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Borochov-La Cuestion Nacional Judia & Yaari-criticas a La Cuestion Nacional

Borochov-La Cuestion Nacional Judia & Yaari-criticas a La Cuestion Nacional

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dov ber borojov y Meir Yaar
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LA

CUESTIQN
NACIONAL
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CRITICAS
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CUESTION
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Th1DrCE
LOS I NTERESES DE CL1\ SE y h 4 CUESTION l'iACI Ol'TAL, l.",or D. Be r Bor o jov •••••
LA BILNrERAL DISTRIBUC ION DE L1\ HUF"J.llNIDAD ••••••••••••••••••• •••••••••
Vi HUIvIANI DAD ESrril DI VIDIDA EN SOCI EDllDES •••••••••••••••••• •••••••••••
COND IC IONES DE PRODUCC I ON •••••••••••••••• • •••••••• • •• • • •••••••• • •••••
LA NJ\ C I Orlti L • ., •••••• , •••••••••••••• • • • •••••• . ••••.. • • •••• • •.. " , •
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PUEBLOS Y I ONES •••••• " • j) o ••••••••••••• • ••••• o ••••••• • • • • ••• • • • ••• •
ADVENI MI ENTO DEL NAC I Ol'TLIJ I SBO •••••••••••••••••••• • • • •• • • • , •• • • • • • .. • • •
NAC I ONúLI Sh O y COHCIENCI A. DE CLA,s E ••••••....... l • • ••••••• • •••••••••••
EL NACIONf.l. LI SHO DE LOS ' GRANDES TERRf-i TEN IENTES ••••.•••.•.•..•••.••.•••
EL NftC I ONúLI SHO DE Iu..l ALTA ••••••••• •.• • •• .•. ••. •••••• ' ••••• 0
EL NAC IONALI SHO DE Li, CLASE HED l A Y PEQUEf ro - BURHUES l A. • • • • ••••••••
EL NAC IONf, LISMO DEL PROLETARI ADO •••••• •• ••••••••••••••••• . ....... .
RE,S urvmr.¡ .......................... • o •• • •••••• o ••••••••••••••••••••••••
1
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24
DE LAS A Vi 'l'EORI A Ni lCIONli. L DE BORO,JOV , p or Me ir laa r Ío ••••• 29
ARGUNEl'.[TO f.t •• • •••••••••• , •••••••• , •••• •• •••• ••• • ..................... 29
ARG D •• 11 •••••••••••••• • •••••• o • • • • • • .. • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •• 30
/lRGUlVmr¡rl.' O C •• <11 •••••••••••• _ • e •••••••••••••••••••• lit ••••••• • •••••••••••• }7
ARGurvrnrJTO D ••••••••••••••• Q e c:I 11 •••••••••••• L. • (" c. " I.l O • ••• .•••••••• " •••••••• 4 2
I MPOl"<TMJTE: Que r e mo s c on beta , inicia r u nn s er ie de p ubl i c a cione s i de6 -
l óg icos pC:i.iódi c Ds , n f in de f a v or e c e r a l e s t ud i o de ::lm:;; or -
t a nt e s y vi ta l es p unt os de nuus t r a p l ct2 f or rua . Suge r i mos
p or l o t an to , e nc a r pe t a r e sto se r i e de p u lica c iones , que
s e r 6n siowpr e de gr a n u til i dnd .-
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LOS INTERESES ¡JE CLASE
Y LA CU.2S'fr m¡ NLCI ONAL
LA BILATERAL DISTRIBUCION DE LA
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Dov Be r Borc jov .-
En el famos o pról ogo a s u libr o ' ;Para l a Crítica de l a Econo-
mí a Polí ticen , dic e Ha r x : En l a pr oduc ción e n tre los hombr e s se elabor a n
¡ ,
cier t as r elac i ones . Estas re laciones son nece s a r i as pa r a l a producc 10n y no
depe ndab de l a humana. Estas r e l ac iones , l as r e l a c ione s de pr oduc-
ción , se adap t a n gene r a l ment e a l gr a do de desarrol l o de l as f ue r zas mater i a -
l es de produc c ión .
Para vivir , los hombres de be n produc i r . Para producir , e n
c i e rta medida de be n r e unir sus fuerzas . Por su e xist e ncia e l hombre no luc ha
s olo c ont r a l a na tur }le za . La [¡ i s tor i a no conoc e a l h ombr e que viva f ue ra de
toda s oc iedad . Cada uno , en l a producción , tiene algo que ve r c on a l g6n ot ro
y , de e sa mane ra , el s egundo depe nde del prime ro y de l t e rce r o , y 8s í s uc e si
vame nte . Ves cua ndo s e tie ne a l g o que ve r con a l guna c i er t a per s ona , signifi
ca que s e t i e ne cie rtb r e l ac i ón con respecto a Cua ndo l os hombr es deben
vivir y vive n s oc i a l ment e gr egariamen t e , s i gni fica que e ntre e l l os s e e labo-
ran cie rtqs r e l ac i ones . Estas r e lac iones advi ene n de bido a la producción .
Marx asirni smo , l e s llama RELACICl'ZES DE PRCDUCCION.
La s r e l aciones de pr oduc ci.ón de una de t e rmina da s ociedad - Por
e j emp lo Chi na , Fr ancia - o , para de cir l o e xa ctamente , l a c omunidad de l a s
r e l aci ones de pr oducc i ón de una cierta s oc ie da d , constituyen e n e fec to l a
t ructura económic a de la s ocie dad . La est ructura e c onómi ca e s l a base s obr e
l a que se desenvue l ve t odo e l ¡¡orden socia l:' , el or de n de una s ocieda d dada .
Pe ro c uando de cimos cada socieda d , e so ya i mpl ica l a exi s t e n-
cia de socie da des . Y estas soc ieda des , na tura l mente dif i e r e n en a.lgo
una de l a s otra s . De lo c ontra rio , no ha blariamos de una bur gues ía i nglesa y
de una bur gue s í a a l ema na , de un pr ole t a r iado nor teame ricano y de un prol e ta-
r i ado r us o , que a l go tie nen que ve r uno c on e l otro . ( Una con tari-
f a s i mp osit i vas , l a ot r a con l eyos cont r a irnni c r a n t es ) . Habl a ríamos en e s e
c as o , de l a humani dad , o , por lo menos , de l a huma nida d c ivili zada , y na da
m6s . Pero c omo f r a nc eses , los rusos o los i ngl e ses s on pa r t e
de l a huma ni dady, s i se quiere , par t e de l a soc i e dad Dif i e r en u-
nos de los otros . Arr iba mos por l o t2 n t o , a una nue va conc lus i6n:
LA ESTA DI VIDI DA EN SOCIEDADES
Es to e s , s in duda , una cos_ conoc i da . S6l o un loco p odria ne -
garlo . La cues tión , erxpero , es expl icar la 6a usa_ que e ngendra e s a di vi-
sión de l a humani dad . Es cie r t o que hay muc has expl ic a c i nnes : a l gunas habl an
~ ' ...
. ,," I
"/
ve r
dade r a me nt e rus a; ; , de un " espíri tu
de Ilideas na c i ona l e s ;; t de una lIe s e nc i a
, t P 1 robl ema e s e ncia l e s: Cómo e x_
r e a lme nt e a l emá n
lf
, de Il juda J.. smo", e c . e ro e
p lic arlo e n l e ngua j o s i n ni ng6 na de s via ción a ntimate rialista
(c amo sue l e oc urr i r con cie r tos nma rxis t as :
l
) y busca ndo l a s ca usas f undame n-
t a l e s de toda mani fe s t a c ión s ocia l en l e vi da e c onómi c o-ma t e ria l ?
De dónde pr ovie ne l a di vi s ión e n c l ases , ya lo s a be mos . Sa be -
mos q ue n o t odos los mi embros de l a sociedad están e n una y la mi s ma situa-
c i ón c on r e s pe ct o a las r e l acione s de pr oduc ción . Dive r s a s pa rt e s o gr upos
de l a s ocieda d tie ne n di s t intas en e l modo de produc c i óti , por
e j e mpl o en l a s f or ma s f e udal o Di ve r SOS grUpos t i e ne n r e lacio-
ne s diver sa s con r es pe cto él l os me di os de produc ción . Unos pueden s e r los
e mpr e s ar ios ; los o tr os traba j ador es ; l os t e rc e ros , campe sinos , e tc . Los gru-
pos que di f i e r e n de e s t a mane ra , c onstituye n l a s dive rsa s c l ase s .
Toda es t á dividi da e n c l a s es .
Pe ro de d 6nde provie ne l a dive r s ida d de que , a l
fin y a l ca b o , e s l a ca usa principa l de toda l a cues t i ón na ci ona l , de los
c onf lic t os na ci ona l e s , de l a opr es ión na ciona l , de la libe r a ci ón na ciona l
( Pr i ncipa l ob j e tivo pa r a el pr ole t a ria do de una na ción oprnmi da ) ? En qué t e -
rre no se mani fi e s t a l a di ve r s i da d y c uá l es l a c onse cue nc i a de una t e oria ca
r r e cta me nt e pl ant e ada?
A e st o c on t e staliJ os : e gi s t en l as c ondi c i ones de pr od ucc i ón. He -
mos dicho que , pa r a vivi r , los hombr e s de ben producir . Par a producir e lab o-
r a r e ntr e s i de t e rmi nadas r e l ac i ones de produ cción. Pe ro l a produc ci ón ti e -
ne lugar e n cie rtas condici one s , que s on dife r e nt e s e n distintos l uga r es .
Cita ndo a ya hemos di c ho q ue e l c a r Dc t e r de l a s relacio
nes de pr oducc ión no depe nde de l a v olunta d huma na , ni de l inge nio de l hombre
ni del aza r . El carácte r de l as r e lac i one s de producci ón de pe nde de l e sta do
de l as f ue r zas product i va s ; y s u de sarr ol lo ' e pe nde en prime r de l as
condici one s na t ur a l es en que e l hombr e tie ne que lucha r p or su e xistencia .
El e s t ado de las fuerzas de pr oduc ci ón de pe nde , a nt e s que na -
da , de l , e di o geogr á fico ; y los me di oG son , c omo s e s a be , pr o-
fundame nt e va r i zdos .
Es t o oc nrre con l as fue r z2s de pr oducc i ón . La produc c ión e n
gener a l y e l de sarr ollo de l a producción tiene n s i empr e luga r en cie rtas
c ondi cione s na t ur a l e s e hi st ór i cas l o cua l ha c e que l a s e s ttnc tu-
r a s e conómi ca s s ean difer entes e n di s tint os gr up os .
Las c ondiciones e produc ción s on muy di ve r sifiC8da s : e n pri -
me r l uga r es tán l as cond i c ione s fisi c o-c lima t 6r i ca s , geogr á fica s ; e n s egund o
• • • j •
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l ugar , l as condiciones
1 t
ro l a s condi-
1
" de 1 '" r a za " en e e rc e ,
a ntr opo, oglca S a ,
for j an e n e l SGno de un cie r t o grup o
cione s hi s tóricas , int e r nas 1 que s e
t ' sea c ondiciones eue se manifi es t an e n l a s r e l a ciones
ma no , Y e x e rna s , o - , uroduc c iónfue
cia l es con s us ve cinos . Es tos 61timos tip os de c ondic ione s de, , -
d
" pe ro t i e ne n una induda b l e l nflue n-
ron cr eados en e l pr oceso de pr o UC Cl O¡ ,
indepe ndient e .
COlld l
'cione s l a s r e c onoc e Engels e n s u
'l' odas es t el S
11
" e n l a cant ida d de f a ctaes
t a de llEl Ac adé mico Soc ialist01i . Señala a l que ,
.. ' t b" 1 me dio ge ogr áf ico l a m
que ha ce n diversa l a c c onomla , se lncluye am len e . , -
que , historic a mente , e n su luga r s e configuró
za, y has t a l a pe r sona .
d i st i nta que e n otr o .
En l a tercera pa r t e de !lEl Cal ita l
ll
, Ma r x t ambié n dic e : lI una
mi s ma base e oonómi ca ( Ci UO es " una s ol a y l a mi sma:1 según s us principa l e s 0)!2.
dicione s) pue de desa rr ol l a rse de dis t intas maneras , pue de t e ne r di versas
difi c a c i one s p or distint as condiciones r e ales , condicione s na tura l es , r e l a-
ci ones racia l e s e influ encia histórica que s obr e Gl l a desde e l e x
t e rior ' l . VeQOS e nt onc e s que , C08 0 lo re c onoc en l os propi os ma estros de l ma -
t e ria lismo hi s t óric o , u n mismo esquema de l desar rol lo de l a s fue rzas de
duc ci ón pue de adop t a r diver sas for ma s , s e g6n l a dive r sidad e n l as condicio-
nes re producc ión . ( Estas c ondicionas de produc c ión , como tod o lo que ha y m
01 mund o, por s upues t o , no so i ndepe ndi e n tes . Se de s a r r ol l an
y modifi ca n , pue de n i ncluso verse nue va ment e influe nc i a das por l a s fue rzm s
pr oduc tivns y l as r e laciones de produc ción que , en un pr inci pio , na cie r on&
e l l a s mismas ) .
De l a s enunc iada s condicione s de producci6n influyeron m6s
q ue na da , B comi e nzos de l a histor i a , 12s cond ic i one s na tura l e s , no socia -
l e s . Per o con e l ul t e r ior desarr ol lo , a me dida que e l hombr e ha i do adqui -
r i e ndo l a s upr e mac í a sobre l o na t ur a l eza , ocurr i ó lo mi smo c on l a s condXio
ne s . Cada vez m6s l os condiciones s ocia l es , his tór icas , van a dquiriendo una
mayor i nfl ue ncia que l as no soc i a l es , l as n2 tur a l es .
En es t e conc ept o de :i condicione s de pr oducci ón!7 te ne mos una
f i r me punt o de pa r t ida paraconstruír una t e or ía pur a me n te ma t e ria lis t a de h
cues tión nac iona l. En é l se apoya l a te or ía , l a f undame nta c ión de l a lucha
na c iona l .
Solo por pre cisi ón d pbe-¡.Ros , Gln pe r o a '-" _" ., - , e gr e gar una
nue va expli ca ción.
* * *
En l ns citas de Ma r x a rriba pr esentada s , se ha bla de i n -
flue ncias que pr e sionan desde afue r a . Cuando de c imos desde
ra damos a entenel e r que l a coso influída está apa r tada de 1,::, o t r a . Vo l e de
cir que t i ene une vida inte rior y otra ext e rior. Pe r o o cas o exis t e algo a b
solutame nte apa rtado ? No; ninguna cosa en e l mundo e stá compl e t a me n t e , e n
f orma absoluta, apa r t a da de otra . Pe ro con todo , habla mos de a lgo apartado;
c a da uno , e n I n vi do ge ne r a l , sabe que l a huma nidad todavía de be ser consi-
de rada una comunidad , uno suma de unidades , que , e n cie rta medi
da , es t tn aporta das . Cada uno , p or e j emplo , s a be y compr e nde que , en cie rta
me dida , 18s m"SBS popula r es
fr a nc e s ns
sepa r adas de l as ma sas popul a -
r es a l e manas , e tc . Desde e l punto de vis t a cie ntífico se habl a mucha s ve c es
de di ve rsa s c osas que , s i bien en a l guna medida es t6n ligadas entre si , son
sin e mba rgo, considerados CODO separ a dos . P6r e s as í?
Porque , como y:J
hemos dicho , s epar a das e n cier ta medida ha y
mucha s manife s t a ciones . Pero no c ompa e t a me nt e . S610 relativament e e stán
r adas Re pe timos y subra yamos , pélTa que no sur j a n lll élle nt e ndidos :
TE . Lo humanidad , todaví a hoy en día, de be s e r consider ada como un todo de
n ida de s r e l a t ivame nt e sepa r adas . Y, na t ur a lme nte , si se ha bla de t a l es
des rela tiva me nt e sepa r adas , puede t ambi&n ha bla r e e de. r e 18 cione s inte rna s y
ext e rnas . "Mi::t rx , c1.w ndo hClb l él de "influencia s externas:; , r e c onoce i mplici ta -
me nt e l a separ o ción r e l a tiva de l a s soc i e da des a ctuales ,
Pe ro cosa l a r e l a t iva s epar a ción de l a vida socia l de
un grupo de t e rmi nado de modo qua p odamos conside r a rla como e n algo difa r e n
cia do? Dé qué mene r a t enemos de r e c ho a cons idera r que Ingla t e rra es a l go !=!:....
f e r e nt e de Francia , si sabemos que amba s tie ne n una igual forma ca pi tal ista
da producció'1? Pode mos ha bla r, y l o ho cemos , de une separ oci6n r e l a tiva de
grupos s ocia l es , na da mós que p orque h.¡¡y una r e l a tiva s epar a ción de l os con
dicione s de producci ón e n l a s que e laboran su vida es os gr up os .
Muc has ve c es a un grup o asi s e lo llama i10rga nismo s ocia l eco
nómico" . ( Cu2 n t o m6a c r oc e n l a s fue rzas de producción , l as r e l aciones e ntre
l os hombres se hac e n más es tre chas t a n to e n e l s e no de l org¡::mismo social e-
conómico da do , como fue r o de é l. El organismo , p or lo mismo , se ha ce menos
y me nos sepa r ado . Cosa s imila r ocurre con los organismos vecinos . No ca be fu
da que e l cre cimiento de l as fue rza s de producción , s i no conduce D un Dcri
s ola mi ento de l os or ganismos e n que l a huma nida d se divide , por lo menos
va a s u Dce rc a mi ent o¡u.Pe rn e l cr e cimiento mismo de l a s f ue r za s productivas
tie ne lugar en l DS condiciones de producción de una cOi;JUnidéld dadD , condno
ne s que ostán r e l a tivame nt e apa rtadas ) .
Arribamos entonces a fundame nt a ción y e xpl i ca ción de los
dos s iguie n te s agrupa mie ntos de l a huma nida d:
1 .- Los gr upos en que l D huma
ni dad se divide según l a difer : ncia en l as condi c iones de l o r e l a tiva me nt e
pr oducci6n , r e ciben el nombr e de sociedo des , s ocia l e -
conómicos ( Est a dos , fami l i as , pue blos , na cione s) .
1I.- Los grupos e n que s e di vide l a
s ocieda d s e g6n s u di f erent e po rticip8ci6n en e l proc e so de producción , s eg6n
s u d ife r e nte r e l a ci ón con l os medios de produc ci6n , se lla ma n clases ( casto s ,
c a pas , e tc.).-
Si ya he mes de t ermina do l o c a uso que e nge ndra l a divisi6n de
l a huma nida d en socie dades , podr emos pasar a fundamen t a r l o luc ha nac i ona l
y seBal a r en t erro no se produc e .
Sobemos qué es l o que promu e ve l a 11.,<cha de clo s es . La s itua -
ción de dife r ent es c l o s es en e l mod o ele produc ción , es La situa ción
de uno cla se pue de s or mejor o pe or j m6s c omode o me nos cómoda q ue l o de o-
tra . El a nhe lo de lds integr antes de l a soc i e da d de ocupa r o c onquis t a r una
s ituación de moyor privilegio , o de conse r va r l a ya a lca n zada , adqui e r e ex-
pres ión en l a l ucha de closes .
L8 lucllé1 de c l ases a lcanzo e l de un problemél social
a llí dondo so produ c e un conflicto (un choque ' e l des8rr ollo de l a s -
fue rzas de y e l Gs téldo de l as c ond iciones de producc ión , o sea
cuando e l es tado de l as condiciones de producci ón e s ya inadec uado, ana cró-
nic o , y no ,se .::I da p ta a l as e xige ncias de l desarr o llo de l a producción •
Lo mismo ocurro con l a lucha nacional: La
• ! • ,
en u n me -
d io d e cond icj_one s rn.s t er i a l es de producc i ón pue de se r mÉl s cómoda que l a s fu:,:.
ción e n e l medio de o tras cond i c i ones ma t e ria les de producción; y e ntonc es ffi
produce una pu j a qt;8 tie ne c a r á cte r ig\6Ql al ' q u e hemos seña l ac
1
.o r espe ct o de
l a lucha de clas es . Est a controve rsia da como res ultado 1.::1 l ucha e ntr e e nte -
r as unidades
y h2s ta no e s indispensabl e que l a s condi ciones sean dist in-
t a s e n cuant o a s u c ODodi dad , p or que por c 6moda q ue soa l a situaci6n de una
socie da d da da e n me dio de sus habitua l e s condicione s de produc ci6n , puede no
obstante a nsiar u n cambi o en GU producci 6n , un incremen to da su suma de
g i a y , para ell o , nec es ita , a mplia ndo l a es fe r a d a s us de
ci6n , c onqui s tar condiciones a j enas . y t enemos l a s mi smas mo nifest a cione s :U-
n os ans ían conqu i star , otros buscan de fend e r . Fre nte a noso tros tie ne fuuga r
una lucha na ciona l.
Hemos s eJal ada , por consiguie nte , dos bas e s de donde s urge
l a luc ha de unidades s ocia l e s . Con palabr as m6s se nc i l l as : Se prod uc e cuan-
do e l desar r ollo de l e s fue r za s de producci 6n r e que ire que l as fu e rzas de
produc ci6n sean me jores , m6s cómodas o más amplias , pue sto que e l e stado a n
terior de l es condiciones do producción no se ada p t a a l ul terior desarrollo
d e l e produc ción . El pr obloma na ciona l , e n conse c u enc ia , debe se r subr aya d o
como un e l des8rrollo de l a s fue r zas de producción y e l es -
t a do de l a s condici ones de producci6n •
. --- - , .. ....-
- 6 -
P E! I'O c adCt J:i1anif osta ción socia l se r o l a c i oné.' 4 en pr;i.¡¡¡ e r t é r mino.
con los eleme ntos mat oria les- e conómicos d e l a vida socia l. Ning una l uc ha se
r ea liza por cosas l1 espiritu8los , sino p or ciertas cosas ma t e ria l e s . 1.2 luchare
cla s e s no tiene l ugar por l a pos e sión de los medios "espir i tua l es;¡ de trabajo
s ino por me dios bien mo teria l es . Lo misrog sucede con l a l u cha na ciouDl.
La l ucha de clases se r ea lize p or l a p oses'6n ma t e ri2 l de l os
clase s ; p or l a posesi6n de los medi os dG producción . Los me dios de producción
pue den sor ma t e ria l e s y espiritua l e s. L16mase medio ma teria l aquó l que pue de
s e r q ui t ado: m€.quin.:c s por o j e mplo . Medio es piri tua 1 , e n c ambi o, se de nominé)
e l que no puede s e r e xpropi ado : por ej c iliplo , l as pr6 c t icas la des-
treza , e tc . La. luchD e ntre d os c l ase s no s e r ea li zc p or e l 6.ominió de l os
me dios e spiritua l es , sino p or l a poses i ón de los medi os m3 t e riales de tra ba-
jo , a6n cuando muchos ve c es s ue l e adopt or l a f orma de ideologi3s espiritua -
l es y cul t ur a l es .
La l u cha Cls imisrilo , so r eCl liza p or l a p oses ión mDt e -
riDl de l DS uni d· des socia l es . El pa trimonio de I D sociedad es l o p osesi 6n
do l Ds de producción . ws condiciones de producción , éls i rn ismo,
puede n ser mD t erial e s o ¡'espiri tua l e s" (condicionGs no Cjui t o bl es ) . LiJ S con-
dicioneS n2 t ur o l es son e l t e rritori o y todos los pr oductos de l a cultura ma-
t e rial crea da por l os hombr o s , princ ipa l me nt e l as condiciones ¡¡ma t e ria l e s"
de producción . A l DS condic iones e sp.:itd'tuales pe r t eno c en: i dioma s , tra dici o-
nes , costumbr e s , concepci ones de l mundo; e n poca s pa l a bras: l as c ondicione s
" bis tóricDS:¡ de producción . 1..0. luc ha entre unido des soc i D l e s , l a luc hl:; na -
cione. l , no se lle va a CiJ bo por l a de l os bie nes e s piritua l es , sino
de l os biene s ma t e ria l es , n6n cuando muc has ve c e s l a luc ha se r ea liza bajo
l a ba nde r a de v2 1 0rc s espt tituDl e s .
El siempr e se rela ciona con l a poses ión ma ter ia l
de l a Nación , a 6n ext e rior men t e disponga d e diversos dis fr a c es . Pe ro,
a ntes que nada , trE: t er:lOs de de finir qué e nt e ndemos p or l1naciona lismo" . El
concepto II na c iona lisr;!o" , cuest ión nac iona l , s e vi ncula con e l c onc epto de
IlNa ción
ll
• Por l o mi .siilO , debemos explica r prime r a ment e qué ent e ndemos c on
e l concepto "Nac ión¡; .
Las e xpr es iones I:puoblol! y ;; Nc: c ión
ll
s irve n por o indicar dis -
tintas situDciones o e t a pas do de s e rrallo e n I D vi da de una cierta socie da d .
Tome mos , por e j e mplo , l a pa l abr él Vlcla se
l
: : bien se s a be que el concept o de
se que usó MDrx on s us i nves tiga ciones , más que c l c. ro es muy c omplicDdo ; p or
un l a do , Vlt: rx conside r a cliJ$e .3 todo grupo gue s e chfere ncia de l os de má s
grupos de l a mis ma s oc i edad , se g 6n su p9 rticipiJción e n l a formD de pr oduc-
ción . En ese s e ntido , H::l rx y Enge l s t ambién r e c a lcaron que l a hi s toria de l él
sociedad es l o his t orio de I n lucha de clase s .
- 7 -
Per o t ambié n e ncontramos en Mi:! rx Palabra s que detl1u.es tral1 que
utili zaba un concepto dis tint o, mucho robs condensa do, sobr e e l término
se" : no considern clase a cua l qui e r grupo que oc upa una situaci 6n difer e n -
ciada en e l modo de produc ci6n , sino a l grupo que ya a lca nz6 l a Cl t opa de
toconsci cncü, y que ye. a c tuó en l o ar e na polí tico con inter eses y r e c l amacie.
nes claramen te expr esa dos . Los dos de uno sol a y l a misma
bra ::c lase " , en Mé:: rx, se pueden , por e j emplo, e nc ont r a r on su libro tiLa mi -
se ria de l a filos ofía':. En efecto , e. llí se la.e: VlEn un orden donde ya no h§l
ya clase s ni condlr odicc :L one s de clDse •• ó ;: . En es t e pá rra fo e l t ér minm clase
se usa e n e l prime ro do 105 dos asp0ctos a rribo Al go a nt es dice:
"En l a me dida que 81 prol e t 8.riodo toda vía nOm? desorrolló suficie nt eme nt e
corno paro de nomina rse claso l l o propia lucha e ntre e l prol e t a riado con l a
burgue sía eor e c e de cará c t c; r polí tico;'. Ó, más cde l ont e puede ver se: ';J.,as
difer entes f oses hi s t óricos que atra ve s ó l a burguesía , empefia ndo por l a co-
munidad urbana h8sta c. l cnnzor e l gr ¿J do de c l ase •••
II
• Aq uí, por e l contra rio,
yD na; oncontrGlil OS con e l concepto ¡:clase
fl
e n e l s egundo ospe cto. Harx pla n-
t ea l o dife rencia en t r e los dos gr a dos del grupo: primero, cua ndo el grupo
es clase ma da má s que e n r e l a ción con los otros grupos ; segundo, cua ndo ya
se opr es t a a l a l ucha política y se tra nsforma en cla se para
Una uni dad socia l s e encue ntro e n esos dos gr a dos: pr!
moro, cua ndo aparece uni da d r e l ativame nt e respecto de otras s o
cieda de s; segundo, cuando constituye una socieda d par a si. En este aspe cto,
los que invc tigan t ol monifes t a c i 6n -va l e decir, l a vida de l as so -
cieda des- se e ncuentra n e n me jor s ituac i6n que los que se ocupa n de l proble-
ma de clase s.
Cua ndo s e quier e sefiala r l o s i tua ción de un grupo que ocupa
un peculia r lugar en el modo de producci6n e indica r si t odovia se e ncue ntra
en un período pre vio o su a utoconsci e nc io , o si yo es t á. impr e gnado de a uto-
consciencia, s ol o se dispone de una péllabr a : I1 cle se 11 . Y de e llo de vie ne todn
l a complicación: en ve z de hobcr dos t ér.r,linos l os dos expr es iones , hDy
uno solo . En cnmbio, por 2 los gr upos que sur gi e ron de distinta s condici one s
de producción, dos t 6rminos por o definir sus dos eta pDs:
Una socieda d que
advino e n l C1 s misill é' s c ondic i ones de -producc ión es comunme nt e pue blo;
y l o misma sociedad que a do m6s est6 unida por 18 conci e ncia de l a int e gr a
. , d
Cl on e n1Íombr os l o que provi e ne de un común posado histó-
rico , se Noc ión.
De es to s e despr e nde que un pueblo se -
torna Nac ión s 610 e n uno.. e t .:::.pa supe r i or de s u Mf.s a delant e nos
r e f e riremos a cúa ndo l os puebl os é::d opt oron a l cor 6c t er de m: c i one s . Mi e ntrfJ s
tonto , posar emos e explicDr e l conc epto "nDcionol isi'il o:: .
- 8 -
Ln psiquis de cadn pe r s ono se a da pta , e n una o e n otra formn,
a l cs condiciones e n que vive s u grupo. De e sta ma ne r o se e l aborn una psico-
de grupo , se e l aboran r csgos de t e rmina dos de un de grupo.
Una mira da profunda y a guda sa br6 e nc ontra r e n es os ras g os
l a r e l a ci6n hacia l as condiciones m2 t e ria l es de l a vida de producción, hacia
un det e rminado tipo o modo de prod ucción y ha cia una suma de t e r mina da de s us
cond icione s. La r e l nción , mucha s ve ces , pue de es t a r dis imula da .
Adem5s , los i nrl ividuos de coda grupo -sea unél socie-
dad o una cla s e - tiene n en ge n er a l r a s gos muy similnr es . Sin emba r go, ello
no significa que I n similitud . sea un s intoma de que sus int e r e ses son
me nt e i g ua l es o iolidarios . Y, a unq ue e sn i gua l dad de inte r eses , no si-
empre existe l o conciencio de e l lo.
Rey grupos cuyos individues pue den no tener int e r e s es i gua -
,"
l e s , p orque discr epn n y choc an por sus int e rna s. Y grupos
que tie ne n ve rda dor ament e int e r e s es iguale s ; a r ll1ónictJé;; no lleg.:m t a n f á cil-
mente a l a concie ncia de l a i gua ldad: péna que t n l conc iencia se forme; e s
indispe nsa ble un t i e mpo o menos pr olongado .
Pe ro en l os gr up os os i const i tu{dos, gracias
n que s us individuos s e Ddé<p t é.,n de unn .,ln nor n 8 I D vido circunda nt e , ! inn l-
men t e t nmbié n s e creo l o e su a r monía. En conc lusión: gra cias a
q ue e l grupo vi ve e n p::: rticul a r cs y también a r mónic(ls condiciones de produS
ci6n o r e l a cione s de producci6n , se cr Ga o l g uno ve z , ndemts del ca r Sc t e r . de
gr upo, t nmbi én l a conc iencia de gr upo . Todas l a s e mociones ( sentimie ntos,
e tc.) q ue se mani f i es t e n por I n concie ncia , pr omu e ve n §n 61timo t6rmino lo
que s e conoce c omo s e ntimi ent o de ve c inda d o pa r e nt es co.
La vida e n l a s mismas r e l ncione s de producción, oua ndo l os
r e l a cione s s on a r mónicos pDr a l os individu os del grupo, l e despi e rte l a con-
cie ncia de close , y e l s e ntimi e nto de fr aternidad de cla se .
La vida e n l os mismas c ondiciones de produc ción, cua ndo l a s
condicione s son a r mó ni cos paro l os mi embros de una socie da d, despi e rta n l a
concie ncia na ciona l y e l sentimiento de int egr ac i ón nncionc l.
Estn integr a ción e s sentidn por l as por s onos como l i ga da a
BU pa sado com6n . Na tura l ment e , no s i gni fico toda via que t e ngn!j un a ntiguo
pa sado A ve c es , l a de l pnsado com6n n o e s mS s que una co-
sa idea da .
El s e ntimi ento de integr ac ión q ue se crea por e l c om6n pasa-
do hist órico (1 l a ro i z del pasodo com6n se e ncue ntra en l as c ondicione s i-
g ua l a s de pr Oducción ), es e l de nomina do na ci ona lismo.
NAC IONALISHO y TERRIT01UO.-
- 9 _ .
Ya hemos dicho que e l no cionclismo, e n 61tima insta ncia, si-
empre tie ne r c l a ci6n con e l pDtrimonio ma t e ria l de l a Na ci9D. significa,
empero , pa trimo ni o ma t e ria l de l a
En ge nera l , como lo hemos indicado ruSs a rriba , l os b ienes de
unn soc i edod s on l os condici ol"es de su vida de producci6n . Le s c ondiciones
se clasifican e a ma t e rinles y espiritua l e s . La mts i mportc::mtt<, de l a s copdi-
cione s ma t e r i a les de producci6n e s e l t orrit orio . El territorio , odem6s , e s
l a base sobr e l n que s e e ncue ntran t oda s 13s otr a s c ondiciones de producci6n
y sirve pa r a a t r ae r l a s influencias e xt e r ior es .
e n t odo l o que pue de , ca da na ciona l ida d tie ne t ambi-
en for ma s de pre se rvnci6n de sus bienes . Son l a unida d politica y l de ins ti-
tuciones politic a s , l e nguE , l a e duc a ci6n nc ci onol y e l prop io na ciona lis-
mo .
Pe ro n l go hc: y que r e c ordar : La Nn ci6n , pese a todo , e stá di-
vidida en clase s ( en l a s dos a ce pcione s de l t 6r mino) . En l a vida de produc-
I
ci6n ocupa n difere nt e s situa ci one s; s u luga r en las r e l a cione s de producci6n
no es igua l. Léls c ondici ones t ampoco pue den t e ner pDra e llos el mismo signi-
fic a do : l a r e l a ci6n e s difer ont e ha c i a e l pn trimonio nocionol. El punto de
gr a vedad de sus inte r e s es se e ncue ntra en dis tintos pa rtes de e s e pa trimo-
nio , y por eso tie no n di fe r e ntes I1na c iona lismos
tl
.. Si formn l ment e lla má r amos
nac iona l ismo a una t e nde ncia o de f ende r los int oreses na ci ona l es , que de
no o de ot ro mod o s e vincul , n c on l o base de l a s condicione s de producci6n ,
es de cir , con e l t e rr itor i o , y c on s us for mas de prese r vación , tendria mos on
tonc e s que , por l a dife r e nciac ión de inte r e ses na ciona l es , hoy
t ambi6n dife r e nt e s tipos de na c iona lismo .
Los int e r eses na c i ona l e s pue dmser internos y e x t e rnos ,
pueden s e r conser va d or e s o pr ogr es i s t a s , agr es i vos o de f e nsivos . Todo e st o ,
na tural ment e , pr ovoca cie rtos modifica ciones en e l na ciona lismo .
ADVENIMIENTO DEL NACIONALISMO. -
-- - ----- ---
No puede ha be r na ci onLlismo a lli d onde l as condicione s de
produc ci6n no os t 6n a 6n na c ionali zadas , e ¿ decir alli donde la r e l a tiva me nte
a pa r t ada s ocie dDd no s e de limit6 de l exterior y consol i o.6 e n e l inte rior .
Pe ro debe n sa tisfa c e rse esas dos c ondiciones : de l i mitaci6n
de l e xt e rior y en e l interior . El orde n f e uda l sól o satisfizo
l a condici06: s610 de l ' mitó l a s d i fe r e ntes socie dades una de l a o-
tra . Pe r o no ligó El sus individuos c on una es t r e ché} vincula ci ón inte rna . W
6poc a f a uda l no s a bia do una unida d a r mónica e n l a s condiciones de produc-
ciónj s610 conoc i D I7 puubl os
H
• Por l o mismo , t amp oc o sabi a do ns ciona lisJ1Jo
ni de probl emas no ciona l e s .
El na ci ona lismo a n tiguo t eni a un purame nt e poli-
- la -
cue ndo l es r e l a ciona s ext e rio-
tico y espor ádicame nt e a flor a ba c odo t n nto ,
.l " d El n,:1 c ionalisrno fl.s
r e S e ntr a l os pueblos S 8 veíe n aguulza .os .
r e c í a y morío

¡"'¡ismas guarros no s e rea
junto con 12s gr andes gue rro s , y <-, , "C:
, 1 s nl" e r a n no ci ono l e s .
lizaba n por int e r eses nn Cl ona e
Pe ro cua ndo e n 01 seno de l or de n f e udo l empezó D
" l"d d s' e l na c i onalis-
s e e l copi ta l come rciol, empe jaron a cr eor sc na Clono l a e ,
mo pas6 del ext erior al i n terior ; en vez de &e r como antes , purame nt e tra n-
sitorio y casual , empefi6 a aflorar r epe tida y cons t a nteme nt e . y r e cién
" 1 El d 11' .lel de s concert6
sado al inter i or, se hi z o na Clona • esa rro o u -
pa ula tiName nte l as ba s es de l or den anterior y , con l a a yuda del capita l
propio , na ció ;Ila r e unión de l paí s "; se f or ma ron grandes monarquías. Se
plantea l a pr egunta: Qué i nt e r és agi ta ba a l movimiento que na ci ona lizó
l as condiciones de producción soc ial ?
Más ade lante hablaremos de e sta c ue s t i ón ; ahora , solo quere-
mos seHala r lo s i guie n t e : e l prime r portador de l pe nsami ento nac ional -la
burgue sía (tanto come r c ia l como indus tria l)- que en su tiempo fué tan pu-
j ante y progres i s t a , l uchó e ne r gi camente contra e l viejo régimen y cr e ó
un mundo nuevo. No p odi a ser , pOD sup ues to , l a defens ora de bases tradicio
nales: de s de s Hs prime ros pasos e l nac ionalismo no tie ne r e laci ón a l guna
con l as tra dicione s .
Terr ibl ement e superficiales e ignorantes son los que despre-
c ian a l nac ionalismo como cosa ana cr6ni ca, como cosa r e a cciona ria o tradi-
ci onal. El nac i ona l ismo es un produc t o de l a socie dad bur guesa; advino juE.
to con e lla; primó dur a nt e todo e l de s u he gemonía ; es preciso t e -
ne rlo e n cuenta lo mismo que a todas l as mani festac iones de la sociedad
bur guesa . y ha blando desde e l punto de vista prol e tario, debemos de cir
J
:
e l pr ole t a riado t iene u na r e l ación directa ha cia e l naciona lismo , hacia el
patrimonio na cional , hac ia territ or i o. Ya que e l prol e t a ria do tiene
ticipa ción en l a produc ción , es t á int e r esado en l as c ondi ci ones de produc-
ción; debe habe r un cier t o tipo de nacional ismo prole t a rio, y e n ve rda d lo
ha y .
* * *
Una gene ra l y ne c esaria condición para que pr osiga l a forma
capitalis ta de producc ión , es l a libe rtad . El come rcio y l a i ndus tria solo
cre c en e n libe rtad de compe tenc i a , va l e de c ir , cuando exis te l a liber t ad
tra sladar l os capita l es y l as merc a nc í as y c r ear un mer ca do para e llos . Y
e l tra bajador debe estár l ibr e y l ibrement e s u fue rza de
tra bajo, o Sea que debe pode r moverse con liber t ad . So l ame nt e pue de
cr e arse l a pl us va lía , sa via vital del capita l .
La lib e r tad de via j a r , de mo ve rse en ge ne r a l, es la. prime-
ra y la más i mporta nte de toda s las libe rta de s . Sin e lla , toda s l as o tras
- 11 -
l iberta des care c e n de va lor. y e s l a primera de l a produc-
ción capitalis ta .
Para I D. mi gr ac ión y e l tráfic o, naturalme nt e de be existir e l
t e rritorio. Un via j e libr e , una libre t :::- c: ves ía ne c esita t e ne r " a priori
ll
un
libre t e rritor io. En e st o hall amos e l que movió a l a burguesía a lu
cha l' p or l a libe ración del pa í s .
y la lucha se hizo a nt e s que nada pa r a libe r a r cie rto terri-
t orio, que tie ne cie rtas front e r as . La s fronter a s t e r mina ba n a llí d onde. c e -
saba de i mpera r una l e ngua de t e r mina da . Porque e n los prime ros
do l a e conomí burguesa s e desarr olló, na die p od í a pe nsa r e n l a
es tas fronter a s . Y, ant es q ue otra c osa , e ra ne cesario librar a l
t e rritorio en e l que r e i na ba l a l e ngua dada .
Er a ne c esar io libe rtar a l a pobla ción del y e xpu!
sal' los r e sabios f e udale s q ue cubrían a l pa í s como de nsa r ed , y di ficult¿¡¡n
la libertad de tránsito .. La bur gue s í a entonc es , creó un r e l a tivament e apar-
tado orga nismo social , lo libe ró de l a hege monía f e uda l y a r moni z 6 l a s ba -
s es de su producción . En e sto r a dic a ba la ca usa de su na cionalismo . Además
liber6 a t oda l a p obla ción . Se unificó c on todos los se ctore s contra uno so
lo: contra los " se ñor es " de e n tonces. Es.o es timuló y fortale ció su naci ona-
lismo ve rdaderame nte comba tivo y pr ogr esis t a .
De e s t a ganar a , con e l tiempo, l os pueblos e urope os s e t r a ns
forma ron e n na ciones .
El abora ron e n s u se no l a conci enc i a na c i onal; los individuos
de l a nac ión se i mpr e gna ron de l sentimi e nto de ca-pertenencia , sobre e l t e-
rre no de l pasa do hist ór ico común; ( en l e ngua j e ma t e ria lis t a : e n e l te rre no
de l as condi c i ones de s u vida de pr oducc ión) . Los que es ta-
ban int e r e sados en crear s u pa tr i monio com6n ! compr e ndi e ron que t a l
nio es t a ba e ntre e llos pe ro había que arr anc a rlo de manos de l f e uda lismo do
minant e . Por e so l es na ci6 el amor a s u territorio: el hoga r, l a pa tria , l a
base com6n de l a s c ondiciones do producci6n . Les naci6 e l amor por l a s for-
ma s propi a s de pr e s e rva ción ; comenzaron a cultiva r su l e ngua y soña ron con
un es t a do r ealme n t e na c i onal.
( Junto con e ste progr e so naciona l ismo , e n l a combat i va
burgues í a na cía talílbi én un;l[a t e ndenc i a cosmopolita , o, má s bie n , uni ve r s atLs
t a o Busca ba ha cer f e liz a toda l a huma nida d; es pe r aba borrar de l mundo e nt e
ro e l f e uda lismo . La s gue rras mundial es de Napol e 6n no t e nían me t as naci ona
listas ; n o hubo s íntomas siquier a de que haya que rido oprimir naciona lida -
de s a j enas , extirpar sus i diomas o equi pa r ar sus tradic i ones y cos tumbr es.
No; l a jóven bur gue sía daba un tr2 t ami en t o s inc er o a l a s pe cul i a rida des d e
los pue blos orpimjdos . Napol eón que ría forta l e c e r s u inf lue ncia pe rsona l y
- 12 -
esparcirla por e l mundo e nt e ro . Poro no hizo ning6n a cto pa r a as i mila r a b e
pue blos derrotados . Por e l contrar io: sólo se limitó él c amb i a r l a dina stía
r e ina nt e y pe rmitió l a indop ndenc i a a cada puebl o . En s us guerras , Na pa -
l e ón s olía a p oyarse e n l as pobl ac iones oprimi das cuando c omba tía a Sus o-
pr e sores. (Ha sta existe n da tos s e g6n los c ual es p lanea ba devolve r Pale sti-
na a los judíos) . Mas l a ola n8cionalis t a que s e desa tó sobr e Europa , b o -
rró fina lme nt e tambi én es t e s ínt orJa de cosmopolitismo que Napole ón puso de
ma nifies to' .
Pe r o de l a Re volucíon se vió con cla ridad e l de smem
-
bra miento de l a socieda d ; s e vió q ue l a e r a un conglome rado de va-
rias clases . Unél V8Z r 0 cupe r ado e l pa tr imonio na ciona l , procedieron a · r e-
partirse l a rique za. Y con gr a n vi l encia se desat ó l a lucha de clases . La
a r monía y l a s olida rida d de q ue antes se habl a ba , se de sva ne cieron como e l
humo . El principio ese ncia l de l a polític a -fi e l · pue blo
ll
- r e sul tó s e r u na
ficción , a l go nada concret o . ¡;Nuos t ro:! hogar , ¡; nuc stro !1 pa ís , 17 n ue stra "::I!eE,
gua , !1nuostrCl rr cul tura , t odas l a s c ond ic i one s de l a vida de producci ón s i-
guie ron s i e ndo , e s cie rto , un pa trimonio na ci ona l . Pe ro dejó d e cree rse en
q ue fuera e l pa trimonio de todos l os ind ividuos de l a Na ción . Yiambi
e n pe rdió su forma aguda de ese ncia l conciencia de int egr a ción , de ca-pe r-
t e ne ncia en e l t e rre-no de l pasado histór ico común . Perdi' a l a fo r ma aguda
que t e ní a , de jó de sor un se ntimie nto a rdient e y s i gui ó sie ndo nada
un r esa bio sobrevivid o : s e tornó una tra d ic i ón .
Est amos hablando de r-c ione s libre s , que a na d i e oprimen y
que por nadie son oprimidas; de q ue viven e n dondicione s de pro -
duc ción norma l es . En e lla s , e l se ntimi e nto de int egr a ción y l a concie ncia
de int e graci ón o ca-pe rt e nenc i a se tra ns formó en u na tradici6n , e n una e vo
cación histórica . y l a vida coa dyuvó para e l lo . La s condici ones mate r ial es
d e vida , que e l a ntag onismo de clase s , hic i e ron muy a un l a do
a es t é! tradi c ión y no l e pormi tie ron t e ne r ninguna influe ncia ins titrucio -
na l . Ca da cla se oc upa ba s u p osición soc i a l y , de sde su pun to de vis t a cla-
sista , tení a apego por una parte de l p8 trimoni o na ci ona l, l a parte c on l a
que s o re l acionaba .
Entre los puebl os libres , que a nadie oprime n y por na die
son opirmidos , no e x i sto e l modio donde choque n los int e r e s e s nacionales ;
va l e decir , qu e n o hay un e n l as c ondic ione s de produc ción donde !e
a n a f e c tadosl los a r mónicos i nt e r eses comune s de t odos los individuos de h
Na ción: e ntre e llos no exi ste u n ¡¡naci onalismo ;' virul e nto . Sól o se ma ni -
fies t a e n t e nue s se ntimie ntos de simpat í a , p or as í decirlo , de rla mor p or
lo prmpjlm
rr
• Este mismo !lamor" pue de conduc ir Cl q ue en condicione s e xce s i-
c a mente-1:.gua l es una p e r sona
r1
a yudarÉt a l prÓlp io
tl
pr e fer e nt er.Jent e y con má s
pla c er que a l ¡;aj c no ;¡ . ( Decir.J os en ;¡condici one,s exces ivament e igua l es :: ,
por que cuando l a ,sol i
r
' aridac1 r ea l , e sa rn2s e n 01 p l atillo na j e no ;! de l a
- 13 -
bala nza , so de svane c o on un solo todo el na cionalismo . Por e j emplo:
l a fue rza dol na ciona lismo holc nd6s puode p one r s e do mt.. nifies to e n que e 1
patrono hol a n 6s ayu a r§ pr e f e r e n t eme nte a un hol and6s ind i ge nt e ,
a un b e l ga . Poro , e n t od os los cas os , l e s e r á mDs c e rcano el conserva dor
be lga que e l s ocia l ista hola ndés . Con l a cue stión y e l na c iona lis
liJO como ma nifes t n ci ones de lilUcha i mportancia social, tie ne n muy poco que)ll{
ve r os os s imples sentimi entos na ciona lis t a s) .
Entr e diferentes clases de na ciones libres, , ue de sin eroba r
g o haber , a ve c es , un naci ona lismo más universal y exaube r a nte . Pero de a.al
quier modo no es mbs q ue p o tencial , cont enido , que en l a prime ra op ortuni-
dad propicia manifiesta en forma aguda su discre pancia .
Pe ro s iempre es preciso tener bie n prese n t e : e sa oportunidad
sol o puede s er cuando peli gr a e l patrimonio naci onal, y , sobre t2
do , el patr imonio nacional mate ria l . Y cuando e l pe ligro ame nace
los intereses de clase de a l guna part e . Porque e l centro de graveda d de hs
Naciones libr es no se encuentra en su exis t e ncia nacional - pue sto c: ue s us
condiciones de producción , a l fin de cuent as , son bastant e normales- sine
e n su estructura de clase , en l as r e l a ciones q ue se crean en los marcos
de l prop i o proc es o de producción . En tanto no se ven amenazados los int e-
reses naci onales de a l guna clase , l a de l naciona lismo os cur e c e
a ntes q ue nada l a conciencia de clase y , p or lo mi smo , es pe rnic iosa .
Pe ro , por s upues to , cuando las c ondic iones de l a vida de
producción en una cier t a Nación se ve n coloca das en s ituac ión anor ma l ,
el na ci onalismo ya tiene un cartct e r bien d istinto .
Es precis o s abe r en .e neral que l as anoma l ias en l a s condi-
ciones de pr oducción r eperc u ten en l a s propias condicione s
de producci6n , en l a e structura de c l as e . Es un he cho conocido que las
die iones normales de pr oducción pos i bilitan la a g udización de las contr a dx
ci one s de clase; l as anor ca l es , en l a s aten6a n . Al mismo t iempo,las
condiciones norcal e s de pr oducci6n desnaciona li zan al pu eblo y a tempe r an l a
conciencia na c i ona l; pero , por e l contr ario , cuando fa lta cua lqui e r pa rte
d e l patrimmnio na ciona l y son má s limitadas s us formas de prese rvaci ón,los
intereses de l a Na ci6n se t ornan armónicos , l a conciencia na cional se for-
tale c e y agr a nda . Por es o exi s t e ent r o l a c onciencia de c l ase y l a concien
cia nacional un cie rto a nt a g onismo en todas l as y la una procura
sogr epone rse a la otra . A ve c e s sucede que los individuos de una Nación -
q ue - comprens i b lemel t e s e encuentra n en condi cione s anormal e s de produc -
ción-, Gon emper o armónicos desde c ualquie r pun to de vis t a ; y los dest e m-
plados ide ólogos clasistas i gnoran sin los i n ter eses na c i ona l es
q ue s on imp ortant es para su clase . Os curecen por e llo l a c oncien-
- 1.'+ - -----
no Be be r ía SG r
cia na ciona l que , precisaoe n t o en ese ca so
to q ue t a l cosa ta . ..Eernic i osa t amb.?-.én para los i nter e ses de su clase .
, d n ciona l is t a a llí donde una
El a l boroto provoca t aob i en la propgan a
Nación se enc uentr a en condiciones o donde e sa pr 08aga nda
de " d emostr a r " que l N:> i nte r eses s on aoplios y a rr.Jónicos de lo q ue e n
real idad ocurre . En este 61tio o caso , e l na ciona lismo osc ur e c e l a
cia de clase . y na tural me nt e , r es ulta per judicia l para t oda l a Na -
ción , porque no p one de manifies to corre etamente l a s r ea l e s re l ac i ones de
los grupos ; lo que suele r.Jotivar e l a ut oengaño, e l pa l abre ría hue co y l a
eSc asa vi sión s oc i a l .
El os cur e cimi e n to de l a conciencia es siempr e pe rnicios o:
, " 1 sl"gnl"f_iq ue l a te r-
as í prove nga de una demagogla clas i sta o naclona , -
give r sación di e i nte r eses na ci ona l e s o de c l ase . c:,ue se c o¡;¡pr e nda ma l la
ve rdade r a sit uaci ón de las cond ic ione s de produc c ión , o de l a s r e l a c iones
de produc c ión: u otr a cosa , es siempre r ea cciona ria .
* * *
Las clase s dominantes de nacione s libre s , y t a,iib i é n de
ci ones opr i mi da s , se va l e n de l antagonismo básico que exi s te e ntr e l a
c i enc i a nacional y l a de clase y , a ve c es , inc l inadas a r ealizar u -
na pr i s t ina propaganda nac i ona lis ta con e l objeto d . oscurecer l a
cia de c l ase de su'- .s ub ordina dos . P0ro esa manifes t a ción no n os debe
fiar y no debemos cr eer que las clases domi na n tes tienon ellas c isma s t e n-
dencia s na ciona l e s . En t odo c a so , las clase s domi nant e s no s on na cional es ,
sino na cional i s t as .
Toda propaganda , todo mov i mi e nto arraigado en e l
d e l a s condic iones de producc i ón de una sociedad e s llama d o na c iona lis t a
cuando oscure c e l a conci encia de clase y civil de sus mi embr os , cuando
tos i gnoran l a e s tructura de c l as e y e l anta e; onisLlo d e los i nter eses . Pero
c uando no entor pecen ni ocultan l a e str uct ur a de c10s e de l a soc i e da d , l a
propaganda p e l movimie n to e s denomina d o nacional .
El jiespíritu nacional
f1
, toda s ue r te de iisubs t ancias cu1-
t ura l-hi st6r i cas!1 , todas l a s t r adicione s infladas son l os mej ore s ve los
para ese oc ul tami e n t o . De tale s cosas est§n s i empr e densa ment e
das l as ar e ngas naciona lis tas . Les innumerables f r ase s huecas , los luga -
res que l l enos de es t os o de pa r e cidos conceptos , no son na
ciona l es sino naciona l ista s .
En conclusión: una p e rsona que :pi ensa na c i ona l is t i c aw:m -
te , t e nie n10 e n c uent a e l hecho de que hay u n carácte r na c i ona l c ODún ,
e stá por l o mismo a ol vidar l as diferencias EBciales de l os i n
dividuos que int e gran l a tote lidad de l a Nacioón . Pero un gue pi -
--
- 15 -
e nsa nacionalc e nte , cua nd o r e c onoc e e x i s t e un t a l ca r§cte r na c ional ,
que se c r e 6 en e l me d io de l a s condic ione s comun s da producc i 6n ,
de sin embar go:
lo . ) Que l os r asgos de e s e c a ráct e r na ci ona l , de l t i p o
ciona l -cul t ur a l , ' s on c uy d i f i d iles de de t e rci na r ; e s tán dema s i ado d i s e mi
nada s .
20 . ) e n e l s e no de c ua l qu i e r na ciona l id8d dada a f lora n
e n c a da c l a s e s us dife r ent e s r asgos car a cte ris t icos , los que son mucho
m6s pr omi ne ntes y s e pue de n de t or c in2r
Por 61tirn o , l a pe rs ona que p i ensa s os
t i ene qu e t od os l os ni eobroG de l a nDc i6n do bon s e r na c i 6na lis t as ; ha c e
de l na ciona l ismo y de l pa tr iot i s DO y n de be r Pe ro l a pe r s ona que
pie nsa na c i onal me n t e , n o ve n· da de ma lo e n e l hecho de que a l guna s c l a -
s es de l a s ocie dad e s ti n ent e r ame n t e libre s de nac iona lismo ,
l a s otra s e nt i e nde n e l na c i ono lismo , cada uno a su ma ne r a , seg6 n s us di-
f e r e n t e s inter ese s de
Tr a t a r e mos e n segui do de ca r a ct e r i za r los d ive r s os t i p os
de na ci onali smos e n d i s tint a s clases s ocial es .
EL NACIONALI SMO DE LOS GRANDES TERRATENI ENTES . -
Los gr a nde s son l a cla s e que vive de l a
r e nta . En par t e , cla ro 06stá , vi ven de l be ne f i c i o que l e s r inden s us ca -·
pita l es . Pe r I D f ue nt e princ i pe l de s us ingr e sos e s l a r enta de l a t ie -
rra y e l lo mot i va qu e más que noda apr : i e n lo inmobil i a r i o , e l pa t rimo-
ni o de l a t i e rra . El t e rrit orio l es e s va lios o s ól o ei l a me d i da e n que
l e s s irva como s ue l o qu a da runta . Su na ciona l ismo ? e s , principa l me nt e ,
un nac i ona l i s mo t e lar i co . S610 ue do s e ntirse cuand o cua lq uie r
pa i s ve cino p i e nse en c onqui s tar l o tier r a porq ue de es t a
los t e rra t e ni e nt e s pie r de n l a p os i bilidad de ob t e ne r s us ga na ncias . Los
t e rra t e ni e nt es e n ve r da d es tán c uy le jos de e n e l he c ho de
que l a tior r t a r:lb i 6n s irve a otra s cla s e s de la Na c ión como me rca do na -
ciona l , y p oc o los i mporta que un puebl o f orá ne o, ca pita l i sta s e x t r afios
pe nsa r a n quita r l e él s u bur gue s i a e l me rcado que l es r epr e s e nt a e l t e rri-
t or i o . S610 otros int e r e s es l a t e r a l e s l l e van ecpe ro él esta clase a i nt e -
r e sars e c on ol l a .
La p os i c i 6n de la clase ter r a t e nie nt e en e l de s a r rollo hi s
tóric o e s una pos i c i6n de t r ans ic i ón . Esta c l a s e s e !f c a p i tal i za ;¡ r api da -
me nt e en l a y e s tf s iendo c oloca da e n nue vas r e l a ci ones r e spe ct o
a l pa trimoni o na c i ona l y s us for mas de p . esc rva c i 6n. Pe r o no e s todo .
s on , e n e f e c t o , l os t e rra t eni e nt e s ? un r esab i o de l f e uda l ismo , de un
orden al que e l desa r rollo conde n6 a desapar e c e r . Lar, p e r-
di e r on s u pode r e c on6mic o y , vez oás , t a mb i 6n se l e s q ui t a e l p ode r
- 16 -
politico qua e n alguna s partos toda via . Esto , pre cisa me n t e est o,
explica s u que a sume proporcione s cc ncillame nt e chovinistas .
En 108 l UFa r os a tra s ados , donde l a c l a se t e rra teni e nt e
e n cie rta subs is t e , s e he lla D6s corca que otros de l poder es t a tal .
Pe ro e l esté;1c
1
o a c tual , os un Estarlo cliJ S O f Los inte r e ses de partes di s -
tintas e n e l Es t ado , son di ferontes . Por s upue sto l a domi naci 6n no es t á e n
ma nos de todos los grupos de l s soc i eda d . El p ode r e stata l , m6s estr e cha -
me nt e qu e na da es t á liga do a a l g una c18se . Poro e n t a nto le e s e l
gobi e rno procura apoya rse en l a 8tonci6n de toda l a pobl a ci 6n s in dife r e n-
cia de clases . Para cons orva r s u i nf luencia , pr e t e nde oc upar un lugél r e n -
tre todas l as c l ases . Pa ra conse r var su i n flue nc ia , pretendo ocupar un l u-
ga r e ntr e toda s las clases . Pe ro pa ra - lca nzar t a l p or ici6n e s pr e ciso e -
narbol[T una ba ndor a que e st é por 9nci::1<:1 de tod os l os choques en e l orga -
nismo es t a t a l. Es t a eS e l na ci ona lismo, l a i de a naciona l.
Lo ui s mo h2 c cn laG t e rro tenic nt es e n l os lugares donde os -
tentan a 6 n , corn o he mos e l podor p olitico.
A de oso , advc r tiDos una e xt r afia oBnifec taci6n : los
propios f e ud. a l e s , q ue otrora no tuvie r on ning6n conc e }) ot de l a !l i dea nacio-
nal f1 , de la iír,!iaión naciona l s on hoy sus má s ardas os nde ptos . En verdad ,
fue ron ent e r a dos de esa idca por sus ex enemigos : l a bursgesia . Es t o para do
ja solo se e xpl ica por e l he c ho de eue e stó n a ocupar una p osi-
ci6n pr e t ... : ndi d mont e por encina de todas l os cla se . • Para no despertDr e l
d e scont e n to de l a pobl aci6n s u bor dina da s e nt or e s n n t odo lo que tie ne
a specto de. val or na ciona l y se e sme r a n p or d f e .de rlo y e nc a ndilar de
ta l modo o los habit a nt e s . Be a ll i s e despr e nde p o: los gr a ndes t e rra-
t e ni ent es son ta n fo gos os de f e nsor e s del honor na c i ona l y t an s uscept ibl e s
e n e l sentido nac i ona l . Son , p or a s i de cirl o , e l sempite r no ma t er i al e xplo-
sivo de l na cionalismo . Si empr e es t 6 n dispu es tos 2 e sta lla r ant e el Denor a -
tropel lo.
El na ciona lismo ele los t e rra tani e nt e s tiene a6n otra l/ virtud'; :
e ntr e e llos pe r manece toda vie e l ac e rvo de l a s t r a diciones que s e fue ron a -
cumula ndo dura nt e l a f e uda l . Aunque e l na c iona l ismo, hemos vis to,
no tuvo e s e ncia l me nt e en sus comi e nzos nada de cOD6n con l as tradiciones ( e n
l a c uando advino y s e d i fundili6 ) e ntr e . los pmpe r o , e l
naciona lis mo se confunde en una e spesa mara Ba con 1 s tra dicione s (y pr eci-
porque los t e r r . t eni ent e s , CODO repr e s e n tan t es de l p ode r polit ico
s a ltan a l a vista , los es pe cta dor e s ing -nuos CTee n que , en , noci o-
na lis l O y tra dic i6n son una y l a cos a . Una conclusi6n t a n supe rficial
no de be en or gulle c er DU ho a l DS pe r sonas que pie nsas de e sa D8 ne r s . Todo lo
q ue se diga sobr e e l e s tra dicional, s olo e s cie rto r c spe c to a
l os t e rr a t e nie nt e s y de s us i de 610g os . Cla ro que 0ste na ciona lismo $
-
- 17 -
fuer a de l a Na c i ón dada, a gres i vo y muy de l mi l i t a ris-
mo. Es cier o que de nt r o de l a Nac i ón es c ons Grvador y tiGne como ob j e tivo
princ i pa l l a def e nsa de t oda s l as bases exis t e nt e s . Es cie r to que los
r e -
pr e s e n t a nt cs de es t e na ci onalisoo ac usa n a toda ins **i sfacci6n d e los opr!
midas ma nif e stDc i on a n timlcl c na l, cOrJ O ¡; traic ión; : . Es cie rto que es t e
nacion8 1ismo quie r e at c nuor toda c1.if e rGncia ent r e . e nemigo il i n t e rno
n
y
t e rnon y a cusa a l pr ime r o c ot10 aliado del s egundo , cor:. o trá ns f uga , t r a ilor,
e tc .) •
En los pa i ses el poder e n ma nos de l a b ur g ue sia ,
y los t e rra t e nie nt es Gst&n alo j ados de l gobie rno , e l na ci ona l ismo
rwl de ·l os t e rrate nd.ént-és se pone de i:'l ani fics to e n a ct os r ea c c ionDr i os e
i p p ot ent os . Al mismo que se ac e rca s u i nmi ne nt e f i na l , s i embra n s u
t r i s t e c Dmino con esc6 ndo ios no me nos tr is t es o Un !1 nDc i ona lis mo;¡ semejante
e nc ontramos en Fr a nc i a . Por l a ca ntida d de esc6 nda los es s i enpr e posibl e
c alcular l os d i a s que a ú n l es r es t a por vivrur .
El gr an empe r o , p oc o s a be de tradiciones , como ya
l o heDOS se5al edo va rias veces . De ant e mano p odeQos de cir que s i na cio-
su nacionalisQo muy l e jos de cuc1Qui c r rclaci 6n con l as
di c i ones . Con el o e r cado intor n o nac i onal y con e l idioma - con el i d ioma
quo pr i ma on e l merc 8do- , e l gr an c apite l c a muy p oco . El
gr an capi t D tras c endió hace ya mucho l as est r e cha s front e r a s del me rca do
na ciona l y los líoi t e s l i ngüist i cos ; [ hora , con l a e r guida pasea
e l i nmenso oerca do mu nd i a l. Cuand o c oloca s us mer c a nc ias , l a alta bur gu e -
s i a no integr a e l me d i o d onde está difundida l a l e ngua naciona l, porque w
tie ne r e l aci6n dire c ta c on e l consumid or. El no ha bla c on e l fu
b rica nt e , sino con e l t e nde r o . El f abrica nt e , i nclus o, no ne c es i t a con oc e r
o tra l e ngua que s u i dioma oster no . Des pu&s de todo , t i e ne empleados , ca -
rre spons ales y c on tad or es que s e c omunic an por c on e l extr anj e ro.
Me nos que el gran indus t ria l se r e l El c ionEl con 0 1 me rca d o
loca l 01 fina ncis t a , e l de l dine r o , qui e n e j erce i n f lue n cia
sobr e todn l o a c onomi a de I n actuDlid.:1cl . La a lto bur gue sío , e ntonces , n o
l l e va una poJ.itica na ciona l i nterna : c on e l poder uni ve r s a l do s u
capital Que rr i a e char de l me r e d o mund i a l a todos l os c opital e s
Il f ori5 neos: ; 5 pDra obt e nor mc-\ yor es bene fi cios ? Y po r a e sto nc c es i t 8 t ener
una bueno f l ot .:.:. , u n buen e j é rcito . Par o de cosas t m1 ;; de l icaQ.as!i c omo e l
;;e spír itu culturcll nDci onc l
ll
, etc . , quie r e s a be r muy poc o . Hucho r1DS c e r-
canas a l corczón l e son l as bomba s , l a s municione s , l os acor azados . Los
pr oblemas de idioma y e o.uc ,:.1 c ión nac iona l l e inter e san muy p oco. M5.s l e
cupa e l pr es upues to del ejército y l a flo ta . Pe ro tener pr oponde r a n -
I
c ia e n e so , es impr e sc lndibl e c ont a r con e l pode r rol l t ico . Lo base r e a l
- 18 -
de l pode r pol i t ico os , COD O e n s e c ompr e nde , a l t er r i tor i o .
P
1 · t lIt ' t y sus f r ont er Ds t iene n
. a r D p.; n :iD . ______ _
e l VD lor do D ayo pn:C8 conqui s t a r e l ne rc Ddo mundinl .
( Entre I D cDsi no ha y ide 610gos que se ocu
pen de l a a lta bur gues i D, se preocupe n por de s cribir I D t e nde ncia de ID
vida , 13 Q.lvo I D c otidio na pr e nsa poa.e r osn . Es t a última , l a pr e nsa , no
c i ona mucho c uando bus ca medios para l a desmor a l i za ci6n chovinis t a . Los ron
c aptos qon que l e lle na l a mant e a l públic o , l os toma de lo prime ro que l e
vi e ne a ma no . Has t a se va l e ('e t rDdic iones de 10.'3 terra t e ni ent es , con tal
de lle nar col umnas. Pero , r epe tir:Jos , es t e grupo , l a a lta burguesia con su
pe culiar na c i onal ist1 o, es tá l e jos de las t r adic ione s , a ún cuando soa l a
s e domina nt e e n los tieLlp os a c t ua l es . Todos los j ura r:1 e nt ados pr oc ur a(j o r e s
de l nac i onal ismo podrian r e cor dar lo. Esto ' osvane c e l a impr esi6n c orr i e nt e
de que na ciona lis mo-tr adic iones - domi ni o son una y l a mi sma cosa ) .
Ahora habl a r emos de l a c l a se me dia y pequefiobur guosia . Pa -
r a est e se ctor, e l t e rrit orio ya no t ie ne e l va l or de una e xt e ns i6n de s ue
l o , c omo ocurre c on los e n c a mbio , e l territ orio l es s i gni
fi c a un ma t ca do de cons umo . Los limite s da e s te me r dado coinc i den , na tura!
me nt e , con e l l uga r don ' e t er mi na l a hege¡;10ni a de l a le.=ggua na c iona l. El
cons umidor pr6ximo está obligado a utilizar e l mismo i dioma que e l más
pr6xirn o De e so se despr e nde que e l pr opi e t a rio modio es t & i ntere
sado de que e n s u i diol'1a ha bl e 01 lJa .\'Or núme ro l' per s onas . El naciona lis-
mo de es t a burgue sia ex trae toda su de i nt e r eses de l merdado na-
ciona l . Por lo mismo e s e l a poy o principal de l a
pol i tica que t r a ba l a de l e nguas extra n j er a s . Esta burgue sia ve
la es e nc i a de l nac i onalisoo en l a l engua y t odo lo que s e vincula con l a
l e ngua : cultura tradic ionat, e duc a ci6n , et ¿ .
A ve ces s uc e do que l os gr a nde s t erra t e nie nt es de alguna n.'::.
c i6n dominant e quie r en oc upa r l a tie r r a e n donde vi ve un pu bl a
por lo t a nt o , a s piron a as i mi l ar l a tierra . ,se cubr en e nt onces c on e l di s -
fr a z de por t a dor e s de cul tura , as f i xian l a l e ngua de l a Na ci6n que quie r e n
a s i mi l a r , di.f i cul t a n s u e ducac i6n . La c lé s e medi a y pe queñobur gues i a es si
a mpr e e l mejor a liado de l os t erra t e nie nt es en es t a cruzada , e s s i empr e e l
l eal fi luc ha dor;1 por l a misi6n:: c ul t ura l;:. Pa r a convenc e r s e de es to , ba s t a r e
c or da r l os he c hos de l a Dol itica e n l a ,s i l e s i a prus i a na .
Los i de 610gos de es t e c l a s e r e c urr en a l a frasGologia
que los t e r _c t enientes . AsiQis QO s e di s tingue n por a l go simi l a r a l os t e-
rra t e ni e nt e s : oc up2n l a posic i6n inte r medi a entre l a s dos cla s e s princ ipa -
l es de l a socie dad y tiene n l a inclinaci6n i nge nuo de cr eer que p or
e ncima do t odas l a s c ontrove r s i as , dis ide nc i a s o discrepa ncia s de cla se .
- 19 -
En e l fond o , l e t i e nen u n mi e do t e rrib le a c ua lquie r conmo-
ci6n c ocia l , puesto qu a ello les signi f i ca ria l a amenaza de un que brant o ,
d e tornarse pobre t ones . Su dios es e l or den; su Qorte l es l a r e be -
l i6n . Se afer r an con uñas y d i e nt es 3 1 min6s c ulo patrimonio que a6n
da y tiemb l a n pe ns a ndo que l o puoden pe rde r . Por eso son los s ostenedores
de l ;;orden
n
y la ;'leyfl y esta n d impues tos a apoya r con tod o orden e x
iste nt e . Y, on gone r a l , son sempiternos r esentidos , hombres que se hallan
en c a mino al y que no pue den luc ha r su porvenir , q ue no
se anima n a mirar lo de f r ent e .
Y cua l qu i e r cosa
,
mélS o mpnos fuara . dc lo ha bi tua l , extraña ,
l a confunden de inne diato con r ebe li oDos , intrigas , r ece los . Su mental idad
osc ur a y r estringida no les por mite sobr e p one rs e n rut ina cotidiana .
En s eme j ant es cond icionas halla r on muy buen r efugio t oda s
l as s upor st i cj.ones y los nacione l istas . La os t r e c ha c abe za de l
pe queñoburgue s está sielJlpr e ocupa c1n por e l 17 y e l !le Ilas 11 , c on lo
" propio!! y l o I:a j e no " . Y, iJ demás , se trnté'l de una clase , cuyos int e gr a nt es
individuales en confl icto entre s i, deb i d o a lo compet e ncia ,
y uno es tá d ispue sto a a hGgar al otro . No exi ste un pun to general
fluye n sus i nter e ses d e ontre e l los n o ha y l uga r pa r a una en
cia de clase; por l o ru ieoo , empe ro , l es con mucho c6s fuerza 10 a u-
to conscie nc i a naci onal . Este t ambién se crea s us: :idea l es' : , pero no
es a hora e l momen to de referi r nos a e llo .
Para nosot ros os i mpor h :>nte e l ha c ho de que la c l as e media y
cs t ando enormeoonto inter esada en a poya r su me rcado int e r
no , apunt a l a dire ctaDor t e Ja poli tic a c hovi nis t a int e rna y e xterna de los -
t e rr<ltcni e n t es . l'en l as timoso no de s empeña pape l inde pe ndient e .
Cuando pier da su fue rt e -los t er r ate ni ont e s- sucumbirá por compl e to.
Cuanto m6s s e descl asa c s ta gr s n masa a burgu esada , cua nto unél in-
gresa a l prol e t ar i ado y 01 r es t o o l a a lta burgu8sia , t él nto s e aproxima
DI final de e st o tipo de naciorDlis8 0 .
* * *
Al gunos grupos de l a intel ec tua l i dad de c l ase medi a y peque -
fi oburg uos ia , que se ocupa n con l a cultura naclona l - mae stros , his toriadores ,
es critores , a rtiste s , c 2 ntan t es - se s i cnt GB inclinados a una forma s os ega da
d e un naciona lis mo honr ;3c1 0 ! d i gnar.Jcnte flrrultura l:
l
• Ent n e e llos está filUy a-
r r et igado e l r ooonoaimiento de l der ocho de a utode t e r m:- na c ión de cada Na ción .
No suoBan c on a los otr os pu e blos . No quiere fa goc i t ar a na
die . En l a politice i n t e r ne , son libe rale s ; a ve c es , ha s ta radic ales . Lo
mismo t amb i 6n con respe c t o a ot ros uoblos , pero , sin a -
man más lo ¡¡pr opio ;; quo lo ::a je'1.o:: , l e s rOEu] t::n l as evoco --
ciones do l a c ul t ur a ;¡pr opia:: . No t ione n a ltaneri3 naci ona l , poro sabe n c ui
- 20 -
da r 01 orgullo na c ional.
Los i nte l e ctua l men t e más y pr ogr e sist as no nie
gan l a es tructura clasista de la soc iedad . Pe ro se int e r e san p oco en e llo ,
porque fuo les atrao l a l ucha o e l tUDult o . En s u seno so a nq uilosa ron las
primeras mani f es taciones de l naci onQl i sQo burgu6s de l a 6poca prerre volu-
cionaria . Entre e llos se cons e rvan COlí1 0 c onge l adas l as vie j as tradicione s
social-dcm6cratas . (Como ya indicado, a ste tipo do na cionalismo, se
llama nespiritua l" . Por o no os l o 1:11S4) 0 q u · 01 pr e t e ndido na c i ona lismoBe s
piritual
i1
de los t e rra t e nientes . Los t e rré.: t o nient e s y l a masa aburguesada
que se arrastra tras ellos , a ne gan con fr ases al tisonQnt es de f icc i6nes
culturale s na cionales , s in c onsider ar su cont enido. p oro los ide61 0gos
poq uefi obunguescs lo hacen 31 r e vés . Creen , es cie rt o , profundament e , e n e -
s as ficciones ; y , por lo mismo, no l as a nalizan c r iticamente s ino e n f orma
d ogm6tica . Y crean dis t int as y curiosas t e orias nacionalistas ) .
*
* *
Hasta hemos consider ado el na cional ismo de las clases
domina nt e s . Como yél vimos , GS un n8 c iona lismo multic olor . Nat uralment e r e -
sul ta muy dific il de liDitar los ideale s nac i onales que tie ne n . los terrate-
nientes , l a a lta bur guosia , l a clase me d ia y peque fioburguesia, porque no
es pos i ble s epar a r los ni s i quiora en e l aspe c t o Exis t en infini-
tas formas de trens ici6n que apr oximan un t i po de nac iona lismo a l otro, y
para l a mirada no e xporto se confunden e n una s ol a unidod . Pe ro l a conc e p-
ci6n ma teria lis t a de l a his torio nos a discrimi na r en todas pa rtes
e ntr o los sectores fundame n t a l es y l as va riaciones ; nos e ns efia a desmenu-
zar s i e mpr e l o qua a simpl e vi s t o par ece a l g o Gni c o y cohe rent e .
No hay que seguir 01 error comunment e difundido de creer
que el prole t ria do .no tie ne r e l ac i6n alguna cOu e l pa trimonio nacional
y que , por lo mismo , c a r e c e de s e nt i mientos e i n ter es e s na ciona l e s . Nin -
guna clase s ocia l se e ncue ntra al ma r ge n de l as c ondic iones de producci6n
y, por supues to , par a e l prol o t a riEdo t i ne un va lor muy ioportante e l e s -
t ado de e sas condiciones . Ol vide mos l a s pe l i grosas s nde c es y tont e rias
muy en boga e ntre e l públ ico pr ogr esista ac e rca de es t e problema . Si la ba
s e genero l y re s e rvo de l a s condicione s de produc ci6n , e l territorio , tie -
no pa ra los t e rra t e nie nt e s e l volar de une propiodod t e lúrica y de un punto
de apoyo poro s u poder politico; s i por a l a burgues i D significa e l punt o de
a poyo para c onquis t a r e l me rcado mundial ; si par a l e s cla s e s medias de la
s oc iedad t iene e l va lor de un morcado de c onsumo ; y s i l a s forma s de pre-
serva ci6n de l patrimoni o no ciono l tie ne n para c nda una de osos clases su
signific ado de c i sivo , e l t e rritorio también t i eno su valor pora e l prole -
t a ria do , t iene 01 vo lor do un de t r aba j o . Las formas de prese rvDci6n
- 21 -
t ien n un ve l a r el ciai vo .
El t r o.be j Dc1or , o unq ue fue r e mil ve c e s un ;;des nü ciona liz -'do ;¡
(como los agitador es lo pretenden asegur a r ) ne c 8sit o c ome r ; y ,
poro eso , m6s que otros , necesite: trél b.: jar. La desocupé'. c ión l e s i gnifica
a l go nada ogrcdablc . Se ña l aremos que hns t o. e l mi smo Nor x r e conoci.o que
exis t e l a c ODpe t e ncic e n tr e los obrqros , uno c ompe tencia por e l l uga r de
tre bo jo. ( Pa ro. r e fir ma r Gs t e ' s e rta , a conse j emos l eer con atenc i6n l a s 61-
timas p6g ina s de I: Hisc ria de l a FilosofíaY) . Ent r e los obreros me nos cultos
l a c osa ha sta llcgn a pe l eas e ntr o opa r c rios y supernume r a rios ,
a unque s een del mi smo po ia . Entr e D6s.cult os , hay Sentimi e n-
tos de compe t e nc i é'. ¡;¡nS e l evc' d o'" y r e finados . El los , n8 tura lme nt e , no s e
l car6n con obr eros s uper nume r a r i os , pe r o c un nd o a fluye n emi gr a nt es aj e nos
y pr ovocan 01 des ce nso de l so l a rio , son mo l estados dema s iado inte r eses
del obr e r o m6s culto , y n o puede pe r mane cer indife r ent e .
ws pers onas c uya de r azonar es tá
intoxioada p or l e s sande c es por le Lgita c i 6n vulga r, se senti-
ría n he ridos e n sus princip ios rJás sagr ados c ua ndo s o l e s pla nt eara los h!:.
chos que c onfirme n nues tro s Pero , ne c ositamos ej emplos más
e lOCUent e s que e l que nos dé el diario de Vol rrKu' , e n Munj.ch , que se
ra él arma r un escánda l o c a da vez que l os . empr e s a rios u oficial es
de Bavie r c contro. t a n a obr e ros ital i a no s , en vez de a l omana s? y Vo l mc r , a l
fin de cuentas , es tá al fr ent c _8 un pa rtido. Es ciar to que s e tra t a de un
r e visionista , per o, en l a c onvención p:- rt i dista de J e na , es un iIGennose; ;
muy ac ept ado. Lo mismo suc c de s i consideramos l a polí t ica de l os gobi e rnos
austr a lianos r espec t o de l os in0i gr o nt es . Parec e sur c l a ro que l as limita -
c iones a l a inmigr2c i6n no s e ho ce n en de l c apita l, s ino e n e l de
l os obr e r os .
( El e jemplo de l os gobi e rnos de Mol bour ne os
,
mas convin-
c e nt e y c laro que e l de los gobie rnos ing1 6s y e stadounide nse . En Aus tra-
lia y Nueva Ze l andi a los trebo j oCor e s t e nía n mucha inf l ue nc ia en polít!
ca ingl esa , p er o e n los Es t ados Unidos , c as i ninguna . Los obre ros , en los
dos últimos pa í ses ha sta es t/n muy int e resados de que e l i ngr e so de obre ros
s e limite; pero si l as cle ses i nf luyent es no apoya r an en este c ns o a
los obr eros , no podr í a n con sus prop i a s fue rzas imponor l a s l eyes inmigr a -
t orias . Al16 est6n en limitDr e l i ngr e so de inmigr a nt es :
a) La
peque fiobur gucsi a c ome r ciDl o p ues gr a n por t o de los inmi gr ant es
que no pue dan gana r su s ustJnt o o n l a s fó bricas , s o ve n obl iga dos e ntr o-
g8rse al cor:lCrcio y a I D a rtc sani n , c on l o cua l r e s ul t a n f o ct or2s de
t onc ia pora esos t 0 nde r os y ar t e s anos .
b) Los
- 22 -
sufr e n por 12 ya que una
empr e sar ios gr andes y rnedi "nos , quo
, 't eRtnbl eciDientos c onsisten de
gran par t e de en Cl urwOS --
1
" ' , l".r::t:-¡ COl':",p''''"e ncia no se crearía;
t es; de no ser por ,.:1 l umlgr cclon , .- -
ca lificodos que s uf r en
c) Los do socupaQos Y los obreros no
.• t l a a flue ncia de los inmigr a nt e s de -
oguo.arnen '0
socupados . El que l os t r ode - unions haya n prot estado c ontra l a l ey de inmi
gr a c i6n no s i gni fic a nad8 , PU0" los trade - uni ons estt n compuestos por obre
ros cali f ic2Qos y soguros . De 1: pobla ci6n obre r a inglesa tot a l son l a m!
noría , y l os int er eses dG un gr upito pr i vil egiad o no puede n confundi rse
con los inter _se s de tede la obrer a ) .
y qu6 dec ir dol de l prole t oria do nort eame r!
CGno con r espec to a los coolios chinos! : se conoc en bien l os brut a l es a -
t e nt ndos c ontra obre ros c hi nos . Todos los t eóricos de ye empie-
zan a sent i rse inc linados 8 c onsider a r la c uestión nociona l ; advierte n ya
que es t e rn9 1di to pr obloDB no l e puede se r a j eno al pr ol e t aria do . Pe ro
e l punto antos que nodo e l obr ero puede se ntirse afe ctado por l a
cues ti6n n:t ciorwl? cs e l t erritor io ; e l l U¡:'1J r de treb.3 jo .
Hay muc hos otr os int er ese s obr eros que tie ne n r e laci6n con
oso: son . los int er es es lingüüiticos , os e l torio, educn-
cr±'ono.les, 1i t-era r i os . Todo cso tie ne v;:üor C OrlO me dio pDra desarrollél r 10
concicnci de clase . Pe ro el de sarrollo de l o conc i e ncie de cla se no S9
nutr e mayor ment e de l a "cultur a.:
1
, s ino de los proc es os eje luc ha .
rar o l a lucha s610 puede t na r a llí donde e l obre ro
traba j a , 8 S de cir , donéle ya ocupa un c ier t o l uga r; y cuanto :na s dé bil es
su situa ci6n, t él nto menos campo t ie ne pa r a su lucha plo nificada . En t anto
un obrero no ocupó un luga r , ne pue de r ea liz2r su lucha . Por lo mismo, es
t é e n s u dire tt o i nt or &s el ve l ar por su
De cua l qui er l a do que l:11re:108 01 probl er:Ja na cional par a
ver e n f or ma exi s t e pa r a e l prole t a r iado - aunque solo a rribe mos a l as
ne ces idades cult ura l es- l l egar emos no obs t ant e s ieDpr e a l a ba s e ma t erial,
e s de cir , a l proble ma de l 'ugar de trebe jo y l uc ha (la base es trot 6gica),
que e l para e l pr ol e t or i ado .
(No es t á en e spíritu ma t c riali stn (: ue l os rr bundis tas '1
r e n l a base mo t er i a l del probl ema nac iona l pr ol e tario . Todo su s ent ido se
re duce o l o cultura para desarr ollar l a concienc ia de cla s e , o
Q pr e oc upa rse por l a l ucho sin pres t a r a t e nc i6n él 13s cons i de raci6ne s de l
pl a n de l uc ha y Es t o es un desat ino. En todo ca so , e l
t a hist6rico no debo enccntr J r e l r ea l c ont enido de una cues t i6n s ocia l
en l e cul turo ; fuo lo entondi 6 esi e l Bund y e n ello s u pr incipa l e
rror . Es t e es e l me j or SL'ltOl.1D de su inc onse cuenc ié:l .
* * *
- 23 ...
. solo un vo lor pura mente
El pro l eca del trobo Jo 110
clasista , sino t embi&n nr ciona l; e l obr e ro ing16s no tie ne q ue proteger
, d 1 sino contro e l obrero inmi-
su lugar contra l a pr esion o
• P d f ' Dj: or c ons i n: u i e nt e que , e n tanto e l luga r
grado al pels . o CDOS a:
naciona l d ' tre ba jo no es t é e l problema na cional sobrepasa al
t 1 b d
' una Na ción dada no a-
problema puraoc nt c obr e ro. En t211 o os o r e ros e
seguran a ún su luga r, e l pr obl emq de l traba j o tie ne pa r a e llos un v8 lor
mes c a nde n te que e l de l a luc ha .
De e llo s e despr ende :
1 . - Lo s masas en proceso de pr ole t a -
riza ci 6n
t
que o b USCDr trabe jo , e n general , no son ca pa -
ce s de donciencia de clase y son da t e nde ncia exc lus i vame nt e na -
c 10nali8 t e .
2 . - Entre e l mi s Do prole t a riado
to l a concienció de clase se oscurec e mucho por l e concie ncia no cionol, e 11
los casos cua nd o e l proJ.etsriad o c stó inclina d o a defa nd r su lugar na cio
na l de tra b2- jo .
La cont i nua inmi gr a c i ón de obreros extra nj e ros e Ingl a te-·
rra y Est8 dos Unidos y e l pc ligor q ue e llos implica n par a e l luga r de
bajo ing16s o nort eDmirica no , agu( i za n fue rt eme nt e l o c oncie ncia nacional
de los tr8ba j a dor es l oc a l e s . Es t e os uno de l os pr incipa l es moti vos por
los que a lli e l movi mie nto obr e ro n o s Dlió c ún do los ma rcos de l tra de-u-
nionislílO •
Los ma r xis tas d ogm6t icos no pudie ron explicar
has t a a hora 01 e xtrafio a t r a so de l prol c t e riado ing16s y es t adounide nse. Y
e ste he cho l e s mol e ste e n ve r dad . Pe ro lo c ierto a s q ue t a l cosa , no se
r e l a c i ona con l a s r e l a c icnes de pr oduc c i ón . Y por es o , no l o s e be n expli-
c ur o Pa r a compr onde r lo, a n21 izcr le s condici one s inglesos y
nort e ame ricnnas de l a vida de pr oducción. sincera y profundDr.:lOut e ha y
que trc tcr a l proble ma na c i onal , y os pr e ciso r e nuncia r de una vez p or t2
das a los pr e juicios vulgares. Y, por ú ltimo, de be rá compr onde r se que l a
concie nc ia de close no p odrá desarroilila rs e n or na l mento a lli donde no s e re
solvi6 a ún l a cues ti6n na ciona l, e n cua lquie r for ma que e xis t a .
Los i nve s t i ga d or s que i gnora n e l pa pe l de l a s c ondicio-
ne s de pr oducc ión , que se oc upa n exclusivame nt e de l os r e l a ciones de
ducci6n , no son capa c es de c ompr e nde r el 9robleme nuciona l. No pdr 6 r e -
s ulta rle s me nos que un secre t o inde s c i f r abl e l o cont r adicción
de l a a canomia capita lista : p or un l odo s e mue stro como int rna ciona lis t a ,
des truye t odas l a s licitac i ones origen y de pu eblos , de str oza toda s l a s
p or e l ot ro , empero , e lla oisma fort a l e c e l a autoc ons ciencia
na ciona l . C6mo es posible que en moce ntos cua ndo 1 06 sociedades s e oprox!
- 24 -
u.n
:--. o. 1,-,. otrc'-' , S 'l dis t a ncia mi ento r el a tivo se des
mnn economicoma nt c u - -' •
vanecc, s o a gudice l o cues tión nocioni'1 1 y s e de s arrollen (los movi:lliontos !la
cionales? Es te , es un pprobl erno que , cuando e l his toriddor no
lo r e suelve y en camb i o l o elude , t iene que provoca rle uno maraña de con-
tradicciones .
Ko. rl Ko. utzky i nt ontó yo vori2s ve ces r esolver el problema,
pero siempre se de s u c once pción del mundo.
Pero hoy que conf es or que e n uno. s er i e de or ticulos que escribi6 sobre l a
cuesti6n nocional s e apr oximo. a I D t e oria que desarrollamos en
e l presente tr8ba jo. y con esta t eoric , t ombi6n resulta claro l a r os pues-
t o a l probl emo. crriba s efia l ado. Cua ndo tomemos en ' cuenta la huma nidad
cst6 dividida on grupos , que vive n e n r e l c tivo. me nt e s opor 8d2s y dista ncia-
da s comunidades y condiciones de producci6n, c ompr e nde r emos que l a propi a
t e ndencia 8 de l a su desarrollo inma nent e ,de -
be forzosa mente provocar r oces e nt r e es oS grupos r e l a tiva me nt e separa dos.
Una pa rte de l a s e fialada contrad icci6n es l a 1 0 6 otrcs pa rtes son
l a s consecue nc i as. Se tra t a de una de l as c ontradicciones que caract erizan
l a economia actual.
Hemos que la c ues t i ón. naciono1, corno osinismo
l a trnnsf or r:l.:l ci ón de los pueblos en nvci onos, es un res ultado de l a forma
co. pita lista do produccion. De e l lo podria I n c onclusión de que
la lucha debe desapa r ecer junto con l a lucha de cla ses. Pero orri
ba r B es to' s e ria cxtrc moda r.Jc nt e pr ema t ur o .
El inve st i ga dor serio , a SÜÜS1:1 0 ' , debe consideror más osado
y pr e matura a6n l a a fir ma ci ón de que , j unt o c on l a s di fer oncios de cla se de
s apo. roc er 6n tambi6n l as diferenc ia s nac i onol os . No nos de t e ndr emos en la
cuesti6n, pues l a c onsider amos s up ' rfiliua e n es tos c ome ntos. En ge nero.l,
se tra ta de a lgo muy i nde f inido y no es posibl e darle una rospe ust o ca te-
górica. Paro. nosotros, el pr obl ema noc i onol es un obj e tivo pres e nt e ; lo
que ocurrirn cie n afios de spués - que l es n0ciones subsista n o que s o
quen toda s- es que no podernos pr e ver. Hoy e n die e l problemo. exis t e .
* * *
s efio. 18do, en conse cue ncia , los aspe ctos clasis-
t o. s m6s y visibles de l o c ues ti6n nc cianAl. Ahora , int e nta re-
mos des t oca r su Gs pect o ge ner a l en a l gunos r asgos es e nc i a l es.
R E S U M E N.-
En e l tra nsc ur s o de I n f e udol, los grupos hum8 nos
lucha ndo por s u exis t encia , on dis tintas r e18 tivcme ntc s epa r a -
da s por s u condic i ones de producci 6n , s e trons for8Qron e n distintos pue -
- 25 -
blos. La fisonomía y el carácter de cada grupo tienen rasgos r el ativamente
definidos.
Pero en el seno de l a economía feudal s e desarrol16 el capi-
talismo, y por su cr ecimiento se produj o en l a vida de produ
cc
i6n una doble
contradicción materia l y económic a : dado e l nivel superior de su desarrollo
l as fuerzas productivas, por l a do , dejaron de ser adecuadas para las an-
quilosadas r elaciones GG producción f edua1es; por el otro . l as fuerzas pro-
ductivas en proceso de capitalización ,ya no se a daptaban al si!
tema de l as condici one s de pr oducción. puesto que el orden feudal despedaz6
los pueblos y sus territorios c on innumer ::1 bles trabo1!i que dificultaban enor
memente el capitalista.
En general, todo. ccntradicci6n entre io.s fuerzas pr oductivas
y l ns rela ciones de pr oducci én prcvoco un problGma socio.l que se resUelvo
von lo. libero.ción de l o clo.se oprimias, 10 contradiceión de esto especie.
que a dvino en les a lbor es de l desarrollo fue m6s ,que nado. sen-
tida por l o burguGs1o.. , In t or cc r.:\ clasG, y e lla, 1::.1 burguesío.., o.sumió lo i-
nicintiva de nniquilnrln . Logr6 S11 r.1ctn o un I D Gr o..l1 Ro voluci ón Francesa ,
Todo. c ontrc,dicci6n l e.. nogundo. especie, es uocir, 'na cido.
cntre l ns fuer zas pr oductivas cuand o brega n p er c. 18f,wrr ollnrsc y l GS condi-
ciones de que dificulton ese desarr ollo , pr :¡v6cn un pr oblema na-
ciono1 y sé,l o GO r es uc ¡ve por l a liber ación de l a Naci ón opirmidól. . Es to.. es-
pecie de "controdiccit n , que a dvi ne en l es albr r es de l capitalis-
ta. se hizo sGl)tir n t odos L.s ólos " s o:::'T,i midas l e. sociedad de otrora.
Gracias o. eso,' todas l DS c l os es , üprir:'Jidcl s en tier.1pos de l a Revolución Fron-
cesa se EO ontínrt unD s ol a Noc i ón , prir.lLla por l os CC'..1pDS "suporior'cs
ll
, Nació
10 c;;re enc i Q de que cxist0 una Supu8stn ar menio. nncitmal común, en cuanto Q
los i ntereses; y s610 l aG clases dccinantes l a 6pocn cstobon excluidas
esa supuesta anmení.I:1 , Fué cunn::lo a pareci ó 0 1 no.ci c,nolismo en 'e l ,,Sentido
actual do ln pnlnbrn .
El desQ:r:r ollo (le 1n ec cnol:'lí n capito.lista crcé: por cons:i.guicn-
,
t e e l fundacGnt o s obr o e l que ee el a bcr 6 l a c oncioncia de i ntegrcoi 6n , en
b6s8 nl pasodo histórico c cm6n, es de cir on base él l ns c omunes c ondiciones
de la vida de En síntesis: e l nncionali sDo ,' El de s nrro110 tra.ns
foro6 los pueblos de antes de l os oodernQs naci cnss ,
El noci ona1isl:10 , ent onces, po apar eci ó on l a IIiLit ica oxte ..
rior de l ne clases dor:lÍnont ee , sino (fn l o polí ticn intorno: de l o.s C1US0S 0-
pril:1idas , Roci6n cta t a r de , el en el sentido nctual Jo la PD-
l nbrn, fufi trQs ladado o l o político.. eso ocurri6 cuando advino la
cues tión naci onul,
Ens eguida después que e l i:p'crorJcnt c.' e copi t nl docinó n les
seBorios f euda l es , S0 cdvirti 6 que l o Dcplinci6n de s us fuerzas
.)
- 2& -
l o S
;tuoc'; .!n (1.e l os c ·:mel i ciones el e pr oducción (len-
a ve í a ool ce t a do no por -
tro de l DS r e l o t ivooo nte sopor dos s odiedn1e s
t
sino por la Dis Da
relativa de l os c ondiciones de producc i ón . Cada s ociedad, bre-
gandQ naturaloe nt e por e ns a nchar l as caferas da s us c ondiciones de
ción, choc a con l as s ociedades vecinas que l o of r e cen r esiat encla. El desa-
rrollo de la eoono01a coritalista, por consiguiente, pone e n e ¡ or den del
día l a cue s tión nocional en e l s e ntido de l o palabr a .
10 r a í z de l a cuestión nociona l estó en e l choque r ec í pr oco
de los r e l a tivn¡jc nt e s c'-pora.dos orga nisDos sociol-econó[1Ícos. La cuestión
noci on81 se en las DOl1ifestaeiónes de l o cor.1})e t e ncio nociona l.
L::1 c or:pct onc i tl Délcionc.l no Burge por a l guna lJaldDd egoi sta de
l as cla s e s Es de l as capitalistas que , a l de
s arrol arse , t i enen i ndispensa blcne nt e lio. tendencio o e nGa ncha rse.
Sobre Le base de es a c cnpote ncio s e crca.n , e nt r e los hoobres
i nt er e sa dos e n e llo , ci0rt os s c ntiui e ntos y coociones . Y porque su r a.1z se
encue ntre pr ofundooente e n l o vide e c on6DicD , l n ge nt e i Dbuí j a es os s en-
I
tioi ent os cree qua e llos , 1 06 s a nt i Di 0nt os , Got 6n libres de t odn vinculo. -
ci6n c on l a vida Dot e ria. l. No adv ierte n l a pr ofunda. base ec on6cica. de 106
sentinient os y ¡ i arden l o pos ibili10d de Cr ee n , en ca.cbi o ,que
son sentini e nt os puros , s o..grados , y que están l e jos de t odo 111:10 teriolisno" .
En e ste t e rreno cr ece n y se r noificnn l os o6s c urios os y
conplicodas Y, debido al ontngoni soo
que e xis te e ntre l o concie ncia de y l o 00noie noia nacioDal, tienden a
os curocer lo a ot cepcr a r l o .
La capita lista tra j o C! lx2rej o.\'J. l n ' cues t i ón no cic nol
no solo par a l o burgues í o , s ino ?or o t OU8S l a s clcses de lo socieda d , porque
t oda.s están c onfunJ Lb s de uno o c1.o otro ca nera en l a conpe t e ncia nc cionol .
Pa r e.. todas tie ne un c ier t o ve l ar una u otra l"J ort e de l territorio, C 0 1:;0 base
par a l as c ondici one s de
Entr e l os r uebl cs libre s , que no oprioen o na. J ie y que por
nadie s "n opr inidos , e l na cionolislJo s e Gncue ntro e n situac i ón :le energía.
})ot e nci,:ll o c únte nidJ . Per o en l a. p:r:iue r c. Ol; ortunidml 1.:1 energía
pasa e.. n es t ado cinét i c o , i nfluye nt e ; Ant es que n01i e , pi er den su equili-
brio lns clases dC!".lÍnanteo . El l os tLc né n s i elJJ;/r e -y no pucel e s e r de otrc: na -
nara- la t e ndenoia. a c Gnquistnr e l oar dado o o a.oplior el corea do
interno de c onsuno . En S () G ¡"ol:Je nt os , . . cul:;tndo e l qquilibrio s e pi erde, se de-
J n s s eiLtioiQnt os naoi -:' Lolis tns ue t e nt o '" -' e fJnnt e níDB' tro
- 27
Pero e l a nhelo del pr oleta ric do a aopliar su ne re ado y
en
unn político de c onquist a . El pr ol e tar i a -
de tra bajo no puede
do y l as oasas en proc es o de pr ol e t a rizaci6n no tienen, C ODO se s a be, una
i nfluenc i a directa e n l S . politiea Su nedio de ensa n-
chor e l higar de trnbnjo , es lo pacifi co ÚIJ igr a ción D pa íses extranjeros.
y l os . D CS<.\S de ooi grantes, que oncl an por el· oun
do en bus ca de trobj o , na i ntr c1uee n polítice nncioncl. El obr ero errante,
que se ve Je s a lojado le su esfer a c ondicionas de pr oducci6n, no .s e siente
1
" , f t ... s u 1: c,¡?n r . y d" nei ser -j; Jor ro zones lo tero. l es , de no
1.. go. (·.o r r o unQUr.:l on e <.A -. u - · ·
ser tradici ones de educa ción o ; or 01 par e ntesco con l os que se queda-
r on e n el viejo hogar , en e l t r o.ba jador ooigrant e ni se ndvertiri6n los te-
nues sint onas de 2r:Jor al t e rruño que tI V0 C 8S se des pdier'tun t o(1D.vía en él ..
Dis tinto ocurre , copero, cen el de l os pa ises
hucio. donde afluyen l os eDigr a nte s . En 0s t CS y1j. se ve el anhe lo de c onser-
va r para si 0 1 lugnu de traba jo y , junt o es o , s e f or t a l e ce l o aut oc on-
cie ncia naciona l. En e l pr ol e t c. r i ado de una Na ción l i br e , ello e.suno el Ilgu-
daoente. y de fe ns ivo car 5cter ant iinuigr otorio; en oayor oedida 10
c osO S8 e n e l c ooportaniqnto y l os sent i oi e ntcs de l ll s oa scs l oca-
l es e n l)r oceso de pr el ot a rizo.ci6n, porque nts Dun que e l ]:; r ol etCl r iado es tón
inter 8sados en qve s u Je trnba jo n o sea todado .
VeDaS ,
" t '·
en prleer " r :.llno ,
que par ::1 el
l e t a riado l n cués ti6n coincide cs encioloe nt e con e l pr obleoa de e-
oi gr a ci6n y inoi gr a ci Cn¡ en cso se ext el c<:" r 6. cter ll.ooal¡'Ertte. delL na
ciona lisDo prole t a r io . En s egundo l ugar , s e c ouprueba que , entre pue blos li-
br es , n3.di e e l l'lnci ona lisr.lO t iene ti.r I es f or r:l as , pues ---
sieopr e depende c.e quién lo csgr iJ:le: si ,son l as clases douinnntes o sli son
los oJ)ri1:1iclos.
.'
• •
Con rluc ha D6s cla ridad s e a dvi erte el na ci on,:l lisl::Jo e n 'los
pueblos o:¡:, rirJidos . Ellos , l os :;;lUe blos oprir:lidos, s e enctlGntran en
s u vida ele pr oducc i ón sufric-nelo c ondici ones a nor !' Jal es , cooo l e he rlOs s eñD-
1 0.<10 arr iba , e n e l CClS O cuando fc. ltan o es t án el territ orio y
sus far Das de pr ot ecci6n: sober a nia politice , l ibertad ele l enguas y ele de -
sarrollo cultur a l. Esas Dnor ool c:: s tornarl o. rn6nic os l os intere-
ses pc..r" los integr c.nt ,s de l e N:::.c i S"n . Debido D l Cl ;r el3 i6n que rli-
ficulta y J es or ganizo. l e infl uonciri ; ¿e condici. ones ds pr cducci6n , e stas
c ondici nes y l a pr olÜC luc ha de s on trabo. g.as e n su dosa r r nllo , por-
que se v& dificultado el canino c orre cto de l a f or no. rle 1r oduc ci6n. Los an-
t agoniscos de De ven y l e ne -
cional adquier e una fuer za vez coyor.
J e: que l v S inter esos par t iculnr os do ca'o clase in-
- 28 -
dividual se von dificultcdos ? or la presi ón exteri or; aparte de que la bur-
guesia se ve 1
en e y nI pr ol etoriado l e f a lta l iber-
tad do domina r su lugar, l a nr e sión s o lle J"" t '
s e n l r para todos l os indivi-
duos de la. Nación, y t odos "'l' t
o e n en y que l a presión e. na cional,
que próviene de una Nación f or ánea y (¡ U'" os t.1, '.l l."r' l' G': . J."cl'" t '
• - '--' u u c on r n su nE\ciol1nli-
dad , cono tnl. Ln l e ngua, por c J" et:1r
üo
, ;" n 8"' 8'
cas o un significado
cuy al va lor de un siepl o nadio le Je f onsa de un mercndo. Cuando
l a libertad i dioc6 tica oa e l urirmido se aferra cnda ve z nI
i di or..l.:t . En res uri1en: , pElrD un pue blo opril:¡ido s u probl ema n.:tcionCl_l s e .:1es v5.n
de l a vihculaci6n que tiene c un BU base , con l as condicione s roa
t orinles de la vida de pr o.:luc c i ón . Le.s culturaleG obtienen un
valor i n' ependie nte y todos l os de l a Nación est6n interesados e n
l e libertad de a ut odeterminaci ón nac i onal .
Sólo durante l J l ucha for l a liber a ción naci cnnl s e pone de
mani fie s t o l a es tructura de cla se y l e psiquis Los grupos de l
blo oprimirlo r16s ligados a l a. s tradiciones, s on l os s Gct ar es de bur gue sía
media y pequeña . Scbr e t orJo los ecotresI3" espirituo. l es" y l es terrntenientes-.
Los expert os y de l a y l a na cicna les ,
tr as , escrit or es , ote., pint a n s u c on col or es na cio
nole s . Pero los principa les luchndores por l a liber ::-. ci6n nnc ionnl s on s i em-
pre l os se co-c r es del pueblo y (le la inte l ectualidad . Cuando _
es t os se u_t ares es t6n bCis t onte closarr ol lados , cuando ollas rJÍs::Jos ya se l i -
ber nr on do l os marc os o:J trechcs del su nE\ cionolisrJo i:Hl qui!:.
r e un ca r 6c t or y r eal. En ese ncia , e l pr oceso de liber a ci6n no
es naci ona lis ta, s1no na cional . y entre l os eler:!0nt os de una
Naci 6n oprirlida se c1 cw envue lve el na c10n:üisl::J0 r e;a l : no sueño. c on l .:t c onsar
va ci6n de l as troc1i cione s , no l as afior a , no se engaij!>. c on l a supues t o. uni-
dad de l o. Nación, con:rr el1de clc r ...... r.Jen te l a estructura de tilases de l a socie-
cl ad y no esc onde ni i gnoro. l os intereses r -:::a. l es de nadie. Su De ta -es In li-
bera ci6n r ea l,la ,de sus concl ici one s y r e l a ciones de pr oducción.
El r eal, por Gonsiguiente, es el que no oculta la
de clnse; se e ncuent r a s cle e ntr e los e l ecent os progr esistas de
l as N:)c i enes opri midas. En l o clase rJ6s i)r ogr esista , en el pr ulotariajo or-
ganizado y r Qvolucionori o una NaciSn eprir::ic1a , su n:::: cionn lis!il o real s e
expr esa on l os exigencias 6n s u r.J i nimo , y
que tie nen l a expl ic1tane nt e Dc ta de c cns esuir, c on al restobleci-
nicnto de l a Nación on c on-_: icionos nOTJ:::léllGs de pr oducción, un lugar nor r.l D. l
'10 tr-:¡ bajo y luc ha par a e l l)r ol e t c ria 10 .
Cuan;}o es t a r.J e t a se a lcanza 0S t Ó l e fina lid:lJ (1el na-
cionalismo r eal . En de l a ant er ior ie l os into r eses nacio-
na l es J ur a nte c i ert os pr ocesos Je f orzada y anor-
nal-re nc ee en f or Do cinr o una san::: Gs tructur a de luch:::t de cleses.
- 29 -
DE LAS CRITICAS A LA TEORIA NACIONAL DE BOROJOV.-
Por Mcir Itt.a.rí . -
La pr es e nt e trons cr i pci ón , 1.::1 heDos de l copi tulo cuarto de l l i-
bro de Meir I Clarí ITKibutz Galuiot o. l o. luz de nuostros días 11 , en es-
pecial por sus críticas y a l a teorío nnci onal de
Be r Bor o jov. El cst6 r ealizado en base a l os plan-
t eados por los opone nt es o. es t a t eoría .
ARGUMENTO A. -
Su prirJür .::l. rgufil6uto ;:11ce : "En . l n pl o t C! for ela ele Haifa, se CCr.l-
pr 0me tieron a r uconocer L te oría de Boroj ov , solo en l a cedida en que ofre -
ce una .::1 1 pr oc eso ele la c onbentraci6n territ or io.l;en
l a pl otc.f cr ;na de Haif.::l. no GC c Or1rr cr:Jotieron Q ide ntificarse c on . l n int er pre-
t nción de BOI'ojov c on reopoct o al j)r oblcLiQ na ci ' n·,lir. En ver dod , est c. ' s fie-
l es or t ocl oxos , de l e pl t\t o.f or rla Raifa no se en expli-
c ut l ea l a t e oría de que reccnocen , y CU.::1l l a que r e chazan.
Si pret e nde n a nunc i a nJ onos que , Je t oda l a te oría de Bor oj ov ,
cst 6. n (' .. isIJues t os , e n un ges t e de gonerosidc .d , ':'1 él e j orn0s CC' f:jO r eCDnent e 1.::1
f undDlílent ac i é-n r.J :, rxista de l '.le I D e .Jnc e nt r QC iGn terri t oric. l , segur2.
rn nta no CU.::1n gra nde es el que Es o De r e cuer da
l a Ris t or ie.. Bal aar.l * t ri ne f u á onvülüo pnr a L1éüdec ir y s e vió
c.
a be nde cir ..
Los que r e c ha za n l o t e oria na c i onal de Bor oj ov ,
ol go"ins i Gnificonte
ll
: l a fundaEJOn t a c i ón cie ntific o-i:J:1rxista de l pr oceso ,de
c onc e ntrzmi ón t err i t cr i ::ll de un puebl o extr:::: t erritoria l. Explicc.d ahor o ,
s e ñores , es el pr oce so de l a c únc e ntroci6n territ orial , si no la libe -
r ::l ci6n ele l a Jisp8r sión , del de s l.:üo. zo.micl'l to e c on0fJic o y de l a opr es i ón na-
cional? Qu6 es t errit oria l s ino libe r ación de l a s cadenas de

l a anoQalia nacional de l o di ¿spor a? Que nuestros sabios nos expliquen , o.
qué se r e fie:re lo te oría noc icn.:ll n¡;:J a rxista-loninistn- monista
rl
de ellos . Ra -
bl .::1 a C::lSO de l a funJar:JGntc..c i6n Dr rxist::l como guia para In acción liber oJ orn ,
o t e l ve z no pr ot e n1e sino fil os ofar dogmaticc.. me nt e en torno a l hue vo que
no ha sido puc: sto?Unn t oar í a na c i -na l c oncreta no tiende n l a fi-
l os6f ico s ino que s e ocupa de l a l i beración nocional y social de
un pueblo opirmido y do spl aza do .
Si e llos r oc cnccon , s ince r a y fr.::l.DCamente , l a fundaoent nci6n
o"" r xi s ta elel pr 0ceso de c c'nc 0ntrc.. c i 6n t e rrit oria l, "13010" r e c onocen l a fun-
dé1 mo ntación J:lD r xista de. nU08tr a lucha de: nn cional . Dc. do que la
te oría . na ci onnl - J:Jarxista no es s ino ID t e oría de l a lucha de libe r o. ci6n na-
cional , de In opr esi6n noci cn.::1 l y de l l osplaza cient o s ocial , t odo e l sue r e -
*: Per s ona j e bí blico enviado por l a s a a l pueblo
y que a lca nza do e n s u cenino por un s e vió a bendecir lo . -
- 30 -
conoce l e mar xi sta de l p, r oceso de t·,
_ c cnce,h r .:l Cl On territ orial
de un uoblo r econoce de o Jor fuerza I n t eorin
na cional de Borojov.
Mas aún: a quél que r econoce l a funda12lO ntación marxista del
prooeso de la territorial, debe r ecor dar, que se trato de un
pr olongado pr oceso his t ór i co. y de un es pinoso cecino en el cunl se libra
l a luchc!1 de libcrnci6.n nE.:c i onal de nues tro puebl o por lo c C' ncentra ci6n te-
rritoria l en s u pCt tr ib. .
Aqu6 l r ecohoce l a marxis t a de Borojov en
cuant o a l pr oceso de l b territ orial, no puede fornu1a r o. sus
ade pt os promesa s pr ognos i s t as ; no puada c cntor nos , por e jemplo, que l a
contra los incendiar ios ',le guer r a , dobe pr eceder c. la luchn por el Kibutz
Ga luiotj no puede jugar con el ponsQ.r:1ionto de una ft'paus c!1 " en el pr oces o del
Kicut z Go.lü.iot i po puede r el n ,ll ue s e inpúne pr imer o derrocar al r é-
gi men cepito. l is ta €J ll t odo el J:lundo , pc!1ra continuar e l pr oceso de l Kibutz
Galuiot luego ue l a instournci 6n ucl r égimon s oc inlisto en 01 mundú y en
.... "0 pttle. i'u1eIa. /1.1 ..
Aqu61 que r econoce te orln de Búroj 6v corn o fun1amentnci6n
nnr xis t a de l de ccnce ntr cci6n no puede per Oitirse t odm
es t GS luj os pr ognos i s t as ; ell os l e es t án tot a14¡ente prohibidos, yo. que no
hacen s ino ccrmomer funlauont aci6n Ma rxis ta del pr oceso de l a conc entra-
ci6n t errit orial. M6s nde l unte 110::; 11:::,:, 6 de un r unt o cuá l eS la
significnci6n de l o. f unlame nt aci6n j de que lo
to orin de s e i dent ifico en un ; unt o de ci sivo c on l a conc epci6n de
Mo.rx y Enge l s 8':'br ü el ,l r oble:.:.l.:l n.:1 cion0.1 . Hasta oqul he querido derlos-
que aqu6l que r eccnoco l a te cria de B'rc j ov c omo f undorlent cción marxis-
t a del pr oces o de l o c0ncontrcci6n ccept o de hec ho , s u t eorlo
noci onal, C 0 1:10 l o t eori.::) r::e liber Dc 1ón nac i cnc.l de un puebl o extr::- t erri t o-
ria l, en corc ho ha cia l o libürnci:n su anonalia gc 16tica , a trove s de l o
c únc entra ci6n t er r i tor iol en s u pa trio .
J'.RGUMfENTO B.-
El segunc10 o.rg¡u::l, nt o de l os cr i ticos dice que "lo t eorlo na-
cionol de St a lin es mar xi sta leninista puro. , en t ant o que l o de Bor ojov se
adapta , cuanto
>
r:)D.s , o 11:1 des crir, ción la a nomalia j urlio ."
En un de s enorosidoJ , nos po r miten l a ut i lizac i 6n
de, l e t ecria de Bor oj ov en io i nt orno , digamos , e n for ma pr ovinc iana ; c6s .
el aepIio mundo , e ntr e vor }=d0ros J:lorxis tas-leni ni s t as , s610 debe exis-
tir la t eor i o noci onal Jo Sta lin, y n*nGuna ot r o fue r a de el l a . Ellos s i en-
ten que , 01 arrojar l a t eor ia de Bor o j ov D un r i ncón Rirven,
mente , n l os y cone j os de Sn6 .
- 31: -
ViDaS ya , e l r echazo de l a t e oría de Bor c j ov se fué lle
vnndo a cabo e n formo J 6 8 •
,> - on que I no y s us s ocios sint ie-
r on vivían una 61.)oca de bC11,:¡ nza y que , opa r enterle nte , c cntab.:m <t)on uno
sóli,lCL posición, illanif0sb::r :Jn nc t enemos de recurrir D. lo teo
río na ci cno. l de Bor c j ov y que l a t eorm6. na cional de Stalin "los satisfa.cía
ploname nte ". Afirmar on e nt únces que, n s u juicio , l a te oría de Boro jov erQ
ambiGua y 011 t ant o qU0 la ele Stalin r osul t n clara y simple .Co-
da uno de l os a lunn08 de l os círculos de 0stuclios i Jeol ógicos en l os cuales
s u posic ión l os "izqui e r cUs cas!l , podí a r edac tar l a mismo his-
t ori.::l en cuant o D. I n r.:: C() clnrübd y .., l e de Bor oj ov. Es es .:111.13noS
no estaban obligados a l'v; l es t a rse en es tudiar a Bor oj cv, yo que el npe que-
ño cur so ele l a His ,_, tira de l PDr t iJo C::munis t a de 11' Uni(.n Soviético" , ha -
cía e nt onces , las veces 1e un c .cpcndio de t oda la so.bidurio necesario.
SoL) cuo.n/l o c ccc nznoos é1 desc ubrir l a verd2c1er n
. ,
da l izquier disoo y i D de l a c t l obornci6n C0 n pudi e r on
c Ol::Jpr obnr sus SGciús :lue , c ..; n t d:ln l a irlport<.. ncin ::j U0 · r e ves tían paro. 1n
c Oilllir cns1(,n (1e l os fund.:l!J0nt (.. s mar xi1?r.l c l eninismo , t ,:mt o el "Pe:l ueño
Cursan C Gr.-JO l a te orio nDciol1a1 de St a lin, ut ilizn dos en f cr rJa rJ cnopo1isto;
no dar uno a nue stro cacino e specífic o c eno puebl o extra
t errit or i a l que libr2 su luche púr territ oria l e n su pa -
tria his t 6rica . CuanJo se a per le expulsión de
sus discípulos , por Kibut z ¿ r tzi y s us pr pi os ins truct ores ,
l os j e f es de nuestros c.1e clar ::1 r a¡l¿ l a
nacional ue Stalin !:lc.HJ so tis fDcío p:,cno;Jent c ". Re c ién e nt "':' l1c es s e J i gn3r cn
as i gnar n le do Bor u j cv 01 de ep6nJice , O?t o s ol o pnra tra t a r
nuestra anoma lía NnciGllc:l.
Quiero Donifestcrles clc r aDcnte , que eso. pos ici6n no es s ino
l a c onsolic1nc ié;l1 del a oitad de ca Dino , a los efect os rl e
sus r eservas , t cnto c on a Sn6 , c ono en cuanto a nosotros.
Quie: ro m.:mifestc',r r;ue l o. naci onal de Bor 0 jov c cnsti tu-
yo una fundacent a ci6n de l a c ues tión na c ional, en no
menor grQ10 que l o te oría de Stnlin. Yo no digo que adopt emos l o
t e oría de Bcr o jov en todos SUB El Dor xisco es une doctrino viva ,
que l a occ i6n no se trDto de uno. doctrina momi -
ficnda e inmutabl e , ni de c cl e cc i6n 1e dogmas . Es una doctrine vivo. que
pcroitc , incluso , l o re novnci6n de c oncl usi ones y c ons ignas , conf or ne o
l os corub i os ges t ados e n le Ta l explicoci6n del ma rxismo CODO
guía par a l a Dcción y e nc c. n-l:r"rse t .:nobién
e n l os COllitulos de r aSUr:18n -10 1 "Pequc;ño Curso de ln His ot :i.ro de l PartiJ o
Cooun:i.s tn Je l o Unión y me t r e vo 2 10 ; ue ciertes modi fi-
ca ciones en cuent o o c cnclusil nos y consignas , c onf or 8c a los cnc bios ocu-
rridos e n l e. r oa li.1;1(1 y s in .::ir,3 ct.:: r l J i'Jhncipnl, 10 es t nn pcrnitic10s no
- 32 -
sólo a los COI:lités Ce ntrt:: l cs ,lo l os Pa rt i..l os Comunis t a s de la Uni ón Sovié-
tica el e Chiim, s i no t OI:1bién , :::; r l o rJcnos e n cuc.nt o ,:11 pr obl ema noc i o-
na l ••• .::1. 1 Corlité el e l Mapon en el Est.::1.do :l e lsroel.
No pouer. jos r e nunc i or él nues t r :; e rócter es pe cífio:o en cuanto
u l a funQ.::1. r.1 c ntoci6n r12r xi.sta de l l)r ob l emo. naciona l. Lo exporie ndio. que he-
mos Q tra v6s 10 nuestr o oa rtirol ogioo nncic nnl , por c s poc io de
dos mil a ft os, nos una n020 de s pr e cia ble por o e xtraer
c onclusi ones y omitir nuestro j ui cio e n f e roo clUtónOt::lO , c onfor ne a l a trn-
gido. r enlidacl de nUGs tro puebl o y o. l a gr a ve que atr:.: vies .:1 nuestro
pa ís . De acue rdo c on ell o , esta mos en c GnJicicne s de ana liza r l a
t ont o de l os pr emisaa de St a lin, c omo de l es de Bor o jov .
Tal CCDO di c ho , ne t edo l o que Bor c j ov dij o c on res-
pe cto a l problemo s o ha e n mos t odo l o e-
nunciado St a lin ha ni l ueJar6 inmut abl e . Ha y cie rt os fundo.oe n-
t os on la teoría na ciona l Bor o jov que no c eden a la te oría de St a lin
e n cua nt o ::1 s u i de ntific.::: cion c on l n c onc epción de Mél rx y :-1e Enge ls. Cier-
t as pr e cis a s 10 St a lin, por otro. parte, se des t a ca n s u c16s ic11 clari-
dad y s e aviene n e n f or na especia l a l a s situaciones n.::: cionnl os
y a los pueblos nor r:JC1 1GG , arr a i gados ,en e l s ue l o de sus patr ios . Tenemos el
der ec ho de es t2bl c ce r , ? ues , e ue , Jos de el punt o le vis t a l as
18 Bor oj ov y J e St a lin no se ni s e identi-
fic a n sine s e c oe pl em8ntnn . Se y s o c orrigen
mutua me nt e e n punt os de no i mporto. ncin .
fthorn , no cobe l o rJe nar 'l 1.l G Gc lo Sné y e l Maki pueden
seguir obj e t nwl o que l o. t e oría na ciona l Je l os sotis f a ce pl c na c ente
y que no ven nec es i lad de sen c 02pl e tada r or l a t eoría na cio·
na l de Bor o j ov . Fr e nt e ' e s t o que s e de l
liquirl ocioni sl] o moki sta , no puede a c ept ar c onc l us i 6n de St a lin, que r e -
chaza l n 10 un puo110 y que s cl o r e c onoce la
exis t encia de r ueblos nor ma l e s , pr ovis t os le los cua t rox rasgos J istinti-
vos por 61
aqu61 que manif i e s t a que l o. t e urnl a naciona l de St a lin
10 s r. tie f ncs , debe ac e r t a r l o c onclus i ón él ue :l ue "solo puc-
de 11q. r;¡cr s c q. unD c omuni cm1 e'st0bl e , hist oricnr.1e nte f or n:l c1o , ele i-
territ orio, Je vida ec on6cic n y J e psic ol ogi a, ma nifestada &stn
en l a, c omuni . .l[lcl de cultura". , Aqué l Cjue s ol o oc el: t o. l o t e oría na cional :.l e
St a lin , t oc a t ombi &n por a s í l o. por l a cuol solo un puebl o Qot o-
do ele esos cu,:1 tr o s i g nos di stintivos , pue do lle vnr el nC!:lbr o de puoblo-
<
na c ión; e n cuont o o un 1- 1 0 como , é l nUGs tro , que cor e c e eLe un ras go co. -
.i ,
r o. ct erís t±.c o t an irJlcOl' tnnte C Cr:10 e J: , t úr rit orio , debe nogo, r sel e su es:¡)e -
n:cciom,:.l , l Dnzan: .. clo D l a a simila ción y o l a liqui'b c i 6n .
- 33 -
y por qué 'Lelle S0r rec ha zo.da . e l iJunto de vis t a mo. r -
xis t n l n Bor o j ov , 'l ue qu e , "Na ci ón OS una s GcieJau his-
t6r icaillent e c on un c on6n , cuya vi da e c on6ni cn se ha
desar r ollado en c ondici one s de c cmune s , por l o c ua l su vida es-
pribunl ho. ndci uir i elo e l c:'e ele cul t uro.? Qué son estas ·
candicionos ele ·pr oducci6n comune s , : € p@fi QP@ @ft
no i nve n t a "c. onJicibnelS ele producci6n , sino -=l ue las toma
\le ei t o. S ele Mc.rx y de l>b rx , e n e l t orc e r t :':' r:10 .:l e "El c api t o.:!.." , y de
Enrrc ls on e l art i culo apor üc ido en "El acndé r:lÍc o s oc üüista" .
]los fact 0r es (: ife r enci'J. les Gnt r e las GCOnol".lías nacicllI:.'.les
-o segun I n expr cs i 6n de Bor o jov , l a s ]e pr odue -
cción " do l as e c onol:Jic: s l).aci c,nal cs- s ('J n 'Je f inidos i)or Marx y Engels y en
bas e a e llos ror Borojov, de la r:;ig1.licnte nanera: a) El fa c t or ter rit orial
geogr6fic o ; b) El f a c t or bio1 6gi co-ra cinl, e) El fa ct or cultur nl -hist6ric o .
Est os tres f ,::'l c t or es o::., l c ción en nO!:lbr e c.e Mn rx- Engels y ('l ue de-
t c rrlÍnun l e lJc culior de na cional , son [,.grupa ;'os por Búr c jov
bu j o e l nombre ,le :;c c ndlc i c ne s ele pr cr}ucción
l1
. mo cobe duda que t ambién .
StD1in so r e:firié. n l o j)0culiDr e n 18 nc. cionC\. l de l os pueblos , so-
l o t:uc , en l ugar Ga r l e el noc.1bre ·,le "Cond icione s (lepr ocl ucción¡', l o de -
sign6 c omo !1signos "l:Lst intivos " •. Este c.s , c omo s e 13.:l1Je , uno l os t e rri-
bles :;'Je c nc1 os de Bor o jov', q U,e nues tr os izqui e r d istas no :pueden
Si exo E; inc c]os Q t e n t ::uGe nte l os lIfa c '1:01'.2 S \l ifore nc i a l os 11 y
1GS 11c J nc.1 iclone s de pr (;clucción¡; .le i' t r :;.;: - Ence l s y de Bor o j ov , c ompn-
r 5nc101Qs c on l csllsi gnos r1istintivus
lI
;1e Stnlin, c O"lpr ebar el11os inmec.1 iat a ne!!,
t e Ciue , fue r Q de <;,ue St ol :i.n seper o e l s i gno ce r 8.c terístico l l C't1ado "idiomo "
de a quél otro "rs i quico-cultura l ' l , f .::l ct or es que ha n oido uniJos t o.nto por
Ha r x- En¡jGl s , C ODO por Bor 0 j ov en u n s ol o e leme nto "his tór i co·"cul tur a l
l
; , e l
rest o de los f octorGs e ;;con:.l.:Lci one s 1e o ¡¡s i gnos Jistint i vos "-
c oncuerde n do he cho , 0l1t r e s i . Ell os no c onstituyan una i de ntido.d , simpl e -
ment e por q ue l DO Irc ondici one s (. 10 pr oducción" o l os fact or es J ife r e ncinles
de lvInr x-Enge l s y .:1 e Bor ojov , no Gs t 6n '3nunciw.lcs c erno c '.::, ndicie:nes
ultirna tivas , on a use ncia de l e s cue l es pi e r de un puebl o su ca r 6cter de tal.
'brx y EnGe l s, y tra s o l l as Bcr o j ov , e nuncia n l e s f ec t or es e n
l a e c on omí a o nos Je en su f ormaci6n dia l oc-
tico-histDlJica • . Allí cl C: 11:1e e xis t e un an61isis c.iiale ctico- his t 6r i c o , s e do.n
rl i vc r s::"s e t8pas de f c. rEl::: ci6n "JT :18 Le s c.: e fini cione s de Har x- En-
ge ls y t r a s e l 1 s de p or une po. rte , y je Stnlin por ot r a , no se
i dontifican, dado que l o. pr icer a . def inic i6n se ocupo d0 l os puebl os e n su
hi s t 6rico. , en t ant c de finic i ón de Sta lin, a 6n c uandc se
asie nta en e l anóli8is de I n f Cr xJ::t ción hist6r i c o. de l os r UGb l os , c1 út er mina ,
e n úl t imo. ins t anc ia , l os "sic;nos :1 ctuDles y ult ÍE1Dtivos que
c orre s ponde n s c10De nte pue bl os nor mal e s .
- 34 -
T c '.'.mirll0S i) or e j etl pl o l a c ue st ión del "t err i t cr i o 17 . En am-
ba s de fi ni c i one s -4e St a l i n y Jor o jov- 01 t errit or i o t iene un va l or de
prime r a maGnitud . Solo a j ui ci o de un puebl o sin t errit orio
es un pue bl o a norea l, on tant o quo , D cr iter i o Sta lin, un yuebl o
e l nuestro , sin t errit orio , n;) ,_'.0bo :ser r e c ort ocido TI; ce s a de s er pue blo.
El pr obl e on de l t erritor i o f ue nc t i vo a taque de
.
j ov y de Stnl i n a l aBun,J l! . CGt:lo' se e l "Buncl " , junt o c on Qtto Bauer,
s e c c nforma ba c on unn aut (.lDoml.a na ciona. l-pcTsona l C01:10 signo di stinti'lto
de un pueblo o de A l os a f oct os de fundament a r s u óposi-
cién a l 8i oniseo y Su ,::qJcyo 1:: l a di; l a di6.áporn , el if Buné'. " no
l i mites , en s u opos i c i 6n a l a c cnc e ntra ci6n . t errit or i a. l. La nin,
Sta lin y Bor o j ov eGt uviúrcn Gn l o l ÓBica mc nt e , a l cri t ica r l a a u-
t onOml.a "Bund n. Pe r o 1:.) difere ncia. e striba.
e n que , e n l UG su cri t ica n p0r sonnl y extra t e rr i to-
ria l de l Bund n St c l i n Ge j us tif ico ci6n po r o. ne gar e n ge ne r al l n
e xist encia de l vue bl o jul i o , l a cr i tica Bor o j ov 01 Bund fu6 util izada.
por él pnr n neenr l o t (:;c¡r í o nc cic: na l y e xt r :::;, t errit oria. l del Bund
y pora. apoyor l o l a t erri t oria l.
Cu6ies 80n l e a que extra er de l o onte-
d1i.hho?
a;) Es ovi dent c ,:jue l os Iic onc1i c i cnús o fact o-
!les di f er e ncia l e s de 1,';16
cita ndo a M."1 rx Y' Enge 1s ,
I
(; e '.Jn or:11 0 s
n.:; s on de
na cicna l e s , de . l oa Gue Bor o j ov habl e
n::me l' o , c ondiciones de 'pr educ-
ción "pr ovinciale s", r i Ge n s .:..l or::Jcnt e lJCt ra un :;uobl o e x tr:J t errit o:ii.nl
CODO e l nuos tr o , ns'. c eDe l e Je fi nici6n de Bor o jov, S e
t a on l a de fi nición ?1,:.. r x y En[S0 l s , t OJ'::l }Jcc e r i Ge s cl ot:'J 8nte pOTO l os
bles nn0r ¡;ml os . w ,:: e f :Lnici ón n:.. . cicnnl y l e: t 00r í .':1 núcionnl ele Bor oj ov,
e n I n de f i nici6n l os f' nc:t or es Nor x y de Enge ls no s e ocupa t on
s cl e del pue blo j udi o ni de puebl os s ine de l a f or onci6n di o-
l c ctico-his t 6rica de puebl os , nc: c i oTla s y en ge ne r a l.
No ha y una c Gnt r cJicc i 6n s ubs t a nciol entre la de fini ciSn
de St a l in \] UO habl a Je 108 c UDt r os signos di s tintivos de un pue bl o norm.:l l
y I n cl e fi ni ción de K'1 r x- Bnge l s o de Bor o j ov c on a l os fact ores
dife r e ncia l e ,s o o l os lrc ondic i e nes de pr :)(lucc i ón
ll
de l a ec onomí a nDc i ool:ll
de pue blos Y na. cicne s e n su f or ma c:i,:6n di olec tis o- hi s t órica.. úr.lbns ue fini-
ci one s, e n e s e ncin , s on c onc o:n-uDn t es . J\. pe s ar de e llo , no pode Elos i de nti-
f icarnos c on el car6ct er ultima tivo de l os c uo tro signos de
Sta lin que rec onoce n s ul o o un puebl o nor Da l Y 01 que ca -
r ec e de uno de es os Si JDOS . Los c untr o Si e DOS dis tint i vos JG Stalin c ens -
tituye n une: J Qfini ci6n de l o á eseabl e , de aq uoLl o n lo se de be
" 1 f' t l i ... · t' " J ':l "t " d t
ase Gur ar G ur o y' c on 1nU1 .DC re eX1S 8DC1D _e nUGS ro
pue bl o y pa r a liberar a un pue bl o ' e x tra t e r rit or ial l e su a noma lía na c i onGl;
- 3'5 -
empero, ollos · DO s e cwi. e lle n a nues tra s i tuación - ni a l o el e ningún otro
bl o cxtra t errit oriol- en l o oedi ela en que c ons t i t uyen uno c cndic i ón sine-
qua - non por a que r e c onocidos c omo puebl o .
En ni Le nin ni Dvl i cor on e s a de finici ón e n
f or ma dogo6 tica, s ino . de l a ooner a n6s pos i ble, y no s ol o 'c on res
pa ct o a ot r os pueblos , sine inclus o a nuestrc' propi o puebl o . Ha y un l)ueblo
que puedo s orvir de ej empl o de esn e l Q. sticidod di a l é c t i ca en l a o. cción. Me
r e fie ro a l pue bl o or cenio . Ese puebl o , c oht obD hoce a l e unos a fies .n s u te-
rrit orio na c i onal, on ArQs nia c on una pobl a ción a r oe nia me-
nor . que e l númo r o de j UJ i oB c on e l que c ont6barnos en nues tro pa i a a l a fi-
naliza ción de l a Guerra do Liber c,d .én y c on l a de c l nr nc i6n l e indepe n-
de ncia de nuestr o Est arl o . En 1:..1 S e;uerras mundi a l e s f uer on a niquila dos
s e ct or e s . ent e ros del pue bl o a r r,1 e ni o y :;,me bl o y en f orma
pa r a l e la, s o de s orr ol16 e n e l tra nscur so ele 106 c i Eco últir.l0S afi as un pro-
ce so do c cncontroci6n t e rr i t 0r i a ll oebos r ue bl üs 11egnr on o t ot olizo.r ca -
s i l a mismo. en s us his t6ricos , e incluso c on c i erto
ve nta j a p::l r a e l l-:ueb l o y el .Bs t oJ o de I sra e l. L..'l I; ol bnciún do l a Ar-
meni a Sovi6 t ica , según e s os do t os , cue nt o. e n l n nc tua lida 2 c on 1. 300.000
ha Lita nt e s , é n t 2nt o que , c erno se s abe , l a pob l o. c i6n do nuostr o pe is, a l-
ca nza a 1.500 .000 a l mos .
No me he ent er a do do Gua , eh r e l a ci6n a l puebl o se
ha ya pr oducido on li..1 Uni ón Sovié t i ca,
" l s ún
vir a j e i deol ógico. Tar.Jpoc c he
oí do que ha yan r e Suol t o pron to , no e>.,
"0
2i :Juebl o ormú nio , su ¡' e s :pc c i fi-
c icb d né1 ciona l univer s a l" y a s u c cnc ont r a c i 6n t erri t or i ol n un de-
núnor o de El pub10 t.o'!1'Je nio h,:¡ y l ogr a , l UG l o. U-
ni ón SOVié tica, r e C Gll0 ZCn s u de r e t or no y de t e r'i'i to-
ria l "ele t odos l os pa i ses y (l e t odos l os r c[; i rne nes ".
Des de e s e punt e vi s to , se n08 ha c on r espec -
t o o. otr os pueblos . Esa discrir.1inocién c c.r;ie nzó c on e l propio Ma r x y po,só o
ser uno tra dici6n de l a no es fá cil des pr ende rse . En l a negación de
nues tro. exi s t e ncia c omo ext r a t errit oria l y de nues tr o der echo a l a
territ ori21, no .se J if8rencia r on y mencheviques,
c omunis t a s y socinl de cocro t a s , bundis t a s e i e vs eke s y a simi l a ci onis t a s ro-o
j os d e di s tinta s rolvt.:l. s. Lo c onc ent r oc i én t erri toria l llor e i a l e n Crimen y
e n Bir obidyon y l e Declor oc i Gn de Gr cmi ko , c ons t ituye n l os s afia -
l es de un virn ,j G que , a ún c u:::mGO so r e t a r da , h::tbr ," d e l l egar. La r e s puesta
de Kalinin c onstituye e l TJ r1.r¡(; r i nt ent0 :le extra e r d e l o di s cusión con e l
BunL1 una c onclus i ón de r enc c:lr:ü e n. to na c i e nol en luga r d e l o t r odic iona l
c onclus i 6n que pos tulo l a nsimi l oci 6n .
Cono S 0 sabe , on Bi r ob iJynn s e int e nt 6 c610ni za r no s ól o a

os 1:> (1·' . , + .
- . u
s i no t ombi &n ( t r as e inclus o ee
Norteam6rica . Hast;; se int ent ó crear e n e l ext erior, fcn:1 os muy sone j Dnt e a
0. 1 K6 r on Ho.ye s oel . Se tréJ. t ó de l o[!'zrlir 10. nyuelo. de l D f i l ontr opi ú juJ ín de l
" J oi n t" y de l ¡iAgr o-J e int
rr
• Como es <.le l dor:Jini o :Júbl i c o , l a expe rie ncia de l
B;Lrobydyan no tuvo muc ho éxi to . Volvió a r e for zarse l a l í nea asimilacionis
ta has ta que llegó l a gue r ra. En el periodo de l a terrible y seria prueba
par a la Uni ón Sovié tica , y muc ho t e rribl e y gr a ve a ún, para el pueblo
judío, e l Comi.té .hn tifascista Jud ío de Mosc ú , a1:1e 16 al se ntimi e nto ele s o-
lidaridad j udío univers1:ü en nombre de Bor Kojbá e !ehudá Hale ví .• Come nza
ron a desar rollarse ví ncul os de c olabor a c i ón, inclus o con l a pobl adi ón
de Er e t z, has t a que fuó proinamac1a ln de cléJ.raci ón Gr omiko. Es t a de -
clnro c i 6n c onstituye , de e l r e 6 onocimiento d.recho de c onc e n-
t:fa ci ón . t e r i r:i t or i o. l del bl 0 aa una gran :::',arte de 10 .. ':3. ::liás pora s
de I s r ae l. Y, cie rtéJ.ment o , c on exc epción ¿e l e Unión Sovi é tica. se nbrio-
r on l .::ls puc; rtns Je 1,') a l ia a Er e t z, Israel , en. tojos los paise s soc iülistns.
En cuant o a l a UniónSovi&tica , f ue pr e c isamen te Ben Guri ón , quien c omo j e -
f e do l a dirocc i6n do l a hgoncio JuJía y e n su de ola r a c ión a l r epr esentan-
t e sovi 6tico l'fcisky , 10b8ró a l os j u 1:1.os de Rusiel de portic i 1)ar. en el pr o-
c os o (le l e;. c 0nc cntr;c c i ón t er r i t oriD. l e n Er e t z 1sr oe l. Nasos tIlOs , nues-
trG par t e , e ontinuD.mos en toJos nues tr;\s pl a te for mas pr ogr amó. ti-
cos 11:\ n l i6. de ll)ns,:\s do ju:'.íüs : icle tod os los p::: í sas y t odos l os r egí mene s 7;.
En e l intc: rín , c.T:t' oció 1:, g 'erra fr J, o . El .'te Isr a e l
v (ü vió lt) a l a línea Se intens ifi có l e. l i -
nNl :le some timiento .al r¡0rtcal1le ricano . L1:\s r e l a cione s e ntre
e l Es t ado do Is r ael, y l os péJ. íSGS se nguJi zDron c nda vez m6s .
Empe r o , ese vue lc o en la político de I s r nel no es de ninguna
l e, única C :'¡ U G2. ni 1::2 juc ti:ficctciGn de l viraje fat a l pr oducido en
10.8 r Gl ac i ones ',l e l os j .' l.se s s oci[¡lista G nosotros , ontes , y (].ur ont e
e l juicio . de Pr. ecga . En eciO jtüci<) nue vamente ce l ebr ó su vic t ,::¡r iCl l a línea
asimi l aci onista y o nt isionis ta , l i neo negaci6n de nues trD exist e ncia
c omo Duoblo y do 1 de r e cho de · nue stras Q c onc e ntra rse en s u
his t ór i ca .
y ot r a vo z vivi mos 01 signo de l o r e nova c ión de
r e l cc i onos con l a Unio6 Scvi6tica . El l ibro cs t ó y hoy quien a no-
t a . No roclemos pr e vór que habr á . ele a ?' otar maña na en 61 iba mano de l Jesti-
no , pero estamos seguros que os fa ctib le un camb i o f a vorabl e , de cis i vo en
l a r e l aci6n de l os pa i se s s cialistas y de l c s munista ha cia l a lu-
cha ele l iberac i ón na c i onal y soc ial dt7 ·nucstr o l ue Ll o . La De claración Gr o-
mik o Il uerle v ol ve r e n una e más 8.m:;:üia y c on una s a l uc i 6n más ge ne -
ral. Nosotr os croamos - a que negamos el carác t er ul t imativo de
l os s i gnos Je Stal i n y I n c c nclusi¿n t e rminante que surge de
s u rle finic ión , c on r espocto él nues tr o :larecha do Gxi st Gncic c O:]j O ·pueblo-
croemos , dec í amos , que si sabomos orie ntar nue s tr os a ct os y
- 37 -
ve l a r por nue s tra inde pendencia ec on6mica y politica , l a pr 6c t ica r e volu-
c ionaria (,e los pol scs socin listDs , t e rmihn rft por anul a r l o ul t i mn t ivo y
negat i vo de la de finici6n ci t a 1c .
Pe r o , e nt onc e s , ¿ 0 rec on oc e r l a teor í a na cio
na l de Sta l in, c omo l a único intcrpr o t .::l c :Lón lUor x ista-le ni nistd de l lj t-ol?l e ma
haciona l. Br egar cr10s por un c,:;:.-r oyoc harJie n to sin té t:ic o ele l o c c)rre c t o y l o
t a nt o 8n la de finici6n Jo Stal in couo en Id de Boro j ov
ma nife stando nUCGtras r e servas c on r e srec to a l a s c onclus i ones erradas
que amba s e nc i e r r e n .
ARGUMENTO C.-
ve c es se oir l a que j a c ontre l C ,Jupl icidady e l po -
ral c l isco e n l a t eor í a noci ona l BOTO jOV . Este quej a , de . por si , r eque -
rir ía una at onci6n t o6rica inc b j o t abl o , si n o s urgie r o n l os fundanent odas
s ospechas de que , tra ,s 01 10 , se oculte e l r 0negarJie nt o' de l a síü tesmis , e-
s e r e ne gamie nt o q pe n os 11D '.la j :::t:1o C Gi:10 bc' r e ncil1 e l "mon is t o.
71

Marx estc.1.J l ec i ó , c orJ O se Sl1bo , que lo. h i s t or ia 'le lo. huma -
nida d , e s l o. his t or i D. de l a lucha (}e clo. ses . El J:1iJ t i vJjJ' i l:'liJul sor de I n lu-
cho. de clc.s e s es I n entre ;'í' l.!(")!'ztu.'l -l,e lJr oc1u ecié n" y l a s
"r e lac i ol1c s c;e Pe r o he o.quí q ue Bor o j ov o.ument ó l DS pon ur i as
de los "r.J onis t a s
fl
, a l dgrogl1r un nue vo f a ct or; a l e' hi ,co t or i a (le l a humani-
·l uc ha libe r c.ci 6n nacional. Ei es t ob l e c ió que el notivo i mpul-
s or de l a lucha naci ona l , es 1.:> c ontr o. 'l icc ión e n tro, 1 ,::s " fuc: r zDs da pr o-
d ucc i6n
tl
y 1 115 ' " c onJ i cj. ,_,noE: Je pr oJ uc ,ilS n
ll
• y hét e nq uí , on ¡ a
verguen za y e l opr obi o Jo l pnro.le l i s mo , Oh , I srr 01!
En Bor o j ov no est uvo del t odo a c e rtado . No t odas
l as l uchas que l l e vGn (;:1 n ombr e ,} "lucha s na ciona les" , s umgen en I D c on-
trc.. J icciÓn entro 1 0.6 "fue rzas pr oduc c i ón;! y l os "c om1icione s ,le J}rodu c -
ción" . Sol o l ns l uchas ;:l e liber a ción 11Dcioncll ·le l os i !ueblos oj)r imi"los - y
nadn rl6. s q ue e l l os - sur gen de oso. c ontraJicc ión . Hay l uchas que son pre-
suntame n t e na ciona l es , pe r o q ue , en no son sino na ciona l i s t as ,
c onquis t e ,J or a s o i mpc r i a listas . EsQ, s luc :1as tienGn s us r a í c e s , Gs pe cia l-
me nt e , e n l o. c ontra d i cción entre l ::: s ¡¡r e l a ciones de produc ción.!! capi t a l is-
tas y l na fl f ue rzDs de i"J r oducci6n
ff
COl:lO , por ejempl o , Inglate rra . De esa
c ontr adic c i 6n , que por na t ura l ein es socia l y cla sista , e l i mpe rialismo
busc a r efugio a t r a vés el e l os conquis t as imperialis t as en l os pa ises c o-
l onic.. l e s y semi-c ol onia l es , es de cir, a t r a vé s (l e l a lil1l i t o. ción ele l es
ffc oncl ici one s ele pr oducci ón
ff
de l os oprimiJos . Una luc ha :le c on-
quista in:perinlis t a de este t i po , no en be ne fic io . ::1 e l ;:., s f1 c on'J i -
c i ones d e pr ocluc i ón
fl
1e Gr o.n Br etaña y ,_"'. Gl pue b l o ingJ..6s , sino ·1 ue es l a
l ucha de l o claSE: domi n.::mt e: GD Inglate rro. en pr c curo. de I D de
nue vos instrumentos '10 o lle nde el l'!l :J r . La lucho le li1Je r a c ión
- 38 -
na ciona l c s libr a da , en e ste ca so , por e l vub l o y 9primi do
e n l e s col on i a s. El os qui er. ,l os I1 c cnJ icicnes r.le l)r oducción "
y, e s pe cialme nte, una c on,:Uci ón de j; r cducc ión
l1
:le prüJer:; c [1 t egório.: e l
t e rrit orio y l a pa tria . En l a en que a c Gbe za,Je esa lucha de
libera ción s e enéuentren l o s f uo r zos n nti- ir:l:;:' \::l riolis t a s, ella c onsti tF-
y o una porte de l a l ucha 2e c l nsos global 0ntre e l i mpuria lisrno
y e l CODDO jol l os pue blos son nlia! os
turnlas.
Eh llG,c eriOs :;¡u" s , un::l c onfr on t e ción e ntro 1D ;:l e f inición
de Bor o ,j ov, con iJ l a c ontrc licci 5n entre l ns I1 c ondicione s :le
pr o:l ucción
ll
y,1D:e IIt",.",zae de ¡ :x' oc.uc c i 6n
I1
t y la en e l J;.i críodo
de las lu'ohRa i mper .i a lis t as y de l a l uc ha de cla s es g lobal, hnr e mos e n
bie n de la pr e cis i ón 1n de f i nici on do Boroj ov. conforme a l
espiritu ge ne r a l de s us escritos (Bor o jov, es t nble c i6 perfe ctame nt e - y
más de una l as di f e r ,: llc i as e nt r e na c i onnlismo y e l s e ntiI'!l ü mto
naciona l "real
tl
y pr ogr esista ) y es t Ctb l e t iendo, que l o c ontrDdicci ón e n-
tre l a .s "c ondic i one s de pr odue c i ón
ll
y l a s Iif ue r zc s de :;:; r oducci ón!1, n o
c onstituye u n f nc t or on t odas l os luchas nnciona. 1es sin dis tinción de su
cnró'cte r y na turo.1ezQ; esa c cntt-Ddicoión eS e l f é1 ct or D la lu-
de libe r a ción na c i ona l de l os puoblos opr imidos, c entra l os pue bl Q:o
c onq uis t .:.t dor Gs y 0i-r esor e s que viene n D l i mi t a r l é:>G '1c ondic ione s de -;;.
pr od ucci ón" de e sos pue:::¡ l oa cpr i midos.
Tod o
R " ü']r (,n c er ""c' 'r r
j :' '. , L, \';" .. 1' i' . ..' '" u , de Ilr ücede eSe ¡organi ...
zado de nue s t r o " izCju:!_e rc1iEmo " c cnt rn l as "c cndicione s de prs.
ducción
fr
, que fue r o c. nte s de l o. de ,sné y que se c onti-
núa a ún de spués que. é s t e f uó se pi:1 r c., do de l Qa fila s de Ma pam. Se podro
c ompr e ncl er, por
,
que , y 06rno curnpliendo una or den , salie r on pr e sur osos
snrios e Ll c'vili znr IJ t ed as l os e s cr it or es 17i :3C[ uie r di s t as fl, d oqui or a s e
cue ntr e n, c ontra 10.8 1i c ::; n<l i c i one s de j:,r oduc c iGn " . Es que , ve r dac1er cme nt c ,
es t ó n tan i nquie t os p or l o duplicidod y 01 e ntre
I n lucho. de libe ración na cüm,:::ü y 1[, l ucha de liberac ión s oc ial? O t nl
ve z l e s vroduc e in6 0mi o l o s í n tesis y 01 poligr o que e lla signi-
f ien pa r o e l moni smo c os mopol ita ? ,s ol o suce do que , n6n despu&s de l a GX-
pulsi6n de Sn6 , s igue n a l e nta dd o l e esper a nza de pode r hoce r pasa r 1n o no-
mnlla judí a. y e l pr cbl GY!1Cl el e 1::'. t e r rit or i nl vor 01 ojo de
una aguja , en formn e l e ga nt e de l co r 6c t er u1timo t i vo do
1 08 s ignos di st int iv.os s ill a lini c: rl C S . ; Por l o vis t o , sig' uon dando nl Cls a lo.
i lus i ón de que p ü(1ró' n c 'Lull plir l o t e )ría nél cion.:: l el e St a l in s i n I D giba
judí Q, bor c j vvis t n .
y 01 int Grrogo n t c vue lve o pl a nt ear s e: por QU& l e i n t e r pr e -
t oc i 6n l o luc hn c omo 'c c nt r odi c ci6n entr e l ns
71c ondi c i olle s do :pr ..: r} uc ci:)r! " y 1::'s lIfue r zC\ s de pr cclucci{;n n, nme na:a.a c CJ n un
parale lismo compe tidor y hos til a la lucha dre clases?
En el cap itulo anterior es t able cí una analogi a e ntre nues-
tra lucha de libe ración na c iortal y la luc ha de l ibe ración nacionéll del
pue gJ.o chino, c1emoGtra n::l o q ue J t anto n Cl UJ. como al lá t es de cir t en e l Mapam
de I s r ae l y e n e l Pa rtid o Comu ni s ta Chino , se c unrpl c e sa síntesis entre
l a l ucha do libe roci6n na cional y l a lucha le l iber a ci6n Bocial . Ta l como
l o él t c stigun e l prop io Tsé Tung , tomb:\.6n 8n China npa reció un p e queño
bue r guc s ::ss<':tfor o.do , un ('.octor Snó Chlno , que se n l zó c ontrG I n "torpe
rl
sintes is entre I n lucha :l c libor c ción na c i ona l y l a lucha de liber a ción
s ociD.l . N.os . e nt eramos que también .:t lli a l ,sunos " ul trn-izquie r dis t a sf! o
tro tzki,s tacq, nc1viertiol' on c ontra. l a G0opC: l' a ci6n na ci onal y, l o teoria de
l as e t apas , cua ndo di f i cil es supone r que haya un pue blo en e l mundo
be ndecido c on un t i po. ele c onve r s es pc: !' e ciclos a l nuos tr o . Hao t DO Tung les
r eplicó cnc r gieament e , t a l c omo n os otr os lo hac emos c on nUGs tr os . liquida-
cionist c s c osmopolitas . El j e f e r evol uc i 6n c hina manif es t ó , que hoy
situacione s y hoy pe rloi os en l aG cue l e s c ont rc l icci6n principa l 0ntre
l a burguos í a y l a cla s e obr e r e a s0r , una c c ntr adic-
ci6n se cundarid, e n t ant o que l o c - n trndicci6n no ci ona l entre e l pue b l o
oprimido y e l f or6nc9 pasa a Be r ,
l a c ontrcdicci6n principa l, que nuclea a t ajas l as clases c ontGnJionte s
desde e l punt o de vis t o s Gcial, en un h l oqu8 de c e ope r Gci6n na ci ona ¡, en
un f r o nt e na ciona l , y 0e 8 c liia r i Jaj nacional, por toJe el periodo que se
pr ol onga l o luc11ll de l i b0r cc i 6:'1 n2 ciun "'1 c ontra e l c cnquistador.
y e s t os s e n 1 2 S p':'l l i., br Ds de Jvbo Tsé Tung en su brillante
tro be jo intitulado t; I.a e on "En t e do r r óce s e c cmpl e j o de c1esa-
"rroll0 exi ste un:::t ca ,'::'cllCl i ntegr'a de c ontrad icc icnos , e ntre l o s que siem-
!Ipro a.pnr e c e l e c cntradicci6n Ilr incipal". "Su e xis t encia y c1esorr ollo de -
"te rmina 1,;: y 01 le c ontrcldicciones e in-
"fluye s e: bro e lla s ".
n ••• En un c ns o tnl (Lucha de c c, nq uist a - 1'1 . 1 •. ) l c . . c ontradic -
"cción entre e l impGrinlismo y e l pe' l s c ol oni::ü y s e mi -c ol onial, pasa a
"se r l a }')r i ncipr: 1, on t ClTI to que l os c ontradicciones
" e ntre l .::l s cla s es en e l inte rior de l po i s (inc luy..:: nclo I D contro(.licción
" princip::l l ont r e el régime n Y' l os mam:t s popula r es) pa s a n , en for-
"ma provisorio. , tI s e gundo p l a no c onvic rt iénclose en c ontrDrl iccionos c c ncli-
" ciona das" .-
En una palabra : 1::1 pr 6 cticc. r evolucion.:.; rio. de Mao Tse Tung
pr ovoc a ve r dC\cle'r a s pesadilla s a nU0S tr es fl izquie r :lis t as;1. En t ::."! nt o és t os
s e a f anan por de l aspe ct o p aci cnnl y r e baj a rlo , por l o me -
nos , hL1sta e l m5s ba j e, e ste : j .() , viena ]Ib a Ts& Tung y obj e ta , que ha y pe-
riodos y 6pOCCl S on l os c ur l es l ns l ucha libe r a ción c nciODnl y l a c oope -
)
- 40 -
r oci 0n p':::SDn a s ur un c l e me nt e r,rinciIX) 1 , 011. t::nto que lo c ont r Cl -
clas i s t a s o c onviort e pr r visor iomente Gn un f oct er sc c un2orio . Es
v ;r gcnzos o !
No me s crpr 0nJe qua en pa í s l os r e f cr mi s t cs
calumni e n el l a s í nt e s i s . Come l os t oJ o e l munl e , nue s tros r e
f ': r misto s
. , 1 . t I 1
Joma s r e vo.ar en l a por ] r ocosos }i8l éc t ic os y por l os
med i os s inté tic cs r c .. d e ahí q Ue 11. c s ea ext r nflO que Ilro lumnien
a I D s í nt es i s c on e l cr: Li:fi cc.itivo "lo "cont r ::-.dicc ión trógica !l . Has ' . si
hombr os que vol vi Gron I D " ,Sné y su f i de li.1 [\\.l 2.1 sio-
nismo j a lutzinno y <.:1 1 E.l '.) c :.1:l 1 ü ::f.1O r() v .: lnci onor i o , r e c ha zan I n c onj unción
,linl é c tico ent r e l o l uche: ll:lcionDl y 1(1. l ucl1n de c l eses , e llo sol o signi-
ficn que a6n no s o ho l i be r0 2c I n inf lue ncia de s us s oc i os
i onis t as Dyer .
D
'
e qua Borajov I D c on j unc i 6n o In s i nte -
s i s e nt r e l o lucha noc i ona l y l o l ucho de clases? Bor o j ov , que no a lcanzó
a c ow]render l o c onjunci 6n e ntre I n c oloni zoci6n y l a luc ho de
clnsc s e n l a c ontruc di6n pa is , no l l egb t oepoco b pos t ul or sint e-
s is entre e l sion:Lsl'.]O :jj alutziano y e l üoc i alrils mo revoluc iona r io . A pe sor
'l e ello , 1::-: c otl junc i6n Gn trG l e luc iw ,le cl:.1 s e s -:r l n luc he ncc ionDl c ons
tituye l a port o m..Js bril l c. nt e e i nob jeL, bl e .le 13U t Gof·le . He Dt r o-go D de -
cir que , e n 1::1 f un,lo.me nt aci 6ü ;Je ese proceso , hoc ho por Bor o jov ,
so encier r o un a porte D l a l e l sionismo n t r a v&s
de l mc rxist2 .
Por se TGcho zo I d r r emi oD de que I D tont r oJic ci6n ent r e
l os !:c Ol1'l ic iones de y I DS l:J roduccién
l1
c onsti tuye
l a l ucho por l e l ibe r oc i6n y que luc ha e s , 0n hi s t or i a
de l a un c l eme nto prirnerisima Barojov no de-
f em1ió e l c1e r e c:1o : ;rioril:'.1 ('!. l a l ucl'!C: :28 l iberac i6n n.:;¡ ciona l en l a
hist orin de l a hum2ni J ad . Borojov no se J e se nt ie nde de l f r ent e dominant e
y de c isivo de l a lucha clases e n his t ol ia 1& l a humani dad . Por el
cont rario! c omo Bor oj ov , def a nJ i6 el de de l o lu-
c hD de closes on toclo su tr,¡bo jo cientifico- te ór i c o y e n t o(b su oct ivi cla:l
pol ít i co- orga nizat i va ? Nosotros , l e c ri t icamos iu unila t era-
li l a d a l se pa r a r e n f or mo t an esggam5ticD y aguda e l sionismo bur gu&s de l
sionismo FuiDOS nosotros l os que mostra rnos r ese rvos c on r es -
pec t o DI m6 t oJo r oa l i zaci ón politico-organizat ivo de Bor ojov y s us di s -
por que r eca l caba e l pnpe l de nue s
tro l uc ho de l iberación nncionc l . No oceptamos su pr emisa y l o de sus dis -
c í pul os , de que l e s t areas obr ar o , e n el proc es o de l a conc e nt r oci6n
t erritorial solo se ponen ma nifies to en 12 lucha ele c l ases . Sefialomos
en e llos f a lto de coupr e nsi6r suficiente papel r evoluciona rio-c ons-
truct ivo ele l obr er o en lo c
n
nstrucci6n de l pa is . Nos ot r os hemos s alvado 01
- Lfl -
borojovismo del peligr o de la de gener aci6n , a l abrir, pr e cisa me n t e , e l ce -
mino hacia l a c on j unci6n de la colonizaci6n y l a lucha de clases en la cons
trucci6n de l país y a l lle var de e sta manera a l a teoría de Borojov, ha cia
e l cami no de l a r ea l izae ión r e vol uc i onari o- j a lut ziana .
Pe ro no es este e l err or de l borojovis mo en su prime r a e t apa ,
osea l a falta de suficien t e de l papel revol uciono rio- j a lut¿ia-
no de l obr e ro en l a eons trucción del país , e l mot ivo de l insomIÜo de n ues-
tros izquie rdisté18 , ant es y después de la e xpuls ión de Sné . A el l os los
Baca de quic io, pr e cisamente , esa pa rte de l a teoría de ' Boro jov, que l e a -
signa todo su val or y gr a ndeza .
Y, en cuon to a l a cue s ti6n e n si , a cas o l a inc or p oraci6n de
l a lucha de libe ración nacional, como un nuevo elemento e n l a historia de
la humanidad, se contra pone l a pr emisa fundame nta l del ma rxismo, que a-
firma que l a his toria de la humani da d e s la his tor ia de l a lucha de cla -
ses? No , no hay ninguna e ontredicc :i.ón. Tal como s e ha die ha , e l mismo Bo-
rojov se ocup6 de la conj unción de esos dos eleme ntos , a s i gna ndo
de prior ida d al f a ctor clasista . Cara cteristica es¡ e n es te su
definic i6n que dice , que los p ueblos oprimidos subraya n e l f a c tor de
l a luc ha de l i bera ción na cional, e n ta nto que loc puebl os libres y segu-
ros d e su inde pe ndencia , r a c8 l can m§s el f n ctar de l a lucha de clases . De
he cho , de e sta definici6n se insin6a ya , parte de l a teoria de las e t a pas ,
a6n cuando , en l a teoria de l a e e t a pa s que dcsarroilil amoB en l a pl a t aforma
ideológ ica de l Kibut z hrt i í, n o v imos - t e l como ya se ha e xpl i cado- 10
post e rior en l a lucha de clases y lo en l a acci6n colonizadora ,
constructiva , s i no g ue sefia l amos l o anter ior en l a coope rac ión nac i ona l,
para as e gurar nues t r a inde pendenci& ocon6mica y politica , y lo p osterior
en la lucha de I D c l eBa p or I d imp l a nta ci6n de l s ocia lismo .
Es de cons ,i p lél r' C" h , Borojov enunció l a con junción entre e l
factor cla s ist a y el factor nac i ona l , e n une é p oc a eu que los bloques mun-
dia l e.s a ún no hélbí [1 n a l cam',a d.o su c::, istalización fina l. En l a ac tua lid¡:¡d ,
vivimos e n un periodo de l uc ha de c i ,s ivé:l p or el futuro de la Hunwnidac'l, . Ta l
como ya lo he ma n jfes tlado, l a l uc ha de c lase s ha ,;¡dq uir j .. do en esta époc a.
01 de lucha de clases gl oba l . En e sta l ucha de clases g l obal, e l
campo revoluciona rio a signa une ext r aordinaria importDnc ia a la lucha d o
l ibe r a ción bac iona l . El c ampo de l a revolución a signa, en f orma e s pecial ,
una dec i s iva a la lucha de los pueblos oppimidos, col iniales
y s emi -col oniales , p or libr a r se de l de l impe rialismo . En es te enl a ce
dG l as luchas naciona les de l iberaci6n de los pue blos oprimidos , con l a
c ontr o e l i mperia lismo y los l e guerra y por l a
por l a independenc i a de los pue blos y l a victor i a del sociali s mo , ve en l a
[l(" ;,u"lidc. d e l 8'] P O r e vol uciona :!::' io uno de los fDc tores l a
luc ha de clases global . Pr eci s a me nte , e n ra z 6n de que en esta 6poca , la
- 42 -
lucha de libe r aci6n nacional de l os pueblos oprimidos es pDrt e insepa r able
Je l a luc ha contra e l e l de nuestro i z-
qui- r dis mo
r
: de l a conjunción entre l a lucha de libe r ación na cionn l y la
lucha de clase s constituye un ext r afio y s i gnificat ivo fenómeno. Est e rene-
gamie n t o no s irve a l int er naci onalismc pr ol e t orio n i al de la paz y
e l progreso o n e l mundo , sine que , por &1 c ont r a rio , l os s ab ot ea . Este r e -
ne gami e n t o de l a conjunci6n e ntr e la lucha de libera ción nacional y l a lu-
cha de clases es , en condici one s , onti- lalutziano y anti-revolu-
cionario.
De lo antedicho , a rribo yo n ]as éiguientes conclusiones:
A.- La definición c16s ica d0 ;',I3 rx j de que la lüstora de la Humani ...
dad es l a historia de la lucha de c lasos , no se c ontrapone a la
de Borojov, q ue dice, cl UB l a contr:'l dicci ón entr e l as "fuerzas productivas;; y
l as r e laciones de producción
7l
det e rmina l a lucha, de clé::ses , t a l como la
contradicción entr e las fue rzas productiva s y l as condiciones de
determi na l a lucha necionnl Qlog imament e , pe rt iendo de l a pr emisa, que esa
e ontn;¡ d. i c ción e ntre las ¡;fuerzDs pruduc ti vas ¡; y l as :'c de ptoduc-
ción
tl
s e r e fi e re tan sólo D l a lucha de liber ación n9cional de lo,s püeblos
oprimidos .
B.- En l a del impe ria l ismo , tant o l a luchv de libera c i ón na-
cional, como l a luc ha de clas e s se libr an e n e l marco de l a lucha de cla -
ses g lobal entre e l soc i a lista y e l
c.- El mundo de l a Revolución e s el aliado na tural de todos los
blos oprimidos en su lucha iJa r I D l ibel",a ción n8 cionn l Y' soc iDl .
D.- A6n cua ndo en e l pe r iodo de la luc ha de clases gl oba l con tra e l
se debe as igna r a l a lucha de clases un va lor domi na nte y
decisivo , preciso es conce de r a l a lucha de libe r ac ión na c iona l de los
pueblos oprimi dos por e l y ugo imperialis t a , un va lor de primera categoria.
AHG m-JENTO D. -
Lue go de esta explicación , quie o qq uietar los espiritus de
l os de buena volun t ad , que temen s e quiera ahond a r la
entr e l a t e oriC:l nDcional de Boroj ov y l a de Sta lin. La teoria naciona l de
Borojov, t a l como ha sido concebida y desarrollada por nos otros , sobre l a
base de nues tro vinculo el campo de l a r e volución, concue rda en e-
s e ncia s i n du da a l guna , c on l a teor i a na cional de S t 81in. Pe ro, a propio
tie mpo , debe mos volver a declarar c on va l e nt i a , q ue no hay entr e
amba s . De be mos recalcarlo, con e l de lucha r por corregir laG e -
rror e s . Lo he mos sentido en C5rne prop ia. A pe sar q ue todas nuestras gene-
ra ci one s ha i i 10 cruelmente castiga das, s obemos que hay una existencia y
un fu t uro paro un pueblo e xtr8 t e rr itor i a l. Vivimos sin los cuatro signos
., I ,_
- 43 -
dis t i n t i v os de Stalin, y n o IJCr ocimQs . En e llos ve mOG una aspi r a c ión y un
ob j et i vo, y se n os impone l ogr a r los , a l tor na r él s e r pn pue b l o norma l , con-
c e ntrado y a rra igado en su pa tria ,
As í como n o r e cibimos un i mpe r a t i vo divino toda letra
e sc rit a e n l a de f inic ión de Stalin , mani fe s t amos t a mbi é n nuest r a s r e servas
con r e specto a va rias de l a s de f inic ione s de Bor oj ov . Nosot ros c onfia mos
en q ue l a pr6c t ica r e v oluc iona ria ªe l c2mpo ª d l a r e voluci ón e n el mundo
y nue s tro ca mino de r e v ol ucionario- j a l ut zia no, tie nda n un p uen-
t e s obr e l a definici ón do Stalin y de Boro jov , con e l
c orre r de l t i empo, a un c om6n de nomina dor .
Conf i a mos e n l a s fu e rzas de e nl a c e de l a pr 6c tica r e volu-
c iona r ia , a l obse rvar la a s ombr os a Se l'! le úanZa e ntr e l a es t ro t egia de l n lu-
c ho de libe r Dc i 6n na ci ona l c hina y nuest ra t eoría de l a rea l i e a ci6n r e vo-
t al como s e ma nifi es t an e n l a s pl a t a f ormas ide oló-
g i c as de l Ki bntz Art zm y del H;.:I pr:t m. He mos comprobDdo que , t a n to aquí como
all§ , l o l ucha de l i be r oc i6n y s ocia l se l i br a e n base a pr e misas
s imi l a r e s . Ya hemos ha bl a do de e llo , m6s , u l os efe c t os de seBa l a rlo c on
m6s &nfasis , volve r e mos a e s a s pr e mi sas :
fi .- Aq u5. y a l12 , ri'ge la mis ta te-
oría de l a e t a pa j a l ut z :lD.na e n 13 l uc ha ':!e libe r a cióD nDc i ona l , · q ue entra -
Be l a c oope r a c ión n8 c i ono l y q ue. a nte c ede a l a de r eo l j.za c i 6n pl e na
do s oc i alismo .
La l ucba de libe r a ción na ciona l
de l Ma pam , c omo pnrt i do revol ucionarüJ- jal u tzi,) n o de nue s t ro pueblo ; se li-
bra , toda otra lucha pr ogr e sista de liber2 ci6n de un pue b lo
como pnrto de l a l ucha de clas es g l oba l p or l a i ndepe nde nc ia de los pue -
b l os , e l nsegura miento de l a pa z y l a vi c toria de l s ocia lismo .
Jus t a men t e , en este ma r c o de de l a lucha de
libe r a ci6n na ci ona l c on l a luc ha de c lase s g l obE I , l D f ór mula de Bor ojov
sobr e l o c ontra d i cci ón ent r e l [\s ;; f ue r zDs prod .lc t iva s
l1
y l a s nc ondic iones
de produc c ión
n
, c ontra dic ci ón que c O' s tituye e l probl e ma na c i ona l , adquie -
r e uno s ing ula r i mport a ncia . Esa f ormul nci6n , os d obl e ment e va liosa , apli-
c a da a nue stro c a s o , C080 r evoluciona rio-ja l ut z i a no de un pue-
b lo oprimi do y e n t odo e l mundo . Ese de f inici6n cobr a pa r a nos o-
tros un nue vo va lor e da da 1, trage dia e s pe c ifica de esa c on-
tra dic c i6n e ntre l as gr a nde s fue r c z pr oductiva s e n nue s t r o s e -
no como pue blo qua p os ee una ' c ont inuida d his t 6r i ca s in y e n nues -
tros c ondiciones de pr oducc i 6n como pue blo dispe rso , de la
na tura leza , des p l a zado de l as rama s de l a produc ci6n , a menaza d o
consta n t eme nt e e n su s ubsistanc i o y s omctido en días de g ue rra D su e s t er- .
mi na ci ón fí s i. ca . 'Sn esa c ont :n: d iGc i én c ntr e l DS de pr oduc ci6n"
de l a di:Ss p ora y 10s gr a nde;J " :fue r zas pr oduc tiVél S ;; e nc e rra das e n nuestro

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