquivos gerados para armazenar as entradas de dados e resultados são aumentados.

1.1.1 Seleção do modelo computacional

A preparação de modelos bi-dimensionais como: pórticos, grelhas ou treliças é geralmente muito simples, onde
cada viga, coluna, contravento, etc é representado por uma simples linha de elementos de barras.

Estruturas mais complicadas (pórticos espaciais ou estruturas com elementos finitos) requerem mais cuidados e
um bom julgamento de engenharia na preparação do modelo. Tipicamente, os elementos estruturais podem ser
representados através de elementos de área (finitos) ou por elementos de linha (barra) e o engenheiro tem que
escolher entre eles baseado em sua experiência.

Lembre-ser:

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.1 - 2
STRAP calcula numericamente resultados precisos para o modelo definido.

É responsabilidade do engenheiro:
Definir um modelo que represente corretamente a estrutura.
Conferir a fundo o modelo em busca de resultados ilógicos ou inconsistentes.

Exemplo 1:

Uma placa quadrada de concreto de espessura uniforme, simplesmente apoiada em todas as bordas. A placa
deveria ser obviamente modelada por um modelo regular de elementos quadriláteros. Quantos elementos são
necessários para uma solução suficientemente precisa?

A tabela abaixo fornece o percentual de erro dos resultados da deformação no centro da placa calculados pelo
STRAP se comparado ao método exato para diferentes tamanhos de elementos: (Placa de concreto de 10x10
com 0.2 de espessura):

Deformação vertical

Nº de elementos % de erro
100 (10x10)
64 (8x8)
36 (6x6)
16 (4x4)
4 (2x2)
0.30
0.50
0.90
2.00
6.20

Não há nenhuma vantagem obvia em definir este modelo com mais de 36 elementos.

Exemplo 2:

Considere estas três estruturas das figuras (a) a (c). São três muros idênticos, exceto pelas aberturas que cada
um possui.



Figuras (d) a (f) mostram três possíveis modelos computacionais para os respectivos muros (foi utilizada uma
malha pouco refinada somente para ilustrar):

Modelo (a) possui, relativamente, paredes finas e vigas, o que possibilita ser completamente modelado através
de elementos de barra como mostrado em (d). Note os 'offsets' (excentricidades) rígidos nas vigas.
Modelo (b) possui, relativamente, paredes largas e vigas baixas, podendo ser modelada pela combinação de
elementos finitos e elementos de barra como mostrado em (e). As vigas estão estendidas na parede
para dar continuidade.
Modelo (c) possui paredes largas e vigas altas e deveria ser completamente modelada através de elementos
finitos como mostrado em (f).

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.1 - 3
É importante realçar os pontos seguintes:
Todos os modelos são inexatos em algum grau: Modelo (a) utiliza elementos de barra para modelar o muro.
Modelos (b) e (c) utilizam elementos finitos, então sua acurácia depende do refinamento usado na malha (veja
abaixo).

Não há nenhum limite exato entre considerar as vigas como 'altas' ou 'baixas', isto é, nem sempre será óbvio
decidir qual será o modelo mais apropriado.
Exceto pelo exemplo (a) não há resultados exatos para podermos comparar com os obtidos no modelo
computacional. Entretanto, é necessário um bom julgamento de engenharia para a escolha do modelo
apropriado.

Em resumo:
O modelo selecionado deve representar o comportamento estrutural real da estrutura.
A precisão de modelos em elementos finitos aumenta conforme o aumento de elementos (refinamento da
malha), porém o tempo de processamento e o tamanho dos arquivos gerados também aumentam.

Assim, a seleção do modelo e sua divisão em elementos são geralmente uma escolha entre:
Modelagem mais exata da estrutura vs. simplicidade geral do modelo
Aumento da precisão vs. tempo de solução e tamanho de arquivos reduzidos.

A seguir estão diretrizes para se construir um modelo de elemento finito preciso:

Usar elementos quadriláteros:
Em geral, tente usar elementos quadriláteros em vez de elementos triangulares, pois eles fornecem resultados
mais precisos.

Lembre-se que os quatro vértices de um elemento quadrilátero devem pertencer ao mesmo plano. Se isto não
for possível, utilize dois elementos triangulares em lugar de cada quadrilátero.

Forma do elemento:
Elementos quadriláteros:
A maior precisão é alcançada com um elemento quadrado de proporção entre lados de 1:1. Elementos com
uma relação de base/altura até 1:2 fornecem bons resultados, mas elementos com uma relação de 1:5 serão
altamente imprecisos.

Tente usar elementos retangulares sempre que possível. Caso não seja possível, os ângulos internos não
devem variar muito dos 90°. Ângulos de 30° ou 150° reduzirão demasiadamente a precisão. Nunca devem ser
usados elementos com ângulos convexos.

Elementos triangulares:
Triângulos equiláteros produzirão resultados mais precisos.

Densidade da malha:
Não é necessário que a densidade da malha seja constante em todo o modelo. O programa assume uma
distribuição de resultado linear através do elemento. Se o resultado atual pelos elementos não é linear, mas
parabólico, é óbvio que haverá uma diminuição na precisão. Em uma boa malha, o diagrama de resultado em
qualquer elemento será sempre aproximadamente linear.

Aumente o número de elementos onde ha uma maior variação de forças internas e concentração de tensões.
Por exemplo, ao redor de: apoios (onde os momentos fletores aumentam nitidamente), aberturas e grandes
cargas concentradas.

Para diminuir o número de elementos:

Utilize uma malha mais grossa (menos refinada) em áreas onde são esperados, relativamente, resultados
baixos. Lembre-se que a conexão entre elementos adjacentes só é feita pelos nós dos vértices dos elementos,
sendo assim, se dois elementos adjacentes não possuem um nó em comum, eles não estão conectados,
gerando um furo na malha existente. Utilize elementos triangulares ou trapezoidais para passar de uma malha
mais refinada para uma menos refinada.

Se você tem dúvidas sobre a precisão dos resultados em uma área particular do modelo, reprocesse o modelo
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.1 - 4
com uma malha melhor (mais refinada) naquela área e compare os resultados. Os resultados convergem à
solução exata quanto mais refinada for a malha.

Modelos com eixos de simetria:
Grandes estruturas que contenham eixos de simetria podem ser modeladas definindo somente metade (ou 1/4)
do modelo. Note que a simetria deve estar presente tanto na geometria quanto nos carregamentos.

Deve ser tomado cuidado para definir as condições de extremidade corretas ao longo da linha de simetria. Um
erro definindo as restrições apropriadas conduzirá a resultados incorretos.

1.1.2 Entrando com o modelo

O programa exibe graficamente o modelo e atualiza a exibição automaticamente depois de qualquer comando
referente a entrada de dados, permitindo ao usuário conferir, no mesmo momento, o comando dado.

STRAP permite a entrada de dados de três formas diferentes:

Modo gráfico:

O modelo é definindo movendo-se o cursor através do mouse ou setas para identificar localização de nós, definir
barras e elementos, atribuir propriedades, definir cargas, etc. Todos os parâmetros como a coordenada atual do
cursor é mostrado na parte inferior da tela e é continuamente atualizada. Somente alguns parâmetros devem ser
digitados, como: dimensões das seções transversais, valores das cargas, etc.

Nós, barras e elementos são numerados automaticamente pelo programa. Esta numeração é sempre
consecutiva, a não ser que o usuário especifique de outra forma. A numeração pode ser revisada a qualquer
momento pelo usuário.

Modo comando:

O modelo é definido digitando comandos no formato padrão do Modo Comando do STRAP. Estes comandos são
digitados nos módulos de geometria e carregamentos na parte inferior da tela. Tanto a geometria como os
carregamentos são mostrados na tela simultaneamente a digitação. A tela é atualizada (redesenhada) após cada
comando.

A numeração de todos nós, barras e elementos devem ser especificados pelo usuário.

Para a numeração do modelo, devem ser observados os seguintes pontos:

O programa contém poderosos comandos de geração de uma grande quantidade de nós, barras e elementos de
uma só vez; Estes comandos requerem uma numeração ordenada.
A numeração não precisa ser consecutiva.
Nós que não estão conectados com o modelo serão ignorados.
A numeração dos nós é independente da numeração de barras e elementos, mas estes contêm uma numeração
dependente. O modelo pode conter os nós 1,2,3,4.... e os elementos 1,2,3,4....ao mesmo tempo, mas nunca
poderá ter as barras 1, 2, 3, 4...e também os elementos 1, 2, 3, 4....
O tempo de processamento não depende da numeração de nós e elementos adotada.

Em todos os casos, é recomendado que o usuário prepare um croqui contendo toda a numeração antes de definir
o modelo.

Modo batch:
Semelhante ao Modo Comando, porém o usuário digita os comando em um editor de texto (por exemplo: bloco de
notas) externo ao STRAP e depois pede para o programa ler estes comandos.


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.2 - 1
1.2 Sistemas de coordenadas

Sistemas de coordenadas são necessários para descrever a posição da estrutura no espaço, direção das cargas
aplicadas, das reações computadas, dos deslocamentos, etc. Além de serem necessários para a definição das
propriedades das barras/elementos.

STRAP utiliza o sistema de coordenadas Cartesiano. Para a definição dos nós pode também ser utilizado um
sistema de coordenadas cilíndrico.

O STRAP utiliza dois tipos de sistemas de coordenadas:
Sistema de coordenadas globais, denotado por X1, X2, X3 (em letras maiúsculas).
Sistema de coordenadas locais, denotado por x1, x2, x3 (em letras minúsculas).

STRAP utiliza a regra mão direita como referência para os eixos cartesianos.




Os eixos X1, X2 e X3 (ou eixos x1, x2 e x3) são perpendiculares entre si e as direções positivas dos eixos são
especificadas pela regra da mão direita. Ou seja, se as direções de 2 eixos são conhecidas, então a direção do
terceiro eixo é facilmente determinada.

Na figura abaixo um elemento de barra é locado no espaço entre os nós JA e JB. A locação dos nós no espaço
sempre é definida de acordo com as coordenadas globais, ou seja, as coordenadas relativas aos eixos globais
X1, X2 e X3.



É nítido que a carga horizontal P aplicada no nó JB e a reação de apoio R no nó JA devem ser referenciadas ao
sistema de coordenadas global. Mas é difícil definir a carga distribuída w na barra em relação aos eixos globais
sendo obviamente necessário um método de definição da orientação da seção. Também é nítido que resultados
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.2 - 2
como momentos fletores devem ser referenciados a diferentes direções para cada barra.

Conseqüentemente, cada barra é provida de um sistema de eixos locais x1, x2, x3; A orientação da seção e os
resultados de barras são sempre relativos a este sistema de coordenadas locais. Os carregamentos aplicados nas
barras podem ser definidos com relação aos eixos globais e/ou locais

Note que cada elemento possui seu próprio sistema de coordenadas locais; este sistema é independente dos
sistemas de coordenadas locais dos demais elementos do modelo.

Os eixos X1, X2 e X3 (ou eixos x1, x2 e x3) são sempre perpendiculares entre si e o sentido positivo dos eixos é
definido pela regra da mão direta. É óbvio que se são conhecidos os sentidos de dois dos três eixos, então o
sentido do terceiro eixo é facilmente determinado.

Os sentidos de carregamentos, forças, momentos e tensões são referentes aos eixos globais ou locais por
convenções padrões de sinal.


Sistema de coordenadas Globais (ver item 1.2.1)

Sistema de coordenadas Locais (ver item 1.2.2)

Convenções de sinais (ver item 1.2.3)

Elementos de Parede (ver item 1.2.4)

1.2.1 Sistema de Coordenadas Globais

A posição dos nós no espaço, direção das restrições, cargas nodais, deslocamentos, reações e algumas cargas
são relativas ao sistema de coordenadas globais. A orientação da estrutura em relação ao sistema é arbitrária e
imposta pelo engenheiro através da entrada das coordenadas dos nós. Geralmente, são selecionados um ou mais
eixos globais para serem paralelos a uma ou mais direções características da estrutura.

A convenção padrão (que é exibida ao se iniciar um modelo ou quando é solicitada a vista padrão) do STRAP é:

X1 = eixo horizontal na tela.
X2 = eixo vertical na tela.
X3 = eixo perpendicular a tela, apontando para fora da tela.

Porém estes eixos podem ser rotacionados em relação a tela a qualquer momento pelo usuário.

Estruturas planas são sempre modeladas no plano X1-X2.



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.2 - 3
1.2.2 Sistemas de coordenadas locais

Cada barra/elemento modelado no STRAP possui um sistema de coordenadas locais associadas a ele.
Propriedades, algumas cargas, forças internas, etc são associadas a estes sistemas de coordenadas locais.

Ao criar uma barra/elemento o programa atribui a estes os eixos locais padrões, mas o usuário pode revisar a
orientação destes eixos.


Elementos de barra (ver item 1.2.2.1)

Elementos finitos quadriláteros (ver item 1.2.2.2)

Elementos finitos triangulares (ver item 1.2.2.3)
1.2.2.1 Sistema de coordenadas locais - Barras

A direções dos eixos locais determinam a:
Orientação dos eixos de maior e menor inércia das seções.
Direção de cargas aplicadas nas barras (caso sejam aplicadas na direção dos eixos locais).
Direção dos resultados de barras (momento fletor, cortante, etc) computados.
Direção de aplicação dos Offsets (caso sejam aplicadas na direção dos eixos locais).
etc.


Convenções padrões:





STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.2 - 4




Direções dos eixos locais definidas pelo usuário:

Como explicado acima, o programa define as direções padrões dos eixos locais de cada barra.

STRAP sempre assume que os eixos de maior/menor inércia são paralelos aos eixos locais x2/x3, isto é, as
propriedades das barras são definidas em relação ao sistema de coordenadas locais.

Na figura abaixo, a seção transversal da barra pode ser orientada em qualquer direção, ou seja, ela pode ser
orientada em um número infinito de ângulos em torno do eixo local x1. Pode ser que a orientação padrão não seja
a correta para esta barra.

A barra da Figura (a) está com a alma paralela ao plano global X1-X2; como orientação padrão, o eixo local x3 é
orientado paralelo ao eixo global X3 e o eixo local x2 pertence ao plano global X1-X2. Se, por exemplo, a barra for
uma terça de um telhado inclinado, ela poderia ter que ser alinhada com o telhado, como mostrado na Figura (b),
então os eixos locais x2/x3 devem ser rotacionados para que coincidam com os eixos x e y da seção.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.2 - 5


Existem opções que possibilitam ao usuário alinhar os eixos locais x2 ou x3 de acordo com um nó existente ou um
plano definido pelo usuário.

Veja mais detalhes em Barras - eixos locais (ver item 2.4.12)

Exemplo:

Defina a orientação dos eixos locais das barras de 1 a 5 como a seguir:
Barras 1 e 2: Especifique que o eixo local x2 destas barras são paralelas ao plano global X1-X3.
Barras 3,4 e 5: Especifique que o eixo local x2 destas barras apontam em direção do nó 29.

Os eixos locais x1 são sempre axiais as barras e apontam sempre do nó inicial ao nó final; os eixos x3 são
determinados pelo programa através da regra da mão direita.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.2 - 6
1.2.2.2 Sistemas de coordenadas locais - Elementos quadriláteros

Cada elemento finito bi-dimensional possui um sistema de coordenadas locais associado a ele.

Os eixos locais x1 e x2 estão sempre no plano do elemento e o eixo x3 sempre está perpendicular ao plano do
elemento.

As direções dos eixos locais dos elementos são determinadas pela locação dos vértices do elemento.
O eixo local x1 sempre é paralelo ao lado do elemento formado pelos nós JA e JB, sendo que o sentido positivo
aponta para a direção do nó JB, onde JA e JB são os primeiros nós a serem definidos pelo usuário.
O eixo local x2 é perpendicular ao x1 e aponta na direção do nó JC, o terceiro nó definido pelo usuário.
A direção do eixo x3 é determinada pela regra da mão direita.



A figura seguinte exibe uma situação que pode facilmente ocorrer; os eixos x1 dos elementos adjacentes apontam
na mesma direção, mas em sentidos opostos, enquanto os eixos x2 apontam para o mesmo sentido, levando os
eixos x3 de cada elemento apontarem em sentidos opostos entre si. Nestes casos o sinal dos resultados (por
exemplo: momentos fletores) serão opostos.



Quando os elementos são definidos pelo Modo Gráfico, o programa automaticamente impõe uma uniformidade ao
sentido do eixo local x3 de elementos adjacentes, a fim de prevenir possíveis confusões nos resultados. A direção
do eixo local +x3 sempre apontará na direção do eixo global +X3 (exceto em casos especiais listados abaixo).
Para obedecer esta regra, se necessário, o programa reverterá automaticamente o sentido do eixo x1 alterando a
ordem dos dois primeiros nós, isto é, JA passará a ser JB e vice-versa.

Resumindo, a seleção dos eixos locais dos elementos modelados pelo Modo Gráfico obedece a seguinte regras:
O eixo local x1 pertence ao plano do elemento e é paralelo ao lado formado pelos nós JA e JB, onde:
- Caso os elementos sejam definidos um a um pelos comandos "quad." ou "seq. quad.", JA e JB são os dois
primeiros nós selecionados pelo usuário.
- Caso sejam gerados pelo comando "grelha", o lado JA-JB será paralelo a linha de base da grelha de
elementos gerada.
O eixo local x2 também pertence ao plano do elemento e sempre é perpendicular ao eixo x1; o eixo +x2
aponta no sentido dos demais vértices do elemento.
A direção de x1 é do nó JA ao nó JB. O programa determina a direção do eixo x3 pela regra da mão direita.
Caso o sentido do eixo +x3 não apontar em direção do eixo global +X3, o programa inverte os nós JA e JB.

Casos especiais:

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.2 - 7
i. O elemento é paralelo ao eixo global X3: o eixo local +x3 aponta na direção do eixo global +X2.
ii. O elemento é paralelo ao plano global X2-X3: o eixo local +x3 aponta em direção do eixo global +X1.



1.2.2.3 Sistema de coordenadas locais - Elementos triangulares

A definição dos eixos locais dos elementos triangulares é semelhante a dos elementos quadriláteros.


1.2.2.4 Elementos de Parede

O sistema de coordenadas locais padrão das paredes é idêntico ao sistema utilizadas nas barras. O programa
assume que o eixo local x1 da parede é paralelo ao "eixo de altura" que é especificado ao definir a parede e
aponta para o sentido positivo do eixo de altura:

Os eixos locais padrões não podem ser alterados.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.2 - 8
1.2.3 Convenções de sinais - Forças & momentos

Forças e momentos podem ser relacionados aos eixos locais ou globais:
Forças: Forças positivas apontam na direção positiva do eixo relevante.
Momentos: Momentos atuam em torno de eixos locais ou globais. O sinal do momento é determinado pela
regra da mão direita (mostrada na figura a seguir):


Exemplos:

Cargas:

Cargas nodais são sempre definidas em relação aos eixos globais.
Cargas nas barras e elementos podem ser definidas em relação aos eixos locais ou globais.

Para uma explicação mais detalhada, vide Cargas.

Resultados de barras (tabelados)

Resultados de momentos, cortantes e forças axiais em elementos de barra sempre são exibidos em relação
aos eixos locais da barra, respeitando a seguinte convenção:

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.2 - 9

Para mais detalhes sobre resultados de barras, (ver item 5.4.6.1) Convenções de sinal para resultados de
barras.

Resultados de elementos finitos (tabelados)

Momentos, forças e tensões em elementos finitos são exibidos em relação aos eixos locais do elemento.
Forças e tensões são positivas se atuarem no sentido positivo do eixo local paralelo a ela.

Tendo como base as equações mostradas em Convenções de sinal (ver item 5.4.6.2) para resultados de
elementos finitos, um momento positivo gera uma tração na face +x3 do elemento.


Note que os pós-processadores gráficos do STRAP irão, freqüentemente, unificar e inverter os sinais a fim de
exibir os resultados de acordo com convenções de sinais de engenharia aceita. Para mais detalhes, (ver item
5.3.2.2) Tipos de resultados de elementos.

Elementos de Parede
Os resultados de momentos, cortantes e força axial são sempre mostrados em relação aos eixos locais da
parede, respeitando a seguinte convenção:

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 1
1.3 Menu Superior - Geral


O programa STRAP analisa modelos estruturais constituídos de elementos de barras e elementos finitos
conectados por nós. A técnica de criação deste modelo computacional é explicada com mais detalhes em
Iniciando o uso do STRAP.

O programa interage com o usuário através de caixas de diálogo padrão do "Windows". Por padrão, o programa
exibe todo modelo projetado no plano global X1-X2. Para facilitar a modelagem, visualização de resultados e
verificação da estrutura, é normalmente necessário que o usuário utilize os recursos de zoom, de rotação do
modelo no espaço, isolar planos, visualizar numerações, etc. Estas opções, assim como outras que auxiliarão o
usuário na modelagem, estão contidas nas seções mostradas abaixo.



Caixas de diálogo - Um resumo sobre as convenções padrões das caixas de diálogo do "Windows".
Ajuda - Um resumo sobre a opção Ajuda (Help)
Passo Esta opção pode ser utilizada em vários comandos
Seleção de nós - geral
Seleção de barras/elementos - geral

Opções do menu superior:

Zoom (ver item 1.3.1)
Comandos de Zoom (por janela, Zoom In/Out, Zoom total, etc).
Comandos de vistas (salvar, renomear e reordenar)
Número de janela a serem exibidas na tela
Alterar dimensões da tela

Editar (ver item 1.3.5)
Copiar comandos ou desenhos para a área de transferência
Colar comandos da área de transferência
Comandos Desfazer/Refazer
Alterar nome e tipo do modelo e unidades de entrada (somente geometria)
Verificar barras e elementos finitos (somente geometria)

Rotação (ver item 1.3.2)
Rotacionar o modelo no espaço
Selecionar um plano de vista

Visualizar (os comandos de visualização podem ser ligados ou desligados) (ver item 1.3.3)
Numeração de nós/barras/elementos e propriedades
Eixos locais, apoios, molas, renderização, vínculos, informações de nós/barras/elementos, etc.
Configuração de cargas (somente nos carregamentos)

Desenho (ver item 1.3.4)
Desenhar cotas, linhas de eixo e marcas de elevação
Desenhar as seções transversais de barras perpendiculares ao plano

Remover (ver item 1.3.5)
Remover(ocultar)/restaurar a marca dos nós e barras/elementos selecionados
Limitar visualização a um plano
Limitar visualização a um intervalo de coordenadas
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 2
1.3.1 Zoom



Zoom - Zoom Window

Crie uma janela de zoom retangular clicando em dois vértices opostos da janela; o programa irá redesenhar a tela
automaticamente.

Zoom - Mover para o centro

Clique em algum ponto da tela. Este ponto será deslocado para o centro da tela. O programa automaticamente
redesenha a tela.

Zoom - Zoom Total

Mostra o modelo inteiro na tela, de acordo com os parâmetros de visualização configurados.

Zoom In/Out

Com esta opção pode-se alterar a escala da janela de zoom, conservando a localização do centro da tela. A
escala da janela é alterada clicando em uma das porcentagens (de 0 a 100%). Note que esta porcentagem é a
razão entre a mudança de escala e a escala final.

Por exemplo, para reduzir a escala pela metade, selecione 100%.
Zoom - Esticar

Utilize esta opção para esticar (deformar) o modelo para que ele ocupe a tela inteira. Apesar do modelo ficar
deformado, esta opção pode ser útil para facilitar a verificação de numerações, etc.
Zoom - Dimensões da tela

Digite os limites máximos e mínimos de visualização da tela. Os valores digitados estão relacionados com as
coordenadas globais do modelo:

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 3

Zoom - Zoom Prévio

Para voltar a janela de zoom anterior.

Notas:
Pode-se clicar sucessivamente no comando que o programa vai exibindo os 'zooms' anteriores. O programa
armazena os 20 'zooms' anteriores.
Os 'zooms' armazenados incluem os modificados pelos comandos "Zoom" e "Mover para o centro".
A janela será mostrada com os parâmetros ATUAIS de Numeração (nós, barras, etc), Rotação e Elementos
Removidos; Só serão restaurados os limites da tela.

Zoom - Vista

Selecione uma das vistas gravadas; O modelo será redesenhado automaticamente.



Note que o programa já grava uma Vista Padrão, com o modelo sendo visualizado no plano X1-X2, com Zoom
Total, sem nenhuma numeração e com a marca dos nós aparecendo.

Zoom - Salvar vista atual

Utilize esta opção para salvar a vista atual do modelo, incluindo:
Zoom, Rotação, Numerações (nós, barras, etc), Barras/elementos removidos, etc.
Localização de linhas de seções para resultados de elementos finitos



Basta digitar um nome para a vista e clicar em
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 4
Para substituir uma vista já gravada pela vista atual, clique em Substituir uma vista e selecione a vista que
deseja substituir.

Podem ser armazenadas até 500 vistas por modelo.

Zoom – Deletar uma vista já salvada
Selecione uma "vista" da lista; e esta vista será deletada da Lista de vistas.


Zoom - Vistas

Nesta opção pode-se fazer o gerenciamento da lista de vistas do modelo:


Deletar vista
Selecione uma "vista" da lista; e esta vista será deletada da Lista de vistas.


Renomear uma vista
Selecione uma "vista” da lista; digite o novo nome da vista. Pressione o botão OK

Reordenar as vistas
Altera a ordem das vistas na Lista de vistas:
- Clique na vista que se deseja mover; clique nos botões Subir ou Descer para alterar a posição da vista
selecionada.
- Quando finalizar o reordenamento clique em Fechar.


Zoom - Número de janelas



A tela pode ser dividida em 2, 3 ou 4 janelas, onde cada uma pode mostrar uma vista diferente do mesmo modelo.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 5

O modelo é definido em qualquer uma das janelas; esta janela é denominada "janela ativa". Um duplo clique
na janela e esta se tornará a janela ativa.
Cada janela pode ter parâmetros de visualização diferentes (ângulo de rotação, zoom, barras removidas,
numeração ativada ou não, etc).
Todas as janelas são atualizadas simultaneamente a definição do modelo.
Os tamanhos das janelas podem ser modificados pelo usuário, arrastando suas molduras.
A janela ativa pode ser alterada durante um comando. Por exemplo, quando se está criando uma barra, os nós
de incidência podem ser tomados de diferentes janelas.
Nos resultados gráficos, o resultado selecionado será exibido somente na janela ativa. Desta forma, alterando
a janela ativa e pedindo diferentes resultados, pode-se obter um resultado diferente em cada janela, por
exemplo: gráfico de momentos fletores em uma janela e cortante em outra, etc.

Por exemplo: 3 janelas
















STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 6
1.3.2 Rotação



Rotação por passo



O modelo pode ser rotaciondo em passos em torno de qualquer um dos eixos da tela: X, Y ou Z.

Cada vez que um dos botões acima é pressionado, o modelo é rotacionado pelo valor visualizado na parte inferior
da caixa de rotação (passo padrão de 10º) em relação a posição atual. O passo pode ser alterado no Menu de
Rotação.

Rotação – em torno do eixo X / Y / Z

Pode-se digitar diretamente na caixa de texto os ângulos em relação aos eixos X, Y e Z que deseja rotacionar o
modelo. Ângulos positivos são medidos no sentido anti-horário a partir da direção positiva do eixo.

Note que os ângulos X, Y e Z são os eixos da tela e não os eixos globais do modelo, portanto, qualquer que seja a
rotação do modelo no espaço, os eixos X, Y e Z sempre estarão da seguinte forma:



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 7

Plano da tela

Selecione o plano inicial de visualização: X1-X2, X2-X3 ou X3-X1.

O plano padrão é o X1-X2.

Note que o primeiro eixo do par será o eixo horizontal na tela (caso os ângulo X, Y e Z sejam 0º )

1.3.3 Visualizar



Visualizar - Número de nós/barras/elementos

Para visualizar na tela a numeração dos nós/barras/elementos:
Selecione a opção desejada e clique o mouse sobre ela; a opção selecionada aparecerá marcada com um: e
os números dos nós/barras/elementos serão mostrados na tela.
Para remover a numeração da tela, basta clicar novamente sobre a opção.

Visualizar - Propriedades

As propriedades de barras e elementos finitos podem ser visualizadas graficamente de três formas diferentes:
Número das propriedades - o número das propriedades é escrito próximo da barra/elemento
Propriedades por cores - cada barra/elemento é desenhado com a cor representativa de sua propriedade
Propriedades por nome - o nome da propriedade é escrito próximo da barra/elemento.

Exemplos de visualização da propriedade por nome:
- barras - tabela de perfis: VS250x28
- barras - dimensões: 30/65
- barras - A, I,...: O número do grupo é escrito próximo da barra
- elementos: O número da propriedade é escrito próximo do elemento.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 8

Visualizar - Cargas

Nesta opção o usuário pode ocultar ou fazer aparecer cargas, dependendo do tipo da carga, e configurar o
tamanho máximo que será desenhado na tela. Este tamanho aqui configurado será associado a maior carga deste
tipo, sendo o tamanho das demais proporcionais a magnitude em relação a este máximo.

Cargas de barras
O programa organiza as cargas na tela da seguinte maneira:
Todas as cargas são mostradas separadamente.
Todas as cargas são mostradas na ordem de definição.
Cargas concentradas são exibidas por cima das demais.
O tamanho da seta é proporcional a magnitude da carga.
Cargas são sempre exibidas na parte esquerda/superior da barra; caso o sinal da carga seja trocado, a direção
da seta também será invertida (Figura a).
Cargas atuando no plano da tela são mostradas com linhas cheias; cargas atuando no plano perpendicular ao
plano da tela são exibidas com linhas tracejadas, onde se a seta estiver saindo da barra a carga está "saindo"
da tela, se a seta estiver entrado na barra, a carga está "entrando" na tela (Figura b).



Caso o ângulo entre o plano da carga e o plano da tela for menor que 45°, as cargas serão exibidas como se
estivessem atuando no plano da tela, isto é, com linhas cheias. Caso este ângulo seja maior que 45°, elas
serão exibidas com linhas tracejadas.
As convenções (cores) das cargas distribuídas ou concentradas são as mesmas.
As cargas Globais/Locais sempre são representadas apontando na própria direção da carga (exceto quando a
carga estiver perpendicular a tela, quando será exibida segundo a convenção explicada acima). Cargas
Globais Projetadas são exibidas como cargas globais, com a letra P sendo exibida junto da carga para uma
diferenciação visual.



Nota:

A visualização de cargas de barras em modelos rotacionados em relação a tela pode ser confusa. É
recomendável, se possível, que sejam visualizadas somente as cargas em barras que estiverem paralelas ao
plano da tela.

Cargas nodais
É exibido na tela o somatório das cargas aplicadas no nó.
O tamanho da seta é proporcional a magnitude da carga.
Cargas atuando no plano da tela são mostradas com linhas cheias; cargas atuando no plano perpendicular ao
plano da tela são exibidas a 45º e com linhas tracejadas, onde se a seta estiver saindo da barra a carga está
"saindo" da tela, se a seta estiver entrado na barra, a carga está "entrando" na tela. Esta convenção pode ficar
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 9
confusa em pórticos espaciais

Exemplos:



Cargas de elementos
A carga por área aplicada representada na tela como uma carga linear passando pelo centro do elemento.
O tamanho da seta é proporcional a magnitude da carga.

Exemplos:


Diferente das barras, as cargas atuando no plano da tela são mostradas com linhas tracejadas; cargas atuando
no plano perpendicular ao plano da tela são exibidas com linhas cheias, onde se a seta estiver saindo da barra
a carga está "saindo" da tela, se a seta estiver entrado na barra, a carga está "entrando" na tela.
Caso o ângulo entre o plano da carga e o plano da tela for menor que 45°, as cargas serão exibidas como se
estivessem atuando no plano da tela, isto é, com linhas tracejadas. Caso este ângulo seja maior que 45°, elas
serão exibidas com linhas cheias.

Visualizar - Molas

Selecione esta opção para exibir na tela a localização das molas e/ou as constantes de mola.

Por padrão o programa só exibe a localização das molas. Caso queira visualizar também as constantes de molas,
selecione o menu Molas-Parâmetros e selecione a(s) direção (ões).

Visualizar – Offsets

Exibe uma linha grossa nas extremidades das barras onde foram definidos Offsets.

Orientação da Seção

Selecione esta opção para ser exibido uma representação esquemática da orientação da seção transversal das
barras em relação aos eixos de maior/menor inércia.

Lembre-se que o STRAP corta a seção e a rebate ao longo da barra. Por exemplo:

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Capítulo 1.3 - 10


Visualizar - Eixos locais

Exibi os eixos locais de barras e elementos finitos.

Selecione o(s) eixo(s) local(is) que serão visualizados. Note que os eixos x2 e x3 nunca poderão ser visualizados
simultaneamente.



As seguintes convenções são utilizadas para a representação dos eixos locais.

Elementos de barras - eixos x2 ou x3:

i. Ângulo entre o eixo local e o plano da tela < 45º:
A seta que representa o eixo local será desenhada com linhas cheias e será projetada para o plano da tela.

ii. Ângulo entre o eixo local e o plano da tela > 45º:
A seta será desenhada com linhas tracejadas. Se a seta estiver "entrando" na barra, o eixo local está
"entrando" na tela, se ela estiver "saindo" da barra, o eixo estará "sainda" da tela.




STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 11
Elementos finitos:

O programa somente exibe os eixos locais x1 e x3, nunca o x2:

x1 sempre pertence ao plano do elemento. A seta é mostrada indo do JA em direção ao JB.
x2 não é exibido. Ele sempre pertence ao plano da tela e é perpendicular ao eixo local x1, saindo do nó JA e
apontando para os demais nós do elemento.
x3 é sempre perpendicular ao elemento. Se o eixo apontar para fora da tela, será representado como um "o"
desenhado no centro do elemento; se o eixo apontar para dentro da tela, será representado como um "x".

Visualizar - Contorno das Malhas

Exibe uma linha grossa ao longo do perímetro de todas as malhas de elementos finitos planos que foram geradas
pelo comando Malha existente no Menu Lateral de Elementos

Visualizar - Apoios (indeslocáveis)

Os apoios (restrições) serão exibidos esquematicamente através de símbolos, como os exemplos mostrados
abaixo. Os apoios serão desenhados na tela sobrepondo as demais linhas. Note que X4, X5 e X6 são os graus
de liberdade rotacionais em torno de X1, X2 e X3, respectivamente.



Apoios selecionados:

Selecione o(s) tipo(s) de apoio(s) que deseja visualizar. Somente serão exibidos na janela os tipos de apoios que
foram definidos no modelo.



Visualizar - Sistemas de coordenadas locais dos apoios e molas

Exibi os eixos locais de nós associados a apoios (indeslocáveis) e/ou molas (apoios deslocáveis) rotacionados
(as). Por exemplo:


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Capítulo 1.3 - 12

Visualizar - Diafragmas rígidos

Exibe os grupos de nós que estão conectados pelos "Diafragmas Rígidos".

Selecione o tipo de "Diafragma rígido" que deseja visualizar (como foi definidos no menu lateral Apoios):


O programa exibirá um código "Rnnn" junto aos nós que estão conectados pelos "Diafragmas rígidos", onde "nnn"
é o menor número de nó que foi conectado pelo "Diafragma rígido".

Todos os nós que estiverem com o mesmo código estão conectados entre si, mas não estão conectados com nós
que contenham outro código.

Nota: Somente serão exibidos os "Diafragmas rígidos" que foram aplicados no plano ou direção selecionado, por
exemplo, caso o usuário selecione a opção Todas as direções, só serão exibidos os diafragmas que foram
conectados rigidamente em todos as direções.

Visualizar - Desenho DXF

Com estas opções podemos carregar um desenho DXF e colocá-lo com "pano de fundo" no modelo. As linhas
do desenho DXF NÃO serão adicionadas ao modelo, mas suas extremidades poderão ser usadas para a criação
de nós.



Desenho DXF – Parâmetros

Os parâmetros para a visualização do DXF como 'pano de fundo' podem ser alterados a qualquer instante.


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Capítulo 1.3 - 13
DXF - unidades

O desenho DXF será convertido para a unidade de comprimento do modelo. Escolha uma das seguintes opções:

DXF em:
Especifique a unidade que o DXF foi desenhado.

1 unidade STRAP = x unidades do DXF

Especifique a relação entre as unidades (as dimensões do DXF serão divididas pelo valor especificado aqui). Por
exemplo: se a estrutura está sendo modelada em metros no STRAP, e o DXF está em milímetro, entre com o
número 1000.

DXF - Origem e orientação

Especifique:
A localização do ponto de coordenadas (0,0,0) do DXF no modelo STRAP.
Os eixos Globais do STRAP que são paralelos aos eixos X e Y do DXF. Note que os eixos do DXF podem ser
invertidos, selecionando as opções -X1, -X2 ou -X3 como eixos Globais.

DXF - Layers

Marque como SIM as layers que deseja visualizar.

Desenho DXF - Exibir

O desenho DXF já carregado pode ser ocultado/visualizado temporariamente por esta opção.

Visualizar - Renderização

A opção de renderização possibilita ao usuário ver o modelo com as formas reais, em perspectiva, com efeitos de
sombras e luzes. A renderização é ideal para verificação do modelo, assim como em apresentações.

O modelo renderizado é mostrado de acordo com os parâmetros configurados na opção Parâmetros de
renderização. Os valores padrões representados foram escolhidos após extensivos testes e forneceram bons
resultados em diversos tipos de estruturas. O usuário pode alterar estes valores a qualquer momento e restaurar
os valores padrões clicando no botão Restaurar padrões

Nota:
No Módulo de Metálica, as vigas mistas assimétricas (perfil I com mesas diferentes) serão renderizadas com o
flange maior no lado oposto da laje de concreto, respeitando a posição utilizada no dimensionamento do perfil. Já
para os perfis I assimétricos sem laje colaborante, a renderização na metálica não mostra, obrigatoriamente a
posição que o perfil está sendo dimensionado. Utilize as opções Maior/Menor existente na Metálica para orientar
corretamente estes perfis.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 14
"

Renderização - Cores

Defina a cor básica para cada tipo de elemento ou grupos de propriedades.

Selecione o tipo de elemento que deseja alterar a cor; clique no botão Selecionar cor e escolha uma cor ou
especifique os fatores RGB (vermelho, verde e azul) entre 0 e 255.

Nota:
Podem ser definidas cores para cada número de propriedade, que será válida para todas as barras e elementos
finitos que pertençam a esta propriedade.
As cores definidas para as propriedades só serão utilizadas se uma das opções Número das propriedades,
Propriedades por cores ou Propriedades por nome do menu Visualizar estiver selecionada ( ).
Caso nenhuma destas opções estiver selecionada, serão utilizadas as cores definidas para Barras e
Elementos na renderização de todas as barras e elementos, respectivamente.

Renderização - Fatores de cores

As cores exibidas pelo programa na estrutura renderizada são um produto da cor básica definida para cada tipo de
elemento ou propriedade modificados por fatores que definem a forma com que a luz é refletida na superfície da
barra/elemento. Por exemplo, considere uma cúpula construída de um único material e cor uniforme, onde incide
uma luz que é gerada por uma fonte pontual. Para uma pessoa que vê a cúpula lateralmente à fonte luminosa,
perceberá que próximo a fonte de luz a cúpula estará mais clara, isto é, a cúpula na verdade não parecerá ter um
cor uniforme.

Existem quatro fatores que alterarão as cores básicas definidas:

Ambiente Luz que proporciona uma iluminação constante, independendo da localização das fontes luminosas.
Se a luz ambiente for a única a incidir na estrutura, então todas as superfícies terão a mesma cor.

Difusa Luz que é uma função entre o ângulo entre a luz pontual e a superfície que terá a luz incidindo.

|Especular Um parâmetro que define as propriedades de reflexão da superfície. Aumentar o valor faz a superfície
parecer mais brilhante.

Brilho Semelhante a “Especular”; diminuir o valor faz a superfície parecer mais brilhante.
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Capítulo 1.3 - 15

Renderização - Luzes

Podem ser definidas até 6 fontes de luz diferentes. Todas as fontes "utilizadas" iluminarão o modelo
simultaneamente.

Selecione uma fonte luminosa da lista e especifique seus parâmetros:

Não utilizar
A fonte de luz não será aplicada ao modelo.

Sistema de coordenadas do modelo
A fonte luminosa será rotacionada acompanhando o modelo. A origem do sistema é definida como: X=0 em
X1min, Y=0 em X2min, Z=0 em X3min.

Sistema de coordenadas da tela
A fonte luminosa permanecerá na mesma posição independente do ângulo de rotação do modelo no espaço.
A origem do sistema é definida como: X=0 e Y=0 no centro da tela; Z=0 atrás do modelo.

X/Y/Z = define as coordenadas da fonte luminosa.

Luz distante A fonte luminosa está no infinito, ao longo do vetor definido por X/Y/Z=. (relevante somente para
biblioteca 3DR)

Visualizar - Informações

Exibe várias informações sobre o nó, barra ou elemento selecionado:

Especifique se deseja visualizar informações de nós, barras ou elementos na caixa exibida no canto direito
superior da tela:


Selecione o nó/barra/elemento que deseja visualizar as informações.

As seguintes informações serão exibidas:
Nós: Coordenadas, apoios, molas, barras e elementos conectados e distância entre o nó selecionado
anteriormente.
Barras: Comprimento, nós de incidência, nó JC, número e nome da propriedade, material, vínculos
(articulações).
Elementos: Área, nós de incidência, espessura, material, articulações.

1.3.4 Desenho

Este Menu só existe nos módulos de Geometria e Carregamentos. Nos módulos de Metálica e Concreto estas
opções estão na opção Visualizar.


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 16
1.3.4.1 Cotas e Elevações
Adicione uma cota ou uma elevação (e.g. ) ao desenhoto:
estilo da flecha, do texto e o número de casas decimais podem ser especificados. Ver item Cotas e Elevações -
Parâmetros
as cotas definidas nesta opção podem ser salvas quando se grava uma vista na opção Vistas.



Nota:
Se o modelo for rotacionado ou estiver selecionado num outro plano, as cotas e elevações serão apagadas.
Para salvar as cotas e elevações, grave a vista selecionada em Vistas.

Definição de Cotas

Selecione uma das seguintes opções:
Paralelo a X1/X2/X3
Selecione uma destas opções para desenhar cotas paralelas a qualquer um dos eixos globais.
Definido por 2 nós:
A cota será desenhada paralelamente a linha que liga os dois nós selecionados. Para selecionar os nós da
cota siga uma das seguintes opções:
Clique em Definir
Selecione os nós a serem cotados pela seleção padrão de nós
Clique na posição que deseja desenhar a cota.

Definir Elevações

Desenha as elevações ao longo de qualquer um dos eixos globais nos níveis selecionados. Por exemplo:



Selecione o eixo de altura do modelo e especifique a elevação na coordenada 0,0 daquele eixo.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 17
Clique em Definir
Com a seleção padrão de nós marque os nós dos níveis em que deseja uma marca de elevação.
Clique na posição (perpendicular ao eixo de altura) em que deseja desenhar a marca de elevação.

Note que as dimensões das marcas e do texto da elevação podem ser editadas pela opção Cotas e Elevações -
Parâmetros.
Mover/deletar

Para Mover/deletar uma cota ou elevação do modelo:
Selecione a cotas ou elevação e clique com o mouse
Para "Mover", mova o para a nova localização e clique com o mouse.

Cotas e Elevações - Parâmetros

Especifique os parâmetros na definição de cotas e elevações. Note que, fazendo alterações nestes parâmetros
também estaremos modificando todas as cotas/elevações já existentes.



Parâmetros - Extensões


Note:
"tamanho da seta" é editada apenas para as opções de impressão e não podem ser alteradas na tela.
"tamanho da seta" das cotas afetam todas os tipos de extensões.

Parâmetros – Marcas

Selecione um dos seguintes tipos de marcas:

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 18


Parâmetros - Texto

Arredondar para
Arredonda todas as cotas e elevações pelo valor especificado nesta opção.

Casas decimais:
Deve-se definir o número de casas decimais após a vírgula. Note que o nº de casas decimais sempre será
visualizado mesmo que o valor de Arredondar para requeira mais casas decimais.

Pârametros - Elevações

Especifique os parâmetros da elevação:



Parâmetros - Visualização dos Textos

Selecione o método de visualização do texto das cotas na tela:

Usar um tamanho de fonte fixo na tela
Escrever o texo das cotas na tela com o mesmo tamanho dos demais textos (numeração de barras, nós, etc).

Escalar o texto
Desenhar o texto na tela, de acordo com a escala especificada aqui. Com esta opção temos uma visualização de
como será a impressão, pois o texto será impresso com o Tamanho especificado nesta janela.

Nota:
Módulo de Metálica: Este item não é visualizado; veja a nota da caixa de Help.

Somente para o Módulo de Metálica:

Os textos das cotas só serão mostradas 'em escala' se a opção Desenho básico de projeto estiver
selecionada (menu Visualizar); caso contrário será utilizada uma fonte fixa para a visualização destes textos
na tela.
Todos os tamanhos (de textos, marcas, etc) especificados aqui somente serão impressos com este tamanho se
a escala selecionada para impressão for a mesma que a selecionada na opção Parâmetros do Desenho Básico
de Projeto; Se estas escalas forem diferentes, estes tamanhos serão modificados de acordo com a razão entre
as escalas.
Por exemplo: Foi especificada a escala de 1:50 nos Parâmetros do Desenho Básico de Projeto, mas na hora da
impressão o usuário especificou a escala como 1:100, os textos, marcas, etc serão impressos com metade
(50/100) do tamanho especificado aqui.

Visualizar - Cotas e Elevações

Todas as cotas e elevações definidas num modelo podem ser temporiaramente deletadas de sua visualização



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 19
1.3.4.2 Linhas de eixo

Com esta opção o programa pode desenhar "Linhas de Eixos" no modelo. Por exemplo:


As Linhas de Eixo podem ser salvas nas "Vistas".



Notas:
As linhas de eixos serão removidas da tela se o modelo for rotacionado ou se for selecionado outro plano de
visualização do modelo. Para armazenar estas linhas, pode-se salvar a vista atual.
Fazem parte do mesmo "Grupo de Linhas de Eixo" todas as linhas que foram criadas pelo mesmo comando
Definir.

Linhas de eixo – Definir

Defina um Grupo de Linhas de Eixo. As linhas de eixo podem ser paralelas a um eixo global ou a uma linha
definida por 2 nós.



Nota: Fazem parte do mesmo "Grupo de Linhas de Eixo" todas as linhas que foram criadas pelo mesmo
comando Definir.




STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 20
Para definir as Linhas de Eixo, deve-se:
Especificar os Parâmetros
Especificar os Nomes Padrão
Selecionar a direção e clicar no botão Definir.
Note que a linha de eixo será desenhada perpendicular a direção indicada e não paralela.
Selecione os nós por onde deseja passar as linhas de eixo utilizando a Seleção Padrão de Nós.
Mova o para a posição que deseja desenhar a marca de eixo e clique o mouse.
Note que a posição do indica a face da moldura da marca de eixo e não o centro da marca.



Revise os nomes dos eixos caso necessário:


Clique no nome da linha de eixo (coluna da direita) e digite um novo nome, ou selecione uma das seguintes
opções:

Inserir nome
Para inserir um nome na linha em que estiver o cursor. Os nomes seguintes (abaixo deste) serão "empurrados"
para baixo. Por exemplo, clique na linha do nó 21 e clique em Inserir nome; digite o novo nome (por exemplo:
2A) na célula vazia. A lista agora seria: 1,2, 2A, 3,4 (o nome 5 iria sumir automaticamente).

Remover nome
Para remover o nome da linha que estiver realçada; Os nomes seguintes (abaixo deste) serão "puxados" para
cima. Por exemplo, clique na linha do nó 21 e clique em Remover nome; A lista acima agora seria 1,2, 4, 5, 6 (o
nome 3 seria removido e o 6 automaticamente criado pelo programa).

Inverter ordem
Para inverter a ordem dos nomes. A lista mostrada acima ficaria como 5, 4, 3, 2, 1 se esta opção fosse
selecionada.

Linhas de eixo - Cópia

As linhas de eixos salvas em uma determinada vista podem ser copiadas a vista atual:
Selecione a Vista que contém a(s) linha(s) de eixo que deseja copiar.
O programa mostra uma lista de linhas de eixos; marque com SIM as linhas que deseja copiar.

Nomes padrão

O programa associa nomes padrão às linhas de eixo criadas, mas estes nomes podem ser editados a qualquer
momento pelo usuário.

Selecione números (1,2,3,4 ...) ou letras maiúsculas (A,B,C, ....). Por padrão o programa associa os nomes em
ordem crescente.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 21
Linhas de eixo - Mover/Deletar

Selecione um Grupo de Linhas de Eixo (que foram criadas no mesmo comando Definir); um pequeno blip
aparecerá no meio das marcas de eixo do grupo selecionado.
Em Mover, após selecionar o grupo de linhas de eixo, mova o para a nova localização das marcas de eixo e
clique o mouse. Note que a posição do indica a face da moldura da marca de eixo e não o centro da marca.



Cuidado: Se houver apenas um Grupo de Linhas de Eixo definido na tela e for selecionada a opção Deletar grupo
de linhas, o programa deletará automaticamente todas as linhas de eixo da tela, sem pedir confirmação.

Linhas de Eixo – Adicionar/Remover

Adiciona ou remove linhas de eixos, podendo revisar o nome das linhas:


Selecionar mais nós - Selecione os nós (ainda não selecionados) que deseja desenhar uma linha de
eixo.
Remover nós da seleção - Selecione os nós (realçados) que deseja retirar a linha de eixo.
Finalizar - Simplesmente continue (para revisar os nomes)

Revise os nomes nas linhas de eixo:



Clique no nome da linha de eixo (coluna da direita) e digite um novo nome, ou selecione uma das seguintes
opções:

Inserir nome
Para inserir um nome na linha em que estiver o cursor. Os nomes seguintes (abaixo deste) serão "empurrados"
para baixo. Por exemplo, clique na linha do nó 21 e clique em Inserir nome; digite o novo nome (por exemplo:
2A) na célula vazia. A lista agora seria: 1,2, 2A, 3,4 (o nome 5 iria sumir automaticamente).

Remover nome
Para remover o nome da linha que estiver realçada; Os nomes seguintes (abaixo deste) serão "puxados" para
cima. Por exemplo, clique na linha do nó 21 e clique em Remover nome; A lista acima agora seria 1,2, 4, 5, 6 (o
nome 3 seria removido e o 6 automaticamente criado pelo programa).

Inverter ordem
Para inverter a ordem dos nomes. A lista mostrada acima ficaria como 5, 4, 3, 2, 1 se esta opção fosse
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 22
selecionada.

Linhas de eixo - Deletar uma Linha de Eixo

Com esta opção o usuário pode deletar uma única linha de eixo (não o grupo todo)
Selecione um Grupo de Linhas de Eixo (que foram criadas no mesmo comando Definir); um pequeno blip
aparecerá no meio das marcas de eixo do grupo selecionado.
O programa mostra a lista de Eixos existentes neste grupo. Selecione o eixo que deseja deletar e clique em OK

Linhas de eixo - Exibir

Todas as linhas de eixo definidas neste modelo podem ser temporariamente removidas da tela para facilitar a
visualização do modelo.

Linhas de Eixo - Parâmetros

Configure a janela especificando os parâmetros necessários para o desenho das linhas de eixos. Note que
qualquer alteração nestes parâmetros também irá alterar todas as linhas de eixos já definidas.



Linhas de Eixo - tamanho

Especifique a escala do desenho e o tamanho dos textos.

Note que os textos só serão impressos com o tamanho especificado aqui se a escala indicada aqui for a mesma
utilizada na hora da impressão. Se estas escalas forem diferentes, estes tamanhos serão modificados de acordo
com a razão entre as escalas.

Por exemplo:Foi especificada nesta opção a escala de 1:50, mas na hora da impressão o usuário especificou a
escala como 1:100, os textos serão impressos com metade (50/100) do tamanho especificado aqui.

Marca de Eixo - Moldura

Selecione uma das seguintes marcas de eixos:



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 23
Linhas de eixo - Extensões

As linhas de eixo são desenhadas da marca do eixo até o respectivo nó. Estas linhas podem ser extendidas além
do nó de uma distância especificada aqui.

Com opção ainda pode-se igualar as linhas de eixo que foram criadas ao mesmo tempo (igualando à linha de
maior comprimento).

Por exemplo:



Parâmetros - Visualização dos Textos

Selecione o método de visualização do texto das cotas na tela:

Usar um tamanho de fonte fixo na tela
Escrever o texo das cotas na tela com o mesmo tamanho dos demais textos (numeração de barras, nós, etc).

Escalar o texto
Desenhar o texto na tela, de acordo com a escala especificada aqui. Com esta opção temos uma visualização
de como será a impressão, pois o texto será impresso com o Tamanho especificado nesta janela.

Nota:
Módulo de Metálica: Este item não é visualizado; veja a nota da caixa de Help.

Somente para o Módulo de Metálica:
Os textos das cotas só serão mostradas 'em escala' se a opção Desenho básico de projeto estiver
selecionada (menu Visualizar); caso contrário será utilizada uma fonte fixa para a visualização destes textos
na tela.
Todos os tamanhos (de textos, marcas, etc) especificados aqui somente serão impressos com este tamanho se
a escala selecionada para impressão for a mesma que a selecionada na opção Parâmetros do Desenho Básico
de Projeto; Se estas escalas forem diferentes, estes tamanhos serão modificados de acordo com a razão entre
as escalas.
Por exemplo: Foi especificada a escala de 1:50 nos Parâmetros do Desenho Básico de Projeto, mas na hora da
impressão o usuário especificou a escala como 1:100, os textos, marcas, etc serão impressos com metade
(50/100) do tamanho especificado aqui.

1.3.4.3 Desenhar Pilares

Desenhar barras perpendiculares ao plano selecionado

Desenhar a seção transversal de barras perpendiculares ao plano selecionado. Por exemplo:



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 24
1.3.5 Remover

Para melhorar a visualização de uma parte específica do modelo, os nós, barras e/ou elementos poder ser
removidos (ocultados), permanecendo na tela somente esta parte específica do modelo.

Note que com estas opções não estamos deletando nem criando nenhum nó, barra ou elemento; estamos
somente os ocultando.



Remover marca dos Nós

Por padrão, o STRAP exibe na tela a marca dos nós. Para remover a marca dos nós da tela, deixe esta opção
ativada .

Notas:
Remover a marca dos nós não quer dizer que o nó esteja sendo deletado. Estamos apenas removendo-os da
tela para visualizar melhor o modelo.
Para deletar os nós que não estejam conectados a barras/elementos, deixar esta opção desabilitada e clicar na
opção Del existente no menu de Nós do Módulo de Geometria.

Remover - Limitar visualização por coordenadas

Esta opção permite a visualização de apenas uma parte do modelo compreendida entre as coordenadas limites
definidas pelo usuário.

Limite as coordenadas limites máxima/mínima de acordo com os eixos globais:

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 25


Exemplo:

No modelo abaixo, os diagramas de resultados irão se sobrepor, dificultando a visualização.

Para visualizar somente os resultados das barras 1, 2 e 3 (que pertence ao plano paralelo a X1-X2 na cota X3 =
5.0), pode-se definir Limite inf. em X3 = 4.9




Limitar visualização por um plano

Defina uma plano em qualquer direção pela seleção de 3 nós. Somente os nós/barras/elementos que estiverem
neste plano serão exibidos.
Note que este plano de visualização pode se transformar em uma 'fatia', pois o usuário pode definir uma
'tolerância', onde todos os nós/barras/elementos que estiverem até esta tolerância do plano selecionado serão
exibidos.

Esta opção é melhor explicada por um exemplo:

Para o modelo abaixo, visualize somente o plano contido em X3 = 0.0.
Selecione os nós 1, 2 e 3.



O programa exibirá somente o plano selecionado. Caso seja selecionada novamente a opção de Limitar
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 26
visualização por um plano, o programa irá exibir um menu semelhante a este:



Cancelar seleção do plano O programa cancela a seleção do plano e volta a exibir o modelo que estava
sendo exibido antes da limitação pelo plano.
Revisar seleção do plano O programa mostra o modelo que estava sendo exibido antes da limitação para
que o usuário possa selecionar outros 3 nós definindo assim outro plano de visualização.
Mudar tolerância O programa define como padrão uma tolerância de 0.01. Todos os nós/barras/elementos
que estiverem a uma distância menor ou igual a esta 'tolerância' serão visualizados. Utilize esta opção para
alterar a tolerância.

Adicionar todas barras/elementos/paredes

Restaurar todas as barras, elementos e paredes removidos da tela.

Remover barras/elementos/paredes selecionados

Selecione as barras/elementos/paredes que deseja remover da tela utilizando a seleção padrão de
barras/elementos/paredes.

Remover barras paralelas a uma

Selecione uma barra. TODAS as barras paralelas a esta serão removidas da tela (inclusive a barra selecionada).

Exibir somente barras selecionadas
Exibir somente elementos/paredes selecionados

Selecione as barras/elementos/paredes utilizando a opção padrão de seleção de barras/elementos/paredes;
Permanecerão sendo exibidas na tela somente as barras/elementos/paredes selecionados.

Restaurar barras/elementos/paredes selecionados

Restaurar algumas barras/elementos/paredes removidos anteriormente.

Esta opção é semelhante a Adicionar todas barras/elementos/paredes, porém, aqui o usuário pode escolher
quais barras/elementos/paredes quer restaurar.

O programa redesenha o modelo mostrando somente as barras/elementos/paredes que foram removidos. Então
o usuário seleciona as barras/elementos/paredes que deseja restaurar utilizando a seleção padrão de
barras/elementos/paredes.



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 27
1.3.5 Editar



Editar - Copiar comandos

Utilize esta opção para copiar os comandos do STRAP na área de transferência:
Aumente a Caixa de Comandos (parte inferior da tela) arrastando a moldura da Caixa com o Mouse.
Selecione todas as linhas de comando que deseja copiar (clique na primeira linha desejada e arraste o mouse
até a última).
Selecione a opção Copiar comandos do menu Editar; os comandos selecionados serão copiados para a área
de transferência do windows.

Estes comando copiados podem ser colados em qualquer editor de textos do windows (Bloco de Notas,
WordPad, etc).

Colar um Comando (da área de transferência)

Podem ser colados comandos trazidos de qualquer editor de textos, via "Área de Transferência" do Windows.

Esta opção é muito semelhante à modelagem via Arquivos de Comandos, mas o usuário pode trazer apenas
alguns comandos. (ver item 1.6.3).

Para copiar um comando à área de transferência:
Entre em algum editor de textos como: Bloco de notas, WordPad, etc.
Digite os comandos ou abra um arquivo que contenha os comandos.
Selecione as linhas que deseja levar para o modelo STRAP. Para selecionar, pode-se, por exemplo, clicar no
início do bloco de comando e arrastar o mouse até o final do bloco.
Copie o bloco para a área de transferência, por exemplo: Selecione a opção Editar>Copiar.



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 28
Para colar as linhas copiadas no STRAP :
Entre no módulo de geometria do STRAP .
Selecione a opção Editar>Colar comandos no menu superior.
O programa lê os comandos e os adiciona na Caixa de Comandos; a tela é redesenhada automaticamente.

Caso o programa encontre comandos com erros de formatação ou comandos que gerem avisos (por exemplo:
redefinição de nós já existentes), ele pausará a leitura e exibirá a seguinte janela:





Copiar desenho (Área de transferência)

Utilize esta opção para copiar o conteúdo (desenho) atual da tela para a "Área de transferência" do Windows. A
figura copiada será idêntica a que seria gerada pela opção Imprimir Desenho, incluindo a moldura e o cabeçalho.
O arquivo é transferido para a Área de transferência do Windows em um dos dois formatos padrão de "Metafile".




Digite a escala do desenho, o título e o tamanho dos textos. Escolha também o formato de Metafile; Sempre que
puder, dê preferência para o Enhanced Metafile.

Clique no botão para copiar a tela para a área de transferência.

A figura pode ser colada em qualquer programa gráfico ou editor de textos que suportem arquivos Metafile; Basta
entrar em algum destes programas e acionar a opção Colar (ou equivalente).

Selecione um dos dois formatos possíveis de Metafiles:

Metafile
Formato WMF

Enhanced Metafile
Formato EMF

Caso seja possível, selecione o Enhanced Metafile.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.3 - 29
Pode ser que seu editor gráfico ou editor de texto só reconheça um dos formatos.

Desfazer

Clicando na opção Desfazer na barra de menu, o usuário automaticamente cancela a última definição; a tela é
imediatamente redesenhada.

Nota:
Desfazer pode ser acionado repetidamente, mas somente serão cancelados comandos do módulo corrente.

Refazer

Clicando na opção Refazer do menu Editar, o usuário automaticamente cancela o último comando Desfazer
executado; A tela é imediatamente redesenhada.

Nota:
Refazer tem que ser acionado imediatamente após o Desfazer
Refazer pode ser acionado repetidamente após uma série consecutiva de Desfazer.

Nome / Unidade / Tipo de Modelo

(Ver item 2.1.2)

Verificação de barras e elementos

Esta opção verifica a consistência do modelo.

O programa verifica os seguintes pontos:

Barras:
2 ou mais barras definidas com os mesmos nós de incidência
Barras com comprimento igual a zero
Barras com propriedade indefinida
Barras conectadas a nós indefinidos

Elementos finitos planos:
2 ou mais elementos definidos com os mesmos nós de incidência
Elementos com área igual a zero
Elementos não planares
Elementos com propriedade indefinida
Elementos conectados a nós indefinidos

Elementos Sólidos:
Elementos com volume igual a zero
Nós de incidência definidos em uma ordem correta
Elementos conectados a nós indefinidos

Serão exibidas mensagens de aviso a medida que os problemas forem sendo encontrados. Por exemplo:


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.4 - 1
1.4 Opções Gerais
1.4.1 Passo

Passo é a distância mínima em que o cursor pode se movimentar na tela seja movimentado pelo mouse ou pelas
setas do teclado. O Passo utilizado é mostrado no canto inferior direito da tela.



Existem 3 formas de alterar o Passo:

Mover o cursor ( ) na caixa de texto Passo. Digitar o novo valor.
Pressionar a tecla para aumentar o Passo ou para diminuir.
Clicar nos botões para aumentar ou diminuir o Passo.

Quando se está definindo os nós, é mostrada a opção Grelha:
Clique no botão para visualizar uma grelha de pontos na tela; estes pontos estarão espaçados pelo valor
do Passo nas duas direções. O cursor pulará de ponto a ponto quando o mouse foi movido ou as setas forem
pressionadas.

Para visualizar esta Grelha de pontos sempre que a opção de definição de nós for selecionada, vide
Configurações - Diversos.
A Grelha é automaticamente atualizada sempre que o valor do Passo for alterado.
Se o valor do Passo for muito pequeno em relação às dimensões da tela, a Grelha de pontos ficará muito
densa, prejudicando a visualização. Nestes casos o programa exibirá os pontos espaçados por um múltiplo do
valor definido para o Passo, ou seja, serão necessários vários cliques nas setas para o cursor mudar de um
ponto para outro.
Quando estiverem sendo utilizadas as coordenadas cilíndricas, aparecerá uma Grelha cilíndrica (note que o
mouse só poderá ser utilizado no sistema de coordenadas cilíndricas quando a Grelha estiver sendo
visualizada).
Quando o plano de trabalho não for paralelo a tela e a Grelha não estiver sendo visualizada, a movimentação
do mouse, movimentará o cursor paralelamente ao plano de trabalho; caso a Grelha estiver sendo visualizada,
o cursor se movimentará horizontalmente/verticalmente na tela.
1.4.2 Caixas de diálogo

STRAP utiliza as caixas de diálogo ("Dialog Boxes") do Windows para interagir com o usuário. Muitas destas
caixas de diálogo contém várias opções com diferentes tipos de informações. Depois que toda a caixa tiver sido
configurada, o usuário deve clicar em um "Botão de Comando" para voltar ao programa.

As caixas de diálogo também são utilizadas para exibir informações, avisos ou mensagens de erro.

A figura a seguir mostra como exemplo uma caixa de diálogo típica do "Windows" que é utilizada pelo STRAP.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.4 - 2


Caixa de Listagem (Lista)

As Caixas de Listagens exibem as opções possíveis. Clicando na seta a direita da caixa, aparece as opções
existentes. Clique em uma delas para selecioná-la.

Por exemplo, a caixa "Tipo de resultado" é exibida da seguinte forma:



Quando a seta é pressionada, aparecem as demais opções possíveis:


A opção atual fica realçada.

Botão de Rádio

Os Botões de Rádio representam uma lista de opções, onde somente uma delas pode estar ativa por vez. Em
nosso exemplo, podemos visualizar os resultados de carregamentos, combinações ou envoltórias; mas nunca das
3 opções de uma só vez.

A opção selecionada permanece com um ponto preto por dentro do círculo: . Em nosso exemplo, o programa irá
exibir os resultados de um carregamento.

Para selecionar uma outra opção, basta clicar no Botão de Rádio referente a opção desejada.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.4 - 3
Check box

As Check boxes representam as opções que podem ser ativadas ou desativadas.

Quando uma Check box está ativada, a caixa é exibida com um tick: . Em nosso exemplo, os diagramas de
resultados ficariam hachurados.

Para alterar a opção de ativada para desativada (ou vice-versa), basta clicar na Check box.

Caixa de Texto

Uma Caixa de Texto é um retângulo, onde se podem digitar informações: números, letras, etc.
Na caixa de diálogo acima, o número de linhas de contorno é definida em uma Caixa de Texto .

Para alterar o valor de uma Caixa de Texto:
Clique o mouse dentro da Caixa de Texto.
Edite o texto dentro da caixa.

Botão de Comando

Os Botões de Comando iniciam uma ação imediata. Na caixa de diálogo acima:

Exibe os resultados gráficos de acordo com as opções configuradas na janela.
Cancela (fecha) a janela; todas as opções na janela retornam aos seus valores iniciais (sem
considerar as alterações feitas).
1.4.3 Shortcut Menus (Botão Direito do Mouse)

O Shortcut Menu é um menu que aparece quando é clicado o botão da direita do mouse. O Shortcut Menu
depende do objeto (nó/barra/elemento) que foi clicado e do módulo em que o usuário se encontra:

Módulo de Geometria:
Clicando com o botão da direita do mouse em nós, barras ou elementos, aparecerão opções para manipular os
nós/barras/elementos. Por exemplo, clique com o botão da direita próximo ao nó 15, o seguinte menu irá
aparecer.


Módulo de Carregamentos:
O Shortcut Menu irá exibir opções para definição de cargas, etc.
Resultados:
O Shortcut Menu irá exibir opções de resultados tabelados para o nó/barra/elemento que foi clicado. Por
exemplo, para o elemento 14, temos:

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.4 - 4

1.4.4 Menu Tabs

Menu tabs são botões onde o usuário pode rapidamente ir de um menu lateral para outro no Módulo de
Geometria, sem ter que ir ao Menu Principal. Por exemplo:


1.4.5 Ajuda

Selecione a opção Ajuda do menu superior a qualquer momento para visualizar o manual do STRAP no formato
de Help padrão do "Windows", onde o usuário pode selecionar qualquer parte do manual selecionando as opções
de Índice e Conteúdo.

O programa também possui um Help on Line, onde basta o usuário pressionar a tecla F1 do teclado para que
apareça o tópico da Ajuda do comando ou janela que ele estiver manipulando.

1.4.6 Barra de Ferramentas

Diversas opções existentes no menu lateral e no menu superior podem também ser selecionadas pela "barra de
ferramentas". Esta barra tem como finalidade criar um rápido atalho dos comandos mais utilizados.

Para o cursor sobre em ícone da barra de ferramentas; Após alguns segundos, aparecerá uma descrição sobre
o ícone, por exemplo:



Para acionar o comando, basta clicar no ícone com o mouse.


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.4 - 5
O usuário pode criar, deletar e/ou personalizar as barras existentes. Para maiores informações, vide
Configurações - Barras de ferramentas.

1.4.7 Desfazer

Clicando na opção Desfazer na barra de menu, o usuário automaticamente cancela a última definição; a tela é
imediatamente redesenhada.

Nota:
Desfazer pode ser acionado repetidamente, mas somente serão cancelados comandos do módulo corrente.
1.4.8 Imprimir Tabelas

Quando for requisitada a impressão de alguma tabela, a seguinte janela irá aparecer.


Opções Gerais

Ver item 1.4.9 Imprimir Desenhos

Arquivo.RTF (Formato Word)

As tabelas podem ser salvas no formato RTF (Rich Text Format), podendo ser importadas para qualquer editor de
textos que reconheça este formato (por exemplo: Word for Windows)

Especifique o nome e o diretório que deseja salvar o arquivo. A extensão padrão é .RTF

1.4.9 Imprimir Desenho

Utilize esta opção para imprimir a tela atual do STRAP. A figura será impressa exatamente com as mesmas
configurações que está aparecendo na tela, por exemplo: se a numeração das barras estiver aparecendo, na
impressão também aparecerá, e assim por diante.

A figura pode ser impressa diretamente para uma impressora, para um arquivo de impressão, para um arquivo
Metafile ou enviada pra o Editor Gráfico do STRAP. Em qualquer destas opções, sempre serão impressas uma
moldura e um cabeçalho.

Se a estrutura estiver na forma "renderizada", vide o tópico: Imprimir estruturas renderizadas.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.4 - 6
1.4.9.1 Desenho Regular



Configure toda a janela e clique no botão para iniciar a impressão.

Impressão - Enviar para:

Selecione a impressora ou plotter que deseja utilizar; ainda pode-se enviar a impressão para um arquivo Metafile
ou delemitado (veja as notas abaixo).

Serão mostradas as impressoras e/ou plotters que estiverem instaladas na opção "Impressoras" do "Painel de
Controle" do Windows

Notas:
Impressão de desenhos: Para criar um arquivo DXF, selecione MetaFiles, clique em OK. Escolha um dos
dois formatos (Windows Metafiles-WMF ou Enhanced Meta files -EMF), clique em Salvar. Feche o modelo
(indo para a Tela Inicial do STRAP) e selecione a opção Arquivo>Converter Metafile para DXF.
Impressão de tabelas: Para criar um arquivo delimitado (arquivo cujas informações estão separadas por um
caracter delimitador e não por espaços), que é ideal para ser aberto por planilhas eletrônicas (por exemplo:
Excel), selecione a opção Arquivo delimitado

Configurações

Para especificar o caracter delimitador, vide STRAP.INI.
Configurações gerais da impressora, como:
Tamanho do papel
Resolução gráfica
etc

Título/ Tamanho do texto

Especifique o tamanho do texto em milímetros.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.4 - 7
Este tamanho será utilizado para todos os textos do desenho, como: numeração de nós/barras/elementos, valores
de cargas e resultados, etc.

Margem

Especifique a largura da margem esquerda do papel

O programa recalcula automaticamente a escala padrão ou o número de páginas necessárias, sempre que um
novo valor de margem for digitado.

O programa adotará o valor aqui especificado como padrão para as demais impressões.

Escala de impressão

Especifique a escala de impressão. Por padrão o programa ajusta a escala de modo que o desenho caiba
exatamente em uma página (baseado no tamanho do papel que está selecionado nas Configurações).

Existem 2 métodos de alterar a escala do desenho:
Especificar a escala desejada;
Especificar o percentual da folha (tanto da altura quanto na largura) a ser utilizada. Note que o programa
sempre respeita a razão entre a altura e a largura do desenho, portanto, basta alterar uma das duas
porcentagens.

Se a escala desejada for maior que a definida como padrão pelo programa, o desenho será impresso em várias
páginas; o programa avisará a quantidade de páginas necessárias ao lado da escala especificada.

Ajustar moldura do desenho

Especifique se deseja ajustar a moldura ao desenho ou mantê-la na página inteira:



Enviar desenho a um arquivo

Para enviar o desenho a um arquivo de impressão (não é necessário marcar esta opção de o Metafile estiver
selecionado na caixa Enviar para:). E clique no botão para começar a imprimir.


Opções de Impressão

Imprimir agora
Para imprimir imediatamente o desenho atual.

Imprimir para arquivo
Para enviar o desenho a um arquivo de impressão (não é necessário marcar esta opção de o Metafile estiver
selecionado na caixa Enviar para:). O programa perguntará o nome e o diretório que deseja salvar o arquivo.
Note que estes arquivos não poderão ser editados pelo Editor gráfico do STRAP.

Enviar para o Editor Gráfico
Para salvar o desenho que poderá ser editado pelo Editor Gráfico do STRAP. Note que estes desenhos só
poderão ser editados e impressos pelo Editor Gráfico do STRAP, não sendo possível abrí-los com outro
programa.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.4 - 8
1.4.9.2 Imprimir desenho - Renderizado

Utilize esta opção para imprimir a estrutura renderizada diretamente para a impressora (ou plotter) ou para um
arquivo de impressão. O desenho será impresso com uma moldura e um cabeçalho.



Altura e Largura do desenho impresso

Note que o Windows irá distorcer a imagem, caso não sejam mantidas as proporções originais.

Selecione uma das seguintes opções:

Tam. Especifique a dimensão (em milímetros) que o desenho será impresso.

Inteira O desenho será enquadrado exatamente em uma página.

Enquadrar conteúdo O programa calcula automaticamente a dimensão necessária para menter a
proporção original do desenho, para que não haja distorções do desenho.

Note: Para alterar o tamanho mantendo a proporção original do desenho, selecione a altura ou a largura como
Enquadrar conteúdo, para que o programa calcule esta dimensão de acordo com a outra.

Todas as Outras Opções

Ver item 1.4.9.1.
1.4.10 Ordem de Impressão

Com esta opção, o usuário pode organizar a impressão de tabela se inserir os desenhos salvos no Editor Gráfico
entre as impressões.

Todas as tabelas a serem impressas ficam selecionadas na lista da direita (Lista de Impressão); todos os
desenhos salvos no Editor Gráfico ficam na lista da esquerda (Lista de Desenhos).

Para inserir desenhos na Lista de Impressão:
Caso seja necessário, altere o tamanho do desenho digitando um "Fator" na coluna apropriada; a largura e
altura do desenho serão alteradas proporcionalmente.
Clique no desenho desejado para realçá-lo.
Clique na linha da Lista de Impressão onde deseja inserir o desenho; clique no botão .
Repita o procedimento para todos os desenhos que deseja inserir na lista de impressão.

Para alterar a ordem da lista de impressão:
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.4 - 9
Clique em uma tabela/desenho na Lista de Impressão para realçá-la(o). Clique nos botões
para mover a tabela/desenho para baixo ou para cima respectivamente.

Para remover um desenho da Lista de Impressão:

Clique no desenho na Lista de Impressão que deseja remover. Clique no botão para remover o
desenho da Lista de Impressão.



Quando a janela já estiver configurada adequadamente, clique no botão para iniciar a impressão.

1.4.11 Editor Gráfico do STRAP

Todos os desenhos que podem ser impressos em todos os módulos do STRAP podem ser enviados ao Editor
Gráfico do STRAP. Este Editor Gráfico permite ao usuário alterar e adicionar textos e linhas aos desenhos.

O Editor Gráfico ainda pode:
Diferenciar diversos tipos de textos e linhas (numeração de nós, de barras, títulos, etc), permitindo alterar as
propriedades (tamanho, cor, etc) somente de textos com o mesmo tipo.
Este módulo reconhece o tamanho do papel da impressora/plotter e permite a montagem de vários desenhos
em uma só folha.


ou selecione:

Menu Arquivo (ver item 1.4.11.1)
Menu Zoom (ver item 1.4.11.2)
Menu Editar (ver item 1.4.11.3)
Menu Texto (ver item 1.4.11.4)
Menu Linha (ver item 1.4.11.5)

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.4 - 10
1.4.11.1 Menu Arquivo


Arquivo – Salvar

Salva as mudanças do desenho atual.

Arquivo - Selecionar desenho

O programa exibe a lista de desenhos existentes neste modelo; selecione o desenho que deseja abrir. O desenho
atual será fechado e se houver alteração não salvas, o programa perguntará se deseja salvar ou não as ações
feitas.

Arquivo - Deletar Desenho(s)

O programa mostra a lista dos desenhos existentes neste modelo; selecione os desenhos que deseja deletar e
clique em OK.

Imprimir Desenhos

Selecione e configure a impressora/plotter desejada:



Caso tenha selecionado a opção Imprimir vários desenhos, o programa mostrará a lista de desenhos existente
no modelo atual. Selecione um desenho desta lista e posicione-o conforme mostrado abaixo:


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.4 - 11
Selecione uma das seguintes opções:
Adicionar - Selecione outro desenho para inseri-lo nesta folha.
Imprimir - Iniciar a impressão da folha
Mover - Reposicionar um dos desenhos locados na folha.
Cancelar - Retornar ao menu anterior.

Parâmetros

Impressora/Plotter

Selecione a impressora/plotter.

Os drivers da Impressora/plotter devem estar instalados no Windows.

Imprimir - Configurações

Especifique as configurações gerais de impressão (de acordo com a impressora/plotter selecionada):
Tamanho do papel;
Resolução gráfica;
etc.

Imprimir para arquivo

Especifique para enviar o desenho para um arquivo afim de imprimi-lo depois.

Arquivo – sair

Retorna ao STRAP.
1.4.11.2 Menu Zoom



Zoom - janela

Criar uma janela retangular de zoom, clicando em seus vértices opostos.

Zoom Total

Exibir todo o desenho na tela.

Redesenhar

Atualiza a nova visualização.
1.4.11.3 Menu Editar

Com esta opção pode-se mover, deletar, copiar, colar e colar objetos (linhas e textos) e desfazer as últimas ações
feitas.



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.4 - 12
Para editar os atributos das linhas, clique no menu Linha.

Editar - Mover

Mova uma parte do desenho atual (textos e linhas).

Selecione os objetos que deseja mover utilizando a janela (ver item 1.4.11.1).
Clique na nova localização do desenho.

Editar - Deletar

Deletar uma parte do desenho atual (textos e linhas).

Selecione os objetos que deseja deletar, utilizando a janela: (ver item 1.4.11.1).

Editar - Copiar e Colar

Copiar e Colar o desenho (ou uma parte dele) no próprio desenho ou em qualquer outro.

Clique na opção Copiar e selecione os objetos de desenho que deseja copiar: (ver item 1.4.11.1).
Para copiar para outro desenho, selecione o respectivo desenho, pela opção Arquivo>Selecionar desenho.
E clique em Colar.

Para copiar um desenho de outro modelo, utilize a opção Arquivo>Abrir um desenho adicional.

Editar - Desfazer

Esta opção desfaz o último comando executado e redesenha a tela no estágio anterior a esta ação.

Clicando repetidamente neste comando, as ações anteriores (feitas após o último "Salvar") vão sendo desfeitas.
1.4.11.4 Menu Texto



Texto - Novo & Multilinha
Digite, especifique os parâmetros e posicione o novo texto no desenho.

As opções existentes em "Novo texto" e "Texto Multilinha" são idênticas.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.4 - 13


Texto – Editar

Editar os parâmetros dos textos selecionados:
Selecione os textos que deseja editar utilizando a Seleção Padrão de Textos
Defina os novos parâmetros: tamanho, ângulo, espessura, cor, moldura.

Texto - Mover

Mover textos existentes:
Selecione os textos que deseja mover utilizando a Seleção Padrão de Textos

Texto - Deletar

Deletar textos existentes:
Selecione os textos que deseja deletar utilizando a Seleção Padrão de Textos

Texto - Parâmetros

Tamanho - Altura do texto, medida em milímetros.

Espessura - Espessura do texto, medida em milímetros.

Ângulo - Ângulo medido a partir da horizontal no sentido anti-horário, medido em graus.

Texto - Cor

Selecione uma cor existente na paleta.

Tipos de Moldura

Selecione um dos seguintes tipos de moldura:



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.4 - 14
Alinhamento

O texto é locado no desenho de acordo com a localização do . A localização do pode indicar o início/meio/fim
e a parte inferior/meio/superior do texto.

Especifique o alinhamento horizontal e vertical do texto, de acordo com a seguinte tabela.


1.4.11.5 Menu de Linha


Linha – Espessura/Cor/Tipo

Altera as propriedades das linhas selecionadas no desenho.

Selecione as linhas que deseja alterar as espessuras, utilizando a janela (ver item 1.4.11.1).

Especifique a nova espessura / cor / tipo.

Linha - Nova linha

Com esta opção pode-se adicionar novas linhas ao desenho:

Configure os parâmetros das linhas na janela seguinte que aparece no canto direito da tela:


Mova o para a localização do início da linha (ou para as proximidades da extremidade de uma linha,
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.4 - 15
realçando-a) e clique o mouse.

Especifique a localização do final da linha. Note que o início e fim da linha podem ser definidos utilizando
opções diferentes (pelo cursor ou extremidade de linha).

Continue definindo linhas encadeadas (o final de uma é o início da próxima) ou dê um clique duplo para
finalizar o desenho das linhas.

Linha - Grelha de Linhas

Com esta opção pode-se gerar facilmente uma grelha de linhas (verticais e horizontais) igualmente espaçadas.
Por exemplo:


Especifique o número de espaços e os parâmetros na janela abaixo:

Clique o mouse nos vértices opostos do retângulo que define a grelha.

Dica: Para desenhar um retângulo, basta configurar os espaçamentos horizontal e vertical iguais a 1.

Linha - Mover

Mova as linhas selecionadas:

Selecione as linhas que deseja mover, (ver item 1.4.11.1).

Clique na nova localização das linhas.

Linha - Deletar

Deletar as linhas selecionadas no desenho atual:

Selecione as linhas utilizando a janela (ver item 1.4.11.1).




STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.4 - 16
1.4.11.6 Seleção de Texto/Linhas

Selecione o(s) texto(s) / linha(s) desejados utilizando as seguintes opções:




Seleção - Individual

Selecionar textos/linhas individualmente; aproxime o do texto/linha que deseja selecionar até que este fique
realçado com um pequeno blip ; clique o mouse.

Repita o procedimento para todos os textos/linhas que deseja selecionar.

Quando todos os textos/linhas desejados já tiverem sido selecionados, clique novamente no último objeto
selecionado ou em Finalizar.

Seleção - Janela

Defina uma janela retangular clicando em dois vértices opostos; o programa identifica os textos/linhas localizados
dentro da janela.

Seleção - Polígono

Defina um polígono clicando em seus vértices; o programa identifica os textos/linhas localizados dentro do
polígono.

Devem ser selecionados no mínimo 3 nós para definir o polígono.
O programa conecta automaticamente o último vértice ao primeiro.
Pressione a tecla [Esc] (ou clique o botão direito do mouse) para desfazer o último vértice.
Para finalizar o polígono, dê um clique duplo no mouse.

Exemplo:

Utilizando a seleção por polígono, selecione os números 1,2,4,5 e 7 da figura a esquerda e 1,2,4,7,8 e 9 da figura
a direita.


Seleção - Todos

Todos os textos/linhas serão selecionados.



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.4 - 17
Nota:
Mesmo os textos/linhas que não estiverem sendo visualizados (por estarem fora da janela de Zoom atual)
serão selecionados.

Múltipla Seleção

Deixe esta opção habilitada para poder selecionar objetos definindo mais de uma janela, polígono, etc. Após
cada seleção (janela, etc) o programa exibirá o seguinte menu:


Finalizar - Continuar o comando sem selecionar mais nenhum objeto.
Selecionar mais - Selecionar mais objetos (por janela, polígono, etc).
Remover da seleção - Desmarcar alguns objetos já selecionados.

Seleção de Textos - Limitar por Tipo

O Editor Gráfico diferencia vários tipos de textos no desenho, permitindo ao usuário a seleção de apenas certos
tipos de textos.

Por exemplo, se deseja alterar a cor de todos os números de barras:


Configure Nós e Moldura/títulos como Não e clique em OK .

Selecionar linhas c/ uma extremidade na janela

As linhas que estiverem com pelo menos 1 extremidade dentro da janela/polígono serão selecionadas.
Somente as linhas que estiverem com as duas extremidades na janela/polígono serão selecionadas.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.6 - 1
1.5 Seleções
1.5.1 Seleção de Nós

Diversos comandos do STRAP exigem a seleção de nós. A caixa abaixo é a caixa padrão para efetuar esta
seleção.



Selecionar nós individualmente

Selecione os nós individualmente (um por um) clicando com o mouse sobre cada nó desejado. Quando o cursor
for se aproximando de um nó, aparecerá um pequeno quadrado ( ). Clicando com o mouse, o nó que estiver
realçado por este quadrado será selecionado.

O número do nó que estiver realçado aparecerá na Caixa de Diálogo localizada na parte inferior da tela:



Pode-se também digitar o número do(s) nó(s) desejado(s) diretamente na caixa.

Quando todos os nós desejados estiverem selecionados, pressione o botão ou clique o mouse
novamente no último nó selecionado.

Pode acontecer de mais de um nó estarem na mesma localização na tela (não quer dizer, necessariamente, que
os nós ocupem o mesmo lugar no espaço), por exemplo, em uma vista superior de um edifício, todos os nós de
uma carreira de pilar estarão na mesma localização na tela. Neste caso, aparecerá uma caixa de diálogo
contendo a lista dos nós que estão nesta mesma localização na tela; selecione um dos nós mostrados na lista.



Selecionar por uma janela

Defina uma janela retangular, clicando na posição de seus vértices na tela. O programa identifica
automaticamente todos os nós que estão dentro deste polígono.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.6 - 2
Caso mais de um nó ocupar a mesma localização na tela, e eles estiverem dentro do polígono, o programa
selecionará todos os nós nesta localização.

Selecionar por um polígono

Defina um polígono clicando na posição de seus vértices na tela. O programa identifica automaticamente todos os
nós que estão dentro deste polígono.

Notas:
Devem ser definidos no mínimo três vértices.
O programa automaticamente conecta o último vértice com o primeiro.
Pressione a tecla [Esc] ou de um clique no botão direito do mouse (as duas ações têm o mesmo efeito) para
cancelar a definição do último vértice.
Para finalizar o polígono, dê um duplo clique no último vértice.
Caso mais de um nó ocupar a mesma localização na tela, e eles estiverem dentro do polígono, o programa
selecionará todos os nós nesta localização.

Exemplo:

Selecione os nós 1,2,4,5 e 7 1,2,4,7,8 e 9


Selecionar nós por Níveis

Com esta opção, pode-se rapidamente selecionar todos os nós de determinados níveis.


O programa mostra a janela acima listando todos os níveis que contém algum nó (A). Estes níveis estão são
em relação ao eixo de altura (B).
Selecione os níveis desejados clicando diretamente na lista (A), ou
Para selecionar rapidamente intervalos regulares, utilize as caixas de texto inferiores (D), especificando o nível
inicial, final e incremento e clique no botão Selecionar (E) para realçar os níveis ou no botão Remover (E) para
remover a seleção.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.6 - 3
Após ter selecionado todos os níveis desejados, clique em OK ; o programa identifica automaticamente todos
os nós nos níveis selecionados.

Nota:
Serão selecionados todos os nós distantes de uma distância igual a especificada na caixa Tolerância (C).

Selecionar todos os nós

Todos os nós do modelo serão selecionados.

Notas:
Os nós que não estão sendo visualizados por estarem fora da janela de Zoom atual serão selecionados.
Os nós que não estão sendo visualizados por terem sido ocultados pelas opções do menu Remover (seja por
estarem conectados a barras/elementos removidos ou estarem fora do intervalo de coordenadas ou do plano
selecionado) não serão selecionados.

Múltipla seleção

Selecione o check box ( ) caso deseje definir mais de uma janela, polígono, etc na mesma definição. Após cada
seleção, a seguinte janela aparecerá:



Finalizar seleção - Volta para o programa sem selecionar mais nós

Selecionar mais nós - Volta a caixa padrão de seleção, onde pode-se definir outra janela, polígono, etc, para
selecionar mais nós.

Remover nós da seleção - Volta a caixa padrão de seleção, onde pode-se definir outra janela, polígono, etc,
para remover nós da seleção.
1.5.2 Seleção de Barras/Elementos

Diversos comandos do STRAP exigem a seleção de barras ou elementos nós. A caixa abaixo é a caixa padrão
para efetuar esta seleção.


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.6 - 4
Selecionar barras/elementos individualmente

Selecione as barras/elementos individualmente (um por um) clicando com o mouse sobre cada elemento
desejado. Quando o cursor for se aproximando de uma barra/elemento, aparecerá um pequeno quadrado ( ).
Clicando com o mouse, a barra/elemento que estiver realçada por este quadrado será selecionada.

O número da barra/elemento que estiver realçado aparecerá na Caixa de Diálogo localizada na parte inferior da
tela:



Pode-se também digitar o número das barras/elementos desejadas diretamente na caixa.

Quando todos os elementos desejados estiverem selecionados, pressione o botão ou clique o
mouse novamente no último elemento selecionado.

Pode acontecer de mais de uma barra/elemento estarem na mesma localização na tela (não quer dizer,
necessariamente, que os nós ocupem o mesmo lugar no espaço), por exemplo, em uma vista superior de um
edifício, todas as barras de uma carreira de pilar estarão na mesma localização na tela. Neste caso, aparecerá
uma caixa de diálogo contendo a lista das barras que estão nesta mesma localização na tela; selecione uma das
barras mostradas na lista.



Selecionar barras/elementos por uma janela

Defina uma janela retangular clicando na posição de seus vértices na tela. O programa identifica automaticamente
todas as barras/elementos que estão dentro deste retângulo, distinguindo também as(os) que tenham um ou mais
nós de incidência dentro deste polígono (vide Selecionar barras/elementos com...)

Caso mais de uma barra/elemento ocupar a mesma localização na tela, e eles estiverem dentro do polígono, o
programa selecionará todas as barras/elementos nesta localização.

Selecionar por um polígono

Defina um polígono clicando na posição de seus vértices na tela. O programa identifica automaticamente todas as
barras/elementos que estão dentro deste polígono, distinguindo também as(os) que tenham um ou mais nós de
incidência dentro deste polígono (vide Selecionar barras/elementos com...)

Notas:
Devem ser definidos no mínimo três vértices.
O programa automaticamente conecta o último vértice com o primeiro.
Pressione a tecla [Esc] ou de um clique no botão direito do mouse (as duas ações têm o mesmo efeito) para
cancelar a definição do último vértice.
Para finalizar o polígono, dê um duplo clique no último vértice.
Caso mais de uma barra/elemento ocupar a mesma localização na tela, e eles estiverem dentro do polígono, o
programa selecionará todas as barras/elementos nesta localização.





STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.6 - 5
Selecionar todas as Barras/Elementos

Todos as barras/elementos do modelo serão selecionadas.

Notas:
As barras/elementos que não estão sendo visualizados por estarem fora da janela de Zoom atual serão
selecionadas.
As barras/elementos que não estão sendo visualizados por terem sido ocultados pelas opções do menu
Remover (seja por terem sido removidos ou estarem fora do intervalo de coordenadas ou do plano
selecionado) não serão selecionados.

Selecionar barras/elementos com:

Um nó na janela/polígono:
Todas as barras/elementos com pelo menos um nó na janela/polígono serão selecionadas.

Todos os nós na janela/polígono:
Serão selecionados somente as barras/elementos com todos os nós na janela/polígono.

Exemplos:



Selecionar somente as barras paralelas a uma

Esta opção só é válida para elementos de barra; caso este check box estiver ticado, serão selecionadas somente
as barras paralelas a uma determinada barra indicada pelo usuário. Por exemplo: com esta opção ativa, clique
em Todas as barras e depois indique um pilar para ser a barra de referência, somente as barras paralelas a esta
serão selecionadas (provavelmente todos os pilares).

Múltipla seleção

Selecione o check box ( ) caso deseje definir mais de uma janela, polígono, etc na mesma definição. Após cada
seleção, a seguinte janela aparecerá:



Finalizar seleção - Volta para o programa sem selecionar mais barras

Selecionar mais barras - Volta a caixa padrão de seleção, onde pode-se definir outra janela, polígono, etc, para
selecionar mais barras.

Remover barras da seleção -- Volta a caixa padrão de seleção, onde pode-se definir outra janela, polígono,
etc, para remover barras da seleção.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.6 - 6

Limitar seleção por propriedade

Esta opção filtra a seleção de barras/elementos pelas propriedades. Deixando esta opção ativa, aparecerá a
seguinte caixa de diálogo, onde clicando com o mouse na linha de cada número de propriedade, as palavras SIM
e NÃO vão se alternando.



SIM: Barras/elementos que tenham estas propriedades serão selecionados.
NÃO: Barras/elementos que tenham estas propriedades NÃO serão selecionados.

Selecionar uma Malha de Elementos

Selecionar todos os elementos de uma mesma malha, ou seja, criados pelo mesmo comando de Malha (Menu
lateral de Elementos). Mova o cursor sobre a malha desejada, selecionando qualquer nó pertencente a malha.

Notas:
Todos os elementos pertencentes a malha selecionada serão selecionados.
Quando o usuário estiver selecionando um nó, todas as malhas serão representadas por uma linha grossa em
seu perímetro, para facilitar a seleção.
Quando for selecionado um nó pertencente a mais de uma malha, uma das malhas ficará realçada com
pequenos blips e aparecerá uma janela onde o usuário pode escolher se deseja selecionar a malha realçada ou
outra malha.

Somente elementos de um plano selecionado
Esta opção só é válida para elementos finitos planos; caso este check box estiver ticado, serão selecionados
somente os elementos que pertencerem ao mesmo plano que um elemento indicado pelo usuário.

1.5.3 Seleção de Paredes

Diversos comandos do STRAP exigem a seleção de paredes. A caixa abaixo é a caixa padrão para efetuar esta
seleção.

A seleção de paredes é semelhante a seleção de barras. Cada seção entre os níveis é considerado uma parede
independente e pode ser selecionada. Por exemplo:

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.6 - 7



Selecionar paredes individualmente

(Ver item 1.5.2 em Selecionar barras/elementos individualmente)

Selecionar paredes por uma janela

Defina uma janela retangular clicando na posição de seus vértices na tela. O programa identifica automaticamente
todas as paredes que estão dentro deste retângulo, distinguindo também as que tenham um ou dois nós de
incidência dentro deste polígono (veja Selecionar paredes com um/dois nós)

Caso mais de uma parede ocupe a mesma localização na tela, e elas estiverem dentro do polígono, o programa
selecionará todas as paredes nesta localização.

Selecionar paredes por um polígono

Defina um polígono clicando na posição de seus vértices na tela. O programa identifica automaticamente todas as
paredes que estão dentro deste polígono, distinguindo também as que tenham um ou dois nós de incidência
dentro deste polígono (veja Selecionar paredes com um/dois nós)

Notas:
Devem ser definidos no mínimo três vértices.
O programa automaticamente conecta o último vértice com o primeiro.
Pressione a tecla [Esc] para cancelar a definição do último vértice.
Para finalizar o polígono, dê um duplo clique no último vértice.
Caso mais de uma parede ocupe a mesma localização na tela, e eles estiverem dentro do polígono, o
programa selecionará todas as paredes nesta localização.

Selecionar paredes com...:

Um nó na janela/polígono:
Todas as paredes com pelo menos um nó na janela/polígono serão selecionadas.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.6 - 8

Todos os nós na janela/polígono:
Serão selecionados somente as paredes com todos os nós na janela/polígono.

Note que, para esta opção, o programa considera como nó, somente os 'nós de referência' utilizados para criar a
parede:

Exemplo:


Múltipla seleção

(Ver item 1.5.2 em Múltipla seleção de barras/elementos)

Limitar propriedades por propriedades

Esta opção filtra a seleção de paredes pela seção transversal. Deixando esta opção ativa, aparecerá a seguinte
caixa de diálogo, onde clicando com o mouse na linha de cada número de propriedade, as palavras SIM e NÃO
vão se alternando.


SIM: Paredes que tenham estas propriedades serão selecionados.
NÃO: Paredes que tenham estas propriedades NÃO serão selecionados.

1.6 Modo Comando


Esta seção explica em linhas gerais como modelar uma estrutura no STRAP utilizando o Modo Comando. Pode-
se encontrar uma explicação mais detalhada no Manual do Modo Comando.

Os comandos são digitados na Caixa de Comandos localizada na parte inferior da tela; o programa atualiza
automaticamente a visualização do modelo.

É importante observar o seguinte:
Os Modos Gráfico e Comando podem ser usados concomitantemente pelo usuário.
Toda vez que um comando é definido no Modo Gráfico, o programa escreve automaticamente o comando
equivalente na Caixa de Comandos. Portanto, a Caixa de Comando contém um histórico completo do que foi
definido no modelo na seção corrente.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.6 - 9
1.6.1 Digitar um comando

Quando o usuário entra em algum tipo de definição (clicando no menu da direita), o programa automaticamente
escreve um cabeçalho na Caixa de Comandos. Por exemplo, quando o botão Nós é clicado, a Caixa de
Comando aparece como:



Para digitar um comando, mova o cursor até a última linha da Caixa de Comandos e clique; o cursor aparecerá
como: I.

Digite o comando desejado e pressione [Enter]; a tela será redesenhada automaticamente.
1.6.2 Revisar um comando

Todos os comandos digitados são armazenados na Caixa de Comandos. Para visualizá-los, basta aumentar a
Caixa de Comandos (arrastando sua moldura com o mouse) e/ou clicar na barra de rolagem da Caixa.

Exemplo: Revisar a definição do nó 116.



Mova o cursor até o comando que deseja revisar (116 1.5 11.) e clique o mouse; o comando será reescrito na
última linha da Caixa de Comando e o cursor aparecerá como I no início do comando.
Corrija o comando e pressione [Enter]; a tela será atualizada automaticamente.
1.6.3 Colar um Comando (da área de transferência)

Podem ser colados comandos trazidos de qualquer editor de textos, via "Área de Transferência" do Windows.

Esta opção é muito semelhante à modelagem via Arquivos de Comandos, mas o usuário pode trazer apenas
alguns comandos.

Para copiar um comando à área de transferência:
Entre em algum editor de textos como: Bloco de notas, WordPad, etc.
Digite os comandos ou abra um arquivo que contenha os comandos.
Selecione as linhas que deseja levar para o modelo STRAP. Para selecionar, pode-se, por exemplo, clicar no
início do bloco de comando e arrastar o mouse até o final do bloco.
Copie o bloco para a área de transferência, por exemplo: Selecione a opção Editar>Copiar

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.6 - 10


Para colar as linhas copiadas no STRAP:
Entre no módulo de geometria do STRAP.
Selecione a opção Editar>Colar comandos no menu superior.
O programa lê os comandos e os adiciona na Caixa de Comandos; a tela é redesenhada automaticamente.

Caso o programa encontre comandos com erros de formatação ou comandos que gerem avisos (por exemplo:
redefinição de nós já existentes), ele pausará a leitura e exibirá a seguinte janela:




O comando será escrito na Caixa de Comandos; edite o comando como explicado em Revisar um comando. O
programa então continuará a colar o próximo comando da área de transferência.

O programa ignorará o comando e continuará a colar a partir do próximo comando da área de transferência.
O programa ignorará o comando atual e todos os próximos. Abortará o procedimento de colagem dos comandos.

Editar Comando:

O comando será escrito na Caixa de Comandos; edite o comando como explicado em Revisar um comando. O
programa então continuará a colar o próximo comando da área de transferência.

Ignorar Comando:

O programa ignorará o comando e continuará a colar a partir do próximo comando da área de transferência.

Abortar Comando:

O programa ignorará o comando atual e todos os próximos. Abortará o procedimento de colagem dos comandos.


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.6 - 11
1.6.4 Formato do Modo Comando - Geral

Os comandos são digitados em um formato livre, sem a necessidade de enquadrar uma palavra ou um número
em uma coluna específica. Só deve-se respeitar a regra de haver sempre pelo menos 1 espaço em branco entre
um comando (ou valor) de outro (incluindo palavras, valores numéricos, símbolos - sem exceção).

Os comandos devem respeitar ainda o formato especificado neste manual. Por exemplo, para se definir o peso
próprio das barras como um carregamento na estrutura, o manual especifica a seguinte linha de comando:



As palavras em letras maiúsculas são "Palavras chave" (keywords) que devem ser digitadas exatamente como
aparecem no manual.

O programa normalmente exige somente a primeira ou as duas primeiras letras de uma palavra para identificá-la.
Estas letras aparecerão sublinhadas neste manual. O usuário pode simplificar o arquivo digitando somente estas
letras. Por exemplo:

S em vez de SELF
B em vez de BEAM

Letras minúsculas indicam informações numéricas. Geralmente, os parâmetros indicados pelas letras i,j,k,l,m,n
indicam valores inteiros, e todas as demais letras indicam os valores decimais.

Exemplos:
n, n1, ... são símbolos que indicam os número de nós (números inteiros)
p, p1, ... são símbolos que indicam as dimensões da seção (números decimais)

Formato exponencial

Valores decimais também podem ser digitados exponencialmente. Por exemplo:

510 pode ser digitado como 5.1E2 ou 5.1E+2

0.0037 pode ser digitado como .37E-2 ou 3.7E-3

Não deixe nenhum espaço em branco entre os números e a letra E.

Parâmetros entre parênteses ( ) indicam entradas opcionais. No exemplo do peso próprio exibido acima, o
parâmetro f pode ser omitido.

Palavras entre barras | | indicam que o usuário deve fazer uma escolha entre as palavras chaves listadas entre
as barras. Ainda no exemplo acima, digite X1, X2 ou X3 para especificar a direção de atuação da carga.

"list" indica uma lista de nós/barras/elementos digitados no Formato de lista. Padrão do STRAP.

Formato de listas

Uma série de números de nós, barras ou elementos podem ser digitados na forma de "lista", onde as palavras TO
e BY podem ser usadas a fim de simplificar a lista.

Exemplos de listas:
1 9 17 20
1 3 TO 6 12 15 18 TO 30
3 TO 11 BY 2 20 TO 24 34

O último exemplo é o equivalente a digitar:

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.6 - 12
3 5 7 9 11 20 21 22 23 24 34

Uma lista pode conter até 50 itens, onde “1 TO 6 " corresponde a 1 item.

Exemplos típicos de aplicação de peso próprio nas barras são:

SELF X1 B 10 11 12
S X3 -1.4 B 1 TO 90

Nota: O programa verifica a validade de cada caracter digitado; Caso seja encontrado um caracter ilegal, o
programa emitirá um beep e o caracter em questão não será mostrado na tela.


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.7 - 1
1.7 Arquivo de Comandos (Batch)

Arquivo de comandos é um arquivo gerado externamente ao programa STRAP (em editores de textos, por
exemplo) e contêm comandos para a definição da geometria, cargas e combinações.

Modelos criados pelos Arquivos de Comandos são inseridos a lista de modelos do STRAP pela opção Adicionar
arquivos a lista de modelos do menu Arquivo.
1.7.1 Arquivo de Comandos - Geometria

Existem 2 formas de definir a geometria do modelo computacional via arquivos externos:
Utilizando a Área de transferência
Criando e importando arquivo ASCII

O formato do arquivo deve ser o seguinte:

Primeira linha:
| REPLACE |
| ADD |

onde:
REPLACE = O programa usará somente este arquivo, substituindo o arquivo de geometria existente.
ADD = O programa adicionará os comandos deste arquivo ao arquivo binário já existente
(GEOMnnn.DAT).
Nota: Não utilize "IGNORE" nesta linha. Caso esteja aproveitando o arquivo GEOINnnn.DAT gerado pelo STRAP,
substitua a palavra IGNORE por REPLACE ou ADD

Linhas de Comando:

Existe um formato padrão para os comandos. Antes de cada tipo de comando, é necessária uma linha de
cabeçalho correspondente a estes comandos. Os cabeçalhos são:
/ JOINT COORDINATES
/ RESTRAINTS
/ PROPERTY NUMBER
/ BEAM END RELEASES
/ MEMBER INCIDENCES
/ MATERIAL
/ PROPERTY DEFINITION
/ SPRINGS
/ DUPLICATE A BLOCK
/ UNITS force length

Notas:
Sempre existe um espaço após o caracter "/".
Linhas que começarem com " ; " são comentários que serão ignorados pelo programa.
Não são permitidas linhas em branco.
A ordem dos comandos não é importante.

Se a palavra REPLACE for usada, o programa não utilizará o arquivo binário de geometria e também não saberá
se o modelo é 'plano' ou 'espacial'. O STRAP assumirá, por padrão, como 'espacial' e esperará por três
coordenadas em cada comando de definição de nós. Caso os comandos de definição de nós tiverem apenas 2
coordenadas, é necessário digitar o comando COORD 2 na linha abaixo à linha que contenha o cabeçalho " /
JOINT COORDINATES "

Se o programa encontrar um erro de formato em algum comando, enquanto estiver lendo o arquivo de geometria,
ele fechará e exibirá uma mensagem. As mensagens de erro são escritas no arquivo "ERR1.LST" que pode ser
visualizado com qualquer editor de textos (bloco de notas, etc).

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.7 - 2
Vide mais detalhes em GEOINnnn.DAT.

A listagem abaixo corresponde aos comandos do arquivo ASCII para gerar a o seguinte pórtico:



REPLACE
/ JOINT COORDINATES
COORD 2
1 0 0 TO 6 0 15 EQ
7 10 0 TO 12 10 15 EQ
/ RESTRAINTS
X1 X2 X6 1 7
/ PROPERTY NUMBERS
1 1 TO 10
2 11 TO 15
/ MEMBER INCIDENCES
1 TO 5 1 2
6 TO 10 7 8
11 TO 15 7 8
/ MATERIALS
CONC
/ PROPERTY DEFINITION
1 A 0.1 I 0.002
2 A 0.2 I 0.02

GEOINnnn.DAT

A geometria atual de cada modelo é armazenada no arquivo denominado GEOMnnn.DAT, onde "nnn" é o número
do modelo em questão (mostrado ao lado direito do nome do modelo na Tela Inicial do STRAP).

Entretanto, o STRAP também cria, simultaneamente, um arquivo ASCII contendo todo o histórico de entrada da
geometria do modelo. A formatação dos comandos é explicada em detalhes no Manual do Modo Comando..
Este arquivo ASCII é denominado: GEOINnnn.DAT

Este arquivo pode ser editado em qualquer editor de textos do Windows (Bloco de notas, etc).

Sempre que o usuário entra da geometria de um modelo existente, o programa primeiro lê o arquivo
GEOINnnn.DAT. Dependendo da instrução contida na primeira linha deste arquivo, o programa seguirá por
caminhos diferentes. Os 3 comandos possíveis desta primeira linha são:

IGNORE = O programa ignora este arquivo e utiliza somente o GEOMnnn.DAT. Este é o comando padrão da
primeira linha, pois é o comando que o STRAP escreve automaticamente ao criar o arquivo
GEOINnnn.DAT.
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Capítulo 1.7 - 3
REPLACE = O programa usa somente este arquivo para gerar a geometria, ou seja, ele ignora o arquivo
GEOMnnn.DAT.
ADD = O programa adiciona os comandos contidos neste arquivo ao arquivo GEOMnnn.DAT. Se a
instrução estiver escrita nos dois arquivos, a informação do GEOINnnn.DAT irá se sobrepor a do
GEOMnnn.DAT.

Caso haja um erro de formatação em algum comando, o programa abortará e exibirá um aviso. Todos os avisos e
mensagens de erro são armazenados no arquivo "ERR1.LST", que pode ser aberto em qualquer editor de textos.

Após ler todas as linhas do arquivo, o programa altera a primeira linha para IGNORE.

Pode-se ainda, pela opção Arquivo>Adicionar arquivo a lista de modelos do menu superior da Tela Inicial do
STRAP, orientar o programa a ler este arquivo, criando um novo modelo. Para isto, a primeira linha deve conter a
instrução REPLACE ou ADD. Esta opção é muito importante quando o arquivo GEOMnnn.DAT foi corrompido,
pois pode-se refazê-lo através do GEOINnnn.DAT

1.7.2 Arquivo de Comandos - Carregamentos

Existem 2 formas de definir aos carregamentos do modelo computacional via arquivos externos:
Utilizando a Área de transferência
Criando um arquivo STATnnn.DAT

Pode ser criado um arquivo ASCII externo ao STRAP contendo os comandos de carga do modelo.

O nome do arquivo deve ser : STATnnn.DAT

onde "nnn" é o número do modelo em questão. Este número aparece ao lado direito do nome do modelo na Tela
Inicial (Lista de Modelos) do STRAP.

O formato do arquivo é o seguinte:

Primeira linha do arquivo: ASCII

Para cada carregamento - primeira linha: Nome do carregamento (Por exemplo: "Peso Próprio")

Todos os comandos devem estar formatados como explicado detalhadamente no Manual do Modo Comando.
Antes de cada tipo de carregamento, deve ser digitado um cabeçalho identificando o carregamento. Os
cabeçalhos possíveis são:

/ BEAM LOADS
/ JOINT LOADS
/ DISPLACEMENTS
/ PRESSURE
/ LOAD COMBINATIONS
/ GLOBAL LOADS

No final de cada carregamento: / END

No final do arquivo: / END STATIC (ao invés de / END)

Notas:
Sempre deve haver um espaço após o caracter "/".
Não são permitidas linhas em branco.
A ordem dos carregamentos não é importante.
O último carregamento não deve conter um comando "/ END" antes do comando "/ END STATIC".

Exemplo:

No pórtico espacial mostrado abaixo, as cargas horizontais e verticais estão em carregamentos separados. O
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Capítulo 1.7 - 4
arquivo STATnnn.DAT é:



ASCII
SELF-WEIGHT AND ROOF LOADS
/ BEAM LOADS
SELF X3 B 2 TO 16
U GLOB FX3 -2.0 B 2 TO 6
/ END
WIND LOADS
/ JOINT LOADS
FX1 1.0 N 2
FX1 2.0 N 3
FX1 3.0 N 4
FX1 4.0 N 5
FX1 5.0 N 6
/ END STATIC
1.7.3 Arquivos de Comandos - Combinações

As combinações podem ser criadas em um arquivo texto e importadas para o STRAP através da cópia dos
comandos para a área de transferência do "Windows".

Digite os comandos de combinações em algum editor de textos (por exemplo: Wordpad ou Bloco de notas):

TITLE tit (opcional)
lc1 f1 lc2 f2 ........lcn fn..G1 fg1 ...... Gn fgn

onde:
tit = Título da combinação. Se esta linha estiver vazia, o programa criará um título padrão para a
combinação que será a lei de formação desta combinação.
lcn = Número do carregamento
fn = Fator multiplicativo para o carregamento 'n'.
Gn = n corresponde ao número do Grupo
fgn = Fator multiplicativo para o grupo 'n'.

Exemplo:
Para uma combinação: 1.4*carregamento 1 + 1.6 * carregamento 3 + 1.2 * grupo 2, intitulado como: "Dead +
Live + Group 2", digite:
TITLE Dead + Live & Group 2
1 1.4 3 1.6 G2 1.2
Marque as linhas no editor de texto copie para a área de transferência (pressionando as teclas [Ctrl+C] ou
selecionando a opção "Editar>Copiar" no menu superior).
Volte para o módulo de resultados do STRAP e entre na opção Combinações>Definir.revisar combinações.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.7 - 5

Clique na linha onde deseja colocar esta combinação (caso tenha clicado em uma linha que estiver vazia, a
combinação será inserida na linha imediatamente acima desta).
clique no botão .

Note que várias combinações podem ser copiadas e colada de uma única vez.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.8 - 1
1.8 Tela Inicial do STRAP (Lista de modelos)

Quando o programa STRAP é executado, é mostrada a Tela Inicial do STRAP, que consiste na lista de modelos
existentes no diretório atual:
O diretório atual é mostrado na linha de título da tela.
A lista de modelos pode ser ordenada por nome, número ou data em que foi modificado ou calculado.
Ao selecionar um modelo, o programa mostra na parte inferior da tela a última vista visualizada do modelo e
algumas informações sobre o modelo em questão, como número de nós, de barras, etc.
Clique em uma das opções na barra de menu ou nos ícones de atalho para acessar a opção desejada, sempre
em relação ao modelo selecionado (realçado).
Para selecionar mais de um modelo, utilize as teclas Control ou Shift ou abra uma janela arrastando o mouse
sobre os modelos que deseja selecionar.



Definir um novo modelo (ver item 1.8.1)
Revisar ou reprocessar um modelo existente (ver item 1.8.2)
Manipulação de modelos e/ou arquivos (ver item 1.9)
Importação e exportação de arquivos DXF
Configuração

Notas:
Se a lista de modelos for corrompida, esta pode ser recuperada utilizando a opção Arquivo - Utilidades -
Recriar lista de modelos
O STBatch pode ser utilizado para processar modelos STRAP externamente ao programa, ou para gerar
arquivos ASCII com informações da geometria, carregamentos e/ou resultados em um formato especificado pelo
usuário.


O programa armazena as informações de cada modelo em uma série de arquivos. Todos os arquivos de um
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.8 - 2
modelo específico possuem no nome um número referente a este modelo. Este número é associado ao modelo
pelo próprio programa quando ele é criado.

Por exemplo, se na lista de modelos, o modelo possui o número "017" (o número do modelo é exibido no canto
direito de cada linha da lista), os arquivos deste modelo serão:

GEOM017.DAT (geometria)
STAT017.DAT (cargas)
RESLT017.DAT (resultados)
etc.

Note que o gerenciamento dos arquivos é feito diretamente pelo STRAP, sendo este número mostrado
simplesmente como informação ao usuário.
1.80.1 Definir um novo modelo
Selecione a opção Arquivo > Novo modelo no menu suspenso

ou - clique no ícone na barra de ferramentas.

Defina o nome do modelo:



Clique no botão OK. O programa então mostrará a primeira tela de configuração do seu modelo (ver item 2.1.2).
1.8.2 Revisar/reprocessar um modelo

Para revisar um modelo existente na lista, siga as seguintes instruções:

Para revisar a geometria:
Dê um duplo clique no modelo desejado ou selecione o modelo com um clique simples e clique na opção
Geometria na barra de menu ou o ícone da geometria na barra de ferramentas.

Para acessar diretamente qualquer parte do modelo (cargas, resultados, pós-processadores, etc):
Selecione o modelo desejado; o modelo ficará realçado.
Selecione uma das seguintes opções existentes na barra de menu ou um dos ícones da barra de ferramentas
(somente ficarão ativos os módulos relevantes para o modelo selecionado):



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.8 - 3
Calcular

Existem 2 opções disponíveis:



Calcular modelo atual:
Inicia o processamento do modelo selecionado (realçado).

Calcular vários modelos:
Executa o processamento de vários modelos em seqüência:
- Selecione os modelos que serão calculados (serão exibidos somente os modelos que possuírem geometria
e carregamentos):


- Se desejar salvar a matriz de rigidez para todos os modelos selecione a opção Salvar matriz de rigidez.
- Clique o botão para iniciar os processamentos.
Nota:
As mensagens de erro de todos os modelos serão escritas (enviados) em um único arquivo.

Vide resolução para uma explicação detalhada sobre o método de resolução.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.9 - 1
1.9 Menu Arquivo

As informações de geometria, cargas, matriz de rigidez, resultados, etc. de cada modelo são armazenadas em
arquivos diferentes. O programa cria e nomeia automaticamente todos os arquivos com informações sobre os
modelos. Não é necessário que o usuário esteja familiarizado com a nomenclatura nem o tipo dos arquivos
gerados pelo STRAP, pois o programa se encarrega de manipular com os estes arquivos automaticamente.

Se você selecionar a opção Arquivo no menu suspenso, aparecerão as seguintes opções:



O gerenciamento dos modelos SEMPRE deve ser feito utilizando as opções contidas nesta seção, e
NUNCA usando o "Windows Explorer" ou qualquer outro gerenciador.

Novo Modelo
Ver item 1.8.1

Imprimir
Ver item 1.10

Deletar
Copiar para outro diretório
Copiar de outro diretório
Fazer uma cópia do modelo
Ver item 1.11

Mudar de diretório
Ver item 1.11

Configurações
Ver item 1.12

Utilidades
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.9 - 2
Ver item 1.13

Exibir os arquivos do modelo
Ver item 1.14

Adicionar arquivos a lista de modelos
Ver item 1.15

Recuperar a geometria dos modelos
Ver item 1.16

Converter Metafile para DXF
Converter modelo Strap para DXF
Converter DXF para modelo Strap
Ver item 1.17

Importar/Exportar DXF
Ver item 1.18

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.10 - 1
1.10 Imprimir

Utilize esta opção para imprimir diretamente da tela inicial as informações de entrada de dados e/ou resultados do
modelo selecionado na lista de modelos.

Especifique as tabelas que deseja imprimir configurando as abas Geometria, Cargas, Resultados-
Geral/Nós/Barras/Elem..
Configure as unidades que deseja que saia os resultados na aba Resultados-Unid..
Caso deseje, o usuário pode imprimir as informações somente de alguns nós/barras/elementos, especificando
a(s) vista(s) desejadas na aba Vistas.
As tabelas que serão impressas são exibidas na aba GERAL.
Clique OK para iniciar a impressão.


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.11 - 1
1.11 Gerenciamento do Arquivo
1.11.1 Deletar modelos

Com esta opção pode-se deletar modelos completos ou somente alguns arquivos dos mesmos (por exemplo,
cargas, resultados, etc):

Primeiramente selecione os modelos que deseja copiar.
Para selecionar mais de um modelo, utilize as teclas Control ou Shift.
Caso tenha selecionado mais de um modelo o programa exibirá a seguinte janela:



Deletar os modelos um por um
O programa exibirá a janela abaixo para cada modelo
Deletar todos os modelos sem perguntar
O programa exibirá a janela abaixo somente uma vez e utilizará esta configuração para todos os modelos
copiados.


Selecione os arquivos (geometria, cargas, resultados, etc) que deseja deletar. Todos os arquivos marcados
com um serão deletados, clique no botão Deletar .

Notas:
Serão mostrados somente os arquivos existentes no modelo
Se o arquivo de geometria for deletado, todo o modelo será deletado.
Se o arquivo de cargas for deletado, todos os arquivos de resultados e pós processadores serão deletados.

Para deletar um modelo existente em um disquete:
Selecione em Mudar de diretório e escolha, por exemplo, A:
Proceda da mesma forma explicada acima.
1.11.2 Copiar para outro diretório / Fazer uma cópia do modelo

Com esta opção, pode-se fazer uma cópia dos modelos selecionados no mesmo diretório:

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.11 - 2
Primeiramente selecione os modelos que deseja copiar.
Para selecionar mais de um modelo, utilize as teclas Control ou Shift.



Caso deseje, altere o Título (opcional).
O programa exibirá a janela acima para cada um dos modelos a serem copiados. Ative ou desative os arquivos
que deseja copiar (geometria, cargas, resultados, etc). Serão copiados todos arquivos que estiverem marcados
com um , clique no botão OK para iniciar a cópia.
1.11.3 Copiar um modelo de outro diretório

Utilize esta opção para copiar os modelos selecionados para outro diretório ou para um disquete:

Primeiramente selecione os modelos que deseja copiar.
Para selecionar mais de um modelo, utilize as teclas Control ou Shift.
Caso tenha selecionado mais de um modelo o programa exibirá a seguinte janela:



Copiar os modelos um por um
O programa exibirá a janela abaixo para cada modelo
Copiar todos os modelos sem perguntar
O programa exibirá a janela abaixo somente uma vez e utilizará esta configuração para todos os modelos
copiados.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.11 - 3


Clique no botão Procurar e encontre o diretório desejado, ou na seta para escolher um diretório
recentemente acessado.
Caso deseje, altere o Título (opcional).
Ative ou desative os arquivos que deseja copiar (geometria, cargas, resultados, etc). Serão copiados todos
arquivos que estiverem marcados com um , clique no botão OK para iniciar a cópia.

Nota:
Quando a cópia é feita para um disquete, o programa verifica o espaço livre disponível. Caso não exista o
espaço necessário para a cópia, o programa exibirá uma mensagem com o número necessário de disquetes
adicionais e avisará quando deve-se trocar de disquete. Todos os disquetes devem estar formatados antes de
começar a cópia do modelo.
Para fazer uma cópia do modelo no mesmo diretório, veja Fazer uma cópia do modelo.
1.11.4 Mudar de diretório

O diretório de trabalho corrente é exibido no topo da tela.


Basta digitar o nome do diretório ou clicar no botão Procurar e selecionar o diretório desejado.
Para criar um diretório novo, clique no botão Procurar e depois no ícone ("Criar novo diretório").

Notas:
Os últimos 5 diretórios acessados são mostrados na parte inferior do menu Arquivo; para ir a um destes
diretórios, basta clicar na opção.
Note que um disquete (A:, etc.) pode ser especificado como diretório de trabalho, porém um drive de CD-ROM
não pode, pois o programa não teria como gravar informações no CD-ROM.

CUIDADO: Nunca especifique um diretório que tenha o arquivo ZZMODEL.DIR ou outros arquivos de modelos
(GEOM, GEOIN, STAT, etc) com o atributo de somente leitura ativado.

1.11.5 Copiar um modelo de outro diretório

Utilize esta opção para trazer modelos existentes em outro diretório, ou em um disquete, CD-ROM, etc.:
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.11 - 4



Clique no botão Procurar e encontre o diretório desejado, ou na seta para escolher um diretório
recentemente acessado
Clique no botão Selecione o modelo para aparecer a lista dos modelos contidos neste diretório selecionado.
Selecione os modelos que deseja copiar e clique em Copiar.
Para selecionar mais de um modelo utilize as teclas Control ou Shift.
Selecione os arquivos desejados de cada modelo que está sendo copiado (geometria, cargas, etc.) como
explicado em Copiar um modelo para outro diretório.
Clique no botão Copiar para iniciar a cópia.

Notas:
Se o modelo foi copiado em dois ou mais disquetes, o programa o instruirá para trocar os disquetes.
Para criar uma cópia do modelo no diretório de trabalho atual, veja Fazer uma cópia do modelo.
STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.12 - 1
1.12 Configurações

Utilize esta opção para configurar os valores padrões (default) de vários parâmetros, como: cores, unidades,
materiais, formatos de impressão, etc.



Veja também STRAP.INI / Registro.
1.12.1 Configuração - Cores

Nesta janela configura-se as cores padrões para.
Fundo de tela
Elementos gráficos como: barras, elementos, eixos, cargas, diagramas, etc.
Textos associados aos gráficos
Cores para os mapas de contornos (resultados)




STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.12 - 2
Para alterar uma cor:

Geometria, cargas ou resultados:
Clique no botão de rádio referente ao item que se deseja alterar
Selecione a nova cor na paleta de cores.

Fundo de tela:
Clique no botão .
Selecione uma das cores básicas existentes na janela abaixo e clique no botão .



Mapa de contorno:
Clique no botão .
O programa exibirá uma lista de cores correspondentes aos valores positivos, negativos e o valor zero:

STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.12 - 3

Clique na cor que se deseja revisar e selecione uma nova cor básica como explicado acima em Fundo de tela.
1.12.2 Configuração - Cores das taxas de trabalho da Metálica

Nesta seção pode-se configurar os códigos de cores para a visualização da opção Exibir capacidades de
trabalho no menu Resultados do pós-processador de Metálica.


Selecione o intervalo que deseja alterar a cor e clique em uma das cores na paleta de cores.

Note que os limites dos intervalos não podem ser configurados aqui, porém podem ser alterados diretamente no
Módulo de Metálica.
STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.12 - 4
1.12.3 Configurações - Unidades

Selecione as unidades padrões para a geometria e cargas de todos os modelo novos. Estas unidades podem ser
revisadas no início de cada modelo ou na definição da geometria, porém estas unidades revisadas somente serão
válidas para o modelo em particular.

As unidades de visualização dos resultados podem ser diferentes que as de modelagem. Para configurar as
unidades padrões de visualização dos resultados clique em Unidades dos resultados e selecione as unidades
desejadas. Estas unidades também podem ser revisadas em cada modelo no módulo de resultados, sendo que
estas só serão válidas para o modelo em questão.

1.12.4 Configurações - Materiais

O programa pode armazenar as propriedades de até 10 materiais padrões diferentes. 4 destes materiais são
"Materiais do usuário". Estes materiais aparecerão na definição da geometria, na caixa de seleção referente aos
materiais das propriedades de barras e elementos.

As propriedades de todos os 10 materiais podem ser editadas.

As propriedades são:
Módulo de elasticidade (t/m²)
Coeficiente de Poisson
Densidade (t/m3)
Coeficiente de expansão térmica (1/°Celsius ou 1/°Fahrenheit)

Unidades:
Especifique as unidades utilizadas para o Módulo de Elasticidade e a densidade do material.
O coeficiente de expansão térmica pode ser definido em qualquer unidade. Entretanto, os carregamentos de
temperatura aplicados nos modelos devem estar de acordo com a unidade aqui configurada.

Para revisar as propriedades dos materiais padrões, basta digitar diretamente o novo valor desejado.

STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.12 - 5


Notas:
O nome do material tem que ter no máximo 4 caracteres
As propriedades podem ser definidas no formato exponencial
O usuário pode acrescentar materiais em cada modelo, porém estes materiais só serão válidos para aquele
modelo em particular.
Revisar os materiais não afetará os materiais já existentes em modelos.

1.12.5 Estilos de impressão de tabelas

O formato de impressão das saídas tabeladas do STRAP pode ser configurado pelo usuário.

Nesta opção pode-se definir uma série de "estilos de impressão"; Cada estilo contém informações de fontes,
margens, linhas e espaçamentos que serão utilizados na impressão das saídas tabelas. Quando for feita uma
impressão de uma tabela em qualquer módulo (geometria, cargas, resultados, pós-processadores,...) do STRAP,
o usuário pode selecionar um dos estilos configurados, fazendo a tabela ser impressa no formato definido por
aquele estilo.



Selecione um dos estilos exibidos na janela e clique em OK:

STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.12 - 6


Nota: O estilo "Rascunho" imprime todas as informações na fonte Courier 10 cpi sem nenhuma linha vertical nem
horizontal. Este estilo não pode ser editado nem apagado.




Nome do Estilo

Defina um nome para o estilo; o nome irá aparecer na caixa de diálogo “estilo da lista”.

Impressora

Seleciona a impressora padrão para o estilo. A impressora pode ser trocada quando estiver imprimindo as tabelas.
Itens para configuração do estilo de impressão das tabelas

STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.12 - 7

1.12.6 Configurações - Impressão de Desenhos

Especifique os valores padrões para as opções "Imprimir Desenho":

STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.12 - 8

Notas:
Desativando a opção Usar cores na impressão de desenhos como serão suprimidas as cores nas
impressões (todos os gráficos serão impressos em preto).
As margens são relativas a máxima área de impressão disponível de sua impressora (ou seja, margens podem
estar presentes mesmo quando forem configuradas com zero no menu acima). Vide manual de sua
impressora.
1.12.7 Configurações - Espessura de linha

Esta opção é válida somente para as impressões gráficas, e define a espessura de linha associada a cada objeto
de desenho.

Notas:
As espessuras de linhas são definidas em milímetro.
As linhas configuradas com espessura igual a zero serão impressas com a espessura de 1 dot, ou seja: se a
impressora tiver 300 dpi de resolução, a linha ficará com a espessura de 1/300 polegadas.
As espessuras configuradas para as linhas da geometria são válidas também para o esquema unifilar
mostrado nas cargas e resultados.
1.12.8 Configurações - Diversos

STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.12 - 9


Hora da Impressão

Deixe esta opção habilitada caso deseje que a hora seja impressa no cabeçalho das saídas tabeladas.

Idioma das saídas

Os textos das saídas gráficas e tabeladas em todos os módulos serão exibidas e impressas no idioma configurado
nesta seção.

Back-up da Matriz

O programa faz automaticamente um back up da matriz de rigidez já resolvida. Este back up consiste numa cópia
no HD feito a cada intervalo de tempo especificado aqui pelo usuário. Se a solução for interrompida pelo usuário,
ou ocorra uma queda de eletricidade, falha de hardware, etc. o cálculo da matriz de rigidez pode ser retomado a
partir do último back up executado.

Vide a parte de Solução para mais detalhes.(ver item 4.0)

Matriz com dupla precisão

Selecione a opção para salvar a matriz de rigidez com dupla precisão.

Notas:
Precisão simples é a opção padrão e recomendada.
Os arquivos com dupla precisão são consideravelmente maiores que os com precisão simples.
Salvar a matriz com dupla precisão somente é recomendável quando tem-se elementos espessos
apoiados sobre molas. Para estes modelos, os resultados das reações podem ficar imprecisos se tratados
com precisão simples; todos os outros resultados estão precisos com simples precisão.

Alocação de memória

Especifique a quantidade de memória locada para o programa de cálculo do STRAP de acordo com a memória
disponível em seu computador. Geralmente, aumentado a memória alocada, o processamento será mais rápido.
STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.12 - 10

Memória RAM disponível computador:

até 4 mb: O programa pode travar em alguns processamentos de modelos grandes em
computadores com 4 mb de memória. Nestes casos, configure a máxima memória temporária
alocada com 8 mb.
8 até 32 mb: configure a máxima memória temporária alocada com 24 mb. Este é o valor padrão.
64 mb ou mais: configure a máxima memória temporária alocada = (memória disponível - 32). Por
exemplo, se seu computador possui 128 mb de memória RAM, aloque 96 mb. Entretanto, a
alocação ótima de memória, varia de acordo com os programas residentes.

Grelha

Na definição de nós:
Um Grid de orientação é exibido automaticamente toda vez que uma opção de definição de nós for
selecionada.
O Grid não é exibido automaticamente.

Visualizar resultados

Os diagramas de esforços, deformações, etc. serão mostrados em escala da seguinte forma:

O programa procura o valor máximo do resultado (que aparecerá na tela) e o desenha com o tamanho configurado
pelo usuário nesta opção. O valor padrão é de 1.5 cm (0.6 in.). Todos os demais resultados serão desenhados
com o tamanho proporcional a este.

Para alterar a escala, mova o até a caixa de textos e digite uma nova dimensão em cm.

Exemplo: Diagrama de momentos fletores. Resultado máximo será exibido com 1.5 cm.
Se o resultado máximo for de 12 kn.m (será desenhado com 1.5cm), um momento com 4 kn.m (um terço
do resultado máximo) será desenhado com 0.5 cm (um terço de 1.5cm).

Suporte de Multi usuário

- Todos os parâmetros de configuração serão armazenados no "Registro" do computador, por usuário.

- Todos os parâmetros de configuração serão armazenados no arquivo STRAP.INI (um arquivo por
instalação)

Para revisar os parâmetros de configuração para todos os usuários (que ainda não revisaram estes
parâmetros)quando suporte de Multi usuário está ativo:
Desative esta opção para
Revise os parâmetros de configuração desejados; estes parâmetros serão armazenados no arquivo
STRAP.INI
Ative novamente a opção

Vide mais detalhes em STRAP.INI / Registro.(ver item 1.12)

Diretório de cópia padrão

Esta opção determina o diretório de trabalho do STRAP, ao iniciá-lo:

O programa abrirá no último diretório utilizado pelo usuário.
O programa sempre abrirá no diretório do programa.




STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.12 - 11
Diretório de cópia padrão

Especifique o diretório padrão para cópias de modelos STRAP. Este diretório será utilizado como "default" para os
comandos Copiar para e Copiar de.

Configurações - Arquivo delimitado

Caracter delimitador
Arquivos delimitados são arquivos textos no formato ASCII onde os valores numéricos são separados por um
caracter chamado de "caracter delimitador".

O caracter delimitador padrão é a vírgula (caracter ASCII 44). Um caracter diferente pode ser especificado,
entrando com seu número ASCII.

Títulos
Ative a opção para adicionar o título da tabela no arquivo delimitado.

Configurações - Vista Isométrica

A vista isométrica só é válida em modelos espaciais. Especifique os ângulos de rotação no espaço da vista
isométrica padrão. A vista isométrica será exibida quando for clicado o ícone na barra de ferramentas.

Defina os ângulos assumindo que o plano de trabalho é o plano X1-X2. Caso o modelo esteja em outro plano
global, o programa rotacionará o modelo em ângulos equivalentes.
1.12.9 Configurações - Barra de ferramentas

A barra de ferramentas é exibida nos módulos de definição da geometria e carregamentos. Estas barras agilizam
a modelagem, executando comandos com um simples click do mouse. Abaixo está um exemplo de barras de
ferramentas do STRAP:



Nesta seção pode-se customizar a barra de ferramentas.

Podem ser definidas até 10 barras de ferramentas diferentes (são instalados com o programa 7 barras padrões).
O programa automaticamente exibe as barras de ferramentas nº 1 e 2 Clicando nos ícones existentes no
final da barra, serão exibidos as barras seguintes ou anteriores.

Pode-se alterar o número de barras de ferramentas que se deseja visualizar, mudando o valor em Mostrar
linhas de ícones.

Para revisar uma barra de ferramentas ou adicionar uma nova barra:
Click em Modif. barra de ferram. ou Adic. barra de ferram.
Selecione uma barra da lista (Barra nº 1 até Barra nº. 10)
O programa exibirá todos os ícones disponíveis em uma grande caixa de diálogo no centro da tela e também
exibirá os ícones atuais da barra selecionada no topo da tela.
Para adicionar ou deletar um ícone, clique no ícone em questão na caixa de diálogo do centro da tela; este
ícone será adicionado ou deletado da barra exibida no topo da tela.
Clique no botão para finalizar.
1.12.10 STRAP.INI/REGISTRO

Os valores padrões do STRAP são inicialmente armazenados no arquivo STRAP.INI, localizado no diretório do
programa. Note que só existe 1 único arquivo STRAP.INI para todos os usuários.

Quando um usuário revisa um parâmetro de Configuração, o programa escreve este novo valor no "Registro" do
Windows. Cada usuário possue uma seção separada no Registro do Windows, possibilitando que cada usuário
tenha sua própria Configuração. Note que o programa de instalação do STRAP não escreve nenhum valor padrão
STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.12 - 12
no "Registro".

O programa primeiro procura por valores padrões no Registro, caso não os encontre (ou seja, o usuário não
revisou as Configurações iniciais) ele adota como padrões os valores encontrados no arquivo STRAP.INI.

Os seguintes valores não podem ser revisados pela opção de Configurações do programa. Para alterá-las é
preciso editar o arquivo STRAP.INI utilizando qualquer editor de textos do Windows (por exemplo: Bloco de notas,
etc):
[MISC]
SectionUnit= Unidade padrão par a definição das seções (dimensões, propriedades geométricas)
Digite: mm, cm, meter, inch, feet
GeoLineType= Resultados gráficos - Tipo de linha do esquema unifilar
Digite: SOLID ou DASHED (onde SOLID significa linha cheia e DASHED significa linha tracejada)
DispLineType= Resultados gráficos - Tipo de linha da deformada
Digite: SOLID ou DASHED (onde SOLID significa linha cheia e DASHED significa linha tracejada)
DiagramLineType= Resultados gráficos - Tipo de linha dos diagramas de resultados
Digite: SOLID ou DASHED (onde SOLID significa linha cheia e DASHED significa linha tracejada)
Delimiter= Caracter delimitador, quando uma saída tabelada é impressa para um "arquivo delimitado".
Digite: Número do caracter ASCII, por exemplo. "," (vírgula) = 44
DelimiterTitle= Imprimir ou não cabeçalhos quando uma saída tabelada é impressa para um "arquivo delimitado".
Digite: TRUE ou FALSE (Onde TRUE significa que os cabeçalhos serão impressos e FALSE
significa que não serão impressos)
STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.13 - 1
1.13 Utilidades

Escolha uma das seguintes opções:



Note que o usuário pode inserir novas opções neste menu Utilidades. Esta opção nova pode ter sido criada pelo
STBatch do STRAP, ou ser acessar qualquer outro programa do windows.

O STBatch pode ser utilizado para processar modelos STRAP externamente ao programa, ou para gerar arquivos
ASCII com informações da geometria, carregamentos e/ou resultados em um formato especificado pelo usuário.
1.13.1 Combinar resultados de 2 projetos

Utilize esta opção para combinar os arquivos de resultados de 2 ou mais modelos.

Esta opção é especialmente importante em estruturas onde o modelo estrutural é alterado para diferentes
carregamentos (como propriedades diferentes, vínculos entre barras ou condições de contorno) ou em estruturas
que desejamos simular o método construtivo. Esta estrutura deve ser processada como dois ou mais modelos
separados e depois somados os resultados.

Cuidado: O número de nós/barras/elementos não precisa ser igual em todos os modelos, porém a barra número
'n' de um modelo tem que corresponder a barra número 'n' do outro modelo (o mesmo vale para nós e
elementos), pois o programa irá somar os resultados pela numeração dos nós/barras/elementos, ou seja, se em
um modelo a barra número 20 for uma coluna e em outro for uma terça, o programa irá somar os resultados de
uma coluna com uma terça!

O ideal é montar a geometria de um modelo o mais completo o possível (com o maior número de
barras/elementos que a estrutura puder ter); depois copiar este modelo e ir modificando a geometria (mudando
propriedades, vinculações, apagando barras/elementos) gerando os outros modelos.

Note que o programa irá combinar 3 arquivos do modelo:
RESLTnnn.DAT - Arquivo de resultados do modelo.
FORCEnnn.DAT - Arquivo de forças nodais do modelo.
STATnnn.DAT - Arquivo de carregamentos do modelo.

Combinando o arquivo STATnnn.DAT, o programa irá adicionar os carregamentos definidos no segundo modelo
dentro do primeiro modelo. Caso queira reprocessar o primeiro modelo, lembre-se de deletar estes
carregamentos que foram adicionados.

Para combinar os resultados de 2 modelos:
Entre na Tela Inicial do STRAP (Lista de Modelos).
Selecione o modelo que deseja inserir os resultados de outro projeto clicando uma vez sobre ele (o modelo
ficará realçado).
Selecione a opção Arquivo>Utilidades>Combinar resultados de 2 projetos
O programa irá mostrar uma lista com todos os demais modelos do diretório atual que já tenham sido
processados. Selecione o modelo que deseja adicionar os resultados.

Este processo pode ser repetido para poder adicionar os resultados de mais de 1 modelo ao modelo principal.
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Capítulo 1.13 - 2
1.13.2 Tabela de Perfis do Usuário

Neste módulo o usuário poderá criar/deletar/editar os perfis contidos na Tabela do Usuário do STRAP. Esta
tabela pode conter perfis formados a quente (soldados/laminados) e a frio (de chapa dobrada):

Perfis formados a quente:
- Os perfis podem ser trazidos de qualquer uma das tabelas padrões do programa (Britânica, Européia ou
Americana).
- Podem ser inseridas novas seções aos tipos já existentes na tabela, simplesmente digitando suas
dimensões; o programa irá calcular todas as propriedades geométricas (as quais o usuário pode alterar se
desejar).
- Podem ser definidos novos tipos de seções, desde que tenham um dos formatos reconhecidos pelo
programa (I, [, Tubo, etc). Tipos de seções que não são reconhecidos pelo programa não podem ser
criados.

Perfis de chapa dobrada:
- Podem ser inseridas novas seções aos tipos já existentes na tabela, simplesmente digitando suas
dimensões; o programa irá calcular todas as propriedades geométricas (as quais o usuário pode alterar se
desejar).
- Podem ser definidos novos tipos de seções, desde que tenham um dos formatos reconhecidos pelo
programa (U, Z, Cartola, etc).
- Podem ser criados novos tipos de seções de chapa dobrada.

Aviso:
A tabela do usuário é armazenada no arquivo PROPTABS.DAT que se encontra no diretório do programa
STRAP. Sempre faça uma cópia de segurança deste arquivo, pois se este arquivo for perdido, TODOS os
perfis já cadastrados serão perdidos.

Para entrar neste módulo a fim de editar a Tabela do Usuário, basta selecionar a opção
Arquivo>Utilidades>Criar/Editar a tabela de perfis, existente na Tela Inicial do STRAP.



Selecione a opção:



STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.13 - 3
Arquivo:
Para especificar a tabela que deseja editar - "Tabela do Usuário" ou "Tabela de Chapa Dobrada".
Para Criar um arquivo ASCII contendo todas as seções da tabela.
Para Trazer seções de um arquivo ASCII
Para imprimir as dimensões e propriedades de todas as seções do tipo realçado.
Para sair deste módulo e retornar a Tela Inicial do STRAP.

Editar:
Para adicionar uma nova seção ao tipo realçado.
Para adicionar um novo Tipo de Seção a tabela.
Para revisar as dimensões ou propriedades geométricas de uma seção.
Para deletar as seções realçadas.
Para deletar o Tipo de Seção realçado da tabela.
1.13.2.1 Arquivo



Seleção da tabela

Editar a tabela do usuário
Adicionar, deletar ou editar perfis soldados, laminados ou de chapa dobrada na tabela do usuário
(PROPTABS.DAT).

Editar a tabela de chapa dobrada
Adicionar, deletar ou editar os perfis de chapa dobrada existentes nas tabelas Americana, Britânica e
Européia, mas não na tabela do usuário.

Criar Arquivo ASCII

Nesta opção o programa irá criar um arquivo no formato ASCII contendo todas as seções existentes na tabela do
usuário. Estas seções podem ser editadas utilizando um editor de textos (Bloco de notas, WordPad, etc) e
trazidas novamente a tabela do usuário:

Selecione Criar arquivo ASCII
Abra e edite o arquivo gerado utilizando algum editor de textos (Bloco de notas, WordPad, etc).
Selecione Adicionar seções de um arquivo e escolha Arquivo ASCII.
Selecione o arquivo editado pelo editor de textos.

Notas:
As seções podem ser editadas interativamente utilizando a opção Editar>Revisar seção (ou dando um clique
duplo na seção desejada).

Aviso: Ao editar o arquivo ASCII deve-se tomar cuidado de respeitar a formatação do mesmo, como explicado em
Criar um arquivo ASCII.

Arquivo de perfis no formato ASCII:

Abaixo temos um exemplo da tabela do usuário no formato ASCII:

STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.13 - 4


Explicação:

Para cada Tipo de Seção:

Primeira linha:
coluna 1: #
coluna 2-9: nome do Tipo da Seção (máximo 8 caracteres)
coluna 14: Tipo de seção
Laminados/Soldados: 1=I 2=U 3=Caixa 4=L 5=T 6=Tubo 7=2L 8=2[ 9=I+[
Chapa dobrada: 30=Todas as seções de chapa dobrada
(arquivos ASCII de versões anteriores podem conter os seguintes códigos):
21=U 22=U+enrijecedor 23=Cartola 24=Z 25=Z+enrijecedor

Última linha: coluna 1-3: END

Para cada Seção:
Seis linhas contendo o nome da seção e 36 itens de informações:

Linha 1:
coluna 2-17: Nome da seção
colunas 18-27 , 28-37 , 38-47 , 48-57 , 58-67 , 68-77:
Itens 1-6

Linhas 2-6:
colunas 18-27 , 28-37 , 38-47 , 48-57 , 58-67 , 68-77:
Itens 7-36

Os 36 itens de informações são explicados na tabela abaixo. Note que as unidades são "cm" ou "in", dependendo
das unidades padrão do STRAP.

STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.13 - 5
STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.13 - 6

Seções de Chapa Dobrada:



Adicionar Seções de um Arquivo

O usuário pode trazer seções existentes em uma das tabelas padrões do programa ou de um arquivo ASCII.

Selecione:Tabela Britânica
Tabela Européia
Tabela Americana
Arquivo ASCII

Britânica / Européia / Americana
O programa exibe a tabela selecionada.
Primeiramente selecione o tipo de seção que deseja levar para a tabela do usuário (lado esquerdo da janela);
depois selecione as seções que deseja levar (lado direito da janela).

STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.13 - 7


Note que se forem selecionada seções com um nome já existente na tabela do usuário o programa irá adicioná-las
automaticamente na tabela do usuário, sem requerer nenhuma confirmação.

Arquivo ASCII
Esta opção insere todas as seções contidas em arquivo ASCII na tabela do usuário.

Este arquivo ASCII deve ser criado utilizando a opção Criar arquivo ASCII.

Com estas opções, o usuário pode editar as dimensões e/ou propriedades geométricas das seções externamente
ao programa STRAP, utilizando algum editor de textos:

Selecione Criar arquivo ASCII
Abra e edite o arquivo gerado utilizando algum editor de textos (Bloco de notas, WordPad, etc).
Selecione Adicionar seções de um arquivo e escolha Arquivo ASCII.
Selecione o arquivo editado pelo editor de textos.

Aviso: Ao editar o arquivo ASCII deve-se tomar cuidado de respeitar a formatação do mesmo, como explicado em
Criar um arquivo ASCII.

Notas:
As seções podem ser editadas interativamente utilizando a opção Editar>Revisar seção (ou dando um clique
duplo na seção desejada).
Quando a opção Editar tabela do usuário estiver selecionada, tanto os perfis soldados/laminados quanto os de
chapa dobrada que forem encontrados no arquivo ASCII serão inseridos na tabela do usuário.
Quando a opção Editar a tabela de chapa dobrada estiver selecionada, os perfis soldados/laminados que
forem encontrados no arquivo ASCII serão ignorados pelo programa; os perfis de chapa dobrada serão inclusos
na tabela de chapa dobrada (mas não na tabela do usuário).
Seções do tipo I+[ não podem ser inclusas no arquivo ASCII.

Imprimir Tipo de Seção

Imprimir as dimensões e características geométricas de todas as seções do Tipo que estiver realçado.

Veja mais detalhes sobre Impressões de saídas tabeladas do STRAP.
STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.13 - 8
1.13.2.2 Editar



Adicionar um Tipo de Seção

Com esta opção o usuário pode incluir na tabela um novo tipo de seção. Para incluir as seções neste novo tipo,
utilize a opção Adicionar seções.



Forma da seção

O novo Tipo de Seção deve ser classificado em um dos formatos de perfis já existentes no programa. Todos os
perfis inclusos neste Tipo de Seção serão analisados pelo Módulo de Metálica com a respectiva forma do tipo da
seção.

Selecione um dos tipos de perfis existentes na listagem.
Nome da seção

Digite o nome do novo Tipo de Seção - máximo de 16 caracteres.

Adicionar Seção ao Tipo Atual

Com esta opção o usuário pode criar novas seções (perfis), digitando suas dimensões.

Escolha o Tipo de Seção (VS, L, U#, etc) onde deseja adicionar o perfil.
Clique em Editar>Adicionar seção ao tipo atual.
O programa exibirá uma janela onde o usuário deve digitar o nome do perfil e suas dimensões, por exemplo:


STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.13 - 9

Clique no botão OK e o programa exibirá uma janela com as propriedades geométricas calculadas pelo
programa. O usuário pode alterá-las se achar necessário. Por exemplo:



Note que a seção criada será adicionada no final da lista. Para inserir o perfil no meio da lista, selecione a opção
Inserir seção acima do selecionado, existente no menu Editar.

Cuidado:
Perfis Soldados/Laminados:
- Por padrão, todos os perfis formados a quente (não de chapa dobrada) inseridos na tabela do usuário são
tratados como perfis Laminados para o dimensionamento no Módulo de Metálica. O usuário pode alterar
todos os perfis para soldados (ou retornar para laminados) no próprio Módulo de Metálica, pela opção
Soldados/Laminados, que aparece quando clicamos no ícone Seções existentes no menu direito.
- Como o programa não pergunta ao usuário o valor do raio de dobra dos perfis formados a quente, ela
ignora os arredondamentos existentes na alma e mesas dos perfis laminados no cálculo das propriedades
geométricas dos perfis. O usuário pode corrigir estas propriedades apropriadamente, editando os valores
apresentados pelo programa.
Perfis de Chapa Dobrada:
- Diferentemente dos perfis formados a quente, o usuário informa ao programa o raio de dobra do perfil. O
programa considera este raio de dobra e calcula as propriedades geométricas apropriadamente.
- Todas as dimensões são externas.

Para informações sobre o armazenamento da tabela no arquivo texto, veja Formato do arquivo ASCII..

Revisar Seção

Com esta opção o usuário pode revisar dimensões, nome e propriedades geométricas da seção que estiver
realçada na tabela, como explicado em Adicionar seções.

Deletar Tipo de Seção

O Tipo de Seção (VS, L, U#, etc) que estiver realçado será completamente deletado (todos os perfis existentes
neste tipo serão deletados).

Deletar Seções

Todas as seções que estiverem realçadas serão deletadas.

1.13.3 Recriar a lista de modelos

Utilize esta opção quando a lista de modelos estiver corrompida.

A lista de modelos é armazenada no arquivo ZZMODEL.DIR (cada diretório de trabalho possui um arquivo
STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.13 - 10
ZZMODEL.DIR diferente).

Esta opção vasculha o diretório de trabalho atual para encontrar todos os arquivos de modelos do STRAP
(GEOMnnn.DAT, STATnnn.DAT, etc) e refaz a lista de modelos.

Notas:
A nova lista de modelos é chamada de ZZMODEL.NEW. Por segurança o programa não apaga o arquivo
ZZMODEL.DIR antigo.
Para utilizar a nova lista criada é necessário renomear manualmente (via Windows Explorer) o arquivo
ZZMODEL.NEW para ZZMODEL.DIR.

1.13.4 CROSEC

O Módulo de Seções - CROSEC é um programa para o cálculo das propriedades geométricas de seções
transversais (área, momentos de inércia, centro de gravidade, etc).

O CROSEC pode calcular as características geométricas de seções sólidas (com ou sem furos) e de seções de
chapa dobrada de qualquer formato, sendo que as seções sólidas podem ter suas propriedades geométricas (A, I,
etc) transferidas para o STRAP, mas estas seções não serão dimensionadas pelos pós-processadores; já as
seções de chapa dobrada podem ser inseridas nas tabelas de perfis e serem dimensionadas pelo Módulo de
Metálica.

Seções de Chapa Dobrada:
As seções de chapa dobrada são definidas por uma sequência de linhas (segmentos), atribuindo uma
espessura e raio de dobra. Por exemplo:


- Os segmentos podem ser definidos em qualquer direção (horizontal, vertical ou diagonal).
- Pode-se definir seções adicionais separadamente e as unir formando uma única seção; estas seções
adicionais são chamadas de "subseções". Cada subseção pode ter espessura e raio de dobra diferente.
- O usuário pode criar uma tabela de perfis a partir da seção geral definida, variando o comprimento dos
segmentos, espessura e/ou raio de dobra. Esta tabela pode ser inserida nas tabelas do STRAP (Americana,
Européia, Britânica e Usuário).
- Pode-se igualar comprimentos de segmentos na seção afim de facilitar a edição da tabela.
- As propriedades geométricas da seção de chapa dobrada podem ser "copiadas" para a geometria do
modelo STRAP, semelhante ao explicado para as seções sólidas.
- As propriedades geométricas calculadas incluem: Centro de cisalhamento, constante de empenamento,
momento de inércia torsional e constante de flambagem flexo-torsional

Seções Sólidas:
Seções maciças com ou sem furos. Por exemplo:

STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.13 - 11

- Pode-se definir seções adicionais separadamente e as unir formando uma única seção; estas seções
adicionais são chamadas de "subseções". Cada subseção pode ter espessura e raio de dobra diferente.
- As propriedades geométricas da seção de chapa dobrada podem ser "copiadas" para a geometria do
modelo STRAP, sendo que estas seções não serão dimensionadas pelos pós-processadores do STRAP.
- As propriedades geométricas calculadas incluem: Momento de inércia torsional (exato)


1.13.5 Conversão de modelo STAAD

Esta opção faz a conversão de um modelo STAAD para o formato do STRAP. São convertidos os comandos de
geometria, carregamentos e combinações.

Selecione a opção Arquivo>Utilidades>Converter modelo STAAD para STRAP na tela inicial (lista de
modelos) do STRAP.
Selecione o modelo STAAD e clique em Abrir.

Notas:
O programa criará os arquivos STRAP: GEOMnnn.DAT, STATnnn.DAT, e COMBnnn.DAT.
Os comandos STAAD que contiverem erros de sintaxe não serão convertidos. As mensagens de erro serão
escritas na tela e listadas no arquivo ASCII ERRS.LST.
O programa não verifica se toda a geometria foi definida (por exemplo: se os apoios foram definidos).

Comandos não convertidos pelo STRAP:

a. Opções do STAAD não disponíveis no STRAP:
Elementos com espessura variável;
Articulação parcial na extremidade das barras e liberação de esforço cortante nas extremidades das barras.
CABOS
MESTRE/ESCRAVO
CARREGAMENTO DE VENTO
PRÉ-TENSÃO
Carga parcial ou linear em um único elemento finito.

b. Opções STAAD que estão nos módulos de resultados/pós-processadores do STRAP:
Todos os comandos de DIMENSIONAMENTO (DESIGN).
Todos os comandos relativos as impressões.
Todos os comandos relativos a análise modal.
UBC LOAD - gerado pela Análise de Resposta Sísmica
Todos os comandos DRAW
Todos os comandos relativos as opções de resolução.

c. Comandos não transferidos:
Comando SEPARATOR - deve ser usado ";"
Comando MESH com 8 vértices
Comando A UNITS pode não ser definido em um carregamento
STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.13 - 12
Comandos SUBST, PERFORM ROTATION, AREA e FLOOR, STRAIN, FIXED END e SET Z UP serão
ignorados.
As seguintes seções serão ignoradas:
seções das tabelas dos usuários;
seções em tabelas de perfis que não sejam a tabela Americana;
seções ][ , COMPOSITE, TUBE
Cargas de barras com offset (excentricidade) do centro de cisalhamento: a carga será aplicada, mas o
momento adicional em virtude da excentricidade será ignorado.
1.13.6 Criar arquivos STAAD

Criar arquivos de geometria e carregamentos do STAAD a partir do modelo selecionado.
1.13.7 Criar arquivos de detalhamento de Estruturas Metálicas

Criar um arquivo de detalhamento da estrutura em um dos seguintes formatos:
STRUCAD
XSTEEL

O programa grava a geometria do modelo e os resultados de extremidade das barras no arquivo. O perfil metálico
gravado no arquivo é o da geometria do STRAP; perfis diferentes selecionados no Módulo de Metálica devem ser
transferidos para geometria utilizando a opção Fechar e atualizar a geometria.
1.13.7 Utilidades - Adicionar novas opções

O usuário pode inserir novas opções ao menu Utilidades na Tela Inicial do STRAP, para isso deve-se editar o
arquivo Strap.ini:

Abra o arquivo STRAP.INI existente no diretório do programa (utilizando um editor de textos, por exemplo:
bloco de notas).
Dentro o arquivo, já existe uma seção chamada [UTILITIES]
Deve-se editar esta seção, alterando a linha NumMenus=n , onde n = o número de opções a serem
adicionadas.
Para cada menu que queira inserir, deve-se adicionar as seguintes linhas:
Namen=menu_text
Commandn=target_command
Note que pode-se dar o caminho inteiro do arquivo, mas o diretório padrão é o pr;óprio diretório do programa
STRAP.

Exemplo:
Adicionar 3 comandos ao menu:
O primeiro roda o arquivo STBatch STAAD.dat no diretório do programa; o nome do menu será "Gerar arquivo
para STAAD"
O segundo roda o arquivo STBatch batch1.dat no diretório do programa; o nome do menu será "Gerar
Relatorio de Dados"
O terceiro inicia o programa abcxyz.exe no diretório D:\abc; o nome do menu será "Meu Aplicativo"

Adicionar as seguintes linhas ao arquivo STRAP.INI:

[UTILITIES]
NumMenus=3
Name1=Gerar aquivo para STAAD
Command1=stbatch STAAD.dat
Name2=Gerar Relatorio de Dados
Command2=stbatch batch1.dat
Name3=Meu Aplicativo
Command3=d:\abc\abcxyz.exe

O menu Utilidades será exibido como:

STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.13 - 13

STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.14 - 1
1.14 Exibir os arquivos do modelo

O programa automaticamente cria e nomeia arquivos relacionados a cada modelo.

Com esta opção o usuário pode visualizar todos os arquivos existentes do modelo selecionado na lista de
modelos.

Por exemplo:



STRAP SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.15 - 1
1.15 Adicionar um modelo a lista

A lista de modelos é gerenciada pelo programa e mostra todos os modelos existentes no diretório corrente, sejam
os criados diretamente pelo STRAP neste diretório, seja os trazidos de outros diretórios através dos comandos
"Copiar para" e "Copiar de".

Note que a lista de modelos é armazenada no arquivo ZZMODEL.DIR; este arquivo é encontrado em todos os
diretórios em que existam modelos do STRAP.

Os modelos que forem copiados manualmente (por exemplo: via Windows Explorer) para o diretório corrente não
serão mostrados na lista de modelos, pois o arquivo ZZMODEL.DIR não pode ser editado diretamente pelo
usuário. Porém o usuário pode necessitar adicionar um modelo a lista.

Esta situação pode ocorrer de várias maneiras. Por exemplo:
O usuário define o modelo através de um arquivo ASCII da geometria e um arquivo ASCII das cargas.
O arquivo GEOMnnn.DAT foi corrompido e o usuário deseja criar o modelo através do arquivo ASCII
GEOINnnn.DAT (uma lista de comandos da geometria criada pelo programa enquanto o usuário define o
modelo)
Os arquivos do modelo estão disponíveis (por exemplo, em um disco de backup), mas o arquivo
ZZMODEL.DIR não existe ou está corrompido; os comandos "Copiar para" e "Copiar de" não encontrará os
modelos.

Use esta opção para adicionar modelos a lista.

Notas:
Os arquivos podem ter qualquer nome
Os arquivos de geometria devem começar com os comandos REPLACE ou ADD (vide Modo comando -
geometria).
Os arquivos de cargas devem começar com o comando ASCII (vide Modo comando - carregamentos)



O arquivo de geometria pode ter um dos seguintes formatos:

ASCII (Modo comando do STRAP)
Caso o usuário tenha criado um arquivo ASCII da geometria através do Modo comando do STRAP (Vide Modo
comando - Geometria para mais detalhes sobre o formato do arquivo ASCII).

Formato interno do STRAP
O arquivo de geometria foi criado pelo STRAP (geomxxx.dat), com formato binário. Este tipo de arquivo não
pode ter sido editado pelo usuário.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.16 - 1
1.16 Recuperar a geometria dos modelos

A geometria do modelo é armazenada no arquivo binário chamado GEOMnnn.DAT, (onde "nnn" indica o número
do modelo). Entretanto, o STRAP também cria um arquivo ASCII para cada modelo, chamado GEOINnnn.DAT
que contém todo o histórico de comandos dados para a geração da geometria.

Se o arquivo GEOMnnn.DAT for corrompido o programa pode ser capaz de recriá-lo a partir do arquivo
GEOINnnn.DAT.

AVISO: Sempre faça um backup do modelo antes de utilizar esta opção.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.17 - 1
1.17 Converter um Metafile para DXF

Utilize esta opção para criar um arquivo DXF 2D de qualquer tela (Vistas, gráficos de esforços, barras numeradas,
etc) do STRAP.

O arquivo metafile é criado selecionando a opção Imprimir Desenho e selecionando, na caixa Enviar para:
Metafile. Clique no botão OK e o programa exibirá uma janela onde o usuário deve escolher o diretório onde quer
gravar o arquivo Metafile e nomear o mesmo. O usuário ainda pode escolher uma das duas extensões
possíveis:.WMF ou EMF.

Depois de gerado o Metafile, utilize esta opção para converte-lo em um arquivo DXF.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.18 - 1
1.18 Importar/Exportar DXF

Selecione uma das seguintes opções no menu Arquivo da Tela Inicial do STRAP:

Converter DXF para modelo STRAP:

Converte um desenho em DXF como modelo geométrico do STRAP.
O arquivo DXF pode estar em formato ASCII ou binário.

Converter modelo STRAP para DXF:

Converte o modelo geométrico do STRAP em um desenho DXF tri-dimensional.
Esta opção é diferente da existente em Imprimir desenho (onde se pode imprimir um desenho como Metafile e
convertê-lo em DXF pela opção Converter Metafile para DXF), onde o STRAP converterá somente uma imagem
em 2D.
O programa irá gerar um arquivo DXF no formato ASCII.



1.18.1 Exportar modelo STRAP para DXF

Esta opção converte toda a geometria de um modelo STRAP em um desenho tri-dimensional DXF.

Esta opção é diferente da existente em Imprimir desenho (onde se pode imprimir um desenho como Metafile e
convertê-lo em DXF pela opção Converter Metafile para DXF), onde o STRAP converterá somente uma imagem
em 2D.

Clique sobre o modelo que deseja converter em DXF e selecione esta opção, indicando o nome e diretório do
arquivo DXF.

Notas:
Modelos planos no STRAP gerarão desenhos DXF 2D; modelos espaciais gerarão desenhos DXF 3D.
As barras no modelo STRAP serão convertidas como linhas ( LINES ) no desenho DXF; os elementos finitos
(planos e sólidos) serão convertidos como "3DFACE" .
Cada propriedade no modelo STRAP é convertida em uma layer diferente e com uma cor diferente no
desenho DXF.
Barras e elementos fictícios são desenhados em um layer diferente dos demais.
Os seguintes objetos não serão transferidos ao desenho DXF:
Cotas, seções, materiais, textos (numerações, nomes, etc).

1.18.2 Importar Desenho DXF para o STRAP

Com esta opção pode-se converter um desenho DXF em modelo geométrico do STRAP.

O programa identifica todas as linhas ( LINES ) e comandos MESH, os convertendo em barras ou elementos.

Notas:
Cada layer do desenho DXF pode ser especificado contendo barras ou elementos.
As propriedades do modelo STRAP podem ser geradas de acordo com as Layer ou com as Cores das linhas
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.18 - 2
do desenho DXF.

O programa identifica as barras e elementos da seguinte forma:

Para os Layers que forem definidos como Barras:
- Cada linha (Line) do desenho DXF é convertida em uma barra no modelo STRAP.
- Cada elemento de malha (3DFACE) é explodido em uma série de linhas, que são convertidas em barras.

Para os Layers que forem definidos como Elementos:
- As áreas definidas por 3 ou quatro linhas criarão elementos triangulares ou quadriláteros.
- Cada elemento 3DFACE ou superfície de uma malha (mesh) irá gerar um único elemento triangular ou
quadrilátero do STRAP.

O programa também pode identificar as intersecções entre linhas, entre elementos e entre linhas e elementos.

Notas:
Desenhos DXF 3D criarão modelos de Pórtico Espacial no STRAP; desenhos DXF 2D (com todas as
coordenadas Z = 0) criarão modelos de Pórtico Plano no STRAP.
O programa define os eixos locais de acordo com os padrões do STRAP, identificando o início e fim da barra
para a orientação do eixo local x1; sempre verifique os eixos locais adotados pelo programa.
O programa cria elementos quadriláteros sempre que possível; elementos quadriláteros não planares serão
divididos em 2 elementos triangulares.
Cada elemento "3DFACE", "polygon mesh" ou "polyface mesh surface" gerará um único elemento finito plano
do STRAP.
As Linhas duplas serão tratadas como linhas simples.
Elementos côncavos definidos por linhas, 3DFACE, polygon mesh ou polyface mesh serão ignorados.
o STRAP aceita somente elementos finitos planos de 3 ou 4 vértices. Serão criados nós em todos os pontos
de intersecção, mesmo que não sejam criados os elementos, por exemplo:


1.18.2.1 Capacidade do programa:

i. O programa não irá gerar modelos maiores que a capacidade do STRAP.
ii. O programa não criará modelos a partir de desenhos DXF que excedam os seguintes limites:
- Número máximo de extremidades de linhas = 32.000
- Número máximo de linhas = 32.000
- Número máximo de blocos = 600
- Número máximo de extremidades de linhas em todos os blocos = 16.000
- Número máximo de linhas em todos os blocos = 16.000
- Número máximo de vértices em qualquer polyface mesh = 600
Note que se duas linhas tiverem uma extremidade em comum, somente uma extremidade de linha será
contada na consideração dos limites acima.
iii. O programa não criará modelos a partir de desenhos DXF com coordenadas maiores que 1000 metros (a
fim de evitar erros de arredondamento); o programa emitirá uma mensagem de erro e será fechado. Para
importar este desenho, mova-o para a coordenada (0,0) no seu programa de desenho (AutoCad, etc).

O programa reconhece os seguintes comandos e tipos de entidades do AUTOCAD:
LINE - (ou 3DLINE em versões antigas do AUTOCAD)
TRACE - transforma para uma linha central.
3DFACE
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.18 - 3
POLYLINE - (2D e 3D)
polygon mesh
polyface mesh
blocks - somente os elementos acima serão convertidos.

O programa ignora as seguintes entidades do AUTOCAD:
circle, arc, text, dimension lines, solids e hatching
1.18.2.2 Conversão das Layers do DXF

As linhas existentes em cada layer do desenho DXF podem ser:
Ignorada
Convertidas em barras.
Convertidas em elementos finitos.



Se os elementos 3DFACE, polygon mesh e polygon face forem convertidos em barras, o programa irá
"explodir" estes objetos, gerando linhas (que serão convertidas em barras) em todas as bordas visíveis.
Por padrão o STRAP identifica como Não usar todas as layers que estiverem "congeladas" ou "desligadas" no
DXF. O usuário pode alterar aqui esta condição.

1.18.2.3 Opções para Importação do Desenho DXF

Especifique as unidades de comprimento do desenho DXF e do modelo STRAP.
Associe as cores ou layers do desenho DXF às propriedades do STRAP.


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.18 - 4


Unidades

Especifique a unidade de comprimento em que foram feitos o desenho DXF e a unidade de comprimento que
deseja modelar no STRAP.

O programa fará a conversão das dimensões da unidade do desenho DXF para a unidade de modelagem no
STRAP.

Nota:
É importante indicar a unidade de comprimento correta no desenho DXF. Por exemplo: se o desenho DXF foi
definido em metros, mas o usuário especificou erradamente Centímetro, uma dimensão de 5.00 metros no
desenho DXF será convertida para 5 centímetros no modelo STRAP.

Atribuir Propriedades do STRAP

Mesma propriedade para todos os elementos:

Todas as barras/elementos serão criadas com a propriedade nº 1.

Layers no arquivo DXF:

As linhas em layers diferentes no desenho DXF podem ter propriedades diferentes no modelo STRAP:


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.18 - 5

Selecione um ou mais layers na lista mostrada.
Digite o número da propriedade que será atribuída às barras que estiverem no(s) layer(s) assinalado(s) no
desenho DXF.
Clique no botão Para atribuir a propriedade da cor selecionada.
O número da propriedade escrito ao lado do layer é atualizado automaticamente pelo programa.

Estas propriedades podem ser editadas normalmente pelo usuário no Módulo de Geometria.

Cores no arquivo DXF:

As linhas com cores diferentes no desenho DXF podem ter propriedades diferentes no modelo STRAP:



Selecione uma ou mais cores na lista mostrada.
Digite o número da propriedade que será atribuída às barras que tiverem as cores assinaladas no desenho
DXF.
Clique no botão Para atribuir a propriedade da cor selecionada

O número da propriedade escrito ao lado da cor é atualizado automaticamente pelo programa.

Note que estas propriedades valeram para todos as layers do desenho, ou seja, as barras e elementos que
estiverem com uma mesma cor (mesmo em layers diferentes) terão a mesmas propriedades no modelo STRAP.

Estas propriedades podem ser editadas normalmente pelo usuário no Módulo de Geometria.

Interseção de Linhas

Escolha uma das 2 opções:
O STRAP irá criar os nós nos pontos de interseção de linhas. Nos layers de elementos finitos, as 3DFACES
serão explodidas em linhas.
O STRAP não criará nós nas interseções de linhas, somente nas extremidades.

Veja os exemplos abaixo:







STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA

Capítulo 1.18 - 6
Layers de barras:
A Figura (a) mostra o desenho DXF, onde a linha 1-2 intersecciona a linha 3-4.



Se a opção de interseção estiver:
O programa criará um nó no ponto 2, gerando as barras: 1-5, 2-5, 3-5 e 4-5.
O nó 5 não será criado e o programa irá gerar somente as barras 1-2 e 3-4.

Layers de Elementos Finitos:
Exemplo 1: A Figura (a) mostra o desenho DXF, onde existem 6 linhas, sendo que a linha 1-2 intersecciona a
linha 3-4.


Se a opção de interseção estiver:
O programa criará um nó na interseção, gerando 4 elementos triangulares como mostrado na Figura (c).
O programa só criará 4 nós, gerando os 4 elementos triangulares como mostrado na Figura (b).

Exemplo 2: A Figura (a) mostra o desenho DXF composto de 3 linhas (2-4, 3-5, 4-5) e um 3DFACE (1-2-3-4).



Se a opção de interseção estiver:
O programa irá explodir o 3DFACE, gerando linhas, as quais, junto com as linhas já existentes formarão os 3
elementos triangulares mostrados na Figura (c).
O programa criará somente um elemento quadrilátero, como mostrado na Figura (b), ignorando as linhas
existentes, pois o STRAP não irá utilizar o 3DFACE para fechar as linhas gerando os elementos.




STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.1 - 1
2 Geometria
2.1 Geometria – Geral
2.1.1 Definir um novo modelo

Selecione a opção Arquivo > Novo modelo no menu suspenso

ou - clique no ícone na barra de ferramentas.
Defina o nome do modelo:



Clique no botão OK. O programa então mostrará a primeira tela de configuração do seu modelo.

2.1.2 Geometria - Menu Preliminar

A janela abaixo aparecerá sempre que um modelo novo for criado; Aqui efetuam-se as primeiras configurações do
modelo, como: unidades de entrada, título do modelo(pode ser revisado), tipo de modelo (grelha, treliça, pórtico
plano ou espacial).

Também é escolhido o método de geração do modelo:


Clicando neste botão, o usuário pode selecionar uma das estruturas parametrizadas existentes no
Assistente de Modelagem do STRAP. Pode-se definir a geometria, os carregamentos e combinações com a
indicação de alguns dados numéricos. O modelo gerado pelo assistente pode ser alterado utilizando os
comandos do STRAP.

O programa vai diretamente para a tela principal da geometria, onde o modelo estrutural e as cargas
serão construídos pelo usuário a partir do zero utilizando os comandos do STRAP.

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.1 - 2

Unidades

Nestas opções são configuradas as unidades de comprimento e força que serão utilizadas na modelagem e
carregamento da estrutura.

Independente das unidades configuradas nestes quadros, o usuário poderá, sem afetar em nada na modelagem,
utilizar outras unidades nas seguintes ocasiões:
As propriedades (seções transversais de barras e espessuras de elementos) e materiais podem ser
definidos em unidades diferentes das configuradas aqui.
Os resultados podem ser visualizados em qualquer outra unidade especificada pelo usuário.

Selecione:


Notas:
Caso as unidades de entradas de dados forem alteradas para um modelo existente, o programa não fará a
conversão dos carregamentos já modelados. Ele poderá fazer a conversão somente dos valores de
comprimento utilizados na geometria. Neste caso o programa emitirá um aviso perguntando ao usuário se
deve fazer a conversão ou não. (materiais e propriedades são sempre convertidos automaticamente).
O programa sempre utiliza as unidades padrões para calcular a escala de impressão do desenho.
Se a unidade padrão de comprimento for assumida como Pés, o programa assumirá automaticamente a
Polegada como unidade padrão de definição de materiais e propriedades, e Kip/pol² para os resultados de
tensões.

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.1 - 3
Título
Caso deseje, altere o título do modelo.

Note que o Título do modelo pode ser alterado a qualquer momento pela opção Editar>Nome/Unid./Tipo do
modelo existente na geometria.
Largura da tela / Altura da tela

Entre com as dimensões que deseja abrir a tela inicial do STRAP. Note que estas dimensões podem ser
alteradas a qualquer momento.
Tipo de modelo

Apesar do STRAP resolver modelos tri-dimensionais, esta opção lhe permite especificar modelos bi-dimensionais
ou treliças. O programa automaticamente restringirá os graus-de-liberdade que não são permitidos para o modelo
em questão, permitirá somente a aplicação de cargas nas direções pertinentes, etc. Além de processar o modelo
mais rápido, pois não necessita resolver os graus de liberdade não permitidos.

Selecione um dos seguintes tipos de modelos:

Pórtico Plano
Modelo bi-dimensional, onde as cargas atuam no plano do modelo.
Elementos finitos de estado plano de tensões.

Grelha Plana
Modelo bi-dimensional, onde as cargas atuam perpendicularmente ao plano do modelo.
Elementos finitos de flexão de placa.

Pórtico Espacial
Modelo geral tri-dimensional.
Elementos finitos combinados de estado plano de tensão e flexão.

Treliça
Modelo de treliça tri-dimensional; todas as barras são assumidas como bi-rotuladas. Não podem ser definidos
elementos finitos.

2.1.3 Assistente de modelagem - Geral

O Assistente de Modelagem consiste em uma biblioteca de modelos parametrizados, como: pórticos planos,
grelhas, vários tipos de treliças, reservatórios, etc. A geometria e carregamentos básicos destes modelos podem
ser criados apenas definindo alguns parâmetros como: número de vãos, pé direito típico, etc. A geometria e
carregamentos criados no Assistente de Modelagem são levadas aos módulos regulares do STRAP, onde podem
ser alteradas ou completadas.

O Assistente automaticamente atribui propriedades e define apoios (que podem ser alterados pelo usuário no
módulo de Geometria do STRAP).

Após serem digitados todos os parâmetros, o Assistente exibe a estrutura na tela, onde, na parte inferior existirão
algumas opções para revisar parâmetros (número de vãos, etc) e dimensões. Note que nesta etapa, somente
serão revisados parâmetros e dimensões, mas não a forma básica da estrutura.

Veja um exemplo de definição de um modelo utilizando o Assistente de Modelagem, ou -possíveis no Assitente
para visualizar com detalhes seus modelos parâmetrizados:

Pórtico Plano
Grelha Plana
Pórtico Espacial
Treliça

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.1 - 4
Para ler sobre como incluir um modelo parametrizado no Assistente, vide o tópico Assistente - Adicionar novos
modelos.

Exemplo:
Assistente de modelagem - Exemplo de definição da Geometria

A geometria do modelo é criada pela definição de alguns parâmetros. Por exemplo, os nós e barras do Pórtico
Plano são definidos especificando quatro parâmetros: Número de vãos, número de pisos, vão típico e pé direito
típico.



Digite os parâmetros nos campos correspondentes e clique no botão .

O programa cria o modelo de acordo com os parâmetros digitados. Após clicar em OK, aparecerão caixas onde o
usuário pode especificar as propriedades de vigas e colunas e carregamentos permanentes e acidentais.

Depois que todos os parâmetros foram digitados, o programa exibe o modelo e permite ao usuário fazer algumas
revisões na geometria via a Caixa de Diálogos localizada na parte inferior na tela.
Geometria - Assistente - Definição de propriedades

A janela seguinte somente aparecerá caso os comandos de propriedades estiverem inclusos no arquivo de
comandos do assistente para o modelo selecionado.
Todas as opções de definição de propriedades (Ver item 2.4.7).



- Não definir a propriedade para o grupo de barras/elementos referentes a janela
- Não definir a propriedade de nenhum grupo de barras/elementos remanescente; pular direto
para a definição das cargas.

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.1 - 5
Assistente de modelagem - Exemplo de definição dos Carregamentos

Os menus abaixo somente aparecerão caso os comandos de cargas tenham sido introduzidos no arquivo de
comandos para o modelo selecionado.

Nestes menus o usuário pode definir vários valores de cargas e fatores de combinações. O programa irá gerar
uma série de carregamentos baseados nestes valores (estas cargas poderão ser vistas e revisadas no módulo de
Cargas do STRAP).

Por exemplo, no modelo do Pórtico Plano, temos o seguinte menu:


Cargas Permanente/Acidental - Carga uniforme por unidade de comprimento (nas unidades padrões
especificados)
Fator de Peso Próprio - Digite '0' caso não queira aplicar o peso próprio na estrutura.
Pular - Não definir cargas no caso de carga atual.
Pular todas - Não definir nenhuma carga no modelo.

Após esta caixa, serão exibidas 2 outras semelhantes:

Título da Caixa de Dialogo Dados Requeridos
Carregamento de vento: Vento na coluna esquerda
Vento na coluna direita
Combinações: Fatores para:
- Carga Permanente + Carga Acidental (CP + SC)
- Carga Permanente + Carga Acidental + Vento (CP + SC + Vento)
- Carga Permanente + Vento (CP + Vento)

O programa criará os seguintes carregamentos:
Carregamento Descrição
1 - CP - Carga Permanente CP x 1.0
2 - SC - Sobrecarga SC x 1.0
3 - Vento Vento x 1.0
4 CP + SC CP x fator máx. + SC x fator - em todos os vãos
5 - CP + SC(cargas alternadas) Aqui serão criados n carregamentos alternando-se as cargas pelos vãos,
respeitando:
- CP x fator máx. + SC x fator
- CP x fator mín.
6 - CP + SC + VENTO Loads x 2nd set of factors (above)
7 - CP + VENTO - 1 CP x 1.0 + VENTO x fator
8 - CP + VENTO - 2 CP x fator máximo + VENTO x fator

Os carregamentos podem ser definidos no Assistente para os seguintes modelos:
Pórtico plano Cross diagonal truss
Vierendeel Tesoura Warren (a)
Tesoura Tesoura Warren (b)
Tesoura com colunas Tesoura Howe
Tesoura triangular Viga contínua
Tesoura de banzos retos
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.1 - 6
Tesoura trapezoidal
Pórtico treliçado
Treliça triangular

Vide Cargas para obter mais informações sobre a definição dos carregamentos.
Assistente - Revisar dimensões e parâmetros

O Assistente cria o modelo de acordo com os parâmetros indicados pelo usuário. O modelo é desenhado na tela,
e o programa ainda permite ao usuário revisar as dimensões e alguns parâmetros, manipulando com a Caixa de
Diálogo que aparece na parte inferior da tela:



No. de vãos / No. de andares

Selecione esta opção para alterar os parâmetros exibidos na linha inferior. O cursor salta para a parte inferior da
tela. Quando o Botão for selecionado, o modelo será redesenhado de acordo com os novos
parâmetros alterados.
Dimensões

Utilize esta opção para revisar as dimensões cotadas no modelo:

Mova o cursor ( ) para próximo da dimensão que deseja revisar. Esta dimensão ficará realçada por um pequeno
blip ; clique com o mouse e digite a nova dimensão.


A janela acima aparecerá. Para revisar somente a dimensão selecionada, clique na primeira opção. Caso deseje
alterar todas as dimensões que sejam iguais a selecionada e estejam na mesma linha de cota que ela, clique na
segunda opção.

Caso deseje revisar outra dimensão, clique nela e prossiga da mesma forma. Caso não queira mais revisar,
pressione a tecla [Esc] ou clique no botão direito do mouse, então o programa redesenhará o modelo com as
novas dimensões.

Para detalhes sobre a biblioteca do Assistente de Modelagem (Ver apêndice 2).
Para adicionar mais modelos a biblioteca do pré-processador (Ver apêndice 2).

2.1.4 Geometria - Tela Principal

O programa exibe a tela de definição da geometria do modelo. O menu principal de comandos para a definição da
geometria (nós, barras, elementos, apoios, etc) é mostrado na lado direito da tela.

Nós
Definição dos nós. (Ver item 2.2).


STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.1 - 7
Apoios
Definição de apoios e diafragmas rígidos. (Ver item 2.3).

Barras
Definição de elementos de barras. Definição da barra (entre dois nós), Propriedades, Materiais, Vínculos
(articulações), Offsets rígidos (excentricidades), Orientação dos eixos locais. (Ver item 2.4).

Elementos

Definição de elementos finitos planos quadriláteros e triangulares. Definição dos elementos, Propriedades,
Materiais (incluindo materiais ortotrópicos). (Ver item 2.5).



Molas
Definição de apoios elásticos. (Ver item 2.6).


Cópia
Copiar uma parte selecionada do modelo, incluindo nós, barras/elementos, propriedades e vínculos. As
cópias podem ser geradas por translação, rotação ou espelhadas. (Ver item 2.7).


Sólidos
Definição de elementos sólidos, incluindo:
Definição dos elementos sólidos por expansão ou rotação de elementos planos. Os elementos sólidos podem
ter 4, 5, 6, 7 ou 8 vértices. (Ver item 2.8).
materiais

Nota: O Módulo de Pontes não resolverá modelos que contenham elementos sólidos

Parede
Definição de elementos de parede.

Sub-modelo
Para adicionar uma parte do modelo criada a parte do modelo principal. Este Sub-modelo pode ser criado
pelo usuário ou pode ser um modelo já existente.

Barra de menu superior:



Arquivo – (Ver item 2.11).
Editar – (Ver item 1.3.6).
Zoom – (Ver item 1.3.1).
Rotação – (Ver item 1.3.2).
Desenho – (Ver item 1.3.4).
Visualizar – (Ver item 1.3.3).
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.1 - 8
Remover – (Ver item 1.3.5).
Saídas – (Ver item 2.11).
Notas:
Estes menus podem ser rapidamente acessados pelos ícones de atalho existentes na parte inferior do menu
lateral direito:

Veja também o tópico Modo Comando para detalhes de geração da geometria via comandos de teclado
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 1
2.2 Nós

Através do menu NÓS, existente no Módulo de Geometria, o usuário pode definir os nós, deletá-los, movimentá-
los, renumerá-los, unificá-los e definir o sistema de coordenadas globais para a definição dos próximos nós.

Quando o ícone nó for selecionado no Menu Principal da geometria, o programa exibirá as seguintes opções:

Definição de nós um a um, por suas coordenadas. (Ver item 2.2.1)

Definição de uma série de nós ao longo de uma linha, com espaçamento constante entre eles. Quando
esta opção for utilizada no Sistema de coordenadas cilíndrico, os nós serão dispostos ao longo de um arco. (Ver
item 2.2.2)

Definição de uma série de nós ao longo de uma linha, com espaçamento variável entre eles. Quando esta
opção for utilizada no Sistema de coordenadas cilíndrico, os nós serão dispostos ao longo de um arco. (Ver item
2.2.3)

Definição de uma grelha de nós. O programa pedirá para o usuário definir uma linha de 'base' e uma de
'altura' (semelhantemente às 2 opções de Linha acima) pela especificação de 3 vértices. Quando esta opção for
utilizada no Sistema de coordenadas cilíndrico, este comando criará arcos paralelos ou concêntricos. (Ver item
2.2.4)

Definição de nós através de equações, como: parábola, esfera, cilindro, etc. Esta equação pode ser
escolhida dentre as já existentes na Lista de Equações do programa ou uma outra definida pelo usuário. Esta
opção ainda permite que o usuário conecte os nós gerados por barras ou elementos. (Ver item 2.2.5)

Esta opção permite mover os nós selecionados por translação e/ou rotação para uma nova localização ou
alterar o espaçamento de uma linha ou grelha de nós existente. (Ver item 2.2.6)

Deletar os nós selecionados. Só poderão ser deletados os nós que não estiverem conectados a barras ou
a elementos. (Ver item 2.2.7)

Atribuir uma nova numeração aos nós selecionados. (Ver item 2.2.8)

Seleção do Sistema de Coordenadas para a definição dos nós: (Ver item 2.2.9)

Plano Cartesiano: podendo ser paralelo a um plano global ou definido arbitrariamente no espaço.
Sistema de Coordenadas Cilíndrico.

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 2
O programa procura, automaticamente, por nós que estejam na mesma localização no espaço. Estes nós
são deletados, exceto um, onde o modelo será 'unificado' nesta localização. (Ver item 2.2.10).

2.2.1 Definição de Nós - Nó único

Com esta opção o usuário pode criar nós (um a um) em qualquer coordenada no modelo.

Existem 2 métodos de locação do nó no modelo:

Mover o cursor ( ) com o mouse e clicar quando este estiver na localização correta (caso seja necessário,
pode-se ajustar o Passo para facilitar a localização correta do nó);
Digitar as coordenadas (ou clicar nas setas do nó diretamente na caixa de diálogo existente na parte inferior da
tela e clicar em OK).

A Caixa de Diálogo padrão para definição de nó é:



X1,X2,X3 = Coordenadas Globais do próximo nó a ser definido.
Nº do nó.= número do próximo nó a ser definido.

O programa automaticamente numera o nó a ser criado pelo próximo número disponível, a partir do último nó
criado. O usuário pode especificar outro número para o nó (desde que este número já não esteja associado a
outro nó).

Dicas:
Para finalizar a definição dos nós, pode-se utilizar uma das seguintes opções:
Clicar em Finalizar;
Pressionar a tecla [ESC] (este recurso só é válido se estiver definindo os nós com o movimento do cursor na
tela),
Clicar com o botão direito do Mouse, quando estiver sobre a janela principal (onde o modelo aparece
desenhado),
ou Definir um nó na mesma localização do último nó definido. Caso esteja locando os nós com o mouse se
movimentando na tela, basta clicar novamente na mesma localização do último nó (dando um duplo clique para
definir o nó e acabar a definição). Caso esteja digitando as coordenadas diretamente na caixa de diálogo, basta
pressionar a tecla [Enter] (ou clicar no botão ) sem modificar as coordenadas do último nó definido.

Para alternar entre os dois métodos de locação dos nós no modelo (movendo o mouse ou digitando
diretamente as coordenadas), pode-se pressionar a tecla [F6] (tem o mesmo efeito de clicar no botão Tela)

Note que o cursor pode movimentar-se em qualquer plano no espaço, designado como Plano de trabalho. Por
padrão o programa seleciona o plano Global X1-X2 como plano de trabalho. Mas o usuário pode especificar como
plano de trabalho qualquer plano Global ou um plano definido no espaço por 3 nós.




STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 3
Opções Adicionais:



Especifique que uma ou mais coordenada global é idêntica a respectiva coordenada de um nó existente:

Selecione a(s) coordenada(s) global(is) marcando seus checkboxes .

Clique no botão ou pressione a tecla [F8] no teclado.

Selecione o nó existente:



Mova o para as proximidades do nó, quando este estiver realçado, clique o mouse; ou digite o número do nó
diretamente na caixa de diálogo e pressione [Enter].
Opções Adicionais - Meio da Linha

Cria um nó no meio de uma linha imaginária que conecta os dois nós existentes.
selecione o nó inicial e final da linha.
Definir nó de intersecção

Intersecção por nós
Defina duas linhas, selecionando os nós inicial e final de cada uma; será criado um novo nó na intersecção
destas duas linhas.






STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 4
Por exemplo, criar um nó no centro do quadro abaixo:


Selecione nesta ordem os nós 5 e 16 (primeira linha) e 6 e 15 (segunda linha)

Intersecção por coordenadas
Semelhante a opção acima, mas deve-se definir as duas linhas indicando as coordenadas iniciais e finais.

Definir nó perpendicular a uma linha/nó

Com esta opção pode-se definir um nó (seja criar um nó, definir o início/final de uma linha de nós, especificar a
nova localização de um nó de referência, etc):
- Pela interseção entre uma linha (definida por dois nós) e a linha perpendicular a esta que passa por um terceiro
nó (definido pelo usuário). Figura da esquerda.
- Por um offset (distância) dada a partir de um nó (sendo esta distância dada sobre uma linha perpendicular a
uma outra definida pelo usuário). (Esta distância pode ser especificada diretamente ou relacionada com a
intersecção com outra linha ou arco).

Esta opção é melhor explicada por uma exemplo:



a um nó
Selecione os nós 1, 2 e 3 (nesta ordem); o novo nó é criado na perpendicular entre o nó 3 e a linha imaginária
entre os nós 1 e 2.

a uma linha
Selecione os nós 1 e 2 (nesta ordem); o novo nó será criado na linha imaginária perpendicular a linha 1-2,
passando pelo nó 1, de acordo com uma das seguintes opções:



Distante da linha =
- Especifique uma distância entre o nó a ser criado e o nó 1. Note que valores positivos cria o nó do lado
esquerdo para um observador que esteja no nó 1 olhando para o nó 2 (no exemplo acima, o valor seria
negativo).
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 5

Na interseção com outra linha
- Especifique outra linha (selecionando mais 2 nós); o novo nó será criado na interseção entre as duas linhas
(no exemplo acima, selecionaríamos os nós 3 e 4 ).

Na interseção com um arco
- Especifique um arco (selecionando 3 nós pertencentes ao arco); o novo nó será criado na interseção entre a
linha e o arco.

DXF

Esta opção só é mostrada quando algum desenho DXF tiver sido carregado como "pano de fundo".

O programa só permite a criação de nós com a utilização das extremidades de linhas do DXF.
as extremidades das linhas do DXF não serão selecionada com um

2.2.2 Definição de Nós - Linha Equidistante

Com esta opção, pode-se facilmente criar uma linha de nós, onde o espaçamento entre eles é sempre o mesmo.

Para definir a linha:
Defina a localização do nó inicial da linha (como explicado em Nó - ver item 2.2.1)
Defina a localização do nó final da linha, clicando na localização com o mouse, ou digitando coordenadas na
seguinte caixa de diálogo:



onde:
X1,X2,X3 = Coordenadas globais.
dX1, dX2, dX3 = Distâncias em relação ao nó inicial da linha.

Especifique o número de segmentos da linha. Para 'n' nós (incluindo os nós de extremidade), existem sempre
'n-1' segmentos.

Exemplo:



Mova o para: X1 = 0.0 X2 = 0.0 ; clique o botão esquerdo do mouse (ou digite as coordenadas na caixa
de diálogo na parte inferior da tela e clique em OK)
Mova o para: X1 = 6.0 X2 = 0.0 ; clique o botão esquerdo do mouse (ou digite as coordenadas e clique
em OK)
Especifique 4 segmentos

Opções adicionais:

Definir as mesmas coordenadas que um nó existente. (ver item 2.2.1)
Definir um nó na interseção de 2 linhas. (ver item 2.2.1)
Definir um arco (Sistema de coordenadas cilíndrico). (ver item 2.2.1)

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 6
2.2.2.1 Linha Equidistante - Arco de nós

Com esta opção define-se nós igualmente espaçados ao longo de um arco:

Especifique o Sistema de Coordenadas como Cilíndrico, como explicado em Sistema - Cilíndrico. (ver item 2.2.9)
Selecione os nós iniciais e finais como explicado em Linha – Equidistante (ver item 2.2.2), exceto pela Caixa de
Diálogo que será:


Notas:
O movimento do mouse é relativo ao sistema cilíndrico. O movimento vertical do mouse altera o valor do raio,
enquanto o movimento horizontal altera o ângulo.
Pode-se digitar na Caixa de Diálogo, tanto as coordenadas cilíndricas, quanto as coordenadas globais
(X1,X2,X3) dos nós.
Digite o número de segmentos que será dividido o arco.
Define a direção do arco em torno do Eixo de Altura do sistema cilíndrico:



Exemplo:



Defina o nó inicial como: R = 1.0 Ang = -60.0 H = 0.25
Defina o nó final como: R = 1.8 Ang = 35.0 H = 0.75
Especifique 3 segmentos.
Selecione Anti-horário
2.2.3 Definição de Nós - Linha não Equidistante

Utilize esta opção para definir uma linha de nós onde o espaçamento entre eles não é constante.

Defina a localização dos nós inicial e final da linha, como explicado em Linha - Equid..
Indique a localização dos nós intermediários ao longo da linha movendo o cursor ( ) e clicando como mouse,
ou digitando valores na caixa de diálogo da parte inferior da tela e clicando em OK:

A caixa de diálogo que aparecerá na parte inferior da tela é a seguinte:
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 7



onde:
dD = Distância em relação ao último nó definido na linha medida ao longo da linha.
dX1,dX2,dX3 = Distância em relação ao último nó definido na linha, tomando por base as coordenadas
globais.
D = Distância desde o nó inicial da linha medida ao longo da linha.

Note que somente dX1, dX2 ou dX3 (o eixo que estiver mais próximo da linha) e não dD obedecerá o Passo
indicado pelo usuário, este artifício é muito conveniente quando é somente conhecida a projeção dos
espaçamentos no eixo global.

Dicas:
Na maioria dos casos é mais conveniente digitar os espaçamentos diretamente na caixa de diálogo.
Para finalizar a definição dos nós intermediários, pode-se clicar com o mouse fora da linha, ou seja, depois
da localização do nó final.

Exemplo:



Mova o para a localização do Nó 1 e clique o mouse.
Mova o para a localização do Nó 4, ou digite: dX1 = 8.0, dX2 = 2.0 e clique no botão OK.
Mova o ao longo da linha até que a caixa fique com dX1 = 3.0 e clique o mouse (ou digite diretamente o
valor); o Nó 2 foi criado.
Mova o ao longo da linha até que a caixa fique com dX1 = 2.5 e clique o mouse (ou digite diretamente o
valor); o Nó 3 foi criado.
Mova o para fora da linha e clique o mouse ou clique em Fechar

Opções Adicionais:
Definir nas mesmas coordenadas que um nó existente (Ver item 2.2.1).
Definir um nó na interseção de 2 linhas (Ver item 2.2.1).
Definir um arco (Sistema de coordenadas cilíndrico) (Ver item 2.2.1).
Linha não Equidistante - Arco de nós

Especifique o Sistema de Coordenadas como Cilíndrico, como explicado em Sistema - Cilíndrico.
Selecione os nós inicial e final como explicado em Linha - Geral.
Defina os nós intermediários como explicado em Linha - Geral, exceto pela Caixa de Diálogo:



onde:
R, Ang, H = Localização do em relação a origem do sistema cilíndrico.
dR, dAng, dH = Distância entre o e o último nó definido no arco.

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 8
Exemplo:

Definir o arco 1-9:



Defina o nó inicial:
mova o para: R = 5.0 Ang = 180.0 ; clique o mouse ou digite os valores diretamente na caixa de diálogo.
Defina o nó final:
mova o para: R = 5.0 Ang = 0.0 ; clique o mouse ou digite os valores diretamente na caixa de
diálogo.
selecione Horário

O irá mover-se ao longo do arco:
Defina os nós intermediários:
Mova o para:
R = 5.0 Ang = 150.0 ; clique o mouse ou digite os valores diretamente na caixa de diálogo.
etc.
2.2.4 Definição de Nós - Grelha

Com esta opção pode-se facilmente definir uma grelha de nós, pela simples definição dos:
Nós da "linha de base" da grelha;
Nós da "linha de altura" da grelha.

O programa assume que o último nó da linha de base da grelha coincide com o primeiro nó da linha de altura.
Partindo disto, basta a definição de 3 nós para termos a forma geral da grelha.

A distribuição dos nós ao longo tanto da linha de base como a de altura, pode ser feita por 3 métodos:
Igualmente espaçados: O usuário indica o número de segmentos em que a linha será dividida (semelhante
a Linha - equid. )
Desigualmente espaçados: O usuário indica as distâncias entre os segmentos da linha (melhor explicado
em Linha - não equid. )
Uma linha de nós existentes: A distribuição dos nós já está definida por uma linha de nós existente.


Nota: A distribuição dos nós da linha de base e de altura podem ser especificadas por métodos diferentes, ou seja,
o usuário escolhe o método para cada uma das linhas.



STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 9
Exemplo:



Linha de base:
Especifique Igualmente espaçados
Mova o para: X1 = 0.0 X2 = 0.0 ; clique o botão esquerdo do mouse (ou digite as coordenadas na caixa de
diálogo na parte inferior da tela e clique em OK)
Mova o para: X1 = 16.0 X2 = 0.0 ; clique o botão esquerdo do mouse (ou digite as coordenadas e clique
em OK)
Especifique 4 segmentos

Linha de altura:
Especifique Desigualmente espaçados
Mova o para: X1 = 16.0 X2 = 12.0 ; clique o botão esquerdo do mouse (ou digite as coordenadas e
clique em OK)
Mova o para: dX2 = 3.0 ; clique o botão esquerdo do mouse (ou digite as coordenadas e clique em OK)
Mova o para: dX2 = 3.0 ; clique o botão esquerdo do mouse (ou digite as coordenadas e clique em OK)
Mova o para: dX2 = 4.0 ; clique o botão esquerdo do mouse (ou digite as coordenadas e clique em OK)

Opções Adicionais:
Definir nas mesmas coordenadas que um nó existente (Ver item 2.2.1).
Definir um nó na interseção de 2 linhas (Ver item 2.2.1).
Definir um arco (Sistema de coordenadas cilíndrico) (Ver item 2.2.1).
2.2.4.1 Grelha - Sistema de Coordenadas Cilíndrico


Quando o usuário estiver trabalhando no Sistema de Coordenadas Cilíndrico, a opção Grelha irá gerar uma série
de arcos paralelos; estes arcos podem estar no mesmo plano ou em planos paralelos (modelos espaciais).

Esta opção é melhor explicada com exemplos:













STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 10
Exemplo (a):



Linha de Base:
Especifique Igualmente espaçados
Mova o para: R = 4.0 Ang = 180.0 ; clique o mouse, ou digite as coordenadas diretamente na caixa de
diálogo.
Mova o para: R = 4.0 Ang = 0.0 ; clique o mouse, ou digite as coordenadas diretamente na caixa de
diálogo.
Especifique nove segmentos
Selecione sentido Horário

Linha de Altura:
Especifique Desigualmente espaçados
Mova o para: R = 1.0 Ang = 0.0 ; clique o mouse, ou digite as coordenadas diretamente na caixa de
diálogo.
Move o ao longo da linha para:
R = 3.0 Ang = 0.
R = 1.5 Ang = 0 .
etc.

Exemplo (b)



Linha de Base:
Especifique Igualmente espaçados
Mova o para: R = 3.2 Ang = 180.0 H = 5.0 ; clique o mouse, ou digite as coordenadas diretamente na
caixa de diálogo.
Mova o para: R = 3.2 Ang = 0.0 H = 5.0 ; clique o mouse, ou digite as coordenadas diretamente na
caixa de diálogo.
Especifique 4 segmentos
Selecione Horário

Linha de altura:
Especifique Igualmente espaçados
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 11
Mova o para: R = 3.2 Ang = 0.0 H = 0.0 ; clique o mouse, ou digite as coordenadas diretamente na
caixa de diálogo.
Especifique 3 segmentos.

2.2.5 Definição de Nós - Equações

Esta opção permite ao usuário criar nós arranjados no espaço em qualquer forma (seja ao longo de uma linha ou
uma superfície) que possa ser expressa através de uma equação. As equações podem representar formas planas
(como: círculo, elipses, parábolas, etc) ou formas tridimensionais mais complexas (como: esferas, cilindros, cones,
etc). O usuário também pode pedir para programa conectar esses nós criados com barras ou elementos finitos.

O usuário pode definir qualquer equação ou utilizar uma das equações existente na Lista de Equações do
programa.

As equações são definidas em função de constantes e variáveis; após selecionar a equação que deseja utilizar o
usuário deve fornecer ao programa os valores dessas constantes e variáveis.

Constantes : A, B, C, D, E e R
Normalmente representam dimensões (altura, raio, etc).

Variáveis : U e V
representam valores que variam, gerando os nós, dentro de um intervalo especificado.

Por exemplo, um meia-elipse é definida pela equação x²/A² + y²/B² = 1;



É necessário fornecer ao programa os seguintes valores:

A - Largura da elipse
B - Altura da elipse
U - Variação do intervalo de 0.0 to 1.0 especificando o ângulo formado entre o eixo horizontal e qualquer ponto
da elipse, onde 0.0 representa 0° e 1. representa 180°. Para definir, por exemplo, uma elipse de 45° a 135°,
basta especificar U de 0.25 (45/180) até 0.75 (135/180). Para definir uma elipse completa, especifique U de
0.0 a 2.0 (360/180).
Segmentos Número de segmentos (espaços entre nós) que terão cada intervalo definido da variável U.

O usuário ainda pode definir:
A localização do ponto de referência (no desenho acima o ponto de referência é indicado pela cota <0,0>).
A numeração do primeiro nó formado pela equação.
Se desejar conectar os nós criados com barras ou elementos finitos (a opção de gerar elementos só será
permitida em equações compatíveis).









STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 12
A seguinte janela será exibida mostrando a lista de equações do programa:


2.2.5.1 Equação definida pelo usuário

Com esta opção o usuário pode definir sua própria equação e salvá-la na lista de equações do programa.

Todas as equações devem ser definidas em termos das constantes A,B, .. , R e das variáveis U e V. Em todas as
fórmulas, os intervalos: U variando de 0 até 1 e V variando de 0 até 1; representa a forma completa definida pela
equação.

Por exemplo: Definir um círculo completo paralelo ao plano X1, X2. As equações que definem qualquer ponto
pertencente a um círculo são:


Assuma que U representa o ângulo orientado no sentido anti-horário a partir do eixo X1 e podendo variar de 0 a
2 radianos. (Todos os ângulos são indicados em radianos). Então, U = 0. representa 0 radianos e U = 1.0
representa 2 radianos = 360°, logo, a equação que representa estes pontos é: R*cos(2 *U) =
R*cos(6.283185*U).

Na janela abaixo, devemos escrever as equações que definem X1, X2 e X3:



Digite: R*cos(6.283185*U)

e igualmente em X2:

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 13
Digite: R*sin(6.283185*U)

Para X3: Simplesmente Pressione [Enter].

A equação pode ser adicionada a lista de equações (gravada no arquivo ASCII: FORM.DAT) clicando no botão
Salvar equação:



Defina o título que será exibido na lista de equações e a pergunta que aparecerá quando forem definidas as
constantes da equação:



Por exemplo:
Defina o título da equação como Círculo.
Defina a pergunta para os parâmetros como Raio do círculo. Caso não seja digitado nada, o programa exibirá a
pergunta padrão: "Digite um valor".
Defina a pergunta da variável U como: U = 0. até 1. gera um círculo completo (360º)".
A equação agora está completa. Agora o programa começará a perguntar pelos valores e gerar os nós, como
explicado na equação da Elipse.
2.2.5.2 Equações - Elipse

Para exemplificar o comando de geração de nós de equações, a equação da elipse é explicada com detalhes:













STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 14
A forma geral de uma elipse é:



O programa pergunta as dimensões constantes A e B:



e o número de segmentos por intervalo U:



U - Em referência a figura acima, a variável U representa o ângulo entre o eixo horizontal e cada ponto da
elipse, sendo que U de 0 a 1 representa metade de uma elipse completa (180º). Por exemplo: para gerar
uma elipse que começa no ângulo de 30º e termina no ângulo de 225º, basta definir U com "Valor inicial" =
0.1667 (30/180) e "Valor final" = 1.25 (225/180).

Segmentos - Indica o número de espaços entre os nós da elipse. Por exemplo, no exemplo acima foram
especificados 12 segmentos, ou seja, esta elipse contém 13 nós (incluindo os nós inicial e final).

Outro intervalo - Este botão serve para continuar especificando um número de segmentos diferentes em um
outro intervalo de U, o qual irá começar no final deste intervalo. Para o exemplo acima poderíamos
continuar definindo uma elipse que de 30º a 225º teria 12 segmentos (o que já foi mostrado até
agora) e de 225º até 360º teria mais 10 segmentos. Para isto, basta configurar a janela como
mostrado acima, clicar no botão Outro intervalo e especificar o Valor final = 2 (360/180) e Nº de
segmentos = 10 . Para equações mais complexas, esta opção pode ser utilizada para variar a
densidade da malha de elementos finitos.

No quadro abaixo o usuário especifica o número do primeiro nó que será gerado e define a coordenada do ponto
de referência (No desenho acima o ponto de referência é o localizado na coordenada <0,0> ). Note que a elipse é
sempre gerada paralelamente ao plano global X1-X2.
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 15



Para finalizar, o usuário pode definir se deseja que o programa conecte os nós com barras (ou elementos, para
determinadas equações)



Selecione Finalizar caso queira criar somente os nós da elipse e Cancelar caso queira abortar a construção da
elipse.
2.2.6 Nós - Mover

Utilize esta opção para mover nós de sua localização atual para uma nova.

As barras e/ou elementos que estiver conectados a estes nós acompanharão o movimento do nós, ou seja, caso
queira mover uma barra/elemento, basta movimentar todos os nós de incidência da barra/elemento. Caso
somente um nó de uma barra (por exemplo) for movimentado, esta barra irá se deformar em relação a barra
original.


Mover nós por Translação

Selecione os nós que deseja mover com a caixa padrão de seleção de nós .
Mover somente um nó: Após selecionar o nó desejado, mova o para a nova localização e clique com o
mouse (ou digite as coordenadas diretamente na caixa de diálogo).
Mover vários nós: Após finalizar a seleção de nós, selecione um nó de referência e sua nova
localização; todos os nós selecionados serão movidos pela mesma dimensão e ângulo
no espaço.

Exemplo:

Para o pórtico abaixo, aumentar a largura do 1º vão (entre os nós 1 e 2) para 5.0 m.

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 16


Selecione (por exemplo: por uma janela) todos os nós excetuando os nós pertencentes a linha 1-21.
Selecione o nó 2 como nó de referência.
Mova o para a coordenada X1 = 5.0 e dX1 = 1.0 e clique o mouse (ou digite um dos parâmetros (X1 ou dX1)
na caixa de diálogo e clique em OK)

Note que caso fosse selecionado somente os nós da linha 2-22, a distância entre os nós 1 e 2 seria revisada para
5.0m, mas a distância entre os nós 2 e 3 seria alterada para 3.0m.

Dica:
Pressionando a tecla [F8] (ou clicando no respectivo botão da caixa OPÇÕES ADICIONAIS), pode-se capturar
uma ou mais coordenadas de um nó existente para servir como orientação da nova localização do nó de
referência:

Exemplo1: Caso queira mover o nó de referência para a mesma localização de 1 nó existente, basta depois de
selecionar o nó de referência, pressionar a tecla [F8], clicar com o mouse no nó existente localizado na posição
que deseja levar o nó de referência e pressionar a tecla [ENTER].
Lembre-se: ao realizar esta operação, você estará locando 2 nós nas mesmas coordenadas. Estes nós não estão
conectados entre si. Para permanecer com apenas um dos nós nesta localização, clique no ícone Unificar do
menu a direita da tela.

Exemplo2: Mover os nós de acordo com a figura abaixo:


Selecione um nó de referência (um dos nós a serem movidos). Marque somente a coordenada X3 no menu
OPÇÕES ADICIONAIS, e clique no nó de referência (vermelho).
Certifique-se que as coordenadas relativas dX1 e dX2 estejam iguais a zero. Tecle [ENTER].
Mover nós por rotação

Com esta opção pode-se rotacionar e transladar os nós selecionados.

A rotação e translação destes nós são definidas pelas novas localizações dos nós de referência; a nova
localização de cada nó de referência pode ser definida por outro nó existente ou por coordenadas. Os nós de
referência formam um plano e a rotação e translação deste plano são aplicadas a todos os nós selecionados.

Existem 4 formas disponíveis: 2 delas mantêm a forma original da geometria copiada e as outras 2 esticam ou
encolhem o bloco copiado proporcionalmente, de acordo com as novas distâncias entre os nós de referência:

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 17


Esta opção é melhor explicada por exemplos:

Exemplo 1:

Rotacionar todos os nós do plano 1-2-3 para o plano 1-2-3'; onde "n" é qualquer no plano 1-
2-3, mas fora da linha 1-2, que é paralela ao eixo Global X2.

A. Rotacionar o plano 1-2-3 para o plano 1-2-3" (sem alterar suas dimensões):
Escolha Selecionar 2 nós e o eixo Global = X2
Selecione o nó 1 e sua nova localização (mesma localização - este nó não vai se mover)
Selecione o nó 3 e sua nova localização (localização do nó 3' )
O plano é rotacionado em torno de X2 para o plano 1-2-3', mas como o plano não é esticado ou encurtado, o
nó 3 irá para a posição 3" e não 3', ou seja, o plano na verdade é rotacionado para 1-2-3".

B. Rotacionar o plano 1-2-3 para o plano 1-2-3', alterando suas dimensões originais:
Escolha Selecionar 3 nós de referência
Selecione o nó 1 e sua nova localização (mesma localização - este nó não vai se mover)
Selecione o nó 2 e sua nova localização (mesma localização - este nó não vai se mover)
Selecione o nó 3 e sua nova localização (localização do nó 3' )
O plano é rotacionado em torno de X2 para o plano 1-2-3' e é esticado, ou seja o nó 3 vai realmente para a
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 18
posição 3' e não 3" como no exemplo anterior.

Exemplo 2:

Rotacionar a base do pórtico espacial 1-2-3 para 1'-2'-3' e aumentar a altura de 4 para 4'

Escolha Selecionar 4 nós
Selecione o nó 1 e sua nova localização (mesma localização - este nó não vai se mover)
Selecione o nó 2 e sua nova localização (localização do nó 2' )
Selecione o nó 3 e sua nova localização (localização do nó 3' )
(o programa irá esticar/encurtar a base do pórtico se as distâncias 1'-2', 2'-3' não forem iguais a 1-2, 2-3)
Selecione o nó 4 e sua nova localização (localização do nó 4' )
Note que todas as distâncias intermediárias na altura do pórtico serão 'esticadas' proporcionalmente.
Mover - Revisar o espaçamento de uma grelha de nós

Similar a Mover - Revisar o espaçamento de uma linha de nós.

Especifique os 3 nós que definam as linhas de base e altura da grelha, respectivamente (sendo que o último nó da
linha de base é tomado como o primeiro da linha de altura).

O programa exibirá a caixa de diálogo mostrando os espaçamentos atuais entre os nós; altere o valor do
espaçamento, caso seja necessário.

Note que o programa irá ignorar os nós que não estejam no alinhamento dos nós das linhas de base e altura. Ou
seja, na grelha abaixo:



Os nós 17 e 18 não serão movimentados.
Mover - Revisar o espaçamento de uma linha de nós

Esta opção permite ao usuário alterar o espaçamento de todos os nós ao longo de uma linha em um comando.

Exemplo:

Revisar o espaçamento de 4 x 1.5m. para 1.6, 1.5, 1.2 e 1.7.



Selecione os nós inicial (1) e final (5) da linha.

O programa realçará os nós 1 e 2 e mostrará a distância entre eles na Caixa de Diálogo:

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 19


O programa identifica que existem outros espaçamentos idênticos a este e pergunta se deseja alterar somente
este espaçamento ou todos os idênticos:


Para o exemplo atual, selecione a primeira opção e revise cada espaçamento individualmente.
2.2.7 Nós - Deletar

Com esta opção o usuário pode deletar (apagar) nós dos modelos. Só poderão ser apagados nós que não
estiverem conectados nem a barras nem a elementos.

Notas:

Os nós que não estiverem conectados a barras nem a elementos serão ignorados pelo programa; estes nós
podem ser deletados do modelo, mas isso não é absolutamente necessário.

Para fazer a seleção dos nós, utilize a caixa padrão de Seleção de Nós.
2.2.8 Nós - Renumerar

Utilize esta opção para renumerar nós existentes:




STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 20
Renumerar nós individualmente

Selecione os nós utilizando a Seleção de nós padrão.

Note que a ordem de seleção é importante, pois, os nós serão renumerados de acordo com a ordem que
forem selecionados:
Se os nós forem selecionados pela opção Individual, da caixa de seleção padrão de nós, a ordem de
renumeração irá obedecer a ordem com que os nós foram selecionados.
Se os nós forem selecionados com qualquer outra opção, a ordem de renumeração irá respeitar a numeração
original dos nós, ou seja, primeiro serão renumerados os nós com numeração mais baixa.



Digite a nova numeração do primeiro nó.

A renumeração será feita sequencialmente; caso exista um número que já esteja sendo usado por outro nó, o
programa irá trocar os números usados entre os nós.

Exemplo:
Selecione os nós 41, 42 e 43 (nesta ordem se forem selecionados com a opção Individual da caixa de
seleção).
Especifique 75 como numeração do primeiro nó.
Os nós serão renumerado para 75,76 e 77 respectivamente.
Se, por exemplo, já existir um nó com o número 76, ele será automaticamente renumerado para 42.
Renumerar - Grelha de Nós

Semelhante à opção de Renumerar - Linha de Nós.

O usuário deve definir a grelha de nós a ser renumerada, selecionando o nó inicial e final da linha de base e final
da linha de altura (nós dos vértices da grelha) e então informar o novo número do primeiro nó a ser renumerado
(nó inicial da linha de base).
Renumerar - Linha de nós

Utilize esta opção para renumerar todos os nós de uma linha:

Selecione o primeiro e último nós da linha.
Digite o novo número do primeiro nó da linha; os demais nós serão renumerados seqüencialmente; caso exista
um número que já esteja sendo usado por outro nó, o programa irá trocar os números usados entre os nós.
Renumerar - arco de nós

Utilize esta opção para renumerar todos os nós pertencentes a um arco:
Selecione os nós inicial e final do arco.
Selecione qualquer outro nó pertencente ao arco.
Digite a nova numeração do primeiro nó do arco.

O programa vai identificar todos os nós definidos no arco e renumerá-los sequencialmente.

Caso exista um número que já esteja sendo usado por outro nó, o programa irá trocar os números usados pelo nó
do arco e pelo outro nó.
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 21
Renumerar em relação a um plano

Esta opção é recomendada para a renumeração de modelos inteiros ou partes do modelo que consistam em mais
de um plano. Note que os plano não precisam ser paralelos entre si.

Selecione os nós que deseja renumerar (utilizando a janela padrão de seleção de nós).
Defina um plano que especifica a ordem de renumeração a ser adotada; este plano é definido pela seleção de
3 nós (deste que não estejam em linha).
Especifique a nova numeração do primeiro nó.

A ordem da renumeração é determinada pelos seguintes critérios:
Os primeiros 2 nós selecionados para definir o plano definem o eixo x1r (ver figura abaixo); o terceiro nó define
o eixo x2r; o eixo x3r é determinado pela regra da mão direita.
O programa renumerará os nós sequencialmente, de acordo com a coordenada x3r, começando pelos nós do
plano de renumeração (x3r = 0). Caso existam nós dos dois lados do plano de renumeração o programa
renumerará primeiro todos os nós de um lado (que estiver na direção positiva do eixo x3r) e depois os nós do
outro lado.
Para os nós que tiverem a mesma coordenada x3r, o programa renumerará de acordo com a coordenada x2r,
começando pela que tiver o menor valor.
Para os nós que tiverem as mesmas coordenadas x3r e x2r, o programa renumerará de acordo com a
coordenada x1r, começando pela tiver o menor valor.

Caso exista um número que já esteja sendo usado por outro nó, o programa irá trocar os números usados entre os
nós.

Exemplo:
Renumerar o seguinte pórtico espacial, sendo que a renumeração deve começar pelos planos perpendiculares ao
eixo global X1
Selecione os nós n1, n2 e n3 (nesta ordem) para definir o plano de renumeração.
Especifique como 1 o novo número do primeiro nó.


Os nós no plano x1r-x2r são renumerados primeiro (1-6); os nós de baixo tem valores menores de x2r, logo
são numerados primeiros (1-2); dentre estes dois nós, o da esquerda possui valor menor de x1r, por isso ele
fica com o número 1.
Após este, os demais planos são renumerados (7-12) e (13-18), obedecendo a mesma ordem.
2.2.9 Nós - Sistema de Coordenadas

Por padrão, o se movimenta no plano X1-X2 (mesmo quando o modelo está rotacionado no espaço) e as
coordenadas de nós são definidas em relação a este Sistema de Coordenadas Cartesiano Global.

Esta opção permite ao usuário definir coordenadas em relação a outro sistema.

Pode ser definido como Sistema de coordenadas um outro Sistema Cartesiano ou um Sistema cilíndrico, onde:
O irá se movimentar ao longo do plano do Sistema Cartesiano (denominado "Plano de trabalho") ou ao longo
do arco do Sistema Cilíndrico.
As coordenadas dos nós serão definidas em relação aos eixos deste novo sistema.

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 22

Existem duas opções possíveis:

Plano de trabalho
Definir o plano de trabalho por um dos três planos globais ou por um plano formado por 3 nós no modelo. (Ver
item 2.2.9.1).

Sistema cilíndrico
Definir um Sistema de Coordenadas Cilíndrico. O cursor movimentará com a definição de um ângulo, raio e altura
em relação a uma origem arbitrada pelo usuário. (Ver item 2.2.9.2).
2.2.9.1 Sistema - Plano de trabalho

O Plano de Trabalho é um plano no espaço por onde o é movimentado. Por padrão, o plano de trabalho é o
plano global X1-X2.

Pode ser definido como plano de trabalho qualquer um dos 3 planos globais assim como um plano arbitrado
(selecionando 3 nós) definidos no espaço:


Caso o plano de trabalho seja um plano arbitrário não paralelo a algum plano global, as coordenadas mostradas
na caixa de diálogo inferior quando se estiver definindo nós serão "U, V e W", onde:

A origem do sistema está localizada no primeiro nó selecionado para a definição do plano de trabalho.
U é o eixo que começa no primeiro nó e segue em direção ao segundo.
O valor de U é revisado movimentando-se o mouse horizontalmente.
V é o eixo perpendicular ao eixo U e aponta na direção do terceiro nó.
O valor de V é revisado movimentando-se o mouse verticalmente.
W é o eixo perpendicular ao plano U-V. O sentido positivo é determinado pela regra da mão direita.
O valor de W é revisado diretamente na caixa de diálogo inferior.

Notas:
O plano de trabalho só tem efeito para a definição de nós.
O programa automaticamente altera o plano de trabalho quando este for perpendicular (ou praticamente
perpendicular) ao plano da tela.




STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 23
Exemplo:

Utilize o plano de trabalho para definir o nó 41 no telhado abaixo. É conhecida a localização do nó em relação ao
plano do telhado (como mostrado na figura), mas não em relação aos eixos globais.


Defina um Plano de trabalho Definido por 3 nós.
Selecione os nós 10, 20 e 30 nesta ordem para criar o plano de trabalho U-V-W.
Selecione a opção nó; mova o até que U = 5.0 e V = 3.0 sejam mostrados na Caixa de Diálogo inferior (note
que o se movimenta ao longo do plano de trabalho).
2.2.9.2 Sistema de Coordenadas Cilíndrico

As coordenadas dos nós também podem ser definidas em relação a um Sistema de Coordenadas Cilíndrico

No Sistema de Coordenadas Cilíndrico, as coordenadas utilizadas para a locação dos nós são:
Raio (R) invés de X1
Ângulo (Ang) invés de X2
Altura (H) invés de X3.

Para cancelar o Sistema Cilíndrico, basta definir um Plano de Trabalho.

O sistema de coordenadas cilíndrico possue um eixo de Altura, que é um eixo central, não cilíndrico que deve ser
paralelo a um dos eixos Globais. Este eixo pode ser locado em qualquer ponto no espaço.

Configurando a janela abaixo, o usuário irá posicionar o eixo de Altura do Sistema.



Por exemplo, caso o eixo X3 for escolhido como "Eixo de Altura" e arbitrarmos a origem do sistema em algum
ponto no espaço, o sistema de coordenadas cilíndrico será:

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 24


Além da opção Nó (a qual gera os nós um a um), as opções Linha equid., Linha não equid. e Grelha também
podem ser utilizadas no sistema de coordenadas cilíndrico.

Para ver mais detalhes destas opções, vide:
Linha equid. - definir um arco (Ver item 2.2.2.1).
Linha não equid. - definir um arco (Ver item 2.2.3.1).
Grelha - Sistema de coordenadas cilíndrico (Ver item 2.2.4.1).
2.2.10 Nós - Unificar

Em certos casos serão criados 2 nós diferentes em uma mesma localização. Isto é muito comum em modelos
onde foram criados nós pelos comandos Grelha e Equações. Apesar destes dois nós terem a mesma localização
no espaço, eles não estão conectados fisicamente entre si.

O comando Unificar procura, em todo o modelo, por nós que tenham as mesmas coordenadas. Caso localize
estes nós, o programa automaticamente conecta todas as barras/elementos conectados a eles ao nó de menor
numeração (ou seja, revisa o nó JA, JB, JC ou JD do elemento). Os demais nós são deletados do modelo.

Observações:
O comando Unificar procura os nós no modelo inteiro e não permite ao usuário escolher quais nós devem
ser unificados ou não.
O comando unificará os nós que estiverem a uma distância entre si menor ou igual a 0,01 da unidade de
comprimento. Por exemplo, se o modelo estiver sendo modelado em metros, serão unificados todos os
nós que estiverem a uma distância menor ou igual a 1 cm entre si.


Exemplo:

As duas grelhas abaixo foram definidas de uma maneira que existem dois nós em todas as localizações ao longo
da linha em comum.










STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.2 - 25
Os nós de extremidades das barras 53, 55, 84 e 86 (por exemplo) são os seguintes:

Antes da Unificação Após a unificação
Barra JA JB Barra JA JB
====================== =====================
53 63 64 53 63 64
55 73 74 55 73 74
84 97 98 84 64 98
86 107 108 86 74 108

Antes da unificação:
As barras 53 - 84 não estavam conectadas entre si.
As barras 55 - 86 não estavam conectadas entre si.

Após a unificação:
As barras foram unificadas.
Os nós 77, 87, 97 e 107 foram deletados.

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.3 - 1
2.3 Apoios (indeslocáveis)

Através do menu APOIOS, existente no Módulo de Geometria, o usuário pode definir apoios indeslocáveis,
restringindo qualquer grau de liberdade (seja de translação ou rotação), e associar estes apoios a nós
selecionados.

Geralmente os nós são definidos em relação aos eixos globais, mas o usuário pode, através da opção de apoio
rotacionado, definir um apoio restringindo um grau de liberdade em relação a qualquer eixo arbitrado no espaço.

O usuário também pode conectar nós rigidamente (em uma direção, em um plano ou em todas as direções)
através da opção de Diafragma Rígido.

Quando o ícone apoio for selecionado no Menu Principal da geometria, o programa exibirá as seguintes opções:


Engastado
Todos os graus de liberdade de translação e rotação relevantes ao tipo de modelo serão restringidos. (Ver
item 2.3.1).

Articulado
Todos os graus de liberdade de translação relevantes ao tipo de modelo serão restringidos. (Ver item
2.3.1).

Outro
Qualquer outra combinação de restrição aos graus de liberdade. (Ver item 2.3.1).

Apoio Rotacionado
Definição de um Sistema de Coordenadas 'local' de apoio (um sistema de coordenadas para apoios que
não estejam paralelos aos eixos globais). Nesta opção o usuário também associa estes Sistemas 'locais' aos nós
selecionados. Também podem ser associados apoios deslocáveis (através do menu MOLAS) a nós que possuam
um Sistema de Coordenadas 'local'. (Ver item 2.3.2).

Diafragmas Rígidos
Definição de conexão rígida entre nós (Nó mestre-Nó escravo). Estas conexões podem ser rígidas em
uma direção, plano ou em todas as direções. (Ver item 2.3.3).

Deletar
Deletar apoios em nós selecionados. (Ver item 2.3.4).
2.3.1 Apoios (indeslocáveis) - Definição

Selecione um dos tipos de apoios:

Engastado - Todos os graus de liberdade de translação e rotação relevantes são restringidos.
Articulado - Todos os graus de liberdade de translação relevantes são restringidos.
Outro - Qualquer outra combinação de restrição aos graus de liberdade.


STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.3 - 2
Os graus de liberdade relevantes para cada tipo de modelo são:



Caso seja selecionada a opção Outro, é necessário especificar o(s) grau(s) de liberdade que serão restringidos.
Por exemplo, com a configuração abaixo os graus de liberdade de translação X2 e X3 estão restringidos, os
demais estão livres:



Selecione os nós que deseja aplicar os apoios definidos com a janela de Seleção Padrão de Nós .

2.3.2 Apoios Rotacionados

Geralmente os apoios são definidos em relação aos eixos globais, porém, eles podem ser definidos em relação a
qualquer sistema de coordenadas arbitrado no espaço. Este sistema de coordenadas arbitrado é chamado de
Sistema de Coordenadas 'local' de Apoio. Podem ser definidos até 63 sistemas locais diferentes.

Exemplo: O modelo seguinte requer um sistema local de apoio para que possamos definir com precisão o tipo de
restrição exigida no nó 4.



Um sistema local de apoio é definido por 3 nós: JA, JB e JC, onde:
O eixo local x1 pertence a linha JA - JB apontando na direção do nó JB.
O eixo local x2 é perpendicular ao x1 e aponta na direção do nó JC.
O eixo local x3 é determinado pela regra da mão direita.

ATENÇÃO:
Apesar do apoio (ou mola) ser definido restringindo um grau de liberdade segundo um eixo local, as reações de
apoio fornecidas pelo programa no Módulo de Resultados são sempre relacionadas aos eixos Globais. No
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.3 - 3
exemplo acima, para saber a reação de apoio na direção do eixo local x2 devemos fazer a composição (soma
vetorial) das reações globais X1 e X2, fornecidas pelo programa.

Os sistemas locais são definidos e associados aos nós em opções diferentes:




Definir o sistema de coordenadas local do apoio

Utilize esta opção para definir ou editar um sistema local de apoio.

Selecione um dos sistemas exibidos na lista. Para definir um novo sistema, selecione um que esteja identificado
como Indefinido.



Selecione 3 nós que definem o sistema. No exemplo da tela anterior, selecione os nós 1, 4 e 2 (ou 3), nesta
ordem.
Associar sistema de coordenadas aos apoios

O programa exibe a lista de sistemas locais de apoio; selecione um.

Selecione os nós que deseja associar o sistema utilizando a opção de Seleção Padrão de Nós.

Cancelar sistema local do apoio em apoios selecionados

Cancelar o sistema local de apoio de um nó não quer dizer que o apoio esteja sendo deletado; ele está
simplesmente voltado a ficar restringido em relação aos eixos globais.

Selecionar os nós pela opção de Seleção Padrão de Nós.
Deletar um sistema local

Clique na linha da lista onde está sistema local que deseja deletar; o sistema local será deletado
automaticamente.

Todos os apoios (indeslocáveis) e molas (apoios deslocáveis) associados a este sistema serão convertidos em
relação aos eixos globais.
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.3 - 4
2.3.3 Diafragmas Rígidos

Esta opção permite ao usuário conectar nós rigidamente, onde todos os deslocamentos, na direção em que os nós
foram conectados rigidamente, serão os mesmos (esta opção também é comumente chamada de Nó mestre - Nó
escravo). A utilização destes diafragmas rígidos pode aproximar o comportamento estrutural do modelo com o
real, além de poder reduzir significantemente o tamanho da matriz de rigidez da estrutura, reduzindo o tempo de
processamento do modelo.

Um dos exemplos típicos de aplicação deste Diafragma Rígido são os pisos de pórticos espaciais (edificações).
Pode-se ligar rigidamente, no plano global paralelo ao plano do piso, todos os nós de um determinado piso. Deste
modo é possível simular o efeito de travamento da laje sem ter que modela-la com elementos finitos, o que
deixaria o modelo mais demorado de processar.

O programa arbitra automaticamente o nó de numeração mais baixa dentre os que estão conectados rigidamente
entre si como o Nó Mestre, os demais são assumidos como Nós Escravos

ATENÇÃO:

TODOS os apoios definidos nos Nós Escravos serão automaticamente transferidos para o Nó Mestre. Este
procedimento vai modificar as condições de contorno da estrutura, acarretando em resultados inesperados.
Este assunto é melhor explicados com exemplos mostrados no tópico: apoios em Nós Escravos .
De forma semelhante, TODAS as molas definidas nos Nós Escravos terão suas constantes de mola SOMADAS
no Nó Mestre. Modificando as condições de contorno do modelo.

Podem ser definidos 3 tipos de Conexões Rígidas: em todas as direções, em um plano ou em uma direção.


Conectar rigidamente em todas as direções

Os nós selecionados serão conectados rigidamente em todos os graus de liberdade, ou seja, formarão um bloco
tri-dimensional rígido.

Para qualquer par de nós A e B, temos:
B = A + A XA-B
onde: A = deslocamento de A na direção do eixo global.
B = deslocamento de B na direção deste eixo global.
A = rotação de A em torno deste eixo global.
XA-B = a distância entre A e B na projeção deste eixo global.
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.3 - 5
Diafragma Rígido - Plano

Os nós selecionados terão um movimento de corpo rígido em um plano selecionado, mantendo a forma original.
Por exemplo:



Para qualquer par de nós A e B localizados no plano:
B = A + A XA-B
onde: A = o deslocamento de A
B = o deslocamento de B
A = a rotação de A
XA-B = a distância entre A e B

Note que o deslocamento perpendicular ao plano de cada nó pode ser diferente.

Esta opção é muito útil para a simulação de lajes em edifícios, criando um diafragma rígido no plano da laje, sem
ter que modelar a laje em elementos finitos, o que sempre eleva muito o número de graus de liberdade da
estrutura, elevando o tempo de processamento.

Esta opção também é particularmente importante na análise de sismos, onde se pode criar modelos de múltiplos
andares com relativamente poucos graus de liberdade.
Diafragma Rígido - Única direção

Os nós selecionados terão o mesmo deslocamento na direção global especificada.
Diafragmas Rígidos - Remover

Deletar os diafragmas rígidos (em todas as direções) dos nós selecionados.

Selecionar os nós que irão ser conectado a um mesmo diafragma rígido:



TODOS os apoios definidos nos Nós Escravos serão automaticamente transferidos para o Nó Mestre (nó de
menor numeração entre os conectados entre si). Os seguintes exemplos vão ilustrar como este procedimento
pode afetar o modelo e levarmos a resultados inesperados.

Todos os nós selecionados serão inclusos em um único diafragma rígido, ou seja, todos os nós serão
conectados rigidamente entre si.

Nós com a mesma coordenada:
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.3 - 6

Somente os nós que tiverem uma mesma coordenada específica serão inclusos num mesmo grupo de Diafragmas
Rígidos.

Por exemplo, os 9 nós mostrados abaixo são selecionados para a aplicação de diafragmas rígidos:



A criação dos diafragmas depende da opção selecionada:



Note que a numeração dos grupos é relacionada com o nó de menor numeração pertencente ao grupo; ou seja,
os nós identificados com R1 estão ligados rigidamente entre si, mas não estão conectados rigidamente com os
nós identificados com R2.


Exemplo 1:

Figura (a): O quadro simplificado mostrado na Figura (a) possui um único apoio no vértice inferior esquerdo e pode
ser rotacionado em torno deste apoio.
Figura (b): Considere que os 4 nós deste quadro foram conectados com um Diafragma Rígido e que o Nó Mestre
está na posição mostrada na Figura (b): o modelo terá o comportamento esperado.
Figura (c): Entretanto, caso o Nó Mestre fosse o nó superior esquerdo, como indicado na Figura(c), o apoio seria
automaticamente transferido para este nó, nos fornecendo um comportamento errado da estrutura.



Exemplo 2:

Figura (a): O quadro abaixo possui dois nós apoiados, portanto ele não pode ser rotacionado.
Figura (b): Caso os 4 nós forem ligados com um Diafragma Rígido, o apoio do Nó Escravo será transferido ao Nó
Mestre, possibilitando a rotação do quadro!

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.3 - 7


2.3.4 Deletar Apoios

Selecione os nós com a Seleção Padrão de Nós; serão deletados os apoios definidos em todas as direções nos
nós selecionados.
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 1
2.4 Barras

Através do menu BARRAS, existente no Módulo de Geometria, o usuário pode definir elementos de barra,
especificando:

Localização : Definindo seus nós de incidência.
Propriedades : Definida por: Constantes (A,I), dimensões, uma tabela de perfis, etc.
Material : Atribuindo um material existente ou definindo um novo material)
Eixos locais : Especificando a direção dos eixos locais x2/x3
Orientação : Especificando a orientação dos eixos de maior/menor inércia (em relação aos eixos locais)
Vínculos : Liberando a transmissão de esforços nas extremidades das barras
Offsets : Definindo um segmento infinitamente rígido nas extremidades das barras

Nota: Para criar uma barra é necessário que seus nós de incidência já existam.

Quando o ícone barra for selecionado no Menu Principal da geometria, o programa exibirá as seguintes opções:

Barra Única
Definição de uma barra por vez, indicando ao programa seus nós de incidência.
(Ver item 2.4.1).

Linha
Definição de uma linha de barras, indicando ao programa os nós inicial e final da linha. O programa
localiza automaticamente os nós existentes ao longo desta linha e os conecta com barras. (Ver item 2.4.2).

Sequência
Definição de uma sequência contínua de barras, onde o nó final de uma barra é o nó inicial da próxima
barra a ser criada. (Ver item 2.4.3).

Grelha
Definição de uma grelha de barras. A grelha é definida indicando ao programa os nós inicial e final das
linhas de base e altura da grelha, sendo que o último nó da linha de base é o primeiro da linha de altura. O
programa identifica todos os intermediários e os conecta com barras. Note que é necessário que todos os nós da
grelha já estejam criados e que estes formem uma grelha regular. (Ver item 2.4.4).

Bracing
Definição automática de uma série de barras onde todos os nós iniciais estão dispostos sobre uma linha e
os nós finais em outra linha. Este comando é muito útil para a geração de diagonais (contraventos), etc. (Ver item
2.4.5).



Deletar
Deletar uma barra selecionada. (Ver item 2.4.6).

Propriedades
Definir e associar às barras uma seção transversal (incluindo o material da seção).
(Ver item 2.4.7).

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 2
Vínculos
Liberação de esforços nas extremidades das barras (articulações, furos obilongos). Também se pode
configurar barras para trabalharem somente a tração ou a compressão, para simular tirantes ou escoras, por
exemplo. (Ver item 2.4.8).

Offset
Definição de offsets rígidos (excentricidades) nas extremidades das barras.
(Ver item 2.4.9).

Renumerar
Renumerar barras já existentes. (Ver item 2.4.10).

Quebrar
Dividir uma barra existente em 'n' barras. O programa procura por nós existentes ao longo da barra e a
dividi em 'n' barras conectando estes nós encontrados. (Ver item 2.4.11).

Eixos Locais
Alterar a direção de eixos locais das barras. (Ver item 2.4.12).

2.4.1 Definição de uma barra

Com esta opção o usuário cria uma barra de cada vez, indicando ao programa os nós inicial e final
respectivamente.

A barra criada é automaticamente associada com:
O Número da Barra mostrado na caixa de diálogo da parte inferior da tela.
A Propriedade também mostrada na caixa de diálogo.
Os eixos locais padrões definidos pelo programa.

Exemplo:

Criar uma barra entre os nós 21 e 32.



Selecione:



Selecione o nó 21 como o nó inicial da barra (mova o cursor para as proximidades do nó 21 até que o mesmo
fique realçado com um blip , e clique o botão do mouse).
Selecione o nó 32 como o nó final da barra.
Será criada uma barra de número 1035 e propriedade número 2. Antes de criar a barra, o usuário pode alterar
estes parâmetros e clicar no botão Tela para selecionar os nós de incidência da barra.
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 3
Propriedade Padrão

A propriedade padrão será automaticamente associada a próxima barra a ser criada. Alterar a propriedade
padrão, não irá alterar as propriedades já atribuídas as barras definidas anteriormente.
2.4.2 Barras - Linha

Para definir uma linha contínua de barras, onde:
O inicial de uma barra é o nó final da barra anterior.
Todos os nós de incidência das barras pertencem a uma linha reta, uma sequência de linhas ou a um arco.

Selecione o nó inicial da primeira barra da linha e o nó final da última barra da linha; o programa automaticamente
identifica os nós intermediários e cria as barras.

Todas as barras são automaticamente associadas com:
a Propriedade exibida na caixa de diálogo da parte inferior da tela.
os eixos locais padrão definidos pelo programa.

A primeira barra é associada ao número definido no campo "Barra nº" exibido na caixa de diálogo da parte inferior
da tela. As demais barras serão numeradas sequencialmente.


2.4.2.1 Linha de barras - Linha reta

Definir uma linha de barras simplesmente selecionando o nó inicial da primeira barra e o final da última barra da
linha.

Exemplo:

Definir as barras de 50 a 52 -



Marque a opção Linha reta (padrão) no canto superior direito da tela.
Especifique Barra No. = 50 na caixa de diálogo na parte inferior da tela.
Selecione o nó 10 como o nó inicial da primeira barra (mova o cursor para as proximidades do nó 10 até que
este fique realçado com um blip ; e clique o mouse).
Selecione o nó 12 como o nó final da última barra.
O programa identifica todos os nós intermediários entre os dois selecionados: nós 11 e 39, criando as barras
50, 51 e 52; o nó 21 não está na linha 10-12, então será ignorado pelo programa.
2.4.2.2 Linha de barras - Arco

Utilize esta opção para definir uma linha de barras ao longo de um arco.

Selecione os nós inicial e final do arco e mais um nó adicional ao longo do arco.
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 4

Exemplo:

Definir as barras de 26 a 31:


Marque a opção Definir um arco no canto direito superior da tela.
Marque Barra nº = 26 na caixa de diálogo da parte inferior da tela.
Selecione o nó 37 ( mova o cursor para próximo do nó 37 e quando ele estiver realçado com um blip , clique o
botão do mouse).
Selecione o nó 43.
Selecione qualquer um dos nós entre os nós 38 a 42 para identificar a localização do arco.

O programa irá criar as barras de 26 a 31.
2.4.2.3 Linha de barras - Sequência

Definir uma sequência contínua de linhas de barras, onde o último nó de uma linha será o primeiro nó da próxima
linha:

Selecione o nó inicial da primeira linha da sequência. Selecione então o último nó da primeira linha. Depois
selecione o último nó da segunda linha e assim por diante.

Todas as barras são automaticamente associadas com:
a propriedade definida no campo Prop da caixa de diálogo da parte inferior da tela.
os eixos locais padrões definidos pelo programa.

A primeira barra é associada ao número que for configurado no campo Barra no. da caixa de diálogo da parte
inferior da tela; as demais barras serão numeradas sequencialmente.

Exemplo:

Definir as barras de 41 a 49.


Marque a opção Cadeia de Linhas no canto superior direito da tela.
Especifique Nº. Barra = 41 na caixa de diálogo na parte inferior da tela.
Selecione o nó 24 como o nó inicial da primeira linha de barras (mova o cursor para as proximidades do nó 24
até que o mesmo fique realçado com um blip , e clique o botão do mouse).
Selecione o nó 27 como o nó final da primeira linha de barras.
Selecione o nó 56 como o nó final da segunda linha de barras.
Selecione o nó 91 como o nó final da terceira linha de barras.

O programa irá criar as barras de 41 a 49.
2.4.3 Barras - Sequência

Com esta opção o usuário pode definir uma sequência contínua de barras com um mesmo comando, onde o nó
inicial de uma barra é o nó final da barra anterior.

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 5
Clique no nó inicial da primeira barra da sequência; clique no nó final desta primeira barra; e então continue
clicando nos nós finais das próximas barras da sequência.

Todas as barras geradas são automaticamente associadas:
A propriedade exibida no campo Prop da caixa de diálogo inferior.
Ao sistema de eixos locais padrão do programa.

A primeira barra será associada ao número que estiver sendo exibido no campo Nº Barra exibido na caixa de
diálogo inferior. As próximas barras serão numeradas consecutivamente a partir da primeira.
2.4.4 Barras - Grelha

Utilize esta opção para criar uma grelha de barras conectando uma grelha de nós já existente. O usuário deve
informar a linha de 'base' e de 'altura' da grelha, selecionando consecutivamente:
O nó inicial da linha de 'base'.
O nó final da linha de 'base' (que também será o nó inicial da linha de 'altura').
O nó final da linha de 'altura'.

O programa procura automaticamente por nós intermediários e cria a grelha de barras conectando estes nós.


2.4.4.1 Grelha de barras - Linha reta

Exemplo:


Os nós 1, 4 e 16 são selecionados como os nós de vértices da grelha, definindo assim as linhas de base e altura:
O programa identifica os nós 2 e 3 na linha de base 1-4 e os nós 8 e 12 na linha de altura 4-16.
Todos os nós estão dispostos em uma grelha de linhas paralelas às linhas de base e altura, exceto os nós 33 e
34. O nó 27 pertence a linha 13-16, sendo incluso na grelha e gerando as barras 11 e 12
Nota: Todos os nós já devem estar criados. Este comando não criará nenhum nó a mais dos já existentes.
2.4.4.2 Grelha de barras em arco

Com esta opção pode-se facilmente definir:
Uma série de arcos concêntricos pertencentes a um mesmo plano.
Uma série de arcos paralelos onde seus centros estão sobre um mesmo eixo.

Primeiro defina o arco de base como explicado em Linha - Arco de barras; depois selecione um terceiro nó para a
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 6
definição da linha de altura (raio do último arco da grelha), sendo que:
se este terceiro nó pertencer ao mesmo plano que o arco de base, serão criados uma série de arcos
concêntricos pertencentes ao mesmo plano. (Exemplo 'a' abaixo)
se este terceiro nó não pertencer ao mesmo plano do arco de base, serão criados uma série de arcos paralelos
com centros sobre um mesmo eixo. (Exemplo 'b' abaixo).

O terceiro nó deve estar no plano formado pelo eixo central e o raio até o nó final do arco de base O raio entre o
eixo central e o terceiro nó não precisa ser igual ao raio do arco de base. Isto é melhor ilustrado pelo exemplo
(b).



Exemplo (a):
Selecione o nó 11 como o nó inicial do arco de base.
Selecione o nó 17 como o nó final da linha de base.
Selecione o um dos nós entre 12 e 16 para completar a definição do arco de base.
Selecione o nó 37 como o nó final da linha de altura da grelha.

As barras 1 a 32 serão criadas.

Exemplo (b):
Selecione o nó 1 como o nó inicial do arco de base.
Selecione o nó 5 como o nó final do arco de base.
Selecione um dos nós: 2, 3 ou 4 para completar a definição do arco de base.
Selecione o nó 15 como o nó final da linha de altura da grelha.

As barras 1 a 22 serão criadas.
2.4.4.3 Grelha de barras - Sequência de linhas de base

Com esta opção pode-se definir uma grelha de barras, onde a linha de base consiste em uma sequência de linhas
conectadas entre si (cada linha contendo vários nós). Estas linhas não precisam ser paralelas entre si.

A linha de base é definida como explicado em Linha - Sequência de Linhas. Após definir a sequência de linhas
de base, selecione um terceiro nó para definir a linha de altura da grelha.

Exemplo:

Definir barras de 41 a 87:
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 7

Selecione o nó 24 como o nó inicial da primeira linha de barras.
Selecione o nó 27 como o nó final da primeira linha (que também será o nó inicial da segunda linha).
Selecione o nó 56 como o nó final da segunda linha (que também será o nó inicial da terceira linha).
Selecione o nó 91 como o nó final da terceira linha.
Clique novamente no nó 91 para finalizar a seleção da linha de base.
Selecione o nó 156 para definir a linha de altura da grelha.

As barras 41 a 87 são criadas automaticamente.
2.4.5 Barras - Bracing

Utilize esta opção para gerar, com um só comando, uma série de barras onde os nós iniciais estão ao longo de
uma linha e os finais ao longo de outra. Esta opção é extremamente eficaz para definirmos os contraventos
diagonais de uma torre, etc.

Esta opção é melhor explicada por um exemplo: Defina todas as barras diagonais no desenho abaixo, com
apenas um comando.



O programa pergunta (na linha de frases existente na parte inferior da tela):
Selecione o nó inicial da primeira barra na linha: Selecione o nó 10
Selecione o nó inicial da última barra na linha: Selecione o nó 12
Selecione o nó final da primeira barra na linha: Selecione o nó 38
Selecione o nó final da última barra na linha: Selecione o nó 40

O programa procura por nós intermediários ao longo das linha 10-12 e 38-40, e identifica os nós 11, 62 e 39. Se o
nó 62 não existisse, o programa iria gerar as 3 barras imediatamente. Porém, como existe um nó a mais em uma
linha que na outra, o programa exibe a seguinte janela:


Seleção manual:
Selecione os nós que não serão conectados por barras, utilizando a caixa de seleção padrão de nós.
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Capítulo 2.4 - 8
Seleção automática:
O programa seleciona os nós intermediários que serão conectados por barras tentando fazê-las o mais paralelas o
possível das primeira e última barra. No exemplo acima, o programa vai escolher o nó 39 para conectar uma
barra e não o 62.

Opções adicionais disponíveis:



A utilização destas opções é melhor explicada por um exemplo: Na figura abaixo, as diagonais de 21 a 25
(praticamente paralelas) são conectadas de 2 em 2 nós na linha que define os banzos superior e inferior. Além
disso, o banzo superior não é uma linha reta.


Para definir as diagonais de 21 a 25:

Clique no ícone Brace e:

a. Identificar a linha com os nós iniciais das barras = Banzo inferior
Marque a opção Selecionar de 2 em 2 nós da linha com um
Selecione o nó 10 como nó inicial da primeira barra.
Selecione o nó 18 como nó inicial da última barra.

b. Identificar a linha com os nós finais das barras = Banzo superior
Marque a opção Selecionar uma cadeia de linhas de nós com um
Selecione o nó 22 como o nó final da primeira barra.
Selecione o nó 26 como o nó final da última barra da primeira linha.
Selecione o nó 30 como o nó final da última barra da segunda linha.
Clique novamente no nó 30 para finalizar a definição.

De maneira semelhante, pode-se definir as diagonais de 26 a 30.
2.4.6 Barras – Deletar

Selecione as barras que deseja deletar utilizando a seleção padrão de barras.
2.4.7 Barras - Propriedades

Todas as barras devem estar associadas a alguma propriedade, mesmo que esta propriedade ainda não tenha
sido definida. Quando uma barra é criada o programa sempre atribui a ela uma propriedade, seja a propriedade
padrão do programa ou uma escolhida pelo usuário através da caixa de diálogos na parte inferior da tela. O
usuário pode a qualquer momento mudar o número da propriedade que está atribuída para a barra ou revisá-la

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 9
A janela mostrada abaixo mostra as propriedades do modelo, com seu número, descrição, orientação da seção,
material e características geométricas da seção transversal. Na coluna descrição apacerá escrito:
Nome da seção: Quando já estiver definida (Ex.: VS 250x31)
Indefinida: Quando já tiver sido atribuída a alguma barra, mas ainda não foi definida.
Não usada: Quando não tiver sido nem definida e nem foi atribuída a nenhuma barra.
Prop. de elemento: Quando tiver sido definida como uma propriedade de elementos finitos

Notas:
Para definir ou revisar uma propriedade, dê um duplo clique na linha da propriedade que deseja Definir ou
Revisar ou clique apenas uma vez para realçar a propriedade e clique no botão Definir/Revisar.
O usuário pode definir a seção transversal: entrando com as características da seção (A, I, etc), escolhendo um
perfil de uma tabela de perfis, entrando com as dimensões de formas parametrizadas pelo programa (seção
retangular, circular, etc), trazendo uma seção construída no Módulo de Seções - CROSEC, etc. Para mais
detalhes Clique na figura abaixo sobre o botão Definir/Revisar.
Pode-se definir uma barra como Fictícia. Barras fictícias não entram na matriz de rigidez do modelo, ou seja,
não participam do esquema estrutural. Estas barras são úteis para, por exemplo, definir uma carga linear
atuando numa placa composta somente de elementos finitos. Para mais detalhes clique na figura abaixo sobre
a aba Opções Adicionais
Cada propriedade sempre está associada a um único material. STRAP possui 10 materiais permanentes. As
características destes materiais por ser revisadas na opção Arquivo>Configurações existente na Tela Inicial do
STRAP. Porém podem ser criados materiais temporários em cada modelo. Estes materiais são os materiais
definidos pelo usuário. Para maiores detalhes clique na aba Opções Adicionais na figura abaixo.
Cada propriedade também inclui uma determinada orientação dos eixos x/y da seção em relação aos eixos
locais das barras.

Dica: Para revisar uma propriedade existente basta dar um duplo clique na propriedade desejada e, sem mover o
mouse, ir clicando até chegar no ponto que quer revisar. Não movimentando o mouse, o programa captura a
última configuração utilizada naquela propriedade.


Atribuir Propriedades às Barras

Selecione a propriedade que deseja atribuir às barras e clique no botão Atribuir.

Para todas as propriedades, exceto as definidas como seções variáveis:
Selecione as barras que deseja atribuir a propriedade utilizando a opção padrão de seleção de barras.
Note que as propriedades que estiverem como -Indefinidas- já foram atribuídas a alguma barra, mas ainda
não foram definidas.




STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 10
Para propriedades definidas como seções variáveis:



Atribuir seção às barras individualmente
Selecione as barras que deseja atribuir esta propriedade utilizando a opção padrão de seleção de barras.

Atribuir seção a uma linha de barras
Selecione os nós inicial e final de uma linha de barras. O programa irá criar uma propriedade para cada barra
ao longo da linha de barras, calculando as alturas do início e fim de cada barra proporcional a distância ao
longo da linha.
Note que além das propriedades variáveis que o programa cria e atribui automaticamente nesta opção,
também são criadas as propriedades inicial e final de cada barra, a partir das quais o programa cria as
propriedades variáveis.

Notas:
Se as propriedades do início/final da linha de barras forem definidas por Dimensões de um mesmo tipo (I,
U, L, etc), todas as propriedades serão definidas pelo mesmo tipo de seção (todas as dimensões podem
ser variáveis).
Se as propriedades do início/final da linha de barras for uma seção tipo I definida por Dimensões e a outra
propriedades do início/final for definida por um perfil I de uma das tabelas de perfis, todas as novas
propriedades serão definidas como seções do tipo I definidas por Dimensões (todas as dimensões podem
ser variáveis)
Para todos os demais casos, as novas propriedades serão definidas por Propriedades (A, I , etc).

Por exemplo, uma barra variável com altura de 100 no início e 60 no final é atribuída a linha de barras abaixo:



O programa cria 5 novas propriedades, sendo 2 não variáveis (com alturas de 88 e 68) e 3 variáveis. As 3
propriedades variáveis são automaticamente atribuídas às barras pelo programa.
Propriedade - Definir/Revisar

Selecione a propriedade que deseja definir / revisar e clique no botão Definir/Revisar ou dê um duplo clique na
propriedade desejada.














STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 11
Selecione o método de definição da propriedade:



Britânica - UB, UC, etc.
Européia - IPE, HEA, etc.
Americana - W, M, etc.
Usuário - Única Tabela que pode ser editada pelo usuário. Note que nesta tabela já existem vários perfis
existentes no Brasil, como: VS, CVS, L, vários perfis de chapa dobrada, mas o usuário pode incluir outros perfis,
deletar os existentes, ou editá-los. Para mais informações ver Tabela do Usuário.

2.4.7.1 Propriedades de barras - Constantes



Unidades

Especifique as propriedades de acordo com as unidades exibidas nesta caixa, independente da unidade utilizada
para as coordenadas dos nós; o programa faz as conversões das unidades automaticamente. Estas unidades
podem ser alteradas em cada seção, sem alterar as unidades da modelagem.

Os números também podem ser definidos em formato exponencial.
Materiais do Programa

Podem ser armazenados no programa até 10 materiais padrões, sendo:
6 materiais pré-definidos (steel, conc, etc.)
4 materiais definidos pelo usuário.

As propriedades (módulo of elasticidade, coef. de Poisson, densidade e coef. térmico) destes 10 materiais podem
ser definidos ou editados na Tela Inicial (Lista de Modelos) do STRAP, no menu
Arquivo>Configurações>Materiais.
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Capítulo 2.4 - 12
A,I,J

A - Área da seção transversal
I2, I3 - Momento de Inércia em torno dos eixos locais x2 e x3, respectivamente.
J - Momento de Inércia Torsional.
SF2/SF3

SF2, SF3 são os fatores de forma da força cortante em torno dos eixos x2 e x3, respectivamente.

SF2 é o fator associado a I2, V3 e M2, ou seja, SF2 é o fator que deve ser definido em modelos de Grelhas
planas.
SF3 é o fator associado a I3, V2 e M3, ou seja, SF3 é o fator que deve ser definido em modelos de Pórticos
planos.

Alguns fatores recomendados são:

Seção retangular-cheia 0.85
Seção retangular vazada 0.44
Seção circular cheia 0.89
Seção tubular - 0.53

Aviso: Lembre-se que este coeficiente de forma está sempre no denominador das fórmulas para obtenção da
deformação por cisalhamento. Ou seja, caso queira ignorar a deformação por cisalhamento, deve-se colocar o
SF2/SF3 igual a um número grande, por exemplo, 10E6 e nunca igual a zero.
H2, H3, E3, Ângulo, Perímetro

H2 = Dimensão máxima paralela ao eixo local x2 (usado para carregamentos de vento).
H3 = Dimensão máxima paralela ao eixo local x3 (usado para carregamentos de vento).
E2 = Dimensão máxima entre o C.G. e o perímetro, paralela ao eixo x2 (atualmente este parâmetro não é
usado).
E3 = Dimensão máxima entre o C.G. e o perímetro, paralela ao eixo x3 (atualmente este parâmetro não é
usado).
Ângulo = Ângulo entre o eixo x2 e o eixo principal de maior inércia (u); positivo = anti-horário
Viga Mista

Acrescentar laje colaborante de concreto em viga metálica.
2.4.7.2 Propriedades de barra - Tabela de Perfis

Após escolher o perfil desejado o usuário define o material, a orientação da seção. Caso a seção seja uma Viga
Mista, clique no botão correspondente.

ATENÇÃO:

Sempre verifique o material que está sendo aplicado ao perfil. É muito comum o usuário se enganar e aplicar um
material diferente do desejado ao perfil.
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Capítulo 2.4 - 13



Propriedades de barras - Perfil Cantoneira



Nota:
A orientação da seção selecionada aqui será a padrão para esta propriedade. A orientação de cada barra
individualmente pode ser alterada pela opção Eixos Locais - Localização do flange.
Tabela de Perfis - Direção dos eixos x e y

O perfil pode ser alinhado de forma que seu eixo de maior inércia resista ou a M2 ou a M3:


Viga Mista

Acrescentar laje colaborante de concreto em viga metálica.(Ver item 2.7.4.2).
Análise de eixos principais

Para seções duplamente não simétricas:

Quando os eixos principais de uma seção não estão alinhados com os eixos locais (geométricos), por exemplo em
cantoneiras, pode-se fazer uma análise mais refinada desta seção, considerando as propriedades da seção em
relação aos eixos principais ( u, v, etc) ao invés das propriedades em relação aos eixos locais ( x, y, etc).
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 14

Quando for especificada a opção de análise pelos eixos principais, caso uma carga seja
aplicada na barra em uma das direções locais, irá ocasionar a deflexão na seção nos dois eixos locais.
Internamente o programa divide a carga em componentes segundo os eixos principais. Note que os resultados
serão exibidos em relação aos eixos locais.

Notas:
Esta opção pode ser especificada para todas as seções não simétricas da tabela de perfis, para as seções
definidas por propriedades (A, I, etc) e para as seções tipo L feitas por dimensões.
Esta opção só é válida para Modelos Espaciais.Selecione:

Usar propriedades geométricas
Utilizar as propriedades em relação aos eixos locais, ou seja, não está selecionada a análise segundo os eixos
principais.

Todas as outras opções:
Utilizar as propriedades segundo os eixos principais de inércia. Selecione uma das orientações exibidas na
tela para especificar a orientação exata da seção.

2.4.7.3 Propriedades de barras - Dimensões


Selecione uma das formas parametrizadas existentes no programa. O programa abrirá uma janela onde o usuário
irá fornecer as dimensões da seção, seu material, orientação e se a seção é mista (caso seja, o usuário ainda
deve fornecer o material e dimensões da laje colaborante).

O usuário especifica as dimensões, material e orientação da seção.
Todas as seções, exceto seção L :
Seção L

Veja os exemplos abaixo:
Propriedades de barras - Dimensões - Todas as seções

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Capítulo 2.4 - 15

Propriedades por dimensões - Cantoneira



Nota:
A orientação da seção selecionada aqui será a padrão para esta propriedade. A orientação de cada barra
individualmente pode ser alterada pela opção Eixos Locais - Localização do flange.

Aviso:
Para efeito de dimensionamento, o Módulo de Metálica sempre considera para as vigas mistas assimétricas
(perfil I com mesas diferentes) que a mesa maior está no lado oposto da laje de concreto.
Já para as seções tipo I assimétrico sem laje colaborante (e demais seções assimétricas), o Módulo de Metálica
considera, como padrão, a orientação selecionada para a propriedade ou especificamente para a barra (na opção
Eixos Locais - Localização do flange. ), sendo que o usuário pode alterar esta configuração pela opção
Maior/Menor no Módulo de Metálica.
Unidades

Especifique as propriedades de acordo com as unidades exibidas nesta caixa, independente da unidade utilizada
para as coordenadas dos nós; o programa faz as conversões das unidades automaticamente. Estas unidades
podem ser alteradas em cada seção, sem alterar as unidades da modelagem.

Os números também podem ser definidos em formato exponencial.
Material

Escolha um dos materiais existentes na lista de materiais para associá-lo a seção transversal. Esta lista contém
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 16
todos os materiais permanentes do programa e os materiais definidos pelo usuário neste modelo.
Viga Mista

Acrescentar laje colaborante de concreto em viga metálica.
Propriedades por Dimensões

Entre com as dimensões das seções nas unidades especificadas (as unidades utilizadas podem ser alteradas
para cada seção).


Direção do eixo de maior inércia

As seções transversais podem ser alinhadas de modo que seus eixos X e Y coincidam com os eixos locais x2 ou
x3.

Defina a orientação dos eixos em relação ao eixo local x2.

O usuário deve especificar uma das duas posições possíveis:



Dica: É mais fácil, ao invés de decorar regras para a aplicação correta da orientação dos eixos, aplicar uma das
duas opções e verificar graficamente a posição da seção pelas opções Orientação das Seções e Renderizar
existentes no menu Visualização . Caso a orientação estiver errada, basta revisar a seção mudando a opção de
orientação do eixo.

Lembre-se que para revisar a seção, basta dar um duplo clique na propriedade desejada e clicar com o mouse
sem movimentá-lo, pois o programa pega, automaticamente, a opção configurada anteriormente.

Pórtico plano:
I3 resiste ao momento no plano para todas as barras (o eixo local x3 é sempre perpendicular ao plano do pórtico).





STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 17
Exemplo:



Modelo Plano:
Caso o usuário não altere a posição dos eixos locais das barras, por padrão, nos tipos de modelos de Grelha e
Pórtico plano, o programa sempre orienta o eixo local x2 paralelo ao plano da estrutura, ou seja, para um modelo
de grelha o momento de inércia I2 (em torno do eixo x2) é o resistente ao momento no plano da estrutura
(principal); já para um modelo de pórtico plano, o I2 é o momento de inércia fora do plano (secundário).

Exemplo:



Modelo Espacial:
A orientação dos eixos locais x2/x3 deve ser verificada cuidadosamente, especialmente para barras paralelas ao
eixo Global X3 (seção 1-1 no exemplo seguinte).
Mais uma vez fica evidenciado que a verificação pela opção Orientação das Seções e Renderizar facilita em
muito a correta orientação da seção.
Exemplo:


Orientação de seção L

Esta opção permite ao usuário orientar perfeitamente as seções não simétricas em relação aos eixos locais.
Apesar desta orientação não influenciar no cálculo matricial do modelo, agora podemos renderizar a estrutura com
o perfil voltado para o lado correto.

Esta configuração definida na geometria já será considerada como padrão (default) no Módulo de Metálica.
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 18

Esta opção esta disponível somente em modelos espaciais.
2.4.7.4 Seção Variável

O usuário pode criar uma barra de seção variável, definindo a seção inicial e final da barra por uma dos seguintes
métodos: por propriedades, pela tabela de perfis ou criando as seções por dimensões.

Aviso: O Módulo de Metálica só irá "verificar" as seções variáveis definidas por dimensões, ou seja, as seções
variáveis geradas a partir de seções vindas da tabela de perfis não serão verificadas pelo Módulo de Metálica, e
mesmo as geradas a partir de seções definidas por dimensões não poderão ser dimensionadas, somente
verificadas.

O programa assumi uma variação linear da seção ao longo da barra:



O programa assumi que a variação de A (área) e I (momento de inércia) são:



onde:

a,b = expoentes que satisfazem:



Para definir uma seção variável:
Defina as seções do início e do fim da barra (caso elas ainda não existam) por uma dos métodos usuais: por
propriedades, tabela de perfis ou por dimensões.
Selecione uma propriedade que esteja indefinida e clique no botão Definir/revisar. Clique no ícone
Configure o quadro abaixo selecionando a seção do início da barra na janela superior e a seção do final da
janela inferior:

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 19

Defina a altura da seção no início e no fim da barra. Por padrão o programa exibe as alturas de acordo com as
seções definidas para o início e o final da barra. Estes valores de alturas são utilizados pelo programa para o
cálculo dos coeficientes "a" e "b". Caso a seção não varie a altura, mas sim a largura, deve-se entrar com os
valores de largura nesta janela.



Nota:
Para a barra mostrada na figura abaixo, devem ser definidas 2 seções variáveis diferentes para as barras 1 e
3, sendo trocadas as seções do início e do fim da barra.


2.4.7.5 Propriedades - Cabos

Com esta opção o usuário pode definir uma barra como um elemento de cabo. A solução é aproximada em
relação a análise não linear que é requerida para a solução completa. Existem algumas simplificações adotadas:
A rigidez do elemento é calculada através de uma Força de Tração Inicial, ou seja, o programa não recalcula
a rigidez da barra devido à mudança da tração axial devido às cargas aplicadas.
A deformação do cabo devido a força axial é linear.
O efeito de cargas transversal a barra é ignorado para a deformação do cabo (momentos, cortantes, etc. que
resultem destas cargas são calculados como em barras regulares).

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 20
Note que o programa sempre aplica o peso próprio no cabo na projeção do comprimento na direção global X2.
Logo, elementos de cabo só devem ser definidos em modelos em que o eixo de altura seja o X2.

O programa calcula a rigidez do cabo pela equação:


onde:
w = Peso Próprio da barra (veja a nota acima)
E = Módulo de Elasticidade
L = Comprimento da barra
A = Área da seção transversal
T = Força de Tração Inicial da barra

A rigidez do cabo é sempre menor que a rigidez axial de uma barra regular = EA/L. Esta redução da rigidez implica
que a tração aplicada ao cabo (pela ação do pórtico) serve a dois propósitos:
Endireitamento da catenária do cabo
Alongamentro elástico do cabo

Se a força de tração inicial é alta, significa que o cabo está muito esticado com uma pequena catenéria, então, é
necessária somente uma pequena força para esticar o cabo. É obvio que quanto maior for a Força de Tração
Inicial ( T ), mais a rigidez do cabo se aproxima da rigidez de uma barra regular, ou seja k=EA/L. A rigidez diminui
com a diminuição de T, resultando em deformações maiores.

Defina as características do cabo na janela abaixo:



Observações:
O programa sempre aplica o peso próprio no comprimento projetado do cabo na direção global X2.
O programa não considera automaticamente que o cabo só pode trabalhar a tração, caso o usuário queira,
pode especificar a barra que está definida como cabo sendo uma barra que só trabalha a tração, pela opção
vínculos.
A força de tração inicial não é aplicada como uma força; Esta força só é utilizada para o cálculo da rigidez
efetiva da peça. Para indicar uma força de protenção no cabo, o usuário pode aplicar um carregamento de
temperatura equivalente à barra.
Para T = 0, o programa assumi k = EA/L (rigidez da barra regular).
F = (Força de Tração Inicial):

Especifique a Força de Tração Inicial do cabo (definida nas unidades de força configuradas neste modelo)

Avisos:
A Força de Tração Inicial não é aplicada como uma força; ela só é utilizada para o cálculo da rigidez
efetiva do cabo.
Para T = 0, o programa assume K = EA/L
2.4.7.6 Propriedades de barras - Seção Composta

Selecione o tipo de seção composta desejada:
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 21




Por exemplo, Seção Composta - U + Cantoneira:



Seleção da seção:

Selecione os perfis e indique as informações necessárias para cada tipo de seção composta:

Selecione um perfil da caixa de listagem.
Especifique as dimensões necessárias (caso seja necessário), por exemplo; espaçamento entre os perfis, etc.
Especifique informações adicionais (caso seja necessário), por exemplo; se as cantoneiras estão opostas pela
aba maior ou menor, etc.
Orientação dos eixos

Especifique a orientação da seção em relação aos eixos locais.
Análise de eixos principais

Para seções duplamente não simétricas:
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 22

Quando os eixos principais de uma seção não estão alinhados com os eixos locais (geométricos), por exemplo em
cantoneiras, pode-se fazer uma análise mais refinada desta seção, considerando as propriedades da seção em
relação aos eixos principais ( u, v, etc) ao invés das propriedades em relação aos eixos locais ( x, y, etc).

Quando for especificada a opção de análise pelos eixos principais, caso uma carga seja
aplicada na barra em uma das direções locais, irá ocasionar a deflexão na seção nos dois eixos locais.
Internamente o programa divide a carga em componentes segundo os eixos principais. Note que os resultados
serão exibidos em relação aos eixos locais.

Selecione:
Usar propriedades geométricas
Utilizar as propriedades em relação aos eixos locais, ou seja, não está selecionada a análise segundo os eixos
principais.

Todas as outras opções:
Utilizar as propriedades segundo os eixos principais de inércia. Selecione uma das orientações exibidas na
tela para especificar a orientação exata da seção.

Notas:
Esta opção pode ser especificada para todas as seções não simétricas da tabela de perfis, para as seções
definidas por propriedades (A, I, etc) e para as seções tipo L feitas por dimensões.
Esta opção só é válida para Modelos Espaciais.
2.4.7.7 Propriedades - Colar

As propriedades sólidas criadas pelo Módulo de Seções - CROSEC podem ser utilizadas no modelo colando a
propriedade no modelo.

Entre no Módulo de Seções pela opção Arquivo>Módulo de Seções - CROSEC existente no Módulo de
Geometria (ou acesse o CROSEC pela tela inicial do STRAP)
Crie a seção sólida
Selecione a opção Saídas>Copiar para a área de transverência.
Feche o CROSEC pela opção Arquivo>Sair (ou pressione Alt-Tab para alternar entre o CROSEC e o Módulo
de Geometria)
Defina/Revise uma propriedade clicando no ícone ; O programa traz as características da seção
calculadas pelo CROSEC (I,A, etc).

Note que a forma da seção também é trazida e, caso o modelo seja renderizado o programa renderiza a seção
com sua forma correta.
2.4.7.8 Seções Mistas

As seções Mistas podem ser definidas a partir de seções definidas pela Tabela de perfis, por dimensões ou por
Propriedades (A, I, etc). Dependendo do tipo de seção que formará a Seção Mista, existem vários tipos de
configurações:
Retangular: Só é valido para seções tipo I e [ . Para seções do tipo [ , a laje pode estar em torno do eixo de
maior ou menor inércia (Veja abaixo)
Genérica: Para todos os tipos de seções, exceto para tubos e caixas.
Preenchido/Envolto: Só é válido para tubos e caixas.

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 23
Os seguintes dados devem ser fornecidos pelo usuário:



Para seções [ , a laje retangular pode ser definida em torno do eixo de maior ou menor inércia:


Note que, para a mesa em torno do eixo de menor inércia não é possível definir um descolamento D entre o perfil
e a laje.

Notas:
I2 está associado a D3; I3 está associado a D2
A área e os momentos de inércia exibidos na tabela de propriedades do menu Saídas são decorrentes da
seção mista.
Para calcular as propriedades da seção mista (Area e momentos de inércia) o programa a transforma em uma
seção homogeneizada pela relação n = Et/Eb.
O programa calcula o Momento Torssor J da seguinte forma:
- Mesa retengular: J = Jmesa + Jbarra
- Mesa genérica: J = Jbeam (mesa é ignorada)
- Box section: J = máx (Jtop, J of RHS formed by topping)
Opções adicionais



Material definido pelo usuário

Com esta opção o usuário pode definir um material que só será válido para o modelo atual. Para criar um a
material permanente, que seja válido em todos os modelos, selecione a opção Configurações na tela inicial do
STRAP.

A seguinte janela aparecerá:
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 24

Digite o nome do material; este nome começará a aparecer na lista de materiais existente na definição das
propriedades.

Caso seja digitado o nome de um material definido pelo usuário já existente, aparecerá uma janela com as
características atuais do material, onde o usuário poderá editá-las. Caso seja digitado um nome inexistente, a
janela aparecerá em branco (como a mostrada abaixo).

Entre com as características do material



onde:


* O Coeficiente de Dilatação Térmica pode ser definido em qualquer uma das duas unidades, independente da
unidade mostrada na parte superior da janela. Entretanto o valor da diferença de temperatura aplicada nos
carregamentos (seja axial ou gradiente) deve estar de acordo com esta unidade.

As demais características do material devem estar de acordo com as unidades mostradas na parte superior da
janela. Pode-se definir cada material com unidades diferentes. Pode ser usado o formato exponencial.

Nota: Caso o Módulo de elasticidade transversal ( G ) seja definido igual a 0 (zero), o programa calculará o valor
de G com a seguinte equação:


STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 25
Deletar Barra fictícia

Clique no material que deseja deletar e; clique .
Trocar Eixos de Maior/Menor Inércia

Utilize esta opção para trocar os eixos de maior/menor inércia da seção, ou seja, rotacionar a seção de 90°.

Selecione as barras que deseja rotacionar a seção utilizando a Seleção Padrão de Barras.

Notas:
Se forem selecionadas todas as barras associadas a uma propriedade específica, o programa
automaticamente revisa esta propriedade, rotacionando-a de 90º.
Se forem selecionadas apenas algumas barras associadas a uma propriedade específica, o programa cria
uma nova propriedade, semelhante a associada às barras, porém rotacionada de 90º e automaticamente associa
esta nova propriedade às barras selecionadas.
Barras Fictícias

O usuário pode definir uma barra como "Fictícia". As barras fictícias podem ser carregadas, porém não alteram a
rigidez do modelo (não entram na matriz de rigidez do modelo) e não vai aparecer nos resultados gráficos nem
tabelados.

As cargas de barras (incluindo cargas globais) que forem definidas em uma barra fictícia, serão aplicadas da
mesma forma que em uma barra regular.

Aviso: As barras fictícias devem ser conectadas ao MODELO nas DUAS EXTREMIDADES, ou seja, as barras
fictícias não devem ser barras em balanço, nem devem ter uma extremidade ligada exclusivamente a outra
barra fictícia; as cargas aplicadas nas barras fictícias são encaminhadas para os nós de incidência da barra
e inseridas no modelo. Caso esta extremidade esteja em balanço ou conectada simplesmente a outra barra
fictícia, esta parcela da carga será perdida (ignorada) pelo programa.

Por exemplo, utilize uma Barra Fictícia para definir uma carga linear em um modelo que consiste exclusivamente
de elementos finitos.


Crie as barras onde deseja aplicar a carga linear.
Especifique estas barras como fictícias. Para selecionar as barras utilize a opção padrão de Seleção de barras.
Aplique a carga desejada nas barras.

Nota: Caso seja selecionada a opção Visualizar>Número das propriedades, as barras fictícias aparecerão
indicadas pela letra "D" (Dummy).

2.4.8 Barras - Vínculos

Por padrão o STRAP considera uma ligação de pórtico (com transmissão de todos os esforços relevantes) entre
as barras. Com esta opção é possível liberar esforços nas extremidades das barras a fim de simular ligações
articuladas, furos obilongos, etc.

Além de permitir liberar qualquer um dos esforços relevantes, o programa ainda permite ao usuário atribuir que
uma barra trabalha somente a tração ou a compressão, ideal para simular tirantes e escoras, respectivamente.
Veja a nota de Cuidado abaixo.
Também pode-se definir ligações semi-rígidas entre as barras.




STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 26
Configure o quadro abaixo marcando os esforços que deseja liberar nos extremos das barras.



Cuidado:

Ao atribuir uma barra trabalhando somente a tração ou compressão, você está fazendo uma análise do tipo não
linear, onde a superposição dos efeitos não é válida. Clique sobre o quadro Força Axial na figura abaixo para
mais informações.
Todo nó não restringido deve ter pelo menos uma barra conectada a ele não liberada em todos os graus de
liberdade do nó. Durante o processamento estático do modelo serão emitidos avisos de "RIGIDEZ ZERO"
para todos os nós que somente tiverem barras articuladas conectadas a ele. Veja o tópico sobre os avisos de
"RIGIDEZ ZERO" para mais detalhes.

Lembre-se que uma viga bi-engastada que seja articulada nas duas extremidades irá trabalhar como uma viga bi-
articulada.

Nota:
Quando um perfil do tipo Joist é atribuído a uma barra, o programa automaticamente articula suas duas
extremidades (liberando os momentos fletores e torçor). Porém este procedimento de articular a barra só é
executado pelo programa se o usuário sair do Módulo de Geometria ou Salvar o modelo.
Momento/Cortante

Liberar M2 - Liberar o momento fletor em torno do eixo local x2 (em 1 ou 2 extremidades)
Liberar M3 - Liberar o momento fletor em torno do eixo local x3 (em 1 ou 2 extremidades)

Liberar torção - Liberar o momento torsor (sempre nas 2 extremidades)

Liberar V2 - Liberar a força cortante no eixo local x2 (em 1 ou 2 extremidades)
Liberar V3 - Liberar a força cortante no eixo local x3 (em 1 ou 2 extremidades)

Notas: Barras com força cortante liberada nas 2 extremidades na mesma direção não podem ser carregadas.
O gráfico de deformações de barras com liberações de força cortante serão exibidos incorretamente.
Vínculo (extremidades):

Nas 2 extremidades- Selecionar barras utilizando a Seleção Padrão de Barras; as barras selecionadas terão os
esforços liberados em suas 2 extremidades.

Em 1 extremidade- As barras devem ser selecionadas individualmente; aproxime o cursor da extremidade da
barra que deseja liberar o(s) esforço(s) até que esta seja realçada com um pequeno Blip; clique o
mouse para selecionar a extremidade.
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 27
Nota: Torção e força axial são sempre liberados nas 2 extremidades.
Remover vínculos

Remover todas as liberações das barras selecionadas.
Vínculos - Força Axial

Sem liberação: Opção padrão; a barra transmite normalmente o esforço axial

Liberar axial: A barra não transmite esforço axial.

Trabalhar só a tração
Trabalhar só a compressão: A barra trabalha a tração ou a compressão, nunca os dois; ideal para modelar
tirantes ou escoras, respectivamente.

Notas:
As barras configuradas como trabalhando só a tração ou compressão são elementos não lineares; os modelos
que contiverem estes elementos necessitam de interações para chegar a solução.
As regras de superposição de efeitos não são validas para elementos não lineares. Logo, as
combinações em modelos que contenham barras que trabalhem só a tração ou compressão devem ser definidas
no Módulo de Carregamento (Carga Combinada), antes do modelo ser calculado e nunca após o cálculo.
A matriz de rigidez será calculada separadamente para cada carregamento.
A rigidez a momento é independente da rigidez axial.
Ligações Semi-Rígidas

Defina uma ligação semi-rígida na extremidade da barra, especificando uma constante de mola rotacional.

O momento que será aplicado neste nó será proporcional a rigidez atribuída a ligação e varia de zero até
o momento obtido por uma ligação totalmente engastada

Como nas articulações totais, as ligações semi-rígidas podem ser definidas separadamente para os momentos M2
e M3 (momentos em torno dos eixos locais x2 e x3, respectivamente) e para cada extremidade da barra:


STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 28
2.4.9 Barras - Offsets

Normalmente o modelo computacional é definido por um modelo unifilar onde as barras são modeladas na
posição da linha de centro das peças (vigas, colunas,..). Em certos casos, esta suposição pode nos levar a
resultados imprecisos.

Por exemplo, imagine um pórtico composto de 2 pilares com 100cm de largura, distantes entre si de 5 metros (de
face a face de pilar). Modelando estes pilares pela linha de centro e conectando-os por uma viga, teremos uma
viga de 6 metros! Para estes casos podemos colocar um Offset nesta viga de 50cm nas duas extremidades,
fazendo a viga ter os corretos 5 metros.

O programa assumi que a barra é infinitamente rígida no comprimento do Offset. O comprimento da barra é
medido a partir do final do Offset e o programa adiciona os momentos que resultam da excentricidade entre a
extremidade desta nova barra e o nó.

A localização de JA e JB são deslocadas para o final do Offsets. Isto pode provocar uma alteração na direção do
sistema de coordenadas local da barra. Estas alterações serão consideradas em todos os módulos do
programa:
Os eixos locais exibidos graficamente ou em tabelas serão os eixos locais modificados.
A localização das cargas aplicadas nas barras serão medidas a partir do novo JA.
A carga total aplicada numa barra (por um carregamento uniforme) é igual ao valor da carga distribuida
multiplicado pelo comprimento modificado da barra.
Todos os resultados de barras serão mostrados em relação os eixos locais modificados.

Utilize esta opção para definir/revisar os offsets, associá-los a barras ou deletar os offsets existentes.


Definir/Revisar Offsets

O programa mostra uma tabela com uma lista dos Offsets existentes. Selecione o Offset que deseja criar ou
revisar, clicando na respectiva linha:















STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 29
O programa exibira a janela abaixo, onde o usuário configura o sistema de coordenadas em que definirá o Offset e
suas dimensões:




Quando o Offset for atribuído a um elemento de barra, o programa assumirá que seus nós de incidência JA, JB
estão localizados não mais na localização dos nós onde a barra foi gerada, mas sim no final dos Offsets. O
exemplo (b) abaixo, mostra como essa mudança de posição dos nós de incidência podem alterar a direção dos
eixos locais da barra. Estas alterações serão consideradas pelo programa em todos os Módulos:
Os eixos locais mostrados graficamente ou em tabelas são os eixos modificados (pelo Offset).
As cargas aplicadas em barras serão medidas a partir do novo JA.
A força resultante de uma carga distribuída aplicada a uma barra é, igual a carga multiplicada pelo
comprimento modificado pelo offset.
Todos os resultados de barras serão relativos aos novos eixos locais.

No exemplo (c) são utilizados offsets para modelar uma viga mista. Quando as barras e elementos finitos são
definidos, eles estão num mesmo plano, -Figura (c-ii)-, sendo modelados pela linha de eixo das barras e
elementos -Figura (c-iii)-, não sendo consideradas as características geométricas otimizadas pela mesa
colaborante estar afastada do centro de gravidade da viga mista. O modelo pode ser corrigido impondo offsets às
barras com uma distância do centro da viga metálica até o C.G. da mesa colaborante. Cuidado: Este modelo é
similar a um Virendeel, onde os offsets formam as barras verticais (Figura c-iv), ou seja, a deformação obtida por
um modelo como este é semelhante a obtida por um modelo de viga mista, mas os esforços não, pois o momento
fletor irá diminuir, aparecendo forças axiais nas barras (note que este modelo tem que ser definido como pórtico
espacial para especificar os offsets na direção global que estiver fora do plano da mesa).






















STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 30
Exemplos:



Defina:

Exemplo (a) Barras 75, 76:
Selecione Sistema local da barra
Offset no início: X1 = 0.35 Offset no final: X1 = -0.50

Exemplo (b) Barras 23, 24:
Selecione Sistema de coord. global
Offset no final: X2 = -0.20

Exemplo (c) Todas as barras:
Selecione Sistema de coord. global
Offset no início: X3 = dist. entre o CG do perfil e o da mesa Offset no final: X3 = dist. entre o CG do
perfil e o da mesa
Associar grupo de offset às barras

Selecione o Offset que deseja associar às barras; selecione as barras desejadas pela Seleção Padrão de Barras.

Note que se pode associar offset indicados como -Indefinidos- às barras e defini-los posteriormente.
2.4.10 Barras - Renumerar

Utilize esta opção para renumerar barras existentes:


STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 31
+
Renumerar - Individualmente

Selecione uma ou mais barras utilizando a Seleção Padrão de Barras.

Note que a ordem que estas barras são selecionadas é importante; elas serão renumeradas na ordem que forem
selecionadas.



Entre com o novo número da primeira barra a ser renumerada; as demais barras serão renumeradas
sequencialmente.

Caso o programa utilize algum número que já esteja sendo utilizado por outra barra, ele irá associar o número
original da barra renumerada a esta outra barra, ou seja, o programa irá trocar os números entre as duas barras.

Exemplo:
Selecione as barras 41, 42 e 43 (nesta ordem).
Especifique 75 como o novo número da barra 41
As barras serão renumeradas para 75, 76 e 77 respectivamente.
Se a barra 76 já existir, ela será renumerada para 42 (o programa irá trocar seus números).
Renumerar - Grelha de barras

Semelhante a Linha de Barras.

Selecione 3 nós definindo respectivamente os nós inicial e final da linha de base da grelha e final da linha de
altura. Depois indique a numeração da primeira barra da linha de base; as demais barras serão renumeradas
sequencialmente.

Todas as barras com os dois nós de incidência dentro do paralelogramo definido pelos 3 nós selecionados serão
renumeradas, na seguinte ordem:
a. Primeiramente todas as barras paralelas a linha de base;
b. Depois todas as barras paralelas a linha de altura;
c. Por fim, as barras restantes.


STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 32
Para o seguinte exemplo, a renumeração ficaria assim:



Caso o programa utilize algum número que já esteja sendo utilizado por outra barra, ele irá associar o número
original da barra renumerada a esta outra barra, ou seja, o programa irá trocar os números entre as duas barras.
Renumerar - Linha de barras

Utilize esta opção para renumerar todas as barras pertencentes a uma linha:
Selecione o nó inicial e final da linha;
Digite o novo número da primeira barra da linha.

O programa identifica todas as barras na linha e as renumera sequencialmente.

Caso o programa utilize algum número que já esteja sendo utilizado por outra barra, ele irá associar o número
original da barra renumerada a esta outra barra, ou seja, o programa irá trocar os números entre as duas barras.
Renumerar - Arco de barras

Utilize esta opção para renumerar todas as barras pertencentes a um arco:
Selecione os nós de definição do início e do final do arco.
Selecione um terceiro nó que pertença ao arco.
Digite o novo número da primeira barra do arco.

O programa identifica todas as barras no arco e as renumera sequencialmente.

Caso o programa utilize algum número que já esteja sendo utilizado por outra barra, ele irá associar o número
original da barra renumerada a esta outra barra, ou seja, o programa irá trocar os números entre as duas barras.
Renumerar um Plano de Barras

Esta opção é recomendada para a renumeração de modelos inteiros ou partes do modelo que consistam em mais
de um plano. Note que os planos não precisam ser paralelos entre si.

Selecione as barras que deseja renumerar (utilizando a janela padrão de seleção de barras).
Defina um plano que especifica a ordem de renumeração a ser adotada; este plano é definido pela seleção de
3 nós (deste que não estejam em linha).
Especifique a nova numeração da primeira barra.

A ordem da renumeração é determinada pelos seguintes critérios:
Os primeiros 2 nós selecionados para definir o plano definem o eixo x1r (ver figura abaixo); o terceiro nó define
o eixo x2r; o eixo x3r é determinado pela regra da mão direita.
O programa renumerará as barras sequencialmente, de acordo com a coordenada x3r, começando pelas
barras do plano de renumeração (x3r = 0). Caso existam barras dos dois lados do plano de renumeração o
programa renumerará primeiro todas as barras de um lado (que estiver na direção positiva do eixo x3r) e depois
as barras do outro lado.
Para as barras que tiverem a mesma coordenada x3r, o programa renumerará de acordo com a coordenada
x2r, começando pela tiver o menor valor.
Para os barras que tiverem as mesmas coordenadas x3r e x2r, o programa renumerará de acordo com a
coordenada x1r, começando pela que tiver o menor valor.

Caso exista um número que já esteja sendo usado por outra barra, o programa irá trocar os números usados entre
as barras.

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 33
Exemplo:
Renumerar o seguinte pórtico espacial, sendo que a renumeração deve começar pelos planos perpendiculares ao
eixo global X1
Selecione os nós n1, n2 e n3 (nesta ordem) para definir o plano de renumeração.
Especifique como 1 o novo número da primeira barra.


As barras no plano x1r-x2r são renumerados primeiro (1-6);
As barras horizontais são perpendiculares ao eixo x2r, então são selecionadas primeiro. A barra 1 tem a
coordenada x2r menor, então é renumerada primeiro. Semelhantemente, a barra 3 será a primeira barra a ser
renumerada entre as barras verticais.
Após este, os demais planos são renumerados (7-12) e (13-18), obedecendo a mesma ordem.
Por fim, são renumeradas as barras perpendiculares ao plano x1r-x2r.(19-26).

Barras diagonais serão renumeradas de acordo com o mesmo algoritmo.
2.4.11 Barras - Quebrar

Utilize esta opção para dividir uma barra em duas ou mais barras, quebrando a barra original onde existirem nós
ao longo da barra.

Selecione se deseja quebrar somente as barras selecionadas ou se deseja que o programa procure por todo o
modelo por barras com nós intermediários para serem quebradas.


A primeira barra gerada por esta divisão será associadas ao número da barra original; As demais serão
numeradas a partir do Barra nº. =.

Todas as barras serão associadas a mesma propriedade que a barra original.

Caso tenham sido definidas articulações (ou qualquer liberação de esforços), estas articulações permanecerão
nos mesmos nós após a quebra da barra, por exemplo:


STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 34

A barra 31 estava conectada aos nós 20 e 23, sendo que os nós 21 e 22 estavam localizados ao longo da barra,
mas não estavam conectados a ela.

Após a quebra, a barra 31 está conectada aos nós 20 e 21 e foram criadas as barras 57 e 58. Note que as
articulações permaneceram nos mesmos locais de antes da quebra da barra.

Aviso: Caso tenham sido definidas cargas na barra 31 do exemplo acima, após a quebra, todas estas cargas
foram transferidas para a nova barra 31, ou seja, as barras 57 e 58 estão completamente sem cargas.
2.4.12 Barras - Eixos Locais

O programa sempre associa a cada barra um sistema de coordenadas local padrão ; os eixos geométricos da
seção estão sempre alinhados aos eixos locais x2/x3.

Em certos casos a seção está inclinada em relação aos eixos locais padrões; nestes casos os eixos locais podem
ser rotacionados. Por exemplo:


Utilize esta opção para alinhar os eixos locais em alguma direção (diferente da padrão).

Os eixos x2/x3 podem ser alinhados paralelos a um plano definido. O eixo x2 ainda pode ser direcionado a um nó
específico do modelo. Ou ainda pode-se definir diretamente o ângulo Beta.

O eixo x1 pode ter seu sentido invertido.

Observação: Independente de como forem rotacionados os eixos locais, eles serão sempre perpendiculares
entre si e o eixo local x1 será sempre axial a barra, apontando do JA para o JB.


A localização do flange pode ser facilmente visualizada na renderização do modelo ou pela opção:
Visualizar > Orientação das seções.
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 35
Eixos locais das barras - Definir um plano

Os eixos locais x2 ou x3 podem ser definidos como paralelos a qualquer plano no modelo:



Utilize uma das opções acima para definir o plano e selecione as barras que deseja alterar os eixos locais,
utilizando a opção padrão de Seleção de Barras.
Definir nó:

Selecione um nó existente; o eixo local x2 das barras selecionadas irão apontar em direção deste nó.
Restaurar os Eixos padrões:

Restaurar o sistema de eixos locais padrão para as barras selecionadas.
Inverter o Eixo local x1:

O eixo local x1 é sempre paralelo ao eixo da barra.
Selecione esta opção para inverter o sentido do eixo local x1.
Rotação dos eixos locais - Ângulo Beta

Rotacionar a seção da barra em torno de seu eixo, especificando o ângulo Beta. As convenções são explicadas
na caixa de diálogo:



Para mais detalhes sobre a orientação dos eixos locais, veja o tópico Eixos locais de barras.
Eixos locais - Localização do flange

Esta opção permite ao usuário orientar perfeitamente as seções não simétricas em relação aos eixos locais.
Apesar desta orientação não influenciar no cálculo matricial do modelo, agora podemos renderizar a estrutura com
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.4 - 36
o perfil voltado para o lado correto.

Esta configuração definida na geometria já será considerada como padrão (default) no Módulo de Metálica.



Para todas as demais seções não simétricas, esta opção define a localização do centro de cisalhamento em
relação ao centro de gravidade da seção.

A localização do flange pode ser facilmente visualizada na renderização do modelo ou pela opção
Visualizar > Orientação das seções.
Eixos locais - Inverter flange

Inverte a localização atual do flange em torno dos 2 eixos locais.

A localização do flange pode ser facilmente visualizada na renderização do modelo ou pela opção
Visualizar > Orientação das seções.
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 1
2.5 Elementos

Defina Elementos Finitos Planos Quadriláteros e/ou Triangulares, especificando:
Localização : especificando os nós de incidência;
Propriedades : Definindo espessura do elemento;
Material : Elementos podem ser isotrópicos ou ortotrópicos;
Eixos locais : Especificando a direção do eixo local x3.

Quando o ícone Elementos é selecionado no Menu Principal do Módulo de Geometria, as seguintes opções estão
disponíveis:

Elemento Triangular
Definição de elementos triangulares um a um, identificando seus nós de incidência.
(Ver item 2.5.1).

Elemento Quadrilátero
Definição de elementos quadriláteros um a um, identificando seus nós de incidência.
(Ver item 2.5.2).

Sequência de Elementos Triangulares
Definição de uma sequência de elementos triangulares, onde basta definir os 3 nós do primeiro elemento e
o terceiro nó dos demais. O programa assume os dois últimos nós de incidência (JB e JC) do elemento anterior
como os primeiros nós de incidência (JA e JB) do novo elemento. (Ver item 2.5.3).

Sequência de Elementos Quadriláteros
Definição de uma sequência de elementos quadriláteros, onde basta definir os 4 nós do primeiro elemento
e os terceiro e quarto nós dos demais. O programa assume os dois últimos nós de incidência (JC e JD) do
elemento anterior como os primeiros nós de incidência (JA e JB) do novo elemento. (Ver item 2.5.4).

Superfície
Defina uma linha de base e uma linha de altura (ambas podem ser sequências não retas de nós). O
programa copia a linha de base ao longo da linha de altura, conectando os nós com elementos planos. Por
exemplo, se a linha de base for um semi-círculo e a linha de altura for uma linha reta perpendicular a este semi-
círculo, o programa irá gerar metade de um cilindro. Com esta opção pode-se facilmente gerar grelhas de
elementos planos. (Ver item 2.5.5)

Malha
Um poderoso comando de geração automática de malha. O usuário orienta a geração da malha,
especificando seu contorno, o tamanho dos elementos, o tipo de malha, etc.
(Ver item 2.5.6).

Deletar
Deletar elementos selecionados. (Ver item 2.5.7).


STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 2
Renumerar
Renumerar elementos já existentes. (Ver item 2.5.8 e 2.5.9).

Propriedades
Definir e associar propriedades aos elementos finitos (incluindo o material).
(Ver item 2.5.9).

Eixos Locais
Alterar a direção do eixo local x3. O eixo local x3 é sempre perpendicular ao elemento; com esta opção o
usuário pode inverter a orientação associada pelo programa. Esta opção é extremamente útil em reservatórios.
(Ver item 2.5.10).

Articulações
Definição de articulações nos vértices dos elementos finitos. (Ver item 2.5.11).

Nota: Os modelos podem conter elementos finitos e barras ao mesmo tempo.

Note que os elementos finitos não conseguem transmitir momentos em torno de um eixo perpendicular ao próprio
elemento (eixo local x3). Como exemplo, podemos observar a parede abaixo da Figura (a); caso as vigas sejam
modeladas como elementos de barra como mostrado na Figura (b), estas vigas estão trabalhando como vigas bi-
apoiadas, pois os elementos não conseguem transmitir o momento fletor. Para engastarmos as vigas na parede,
temos que estende-las para dentro da parede como na Figura (c).



2.5.1 Elemento Triangular

Indique os três nós de incidência do elemento; o elemento será desenhado na tela automaticamente.

Todos os elementos são automaticamente associados ao:
Número configurado no campo Elem nº. mostrado na caixa de diálogo na parte inferior da tela.
Propriedade configurada no campo Prop. na caixa de diálogo na parte inferior da tela.
Eixos locais padrões do programa.


Vide Elemento Quadrilátero para um exemplo similar. (Ver item 2.5.2).

2.5.2 Elemento Quadrilátero

Indique os quatro nós de incidência do elemento; o elemento será desenhado na tela automaticamente.
Todos os elementos são automaticamente associados ao:

Número configurado no campo Elem nº. mostrado na caixa de diálogo na parte inferior da tela.
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 3
Propriedade configurada no campo Prop. na caixa de diálogo na parte inferior da tela.
Eixos locais padrões do programa.

Exemplo: Criar o seguinte elemento. -



Selecione o comando Quad.



Mova o cursor para as proximidades no nó 31, quando ele estiver realçado com um blip e Nó = 31 estiver
aparecendo na caixa de diálogo, clique com o mouse.
Semelhantemente selecione os nós 32, 47 e 46.
O elemento criado é associado ao Elem. nº. e Prop mostrados na Caixa de Diálogo (estes parâmetros podem
ser alterados, movendo o cursor até o campo desejado e alterando para um novo número).
Propriedade Padrão:

A propriedade padrão será automaticamente associada ao próximo elemento a ser criado. Alterar a propriedade
padrão, não irá alterar as propriedades já atribuídas aos elementos definidos anteriormente.

2.5.3 Sequência de Triângulos

Com esta opção pode-se definir uma sequência (linha) de elementos triangulares, onde os nós finais (JB e JC) de
um elemento são os nós iniciais (JA e JB) do próximo elemento.

Primeiro defina os 3 nós de incidência do primeiro elemento da sequência, depois defina o terceiro nó do próximo
elemento, e assim por diante.

Todos os elementos são automaticamente associados a:
Propriedade configurada no campo Prop da caixa de diálogo da parte inferior da tela.
Aos eixos locais padrões do programa.

O primeiro elemento é associado ao Elem nº. mostrado na caixa de diálogo da parte inferior da tela; os demais
são numerados consecutivamente.

Exemplo:

Defina os elementos 32, 33 e 34 utilizando a opção de Sequência de Triângulos.



Defina o elemento 32 selecionando os nós 61, 62 e 81 (nesta ordem) - (Figura a). Veja mais em Elemento
triangular. (Ver item 2.5.1).
Defina o elemento 33 selecionando somente o nó 86; o programa automaticamente seleciona os nós 62 e 81
como os outros nós do elemento (Figura b).
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 4
Defina o elemento 34 selecionando somente o nó 63. Clique novamente no nó 63 para finalizar a definição da
sequência.

2.5.4 Sequência de Quadriláteros

Com esta opção pode-se definir uma sequência (linha) de elementos quadriláteros, onde os nós finais (JC e JD)
de um elemento são os nós iniciais (JA e JB) do próximo elemento.

Primeiro defina os 4 nós de incidência do primeiro elemento da sequência, depois defina o terceiro e quarto nós do
próximo elemento, e assim por diante. O programa só aceitará nós que formarem quadriláteros convexos e
coplanares.

Vide Sequência de Triângulos para um exemplo similar. (Ver item 2.5.3).

Todos os elementos são automaticamente associados a:
Propriedade configurada no campo Prop da caixa de diálogo da parte inferior da tela.
Aos eixos locais padrões do programa.

O primeiro elemento é associado ao Elem nº. mostrado na caixa de diálogo da parte inferior da tela; os demais
são numerados consecutivamente.

2.5.5 Superfície

Gera automaticamente uma superfície de elementos finitos planos especificando-se apenas uma 'linha de base' e
uma 'linha de altura'.

Existem duas opções disponíveis:

Uma grelha plana (usando os nós existentes)
Gerar uma grelha plana (retangular ou esconsa) utilizando somente nós já existentes.

Uma superfície 3D selecionando nós ao longo de 2, 3 ou 4 linhas
Defina uma linha de base e uma linha de altura (ambas podem ser sequências não retas de nós). O programa
copia a linha de base ao longo da linha de altura, conectando os nós com elementos planos. Por exemplo, se a
linha de base for um semi-círculo e a linha de altura for uma linha reta perpendicular a este semi-círculo, o
programa irá gerar metade de um cilindro. Com esta opção pode-se facilmente gerar grelhas de elementos
planos.




STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 5
2.5.5.1 Superfície 3D

Semelhante a opção de grelha, a superfície 3D é gerada a partir de suas linhas de contorno, mas na superfície o
programa cria os nós internos automaticamente (na grelha todos os nós devem ser criados antes de utilizar o
comando). Na opção de grelha, as linhas de base e altura devem ser linhas retas; já na superfície estas linhas
podem ser uma sequência (não reta) de nós.

Caso geral:

O programa copia a 1ª linha de altura ao longo das linhas de base, interpolando as coordenadas e criando os nós
intermediários.
As duas linhas de base devem ter o mesmo número de nós; assim como as duas linhas de altura também
devem ter o mesmo número de nós.
(porém as linhas de base não precisam ter o mesmo número de nós que as linhas de altura).
O programa cria automaticamente elementos retangulares quando o 4 nós de incidência forem coplanares,
caso contrário serão criados 2 elementos triangulares.

Em alguns casos, não será necessário definir 2 linhas de base e 2 linhas de altura, por isso o programa
disponibiliza 3 opções distintas:


Escolha uma das seguintes opções:
1 linha de base e 1 linha de altura
O programa toma a 2ª linha de base idêntica a 1ª; da mesma forma que as duas linhas de altura também são
iguais. Por exemplo: se a linha de base for um semi-círculo e a linha de altura for uma linha reta, o programa
irá gerar metade de um cilindro.

2 linhas de base e 1 linha de altura
O programa admite que as duas linhas de altura são idênticas. Por exemplo: se as linhas de base forem semi-
círculos de raios diferentes e a linha de altura for uma linha reta, o programa irá gerar um tronco cone.

2 linhas de base e 2 linhas de altura
Este é o caso geral descrito no início do item.


STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 6
Veja alguns exemplos:

Criar o seguinte modelo espacial, utilizando o comando de Superfície:


Os pórticos (A) e (B) são duas 'linhas de base' e a linha (2)-(3) é a 'linha de altura'.
Primeiramente defina os nós do pórtico (A) utilizando os comandos normais de geração de nós.
Defina também os nós do pórtico (B); note que o pórtico (B) deve ter o mesmo número de nós que o pórtico
(A).
Antes de utilizar o comando de Superfície, defina os nós ao longo da linha (2)-(3) (linha de altura).
Selecione a opção .
Escolha a opção Uma superfície 3D selecionando nós ao longo de 2, 3 ou 4 linhas.
Agora escolha a opção 2 linhas de base e 1 de altura.
"Selecione o nó inicial da linha de base": Clique no nó (1)
"Selecione o próximo nó da linha ou clique em [Finalizar]": Clique em todos os nós do Pórtico (A) na
sequência; quando chegar ao último nó (2) dê um clique duplo para finalizar a seleção.
"Selecione o nó inicial da linha de altura (uma das extremidades da linha de base)": Clique no nó (2)
novamente.
"Selecione o próximo nó da linha de altura ou clique em [Finalizar]": Clique em todos os nós da linha (2)-
(3) na sequência; quando chegar no nó (3), dê um clique duplo para finalizar.
"Selecione o próximo nó da linha de base ou clique em [Finalizar]": Clique em todos os nós do Pórtico (B)
na sequência; quando chegar ao nó (4), dê um clique duplo para finalizar o comando.

O programa criará o seguinte modelo (foram desenhados apenas alguns elementos na figura, para uma melhor
visualização):


2.5.5.2 Grelha de Elementos

Utilize esta opção para criar uma grelha de barras conectando uma grelha de nós já existente. O usuário deve
informar a linha de 'base' e de 'altura' da grelha, selecionando consecutivamente: O nó inicial da linha de 'base', o
nó final da linha de 'base' (que também será o nó inicial da linha de 'altura') e o nó final da linha de 'altura'.

O programa procura automaticamente por nós intermediários e cria a grelha de barras conectando estes nós.

Notas:
O programa procura automaticamente por nós intermediários somente nas linhas de base e altura.
Somente os nós que pertençam a linhas paralelas a linha de base e estejam no mesmo alinhamento que algum
nó da linha de altura serão utilizados para gerar os elementos.
Todos os demais nós serão ignorados.
O programa cria elementos quadrangulares, a menos que nós intermediários forcem a geração de elementos
triangulares.

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 7

Grelha de Elementos - Linha reta

Exemplo:



Os nós 1, 4 e 28 foram selecionados como os nós de referência da grelha (inicial e final das linhas de base e
altura):
O programa identifica os nós 12 e 20 existentes na linha de altura ( 4-28 ).
Excetuando os nós 66, 67 e 68, os demais pertencem a linhas paralelas a linha de base que passam pelos nós
12, 20 e 28 (da linha de altura).
O nó 38 também pertence a uma destas linhas ( 25-28 ), portanto ele será incluído na grelha.
O programa cria a grelha de elementos utilizando somente estes nós identificados.

No exemplo acima também podemos ver a diferença entre as malhas geradas pelos comandos Grelha e Malha ; A
malha da Figura (b) foi gerada pelo comando Malha, sendo que foi informado para o programa utilizar somente os
nós existentes, não criando nenhum nó adicional.

No comando de Malha, o programa utilizará todos os nós existentes. Existirão inúmeros arranjos diferentes
possíveis para a malha; o programa escolherá o arranjo onde os elementos tenham a forma mais retangular o
possível.
Grelha de elementos em arco

Com esta opção pode-se facilmente definir:
Uma série de arcos concêntricos pertencentes a um mesmo plano (Figura a).
Uma série de arcos paralelos onde seus centros estão sobre um mesmo eixo, formando uma casca (Figura b).











STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 8

Por exemplo:



Primeiro defina o arco de base, depois selecione um terceiro nó para a definição da linha de altura (raio do último
arco da grelha), sendo que:
se este terceiro nó pertencer ao mesmo plano que o arco de base, serão criados uma série de arcos
concêntricos pertencentes ao mesmo plano. (Figura a)
se este terceiro nó não pertencer ao mesmo plano do arco de base, serão criados uma série de arcos paralelos
com centros sobre um mesmo eixo. (Figura b).

O terceiro nó deve estar no plano formado pelo eixo central e o raio até o nó final do arco de base O raio entre o
eixo central e o terceiro nó não precisa ser igual ao raio do arco de base. Isto é melhor ilustrado pelo exemplo
(b).

Exemplo (a):
Selecione o nó 11 como o nó inicial do arco de base.
Selecione o nó 17 como o nó final da linha de base.
Selecione o um dos nós entre 12 e 16 para completar a definição do arco de base.
Selecione o nó 37 como o nó final da linha de altura da grelha.

Exemplo (b):
Selecione o nó 1 como o nó inicial do arco de base.
Selecione o nó 5 como o nó final do arco de base.
Selecione um dos nós: 2, 3 ou 4 para completar a definição do arco de base.
Selecione o nó 15 como o nó final da linha de altura da grelha.
Grelha de Elementos - Sequência de linhas de base

Com esta opção pode-se o definir uma grelha de elementos, onde a linha de base consiste em uma sequência de
linhas conectadas entre si (cada linha contendo vários nós). Estas linhas não precisam ser paralelas entre si.

A linha de base é definida como explicado em Sequência de Quadriláteros (Ver item 2.5.4). Após definir a
sequência de linhas de base, selecione um terceiro nó para definir a linha de altura da grelha.

Por exemplo:





STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 9
Definir os elementos de 41 a 58:


Selecione o nó 24 como o nó inicial da primeira linha de barras.
Selecione o nó 27 como o nó final da primeira linha (que também será o nó inicial da segunda linha).
Selecione o nó 56 como o nó final da segunda linha (que também será o nó inicial da terceira linha).
Selecione o nó 91 como o nó final da terceira linha.
Clique novamente no nó 91 para finalizar a seleção da linha de base.
Selecione o nó 156 para definir a linha de altura da grelha.

Os elementos de 41 a 58 são criados automaticamente.

2.5.6 Malha de Elementos Finitos

Esta opção é um poderoso gerador automático de malha. Esta opção, ao contrário da opção de Grelha, gera
tanto os elementos quanto os nós dentro de uma área definida pelo usuário.

A área da malha é especificada pela definição de seu perímetro com a seleção de nós existentes. Este perímetro
pode ter qualquer forma (desde que seus vértices sejam coplanares), podendo ser constituído de linhas retas ou
arcos. Ainda pode-se definir 'Furos' nesta malha.

Para se definir o tamanho dos elementos existem 2 alternativas:
Geração dos elementos onde o usuário indica os tamanhos típicos e mínimo dos elementos.
Neste caso o programa irá gerar novos nós se necessário.
Geração automática, onde o programa simplesmente conecta os nós existentes, semelhante a opção de Grelha.

Para especificar o arranjo e a forma da malha, o usuário pode escolher um dos seguintes tipos de malha:
Retangular: O programa tentará gerar o maior número possível de elementos retangulares.
Esconsa: O programa irá gerar elementos quadriláteros com forma de paralelogramos paralelos as
direções definidas pelo usuário.
Circular: O programa irá gerar arcos paralelos de elementos e tentará manter um tamanho uniforme nos
elementos.

2.5.6.1 Malha Opções - 4 passos para definir uma malha:

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 10




Selecione:
Finalizar definição do contorno
Selecione esta opção caso já tenha finalizado toda a definição da malha e dos furos (aberturas), caso existam.
Definir o contorno de um furo
Defina o contorno de uma abertura na malha utilizando os mesmos métodos utilizados na definição do
contorno da malha.

Para exemplos detalhados, vide:

Exemplo 1 : Uma laje típica de concreto com um furo; gerada com uma malha ortogonal.
(Ver item 2.5.6.5).
Exemplo 2: Uma placa em arco com um furo; gerada com uma malha circular. (Ver item 2.5.6.6).

Para revisar uma malha existente. (Ver item 2.5.6.7).
Gerar nós (contorno coplanar)

O programa cria automaticamente os elementos com um tamanho especificado pelo usuário, gerando novos nós,
se for necessário.

O contorno da malha pode consistir tanto de linhas retas como por arcos.
A forma da malha pode ser especificada como ortogonal, esconsa ou circular.
Podem ser definidos furos na área de definição da malha.
Os elementos gerados serão apropriadamente conectados aos elementos de borda.
A malha será ajustada para incluir os nós existentes no perímetro (contorno) da malha.

O programa desenha primeiramente uma grelha que servirá de base para a geração da malha final. Esta grelha
básica pode ser alterada pelo usuário (alterando o número de espaçamentos da grelha ou movendo suas linhas).
Quando o usuário aceita a grelha básica o programa gera a malha utilizando elementos quadriláteros e
triangulares.
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Capítulo 2.5 - 11
Usar somente nós existentes (contorno coplanar)

Defina o contorno da malha utilizando nós existentes, semelhante a opção de Geração de nós. O programa gera
a malha somente conectando os nós existentes, não criando nenhum nó adicional.

Todos os nós (selecionados e utilizados) devem pertencer ao mesmo plano.
Todos os nós internos ao contorno especificado serão utilizados.

Exemplo:



O contorno foi criado selecionando os nós 1-4-28-25-1. (todos os nós já existiam antes de gerar a malha).
Utilizar a projeção 3D dos nós existentes:

Esta opção só esta disponível em modelos espaciais, e é similar a opção Usar somente nós existentes.

Defina o contorno da malha com nós existentes como explicado na opção Gerar nós. O programa cria os
elementos conectando-os somente aos nós existentes, sem criar nenhum nó adicional. Todos os nós existentes
visualizados serão utilizados.

O programa projeta todos os nós visualizados em um dos planos globais e conecta os nós adjacentes; utilize as
opções do menu "Remover" para não visualizar os nós não desejados temporariamente.

Selecione o plano global em que vão ser projetados os nós:


Note que o modelo não precisa ser rotacionado para o plano selecionado.

Por exemplo, na cobertura em casca mostrada abaixo, deve-se primeiro ter todos os nós que serão utilizados na
geração da casca.
Para gerar corretamente este modelo, o telhado deve ser projetado no plano X1-X3, onde todos os nós são
visualizados. O programa conecta com elementos os nós adjacentes (olhado a projeção no plano escolhido - X1-
X3):

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 12


Note que se mais de um plano estiver sendo mostrado simultaneamente, a geração dos elementos pode ficar
incorreta. O modelo seguinte (a) é projetado em um plano global como mostrado na Figura (b) e os elementos
são gerados entre os nós adjacentes (olhando o modelo nesta projeção. O programa cria então a malha
erradamente, como mostrada na Figura (c). Estas malhas deveriam ser geradas separadamente, uma por vez.



Elementos - Tipo da malha

Existem 3 alternativas disponíveis para especificar a forma e o arranjo dos elementos da malha:

Ortogonal: O programa irá gerar o maior número possível de elementos retangulares. A grelha de elementos
pode ser rotacionada em qualquer ângulo; elementos triangulares podem ser gerados ao longo
do perímetro da malha, do contorno de furos ou próximos de nós existentes no interior da malha.
Esconsa: O programa vai criar elementos quadriláteros de lados paralelos às direções definidas pelo
usuário como sendo a linha de base e altura da grelha.
Circular: O programa gera arcos paralelos de elementos e tenta manter a uniformidade no tamanho dos
elementos. O programa gera nós em arcos; quanto maior o raio destes arcos, maior será o
número de nós gerados no arco, afim de manter uma uniformidade no espaçamento entre os nós
do arco e entre os arcos.

Por exemplo:


STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 13
2.5.6.2 Contorno da malha de elementos

A área da malha de elementos é especificada pela definição de seu contorno. O contorno consiste de linhas retas
e/ou arcos definidos entre nós existentes. Também podem ser definidos furos (aberturas) na malha.

Defina cada segmento do contorno selecionando o tipo de segmento pelo menu existente no canto superior direito
da tela:



Note que a opção Arco pode ser utilizada mesmo em malhas do tipo Ortogonal ou Esconsa; da mesma forma
que a opção Reta pode ser especificada em malhas do tipo Circular.

Selecione os nós inicial e final de cada segmento pela opção padrão de Seleção de Nós. Continue definindo
segmentos até que o último nó de um segmento seja o primeiro nó do primeiro segmento.

Selecione:
Finalizar definição do contorno
Selecione esta opção caso já tenha finalizado toda a definição da malha e dos furos (aberturas), caso existam.
Definir o contorno de um furo
Defina o contorno de uma abertura na malha utilizando os mesmos métodos utilizados na definição do contorno da
malha.

2.5.6.3 Parâmetros da Malha de Elementos

O programa irá gerar os elementos de acordo com os parâmetros configurados pelo usuário nesta janela.




Especifique os parâmetros e clique no botão para continuar; de acordo com estes parâmetros, o
programa irá mostrar uma grelha que servirá de base para a geração da malha de elementos (esta grelha ainda
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 14
não é a malha final). Esta grelha de base ainda pode ser alterada pelo usuário utilizando as opções que irão
aparecer na caixa de diálogo da parte inferior da tela ou retornando a esta tela e modificando os parâmetros.
Parâmetros da Malha - Espaçamento

Especifique o valor padrão adotado para o tamanho dos lados dos elementos. Por exemplo, se para nosso
exemplo, acharmos que são adequados elementos de 1.0 x 1.0, especifique o espaçamento na direção X e
direção Y como 1.00.
Tamanho do menor lado de um elemento

Configure aqui o tamanho mínimo que um lado de qualquer elemento gerado pode ter. Esta opção é muito
importante para prevenir elementos distorcidos, com um lado muito menor que o outro. Aconselha-se que a
relação entre lados seja maior que 1:2, ou seja, se foi especificado que o espaçamento da grelha é de 2, é
recomendável que o valor do menor lado de um elemento seja de no mínimo 1.
Alinhar a malha com os nós existentes

O programa modificará o espaçamento da grelha de base para que suas linhas passem pelos nós existentes,
porém a distância entre as linhas nunca será menor que a especificada como o menor tamanho de lado de
elemento.

O programa manterá o espaçamento especificado e as linhas da grelha de base não passarão
necessariamente pelo nós existentes. Os nós existentes podem ser utilizados como vértices de elementos,
mas serão criados elementos de forma irregular.

Esta opção é melhor explicada pelos exemplos deste tópico.
Ignorar nós existentes

Os nós existentes dentro do contorno especificado podem ser conectados aos elementos gerados ou podem ser
ignorados pelo programa, ou seja, só serão utilizados os nós criados pelo comando Malha.

Todos os nós existentes na área definida serão conectados aos elementos.

Todos os nós existentes na área serão ignorados.

Nota: Todos os nós existentes no contorno serão sempre utilizados, independente da opção especificada.
Malha - Alinhar com barras existentes

Selecione uma das seguintes opções:

Ignorar as barras existentes ao criar a malha.
Alinhar os elementos gerados com as barras existentes e quebrá-las de acordo com os nós dos elementos.
















STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 15
Exemplo:

As barras existentes na área da malha são representadas na Figura (a):


A Figura (b) mostra a malha gerada com a opção não selecionada. Não é criada nenhuma barra adicional. As
barras existentes estão conectadas aos elementos somente nas extremidades das barras. Note que o
programa ignora as barras diagonais e não as conecta com elementos.
A Figura (c) mostra a malha gerada com a opção selecionada. Todas as barras são quebradas nos nós dos
elementos. As barras estão conectadas aos elementos em cada nó de cada barra criada. Note que os
elementos estão alinhados e conectados as barras diagonais.
Malha - Alinhar com os Elementos Adjacentes

Por padrão o programa conecta os novos elementos gerados pelo comando Malha com os elementos adjacentes
ao contorno da malha.
É recomendável que a opção de Alinhar os elementos da periferia com os adjacentes esteja ativa ( ) .

Para exemplificar a importância desta opção, temos abaixo uma Malha 2 que foi gerada adjacente a Malha 1.
Note que a Malha 2 é mais refinada que a Malha 1
Deixando a opção desativada ( ), o programa gera nós que não estão conectados a Malha 1.



Para refinarmos a Malha 1 e conectarmos todos os nós da periferia das malhas adjacentes, podemos:

Editar a Malha 1, alterando seus parâmetros (tornando-os semelhantes aos da Malha 2) e deixando a opção de
Alinhar os elementos da periferia desativada ( ). Deste modo evitaremos os elementos triangulares.


Depois podemos editar a Malha 2 deixando a opção ativada ( ), para conectarmos todos os elementos entre
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 16
as duas malhas.



Ângulo da grelha

A grelha que serve de base para a geração da malha é desenhada em relação sua linha de base.

A linha de base da grelha pode ser definida de duas formas:

Digitar diretamente o valor do ângulo na caixa de texto; este ângulo é medido do seguinte modo:

Modelos planos - A partir do eixo global X1, em sentido anti-horário.
Modelos espaciais - A partir da projeção do eixo global X1 no plano da malha. Se o plano da malha for
perpendicular ao eixo global X1, o ângulo será medido a partir do eixo global X2. Sempre
medido no sentido anti-horário.

clicar o botão e selecionar 2 nós que definem uma linha paralela a linha de base da
grelha.

2.5.6.4 Alterar as linhas da grelha de base

As linhas da grelha que servirá de base para a geração da malha podem ser modificadas:
Movendo uma linha vertical/horizontal.
Revisando o número de espaçamentos entre 2 linhas (não precisam ser adjacentes), ou seja, adicionando ou
deletando linhas nestas áreas específicas.
Movendo toda a grelha por uma distância especificada.

Para uma malha do tipo Ortogonal:


Para uma malha do tipo Circular:


Clique no botão para criar a malha final depois de ter feito todas as correções necessárias na grelha.
Mover linhas horizontais/verticais

Com esta opção pode-se mover uma linha da localização atual.

Selecione a linha (da grelha básica) e especifique a nova localização com uma das duas opções disponíveis:

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Capítulo 2.5 - 17


Mover a linha da grelha para um nó: Selecione um nó existente; a linha passará pela localização deste
nó.

Mover a linha da grelha por uma distância: Entre o valor que a linha deve transladar.
Mover a grelha:

Mova a grelha inteira na área da malha.

Especifique a distância DX e DY que a grelha deve ser movimentada:


Espaçamento horizontal/vertical

Utilize esta opção para adicionar novas linhas a grelha de base da malha.

Selecione 2 linhas paralelas (não é necessário que sejam adjacentes) e defina o novo número de espaçamentos
entre elas:



Note que os espaçamentos gerados entre as linhas serão sempre iguais.
2.5.6.5 Malha - Exemplo 1

Criar um modelo de elementos finitos de dimensões aproximadas de 1.0x1.0 para a laje mostrada abaixo na
Figura (a).

Primeiro defina os nós de referência para indicar ao programa o contorno da malha (laje) e o contorno do furo
Figura (b).
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 18



Selecione a opção Malha, escolha tipo de malha retangular e defina o contorno da malha:

Mova o mouse selecionando os nós 2, 3, 8, 20, 17 e 5, como mostrado na Figura (c).

Agora defina o furo:



Selecione:
Definir o contorno de um furo e selecione os 4 nós que definem o furo, como mostrado na Figura (c); depois
selecione:
Finalizar definição da malha.

O programa irá exibir a seguinte janela mostrando vários parâmetros, configure os parâmetros apropriadamente:



O programa mostra uma grelha básica, note que esta grelha ainda não é a malha final de elementos finitos. Esta
grelha é gerada de acordo com os parâmetros configurados na janela anterior e servirá de base para a malha
final. Existem duas grelhas possíveis, dependendo se a opção Alinhar grelha com os nós existentes, tiver sido
selecionada ou não:

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 19


Na parte inferior da tela aparece uma caixa de diálogo onde o usuário pode alterar a grelha de base atual:


Depois de fazer as correções (caso seja necessário), selecione o botão para criar a malha final.
O programa mostra agora a malha final e pergunta se está OK.

As malhas criadas para cada uma das variações mostradas acima são:



O usuário pode desejar uma outra variação de malha, que seja semelhante a malha mostarda na Figura (iv),
porém com uma linha base da malha passando pelos nós 5,6,7,8, como na Figura (v). Para isto deve-se utilizar
as opções "Mover linha" e "Alterar espaçamento". O programa irá gerar os elementos como mostrado na Figura
(vi).




STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 20
2.5.6.6 Malha - Exemplo 2

Defina um modelo para a laje em arco mostrada abaixo com elementos de aproximadamente 0.5 x 0.5.


Primeiro defina os nós de referência para a definição dos contornos da malha e do furo (1 a 10), como
mostrado na Figura (b) .
Selecione a opção Malha:
Especifique o tipo de malha como Circular:



Comece a definição do contorno; Defina a linha 1-2-3 especificando-a como um arco. Para isto
Selecione a opção Arco no menu existente no canto superior direito da tela:



Selecione o nó 1 como o nó inicial do arco; o nó 3 como o final do arco; e o nó 2 como um nó intermediário
(terceiro nó) do arco. O desenhará o arco 1-2-3.
Note que o menu muda automaticamente para Linha (padrão); Continue a definição do contorno
selecionando o nó 10.
Defina o arco 8-9-10 (semelhantemente ao arco 1-2-3) e depois selecione o nó 1 para fechar o contorno da
malha.
O programa exibirá a janela abaixo onde podemos definir o furo da laje:

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 21


Selecione:
- Definir o contorno de um furo e selecione os 4 nós de definição do furo (4-5-6-7) como mostrado na figura
(b).
- Finalizar definição do contorno quando o menu acima aparecer novamente.

Selecione 3 nós de um arco da malha, por exemplo, nós 8, 9 e 10 (ou 1, 2 e 3) para o programa poder calcular
o centro dos arcos paralelos que comporão a malha de elementos finitos.
Especifique os parâmetros da malha circular como:



O programa exibirá primeiramente a grelha básica (circular) que irá gerar a malha (Figura a):



Os arcos da grelha de base podem ser relocados (pela opção Mover um arco) ou ainda pode-se alterar o
espaçamento entre 2 arcos (pela opção Alterar espaçamento dos arcos):



Mover um arco - Selecione um arco e movimente-o pela definição de uma distância ou por um nó
existente.

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 22
Alterar espaçamento dos arcos - Selecione 2 arcos (não precisam ser adjacentes) e redefina o
número de espaçamentos entre eles; o programa dividirá a distância entre os arcos
selecionados em espaçamentos iguais.

OK - Para gerar os elementos finitos com a grelha de base mostrada na tela. A malha será criada
como mostrado na Figura (b) acima.

2.5.6.7 Editar Malha

Com esta opção pode-se editar o tipo de malha, os parâmetros, etc, de uma malha existente, ou seja, pode-se
redefinir qualquer estágio do processo de definição de uma malha já existente.

Notas:
Somente as malhas geradas pelo comando Malha existente no Menu Elementos podem ser editadas.
O contorno da malha não pode ser editado.



Selecione a malha apontando o cursor sobre os nós da periferia. Se o nó selecionado for comum a duas ou mais
malhas, o seguinte menu será visualizado.


Mover/Adicionar linhas de grade

Ver item 2.5.6.4
Editar parâmetros

Ver item 2.5.6.3
Alterar o tipo de malha

Ver item 2.5.6.1

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 23
Malha - Deletar

Selecione uma das seguintes opções:


Deletar todos os elementos ... Todos os elementos da malha serão deletados, assim como a entidade malha.

Manter os elementos ... Nenhum elemento será deletado, mas a entidade malha será apagada.



Um ou mais nó(s) utilizados na definição do contorno da malha foram movidos e agora eles formam um contorno
ilegal, ou seja, as linhas de contorno se interseccionam.

- O programa irá utilizar as coordenadas originais do contorno da malha.

2.5.7 Deletar

Selecione os elementos que deseja deletar com a Seleção Padrão de Elementos.

2.5.8 Renumerar

Utilize esta opção para renumerar elementos existentes:



STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 24

Renumerar – Individualmente:

Selecione um ou mais elementos utilizando a Seleção Padrão de Elementos.

Note que a ordem que estes elementos são selecionados é importante; eles serão renumerados na ordem que
forem selecionados.

Entre com o novo número do primeiro elemento a ser renumerado; os demais elementos serão renumerados
sequencialmente.



Caso o programa utilize algum número que já esteja sendo utilizado por outro elemento, ele irá associar o número
original do elemento renumerado a este outro elemento, ou seja, o programa irá trocar os números entre os dois
elementos.

Exemplo:
Selecione os elementos 41, 42 e 43 (nesta ordem).
Especifique 75 como o novo número do elemento 41
Os elementos serão renumerados para 75,76 e 77 respectivamente
Se o elemento 76 já existir, ele será renumerado para 42 (o programa irá trocar seus números).
Renumerar - Grelha de elementos

Selecione 3 nós definindo respectivamente os nós inicial e final da linha de base da grelha e final da linha de
altura. Depois indique a numeração do primeiro elemento da linha de base; os demais elementos serão
renumerados sequencialmente.



Todos os elementos com todos os nós de incidência dentro do paralelogramo definido pelos 3 nós selecionados
serão renumerados.
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 25

Caso o programa utilize algum número que já esteja sendo utilizado por outro elemento, ele irá associar o número
original do elemento renumerado a este outro elemento, ou seja, o programa irá trocar os números entre os dois
elementos.
Renumerar um Plano de Elementos

Esta opção é recomendada para a renumeração de modelos inteiros ou partes do modelo que consistam em mais
de um plano. Note que os plano não precisam ser paralelos entre si.

Selecione os elementos que deseja renumerar (utilizando a janela padrão de Seleção de Elementos).
Defina um plano que especifica a ordem de renumeração a ser adotada; este plano é definido pela seleção de
3 nós (deste que não estejam em linha).
Especifique a nova numeração do primeiro elemento.

A ordem da renumeração é determinada pelos seguintes critérios:
Os primeiros 2 nós selecionados para definir o plano definem o eixo x1r (ver figura abaixo); o terceiro nó define
o eixo x2r; o eixo x3r é determinado pela regra da mão direita.
O programa renumerará os elementos sequencialmente, de acordo com o ângulo entre seus planos e o plano
de renumeração. Caso existam elementos dos dois lados do plano de renumeração o programa renumerará
primeiro todos os elementos de um lado (que estiver na direção positiva do eixo x3r) e depois os elementos do
outro lado.
Para elementos que pertençam a um mesmo plano, o programa renumerará primeiro os elementos com
coordenadas de seu centro de menores valores.

Caso exista um número que já esteja sendo usado por outro elemento, o programa irá trocar os números usados
entre os elementos.

Exemplo:
Renumerar o seguinte pórtico espacial, sendo que a renumeração deve começar pelos planos perpendiculares ao
eixo global X1
Selecione os nós n1, n2 e n3 (nesta ordem) para definir o plano de renumeração.
Especifique como 1 o novo número da primeiro elemento.


Os elementos no plano x1r-x2r são renumerados primeiro (1-2).
Em seguida são renumerados os elementos pertencentes aos planos paralelos ao plano de renumeração (x1-
x2) (3-4) e (5-6).
Por último são renumerados os elementos perpendiculares ao plano x1-x2 (7-10).

2.5.9 Propriedades

O usuário define cada propriedade de elementos por:
Espessura dos elementos.
Material; podendo ser isotrópico (padrão) ou ortotrópicos.

Os elementos ainda podem ser definidos como "Elementos Fictícios" (rigidez zero).

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 26
Cada elemento pode ser associado a uma propriedade diferente. Quando um elemento é criado, ele é
automaticamente associado a propriedade padrão atual, mostrada no campo Prop da caixa de diálogo da parte
inferior da tela. A propriedade associada ao elemento pode ser alterada a qualquer momento.

Note podemos associar aos elementos propriedades que ainda não foram definidas.





2.5.9.1 Propriedades dos Elementos - Definir/Revisar

Selecione uma das propriedades e clique no botão Definir/Revisar, ou dê um duplo clique na propriedade
desejada.

Clique no botão .

Defina a propriedade dos elementos:



Propriedades - Elementos Ortotrópicos:
Com esta opção o usuário pode definir um material ortotrópico: marque a opção Ortotrópico na caixa de
diálogo; a opção Direção Y irá aparecer:

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 27


Defina o material da direção Y, onde:
'X' se refere a direção paralela ao eixo local x1 do elemento.
'Y' se refere a direção paralela ao eixo local x2 do elemento.

Aviso: É muito importante verificar a uniformidade da direção dos eixos locais x1 e x2 nos elementos ortotrópicos.


Espessura dos elementos

Especifique a espessura dos elementos nas unidades exibidas na caixa Unid..


2.5.9.2 Elementos - Atribuir uma propriedade

Selecione uma propriedade clicando uma vez sobre ela (ficará realçada).

Clique no botão Atribuir e selecione os elementos desejados pela opção de Seleção Padrão de Elementos.

Nota: As propriedades marcadas como Indefinida são propriedades que já foram atribuídas a elementos mas
ainda precisam ser definidas.


STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 28
2.5.9.3 Elementos - Deletar uma propriedade

Selecione uma das propriedades da lista (clicando uma vez sobre ela para que fique realçada).
Clique no botão .

2.5.9.4 Elementos fictícios

O usuário pode definir um elemento como "Fictício". Elementos fictícios podem ser carregados, mas,
semelhantemente às barras fictícias, eles não alteram a rigidez da estrutura e não aparecerão nos gráficos e
tabelas de resultados.

Por exemplo, utilize um elemento fictício para definir uma carga por área em um modelo que consiste
exclusivamente de barras.

Nota: Elementos fictícios DEVEM estar conectados ao MODELO em TODOS os vértices, ou seja, elementos
fictícios não devem estar em balanço os conectados somente a outros elementos fictícios; as cargas
associadas a vértices que não estejam conectados ao modelo serão perdidas pelo programa.

Selecione os elementos utilizando a Seleção Padrão de Elementos.

Caso a opção Número das propriedades existentes no menu Visualizar, for selecionada, os elementos fictícios
serão associados a letra "D" (Dummy).

2.5.9.5 Material definido pelo usuário

Define as propriedades do material definido pelo usuário. O material criado aqui estará disponível apenas no
modelo atual. Para salvar um material definido pelo usuário como material permanente do programa, selecione a
opção Configurações no menu principal do STRAP. (Ver item 2.4.7.9).

2.5.10 Eixos locais

Utilize esta opção para alterar (inverter) a direção do eixo local x3 do(s) elemento(s). O eixo local x3 é sempre
perpendicular ao plano do elemento.

Como foi explicado em Sistemas de Coordenadas, o programa tenta uniformizar a direção do eixo local x3 a fim
de evitar confusões na interpretação dos resultados. O programa tenta então, fazer o eixo x3 de um plano de
elementos apontar na mesma direção.

A figura abaixo exemplifica um caso onde os eixos padrões atribuídos pelo programa não são adequados.



A figura mostra um cilindro onde seu eixo central é paralelo ao eixo global X3. Por padrão, os eixos +x3 apontam
na direção positiva do eixo global X2, deixando, para este modelo, metade dos elementos com o eixo +x3
apontando para o centro do cilindro e metade apontando para fora do cilindro. Esta configuração não é
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 29
aconselhável. O melhor seria deixar todos os eixos +x3 apontando para fora ou para dentro do cilindro, o que
facilita o carregamento da estrutura e a interpretação dos resultados.

Selecione os elementos que deseja alterar a direção do eixo local x3 com a opção de Seleção Padrão de
Elementos.

Especifique a nova direção do eixo local x3 por uma das seguintes opções:


Por um nó:

O sentido positivo do eixo local x3 apontará para a direção de um nó selecionado.

Este nó não pode pertencer ao plano dos elementos, pois o eixo local x3 nunca pertence ao plano do elemento,
ele sempre é perpendicular ao elemento.

No exemplo acima, selecione o nó 1; todos os eixos locais x3 dos elementos apontarão nesta direção.
Pelo eixo global X1,X2,X3

O sentido positivo do eixo local x3 apontará na direção geral do sentido positivo do eixo global selecionado.

O eixo local x3 não pode pertencer ao plano do elemento, ele sempre é perpendicular ao plano do elemento.

2.5.11 Elementos - Articulações

Defina os vértices que devem ser articulados. Esta opção é similar a opção de liberação de momentos fletores
para barras.

Notas:
Serão liberados os momentos que atuam em torno do lado selecionado.
Os nós articulados ainda irão transferir os esforços cortantes.
Os elementos articulados terão resultados menos precisos que os elementos sem articulações; Para
compensar esta menor precisão, pode-se refinar mais a malha ao longo da linha de articulações.


STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.5 - 30
Linha de elementos:
Mova o para as proximidades do primeiro elemento da linha que deseja articular; quando ele estiver
realçado por um , clique o mouse para selecioná-lo.
Selecione os dois nós deste elemento que definem o lado que deseja articular.
Mova o para as proximidades do último elemento da linha que deseja articular; quando ele estiver
realçado por um , clique o mouse para selecioná-lo.

Quando a opção Visualizar>Vínculos estiver ativa, aparecerão dois pequenos círculos nos nós que foram
articulados nos elementos.
Único elemento:
Mova o para as proximidades do elemento que deseja articular; quando ele estiver realçado por um ,
clique o mouse para selecioná-lo.
Selecione os dois nós deste elemento que definem o lado que deseja articular.

Quando a opção Visualizar>Vínculos estiver ativa, aparecerão dois pequenos círculos nos nós que foram
articulados nos elementos.
Deletar articulações:

Selecione os elementos que deseja deletar as articulações utilizando a Seleção Padrão de Elementos.
Serão deletadas todas as articulações dos elementos selecionados.
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.6 - 1
2.6 Molas (Apoios Elásticos)

Definição de apoios elásticos - translacionais e/ou rotacionais - nos nós selecionados.

Para um Apoio Elástico (Mola) ser definido em uma determinada direção em um nó, este nó não pode conter um
apoio rígido (indeslocável) na mesma direção.


Definir
Definir ou alterar molas. As molas podem ser definidas em relação aos eixos Globais (padrão) ou locais
(Vide Nota abaixo). (Ver item 2.6.1).

Deletar
Deletar molas selecionadas. (Ver item 2.6.2).

Valor
Exibe o valor de todas as constantes de mola associadas a um determinado nó.
(Ver item 2.6.3).

Unidirecional
Definição de molas translacionais atuando em um só sentido dos eixos selecionados. Uma análise não
linear. (Ver item 2.6.4).

Área/linha
Definição de uma constante de mola por área/comprimento, onde o programa calcula automaticamente a
área/comprimento de influência de cada nó e aplica a respectiva constante de mola em cada nó. (Ver item 2.6.5).

Para alterar uma constante de mola já definida, clique em Definir, selecione o nó desejado e entre com o novo
valor da constante.

Nota:
Para definir uma constante de mola translacional em relação a uma direção não paralela a direção global, deve-se
associar um sistema de apoios local ao nó, como explicado em Molas - local. (Ver item 2.6.6). Não defina os
componentes globais de molas utilizando S·sin( ) e S·cos( ).







STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.6 - 2
2.6.1 Molas - Definir/Revisar
Defina as constantes de mola e selecione os nós que deseja aplicá-las:


Nota: Para definir molas em relação a uma direção não global (local), vide Molas - local.

S1 = Constante de mola de translação na direção global X1.
S2 = Constante de mola de translação na direção global X2.
S3 = Constante de mola de translação na direção global X3.

unidades: força / comprimento

rot1 = Constante de mola rotacional em torno da direção global X1.
rot2 = Constante de mola rotacional em torno da direção global X2.
rot3 = Constante de mola rotacional em torno da direção global X3.

unidades: momento / radiano
Direção

- O programa irá ignorar todos os valores zero no menu, não alterando as constantes de mola já existentes
nos nós selecionados.

- O programa irá aplicar o valor da constante de mola = 0. nas direções especificadas com o valor zero nos
nós selecionados.

Por exemplo, um nó já está definido com uma constante de mola de valor S1=3250, e deseja-se adicionar a
constante S2=1000 ao mesmo nó:

Entre com os valores na caixa de diálogo. As constantes de molas neste nó serão:

S1=3250 e S2=1000, ou;

S1=0 e S2=1000











STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.6 - 3
Exemplo:


Configure o quadro acima com: S2 = 1000 e rot3 = 520
e selecione os nós 1 e 7 utilizando a opção padrão de Seleção de Nós.
2.6.2 Deletar

Selecione os nós em que deseja deletar as molas, utilizando a Seleção Padrão de Nós.

Note que serão deletadas as molas em TODAS as direções nos nós selecionados.
2.6.3 Valor

Selecione um nó que possua molas; o programa exibirá uma caixa de diálogo na parte inferior da tela, mostrando
as constantes de molas associadas a este nó.

Note que todos os nós que tiverem exatamente as mesmas constantes de molas também serão realçados
automaticamente.

Por exemplo:



Note que não pode-se editar as constantes de mola neste quadro; para alterar as constantes, selecione a opção
Definir, selecione o nó e digite o(s) novo(s) valor(es).

2.6.4 Molas Unidirecionais

Com esta opção pode-se definir molas que atuam em um só sentido (positivo ou negativo) em relação a um eixo
selecionado. A rigidez da mola será assumida como zero caso ela esteja trabalhando no sentido oposto.

Avisos:
Molas unidirecionais são elementos não lineares e necessitam de interações para chegarmos a solução final.
Estas interações podem aumentar o tempo de processamento consideravelmente.
Por serem elementos não lineares, as regras de superposição de efeitos não são válidas. Então, as
combinações em modelos que contenham molas unidirecionais devem ser definidas no Módulo de
Carregamentos (utilizando o tipo de carga "Combinada") antes de processar o modelo e nunca depois.










STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.6 - 4
Selecione o sentido de atuação da mola em cada direção:



onde:
- a direção marcada indica o sentido de atuação da força (não reação) na mola.
- bidirecional é o valor padrão e indica uma mola regular.

Exemplo típico de fundação:

A fundação da figura abaixo está sujeita a forças de tração (arrancamento) em uma combinação específica.
Nestes casos a fundação perde o contato com o solo.
Para simular este comportamento deve-se dizer ao programa que estas molas só trabalham no sentido -X3.


2.6.5 Molas - Área / Linha

Nesta opção o programa calcula automaticamente a constante de mola em nós ao longo de uma linha ou
pertencentes a uma área, baseando-se em um Coeficiente de solo fornecido pelo usuário. Esta opção é muito útil
para a análise de vigas ou placas sobre base elástica..

Linha: O usuário seleciona uma linha de nós; o programa calcula a distância entre os nós adjacentes, multiplica
esta distância pelo Coeficiente de solo e aplica a constante de mola em cada nó da linha. Esta opção é
muito útil para análise de vigas sobre base elástica.

Área: O usuário seleciona um grupo de elementos; o programa calcula a área de influência de cada nó
conectado aos elementos, multiplicada este valor pelo Coeficiente do solo e aplica a constante de mola
em cada nó. Esta opção é muito útil para análise de placas sobre base elástica, por exemplo: radiers.
Dica: Em modelos constituídos exclusivamente de barras (por exemplo: uma grelha de barras simulando
uma laje) pode-se utilizar Elementos Fictícios para aplicar o coeficiente de solo sobre uma área.
Também pode-se criar os elementos (com qualquer propriedade), aplicar esta opção de molas por área e
depois deletar os elementos; as molas permanecerão nos nós.

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.6 - 5


Selecione os nós utilizando as opções padrões de Seleção de Nós ou Seleção de Elementos; o programa irá
calcular os coeficientes de mola e definir as molas nos nós relevantes.
Coeficiente de solo:

Entre com o coeficiente de solo de acordo com uma das seguintes opções (de acordo com as unidades de
comprimento e peso configuradas para o modelo):

Área com elementos
Entre com o valor em unidades de Força/Comprimento**3; o programa irá multiplicar o coeficiente pela área
de influência de cada nó, aplicando a constante de mola (em Força/Comprimento) em cada nó.

Linha de nós
Entre com o valor em unidades de Força/Comprimento²; o programa irá multiplicar o coeficiente pela distância
entre dois nós adjacentes, aplicando a constante de mola (em Força/Comprimento) em cada nó.
Definir área com elementos:

O coeficiente de mola é calculado da seguinte forma:
O usuário seleciona os elementos utilizando a opção padrão de Seleção de Elementos.
O programa identifica todos os nós conectados aos elementos.
O programa calcula a área de influência de cada nó, multiplica pelo coeficiente de solo especificado e aplica
as constantes de mola calculadas para cada nó.

Por exemplo, para um coeficiente de solo = 100 (F/C**3);.foram selecionados os seguintes 8 elementos:



Constantes de mola calculadas:

Nós 2, 4, 5, 13 e 16: Área = 0.5 x 0.5 = 0.25
Constante de mola = 0.25 x 100 = 25 F/L
Nós 3,8,9,12,14,15: Área = 1.0 x 0.5 = 0.50
Constante de mola = 0.50 x 100 = 50
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.6 - 6
Nós 6: Área = 3 x 0.25 = 0.75
Constante de mola = 0.75 x 100 = 75
Nós 7, 10, 11: Área = 1.0 x 1.0 = 1.00
Constante de mola = 1.00 x 100 = 100
Definir em linha de nós

Os coeficientes de mola são calculados da seguinte forma:

O usuário seleciona os nós de início e fim da linha utilizando a opção padrão de Seleção de Nós.
O programa identifica todos os nós intermediários da linha.
Calcula o comprimento de influência de cada nó, multiplica pelo coeficiente de solo e aplica as constantes de
mola para cada nó.

Por exemplo, para um coeficiente de solo = 100, na linha selecionada abaixo, temos:



Coeficiente de mola nos nós 1 e 4 = 5 x 100 = 500
Coeficiente de mola nos nós 2 e 3 = 11 x 100 = 1100
Direção da Mola

Selecione uma direção GLOBAL.

Substituir / Adicionar molas existentes:

Selecione uma das seguintes opções:

Substituir as molas existentes
O programa irá apagar as constantes de molas atuais na DIREÇÃO GLOBAL SELECIONADA nos NÓS
SELECIONADOS e substituí-las pelas constantes calculadas.

Adicionar
O programa irá adicionar o valor calculado das constantes de molas ao valor atual nos nós selecionados.

2.6.6 Molas - Eixos locais de apoio

As molas, por padrão, são definidas em relação aos eixos Globais do modelo.

Para definir molas em relação a qualquer outro sistema local (x1-x2), deve-se:

Definir um sistema local de apoio, utilizando a opção Apoios Rotacionados (Definir um sistema de
coordenadas local de apoios) existente no menu de APOIOS.
Associar um sistema local de apoio ao nó que deseja atribuir a mola, também pela opção Apoios Rotacionados
(Associar apoios ao sistema de apoios locais)
Definir as constantes de mola utilizando as opções Definir ou Área/Linha do menu de MOLAS, assumindo que
S1, S2, ..., rot3 não estão mais em relação aos eixos globais e sim em relação ao sistema local de apoio.

Notas:
As constantes de molas podem ser associadas aos nós antes dos sistemas locais terem sido definidos e
associados aos nós, ou seja, a ordem não importa.
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.6 - 7
Sistemas locais de apoio podem ser atribuídos a molas unidirecionais.
As tabelas e gráficos contendo informações de molas exibidas no Módulo de Geometria mostrarão uma nota
informando os nós que estão associados a sistemas de eixos locais de apoio.
Deve-se sempre utilizar este método para definir molas em relação a eixos não paralelos aos eixos
globais; não utilize as constantes de mola decompostas nos eixos globais usando S·sin( ) e S·cos( ).


STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.7 - 1
2.7 Cópia

A opção de Cópia é extremamente útil, facilitando e agilizando a modelagem da geometria. Com esta opção o
usuário pode copiar partes do modelo (ou ele inteiro), sendo copiados não só os nós como as barras e elementos
conectados a eles, e suas características como: propriedades, articulações, direção dos eixos locais.


Cópia por Translação
Cópia por translação: Os nós/barras/elementos são copiados para planos paralelos aos originais. A
localização da cópia é definida por uma distância da localização original.
(Ver item 2.7.1).


Cópia Rotacional
Cópia Rotacional: Os nós/barras/elementos são copiados e rotacionados em relação aos originais. O
programa pode esticar ou encolher as dimensões do bloco, mas sempre mantendo o mesmo layout de
nós/elementos. (Ver item 2.7.2).


Cópia Espelhada
Cópia espelhada: Os nós/barras/elementos são espelhados em relação a um eixo de simetria. (Ver item
2.7.3).

Notas:
Pode-se definir mais de uma cópia do bloco original em um único comando (exceto na opção de Cópia
espelhada).
O programa não criará um novo nó na localização de um já existente, mas usará o existente para a criação de
barras/elementos do novo bloco.
O programa não criará uma barra/elemento nova(o) na mesma posição de um(a) já existente.
As barras/elementos copiados serão associados a mesma propriedade das barras/elementos originais.
Vínculos entre barras/elementos serão automaticamente copiados.
Apoios e molas não serão copiados.
Eixos locais de barra (Cópia Rotacional e Cópia Espelhada):
O programa tenta rotacionar os eixos locais de acordo com a rotação da cópia. Por exemplo: uma barra cujo
eixo local x2 está apontando para o centro de um círculo é copiada n vezes, radialmente em torno do círculo:
os eixos locais de todas as barras copiadas irão apontar para o centro do círculo.
Eixos locais de elementos:
Os sistemas locais de coordenadas dos elementos são copiados junto com os respectivos elementos, fazendo
que os eixos locais das cópias apontarem o mais próximo possível dos elementos originais.
Os dois blocos (original e cópia) podem ter linhas de nós muito próximos ou comuns; o programa irá
perguntar ao usuário se deve Unificar ou não os nós próximos, conectando-os.
O usuário pode instruir ao programa para conectar com barras o bloco original e as cópias.


O bloco que será copiado é definido pela seleção de nós, utilizando a opção padrão de Seleção de Nós; as
barras/elementos que tiverem todos seus nós copiados serão também copiados. A localização da cópia é
definida pela nova localização do(s) nó(s) de referência (podendo ser definida por um nó existente ou por
coordenadas).

Para a Cópia Rotacional deve-se definir 3 nós de referência e suas novas localizações; caso a distância relativa
entre os nós de referência do bloco original e da cópia forem alteradas, as barras/elementos terão suas dimensões
alteradas proporcionalmente. A localização da cópia pode ser definida tanto por rotação quanto por translação.

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.7 - 2
2.7.1 Cópia por Translação

Com esta opção, o usuário pode criar cópias de todo ou parte do modelo.

O bloco a ser copiado é definido selecionando os nós a serem copiados, através da caixa padrão de Seleção de
Nós. As barras/elementos que tiverem todos seus nós selecionados também serão copiados. Será necessário
informar ao programa a distância entre a cópia e o bloco original; para isto o usuário seleciona um nó de
referência e sua nova localização.

Podem ser geradas mais de uma cópia de um mesmo bloco original num só comando. A distância entre as cópias
será a mesma que a distância entre o bloco original e a primeira cópia.

Exemplo:

Gerar o plano 5-6-7-8 copiando o plano 1-2-3-4:



Defina o bloco a ser copiado, selecionando os nós 1, 2, 3 e 4 utilizando a Seleção de Nós Padrão.
Selecione o nó 1 como o nó de referência.
O programa exibe a caixa de diálogo abaixo, onde o usuário define se a nova localização do nó de referência
será definida através de um nó existente ou por uma coordenada:



Selecione Por coordenadas; mova a a coordenada X1 = 0.0 , X2 = 0.0 , X3 = -5.0 (ou digite as
coordenadas na caixa de diálogo da parte inferior da tela) e clique com o mouse.
O programa exibe a seguinte janela, onde o usuário pode configurar o número de cópias, o incremento na
numeração de nós/barras/elementos e se deseja conectar as cópias com barras. Clique em OK. O programa
cria automaticamente o plano 5-6-7-8.
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Capítulo 2.7 - 3


Note que se a opção Conectar cópias com barras estiver marcada , serão geradas as barras 1-5, 2-6, 3-7, 4-
8.
Nº de Cópias:

Especifique o número de cópias que deseja gerar; a distância entre a primeira cópia e o bloco original será a
mesma que entre a segunda e primeira cópias e assim sucessivamente.

Note que se deve configurar o número de cópias, não sendo contato o bloco original. Por exemplo: para ter um
total de 4 pórticos planos, devo gerar 3 cópias do pórtico original.
Incremento na numeração de barras/elementos:

Por padrão a caixa de incremento na numeração de barras/elementos fica vazia:
Se este valor não for especificado o programa vai utilizar o primeiro número disponível como o número da
primeira barra/elemento gerada na cópia, sendo as demais numeradas consecutivamente.
Se for especificado algum valor, o programa adicionará este valor a numeração das barras/elementos. Por
exemplo: se for especificado o valor 100, a cópia da barra de número 23 terá o número 123.
Conectar cópias com barras:

O programa criará barras conectando cada nó do bloco original com sua respectiva cópia.
Especifique o número da propriedade que deseja atribuir a estas barras.
Não será criada nenhuma barra adicional.
2.7.2 Cópia Rotacional

Com esta opção o usuário pode copiar rotacionando um bloco selecionado. O bloco a ser copiado é
definido selecionando os nós através da opção padrão de Seleção de Nós. As barras/elementos que tiverem
todos os seus nós selecionados também serão copiados.

A rotação e translação destes nós são definidas pelas novas localizações dos nós de referência; a nova
localização de cada nó de referência pode ser definida por outro nó existente ou por coordenadas. Os nós de
referência formam um plano e a rotação e translação deste plano são aplicadas a todos os nós selecionados.






STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.7 - 4
Existem 4 formas disponíveis: 2 delas mantêm a forma original da geometria copiada e as outras 2 esticam ou
encolhem o bloco copiado proporcionalmente, de acordo com as novas distâncias entre os nós de referência:


Mesmo que o programa 'estique' ou 'encolha' a cópia, ele nunca vai distorcer a mesma, ou seja, a cópia será
esticada/encolhida por um mesmo fator que dependerá da nova distância entre os nós de referência.
O bloco pode ser copiado mais de uma vez em um mesmo comando; a distâncias entre uma cópia e a próxima
é a mesma que entre a 1ª cópia e o bloco original.

Esta opção é melhor explicada por exemplos.
Exemplos

Exemplo 1:

Criar a torre da Figura (c), sendo que uma face da torre já foi criada - Figura (a).




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Capítulo 2.7 - 5
1A) Gerar o plano 2-9-8-12 através da Cópia Rotacional do plano 1-2-7-8:-
--
Esta etapa vai gerar um modelo semelhante ao da Figura (b);
Primeiramente gere os nós e barras do plano 1-2-7-8. Já especifique as propriedades e vinculos das barras,
pois os mesmos também serão copiados.
Selecione todos os nós do plano 1-2-7-8 utilizando a caixa padrão de Seleção de Nós.
Escolha a opção Gerar cópias deformadas: Selecionar 3 nós de referência.
Defina os 3 nós de referência e suas novas localizações; ao selecionar cada nó de referência, o programa
mostrará a seguinte janela perguntando se a nova localização será a localização de nó existente ou será definida
por coordenadas. Caso os nós 2, 9 e 8 já tenham sido criados, clique no botão Em um nó existente e selecione
estes nós para a respectiva nova localização dos nós de referência:



Primeiro nó de referência: nó 1 - Nova localização : nó 2
Segundo nó de referência: nó 2 - Nova localização : nó 9
Terceiro nó de referência: nó 7 - Nova localização : nó 8

Notas:
A distância entre o primeiro e segundo nós de referência (nós 1 e 2 ) era de 7.0 no bloco original e passou para
5.0 na cópia (distância entre os nós 2 e 9); Todas as dimensões nesta direção serão alteradas
proporcionalmente.
Como a distância, tomada perpendicularmente entre o terceiro nó de referência e a linha formada pelos dois
primeiros nós (1-2) não foi alterada, todas as dimensões verticais permanecerão constantes, ou seja, as
distãncias da cópia iguais as do bloco original.

Após definir os 3 nós de referência e suas novas localizações, o programa exibe a seguinte janela, onde o
usuário pode configurar o número de cópias, o incremento na numeração de nós/barras/elementos e se deseja
conectar as cópias com barras.



Especifique o número de cópias como: 1 e clique em OK O programa automaticamente cria o plano 2-9-8-
12.

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.7 - 6
Note que, por exemplo, a nova localização do nó 3 (pertencente ao bloco original) no plano copiado seria
exatamente na mesma localização do nó 4, porém o programa não cria um novo nó nesta localização, pois ele
detecta que já existe um nó existente e conecta a este nó todas as barras que seriam conectadas a cópia do nó
3. Semelhantemente, não são criadas barras novas na linha 2-4-6-8.

1B) Gerar os dois planos restantes:
Esta etapa vai gerar a torre completa Figura (c):
Selecione todos os nós existentes utilizando a opção padrão de Seleção de Nós.
Escolha a opção Gerar cópias idênticas: Selecionar 2 nós e o eixo Global X2.
Defina os 2 nós de referência e suas novas localizações:
Primeiro nó de referência: nó 1 - Nova localização : nó 9
Segundo nó de referência: nó 9 - Nova localização : nó 1

Para mais explicações sobre os passos intermediários, veja a etapa 1A acima.

Exemplo 2:

Criar o pórtico menor (a direita) a partir do pórtico maior (a esquerda):


Vamos definir os nós 1, 3 e 5 como os nós de referência que formam o plano e o nó 2 como o nó de referência na
direção perpendicular:
Selecione todos os nós do pórtico a direita.
Escolha a opção Gerar cópias deformadas: Selecionar 4 nós de referência.
Defina os 4 nós de referência e suas novas localizações:


1º nó de referência: 1 - Por coordenadas - localização do nó 1'
2º nó de referência: 3 - Por coordenadas - localização do nó 3'
3º nó de referência: 5 - Por coordenadas - localização do nó 5'
4º nó de referência: 2- Por coordenadas - localização do nó 2'













STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.7 - 7
- Defina o número de cópias e o incremento na numeração de nós/barras:



2.7.3 Cópia Espelhada

Com esta opção, o usuário pode criar uma cópia espelhada de um bloco selecionado em torno de um eixo de
simetria.

O usuário seleciona um nó de referência e sua nova localização. O programa liga as posições original e nova
deste nó de referência com uma linha imaginária; do ponto médio desta linha traça outra perpendicular a esta,
criando o plano de simetria.

Todos os nós selecionados (e as respectivas barras/elementos que tenham todos seus nós selecionados) serão
copiados para o outro lado deste plano, criando uma cópia espelhada do bloco original.

O nó de referência não pode pertencer ao plano de simetria.

Exemplo:



Criar uma cópia espelhada do pórtico 1-2-3-4-5, sendo que o eixo de simetria passa pelo nó 5:

Defina o bloco a ser copiado utilizando a opção padrão de Seleção de Nós; selecionando os nós de 1 a 5.
Selecione o nó 2 como o nó de referência.
Selecione a localização do nó 7 como a nova localização.





STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.7 - 8
A janela abaixo irá aparecer. Nela pode-se configurar o incremento na numeração de nós e barras e se deseja
ou não conectar a cópia com barras. Note que o número de cópias não pode ser alterado, pois nesta opção só
pode ser criada 1 cópia espelhada.


2.7.4 Cópia - Unificar Nós



O programa gerou nós muito próximo (< 0.1) de nós já existentes. Escolha uma das seguintes opções:

Unificar
O programa não irá criar novos nós e irá conectar as novas barras/elementos nos nós já existentes.
Nunca unificar
O programa irá gerar novos nós e conectará as novas barras/elementos a estes nós.
Unificar com uma distância
Especifique a tolerância para que os nós sejam unificados. O programa irá unificar todos os nós distantes
entre si de um valor menor que a distância aqui especificada.

Note que esta opção só é válida para a cópia atual. As demais cópias, caso seja necessário, terão de ser
reconfiguradas.


STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.8 - 1
2.8 Elementos Sólidos

Com estas opções o usuário pode gerar, deletar, renumerar e atribuir material aos Elementos Finitos Sólidos.

Aviso: O módulo de Pontes não pode resolver modelos que contenham Elementos Sólidos

Os elementos sólidos são elementos de tensão onde sua espessura é definida pela distância entre os nós de
incidência.
O usuário poderá obter resultados de tensões e tensões principais em seus vértices.

Os elementos sólidos sempre são criados a partir de elementos planos quadriláteros e triangulares por expansão
ou rotação. Estes elementos planos que foram usados para gerar os sólidos podem ser deletados após a criação
dos sólidos.

Os elementos sólidos podem ter 4,5,6,7 ou 8 nós de incidência:



Note que a numeração dos elementos sólidos é independente dos elementos planos e barras, ou seja, um
elemento sólido pode ter a mesma numeração que um elemento plano ou uma barra.

Quando o ícone Sólidos é selecionado no Menu Principal do Módulo de Geometria, as seguintes opções estão
disponíveis:

Expansão
Definição dos elementos sólidos pela "expansão" dos elementos planos existentes. Veja a Figura acima
para os tipos de elementos sólidos que podem ser gerados. (Ver item 2.8.1).

Rotação
Definição dos elementos sólidos pelo "rotação" dos elementos planos existentes. Veja a Figura acima
para os tipos de elementos sólidos que podem ser gerados. (Ver item 2.8.2).

Deletar
Deletar os elementos sólidos selecionados. (Ver item 2.8.3).

Renumerar
Renumerar os elementos sólidos selecionados. (Ver item 2.8.4).

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.8 - 2
Material
Atribuir um material aos elementos sólidos selecionados ou definir um material como padrão. (Ver item
2.8.5).

2.8.1 Elementos Sólidos - Expansão

Com este comando, pode-se criar elementos sólidos através da "expansão" de elementos planos (quadriláteros
e/ou triangulares) existentes.

O usuário seleciona os elementos planos que servirão de base para gerar os elementos sólidos e um nó definindo
o final da "expansão". A distância entre o os elementos planos e este nó de referência será dividido em n partes
iguais (o usuário indica em quantas partes), criando as n camadas de elementos sólidos.

Note que o programa irá gerar automaticamente todos os nós necessários para a criação dos sólidos.

Por exemplo:


Para definir os elementos sólidos:
Defina uma base elementos finitos planos (caso eles ainda não existam).
Selecione os elementos planos que servirão de base para a criação dos elementos sólidos utilizando a opção
padrão de Seleção de Elementos.
Selecione um nó já existente que serve de referência para o fim da expansão.
O programa exibirá a seguinte janela, onde o usuário pode configurar diversos parâmetros:



Números de camadas

Defina o número de camadas de Elementos Sólidos a serem geradas entre a base de elementos planos e o nó de
referência do final da expansão.
Número do primeiro elemento sólido gerado

Especifique o número do primeiro sólido gerado. Os demais sólidos serão numerados sequencialmente.
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.8 - 3

Note que a numeração dos elementos sólidos é totalmente independente da utilizada nas barras ou elementos
planos, ou seja, um sólido pode ter a mesma numeração que um elemento plano ou uma barra.
Deletar elemento plano gerado

Deletar automaticamente os elementos planos que foram utilizados para a geração dos sólidos.

Não deletar os elementos planos
Incremento na numeração dos nós

Por padrão o caixa de incremento na numeração dos nós fica vazio:

Se este valor não for especificado o programa vai utilizar o primeiro número disponível como o número do
primeiro nó gerado na cópia, sendo os demais nós numerados consecutivamente.
Se for especificado algum valor, o programa adicionará este valor a numeração dos nós. Por exemplo: se for
especificado o valor 100, a cópia do nó de número 23 terá o número 123.

2.8.2 Elementos Sólidos - Rotação

Com esta opção pode-se gerar elementos sólidos através da "Rotação" de elementos planos.

Para gerar os Elementos Sólidos a partir da Rotação de elementos planos, deve-se:

Definir os elementos planos que servirão de base para a rotação (caso eles ainda não existam).
Selecionar os elementos planos que servirão de base para a rotação, através da Seleção Padrão de
Elementos.
Definir o eixo de rotação, selecionando dois nós existentes (n1 e n2 na figura abaixo).
Selecionar um nó de referência (pertencente ao plano dos elementos de base) e sua nova localização.

Por exemplo:


O programa exibirá então a janela abaixo, onde o usuário deve definir: o sentido da rotação (horário ou anti-
horário) e o número de camadas de sólidos a serem geradas.


STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.8 - 4
Notas:
O nó n1 não precisa ser um nó de incidência de algum elemento plano de base.
Se as distâncias R1 e R2 forem iguais, todos os sólidos gerados serão semelhantes, ou seja, d1=d2. Caso
contrário, d1/d2=R1/R2 e as dimensões Rn e dn em qualquer nó serão proporcionais a n/ .
Números de camadas

Defina o número de camadas de Elementos Sólidos a serem geradas entre a base de elementos planos e o nó de
referência do final da expansão.
Número do primeiro elemento sólido gerado

Especifique o número do primeiro sólido gerado. Os demais sólidos serão numerados sequencialmente.

Note que a numeração dos elementos sólidos é totalmente independente da utilizada nas barras ou elementos
planos, ou seja, um sólido pode ter a mesma numeração que um elemento plano ou uma barra.
Deletar elemento plano gerado

Deletar automaticamente os elementos planos que foram utilizados para a geração dos sólidos.

Não deletar os elementos planos
Incremento na numeração dos nós

Por padrão o caixa de incremento na numeração dos nós fica vazio:

Se este valor não for especificado o programa vai utilizar o primeiro número disponível como o número do
primeiro nó gerado na cópia, sendo os demais nós numerados consecutivamente.
Se for especificado algum valor, o programa adicionará este valor a numeração dos nós. Por exemplo: se for
especificado o valor 100, a cópia do nó de número 23 terá o número 123.
Sentido de Rotação

O usuário indica ao programa se deseja gerar os elementos sólidos rotacionando os elementos planos no sentido
Horário ou Anti-Horário.

O sentido é determinado a partir do eixo de rotação (definido por 2 nós: n1 e n2) de acordo com a seguinte regra:



2.8.3 Elementos Sólidos - Deletar

Selecione os elementos sólidos que deseja deletar utilizando a opção padrão de Seleção de Sólidos.



STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.8 - 5
2.8.4 Elementos Sólidos - Renumerar

Com esta opção o usuário pode renumerar os Elementos Sólidos existentes.




Nota: A numeração dos Elementos Sólidos é independente da numeração de barras e elementos planos, ou seja,
pode-se ter um elemento sólido com a mesma numeração que uma barra ou elemento plano.
Renumerar - Individualmente

Selecione um ou mais elementos utilizando a Seleção Padrão de Elementos.

Note que a ordem que estes elementos são selecionadas é importante; eles serão renumerados na ordem que
forem selecionados.

Entre com o novo número do primeiro elemento a ser renumerado; os demais elementos serão renumerados
sequencialmente.


Caso o programa utilize algum número que já esteja sendo utilizado por outro elemento, ele irá associar o número
original do elemento renumerado a este outro elemento, ou seja, o programa irá trocar os números entre os dois
elementos.

Exemplo:
Selecione os elementos 41, 42 e 43 (nesta ordem).
Especifique 75 como o novo número do elemento 41
Os elementos serão renumerados para 75,76 e 77 respectivamente
Se o elemento 76 já existir, ele será renumerado para 42 (o programa irá trocar seus números).
Renumerar um Plano de Elementos

Esta opção é recomendada para a renumeração de modelos inteiros ou partes do modelo que consistam em mais
de um plano. Note que os planos não precisam ser paralelos entre si.

Selecione os elementos que deseja renumerar (utilizando a janela padrão de Seleção de Elementos).
Defina um plano que especifica a ordem de renumeração a ser adotada; este plano é definido pela seleção de
3 nós (deste que não estejam em linha).
Especifique a nova numeração do primeiro elemento.

A ordem da renumeração é determinada pelos seguintes critérios:
Os primeiros 2 nós selecionados para definir o plano definem o eixo x1r (ver figura abaixo); o terceiro nó define
o eixo x2r; o eixo x3r é determinado pela regra da mão direita.
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.8 - 6
O programa calcula a coordenada do centro de cada elemento e renumera os elementos de acordo com estas
coordenadas.
O programa renumerará os elementos sequencialmente, de acordo com a coordenada x3r de seu centro,
começando pelos elementos do plano de renumeração (x3r = 0). Caso existam elementos dos dois lados do
plano de renumeração o programa renumerará primeiro todos os elementos de um lado (que estiver na direção
positiva do eixo x3r) e depois os elementos do outro lado.
Para os elementos que tiverem seus centros com a mesma coordenada x3r, o programa renumerará de acordo
com a coordenada x2r, começando pela que tiver o menor valor.
Para os elementos que tiverem seus centros com as mesmas coordenadas x3r e x2r, o programa renumerará
de acordo com a coordenada x1r, começando pela que tiver o menor valor.

Caso exista um número que já esteja sendo usado por outro sólido, o programa irá trocar os números usados
entre os sólidos.

Exemplo:
Renumerar o seguinte pórtico espacial, sendo que a renumeração deve começar pelos planos perpendiculares ao
eixo global X1
Selecione os nós n1, n2 e n3 (nesta ordem) para definir o plano de renumeração.
Especifique como 1 o novo número da primeiro elemento sólido.



Os elementos no plano x1r-x2r são renumerados primeiro (1-4); entre eles, os elementos de baixo são os que
possuem as coordenadas x2r de seus centros com menores valores (1-2); entre eles o elemento da esquerda é
o que possue a coordenada x1r de menor valor.
Em seguida são renumerados os sólidos dos planos paralelos (5-8) na mesma ordem explicada acima.
2.8.5 Elementos Sólidos - Material

Nesta opção o usuário pode especificar um padrão (que será automaticamente associado aos novos elementos
sólidos criados), atribuir um material para sólidos já existentes ou definir um material do usuário.



STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.8 - 7
Atribuir Material

Para atribuir um material a elementos sólidos já existentes, basta:
Selecionar um material existente na lista de materiais.
Selecionar os elementos sólidos que deseja atribuir este material, utilizando a opção padrão de Seleção de
Sólidos.

Nota: Quando for selecionada a opção Visualizar>Número das Propriedades (ou ícone ), o número do
material (mostrado em Saídas>Materiais) será indicado no centro de cada elemento, precedido da letra ' M ', por
exemplo: um sólido que esteja associado ao material 1 (da lista de materiais), terá a indicação 'M1' na tela.
Material definido pelo usuário

(Ver item 2.5.9.5).
Material Padrão

Selecione o material padrão. Este material será automaticamente associado a todos os novos elementos sólidos
criados.

Para associar um material a um sólido já existente clique no botão Atribuir material aos sólidos.


STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.9 - 1
2.9 Paredes
2.9.1 Paredes - Geral

O elemento de Parede do STRAP possibilita a rápida definição de paredes que se estendem ao longo da altura de
edifícios de múltiplos andares (como caixas de elevadores e de escadas).
O usuário define a seção transversal da parede e os nós de referência que a parede será conectada; o
programa automaticamente cria os demais nós e os conecta com elementos e barras.
Cada seção de parede pode consistir de vários segmentos (elementos e barras), por exemplo:


O número de segmentos é ilimitado, e seu arranjo e orientação são totalmente definidos pelo usuário; cada
segmento pode ter uma largura diferente, as vigas podem ter alturas diferentes. Por exemplo:


Cada parede possui um "ponto de referência" (sempre no final de um dos segmentos). É neste ponto que a
parede é conectada ao modelo.
Quando a parede é conectada ao modelo, o programa gera uma série de elementos retangulares e barras
(formando os segmentos) e cria todos os nós adicionais necessários.

Exemplo: A seguinte parede foi definida e conectada ao modelo:




STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.9 - 2


Nota:
Parede - Eixos padrões


Note que o sentido positivo do eixo sempre aponta para o sentido positivo do eixo Global mais próximo.

Agora observe na figura abaixo que cada barra inserida como segmento na seção transversal gera na verdade 3
barras no modelo: 1 barra no lugar da viga propriamente dita e mais uma em cada extremidade desta para
transferir os momentos dos elementos para a viga (lembre-se que elementos não podem transmitir momentos em
torno de seu eixo local x3!). Veja a figura abaixo:











STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.9 - 3
Notas:

O programa cria um único elemento entre os nós ao longo do eixo de altura da parede. Normalmente isto nos
leva a um elemento por pavimento. Os testes tem mostrado que os resultados obtidos por esta aproximação
são suficientemente precisos para edifícios de múltiplos andares usuais (veja o Manual de Verificação do
STRAP). Caso deseje melhor a precisão, pode-se definir nós intermediários entre os pavimentos, obrigando o
programa a quebrar a parede em mais segmentos. Note que quanto maior o número de nós do modelo, maior
o tempo de processamento.


Os segmentos de parede são conectados ao resto do modelo por seus nós, entretanto podem existir nós do
piso que não coincidem com os nós da parede, mas estão fisicamente dentro da parede. O programa pode
procurar estes nós automaticamente e conectá-los utilizando o recurso de diafragmas rígidos do STRAP.

Para facilitar a definição das seções transversais muito complicadas, pode-se separar uma parede em duas.
Por exemplo:
Defina a Parede 1 e a Parede 2 separadamente. Conecte a parede 1
utilizando o ponto B como "ponto de referência" conectado no nó 'x'. Agora conecte a parede 2 utilizando o
ponto C como "ponto de referência" e o conecte também no nó 'x'.

Os resultados dos elementos de parede serão mostrados como resultados de barras: força axial, momentos e
cortantes gerados para cada segmento.

2.9.2 Parede - Principal

Através do menu PAREDE, existente no Módulo de Geometria, o usuário pode definir as paredes, deletá-las,
renumerá-las, e definir suas seções transversais.

Para mais explicações sobre o elemento de parede, veja Paredes – Geral (Ver item 2.9.1).

Quando o ícone parede for selecionado no Menu Principal da geometria, o programa exibirá as seguintes opções:

Parede
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.9 - 4
Definição de um elemento de parede conectando dois nós de referência. (Ver item 2.9.3).

Linha
Definição de uma linha de paredes, indicando ao programa os nós inicial e final da linha. O programa
localiza automaticamente os nós existentes ao longo desta linha e os conecta com os elementos de parede.
(Ver item 2.9.3).

Seção
Definir e associar às paredes suas seções transversais (paredes e vigas) e materiais. (Ver item 2.9.4).

Deletar
Deletar as paredes selecionadas. (Ver item 2.9.5).

Rotacionar
Rotacionar as paredes selecionadas em torno de seus "pontos de referência" (as paredes continuarão
conectadas aos mesmos nós). (Ver item 2.9.6).

Renumerar
Renumerar paredes já existentes. (Ver item 2.9.7).

Conectar
Criar conexões rígidas (diafragmas rígidos) entre os nós das paredes e dos pisos. (Ver item 2.9.8).

2.9.3 Parede/Linha de Paredes

Defina a parede da mesma forma que se define uma barra, ou seja, selecionando seu nó inicial e final (sempre em
relação ao "ponto de referência" da parede). Existem duas formas possíveis:

Selecione o nó inicial e final da parede; o programa cria somente uma parede conectando estes 2 nós.

Selecione o nó inicial e final de uma linha de nós; o programa identifica automaticamente os nós
intermediários nesta linha e cria uma série de paredes conectadas entre si.

Exemplo de linha:


STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.9 - 5
2.9.4 Parede - Seção Transversal

Defina/edite a seção transversal da parede ou atribua uma seção a uma parede já existente:

Clique na seção desejada e escolha uma das opções:



2.9.4.1 Definição da Seção Transversal da Parede

Defina a seção da parede especificando seus segmentos e vigas (caso possua).
Cada segmento pode ter uma largura diferente e cada viga pode ter uma altura diferente.
Os segmentos devem estar conectados entre si; as vigas tem que estar conectada nos segmentos em suas
duas extremidades, ou seja, não pode estar em balanço.
As extremidades dos segmentos podem ser definidas por coordenadas, na extremidade de outro segmento ou
em qualquer ponto ao longo de outro segmento.

Veja os Exemplos de paredes para uma explicação mais detalhada, ou:


STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.9 - 6
Seção - Nome

O programa sugere um nome padrão para a parede. Caso deseje, altere este nome.
Seção - Material

Selecione o material da parede.

Podem ser utilizados tanto materiais padrões como materiais do usuário criados pelas opções de
barras/elementos.
Seção - Propriedades

As propriedades da seção podem ser editadas a qualquer instante, sendo:
Segmento de parede - Largura
Segmento de viga - Largura e altura


Seção - Final do segmento

Cada novo segmento é definido especificando sua extremidade final:
Pela distância da sua extremidade inicial (DX, DY);
Pela extremidade de outro segmento já existente;
Em qualquer ponto ao longo de outro segmento já existente.
Seção - Início do segmento

O início de um novo segmento pode ser definido:
Pelo final do segmento anterior (padrão);
Pela extremidade de outro segmento já existente;
Em qualquer ponto ao longo de outro segmento já existente.
Seção - Deletar segmentos

Utilize esta opção para deletar algum(ns) segmentos da parede. Note que só podem ser deletados
segmentos que não quebram a continuidade da parede. Por exemplo:


Mova o para as proximidades do segmento desejado até que este fique realçado com um , então clique o
mouse para selecionar o segmento.
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.9 - 7
Seção - Editar

Para editar as dimensões de um segmento:
Mova o para as proximidades do segmento desejado até que este fique realçado com um , então clique o
mouse para selecionar o segmento.
O programa mostra as informações referentes a este segmento selecionado, por exemplo:


Se o segmento fizer parte de uma figura fechada, pode-se mover a extremidade final, a extremidade inicial ou
ambas as extremidades:


Seção - Ponto de referência

Para definirmos uma parede no modelo, especificamos seus nós inicial e final. o "Ponto de Referência" da parede
é o ponto que será conectado ao modelo através dos nós inicial e final

O usuário pode mover o ponto de referência para qualquer extremidade de um segmento; mova o para as
proximidades do ponto onde deseja locar o ponto de referência até que este fique realçado por um e clique o
mouse.


Seção - Desfazer

Clique neste botão para desfazer a última ação, por exemplo, deletar o último segmento definido ou restaurar o
último segmento deletado, etc.
Seção - Segmentos Colineares

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.9 - 8
O programa exibe os resultados separadamente para cada segmento da parede. Em alguns casos, temos que
definir segmentos colineares separados. Com esta opção podemos juntar estes segmentos colineares ou voltar a
separá-los. Por exemplo os segmentos (a)-(b) e (c)-(d) na parede abaixo:


Selecionar:

Combinar todos seg. colineares - O programa identifica todos os segmentos colineares e os combina
automaticamente.

Separar todos seg. colineares - O programa identifica todos os segmentos colineares combinados e os
separa.

Combinar 2 segmentos - Selecione 2 segmentos colineares adjacentes; eles serão combinados.

Separar um segmento - Selecione um segmento que esteja combinado; este segmentos será
separado.

Nota:
'Resultados dos segmentos' - combinados ou separados - são indicados entre os sinais <--------------->
As vigas não podem ser combinadas.
Atribuir uma seção a parede

Para atribuir uma seção transversal (definida ou não) a uma parede já definida:
Clique na seção desejada.
Clique no botão Atribuir
Selecione as paredes que deseja atribuir esta seção usando a Seleção Padrão de Paredes.
2.9.5 Paredes - Deletar

Selecione as paredes que deseja deletar usando a Seleção de Paredes Padrão.





STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.9 - 9
2.9.6 Parede - Rotacionar

As paredes são conectadas ao modelo pelos "pontos de referência" de acordo com a orientação padrão. Utilize
uma das opções abaixo para alterar a orientação da parede:


Notas:
A rotação é sempre em relação a orientação padrão, e não a orientação atual.
O sentido anti-horário é o sentido positivo.
A parede pode ser rotacionada e espelhada ao mesmo tempo.

2.9.7 Parede - Renumerar

Selecione uma ou mais paredes usando a Seleção Padrão de Paredes.

Note que a ordem que estas paredes são selecionadas é importante; elas serão renumeradas na ordem que forem
selecionadas.



Entre com o novo número da primeira parede a ser renumerada; as demais paredes serão renumeradas
sequencialmente.

Caso o programa utilize algum número que já esteja sendo utilizado por outra parede, ele irá associar o número
original da parede renumerada a esta outra parede, ou seja, o programa irá trocar os números entre as duas
parede.

Exemplo:
Selecione as paredes 41, 42 e 43 (nesta ordem).
Especifique 75 como o novo número da parede 41
As paredes serão renumeradas para 75, 76 e 77 respectivamente.
Se a parede 76 já existir, ela será renumerada para 42 (o programa irá trocar seus números).
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.9 - 10
2.9.8 Parede - Conexões Rígidas

As paredes são conectadas ao modelo somente por seus nós de extremidade.
Entretanto podem existir nós do piso, que fisicamente se encontram dentro da parede, mas não coincidem com os
nós de extremidade da parede.

Esta opção procura automaticamente estes nós e os conecta a parede criando diafragmas rígidos . A conexão é
do tipo "Rígida em uma direção" em X1, X2 e X3.

Exemplo:


Aviso: Antes de usar este recurso, estude o recurso de Diafragmas Rígidos do STRAP.

2.9.9 Exemplos – Paredes
2.9.9.1 Exemplo 1

Defina a seguinte seção:


Note que todas as dimensões são externas.

O programa assume que o ponto inicial do primeiro segmento está locado em ponto arbitrado de coordenada (0,0)
e que este é o ponto de referência:
Especifique:
Defina o segmento 's1':



STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.9 - 11


Defina o segmento 's2':



Defina o segmento 's3' como uma viga de comprimento DX = 100:



Por último defina o segmento 's4' como uma Parede com DX = 100

A seção é mostrada como:



Mover o ponto de referência para a quina na parede:
Clique no botão Vértice de referência, mova o para as proximidades da extremidade desejada até que esta
fique realçada com um e clique o mouse.




STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.9 - 12
2.9.9.2 Exemplo 2

Definir a seguinte parede:


Defina os segmentos s1 a s7 como explicado do Exemplo 1.


Feche a seção:


Mova o para as proximidades do vértice inicial da seção até que o mesmo fique realçado por um e clique o
mouse.

Agora insira o segmento central:



Mova o para as proximidades do segmento 's1' até que o mesmo fique realçado por um e clique o mouse.

Especifique a localização do vértice inicial deste segmento central no segmento 's1':


Agora especifique o vértice final:

STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.9 - 13

Mova o para as proximidades do segmento 's5' até que o mesmo fique realçado por um e clique o mouse.

Especifique Distância do ponto inicial = 30

A seção será mostrada na janela:



STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.10 - 1
2.10 Submodelo

Um submodelo é um modelo criado em uma área de trabalho temporária. Um submodelo pode ser copiado
quantas vezes forem necessárias e em qualquer localização ou angulação no modelo principal. Note que sempre
será copiada toda a geometria do submodelo, incluindo: apoios, molas, offstes, diafragmas rígidos, etc. Os
carregamentos, casos existam no submodelo, não serão copiados.

O submodelo pode ser salvo em um modelo separado em qualquer diretório.

Existem 3 métodos de criação de submodelos:




No menu superior do submodelo, as seguintes opções são válidas:



Note que tanto o modelo principal quanto o submodelo permanecerão abertos enquanto o submodelo não for
fechado; o usuário pode ir de um para outro através dos ícones abaixo:

Ícones no menu lateral:


Assistente de Modelagem

Criar o submodelo a partir de um dos modelos parametrizados existentes no Assistente de Modelagem.

Note que é possível gerar o modelo parametrizado e efetuar alterações neste modelo antes de adicioná-lo ao
modelo principal. (Ver item 2.1.3.).
Modelo Existente

Selecione um dos modelos existentes para adotá-lo como Submodelo.
Caso o modelo desejado esteja no diretório atual, basta selecioná-lo na lista de modelos exibida. Caso o modelo
esteja em outro diretório, clique no botão Mudar de Diretório e escolha o outro diretório.
Modelo Novo

Caso o submodelo ainda não exista, pode-se definir um novo modelo e adotá-lo como submodelo. (Ver item
2.10.1.).

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Capítulo 2.10 - 2
2.10.1 Submodelo - Tela Principal

O programa mostra na tela a geometria do submodelo. As opções de definição da geometria são exibidas no
menu lateral a direita da tela:

Definição dos nós, incluindo: (Ver item 2.2).

Definição dos nós pelas coordenadas
Definição dos nós por equações (onde os nós já podem ser conectados por barras ou elementos finitos)
Mover nós (e as barras/elementos conectados a eles)
Alterar o sistema de coordenadas do modelo (cartesiano ou cilíndrico).

Apoios
Definição de apoios e diafragmas rígidos. (Ver item 2.3).

Barras
Definição de elementos de barras, incluindo: (Ver item 2.4).
Definição da barra (entre dois nós)
Propriedades
Materiais
Vínculos (articulações)
Offsets rígidos (excentricidades)
Orientação dos eixos locais

Elementos
Definição de elementos finitos planos quadriláteros e triangulares, incluindo: (Ver item 2.5).
Definição dos elementos
Propriedades
Materiais (incluindo materiais ortotrópicos)

Molas
Definição de apoios elásticos. (Ver item 2.6).

Cópia
Copiar uma parte selecionada do modelo, incluindo nós, barras/elementos, propriedades e vínculos. As
cópias podem ser geradas por translação, rotação ou espelhadas. (Ver item 2.7).

Modelo Principal
Retornar ao modelo principal (o submodelo não será descartado; o usuário pode voltar a submodelo a
qualquer momento).

Adicionar ao Modelo Principal
Adicionar toda a geometria do submodelo ao modelo principal. (Ver item 2.10.2).


STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.10 - 3
Barra de menu superior:



Arquivo (Ver item 2.10.3).
Visualizar (Ver item 1.3.3).

Veja também o tópico Modo Comando para detalhes de geração da geometria via comandos de teclado
2.10.2 Adicionar o submodelo ao modelo principal

O submodelo é adicionado ao modelo principal por um método semelhante ao utilizado no comando de "Copia
por Rotação"; são selecionados pelo usuário 3 nós de referência no submodelo e os nós correspondentes a
estes no modelo principal. O programa conectará o submodelo ao modelo principal por estes 3 nós. Caso seja
necessário o programa pode esticar ou encolher o submodelo.

Note que esta opção sempre copia o submodelo inteiro, incluindo: apoios, molas, offsets, propriedades,
diafragmas rígidos, etc. Será somente adicionada a geometria do submodelo, ou seja, os carregamentos, caso
existam, serão ignorados.

Como foi explicado acima, a cópia é definida por três nós de referência:
Podem ser escolhidos quaisquer 3 nós, desde que estes não estejam em linha, pois por uma linha, passam
infinitos planos.
Os nós de referência podem ser locados no espaço, logo, o submodelo pode até ser rotacionado ao ser
inserido no modelo principal. Os 3 nós de referência serão selecionados no submodelo e a cópia será feita
pela localização destes nós no modelo principal, sendo que será respeitada a ordem de seleção dos nós.
Caso as distâncias entre o primeiro e segundo nós de referência ou entre o terceiro e segundo nós de
referência não for a mesma no submodelo e no modelo principal, o programa irá esticar ou encolher todos os
elementos proporcionalmente; o programa não distorcerá a cópia, ou seja, todas as barras paralelas serão
encolhidas ou esticadas por um mesmo fator.

Notas:
O programa não criará nós novos onde já existirem nós no modelo principal.
O programa não criará barras/elementos novos na localização de barras/elementos existentes no modelo
principal.
Os apoios e molas paralelos aos eixos globais definidos no submodelo, serão orientados o mais próximo o
possível paralelo ao eixo global correspondente no modelo principal. Os apoios e molas definidos de acordo
com o sistema local de apoio, serão rotacionados para a mesma orientação que a existente no submodelo.

Para entender melhor esta opção, veja o exemplo abaixo:

Exemplo: Criar o modelo mostrado na Figura (a) a partir do submodelo mostrado na Figura (b).
Suponha que já tenhamos criados os nós 1 a 4 e 11 a 14 no modelo principal e também o plano 1-2-7-8 no
submodelo.




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Capítulo 2.10 - 4
Criar o plano 1-2-11-12 a partir do submodelo:
Defina os 3 nós de referência no submodelo:
1º nó de referência: 1
2º nó de referência: 2
3º nó de referência: 8

Defina a localização dos 3 nós no modelo principal:
1º nó de referência: 1
2º nó de referência: 2
3º nó de referência: 12

Criar o plano 2-3-13-12 a partir do submodelo:
Defina os 3 nós de referência no submodelo da mesma forma que o explicado acima.

Defina a localização dos 3 nós no modelo principal:
1º nó de referência: 2
2º nó de referência: 3
3º nó de referência: 13

Note que, na geração do segundo plano (2-3-13-12), a distância entre o 1º e 2º nós de referência é alterada de 7.0
no submodelo para 5.0 no modelo principal; todas as dimensões nesta direção são revisadas proporcionalmente.

Como a distância entre o 2º e 3º nós de referência são as mesmas no submodelo e no modelo principal, todas as
distâncias verticais (paralelas a X2) permaneceram constantes.

O programa poderia ter criado um nó na nova localização do nó 2 (por exemplo), entretanto, ele verifica que já
existe um nó na mesma localização e, além de não criar um nó novo, ele conecta todas as barras/elementos ao nó
existente. O mesmo procedimento é utilizado em barra e elementos, por exemplo, ao criar o segundo plano, já
existiam barras na linha 2-12, o programa detecta estas barras e não cria novas na mesma localização.
2.10.3 Submodelo - "Arquivo"


Salvar o Submodelo

Salvar o submodelo em um diretório selecionado pelo usuário. O programa perguntará o título do modelo e o
salvará como um modelo separado.
Caso o submodelo tenha sido gerado a partir de um "Modelo Existente", será mostrado o seguinte menu:


Selecione: Substituir modelo existente para salvar o submodelo atual por cima do modelo em que foi gerado.

Note que o submodelo não será fechado; você pode continuar definindo o submodelo ou adicioná-lo ao modelo
principal.
Sair do Submodelo

Fechar o submodelo sem salvá-lo. O submodelo será fechado e serão perdidas todas as alterações não salvas
até o momento.
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Capítulo 2.10 - 5
Sair e Salvar Submodelo

Fechar o submodelo, salvando-o em um diretório selecionado pelo usuário. O programa perguntará o título do
modelo e o salvará como um modelo separado.

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Capítulo 2.11 - 1
2.11 Geometria - Menu "Saídas"


Saídas - Nós



onde:
X1, X2, X3 = Coordenadas em relação aos eixos globais X1, X2 e X3, respectivamente.
Saídas - Apoios



onde:
0 = liberado.
1 = restringido.

Sendo X1, X2 e X3 os graus de liberdade de translação nas direções globais e X4, X5 e X6 os graus de liberdade
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Capítulo 2.11 - 2
de rotação em torno de X1, X2 e X3, respectivamente.

Direções relevantes:
Pórtico plano : X1,X2,X6
Grelha plana : X3,X4,X5
Pórtico espacial: X1 to X6
Saídas - Propriedades



As propriedades estão sempre em relação aos eixos locais, onde:

A = Área da seção transversal.
I2,I3 = Momento de inércia em torno dos eixos x2,x3.
J = Momento de inércia torsional.
SF2,SF3 = Fatores de forma em torno dos eixos x2,x3.
Material = Número do material associado a propriedade (veja tabela de Materiais).
h2,h3 = Dimensões máximas paralelas aos eixos x2,x3.
e2,e3 = Distâncias máximas entre o CG. da seção e seu perímetro (excentricidade máxima), paralela a x2,x3.

Todas as propriedades são mostradas na unidade que foi definida primeira propriedade. A unidade é exibida
acima da tabela.
Saídas - Barras


onde:
JA = Nó inicial
JB = Nó final
JC = Nó JC nó/ou
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Capítulo 2.11 - 3
BETA = Ângulo BETA (veja o Manual do Modo Comando para uma explicação detalhada do ângulo BETA)

Liberações = liberações de esforços em JA e JB. As 6 colunas são:
(Ver item Saídas - Condições nas extremidades das barras).
A = Força Axial (duas extremidades):
vazio ou n = não liberado.
y = força axial liberada.
t = barra trabalhando só a tração.
c = barra trabalhando só a compressão.
J = Momento Torsor (duas extremidades):
vazio ou n = não liberado.
y = Momento torsor liberado.
MVMV = Momento Fletor e Cortante em JA e JB, respectivamente:
vazio ou n = não liberado.
y = liberado nas direções locais x2 e x3.
2 = liberado somente na direção local x2.
3 = liberado somente na direção local x3.

Compr = Comprimento da barra
Prop = Número da propriedade associada a barra ou barra Fictícia (ver tabela de Propriedades)
Mat = Número do material associado a barra (ver tabela de Materiais).
Cossenos diretores = Cossenos dos ângulos entre o eixo local x2 e os globais X1,X2,X3, respectivamente.
Offs. nº = Número do grupo de OFFSET associado a barra (ver tabela de Offsets)
Saídas - Elementos Finitos Planos



onde:
JA,JB,JC,JD = 4 nós de incidência do elemento, na ordem de definição.
Área = Área da superfície do elemento.
Espess. = Espessura do elemento.
Mat. = Material associado ao elemento (ver tabela de Materiais)
Articul. = Articulação nos lados do elemento, onde 'y' (yes) indica que o lado está articulado e vazio ou 'n' indica
que o lado não está articulado. A primeira letra representa o primeiro lado (entre os nós JA e JB). as
outra letras representam os demais lados do elemento, começando em JB e seguindo no sentido anti-
horário, conforme a figura abaixo.


Saídas - Molas (Apoios elásticos)



onde:
STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.11 - 4
S1-S6 = Constantes de mola nas direções X1-X6, respectivamente.
U+/U- = Indica se a mola está trabalhando só no sentido negativo do eixo (U-) ou positivo (U+). Caso nenhuma
das duas opções apareça, a mola está trabalhando nos dois sentidos. (Veja o tópico de Molas Unidirecionais para
uma explicação detalhada deste tipo de mola).
Saídas - materiais



Onde todos os valores são mostrados de acordo com as unidades de modelagem (mostradas acima da tabela).
Saídas - Offsets



onde:
N.º = Número do Offset.
Sistema = Sistema no qual foi definido o Offset: GLOBAL ou LOCAL
OFFSET em JA/JB = Distância entre o nó JA/JB até o final do Offset (medida no respectivo Sistema que foi
definido o Offset).
Saídas - Vínculos

Exibe as informações dos vínculos (articulações, liberações de cortante, axial, etc):



São mostradas informações das duas extremidades das barras (JA, JB), onde:
"Livre" indica que o esforço está liberado nesta extremidade (articulação).
Axial: Tração = Barra trabalhando somente a tração
Compr = Barra trabalhando somente a compressão
M2,M3: "S = .." indica ligação Semi-Rígida.


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Capítulo 2.11 - 5

Saídas - Sistema de Coordenadas Locais de Apoios


onde:

Sistema nº = Número do sistema local.
JA, JB, JC = Nós de definição do sistema de coordenadas local de apoio.
Saídas - Diafragmas Rígidos



Onde o número indicado sob as colunas Rígida nos planos e Rígida nos eixos indica o nó de menor numeração
que este está conectado rigidamente no respectivo plano/eixo.

Nota: Na opção Visualizar>Diafragmas Rígidos, este número aparece precedido da letra "R" (Rígido).
Saídas - Sólidos



onde:
JA, ... ,JH = Os 8 nós de incidência possíveis do elemento sólido.
Volume = Volume do sólido.
Mat = Material associado aos sólidos (ver tabela de Materiais).




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Capítulo 2.11 - 6

Saídas - Seções das Paredes

Exibe a seção transversal, dimensões e propriedades geométricas de todas as paredes já definidas (na unidade
utilizada na modelagem):



Nº = Número da seção da parede.
Nome = Nome da seção da parede (se for diferente do nome padrão)
Area = Área da seção transversal da parede
Ix,Iy = Momentos de inércia (em torno do centro de gravidade da seção)
C.O.G = Distância entre o Centro de Gravidade e o ponto de referência ( marcado com um * na figura ).
Mat = Material da parede.
Saídas - Paredes

Exibe as informações dos segmentos das paredes:



Nº = Número do segmento.
JA,JB = Nós inicial e final do segmento (quando definido)
Seção = Número da seção e seu nome (se não for igual ao padrão)
Ang = Ângulo de rotação em relação orientação padrão. F indica que a seção foi espelhada (flipped).
Compr = Comprimento do segmento da parede (JA-JB)
Volume = Área da parede * Comprimento (não incluindo as vigas definidas na seção transversal das paredes).



STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.11 - 7

Formato das saídas

Especifique o número de casas decimais a ser exibidas nas saídas tabeladas para cada um dos itens:


Saídas - Imprimir tabelas
Imprimir todas as saídas
Imprimir todas as tabelas da geometria para o modelo inteiro.

Imprimir saídas selecionadas
Imprimir somente as saídas selecionadas na janela abaixo. Pode-se imprimir somente as informações dos
nós/barras/elementos que estiverem aparecendo na tela ou do modelo inteiro.



STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.11 - 8

Imprimir nós/barras/elementos não visualizados na tela

- Serão impressas as informações de todo o modelo.

- Somente serão impressas as informações dos nós/barras/elementos exibidos na tela.
Incluir desenhos enviados ao Editor Gráfico

Incluir desenhos enviados ao Editor Gráfico
Adicionar os desenhos salvos no Editor Gráfico do STRAP.
Imprimir Desenho

(Ver item 1.4.7).
Imprimir/editar desenho

(Ver item 1.4.11)



STRAP ________________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 2.12 - 1
2.12 Geometria - Menu "Arquivo"


Salvar

Salva a geometria atual e continua.
Carregamentos

Salva o modelo e abre o Módulo de Carregamentos.
Fechar (Tela Inicial)

Salva o modelo e retorna a Tela Inicial do STRAP (Lista de modelos).
Resultados

Visualiza/Imprimi os resultados atuais.
Calcular

Resolve o modelo atual e procede aos resultados.
Análise Dinâmica

Salva o modelo e abre o Módulo de Análise Dinâmica.
Módulo de Seções – CROSEC

O Módulo de Seções - CROSEC é um programa para o cálculo das propriedades geométricas de seções
transversais (área, momentos de inércia, centro de gravidade, etc).
Módulos de Concreto / Metálica / Pontes

Inicia um dos pós-processadores.
Sair

Salva o modelo (geometria) e sai do STRAP
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.1 - 1
3 Carregamentos

O programa pode resolver modelos que contenham vários carregamentos. Cada carregamento pode conter
cargas nodais, cargas em barras, pressões nos elementos, recalques de apoio, cargas de temperatura e
cargas globais.
As cargas definidas são mostradas graficamente, sobrepondo-se sobre a geometria.
São mostradas na tela todas as cargas existentes no Carregamento que esteja sendo definido/editado.

Novo
Começar a definir um novo carregamento. (Ver item 3.1).

Editar
Editar um carregamento já existente. (Ver item 3.2).

Deletar
Deletar completamente os carregamentos selecionados. (Ver item 3.10).

Desativar
Desativar carregamentos selecionados. Estes carregamentos não serão deletados; eles somente são
serão resolvidos pelo programa. (Ver item 3.11).

Carga Móvel
O programa cria automaticamente uma série de carregamentos a partir de um carregamento específico.
As Cargas Globais existentes nestes carregamentos vão estar defasadas por um incremento constante definido
pelo usuário. (Ver item 3.12).

Alternar Cargas
O programa gera automaticamente uma série de carregamentos diferentes alternando arranjos com
cargas permanentes e acidentais nos diversos vãos da estrutura. Cada arranjo destes é salvo como um
carregamento diferente. (Ver item 3.13).

Efeito P-∆)
Cálculo do efeito de segunda ordem P-∆ na estrutura. (Ver item 3.14).

Vento
Definição de cargas de vento segundo diversas normas. (Ver item 3.17).

Cópia de Carregamentos
Cópia de um carregamento inteiro. (Ver item 3.16).

Sway
Definição dos nós onde o usuário irá arbitrar um valor de Sway/Drift no Módulo de Metálica.(Ver item 3.15)


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.1 - 2
No Menu Superior temos as seguintes opções:




Arquivo (Ver item 3.18).
Visualizar (Ver item 3.19).
Saídas (Ver item 3.20).

Veja também:
Manual do Modo Comando para detalhes de definição de cargas digitando comandos. (Ver item 1.6).
Exibir cargas para detalhes sobre convenções na exibição de cargas na tela. (Ver item 1.3.3).

3.1 Definir/Editar um carregamento

Digite o título do carregamento:





Selecione um tipo de carregamento:


Cargas Nodais (Ver item 3.3).

Cargas nodais são forças e momentos concentrados aplicados nos nós da estrutura. Eles são definidos em
relação ao sistema de coordenadas global.

O peso próprio pode ser definido como carga nodal, o programa irá computar a reação de uma carga de peso
próprio uniforme de cada elemento e a aplicará como carga concentrada nos nós finais do elemento.

Cargas nas Barras (Ver item 3.4).

As Cargas nas barras são uniforme, linearmente distribuídas ou cargas concentradas aplicadas em qualquer local
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.1 - 3
ao longo do comprimento da barra.(entre o nó final e inicial da barra).

Cargas nas barras podem ser definidas em direções paralelas ao eixo local da barra, ou na direção dos eixos
globais do modelo.

O peso próprio e a temperatura (expansão/contração ou gradiente) são definidos como cargas nas barras.

Cargas nos Elementos (Ver item 3.5).

A pressões nos elementos são aplicadas em toda a sua área de superfície de elementos quadriláteros ou
triangulares.

A pressão não é necessariamente aplicada normal a superfície do elemento; a carga pode ser aplicada em
qualquer direção dos eixos local (elemento) ou global (modelo); Em todos os casos, o total de carga aplicada é a
pressão multiplicada pela área da superfície do elemento.

Deslocamentos Impostos (apoios) (Ver item 3.6).

Os deslocamentos impostos nos apoios podem ter sua entrada em qualquer direção (graus de liberdade),
incluindo rotações.

Estes deslocamentos somente devem ser aplicados a nós que tenham sido restringidos no mesmo grau de
liberdade (direção de restrição do apoio).

Cargas Combinadas (Ver item 3.7).

Utilize esta opção para combinar carregamentos existentes para criar novos carregamentos; os carregamentos
existentes podem ser multiplicados por um fator.

Note que o modulo de resultados do STRAP tem também a opção de cargas combinadas. Em geral é mais
conveniente definir as combinações após a solução, ou seja antes do calculo do modelo, pois:

O tempo de solução decresce.
As combinações podem ser revisadas sem que tenha que resolver o modelo novamente.

Nota: O efeito P-Delta é um efeito não linear, portanto a sobreposição dos efeitos não é aplicada. Assim a
combinação de modelos com efeito P-Delta devem ser definidas nos Carregamentos, ou seja antes da solução do
modelo.

Esta opção pode ser utilizada para inserir um carregamento existente em um novo carregamento.

Cargas Globais (Ver item 3.8).

A localização da carga pode ser definida em relação ao sistema de coordenadas global. O programa localiza os
nós e elementos no contorno das "cargas globais" e as converte em cargas nodais ou cargas nos elementos
equivalente, de acordo com o requisitado pelo usuário.

Esta opção é de uso em modelos caracterizados por cargas patterns que não coincidem exatamente com os nós
ou elementos, como em Pontes.

Cargas globais podem ser inseridas diretamente ou serem armazenadas e trazidas de outros arquivos.

Cargas nos Sólidos (Ver item 3.9).

Podem ser cargas de temperatura ou peso próprio nos elementos sólidos. Todas as outras cargas (pressão, carga
linear, cargas concentradas , etc). devem ser definidas aplicadas em barras ou elementos planos (fictícios ou
regulares) definidos paralelamente a superfície do elemento sólido.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.2 - 1
3.2 Editar um Carregamento

O programa exibe a lista dos carregamentos já definidos do modelo.



Selecione o carregamento que deseja editar movendo o até a respectiva célula; dê um duplo clique ou clique
uma vez na célula e depois no botão Editar .
Neste momento, já estamos dentro do carregamento selecionado. Selecione o tipo de carga que deseja editar
( Barras, Nodal, etc.)
Clique no ícone
E proceda como foi explicado no tópico Definir Cargas (Ver item 3.1).

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.3 - 1

3.3 Cargas Nodais

As cargas nodais são sempre definidas em relação aos eixos globais do modelo.



Na figura abaixo estão as convenções de forças e momentos:




3.3.1 Cargas Nodais - Definir


Digite os valores das cargas; note que podem ser definidas cargas em mais de uma direção global no mesmo
comando.
Selecione o(s) nó(s) que deseja aplicar as cargas definidas utilizando a Seleção Padrão de Nós.






STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.3 - 2
3.3.2 Cargas Nodais - Editar

Selecione um nó que tenha a carga nodal que deseja editar utilizando a seleção simples de nós.

Caso o nó selecionado tenha mais de uma carga aplicada, o programa exibirá uma janela contendo a lista das
cargas aplicadas neste nó; escolha a carga que deseja editar. Por exemplo, a janela abaixo mostra um nó
com duas cargas aplicadas:



O programa mostra a carga selecionada; edite os valores.

Caso a carga selecionada tenha sido aplicada a mais de um nó em um mesmo comando, o programa irá
realçar todos estes nós com um e exibirá a janela abaixo, onde o usuário deve escolher:



Editar a carga somente no nó selecionado

Somente a carga no nó selecionado será editada.

Editar a carga em todos os nós realçados

A carga selecionada será editada em todos os nós que estiverem realçados.

Remover nós da seleção. Editar os demais

Utilizar a Seleção Padrão de Nós para REMOVER os nós já selecionados. Os demais serão editados.

Nota:
As cargas que foram adicionadas pela opção de Carga Combinada não podem ser corrigidas; o carregamento
original deve ser revisado.

3.3.3 Cargas Nodais - Deletar

Escolha deletar todas as cargas em nós selecionados ou uma determinada carga selecionada:



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.3 - 3
Para ambos os casos, selecione o nó que deseja deletar a carga utilizando a seleção simples de nós.
Caso o usuário tenha especificado Deletar uma carga selecionada, o programa irá exibir uma lista com todas
as cargas que foram aplicadas ao nó; selecione uma das cargas. A janela abaixo mostra um nó com duas
cargas aplicadas:


Se a carga selecionada tiver sido aplicada a outros nós com o mesmo comando, o programa irá realçar todos
os nós em que esta carga foi aplicada e exibirá a janela abaixo, onde o usuário deve escolher uma das opções:


Deletar a carga somente no nó selecionado

Somente a carga do nó selecionado será deletada

Deletar a carga em todos os nós realçados

Todos os nós que estão realçados com um , terão a carga selecionada deletada.

Nota:
As cargas que foram adicionadas pela opção de Carga Combinada não podem ser deletadas; deve-se editar o
carregamento original que elas foram geradas.

3.3.4 Aplicar o Peso Próprio como Cargas Nodais

O programa calcula as reações da carga uniforme de peso próprio em cada barra/elemento e as aplica como
cargas concentradas nos nós de incidência das barras/elementos.

Notas:
O peso próprio é automaticamente calculado e aplicado em todas as barras/elementos do modelo.
O peso próprio também pode ser aplicado como Cargas nas Barras; podendo ser aplicado somente nas barras
selecionadas.
O peso próprio aplicado nos nós não será mostrado graficamente na tela; é exibida uma linha na parte inferior
da tela:"Peso próprio nos nós..."; esta frase também é impressa.
Verifique a densidade do material utilizado (principalmente se este é um material definido pelo usuário).
Verifique o valor da densidade e se esta foi entrada nas unidades corretas.
Caso o modelo contenha barras onde o usuário arbitrou uma área muito grande (a fim de simular uma barra de
grande rigidez, por exemplo), lembre-se que o programa irá atribuir a estas barras uma carga de peso próprio
proporcional a sua área, podendo resultar numa carga que não corresponde a realidade. Caso seja
necessário, defina um material com densidade igual a zero para estas barras ou aplique o peso próprio como
carga nas barras e não o aplique nestas barras.
Caso o peso próprio aplicado nos nós seja definido mais de uma vez no mesmo carregamento, somente a
última definição será utilizada pelo programa, ou seja, o programa não vai sobrepor os comandos de peso
próprio nos nós.
Para deletar a carga de peso próprio aplicado nos nós, coloque todos os fatores iguais a zero.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.3 - 4

O peso próprio pode ser aplicado em qualquer direção e multiplicado por um fator:



Exemplos:
Aplicar o peso próprio na direção vertical (admitindo que o eixo X2 seja o eixo de altura do modelo):

Aplicar 10% do peso próprio como carga horizontal em X1:


3.3.5 Copiar Cargas

Esta opção permite ao usuário copiar as cargas existentes em uma parte do modelo para outras. Semelhante a
"Cópia" existente no Módulo de Geometria, pode-se copiar as cargas por translação, rotação ou espelhá-las.

Notas:
Só podem ser copiadas cargas nodais, em barras, em elementos ou globais. Recalques de apoio e cargas
adicionadas pelo modelo pela opção "Combinada" não podem ser copiadas.
Cargas aplicadas em elementos geradas pela opção "Linear" não podem ser copiadas.
As cargas devem ser copiadas para partes idênticas do modelo:
- As cargas nodais que não caírem exatamente em outro nó não serão copiadas.
- As cargas em barras/elementos que não caírem exatamente em outra barra/elemento com dimensões
idênticas a original não serão copiadas.
- Cargas globais devem estar circundadas de nós selecionados (no mesmo plano) para serem copiadas:
carga/área: o contorno da carga deve ter pelo menos um nó selecionado ou pelo menos os nós do contorno
devem estar 'circundados' por nós selecionados.
Cargas Pontuais: deve estar 'circundada' por nós selecionados.

O programa mantém o sentido das cargas de barras e elementos, mesmo quando os eixos locais estão em
sentidos opostos. Por exemplo:


Na Cópia Rotacional as cargas nodais que forem rotacionadas na direção de um eixo não paralelo aos eixos
globais serão decompostas em componentes segundo os eixos globais. Por exemplo:


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.3 - 5

As Cargas Globais aplicadas nos eixos globais, quando rotacionadas serão aplicadas no eixo global mais
próximo o possível. As Cargas Globais que foram aplicadas perpendiculares a um plano permanecerão
perpendiculares ao plano.

Para copiar cargas:

Selecione: , , ou

Configure a janela abaixo com o número de cópias, os tipos de cargas a serem copiadas e o fator
multiplicativo:



Após configurar a janela, utilize a Seleção Padrão de Nós especificando os nós, barras e elementos cujas
cargas aplicadas serão copiadas. Lembre-se que para barras e elementos, todos os nós de incidência devem
ser selecionados para que a carga aplicada seja copiada.

Nº de Cópias:

As cargas podem ser copiadas mais de 1 vez (semelhante as cópias existentes no Módulo de Geometria); cada
cópia terá uma distância entre si igual a distância entre a primeira cópia e o bloco original.

Especifique o número de cópia desejado (sem contar o bloco original).

Cópia:

Selecione o(s) tipo(s) de carga que deseja copiar:

As cargas serão copiadas
As cargas não serão copiadas

Notas:
Cargas de barras/elementos: somente as cargas aplicadas nas barras/elementos que tiverem todos os nós de
incidência selecionados serão copiadas.
Cargas globais devem estar circundadas de nós selecionados (no mesmo plano) para serem copiadas:
carga/área: o contorno da carga deve ter pelo menos um nó selecionado ou pelo menos os nós do contorno
devem estar 'circundados' por nós selecionados.
cargas pontuais: deve estar 'circundada' por nós selecionados.

Fator:

Digite um fator multiplicativo. Todas as cópias serão multiplicadas por este fator, ou seja, as cópias serão iguais
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.3 - 6
entre si, mas diferentes do original por este fator aqui digitado.
Um fator negativo irá inverter o sentido das cargas.
Após finalizar a seleção de nós, proceda da mesma maneira que a opção Cópia existente no Módulo de
Geometria:

Selecione um nó de referência e sua nova localização na primeira cópia. A distância entre as demais
cópias serão idênticas que a distância entre a primeira e o bloco original.

Selecione 3 nós de referência e suas novas localizações.

Selecione um nó de referência ( que não esteja no plano de simetria) e sua nova localização. O
programa une este nó selecionado e sua nova localização com uma linha imaginária; no centro desta linha o
programa traça um plano também imaginário e perpendicular a linha. Todas as cargas são espelhadas de um
lado deste plano para o outro.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.4 - 1

3.4 Cargas nas Barras

As cargas aplicadas nas barras podem ser definidas paralelas aos eixos globais do modelo ou eixos locais das
barras


Aviso: Note que ao definir cargas com componentes axiais (por exemplo: temperatura axial, protensão, cargas
aplicadas em eixos globais em barras inclinadas, etc) em barras que foram definidas para trabalharem
somente a tração/compressão, o programa sempre irá aplicar estas cargas ao modelo, mesmo que elas
estejam desativas para o carregamento em questão.

3.4.1 Carga nas Barras - Definir

Uniforme
Carga uniforme distribuída ao longo de todo o comprimento da(s) barra(s). (Ver item 3.4.1.1).

Linear
Carga distribuída variando linearmente ao longo da(s) barra(s) (ou trechos da barra) ou carga uniforme
distribuída aplicada somente em parte da(s) barra(s). (Ver item 3.4.1.2).

Concentrada
Carga concentrada (força ou momento) aplicada em qualquer ponto ao longo do comprimento da(s)
barra(s). (Ver item 3.4.1.3).

Linear em linha
Carga distribuída variando linearmente ao longo de uma linha de barras. (Ver item 3.4.1.4).

Temperatura
Carga de temperatura axial (expansão/contração) ou gradiente de temperatura ao longo da altura/largura
da seção. (Ver item 3.4.1.5).

Peso Próprio
Aplicar o Peso Próprio nas barras como uma carga uniforme. (Ver item 3.4.1.6).

Protensão
Força de Protensão aplicada na(s) barra(s). Pode ser uma força aplicada ao longo de uma reta ou
parábola (pela definição de força e excentricidades). (Ver item 3.4.1.7).



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.4 - 2
Alongamento/Encurtamento
Aplicar um alongamento ou encurtamento da barra, gerando uma força axial de tração ou compressão na
mesma. (Ver item 3.4.1.8).

Superfície
Carga por área aplicada no perímetro da seção. É aplicada uma carga uniforme ao longo de todo o
comprimento da(s) barra(s). (Ver item 3.4.1.9).

3.4.1.1 Carga Uniforme nas Barras

Com esta opção, pode-se aplicar cargas uniformes ao longo de todo o comprimento da(s) barra(s) selecionada(s):

Primeiramente selecione as barras que deseja aplicar a carga uniforme e depois configure a janela abaixo,
definindo o valor da carga, direção e tipo.



Carga nas barras - "Carga"

Digite o valor da carga de acordo com as unidades de força e comprimento que estiver modelando a estrutura.

Cargas Uniformes, Lineares e Concentradas:
Lembre-se que os valores positivos das cargas aplicadas estarão no sentido positivo do eixo local/global
especificado.
Nos exemplo abaixo, todas as cargas devem ser entradas com valores negativos.


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.4 - 3

Momentos:
O sentido positivo de aplicação das cargas é determinado pela regra da mão direita.
Aponte o polegar para o sentido positivo do eixo local em que a carga esta sendo aplicada em torno. Os outros
dedos giram no sentido positivo de aplicação do momento.



Cargas nas Barras - Direção

Forças Uniformes, Concentradas e Lineares: Selecione o eixo local/global de aplicação das cargas:

FX1 - Paralelo a X1 ou x1 - Relevante para modelos de Pórtico Plano e Espacial.
FX2 - Paralelo a X2 ou x2 - Relevante para todos os tipos de modelos (planos e espaciais).
FX3 - Paralelo a X3 ou x2 - Relevante para modelos de Grelha e Pórtico Espacial.

Momentos: Selecione o eixo onde as cargas serão aplicadas em torno de:

MX1 - Em torno de X1 ou x1 - Relevante para modelos de Grelha e Pórtico Espacial.
MX2 - Em torno de X2 ou x2 - Relevante para modelos de Grelha e Pórtico Espacial.
MX3 - Em torno de X3 ou x2 - Relevante para modelos de Pórtico Plano e Espacial.

Tipo de Cargas nas Barras

Local : A carga é aplicada paralela a um eixo local da barra.
Global : A carga é aplicada paralela a um eixo global.
Global projetada : A carga é paralela a um eixo global, mas só é aplicada na projeção do eixo global
especificado (opção só válida para cargas uniformes e lineares).

A figura abaixo ilustra os tipos de cargas Global, Global projetada e Local.



Carga nas Barras - Confirmação

A barra é desenhada na janela com a mesma orientação que está na tela.

Sempre que forem aplicadas cargas no eixo local de barras que não tenham este eixo paralelo entre si, o
programa irá exibir a janela mostrada abaixo.

Esta janela aparecerá para cada grupo de barras que tenham os eixos x2/x3 paralelos, ou seja, caso todas as
barras tenham o eixo relevante paralelos entre si, esta janela não vai aparecer (pois o usuário já a configurou
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.4 - 4
quando definiu a carga). Caso tenha alguma(s) barra(s) com os eixos não paralelos, ela aparecerá.

Note que o sentido positivo do eixo não é importante aqui, mas sim na opção Aplicar cargas em barras paralelas
no mesmo sentido.



OK - Aplicar a carga como mostrado na figura
Cancelar - Não aplicar a carga neste grupo de barras
Inverter sentido da carga - Inverter o sentido da carga para este grupo de barras
Inverter Inicio/Final - Espelhar a carga definida neste grupo de barras
Pular confirmação - Aplicar a carga em todas as barras sem pedir a confirmação

Aplicar no mesmo sentido

Quando são aplicadas cargas na direção de eixos locais das barras, o programa verifica se o eixo local relevante
das barras apontam para o mesmo sentido (para as barras paralelas). Caso não estejam no mesmo sentido, o
usuário pode instruir o programa a aplicar todas as cargas no mesmo sentido.

A importância desta opção é melhor explicada pelos próximos exemplos:

Exemplo 1:

As barras paralelas 1 e 3 na Figura (a) foram selecionadas para terem uma carga de -5.0 aplicada no eixo local
x2.
Note, porém, que o eixo local x2 das barras 1 e 3 apontam em sentidos opostos. A caixa de diálogo mostra
somente a direção da barra 1.

Aplicar cargas em barras paralelas no mesmo sentido
A cargas são aplicadas no mesmo sentido, independente do sentido do eixo local x2, como mostrado na
Figura (b)

Aplicar cargas em barras paralelas no mesmo sentido
As cargas são aplicadas em sentidos opostos, de acordo com os eixos locais x2, como mostrado na Figura (c)



Exemplo 2:

As barras 8 e 14 estão em lados opostos da superfície de um cilindro. O eixo local x2 das duas barras estão
apontando para fora do cilindro, ou seja, em sentidos opostos. A caixa de direção só é mostrada para a barra 8,
pois elas são paralelas.


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.4 - 5

Aplicar cargas em barras paralelas no mesmo sentido
A cargas são aplicadas no mesmo sentido, independente do sentido do eixo local x2, como mostrado na
Figura (b)

Aplicar cargas em barras paralelas no mesmo sentido
As cargas são aplicadas em sentidos opostos (ambas para fora do cilindro), de acordo com os eixos locais x2,
como mostrado na Figura (c). Neste caso esta é a opção mais freqüente.

Aplicar como carga nodal

Em alguns casos é conveniente definir cargas lineares (ou concentradas) em barras, mas estas não geram flexão
na barra, ou seja, entram na barra como cargas concentradas em seus nós. Por exemplo:



O programa calcula as reações que a carga distribuída (ou concentrada) na barra criaria nos nós de incidência
da mesma, então aplica diretamente esta força como ação nos nós, ou seja, esta carga não irá gerar flexão
nem cortante na barra.


3.4.1.2 Carga Linear nas Barras

Utilize esta opção para aplicar cargas distribuídas variando uniformemente ou carga uniformes em uma parte da(s)
barra(s).

Cada trecho da carga é definido por 'segmentos'. Pode-se gerar mais de um segmento de carga por barra. Cada
segmento é definindo especificando-se a localização do início do segmento, seu comprimento e o valor das cargas
no início e no final do segmento.

Primeiramente, selecione a(s) barra(s) que deseja aplicar as cargas utilizando a Seleção Padrão de Barras.

Depois configure o quadro abaixo, indicando os parâmetros da carga, a direção, tipo, etc.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.4 - 6

Após configurar o quadro para cada segmento, selecione uma das opções:

OK Para finalizar o comando e aplicar o(s) segmento(s) de carga configurado(s).

Adic. um segmento Para adicionar mais um segmento de carga na mesma barra; a distância (ou fração) de
um segmento é sempre medida a partir do final do segmento anterior.

Direção / Tipo / Visualizar:

(Ver item 3.4.1.1) de cargas de barra uniforme.
Carga Linear - "Início"

Para o primeiro segmento de carga do comando, a Distância é medida a partir do nó inicial da barra; para os
demais segmentos de carga, a Distância é sempre medida a partir do final do segmento anterior.

Carga Linear - "Final"

Por padrão o programa assume que a carga se estende por todo o comprimento da barra, ou seja, por padrão o
campo Comprim. mostra a distância entre o começo da carga e o final da barra. O usuário pode alterar
diretamente este comprimento padrão.

Ampliar:

(Ver item 3.4.1.1) de cargas de barra uniforme.


Exemplos;

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.4 - 7


Configure a janela acima com os seguintes parâmetros: (os valores padrões estão sublinhados na tabela)




3.4.1.3 Cargas Concentradas nas Barras

Com esta opção pode-se aplicar forças ou momentos concentrados ao longo do comprimento da barra, ou seja,
não é necessário criar um nó somente para aplicar uma carga concentrada numa barra.

Primeiramente, selecione a(s) barra(s) que deseja aplicar a carga utilizando a Seleção padrão de barras.

Configure a janela abaixo, especificando o valor, tipo, direção e localização da carga:


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.4 - 8

Notas:
Valores positivos da Carga correspondem a aplicação da carga no sentido do eixo em que ela está sendo
aplicada, assim como valores negativos correspondem a cargas aplicadas no sentido oposto ao eixo.
Defina a distância entre o ponto de aplicação da carga e o nó inicial da barra digitando a distância ou uma fração
da barra.

Depois de configurar a janela, escolha:
OK
Para finalizar o comando e aplicar a(s) carga(s) definidas.
Adic. carga pontual
Para adicionar outra carga concentrada no mesmo comando; a partir da segunda carga, a distância (ou
fração) definida é medida a partir da carga pontual anterior. Podem ser definidas até 6 cargas concentradas
num mesmo comando (a primeira + 5 cargas); Caso haja mais de 6 cargas concentradas na barra, deve-se
definir outra carga concentrada.

Exemplos:



Exemplo (a):


i Configure a janela como no exemplo dado:


ii Clique no botão Adic. carga pontual .
iii Configurar a carga pontual adicional, preenchendo a sua distância ou fração assim como o valor de sua carga.








STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.4 - 9
Exemplo (b):

i Configure a janela como no exemplo dado:


ii Clique no botão Adic. carga pontual .
iii Configurar a carga pontual adicional, preenchendo a sua distância ou fração assim como o valor de sua carga.

Cargas Concentradas nas Barras - "Distância"

A localização da carga ao longo da barra pode ser definida por uma distância absoluta (na unidade de
comprimento do modelo) ou por uma fração do comprimento da barra.

Para a primeira carga do comando, a distância é medida a partir do nó inicial (JA).

Para as próximas cargas (no mesmo comando), a distância é medida a partir da carga anterior.

3.4.1.4 Carga Linear em uma Linha de Barras

Esta opção é semelhante a "Linear", mas o usuário pode definir uma carga variando ao longo de uma linha de
barras.


Selecionar a primeira barra de cada linha; ...
Selecione somente a primeira barra de cada linha; o programa identifica automaticamente as próximas barras
que estiverem em linha.

Selecionar todas as barras da linha; ...
Selecione todas as barras de uma sequência de barras. Note que esta sequência não precisa estar formando
uma linha reta.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.4 - 10

Selecionar um arco de barras; ...
Selecione as barras inicial e final de um arco de barras; o programa identifica automaticamente as barras
intermediárias neste arco.

A linha de barras é tratada como uma barra única e os segmentos de cargas aplicadas são definidas da mesma
maneira que na opção "Linear".

Esta opção é melhor explicada por um exemplo:


Para definir a carga acima:

Selecione a barra 37 (primeira barra da linha); selecionar ou não a barra 38 não difere no comando.
O programa automaticamente identifica as próximas barras, ou seja as barras 37 e 38 estão em linha. Note
que se tivesse selecionado a barra 38 ao invés da 37, o programa não iria identificar a barra 37 na linha, iria
carregar somente a barra 38.
A janela para definição da carga é mostrada com o comprimento da linha de barras:


Defina o primeiro segmento de carga de 0.0 a 3.2 com carga = -7.0
Clique no botão Adic. um segmento
Defina o segundo segmento de carga de 0.0 a 6.3 com carga = -7.0 no início e -19.0 no final.
Clique no botão OK .

Notas:
O sentido dos eixos locais x1 das barras é importante. O programa não reconhece duas barras com eixos
x1 em sentidos contrários como estando em linha, ou seja, não pode-se aplicar esta opção em casos como
este.
As barras são consideradas em linha quando o ângulo entre o eixos x1 de uma barra e o anterior é menor que

O programa internamente divide a Carga Linear em Linha em Cargas Lineares individuais para cada barra, ou
seja, para editar a carga no exemplo acima, deve-se editar separadamente as cargas nas barras 37 e 38, ou
deletar a carga nas duas barras e refazer a carga linear em Linha.
A Carga em Linha pode ser definida para até 80 barras em um só comando (para definir a carga em mais de 80
barras em linha, use dois ou mais comando de Carga Linear em Linha).

3.4.1.5 Carga nas Barras - Temperatura

As cargas de temperatura sempre são definidas em relação aos eixos locais das barras.

Existem 2 tipos de cargas de temperatura possíveis:

Axial
A temperatura é alterada na direção do eixo local x1 (axial a barra), contraindo ou expandindo a barra, aplicando
uma força axial a barra em seus nós de incidência.

Gradiente
A temperatura é alterada na direção do eixo local x2 ou x3, gerando um gradiente de temperatura ao longo da
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.4 - 11
altura/largura da seção, resultado numa curvatura na barra, similarmente a uma flexão.



Primeiramente, selecione a(s) barra(s) onde deseja aplicar a carga de temperatura utilizando a Seleção Padrão
de Barras.

Depois configure a janela abaixo, especificando o valor da mudança de temperatura, o tipo e direção.



Carga de Temperatura nas Barras - tipo



Selecione uma das opções possíveis:
Axial - Variação de temperatura uniforme de expansão/contração ao longo do eixo da barra.
Gradiente - Um gradiente de temperatura ao longo da altura da barra, produzindo uma curvatura da barra.

AVISO: Não defina cargas de temperatura em barras que só trabalham a tração/compressão. O programa sempre
irá aplicar estas cargas ao modelo, mesmo que elas não estejam trabalhando para este carregamento.

Mudança de temperatura

Entre com a diferença de temperatura, observando as convenções de sinais.

O programa multiplica esta diferença de temperatura pelo coeficiente térmico do material da seção, logo, a
mudança de temperatura e o coeficiente térmico devem estar definidos na mesma unidade: em graus Celsius (°C)
ou graus Fahrenheit (°F).




STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.4 - 12
Carga de Temperatura - Altura da seção

A altura da seção é necessária para o cálculo do efeito de gradiente de temperatura na barra. A altura deve ser
definida mesmo que a seção tenha sido definida por dimensões.

Para barras de seções variáveis:
Axial: o programa leva em conta a variação da seção ao calcular as forças de nodais aplicadas.
Gradiente:



Variando altura ao longo da barra:

O programa assume que a altura definida aqui é referente ao início da barra e varia esta altura linearmente, com
uma relação hr/hl, calculada a partir das dimensões das seções definidas nas Propriedades de Barras.

Altura constante ao longo da barra:

O programa assume que a altura definida é constante ao longo do comprimento da barra.

Exemplos:

(a) Aplicar uma expansão de temperatura de 30°C:
Selecione o tipo: Axial
Digite o valor: Mudança de Temperatura = 30

(b) Aplicar um gradiente de temperatura de 25°C na altura de uma seção de 0.50 m de altura, sendo 5°C na face
+x3 e 30°C na face -x3.
Selecione o tipo: X3 gradiente. Digite o valor: Mudança de Temperatura = 25 Altura da barra =
0.5


3.4.1.6 Cargas nas Barras - Peso Próprio

Com esta opção, pode-se aplicar o peso próprio nas barras como uma carga distribuída. O programa multiplica a
área da seção transversal de cada barra pela densidade do material atribuído àquela seção e pelo fator de peso
próprio definido pelo usuário na janela abaixo.

Notas:
O peso próprio pode ser aplicado na direção de qualquer um dos eixos GLOBAIS. Verifique se a direção de
aplicação do Peso Próprio está correta.
O peso próprio pode ser aplicado em todas as barras, algumas barras ou simplesmente não aplicado.
Selecione as barras que deseja aplicar o peso próprio utilizando a Seleção Padrão de Barras.
Verifique a densidade do material utilizado (principalmente se este é um material definido pelo usuário).
Verifique o valor da densidade e se esta foi entrada nas unidades corretas.
Caso o modelo contenha barras onde o usuário arbitrou uma área muito grande (a fim de simular uma barra de
grande rigidez, por exemplo), e o peso próprio tenha sido aplicado nestas barras; lembre-se que o programa irá
atribuir a estas barras uma carga de peso próprio proporcional a sua área, podendo resultar numa carga que
não corresponde a realidade. Caso seja necessário, defina um material com densidade igual a zero para estas
barras ou não aplique o peso próprio nelas.
Em barras de seção variável o programa atribui uma carga uniforme distribuída equivalente a uma área média,
calculada de acordo com a expressão contida no tópico Seção Variável do manual.
Ao definir o peso próprio em barras que só trabalham a tração/compressão que estejam inclinadas.(ou seja,
terão uma componente axial aplicada), lembre-se que o programa irá aplicar a carga ao modelo, mesmo que
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.4 - 13
estas barras não estejam ativas para este carregamento.
O Peso-Próprio dos elementos é aplicado separadamente ao das barras como uma Carga de Elementos.

Primeiramente selecione as barras que deseja aplicar o Peso-Próprio utilizando a Seleção Padrão de Barras.

Configure a janela abaixo, especificando o fator de peso-próprio e a direção.



Direção:

Selecione uma das direções GLOBAIS para a aplicação do Peso Próprio:



Fator:

O programa multiplica a área da seção transversal pela densidade do material e pelo Fator aqui especificado.
O sinal representa o sentido de aplicação da carga. Sinal negativo indica que a carga será aplicada no sentido
oposto ao sentido do eixo especificado.

Exemplos:
Aplicar o peso próprio na direção vertical (admitindo que o eixo X2 seja o eixo de altura do modelo):
Direção = X2 Fator = -1.00
Aplicar majorando de 15% o peso próprio (para simular o peso de conecções, por exemplo) na direção vertical
(admitindo que o eixo X3 seja o eixo de altura do modelo):
Direção = X3 Fator = -1.15
Aplicar 10% do peso próprio como carga horizontal em X1:
Direção = X1 Fator = 0.10

Peso Próprio de Viga Mista:

Quando o modelo contiver Vigas Mistas o programa exibirá esta opção, onde o usuário pode escolher se deseja
ou não aplicar o peso próprio referente a mesa colaborante nas barras:

Aplica o peso próprio das barras + o da mesa colaborante.
Aplica somente o peso próprio da barra.


3.4.1.7 Carga nas Barras - Protensão

Com esta opção pode-se definir uma força de Protensão nas barras, especificando a força e as excentricidades
nos pontos inicial, final (não necessariamente início e fim da barra) e no ponto médio (entre os pontos inicial e
final), simulando um cabo parabólico. Internamente o programa aplica forças e momentos (decorrentes das
excentricidades) nos nós da(s) barra(s).

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.4 - 14

Notas:
Podem ser aplicadas várias Forças e Protensão na mesma barra.
Pode-se definir a força de protensão em uma barra ou uma linha de barras.


Individual
Selecione a(s) barra(s) que deseja aplicar a carga utilizando a Seleção Padrão de Barras.

Linha de barras


Selecionar a primeira barra de cada linha; ...
Selecione somente a primeira barra de cada linha; o programa identifica automaticamente as próximas barras
que estiverem em linha.

Selecionar todas as barras da linha; ...
Selecione todas as barras de uma sequência de barras. Note que esta sequência não precisa estar formando
uma linha reta.

Selecionar um arco de barras; ...
Selecione as barras inicial e final de um arco de barras; o programa identifica automaticamente as barras
intermediárias neste arco.

Configure a janela abaixo com a força de protensão e as excentricidades.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.4 - 15

Notas:
Excentricidades positivas são medidas no sentido positivo dos eixos locais, no exemplo acima: Início=positiva,
meio=negativa e final=negativa.
As excentricidades são medidas a partir do centro de gravidade da seção.
Caso a excentricidade do meio seja definida, o programa assume uma excentricidade parabólica para a força.
Para a opção "Linha de barras", pode-se definir uma linha de até 80 barras com um único comando (para
definir a força de protensão em mais de 80 barras, utilize dois ou mais comandos).

Força de Pré-tensão:

Entre com o valor da força de pré-tensão na unidade de força do modelo. O valor da força DEVE ser positivo.

Excentricidade:

Entre com os valores de excentricidades na unidade de comprimento utilizada na modelagem:

Excentricidade positiva é medida no sentido positivo do eixo local; no exemplo acima, início = positivo, meio =
negativo, e final = negativo.
A excentricidade é medida a partir do centro de gravidade da seção.
Quando a excentricidade no meio for definida, o programa assume uma variação parabólica do cabo, quando
esta excentricidade for 0, o programa adota um cabo em linha reta.

Direção da Excentricidade:

Selecione as excentricidades em relação ao eixo local x2 ou x3.

Distância:

O comprimento total da barra ou da linha de barras selecionada é mostrado na linha de título da janela.

Entre com a distância entre o início da barra (ou linha de barras) e o início da pré-tensão e a distância entre o final
da barra (ou linha de barras) e o final da pré-tensão.

3.4.1.8 Cargas nas Barras - Alongamento/Encurtamento

O programa aplica internamente na barra, uma força axial correspondente ao encurtamento ou alongamento da
mesma.

Selecione as barras que deseja aplicar a carga.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.4 - 16
Especifique o quanto a barra está alongada ou encurtada (na unidade de comprimento utilizada na
modelagem).



A carga aplicada é semelhante a carga aplicada na temperatura axial.


3.4.1.9 Carga nas Barras - Superfície

Defina uma carga por área aplicada na superfície do perfil. O programa multiplica o valor definido na carga por
unidade de área pelo perímetro da seção transversal e aplica a carga resultado como uma carga por unidade de
comprimento ao longo de todo a barra.

Primeiramente, selecione a(s) barra(s) que deseja aplicar a carga, utilizando a Seleção Padrão de Barras .

Na janela abaixo, especifique o valor da carga de superfície e a direção.



Notas:
O valor do "Perímetro" da seção não era definido em modelos feitos nas versões 9.00 ou anteriores. Para
estes modelos o STRAP adota o Perímetro=0, ou seja, todas as cargas de superfície aplicadas nestas
barras ficarão com zero. Para corrigir este parâmetro, basta redefinir a propriedade, fazendo o programa
computar o perímetro da seção. (Para uma explicação mais detalhada clique aqui)

Versões Anteriores - Vento em torres & Cargas de Superfície

Em modelos criados na Versão 9.00 (ou anterior), o perimetro = H2 = H3 = 0, pois o programa armazenava
estes valores, logo, as cargas de vento em torres e de superfície serão iguais a ZERO nestes modelos.



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.4 - 17
Para corrigir estes parâmetros, deve-se atualizar as propriedades das barras:

Tabelas de Perfis (H2, H3 e perímetro são calculados automaticamente pelo programa)
Retornar a geometria, no ícone Barras e depois no Prop
Dê um duplo clique em uma das seções vindas das tabelas de perfis.
Clique no ícone Tab. Perfis e selecione o mesmo perfil. Clique no botão OK.
Repita o procedimento para cada uma das propriedades vindas de uma das tabelas de perfis.

Dimensões (H2, H3 e perímetro são calculados automaticamente pelo programa)
Retornar a geometria, no ícone Barras e depois no Prop
Dê um duplo clique em uma das seções que foram definidas por dimensões.
Clique no ícone Dimen., selecione o mesmo tipo de perfil. Clique no botão OK.
Repita o procedimento para cada uma das propriedades definidas por dimensões.

Properties (A, I, etc) (H2,H3 e perímetro devem ser definidos pelo usuário)
Retornar a geometria, no ícone Barras e depois no Prop
Dê um duplo clique em uma das seções que foram definidas por propriedades.
Clique no ícone A= I=, entre com os valores de H2, H3 e perímetro. Clique no botão OK.
Repita o procedimento para cada uma das propriedades definidas por propriedades.

Dica: Se o usuário for clicando para redefinir a propriedade sem mexer o mouse de lugar, o programa já
seleciona a seção correta, ou seja, a seção que já está definida.


3.4.2 Carga nas Barras/Elementos - Editar

Selecione uma barra/elemento que contém a carga que deseja editar, clicando sobre ela.
Se foram definidas mais de uma carga na barra/elemento selecionado, o programa exibirá uma lista das
cargas definidas, onde deve-se escolher uma das cargas para se editar. Por exemplo, uma barra com duas
cargas distribuídas, entre outras:


Selecione a carga que deseja editar clicando sobre ela.
Aqui o programa mostrará a janela referente a carga escolhida; edite esta carga e clique no botão OK .
Caso a carga selecionada tenha sido aplicada a mais de uma barra/elemento com o mesmo comando, o
programa irá realçar estas barras/elementos com um e exibir a janela abaixo, onde o usuário pode escolher
editar a carga em todas, algumas ou só na barra/elemento escolhida:





STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.4 - 18
Editar somente a carga na barra selecionada

Somente a carga na barra/elemento selecionado será editada, as demais permanecerão como estão.

Editar a carga em todas as barras realçadas ou Editar a carga em todas os elementos realçados

A carga será editada em todas as barras/elementos que estiverem realçados com um (todas as
barras/elementos que tiveram a carga selecionada definida no mesmo comando).

Remover barras da seleção. Revisar as demais

Utilize a seleção padrão de barras/elementos para escolher as barras/elementos que ficarão SEM O (não serão
editadas)..As demais serão editadas.

Nota:
As cargas que foram inseridas no carregamento pelo comando de Carga Combinada não podem ser editadas;
deve-se editar o carregamento original.


3.4.3 Deletar carga de barra/elemento

O programa exibe o seguinte menu onde o usuário escolhe se deseja deletar todas as cargas nas
barras/elementos selecionados ou deletar somente uma carga selecionada:



Se for selecionada a opção Deletar todas as cargas nas barras/elem. selecionados , basta selecionar as
barras/elementos que contém as cargas que deseja deletar utilizando a Seleção Padrão . Todas as cargas nas
barras/elementos selecionados serão deletadas.

Se for especificada a opção Deletar uma carga selecionada , deve-se primeiro selecionar alguma
barra/elemento que contenha a carga desejada (clicando sobre a barra/elemento); o programa exibe então
uma lista com as cargas aplicadas na barra/elemento selecionado. Por exemplo, uma barra com duas cargas
distribuídas, peso próprio, uma carga concentrada e carga de temperatura aplicada:



Clique sobre a carga que deseja deletar. Se esta carga tiver sido aplicada em outras barras/elementos pelo
mesmo comando, o usuário ainda pode definir se deseja deletar a carga somente da barra selecionada ou de
todas as realçadas (as barras realçadas são as que têm a carga definida no mesmo comando que a barra
selecionada pelo usuário):


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.4 - 19

Deletar as cargas somente na barra selecionada

Somente será deletada a carga da barra/elemento selecionado.

Deletar a carga em todas as barras/elem. realçados

A carga selecionada será deletada de todas as barras/elementos realçados com um

Nota:
As cargas que foram aplicadas pela opção Carga Combinada não podem ser deletadas; Deve-se editar o
carregamento original.


3.4.4 Carga de Barras – Cópia

(Ver item 3.3.5).

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.5 - 1

3.5 Carga nos Elementos

Estas são as opções visualizadas para cargas de elementos:




3.5.1 Definir Cargas nos Elementos


Uniforme
Pressão uniforme na face dos elementos. (Ver item 3.5.1.1).

Linear
Pressão variando linearmente aplicada a um grupo de elementos. Ideal para aplicar pressão de água em
reservatório, pressão de solo, etc. (Ver item 3.5.1.2).

Temperatura
Mudança de temperatura expandindo/contraindo o elemento no plano do elemento ou fletindo o elemento
por um gradiente de temperatura. (Ver item 3.5.1.4).

Bilinear
Pressão variando linearmente em duas direções. Ideal para aplicar por exemplo pressão de solo em um
muro onde a altura do solo é variável. (Ver item 3.5.1.3).


Peso Próprio
Aplicar o peso próprio como uma pressão uniforme distribuída nos elementos selecionados.
(Ver item 3.5.1.5).


3.5.1.1 Carga Uniforme nos Elementos

Utilize esta opção para aplicar uma pressão uniforme na face do elemento.

A pressão pode ser aplicada tanto paralela a um eixo global do modelo quanto paralela a um eixo local do
elemento.

Primeiramente selecione o(s) elemento(s) que deseja aplicar a pressão uniforme utilizando a Seleção Padrão de
Elementos.



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.5 - 2
Então configure a janela abaixo, indicando a direção, tipo e valor da pressão.



Direção:

As cargas podem ser aplicadas paralelas a qualquer eixo local e global.

Tipo de Cargas nos Elementos:

Local : A carga é aplicada paralela a um eixo local do elemento.
Global : A carga é aplicada paralela a um eixo global.
Global projetada : A carga é paralela a um eixo global, mas só é aplicada na projeção da área do elemento no
eixo global especificado.

A figura abaixo ilustra os tipos de cargas Global, Global projetada e Local.




Carga - Valor:

Digite o valor da carga de acordo com as unidades de força e comprimento que estiver modelando a estrutura.
Lembre-se que para valores positivos, as cargas serão aplicadas no sentido positivo do eixo local/global
especificado.
A carga total aplicada é o resultado da carga especificada multiplicada pela área dos elementos
selecionados(para todas as direções), ou pela área projetada dos elementos para as cargas aplicadas na direção
"Global projetada".


3.5.1.2 Pressão Variando Linearmente nos Elementos

Utilize esta opção para aplicar um diagrama de pressões que varia linearmente segundo um eixo global do
modelo.

Esta opção é extremamente útil para definirmos cargas de água em um reservatório ou uma pressão de solo
numa parede diafragma, por exemplo.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.5 - 3
O programa calcula a pressão média que seria aplicada em cada elemento e aplica uma pressão uniforme em
toda a face do elemento.

Configure a janela abaixo indicando as direções de variação e aplicação da carga e as coordenadas e valores do
início e do final do diagrama de pressões:




Depois de configurar toda a janela, clique em OK e selecione os elemento que deseja aplicar a pressão utilizando
a Seleção Padrão de Elementos.

O programa irá exibir a carga como ela está realmente sendo aplicada, ou seja, com uma pressão média aplicada
uniformemente em cada elemento.

Exemplos:

Exemplo (a):



Selecione todos os elementos da parede do tanque.



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.5 - 4
Exemplo (b):



Selecione os elementos de 25 a 80.

3.5.1.3 Pressão variando bilinearmente nos elementos

Utilize esta opção para aplicar uma pressão variando linearmente em duas direções. Ideal para aplicar por
exemplo pressão de solo em um muro onde a altura do solo é variável.(veja também a opção para aplicar pressão
variando em uma só direção)

O programa calcula a pressão média que seria aplicada em cada elemento e aplica uma pressão uniforme em
toda a face do elemento.

Defina os seguintes parâmetros:



Notas:
As linhas AB e AC devem ser perpendiculares entre si.
O ponto A deve ser o vértice da sequência C-A-B







STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.5 - 5
Exemplo:


Selecione Direções Globais X2 e X3
Defina os 3 pontos e seus correspondentes valores:


Selecione os elementos 25 a 80.

Bilinear - Carga varia em ...

A pressão pode variar em qualquer direção em um dos planos Globais.

Note que esta opção define a direção que a carga varia e não a direção em que ela é aplicada.

Pressão variando Bilinearmente

Defina os valores das pressões e suas coordenadas.

O diagrama de pressões deve ser coplanar, ou seja, basta especificarmos os valores de pressão em três pontos
que o programa faz uma interpolação para aplicar a carga nos demais pontos da malha.


Notas:
As linhas AB e AC devem ser perpendiculares entre si.
O ponto A deve ser o vértice da sequência C-A-B


3.5.1.4 Carga nos Elementos - Temperatura

Configure a janela abaixo definindo o tipo de carga e o valor da mudança de temperatura:

Selecione:

Para aplicar uma mudança de temperatura uniforme que ocasionará contração/expansão no plano dos
elementos.

Para aplicar um gradiente de temperatura ao longo da espessura do elemento, produzindo uma curvatura no
elemento. Entre com a temperatura na face +x3 do elemento menos a temperatura na face -x3.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.5 - 6


Tipos:

Existem 2 tipos de cargas de temperatura possíveis:

Contração/Expansão
A mudança de temperatura causa uma contração ou expansão do elemento em seu próprio plano.

Gradiente de Temperatura
Gera um gradiente de temperatura ao longo da espessura do elemento, resultado numa curvatura do elemento,
similar a uma flexão. Entre com a temperatura na face +x3 do elemento menos a temperatura na face -x3.

Mudança de Temperatura:

Entre a diferença.de temperatura.

O programa multiplica a diferença de temperatura pelo coeficiente térmico do material associado ao elemento;
Portanto o coeficiente térmico e a diferença de temperatura devem estar na mesma unidade. Verifique o valor
do coeficiente térmico e entre com a diferença de temperatura em graus Celsius (°C) ou graus Fahrenheit
(ºF) apropriadamente.

Exemplos:
Expansão/contração:
Os elementos selecionados são uniformemente aquecidos de 27 °C.
Entre: Mudança de temperatura = 27

Gradiente de temperatura:
Os elementos selecionados têm uma diferença de temperatura entre as faces superior e inferior. A face
inferior (-x3) está a uma temperatura de 18°C e a superior (+x3) está a uma temperatura de -15°C.
Mudança de temperatura = (-15ºC) - (18ºC) = -33ºC:
Entre: Mudança de temperatura = -33

Nota:
Em elementos ortotrópicos, as cargas de temperaturas são aplicadas utilizando Ex, αx na direção x1 e Ey, αy na
direção perpendicular.


3.5.1.4 Carga nos Elementos - Peso Próprio

Com esta opção pode-se aplicar o peso próprio nos elementos como uma pressão uniforme distribuída por todo o
elemento. O programa multiplica a espessura no elemento pela densidade do material atribuído e pelo fator de
peso próprio definido pelo usuário na janela abaixo.

Notas:
O peso próprio pode ser aplicado na direção de qualquer um dos eixos GLOBAIS. Verifique se a direção de
aplicação do Peso Próprio está correta.
O peso próprio pode ser aplicado em todos os elementos, alguns elementos ou simplesmente não aplicado.
Selecione os elementos que deseja aplicar o peso próprio utilizando a Seleção Padrão de Elementos.
Verifique a densidade do material utilizado (principalmente se este é um material definido pelo usuário).
Verifique o valor da densidade e se esta foi entrada nas unidades corretas.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.5 - 7
O peso próprio também pode ser aplicado como carga nodal.




Fator do peso próprio:

Configure a janela acima indicando a direção de aplicação da carga e o valor multiplicativo.

Selecione os elementos que deseja aplicar o Peso Próprio utilizando a Seleção Padrão de Elementos.

Exemplos:
Aplicar o peso próprio na direção vertical (admitindo que o eixo X2 seja o eixo de altura do modelo):
Global X2 Fator = -1.00
Aplicar majorando de 15% o peso próprio na direção vertical (admitindo que o eixo X3 seja o eixo de altura do
modelo):
Global X2 Fator = -1.15
Aplicar 10% do peso próprio como carga horizontal em X1:
Global X1 Fator = 0.10


O programa multiplica a espessura do elemento pela densidade do material e pelo Fator aqui especificado.
O sinal representa o sentido de aplicação da carga. Sinal negativo indica que a carga será aplicada no sentido
oposto ao sentido do eixo especificado.

Direção:

Selecione uma das direções GLOBAIS para a aplicação do Peso Próprio.


3.5.2 Editar carga nos elementos

(Ver item 3.4.2). Em editar carga de barras.

3.5.3 Deletar carga nos elementos

(Ver item 3.4.3). Em deletar carga de barras.


3.5.4 Carga de elementos - cópia

(Ver item 3.4.4).

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.6 - 1

3.6 Recalque de Apoio

Com esta opção o usuário pode definir deslocamentos impostos a nós que contém apoios. Estes deslocamentos
podem ser impostos em qualquer direção Global, incluindo rotações.

Note que o nó deve estar restringido na mesma direção (grau de liberdade) que o deslocamento imposto.





Deslocamentos:
dX1, dX2, dX3 = Translação imposta na direção global X1, X2 e X3 respectivamente.

Rotações:
rX1, rX2, rX3 = Rotação imposta em torno dos eixos globais X1, X2 e X3 respectivamente (radianos)

Exemplo:
Em uma estrutura que está sendo modelada em metros. Impor um deslocamento inicial em X2 de 2.00 mm
e uma rotação inicial em torno do eixo X3 de 0.04 radianos.

Especifique: dX2 = -0.002 rX3 = 0.040

Selecione os nós que deseja aplicar os deslocamentos impostos utilizando a Seleção Padrão de Nós. Somente
os nós que contenham restrições poderão ser selecionados.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.7 - 1

3.7 Carga Combinada

Utilize esta opção para:
Definir um carregamento como a combinação de carregamentos já existentes.
Adicionar um carregamento já existente no carregamento atual, adicionado-o a outras cargas.

Todos os carregamentos adicionados podem ser multiplicados por um fator.



Escolha uma das opções acima:

Barras Selecionadas

Selecione os carregamentos, defina os fatores multiplicativos e selecione as barras desejadas. Somente as
cargas aplicadas nas barras selecionadas serão adicionadas a Carga Combinada, ou seja, não serão
adicionadas cargas nodais, de elementos, globais, etc. ou cargas em barras não selecionadas.

Combinação Regular

Selecione os carregamentos e os fatores multiplicativos. Todas as cargas existentes nos carregamentos
selecionadas serão adicionadas a Carga Combinada.

O programa exibirá a janela abaixo, onde o usuário seleciona os carregamentos e define os fatores multiplicativos:


Mova o até a a célula deseja na coluna "Fator" e clique o mouse.
Digite o fator multiplicativo. Este fator pode ser um número maior que 1 (majorando o carregamento), menor
que 1 (minorando o carregamento) ou igual a 1 (simplesmente adicionando o carregamento a combinação).
Configure o quadro inteiro e clique em para finalizar o comando.


Avisos:
As combinações também podem ser definidas após o cálculo estático do modelo, no Módulo de Resultados. É
altamente recomendável que as combinações sejam feitas após o cálculo do modelo (Módulo de
Resultados), ao invés de fazê-las com esta opção de Carga Combinada, pois além de poder editar as
combinações sem ter que processar novamente o modelo existem itens que ficam mais fáceis de serem
configurados nos Pós-Processadores, por exemplo: configuração da deformação admissível (pois os pós-
processadores adotam que as deformações que são geradas a partir de carregamentos provenientes de
cargas de serviço); configuração das cargas das vigas mistas no Módulo de Metálica (perfil metálico, viga mista
de curta ou longa duração); etc.
Entretanto, existem alguns casos onde é necessário que as combinações sejam definidas ainda no Módulo de
Carregamentos com esta opção de Carga Combinada: Modelos que contenham barras trabalhando somente a
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.7 - 2
tração/compressão, molas trabalhando em um só sentido ou modelos em que foram aplicados o efeito P-Delta
são modelos que contém análises não lineares, onde as regras de superposição dos efeitos não são válidas.
Nestes casos as combinações DEVEM ser definidas ainda no Módulo de Carregamentos com a opção de
Carga Combinada (lembre-se de desativar os carregamentos básicos que serviram para gerar os
carregamentos combinados).
Se o carregamento básico (usado para gerar a carga combinada) for editada, a Carga Combinada também é
alterada automaticamente pelo programa.
Em contra ponto, as cargas que foram trazidas de outros carregamentos pela opção de Carga Combinada não
podem ser editadas diretamente; deve-se editar o carregamento original onde foram criadas.
Não pode-se incluir no carregamento atual um outro carregamento que já inclua alguma Carga Combinada.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.8 - 1

3.8 Cargas Globais

As Cargas Globais são cargas que o usuário pode locar em qualquer lugar no espaço e especificar se ela deve ser
aplicada nos nós, barras ou elementos finitos.

O programa as converte em cargas nodais, de barras ou de elementos equivalentes e as aplica nos
nós/barras/elementos que estiverem circundando a "carga global". Em alguns casos, as cargas globais que
estiverem locadas fora dos limites do modelo podem ser ignoradas pelo programa. Recomenda-se fortemente
que o usuário leia o Método de Aplicação das Cargas Globais antes de usar este poderoso recurso.

Esta opção é extremamente útil em modelos de pontes onde é necessário a aplicação de cargas de trem tipos (até
porque somente as cargas globais podem ser movimentadas pela opção "Carga Móvel"). Também é muito útil
para aplicar a carga de uma laje em uma grelha de barras, quando a laje não está modelada em elementos finitos.

Note que as Cargas Globais podem ser aplicadas em qualquer plano, inclusive planos que não sejam paralelos a
nenhum plano global.



3.8.1 Tipos de Cargas Globais

3.8.1.1 Carga Global Pontual

A Carga Global Pontual pode ser locada no modelo definindo um nó existente ou uma coordenada global;
selecione uma das duas opções no menu existente no canto superior direto da tela:

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.8 - 2


Por nós
Selecione o nó clicando com o mouse sobre ele, ou digite diretamente o número do nó na caixa abaixo.



Por coordenadas
Especifique a coordenada global no plano global perpendicular a direção da carga:



Para ver um exemplo de aplicação de Cargas Globais Pontuais, veja o tópico Carga Global por Área. (Ver item
3.8.1.2).


3.8.1.2 Carga Global por Área

As cargas Globais por Área são aplicadas na área de polígono definido por um contorno contido num plano (não
necessariamente um plano global). Os vértices deste contorno podem ser definidos por nós existentes ou por
coordenadas (pode-se definir alguns vértices do contorno por nós e outros por coordenadas). Escolha o método
de locação do vértice do contorno na janela que aparece no canto superior direito da tela:

Pode-se utilizar uma opção diferente para cada vértice.

Por nós
Passe com o mouse por cima do nó desejado até que este seja realçado por um , clique o mouse; ou digite o
número do nó diretamente na caixa abaixo:



Por coordenadas
Especifique a coordenada global do vértice:


Para finalizar, dê um duplo clique no último vértice ou clique com o menu da direita do mouse, e clique na opção
Finalizar do ShortCut Menu.

Notas:
- Os vértices do contorno (nó ou coordenada) tem de estar no mesmo plano, mas não é necessário que seja um
plano global.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.8 - 3
- A carga global por área pode ser aplicada na direção de qualquer um dos eixos globais ou perpendicular ao
plano do contorno. Veja as convenções de sinais adotadas para as cargas aplicadas perpendiculares ao
contorno em Carga Global - Direção.

- Para as Cargas Globais aplicadas nas Barras: é necessário notar que existem imprecisões no algoritmo. O
programa calcula o total de carga aplicado pelo usuário e o total computado pelo programa. Caso a discrepância
seja maior que 3%, o programa emitirá uma janela de aviso. Sempre verifique a causa desta diferença indicada
pelo programa.

Exemplo:

Aplicar uma das 2 Cargas Globais Pontuais e uma por Área como mostrado na figura abaixo:


Especifique:
Carga Pontual
Global X3
Carga = -10.7
Mova o até a coordenada X=9.75 , Y=3.2 e clique o mouse (ou digite as coordenadas diretamente na caixa
da parte inferior na tela).
Repita todo o procedimento acima, porém especificando as coordenadas como X=9.75 , Y=4.9
Agora especifique:
Carga por Área
Global X3
Carga = -0.88
Mova o até a coordenada X=5.5 , Y=3.2 e clique o mouse (ou digite as coordenadas diretamente na caixa da
parte inferior na tela).
Repita o procedimento da linha de cima para as coordenadas X=8.25/Y=3.2, X=8.25/Y=4.9, X=5.5/Y=4.9
Clique no botão da direita do mouse e escolha a opção Finalizar no ShortCut Menu ou click novamente no
primeiro nó de definição do contorno.


3.8.1.3 Cargas Globais - Trem Tipo

Os Trens Tipo podem ser armazenados em arquivo no formato ASCII chamado PATTERN.DAT (o qual pode ser
editado pelo usuário utilizando qualquer editor de textos como o bloco de notas, WordPad, etc). Os trens tipos
que estiverem armazenados neste arquivo podem ser aplicados diretamente ao modelo como Cargas Globais.

Já existe um arquivo PATTERN.DAT padrão, onde estão armazenados diversos trens tipo (TB45, TB36, etc).
Este arquivo está no diretório onde está instalado o programa STRAP. O usuário pode editá-lo inserindo,
deletando ou alterando os trens tipos existentes. O usuário pode também substituir por completo o arquivo
PATTERN.DAT por outro.

O usuário pode criar um arquivo PATTERN.DAT e colocar no diretório de trabalho do modelo (não é o diretório
onde está instalado o STRAP, mas sim onde está o modelo que esteja trabalhando). Este arquivo é semelhante
ao que está no diretório do STRAP, porém somente os modelos que estão neste diretório poderão enxergá-lo
(inserir os trens tipo existentes nele).

Em resumo: Primeiramente o programa procura pelo arquivo PATTERN.DAT no diretório de trabalho (do
modelo); caso encontre, o programa utiliza os trens tipo que estão armazenados nele. Caso não encontre ele vai
procurar no diretório onde está instalado o programa e aí utiliza os trens tipo que estão armazenados neste
PATTERN.DAT padrão.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.8 - 4

Os comandos existentes no arquivo devem estar no formato padrão explicado no Manual do Modo Comando.

O programa exibe a lista de Trens Tipo existentes no arquivo PATTERN.DAT. O usuário escolhe o trem tipo
desejado e loca-o no modelo. A Carga Global de Trem Tipo segue o mesmo método de aplicação que as demais.
Para mais informações, veja o tópico Método de Aplicação). (Ver Apêndice A3).

Cada Trem tipo é definido no plano X-Y e as cargas são referenciadas por uma coordenada zero arbitrária. Para
locar o trem tipo no modelo, o usuário referencia esta coordenada zero arbitrária a um nó ou a uma coordenada
global do modelo.

Em modelos espaciais, quando o trem tipo é aplicado a um plano paralelo ao:
Plano Global X1-X2: X corresponde a X1, Y corresponde a X2
Plano Global X2-X3: X corresponde a X2, Y corresponde a X3
Plano Global X1-X3: X corresponde a X1, Y corresponde a X3

Para aplicar a carga:

O programa exibe uma janela com a lista de todos os Trens tipo existentes no arquivo PATTERN.DAT. Por
exemplo:


Selecione um dos trens tipo e coloque a origem do trem tipo (coordenada zero arbitrada) no modelo em um nó
existente ou em uma coordenada global do modelo:

Exemplo:

Aplicar um Trem tipo em uma grelha de elementos como na figura abaixo:


Especifique:
Direção da carga = X3
Ângulo = 90º
Fator = 1.4

Selecione as coordenadas : X1 =2.5 , X2=0.71
O formato do arquivo PATTERN.DAT é:

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.8 - 5



3.8.2 Cargas Globais - Opções Adicionais

Cargas Globais - "Carga ="

Determine o valor da Carga/Área ou da Carga Pontual que será aplicada; valores positivos definem cargas
aplicadas no sentido positivo do EIXO.

Cargas Globais – Tipo de carga

Cargas globais podem ser: pontuais, por área (retangular, por contorno, ou polígono) ou podem ser trens tipo
padrão inseridos de um arquivo (Ex. Trem tipo 45). (Ver item 3.8.2).

Cargas Globais - Sentido da Carga

As Cargas Globais podem ser aplicadas tanto na direção dos eixos global e perpendicular a superfície de um
plano qualquer.

Para as cargas aplicadas na direção de um eixo Global, temos que valores positivos geram cargas aplicadas
no sentido positivo do eixo selecionado.
Para as cargas aplicadas perpendiculares a um plano, a convenção de sinais é determinada pelo sentido de
rotação que o contorno é definido:











STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.8 - 6
Em todos os casos o programa calcula as componentes segundo os eixos globais da carga total aplicada e mostra
em um janela semelhante a mostrada abaixo. Sempre verifique os VALORES que estão sendo mostrados
assim como os SINAIS (sentido) das componentes globais.:



Cargas Globais - "Aplicar carga em"


As Cargas Globais podem ser aplicadas nos Nós, nas Barras ou nos Elementos Finitos. Veja abaixo o método de
aplicação de cargas para os três casos: (Ver Apêndice A3).

Nós O programa converte a Carga Global em cargas nodais.Veja mais detalhes no tópico Método de
Aplicação.

Barras O programa converte a Carga Global em cargas de barras; parte da carga que esteja fora dos limites
do modelo poderão ser aplicadas como cargas nodais em alguns casos pelo programa. Veja mais
detalhes no tópico Método de Aplicação. (Ver Apêndice A3).

Elementos O programa converte a Carga Global em pressão nos elementos adjacentes; a carga que estiver
fora dos limites do modelo será ignorada pelo programa. Veja mais detalhes no tópico Método de
Aplicação. (Ver Apêndice A3).

Notas:
Por padrão as Cargas Globais quando aplicadas em Barras ou Elementos são distribuídas em todas as
barras/elementos adjacentes. Para aplicar a Carga Global somente em algumas barras/elementos utilize a
opção Aplicar a carga somente nas barras/elem. selecionados. Esta opção é muito útil, por exemplo, para
aplicarmos nas vigas as cargas provenientes de lajes armadas em um só sentido.
Lembre-se que as Cargas Globais (assim como qualquer outra carga) aplicadas a barras definidas como
fictícias que não estejam conectadas ao modelo (ou seja, conectadas somente a outras barras fictícias) não
serão aplicadas ao modelo.

Cargas Globais - Tolerância

As Cargas Globais são aplicadas somente nos nós/barras/elementos que pertençam ao plano da carga ou
estejam a uma distância menor ou igual ao valor da Tolerância.

Por padrão o programa configura a tolerância como 0.01 para permitir o mínimo de imprecisão na definição do
contorno.

Exemplo:

A Carga Global abaixo (contorno azul) pode ser aplicado ao dois planos, configurando-se corretamente a
Tolerância:






STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.8 - 7
Cargas Globais - Aplicar somente nas barras/elem. selecionados

Por padrão, as Cargas Globais (Pontual, por Área ou Trem Tipo) são aplicadas em todas as barras/elem., porém o
usuário, deixando esta opção ativa pode forçar ao programa aplicar a carga somente nas barras/elementos
selecionados.

Esta opção é muito útil, por exemplo, para aplicarmos nas vigas as cargas provenientes de lajes armadas em um
só sentido.

Selecione as barras/elementos utilizando a Seleção Padrão.

Veja mais informações no tópico Método de Aplicação. (Ver Apêndice A3).

Cargas Globais – Fator

Especifique um fator multiplicativo. A carga aplicada será a carga configurada do Trem tipo multiplicada por este
fator.

Cargas Globais - Ângulo

Defina o ângulo de rotação do Trem-Tipo em torno do ponto (0,0). Os ângulos positivos são medidos no sentido
anti-horário.

Cargas Globais - "Aplicar momentos devido a distância da carga"

Esta opção só é válida quando estamos aplicando a Carga Global nos Nós:
O programa aplicará forças e momentos aos nós, como explicado no Método de Aplicação.
O programa aplicará somente forças nos nós

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.9 - 1

3.9 Cargas nos Elementos Sólidos

Podem ser definidas as cargas de Peso Próprio e Temperatura nos elementos sólidos.

Para definir qualquer tipo de carga na superfície do sólido (pressão uniforme, carga concentrada, etc), deve-se
definir barras e/ou elementos fictícios conectados aos nós dos elementos sólidos e aplicar as cargas nestas
barras/elementos fictícios.





3.9.1 Cargas nos Elementos Sólidos - Definir


Peso Próprio (Ver item 3.9.1.1).

Temperatura (Ver item 3.9.1.2).



3.9.1.1 Sólidos - Peso Próprio

Com esta opção pode-se aplicar a carga de Peso Próprio nos elementos sólidos; estas cargas serão aplicadas
como cargas nodais.

O programa multiplica o volume do elemento sólido pela densidade do material atribuído a ele e pelo fator
multiplicativo definido nesta janela; este valor é dividido igualmente por todos os nós do elemento, mesmo que o
elemento não seja simétrico.

Note que aplicar o peso próprio com esta opção tem o mesmo efeito de aplicá-lo como Cargas Nodais.






STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.9 - 2
Direção:

As cargas podem ser aplicadas paralelas a qualquer eixo local e global.

Selecione o eixo global de aplicação do peso próprio e entre com o fator multiplicativo do peso próprio. Depois
selecione os elementos sólidos que deseja aplicar o peso próprio utilizando a Seleção Padrão de Elementos.

Fator do peso próprio:

Configure a janela acima indicando a direção de aplicação da carga e o valor multiplicativo.

Selecione os elementos que deseja aplicar o Peso Próprio utilizando a Seleção Padrão de Elementos.


Exemplos:
Aplicar o peso próprio na direção vertical (admitindo que o eixo X2 seja o eixo de altura do modelo):
Global X2 Fator = -1.00
Aplicar 10% do peso próprio como carga horizontal em X1:
Global X1 Fator = 0.10


3.9.1.2 Sólidos - Temperatura

Com esta opção, o usuário estará aplicando uma tensão uniforme nos elementos em todas as direções. Esta
tensão é igual a Eα(∆T)/(1-2µ)



Entre com a diferença de temperatura. Clique em OK e selecione os elementos que deseja aplicar a carga de
temperatura utilizando a Seleção Padrão de Elementos.

O programa multiplica esta diferença de temperatura pelo coeficiente térmico do material da seção, logo, a
mudança de temperatura e o coeficiente térmico devem estar definidos na mesma unidade: em graus Celsius (°C)
ou graus Fahrenheit (°F).


3.9.2 Editar carga nos elementos sólidos

(Ver item 3.4.2). Em editar carga de barras.


3.9.3 Deletar carga nos elementos sólidos

(Ver item 3.4.3). Em deletar carga de barras.


3.9.4 Carga de elementos sólidos – cópia

(Ver item 3.4.4).

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.10 e 3.11 - 1

3.10 Deletar Carregamentos

O programa mostra a lista com todos os carregamentos já definidos:



Selecione os carregamentos que deseja deletar clicando sobre os nomes (para selecionar mais de um
carregamento, pressione a tecla Control enquanto clica nos carregamentos ou abra uma janela movendo o
mouse com o botão da esquerda pressionado).
Clique no botão .
O programa exibirá uma janela de confirmação: Clique em OK para deletar o carregamento atual, em OK para
todos para deletar todos os carregamentos selecionados (sem o programa perguntar) e em Cancelar para
voltar a confirmação o carregamento anterior.

Nota: Esta opção apagará totalmente os carregamentos selecionados. A opção 'Desfazer' não trará de volta os
carregamentos deletados.


3.11 Desativar Carregamentos

Com esta opção podemos desativar carregamentos já existentes. Estes carregamentos não serão resolvidos, mas
também não serão deletados; continuarão definidos, porém desativados.

Esta opção é extremamente importante quando geramos carregamentos que serviram somente como
carregamentos básicos para gerarmos outros a partir da opção de Carga Combinada (principalmente utilizada em
modelo que contenham análises não lineares). Desativar os carregamentos básicos não altera a Carga
Combinada definida.

Os carregamentos desativados podem ser ativados a qualquer momento com esta mesma opção.

O programa exibirá a lista com todos os carregamentos definidos:



Coloque o sobre a linha de um carregamento e clique o mouse; o status do carregamento será alterado de ativo
(em branco) para desativado e vice-versa.

Aviso: Lembre-se que as combinações feitas no Módulo de Resultados serão atualizadas automaticamente
conforme a alteração dos status (ativo/desativo) dos carregamento. Após calcular o modelo, deve-se checar as
combinações no Módulo de Resultados (caso existam).
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.12 - 1
3.12 Cargas Móveis

Com esta opção pode-se gerar uma série de carregamentos a partir de um carregamento já existente que
contenha Cargas Globais. Em cada carregamento gerado por esta opção, as Cargas Globais serão
movimentadas por uma distância constante. Todos os demais tipos de cargas (cargas nodais, em barras,
elementos, etc) que existirem neste carregamento inicial, também serão aplicados nos novos carregamentos
gerados, mas permanecerão na mesma localização.

Primeiramente o programa exibe uma lista contendo todos os carregamentos existentes no modelo. Selecione um
carregamento da lista que contenha Cargas Globais:


Mover para:

Digite o incremento nas coordenadas globais na posição das cargas globais.

Nº de cargas geradas:

Especifique o número de novos carregamentos a serem gerados. O valor "Máx. permitido" é o número máximo
de carregamentos permitidos ( 999 carregamentos ) menos o número de carregamentos já definidos.

Carga Móvel – Arco:

Utilize esta opção para gerar os carregamentos onde as Cargas Móveis serão deslocadas ao longo de um arco.
Especifique o número de carregamentos a serem gerados.
Clique no botão Mover em arco.
Especifique os nós do início, do fim e um nó intermediário do arco.

Se a Carga Global estiver na coordenada de definição do início do arco, a última cópia será gerada no nó final do
arco e as cópias intermediárias serão geradas em intervalos igualmente espaçados ao longo do arco.

Se a Carga Global não pertencer ao arco definido, o programa irá desenhar um arco paralelo ao arco definido,
iniciando na carga global e gerando as demais cargas como acima.

Exemplo:
A partir de um carregamento chamado "Carro1" (figura a) crie os carregamentos das figuras b e c.


Primeiramente deve-se criar o carregamento Carro1 utilizando Cargas Globais (como mostrado na figura a).
Depois clique na opção de Carga Móvel e selecione este carregamento da lista.

Especifique:

Nº de carreg. gerados = 2
DX1 = 2.0 DX2 = 0.0
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.12 - 2

O programa irá criar automaticamente os carregamentos "Carro1 #2" e "Carro1 #3"

Após gerar estes carregamentos, o programa retorna a janela com a lista de carregamentos existentes, sendo que
o carregamento "Carro #3" foi adicionado a lista. O programa sempre adiciona o último carregamento gerando a
lista para que o usuário possa, se desejar, selecioná-lo para criar outros carregamentos a partir deste. Neste
caso, o usuário seleciona o carregamento "Carro1 #3", os próximos carregamentos gerados seriam os "Carro1
#4", "Carro1 #5", etc. Desta maneira fica mais fácil alterar as distâncias entre as cargas, caso seja necessário.

Caso o carregamento original seja editado, o programa perguntará ao usuário se deseja fazer esta alteração em
todos os carregamentos gerados a partir deste ou não.


Aviso: De acordo com o Método de Aplicação das Cargas Globais, mesmo as cargas localizadas fora dos limites
do modelo que estejam sendo aplicadas nas barras irão carregar a estrutura. Este fato pode criar um problema
quando as cargas estiverem parcial ou completamente fora dos limites da estrutura. Por exemplo:

Para termos certeza que estas cargas não estejam sendo aplicadas no modelo, pode-se:
Definir nós a uma distância muito pequena (por exemplo: 0,02) da estrutura.
Conecte estes nós com uma barra fictícia paralela ao limite do modelo.
Não conecte estes nós a estrutura com nenhuma barra/elemento.

Desta forma, as Cargas Globais que estão fora dos limites do modelo (em nosso exemplo são as duas cargas
concentradas) serão aplicadas as barras fictícias, não sendo aplicadas no modelo, pois as barras fictícias não
estão conectadas ao modelo, ou seja, estas cargas serão ignoradas pelo programa. No Módulo de Resultados e
nos Pós-Processadores, estas barras fictícias não serão exibidas (nenhuma barra fictícia é exibida no Módulo de
Result. e nos Pós Processadores).

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Capítulo 3.13 - 1

3.13 Alternar Cargas

Com esta opção pode-se gerar automaticamente várias configurações de Carga Permanente + Acidental, a partir
de carregamentos básicos definidos pelo usuário. O programa mostra a configuração feita e o usuário pode editá-
la no mesmo momento. Após mostrar todas as configurações, o programa gera um carregamento para cada
configuração mostrada.

Esta opção é melhor explicada por um exemplo:

Exemplo: Gerar automaticamente os arranjos de carga (c), (d) e (e) a partir dos carregamentos básicos (a) e (b):



As configurações que serão geradas estão armazenadas no arquivo CHESS.DAT, que pode ser editado pelo
usuário.



Configure o quadro acima e clique em OK.

Agora o programa começa a exibir os arranjos de carga gerados sequencialmente. Clique em:

Para aceitar o arranjo de cargas que está sendo exibido; o programa irá gerar automaticamente um
carregamento com este arranjo de carga.

Para voltar ao arranjo de cargas anterior.

Caso o arranjo da Carga Permanente não esteja satisfatório, o usuário pode escolher uma das 3 opções abaixo
para modificá-lo:

Inverter Fator Máximo/Fator Mínimo. Selecione as barras utilizando a Seleção Padrão de Barras; todas
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Capítulo 3.13 - 2
as barras selecionadas que estiverem associadas ao fator máximo serão associadas ao fator mínimo e vice-versa.

Selecione as barras utilizando a Seleção Padrão de Barras; todas as barras selecionadas que estiverem
associadas ao fator mínimo ficarão associadas ao fator máximo.

Selecione as barras utilizando a Seleção Padrão de Barras; todas as barras selecionadas que estiverem
associadas ao fator máximo ficarão associadas ao fator mínimo.

Aviso:

Nós Módulos de Metálica e Concreto, o programa assume que todas as combinações são definidas após o
modelo ser calculado, assumindo assim que as deformações geradas por carregamentos (que não foram
combinados após o cálculo do modelo) são decorrentes de cargas de serviço, não majoradas.

Utilizando o recurso de Alternar Cargas, estamos gerando carregamentos que não são cargas de serviço, mas sim
combinações já majoradas. Então os Módulos de Concreto e Metálica estão adotando as deformações dos
carregamentos já majorados como sendo provenientes de cargas de serviço. Para corrigir isto, devemos então
aumentar proporcionalmente o limite de deformação admissível.

Por exemplo:
Deformação admissível para cargas de serviço = L/350
Fator médio utilizado na barra em um carregamento = 1.55
Deve-se ajustar a deformação admissível = 350 / 1.55 = L/226

Selecione carga permanente ou acidental:

Especifique os carregamentos que contém as Cargas Permanente (no máximo 5) e Acidental (no máximo 5).

Fator máximo da carga permanente:

Especifique o fator multiplicativo para carga permanente quando a máxima carga permanente for aplicada.

Fator mínimo da carga permanente:

Especifique o fator multiplicativo para carga permanente quando a carga permanente mínima for aplicada.

Fator da carga acidental:

Especifique o fator multiplicativo para carga acidental, quando esta for aplicada.


3.13.1 Alternar Cargas - (CHESS.DAT)

A lista dos possíveis arranjos de cargas é armazenada no arquivo CHESS.DAT. Este arquivo está no diretório do
programa STRAP e pode ser editado pelo usuário com qualquer editor de texto (Bloco de Notas, WordPad, etc).

Cada linha tem o seguinte formato:

LEN nv PAT n1 n2 ... nnsp

Onde:
nv = número de vãos do arranjo
n1, n2, .. = 0 ou 1 para cada um dos nv vãos; 1 indica que o vão é carregado e 0 indica que o vão nào é
carregado.




STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.13 - 3
Os arranjos padrões são:

LEN 2 PAT 1 0
LEN 4 PAT 1 1 0 0

Linha 1: 2 vãos no arranjo; 1º vão carregado e 2º descarregado.

O programa produzirá os seguintes arranjos:



Linha 2: 4 vãos no arranjo; os 2 primeiros vãos estão carregados e os 2 últimos descarregados.

O programa produzirá os seguintes arranjos:




Para o exemplo abaixo, o arquivo CHESS.DAT deveria ter as seguintes linhas:

LEN 1 PAT 1
LEN 2 PAT 1 0



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Capítulo 3.14 - 1

3.14 P-Delta

Com esta opção o usuário pode fazer o cálculo de forças e momentos secundários que aparecem no modelo em
função da ação de forças na estrutura deformada.

Notas:
Para detalhes de como o programa trata o problema do efeito P-Delta, veja P-Delta - Método de Cálculo. (ver
item 3.14.1).
O efeito P-Delta só é aplicável a elementos de barras. O usuário deve especificar ao programa qual (ou quais)
carregamentos deve-se calcular o efeito P-Delta.

Importante:
O efeito P-Delta é um tipo de análise não linear feito pelo programa, ou seja, as regras de superposição dos
efeitos não são válidas. Então, as combinações DEVEM ser feitas antes de calcular o modelo, ainda no
Módulo de Carregamentos, com a opção Carga Combinada.

O programa exibe uma lista dos carregamentos existentes:



Mova o até a célula correspondente ao carregamento que deseja computar o efeito P-Delta e clique o mouse.
Para não computar mais o efeito P-Delta, clique novamente na célula.


3.14.1 Efeito P-Delta - Método de Cálculo

O Efeito P-Delta é o método utilizado pelo programa para o cálculo de forças e momentos secundários que
aparecem no modelo em função da ação de forças na estrutura deformada.

Aviso: O cálculo do efeito P-Delta só é aplicável em elementos de barras (não em elementos finitos).

O método de cálculo do efeito P-Delta utilizado pelo programa é o seguinte:
A força aplicada em qualquer nó é igual a soma das forças internas nas extremidades das barras conectadas a
este nó, mas com sinal oposto (Figura a).


Para a segunda e subsequentes interações, o programa primeiro calcula a nova orientação de cada barra,
baseada na posição deslocada dos nós de incidência, a partir da interação anterior, ou seja, é atribuída a barra
um novo sistema de coordenadas locais (Figura b).
O programa calcula a soma das forças internas em cada nó baseada nos novos sistemas locais das barras.
Esta soma é então aplicada ao nó (com sinal oposto). No exemplo acima, esta carga aplicada contém uma
componente vertical e uma horizontal (quando a carga original não continha nenhuma componente horizontal)
(Figura b).
O programa resolve o modelo novamente e continua com as próximas iterações até convergir.


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Capítulo 3.14 - 2
Para convergir é necessário que a condição abaixo seja satisfeita para TODOS os nós do modelo:


onde:
i = iteração atual.
i-1 = iteração anterior.
Desloc. Máx.: Referente a solução original.

Estruturas muito flexíveis podem não convergir. Caso a solução não convirja após cinco iterações, o programa
pausa e exibe uma janela perguntando se o usuário deseja fazer mais 5 iterações ou parar. A cada 5 iterações
o programa repete esta pergunta. Note que muitos modelos convergem em 5 iterações, mas não são todos,
alguns necessitam de mais de 30 iterações para convergir.

Notas:
Todas as iterações são calculadas com a Matriz de Rigidez Inicial do modelo, calcula a partir da geometria
inicial (não deformada) do modelo.
As reações de apoio exibidas nas tabelas não incluirão as forças adicionais que aparecem em função do efeito
P-Delta.
O cálculo é geralmente conservador para barras relativamente esbeltas com deformações ao longo de seu
comprimento. Na Figura (a) abaixo, a deformada assumida pelo método não é igual a deformada real da barra.


Para melhorar a precisão, pode-se quebrar a barra em duas, inserindo um nó intermediário, como mostrado na
Figura (b). Quanto mais nós intermediários, melhor a precisão do método.

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Capítulo 3.15 e 3.16 - 1

3.15 Sway

O Módulo de Deformações Sway existente no Módulo de Metálica pode redimensionar a estrutura para atingir um
deslocamento limite imposto pelo usuário. Este deslocamento limite pode ser um deslocamento absoluto (Linear)
ou um deslocamento relativo entre 2 nós em uma das direções globais.

Para poder especificar os limites de deslocamento no Módulo de Metálica, é necessário que o usuário especifique
o nó e a direção deste deslocamento limite aqui no Módulo de Carregamentos. O programa irá criar
automaticamente uma carga unitária nos nós selecionados a fim de ter a influência que cada barra causa no
deslocamento daquele nó. Note que esta carga unitária não pode ser vista pelo usuário em nenhum gráfico nem
tabelas, ela é utilizada internamente pelo programa.



Primeiramente o programa exibe uma janela semelhante a mostrada acima. Esta janela contém uma lista dos nós
que foram selecionados para termos os deslocamentos limites estipulados.

Selecione uma das seguintes opções:

Para adicionar novos nós onde definiremos os deslocamentos limites:



Direção:

Especifique a direção global que deseja impor o deslocamento limite.

Tipo:

Selecione uma das seguintes opções:

Linear
Impor um deslocamento limite no nó selecionado segundo uma direção global do modelo .

Relativa
Impor um deslocamento limite entre dois nós selecionados segundo uma direção global do modelo.
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Capítulo 3.15 e 3.16 - 2

Selecione o nó desejado clicando sobre ele.

Para Remover nós já adicionados da lista:

Clique sobre o nó que deseja remover e clique no botão Remover; a linha que continha este nó será apagada.


3.16 Cópia de Carregamentos

Para copiar um carregamento existente inteiro (com todas as cargas aplicadas):
Selecione o carregamento da lista.
Defina um título para este novo carregamento.

Este novo carregamento é totalmente independente do carregamento original utilizado para criá-lo, ou seja
pode-se editar este novo carregamento normalmente e editando o carregamento original, não estamos
editando o carregamento gerado por sua cópia.

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Capítulo 3.17 - 1

3.17 Cargas de Vento

3.17.1 Cargas de Vento - Geral


Esta opção gera as cargas de vento de acordo as normas: BS 6399: parte2, Eurocode - part 2-4, UBC ou IS414.

O usuário deve definir:
O contorno dos painéis que receberão o vento.
A direção em que o vento atua.
O eixo de altura da estrutura.
Diversos parâmetros exigidos pelas normas.

O programa calcula a distribuição da pressão de vento de acordo com a norma selecionada e aplica esta carga
nos nós/barras/elementos da área do painel.

Em geral, cada parede ou plano de telhado é definido em painéis separados.

Notas:
Pressões de vento são aplicadas em nós/barras/elementos utilizando o mesmo método de aplicação utilizado
nas Cargas Globais por Área.
Não são considerados os efeitos dinâmicos do vento.


3.17.2 Procedimento:

Clique no ícone
Selecione "Definir um novo carreg. de vento"
Especifique o método de aplicação das cargas de vento:
- Contorno de um painel, aplicando cargas nos nós/barras/elementos.
- Selecionar barras, definindo a largura de obstrução ao vento de cada barra.
- Aplicar o vento em uma estrutura torre/treliça.
Defina o contorno do primeiro painel ou selecione as barras definindo a largura de obstrução.
Defina os parâmetros de acordo com a norma utilizada.
Repita o procedimento para cada painel adicional (todos os painéis adicionais devem utilizar o mesmo método
de aplicação).
Repita o procedimento para outros carregamentos.

Para verificar o carregamento de vento gerado pelo programa:
Clique no ícone
Selecione o carregamento correspondente ao vento que deseja verificar.
O programa irá mostrar as cargas geradas.
** Não edite estas cargas **
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Capítulo 3.17 - 2

Para editar o carregamento de vento:
Clique no ícone
Selecione Revisar carreg. de vento e selecione o carregamento desejado
Para painéis definidos por contorno: edite o método de aplicação das cargas (barras/elementos/nós).
Revise a lista de contorno/barra; revise os parâmetros de um painel existente e adicione novos painéis se
necessário.

Note que um vento que foi definido como aplicado numa área não pode ser editado de modo que seja aplicado
nas barras com uma largura de obstrução, ou vice-versa.


3.17.3 Menu das Cargas de Vento



Definir um novo carreg. de vento
Definir um novo carregamento, onde o usuário informa certos parâmetros ao programa que gera as cargas de
vento.

Revisar carreg. de vento
Editar um carregamento de vento já existente, que tenha sido criado pela opção acima. Selecione um dos
carregamentos exibidos na lista.

Copiar e revisar um carreg. de vento
Copiar qualquer carregamento (de vento ou regular) e adicionar cargas de vento ao carregamento

Exibir/imprimir tabela de carreg. de vento
Exibi/imprime uma tabela detalhando o cálculo da pressão de vento aplicada em cada painel de acordo com a
norma especificada.

Veja também Cargas de Vento - Geral

Por exemplo:

Exibir/imprimir uma tabela detalhando o cálculo da pressão de vento em cada painel de acordo com os parâmetros
da norma especificada.


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Capítulo 3.17 - 3

Veja também:
Cargas de Vento – Geral (Ver item 3.17.1).
Normas - Métodos de cálculo


3.17.3.1 Definir
Selecione uma das seguintes opções:


As cargas de vento podem ser geradas, especificando:

(a) Uma área: o programa calcula uma Carga Global que será aplicada em nós, barras ou elementos. (Primeiros 3
botões do menu acima)
(b) Uma série de barras e suas larguras de obstrução ao vento: o programa aplica uma carga linear nas barras
(esta é a única opção disponível em modelo de pórtico plano).(Quinto botão do menu acima - Barras)


(c) A face de uma torre/treliça. O programa assume que o modelo é uma estrutura aberta, ou seja, o vento pode
passar por dentro do modelo. (Quarto botão do menu acima - Área de uma torre/treliça)

O programa calcula a área de superfície projetada de cada barra perpendicular a direção do vento; calcula a
carga de vento de cada barra em uma estrutura aberta de acordo com uma das normas e aplica esta carga
como cargas nas barras ou nodais.
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Capítulo 3.17 - 4

Definir nome do painel:


As cargas de vento podem ser geradas em uma série de áreas de contorno.

Cada área de contorno destas é chamada de "painel".

Por exemplo:


Digite na caixa o título do painel.


O programa exibe o seguinte menu para cada painel existente no carregamento:
Especifique a largura de obstrução das barras.


Exemplo:

Definir os parâmetros das normas como especificado em (Ver item 3.17.4 ou 3.17.5)
E depois o programa calcula carga global ou de barra e as aplica no modelo.









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Capítulo 3.17 - 5
3.17.3.2 Editar

(Ver item 3.17.2). Em procedimento.



Selecione uma das opções:



Para alterar os parâmetros (de acordo com a norma selecionada).
- Redefinir o contorno inteiro do painel atual; o programa irá exibir automaticamente o menu
de definição dos parâmetros após a redefinição do painel.
Deletar o painel atual completamente.
Não editar o painel atual.

3.17.4 Normas de Vento

Selecione uma das seguintes normas de dimensionamento:



BS6399 – (Ver item 3.17.4.1).

Eurocode1 - (Ver item 3.17.4.2).

UBC1997 - (Ver item 3.17.4.3).

Wind design code - Lattice - (Ver item 3.17.5).



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Capítulo 3.17 - 6
3.17.4.1 Wind loads - BS 6399, Part 2 (1997)

Referring to Clause 3.1.3, the pressure acting on the external surface of a building is calculated as:

pe = qe·Cp (Eq. 17)

where:
qe is the reference pressure obtained from Clause 3.1.2.1
qe = 0.613·V²e (Eq. 16)
Ve = Vsite·Sb (Eq. 27)
Vsite is the site wind speed obtained from Clause 2.2.2
Sb is the terrain and building factor obtained from Clauses 3.2.3.2.2 and 3.2.3.2.3
Cp is the pressure coefficient obtained from Clause 3.3.



Eixo de Altura e Distância a coordenada zero.

Especifique:
O eixo global de Altura do modelo; o vento irá variar ao longo desta direção.
A distância entre o nível do solo e a coordenada zero do STRAP segundo o eixo de altura. Por exemplo:




The value of Sb varies along the height of the panel. The program selects the heights at which to change the
value according to one of the following methods:

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Capítulo 3.17 - 7
divide height to panels of B=
Referring to Code clause 3.2.3.1, the user defines B = maximum horizontal plan dimension and the program
applies a uniform pressures on successive panels according to 2.3.3.2 and Figure 11. The reference height for
determining the value of Sb is the height at the top of the panel. Refer to Figure (b) below.

divide height to panels when Sb changes
the program calculates new values at the effective heights listed in Code Tables 22,23. Refer to Figure (a)
below.



The Sb factor is calculated according to the Detailed method in Clause 3.2.3.2:

For sites in COUNTRY terrain:

Sb = Sc·[1+ (gGUST·St) + Sh] (Eq. 28)

For sites in TOWN terrain:

Sb = Sc·Tc·[1+ (gGUST·St·Tt) + Sh ] (Eq. 29)

Specify the Terrain type; select one of the following:

Country, or Town and upwind distance from edge of town to site
Sc, St, Tc, Tt· are calculated by the program according to Code Tables 22 and 23
Sh is assumed = 0

User table
The program will use the Sb vs. effective height table stored in file WINDUSER.DAT (All other factors are
ignored)

Define Sb
Enter a value for Sb in the adjoining edit box.

Diagonal (Ggust)

Referring to Code Appendix F, specify the "Diagonal b" distance required to calculate the gust peak factor, ggust.

ggust = 0.42 ln (3600/t)

t = 4.5 a/Vo (F.1`)

where Vo is the relevant mean wind speed at height Hr, given by:
country terrain - Vo = Vsite Sc
town terrain - Vo = Vsite Sc Tc

Distance to sea

Referring to Code Tables 22 and 23, specify the "Upwind distance from sea to site (km)"

Vsite

Specify the value of VSITE as defined in Code clause 2.2.2.
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Capítulo 3.17 - 8

External pressure coefficient

Define the Pressure Coefficient, Cp, for the panel, as outlined in
BS6399: clause 3.3.
Eurocode 1: section 10

A uniform coefficient may be defined for the entire panel face, or the panel may be divided into vertical strips (refer
to BS6399 -Figure 31 or Eurocode 1 - Figure 10.2.3).

For example:


specify:



The loaded areas on the side face should be divided into vertical strips from the upwind edge of the face using the
scaling length b given by:
b = min(B, 2H)
where B = dimension perpendicular to the wind direction



Direção do Vento

Especifique um dos eixos globais do modelo definindo a "Direção do Vento".

O programa compara a direção do vento com a orientação da face do painel.

3.17.4.2 Wind loads - Eurocode 1

The wind pressures are calculated according to Eurocode 1, Part 2-4: Wind actions (1991).

The wind pressure, we, acting on the external surface of a structure shall be obtained from:
we = qref·ce·cp (5.1)

where:
qref = reference mean wind velocity pressure derived from the reference wind velocity as defined in Code
section 7.1
ce = exposure coefficient accounting for the terrain and height above ground (z), given in Code section 8.5.
cp = external section pressure coefficient derived from Code section 10.


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Capítulo 3.17 - 9


Eixo de Altura e Distância a coordenada zero.

Especifique:
O eixo global de Altura do modelo; o vento irá variar ao longo desta direção.
A distância entre o nível do solo e a coordenada zero do STRAP segundo o eixo de altura. Por exemplo:



Ce

The exposure coefficient Ce is determined from Code equation (8.6)


where:
kT = terrain factor as defined in Code section 8.3
cr = roughness coefficient as defined in Code section 8.2
ct = topography coefficient as defined in Code section 8.4

There are three methods for specifying the value for Ce: select one of the following options in the "Terrain type"
list box:

Terrain categories I-IV (Rough/Farmland/Suburban/Urban)
The program takes the values of kT, zo, zmin and ε from table 8.1 and calculates cr according to Code equation
8.2. ct as defined by the user in the edit box.

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Capítulo 3.17 - 10
User table
The program will use the Ce vs. effective height table stored in file WINDUSER.DAT (All other factors are
ignored)

Define Ce
Enter a value for Ce in the adjoining edit box.

The value of Ce varies along the height of the panel. The program selects the heights at which to change the value
according to dimension B defined by the user:



Wind speed (Vref)

Wind pressure (gref)

Referring to Code Section 7.1:

qref = 0.625·v²ref (7.1)

Enter either the wind speed vref or the Wind pressure, qref; the other value will automatically be updated according
to the equation.

Cp

(Ver item 3.17.4.1) – BS6399

Direção do Vento

Especifique um dos eixos globais do modelo definindo a "Direção do Vento".

O programa compara a direção do vento com a orientação da face do painel.

3.17.4.3 Wind loads - UBC 1997

Wind design is based on UBC 1997: Division 3 - Wind Design.

Referring to Section 1620: " Design wind pressures for buildings and structures and elements therein shall be
determined for any height in accordance with the following formula:

P = CeCqqsIw kzt (20-1)

where:
Ce = combined height, exposure and gust factor coefficient (Table 16-G)
Cq = pressure coefficient (Table 16-H)
qs = wind stagnation pressure at 33 feet (Table 16-F)
Iw = importance factor (Table 16-K)
kzt = topographic factor


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.17 - 11


Especifique:
O eixo global de Altura do modelo; o vento irá variar ao longo desta direção.
A distância entre o nível do solo e a coordenada zero do STRAP segundo o eixo de altura. Por exemplo:



Exposure Type

Select one of the following options:

Exposure B,C or D
The exposure type (refer to Section 16.16) is used to determine the coefficient Ce according to Table 16-G.

User defined table
The program will use the table stored in file WINDUSER.DAT

Define Ce
Enter a value for Ce in the "Ce(at top)" edit box.

Ce

Ce varies with height
The program calculates the pressure according to the height gradations in Table 16-G and applies a stepped
pressure pattern to the panel.

Uniform Ce (according to top)
The program calculates the pressure at the top of the panel and applies the same pressure over the entire
height of the panel

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Capítulo 3.17 - 12

Cq

Enter the Pressure Coefficient, Cq, according to Code Table 16-H.

Importance Factor

Specify the Wind Importance Factor Iw as set forth in Table 16-K.

Topographic factor

The topographic factor, kzt, is included in the equation for P by other Codes that are similar to the UBC

The default value is 1.00.

Wind

Referring to Table 16-F:

Enter either the basic wind speed or the Wind Stagnation Pressure, qs; the other value will automatically be
updated according to the Table.

Units:
basic wind speed - miles per hour (mph)
wind stagnation pressure, qs - psf

Direção do Vento

Especifique um dos eixos globais do modelo definindo a "Direção do Vento".

O programa compara a direção do vento com a orientação da face do painel.

3.17.5 Wind design codes - lattice

3.17.5.1 Wind - lattice - BS6399

Wind on members in lattice structures is calculated according to BS 6399,Part 2,Section 2.7:

The program determines the projected area perpendicular to the wind direction for each selected beam. The
pressure on any member is constant; the program calculates the pressure using the maximum height.

The H2, H3 dimensions in the beam property tables are used for this calculation and they must be defined. Note
that H2=H3=0 and hence all lattice wind loads will be zero in all models created prior to Version 9.00. (click
here for more information)

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Capítulo 3.17 - 13


Cp

Specify the pressure coefficient, Cp, according to section 2.7.2 and Table 20.

Reduction factor

the program will automatically calculate the reduction factor, κ, according to section 2.7.3 and Figure 25.

Note:
the program uses L = STRAP member length when calculating L/B. The length will be incorrect in the case of
combined beams.
the program ignores the provisions of item 2.7.3 referring to sections that cantilever from the ground, from
another plane surface or that span between two planes.

All other options

(Ver item 3.17.4.1).

3.17.5.2 Wind - lattice - Eurocode 1

Wind on members in lattice structures is calculated according to Eurocode 1, equation 6.1:

Fw = qref·ce (ze)·cd·cf·Aref

where cf is calculated by the program according to sections 10.10 and 10.14.

The program determines the projected area perpendicular to the wind direction for each selected beam. The
pressure on any member is constant; the program calculates the pressure using the maximum height.

The H2, H3 dimensions in the beam property tables are used for this calculation and they must be defined. Note
that H2=H3=0 and hence all lattice wind loads will be zero in all models created prior to Version 9.00. (click
here for more information)


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Capítulo 3.17 - 14


Eurocode 1 - Cf (Lattice)

The program calculates the load on individual members of a lattice structure according to Equation (10.10.1):

Cf = Cf,o·ψλ

Cf,o is calculated by the program according to Figures 10.10.2, 10.10.3 and 10.10.4 based on:
- the building type


note:
- for values of ϕ not on the graphs of Figure 10.10.4, the program uses the closest line.

- the solidity ratio, ϕ, calculated by the program according to Section 10.14(3) as the ratio of the surface area
of the members enclosed by the panel to the area of the panel:


- the Reynolds number, Re, required for Figure 10.10.4 is calculated by the program according to equation
10.8.1.
ψλ, the slenderness reduction factor, is calculated by the program according to Figures 10.14.1, based on the
max/min horizontal and vertical dimensions of the panel contour.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.17 - 15

Cd

Enter a value for cd, the dynamic coefficient, according to section 9.3.

All other options

(Ver item 3.17.4.1).


3.17.5.3 Wind - lattice – UBC 1997

Wind on members in lattice structures is calculated according to UBC, Section 1623:

The program determines the projected area perpendicular to the wind direction for each selected beam. The
pressure on any member is constant; the program calculates the pressure using the maximum height.

The H2, H3 dimensions in the beam property tables are used for this calculation and they must be defined. Note
that H2=H3=0 and hence all lattice wind loads will be zero in all models created prior to Version 9.00. (click
here for more information)



Building type

Specify the type of lattice according to Table 16-H -5 (Open frame towers) or enter a value for Cq.

Factors for cylindrical elements are two-thirds of those for flat or angular elements (Table 16-H, Note 8).

All other options

(Ver item 3.17.4.1).


3.17.6 WINDUSER.DAT

O usuário pode definir uma tabela de pressão de vento vs altura e armazená-la no arquivo WINDUSER.DAT.

Notas:
O nome do arquivo deve ser WINDUSER.DAT
Este arquivo tem de estar no diretório do programa STRAP.
O programa assume que as informações contidas no arquivo estão nas unidades em que a estrutura está
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.17 - 16
sendo modelada, ou seja, se o modelo estiver sendo feito em metro e tonelada, o programa vai assumir que
os valores de alturas contidos no arquivo estão em metros e os de pressão estão em ton/m^2.
Os número devem ter o ponto como separador de decimais. Se o número for inteiro, coloque o ponto e um
zero após este ponto, por exemplo: 3.0
O arquivo pode ter quantas linhas forem necessárias e tem que acabar com uma linha que comece com -
99999.0
As linhas devem ser dispostas em ordem crescente de altura.
Cada linha exclui um valor de altura e pressão; o valor da altura tem de estar nas colunas 1-8 e os valores de
pressão tem de estar nas colunas 9-16.
Exemplo:

3.0
5.0
7.0
|
|
100.0
120.0
-99999.0
0.7
1.4
2.5
|
|
12.9
16.2

(altura) (pressão)

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Capítulo 3.18 e 3.19 - 1

3.18 Módulo de Carregamentos - Menu Arquivo



Calcular o modelo:

Salva o modelo (com os carregamentos definidos) e calcula estaticamente o modelo.

Fechar (Tela inicial):

Salva o modelo (com os carregamentos definidos) e vai para a Tela Inicial do STRAP (lista de modelos).

Revisar Geometria:

Salva o modelo (com os carregamentos definidos) e volta ao Módulo de Geometria.

Sair e salvar:

Salva o modelo (com carregamentos definidos) e sai do STRAP


3.19 Visualizar

Visualizar - Cargas globais nas barras

Esta opção exibe como as cargas globais que estão sendo distribuídas nas barras (para as cargas globais que
foram aplicadas nas barras).

Caso esteja dentro de um carregamento, feche-o clicando no botão SAIR.
Selecione a opção Visualizar>Cargas globais nas barras no menu superior.
O programa exibe uma lista com todos os carregamentos exibidos. Escolha um carregamento (que tenha
cargas globais aplicadas nas barras) e clique no botão OK.

Exemplo:
Uma carga global aplicada em uma área retangular distribuídas nas barras:

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.18 e 3.19 - 2


Visualizar - Exibir Informações

Exibe as informações de cargas aplicadas no nó/barra/elementos selecionado.

Para esta opção ficar ativa é necessário que o usuário esteja dentro de algum carregamento. Caso não esteja,
defina um novo carregamento ou edite algum já existente.

Especifique se deseja visualizar informações de nós, barras ou elementos na caixa existente na parte superior
direita da tela:



clique sobre o nó/barra/elemento desejado.

Exemplo: Informação da barra nº 23:
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.20 - 1

3.20 Saídas


Somatório e Comandos de Carga

Com esta opção o programa mostra uma tabela contendo os comandos utilizados para gerar as cargas e o
somatório de forças nos eixos globais para cada carregamento selecionado.

Sempre verifique o somatório de cargas em cada eixo global exibido nesta opção, comparando com o total
de cargas que realmente foi aplicado a estrutura.

Primeiramente o programa exibe uma lista com todos os carregamentos já definidos no modelo:
Para visualizar um único carregamento, mova o para o carregamento desejado e dê um duplo clique no
mouse (ou clique o mouse uma vez e clique no botão ).
Para visualizar mais de um carregamento de uma vez:
- Clique sobre o nome de um dos carregamentos, sem deixar de pressionar o botão, mova o mouse abrindo
uma janela e selecionando outros carregamentos; ou
- Selecione um carregamento (clique uma vez sobre ele), pressione a tecla Ctrl e a mantenha pressionada
enquanto vai clicando sobre os demais carregamentos desejados; após selecionar todos os carregamentos
desejados, clique no botão ; ou
- Selecione um carregamento, pressione a tecla Shift e selecione outro carregamento.Todos os
carregamentos intermediários serão selecionados; clique no botão .

Os comandos de cargas exibidos estão no formato padrão indicado no Manual do Modo Comando.

Por exemplo:


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.20 - 2

Exibir Somatório, Comandos e Cargas aplicadas

O programa converte internamente todas as cargas definidas no modelo em cargas nodais. O somatório destas
cargas nodais em cada nó é chamado de carga aplicada. Utilize esta opção para visualizar além do somatório de
cargas e dos comandos que as geraram, também uma tabela com estas cargas aplicadas em todos os nós.

Saídas - Cargas globais aplicadas nas barras

O programa exibe uma tabela mostrando a distribuição das cargas globais como cargas em barras e nós:


Para uma explicação detalhada sobre como o programa calcula estas cargas em barras e nós, veja o tópico
Cargas Globais - Método de Aplicação. (Ver Apêndice A3).

Imprimir Somatório, Comandos

Com esta opção pode-se imprimir as informações de carregamento do modelo.


Selecione os carregamentos que deseja imprimir. Selecione o primeiro carregamento que deseja no campo De
e o último no campo Até. Todos os carregamentos intermediários serão impressos. Caso deseje imprimir
apenas um carregamento, deve-se direcioná-lo nos 2 campos.
Selecione (se desejar) as opções adicionais que podem ser impressas.
Nota:
As tabelas podem ser impressas em arquivo no formato ASCII com uma formatação especificada pelo usuário,
utilizando o STBatch .




STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 3.20 - 3
O programa exibe/imprime a lista de Carregamentos do modelo. Por exemplo:


onde:

no. = Número do carregamento no Módulo de Carregamentos
no. nos resultados = Número do carregamento nos módulos de Resultados e Pós-Processadores,
onde os carregamentos inativos são ignorados.

Imprimir Desenhos

Utilize esta opção para imprimir a tela visualizada direto para impressora ou arquivo. A visualização da impressão
será enquadrada numa moldura e incluirá cabeçalho. (Ver item 1.4.7).

Imprimir/Editar desenho

(Ver item 1.4.11).



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 4 - 1
4 Solução
4.1 Solução - Geral

Veja o tópico Método de Solução (Ver item 4.2) para uma explicação detalhada sobre o método utilizado pelo
programa para resolver os modelos.

A Matriz de Rigidez compõe, geralmente, o maior arquivo do modelo. Em função disto, o usuário pode orientar o
programa para apagar esta matriz assim que o modelo tiver sido processado, a fim de economizar espaço em
disco. Sempre que um modelo for processado, exibirá a janela abaixo onde o usuário informa se deseja deixar a
Matriz de Rigidez gravada em disco ou não.
Aconselhamos ao usuário, na maioria dos casos, clicar em Não a fim de não salvar a Matriz de Rigidez, pois
como já foi dito, ocupa muito espaço em disco e não é necessária após o concluído o cálculo pelo programa; a
não ser:
Em modelos grandes (que demoram muito para serem calculados) que o usuário deseja reprocessar sem
alterar em nada a geometria (somente alterando os carregamentos). Neste caso aconselhamos, se possível,
clicar em Sim a fim de salvar a matriz, pois mesmo ocupando muito espaço ela é útil já que não terá de ser
montada novamente nos processamentos posteriores.


Durante o processamento o programa exibe o seguinte cabeçalho:


Na primeira linha aparecem as larguras de banda original e otimizada. Já na segunda linha aparecem os graus de
liberdade da largura de banda e o número de graus de liberdade do modelo.

Abaixo o programa exibe o andamento da solução, onde pode-se estimar o tempo de solução que falta, pelo
número de graus de liberdade já resolvidos em comparação ao número de graus de liberdade total.

Se o modelo estiver instável, o programa exibirá Mensagens de Singularidade. Veja:
Singularidade (Ver item 4.3).
Problemas Gerais (Ver item 4.4).

Estas mensagens podem ser impressas.

Após resolver todos os graus de liberdade, o programa resolve as cargas:


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 4 - 2

O número da interação só aparece em modelos que contenham alguma análise não linear (P-Delta, barras
trabalhando só a tração/compressão ou molas unidirecionais).

O programa faz um back-up da solução automaticamente a cada tantos minutos, (que tiverem sido configurado
nas Configurações). O processamento pode ser interrompido a qualquer momento pelo usuário, clicando em
Abortar. Após alguns instantes o programa cessa o processamento e retorna a Tela Inicial do STRAP.

O processamento pode ser recomeçado a partir do último back-up feito pelo programa:
Entre no programa STRAP (na Tela Inicial).
Selecione o modelo desejado.
Clique na opção Calcular no menu superior.

Se este modelo teve seu processamento abortado antes, o programa exibirá a janela abaixo. Para reiniciar o
processamento a partir do último back-up realizado, clique no botão Reiniciar o cálculo.



4.2 Método de Solução


O programa resolve o modelo pelo método da rigidez. Este método resolve o modelo com base no equilíbrio de
equações nodais em termos de coeficientes de rigidez e deslocamentos nodais. A equação matricial que formula
o método é:

[K] * {d} = {P}

onde:

[K] = Matriz de rigidez (função da geometria do modelo).
{d} = Vetor de deslocamentos nodais.
{P} = Vetor de forças aplicadas.

A equação é resolvida para os deslocamentos nodais desconhecidos e conseqüentemente para as forças ou
tensões internas dos elementos.

A Matriz de Rigidez é uma matriz quadrada com dimensão de aproximadamente ngdl*nn (onde ngdl é o número
de graus de liberdade de um nó e nn é o número de nós do modelo), e simétrica em relação a diagonal principal
(que começa no canto superior esquerdo) da matriz.

Alguns valores da matriz são iguais a zero; Os valores diferentes de zero normalmente são agrupados ao longo da
diagonal principal, formando uma faixa diagonal (banda). A largura desta faixa é chamada de 'largura da banda.'

A largura da banda é o fator mais importante na determinação do tempo de processamento do modelo. O
tamanho da largura da banda depende da forma em que os nós e elementos estão numerados no modelo. Por
exemplo, numerar os nós de um modelo com vários pavimentos verticalmente ao invés de horizontalmente
aumentará o tamanho de largura da banda.

Porém não há necessidade do usuário se preocupar com o método de numeração do modelo. O programa
renumera o modelo automaticamente de forma que a largura da banda tenha a largura mínima, minimizando o
tempo de processamento. Esta renumeração é somente interna, ou seja, os resultados sempre aparecerão de
acordo com a numeração de nós e elementos definida na geometria.

O programa começa a solução invertendo a matriz de rigidez. A matriz de rigidez é função apenas da geometria.
Esta inversão da matriz leva a maior parte do tempo de processamento.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 4 - 3
Caso o programa encontre um valor zero ao longo da diagonal principal ao montar a matriz, ele coloca o valor
1.0E+20 no lugar deste valor zero e emite uma mensagem de aviso ( ZERO STIFFNESS ).

O programa decompõe a matriz pelo método de CHOLESKY.

Durante a decomposição da matriz, caso o programa encontre um valor X ao longo da diagonal principal que após
a decomposição tenha o valor de 1.0E-9*X, o programa substitui este valor por 1.0E-7*X e exibe uma mensagem
de SINGULARIDADE.
Elementos de Barras:

O programa inclui a contribuição do cortante na matriz de rigidez da barra e permite uma área reduzida de
cisalhamento.

Elementos Finitos Triangulares:

Flexão: O programa utiliza o elemento HSM (Hybrid Stress Model) como descrito em:
A Study of 3-Node Triangular Plate Bending Elements
Jean-Louis Batos
International Jour. for Numerical Methods in Engineering
Vol. 15 1771-1812 (1980)

Estado Plano de Tensões: O programa utiliza um elemento de estado plano de deformações constante.
Elementos Finitos Quadriláteros:

Flexão: O programa divide cada elemento quadrilátero em quatro elementos triangulares HSM, criando um
novo nó no centro do elemento. Então o programa utiliza a condensação de matriz para deletar este novo nó.

Estado Plano de Tensões: O programa utiliza um elemento de estado plano de deformações linear.

Veja mais em Referências. (Ver item 4.5).

4.3 Solução – Singularidade


Quando o programa encontra alguma singularidade na matriz de rigidez, ele exibe mensagens de aviso na tela.
Estas mensagens de aviso podem ser impressas pelo usuário.

Singularidade indica que o determinante da matriz é igual a zero. A singularidade é causada por instabilidade do
modelo.

SEMPRE DETERMINE a RAZÃO da SINGULARIDADE

Existem dois tipos de singularidade:
Singularidade Local:

O modelo como um todo é estável, mas existe uma singularidade local em algum nó. O programa exibe uma
mensagem semelhante a:

zero stiffness at node in dof . dof was restrained

O programa automaticamente restringe o Grau de Liberdade no nó indicado e prossegue com a solução.

Alguns exemplos típicos são:
Treliça plana : Quando modelada com o tipo de modelo Treliça e existe algum nó não restringido no eixo
fora do plano.
Pórtico plano : Todas as barras conectadas a um nó chegam a ele articuladas.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 4 - 4
Pórtico espacial : Momento de inércia torsional (J) não foi definido.

Nota:

Em alguns casos de singularidade local a ação corretiva que o programa executa (restringindo os graus de
liberdade) é a solução correta para o problema (por exemplo o caso da treliça plana citada acima), porém o tempo
de processamento será maior que o necessário. E mesmo que o programa esteja fazendo a ação correta, o
usuário deve ter ciência desta ação e o que causou a singularidade.
Singularidade Estrutural:

O modelo está instável. O programa exibe uma mensagem semelhante a:

Singularity or near singularity detected at node __

Para continuar o procedimento o programa restringe graus de liberdade do modelo, para que a matriz deixe de ser
singular.

Note que o programa restringe arbitrariamente o primeiro nó do modelo que o deixa instável. Este modelo
corrigido pelo programa geralmente não corresponde ao modelo correto. Verifique as reações de apoio nas
tabelas de resultados e veja que o programa criou novos apoios; ou verifique graficamente os deslocamentos para
ver a forma deformada do modelo.

Se o modelo não corresponder ao esperado, IGNORE os resultados atuais e edite a geometria a fim de corrigir o
modelo.

Nota:
Esta mensagem de singularidade pode ser exibida quando existe uma diferença muito grande entre os
momentos de inércia definidos nas propriedades de barras.

4.4 Problemas – Geral


Se o modelo estiver sendo processado e por algum motivo externo (seja uma queda de luz, falha do
computador, etc) o processamento for interrompido, a solução do modelo poderá ser reiniciada a partir do
ponto do último backup realizado, como explicado em Tempo de processamento / backup.

Mensagens de aviso (o processamento é concluído):
- Quando o modelo for composto de 2 ou mais partes desconectadas entre si.
- Quando existem muitas barras conectadas a um nó (a otimização de nós/elementos fica descontínua).

Mensagens de Erro (o processamento não é concluído):
- Número de graus de liberdade excede 192.000 (6 x 32.000).
- Erros diversos na geometria.
- Sem espaço disponível em disco. No início do processamento, o programa verifica se o espaço disponível
em disco é suficiente para completar o processamento. Caso não seja, o programa exibe uma mensagem
indicando a quantidade de bytes necessária para o processamento completo do modelo.

Durante o cálculo do modelo, o programa cria 4 novos arquivos:



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 4 - 5
4.5 Referências

Matrix Analysis of Framed Structures
Weaver and Gere
D. Van Nostrand, 1980

The Finite Element Method - A Basic Introduction for Engineers
Rockey, Evans, Griffiths and Nethercot
Granada Publishing, 1975

Finite Elements for Structural Analysis
Weaver and Robinson
Prentice Hall, 1984

A Study of Three-Node Triangular Plate Bending Elements
Jean-Louis Batos
Int. Journal for Numerical Methods in Engineering
Vol. 15 1771-1812 (1980)

Formulas for Stress and Strain
R. J. Roark
McGraw-Hill

The Finite Element Method
O.C. Zienkiewicz
McGraw-Hill 1977

Finite Element Analysis Fundamentals
R.H. Gallagher
Prentice-Hall 1975

Theory of Elasticity
Timoshenko and Goodier
McGraw-Hill 1970

Strength of Materials
S. Timoshenko
Van Nostrand Reinhold

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.1 - 1
5 Módulo de Resultados - Geral

Após calcular estaticamente o modelo, o programa entra automaticamente no Módulo de Resultados. Neste
módulo é possível definir combinações, ver e imprimir reações de apoio, deslocamentos nodais, diagramas de
esforços nas barras, mapas de tensões nos elementos, etc.



Opções gerais do menu superior:



Para exibir /imprimir os resultados gráficos ou tabelados, deve-se:
Definir as Combinações (caso ainda não tenham sido definidas), pela opção existente no Menu Superior.
(Ver item 5.1).
Selecionar o tipo de resultado que deseja visualizar/imprimir: (Ver item 5.2).
Gráfico ou Tabela ou Resultado Detalhado
E clicar em uma das duas opções:
O programa exibe na tela o resultado gráfico/tabelado.

O programa imprime o resultado gráfico/tabelado. Os resultados gráficos podem ser impressos
diretamente pela impressora ou serem enviados ao Editor Gráfico do STRAP. Os resultados tabelados
também podem ser impressos diretamente para a impressora ou salvos como arquivo .RTF (que podem ser
abertos por editores de texto como o Word) ou arquivo delimitado (que podem ser abertos por planilhas como
o Excel). (Ver item 1.4.6 e 1.4.7).

Para ir diretamente a:

Puncionamento - (Ver item 5.3).
Resultados Gráficos - (Ver item 5.4).
Resultados Tabelados - (Ver item 5.5).
Resultado Detalhado - (Ver item 5.6).
Menu Arquivo - (Ver item 5.7).

Os resultados de modelos diferentes podem ser combinados e serem visualizados em um só modelo. Veja mais
detalhes em Combinar resultado de 2 projetos.






STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.1 - 2
A seguinte terminologia será empregada no Módulo de Resultados:



5.1 Combinações

Utilize esta opção para definir combinações dos carregamentos existentes. Estas combinações serão utilizadas
para:
Visualização e impressão de resultados tabelados
Visualização e impressão de resultados gráficos
Dimensionamento nos pós-processadores.

Os usuários que não estiverem familiarizados com esta opção devem ler o tópico Combinações - Geral para
obter uma explicação mais detalhada.

Cuidado: As regras de superposição de efeitos não são válidas em modelos que contenham análises não
lineares como: barras que só trabalham a tração/compressão, molas unidirecionais, efeito P-Delta. Nestes
modelos as combinações devem ser definidas pela opção de Carga Combinada existente no Módulo de
Carregamentos e nunca após o cálculo do modelo.



Para mais detalhes sobre "Grupos" e "Biblioteca de Combinações", veja Combinações - Geral.
(Ver item 5.1.4).
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.1 - 3
Definir/Revisar Combinações

As combinações podem ser definidas/revisadas. (Ver item 5.1.2).
Definir / Revisar grupos

Com esta opção pode-se definir um grupo novo ou revise um grupo já existente. (Ver item 5.1.3).
Imprimir / Exibir lista de combinações

Exibe/Imprime uma lista com as combinações definidas no modelo atual. (Ver item 5.1.5).
Desativar Todos os carregamentos

Todas as combinações serão temporariamente desativadas; não serão deletadas. (Ver item 5.1.6).
Desativar apenas carregamento selecionado

Selecione a combinação que deseja desativar e todos os pós-processadores. (Ver item 5.1.7).
Opções de combinação

Utilize esta opção para especificar quais carregamentos devem ser exibidos na caixa de definição das
combinações. (Ver item 5.1.8).


5.1.1 Combinações - Geral

Cada "Combinação" é definida como uma combinação de carregamentos (definidos no Módulo de
Carregamentos), onde cada carregamento é multiplicado por um fator especificado pelo usuário.

As combinações podem ser definidas pelo usuário em cada modelo ou trazidas de uma "Biblioteca de
Combinações"; as combinações definidas no modelo atual também podem ser inclusas na Biblioteca de
Combinações, podendo ser utilizadas em outros modelos.

O usuário pode definir "Grupos de Carregamentos". Caso um Grupo seja adicionado a uma combinação, o
programa irá:
- Gerar uma combinação para cada carregamento que compor o grupo, ou;
- Adicionar a combinação a soma de todos os carregamentos do grupo.

Exemplos:

Grupos:

Gerar a seguinte combinação:

1.4*CP + 1.6*Carga Móvel

Porém a Carga Móvel na verdade corresponde a 50 carregamentos diferentes, cada um contendo uma posição
diferente de um trem-tipo.

Ao invés de definir 50 carregamentos diferentes (o que demandaria muito tempo e trabalho), crie um grupo que
contenha estes 50 carregamentos e combine somente o grupo, desta maneira, somente é necessário criar uma
combinação. O programa automaticamente criará as 50 combinações, uma para cada carregamento contido
no grupo:

1.4*CP + 1.6*Carga Móvel (1)
1.4*CP + 1.6*Carga Móvel (2)
....
1.4*CP + 1.6*Carga Móvel (50)

Biblioteca:

O usuário não precisa definir as combinações que sempre são geradas em cada modelo. Pode-se armazenar
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.1 - 4
estas combinações em uma Biblioteca de Combinações e trazê-las para o modelo atual. Por exemplo:

1.4*CP + 1.6*SC
1.2*CP + 1.2*SC + 1.2*Vento
etc.

Notas:
A Biblioteca de Combinações é armazenada no arquivo COMB.DAT.
A "Biblioteca do Usuário" corresponde ao arquivo COMB.DAT que estiver no diretório de trabalho (diretório
do modelo atual).
A "Biblioteca Padrão" corresponde ao arquivo COMB.DAT que estiver no diretório do programa STRAP.
As combinações adicionadas a Biblioteca serão sempre adicionadas a Biblioteca do Usuário.
Pode-se criar/alterar a Biblioteca Padrão copiando manualmente (via Windows Explorer, por exemplo) a
Biblioteca do Usuário para o diretório do programa STRAP, substituindo o arquivo COMB.DAT lá existente.

Aviso: Aconselhamos fazer um back-up do arquivo COMB.DAT em um local seguro, caso o usuário tenha feito
alguma alteração na biblioteca padrão do programa.


5.1.2 Definir/Revisar Combinações

As combinações são definidas/revisadas digitando-se os fatores multiplicativos na células correspondentes. Cada
linha corresponde a uma combinação diferente e cada coluna a um carregamento diferente. As combinações
também podem ser digitadas em um editor de textos e "coladas" nesta caixa.

Quando acabar de preencher a tabela, clique no botão OK para confirmar a definição.



Deletar uma combinação

Selecione a combinação que deseja deletar clicando sobre ela com o mouse.
Clique no botão .
Copiar uma combinação

Selecione a combinação que deseja copiar clicando sobre ela com o mouse.
Clique no botão .
Clique na opção da lista que deseja colar a combinação copiada (caso seja selecionada uma linha que já
contenha uma combinação, o programa irá inserir a combinação copiada nesta linha).
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.1 - 5
Clique no botão .

Reordenar as combinações da lista
Similar a operação de Copiar uma combinação, porém clique no botão (ao invés do botão Copiar)
sobre a combinação que deseja mover.
Copiar a definição de combinações de um arquivo texto

Digite a definição da combinação em um editor de textos (Bloco de notas, WordPad, etc) com a seguinte
formatação:

TITLE tit (opcional)
lc1 f1 lc2 f2 ........lcn fn..G1 fg1 ...... Gn fgn

onde:
tit = Título da combinação. Se esta linha não for escrita, o programa coloca o título padrão para a
combinação (o título padrão é a lei de formação desta combinação).
lcn = Número do carregamento.
fn = Fator multiplicativo para o carregamento 'n'
fgn = Fator multiplicativo para o grupo 'n'

Exemplo:
Para a combinação: 1.4 * Carregamento 1 + 1.6 * Carregamento 3 + 1.2 * Grupo 2, intitulada de "CP + SC +
Grupo 2", digite:
TITLE CP + SC + Grupo 2
1 1.4 3 1.6 G2 1.2
Depois de digitar a combinação no editor de textos, marque estes comandos (clique no inicio e mova o mouse
sem deixar de pressionar o botão) e selecione a opção "Editar>Copiar" no menu superior do editor de textos.
Entre no Módulo de Resultados do STRAP
Abra a janela de definição de combinações, clique com o mouse sobre a linha em que deseja colar a
combinação copiada e clique no botão .

Note que podem ser "copiadas e coladas" mais de uma combinação por vez.








STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.1 - 6
5.1.3 Adicionar/Revisar um Grupo


Com esta opção pode-se definir um grupo novo ou revise um grupo já existente. O programa exibe a lista de
grupos, por exemplo:


Para definir um novo grupo, clique em uma linha identificada como "INDEFINIDO". Para revisar um grupo já
existente clique na sobre o respectivo título do grupo.

Digite o título do Grupo (ou revise caso seja um grupo já existente).


O programa exibe a lista dos carregamentos existentes. Por exemplo:


Clique sobre o carregamento que deseja incluir no grupo. Os carregamentos que estiverem identificados com a
palavra "YES" serão inclusos no Grupo. Certifique-se que todos os carregamentos que deseja incluir no
grupo estão assinalados com o "YES" e os demais não estão assinalados. Para retirar o "YES" de um
carregamento (não incluí-lo no Grupo), basta clicar novamente sobre este carregamento.

Especifique o método de combinação do grupo:


- Gerar uma combinação para cada carregamentos do grupo.
Quando este grupo for combinado, o programa irá automaticamente gerar uma combinação para cada
carregamento incluso neste grupo.

- Incluir a soma de todos os carregamentos na combinação.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.1 - 7
Quando este grupo for combinado, o programa irá automaticamente adicionar a SOMA de todos os
carregamentos inclusos neste grupo na combinação definida.


5.1.4 Biblioteca de Combinações


Qualquer combinação definida em um modelo pode ser armazenada em uma Biblioteca de Combinações. Estas
combinações podem ser utilizadas em qualquer outro modelo.



Inserir combinação de modelo atual

Para inserir uma combinação existente na biblioteca de combinações ao modelo atual:
Biblioteca do usuário - Trazer uma combinação da biblioteca de combinações existente no diretório de
trabalho.
Biblioteca padrão - Trazer uma combinação existente na biblioteca padrão do programa que está
armazenada no diretório do programa STRAP.

O programa exibe uma lista com as combinações existentes na biblioteca. Por exemplo:



Clique na combinação desejada; a combinação selecionada será adicionada automaticamente ao final da lista de
combinações do modelo atual.
Adicionar Combinação

Adiciona as combinações selecionadas do modelo atual. ao final da biblioteca de combinações do usuário
(existente no diretório de trabalho)

O programa exibe a lista de combinações já definidas no modelo. Selecione as combinações que deseja adicionar
a Biblioteca de Combinações e clique em .
Inserir Combinação

Para inserir uma combinação definida no modelo atual a Biblioteca de Combinações do Usuário.

Esta opção é semelhante a Adicionar comb. ao final da biblioteca do usuário, porém o programa irá primeiro
perguntar onde o usuário deseja inserir a combinação selecionada.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.1 - 8
Deletar Combinação

Deleta uma combinação selecionada da Biblioteca de Combinações do Usuário. O programa exibe a lista de
combinações existente na Biblioteca do Usuário; clique na combinação que deseja deletar.


5.1.5 Exibir/Imprimir a Lista de Combinações

Exibe/Imprime uma lista com as combinações definidas no modelo atual.

Caso alguma combinação contenha um grupo, o programa exibirá um menu com as seguintes opções:

Combinações:
Para exibir/imprimir a lista de todas as combinações, mostrando todos os carregamentos inclusos em cada
combinação (mesmo os gerados por grupos).

Grupos de carregamentos:
Para exibir/imprimir a lista de carregamentos inclusos em cada Grupo.

Definição das combinações:
Para exibir/imprimir a lista de combinações, mostrando os grupos de carregamentos que foram inclusos na
combinação e não os carregamentos.


5.1.6 Desativar todas as combinações

Todas as combinações serão temporariamente desativadas (não serão deletadas); somente poderão ser
visualizados resultados de carregamentos.

Note que esta opção é ignorada pelo pós-processadores, ou seja, as combinação que forem desativadas somente
por esta opção serão utilizadas no dimensionamento das barras nos pós-processadores.

Para desativar as combinações também nos pós-processadores deve-se selecionar a opção Desativar as
combinações selec.


5.1.7 Desativar as combinações selecionadas

Clique na combinação que deseja desativar; as combinações inativas serão indicadas pela palavra Inativa. Para
reativar a combinação, basta clicar novamente sobre ela; a palavra Inativa irá desaparecer.

Cuidado: As combinações que forem desativadas ficarão inativas tanto nos resultados gráficos/tabelados quanto
nos pós-processadores, ou seja, estas combinações não serão utilizadas no dimensionamento da estrutura.


5.1.8 Opções de Definição

Por padrão o programa exibe todos os carregamentos existentes na caixa de definição de combinações. Em
alguns modelos isto pode ser incoveniente, especialmente em modelos que contenham muitos carregamentos e
modelos em que alguns carregamentos já pertençam a um grupo de carregamentos.












STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.1 - 9
Utilize esta opção para especificar quais carregamentos devem ser exibidos na caixa de definição das
combinações:



Onde:
Os carregamentos inclusos em um grupo serão visualizados.
Os carregamentos inclusos em um grupo não serão visualizados.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.2 - 1

5.2 Resultados - Opções



Unidades

Especifique as unidades de visualização dos resultados (que não precisam ser iguais às unidades de modelagem
da estrutura). (Ver item 5.2.1).
Formato das saídas

Especifique o nº de casas decimais para diversos tipos de resultados tabelados. (Ver item 5.2.2).
Parâmetros de flambagem de barras

Especifique os parâmetros para o cálculo da tensão axial (comprimento de flambagem, etc.). O programa calcula a
tensão axial admissível de acordo com várias normas de estrutura metálica. (Ver item 5.2.3).
Sistema de coordenadas de resultados de elementos

Especifique a direção dos eixos de resultados para os elementos finitos planos e o ângulo de inclinação entre as
armaduras para lajes de concreto armado. (Ver item 5.2.4).
Reações - Eixos locais

Com esta opção selecionada, as reações de apoio serão mostradas em relação aos eixos locais de apoio (para
os apoios que tiverem um eixo local associado).

Resultados gráficos:


Resultados tabelados:



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.2 - 2
Parâmetros de armação dos elementos

Defina os parâmetros para a armadura (diâmetros mínimo e espaçamento) para os elementos finitos planos. (Ver
item 5.2.5.3).
BS8007

Esta opção só aparece nas instalações que tiverem o Módulo BS8007 instalado. Verificação da abertura de
fissuração e cálculo da armadura para limitar a abertura de fissuras em elementos de concreto armado de acordo
com a norma britânica BS8007:1987 - "Design of concrete structures for retaining aqueous liquids". Veja mais
detalhes em BS8007 – Geral (Ver item 5.2.5.1).

5.2.1 Unidades

Os resultados podem ser visualizados em qualquer unidade, independente das unidades de modelagem da
estrutura:


Note que alterando esta janela, estaremos mudando as unidades de visualização dos resultados do modelo atual,
mas as unidades padrão permanecerão as mesmas.

5.2.2 Formato das Saídas

Especifique o número máximo de casas decimais para os diversos tipos de resultados tabelados:


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.2 - 3
5.2.3 Parâmetros de Flambagem de Barras

Nesta opção o programa verifica as barras cujas seções transversais forem metálicas quanto a força axial. Deve-
se configurar o comprimento efetivo das barras, o tipo de aço e de norma a ser utilizada e as esbeltezes
admissíveis a tração e a compressão.

Esta opção foi feita pensando-se no dimensionamento de treliças ideais, onde a flexão e a cortante são ignoradas
(Para o dimensionamento completo dos perfis metálicos, utilize o Módulo de Metálica).

Esta opção calcula o efeito de flambagem linear de acordo com as seguintes normas:
Americana - AISC-ASD
Britânica - BS 449
Alemã - DIN.

As tensões axiais são modificadas por um fator que é função da esbeltez das barras; Nas normas Americana e
Britânica as tensões admissíveis são reduzidas, enquanto na norma Alemã as tensões atuantes são majoradas.

Os fatores multiplicativos das tensões estão armazenados no arquivo BCF.DAT.




Valores padrão:
Se os parâmetros de flambagem não forem revisados pelo usuário, o programa irá calcular as tensões admissíveis
assumindo que:
Todos os comprimentos efetivos das barras são iguais aos respectivos comprimentos reais.
O tipo de aço utilizado é o primeiro listado no arquivo BCF.DAT.

Notas:
Se o momento de inércia não tiver sido definido na definição da propriedade (no Módulo de Geometria), o
programa não tem como calcular o raio de giração da seção, não sendo possível calcular as tensões axiais
para estas barras.
Para barras com seções variáveis o programa utiliza as propriedades do início da barra (definida no nó inicial
JA).

5.2.3.1 Revisar o Comprimento de Flambagem


O comprimento de flambagem da barra é o comprimento efetivo da barra como mostrado da equação de Euler. O
comprimento efetivo é denotado em muitas normas como 'Le' ou 'KL'.

O programa necessita do comprimento de flambagem em torno dos eixos locais x2 e x3 (não precisam ser
necessariamente iguais).

Flambagem em torno x2 é a flambagem associada ao momento de inércia I2, enquanto a flambagem em torno de
x3 está associada ao momento de inércia I3. No exemplo seguinte, a flambagem em x2 é perpendicular ao plano
da treliça, enquanto a flambagem em x3 ocorre no plano da treliça.


Notas:
Os apoios definidos na geometria são ignorados pelo programa para o cálculo do comprimento de flambagem;
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.2 - 4
O comprimento de flambagem de uma barra pode ser maior que o comprimento real (físico) da barra.
Caso não seja alterado o comprimento de flambagem em um ou em ambos os eixos, o programa considera o
próprio comprimento da barra como comprimento de flambagem.

Exemplo:

Para a treliça mostrada abaixo, vamos assumir que existem travamentos (por exemplo terças de uma cobertura) a
cada 2 nós no banzo superior. Ainda assumiremos que no plano da treliça o comprimento de flambagem das
barras é igual a 0.9 * comprimento real da barra.


Configure a tela abaixo como:


Clique em OK e selecione todo o banzo superior utilizando a Seleção Padrão de Barras.

Repita o procedimento para o eixo local x3 configurando o Comprimento de Flambagem = 90% e selecionando
todas as barras da treliça.

5.2.3.2 Definição do Tipo de Aço e Norma

Defina o tipo de aço, a norma a ser utilizada e as esbeltezes admissíveis a tração e compressão.

Após configurar todos os parâmetros, clique em OK e selecione as barras que deseja associar estes parâmetros
utilizando a Seleção Padrão de Barras.


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.2 - 5
Tipo de Aço

Norma Britânica : G43 , G50 , G55
Norma Alemã : ST37, ST52 , PIPE37 , PIPE52
Norma Americana : MAIN36, BRAC36, MAIN42, BRAC42, MAIN50, BRAC50
onde o número representa o ponto de escoamento do aço. Por exemplo: para o aço A36,
escolha MAIN36 ou BRAC36.
Tensões Admissíveis

(Opção necessária somente para a norma Alemã de estruturas metálicas)
Defina as tensões admissíveis de tração e compressão.
Norma

Selecione uma das normas para dimensionamento de estruturas metálicas disponíveis:
Alemã - DIN
Britânica - BS449
Americana - AISC ASD

5.2.3.3 Exibir/Imprimir as informações de flambagem das barras
Com esta opção pode-se exibir/imprimir as informações relativas a flambagem das barras, como: comprimento
efetivo, raio de inércia e esbeltez em torno dos dois eixos de flambagem.

Exemplos:
Normas Americana e Britânica:

O cabeçalho da tabela é:



Onde:

Barra n.º = Número da barra.
Compr. = Comprimento real da barra.

Os demais valores são listados separadamente para a direção x2 e x3:

Compr. flamb = Comprimento efetivo de flambagem em torno do eixo.
Raio de gir. = Raio de giração da seção em torno do eixo = (I/A)^0,5.
Esbeltez = Comprimento efetivo dividido pelo raio de giração (Le/r).
Fator reduc. = A razão entre a tensão admissível para esta esbeltez com a tensão admissível sem o efeito de
flambagem.




STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.2 - 6
Norma Alemã:



Onde:
omega = Fator para este valor de esbeltez. Se a barra estiver comprimida, o programa majora a tensão atual
por este fator.

5.2.4 Sistemas de Coordenadas de Resultados dos Elementos
Para a explicação das convenções de resultados para os elementos finitos, é necessaria a introdução de dois
novos sistemas de coordenadas (em adição aos sistemas global e local do elemento já conhecidos). Eles são:

Sistema de Coordenadas de Resultados de Elementos: X , Y , Z
Os resultados dos elementos finitos serão calculados e exibidos ao usuário sempre em relação ao Sistema de
Coordenadas de Resultados do Elemento. Em muitos casos estes eixos são idênticos aos sistemas de eixos
local ou global.

Caso a direção dos eixos locais x1 ou x2 de todos os elementos não forem iguais entre si, existirá uma
inconsistencia aparente nos resultados o que ocasionará um maior tempo de cálculo de acordo com o círculo
de Mohr.

Veja o tópico Sistema de Coordenadas de Resultados dos Elementos - Padrão.

Sistema de Coordenadas das Armaduras: X* ,Y*
O Sistema de Coordenadas das Armaduras é utilizado para o cálculo do momento utilizado no
dimensionamento das armaduras em lajes de concreto. Os eixos das armaduras X* e Y* são definidos como
paralelos a direção das armaduras. O programa assume que X* está sempre na mesma direção do eixo X de
resultados dos elementos e Y* pode estar inclinado de qualquer ângulo (α) em relação a X*. Por padrão o
programa considera α = 90°.

Os Sistemas de Coordenadas de Resultados de Elementos e de Armaduras podem ser alterados a qualquer
momento e em qualquer elemento pelo usuário.



5.2.4.1 Sistema de Coordenadas de Resultados dos Elementos - Padrão

Por padrão o programa exibe os resultados de elementos finitos segundo os eixos X e Y, de acordo com as
seguintes regras:

Modelos de Pórtico Plano ou Grelha Plana:
A direção X é sempre paralela ao eixo global X1 e a direção Y é sempre paralela ao eixo global X2.

Os resultados relativos a face superior dos elementos (eixo local +x3) são plotados como se os eixos locais x3
estiverem apontando para o mesmo sentido do eixo global +X3. Se o programa descobrir algum elemento com o
eixo local invertido (em relação ao eixo global +X3) ele inverterá automaticamente o sinal do resultado, evitando
descontinuidade nas linhas de resultados.


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.2 - 7
Modelos Espaciais:
Elementos paralelos ao plano global X1-X2:
X = X1 , Y = X2 , Z = X3
Elementos paralelos ao plano global X1-X3:
X = X1 , Y = -X3 , Z = X2
Elementos paralelos ao plano global X2-X3:
X = X2 , Y = X3 , Z = X1
Elementos que não estiverem paralelos a nenhum plano global:
- X = Direção paralela a linha de interseção entre o plano do elemento e um plano paralelo ao plano global X1-
X3 (+X tem o sentido geral do eixo global +X1)


- Y = Direção perpendicular ao eixo X, na direção geral do eixo global X2. (+Y tem o sentido geral do eixo global
+X2)
- Z = Direção perpendicular ao elemento na direção geral do eixo global +X3

Se o plano do elemento for perpendicular ao plano global X1-X2:
- X = Direção paralela a linha de interseção entre o plano do elemento e um plano paralelo ao plano global X1-
X2.
Sistema de Coordenadas das Armaduras: X* ,Y*

O Sistema de Coordenadas das Armaduras é utilizado para o cálculo do momento utilizado no dimensionamento
das armaduras em lajes de concreto. Os eixos das armaduras X* e Y* são definidos como paralelos a direção das
armaduras. O programa assume que X* está sempre na mesma direção do eixo X de resultados dos elementos e
Y* pode estar inclinado de qualquer ângulo (α) em relação a X*. Por padrão o programa considera α = 90°.

5.2.4.2 Revisar o Sistema de Coordenada de Resultados dos Elementos

Os resultados dos elementos finitos serão calculados e exibidos ao usuário sempre em relação ao Sistema de
Coordenadas de Resultados do Elemento.

O Sistema Padrão está relacionado com os eixos globais do modelo. (Ver item 5.2.4.1).

Veja o tópico Sistema de Coordenadas de Resultados dos Elementos - Padrão.

Em alguns casos os eixos padrões podem não fornecer os resultados esperados. Por exemplo:
Se as armaduras de uma laje de concreto não estiverem paralelas aos eixos globais.
Se a direção dos eixos locais x3 de um modelo cilíndrico ou esférico não estiverem consistentes.
Veja alguns exemplos acionando o manual de uma das opções do menu abaixo.

Pode-se alterar o sistema de resultados de elementos para qualquer elemento finitos, seja quadrilátero ou
triangular.


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.2 - 8
X paralelo ao Eixo Global X1 (ou X2)

Esta opção restaura a opção de Sistema de Resultados de Elementos Padrão para os elementos selecionados.
Eixos Locais dos Elementos

O Sistema de Coordenadas de Resultados de cada elemento selecionado será identico a cada sistema de
coordenadas local, ou seja: X = x1 , Y = x2 , Z = +x3

Exemplos:
Grelha:


As armaduras e momentos calculados para os elementos de 1 a 9, estão rotacionadas de um ângulo de 45° a
partir do eixo X1 (isto é, paralelos as fronteiras dos elementos), diferente dos demais elementos. Pelo sistema
padrão os resultados seriam mostrados em relação aos eixos globais do modelo.

Pórtico Espacial - Cilindro:



A figura acima mostra os eixos de resultado +Z segundo o sistema padrão de resultados do programa. Note
que alguns eixos estão "entrando" no cilindro e outros estão "saindo" do cilindro (o que não é conveniente para
a visualização dos resultados). Caso os eixos locais tenham sido orientados convenientemente para este tipo
de estrutura (todos apontando para o centro do cilindro ou para fora do cilindro), pode-se utilizar esta opção
para definir sistema de eixos de resultados consistentes para todos os elementos.

Note que esta opção pode causar algumas inconsistências na visualização dos resultados, por exemplo:
Elementos triangulares:

Os resultados dos elementos triangulares 3 e 7 são serão exibidos em relação aos mesmos eixos adotados
para a exibição dos resultados dos elementos quadriláteros 1,2,4,5,6.

Armadura de Laje de Concreto:
Podem ocorrer confusões na visualização das armaduras superior e inferior se os eixos locais x3 não estiverem
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.2 - 9
com um sentido consistente. O programa assume que a face superior do elemento corresponde com a face +Z
e a inferior com a face -Z. Se os eixos x3 não estiverem apontando para um mesmo sentido em todos os
elementos, poderemos estar visualizando a armadura inferior de um elemento e superior de outro num mesmo
comando.
Eixos Locais de um Elemento Selecionado

Os eixos de resultados de um elemento podem ser definidos com as direções idênticas aos eixos locais de um
outro elemento. Este "outro elemento" deve pertencer a um plano paralelo ao plano do elemento.

Por exemplo, como o programa assume que a face superior do elemento corresponde com a face +Z e a inferior
com a face -Z, podem ocorrer confusões na visualização das armaduras superior e inferior se os eixos locais x3
não estiverem com um sentido consistente. Caso isto ocorra, podemos utilizar esta opção para unificar os eixos
de resultados, tomando-os como paralelos ao eixo local de um elemento selecionado pelo usuário.

Para mais detalhes, veja a opção anterior a esta - Eixos locais dos Elementos.

5.2.4.3 Ângulo de Inclinação da Armadura

O sistema de coordenadas de Armadura é necessário para o cálculo dos momentos de dimensionamento das
armaduras em lajes de concreto. Os eixos de Armadura X* e Y* são definidos paralelos as direções da armadura.
O programa assume que o eixo X* tem sempre a mesma direção que o eixo de coordenadas de resultados de
elementos X. Y* pode ter qualquer ângulo de inclinação (α) a partir do eixo X*. Por padrão, o programa assume α
= 90°.

Os momentos de dimensionamento das armaduras Mx* e My* são calculados de acordo com as equações de
Wood e Armer na direção X*, Y*.

A figura seguinte mostra um exemplo com α > 90°.



Os eixos paralelos as direções principais são denotados por X* e Y*. O programa sempre assume que X* é
paralelo ao eixo de resultados X.

Na maioria das lajes de concreto armado, as direções das armaduras são perpendiculares entre si. Por isso o
programa assume como padrão α = 90°.

Para todos os demais casos (quando α é diferente de 90°) o ângulo de inclinação das armaduras (α), entre os
eixos X* e Y* deve ser indicado pelo usuário. Então o programa poderá calcular os momentos de
dimensionamento das armaduras e consequentemente as armaduras corretamente.


Entre com um valor entre 1° e 179°.
Selecione os elementos que deseja associar este ângulo de inclinação das armaduras utilizando a Seleção

Padrão de Elementos.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.2 - 10
5.2.4.4 Exibir os Eixos de Resultados & Ângulos de inclinação

Esta opção exibe uma tabela contendo as seguintes informações de cada elemento:
Sistema de coordenada de resultados dos elementos.
Ângulo de inclinação da armadura.

5.2.5 BS8007 – Crack widths and control

5.2.5.1 BS8007 - General

This program module is based on British Standard BS8007:1987 - "Design of Concrete Structures for Retaining
Aqueous Liquids".

The calculations enable the user to design reinforcement in concrete finite elements so that that crack widths
resulting from applied loading (bending and axial forces) and temperature and moisture effects are limited to
acceptable values.

The module can either:
calculate the reinforcement required to limit the crack width to a user defined value
calculate the crack width resulting from any arrangement of reinforcement

The calculations are based on the following code sections:
Appendix A - "Calculation of minimum reinforcement, crack spacing and crack widths in relation to temperature
and moisture effects"
Appendix B - "Calculation of crack widths in mature concrete"

Crack widths are always calculated according to both Appendices and the maximum value is displayed or used to
calculate reinforcement

The calculations are based on service stresses. The module calculates the service stresses from the load
combinations with all factors = 1.0 (or -1.0, for negative factors). Therefore, the STRAP load cases must be
defined with service loads.

The calculation is carried out as follows:
the program calculates the reinforcement required to satisfy moment/force requirements (using factored load
combinations).
the program then calcu.

lates minimum reinforcement requirements according to Code Appendix A (wmax < allowable) and revises the
reinforcement, if necessary.
the program then calculates the crack width based on the service load requirements of Code Appendix B. The
program increases the reinforcement if the width is greater than the limiting crack width parameter specified by
the user (if the option is selected by the user).

Refer also to How to use this module


5.2.5.2 How to use this module

Define default parameters for minimum reinforcement and spacing for the entire model. These parameters are
displayed in the dialog box when the Display BS8007 results or Display BS8007 detailed results options are
selected in the Options pulldown menu

Define different minimum reinforcement parameters for selected elements, if necessary. Select the BS8007
element parameters option in the pulldown menu.

Calculate and display results for the model by selecting Display BS8007 results in the pulldown menu:
- Revise parameters displayed in the dialog box, if necessary (e.g. concrete type, cover). All parameters are
applied to all elements in the model.
- Select the calculation method:
Reinf. required for moments/forces
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.2 - 11
Calculate and detail the reinforcement required for moments and forces only. This option ignores the
crack width requirements of the Code.
Reinf. required for limiting crack width
Calculate and detail the reinforcement required to limit the crack width according to the requirements of
the Code. The reinforcement listed in the results will not be less than the reinforcement required for
moments and forces
User defined reinforcement
The program will calculate crack widths resulting from user defined reinforcement (minimum diameter
and spacing).

Display detailed calculation results for selected elements by selecting the Display BS8007 detailed results
option in the Options pulldown menu. The parameters and the calculation method may be revised as in the
previous step.

Display results graphically:
- click the icon in the side menu
- select BS8007 results in the Display type list box
- the parameters and the calculation method may be revised as in the previous step.


5.2.5.3 BS8007 - Parameters

Specify parameters for selected elements. The default parameters for the model are specified when selecting the
Display BS8007 results or Display BS8007 detailed results options in the pulldown menu.

Different reinforcement parameters may be specified in both directions and at both faces.

Specify the parameters, then select elements using the standard element selection option.



Refer to:
BS8007 - General for help on the calculation method
How to use this module
Reinforcement

Reinforcement (actual or minimum) may be specified in both directions and at both faces of the element.
Reinforcement defined in this option overrides the default values for reinforcement specified in the Display BS8007
results or Display BS8007 detailed results options in the pulldown menu.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.2 - 12
For each direction (X or Y) and each face (+x3 or -x3), select one of the following options:

Default
Use the default reinforcement values for the selected elements

No change
Use the current reinforcement values in this direction/face for the selected elements (default values or values
specified previously using this option).

Change to
Select a diameter from the list box and type a spacing value in the edit box.

For all options, select elements using the standard element selection option.

Note:
The reinforcement specified in this option will be used as follows:
Design option Reinforcement
Reinf. required for moments/forces Minimum
Reinf. required for limiting crack width Minimum
User defined reinforcement Actual

Reinforcement may be checked by selecting the Display BS8007 parameters option in the pulldown menu.
X/Y directions refer to the Element result coordinate system
+x3/-x3 directions refer to the element local coordinate system.
Restraint factor - R

The default factor for all elements in the model is always 0.5. Refer to Code section A.3, A.5 and Figure A.3.

Select one of the following options:

Restraint factor =
Revise the restraint factor R for selected elements.

No change
Use the current factor value for the selected elements (the default value or values specified previously using
this option).
Slab type

The slab type is required for the calculation of ρ, the steel ratio. the ratio value is based on the area of the "surface
zone". Refer to Code section A.3 and Figure A.2.

The default slab type for all elements in the model is always "Wall or suspended slab".

Select one of the following options:

Wall or ground slab / Suspended slab ..
Revise the slab type for selected elements.

No change
Use the current slab type for the selected elements (the default value or values specified previously using this
option).

5.2.5.4 BS8007 - Results

Calculate and display crack widths and reinforcement for elements in the model according to the parameters in the
menu.





STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.2 - 13
Note that the reinforcement diameter and spacing parameters are the default parameters for the entire model;
different parameters for individual elements may be specified using the BS8007 element parameters option in the
pulldown menu.



Refer to:
Results. for help on the results table
BS8007 - General for help on the calculation method
How to use this module
Results - display options

The following display options are available:

Maximum only
for each element, display results only for the maximum combination
for each element, display results separately for all combinations

Only element of property
display only results for the property group specified in the adjacent box
display results for elements in all property groups

Elements not on screen
Display results for the entire model
Display results only for those elements currently displayed on the screen

Include in maximum undisplayed elements
the maximum crack widths for the entire model, displayed at the end of the table, will be calculated from the
crack widths for all elements in the model.
the maximum crack widths will be calculated only from those elements currently displayed.
Resistência do concreto

Especifique a resistência nominal do concreto utilizado:
BS8110 - fcu
ACI318-95 - f'c
Eurocode 2 - fck
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.2 - 14
CSA A23.3 -- f'c
Resistência do aço

Especifique a resistência nominal do aço utilizado:
BS8110 - fy
ACI318-95 - fy
Eurocode 2 - fyk
CSA A23.3 - fy
Cover

Specify the gross cover (to centre-of-gravity of the reinforcement) according to the displayed units.

Note that different values may be specified in the X and Y directions, where X and Y refer to the Element results
coordinate system.
Armadura - Wood & Armer

Utiliza os momentos de dimensionamento Wood & Armer no cálculo da área de armadura. (Ver item 5.7).

Utiliza os momentos Mx e My calculados pelo STRAP no cálculo da área de armadura (ignora a influência de
Mxy)
Ignorar Força

* Opção é válida somente em modelos espaciais:

Calcula a área de armadura necessária somente para resistir aos momentos Mx. My, Mxy, ignorando as forças Fx,
Fy, Fxy.
Reinforcement - min/max

Specify default values for the range of reinforcement diameters and allowable reinforcement spacings. The values
specified in this option will be applied by default to all elements in the model. Different values may be specified for
selected elements with the BS8007 element parameters option in the pulldown menu.

Define the following parameters:
Diameter: select the minimum and maximum diameters
Spacing: specify the minimum spacing and increment
Example: minimum spacing = 75 mm and spacing increment = 100 mm.
allowable spacings are 75, 100, 200, 300, ... mm.

Note:
Reinf. required for moments/forces
Reinf. required for limiting crack width
The program will select reinforcement for each element from the range specified so that that the resulting crack
width is as near as possible to the limiting crack width, but not less than the reinforcement required for moment
and axial forces.

User defined reinforcement
The program calculates the crack width corresponding to the Minimum diameter and Minimum spacing
values specified in this option. Maximum diameter and Increment values are ignored.
Temperature

Specify the total temperature drop (T1 + T2), where:
T1 = the fall in temperature between the hydration peak and ambient
T2 = additional fall in temperature due to seasonal variations
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.2 - 15

Refer to Code section A.3 for more details.
Limiting crack width

Specify the allowable crack width for the model.

Note:
Reinf. required for moments/forces
Reinf. required for limiting crack width
The program will calculate the reinforcement required to limit the crack width to the value specified here (but
not less than the minimum reinforcement).

User defined reinforcement
This parameter is ignored by the program; the program calculates the actual crack width corresponding to the
current reinforcement.
Welded intersections (nw)

Specify nw, the number of welded intersections within the length smin (normally 1 or 2).

Refer to Code section A.3.
Design - reinforcement options

Three different reinforcement design options are available:

Reinf. required for moments/forces
Calculate and detail the reinforcement required for moments and forces only. This option ignores the crack
width requirements of the Code, i.e. the resulting crack width may be greater than the allowable crack width..

Reinf. required for limiting crack width
Calculate and detail the reinforcement required to limit the crack width according to the requirements of the
Code. The reinforcement listed in the results will not be less than the reinforcement required for moments and
forces

User defined reinforcement
The program will calculate crack widths resulting from user defined reinforcement (minimum diameter and
spacing).



















STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.2 - 16
5.2.5.5 BS8007 - Detailed results

Display detailed crack widths and reinforcement calculations for a single selected element. The calculations are
done according to the parameters in the menu.

Note that the reinforcement diameter and spacing parameters are the default parameters for the entire model;
different parameters for individual elements may be specified using the BS8007 element parameters option in the
pulldown menu.



Select an element using the standard element selection option.

Refer to:
Detailed results. for help on the detailed results table
BS8007 - General for help on the calculation method
How to use this module
Detailed results - combination

Select one of the following:

Maximal combination
display the detailed results only for the load combination that generates the maximum crack width

All combinations
display the detailed results only for all load combinations

Para todas as outras opções. (Ver item 5.2.5.4).


5.2.5.6 BS8007 - Display parameters

Display the current parameter values. The parameters are those that can be defined per element using the
BS8007 element parameters option in the menu bar.





STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.2 - 17
For example:


where:
R = the restraint factor. Refer to Code section A.3, A.5 and Figure A.3
ground = slab type. The field is blank for "wall or suspended slab". Refer to Code section A.3 and Figure A.2.


5.2.5.7 BS8007 - Results

The program displays results for all elements according to the options specified. The results are displayed
separately for each face (+x3/-x3) and each direction (X/Y). For example:


where:
Reinforcement = diameter and spacing of current reinforcement. In the above example, the reinforcement is
governed by the moments and forces in the element and is greater than the reinforcement
required to limit the crack widths to the allowable value.
Crack width = the crack width corresponding to the current reinforcement.
Max. spacing = the spacing for the current diameter that limits the crack width to the allowable value.


5.2.5.8 Detailed results

The program displays detailed calculations for a selected element. The results are displayed separately for each
face (+x3/-x3) and each direction (X/Y). For example:


where:
Mx, Fx = factored moment and force corresponding to the relevant face/direction
As req'd = reinforcement area required to satisfy moment and force requirements. Refer to Reinforcement -
method of calculation for more details
Provided = diameter and spacing (φ16@42 cm in above example) of reinforcement provided and corresponding
area
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.2 - 18
Rhocrit = ρcrit = critical (minimum) ratio of steel to the gross area of the concrete section. Refer to Code section
A.2.
Zone ht. = Height of 'service zone'. Refer to Code section A.2 and Figures A.1, A2.
Asmin = As calculated from ρcrit and zone height
Smax = likely maximum spacing of cracks (Code section A.3)
Wmax = estimated maximum crack width (Code section A.3)
Service = service (unfactored) moment and force corresponding to the relevant face/direction
reinf at .. = reinforcement at the opposite face in the same direction.

Referring to Appendix B:
Acr = distance from pt. considered to nearest longitudinal bar
Cover = cmin = cover to tension steel
H = overall depth of the member
x = depth of the neutral axis
ε1 = strain at the level considered
ε2 = strain due to stiffening effect
εm = average strain = ε1- ε2
Fs = service stress in steel. Refer to Code section 3.2.2(c) and Table 3.1.
Fc = service stress in concrete
W = design surface crack width
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.3 - 1
5.3 Puncionamento / Momentos Médios

Com estas opções o programa pode calcular:
Tensões cisalhantes devido ao puncionamento em lajes de concreto.
Momentos médios ao redor de pilares (apoios ou barras perpendiculares a malha de elementos finitos).



Veja mais informações em:
Puncionamento – Geral (Ver item 5.3.2.1).



5.3.1 Selecionar nós com pilares


Selecione os nós que definem a localização dos pilares. Nestes nós poderão ser calculadas as tensões de
cisalhamento devido ao puncionamento e os momentos médios:



Defina o Eixo de Altura. O programa identifica as malhas perpendiculares a este eixo. Só poderão ser
selecionados os nós destas malhas que estejam conectados a apoios, molas ou barras paralelas ao eixo de altura:

Seleção automática de nós
O programa seleciona automaticamente todos os nós que se enquadrarem na definição acima.

Selecionar os nós manualmente
Selecione os nós desejados utilizando a Seleção Padrão de Nós, porém só os nós que se enquadrarem na
definição acima poderão ser selecionados.

Aviso:
Quando um pilar é definido por esta opção, o programa identifica o tipo do pilar (Central/de canto/de periferia)
e suas dimensões. Estes valores podem ser alterados a qualquer momento pelo usuário. Entretanto o programa
não atualiza automaticamente estas informações se a geometria do modelo for alterada (por exemplo, mudar a
propriedade do pilar no Módulo de Geometria), para que o programa altere estes dados aqui no Módulo de
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.3 - 2
Resultados é necessário selecionar novamente o pilar.
Puncionamento - Redefinir os pilares

Alguns ou todos os nós selecionados já possuem pilares definidos:



Escolha:

Redefinir - O programa irá recriar os pilares nestes nós e associar a eles os parâmetros e dimensões
padrões, ou seja, todos os parâmetros e/ou dimensões alteradas pelo usuário para estes nós
serão apagadas.
Pular definição - O programa definirá pilares somente nos nós que ainda não foram definidos, ou seja, as
informações dos pilares já existentes não serão apagadas.


5.3.2 Puncionamento

5.3.2.1 Geral

O programa calcula a tensão de cisalhamento devido ao puncionamento em lajes de concreto, na localização dos
pilares e a compara com a tensão admissível, de acordo com as normas. Se a tensão atuante exceder a tensão
admissível, o programa calcula a armadura necessária.

Notas:
Todos os pilares devem ser paralelos ao "eixo de altura".
Para os pilares que se encontrarem nos limites da malha, o programa admite que a laje se estende até a face
externa do pilar para o cálculo do perímetro de cisalhamento.


O programa calcula a força cortante no pilar assumindo as forças nos vértices dos elementos conectados ao nó
do pilar - Figura (a). Se forem definidos diafragmas rígidos (todas as direções) nos nós adjacentes ao pilar -
Figura (b), o programa soma as forças em todos os elementos conectados pelo diafragma rígido:

O programa calcula a tensão efetiva devido ao puncionamento somente para o primeiro perímetro calculado (a
menos que seja definido um captel) e usa este valor para calcular a distância necessária para a armadura.
Esta é uma aproximação conservadora (a favor da segurança).
Veja mais detalhes em Puncionamento - Método de Cálculo.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.3 - 3
Puncionamento - Armadura

O programa calcula a armadura de puncionamento necessária.

Notas:
A área de aço mostrada é a área total de estribos (1 a 4 na figura) equidistantes dos pilares e assumindo um
espaçamento de d/2.
A distância é medida a partir da face do pilar; se tiver sido definido um captel, a distância é a partir do final do
captel.


5.3.2.2 Exibir/Editar puncionamento de um pilar

Com esta opção pode-se:
Visualizar/editar os parâmetros para o cálculo do puncionamento de um pilar selecionado.
Visualizar os resultados devido ao puncionamento neste pilar.

Notas:
Esta opção altera os parâmetros de apenas um pilar por vez. Para alterar os parâmetros de vários pilares de
uma só vez, utilize a opção Parâmetros de puncionamento para nós selecionados.
Os resultados para todos os pilares podem ser visualizados pela opção Exibir tabelas de puncionamento.
Lembre-se que o programa não recalcula automaticamente os resultados, ao alterarmos as informações; para
recalcular, altere as informações e clique no botão Recalcular .



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.3 - 4
Puncionamento - Dimensões do pilar

Se o pilar estiver modelado como uma barra perpendicular a malha de elementos finitos o programa
automaticamente identifica a forma e dimensões do pilar. Tanto a forma como as dimensões podem ser alteradas
por esta opção.

Notas:
As dimensões B,H são relativas aos eixos Globais (note que o pilar pode ter sido rotacionado na geometria ou
aqui nesta janela na caixa Ângulo).
A opção Outro assume uma forma retangular do pilar para o cálculo do Vefetivo, e permite que o parâmetro
Perímetro total seja definido (diferente da opção Retangular). Note que se a opção Outro for selecionada
para um pilar de canto ou de periferia, o Perímetro total deve ser definido como se o pilar fosse Central, pois o
programa calcula automaticamente o perímetro efetivo, a partir deste perímetro total.
O parâmetro Ângulo permite rotacionarmos o pilar em torno de seu eixo. O programa inicialmente mostra o
ângulo "Beta" definido na geometria (por padrão = 0); ângulos positivos estão no sentido anti-horário. Deve-se
definir os valores de B, H de acordo com este ângulo de rotação.


O programa modifica os valores dos momentos M1, M2 (de acordo com a rotação destes eixos) necessários
para o cálculo do puncionamento.
Puncionamento - Laje

Defina as dimensões da laje e do captel (se houver).

Notas:
O programa calcula o valor da espessura útil da laje (espessura menos cobrimento) adotando a espessura
dos elementos adjacentes ao pilar e diminuindo o cobrimento especificado na opção Padrões de
puncionamento.
As dimensões do captel B,H estão em relação aos eixos Globais e às dimensões B,H do pilar,
respectivamente, ou seja, se o pilar for rotacionado, o captel também será.
Mesmo que o captel tenha sido modelado na geometria (elementos mais espessos próximos aos pilares), o
programa não consegue identificar isto. Nestes casos, defina as dimensões do captel e especifique sua
espessura útil (t2 - cobrimento)
Se o captel for definido, o programa verifica a tensão crítica de cisalhamento tanto no captel quanto na laje em
volta do captel.

Veja mais informações em:
Puncionamento – Geral (Ver item 5.3.2)

Puncionamento - Perímetro

Defina o tipo do pilar: Central, de Periferia ou de Canto e a distância do centro do pilar a periferia da laje (para
pilares de periferia ou canto).

O programa utiliza estas informações para calcular o Perímetro total e o Perímetro na caixa de Resultados.
A orientação (esquerdo/direito/superior/inferior) é importante para os pilares de Canto para as normas em
que o sinal do momento influencia no valor da força cortante efetiva.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.3 - 5
A distância do centro do pilar até a periferia da laje é utilizada no cálculo do Perímetro efetivo.

Nota:

Por padrão, o programa assume que todos os pilares são centrados, exceto nos seguintes casos:

e similarmente para pilares de Canto.

Note que quando existem pilares de periferia no limite da malha de elementos finitos, o programa extende a laje
até a face externa do pilar para o cálculo do perímetro (veja Puncionamento - Geral)
O usuário pode reduzir (em virtude de aberturas) o perímetro efetivo, especificando um Fator redutor. (Fator =
0.1 reduz em 10% o perímetro efetivo, ou seja, o perímetro ficará com 90% do perímetro efetivo original).
O Perímetro total é sempre calculado automaticamente pelo programa assumindo que o pilar é "Central"; este
valor não pode ser alterado pelo usuário, a não ser se o pilar for do tipo "Outro". O perímetro efetivo é
mostrado na caixa de Resultados (lado direito da janela).
se a opção Outro for selecionada para um pilar de canto ou de periferia, o Perímetro total deve ser definido
como se o pilar fosse Central, pois o programa calcula automaticamente o perímetro efetivo, a partir deste
perímetro total.
Se um perímetro com 4 linhas interseccionar a periferia da malha, o programa o programa assumirá que o pilar
é "Central" e calcula automaticamente o fator de redução do perímetro efetivo.



Veja mais informações em:
Puncionamento – Geral (Ver item 3.5.2).
Puncionamento - Resultados

Esta caixa mostra um resultado sumário do puncionamento para o pilar em questão (os itens podem variar de
acordo com a norma escolhida):

Perímetro efetivo - O perímetro (após todas as reduções) que efetivamente o programa usa para o cálculo da
tensão de puncionamento.
Combinação/Carregamento crítico - A combinação ou carregamento dimensionante para o puncionamento
deste pilar.
Força cortante - Somatório das forças nos vértices dos elementos adjacentes (veja Puncionamento - Geral)
M1/M2/M3 - Os momentos em torno dos respectivos eixos Globais relevantes. Para pilares rotacionados,
serão mostrados MB e MH.
Vefetivo - A força cortante efetiva usada no cálculo da tensão cisalhante de puncionamento, de acordo
com a norma utilizada. Vefectivo = f(V,M)
Tensão atuante - Tensão cisalhante atuante devido ao puncionamento.
Tensão admissível - Tensão cisalhante admissível, assumindo concreto simples (sem armadura).

O programa ainda mostra os seguintes resultados:
Tensão cisalhante OK - A tensão atuante é menor que a tensão admissível. Não é necessária
armadura adicional.
Necessário armar a laje - A tensão atuante excedeu a tensão admissível. São mostradas a área de aço e
sua localização na laje. (Veja Puncionamento - Armadura).
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.3 - 6
Tensão excedeu a admissível - A tensão atuante excedeu a tensão máxima admissível. A espessura da
laje deve ser alterada.
Puncionamento - Recalcular

Clique neste botão para recalcular as tensões de puncionamento e a armadura necessária.

Note que o botão pode estar ativado ou desativado:




5.3.2.3 Puncionamento - Padrões

Defina os valores padrões para o dimensionamento do puncionamento. Note que o cobrimento e a porcentagem
de armadura podem ser alterados individualmente na opção Parâmetros de puncionamento para pilares
selecionados.


Ângulo da armadura de puncionamento

Especifique o ângulo para a armadura de puncionamento (estribos) - 45, 60 ou 90 graus.
Puncionamento - % de armadura da laje

A armadura admissível para o puncionamento é normalmente uma função da armadura longitudinal da laje.

Especifique uma porcentagem média de armadura = 100*(As/bd) %.
Puncionamento - Combinações/carregamentos

Escolha para quais combinações ou carregamentos deseja fazer a verificação do puncionamento na laje:
Selecione Carregamentos ou Combinações (se definidas)
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.3 - 7
Caso deseje desativar algum carregamento/combinação, basta clicar sobre ele, mudando o status para
"Inativo".


5.3.2.4 Parâmetros de puncionamento

Selecione uma das opções abaixo, altere as informações desejadas e selecione os pilares que deseja atribuir
estas alterações utilizando a Seleção Padrão de Nós.


Puncionamento - Pilar

Especifique o tipo e dimensões do pilar.
Selecione os pilares que deseja atribuir este tipo e dimensões utilizando a Seleção Padrão de Nós.


Puncionamento - Captel

Defina as dimensões do captel (se existir) e selecione os pilares que deseja aplicar este captel.



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.3 - 8
Puncionamento - Tipo de Pilar

Defina o tipo de pilar (Central/de Periferia/de Canto) e selecione os pilares que deseja atribuir este tipo de pilar.



Puncionamento - Espessura da laje

Defina a espessura da laje e selecione os pilares que deseja aplicar esta espessura.


Puncionamento - % de armadura

Especifique a porcentagem de armadura admissível e selecione os pilares que deseja atribuir esta %.


Puncionamento - Redução do perímetro

Defina um fator redutor do perímetro efetivo e selecione os pilares que deseja aplicar esta redução.

Note que se for definido Fator = 0.1 o perímetro será reduzido de 10% (ficará com 90% do perímetro efetivo
original).


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.3 - 9

5.3.2.5 Tabela de Puncionamento

Esta tabela mostra os parâmetros utilizados para o cálculo do puncionamento e os resultados para todas as
colunas (ou para as que estiverem sendo visualizadas na tela).
Os resultados mostrados são do carregamento/combinação dimensionante ou escolhida pelo usuário

Especifique se deseja ver os resultados do carregamento ( ou combinação) máximo ou um específico.



O programa mostra a tabela com os parâmetros e resultados. Por exemplo:



Onde:
- U = Perímetro efetivo
- Tipo de Pilar: Central/de Periferia/de Canto
D = Direito; E = Esquerdo; S = Superior; I = Inferior
- Tensão admis.:
* indica que é necessário armar a laje ao puncionamento, mostrando abaixo a área de aço necessária.
** indica que a tensão atuante excedeu a tensão admissível (ou seja, deve-se alterar a espessura da laje),
mostrando abaixo a tensão máxima admissível.


5.3.3 Momentos médios

A análise por elementos finitos usualmente nos fornece momentos exagerados nas proximidades de apoios, isto
ocorre porque os apoios são considerados pelo programa como barras perpendiculares com comprimento igual a
zero. Teoricamente, este apoio (com comprimento igual a zero) poderia suportar um momento infinito.

Com esta opção, o programa utiliza uma 'média' dos momentos que ocorrem nas adjacências do apoio. Estes
momentos médios serão utilizados em todas os resultados, inclusive em "Somar resultados em um faixa..."

Defina uma área retangular em volta do nó de apoio.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.3 - 10
As dimensões desta área e os momentos médios podem ser visualizados pela opção Exibir tabela de
momentos médios. Note que os momentos médios também são mostrados em todos os resultados gráficos e
tabelados.

Para uma explicação mais detalhada, veja Resultados ao longo de uma linha - Geral.


5.3.3.1 Momentos médios - Dimensões dos pilares

Defina a área (retangular) dentro da qual o programa vai tirar a média dos momentos:
Selecione os pilares:
- Se nenhum pilar estiver selecionado, o programa mostrará a janela para a seleção dos mesmos.
Note que só podem ser selecionados os nós que estiverem conectados em apoios ou em barras
perpendiculares ao plano de elementos.

Defina as dimensões dos pilares selecionados:



Notas:
Para visualizar graficamente a área definida nesta janela, ative a opção Hachurar as área para a obtenção
dos momentos médios.
Nunca defina áreas sobrepostas, pois podem ser encontrados resultados não esperados.
As direções de DX e DY dependem da direção do "Eixo de altura":
- Eixo de altura = X3: DX é paralelo a X1; DY é paralelo a X2
- Eixo de altura = X2: DX é paralelo a X3; DY é paralelo a X1
- Eixo de altura = X1: DX é paralelo a X2; DY é paralelo a X3
Obs.: Sempre em relação aos eixos Globais do modelo.


5.3.3.2 Tabela de momentos médios

Esta tabela mostra as dimensões da área definida em volta dos pilares e os valores dos momentos médios para
cada combinação/carregamento. Note que os momentos médios também podem ser visualizados nas opções
usuais de visualização de resultados gráficos e tabelados.


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.3 - 11
Nota:
As direções de DX e DY dependem da direção do "Eixo de altura":
- Eixo de altura = X3: DX é paralelo a X1; DY é paralelo a X2
- Eixo de altura = X2: DX é paralelo a X3; DY é paralelo a X1
- Eixo de altura = X1: DX é paralelo a X2; DY é paralelo a X3

Para uma explicação mais detalhada, veja Resultados ao longo de uma linha - Geral.


5.3.3.3 Hachurar áreas

Ative Hachurar as áreas para obtenção dos momentos médios para visualizar graficamente no modelo as
áreas definidas em volta dos pilares.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 1

5.4 Resultados Gráficos


Todos os tipos de resultados: esforços, tensões e deformações em barras e elementos finitos podem ser
visualizados de forma gráfica na tela.

Na caixa Tipo de exibição existem as seguintes opções disponíveis:



ou selecione:

Resultados Gráficos – Barras (Ver item 5.4.1).
Resultados Gráficos – Elementos (Ver item 5.4.2).
Resultados Gráficos – Deformações (Ver item 5.4.3).
Resultados Gráficos – Reações (Ver item 5.4.4).
Resultados Gráficos - Escritos ao lado das barras (Ver item 5.4.5).
Resultados Gráficos - BS8007 (Ver item 5.4.6).
Resultados Gráficos - Sólidos (Ver item 5.4.7).
Resultados Gráficos – Paredes (Ver item 5.4.8)

Nota : A seguinte terminologia é utilizada nos resultados gráficos do STRAP:



5.4.1 Resultados Gráficos de Barras - Diagrama de Resultados

Os valores serão mostrados nas extremidades das barras e o máximo valor de cada barra, caso os valores
excedam a porcentagem de visualização de resultados especificada pelos usuários.

Para Forças axiais o sinal será mostrado de acordo com o sinal utilizado no nó inicial JA da barra, ou seja:
Tração = Negativo
Compressão = Positivo









STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 2
Quando a opção Barras - Diagramas de Resultados for selecionada, o programa exibirá a seguinte janela:


Tipos de Resultados de Barras:

Todos os esforços nas barras podem ser visualizados na tela.
M2 = Momento fletor em torno do eixo local x2.
M3 = Momento fletor em torno do eixo local x3.
V2 = Força cortante paralela ao eixo local x2.
V3 = Força cortante paralela ao eixo local x3.
Axial = Força axial atuante na barra (paralelo ao eixo local x1).
Torsão = Momento torsor atuante na barra (em torno do eixo local x1).
Resultados de Carregamentos/Combinações/Envoltórias:

Pode-se visualizar os resultados de um carregamento ou combinação isoladamente ou ainda de uma envoltória
máxima/mínima de carregamentos ou combinações.

Selecione uma das 3 opções abaixo e escolha o carregamento/combinação/envoltória que deseja visualizar.

Carregamento
O programa mostra a lista de carregamentos existentes (que estiverem ativos) na caixa de listagem; selecione
um dos carregamentos.

Combinação
O programa mostra a lista de combinações existentes (que estiverem ativas) na caixa de listagem; selecione
uma das combinações.

Envoltória
Resultados de Barras / Reações / BS8007:
Selecione uma das 2 opções existentes na caixa de listagem:


O programa procura e desenha os resultados máximos/mínimos para todos os carregamentos/combinações
existentes e ativos.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 3

O desenho abaixo mostra o desenho de uma envoltória de momentos fletores em uma barra.

Resultado máximo será exibido com:

Os diagramas de esforços, deformações, etc. serão mostrados em escala da seguinte forma:

O programa procura o valor máximo do resultado (que aparecerá na tela) e o desenha com o tamanho configurado
pelo usuário nesta opção. O valor padrão é de 1.5 cm (0.6 in.). Todos os demais resultados serão desenhados
com o tamanho proporcional a este.

Para alterar a escala, mova o até a caixa de textos e digite uma nova dimensão em cm.

Exemplo: Diagrama de momentos fletores. Resultado máximo será exibido com 1.5 cm.
Se o resultado máximo for de 12 kn.m (será desenhado com 1.5cm), um momento com 4 kn.m (um terço do
resultado máximo) será desenhado com 0.5 cm (um terço de 1.5cm).
Exibir os Diagramas de Resultados no:

Plano da tela
Os diagramas de resultados serão rebatidos para o plano da tela, independente da direção do eixo local
correspondente. Esta é a opção padrão do programa.

Plano dos resultados
Os diagramas serão desenhados no plano que acontece o esforço correspondente. Nesta opção os
momentos serão desenhados no lado tracionado da barra.
Hachurar os Diagramas:

Marque esta caixa como para mostrar os diagramas hachurados. Por exemplo:


















STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 4
5.4.2 Resultados Gráficos - Elementos

Quando uma das opções de resultados de Elementos for selecionada, o programa exibirá a seguinte janela:




Selecione:
Tipo de exibição

Para escolher uma das formas de exibir os resultados: Mapa de Contorno, Resultados ao longo de 1 linha ou
Resultados no centro dos elementos.

Tipo de resultado

Para escolher o resultado que deseja visualizar: Momento, cortante, deformações, etc.

Resultados de Carregamentos /Combinações/Envoltória

Selecione um carregamento, combinação ou envoltória que deseja ver os resultados.

Parâmetros:

Configure os parâmetros de visualização dos resultados corretamente. Cada tipo de resultado tem parâmetros
diferentes; selecione um dos tipos de resultados abaixo para mais informações sobre os parâmetros a serem
configurados:

Resultados no centro dos elementos
Mapa de Contorno
Resultados ao longo de 1 linha

5.4.2.1 Resultados Gráficos
Escrito no Centro dos Elementos

Com esta opção pode-se visualizar os valores de resultados especificados escritos no centro de cada elemento.
Por exemplo:
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 5

Note que serão mostrados somente os resultados que ocorrem no centro dos
elementos, ou seja, não serão mostrados os resultados nos vértices dos elementos.

Notas:
Os resultados são exibidos de acordo com o Sistema de Coordenadas de Resultados do Elemento .
O programa não altera o sinal dos resultados, mesmo se os sentidos dos eixos locais estiverem
inconsistentes.
Tensões localizadas ou momentos concentrados nos vértices dos elementos (provenientes, por exemplo, de
forças concentradas aplicadas nos nós ou reações de apoio) não serão mostradas por esta opção. Veja os
resultados de Mapa de Contorno ou Resultados ao longo de uma linha para um resultado mais completo.
Resultados Gráficos - Mapa de Contorno

Com esta opção pode-se exibir o mapa de contorno para resultados de elementos finitos, onde cada linha indica a
localização de um determinado valor, como linhas de iso-tensões, iso-momentos, etc. Por exemplo:

Esta opção cria linhas de contorno baseando-se nos resultados no centro e nos vértices
dos elementos. Para desenhar linhas de contorno contínuas, o programa faz a média dos resultados exatos que
ocorrem nos vértices de elementos que estejam conectados a um mesmo nó, assim como ao longo dos lados de
elementos adjacentes.

Notas:
Não são calculadas médias ao longo da linha onde dois planos de elementos finitos se interceptam, por
exemplo uma parede que se conecta com uma laje (somente é calculada a média se ângulo entre os planos
dos elementos for menor que 10°).
Os resultados de tensões e área de armaduras não são calculados como médias ao longo da linha onde 2
propriedades de elementos se encontram, por exemplo, onde tiver mudança na espessura do elemento.
A média calculada entre os resultados dos vértices de elementos conectados num mesmo nó irá gerar uma
discrepância entre os resultados nos vértices mostrados nos resultados tabelados em comparação com o mapa
de contorno. Veja a explicação para Resultados ao longo de uma linha,
Os resultados são mostrados de acordo com o Sistema Coordenadas de Resultados de Elementos, a não ser
que o usuário tenha alterado o sistema de resultados para alguns elementos.
Para resultados de armadura mostrados com diâmetro e espaçamento, o programa calcula uma área de aço
uniforme para cada elemento, de acordo com a máxima área necessária no elemento, ou seja, será mostrada
somente uma cor para cada elemento.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 6
Resultados Gráficos - Ao Longo de Uma Linha

Com esta opção o programa mostra os resultados nos elementos finitos ao longo de uma seção definida pelo
usuário. Por exemplo:

O programa calcula os resultados em todos os pontos ao longo da linha definida pelo
usuário assumindo uma distribuição linear de tensões em cada elemento. Em virtude disto, esta opção irá mostrar
tensões locais e concentração de momentos nos vértices do elemento, sendo os resultados compatíveis com os
tabelados.

Se a seção for traçada ao longo de um lado do elemento, o programa mostrará os resultados de um dos
elementos adjacentes, e não fará uma média dos resultados de todos os elementos adjacentes.

O usuário pode pedir o resultado ao longo da linha ou perpendicular a linha.

Os eixos de coordenadas de resultados para esta opção são definidos como:
X sempre se refere ao eixo ao longo da linha.
Y sempre se refere ao eixo perpendicular ao eixo X (no plano do elemento).
Z é o eixo perpendicular ao plano do elemento, sendo:

Em modelos planos:
O sentido positivo do eixo Z de todos os elementos sempre aponta no sentido positivo do eixo global X3, ou
seja, mesmo que os eixos locais x3 de elementos adjacentes estiverem em sentidos opostos, o diagrama de
resultados ainda será contínuo.

Em modelos espaciais:
O sentido positivo do eixo Z de cada elemento aponta no sentido positivo do eixo local x3 do elemento, ou seja,
se os eixos locais x3 de elementos adjacentes estiverem em sentidos opostos, o diagrama de resultados não
será contínuo.

Note que embora o programa assuma que a distribuição das tensões em cada elemento seja linear, normalmente
esta distribuição de tensão atuante é não-linear. Esta discrepância gera uma descontinuidade nos gráficos, como
mostrado na figura abaixo. Para melhorar a precisão dos resultados em áreas onde esta variação é significativa, o
usuário pode refinar a malha de elementos nestas regiões. Um indicativo desta imprecisão pode ser obtido
comparando resultados de um mesmo nó em elementos adjacentes; teoricamente estes resultados deveriam ser
iguais, mais geralmente não são.



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 7
No caso geral, o programa calcula os resultados em qualquer ponto da superfície dos elementos retangular como
explicado abaixo:
Cada elemento é internamente dividido em 4 elementos triangulares; o programa calcula os resultados nos
vértices do elemento, no centro do elemento e no centro de gravidade de cada triangulo formado, ou seja, são
calculados os resultados nos 4 vértices e em 5 pontos internos:

O programa pode interpolar linearmente os resultados em quaisquer das linhas mostradas
na figura ao lado.
Quando o usuário define uma linha 'cortando' o elemento, o programa os resultados nos pontos de interseção
entre a linha definida pelo usuário e as linhas internas mostradas acima. Por exemplo:


Se a opção de utilizar os Momentos Médios estiver ativada, o programa vai impor o momento médio calculado
para todos os pontos que estiverem dentro da área definida pelo usuário (para a obtenção deste momento
médio). Então o programa interpola e desenha o diagrama da mesma forma explicada acima. Por exemplo:


Note que na seção B, o "momento médio" só é imposto para o ponto d, pois esta seção não intersecciona
nenhum outro ponto interno dentro da área hachurada.


5.4.2.2 Tipos de Resultados Gráficos de Elementos

Selecione um dos tipos de resultados gráficos para elementos finitos planos possíveis na lista abaixo. Mais abaixo
estão os possíveis resultados gráficos para os elementos finitos sólidos.













STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 8
(O texto difere ligeiramente para os Resultados ao longo de uma linha/Mapa de contorno/Resultados no centro do
elemento)


A definição de X e Y varia de acordo com o tipo de resultado selecionado:

Resultados no centro dos elementos
Mapa de Contorno
Resultados ao longo de 1 linha

Veja também Convenção de Sinais - Elementos

Para os elementos sólidos:



Momentos, Forças & Tensões

A definição dos eixos X e Y varia de acordo com o tipo de resultado:

Resultado no centro dos elementos
Mapa de Contorno
Resultados ao longo de 1 linha

Modelos espaciais: Os resultados de tensões podem ser visualizados nas faces superior e inferior do elemento.

Veja mais em Convenções de Sinais – Elementos
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 9
Parâmetros de Armação de Lajes

Com esta opção o programa pode calcular a armadura superior e inferior de lajes de concreto armado para a
flexão composta nas duas direções.

Configure a janela abaixo especificando os parâmetros que serão utilizados em todo o modelo.


Notas:
O programa calcula a armadura a compressão se o momento exceder o limite de norma para a armadura a
tração.
O programa não verifica as porcentagens de armadura máxima/mínima.

Para mais detalhes, veja:
- Armadura de lajes - Método de cálculo.
- Equações de Wood e Armer

Especificar as seguintes opções:
Selecione uma das seguintes normas:

BS8110 (Britânica)
ACI318-95 (Americana)
Eurocode 2 (Européia)
CSA A23.3 (Canadense)

Nota:
Para os cálculos de cortante e compressão na norma ACI318, selecione o coeficiente φ especificado no
Chapter 9 da norma, ou o especificado no Appendix B. Note que o usuário deve definir as combinações com
os coeficientes de ponderação correspondentes ao coeficiente φ selecionado.

Resistência nominal do concreto

Especifique a resistência nominal do concreto utilizado:
BS8110 - fcu
ACI318 - f'c
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 10
Eurocode 2 - fck
CSA A23.3 -- f'c
Resistência nominal do aço

Especifique a resistência nominal do aço utilizado:
BS8110 - fy
ACI318 - fy
Eurocode 2 - fyk
CSA A23.3 - fy
Cobrimento

Especifique o cobrimento da armadura (até o centro de gravidade da armadura) de acordo com a unidade
indicada.
Wood & Armer

Utiliza os momentos de dimensionamento Wood & Armer no cálculo da área de armadura.

Utiliza os momentos Mx e My calculados pelo STRAP no cálculo da área de armadura (ignora a influência de
Mxy)
Deformações

** Somente para mapa de contorno.
Total em todas as direções
O programa irá mostrar a soma vetorial das deformações nas 3 direções globais, ou seja, (dX1² + dX2² +
dX3²)^0,5.
Direção global X1/X2/X3
O programa irá mostrar o valor da deformação somente na direção global especificada.

5.4.2.3 Carregamentos:

Pode-se visualizar os resultados de um carregamento ou combinação isoladamente ou ainda de uma envoltória
máxima/mínima de carregamentos ou combinações.

Selecione uma das 3 opções abaixo e escolha o carregamento/combinação/envoltória que deseja visualizar.

Carregamento
O programa mostra a lista de carregamentos existentes (que estiverem ativos) na caixa de listagem; selecione
um dos carregamentos.

Combinação
O programa mostra a lista de combinações existentes (que estiverem ativas) na caixa de listagem; selecione
uma das combinações.

Envoltória


- Resultados no centro dos elementos ou ao longo de uma linha:
Máximo = Maior resultado positivo ou menor resultado negativo (caso não exista resultado positivo).
Mínimo = Maior resultado negativo ou menor resultado positivo (caso não exista resultado negativo).
- Mapa de Contorno:
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 11
Máximo = Somente resultados positivos.
Mínimo = Somente resultados negativos.

5.4.2.4 Resultados no Centro dos Elementos - Parâmetros


Exibir somente valores maiores que:

Serão mostrados somente os valores absolutos maiores que o valor especificado nesta caixa (toda a geometria
será desenhada).

Mova para a caixa de textos e digite o novo valor limite.

Por exemplo: se for especificado o valor 4.50, os valores -2.5 e +2.5 não serão mostrados, mas os valores -7.2 e
+7.2 serão.

Mapa de contorno


Preencher as regiões com cores

Com esta opção selecionada o programa irá colorir as áreas entre as linhas de contorno. As cores mostradas
podem ser configuradas pelo usuário na opção Arquivo>Configurações>Cores existente na Tela Inicial do
STRAP.
Nº de Linhas de Contorno

Podem ser especificadas até 20 linhas de contorno.
Alterar o Valor das Linhas de Contorno

Por padrão, o programa procura os valores de resultados máximo e mínimo e divide o intervalo entre estes valores
em passos iguais. Estes valores "igualmente espaçados" inicialmente encontrados pelo programa são mostrados
na tela abaixo.










STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 12
Estes valores podem ser editados pelos usuários. Por exemplo, se foi especificado ao programa mostrar 12 linhas
de contorno, o programa exibe uma janela semelhante a esta:



Para alterar algum valor, basta:
Clicar na linha que contém o valor que deseja alterar (esta linha ficará realçada).
Digitar o novo valor na caixa de texto Valor =.
Repita o procedimento para quantas linhas desejar.
Clique no botão para finalizar.

Note que o programa irá redefinir as linhas que não foram alteradas para que os intervalos remanescentes
permaneçam "igualmente espaçados".
Direção das Tensões Principais

Ativando esta opção o programa desenha setas representando as tensões principais (máximas ou mínimas) no
centro de cada elemento. Por exemplo:



A direção em que a seta está desenhada corresponde ao "Ângulo" nos resultados tabelados (veja Convenções de
Sinais - Elementos) e seu comprimento é proporcional ao valor da tensão principal no elemento.
Resultados ao Longo de uma Linha - Parâmetros


Definir Linha de Seção

Defina a linha ao longo da qual os gráficos de resultados serão desenhados. Esta linha pode ser definida paralela
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 13
a um plano global ou em qualquer direção arbitrária.
Modelos planos: A seção é definida por uma linha que corta o modelo em qualquer direção.
Modelos espaciais: A seção é definida por um plano que corta o modelo em qualquer direção.

Modelos Planos: Modelos Espaciais


Definido por 2 pontos:

Utilize esta opção para traçar uma linha em qualquer direção em modelos planos.
Paralelo ao plano X1-X3 / X2-X3 / X1-X2.

Selecione o eixo global paralelo ao qual será traçada a linha. Defina a coordenada do eixo perpendicular ao
escolhido, por onde será traçada a linha.
Definir um plano

Especifique a linha de seção, escolhendo 3 pontos que definirão um plano que irá seccionar o modelo espacial.

Se o modelo estiver sendo visualizado em um dos Planos Globais (X1-X2, X2-X3, X1-X3) o programa assume que
o plano de seção será perpendicular ao Plano Global e pede ao usuário especificar somente 2 pontos.

Selecione o Plano Global que será paralelo ao plano de seção gerado. Especifique a coordenada do eixo Global
perpendicular a este plano, por onde o plano será traçado.
Deletar linha de seção

Aproxime o mouse da linha que deseja deletar até que ela fique realçada por um pequeno blip ; Clique o mouse
e a linha será automaticamente deletada.
Mover:

Mova a para as proximidades da linha que deseja mover até que esta fique realçada com um blip ; clique o
mouse.
Mova a para a nova localização da linha e clique o mouse.
Somar resultados em uma faixa

Com esta opção ativa, o programa mostra o resultado TOTAL ao longo de uma faixa com largura definida pelo
usuário e com sua linha de eixo na linha definida.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 14



5.4.3 Deformação - Valores

O programa mostra os valores numéricos na forma ddd / 10^n, onde ddd é escrito próximo a barra/nó e o fator
10^n aparece na parte inferior da tela.

Exemplos: O valor 51 está escrito ao lado de uma barra:
Se na parte inferior da tela estiver escrito Valores estão * 10^3. Deformação = 51/1000 = 0.051 (nas
unidades atuais de visualização dos resultados).
Se na parte inferior da tela estiver escrito Valores estão * 10^-2. Deformação = 51/0.01 = 5100 (nas
unidades atuais de visualização dos resultados).

Nota: São mostradas somente as deformações devido à flexão; as deformações devido a força cortante não
serão exibidas.

Veja mais detalhes sobre os parâmetros de visualização no tópico Deformações.



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 15
Animação

Selecione esta opção para mostrar a estrutura se deformando de forma animada.

O programa divide a deformada total da estrutura em 5 passos iguais e os mostra durante o intervalo de tempo
especificado no campo tempo =.

Para parar a animação, clique no botão Finalizar animação existente na parte inferior da tela.
Deslocamentos - Tipo de Visualização

Selecione uma das 3 opções:
Deformação de nós e barras
A estrutura deformada total será exibida, ou seja, a deformada mostrada combina os deslocamentos nodais
com as deformações das barras.
Deformação dos nós
O programa exibira os nós deslocados, porém conectados com barras retas, não deformadas. Esta é a opção
de visualização mais rápida.
Deformação das barras
O programa exibirá os nós em sua posição indeslocada e os conecta com as barras deformadas, em virtude
dos carregamentos aplicados nas barras.

Nota:
Se o usuário visualizar uma Envoltória, somente a opção Deformação dos nós poderá ser escolhida.
Valores para:

Total em todas as direções
O programa irá mostrar a soma vetorial das deformações nas 3 direções globais, ou seja, (dX1² + dX2² +
dX3²)^0,5.

Direção global X1/X2/X3
O programa irá mostrar o valor da deformação somente na direção global especificada.

5.4.4 Resultados Gráficos - Reações

Com esta opção pode-se visualizar as reações em apoios/molas.

As seguintes opções são disponíveis:


Onde:
Reações (forças) = Para carregamentos/combinações o programa mostra todas as reações independente do
sinal, desde que excedam a porcentagem de visualização especificada pelo usuário. Em
envoltórias, o programa mostra o máximo valor absoluto das forças de reações em cada
grau de liberdade restringido.
Reações positivas (forças) = São visualizadas somente as forças de reação com sinal positivo, ou seja, no
mesmo sentido do eixo Global (ou local) correspondente.
Reações negativas (forças) = São visualizadas somente as forças de reação com sinal negativo, ou seja, no
sentido contrário ao eixo Global (ou local) correspondente.
Reações (momentos) = Semelhante a opção Reações (forças), mas ao invés de mostrar as forças de
reação são mostradas os momentos reativos.
Tensão de reações nas molas = Pressão do solo abaixo dos nós restringidos por molas (apoios elásticos).

Veja o tópico Resultados Gráficos - Barras para mais informações sobre opções de visualização.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 16

5.4.5 Resultados Gráficos de Barras - Valor Escrito ao Lado da Barra

Esta opção é especialmente útil em treliças, onde os diagramas acabam geralmente ficando embolados e
prejudicando a visualização.

O programa exibe o valor do resultado selecionado escrito ao lado da barra. Note que o valor será escrito no
ponto médio da barra para facilitar a visualização (mesmo que seja escolhido o resultado no início ou final da
barra).

Exemplo:






Selecione o resultado que deseja visualizar












STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 17
5.4.6 Resultados Gráficos - BS8007
Exibe a abertura de fissuras para a armadura atual ou a armadura necessária para limitar a abertura de fissuras
segundo a norma britânica BS8007.



BS8007 - Tipos de Resultados

As aberturas de fissuras podem ser exibidas para as direções X e Y e nas faces superior e inferior.

Selecione uma das seguintes combinações possíveis:



Cuidado:
Os eixos X/Y referentes ao Sistema de Coordenadas de Resultados do Elemento.
+x3/-x3 referentes ao Sistema Local do Elemento.
BS8007 - Parâmetros de Visualização

Especifique o tipo de resultado a ser exibido e os valores para cada cor.

Valores das cores:
Pela armadura
Os elementos são coloridos de acordo com o grupo de armadura (diâmetro e espaçamento)
Pela abertura de fissuras
Todos os elementos são coloridos de acordo com os valores de abertura de fissuras.

Tipo de resultados (podem ser mostrados simultaneamente):
Fissuras
O programa exibe os valores das aberturas de fissuras no centro do elemento. Especifique na caixa de texto
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 18
o valor mínimo do valor da abertura de fissura a ser mostrada; valores menores que este não serão exibidos.
Diâmetro e espaçamento
Exibe o diâmetro e espaçamento da armadura no centro do elemento.

Por exemplo:




5.4.7 Elementos Sólidos - Definir uma superfície

O mapa de contorno para elementos sólidos mostra as tensões que estão atuando em uma superfície definida
pelo usuário. A superfície definida pode ser plana ou cilíndrica, sendo definida por 3 nós.



Note que a face do elemento sólido deve pertencer ao plano/cilindro definido.
Sólidos - Resultados em um Plano

Exibe o mapa de contorno de tensões em um plano definido por 3 nós:

O programa identifica todas as faces dos elementos que pertencem a este plano e desenha o mapa de contorno.

Note que a face do elemento sólido deve pertencer ao plano definido. Se o plano "cortar" o elemento,
nenhum resultado será mostrado.2



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 19
Sólidos - Resultados na Superfície de um Cilindro

O programa exibe o mapa de contorno de tensões na superfície de um cilindro definido por 3 nós:


O programa identifica todos os elementos cujas faces são paralelas a superfície do cilindro e desenha o mapa de
contorno.

Note que uma face dos elementos sólidos deve pertencer ao cilindro definido. Se o cilindro "cortar" o
elemento, nenhum resultado será mostrado.
Superfície exibida anteriormente

Exibe o resultado selecionado na mesma superfície (plano ou cilindro) exibido anteriormente.
Sólidos - Tolerância

Todos os vértices da face do sólido devem estar a uma distância menor que a "tolerância" do plano/cilindro
definido como superfície para desenhar o mapa de contorno.



Esta tolerância é definida na mesma unidade de comprimento utilizada na modelagem da geometria do modelo.


5.4.8 Resultados Gráficos - Paredes

Mostra os resultados graficamente na linha de centro de cada segmento da parede. São mostrados os resultados
nas extremidades dos segmentos e os resultados máximos/mínimos de cada segmento, caso os valores excedam
a porcentagem de visualização de resultados especificada pelos usuários.

Força axial (resultado na extremidade inferior):
Tração = Valor Negativo na extremidade inferior e Positivo na extremidade superior.
Compressão = Valor Positivo na extremidade inferior e Negativo na extremidade superior.

















STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 20
Quando a opção Resultados de paredes for selecionada, o programa exibirá a seguinte janela:



Tipos de resultados nas paredes

Todos os resultados nas paredes podem ser mostrados graficamente na tela:
Axial = Força axial atuante na parede.
Momento = Momento em torno do eixo local x3.
Momento Perpendicular = Momento em torno do eixo local x2.
Torção = Momento torsor (em torno do eixo local x1).
Cortante = Força cortante paralela ao eixo local x2.
Cortante Perpendicular = Força cortante paralela ao eixo local x3.



Paredes - Resultados Médios

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.4 - 21

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.5 - 1

5.5 Resultados Tabelados - Exibir/Imprimir


As opções principais de visualização dos resultados tabelados são:
Resultados ordenados pelos nós/barras/elementos ou pelos carregamentos.
Visualização de resultados de uma combinação ou carregamento.
Especificar se deseja visualizar somente os resultados máximos ou todos os resultados.
Selecionar o(s) tipo(s) de saída(s).

O programa exibe uma janela semelhante a esta:


Para "Imprimir":


Aviso:
Por padrão todos os resultados de elementos finitos são mostrados de acordo com Sistema Padrão de
Resultados dos Elementos, a não ser que o usuário tenha especificado outro sistema de resultados para os
elementos, no item do Menu Superior: Opções>Sist. de coord. de result. dos elem.
Para uma interpretação correta dos resultados descritos nesta seção, veja o tópico: Convenção de Sinais.

O programa exibe todas as saídas tabelas na tela com o seguinte Menu Superior (por exemplo no caso dos
deslocamentos):







STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.5 - 2
Clique em localizar para encontra rapidamente um nó/barra/elemento específico:


O programa exibirá a janela acima. Digite o número do nó/barra/elemento que deseja localizar e pressione [Enter]
ou clique no botão .

Note que será utilizada a seguinte terminologia nos resultados tabelados:



5.5.1 Opções
Desativar Carregamentos/Combinações

Caso deseje que o programa não mostre os resultados tabelados de algumas combinações/carregamentos, pode-
se utilizar esta opção para desativar temporariamente a combinação/carregamento desejado. A
combinação/carregamento não será deletada, e poderá ser reativada a qualquer momento.

Exemplo: Para um modelo com 5 combinações definidas, deseja-se saber o resultado máximo/mínimo somente
das combinações 1, 2 e 4; as combinações 3 e 5 devem ser desativadas:

Mova o para a linha 3 e clique o mouse sobre ela. A palavra Inativo será mostrada ao lado da combinação
3.
Repita o procedimento acima para a combinação 5
Quando já tiver configurado todas as combinações/carregamentos, clique no botão .
Para reativar as combinações/carregamentos, basta clicar novamente com o mouse; o programa retirará a
palavra Inativo.
Opções de Visualização

Ordenar pelos carregamentos
O programa mostra a tabela ordenada pelas combinações (ou carregamentos), ou seja, mostra os resultados
de todos os nós/barras/elementos da combinação/carregamento nº 1, em seguida os resultados de todos os
nós/barras/elementos da combinação/carregamento nº 2 e assim por diante até a última
combinação/carregamento.

Ordenar pelos nós/barras/elem.
O programa mostra a tabela ordenada pelos nós/barras/elementos, ou seja, mostra os resultados de todas as
combinações/carregamentos para o primeiro nó/barra/elemento, em seguida mostra os resultados de todas as
combinações/carregamentos para o segundo nó/barra/elemento, e assim por diante até o último
nó/barra/elemento.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.5 - 3
Somente o resultado máximo

Para visualizar somente os resultados máximo/mínimo para cada nó/barra/elemento calculados em todas as
combinações (ou carregamentos). No final da tabela o programa exibirá os maiores resultados máximos/mínimos
de todos os nós/barras/elementos.
Máximo incluindo barras não visualizadas

O programa irá procurar o resultado máximo em todas as barras do modelo, mesmo em barras que não
estiverem sendo visualizadas.

O programa irá procurar o resultado máximo somente nas barras que estiverem sendo visualizadas na tela.
Exibir resultados de nós/barras/elementos ocultos

Por padrão o programa exibe nas tabelas somente os resultados dos nós/barras/elementos que estão sendo
visualizados na tela. Para visualizar os resultados tabelados de todos os nós/barras/elementos do modelo
(inclusive dos que não estão sendo visualizados), deixe ativa esta opção.
Exibir somente os resultados da propriedade nº:

Para exibir somente os resultados de barras/elementos pertencentes a uma determinada propriedade.

Os valores de máximo/mínimo mostrados serão somente em relação da propriedade selecionada.
Resultado máximo de barras

Esta opção só é válida se o usuário escolher Ordenar os resultados pelos nós/barras/elementos.

Por padrão o programa procura pelos resultados máximos de cada tipo de resultado (Axial, momento, etc)
separadamente (opção "Todos os resultados"), sendo que o resultado máximo de cada tipo de resultado pode
estar em combinações diferentes.

Com esta opção pode-se especificar que o programa mostre o valor máximo de um tipo de resultado e os demais
resultados obtidos na mesma combinação.

Selecione uma das seguintes opções:


Por exemplo, selecione "Max. M3 + resultados concomitantes"


Note que no exemplo acima todos os valores da primeira linha são da combinação 4, que é a combinação que
resultou no maior momento M3. Da mesma forma na segunda linha todos os resultados são da combinação 2, a
qual gerou o valor mínimo de M3.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.5 - 4
Desativar Carregamentos/Combinações

Caso deseje que o programa não mostre os resultados tabelados de algumas combinações/carregamentos, pode-
se utilizar esta opção para desativar temporariamente a combinação/carregamento.desejado. A
combinação/carregamento não será deletada, e poderá ser reativada a qualquer momento.

Exemplo: Para um modelo com 4 combinações definidas, s seguintes combinações estão definidas, deseja-se
saber o resultado máximo/mínimo somente das combinações 1, 2 e 4; a combinação 3 deve ser desativada:





Mova o para a linha 3 e clique o mouse sobre ela. A palavra Inativo será mostrada ao lado da combinação
3.
Quando já tiver configurado todas as combinações/carregamentos, clique no botão .
Para reativar as combinações/carregamentos, basta clicar novamente com o mouse; o programa retirará a
palavra Inativo.
Opções - Elementos

Os resultados tabelados de elementos finitos podem ser visualizados de duas formas:
- Resultados no centro do elemento.
- Resultados no centro e nos vértices do elemento.

É importante verificar os resultados nos vértices dos elementos em modelos que contenham concentração de
tensões nos nós de incidência dos elementos, como: cargas concentradas, apoios, aberturas, etc.

As tensões nos elementos podem ser vistas tanto no plano superior (+z) quanto no plano inferior (-z) do
elemento.
Paredes - Resultados Médios







STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.5 - 5
5.5.2 Resultados de Barras - Momentos e Forças

Exibe em forma de tabela o valor da força axial, força cortante (em x2 e x3), momento torsor e momentos fletores
(em torno dos eixos x2 e x3). Estes valores podem ser exibidos nas extremidades das barras e no valor máximo
obtido no vão ou em cada 1/2, 1/4, 1/5, 1/10 ou 1/20 da barra.

Aviso: Todos os resultados de barras são relativos aos eixos locais de cada barra.

Exemplo:



onde:
Axial = Força axial na barra (ao longo do eixo local x1)
Para treliças, será mostrado somente o resultado em JA (o valor de JB pode ser diferente caso seja
aplicada uma carga intermediária axial na barra, mas este resultado não será mostrado).
V2 = Força cortante paralela ao eixo local x2
V3 = Força cortante paralela ao eixo local x3
MT = Momento torsor (em torno do eixo local x1)
M2 = Momento fletor em torno do eixo local x2
M3 = Momento fletor em torno do eixo local x3

Veja mais detalhes em Convenções de Sinais - Barras.

Se a opção Resultados nas Extrem. e máx. no vão for selecionada, o programa exibirá uma tabela semelhante
a seguinte:



onde:
FR = Fração do comprimento do vão (a partir de JA) onde ocorre o maior momento intermediário.

Notas:
Os momentos intermediários são calculados em 1/20 de vão e nos pontos de aplicação de cargas
concentradas.
O sinal do momento e cortante intermediários são relacionados com o sinal em JA.
O valor do cortante intermediário mostrado é o que ocorre no mesmo ponto do momento máximo.
O valor intermediário só é mostrado quando o maior momento positivo ou menor momento negativo não
ocorrem nas extremidades da barra.
Todos os valores intermediários mostrados são considerados no valor de MAX / MIN mostrados pelo programa.

No cálculo dos resultados de MAX/MIN, o programa inverte os sinais dos momentos em JB:

Levando em consideração a Convenção de Sinais - Barras, e analisando o exemplo abaixo, fica claro que os
momentos "negativos" (o termo negativo empregado aqui não está relacionado com os sinais mostrados pelo
programa, mas sim com os termos usuais da engenharia, quando a fibra superior da viga está tracionada)
possuem sinais opostos na tabela.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.5 - 6


Para assegurar a consistência no cálculo dos resultados 'maximum/minimum', o programa reverte o sinal do
momento em JB, como mostrado abaixo:



Veja o tópico Resultados Tabelados para informações sobre as opções de visualização dos resultados tabelados.
Tensões Axiais nas Barras

Exibe as tensões axiais nas barras decorrentes somente de forças axiais, baseadas nos Parâmetros de
Flambagem. (Ver item 5.2.3).

Note que para utilizar esta opção é necessário que o momento de inércia das seções tenham sido entrados
corretamente na definição da geometria.

A tabela mostra as tensões máx/mín para cada barra e as respectivas tensões admissíveis calculadas.

Aviso: Tensões com valores positivos equivalem a tração e com valores negativos equivalem a
compressão.

Note que a tensão máxima é a maior tensão de tração existente na barra. Se uma barra estiver sempre
comprimida, este valor representa a menor compressão existente. Semelhantemente, a tensão mínima é a maior
tensão de compressão existente, ou a menor tração possível (caso esta barras esteja sempre tracionada).

Normas BS 449 e AISC - ASD:

Exemplo:



onde:

AXIAL P = Força axial na barra.
P/A = Tensão axial correspondente na barra (Força / Área).
TENSÃO ADMISSÍVEL = Tensão admissível de compressão em torno dos 2 eixos de flambagem.
% da Admissível = A razão entre a tensão atuante e tensão admissível (em forma de porcentagem).
Note que se esta razão for maior que 100%, o programa exibirá um sinal de ** ao final da
linha.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.5 - 7

Norma Alemã DIN:

Exemplo:



Onde:

AXIAL P = Força axial na barra.
P/A = Tensão axial correspondente na barra (Força / Área).
P/A * OMEGA = Tensão axial atuante multiplicada pelo correspondente fator omega. Se a barra estiver em
tração, omega = 1.
Se a tensão exceder a tensão admissível, , o programa exibirá um sinal de ** ao final da linha.

Veja o tópico Resultados Tabelados para informações sobre as opções de visualização dos resultados tabelados.
Deformações dos Vãos

O programa mostra as deformações das barras em relação a localização final (deslocada) dos nós de extremidade
da barra, e não em relação as coordenadas que os nós foram definidos na geometria.

Por exemplo:


Para barra 6:



Veja o tópico Resultados Tabelados para informações sobre as opções de visualização dos resultados tabelados.

5.5.3 Elementos - Momentos, forças & tensões

Tipos de resultados :

Tensões:
±SX = Tensão na direção do eixo de resultados X na face ±Z.
±SY = Tensão na direção do eixo de resultados Y na face ±Z.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.5 - 8
±SXY = Tensão de cisalhamento na face ±Z.

Forças, momentos = Esforços segundo o sistema de resultados do elemento:

Avisos:
Os momentos são mostrados por unidade de largura, ou seja, MX = 50 indica 50 t m/m (kN m/m, ft kip/ft,
etc.)
MX é o momento na direção do eixo de resultado X e não o momento em torno do eixo X (Veja a figura
abaixo). Portanto, a tensão SX corresponde ao momento MX. A mesma regra vale para MY, que é o
momento na direção do eixo de resultado Y e não o momento em torno do eixo Y.
O momento fletor que gera tração na face +z é o momento positivo; veja Convenções de sinais dos
elementos.
Para ver as equações que relaciona os momentos e forças com tensões, veja Convenções de sinais de
elementos.

Exemplo (momento ordenados por combinações):



Os valores máximos são calculados a partir de todos os pontos de resultados.

Rot indica o ângulo entre o eixo local x1 do elemento com o eixo de resultados X.

Os eixos de resultados podem ser revisados em Opções>Sist. de coord. de result. dos elem. . Por padrão o
programa define os eixos de resultados dos elementos como:

Modelos Planos
A direção X é sempre paralela com o eixo Global X1 e a direção Y é sempre paralela ao eixo Global X2.

Se o eixo local x3 de algum elemento estiver orientado com sentido oposto ao eixo Global X3, o programa irá
invertê-lo para manter a consistência dos resultados.

Modelos Espaciais
- Elementos paralelos ao plano global X1-X2:
X=X1, Y=X2
- Elementos paralelos ao plano global X1-X3:
X=X1, Y=X3
- Elementos paralelos ao plano global X2-X3:
X=X2, Y=X3
- Elementos não paralelos a nenhum plano global:
X=direção paralela ao eixo Global X1
Y=direção perpendicular a X apontando na direção geral do eixo Global X3

Cuidado: Em modelos espaciais o eixo local x3 não será invertido pelo programa como nos modelos planos.
O sinal dos resultados ficará inconsistente caso o eixo local x3 de elementos adjacentes sejam opostos. A
interpolação de resultados entre estes elementos estará incorreta!

Veja o tópico Resultados Tabelados para informações sobre as opções de visualização dos resultados tabelados.
Elementos Sólidos - Tensões Principais

A tabela das Tensões Principais dos elementos sólidos mostram:
Tensões principais; as tensões nos planos principais, onde as tensões de cisalhamento Sxy = Syz = Szx = 0
Tensões de cisalhamento máximas.


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.5 - 9
Por exemplo:



Onde:
Sp1, Sp2, Sp3 = As 3 tensões principais.

ângulos = Ângulos de rotação entre os eixos Globais X1-X2-X3, respectivamente, e os eixos principais.

VM = Tensão de Von Mises:


As 3 tensões principais são determinadas pela seguinte equação:


As 3 raízes desta equação fornecem o valor das 3 tensões principais Sp1, Sp2 e Sp3.

Tau1, Tau2, Tau3 = Tensões máximas de cisalhamento.
As tensões máximas de cisalhamento atuam no plano da bissetriz do ângulo entre as tensões principais
máxima e mínima e é igual a metade da diferença entre estas duas tensões principais.



(Referência: "Theory of Elasticity" by Timoshenko & Goodier, 3rd Edition, p. 219-226)
Parâmetros de Armação de Lajes

Com esta opção o programa pode calcular a armadura superior e inferior de lajes de concreto armado para a
flexão composta nas duas direções.

Configure a janela abaixo especificando os parâmetros que serão utilizados em todo o modelo.


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.5 - 10

Notas:
O programa calcula a armadura a compressão se o momento exceder o limite de norma para a armadura a
tração.
O programa não verifica as porcentagens de armadura máxima/mínima.

Para mais detalhes, veja: (Ver item 5.3.2.2).
- Armadura de lajes - Método de cálculo.
- Equações de Wood e Armer (Ver item 5.7).
Forças nos Vértices dos Elementos

Nesta opção o usuário pode visualizar as forças/momentos em cada vértice dos elementos.

Note que as forças nos vértices estão sempre em relação aos eixos Globais do modelo.

Veja o tópico Convenções de Sinais (Ver item 5.4.7.2) - Elementos para mais informações.

Veja o tópico Resultados Tabelados para informações sobre as opções de visualização dos resultados tabelados.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.5 - 11
Momentos de Dimensionamento da Laje de Concreto

Nesta opção o programa exibe os Momentos de Dimensionamento para a Laje de Concreto Armado: Mx* e My*.
Os cálculos destes momentos são baseados nas Equações de Wood & Armer.

Os momentos são calculados separadamente para a faze superior +Z e inferior -Z da laje. Note que +Z é indicado
como a face "SUPERIOR" nas tabelas.

Exemplo:



Onde:

Rot. é o ângulo entre o eixo x1 do elemento e o eixo de resultados X, considerando o sentido positivo como
sentido anti-horário. Para o elemento 246 do exemplo acima, temos:


Alfa é o Ângulo do sistema de coordenadas de armadura.

Também podem ser mostrados os momentos nos vértices dos elementos.

Veja o tópico Convenções de Sinais (Ver item 5.4.7.2) - Elementos para mais informações.

Veja o tópico Resultados Tabelados para informações sobre as opções de visualização dos resultados tabelados.
Forças Cortantes nos Elementos (Qx, Qy)

Com esta opção pode-se visualizar as forças cortantes transversais Qx, Qy no centro do elemento.


Resultados tabelados:
Os valores de cortantes são calculados a partir da inclinação do gráfico de momento somente no centro do
elemento.
Mapa de contorno:
O programa calcula o valor de Qx, Qy nos vértices do elemento, baseando-se na estimativa da 2ª derivada de
Mx,My,Mxy no centro do elemento e usa valores médios estimados para desenhar os contornos.

É óbvio que os valores de Qx e Qy são menos precisos que os valores de Mx, My e Mxy (para os mesmos
elementos), em virtude da imprecisão dos resultados nos vértices dos elementos. Portanto os resultados de
cortantes são mais sensíveis ao grau de refinamento da malha.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.5 - 12
Veja o tópico Convenções de Sinais (Ver item 5.4.7.2) - Elementos para mais informações.

Veja o tópico Resultados Tabelados para informações sobre as opções de visualização dos resultados tabelados.
Tensões Principais nos Elementos

Exibe as tensões principais máximas e mínimas nos elementos.

As tensões principais só podem ser visualizadas no centro dos elementos.

Veja o tópico Convenções de Sinais (Ver item 5.4.7.2) - Elementos para mais informações.

Veja o tópico Resultados Tabelados para informações sobre as opções de visualização dos resultados tabelados.

5.5.4 Deslocamentos dos Nós

Com esta opção pode-se visualizar os deslocamentos e rotações dos nós do modelo.

Exemplo: Para um modelo com 3 combinações definidas:



onde:

X1, X2, X3 = Translações paralelas aos eixos Globais X1, X2 e X3, respectivamente. O deslocamento positivo
está no sentido positivo do eixo global em questão.
X4, X5, X6 = Rotações em torno dos eixos Globais X1, X2 e X3, respectivamente. Veja o tópico Convenções
de sinais (Ver item 5.4.7.1) para verificar o sentido positivo das rotações.

Veja o tópico Resultados Tabelados para informações sobre as opções de visualização dos resultados tabelados.


5.5.5 Reações

O programa soma em cada nó todas as forças aplicadas nele diretamente com as forças resultantes das
barras/elementos conectados neste nó para todos os graus de liberdade. A somatória para os graus de liberdade
de nós que não foram associados a apoios ou molas (apoios elásticos) devem ser iguais a zero.

O programa mostra as seguintes reações:
X1, X2, X3 = Forças de reação paralelas aos eixos Globais X1, X2 e X3, respectivamente, sendo que as
reações positivas estão no mesmo sentido do eixo em questão.
X4, X5, X6 = Momentos de reação em torno dos eixos Globais X1, X2 e X3, respectivamente. Para o sentido
positivo dos momentos, veja o tópico Convenções de Sinais. (Ver item 5.4.7.1)

Resultados ordenados pelos carregamentos:
O programa exibe somente os nós onde a somatória de forças em algum grau de liberdade não seja igual a zero
(normalmente são os nós associados a apoios e/ou molas).





STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.5 - 13
Exemplo:



A somatória das reações de todos os nós em cada grau de liberdade para esta combinação (ou carregamento) é
mostrada na última linha da tabela.

Cuidado: Devido a precisão numérica limitada dos computadores (especialmente em micro-computadores,
valores diferentes de zero podem aparecer ocasionalmente em nós que não foram restringidos(ou seja, em graus
de liberdade que não foram definidos apoios nem molas). Normalmente estes valores são extremamente baixos
se comparados com as forças internas nestes graus de liberdade (aproximadamente N*10E-5, onde N é o valor da
força interna no grau de liberdade). Entretanto, em algumas ocasiões estes valores podem ser muito maiores.

Nestes casos, o usuário deve verificar as seguintes possíveis causas:
Mensagens de Singularidade que foram exibidas no processamento estático do modelo.
Diferenças muito grandes entre os valores dos momentos de inércias (ou área). A razão entre o momento de
inércia maior e o menor não pode exceder 1:10E8.
Nos elementos finitos planos, a espessura dos elementos pode ser muito grande em relação às suas
dimensões; note que somente as reações são afetadas, os momentos e deformações não perdem a precisão.

Resultados ordenados por nós/barras/elementos
As reações são mostradas somente nos nós associados a apoios/molas, não aparecendo as imprecisões
descritas acima.

Note que as reações máx/min são as reações máximas e mínimas numéricas e não em valores absolutos.

Veja o tópico Resultados Tabelados para informações sobre as opções de visualização dos resultados tabelados.


5.5.6 Tensões de Reação nas Molas

O programa calcula a pressão sob as molas, por exemplo: a pressão do solo em fundações sobre base elástica.

O programa calcula a pressão = R/A, onde:
R = Reação na mola obtida pelo cálculo estático do STRAP.
A = K/M
K = Constante de mola definida na geometria.
M = Coeficiente de solo definido na janela abaixo:



Cuidado: Em modelos onde foram aplicados Diafragmas Rígidos em nós associados a molas, o programa irá
somar TODAS as reações dos nós escravos ao nó mestre, porém irá utilizar somente a área de influência ( A ) do
nó mestre.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.5 - 14
5.5.7 Resultados de Paredes

Os resultados das paredes são mostrados em cada segmento da parede, incluindo em suas vigas. Por exemplo:
uma parede com 2 segmentos e 1 viga:



Os resultados são mostrados na mesma forma mostrada para as barras, sendo que o
programa exibe os resultados nas extremidades inferior e superior de cada segmento. Os valores de Momento e
Cortante são os valores para o eixo de maior inércia do segmento, enquanto Mperp a Sperp são em relação ao
eixo de menor inércia.
Os resultados nas vigas são idênticos aos resultados de barras, onde: Moment = M3, Mperp = M2, Shear = V2 e
Sperp = V3.


5.5.8 Resultados Tabelados - Convenção de Sinais

Os resultados tabelados utilizam uma convenção de sinais matemática (o que algumas vezes corresponde ao
oposto da convenção usual da engenharia).

Convenção de Sinais – Barras (Ver item 5.4.7.1)

Convenção de Sinais – Elementos (Ver item 5.4.7.2)

Convenção de Sinais – Reações

Nota:
Por padrão todos os resultados de elementos finitos são mostrados de acordo com Sistema Padrão de Resultados
dos Elementos, a não ser que o usuário tenha especificado outro sistema de resultados para os elementos, no
item do Menu Superior: Opções>Sist. de coord. de result. dos elem.


5.5.7.1 Resultados de Barras - Convenções de Sinais

Os resultados de barras são listados nos nós JA e JB de cada barra. Os resultados são relativos ao sistema de
coordenadas locais de cada barra.




STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.5 - 15

As convenções de sinais positivos são:



Momentos: (M2, M3, MT)
O sentido positivo dos momentos são determinados pela regra da mão direita:
O polegar aponta para o sentido positivo do eixo local em torno do qual o momento atua; os demais dedos giram
no sentido positivo do momento.



No exemplo abaixo, os momentos nas duas extremidades das barras são momentos negativos se adotarmos a
nomenclatura habitual da engenharia. Entretanto note que o sinal do momento atuante em JA será positivo
nas tabelas, pois está girando no sentido positivo se aplicarmos a regra da mão direita conforme explicado acima.



Forças Cortantes: (V2, V3)
A força cortante positiva atua no sentido positivo do eixo local relevante.

Força Axial:
A força axial positiva atua no sentido positivo do eixo local x1.
Valores positivos da força no nó JA sempre indicam que a barra está comprimida. Em treliças, somente o
valor de JA será exibido, ou seja, valores positivos indicam compressão (o valor em JB pode ser diferente caso
exista alguma carga axial intermediária na barra, porém este valor não será exibido).






STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.5 - 16
5.5.7.2 Convenções de Sinais - Elementos Finitos Planos

A seguir estão as convenções de sinais utilizadas nos resultados dos elementos finitos planos triangulares e
quadriláteros:

Cuidado: Todos os resultados de elementos finitos planos são em relação ao Sistema de Coordenada de
Resultados do Elemento. (Ver item 5.2.3).

TENSÕES:
+SX = Tensão na direção de resultados X na face +Z.
+SY = Tensão na direção de resultados Y na face +Z.
+SXY = Tensão de cisalhamento na face +Z.

-SX = Tensão na direção de resultados X na face -Z.
-SY = Tensão na direção de resultados Y na face -Z.
-SXY = Tensão de cisalhamento na face -Z.

FORÇAS= resultante de tensões no sistema de coordenadas de resultados.

Aviso: Os valores apresentados de forças são sempre por unidade de largura i.e, FX = 50.2 indica 50.2
ton/m (kN/m, kip/ft, etc.).

As forças nos elementos são calculadas diretamente a partir das tensões nos elementos:



TENSÕES PRINCIPAIS = Tensões principais em cada face do elemento, obtidas pelas equações do círculo de
Mohr:



Onde: MAX e MIN são os máximos e mínimos algébricos, não absolutos.

= Máxima tensão cisalhante.

ÂNGULO = Ângulo entre o eixo de resultados X e o eixo da tensão principal, medido no sentido anti-
horário.


Notas:
Quando o eixo X coincide com o eixo da tensão máxima, Y coincide com o eixo da tensão mínima.
A tensão de cisalhamento ocorre no plano a 45° a partir do eixo principal.
A tensão de cisalhamento é zero nas direções das tensões principais.

As convenções de sinais para todas as tensões e forças estão apresentadas na Figura (a) abaixo.

MOMENTOS = Os valores de momentos são mostrados em relação ao sistema de coordenadas de resultados
no centro do elemento.



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.5 - 17
Os momentos são calculados diretamente a partir das tensões por:



Notas:
A convenção de sinais utilizada para momentos está ilustrada na Figura (b) abaixo: observando a equação
acima para o cálculo de MX, pode-se notar que uma distribuição de tensão que gere tração na face +z resulta
de um momento fletor positivo.
Os momentos são mostrados por unidade de largura, ou seja, MX = 50 indica 50 t m/m (kN m/m, ft kip/ft,
etc.)
MX é o momento na direção do eixo de resultado X e não o momento em torno do eixo X (Veja a figura
abaixo). Portanto, a tensão SX corresponde ao momento MX. A mesma regra vale para MY, que é o
momento na direção do eixo de resultado Y e não o momento em torno do eixo Y.

A seguir estão as figuras mostrando as convenções de sinais para resultados positivos dos elementos:



Referindo-se a Figura (a) acima, pode-se notar que forças aproximadamente iguais com sentidos opostos atuam
nas faces opostas do elemento. O sinal mostrado pelo programa são das forças e tensões existentes na face
voltada para o sentido positivo do eixo de resultados. Ou seja:

Se FX for positivo, o elemento está tracionado na direção de X.
Se +SX for positivo, a face superior (+z) está tracionada.

Aviso: Se os resultados estiverem sendo mostrados graficamente, o programa poderá inverter o sinal do mesmo,
afim de manter uma consistência e continuidade do gráfico exibido.


5.5.8.3 Resultados de Paredes - Convenções de Sinais

O programa mostra os resultados de cada segmento da parede, nas extremidades inferior e superior ( em relação
ao eixo de altura da parede).

Os resultados são em relação aos eixos locais da parede.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.5 - 18
As convenções para o sentido positivo dos resultados são:

Momentos:

O sentido positivo dos momentos são determinados pela regra da mão
direita: o polegar aponta para o sentido positivo do eixo local em torno do qual o momento atua; os demais dedos
giram no sentido positivo do momento.

Note que no exemplo abaixo, apesar do momento fletor estar todo de um lado da parede, seus resultados
tabelados estarão com sinal positivo na extremidade inferior e negativo na superior.


Cortante:
A cortante positiva atua no sentido positivo do eixo local.

Axial:
A força axial positiva atua no sentido positivo do eixo, ou seja, um valor positivo na extremidade inferior (e
negativa na extremidade superior) sempre indica que a parede está comprimida.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.6 - 1

5.6 Resultado Detalhado
Com esta opção pode-se visualizar ou imprimir todos os gráficos de resultados de uma barra ou linha de barras
selecionada.

Selecione o carregamento, combinação ou envoltória de resultados que deseja visualizar/imprimir.
Selecione os tipos de resultados que deseja visualizar/imprimir


Clique em OK e selecione a barra desejada, ou marque a opção Visualizar uma linha de barras, clique
em OK e defina a primeira e última barra da linha.
O programa mostra os resultados selecionados para a barra ou linha de barras.

Exemplo:



STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.7 - 1

5.7 Menu Superior - "Arquivo"



Definição da Geometria:

Retornar ao Módulo de Geometria do STRAP no modelo atual. (Ver item 2.0).
Fechar (Tela inicial):

Retornar a Tela Inicial do STRAP (Lista de Modelos). (Ver item 1.8).
Módulo de Metálica:

Ir para o Módulo de Metálica do STRAP, onde pode-se verificar e dimensionar os perfis metálicos. (Ver item 7.0).
Módulo de Concreto:

Ir para o Módulo de Concreto do STRAP, onde pode-se dimensionar vigas e colunas de concreto armado. (Ver
item 8.0).
Módulo de Fundações:

Ir para o Módulo de Fundações do STRAP, onde pode-se dimensionar sapatas de concreto armado localizadas
nos nós que contenham apoios e/ou molas no modelo.

Veja mais detalhes em Como utilizar o Módulo de Fundações. (Ver item 5.6.1).
Imprimir / Editar desenho

(Ver item 1.4.11).







STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.7 - 2
Copiar desenho (Área de transferência)

Utilize esta opção para copiar o conteúdo (desenho) atual da tela para a "Área de transferência" do Windows. A
figura copiada será idêntica a que seria gerada pela opção Imprimir Desenho, incluindo a moldura e o cabeçalho.
O arquivo é transferido para a Área de transferência do Windows em um dos dois formatos padrão de "Metafile".



Digite a escala do desenho, o título e o tamanho dos textos. Escolha também o formato de Metafile; Sempre que
puder, dê preferência para o Enhanced Metafile

Clique no botão para copiar a tela para a área de transferência.

A figura pode ser colada em qualquer programa gráfico ou editor de textos que suportem arquivos Metafile; Basta
entrar em algum destes programas e acionar a opção Colar (ou equivalente).

Selecione um dos dois formatos possíveis de Metafiles:

Metafile
Formato WMF

Enhanced Metafile
Formato EMF

Caso seja possível, selecione o Enhanced Metafile.
Pode ser que seu editor gráfico ou editor de texto só reconheça um dos formatos.

Sair do STRAP

Sair do STRAP (fechando o modelo e o programa em si).


5.7.1 Como utilizar o Módulo de Fundações

O Módulo de Fundações do STRAP pode dimensionar sapatas retangulares em qualquer nó que tenha um
apoio/mola associado.

O Módulo de Fundações pega automaticamente do modelo STRAP:
As reações (forças e momentos) de todas as combinações nos nós selecionados.
As dimensões das colunas (se possível) da seção transversal da barra conectada ao nó.

O Módulo de Fundações trabalha de 2 formas:

Todas/algumas fundações
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.7 - 3
O programa dimensiona automaticamente as fundações para o grupo de apoios/molas selecionados. Os
parâmetros de dimensionamento definidos pelo usuário valerão para todas as fundações. Os resultados de
todo o modelo serão exibidos em forma tabelada. Os resultados de fundações dimensionadas anteriormente
com a opção Fundação única não serão sobrescritos.

Fundação única
O programa dimensiona automaticamente a fundação para o apoio/mola selecionado. Os parâmetros de
dimensionamento serão definidos somente para esta fundação. Os casos de cargas podem ser adicionados,
revisados ou deletados. Os resultados para esta fundação podem ser visualizados em forma gráfica. Os
resultados de fundações dimensionadas anteriormente pelas opções Todas/algumas fundações serão
sobrescritos.

Os resultados atuais para qualquer fundação podem ser visualizados selecionando a opção Fundação única e
selecionando o nó associado a fundação em questão.

Notas:
O programa assume que as fundações estão orientadas de acordo com os eixos locais x2 e x3 das colunas.
O programa sempre transfere as dimensões das colunas como um retângulo inscrito no contorno da seção da
coluna. Assume-se que as cargas estão atuando no centro deste retângulo.
Para colunas definidas por propriedades (A,I), o programa transfere a coluna com dimensões iguais a zero e o
Módulo de Fundações começa a dimensionar a fundação com as dimensões padrões definidas para as
colunas. Estas dimensões padrões podem ser editadas pelo usuário.


Dimensionamento

Fundação única
Selecione um nó que contenha um apoio ou mola clicando sobre este nó. O módulo de fundações lê as
reações neste apoio/mola, permite ao usuário a definição de alguns parâmetros e calcula as dimensões e
armadura da sapata.

Fundações selecionadas
Selecione os nós desejados que contenham apoios ou molas utilizando a Seleção Padrão de Nós. Note que
as sapatas serão dimensionadas pelo Módulo de Fundações como um grupo, ou seja, os parâmetros definidos
serão aplicados a todas as sapatas e não para uma sapata específica.

Todas as fundações
Todos os nós que tenham apoios ou molas serão selecionados automaticamente. Note que as sapatas serão
dimensionadas pelo Módulo de Fundações como um grupo, ou seja, os parâmetros definidos serão aplicados
a todas as sapatas e não para uma sapata específica (semelhante a opção de cima).
Especifique o eixo de altura do modelo.

O programa assumirá que a reação paralela a este eixo é a carga vertical na fundação e usará as dimensões da
barra que está conectada a este nó e paralela a esta direção (±10°) como as dimensões da coluna para o
dimensionamento da fundação.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.7 - 4
Fundações - Distância


O programa multiplica as reações (R) pela distância adicionando os momentos resultantes às cargas aplicadas na
fundação.
Molas

Dimensionar fundações somente em nós que estiverem com apoios (indeslocáveis).

Dimensionar fundações em nós que estiverem com apoios (indeslocáveis) ou molas (apoios deslocáveis).

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.8 - 1

5.8 Momentos de Dimensionamento de Lajes de Concreto Armado: Equações Wood &
Armer
O STRAP mostra em seus resultados tabelados os momentos fletores e torsor elásticos no centro de cada
elemento finito plano (Mx, My e Mxy). Para o programa dimensionar a área de armadura em lajes de concreto, ele
transforma estes momentos nos Momentos de Dimensionamento Mx* e My*, os quais não levam em conta
somente os momentos fletores Mx e My, mas também consideram o momento torsor Mxy. Estes Momentos de
Dimensionamento Mx* e My* são os momentos utilizados no cálculo da área de aço necessária.

O cálculo destes Momentos de Dimensionamento Mx* e My* são baseados nas equações Wood & Armer.

Primeiramente o programa calcula os momentos Mx, My e Mxy em relação ao Sistema de Coordenadas de
Resultados de Elementos e assume que a direção da armadura X* é paralela ao eixo de resultados X e que a
direção da armadura Y* faz um ângulo alpha (normalmente 90°) com o eixo X.

Um cálculo similar é executado a fim de definir as Forças de Dimensionamento Fx* e Fy* a partir das forças Fx, Fy
e Fxy. (Ver item 5.2.3).

A figura abaixo mostra a convenção de sinais utilizada nas equações dos momentos de dimensionamento:




As equações são:
Momentos:


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 5.8 - 2


Forças no plano:


Flexão Composta:

Examinando as equações acima, temos para um caso geral:
Mx ± |Mxy| e Fx ± |Fxy|
onde é utilizado o pior caso para cada cálculo.

Quando a armadura é calculada para a Flexão Composta, 4 combinações diferentes de momentos e forças no
plano devem ser verificadas para encontrar a pior condição, ou seja:

Mx ± |Mxy| combinada com Fx ± |Fxy|

Por exemplo, armadura inferior na direção X:

Somente o momento:
Mx + |Mxy| sempre será o pior caso.

Flexão Composta (momento + força no plano):
Para um momento positivo pequeno (lembre-se que o STRAP adota que o momento positivo é o que comprime
a face inferior -z) e uma força de tração muito grande, temos que Mx - |Mxy| iria reduzir o momento negativo,
minimizando as tensões de compressão na face inferior. Porém, Mx - |Mxy| (min. compressão) combinada com
Fx + |Fxy| (max. tração) resultaria na pior condição para obtermos a maior tração na face inferior.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.1 - 1

6.1 Análise Dinâmica


O Módulo de Análise Dinâmica do STRAP pode calcular:
As Frequências Naturais e seus respectivos Modos de Vibração do modelo.
A resposta de Sismos e os momentos e forças resultantes no modelo, baseando-se nos modos de vibrações
calculados e nos fatores indicados pelas normas.
Vibrações Forçadas e Respostas Transitórias (Time History).

Quando o menu Dinâmica é acionado na Tela Inicial do STRAP, as seguintes opções aparecem:


Definição dos pesos

Definição dos pesos nodais, que podem ser definidos diretamente (especificando seus valores), aplicando Peso
Próprio automaticamente na estrutura ou trazendo os carregamentos estáticos já definidos no Módulo de
Carregamentos como pesos nodais. (Ver item 6.2).
Calcular modos de vibração

Comando para iniciar o cálculo das frequências naturais e respectivos modos de vibração (esta opção só é
habilitada depois do usuário já ter definido algum peso nodal). (Ver item 6.3).
Visualizar resultados

Exibe os resultados dos cálculos dos modos de vibração e frequências naturais. (Ver item 6.4).
Pode-se, ainda neste módulo, fazer a análise sísmica do modelo. (Ver item 6.5).
Time History

(Ver item 6.6).

Nota:
As análises estática, dinâmica e sísmica devem ser executadas na sequência correta. Veja Análise Sísmica -
Procedimento para mais detalhes. (Ver item 6.5.2).

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.2 - 1

6.2 Definição dos Pesos Nodais para Análise Dinâmica


O Módulo de Dinâmica do STRAP calcula as frequências naturais do modelo e seus respectivos modos de
vibração.

O modo de vibração com frequência mais baixa (maior período) será a de número 1; os demais modos serão
numerados sequencialmente em ordem crescente.

O programa assume um modelo lumped-mass, ou seja, o peso do modelo é totalmente concentrado nos nós. Os
Pesos Nodais devem ser aplicados aos nós antes de calcular o modelo dinamicamente, através das opções
abaixo.

Aviso: São aplicados PESOS NODAIS e não massas nodais.

A primeira análise dinâmica é calculada para um modelo onde os pesos são iguais a 0 (zero).


Adicionar
Adicionar Pesos Nodais ao modelo, definindo diretamente seus valores. (Ver item 6.2.1).

Editar
Editar os Pesos Nodais aplicados nos nós selecionados. (Ver item 6.2.2).

Peso Próprio
Aplicar o Peso-Próprio do modelo como pesos nodais. Note que para deletar os pesos aplicados por esta
opção, deve-se definir o Peso Próprio com fator igual a 0. (Ver item 6.2.3).

Delete
Deletar todos os Pesos Nodais existentes nos nós selecionados, exceto os definidos pela opção de peso
próprio (PP.) - veja a opção acima. (Ver item 6.2.4).

Carregamentos Estáticos
Adicionar Pesos Nodais a partir dos carregamentos estáticos já definidos. (Ver item 6.2.5).

Modos
Definir os parâmetros utilizados na análise modal da estrutura. (Ver item 6.2.6).

No menu superior:



Arquivo
A opção para iniciar o cálculo das frequências naturais e modos de vibração está no menu Arquivo.

Saídas
Exibe/Imprime a tabela com os pesos nodais aplicados. Imprime o desenho atual na tela.
(Ver item 6.2.7).
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.2 - 2

Visualizar
Exibe ou não os pesos nodais aplicados graficamente.

6.2.1 Pesos Nodais - Adicionar

Adicione pesos nodais nos nós selecionados, definindo o valor do peso. Note que se for aplicado um peso nodal a
um nó que já tenha pesos definidos, o valor especificado aqui será somado ao valor já existente.




Defina o valor na unidade de peso do modelo.

Selecione os nós utilizando a Seleção Padrão de Nós.
Pesos Nodais - Avançado

Para muitos modelos, a consideração que o peso atua igualmente em todas as direções e é aplicado diretamente
nos nós, fornece resultados suficientemente precisos.

Porém, em certos modelos, pode ser necessária uma definição mais refinada dos pesos nodais. O peso pode não
atuar igualmente em todas as direções (por exemplo: apoios deslizantes) ou pode ainda estar excêntrico ao nó.

Utilize esta opção para definir pesos diferentes aplicados em direções diferentes e/ou pesos rotacionais:



Momentos de inércia de massa são definidos da seguinte forma:

Peso transformado em torno de um nó de suporte:

(WX) = (WX)o + WL²


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.2 - 3

onde: (WX)o = Momento de inércia de massa no centro do peso
L = Distância projetada na direção global relevante

Peso rotacional em torno do centro de peso para várias formas:

Placa fina genérica:
(WX)o = (W/A)(Ix + Iy)
onde: Ix, Iy = momentos de inércia em torno de X,Y respectivamente
A = área



Placa retangular: dimensões a,b:
(WX)o = (W/12)(a² + b²)

6.2.2 Pesos Nodais - Editar

Editar o peso adicionado nos nós selecionados.

Selecione os nós utilizando a Seleção Padrão de Nós.
Defina o novo valor do peso.

Aviso: Esta opção não altera o peso próprio aplicado. Para editá-lo, utilize a opção Peso Próprio.
(Ver item 6.2.3).

6.2.3 Pesos Nodais - Peso Próprio

Aplicar o peso próprio de barra e elementos como pesos nodais.

Selecione os nós utilizando a Seleção Padrão de Nós.
O peso próprio da estrutura será multiplicado pelo fator indicado aqui:



Notas:
Aplicando mais de uma vez o Peso Próprio, não quer dizer que o programa estará adicionando o peso próprio
novamente, ele estará editando o valor do peso próprio. Por exemplo: foi aplicado o peso próprio em todos os nós
de um modelo com um fator igual a 1; um determinado nó foi carregado com 10kN. Ao entrar novamente neste
comando e aplicando o peso próprio com fator 0.5, o nó terá o peso final aplicado de 5kN e não de 15kN.
Para deletar o peso próprio dos nós, basta entrar com um fator igual a zero e selecionar os nós.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.2 - 4
6.2.4 Pesos Nodais - Deletar

Deletar pesos nodais aplicados em nós selecionados.

Selecione os nós utilizando a Seleção de Nós Padrão.

Aviso: Esta opção não apaga o peso próprio gerado automaticamente aqui no módulo de dinâmica. Para apagá-
lo, utilize a própria opção Peso Próprio, atribuindo um fator igual a zero.

6.2.5 Carregamentos Estáticos

Adicione os pesos nodais equivalentes de um carregamento estático já definido.


Carregamento:

Selecione um dos carregamentos estáticos existentes na lista.
Adicionar:

Selecione uma das seguintes opções:

Adicionar cargas estáticas aos pesos nodais
As cargas vindas dos carregamentos estáticos serão adicionadas aos pesos nodais já existentes.

Substituir pesos nodais pelas cargas estáticas
O programa aplicará os pesos nodais (oriundos do carregamento estático) substituindo o peso já existente no
respectivo nó.
Componente

O carregamento selecionado pode conter cargas aplicadas em mais de uma direção global.

Selecione uma direção global; somente as cargas (componentes) aplicadas nesta direção serão
adicionadas/substituídas como pesos nodais.

Note que os pesos nodais serão aplicados nas 3 direções globais, independente da direção original da carga no
carregamento estático.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.2 - 5
Fator

As cargas existentes no carregamento serão multiplicadas (majoradas/minoradas) por este fator, antes de serem
aplicadas como pesos nodais.

6.2.6 Pesos Nodais - Parâmetros

Especifique o número de modos de vibração que deseja calcular, a tolerância admitida na convergência e a(s)
direção(ões) e excentricidade(s) de aplicação dos pesos:


Nº de modos de vibração:

O número total de modos de vibração é igual ao número de graus de liberdade dinâmicos com pesos aplicados.
No entanto, para a maioria dos modelos, somente os primeiros modos são relevantes. Especifique o número de
modos de vibração a serem calculados.

O número de modos de vibração não pode exceder:

1000 modos de vibração;
Número de graus de liberdade com pesos aplicados.

Note que o tempo de processamento aumenta a medida que o número de modos de vibração calculados é
aumentado.
Tolerância:

O programa resolve a equação de autovalor pelo Método da "Iteração Subespaço", onde o cálculo do autovalor da
iteração atual é baseado no valor do autovalor da iteração anterior. Quando a Tolerância atingida for menor que a
especificada, o programa admite que a solução convergiu e cessa as iterações.


A tolerância mínima que o programa aceita é 1.E-6 (.000001). Reduzindo o expoente (aumentado a tolerância) o
usuário estará diminuindo o tempo de processamento, porém diminuindo a precisão do cálculo.
Aplicar Peso
Eliminar/adicionar o efeito do peso aplicado em qualquer uma das direções globais.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.2 - 6
Excentricidade

Muitas normas especificam que os pesos devem ser aplicados deslocados de seu centro de massa, ou seja,
excêntricos aos nós de um determinado valor.

Por exemplo: UBC 1630.6: " the mass at each level shall be assumed to be displaced from the calculated center
of mass in each direction a distance equal to 5 percent of the building dimension ...".

Defina as excentricidades para todos os pesos nodais em relação aos respectivos nós, onde dx1, dx2 e dx3
referem-se aos eixos globais X1, X2 e X3, respectivamente.

Note que estas excentricidades serão aplicadas em todos os pesos definidos no modelo.

6.2.7 Saídas - Pesos Nodais Aplicados

Exibe/imprime os pesos nodais aplicados em forma de tabela. Por exemplo:


Onde:
Peso Total = Soma de todos os pesos aplicados nos nós (peso próprio + pesos adicionados).
Peso Adicional = Soma de todos os pesos nodais adicionados ao modelo (excluindo o peso próprio).
Fator Peso Próprio = Fator multiplicativo do peso próprio.
Excentricidade = Excentricidade de TODOS os pesos em X1, X2, X3.

Nota: Peso próprio aplicado = (peso total - peso adicional)/fator peso próprio.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.3 - 1

6.3 Calcular o Modelo Dinamicamente

O Módulo de Dinâmica do STRAP realiza a Análise Modal do modelo. O programa calcula as frequências naturais
e seus respectivos modos de vibração.

O programa resolve o problema das vibrações livres não amortecidas, o que envolve a solução da equação de
autovalor generalizada:



Os autovalores correspondem às frequências naturais pelas seguintes equações:
autovalor = w²
frequência natural = w/2π

Cada valor do autovetor é o deslocamento relativo do grau de liberdade correspondente.

O modo de vibração da frequência mais baixa (maior período) é a de número 1, sendo as demais numeradas
sequêncialmente em ordem crescente.

O programa assume um modelo lumped-mass, ou seja, toda a massa do modelo está concentrada nos nós.

O programa resolve os autovalores utilizando o Método de Iteração Subespaço (Subspace Iteration Method).
Explicando simplificadamente, o programa baseia o cálculo dos autovalores da iteração atual nos autovalores da
iteração anterior. Quando a diferença entre o valor anterior e o atual for muito pequena, o programa finaliza o
processo de iteração.

Cada iteração contém 3 estágios e o progresso é mostrado na tela.

Estágio 1:
O programa resolve todos os modos de vibração especificados para cada grau de liberdade do modelo. Este
estágio consome grande parte do tempo de processamento.



Estágio 2:
Iterações subespaços: O programa resolve o problema autovalor em um subespaço reduzido:



Estágio 3:
O programa calcula a tolerância entre os autovetores para a próxima iteração (se necessário). O programa mostra
os autovalores para a iteração atual e as tolerâncias. Os valores das tolerâncias refletem o grau de convergência
e permite uma estimativa grosseira do tempo de processamento.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.3 - 2


Se a tolerância especificada for conhecida, o programa lista os autovalores:



As iterações serão realizadas automaticamente até a convergência, ou se o usuário clicar na opção Abortar
existente no menu superior.

Se, após abortar uma solução, clicar na opção Dinâmica>Calcular modos de vibração existente na Tela Inicial
do STRAP, o programa irá automaticamente perguntar:



Selecione:
Continuar - Para retomar a solução a partir do ponto de interrupção.
Restart - Reiniciar a solução, descartando as iterações já realizadas.

Esta mensagem também aparecerá se a solução for interrompida por uma queda de força, falha de hardware, etc.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.4 - 1

6.4 Análise Dinâmica - Resultados

Exibe/Imprime os resultados da análise modal e efetua a análise sísmica, mostrando também seus resultados
(que podem ser transferidos aos resultados estáticos do STRAP).

No menu superior:


No menu lateral:

Exibe/Imprime os resultados gráficos e tabelados das análises modal e sísmica.

Análise Sísmica - (Ver item 6.5).
Resultados Tabelados - (Ver item 6.4.1).
Resultados Gráficos - (Ver item 6.4.2).
6.4.1 Resultados Tabelados
6.4.1.1 Tela

Exibe os resultados tabelados para as análises modal e sísmica:


Resultados Tabelados - Autovalores

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.4 - 2
Para cada modo de vibração calculado, o programa mostra:
Autovalor = w²
Frequência Natural = f = w/2π
Período = 1/f (em segundos)

Por exemplo:


Resultados Tabelados - Modos de Vibração

Exibe/imprime para cada modo de vibração, os respectivos 'deslocamentos'. Note que estes deslocamentos são
adimensionais; o deslocamento máximo é definido como 1.00 e os demais são proporcionais a ele.

O deslocamento igual a 1.00 no nó está em relação a um eixo global. O vetor de soma dos deslocamentos em
todas as direções será maior que 1.00.

Por exemplo:


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.4 - 3
Resultados Tabelados - Resultados Modais (Análise Sísmica)

O somatório de todos os modos calculados na análise sísmica são mostrados no formato:


Onde
T = Período (segundos)
Wn/Wtot = Fator que reflete a influência relativa do modo de vibração.
Fn = Somatório de forças externas em todas as direções globais.
Qn = Fator que multiplicado aos 'deslocamentos' dos modos calculados pela opção de Análise Sísmica
(onde o deslocamento máximo em cada modo é sempre igual a um) fornece o deslocamento real em cada
nó.
Vn = Fator semelhante, mas para a velocidade.
An = Fator semelhante, mas para a aceleração.
Resultados Tabelados - Análise Sísmica

Exibe/Imprime os deslocamentos, forças e momentos nas barras e/ou momentos e tensões nos elementos
calculados para modos individualmente ou para uma combinação CQC/RSS.

Os resultados são mostrados no formato dos Resultados Tabelados estáticos do STRAP.
Resultados Tabelados - Selecionar Modos

Os resultados podem ser exibidos; impressos para modos individualmente ou para uma combinação CQC/RSS.

Se a opção "Missing mass correction" estiver selecionada, a linha MMC será exibida no final da lista de modos de
vibração.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.4 - 4
6.4.1.2 Resultados Tabelados - Imprimir

Imprime os resultados tabelados das análises modal e sísmica:



Para maiores informações (Ver item 6.4.1.1).
Desativar modos de vibração

Os modos de vibração podem ser desativados pela opção Desativar modos de vibração, ou seja, estes modos
não serão utilizados nas opções acima. O programa automaticamente desativa os modos que não são
requisitados pela norma utilizada.

6.4.2 Resultados Gráficos

Exibe os modos de vibração do modelo graficamente.

Para imprimir o gráfico, primeiro utilize a opção Tela para exibir o resultado desejado, depois clique em Impr. O
desenho que estiver sendo mostrado na tela será impresso.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.4 - 5

Resultados Gráficos - Modo de Vibração

Selecione um dos Modos de Vibração mostrados na lista. Todos os modos de vibração calculados são mostrados
na lista.
Resultado Máximo será Exibido com...

Os modos de vibração serão exibidos em escala, onde o resultado máximo será exibido com o valor especificado
aqui. O valor padrão é 1.5 cm (0.6 in.). Os demais resultados serão desenhados proporcionalmente a este.

Mova a até a caixa de texto e digite o novo valor (em cm). Clique em OK.

Exemplo:
Valor máximo: 100 será desenhado com 1.5 cm. (se o valor padrão não for alterado).
Valor intermediário de 33 será desenhado com 0.5 cm.
Exibir somente valores maiores que...

Para facilitar a visualização dos resultados, alguns valores podem ser ocultos da tela (toda a geometria e o
diagrama de resultados serão desenhados).

Especifique uma fração (por padrão 0.5). Todos os valores menores que esta fração do resultado máximo não
serão mostrados.

Mova a para a caixa de texto, digite a nova fração e clique em OK.

Exemplo:
Valor máximo = 100 e a fração é 0.5: Somente os valores maiores que 100 x 0.5 = 50 serão mostrados na tela.




STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.4 - 6
Hachurar o Diagrama

Deixe esta opção habilitada para hachurar o diagrama. Por exemplo:


Valores para

Todas as direções
O programa exibirá a soma vetorial dos valores nas 3 direções globais, ou seja, (dX1² + dX2² + dX3²)^0.5.

Direção Global X1/X2/X3

O programa exibirá o valor correspondente somente a direção global especificada.
Animação:

Deixe esta opção selecionada para exibir os deslocamentos dos modos de vibração animadamente.

O modelo será mostrado indo da posição deformada mais positivamente possível até a mais negativamente
possível, em 7 passos iguais, durante o intervalo de tempo= especificado

A animação prosseguirá até que seja clicado o botão Finalizar existente na parte inferior da tela.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.5 - 1

6.5 Análise Sísmica


Esta opção calcula a resposta sísmica e os momentos e forças resultantes no modelo, baseando-se nos modos de
vibração calculados e nos fatores especificados pelas normas.

Os resultados (deformações, momentos, forças e tensões) para o Espectro de Resposta Sísmica podem ser vistos
neste mesmo Módulo em forma tabelada ou ainda pode-se transferir estes resultados para o Módulo de
Resultados Estáticos do STRAP, podendo visualizá-los graficamente e combiná-los com os resultados
provenientes de carregamentos estáticos já resolvidos.

Para mais informações, veja Análise Sísmica - Geral. (Ver item 6.5.1).

Não calcule o modelo estaticamente após ter Atualizado os Arquivos de Resultados Estáticos com os
Resultados Sísmicos !!!

Os carregamentos estáticos devem ser calculados antes dos resultados dinâmicos serem levados ao Módulo de
Resultados do STRAP. Veja Análise Sísmica – Procedimento. (Ver item 6.5.2).

Quando a opção Análise Sísmica existente no menu superior é clicada, o seguinte menu é visualizado:


Método de Combinação dos Modos

Especifique um dos dois métodos possíveis para combinar os valores máximos da resposta modal:
SRSS (square root of the sum of the squares)
CQC (complete quadratic combination)
Editar Arquivo Espectral

Editar as informações dos espectros existentes (por exemplo: El Centro) ou adicionar um novo espectro ao
arquivo. (Ver item 6.5.4).
Parâmetros

Especificar os parâmetros utilizados na análise sísmica, como norma utilizada, direção do terremoto, etc. (Ver item
6.5.5).
Deslocamentos Relativos entre Pavimentos

Verificar se o deslocamento relativo entre os níveis selecionados estão dentro dos permitidos pela norma. Cálculo
do centro de rigidez e centro de massa para cada pavimento. (Ver item 6.5.6).
Atualizar arquivos de resultados estáticos

Transferir os resultados da Análise Sísmica ao Módulo de Resultados do STRAP para que eles possam ser
combinados com os resultados provenientes de carregamentos estáticos.
(Ver item 6.5.6).

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.5 - 2
6.5.1 Análise Sísmica - Geral

Esta opção calcula a resposta sísmica e os momentos e forças resultantes no modelo, baseando-se nos modos de
vibração calculados e nos fatores especificados pelas normas.

A análise modal calcula 'n' modos de vibração diferentes. A resposta máxima para cada modo é calculada a partir
de um "Espectro de Resposta". Este espectro é um gráfico que fornece a aceleração como uma função do
período ,T, do modelo.

O espectro pode ser idealizado a partir de uma norma, por exemplo: Figura 1B da norma SEAOC (California Blue
Book), ou pode ser baseado em um histórico pedido em um local específico.

A resposta máxima total geralmente não é obtida simplesmente adicionando as respostas máximas individuais
dos nós, pois estas respostas máximas normalmente não ocorrem ao mesmo tempo.

O usuário pode especificar um dos seguintes métodos existentes no programa para estimar a resposta total
máxima a partir dos valores modais calculados:
SRSS (Sum of Root of the Sum of the Squares), ou
CQC (Complete Quadratic Combination)

Nos dois métodos o programa calcula a resposta para cada modo separadamente e os combina de acordo com
uma fórmula que considera o fato que, quando um modo ativa sua resposta máxima, os demais ativam uma
resposta menor que sua própria máxima.

Veja mais informações em Método de Combinação dos Modos.

Note que cada resposta máxima é calculada separadamente, ou seja, os momentos máximos são resultantes da
combinação RSS/CQC dos momentos ocorridos em cada modo de vibração individualmente, e não os momentos
resultantes da combinação RSS/CQC das deformações do modelo.

Para informações e/ou explicações adicionais, veja livros que abordem o assunto de resposta dinâmica e sistemas
com múltiplos graus de liberdade.

6.5.2 Análise Sísmica - Procedimento

O procedimento geral é:
Definir a geometria do modelo (Módulo de Geometria).
Se existirem carregamentos estáticos, defina-os no Módulo de Carregamentos e calcule o modelo
estaticamente antes de executar a análise sísmica.
Entre no Módulo de Dinâmica pela opção Dinâmica>Definição dos pesos existente na Tela Inicial do STRAP
ou no Módulo de Resultados (menu Arquivo):
Defina os pesos nodais, especifique os parâmetros (números de modos de vibração, tolerância, etc) e calcule
dinamicamente o modelo pela opção Arquivo>Calcular o Modelo.
Ao terminar as iterações, o programa abre automaticamente o Módulo de Visualização de Resultados
Dinâmicos. Selecione o menu Análise Sísmica:
Calcule as respostas dinâmicas como explicado nas seções seguintes e transfira os resultados para o STRAP .
Esta opção irá adicionar novos carregamentos aos arquivos de resultados do STRAP.
Nota: resolva cada direção do terremoto separadamente e transfira ao STRAP separadamente.
Selecione Arquivo>Resultados Estáticos, indo diretamente ao Módulo de Resultados estáticos do STRAP.
Defina combinações normalmente, contendo carregamentos estáticos e carregamentos provenientes da análise
sísmica.

Note que, por padrão, o programa transfere os resultados da análise sísmica sempre com sinais positivos.
Então, ao combinar com os carregamentos estáticos, deve-se definir sempre duas combinações:
a. (carregamentos estáticos) * fator + (resultados sísmicos) * fator
b. (carregamentos estáticos) * fator + (resultados sísmicos) * (-1) * fator

Selecione qualquer uma das opções de visualização de resultados ou qualquer opção dos pós-processadores
do STRAP.

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.5 - 3
Não calcule o modelo estaticamente após ter Atualizado os Arquivos de Resultados Estáticos com os
Resultados Sísmicos !!!

Quando o programa adiciona os resultados sísmicos ao Módulo de Resultados do STRAP, ele também adiciona
um carregamento sem cargas aplicadas ao Módulo de Carregamentos, para que o número de carregamentos seja
igual entre nos módulos de resultados e carregamentos. Calculando este modelo estaticamente, o programa
resolverá os carregamentos criados automaticamente pela análise sísmica (sem cargas aplicadas), o que irá gerar
um carregamento com todos os resultados iguais a zero.

Se os carregamentos estáticos tiverem de ser calculados novamente:
Delete todos os carregamentos gerados pela análise sísmica no Módulo de Carregamentos.
Calcule o modelo estaticamente novamente.
Recalcule o carregamento sísmico e os transfira novamente para os resultados do STRAP.

6.5.3 Método para Combinação dos Modos de Vibração

Especifique o método que será utilizado para estimar a resposta total a partir dos valores calculados para os
modos, com uma constante de amortecimento modal (ξ):


Métodos RSS / CQC

Especifique o método a ser utilizado para estimar a resposta total a partir dos valores modais calculados e da
constante de amortecimento (ξ):

SRSS (square root of sum of squares)
A resposta estimada R (força, deslocamento, etc) na coordenada especificada é expressa como:

onde Ri é a resposta máxima correspondente ao i-ésimo modo na coordenada.

CQC (complete quadratic combination)
A resposta estimada R (força, deslocamento, etc) na coordenada especificada é expressa como:


STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.5 - 4
onde o coeficiente de amortecimento intermodal ρ pode ser aproximado para:


onde: r = ωj/ωi = relação entre as frequências naturais dos modos i e j
ξ = constante de amortecimento modal.

A aplicação do Método SRSS geralmente resulta em estimativas aceitáveis da resposta máxima total. Entretanto,
quando os modos estão pouco espaçados entre si, o método pode subestimar ou superestimar totalmente a
resposta máxima. Podem ser encontrados grandes erros, particularmente em modelos espaciais, onde os efeitos
torsionais são significantes. O termo "pouco espaçado" pode ser arbitrariamente definido como sendo um modelo
onde a diferença entre duas frequências naturais é menor que 10% da menor frequência.

O método CQC é um método mais preciso para combinação dos valores máximos da resposta modal.

Note que os dois métodos são idênticos para modelos não amortecidos (ξ = 0).
Frequência Máxima (Cut-off)

O programa ignorará todos os modos de vibração que tiverem uma frequência natural maior que o valor
especificado aqui.

Note que o programa utilizará todos os modos de vibração se o valor especificado for = 0.
Sinal dos Resultados

Os métodos SRSS/CQC calculam os resultados máximos absolutos (positivos). Estes valores positivos devem
ser convertidos em valores utilizados para o dimensionamento da estrutura, ao serem transferidos ao Módulo de
Resultados do STRAP. Existem 2 opções disponíveis:
Esta é a opção padrão. A princípio os diagramas de momentos são desenhados totalmente em um lado da
barra (ou seja, com curvatura única, o caso crítico para o dimensionamento das colunas). Entretanto, o
programa transfere ao STRAP os diagramas com momento negativo em uma extremidade e positivo na outra
(veja Convenção de Sinais). Todas as forças axiais são positivas.
Todos os resultados são transferidos com o sinal dos resultados calculados para o modo de vibração
dominante, ou seja, o modo de vibração com (Fn)máx.
Missing Mass Correction (MMC)

A "Missing Mass Correction" é um procedimento matemático que corrige os resultados quando nem todos os
modos foram utilizados e quando Σ(Wn/Wtot) < 1.00.

6.5.4 Editar Arquivo Espectral

O programa já possui as informações espectrais do sismo El Centro 1940. Com esta opção o usuário pode
adicionar outro espectro, armazenando-o no arquivo UDAMPS.DAT (localizado no diretório do programa). (Ver
item 6.5.7).

O programa exibe a seguinte caixa de diálogo, listando os espectros existentes:

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.5 - 5

Selecione:

Adicionar Criar um novo espectro.
Revisar Editar um espectro existente. Primeiro clique no espectro desejado e depois clique em Revisar
Deletar Para deletar um espectro existente ou deletar um dos acelerogramas do espectro (correspondente a
um amortecimento específico). Primeiro clique no espectro desejado e depois clique em Deletar

Para um espectro já existente, clique no acelerograma que deseja editar:


Para adicionar um acelerograma novo, selecione qualquer valor.

Defina/edite as frequências e acelerações do acelerograma. Quando finalizar a edição clique em OK .



Se o valor do amortecimento tiver sido alterado, o programa exibirá a seguinte janela:

STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.5 - 6

Selecione:

Novo O programa irá adicionar o novo acelerograma a lista (sem modificar nem apagar nenhum outro).
Atualizar O programa irá atualizar o acelerograma existente, substituindo-o por este novo.
Cancelar Cancelar todas as alterações e retornar ao menu anterior.
Espectro - Amortecimento

Entre com o valor do amortecimento (%).

O valor é utilizado para criar o título do acelerograma.
Espectro - Unidades

Especifique a unidade de comprimento para os valores do acelerograma (e a constante gravitacional)

Por exemplo, se for selecionado pol.:
todas as acelerações devem ser definidas em pol/seg²
o programa adotará automaticamente a constante gravitacional g = 386.22 pol/seg²

Se for selecionado a opção Nenhuma, o programa adotará o valor de 1.00 para 'g' (este valor pode ser editado
manualmente pelo usuário - veja Arquivo espectral).
Espectro - Valores

Especifique a frequência e a aceleração para cada ponto do acelerograma.
As acelerações devem ser definidas na mesma unidade que a constante gravitacional 'g'.

Clique com o mouse em uma célula e selecione:

Inserir - Para inserir uma nova linha acima da linha selecionada. Note que os valores das frequências não
precisam estar na ordem correta, pois o programa re-arranjará os valores na tabela após clicar em
OK .
Deletar - Deletar a linha selecionada.
OK - Salvar as alterações e retornar a janela anterior.
Cancelar - Descartar as alterações e retornar a janela anterior.
6.5.5 Análise Sísmica – Parâmetros
6.5.5.1 1997 Uniform Building Code

This option calculates the seismic response according to the 1997 Uniform Building Code (UBC), Chapter 16,
Division IV.

The program uses the Normalized Response Spectra in Figure 16-3 of the Code to calculate the base shear. The
period, T, is taken from the Mode Shapes analysis results and the "Soil Type" is defined by the user.
STRAP ___________ SAE INFORMÁTICA
Capítulo 6.5 - 7

The base shear is then modified by the factors

(30-4)

su