DEPARTAMENTO DE INGENIERIA MECANICA

CATEDRA D E OINEMATICA Y DlNAMlCA D E MAQUINAS

-

DE E L E M E N T O S DE M A Q U I N A S (11)
o

-Rozamiento y Desgaste

E

Roaue Calero Pérez
Las Palmas, 1983

2 , -

T e n s i o n e s y doforrzaciones en e l e z e n t o s de &quina

en contact,o,

con c q e r f i c i e s idkles,
2,1,- Cxso d e c m y a s norrn=les,
2,2,Caso de c:.rga normL y t % n ; ; e n c h l ,

2,3.-

Aplic7.cibn al_ ?>.so de aien'xoí; en r o d a d u r a .

2,3.1,-

Caso de ciíizCroc radantes.

3,l~ Composicibn
3.2,-

Se 13s s ~ ~ p e r r ' i c i e s Diferentes ,

capas,

T o 3 o g r ~ f i ade t3.s sxoerf i c i e s , Parbmetros s s t a d i s t i o s ,
?.e

4,- A n a l i s i s del proceso dr cont:\cto e s t s t i c o e n t r e elementos
nfiquinas con suyerl^icies l y r e a l e s "

4 . 1 , - Breas real
4.2,-

y 7prezSe.

Fisicoqulmica d e l c o n t ~ c t o . Fuerzas de adhesibn,
anergfa ú i s i p a a e r e i fsdmeno &e c o n t 3 c i o estático,

k.3,-

4,4,-

, s i n que ocuCaso de e x i e i r c i r g z s t ~ r @ n c i ~ l e s pero

rra desíiz.~::irnto. C r e c i ~ i e ~ d te o las aicrosoldadurss.

5,- Anzifisfs d e l procszo

de Z r l c c i h e n t r e e l e n e n t o s de rnafiu5.m.

5, l . - E s t u c l i ~6 e l
5.1.1.5.31.2,-

raz?.n5e?,-to Ce ri?..eslizmi.a~to,

GeneralLc!.-Lec.

C ~ l c ~ ciel ~ o coeficiente de rozamiento

.3

l a fri;

ci6n. C o n t r i b u c i b n de la a d l i e s i i h , y de l a de-

f o r n a c i d n de asperezas,

5,1*3.- Energia d i ~ i p z d nen

a l Cesliz.~nientor

1.1. INTRODUCCXON AL ESTUDIO DEL ROZXMIEfKCO Y DESGASTE ZIuTB UWIJff'Ja

T W DE HAQUfNXS EN COITACTO,

-

En l o s elementos de máquinas en contaoto (pares) con movimiento
r e l a t i v o e n t r e si ( deslizamiento, pivotamiento o rodadura), a% recen, como es sabido, unas resistencias pasivas ( fuerzas, pares) que se oponen -a .tal moviniento relst ivo.

T a l e s r e s i s t e n c i a s s e traducen en una produccidn de c a l o r ( t r a -

bajo de las fuerzas d e rozaniento ) y en una pérdida de material
( desgaste), Eventualmente también pueden

traer como consecuen

-

c i a s el czsbio en l a propia e s t r u c t u r a s u p e r f i c i a l de Tos mate:&:*

riales, en sus propiedades, e t c ,

- En t o d o

caso, e l rozamiento y e l desgaste su?onen. siempre

la

Y==
0,

e x i s t e n c i a de 20s f a c t o r e s rimultnneos:

O

Contacto d i r e c t o e n t r e d o s cuerpos, i~iavinientor e l a t i v o e n t r e e l l o s ,

e
O

w
E

- E~~uematicznents, e l siguiente
sibles:

cusdro resume todos l o s casos po-

Viscosa Caúitacibn

EJ"5XFLOS

L u b r i f i c a c i h por.a i r e
KOV. aviones.
NOV. barcos,

5
taci6n negativa, no siempre ocurre asi.

- Tuberias - Frenos - Rueda-rail

Embragues h i d r a u l i c o s

- Pisth-cilindro

Aunque c a s i siempre la friccidn y el desgaste tienen una conno-

Por ejemplo, l a friccibn es imprecindible para la Locomacibn ==

han dado lugar a la a p a r i c i b n de un cuerpo de conocinientos.La fuerza de rozamiento. conooido por TRI- . e t c . se r e c u r r e a d i f e r e n t e s procedimientos para dis . etc. en l o s casos en que e l rozamiento y e l desgaste son p e r j u d i c i a l e s . expresada e n sus uaatlre-post"~mZ~s~ b5sicos: l Q . En cnanto 31 desgaste. por ejemplo en e l periÓdo de ro- d a j e de las msquinas. Por e l c o n t r a r i o . o s e a . no f u e hasta e l aEo 1 7 8 1 cuando Couiomb formul6 l a s l e y e s basicas de l a f r i c c i b n . Aunque ambos fenómenos de r o z a ~ i e n t o y desgaste s e conocen desde muy antiguo. etc. la navegac i b n a é r e a y maritima. e n t r e c i e r t o s l i m i t e s . asociados a l o s de l u b r i c a c i & n . admitidas por validas h s t a fechas m u y r e c i e n t e s .( adherencia zsparcLs ruedas. es = independiente de l a velocidad r e l a t i v a de d e s l i z a ulien-i~~ - E s t a s l e y e s . siendo l o s más usuales l a e l e c c i b n de material e s r o z a n t e s de b a j a r e s i s t e n c i a a l deslizamiecto y e l empleo de = - f l u i d o s interp. . lubrificantes. - mfnuir sus e f e c t o s . .) E s t o s e s t u d i o s . = han s i d o en l o s Gltimos tiempos modificadas.- i a fuerza de rozamiento e s independiente d e l área de l a s s u p e r f i c i e s en contacto.La fuerza de rozamiento e s proporcional a l a carga 2Q. tambien e s . en base a l a s creo- c i e n t e s necesidades de conocer y manejar l o s fen6menos de rozaasociados a todos l o s elementos de msquinas en miento y d e s g ~ s t e rnoviniea%o reiativó( aparte de otrosm u ~ ~ h ~ q ~~ t a gl e g . 3 Q .ti1 en muchos casos. 4 Q .u?stos. como conformacidn de l o s metales por arranque de viruta. . frenos). operaciones de pulimentado.La fuerza de rozaniento depende de l a n a t u r a l e z a de las s u p e r f i c i e s en contacto.

s e deducen una s e r i e de a s p e c t o s derivados d e 12s f u e r z a s de contacto. De t a l e s t u d i o pormenorizado se d e d u c i r h l e y e s de comportanient o de m a t e r i a l e s r o z a n t e s 116s p r e c i s a s que l a s de Coulomb. E s p r e c i s o conocer. e t c . p r e c i s a m e n t e . Iiel conocimiento de t i i l e s c a r a c t e r í s t i c a s ( rugosidades. y = l a s consecuencias que e l l a s acarrean.T o d o s e s t o s a s p e c t o s son a los cue s e va a dedicar a t e n c i á n en l o s oroximos puntos. . t a l e s c a r a c t e r i s t i c a s s u p e r f i c i a l e s . y que puede d e f i n i r s e como ia " c i e n c i a y la t e c n o l o g i a que e s t u d i a Ia i n t e r a c c i b n entre euperficies en movimiento r e l a t i v o . y s e corngreaderan mejor algunos a s p e c t o s que ellas dejaban en e l a i r e ( especificamente.A p r t e de lo anterior. d e l r e p a r t o de p r e s i o n e s s u p e r f i c i a l e s . como tambign f i s i c o q u b i c o . ) . l a " constancia" d e l v a l o r d e l c o e f i c i e n t e de rozamiento. ) = s u p e r f i c i a l e s . l a i n v ~ r i a b i l i d 9 d ' de ~ l a fuerza de rozamiento con '* independenciaw del area de contacto.en de l a complejidad de s u estudio.BOLOGIA ( 1966 1. con bag t s n t e d e t a l l e .Como tendremos ocasidn desgaste . . y los problemas a ello asociadosu . y ahi r e s i d e . tanto desde un punto de v i s t a mec$nico. 1U f r i c c i b n y e l 4 ~ s son fenomenos asociados a l a s propiedades s u p e r f i c i a l e s de l o s cuerpos e n contacto. l o s c m l e s obedecen a razones profundmente d i f e r e n t e s . t m b i k n IE de señalarse l a f u n d a ~ e n t a ldi2 t i n c i 6 a e n t r e rozamiento de d e s l í z a n i e n t o y d e rodadura. de v e r &S adelante. e t c . la La velocidad. e l o r i - e. .

No s e s-lican f u e r z a s t s n g e n c i s l e s ( en l a d i r e c c i 3 n 3 d e l plano tangente) O 4Q.Dado que 12s p r e s i o n e s e x i s t e n t e s e n t r e l o s m a t e r i a l e s en contnc va- - t o juegan un papel fundamental en e l e s t u d i o del rozamient- mos a e f e c t u a r un resumen de l&r e s u l t a d o s de Boussine-8 y ñ e r t z . se s q o n e : 1 0 . 3Q. y para e l e v a d a s c a r g a s normales... para v s r i o s casos de s o l i d o s en contscto.Hemos de " señalar que tales valores de l a presibn de contacto( y deformaci6n consecuénte ) son v a l o r e s absolutamente teorices. como más a d e l a n t e = O. a comprenaer c i e r t o s fenomenos a s o c i a d o s a l deslizamiento.Ho e x i s t e ninguna velocidad r e l a t i v a e n t r e ambos == cuerpos en contacto.. como s e recordara. EN FLEMENTOS DE MAQUINAS EN CONTACTO. Sin embargo para l o s cuerpos metálicos. .- O %as s u p e r f i c i e s son serfectame-te lisas. E l l o s nos ayudaran. por l o que e s c o n v e n i e d e r e c o z d a r l o s aquí de nuevo. 2Q.. son r e l a t i v a m e n t e váli¿ias.Los materiales son perfectamente e l a s t i c o s . coniproba-emos.2. h a l l a d a s por l a s fórmulas de Bertz. = i d e a E e d v . por o t r o lado. sometidos a c a r g a s nor m l e s a l ?lano de tangencia. . En tales c 3 l c u l o s . que no responden a l a r e a l i d a d . recogiendo l o s r e s u l t a d o s en l a t a b l a sdjunta. I .TENSIONES Y D-ORM. .1CIONZS CON SUPERFICIES IDEALES. l o s v a l o r e s de l a presibn y deformacibn de contacto. f u e r o n demostrados en e l te ma a n t e r i o r ) . ( T a l e s v a l o r e s .

Mdulos de Poisson Valores de 13 presi6n de contacto: .S2dios de curvatura princiwles en e l punto de c o n t a c t o .- C c t r g a normal F .

siendo m y n coeficientes tabulados y B.- DOS E S m 4 S ( RDIOS R1 Y R2) siendo .

- ESFERA Y PIANO Si ambos son del mismo material: .C .

Si ambos aeaddel mismo material:

Si ambos son del mismo material:

2.2,-

CASO

DE CARGA MORmL Y T.UIGENCIAL,

-Vamos a a.r&Usare l c a s o más s e n c i l l o de un c i l i n d r o apoyado sobre un plano, sometido a una carga normal F, y a una tangencia1
p?
7 3

Ts

que se v e impedido para rodar ( solo puede d e s l i z a r )

Supongamos que e l plano es mucho m á s r i g i d o que e l c i l i n d r o , e s d e c i r , que solo s u f r e deformacidn apreciable e l c i l i n d r o
Según se obtiene de la t e a r i a

de Hertz, l a carga F provoca:

-

A l aplicar l a fuerza T, la experiencia enseña que e l c i l i n d r o a

ho

s e desplazara ( a medida que s e va aumentsndo T) hasta que

e s t a alcance e l valor

T

=p F

( s i e n d o p e l llamado coeficien-

t e de rozamiento).
A primera v i s t a parece como s i a l ser F = c t e ,

I1p
PF.

hubiera d e

ser

v a r i a b l e , a l v a r i a r T, puesto que l a i g m l d a d

T =f+-F s e

s i g u e cumpliendo para todo valor de T menor que
m--VUL.IV

=?U=

--LA

r

-=~ 3 1 = = CY=&~=~O A ---nho h -----lhow
9

c l y l r2z&

que justifique tal comportaniento.

-

A l aplicar l a f u e r z a T se g e n e r a r á una t e n s i b n de rozamiento === ( fuerza por unidad de 5 r e a ) que será, en todo momento,

siendo

p l a presibn de Hertz.

E s t a combinacibn d e tensiones de c o r t a d u r a t y normales p dar6 = l u g a r , en 1s superficie y e n e l seno d e l c i l i n d r o , a unas t e n s i 2 n e s normales y c o r t a n t e s
d

Y

,

,

, k xy'

rt: x z '

dadas por

l a s conocidas expresiones de Hertz. Cono e s lógico, t a l e s t e n s i o n e s dar511 l u g a r a l a s correspondient e s deformaciones, l a s cuales, como veremos a continuacibn, nos
dar&
l a respuesta al p r o b l e m planteado.

-

Para s i m p l i f i c a r e l razon.miento, vamos a estudiar por separado

dos c a s o s p x i i b l e s , E l primero s e r e f i e r e a l c i l i n d r o deslizando s o b r e e l plano ( o a -punto de d e s l i z a r ) , e n e l c u a l s e puede as e g u r a que '
-7

: -

y por c o n s i g u i e n t e

t = / U p ,
e s d e c i r , l a d5stribucibn la- misma l e y que l a de p.
31 segundo s e r e f i e r e a cmndo
de p r e s i o n e s t e s conocida, y sigue

T C

P F

-----+

=P-F

siendo

T '

<

T

en cuyo caso se cumplir5 tambign que

L3s t son e l r e s u l t a d o Ue multislicar cada p por )K ( t = pId Tn e s t z s condiciones.misma d i s t r i b u c i á n qUe = l a p r e d i c h a por Hertz. - T = p * F . 5. o sea. se suFone que no s e deforma) da lugar a unos microdeslizanientos en = t o s y acortamientos d e l n a t e r i a l . L3s p s e deben a IZA f u e r a 2 P. Como es l o g i c o .'p $ t t ( d e l l a d o de l a e s f e r e ) . l a t e o r i a de iiertz j e r n i t e h a l l a r con ella. y son h s . o 10 que es i- gual. el a l a r g i o i e n t o ( en ccih punto) Y . en e l caso de s o l o c s r g a F.aente en las f i g u r a s ) . e l movimiento de puntos d e l c i l i n d r o alejados de l a zona = . y ( Todo e l l o s e ha r e p r e s e n t a d o grztfic:. a l ser r i g i d o . t a n p r o n t o T > P F ( d e s l i z a m i e n t o macroscopico de todo e l c f l i n d r o .r e d i c h s por l a t e o r i a de Hertz. a . que permite e l d e s l i z a m i e n t o = p o s t e r i o r d e l cilindro sobre e l plzno. p'f p. e s t a s defornzciones * sobre l a zona de con- t a c t o del c i l i n d r o con e l $Lino ( e l c m i .lo cirzl implic? que ' > T no puede tener la. %n e s t e c a s o s e conocen l a s d i s t r i b u c i o n e s de t e n s i o n e s en e l c o z tacto.

que l a s deformaciones sean nti las. La inmovilidad de e s t a zona d e l &ea de contacto es l a que ga-- - r a n t i z a e l no deslizamiento macroscopico del c i l i n d r o sobre e l plano. E s t a s tensiones han de s e r t a l e s que a l menos en una cier2 b* del área de contacto 2 b ta zona no den lugar a alarga- mientos o acortaaientos.En este caso. por supuesto. Pero. l a s cuales darán lugar a unas tensiones en la superfiY c i e . a En l a s s i g u i e n t e s figuras s e expone un método g r s f i c o e inticit i v o para hacer ver eate fenbmem. . e s d e c i r . 1s experiencia enseña que no hay deslizamiento ma- aroscopíco. en cada punto se cumplir5 que t =p d s o l o que ahora habra una d i s t r i b u c i b n desconocida de tensiones p y t.de influencia de ~EI deformaci6n de cantaoto). .

t a l que en ese interva- lo de lugar ( conjuntameat e con l a p r e s i h normal -' de magnitud aún desconocid a ) a un alargamiento S Y'' en cada ?unto. b'f l S i entonces suponemos que en una zona centrada.Se parte de l a m i s m 2 d i s - t r i b u c i d n t a n t e r i o r ( f i g 1) en e l caso limite ( i n i c i o del deslizamiento). se a p l i c a u- na d i s t r i b u c i h c o r t a n t e t ' . e l res u l t a d o será un d e s l i z a e s . a 2 be. s o limite. e1 == cuerpo 1 esta sometido a = unos alargamientos. en que t 8 = f . i g = l y c o n t r a r i o a l a n t e r i o r . En esas condiciones. d e = tamaño 2 be. en tou p e : dos l o s puntos de su s f i c i e de contacto. repreca. 23. p l ) . miento r e l a t i v o nulo en tg dos l o s puntos i n t e r i o r e s '.: sentados en l a f i g .

: e l a fuerza de rozamiento.De e s t a msnera s e puede c a l c u l a r l a d i c t r i b u c i b n de tensiones... .T> = . - t e nueva para estas. En igual medida. a n i v e l macroscopico. pa ".. l o que o c u r r e a l ir aumentando T. en e l tema anterior) y las f u e r z ~ s de rozamiento. l a franja 2b" va Cis minuyendo a medida que aumenta T. E s d e c i r . E l l a . ( Todo l o mismo p o d r h haoerse para e l c i l i n d r o 2) Como e s obvio.nuestra una zmportaate r e l a c i b n e n t r e l a s tensiones de Eortz l e y que l a p debida a l a carga puramente normal. se cumple . l a s p r e s i o n e s de c o n t a c t o p t a n b i e n van varian - . cuaodo l a c a r g a tangencia1 e s nenor q .& tiene un v a l ~ r y- c o n s t a n t e . / 2 E l rozamiento seguido demuestra que aun cuzndo. . La d i s t r i b u c i 6 n i n t e r n a de p r e s i o n e s .s t i c k ) va disnin-qendo == formacidn debida a f a c a r g a F).. tal como s e v e en (5a. = e s que 1s zonatnreposo ( de clavada .La tensi6n cortante resultante sera la suma de las gráficzs 12 y 33. en un c o n t a c t o de Hertz. hssta un v a l o r cero para el n~ mento d e l i n i c i o del novirniento. p a r a una F dada. e s la mostrada en &a fi - gura?[ curva seme j a n t e a l a a n t e r i o r ) . dando una v i s i d n t o t s i s e c c .

( y uno s o l o de F ) .Ambos fenbnenos se representan en la figura. p m a t r e s valores de T. .

2. l a deformacibn y l a pke s i 6 n debidas a l a fuerza nornsl 3 ' h valen: Y .1. y sobre l o s cuales s e a p l i c a l a fuerza n o r r p l F. que s e mneven con velocida- Supongamos d Crs U i y w 2 . CASO 2. aparecen unas tensiones cortantes debidas a l a fuerza de rozamiento. en cada punto t - p P g T a l combinacibn de tensiones t. 2 . c i l i n d r o s 1 .3.:y dar& lugar a unas tensio- . - En e l caso de dos c i l i n d r o s en = contacto.- APLICACION AL CASO DE MIEMBROS EN RODADURA. igual en ambos c i l i n d r o s ( debido a un E : ? mento motor en uno y un monento r e s i s t e n t e en el otro).3.-11 aplicar l a carga T .- DE CILINDROS RODXITES. de = valor.

Y . sobre cada uno de l o s c i l i n d r o s ( iguales en ambos) son p y t.y E de valor en 16s extremos de l a misma 2p Representando graficamente e s t o s valores para l o s dos c i l i n d r o s = se observa claramente como en e l -6 O . * ursvu. e s t e modo. siendo p e l valor dado por ( 1 ) y t = )u-p. debí-- dos a l o s acortamient0. --A U ~ A ~ Y I V . . - la < . amb-os .T aumenta un poco más. +6 Y tt -6 *&ea WIOS de contscto 2 b se producen microdeslizamientos. . Ce distribncibnx l i n e a l en l a zona de contacto 2 b 0 . pueden presentarse: son dos l o s casos *e' En e s t e caso. e l l a s dan lugar a unas tensiom O nes Y . L . e l e q u i l i b r i o e s t a a punto de ronperse Si = .A l i g u a l qne vimos para c i l i n d r o y plano. . Según vimos en la teoría de Rertz.nes d. e l ánico punto GU . l a s fuerzas elementales a c t u a s e s .> .s y a l a r g z mientos respectivos en cada p~ de l a zona de contacto. las cuales a su vez produciran unas d e f o r m a c i o n e ~ r ~ a s zonas de contacto de ambos cilindros. L .

:t provocan. + + e .c i l i n d r a s deslizan e n t r e si. en forma i n t u i t i v a y grsfica.. . 1) Tambikn se parte de un3s f u e r zas elementales t'conocidas.precisamente. id - En este caso . iguales en mbduio. a l o s fen6nenos de alargamientos y acortamientos respectivos. supuesto e lcitado l i n i t e i ?r "as¿. debida solo a l a fuerza 3' -6 1 +¿ Y (Fig.. unas tensi2 1 1 nes en la s u p e r f i c i e . l p A - .- E s t a s s e r & t í y t. Tkt figura siguinnte rnueStra.. A Se parte de un valor de l a = presi6n de contacto p conocida. y en d& . pero si se observa un nuevo fen6metio. ' ~ E l l o se d ~ b e . en l a zona de contacto. - rresponderfa teoricamente por l a expresibn a n t e r i ~ r . laci6n de transmisidn no es constante (- La re- = R & ) . l o que ocurre en e s t e tipo de contacto.s .tí y p . sino = a_ue e l c i l i n d r o conducido gira un poco nbs l e n t o que l o que le co d W Y. en cada c i l i n d r o . pero de d i f e r e n t e s sentidos.no patinan).la experiencia indica que l o s c i l i n d r o s no d e s l i - zan (. . como tendre-mas ocasi6n de a n a l i z a r a continuación.

y de igual pendiente que las anteriores. (.*& en una eona del área de con. ' b tambien l i m i t e === p*. . ducirs.: @ . lineZi3es tervalo 2 be. r Y t a c t o ( de O a b*).centrado en un = e l pro- t.I I #/ flk- mostraaa en la figura 7. unas defornaS'Y(2) en e l in- ciones S" y ( 1 ) (Fig. El conjonto d e ambas deformaciones & i lugar a la deforr2a- ci6n t o t a l SeYil) Y S ' & ) . de *a- +c-.b. . A .. otro estado d e = tensiones t. junto con l a presibn desconocida p'. e igualmente ocurre con l o s alarga- @ > -\ 1 e ' \ +6 1 Y - mientos en el cilindro 2 . + b -1 - maño 2 .d/Cc-l -\ '-.+L/. 6).b. representadas en l a . en la sona . ( te= p punto arbitrario C. ' U - S i ahora superponemos a l est- do anterior. /f*hr ' - &!fl e Y IJ En ella se observa que los a- d&) cortamientos en el c i l i n d r o I permanecen @ / -y \e' t F / del mismo v a l o r ---.fi& 51. Por consiguiente.Estas +Y tensiones dan lugar a = las deformaciones Sg(l) Y D ZL%.

La distribución d e presiones p". O-b'. y l o s puntos en c o n t a ~ t o : ~ c oenl l o s . en e l r e s t o d e l á r e a de contacto.-23- O-be3. S i n embargo.ambos . cisamente::los p ~ t o de s e s t a zona' en e l c i l i n d r o 1 tsdostt Iindro .c i l i n d r o s t i e n e n un movimiento r e l a t i v o n a o . y por consiguiente. están aíargaaos. Pre- ' están "aco. pertenecientes 31 C& 3 o y 2. l o s alargamientos y acortamientos respectivos v a r i a n de un punto a o t r o ( según e l e j e OY).tocan.En el momento en que h a deformaciones son n5ximas . por lo cual hay un microdeslizamiento e n t r e ambos. l a s deformaaiones ' s e . las tensiones O'Y aumentan. las tensiones-y . similar a l a de:'C se muestra en la figura 8 . l i n d r o s . ninguno de e l l o s t i e n e una deforrnacibn nula. y en ooncreto en dos puntos A 1 y A2 de e l l o s . s e t i e n e que a medida que se aproximan a l contacto. quedan dos matices importantes que conviene aclarar: E n primer l u g s . debido a t a l e s alargamientos y acortamientos. En todo p m t o se t i e n e E n todo e1 razonamiento a n t e r i o r . en l a zona de rs reposo r e l a t i v o " e n t r e ambos ci- O O. Z .

n i puede o c u r r i r . En todo e s e i n t e r v a l o de n o v i n i e z t o existe un microdeslizamiento relativo e n t r e los p u n t o s A 1 Y A 2 * m O e O Pues bien. gura 7 hay algo evidentemente erroneo. a l e n t r a r en l a zona de u reposo r e l a t i v o " ( c t i c k ) e s precisameate l a caiis-1 d e l If r e t r a s o " d e l movi??iento = O de7 c i l i n d r o a r r a s t r a d o . e l tramo b E n efecto. e s e alargamie2to y acortamiento de l o s puntos A 1 y A2 ' 3 en l o s c i l i n d r o s 1 y 2. sus tensio- n e s y alargamientos van disminuyendo. a medida que Al y A2 avanzan por e l e j e OY.tracción ====b 3(Al) alarga acorta luego. e l 6 e s l i z a n i e n t o r e L t i v o en e s e tramo no ocurre.' 1 2 p a r t i r de e s e momento. pero e n s e n t i d o contrario. lo c u a l i r i a c o n t r a 13s p r o p i a s l e y e s d e la friccibn ( el dealizamiento siempre ocurre en direccibn con- traria a l a fuerza de rozamiento) Por--cona5 @ente. zacibn de l a s t e n s i o n e s . a p a r t i r d e l c u a l comienzan de nuevo a crg c e r . p e s t o que s i g n i f i c a r í a un deslizamiento en l a m i s m a d i r e c c i ó n = que l a t r a c c i d n P p . por l o c u a l e x i s t e un micraÜesXaamiento e n t r e zimbas s u p e r f i c i e s . y e l l o e s e s 3 "disminu-cibn" de l a t e n s i d n e n t r e e l momento d e l cogtlicto y 13 e s t a b i l i b ' .precisa i n t r o d u c i r una pequeSa nodif icacióri . mientras l o s puntos A s e E?splazan por el e j e OY desde b'hasta 1 y A2 el c e n t r o O. A coatinuacibn l l e g a un momento en que l a s t e n s i o n e s y deformscio- n e s permanecen a un n i v e l constante. h s t e n s i o n e s comienzan a decrecer h r s t a anul2rse en e l punto K. e s d e c i r .se .

ta T va disminuyendo l a zona de a mediYa que aumen - reposo relativot1 . Supongase ahora que debido 9 esa carga T. ( E n l a figura se ha represntsdo e l comportamiento de un s o l o cilin6ro) t c u l o de e s e " r&ardon de la velocidad puede hacerse d e l = Suoongase ~m punto A qne dista una d i s t a n c i a Y d e l origen de = coordensdas.c e n t r o C de l a d i s t r i b n c i 6 n de t e n s i o n e s t"( c i a l tal que de tamaño 2.g ~ o n d u c i d o . s e desplaz. se ve c l a r a m n t e que para una F &da. en l a d i r e c c i b n La p o s i c i 6 n d e l punto A vendra dada por : y = P + v . ( f i g 9) siendo las so-. . ) ' b una distan- Con e l l o . e s decir.a una d i s t a n c i a V.S i ahora se analiza e l fenbmeno d e s d e e l punto d e vista de l a s = cdrqas. cwndo no existe carga T. l u c i o n e s f i l w l e s l a s mostradas en l a s figuras 1 1 y 12. que c o n s i s t e e n desplszar e l .e n e l razonanlento seguido. l o s puntos +b y + b ' coinciden. l a d i f e r e n c i a entre l a s velo- cidzdes de l o s c i l i n d r o s conductor:. a l tiem- po que van aumentando los alargamientos g acortamientos con que se "entra" e n esa zona.

la velocidad " r e a l t r de A sers: C o n s i d e r x x l o dos puntos A 1 3.A 2 . se t i e n e en cuenta el alar52 dt = dy dv &A = zilarganiento ea l a d i r e c c i d n de OY Entonces. tendriamos: Cono se cumple que = * A* ' 1 2 S 2 ~ ' (-1 = 0 1 con 10 cml: Cuando no hay deslizamiento. uno en cada cilindro. y 2 Y ===+ -= dY UA = velocidad de A c u x ~ I o no miento. 8 ( 1+ V ~ S V i ~ 2 * * ( 1 - 6- .S u v e l o c i d a d será ( suponiendo que v no varia con el tiempo) v Cono la defarnacidn sienore será muy pqueña.

.Del razonamiento e f e c t m d o a n t e r i o r m e n t e se deduce que &viendo C ono los e j e s h i s t a el e l c e n t r o d e l i n t e r v a l o 2b' o sea. Conde las deformaciones no tienen lugar) . Sustituyendo: tiene sentido e o n t z t ~ -A rio a i1 . resulta: y" = y -c SegGn e s t o s nuevos e j e s . en o.Llamando a la velocidad tangencia1 media queda finalmente siendo JIU la diferencia entre lss v e l o c i d a d e s tangenciales de a los dos cilindros í en puntos remotos de ia zona de contacto.

eoio qtie ea un moho -bf +. puedo e ~ a r i b f r s etambiht . - TIV ( ya que !Cm tiene la dsma foraa qpe t. ' b menor) Com be= b - c . cadas F y T .Esta exprosiba tanbien puede penereo en funeibn de l a s oargaa a p l ' . En efeatot T = área bajo la oiiína de la figura 12 = T .

si&n que permite hallar AV. retardon en la aumenta 9 . aoaoaidae l a +elwidaa media U y En esta expresibn m e observa que &lo amado T = O habr& r o d a d a pura. no habra releeidati ( LIB A medida que r O ).Erpr. . sin deerlisamíento. en ooaseauenoia. &U se haae mayor.

Para los e f e c t o s de nuestro estudio. T (tangenci3l) vale. la presión de contacto debida a F y W 2 . de espe- .- Supongamos d o s e s f e r a s girando con Las v e l o c i d l d e s W y sobre las que se aplican laa fuerzas F (normal) y S e g ú n Hertz. el caso de d o s e s f e r a s pue- de asimilarse al de una s e r i e de c i l i n d r o s elernentdes. t a l como se ve en La figawa. . sor dx.

existe otro modo de enfocar e l problema. S u s t i t u y e n d o s s t o s v a l o r e s en la E c o se obtiene: AV u p R C 9 .la carga por unidad de ancho será . la soluci6n del probíecia e s m u y corn?Q Qcn .xcepto y para e l CASO l i m i t e . entonces puede 3 d n i t i r s e = qUe las velocidades u 1 y U2 . reUpUes*a M. que nos == puede llevar a comprender mejor lo que sucede.Sin embargo. en que t r~ p y T = JC r" . en c. son I z s mismss en todos los c i l i n d r o s elementales de es- poor d x .+ da elemento de anchura d x . correspondientes al cuerpo rigido. ..t. Se b s a en la suposicibn de que el t m a ñ o de l a s esferas es gran de comparado con la zona de contacto.F.ofae+srfa.

l l e v a r l a a conside rar una zona de " reposo r e l a t i v o " como la que se ve bn la figura rayada.E s t e resultado sugiere que c es el mismo para todos los cilindros. y en todas ellas. elementales. d o que dado sus d i f e r e n t e s r a d i o s . En e l l a s e observa que l a s == dos franjas eztrernas estan t o das en d e s l i z z n i e n t o r e l z t i v o (microdeslizarniento) Las den56 franjas poseen una zona de " re3oso relatiyo". l o s puntos c e s t á n ? l í n e a d o s ( tienen el = misno valbr de y). .

- CASO DE ESFERA Y ANILLO DE R O D A D ~ A . Solo que-en e s t e caso l a s velocidades o valdran ( si A-A 4% es l a l i n e a de rodadura) siendo x Is ordenada correspondiente a los p r t i c u l a r e s cilindros de ancho dyíy B C e7 r a d i o de c u r v a t u r a confin en = dicho p m t o . asimilando e l conjunto a una serie de c i l i n d r o s de fricci6n de ancho dx.3.3 . y como y y 2 son normalmente pequeRos f r e n t e a R 1 Con e s t o se tiene: .2. .Tambien en e s t e caso puede a p l i c ~ r s el a mismo simpiificacibn d e l punto anterior.

d e l numerador son d e l misno orden de magnitud. . mientras que e l se- gundo sumando del denominador siempre ser5 mucho mas pequeño que e l primero ( 2 es mucho menor que Bc) Zn consecuencia: Esta ecaacibn muestra que para un cilindro elemental de ancho dy. l .se tiene: Siendo 1 =. los dos t e h i n o s O . - a +-1 R2 j = W1 W2 B E Como siempre sera j =W /w h X*/R~ .S u s t i t u y e n d o en l a ecuaci6n AU -= U /C n -C .

Adeul¿ts. en este caso. c será nulo c u ~ n d o E s t o i n d i c a que la dictri%uci&n de zonas d e ' f m i c r o d e s l i z s ~ i e n t b t ' y de reposo relativo1' siguen una forma parecida a las representa- dzs en las figuras. de en - pje). Zc e l caso de que e l csmino de rodadura tenga una curvatura como = -. .du4 3 - azr id fig-==a ( caso &e coj<iiretes r ~ W a L e & o a . cuanto m& It cerradot1sea el camino de rodadura. la asimetria de las zonas de deslisamies to y * reposo relativo" ). Cruabl. notmdose que e l grado de d e s l i z a n i e a t o e s t z n - io nayor. e l r e s u l t a d o seria aproximdsmente el que se muestra en la (observese.

forrnads por e l m? terial o r i g i n d .Capa de gas absorltido. reSultdd0 de la reaccibn con e l xire. L a s capas internas son dos: a. En c m n t o a las capas externas. o capa t r z bajada. mecanizado puede incluir impurezas debido al misno proceso. conforuaci6n.- Capa de contsmimntes o impurezss ( llamada capa Bieibyj.. los c u i l e s a veces presentan propiedades diferentes a aquellas de l o s m i s m o s gases l i b r e s en el entorno.Capas internas al material.- Csya deformada por el mecanizado.DIFERENTES CAPAS.- Capa de Óxido. b. o sustrato.de1 = proceso de metalurgia. be.Ca~as ezteraas a l mterisl. b.3. etc. . c. dependiendo.COMPOSICION DE LAS SUPEBFICiES. En cuanto a l m a t e r i s l base == tanbien ouede contenerlas..COMPOSICION Y TOPOGRAFIA DE LAS SüPE. y que pueden s e r divididas en dos grupos: a. Las superficies de l o s elementos de máquinas estan compues t a s de una serie de capas o estratos.E h t e r i a l base. - de diferente espesor. produciüa por i a fusión de p a r .IIFICIES DE LOS ELEPlENTOS 3 1 . pueden considerarse: 3.

por consiguiente. -da una de e l h s se rnuestrm fn la f i g u r a adjunta: . d c dura. L o s espesores nornales" de .cuentra m& f r í a ) . quedando. T~nto 12 c a p de 02s cono la de Oxido forman p r t e t x h i e f i d e e s t a capa contznimnte. penetrs&do mas o menos en ella.

diferencia: se en tres grupos: a . . Desde un punto d2 v i s t a geométrico. Cuando a una s u 2 e r f i c i e l a seccionarno~por -ma s e r i e d e = 2 l a n o s h o r i z o n t a l e s y v e r t i c z l e s .de mucho menor longitiid que l a s onduiaciones a n t e r i o r e s . .ESTADISTICOS . 12s superficies de 131 elementos de máquinas presentan una s e r i e de i r r e g u l a r i d a d e s . mas trsndo d i f e r e n t e s a m p l i t u d e s y frecuencias. PARAIBTROS . .3 e-2+--<POP€GR-$FIA 33 LrilS SIJPTPIGIES. - Aunque e l l o ya se t r a t 6 a l hablar de' l o s procesos de con- f o r a s c i b n d e l o s elenentos de ndquinas. ciusadas por las vibr2ciones de l o s u t i l e s d e t r l b a j o durante = e í proceso de c o n f o r n ~ c i Ó n .Fiacrorngosidides. t o g r a f i c a parecida a l a de 13 fígura L a s rugosidades s u p e r f i c i a l e s pueden a s u vez. conviene r e c o r d a r algunos de l o s conceptos m$s s i g n i f i c a t i v o s .Ondulaciones de g r a n l o n g i t u d . obtenemos una r e p r e s e n t a c i b n cs. . formadas por f l u c t u a c i o n e s d e la s u p e r f i c i e . be.

c. e l rozamiento y e l d e c p . Como e s l b g i o o .Dado que. t m i ñ o s y formas de l a s asperezas. $ ! .) ( 1 . . cono v-remos d s a d e l z n t e . y e s t a s .- . 103 tres tipos dc r u g o s i d a d e s oe su- man. tambibn llamadas asperezas.- zl) (Cp\ l valor owUrLtico medio ( P.. d e ~ e n d e nde las d i s t r i b u c i o n e s .oof Maan C q u s r s Z . . dando l u g a r a la t o p o g r a f i a de l a s u o e r f i c i e . S . a su vez. .- Espectro de densidad de potenciz ( Zk) Valor de oblicuidad ( Shewness) (Z5) 5. ) 3. e s importante definir e s t a s con e l mayor r i g o r yosfile. s t e dependen fundamentalmente del Sres real de contacto e n t r e 13s s u a p e r f i c i e s .Autocorrelaci6n ( Z 3 ) 4.Valor medio ( Centre Line Average 8. Iqaturalnente. apoyados en necliciones reaiizaclas con a= r a t o s adecuados. cr 3 c t e r i z a por una " c o l i n a " seguida de un valle.P e r f i l Gnico y = f(x) COL&.Los p r s m e t r o c 199s usados p a r s n e d i r e l estado de las superfi- cies pueden resumirse ea l o s siguientes: a.- Hicrorugosidades. c o mo se ve en la f i g u r z . que no hace a l caso ver aqiri. e l l o solo puede hacerse en t e r a i n o s e c t a a i s t i c o s ..

I-og&ccknente) 7. (tambiSn caben l a s m i s m a s observaciones que el caso anterior) 3 .- Valor c u i d r $ t i c o nedlo.Vslor medio.f.CorreLaci6n cruzada. - Comparaci6n entre dos p e r f i l e s ( de la misa3 pieza.b . . 1.Espectro de densidad de potencia cruzada. no h f o r m a s o b r e formas. 8.Autocorrelacidn P .rexs por 13 parte s u p e r i o r se3 igizsl que 13 inferior) ( Como se ve.. ( La l h e a central s e t o n 2 d e m a e r 3 qae l a sums de 13s 3. t~i~c-iños y pendientes de 2.

=S(.Espectro de densidad de potencia.#) ='. 24.. 4.1 2% [ : .siendo h el intervalo de dilataci6nw.. m e-<- dt siendo ~ ( w ) l a trmsformada de Fourier de Z 3 y w l a frecuencia siendo C l a desviaci6n t i p i c a 70 1 (da l d e a de la asimetria de la d i s t r i b u c i b n ) ( da idea de lo It ach3tado1*o "puntiagudoll de la distri bucibn) . de valor constante.

en las proximidades de una señal de STOP.- Densidad espectral cruzada.Z9 nide 1 1 rapidez de eievaci6n en la pendiente de las s s ? ~ . : Tambibn se emplean.Zlo mide el gri2o de deforrmcidn de los picos de las aspe- rezas.--Correlación cruzada. debido a l a s frenadas de l o s vehiculos. ( Por ejemplo. sobre 2 quellas donde Las pendientes son negativas. S.7. la textura d e l pavimento de una carretera7. moderbrnente : . . Represents e1 porcentaje de distancias a lo largo del p e r f i l donde l a s 2endilnbes de l a s asperezas son positivas.

.aientras un valor p o s i t i v o de ZI1 rugosidades). debido n la asimetrfa de l a s .

1 e s e l á r e a nedia 2e ca - da una de l a s asperezas en = contacto. (a) E l 5 r e a aparente será: . en t r e s de e l l a s .. t r e s asperezas. 2Q. a l nenos. 4 . @' Obviamente. e l á r e a real de c o n t a c t o e e m p r e sera menor que e l area t e o r i c a de contacto ( a r e a aparente) S i A.! la presidn que se alcanza e n t r e e l l a s ser$: . En este caso. caben hacer v a r i a s observaciones respecto = d e l contacto entre e l l a s : lQ. i nicialrnente). 1 .U Q ü I N A S CON STJPERFICIES " REALES ". e l area r e a l de contacto es proporciooal sl = nfirnero de asperezas en contacto. - AREAS REAL Y APARENTE.E l proceso de contacto comienza tocandose. Una v e a vista l a topoor&fia r e a l de las s u p e r f i c i e s de los elementos de máquinas.Dado que el contacto siempre s e establecer5 e n t r e las 2s- perezas de ambos miembros ( a l menos. por sus puntas..

x:>. la p será muy e l e vada. por peque& que sea l a carga F. c .Evidentenente. por l a a p a r i c i h que los incrementos d e la carga ? son a ~ s o r v i d c s 1 5 nuevos contactos.E ga apliczda y el i r e a re21 de cont-xcto. lo que sera c3usa de que entren :n contacto las puntas de m á s asperezas. Por ello.Como es 16gic0.. d i r e c t a e n t r e IJ. Dvrsnte e s t e proceso de deIormaci6n ol$stica. podemos a d e l a n t ? r que es decir. en consecuencia. l a s asperezas se deformaran plasticanente. debe haber una relación. En este momento. aumentando ligeramente sus respectivas $reas de contacto. . alcanzandose rapidamente e l lfrnite de f l u e n c i a $ . En e f e c t o . existe una r e l a c i b n l i n e a l e n t r e l a czirga a p l i - cada y el area r e a l de contacto. l o s c u e r p s 1 y 2 se acercarsn ligeramente. 39. Fnede a f i r n q r s e . que el !irea de contacto e q t r e = a s p e r e m s solo deoende d e l tumaño d e e s t a s ( t o p o g r a f f a de l a su-- p e r f i c i e j y no de la c x g z a p l i c a ü s . ocurre que no se siguen incrernentando las Bre2s de 12s Lnpru'ezas er contacto.

i i i de = . ~ l m i n t eespacisdas.Según Archard e Ya se habrs observado que e s t a evidencis e x p e r i m n t a l introduce uns peque& d i f e r e n c i a r e s p e c t o a l o s c á l c u l o s efectuados con l a = t e o r i a de Eertz. y cada una s o p o r t ~unz carga Fi. S I züperezzs p e ~ t~~13ch. a l presionarse- 1 3 . g que no e x i s t e ninguna interaccih e n t r e = e l l a s d a a n t e e l proceso de deformacibn. l a d e f o r m c i b n vendrt2 dada por Cads as-ereza s e deforma l o mismo. l i s a ( i d e a l ) pueBe 03t e n e r s e la r e i a c i d n e n t r e l a carga a p l i c a d a y el área r e a l de con- S i z es - 12 a l t w s de las a s p e r e z a s r e s p e c t o 21 plano de re - f e r e n c i a xxhy & e s l a separacibn e n t r e l a s u p e r f i c i e 2 y dicho == plano. para l o s cusles e l S r e s de contacto ( recuerdese que se t r a h b a de s u p e r f i c i e s i d e 3 l e s ) era Incluso. si nosotros suponemos que una s u p e r f i c i e rugosa = e s t a formada por una s e r i e de asperezas s e n i e s f e r i c a s iddnticas. e i g u . la carga por n n i d . entonces.i de B r e a . c o n t r a una s u ~ e r f i c i e -lana perfectamente .

2 ono Ai = a 2 . la teoria de Hertz ( contacto u05 da: esfera-plano) siendo R el'radio'de l a aspereza y 5 - e l radio de l a seccíón de contacto. queda 2 1 sustituir: . / Para cada assereza.Srea ser5 n Fi.

.y que por t a n t o pueden e n t r a r en contscto con e l plano 2. si 2 es e l n b e r o de a s p e r e z a s por unidad de Srea.E s t a relacidn de F con Ap f supone 60s limitaciones: ~ n s .?tomes. Como sabemos. ambos supuestos son erroneos. :. Otra. t e n i e n d o en cuenta e s t e hecho. que e l contacto en- t r e asperezas e s de t i p o e l a s t i c o . e l número t o t : ~ lde a s p e r e z a s que por unidad de á r e a e n t r a r a n en con- Pues bien.primera de ellas s i g n i f i c a que si se admite una distribucibn == normal ( t i p o Gausc) en l a s alturas de l a s a s p e r e z a s ( y *or t a n t o . y que ademPis. l a s formulas de Hertz t yuedan r e d u c i d a s a una r e l a c i ó n lineal e n t r e l a czrga normal apli- cada g el 5rea r e a l de contacto 3 ' = K*-A~ En c u n t o a a d m i t i r que todas l a s deformaciones de 12s asp e r e z a s son de t i p o p i a s t i c o . toda l a super que las a s p e r e z a s s e r e p r t e n en forma homogénea por - ficie. =os Zleva d i r e c t a m e n t e a -üiia =-reI sibn l i n e a l e n t r e F y Ar . l a . no todas l a s e s f e r a s i d e a l e s a n t e r i o r r s . son todas i d e n t i c a s . idénticas) entonces rqxeseanta e l número de asperezas de r a d i o s u p e r i o a 2 .

F i n a l m e d e . si suyoneraos que l a deformcibn p1nstic. ln carga t o t a l ( por unidad de Sres) ser? ( I g u l n e n t e ocurrir5 que F = X'A r s i s e supone una d i s t r i b u c i b n estadistica de las asperezas).admite: que-ea. S i se . por u n i d a d de drea. d i s i r i a u c i b n a ü t a d f s t i c a aspre- .x t i e n e lugar I so l o en d i r e c c i ó n v e r t i c a l . 6f k1 L 3 cxrga t o t a l F ser5 r e p a r t i d s o b r e a l g u m s sscerezss deform - d a s p l . y p r t e de tipo e l s s t i c o .En efecto. p d r & ponerse: P siendo 2 e1 nfmero de asperezas en contacto p l a s t i c o /' y (m-n) el número de asperezas en contacto elastico. y que e l l a no afecta a l a s asperezas vecims ( el ares de contacto permdnece i n a l t e r a b l e ) .caa'iquier. Entonces. ~ s t i c m e n t e ( sacado e l = limite de fluencizi) y o t r a s abn d e n t r o d e l periódo e l & t i c o . e l caso m 5 6 r e a l cers aquel en que p r t e de = los c o n t a c t o s sean de t i y ? l d s t i c o . si p e s la pre sibn alcrirmsda ( ldgicamente s u p e r i o r a SF ) se t e n d r a que l a oar63 s o p o r t a d a por c ~ d a aspereza ser$ : Si 'hay g asperezas en c o n t x t o .

-. be21 a r e a de l o s microcont~ctos ( entre asperezas) permne ce constante. d e l 2 n a l i s i s d e l c o n t . e independiente del valor de la carga aplL cada c. u eatonces quedara: En resunen. e s decir.zas. s e e x t r ~ e n l a s siguientes import. 4% . e l nfinzro de e l l a s que a un c i e r t o n i v e l de t e n s i ó n por en- cima d e l 1 1 4 t e e l a s t i c o e s apro&nadarnente igual a B q h e l l a s que = e s t a n al mismo n i v e l .~ntisim~s conclusiones.~ c t o e n t r e dos s b l i d o s con s u p e r f i c i e s r e l l e s .- Los contactos e ~ a % t i c o y/o s p l a s t i c o s e n t r e asperez2s tie nen lugar con independencia de l a carga aplieada F .E l 3rea r e a l ds contacto Ar e s proporcional a l a c3rga = normal a p l i c a d 3 F. pero por debajo d e l l f n i t e e l a k t i c o ( valor e s absolutos de n i v e l e s ) . / . con independencia d e l t i p o de d e f o r n ~ cidn que o c u r r a en l a s asperezas. de c w a a l posterior e s t u d i o d e l roz-xmientot a.

las fbrmulas de H e r t z siguen síen- do v?.NYTA: X pesar de todo lo dicho.aproximan bastante.lidas en el dominio de l a s grandes cargas. en las c m - l e s Ar y A o se . .

que s e mztnifies tan sobre una distancia bastante mayor que e l diametro atómico). entrando sus asperez3s en intimo contacto. Cnzndo dos metales se aproxinan. con dos piezas de oro puestas en contacto. t a l e s como: Fuerzas de Van der Waals ( campos electromagneticos flucYtuantes e n t r e ambos cuerpos.~les en contacto ( salvando l a existencia de impurezas. y puz den d a r l u g a r a una uni6n e n t r e l a s dos asperezas t a n s o l i d a como Pa del propio metal base. e n d i s t m c i a s &ayores que e l diametro d e l atomo de metal). entre arnbos n e t a l e s en contacto). l a s primeras fuerzas que s e dejan s e n t i r son l a s de "1-ir ga distancia". se consigue una unidn muy i n t i m e n t r e l o s dos m - t. e s 16gico suponer que debido a l a s a l t a s presiones e que se alcanzan. E s t a s e c a r a c t e r i z a oorque l o s difmentes tipos de fuerzas noleculares pueden a c t u a r a tr~ves de la uni6n. p o r ejenplo. x d e veremos su importancia) E s t e cont2cto íntimo permite que l a s fuerzas nolecnlares i n t e r a c - cionen a traves de e s t a s u p e r f i c i e origimndose vinculos interfac* o i a l e s que dan l u g a r a una unidn por adhesi6n. t - f u e r z a s e l e c t r o s t á t i c a s ( campos e l e c t r o s t ~ t i c o s manifestados = . g sometidas a r U L a c l r g a normal F ) . empiezan a manifestarse l a s f u e r z a s de c o r t a distancia". cu. que d s = t .indo la aproximacidn es del nisno orden que l a magnitud de l o s diámetros atdmicos. t a l e s como l a s de Van der Vaals y l a s electrostc%ticas. ( t a l ocqarre.En e l proceso de deformacibn p l & t i c a de l a s asperezas que acxbamos de ver. debidas a los enlaces metalicos o . Posteriormente. enlaces covales tes ( f u e r z a s debidas a l a comparticibn de e l e c t r o n e s e n t r e l o s a- tonos vecinos de ambos cuerpos) das e s t a s f u e r z a s gueden a c t ~ m rconjurta o separadamente. fuerzas de enlace metalico ( debidas a l intercambio de e l e c t r o h e s de la c& pa s u p e r f i c i a l .

son del mismo t i p o ) XOTA: Todas e s t a s fuerzas a c t u a n .I c r hierza de adhesibn se mide f . ( ya que en dafinitiva. En e s t e último caso. E x p e r i m e n t ~ l n r n t e . En primer l u g a r .xr:ir l a s s u p e r f i c i e s . por la A s f se obtiene un c o e f i c i e n t e de ild'nesión " a ' * . h s fuerzas de ad3esi6n e n t r e a s n e r e z a s en contxcto pui- den verse d í s m i m í G i s por c?os c ~ u s s s . las uniones i n t e r a - tomicss.covalzntes.ndo lugar por la c l r e n c i a de d u c t i l i en cozltacto. en e l sena de un metal. de v a l o r En la figura se muestrs la correlacii5n entre l o s c o e f i c i e n t e s d e zdhesibn para d i f e r e n t e s n x t e r l l l e s . l o c u a l conduce a s u r o t u r a dad e n t r e l a s asperezas por e f e c t o de la tensibn t s n g e n c i a l C . por l a presencia de l a = en seg:.? .contaminante y 5s 16gic0. e r z FA ~ que ce n x e s i t : ~ p r i sep. t a n t o en m a t e r i x l e s s i m i l a r e s . como c a . y 13 dureza Vickers del net a l base . l a r e s i s t e n c i a de 13 unián puede incluso s e r z y o r que l a d e l metal base m 5 s debil. como d i f e r e n t e s . E s t a s filtimas son l a s que llevan a uniones t a n r e s i s t e n t e s como = l a s d e l propio metal.

cizndo auzenta el módulo de e l a s t i c i d a d ) . - Como se ve e n 1s figura a d j w t z . . Fin~~fmontn es ~ interesante hacer n o t a r ?ue la s u n e r f i c i e (exepto en e l caso de de l a s impurezas y e s t a d o s u p e r f i c i a l .ltados de l o s ensayos indican que e l c o e f i c i e n t e d e d i h e s i b n decrece cwndo se incrementa l a dureza ( e i g u a l a e n t e . En todo czco. ha de t e n e r s e presente que e l c o e f i c i e n t e "an no e s una caraeteristica de cada m t ~ i a ? . cobre-co'm 'ore) tFene l a a s l r i e n c i a de una f r ~ c t u r aductil. y que depende de los di i'erentes t i p o s de e s t r u c t u r ~ cristalina. .Los res:.rso.sino d e l sistema f o r a d o por l o s dos materiales en contacto que ambos sean i d & t i c o s ) . etc. l a a p r i e n c i a t i p i c a de una r o t u r a de una - unibn de l o s misnos metales ( en e u t e c.

de c o n t s c t o e n t r e una esfera y un plano. ambos perfectamente l i s a s . como se ve en la figuxp. . deberfa ser mayor por causa de l a s fnerzas de aiihesibn.

Por todas estas razones. motivcidas por l o s a i f . se producen no s o l o í o s microdesliza~ientas mencionados anteriomente. 4Q.Las microsolda&uras formadas por l a adhecibn implican tamb i e n un cierto proceso irreversible. y = que e l c o n t a c t o e n t r e dos s 6 l i d o s .... puede asegurarse que e l simple cont-lc- . debido a l a h i s t 8 r e s i s e l a s t i ca ff .-Supuesto que l o s c o n t ~ c t o s adfiesivos bloqueen e s t o s microdes - plazamientos. es evidente que en e l proceso de carga-descar- ga a l g o de energfa s e pierde. E n e f e c t o .Aunque a primera v i s t a puede p a r e c e r que el cont-tcto está t i c o \ e n t r e dos cuerpos ( sin d e s l i ~ a u i i e ~ t o no ) disipa energía.r e n t e s m i c r o a l ~ r g a m i e n t o s deOi L dos a 135 t e n s i o n e s de Bertz.En caso de contactos i n t e r m i t e n t e s ( v a r i x i o n e s de Is c. donde alga de == energfa s e piede. - Microdesliaamientos i n t e r f a s i z d e s en la zona de contacto. en e l proceso de contacto mecíinico hay que considersr: l a . sino tambfen unas tt ondas elasti t cas1' que s e propsgan en e l sena de l o s m a t e r i a l e s . 29. = r e s u l t a d o de l a s d i f e r e n t e s oropiedades e l f i s t i c a s ( d i l e r tes E ) .ir - ga normal F ). y que = causan tambien una cierta perdida de energsa. 3Q. 5Q. ahora estamos en condiciones de comprender que e l l o no e s así. .Finslmsnte. es un proceso de cierta i r r e v e r s i b i l i d a d . sometidos a una carga puramente radial. asociado a la deformacidn p l ~ s t i c ade 13s asp e r e z a s e x i s t e tambidn una i a p o r t a n t e disipacidn de eneru gia. que conlleva una cier t a d i s i p a c i 6 n de energía.

reversible.e n t r e dos s6lidoo< r e p e t i t i v o a no ). conllev8 una cierta &rdi& de ener&. de forma = que el proceso de contacto mec&ico no puede considerarse. en abss l u t o . .t o . hado 13 acción de una = oarga mormal F.

A l dpiicar ia c l r b a Ti. en c o n t ~ c t o con o t r a . en un c o z de e s t e t i p o s e producen c u l n t r o fenbmenos d i f e r e n t e s : l a . debidas a las f u e r z a s F y T. 3 o 51 4 r e a i n i c i a l e s A ii. = m O de l a s microooldaduras. se produ- cen unos m i c r o d e s l i z ~ m i e n t o sen una zona &S o . - En cada una de l a s asperezas que s e encuentran deformadas p l a s t i c a c r n t e . b-.io f I l a a c c i b n de la c*rga Fi. . pi0 la prrsi6n oo- . La cara I l t e r q l S o p s a a ser S. ex = d A'-¿ a r e a pasa a v a l e r A i i + A ~ .Teniendo p r e s e n t e todo l o hasta ahora expuzsto. s e pro- duce un fenbmeno c o ~ o c i d o por " crecimiento de l a uni6n1'.-enos amplia d e l i á r e a de c o n t ~ c t o aparente. En la f i g u r a se ve una de J 6 E las asperezzs. 1 2 . g que no e s m 5 s que un a x i e a t a del 5rea real de cada u m . La explica&bn d e l hecha ( e s una rzdideneia ex~erimentzl) reslde en l a ~ c e p t x & b nde un c r i t e r i o similar a i Ge Yon Misses para l a rotura de l a u n i h siendo & un c o e f i c i e n t e de valor 1 0 . . por la accibn de La carga normal F. s e g h se vio en los puntos 2 Q . totalmente plana. - Debido a l a s deformaciones e l & t i c a s producidas por las == t e n s i o n e s de E e r t z .

que da lvgar a 13 presidn p. Inicialmente Suaando todas l a s asperezas.1' al vera 1 1 carga T i . l a presibn p. que produce l a tensión ti. ti dentro de l o s lfmi- tes de no fallo inpuestos por la e c a . dismfnuye (por aumentar e l Zrea Ai) . se alarga = a un poco. a l aplicarle ti) En base a t a l criterio. cualquier criterio deber& dxd es que la miorosold~durn. x i b n anterior. y sustituyendo en l a ecwcidn (1) de donde . deforuada p3asticamente bajo la accidn de la carga Pi se sometida . la preaibn pi . Debido a e l l o .mantaniendose e l conjunto pi . pues l a r e a li. sometida zt aceptarse.rrespondisnte-al limite de f l u e n c i a de l a aspereza i { SF =pFo) (En realidad. no se == rompe. l a aspereza.

e l 5rea r e a l A tamño del Srea ~ 3 ~ r e n A te O * ~ u e d el l e g s r incluso a i g u a l a r e l r ( En este caso.C@:puede verse. y h e go se a p l i c a o t r a tangencia1 T. se necesitar& una T m p y grande p n a producir e l d e s l i z a z i e n t o . exicts un considerable aumento d e l srea de con- %_ictodebido a l a x c i b n combinzk de P y Te Se ha comprobado que e l Qrea de ma aspereza puede incrementarse = hasta 9 veces. s e produce e l f e n h e n o de rlagirrotarnienton 3Q. y l a r o t u r a de algunas de 12s = uniones establecidas con la capa contaminate por medio. 7 z n nnchos casos.actuen libremente). s e produce t m b i 4 n o t r o fenbrneno conocido cono s i b n de l o s contaminantest1 " disper - Bn efecto.Bn l a s cuerpos s & r e los que sctua rma carga nosmal-F. si no existe capa = contaminate. que son f S r - ciles de preveer. antes de l a fractura. . l o s nicrodeslizanientos e l j s t i c o s por un lzdo.. e s decir. s i n que se produsca e l desliza- niento. llevan a una d i s p e r s i b y r o t u r a de e s t a c a p . con l o s efectos. e n t r e los que destacan la p o s i b i l i d a d de aparicidn de nuevas microsoldaduras ( a l p e r m i t i r fa ausencia de l a ca pa contaminante que l a s fuerzas de c o r t o alcance - - enlaces meta- i i c o s y coaalentes. e l creci~iento de l a s uniones por otro.

de aproximadamente 0 . 1 -I .Finalmente. son a veces reversibles.Se ha comprobado que ia combinaci6n de fuerzas normales y tan genciales produce un aumento de l a fwma de adhesibn de m a s &e 10 veces. Tales microdespiaeamientos. en l a d i r e c c i b de T. . . en mchos casos. se produoe = un pequeño desplazamiento relativo entre los cuerpos en contacto. en forma pecie de "saltoBt) " instanta/neafv ( una e 2 .&m. s e ha comprobado tambibn que cuando se aplica r r t una fuerza tangencia1 I ! en un contacto estatico. y otras no. en todo el conjunto de los cuerpos. 4 9 .

s i so3re dos cuerpos sobre l o s que a c t & una carga normal F se aplica una f u e r z a t a n g e n c i a 1 T. s e produce un deslizamiento macrascopi co r e l a t i v o de uno r e s p e c t o del ofro. h fuerza de rozamieato es proporcional a la fuerza tang~ncialnornal ezist ent e e F.- La suma de 13s areas de lois microcontactos dan l u g a r .3to e s independiente Üei a r e 2 de Por o t r o lado. Como todos sabemos.rctos. tamiento de c 6 l i d o s r e ~ l e s l o . r . d e l e s t u l i o a nivol nicroscÓ2ico sobre e l conpore n c o n t ~ t o . e s d e c i r . . o fuerza de rozsmieg t o . con un número d i s c r e t o de microcont. - D e s s b l i d o s en c c n t i c t o . F .5. que = excede de un c i e r t o v s l o r . i . 2Q. f r i c c i b n .se ha deducido. con un ama a i m e n t e A o i s ~ la s e tocan en un i&nero d i s c r e t o de a s p e r e s a s .= p. observadim experimen Zn e s t a condiciones. 13s l e y e s ~ c r o s c o p i c a s talmente ( bontsne y Coulomb) son las siguientes: - La fuerza debida a 1 3 . 5. ANALISIS DEL PROCESO DE FRI'JCSON ENTRE ELE!-IEiiITOS DX NAQUINAS. O E s t a r e l a c i d n define e l coeficie:-ite de rozamiento La fuerza de rozanie.GENERAISDADES. siempre t i e n e direccibn opuesta a l a f u e r z a tang e n c i z l a p l i c a d 2 T.

:lente). En ambos casos. d e b i d r s a fuerzas de largo alcance(e- l e c t r o s t g t i c a s g electronagnéticns) y o t r a s de corto alcance ( enlace metalico o cov. de la existencia de la ca pa cont 3~1is:nte. t-> . 8 4~.elastico.al área r e a l Ar.En los nicrocantsctos se producen uniones a d h e s i v s s o microsoldadas.La cleformacibn de las asperems que entran en contacto puede ser de tipo plastico o de tipo. 29. La energía d i s i p a d a . que e s l a qne verdaderamente sopor- 3Q. ta la carga F . l a fricci6n ocurre a traves 2e l a s inter3cciones e n t r e asperezss. rl' G -r. f . n i v e l macroscopico.. &S r. en cierta uoedida. el proceso de f . Como e s evidente. de nanera que l a fuerza de f r i c c i b n nacroscopica e s la s~made l a s fuerzas de f r i c z i b n m i c r o s c o ~ i c z sproducidas e 2 l o s rnicrocontsctos.- # ' ~eformacibn p l a s t i c a de l a s asperezas.i o as Eue ia corroecuenc-cr de : I Q .Deformcibn e l a s t i c s de l a s asperezss.5n r e s u e n .. e s la s m a de las. . T z l e s fuerzas dependen. ecez disi-sdas en c i d 2 ~lcrocontacto. el &ea de l a s m i m a s es proporcíoml a l a fuersa normal En el casa especffico de deforaacrbn p h s t i c a .1 r4 uu .

en 13 superzicie del &S blando) 4a. l o s e f e c t o s di&micos.3Q.- Encastramiento ( fen6rneno de arada.Procesos de d e f o r m e i b n ( lQ. en que una 3s- pereza d e l mnterial mbs duro cava u n c w c o . pero especfficamente en e l de adhe si&.- Procesos de adnesidn ( e l 40 a n t e r i o r ) A continaacibn.2Q y 38 a n t e r i o r e s ) 2Q. m s s debiles) E s t o s c u a t r o procesos pueden c l a s i f i c a r s e e n dos grupos: 1Q. N m A : En t o d o s e s t o s procesos.0 R # t u r a de l a s uniones a d h e s i v a s o microsoldaduras ( o c o r t s d n r n del m t c r i a l que forma l a aspereza e z o t r o s puntos de l a misma. y e l Pactor tiempo o v e l o c i d a d de 2 e s Todos e l l o s s e r h consider=dos m& adelante. vxaos a p r o f u n d i z a r m p c o más en a z d a uno de OS. . - nu podemos olvidar los e f e c t o s de la capa contaminante.

-- de l a s microsoldaduras. La aspereza i1 t r o p i e z a can ip. i jF A7 ___) De jando aparte los f enbmenos de I de? orrnacíbn p l ~ s t i c ao el2stic:. BUCION DE LA ADIBSION.5 CIUXULO . en l a figura s e observa claramente que a l moverse 1 so- bre 2. Xn efecto.. y otra a l a adkesibn Dividiendo ambas por l a carga normal F.C o e f i c i e n t e de rozamiento debido a Xa deformaci6n.ICCIOI. obtendremos e l c o e f i c i e n t e de rozamiento cono su= de dos terminos: X coatinuacibn vamos a c u a n t i f i c a r .. *De lo dicho anteriormente s e desprende que l a fuerza de == f r i c c i ó n puede deeglosarse en dos-coaponentest U n a debida a l a de- fornaci&n. I y I n consecuencia ser4 la r o t u r a de esta segunda ( fen6meno de d e s .DEL COEFICIEMTE DE ROZ-LIMIEFITO A LA FP.CONTRI. el valor de e s t a s coeficíenJ¿es: a. e s evl- m nacibn m5s importante que i n t e r viene en generar l a fuerza de rozaniento e s e l debido al enc~istr~xnionko. sunque solo sea en unos modelos muy simples. sobre todo si I es d s duro. Y DE IA DEFORHACION DE ASPERXZAS. cpe i n t e r v i e n e n en l a r"ormaci9n -.

1 .se . 3 Precisamente este sega20 vduar. para B t 30Q ay .En el caso de qae la aspreza d a dura tenga forma esf&ica. podemos poner: Si b y g microcontactos de e s t e ti2o: E l coeficiente de r c z m i e n t o sera: para 8 = 6 0 ~ 'P = 0 .atar de e- en modelos ds asperezas simples. 1 . como se ve en l a f i g u r a El drea Ail vale: r "ir ' B S d2 i El Brea Ai2 vale: Suponiendo que e l material nzc blando fluye plz?sticaaente. fendmeno es e l que vamos tr. .. y que la p r e s i d n de fluencia e s $ = SF . 3 2 . En primer lugzr vamos a suponer que La aspereza del material d s duro tiene forma cbnica:.gsste) o e l cavado de un surco a :%x?avesde ellsr . F .

. por dos motivos. est~s for- En segundo lugár. como se ve . porque en la practica el material del co se-acumula y - S= -2evantan.1 28-sen28 sen29 w para vvalores de 9 pequeños. En primer lugsr. h = rt 0 # 3 son bastante diferen- NmA: En la practica..tienen mas ideales. .par asperezas i g w l e s Con lo que e l coeficiente de rozumisnto vale: 1LCdefor) =. .. e s t o s valores de /U tes.T i A= r2 %l e : ( 29-sen28) ftd =.C omo Fi = A. AL S. frente a l a aspereza. porque l a s asperezas no. S~ y Ti = S A^.

como luego verenos. entonces O . b. debido a l a S 1 I fuerza Fi que l e produjo una = deformacibn plastica. (fen6meno que da l u g a r r un aunento en e l valar de P iiCYT-4: Otro aspecto que tambidn habr3 que t e n e r en cuenta a l v a l a r ~ r e s t e razonamiento de encastramiento es e l debido a l a p o s i b l e adhesibn e n t r e 12 aspereza dura y e l material blando. E l l o ser& abordado en e l pronimo punto. 1 I b r -Suponiendo que l a aspereza i .55 Acero 1 :iíEA: Hierro Cobre I 1. .debido a l a deformación e s aenor que l a debida a l a sdherencia.h 7- en l a figura. f i c a un aumento en e l v a l o r d e r .55 En general.- C o e f i c i e n t e de rozamiento debido a l a adhesibq. y en t o d o a s a sign. dado por e l coeficiente IZ s i g u i e n t e P &kit erial Tungsteno Coeficiente R 1. l a f u e r z a de rozlimiento. 7- 1 I de 1 s e ha adherido a l a c o r r : ~ I pondiente de 2.

. do. e l c o e f i c i e n t e de rozamiento s e d : &nnan ------ Cg 3 >S 19s ozlores ~ o r r ~ s p ~ n d i e * tal e c n l t e r i e l m 5 s de- bil y l a microsoldadura. S En e l casa de no haber contaminmte.S i llamamos b a l a t e n s i 6 n c o r t a n t e que produce l a carga Ti bre l a aspereza Pn -AA el f.anll\ ~ 12 t e z e 2 sibn c o r t a n t e ( de l a microsoldadura) P~ran - microsoldaduras: F r A . con lo cual blzz - E s t e valor es m u y bsjo. que son p d x i m o s o s u p e r i o r e s a 1 f0rmci6n E s t a d i s c r e ~ n c i a( prescindiendo d e l componente de de- )<C ( def or) ).e l endurecí' miento de la unibn.. SF Y T = AgS Con e l l o .. CF/sF = CF d e l material als 1: 5 . ya v i s t o en e l punto .la&=a. se debe a t r e s fenbmenos: El crecirniez to de 1s unibn. y la adhesibn en el encsstramiento. r e s p e c t i v a r n ~ n t e . Como p r a muchos m s t e r i ~ l e s . f r e n t e a l o s que se o b t i e n e n en l a prac- tica.Ilar.fmite de r ~ t 65 ~ l~a m w ic ~ r~~~l.El crecimiento de i a unián iieva a c o n s i d e r i r ia desi- .

Zn l a figura se r e p r e s e n t a n dos posibles planos de r o t u r a . . e s un fensmeno debido a = que la tensi611 de r o t u r a de la nicrosoldadura e s a veces m C i s alta que ia de l a s propizs a s p e r e z a s cpe une.. J ( Los v a l o r e s de 5 pueden verse en e l grafico d e l punto 1 - E l endurecimiento de lz unión. en l a p r o p i s rnicrosoldadura.y la s e c c i d n por a-b e r a -U--- + O * A .g i u l d a d .~ e l~ crecimiento de ¡a unidn i i e v a a l o s--v3 -i o r e s se- . que p S i la a e c c i l n i n i c i a l en x-y era Aii A. ElLo permite que l a r o t u r a de 13 unibn se e s t a b l e z c a en un plano = que no e s p r e c i s a n e n t e e l de l a nicrosoldadura. sobre una de l a s asperezas ( l6gicamente. e l x-y . y e l a-b.e n t r e las areas d e l numerador y denominador de la expresidn que dap . 11 . l a d e l material más blando) E l endurecimiento de l a unibn s e debe a l hecho de ser 1s = E l l o l l e v a a un aumento consecuente de l a tensibn cora k a ser t a n t e .

Xscribiendo 2odemos poner: .) S C :( S + A s ) (Aif) 'La n t u r z o c u r r i r 5 por a-b cu-indo e l primer miembro de l a inecua- ciñn sea menor que e l segundo. r í o . 2 cos T.+ & A ii.ñslados eu l a figll-a. y a l o l a r g o de x-. frente a l valor i n i c i a l p( adh) = CP/ sF ra e l caso s e n c i l l o de l a aspereza en forma de e s f e r a .. (Ai. d y Si k es l a tensión cortan . Ls igualdad i n d i c z l a misma p o s i b i l i d a d de rotw-s. - e x p e s i b n que nuestra un incremento en e l c o e f i c i e n t e de r o z a a i e s to p(adh) . D e l a f i g u r l s e abtienne: d A =%*R. e l c r i t e r i o de r o t u r a puede expresarse por: c .)t en c ~ s o contr. Teniendo e l l o en cuenta. t a l como = 13 masixada en l a f i g u r 3 .

la fuerza de adhesibn e l e s e n t a l s e A a 8 = kdA =h: *%*Ei2 L.-% d2 '8 .. ser$ Como. por o t r a p z r t e .de capa contaminante. a h n o i a . queda ( cuz- ) c.x fuerza t o t a l T .te real en la i n t e r f a s e .ppr8r-Prrurrrz- . Como resumen de todo l o dicho. que se opone a l movimiento.E l c o e f i c i e n t e de rozamiento e s l a suma de los t e r n i n o s deformacibn vale. en una teoria s i m p l i e t a .r conponente h o r i z o n t s l sera d P O = m*sen cos y a d v =e w ~c a ~ spen .- Besumen f i w l . puede d e c i r s e : lo. $dy L. E s t e v a l o r se ve p a r e l crecimiento de la unidn. 3 ' = SF*A1 do k = Cg = SF .

p r a s q e r e z a c esfkricas d u r ü s . 3'2. sobre cuor po blanda. S < CF del m a t e r i a l blando. En e l caso de e x i s t i r capa contaminante. y ge- neralmente.1a un5bni-y por la adhesidn en e l enclstraniento. y generalmente e s mucho menor que e l anterior. & de deformacián e s funcidn de l a geometria de l a s aspere- zas.- E l . ??OTA: Según hemos v i s t o .cimiento de. f = S/SF . .

- Como sabemos,
l i z a m i e n t o es igual a

l a e n e r g b consumida en un procesa de des-

- E s t s energfa absorbida en e l rozamiento se i n v i e r t e en:
e producir l a s deformaciones e l i o t i c a s ( l a s cuales.de
L -

ajido a l fenbmeno de h i s t d r e s i s , no permiten uria r e c s

peracibn i n t e g r a l de l a e n e r g h absorbida)
0

Producir deformaciones plzfsticas, lss cuales funcio-

nan cono a l n x e n de energja,

e Producir l a adhe síbn,
e Producir ondas e n e r g e t i c a s en el i n t e r i o r d e l mate-

r i a l , t r a s l o s choques, etc,,

en l a s a s p e r e z a s , t o -

das e l l a s amortiguadas tambikn por l a h i s t g r e s i s el a s t i c a c!el
e

uaterial

Producir l a r o t u r a de las unionca, t a n t o c n Ins mi*
crosoldadurac como

en o t r a s zonas de l a s a s p e r e z a s

Producir e l a r r a s t r e de l a capa contsninznte.

-

A su vez, p a r t e de e s t a energia ~ u e d aalmacenada en el

i x t e r i o r de 1 ~ cuerpos s e n contacto ( en forma de d i s l o c a c i o n e s

c r i s t ~ l i n a s ) ,en una c m t i d s d muy pequeña ( menos d e l l% d e l t o -

tal) y e l r e s t o s e d i s i p a en forma de: a Emisibn de fonos

, r u i d o s producidos

por l a vibra#

ci6n de algunas asperezas deformadas elasticamente

i)

Emisibn de fotones, e n forma de 1112 ( v i s i b l e o no)

de e l e c t r o n e s , ~Emisidn
e Elevacibn de l a t e n p e r s t u r a , que es l o que realmente dL

s i p a l a mayor cantidad de enagfa. Parte d e l c a l o r generado puede quechr d e n t r o de l o s cueg
pos ( elevando su temperatura) y p a r t e puede s a l i r de

2

110s por c o n v e e i b n
Llsn?nüo

, conduccíón y

rsdiaci6n.

6d

31 c ~ i o r proGuci6o en el. d e s i i ~ a í a i e i i t üen

La unid3d de t i e x 3 0
B

%=

p-F-V
-= J
J

( J = equivalente mechico

del calor)
y 113xmfo

Q C e l c a l o r conGucido f u e r a d e l sistema en

la unidctd de tiea20

w

c

=

-

K.-.

DlT
L

A

2 dad ter?iczi media
#

=

%& T .L

AT

= aumento de teinperatur:.

L = l o n g i t u d generalizada,

Logicame~te, 13 r e i a c i b n e n t r e anjas magnitudes debe = s e r , en un proceso e s t ~ c i o m r i o , una cantidad consta2

4

te

de donde se deduce que:

NOTA: E l punto de f u ~ i d n de uno o ambos metales en contacto tiene

una importancia fundamental.

En efecto, las s l t a s teqer3turas generadas en 13s asperezas
en contacto pueden fundir uno de los metales,creanda una pequeña pelfcula de metal fundido, que incluso puede actuar c o
M^

frihri^>nf.~,

5,1,4.-

EFECTOS El? IA r"F,ICCION DE

LA -VELOCIDAD DE DXSLIZ4MIEhTO.

-

S i se l l e v a a una grafica e l v a l o r de

y = T/F

en

arde-

das, y l a velocidad de d e s l i z a m i e n t o
curva como l a mostrada en la figura.

V

d

e n abcisas s e o b t i e n e una

E n e l l a s e observa como e l v a l o r de& k o e f i c i e n t e de rozamiento esC

t'iticO

P o

es'mucho mbs 1 7 t o que e l din&ico,

a l i n i c i o d e l movi-

ce un s a l t o Srusco en sl v i l o r de
siendo siempre

/(

, que

p3si de

P o a /'do9

(* c

>pda

A medida que aumenta l a ~ e l o c i d 2 d , se produce una d i s n i n u c i 6 n d e l

2e nuevo a c r e c e r e s t e c o e f i c i e n t e .

d n a l i t i c a m e n t e , l a s i g u i e n t e e x p r e s i b n responde con b a s t s n t e aprox;

nscibn a este comportmiento

donde los c o e f i c i e n t e s

5, 6, 2 y

3

se tienen en l a t a b l a adjun-

Lbgicamente. a l mismo tiempo se produce u n fenbrneno contsario. y laa&eoitn es o d&<f ( miereso~&& wi.tiempo que dure e& reposo. E l f a c t o r tiempo alcanza. e s un fenómeno que depende de f u e r z a s de a t r a c c i á n electromagn&icac ( l a r g o alcance) como qulmicas (enlaces netáii- cos y covalentes. la reaccidn es menor.- coi e l . la-variaci6n depázcon. aumento 2Q. la velocidad. ya que al amen = t a r l a velocidad de-deslizamiento disminuye e l tiempo'dé contacto e n t r e las asperezas. según e s t o . cient r o d e l &ea r e a l de contacto. que ya analizamos: e l barrido de la capa = . Desde este de exrlcea perfeetame3te: 1 s . .- Los motivos <e e s t e c o z ~ o r t m i e n t oson f x c i l e s de e n t e n d e r s i s e t i e n e enecuenta que e l p r i n c i p ~ l caussnte d e l rozamiento. tengan un tiempo concreta para s u r e a l i z a c i b n . d e pequeño alcance ). 13 t -adhesibn..E l .S les) S i n embargo.= &. e s t a s reacciones qulnicas" tendrgn mas determi- nadas constantes de e q u i l i b r i o que harsn que l a extencián d e l a reacción ( extensibn e intensidad de l a s nicrosoldaduras). siendo e s t a s Gltimas l a s m& importantes. una importan - cia c a p i t a l .

desde)¿ 3 0 . histdresis. entre e l fen6meno de barrido de l a capa cantamiaa~ t e ( n5s fuerte mientras mayor sea la velocidad) y e l amen- t o de la rapidez de reaccibn con el aumento de temperatura e l coeficiente de roxsmiento f SU . l o s efectos termicos y otros ( micro-8 fracturas. l o = cual favorece i a reaiizaci6n dr las reacciones qu5mieas que provocan la adhesibn. etc. A v e l o c i d a d e s altas. 9 E l s a l t o brusco de tura " pdo se explica por la ro- instantanea" de gran núiiero de soldaduras. Por e l l o . formadas en I e l periodo de re-oso ( y que el p o s t e r i o r fendneno de encas- trzxi~nto y formcibn de nuevas ~ o l ~ a d u r s no s puede compen- s3r) . va incrementando de nuevo valor.) hacen que l a temperatura se e- leve fuertemente en l o s contactos entre l a s asperezas.contaminante que aumenta la extensibn de las posibles microsoldaduras.

e l punto C t e n d r s una velocidad d i f e r e n t e en 1 qne en 2. Se observado en numerosos experimentos que tanto = Y:. e n c a s t r e n i e n t o .odzdura. producida p v r loü ceu'binues p- . Z n e f e c t o . debido a r s z o c e s l i ? s t i c . s i La l f n e a 2e rod>d*zra es A3. Son de t i p o geonetrico.ara e l l a e r a n v a l i d a s ( adhesibn . l o s d e s l i z a n i e n t o s debidos a l a e l s s t i c i d ~ dde l o s +eriales.deU& dos a l t i p o de contacto e n t r e e l e n e n t o r o d m t e y cam& o6 de =. d e s l i z a r á .- D e a n t i g u o s e conoce que l a f r i c c i d n de rodadurs e s en = g e n e r a l mucho menor que l a f r i c c i h 11 d e s l i z m i e n t o . COTO los debidos a l a geometria.. ) no son de ~ 1 p i i c ~ c i 6 an l caso de l a rod3dm-a. e s d e c i r . e s l b g i c o pensar que las iwzones q u e . y s e deben z contactos fue- ra d e l r a d i o t e g r i c o = de ro23dura.- ?licroEeslizaníentos mcroscopicos. l a s caiisas p r i n c i p a l e s que contribuyen a g e n e r a r ia res i s t e n c i a a la r o h d u r u son: 3.f i o-f . - Nicrodeslizsnientos macroscopicos tipo Heathcotc.. r o t u r a .s que fueron estudiados en e l p m t o e b . = ' v-t 1=.distéresic ei$-vtic#. contribu- yen muy poco a l a r e s i s t e n c i a a l a rodadura."s ~ e ? ^=serqze a l r o d a r l a bola sobre e l camino de rodadura. c. en d i r e c c i ó n " entrando en e l papel". etc. Comparandola con e s t s filtima.

c t i c a en e l interior d e uno d e = l o s elementos rodantes.k. Precisamente. producida e n puntos bajo li= s u p e r f i c i e . justo debajo d e l punto de contao to. l a histeresis e l a s t i c a producida en e s t o s fenbmer nos e s l a que contribuye. s e a d e l a n t a l i g e r a mente a l punto t e ó r i c o de contacto.sos d e los puntos del n z t e r i a l .por lendmenos de defcr- nación e l á s t i c a . i a de- frprmzcibn puede l l e g a r a alcanzar = v a l o r e s cono l o s e x p r e ~ d o s en e1 = dibujo. de f o r m que cierta canti-dad de m a t e r i a l t1 . l a re a l a rodaaura. cusndo l a presidn vdle s e produce urw.. a l a r e s i s t e n c i a a l a rodadurs. e l debil) . d=u6e se Z ~ C S X ~ 13s G r najezec t e n o i = n e e . en g r a n p r t e . e s t a defornacidn == p l s s t i c a . ( se& se v i o en l a t e o r i a de E e r t z . y provocar. flrf ?" a l a rodadura se- 0 s e acumula1* e n l a p a r t e f r o n t a l de l a rodadura. sistencia En e l caso de existir c a r g a s t a n g e n c i a l e s . 2or t a n t o . como vimos en la t e o r f a de Iiertz. &S Este proceso t a n b i d n contribxye. ( como se v i o en l a teorfa de Hertz). a perCer energla. &+. Y= casi ke ctla~o qna la r e s i n t e n d a . En e l caso de un elemento rodante = # duro. principalmente. sobre o t r o m& blando.. deform~cidnpl.Seformacibn p l s s t i c a .

En E= O O. e l fen6meno de deformación y e l a s t i c a se modifica profundamente. En resumen. s e producird una nueva deformacibn. e l 5 .pl&&-i_cr. que c o n s i s t e en e l c i z a l l a n i e n t o de l a s u p e r f i c i e de l o s c i l i n d r o s . E s t e fendmeno se conoce en ingles por "Shake- e O B E down1* Por . acumulada a la a n t e r i o r . producidas por elementos r o d a n t e s en movimiento c%clico ( c o j i n e t e s de rodadura. En l a s i g u i e n t e rodaddura ( s i g u i e n t e c i c l o de carga) e l m a t e r i a l e s t a s u j e t o a una combinacidn de l a s t e n s i o n e s debidas a l cuevo contacto. de manera que cada vez que e l c i l i n d r o pase por ese punto de contacto. durante e l primer c i c l o de carga. s e v e r a sometido a t e n s i o n e s i n f e r i o r e s a l 1% m i t e e12fstica. e l m a t e r i a l se c ~ m p i m c . por deba3a.y l a d x i m a tensi6n para que S1 ocurra viene dada 3 O p = 4*$ En c i l i n d r o s rodantes. e l l f m i t e de Shakedovn es un v a l o r fundamental = en l a rodadara. por ejemplo) .~en r ^ zom d e l i 2 t e r i o r ri_-1m+^riat. en l a p a r t e d e l a n t e r a d e l punto de contacto. Cuando las presiones de contacto. son i n f e r i o r e s a e s t e l i m i t e . NVifA: N.&sta deformacibn e s a c u m ~ u l z t i v a . consecuencia.. E l l o da l u g a r a l a a p a r i c i b n de t e n s i o n e s r e s i d u a l e s debajo de ia s u p e r f i c i e .amen+. En e f e c t o . siendo N l a reaccidn normal e n e l á r e a I Cuando a c t u a n t e n s i o n e s h p e t i d a s . calouiadas por l a t e o r f a de Hertz. y a l a s r e s i d m l e s que ya e x i s t i a n . cuando l a p r e s i d n de contacto es supe r i o r a e s t e i z m i t e se observa un nuevo t i p o 0 cie cieformación = p l á s t i c a .rd un par de v a l o r de contacto.de l a s u p e r f i c i e de contacto.

. A pesar de e l l o . NOTA: A 1 contrario que la r e s i s t e n c i a al U e s l i z a c i e n t o . l a compoliente de 13 r e s i s t e n c i a a l a rodadura. la ú l t i m a causa que produce l a r e s i s t e n c i a a l a r o - dadura es e l fen6meno de adherencia. En caso c o n t r a r i o el material se deforma progresivamente. e . - Finalmente. . d a U s las == condiciones en que se produce el fenómeno de rodadura ( el c o n t a c t o e n t r e 18s dos s u p e r f i c i e s s e establece con movimiento == normal a las s q e r f i c r e s . . en l a zona de t' reposo re l a t i v o " . En todo clso. se dejan s e n t i r plenamente. haz t a su rotura. e s de s q o n e r que s i se produc& algunas microsoldadursc. y algunus m9c en l a zona de deslizamiento r e l a t i v o . y no tangencia1 a e l i a s . coma era e l caso de dfslizamiento ). e s siempre muy pequeña compirada con 12s debidas a l a h i c t b r e s i s y d e f o r n a c l h pla'stica. Sin embargo.tenial 'l s e endurece" en sucesivos ciclos de carga. por lo que solo l a s fuerzas de larga alcance ( e l e c t r o s t $ t i c a s y electromagnéticas). la r e s i s - t e n e i a a l a rodadtira puede s d n i t i r s e que e s independiente de l a velocidad. mucho m á s debiles. no se produce l a dispersión de l a ca- pa centamhante. debido a l a adhesibn.

5. rodan- do sobre un plano. sometido a una carga F. y a un par puro M ( de manera que ruede sin deslizamiento). a l rodar e l cilindro una = distancia y* sera: .- CASO DE CILIHD9O SOBP3 PLANO. de l a s presiones de contac- E l trabajo producido por e s t e momento. y y 9 l o s de Poisson. la teorfa de Herte da e l valor del ancho del area deformada y l a distribucibn de l a s presiones d e corrtacto. S i E l y E2 son l o s mdduios e l & t i c o s respectivos.2.1. t o a l a derecha del mismo. Tonsndo momentos respecto del e j e x-x. Supongamos un cilindro d e radio R.2.

)? NCEAr' Y ) El factor de h i s t 8 r e s i s E no es el mismo que e l obtenido + en e l ensayó de traccibn.!= = & 2*F. E s t a p&dida puede ser d e f i n i d a por un c o e f i c i e n t e e . e s un coeficiente que depende de l a csrsa n o r m ~ l F. se cm-piid m A. de la geometrfa del elemento rodante ( R.L) y de la naturale- za de 108 cuerpos en contacto ( El. E2.0 en el lado de la conpresidn sea repuesto integramente en e l lado de la traccibn.b*y .n-R Definiendo el coeficiente de rozamiento a la rodadur? como tendremos : que como se ve. Debido a l o s complicados procesos .s = e. - S i T e s la fuerza tangencia1 derivada d e l momento torsor. 3.Como ya s e eisplich. que repre s e n t a el trabajo disipado durante l a rodadura d e l cilindro l a d i s tancia . impiden que e l t r a b a j o absorvid. y e l fenb - nena de deformcicibn pl&tica. e l fenbmeno de h i s t d r e s i s ela'stica.

E l factor & puede suponerse constante.de tensión-deformacibn que tienen lugar bajo la superficie de l a zona de contacto. e l val& de E es unas t r e s veces superior a l = obtenido en e l ensayo de traccibn simple. . aunque para grandes ten- siones puede variar ligeramente.

Consideran20 u 2 f r a n j a de ancho dy. y longitud la mostrada en la sobre toda e l l a ser5 ( debida al re-arto de figura. la fuerza presiones p ) .

y l a fuerzz tangencia1 T se ten&$. será Introduciendo e l f a c t o r de h i s t d r e s i s d s b i d a a M.E l momento r e s u l t a n t e r e s p e c t o de x-x s e r 5 : El trabajo efectuado por este rnouento. e . igual que a n t e s de d o d e s e o b t i e n e e l v a l o r d e l c o e f i c i e n t e de r o z a z i e n t o (pueden hacerse l a s rnisnas observaciones de antes) . al rodar la esfera u d i 5 tmcia g .

2.- CONT.5.CTO ELIFTICO GENERAL.. .2.3.

areas = aparentes en contacto.Desgaste por e r o s i h .Desgaste por f a t i g a . - Se define e l desgaste como l a pdrdida progresiva de materia en l a s u p e r f i c i e de un cuerpo producida por acciones rnec.Desgaste adhesivo . velocidad relativa.6 . en e l contacto seco.Para c a r a c t e r i z a r correctamente e l fen6meno de desgaste se p r z c i s a n d e f i n i r las s i g u i e n t e s carzcterfs$icas: Tipo de movimiento r e l a t i v o ( deslizamiento. en e l contacto fluido. 1 . etc.y oscilaci6n) I Las elementos i n t e r a c t u a n t e s ( pneden ser solamente dos.5nicas asociadas a l movimiento r e l a t i v o con o t r o cuerpo. - GENERALIDADES.Desgaste corrosivo . o son p a r t f c u l a s l i b r e s i n t e r p u e s t a s ) E l mecanismo dominante de desgaste. puede afirmarse que t a l cosa no ocurre nun ca. chispas.Besgasie abrasivo . al . Aunque a continuacibn estudiarenos cada uno de ellos separado. impacto . y l o normal e s l a actuaci6n conjunta de varios = de e s t o s mecanismos. prr . o tres. e t c e Propiedades d e l material r e l a t i v c z ~ ~ desgaste. - cavitaciba. radadu r a . por V2lores de parsmetros de cargas y movinientos: carga normal y tangencial. distinguiendo = entre = - 7 .

Finalmente.Aparienoí+de-las s u p e r f i c i e s en contacto. En e l primero. las s u p e r f i c i e s s o n prof-andamente af e c t a d s . y de las c w l e s sa muestran algunos ejemplos en las figuras. e l #roceso d e desgsste ocurre sol3mente en las c s i ~ a smás exterior e s de l a sqerficie ( capa B i e l b y y c o n t m i m n t e ) . La pbrdida de ~ ~ t a r i c zoln s i s t e en pequeñas ~ l r t ~ z u l s menores s que algurias nm (nanomicreare%roe) En e l d e s g l s t e severo. y l a s p z r t f c u l a s metálicas arrancadas son d e l orden de 100 p m ( nicromilinetros) (Evidentenente l a d i s t i n c i h e n t r e suzve y severo es. o " nivel de desgastet1. perrnanecies do las s u p e r f i c i e s relativamente l i s a s . el c o n t s c t o e s rnetslico. en prineipini 1-122. Lis c u a l e s pueden s e r una c l a r a nuestra d e l tipo de desgaste que s e est4 produciendo. tambign e s i n p o r t z n t e tener una idea de l a tasa de = desgaste. . s i m p l ~d i f ~ y e n c i ad e ~ a m f i a s ) En 13 sigui-nte t x b l v se reeogen todos e s t o s conceptos. pudiendo hablarse en este pun - t o de " desgaste susvell y " desgaste severotr. y protegidas por la c3pa de Óxido generada en e l r o z a r i e n t o .

fluid wocion. Las-siguientes figuras señslan e l xspecto de lus superficies se- g ú n el necanisno prr20ain:inte de desgzste. .-2 ! actionsa I 1 \ rolling impact polymers . cas. L . minerals. i.stress interactions relative motion material inter. + Desgsste sdizesivo. c x a c t e r i z a d o por 9rotuberancias cbnihoyos.- 2% i oscillation flow sol id/l iquid ' cavi tation &ar i í yJ y ' P . escanas . etc.i thout or ni t h lubricants / 0. ) w..

e n c i .nd .a ~ e . . y estrias.Desgaste corrosivo. e prodactos de reaccibn ( pelicuia g p r t i c a l u 3 dd oxido) surcos. caracteriaaCo por 3.

comprobadas experimentalnente.e D e s g r s t e p o r abrasi63. c x a c t e r i z l c l o por raylduras. cos y estrias. para e l des-- g~ste de l o s metales ( sin considerar e l rnecanisno de desgaste = que l o produce) A=. - La tasa de desgastetu e s independiente d e l firea de = contacto aparente. - Aparte de e s t a s dos sencillas reglas.T- LLCI L--- L ~ ~ C de I clesgas'.e ( voiumea V de íúateriai removi do por unidad de deslizamiento L) es proporcional a l a carga norml 2 : 2 a . 6 % --Sn e l caso de rozsmiento de deslizamiento. es 16gico pensar-que debe ñaber alguna relacibn entre e l . s e han comprobado 31gunas r e g l a s que son v d l i d a s 2 nivel macroscopico.

desgas* y el coeficiente de rozaniento. Bronce Bstelita. se@ para el cobalto.60 Carburo tungteno-iden 0 . 24 0 0 320 0. como i n d i c a La tabla adjunta: Hateriales Acero d v e c _ Acero suave Acero 0.62 0.Finalmente. Experimentalmente se ha comprobado una cierta r e i a c i b n . tambign se ha observado una variacibn importante del se ve en la grafica adjunta = desgaste con l a temperatura. en vacio ( sin a&re contaminante) . 3 5 2 . pero den tro de limites muy amplios.24 157 m0 - Acero - .

y S2 ) microsolda-la q u e ' s e rompe. - DESGASTE A D ~ ' S I V O . e l desgaste solo puede t e n e r lugar cuando l a r o t ~ - ra s e establece en e1 seno d e una de las asperezas. m O En l a s figuras se ven los c m t r o casos que a l respecto pueden d m se: - En e l caso a).6 . 13 i n t e r f a s e ( microsoldadura) e s &S d e b i l a cor- tridura (Si) que cualquiera d e l a s dos asperezas en contacto (de = . una vez iniciado el &s7izamiento). es l a tensiones de cortadura respectivas 8I. y no por la u- G 6 n microsoldada . 1 . t i e n e un mecanismo = de produccidn l i g a d o intimamente a l fenbmeno de adhesi6n que hemos estudiado ( a l a forrnacibn de las microsoldaduras) AZnitida la formacidn continua de e s t a s microsoldachras (aumenta&%S por la renovacibn de la c a p contaminante. y no s e proauue ciespste por esta . 2 . En e s t e caeo.y - las consiguientes fractu- " capas o conchast1 d e l que l a s pierkle. E l desgaste adhesivo caracterizado como ya dijimos por e s c m a s adheridas ? de2 o t r o materialH r3s en .

Cono consecuencia.o&siguiántci :es-* suponer que un n a t e r i a l adherid? queda a merced de meca- a o t r o . 3n e l caso c ) .causa. e s t e s i g n i f i c a 13 perdida e f e c t i v a de materia por uno ( o m b o s ) de l o s cuer?os en contacto. con conchas. En e 2 c a s o b) l a interfase material 2. aún cuando "a1 m t e r i a l "perdidot' quede aid e l otro1'. la r o t u r a s e e s t a b l e c e por e l plano de c o r t a d u r a xx. e s c a m s . d e s g a s t e va más bien ligado al conce3to de l1 d e t e r i o r o superficial". nismos de desgaste de t i p o a b r a s i v o . En e f e c t o . . E l mater5al de 2 s e desgasta. posteriormente. En consecuencia habrá = uns t r a n s f e r e n c i a d e l cuerpo bhndo hacia e l cuerpo duro. herido a l a s paredes E n e s t e sentido. ambas cu3erficies pueden d e t e r i o r a r s e ( d e s g a s t a r s e ) WL'A: U n aspecto que conviene a-iderar ahora s e r e f i e r e a l pro pia concepto de desgaste. menor que la del 1 . y p a r t e d e l mate. t a l cono s e e n t i e n d e desgaste. y por . En consecuencia. y o c a s i 2 nalrnente. l a interfase e s ocasionalmente más f u e r t e que e l m3 - terial 2' y a su vez. menor que l a d e l 1 . y otros. . es abs resistente que la aspereza d e l y a su vez. quedando libres ( una vez o e l mzterial que &S s e r o m p . l a m i c r o s o l ~ d u r a . Saturalmente. 3 n e l caso d) l a i n t e r l a s e e s siempre 35s r e s i s t e n t e que cualquie- r a de las asoerezas de ambos cuerpos. fragmentos d e l m e t a l duro pueden ser r o t o s . blzndo). e t c . l o s mecanisnos de d e s g a s t e nunca operan solos. - r i a l d e l cuerpo 2 queda adherido a l cuerpo 1 .

NOTA: Ahora puede entenderse l a r e l a c i 6 n entre desgaste -0zamIe2
to.
En e f e c t o , ciwlquiera que sea la forma de r o t u r a , en l o s coz

t a c t o s adhesivos, a l deslizamiento.
S i n embargo,

todasrr conducen a o r i g i r i a r la r e s i s t e n c i a

no todast1 conducen a producir desgaste,

Otra de l a s j u s t i f i c a c i o n e s d e l d o s p s t e adhesivo, r e l a t i v o a la =
Zormscidn de esclmas, se r e f i e r e a i z i i p . n i c i ó n cie f r l c t u r i s en =

l a d i r e c c i b n de las máximas t m s i o n e s c o r t a n t e s , cwndo una a s - e r e ,
za dura e n t r a en c o n t a c t o con
uzq

s u g e r f i c i e lisa.

3n ~ r i m e rl u g a r , l a s t e n s i o n e s de Hertz producen l a g r i e t a , Posteriornente,
12

~ i c r o s o l d n d - m ae n t r e aspereza y s z p e r f i c i e l i s a , Le
uíl

m
O

w n t a n l a ?unta de l a g r i e t a , En p o s t e r i o r e s pzsadas,

desgaste

de t i p o a b r a s i v o t i e r e lugar, rompiendo, definitivamente, ia esca
i x i

e
O

formada.

NOTA: Vease l a teo&

de desgsste por f a t i g a , que a c l a r a mejor

s&

gunos de e s t o s terminos,

- A c o n t i n u m i b n vanos a t r a t a r 6e c w n t i f i c a r ,
l a s l e y e s d e l desgaste adhesivo.
de &w
A

de alguna minera,

Supongsrnos que el c o n t a c t o entre ambos cuerpos se produce e n t r e
I I

, en

l a

seceidn de

rotnra, t o d s igiin-

l e s ( de r a d i o a ) . E l !irea

de contacto se&

z-a2 ,

y la cargs que cada u z soporta es:

Su-onganos,

además, que e l volumen desprendido de una de l a s suyer
Y

t l c i e s , en cada asoereza, e s una semiesfera de radio 5 ( como

SS

Cono l a longitud de deslizamiento, para c3da aspereza, e s 2a, e l

volumen desgastado por unidad de decllzsniento sera:

P i r a las

asperezas en contacto,

Cono por o t r a p a r t e

F = n.SF.x. a2

, sustituyendo

queda:

En e s t a ecuacibn se supone que t o d s s las asperezas en contacto se
rompen. Suponiendo que e l l o no es asi, s i n o que solo l o hacen una
fracci6n K de l a s m i s m a s ,
queda finalmente

Cono s e ve, estz e c m c i 6 n concuerda con las leyes experimerrta-

l e s del desgastes

la,-

l a t a s a de desgaste e s proporcionsl s l a carga nor
mal,

-

2Q.-

La t a s a de desgaste es inversamente proporcional s

la dureza ( o a SF) del m a t e r i a l

&S

bl~ndo.

\ . ,

x=
H

; H = dureza d e l m t e r i a l

d s blando,
NOTA: Se han desarrollado expresiones s i m i l a r e s para incluir e l =

? f e c t o d e 13 capa contaminante, llegandose a l o s mismos valores.

-

A pesar de l o dicho, l a f6rmula a n t e r i o r s o l o e s v a l i d a dentro
de l o s 1 h i t . e ~ del llamado
desgaste suavew, es

d e c i r , con c a z
E

gas no muy elevddas.

Yn e f e c t o , representando en unos e j e s coorÜen~üosICf'Ii I r e c t e a
A

o obtienen las graficas de l a f i g u r a ,

( p r e s i b n a p s r e n t e ) , para a c e r o s de d i s t i n t a d ü r e z a E, s e

3

O

C o m o se observa, o r a ~resionesYajas ( i n f e r i o r e s al v a l o r de ii/3

l a dureza d e l material n5s blando), e l c o e f i c i e n t e lCO( que muestra
e l nfimero de partlculas desprendidas, o sea, el d e s g a s t e ) se m z ; -

t i e n e practicamente constazte.

Sin embargo, t a n pronto s e eleva l a carga de m n e r a que l a presi6n
apzrente sea superior a X/3,
+

e l ualor de K'aunenta

rapid~mente,or~

ciuciendose un desgaste brusco.
T a

explicnei411'tie ^&e. hecho y w d e - ser .qne a n r a d n n e s miay ?llas,

el área real y e l Sres a p r e n t e son practicanente iguales, con l o
que s e deja d e cumplir que

Ar

K F

.

Por o t r o lado, l a aproxl-

mzcibn e n t r e l a s a r e a s real y a p r e n t e hace que l a s p s r t i c u l a s des
arendid3.s no puedan
0

esc-s3rn da entre ambss s ü p r f l c i e s , pro2;r;-

ciendose

U I I d

p i d o efscto 3braslv0, qce 0 3 v i ~ n e & e , es autoacele-

rado.
Fiilslmente, t - m b i h se presents como cclasa la interaccibn entre =

las.zdna8p l a s t i c a s prodircldas en l o s contactos de 1 ~ asperezzs s
vecinas. En e l d e s g m t e s3=ve, no e x i s t e i n t e r a c c i d n entre Iss es.
,ras plsisticm,

como s e ve en 12 Tigxra.

Cuando la w r g a F se increaenta, las zonas p h s t i c a s interaccíc-

z3n, y t o d a l a s u p e r f i c i e se vuelve p l á s t i c a , ocurriendo e1 des-

g a s t e severo.

ste abrlsivo t e a g ~ 1 . que l o . Se t r l t a .e s t u d h r e m o s separadamente). puede c o n s i d e r a r s e que existen dos mecanicr mas de aesg-sie por a b r a s i ó n ( de la erouibn]. por c o n s i g u i e n t e de un fenbaeno ymimente necsnico ( a l c o n t r s r i o que e l d e s g ~ s t e adhesivo. representasdo el 5 & d e l desgsste total. s e g h bos cuerpos. ses por contacto d i r e c t o e n t r e l a s asoerezas de am- a por medio d e l r o z a n i e n t o e n t r e e s t o s y las p?rtf- cti9as s u e l t a s . ( Este eltimo c x o directamente relacionado con e l fenbmem de l a erosibn. E n resumen. En anbac quedan inclinidos t z n b i e n l o s dos modos de abra- sibn.E s t e t i 2 0 de desgaste es el. d s importante en el caso de los metales.~ g a se r precisan d o s condi- ciones: que uns d e 12s s u p e r f i c i e s s e 3 mas dura yie l a o t r a . a y 3 n e l d r s g i z t e ~ b r a s i v o: l u e d i s t i n g n i r dos t i p o s : ambas A b r i s i b n de dos c u e r ~ o c "y " ASrasibn de t r e s cuer.:osn. que t i e n e unos f a n d a m n t o s = qrii?iicos). . y = 2ue m b ~ s e a n r u g o s s . C o m i s t e en e l arranque de p a r t f cuias en e l m a t e r i a l m Z Z s blando. r e p r e s e n t z d a s en las f i g u r x s s i g u i e n t e s . Para que e l desg2. p o d u c i d a por l a s asperezas d e l m t e r i s l d s duro.

Desgaste abrzsivo por smanque d e material. o d e l mismo orden que = l a p e l i c u l a de a c e i t e er: una l u b r i c a c i d n e l a s t o h i d r o d i d d c a .industrial. puede observarse como el fenbmeno de abrasión van . ( En este caso. o 10 veces el valor cuadrático medio de un mecanizado fi I . suciedad. Desgaste sbrasivo por t r i t u r s c i d n de partiuulas s u e l t a s . una p a r t f c u l a de l micra de diametro e s aproximada mente i g u a l a l a d e c i m parte d e l espesor normal de l a capa de = s c e i t e en una lubricacibn hidrodidmica.s abrasivo pory t r i t u r a c i b n de p r t i c u l a s sueltas t i e n e gran importancia i n d u s t r i a l . e l desgas-t. s u importancia e s fundameatal. debido a l a p e r f e c c i h de l a s t e c n i c a s de acabado s u p e r f i c i a l de los elenentos de m3quina.50 de acabado. (Por ejemplo. E l primero de l o s tipos puede d e c i r s e que no tiene mucha i m p o r t a - tia &nivel.desgsste- p i e d e s u connotacibn deseablen ). siendo la causa más = f r e c u e n t e d e desgastes ( no s a l o p a r t f c u l a s Be1 propio metal. negati- . para l a d e f i n i c i b n de l a s p r o p i a s herramientas para esmerilar. o 100 veces el. psra convertirse en un fengmeno Sin embargo. e t c . en e l propio proce. espesor de l a pelicula de a c e i t e en l a lubricacibn limite. si no tambien p a r t i c u l a s de polvo. e t c . a menudo con fue: tes efectos abrasivos). Naturalmente. pulir.

c o t s g 9 L s fuerza F i s e r 5 soportada por e l m a t e r i a l blando.i b r e s contribuyen por i g u a l a la a>.rasiir)n. e s evidente que s u contribucibn a l a a brasibn e s nula. Para c w n t i f i c a r . Por ejemplo. de algzaa vamos sanera. como se ve en l a A l desplazarse una d i s t m - c i a unidad. en forma d e cono. cuando l a s p a r t i c u l a s s u e l t a s se encuentran en l o s = casos b) y c ) de l a figura. siendo W n n-r 2 . cotsg 9 En base a e l l o . l a aspereza == desplaza un volumen de m---t e r i a l dado por W i = r-d Vi = r 2 . arrancado por u- na aspereza d e l m ~ t e r i 3 lduro.No todas las ~ a r t f c u l a sl. e l d e s g a s t e abrasivo. a considerar e l volumen de material blando. e l volumen t o t a l desgastado por unidad de d e s l i aamleiit ü oer? : .

. NCYí'-l: En el caso d e desgaste abrasivo producido por p a r t i c u l a s == suelt~s.1 1 : 111 " Ll ~ r Abrasi811 sua ve. e l v d o r de l a c o n s t m t e ' Ka sekh m& bxjo. conparando l a rela - cibg a n t r e las Burezas de ambos Ha/% ro. y de l a misma forma que 13 obtenida rz d e s g a s t e adheaPivo. n uddo que se ~+~pre~s eqcrrmentzlmente dt qce el n o t r o nSs i m p o r t a ~ t epara vulorar e l c o l t . se l l e g a d a a c = n i ex2resibn exactuaente igual.del tipo a ) de l a figura a n t e r i o r . e s una ecuacibn que responde exactamente a las 1 2 yes g e n e r z ~ l e s d e l d e s g a s t e . dureza d e l m k blando) con el desgaste producido ( l ó g i c a n e n t e .-ue como vemos. - I I X & ZO&- SI: Transicibn. L . Solo que en ellas. pues no t o d m ellas acCusn produciendo e l fenbaeno de surc~da". en e l 39s blando). I : Abrasion . Y ( Ha = dureza del m5s du- que funciona cono 1 5 r ~ ~ i v 0 . s e han r e ~ l i z x d oaúaerosos t r z b s j o s . pira i g u ~ l e s vzlores de Ir yreeidn z o z r e 2 t e (?/Ao) L a s grsficls que s e obtienen t í e n e a l a forma que se ve en l a fi- gura . sino dureza r e l ~ t i v a de los materiales en con E ~ c t o .a c t o a b r u s i v o no e s 11 = c l r g a mrml F.

Se iw. observxdo Tue d
Hd/%

o H. '

1, e l desgaste e s su've.

Cuando

= 1 , se e s t á en una zona de t r a n s i c i 6 n . donde e l desguste =
Cusndo H ~ / H ~ 1 . 3 ,

oueUe s e r suave o severo.

>

e l desgaste e s s i e n -

p r e severo. En e l desgaste abrasivo, la capa contaminante t i e n e una e considerable importancii.

Xn l a zona de a b r l s i b n

suave, l a capa c o n t a a i n s n t e e s practicamer-

t e l a finica " d e s g s s t ~ d i . ~ ' , Se oroduce un r e s i d u o f i n o , procedente de l a t r i t u r ~ c i b n de l a capa d e oxido, e l c u a l pulimenta las s u p e r f i c i e s n e t h c a s , sin " d o

C u ~ n d ose produce a b r a s i d n severa, l o s r e s i d u o s contienen, no 6010 p s r t i c u l a s de oxido de 13 c3pa contaminante, s i n o adenás pzrticul:~n s e t a l i c a s . Las s u p e r f i c i e s se encuentr3n rugosas, y e l desgaO,

O

e
O

t e progresa r . 5 ~ i d a m e n t e . '

B

En e l d e s g w t e producido por e l fen6meno de f a t i g a hay que

distinguir e n t r e e l contacto con rodadura, y e l contacto con desli
zaaient o.

En e l contacto con rodadura, l a p r e s i b n que s e alcanza eo

13 zona de contacto ( e s t e o np i n t e r p u e s t a una capa de l u b r i c a n t e )

e s elevada, viniendo dxda por l a s expresiones de Rertz, Coma se sa

-

be, l a m5xi.m t e n s i d n de compresibn s e t i e n e 6n l a s u p e r f i c i e , m i r t r a s que l a mBxima t e n s i h c o r t a n t e se

-

t i e n e a alguna d i s t a n c i a 64

la s u p e r f i c i e , en e l i n t e r i o r de cada uno de l o s elementos en con-blc.to.
E n 13 medida que progresa l a rodadura, l a d i r e c c i 6 n de e s t a t e r s i &

c o r t a n t e ( y e l rn6dnlo) va cambiando, con l o c m 1 a p r e c e e l fenbmeno de fatiga,

Sn e l d e s g a s t e p o r fatiga e n e l e x e n t o s r o d m t e s se caracteriza por
7.2 f o r m a c i h de grandes f r a g n e n t a s de m a t e r i a l , que
"

s s l t a n " de l a

s u ? e r f i c i e , pero siempre

"

despues de un c i e r t o núnero de revalucio

-

Antes d e e s e nGmero c r f t i c o de revoluciones, a2arentemente no s e d e

tecta ninguna ptfrdida de m a t e r i a l ( l o c u a l c o n t r a s t a profundamente

con e l desgaste abrasivo 7 adhesivo, en elementos d e s l i z a n t e s , que siempre e s progresivo, desde e l p r h e r monento).

Como consecuencia de e s t o , e l conocer l a velocidad d e l desgaste ( o
tasa de desgaste) en un c o n t a c t o con rodsdura no p r e s e n t e n i n g h =
i n t e r e s , y si e1 nfinero de ciclos ( o tienpo, a una determinada
7 %

l o c i d a d ) que e l m a t e r i a l puede v i v i r sin d e t e r i o r a r s e ,

Numerosos experimentos efectuados con c o j i n e t e s de rodamientos demuestran que la vida N ( d e f i n i d a como e l nGmero de revoluciones = alcX~eado'por~a menos 1 e l 90% de elementos s i m i l a r e s , en un aaa1~ii)

sis e s t a d i s t i c o de l o s fallos) e s inversamente nropnrcional a l cu

-

30 de la carga a p l i c a 6 a

N F~

= cte.

En e l c o n t s c t o con deslizamiento, e l fenbseno de desgaste 9or f z t i g a opera de o t r o
iioh,

Zn e f e c t o , e s f a c i l iziaginar qtie e l contacto e n t r e n c c h s d e las
3s-erezss no s e r e s u e l r e en una r o t u r a de l u s n i s ~ a s : n i en e l = t r a z a d o de un surco, s i n o sbiamente
p l a s t i c a como elZlstica,
8

en una deforzacibn, t a n t o =

Como e s l6gic0, despuds de un nfmero c r f t i c o de t a l e s c o n t a c t o s ,

una aspereza puede f a l l a r por f a t i g a , produciendo m fragnento =
"suelto".
m
O

Pzra nuchos i n v e s t i g a d o r e s , e s t e fenbmeco e s l a c a u m nás importante de desgaste, entendido Q s t e como &dida
0

de m a t e r i a l de aa -

Uas superTicies, con forrn~.ci¿inde p a r t i c u l a s l i l r e s .
Se

iieósuo

a ..parLwr, --.- I a e i u s o , que al 6es;gaote por- c ~ ~ ~ o s 2f ~ L i
3

yor f 3 t i g a con l a s Gnicas causas & e l desgaste suave. Por o t r o lado, al M o l a r de desgaste adhesivo se i n t r o d u j o ua faz

O

ter K, d e f i n i d o cono %a
realaente se

arte

de las a s p e r e z a s en c a 2 t a c t o qne =

rompen. Evident enent e, e s t a t e o r < a pueoe e q l i c a r

l a t g a n s f e r e n c i a de p r t f c u l ~ s de un m a t e r i a l a o t r o , Fero no 1: -&dida
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r e a l de p n t f c n l u s , la forma de queda- e s t a s l i b r e s (3n
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d e p z r t ? c u l a s por e l n a t e r i t l mfic duro),
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Todos e s t o s a s p e c t o s quedan, s i n embzrgo, p e r f e c t d m e ~ t eexolic dos por e l mecanismo de f a t i g a .

E l f a c t o r K se i n t e r p r e t a como e%.nbmero de p = ? r t i c u i a s producia

das cuando una aspereza ha experimentado e l s u f i c i e n t e número de

co~tactasy deforrnxiones p r a producir su rotiirl por f 2 t i g a .

De paso, ello explica tambien la perdida de part$culas por el mate
rlsl m36 duro.

e

Por supuesto, el mecanismo de desgaste por fatiga no excluye las =

transferenciss de nsteria de unas su~erficiesa otras, s e g h s e ==
ex-uso en 13 teorza de desgsste adhesivo.

por l o cual e l fenbmeno de 6esA . l a velocidad de c r e s c i b n de capa de Óxido en un ~ t c e r o Cecrece exnonencialmente con e l tiempo. y a menos que e s t a cam sea yernovida por f r o t a n i e n t o .iünessóii a ~ j e e r a b 8 For el Tr=grusa del fendrneue de ~ x i d a c 2 6 ~ - hz. por lo que cu~lquierfrotamiento los desprende fscilmen- te. formzndose l o s corresaondientes óxidos. cuando d s t e s e intro duce en un nedia corrosivo. E l proceso s e r e p i t e . Y l o peor 2e t 3 d o e s que por l o conún l o s dxidos de h i e r r o ( en e l caso de l o s i c e r o s ) son fuerteaente abrasivos. se establecen r e a c c i o n e s de oxidacibn e n L a s s u g e r f i c i e s .3s en l a f a s e de c m f o r n a c i b n del elemento. Y~nbi&n. La corrosibn. . para nuevas capas de m?teriab. l a s g r i e t a s oroducidas gor l o s c o n t ~ c t o s a elevadas yre- -. l a reacción de oxidación rápidamen- t e s e hace despreciable. E s t o s Gxidos t i e n e n por Lo g e n e r a l una pobre adherencia con l a superficie. tambikn ouede nencionarse e l fendrneno de c o r r o s i 6 n qce se produce en los metales debido a las t e n s i o n e s i n t e r n a s origina2. e l decgzste corrosivo r e q u i e r e dos f2ctopes: L2 = e x i s t e n c i a de c o r r o s i ó n y 13 e x i s t e n c i a de f r o t a n i e n t o .cia e l interior de l a s mimas.Cwndo e l frotamiento tiene lugar en un ambiente c o r r o s i v o ( gaseoso o lZquido) . junto con e l desgaste a b r a s i v o . entonces. En consecuencia. r i s t e c o r r o s i v o t r a e a p r e j a d o o t r o de desgaste abrasivo. Cono s e sabe. 7 i n z l a ? n t e . son las causas d s = importantes d e l desgaste de l o s elementos de d q u i n a s .

. en forma de polvo f i - no d e material corroido. produciendose un ii no s o l v o ( en e l caso de acero) conocido por " cocoan. s i t u a d o s en d q u i n a s donde se producia un cierto n i v e l de vibracibn.0s mecanismos ya v i s t o s . con l o que l a s superf i c i e s de metal pueden s e r de nuevo a t a c a d a s por e l 6xid0. choca contra 6 1 . e n t r e las cabezas de l o s t o r n i l l o s y l a s piezss que unian.Frettina. Las ? a r t i c u l a s de oxida actuan cono abr3siv0. y debido al cierre hermetico de l a s s u p e r f i c i e s ( que no se d e s l i z a n m a c r a s c o p i c a m ~ t e ) no pueden s a l i r de e n t r e ellas.l prodi~cel a sdhesidn e n t r e las asperezas. Entonces. Este fenbmeno s e combina con el de corrosidn. y l a vibracibn csusa su ruptura.-\rga norE.etc. 31 f r e t t i n g ocurre cuando movimientos v i b r a t o r i o s de muy baja an~ l i t u dt i e n e n l u g a r e n t r e s u p e r f i c i e s n s t a l i c a s cargadas* en con- ( E l f r e t t i n g s e descubrí6 como un desgaste. "sn e s t e caso.) Basicamente e l f r e t t i n g es un desg3ste adhesivo. en e l que l a c. P o s t e r i o r e s movimientos osci- t a t o r i o s causan un nuevo desgaste a5rasiv0. pero e s i n h r e z a n t e = tener una visi& c l a r a de 6 1 . E l termino e r o s i 6 n se r e f i e r e a l desgaste experimentado J por l a superficie de un s o l i d o cuando otro &lid* ( en forma de P pirtioulas f i n a s ) o un liquido.- El fen6meno d e d e s p . e l desgaste i n i c i a l s e debe a l a corrosibn. . s t e conocido por f r e t t i n g responde a t una combinacibn de 3.

En e l caso de erosidn por p. magnesio. la Uefoí. hasta que s e desprenden p a r t f c u l a s de material. y en e s t a s condiciones. En m a t e r i a l e s f r a g i l e s se == forman jiri$tas. e l d e s a r r o l l o de mecanismos operando a gran velocidad. es similar a l a abrasibn. Entúnces. hasta los 30Q. En a a t e r i s l e s 8uctiles se su - pone que e l mecanismo de d es .maci'n p&~ici fractva ~ u e d e nresultar . o sea. l a s cuales = se van l i g i n d o unas con ai: t r a s .Annque hlsts hsce poco e l d e s p s t e -or erosi6n no e r a nuy t e n i d o en cuenta. gaste. Con B n g u o s cercanos a l o s = 90Q se supone que e l rnenanls m o de desgaste e s l a f a t i g a . E n ambos casos. e t c ) han l l e v a d o a que e s t e mecanismo de desgast e sea considerado y estudiado con más d e t a l l e . y e l empleo de m a t e r i a l e s de a l t a r e l a c i ó n tensibn-densidad (alu- minio.xrticulas l i q u i d l s . e l mecanis no solo opera par encina de velocidldes de2 orden 8e 1 000 m / s e g . se ha comprobsdo que el desgaste es proporcionzl a l a ener& c i n e t i c a de l a s p a r t i c u l a s i n c i d e a t e s . a l = cuadrado de s u velocid-d. y que este desgaste preseyte &ficas d i f m e n t e s para materiales d u c t i l e s y f r á g i l e s . l a s altas presiones experimentadas exce- den de l a t e n s i 6 n de fiuencia de muchos materiales. En e l caso de erosi6n por p a r t i c u l a s s b l i d a s s e taa ob~er- vad~ que l a tasa de desgaste depende d e l angula de incidencia de L a s parii'ccias sobre 'ia superficie.

causando ua brusco choque del liquido contra 61. Desgaste por chispas. las cua l e s s e se destruyen contra l a superficie del sblido. de manera que su continua r e p e t i c i b n pue- den originar un picadon y el c o n s i g u i e n t e desgsste erosivo".el 7 desgaste ouede s e r considerable. e t c. ) . t a l e s c o n t a c t o s conllevan un frotamiento ( como es el caso de l o s c o n t a c t o r e s d e palanca. pueden foraarse a r r o l l a m i e n t o s s-~-p~rCicl=jl de es l a s misaas.Cuando salta una chispa electrica e n t r e dos superficies met<liczts s e produce un des-rendimiento de material. Desgaste por ca*%acibn. Desgaste por f o r m c i f i n de rollos. con la c o n s i g u i e n t e r o t u r a p o s t e i i o r .- an m ~ t e r i z l e s muy e l á s t i c o s . Este fendmeno ocurre en las helices de los barcos y en los a l a j e s de las bombas centrífugas. pueden formarse burbujas en e l s&o d e l f l u i d o . cono ocurre en los cont :ctos electrices. S i adeds. cuando e n t r e e l l o s existe = un alto c o e f i c i e n t e de r o z a n l e ~ t o .para algunos impactos.- Cuando un sblido y un f l u i d o s e encuentr-in e n movimiento r e l a t i v o .

?n g e n e r a l . considerando m cuerpo e- £ l a8s t i c o . supone una p a r t i c u l a semiesfkrica de r a d i o r .la energla el!!stico de todo e l v o l w e n La energfa de 1s nueva s u o e r f i c i e creada.Aunque e s t e e s un punto que no ha s i d o t r ~ t a d o 31 h ~ b l s r = de l o s necanisrnos de desgaste.a n t e s y ?. puede t e n e r c i e r t o i n t e r e s s a b e r 2e yxe fcictores depende e l tamiio de 13s p .espn&s de la pérdioa de p a r t i c u l a s . : u a l e &-s:/E: -C . puede a t a c a r s e e l problema con c i e r t o r i g o r p s r t i e n d o 2e un b s l s n c e e n e r g é t i c o e n t r e ambos cuerpos en c o n t ~ c t o . creada despuds. l a energfa eG s t i c l almacenada en e l cuerpo a n t e s de s u deberta s e r = x.Tor que l a que t e n d r i a la nueva s u p e r f i c i e . F l r a c u a n t i f i c a r e s t o . s e r a : . 2a5iaowicz suger$a que s i una y a r t i c u l a s e f o r r a b a . y cuyo volumen s e r 3 m O C o r o l a energla por unidad de mlurnen.t r t i c u h s desprendichs. suponienao que l a sezi- e s f e r a s e rompe a l o l a r g o de s u plano d i a n e t r a l .

.Como en l o s n e t a l e s . ( H = dureza) p r . etc. a h cuando e s probable que cuando s e .unen este v i l o r p e d e s e r abn mSs alto. .u a1 ~raceso o t r a s formas de enrgia ( energia cin&tica.). o .p ~r t i c u l s s de o t r a forma puede a d m i t i r s e siendo ñ S 54 A~tores p o s t e r i o r e s admiten que e s t e v a l o r de " es c o r r e c t o cono B E vxlor n$xino obtenible".

' ca-s contaninantec. tan5ien pueden considerarse capas contaminantes que . &S 31 e f e c t o de i n h i b i c i d n de las microsoldadimas es mucho roso e n e l c a s o de l u b r i c a n t e s s b l i d o s .l r i o .-o? c o n t r . E f e c t o s de l a compatibilidad. PP.a l iaped5. < r e c t o s d e l a cicontmlnante: Dado que e l desgaste es un fenbmeno s u p e r f i c i a l . i . en ausencia de capa contaminante ( lubricacibn en = ~zcio)c .S d e b i l e s . -~a cuanto a la capa l u b r i c a n t e . especialmente Óxidos y = 1 . e l d e s g a s t e de l o s metales == y s d e llegar a s e r c a t a s t r ó f i c o . cuando mayor sea e l Brea r e a l de c o n t a c t o .' x i c a n t e s . N ? j x r s l m e n . más f u e r t e ser$ e l desgas- te. o n c a r g a s no nuy elevadas. %o mayor e l ndmero de microso7daduras. t a n b i e n puede limitar la formac i d n de microsoldaduras. aunque au e f e c t o d s i z p o r t a n t e e s impe 3 i r l a rápida formacibn de la cade Óxido. e s obvio r-3-llar que 1s i-portancia de 13 c z y a extrema e s f u n d 3 n e n t s l .. e l fenbmeno es muy d i f e r e n t e segbn se 2ste de d e s g a s t e suave o severo.r que s e = formen muchas de las microsoldaduras. c m o ya s e ha estuaiado. dacia l a dureza de l a s microso7cia - f x a s forrnrdas. l a . e l l o . E f e c t o s d e la t e n p e r a t u r a . m Efectos de l u cxrga. o que l a s formadas r e s u l t e n -?. y cuc.Tsl como se ha i d o nencionando en todo l o expuesto sobre e l des- g ~ s t e . e x i s t e n muchos f a c t o r e s que a f e c t a n a l a i n t e n s i d a d d e l = o E f e c t o s de 13 cxpa c o n t m i n m t e . reducen f ü e r t e n e a t e e l a e s g ~ t e . f no e s 15gic0.k e . . pode ?in-zlmente.

l o s e f e c t o s ser53 Los mismos que l o s nencioaados a n t e r i o r m e n t e .eaeiito de iz = n= fxerza de rozsmiento.l a dureza de l o s metales disminuye con l a t e n . e s ibgico == 2ensar que e x i s t a 2 materisles con n5s o menos propensibn a l d . - hc consecuencia.? eztre ¿os suoer f i c i e s r a z a n t e s puede ser: h de ~ l t e r z x r13s ~ r o p i e d 3 d e sf i s i c o q u f z i c ~ s de l o s 2r3 yios n a t e r l : l e s . y s e deben emolesr ea 13s s n p e r f i c i e s d e s l i z a n t e s materiales = cer%icos). 31 aumentar l a carga guede p a s a r s e de un d?sgsste s m v e a o t r o severo.e r ~ t t l r a . ( z t e n p e r ~ . e t c . E f e c t o s de 1s carga: Corno increriieirio Ge iY3 carga Ci-mb iucr. s u r i r ~ t i r13 tengeratura. Adem$s. s ~ p e l r c u l a s de r:x?io. r Ls f o r n ~ c i b nde 1s c i p a c o n t z a i .UI n Ab ' P T 1 con@ibilidad: Dados l o s diferentes mecanismos d e desgaste. t En ~ e a e r a l .# d i d n n y e n e7 desgaste a . cro:ncl.s g r s te cuinda son puestos en contacko . g con ella de la t e n p e r a t ~ l r s .1 : e l l . ( si p = .ectps de l a . La de l l t e r tr 13s p r o p i o d ~ d e sd r l l u b r i c ~ ne.i n t e .:te coa t a l f i n s e d e p o s i t a n e n l a s u p e r f i c i e de un e l e m e n t o de rnBq~in:i. . Efectos de l a temperatura: La i n f l i t e n c i a d e 1 2 t e r t p e r x t u r a a l a c : u i z s d . s L d z s g x s t e a 1 ~ 7 : e ~ % al a . - e h 0 d e 3 L t e r . t u r z i ss q e r i o r e c a 8 5 0 ~ n i n g t n m e t ~ lr e s i s t e e7 d-sg3.z- t e .E s t e e s un p:-:?o Que s e hz = cornprobsdo est5 relaciocndo con l a s a l u b i l i d a d mutua .

0 T Fn b2se a estos ~c!rámetros.1GDIDA DEL i)ZSG. o Tasa l i n e a l de desgzste: 0 Tasa de desgaste voíumetrico: o Razdn energetica de dssgaste: tasa grsvinetrica dd desgsste: e s o d e l n l t e r i a l desgsstxdo - L\w L*Aao distzincia dvstizsda x área a p ~ r e n t e . se definen l o s siguientes v a l o r e s = d e l des. - E l d e s g ~ s t epuede medirse por cuzlquiera de 3 s c0gcegtas's~-- g u i e n t e s ( en csda uno de l o s cuerpos en c o n t ~ c t o ) ~e%¿iidJs d e Feso. 0 danbias de volunen.. >TE. st e .. C m b i o s en una dinensibn dada.

1s c u a l .L Av fbF*L = hvb-L f siendo A ' = F. ser$ proporcio'ml 21 desgaste s u f r i d o . obviamente. . midiendo luego su e l " trazan el i c e l t e l t ~ h r i c = n t e . - En 1s pr:ctica J todos estos coeficientes r e s u l t a n a l g o te&icos. L h v el fxctor de s b r ~ s i b n .- volumen a b r a s i o h d o trabajo de fricción -= A F. Por t a l notivo snelen dwarse a l o s miembros en deolizarniento == con puntos de material radioactivo. 2 F f i c i l e s de medir en cohdiciones reales de funcionamieato.

.

Punto de congelacibn. 2. 1 . Poder antiespxmant s.1.2.- C w a c t e r i z t i c a s intrínsecas.2.Consistencia.- Introducci6n. 2 .2. - Definici6n.2. cf6n con 13 t e n p e r a t m z . Estudio g e n e r a l d e l o s Irz'Uric. 3 . 2.mtes. D e s l i z .1.Podnr Se resistir fuertes preziones 2. Sepz m racibn de aceite. vnriacson # - 2 . Esta .- Cl~ses de í t ~ b r i c n % o s . l . Estabilidad rnec3dca.yarir.1. Punto de n i e b l a .- Y s t u ? i o de l o s P ~ b r i c t n t e s líquidos. 2. 2 . c a l o r esprcílico y == cond-uctivid-adBAcidez y Alc~linid=d. - %opie&des ffsicas de los luhricnn t e s t ileneidad.- C n a c t e r í s t f c a s extrinsecas. F o r c e a t s j e de coquitsción.- Y i s c o s i d a d r d e f i n i c i b n . Lz'ta de d e ~ c o n ~ e l a c i b nPoder .2. los l d m i c 2 n t e s frente a los 8rgn- 2.- E s t u d i o de l o s Iubricantes pastosos o grasas. medida. .bllidsd' a la bxidacibn.3.2. . ~ r n i ~ n + seca a y lubric?doi Comprlci&n.huzto de goteo. 2. 2 .1. anticorra- s i o n x t e .1.

3. 3. 3. s b l i d o c i n o r g s n i c o s . 7 . 3 .5.2. j.1. 3. 1 . 2 . 2 . 3.7.2. 3 . 2. I n f l u e n - . y cojinete.- E s t e o de l a l u ó r i c a c i b n I l a i t e . 3.1.~ n t r o d c . .2. 5 . 1 . 7 .3. 3.3.eytGorr8n 3.- A d i t i v o s de los l u b r i c a n t e s . Apiiczci6n a s u o e r f i c i e s d e s l l z a n t e s ser5infizLt93.1. 3 . 3.2.3.2. Brcomendaciones para la e l e c c í d n de l u b r i c m t e s .Plmtezrniento general. .S. - PlaateamienJo general.i b na l o s t l p o s 3 .- Correcciones de Tos v n l o r e s t e b r i c o s yoi a?&riac i o m s de 1 2 prusibn y bor tz~zcfiof i n i t o . 4 . pl:xcticos.- S s t u d i 3 de l o s l u b r i c a n t e s s 6 l i d o s .7.2.- cfa de Iss candfciones de s e m i c i o .5.2.5. h t u d i o gener 1 1 de Is ltlbr5csci6n.E s t u d i o de la l u b r i c z i b n e l a s t o ~ i ~ o d i n ~ n i c a .2. . - P h n o inclin2c10.- E s t d i o de 1s I n b r i c 2 c i b n h i d r o s t s t i c a .2.- LuSricacibn Sidrodinlrnica e n t r e superficies pra1e1-7~.bricacibn. . 2.- C~asificacibn:~ 6 l i d o s l?miiiares..- d r Iv.. 3'6rmt1las fundaaentales.2.4.- InestubilidG! hldrodi23aic2. 3.- . 1 .2.4.5.3.Curva de Stri'ezk Kstudio de l a l u b r i c a c i b n kidrodin9nica. - P l m t e 2 m i e n t o general. Generalidxdes.b.

l . L P m b i é n se e s t u d i o sllz que l a fuerza de roza~qientoseguia las l e .es e-erineatxles de Coulomb. y al fenbzena de adhesibn.1 - nenke. (menos .recuerdese = todo l o dicho sobre Srea r e a l . deformaci$n p l á s t i c a . T ial c o s t a n t e de p r o p r c i o n a l i d a d e s e l coeficiente de rozamiento a l d e s l i z m i e n t o .cto ( . y otra de a r r a s t r e 2 se deSe. - cidn ( d e f o r n a c i b n elAstica. (adirnensioml. b x i c . con la consigaie~ %e rocnra de las nicrosoldadtlras. a fenXmenos de dezorm .Como se v i o en e l t e n a ztnterior..por $ a t o ) 20.La fuerza de rozaniento e s independiente d e l Brea "ap r e n t e " de 1 : s s u g e r f i c i e s en conti. - L3 f u e r z a de r o z ~ m i e n t oes d i r e c t ~ n e n t ep r o p o r c i o m l a 12 fuerza n o m a l F . sometic?as a una carga normal F. as5 como a l fenbmeno de e n c a s t r a n i e n t o ) o r i g i n a d a s - e n t r e las asoerezas. con el c o r r e u p o n d i e d e fendne no de h i s t e r e s i s y. area apzrente) do casi constante para v a l o r e s de de 5 m / s e g ) p e q ~ e ñ o s . e n u n c i ~ d r s ahora d e l nodo sigcien- te: 1 4 .. el rozamiento seco de d e s I i i z m i e n t o en5re dos s u p e r f i c i e s con contacto.

e l l o e s obvia.e r f i c i e s s e rrodncz e 2 t r e Iss delgadas l a m i . e c su = ?ara e l l o midi6 l a f a e r z a n e c e s a r i a p r a nover u cilindro macizo 8. 5 n concecuenc5a. 1 2 1 1 2 .d e s l i z m i e n t o en- o en forra dz polvo. t a l e s fuerzas d e r o z m i e n t o a l d e s l i z s n i e n t o son la = causa de d e s g a s t e s en l a s superficies en contacto.-itur~-tlez2 d e Las s q e r f i c i e s en contacto. Si se t r a t a de un sb lido. p e d e l o g r a r s e tum irnoortantr reduccibn d e l c o e f i c i e n t e d e c ~ d o . y si 2 tu. ?inaLaente. - .?-tr (zqpa.dperficies en c o n t a c t o seco. sut?er@. en lugar de t e n e r lugar entre mbas s a . a l a . e l d e s l i z x 5 e n t 0 . Ii esprcisl" . 3eslizsmiento lubric~do. l í q u i d a o gaseoso.dos xnbos en agu:t = I' p r a f u n b y t r : ~ n q u i l 2 " . Fa d e s e r de una e s t r u c t u r a t r e lan nos c r i s t a l o g r á f i c o s .l a n~.- Si se intercala un m a t e r i z l ( f l u i d o o no) e n t r e l a s d o s = 3. i s t m c i a r \dial Bewtoh encontrb que l a fuerza necesaria era p r o w r c i o n s l a l $ r e = de l a s u p e r f i c e d e l c i l i n d r o g i r a t o r i o ( Srea deslizante). ? . y 2 r i n c i p a l n e n t e de 73s CSPZS e x t e r i o r e s de la misma ( de la c a p c o n t m i n z n t e ) . utilizzndo un fluido l i q n i d o coao la>ric. t m t o suave co z o severo. o escamas l a ni . si s e escoge adecaadaaente e l n z t e r i ~ ~ in tterpuez to.. respecto de o t ~ o c i l i c ? r a concéntrico = B .dos h . zanie~ Ot. 3 ~ s velocidad r V. lillas en que p u d e sujorerse descomyuesto t a l rnatarial ( si es = un f l n i d o .

NU'2.0. 2. o t r o de l o s efectos p r i n c i p a l e s d e l r o z m i e n t o lubricado BS l a fácil eliminacibn d e l calor pro u d n c i d o ( en el caso de i u i x i c a n t e ~fiüidts) .Cono es Ibgico.--istx-xi~ entre 12s s q e r f i c i e s . S i n embargo.4: Las propindsdes exyerimentalas 43 y 52 pueden r r u i r s e en = una sol%. el r o z ~ r n i e n t olu5riccido d i s n i x x y e o elirnini Gesgastes S-erficiales de l o s cuerpos en d o s l i z x ? i e l t o . dlcirndo que ia f u e r z a Cie r u z a l i l s i i t ú es ~ s i a p t r e i e - nal a 13 7:riL~ci6n de l a velacidad con perficies 13 norrnzl a las su- . e t c . evita la corrosibn. 3.

l: lcn e l c z s o de movirnienko d e rodadura. Llevando e s t a funcibn 2 un~xg r s f i c a . como tenCrenos o c a s i t h de v e r A s adelante).iriaci8n ae 1 : 3 velocLdad con 12 normal . el rozanienta seco equivslrnte 31 lnbricado e s funcibn 22 12 viscosidad. de-ilx v.Xm. Las l e y e s de Uewton ( en l a mayoría de l o s casos. la lubricación t i e n e co - no fin p r i c i p a l e l de s e r vehiculo de extraccibn d e l c a l o r = ?reducido. e l valor d e l rozamiento equivalente s e mantiene = muppordebajo d e l correspondiente rozamiento seco e n t r e eJae sz . e s d e c i r de a c t u a r como r e f r i g e r a n t e . d e c o e f i c i e n t e de roz-tnie-. ¿onparzci6n entre rozamiento seco T lubricado.lto -¿ie: Pe' e s decir. como 1 Pn la zona . donde no se crmplvn -.Se puede d e f i n i r e l rozainiknto lubric3do coa0 w t o seco S- rozam'>-ent31 = " equivalente". s e obtiehe m curva t a l c g 3 ABC de l a figura.

P e s i g u e dixninu- hrista e l ?unto 3. -3or la razones ant$rioreo.m y e .inqreil.rmdo. En ese " nomento s e ronpea"a pelícirla e l c o n t a c t o mixto.o ambas cosa6 sinl~. el c o e f i c i e c t e de r o z z ~ i e z t oe q u i v a l .'o . S i l a v a r f a b l e 1 s .S 1 7 dLT 63 s ~ g m disr.ltaneamenta. o Fe aumenta l a ~ r e s i b n . ~ ~ t e aunenta r a p i d ~ n e a t e . sl o coeficiente .h z ~ t a hacerse i g u a l a l correny~cCieatea 2 ~ o z s n l e n t oseco r* .

Azufre . r e l tlsripajei' de l o s motores) co3biriado. . b .- . Veget 11.-e5roleo-)-. m O Aunque l o s d ~ s enpleados son l o s l u b r i c . Azufre p l v e r i z a d o o c o l o i ? k l ( empleado para e a i t 2 .l.Iiner?. la e l l o s enctientrL?nsus c ~ l l u a c l o n e sespecificxs. en .co y a SU procedencia. AnBmal.Grafito c o i o i d a l ( e q L e x I a cono l u b r i c a n t e = seco. y( e3ple3d0 par3 e l +rc?ba jo - de l o s n e t : ~ l a s ) Biculfuro de molibdeno ( evpleado cono l u b r i cante seco.i n t e s l i q u i 2 o s de origen E U xlneral ( d e r i v a d o s de 19s hidrocx-3uras d c t i c a todos . L a b r i c m t e s de oriaen nincril: Sblidos: - Talco y mics. ( enple?dos cono a c i t i s o s de los aceites g ytr' labric ir 17 gaderz) . o 'nezclado con a c e i t e s y gr3za-aceites grxfitados) . o meaclado con grasas y en suspez .Procedencia : e ?.

A c e i t e s s e c a t i v o s de lino ( em~leailosen j~ tas metal-metal y como aglonerantes para n r z nas de fimdicibn) . en c o r r e a s de c u e r o 7 e t c .si5n en a c e i t e s ) . .Aceite ds P~stosos: ?reuña ( ex-leada en r e l o j e r i a ) G l i c e r l n z ( agle.16a en c o ~ ? r s s o r e s ) A c e i t e s d e -escado y esjerm de b a l l e n a ( emp l e a d ~ en ~ la inpreanacibn de jmtas - de cuero) Sebos ( eapleados como grasa d u r l .3 l ~ n c ode b d l e m A c e i t e d e t o c i n o ( e m p l e g ~ d en o Iss herrarnien- %as ? . emzleados coao ~ n t i o r & f_?n"es.Fasafin:.L u b r i c . e corte) .Lanolim S$liCos: ( empleada como m t i ~ x i d ~ n t e ) .Aceites de pizarra - o d e ligzitos Aceites antracegicos de r e t r d l e o .sdas cono aceites ais ' - 13ntes y grasas agricolas) Llquidos: .Aseitcs Pastosas: - ? e t r o l ^ t o s y v a s e l i n n s . Sblidoc : - Cera de a5ejas ( ezple2da cono gr-lsa ptrra rod m i e n l o s y antioxidante) .Tstesrina LiquiZos: ( ernplezda cono g r n c a d u r a ) .~ y cerLas minerales ( sntio::ikntc~) empleadas como = Liquidasi . ) .~ n t e sde origen v e z e t a f : - Xesinas y ceras ( emple.

Todzs e l l a s . y estaño. LC. o b i e n en aleacidii::. en medios = m x i n o s . d i l u i d o e= agua. . etc. para d q n i n a s c o r t a d o r a s ) m O . Cu).Aparte de todo l o dicho. E l l a s constituyen 13s conocidw a l e a c i o n e s antifriccj. o f r e c e n una ligera o e l i c u l a de material f u n d i d o . como metal m tanbidn s e emplean como l u b r i c a n t e s a l gunos metales.. y usos m r i Pastosos:- nos 1 A c e i t e s no s e c a t i v o s . b i e n a i s l a d o s ( s o d i o l i q u i d o en c e n t r a l e s nuclea - e O siendo l o s ' n a s usados e l plomo. e t c . z i n c :' blsndo". que == perniten funciozar s i n oLro l u b r i c a n t e . Delta: 6C% Sn.) A c e i t n s de cacahuete y o l i v a ( s a n facilrnen t e oxidzbles y r e s i s t e n muy mal l a s tenpera tums altss) A c e i t e s de palm y coco ( empleados como g r a sas consistentes) - - J a b h . de algodón y pino = ( ernplezdos como a n t i o x i d a n t e s . durante un c i e r t o t i e - . Nagno- 2l$ Sn' 78% Pb. sobre acero. 38% Zn. r e s ) . a l e l e v a r s e l a temperatura por egecto d e l deslizamiento. como metal = CitarorS. como e l de r i c i n o ( e n pleados por s u gran un%uosidsd. ( enpleddo para l u b r i c a r l a madera. 2% Fe.511 ( 333bit : 92% Sn y li3: 8% Pb.Aceites se3isecativos.

1 . TüRA. donde la constante de proporcionalidad 7 define l a f i v i s c o s i d a d = m viscosidad absolutaf' d e l f l u i d o en cuestibn. VARIAZION CON LA TEfEEi:. Por e l c o n t r a r i o . dirdmi L . los 1 u S r i c ~ ~ t e de s alts v i s c ~ s i d ~ fluyen d~~ 135s l e n t x n i n t e . l i t a t i v a e n t e . como 1s resistencia de Los a c e i t e s de S J j a u i s c o s í d x d que su " fluye^" r b p i d ~ m e n t e . entre " lsminctsl* del. ~ d a a la t e n s i ó n c o r t a n t e que aparece en e l deslizamiento relativo de un2 capa de = fluido f r e n t e a o t n .2 . VARIACION CON LA PZESIOR. 1 . c u ? . - VISCOSIDAD: DEFINSCION. PREIIDA.1. La f r i c c i b n i n t e r n a o v i s c o s i d a d esta a s o c i . mismo. i 13 I r i c c i ó n inkerna. pares " " f r i c c i b n interns". por s u graa r e z i s t e n c i a . 2 . m Feq% Earr.. D e f i l l i c i b n de viscosidad: Puede á e f i n i r s e . o timbi6n.

bien por s e r 7 = cke ( o dV/dy # cte) s e llaman no newtoniacos. entonces: La viscosid..La v i s c o s i d ~ des un? c 1 3 t i Z ~ d dimensional.m-.A f . Én efecto: 3% s e supone que k = c t e .iiyAurAuru.. = s i n o que depende de l a temperatura y de l a presibn. estos e s t Q n formados por una s e r i e Cle moleculcls . S n t r e los primeros t e r m o s l a nayoria de l o s fluidos y los gases ( l e j o s d e l punto c r i t i c o ) .-. g 16 V ~ S C O S D (k = e) se $ice 1 e s ideal . La razdn de ello s e encuentra en l a propia naturaleza de los fl-I& dos.xl de l o s f l u i d o s no e s un valor constante. E n t r e l o s segundos s e encuentrsn 1 ~ 1 s grasas.L o s f l . los fiuillos en ~ u l t i % s ey o t r o s en considerscianes e x t r e PSS.hl a ru uurvpvt : ruru.. Los que no 13 c m ~ l e n .-. dy e s l a d i s t a n c i a e n t r e c l a c a s . En efecto.ac. que cumplen 1% expresidn anterior se d i c e n Nevtonialios. Ca fl-. y V l a velociddd de l a plzcz n o v i l .?' ae-i-uv que : -L&-*--.. entonces dV = cte.

s velocidad en función del tiempo de f l u e n c i a .lo c u a l equivale a f u e r z a cor- tante aplicada en l a d i r e c c i b n d e l movi~iento. obtenidos m e d i a n t e r i s c a s i m e t r o s . e x i s t e n unos v a l o r e s t e ó r i c o s de l a visc? sidad. La viscosidad s e nide siempre con r e f e r e n c h a una ?re - s i b n y temperaturz d e t e r n i a ~ .. cierta masa ( o volumen) de f l u i d o . d n s . t i e n d e a acelerarl. - A 1 c o n t r a r i o . c-mndo una = nolécula de la capa &S l e n t a pasa a l a capa adyacente más r s p i c h . obtenidos midiendo l o s parametros que la definen. de u=. t i e n d e a r e d u c i r l a cantidad de movimiento de e s t a ( puesto que e q u i v a l e a a p l i c a r una f u e r z a c o r t a n t e en d i r e c c i 6 n o p e s t a a l mos i x i e n t o d e l a Iánina r s p i d a . caando ma molécula d e l a cspa rápida pasa a l a c l $a l e n t a . Por o t r o lado. y l a velocidud moleo~ss se incrernenta con la temperatura Cono consecuencia de e l l o .. cue miden 3. l a s propiedades v i s c o s a s de m f l u i d o son el. y e x i e t e n otros valores " &cticosn. 3n consecuencia. a traves de nn o r i f i c i o c a l i bradoe . A s i se exylica s u v w i s c i b n con l a oresifin y l a temperaturs. si s e consideran ahora d o s capas a d p c s a t e s de fluidfo.qze se m c t i c r c x u n i d x ~debido a las fuerzas a t r e s t b a u i ~ t e r m o l ~ c u l a r e s ( que dependen de la s e w r a c i b n e n t r e noleculas). l a s no"léculas de f l u i d o e s t a n en moviniento a l e a - t o r i o continuo (moviniento b'rosniano t e no s e manifieste ningún moviaiento 2e e s t o s moviaientos 1 .?. h2trte de e l l o . aunque macroscopicane~ d e l f l u i d o . moviehdose a d i f e r e n t e velocidad. r e. saltado de l o s e f e c t o s combinados de las fuerzas atractivas i n t o r - n o l e c u l a r e s y l a s t r a n s f e r e n c i a s de c a n t i d a d de movimiento.

o c i n e m t i c a : ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ - Se define como e l cociente entre. cP.---------------------------------------------. I .se u t i l i z a e l n c e ~ m O tisoise" 1 cP.G. e t c . betunes. 1 ( Lz viscosidad dinsmica e s m u y d i f e r e n t e de a n == f l a i d o a o t r o ..a .d e s muy g r ~ n d e . ) b .la viscosidad se mide en ( 1 Poise = 0 . e l a i r e en condiciones normales. . e l Poise 1 gr = 1 dina -1 s e g 1 cm-1 ceg 1 CP 2 . l o s a c e i t e s l u b r i c a n t e e . A s i .i a v i s c o s i d a d absoluta y l a densidad d e l f i a i d o .z l a velocidxd de ~ c m / s e g = con rus-ecto a a t r s s u p e r f i c i e colocxda a 1 cn de disknci~".S. - Unidades de l a viscosidad r e l a t i v a . C o m e s t a unid:.* U n f l u i d o t i e n e i a viscosicizd de i poise cusncio 2 pone la fuerza de 1 dina a l deslizamiento de una 2 su~erficie de 1 c m . . tiene 26 7 = 0. 9 I .02 400 c P . .En e l sistema 1 poise = l b i d a d e s de la viscosidad dinámica o absoluta: C . = 1 x e P - En e l s i s t e u a S . ~ 700 C P . '? ~ ~ 7 ~ .

I .X e d i d a de la f ~ e r z a tangencia1 entre dos superficies = &mdard cofi maviniento relativo ( r o t a t o r i o ) entre si. . - grfan- Medida de la velociC!ad de un sblido standard. cne se basan en algunas de las propiedades = siguieztes : a . a traves del f l u i d o . . Como e s unn u n i d i d nuy g r m d e . G . su unidad es el Stoke. b . Xntre los del . por un orificio calibrado. c. t i p o a) se encuentran todos los viscosimetros capi lares. s e u t i l i z z e l c e n t i s t o k e - En el ois-teaa S . ..En el sistema C .N e d i d a del tiempo de p a s o de una masa de f l u i d o dard. Sajbol+--yEngler).dife- - . 3 s e mide en z~dos ~iscocimetr~s. S . vibboeimetros de f l u j o ( BedwaBd.

U. 3 o .S. a t r a v e s d e 2 3 r i f i c i o standard. . y nidFendo e l p a r aplicado. . Por ejemplo. Entre l o s d e l t i p o b ) s e encuentran l o s viscosimetros de bola des tendente. L2 unidad s e expresa en segundos Saybolt Universal (s. Engler ( en Europa contin e n t a l ) y B&YOOd ( en ~ a g l a t e r r a ) . 5 n t r e l o s d e l grupo c). Las unidades p r a c t i c a s d s empleadas son l a s obtenidas = con l o s v i s c o s i n e t r o s ~ a y b o l t (en USA). esiando e l l u b r i c m t e i n t e r p u e s t o e n t r e smbos.C. y midiendo la ve l o c i d a d que s e alcanza. a velocidad constante. como s u l n d i - cele -> bn . los &S conocidos son l o s viscosimetros z r o t a c i o n a l e s .renci3dozken-la c a n t i d x d de 3lulSo y l a s dimensiones del o r i f i c i o de descarga. % muestra de 60 C. que pueden s e r 100 QF. nc y--*-i AY- d i f e r e n t e s viscosimetros. de a c e i t e . 210 ( S i son Q?? s e ponen como superlhdioe. y a una temperattlra controlada. acompaña& t a l v a l o r de l a r e f e r e n c i a a l a Por ejemplo 1 200 S. formados por m disco g i r a t q r i o ( generalmente en = Iorm tie cono) que s e h ~ girar ~ e contra otro disco fijo. 130QF o 210QF. y si so? rC.m b & sigaien-Ce se expone L-t't- b?ULa U - 3- + * e : & " u v u v rr v r v r r . o girando e l d i s c o O O. . La viscosidad se mide.) temperatura. lleno con e l fluido. que mide e l tiempo en que t a r d a en U e g a r una bola ea- l i b r a d a a l fondo de un r e c i p i e n t e . e l sistema Saybolt mide e l tiempo en segundos que = t a r d a en pasar U . bien a>licando un par constante &bre e l disco móvil.

.A. 3% .B. no representa la viscosidad d e l lubricont a .grado S. son l o s grzdos S. TABLE 9 . - 'dos SU. E . e l a c e i t e t i e n e 30 grados S U . 1 VISCOSiTY CONVERSION TABLE 1 i Table may bs oscd for the approximnte conversion of viscosity uiiiw üí í k i sume irmperuiure. . SAE 5*/30 significa que a OQF. alr. - . en un cierto rsiigt de variacldn de l a temperatura. sino la viscosidad mt%ximay mínima.A . e l m e i t e tiene 5 gr. s LÓs a c e i t e s multigrado setdan por un doble nhero.ededar de OQF o 210QF. en la i n d u s t r i a a u t o r n ~ i l ~ s t i c a que .I %. Por eje: plo.-+y que-+220QF..

y con e l l a s . tambien s e kia desarrollzdo algunas e q r e s i o c e s t e o ricss. a l c o n t r a r i o .V % F i x i 6 n d e Ia v i s c o s i d a d con la temperatxra.d p . es f4ciL suponer = que d . e i n c r e n e n t z r s e l a a g i t 3 c i b n int e r n a de l a s mol6culas. l a causa más i o p o r t a n t e de l a viscosidsd es l a t r a n s f e r e n c i a de cantidad de noviniento.- E n l o s liquidas. 13 viscosid3. s e da el == Ilamdo " indice de viscosidad". En l o s gases. l a p r i n c i p a l causa de l a viscosidad san 13s f u e r z a s intermolecá'títres.) debido a Dean y Davics (1 929. por lo que a l incrementarse la temperatura.ez.1. Bn base a ello. la v i s c o s i d a d . S i n embargo. para los d i f e r e n t e s tipos de aceites. aumentar l a temperatura. t x l e s f u e r z a s intermoleculares disming:. USA) . y para l o s s c e i t e s n i n e r a l e s . La v a r i a c i b n de í a viscosidad con l a temoeraturz se dan = zirmgre a base de g r a f i c o s o tablas. Una de e l l a s en funcibn de dos c o n s t x ~ t e s 0( y dr. (V. r e l i c i o n z i a s con l o s coe- ficientes de d i l a t a c i d r . psra d e f i n i r tsl v?rizcibn. lineal ( @ ) y s u p e r f i c i a l ( E n l a p r a c t i c a . s e increnoatrc s u v i c c o s i i z 6 .

respectivmente. con l a temperztwa. que sufren gran variacidn de l a viscasi- 6nd con La te-eratwa .Con e&? fi~cticese canpara un a c e i t e rnir?eral cualcjaiera c o z o . = 100) y lo: .I. y a l que asignb 351 Golfo ( gnif bóast V . Bn cozlse vis- cuencia parriel.os-ace%tas concmidak-en%onces. 1 . l o s i n d i c e s de c o s i h d deberian estar comprendidos entre O y 100.y a l o s que a s i g m r b n V. que son los de c a v a r i a c i b n con l a tenx>eratura. y que presentan la mis= = viscasidzd a 2 1 * . foo e l indice S& de v i s c o s i d ~ dde cualquier oOF tro lubricante se calcula i n - Las t ~ b l a s n m s t r a n algunos v a l o r e s de l a varración dad Saybolt. medida a LO0 Q E . l o s a c e i t e s de menor y mayor = varíacidn con la t e m e r a t u s . F r ~ s Pensilvania ( que presentan vo- dos de referencia. d e la v i s c o s i - . = O).

l o s l u b r i c a n t e s l i q u i d o s l l e g a n a comportar - s e cono 2 0 s l u b r i c x ~ t a ssbLi~. - " .m t. A ' t u S= 30 LPAE 20 SAE 10 Aceite para ms. l a s nolec u l a s se acercan. A muy s L t a s presiones. Variacibn de l a viscosidad con 13 ~resi6q. 2 n consecuencia.Cuando 13 p r e s i b n se increnenta sobre un f l u i d o .os.Aceite para na jes. S= 110 Avidn 1 006 D . y l a s fuerz3s intermolecuJtares amentan.n&?&c~) puede Xiticamente por la e x p e s i b n ~ ~ F B U aria+ . La variaci6n de 12 ~ i s c o s i d a d con 12 precidn ( de gran i z nart3ncia en id i & r i c a c i b z ~~~&&5. 13 viscosidad = z ~ n e n t acon 13 I presibn.:'. tanto en l i q u i e o s cono en gases.i=%.

n x s ) . a la presibn atmosfekica y usi u t l x c ? . -para el a c e i t e SBE 40 ( A diferen -ccs t e n ~ e r a t l .70la viscosidad En 13. g r s f i c ~. r x t e r í s t i c o de cads aceite.? d j n n t ~ nuede versa la v a r i a c i 6 n de la v i s - cosidad absoluta con 12 p r e s i h .

En general. suele darse a 60~3'.. O.95 -2 *- Calor especifico Y conductividad termica: cuando e l a c e i t e ha de a c t u a r co Son propied2des i-ortantes - m o r e f r i g e r 2 n t e o como medio de t r a n q o r t e de c a l o r . En 1 A industria d r l -etr&leo. En algunos a c e i t e s c í e r t o grado da a l c a l i n i d a d e s introd-: motores de combustibn.85 y 0. en ZIL l i g r ~ m o s .li presente e3 1 gramo de a c e i t e . a c t i v o s = quimiczimente ( g e l l o constituye una de sus ventajas) pero pueden oxidarse cuando s e exponen a l oxígeno puro o a l a i r e ' a 'elevadas temperaturas. pueden menciomrse a.. ?ue s e requieren -3r3 n e u t r a l i z a r 1 gramo de aceite.- = 3 x cai/cm-S-% Acidez y > . l c ~ l i n i d s d : Lw xcidez Ce un ~ c e i t e s e e x p r e p por e l peso de EaOB.- Densidad r e l a t i v a : Definida como l a densidad d e l a c e i t e dividida por l a densidad d e l agua. no son mui. por l o general. La mayoria <o los a c e i t e s ninerales t i e o e n un calux e s p e c i f i co e n t r a 0.- - E s t a b i l i d a d a la o ~ i d-zcib .48 Kc&'Kg y w a conductividad t6rrnisa de x c.y para ta%es a c e i t e s suele o s c i l a r e a t r e 0. la _oxáda~_16n_ incremen- .n: Los a c e i t e s minerales.Refiriendonos a l caso más general de l u b r i c a n t e s l i q u i d o s 62 origen mineral ( a c e i t e s ) .a o r e s i d n y t e n p e r n t t r r a . para n e u t r a l i z a r l a acidez d e l combw t i 5 l e que ouede Giluirse en e l a c e i t e ) h alcalinidad se expresa p o r e l n b e r o de miligramos de XC9 que equivalen a l alc-. a La nlsr.44 y 0.

11. Punto d e combustibn: Es 1a ternperstkca a la cual arde sin i n t e r r z p c i ó n . s e carbonizan. s i a que aurante 5 segundos s e deforme l a su~erficied e l I x 3 r i c ~ s t e . La tem-erztura 3 13 c m 1 = puede ponerse e l tu30 h o r i z o n t s l . s e g ú n e l enslyo Go~xadson.- Ptinto niebla: & 13 tsmperntura 2 12 c n l c o ~ i e n z a1s c r i ~ ~ l i z ~ c de i b ln a = p a r a f i w p r e s e n t e en un aceite ( e l 2ombre l o rec5óe de que = p r e c i s a n e n t e e l z c e i t r ~ d o ~ ltaa apariencii de tener t n a es-e c i e de nieblo espesa en s u i n t e r i o r ) i.. d e a t r o de un tubo stsnclard. Para 'determinar e s t a -tendelicid se hzce ~ r d c r e l > c % i t een u~~ atmósfera limitada.ta 1% v i s c o s i d a d y l o s depositas i n s o l u b l e s 1 elr las ü u y x f i o i e a dd l o s cuerpos lubricados.que p e r j u d i c a a l o s Órganos lukric~dos. f ' i u i d o se inflaman e n presencia de una llana. ij punto E l punto e f e c t i v o de c o n g e k c i 6 n e s a q u e l en que toda l a masa del lubricante se ha convertido en un cuerpo sblido. E ' s l a temperatura a l a c u a l l o s vapores emitidos por e l . produciendo una especie de Cook.20 p r o g r a s i v ~ n a n t ee l Itii'rL c a n t e . S r denonina de congelacibn aparente. o puoto de derrzne". . ( p o r l o nenas Los a c e i t e s sometídos a a l t a s temperaturas pero s i n oxigeno = para a r d e r .Punto de congelaciih: - Es 1s temperatura a l a c u a l s o l i d i f i c ? e l l u b r i c s n t e . f . En 1s prsctiua se d e t e r n i n a enfriln.

coquizaciones. " oor l o que debe t e n e r buena c-?pzicidaL desprenderse1' de e l l a r5pidanerite. como en algunos s c e i t e s de = E corte. be . k . e t c . que presentan en muchos ele3entos de mfiquina. engranajes. e t c .Poder a n t i c o r r o s i v o : E s l a capacidad que t i e n e un a c e i t e de p r o t e g e r de Za oxida - cidn a l o s Órganos Irabricxdoc. O O. e s d e c i r .potabilfzadoras-. - Poder demulsionante: Capacidad d e l a c e i t e para no formar emulsidn con e l agua ( en muchxs m$quimc. e l x e i t e e n t r a e n c o n t a c t o con 3gux /o va-. ) m .cibn: E s l a temperatura a l a c u a l queda l i b r e una pieza pesada. a n t e s de r e c i r c u l n e lo de nuevo).- Poder de r e s i s t i r f u e r t e s presiones: Capacidad a e l a c e i t e p x a resistir p r e s i o n e s eievL:dds. blo- queada por e l l u b r i c z n t e en e l momento de s u congelscibn.js. Fues elimina e l a c e i t e de l a s u p e r f i c i e a l u b r i c a r . ( t a l e s como l o s r e s i d u o s de Gesgaste. por para . A veces s e busca e s t a propiedzd. - Poder antiespunante: Capacidad d e l a c e i t e psra no Í'ornar espuma. como rodxmientos. n . en e l i n t e r i o r de la burbuja) 0. .Punto de descongel?. pzra nn emulsionar a i r e ( e s t e fengmeno e s siempre perJudicia1.

s i n o de e s t e y d s l Órgano a l u 5 r i c a r . . no solamente d e l l u b r i c s n t e en s i misno. E n t r e e l l a s d e s t a c a n l a untuosidad. e l conjunto de las cuales da i d e a de como se forma i a pelicula lubricante sobre un elemento lubricado. e l poder l u b r i c a n t e y l a ten- s i 8 n de fuga.Son a q u e l l a s que dependen.

.' 1 7 1 ' 1 7 1 r y // / / / . e t c .&e. ) . Poder l u b r i c a n t e l i b r e : tensi611 de fwg. una ?yopiedad c a r a c t e r i s t i c a d e l s c e i t e . Z u a l i t a t i v a n ~ n t es e observa tomando una g o t a de n c e i t e e n t r e l o s e intentsndo separar estos. pues no e s O =.. siendo fundamrntaínente en f c a s i todos l o s s i s t e m s de lubricaci6n.l s b r i c a n t e s e comportan cono s i t u v i e r a n mxpor r i g i d e z que l a s de l a s capas i n t e r n e d i a s .E s 13 adhesividad e n t r e las moléculas d e l l u b r i c a n t e y l a c:3pa e x t e r m d e l drgsno lubricado. Otrz de l a s c ~ r a s t e r i s t i c a s de un l u b r i c a n t e en c o n t x - " extenderse". s i n o d e l par a c e i t e . . . en ia. m+--' E d e l ... A l poner una gota de dos l u b r i c a n t e 6 d i f e r e n t e s ( o de agua y = aceite) sobre rina s u p e r f i c i e plana de un material ( acero.:que ./ c a b a farolaido una c a p . ( Ello equivale a un aumeota 5 p m e n t e de l a viscosidad en l a s praxlmidades de la ~ L i p e r f i c i e ) La u&uosidad no s e ~ u e d emedir cuantitativamente.L/1 .o ~ gano l u 5 r i c a d 0 .. para "mo jarll l a s u p e r f i c i e de aquel. & adhesibo untuosa s e explica /. Cuanto rnss untuoso e s e l aceL tenga " pegxlat' a l orgino lübricado. pegada a l a *red. / i / / / / / / L porque l a s m l e ' c u ~ a sque s e en/ \ \ zuentran en contacto con l a s i r - < 7 / /1 / /1 / /1 / / / / + \ l ~erficie d e l sblido se orientan y p o l a r i z a n s o b r e aquellas y a- 1 /1 / ! / .

f i g u r i de 11 izquierda se ve s c e i t e con un gran ooder a lir b r i c a n t e l i b r e . o 1 ccal hace que s e e x t i e n d a oobre e 1 $ bricar. ( En . C m n t o &S grln de sea. i .Ln 1 3 . tsa se I h m a tensibn d e fuga.11.~s rosmas que se ven en la figvr?. que se basa en la medida de U-dEt@Zaridad del. d e l e q u i l i b r i o de 12 gota: La d í f e r e n c í a t. y mayor poder lubricante tiene el lubricinte respecto de ese particular Órgano.3.r n t e . mss se extender& la gota. .\ g i . t Coxzo es lbgico.en s 2 u p L w 1. depen4fen do del podcr l u b r i c a n t e libre del conjunto.l l q u i & y tsa la t e n s i 6 n s b l i d o r x i r e . Para h a l l a r l a tensidn de fqp se u t i l i e a e l a p a r a t o de Richard. si t la e s la t e n s i b n s u p e r f i c i a l l i q u i d o . en l a l u b r i c a c i h de &anos . -. la = se i la t e z s i d n s b l i d Ó . L de máquinas e s impor - a 3 r i t o que el aceite p r e s e n t e sionpre un buan ~ o d e r lubricante 1i- '3re. f r e n t e a l m i l no ~ 3 eri.a i r e .=so d e rotura de l a a e l i c u l a l u b r i c . ten2r3. 3n la figtul. esta serix reconouesta r5pidsrnente).. En l a figura de í a derecha s e observa un l ~ h i c l n t e que presenta un b a j o poder l u b r i c a n t e .ambxs pu?d.

Uno i g u a l a l organo a l u b r i c2r.l u b r i c a n t e en dos tubos d i f e r e n t e s . e n t r e v a r i o s a c e i t e s de similar v i s c h i d a d . y o t r o ( siempre e l nicmo) de c r i s t a l esmerilado ( que es = poco mojado por los x c e i t 5 s n o r n s l e s ) 1 4 En e s t e caso. siempre se - ra p r e f e r i b l e e l que tenga e s t e ?unto d s bajo.aceite ( formcibn d s delgada de la película) Por t a n t o . . cos f3 = h h' En las CIIPVIS que dan )Lef r e n t e a 71 O -- d V el ?unto inferi- dh ar d e l a s nismac e s t a relacionado 'con e l mayor poder l u b r i c a r t e = de =.

que con 103 que contienen 1. o neutros ( todos los hidroc~rburos. Por ejemplo: Disuifuro d e dibencena A su vez. azufre o cloro. plomo. selenio. las mecanismos de f i j a c i b n de estos l u b r i c m t e s a l o s = Órganos ltabricados son de vzarios tipos: . etc. pusden c l a s i f i c a r s e los lubricantes en tres grupos: e Bo reactiaos.tun to de cadena abierta como cerrada! W-& jenpZar P s ~ a d i s á Lubricantes "uzltuosos". zina.x gas cadenas de grupos metileno a d o s a un grupo ?o- l a r ( gener:~lmente oxigeno ) Par e jenplo: E s t e a r i c o Lubricantvs de extrema p e s i h (EP) que son los gue contienen &tonos de f Ósloro.Desde e l punto de v i s t a lubricante-8rgano lubricado. adenls de axlgcna.

'. u n r e a c t i v e metal AtIsorci$n q d m i c a . y 12 r e a c c i 6 n da l u g a r a = m a zspasta'*m e t s l i c a con muy buenas p r o s i e 6 a d e s a c o r t a d u r a . f o m a n d o s e una pellcula de e s t w .ds a l t o aue e l d e l a c i d o o r i g i m l í H i g aj . Generalmente no e s un proceso t o t a l m e n t e r e v e r s i l d e ( como e s e l c a s o de la a d s o r c i d n 4ilfxica t 1. r a t a . en l a s qae l a s rnoíeculas d e l Lubricante son = mantenidas c o n t r a 1s s u p e r f i c i e d e l metal par faerzas Ge Var Ser Wasls ( interacciones dipolo-dipolo).í A d s o r c i b n f i c i c a . . en la que 12s moléculas del l u b r i c a n t e que- o^n adheridas a l 6rgano l u b r i c x d o por medio d e e n l a c e s . q u h i c o s que s e producen entre ambos.s 'iholeculas p & ~ i ~ ~ d co anst r z 14 superficie forman un3 p e l ~ c u l a sbli&t adherida furrtenente A c i d o estenrico con un metal "ne. tro. En l a figura s e r e p r e s e n t a 13 ztdsorcibn d e l &ido e s t e a r i c o = con el &ida de hierro. de 3ran poder. D Est3.e # f e r r i c o d con m punto de f u s i d n c o r s i d e r a k l r n e n t e r.

. y el s r o c e c o nwca e s reversible. c m la crezcibn Be Xma nueva s u a t m c i a que q . buena res52 t e n c i s par2 soport%r y e s i o n e s extremas ( ~ i g b) .e b . 4 ~ 1 c-ya puede s e r Be essesor i l k i t a d o ..i n t e r - puesta e n t r e xmbos. Los productos de reaocián. t i e l e n -m t a j x resistencia a la cortadura.H~C-H H-C-H / H<C-H H-C-H H-C-H / / H<C-H H~C-H 'H-C-H H-CIH H-CLH \ \ H-CLH H-C-H H-C-H \ / \ H-C-H / \ H-C-H adhesion . / cado. C 1 . qp-e casi siempre ccntioaen &tornos Be S 9 B . \ H-C-H o ó c*...

a r c i l l s s y s i l i c e . Se mide p o r la penetraci6n d e uri cona standard en ma masa de gra- sa mantenida a 25QC.int.~i~n: Las g r 3 s a s son una mezcla esta3ilizad. >~~ijlj. en * . en un periodo de tiempo de Se miae. r z l a n s y a r l a de l a s grasas e l l l q u i d o l u b r i c m t e e s un 2.) .e~ s i n t é t i c o s .> . ( Be s~eJ8p-&aber das medidas$ w.. ( p r r t i c u l a r m e n t e s i l a g r a s a ha de o p e r l r en coz2iciones e x t r e \ - 3 s de t e q e r a t u r a . en condiciones e s t g t i c a s .despu6s de un cierto periÓdo de trabajo.A .. S u s propiedades.-. en e s t e sentido. u i i L m . que puedez funcionar cono l u b r i c a n t e y como p r o t e c t o r contra la contaminaci6n. L o s principales jabones net5licos d e soporte son a h x s e de dalcEo. en forma de f i b r a s . zunque también s e usan 1ubric. coxo s i l i c o - z a s . dependen de s u uso a n t e r i o r ( s e d e t e r i o r a n con e l tiempo y con l a contaminacidn) S onsist encia : Una de las propiedades m á s importantes de las g r a s a s es s u c o n c i s t encia .rsl. pero no newtoniano. yor t a n t o . f e s t r u c t u r a de l a s g r a s a s e s t a l que l e s p e r n i t e s e r autoportan- tss. 1 Grade number en una muestra de grasa virgen. L L t i o g s o d i o .ceite mi- r^. e s decir. soporte.~ átra en la m i s m a muestra.- # 5 segundos.. l c b ~ ~ ~ .a de Un l i q u i d o l u b ri c z t e 2 un a g e n t e d e . X cortadura. como en e l caso de a p l i c a c i o n e s aeronguticas) 4 Los agentes de soporte son jabones metalicos. las g r a s a s son un f l u i d o viscoso.

E l l o da una i n d i c a c i 6 n d e l punto de transi- cibn d e l e s t z d o c6liZo 21 l i q u i d o . E s t a S i l i d a d a l a oxidaci6n: - La r e s i s t e n c i a a l a oxid:xcibn se mide colocando (tapan&) una f i n a cspa de grasa en un recipien.dos. engranajes. ~ e p a r a c i b nde aceite: Existe u 1 1 2 tendencia nc?ttw:tl d e l ~ t c e i t e a sepxrarse d e l na t o r i .e Iler~ode ox&cno. y consis- t e n en medir e l 3ceite se?arado de t ~n. 3 ~ ) 3 s t a b i l 3 d s d aecanica : Cuando las grisas s e las s o 5 e t e a t r a b a j o rnecániaa se- vero ( rodamientos.P m t o de goteo: Es la temperatura a la cual cae una gota de una t a z a con un o r i f i c i o standard. . ) s u c o n s i s t e n c i a puede can- . cumdo act-la su p r o p i o peso.f. etc.?ceite e s t h narm-lliz-.1 gr?sa colocndl sobre ua Fn - >el de f i l t r o . a una t cierta presián y temperatura. o f u e r z a s ceatrifug~c ( en dquiiicic dc ensayo r o t a t o r i . S1 grado de o x i d a c i b n s e d e t e s n i n a por la c ? í d a d e ~ e s i 6 n drs$ubs de un tiempo dado. 2 1 s a p o r t ~( s m g r ~ c l o) TOS enñ2yos de s e 3 x a c i b n de .

o l m i n ~ c . an3os son excelentes l u b r i c a n t e s . O x e s t o s en paralelo. 79s c u a l e s t i e n e n e s t r u c t w a s cono se ven en l a s f i g m x . que responde2 a c ~ r s c t e r i s t i c a s Sblidoo laminxrec: U n s $ l i d o l a z i n a r es aydi.ZLasificacf8nt Los l u b r i c s n t e s sblidos pueden d i v i d i r s e en t r e s grandes muy d i f e r e n t e s : s n q o s . e n e l c m 1 l o s .tonos esten di. - O.. Los dos m a s conocidos son e l g r a f i t o y e l b i s u l f u r o de molibdeno. arafito - ~isalfuro ¿te moiibáeno I Desde o Sulphvr muchos aspectos. en a n c b s y espaciad'is hojns. aunque ~$¡8m0bisulfuro de hay kit?- tungsteno. . ioduro cadnico y cloruro de H a existe rnat%&+oante a Q una t e o r i a h i c a para justificar e l comport= Qe estos uüieriüiás.

a una prz sibn de. Vnn i n ~ e s t i ~ a c i bsi ii s t e d t i c a deoostr6 que e l g r i f i t o % d a muy obres efectos 1 ¿ i S r i c l n t ~ s en a u s i n c i z de v. i n s t ~ l a c l o sen l o s a . y que d e s p d s de un cierto periddo i n i c i a l .extraordinariamente adherida c z i s sobre l a s u p e r f i c i e que es lu'cricada. exclusivanent e . s e deteri&a- $m rloidimente.t. e n t r e láminas d e l l u b r i c m t e .b-00 Njm- 3 . la tasa áe desgaE. exponiendo grafito seco a vapor de agua.e~disminuiaen 3 oraenes Ce . S i n enbsrgo.miento se e s t a b l e c e . También se ha observado en todos e l l o s que en anbas l s n i n r s adheri 22s s e d e s a r r o l l a un3 " orieat-ción preferente" de 12s aisnss. & S elevado. pero sola en l a direc:cibn de l a orientaci6n. E z f i c i r n t e de rozamiento pueoe s e r mucho .i o n e s que uolxb?n a gran ::lt?wa. co- Esta o r i e a t a c i d n reduce 12s i n t e r c c c i o n e s necáciczts en- t r e las s u p e r f i c i e s . en 12. 8&gimds gerra limclill l o s c o j i n e t e s de grafi*. e l roz. durante el ciwl = esta capa se va formando. y COZ e l l a l a fuerza d e rozamirz- t o .\pores = condensables ( aunque f u e r a en nuy pequefi3 crtnticfrd) ( Por ejemplo.

quedmdo l o m a delgada l á m i n a . L 1 e:1-1icaai8n r ~ c i e n f u ees s i n i l m 7 . yue e s x f i c i e n t e en l a m y o r i a de l o s c ~ s o s ) - e Cono N bloques s61idos1* ( como c :squillos de co jiae t e s de f r i c s i b n ) Cona '* pelfcala depositadai1 sobre una superficie m e tlsca. sin p r e s e n c i a de vapor de agua.mc-s?i_tt~d . - Los s 6 l i d o s laminares se usan de muchos modos: Co30 polvos secos. s e h3 comprobado :ue mantieoen 5:s c a r a c t e r i s t i c s s l u b r i c s n t e s en condiciones de . en 5) COTO consecuencia s e han presentada e x p l i c a c i o n e s a l t e r n a t i v a s . L s adhesibn e d r v c r i s t ~ l e s vecinos e s entonces muy baja.. siendo ia &S aceptada l a que s e bsoa en suponer tina s a t u r a c i b n de l a s f u e r z a s de borde ( de s u p e r f i c i e ) e n l o s c r i s t a l e s p o r 19s $tomos d e vapor. y el z a o f i c i e n t e d e rozamiento.6~ de s t o n o s de oxigena. que snlicado sobre e l misno puede l u e g o m rescindir se de todo e l polvo sueltaw. . 702. so lo que l a s f u e r z 3 s d e borde en l o s c r i s t a l e s son c o n t r a r r r s t a d a s por 12 fijaci. resinas drganicas oomo sglntinantes .mar2 i-2 2ue p-ede os-xrir con f á c i l i d a d e l d e s l i z ~ n i e n t o . que a l quedar r e t e n i d o s en l o s v e r t i c e s del c r is tal h c e que disminuyan l a s f u e r z a s a t r a c t i v a s e n t r e l o s nismos. de 9 . 3n e l ~ 3 .(~n el caso d e l sZlb .a l a dada pxra e l : g r a f i t o . 1 no ser e l o s g e n o v o l s t i l . s u e f e c t o p e r s i s t e . uaandb. o d i s p e r s o s e n un fluido.~ s c i o . de. . ~ 0 d e l bisrrlfura d e nolibdeno. aún e n condicí- n e s de v a c i o extremas. en lugsr de moleculas de va agua. fuertemente d d h e r i d a . s u adherencia " a l o r p n o lubricndo e s 8 t z n f u e r t e .

. El arimero e s uz m L l u b r i c 2 n t e p o r d e h j o de los 25WC.c-ate.. alinea- c i h .b r i c m t e s .nd# cmdas.e Compuestos con metal. etc. pzra no d e b i l i t z r lubr5. tanto por arranque de material como por moldeo Son muy baratos. o Tienen an funcionxi~ientos i l e n c i o s o # Se &forman flcilrnenie. mezcxldos en proporciones .e Tienen unos p r o c e d ~ e n t o s de conformcibn mur sen cillos. . &iap%andóse G las ózganta en canta&o ( l o s errores &e maquinado. 81 metal. los c l jinetes de -12s1ico y c s m t x v e n t z j a c xdicionrles t l l e c corno: 0 Bbsorven 12s vibrzciones. A p r t e de sus buenas ~ r o p i r d a d e scoao l u . 6lidos inorg-micos: Se ernplezn coco t z l e s 92 monoxido dz plono y el f l u s r u r o = t c5lcico. son a e j o r absorbidos) u . s i n d o j a r paco 5 .

m ~ t e ..Todos los l u b r i c m t e s modernos de o r i g e n m i n e r a l s e t r a - t a n con a d i t i v o s para c o r r e g i r o d a r l e s c a r a c t e r i s t i c 3 s e s p e c i a l e s . nidad con l o s metales. l o que d i f i c u l t a s u c r e c i n i e n t o . d ) El poder r n t i o l c i d m t i y t ti corrosivo e ) E l poder d e t e r p n t s . b) El punto de congrl~zi6n. a ) El indice de viscosidad. se zgrupm e s t a s 5 o l i t z s zu=ent. I) El poder a n t i e c p u r . S) El punto ¿le congelsci&n SS re'olja con los n i s m a s polimeros em pleados en mejorar e l i n d i c e de viscosidad. c ) L x untuosid:d.:?iento a 2 ~ e r i o n e sextren-tz. 12 v ~ r i 3 c i 6 n de 13 viscosidad = con 12 temperaturz s e aurnentz c o a 1 : adiciSn de p o l i n e r o s Ósa! - nicos que a baja temper3turzi quedsn en suspensi6n en e l a c e i t e como en forma de b o l i t a s de gran novilidzd.que contiene productos oxigenados y alogenos de gran a$. g) El funcion.. c ) La untuosidad s e mejora con a d i t i v o s derivadas del a c e i t e de = palna. pues s o n absorbidos por l o s m i c r o c r i s t a l e s de ~ r a f i m a l i n i c i a r s e su formacibn. osea. cumdo la tempera- t u r x s e eleva. y por t a n t o l a congelacibn d o 1 aceite. l o que ae traduce en una mejora de la = adherencia del lubricante al &ano lubricador .indo con e s t o 12 viscosidxl d e l aceite. Los aditivos mls enple>dos sirven p i m ne jorar 13s sigliientec c a r - teristicas: a ) El i n d i c e de v i s c o s i k d .

e s t a n compuestos de un grupo netdlico(ca& c i o .d a eo la s u p e r f i c i e de l o s cetalec.e unibn entre el ne - tal y e l cuerpo Órganico ( s u l f a n a t o ) y un gruso para mejorar = l a s o l u b i l i d a d de Los productos formados en e l a c e i t e . E l l o s forimn 1x18 n r l i z . e) Los a d i t i v o s detergentes. un grupo 2. 12s = iapw. l i m t l r n e n en ~ u s o e n s i b rc o l o i d a l . f) i i % forrn~cibndc ecnií-m s e d l f i c u t t a .-ezcrs.-. e n 13 n l s a del x c e i t e . b a r i o . cor l a adic i 6 n de s i l i c o m s . magaesio o s l m i n i o ) . que a c t h n fijando el oxfgeno e impidiendo s u combina- cibn con l o s hidrocar3uros def a c e i t e .:lar elevado. además de s o l u b i l i z a r y d i s p e r s a r l o s producths de oxidacibn que puedan haberse produc i d o y formado una caya p r o t r c t o r a . s o b r e los metales.6 ) La a x i d a c i 6 n d e l a c e i t e se evita empleando comtyestos sulfafoc- forados. v e s e rompen con f$cilid?d. c o n s t i d t c i d o s por caciems de cesa colec*. c i h de residuos. s e consj-gEe c o n l a a d i c i b n de consuoutos de azufre en mezcla con mfte- m t o &e plono. La r e s i s t e n c i z de 12 1:Yaricscián a g m n d e s oresiones. que .~stituye a l 1 ~ ~ 2 r i c a n en t e vondicioaes de e x t r e m ~resibn. jabbn c a l c t c o o a l c o 2 o l e t i l i c o . c o n t r a La oxidaci6n y corrosibn.rSujac cle a i r e . empleadas para limpiar o e v i t a r l a acu m & . . e n l o s a c e i t e s . que reducen l a t e n s i & su?erficLal del aceite y adelgazan la p r l i c u l a aue = envuelve las bu.

u . p a s t o s o o sbLido. que i n a i d a 12 contaxinncibn do l o s d r g x o s . e l a c e i t e debe ser viscg . 3 n genral. en~learemos m O lti3ricaate sbtido : ~ u i n d os e trclb.7. s t o s op :rl o?rglnos i m p o s i b l e s de engrasas con . aceite de v i 2 cosidad baja sera adecuado. pues l a f r i c c i d n interna Para velocidades muy bajas. 7c~~~rom uno o s 9 ~ . bien sea por f x l t a du c o n d i c i m e s p i r 3 que e s t e pueda s e r r e - +. Se ha comprobado e x p e h n e n t ~ l m e n t eque a -. cosidzd. 10s IubricaiS~si i q u i d o s se coqportan cono = 7-s In1aricaates sblidos o i n c l n s o -e@. mejor s e mintendrg l a p e l i c u l a de a c e i t e . e Cmndo s e desea e ~ i t a r l a csnfaminacidn por a c e i t e s 0 3 O Culndo l a s q e r f i c i e d e c o n t s c t o ' h a de s e r conducto - e C u ~ n d oi n t e r v i e n e n elevadas p r e s i o n e s u n i t a r i z s . lfquido.pei%bnersmuy ul%as 2 2 0 800 Kg/cm y n b s .z ~ t r x l a &quin? ~ c o n s e j e l a u t i l i m c i h de r u l u b r i c a t e psto n o . Dor tanto.?nido. ja a tem~er?. s i m p r e s e tendera a un lubrican" . por t s n t o .cei Les. o b i e n por 11 z t r i o s f e r a de jolvo y s u c l e d ~ c len que s e en- 4 c.En primer l u g a r hemos de d e c i d i r e n t r e un l u b r i c a n t e l i q u & zo.titrasq y extremas* Cumdo las condiciones an3ieatales son auy desfavo- e O B E r~bles. son: e Velocidad: A grxndes velocidudes.

jes. e Carga: Cargas pesadas inplican e l uso de a c e i t e s viscqsos.7es usos. ) . 3 viscosi- &=. ..r = * Ce que la v z l x i d r d sea r l t a y 12 c ~ r g 2 l i g e r z i . polvo sobre %a m$quiaa. S i l a carga e s l i g e r a s e e m p l e ~ r a n a c e i t e s de Foca viscosidad.e t c .i3ientos.tr< cY pY nY cn .C o g i n e t e s de rodx. -isl t e n e m o s que s e surni~istr-:n aceites es-eciafes y r a : . - Compresores frigorificos. P u s t s z r b i u s hidrzculicas.SO. .V e h i c u l o s autonoviles. 1 . C o j i n e t e s de f r i c c i ó n . e l a c z i t e debe ser 32 co 7 V~SCOSO.Mecanizadgs - ile a s t i l e s . m Temperstura: S i l a ternperatum de trabaja e s elevada se enplears un x e i t e muy viscosoy ya que a l elevarse la t e l p e r d t x r a d n r ~ n t ee l f m c i o m n i e n t o .L a s condiciones más comunes de t r a b a j o de una &quina que pueden = 3fectar a l o s l n b r i c a n t e s . : a tem^er~-¿uras f r i a s . %nde ya h i n coabinzdo t o d x s 12s pro-ie - C. -7 g z n e r d l . . . .z ~2. >demás de que @enen d i t i v o s . (!isp. podemos v e r cue 12s c ? m s f a 3 r i c i r t e s s a z i a i s t r m acei se - te p r a n7xlti.Aes."- . P~rs l a in3ustria textil. influencia de las condiciones de servicio. e t z . yrrn-ere-?ys "0 . pueden d i v i d i r s e en t r e s grupos: C o n t m i n a c i b n d e l lubricante por polvo y suciedad ( recipieg t es d e l lubricante destapados.iJUtT.Y qes7.Engrznx . Inveg smente.

p o r Agua ( condensacióri en e l e n f r i ~ n i e i l í ode 13 i. Lug3r de ~ . como pxra 1 2 . consvrvzcibn del l u . Todos e s t o s contaminantes son perju¿!ic i x l e s y o ' o l i p a c x b i a r e l a c e i t e innedixtanente. 2el & p r a lv-3ric~do. en m4quinzs de herranientas. S r i c ~ n t em i m o .slica e l l u b r i c n r i t e e s niuy Importante.1 i c a c i 6 n .f-qps de los c i r c u i t o s d e r e f r i g e r a c i h .i.-'.q~Fna sl t e r m i n a r r l tr~bljo. Netados de a p l i c x i b n d e l lv-bricante. ) . O . E l l u g a r de -m drgana o &quina donde s e s. t x n k nns la m O. etc. e c t . Corio verexos ncis . o e n -eriodos r e g ~ l l r e s .223- el empleo ditimo del 1 ~ 3 r i c a n t e . por n e a c l ~ con los fluidos p?rs el corte.

1x1 : L u b r i c ~ c i b nl l ~ i t e .liibriccicibn h i d r o s t a t i c a . Si representsmos de nuavo 13 cuma de S t r i b e c k . est-ts. A?irte d e e s t o s t r e s grupos. 1: L ~ 5 r i c x c i $ nh i d r o d i n ) m i c i ( y un m s o p s r t i c u l a r de = e l l a . r e l x i o n i 4 o s con l a c u m a de S t r i b e c h . que e s 1. de l u b r i c a ~ 5 t d h ifere~tec. t x ? o i 6 n e x i s t e . podenos aprecisr que pueden existir t r e s tiodor.mos de mdquinas por l o s l u b r i c a n t e s . EHD) II: L u b r i c x i 6 a rríirta.Se entiende por lubricaoidn a l a s c c i o n de l u b r i c a r l o s g.2 elastonidrodin~mic~. conocids . como se ve en la = figura. nn t i p o de l u j r i c 2 c i 6 n d i f e r e x t e a x .

Lx r e s i s t e n c i a a l a f r i c c i 6 n e s debida sSiamen?d a 1s f r i c c i 6 n i n t e r n a d e l lubric-mte. Ello s e conoce 2ono l u b r i c i c i b n ~lzistobiLrodinAnica. l a p e l i c u l a de l u b r t c &e abn no e s t a f o r m d a ) .s e hace &S delgada. se e s t u d i a empleanE s t e modo.-3 Ln el r e c l ~ e n 1. de ~ ronkicto d i r e z t o e n t r e ambos cuerpos. no ocar r e d e s g l s t e ( rn muchos Órg?nao de qqquinas l u b r i c a d o s por e s t e -rocedimiento. llamado l u b r i c ~ c i b n U o l o s ttidtodos de nxcQn5. e l desgaste s e debe a l c o a t a c t o d i r e c t o en los pe- riddos t r a m i t o r i o s ¿Le arranque y parada. y a l a i n t e r a c c i b n = . ¿3 Se1 iil%hkü. For L a s e q e c i a l o s condiciones de e s t a l ~ b r i c a c i b n . n Pn ~ P V ~ C ? ? S 2 r e s i o n e s ( c o n t x t o s d. y 13s deformaciones d e las mismos t-lmbibn s a n consiZerables. algunas a s p e r e z a s em- 2isma a e n t r a r en c o n t l c t o . E n consecaencia. afm cuando con c a r a c t e r i s t i c x es-eciales. cuyo espesor h e s mucho m y o r que 13 rugosidad 9 media de l a s s u p e r f i c i e s . 1s lubric-?ci6n hidrodin3nic. E n consecuencia. I n ilg~xas C Z C ~ S ey? qne lec: c ! i e * r ~ s en c o n t ~ c t ~~~ y r $ . =le=- s o s t e n i d a la c2rga en p n t e por e l l u b r i c ~ n t e y e n n. y e i régimen pdsd & . ~ r a c t e r i z 3 d o r e s o e c t o d e l a n t e r l o r por un decrecimiento de l a velocidad. o por un incremento de l a carga. y la s e p a r a c i h entre 13s s u . hidrodin&nica. i n ~ x i z t c n c i no exis$e i n t e r ~ c c i 6 ne n t r e 11s s u p e r f i c i e s . las superficies de s n j o s cuerpos = seoarsdas por uns pelPcula de l u b r i c a a t e . sigue e x i ~ t tendo.lrte por = l o s c o n t a c t o s ezkre asyerezas.e ~ e s neror. Jobi. y por t a n t o . por un lado.te.u%ricah. En el tjeri060 SI.c~ de f l u i d o s . l a f r i c c i b n en e s t e rdgimen se debe a l a r e s i s - t e n c i a i n t e r n a d e l l u b r i c a n t e .i.e r f i c 5 . la_p & m % :f. en Los ctEties.Herzt).20 zi 1.

c t e .i c o n t r i . el. lulxic>. En e s t e oeri6do tambikn pueden introc?uclrse algunos czsos = e::tremos d e lubricsci6n e~astohidrod..E n conuecuencin. aucho zecar que la rugosidad m d i a Y. ( En r e . e l l u b r i c ~ n t es o l o L l e m los h e e o s e n t r e nsperezzs) Xn e s t 3 s condiciores.inSnica. ~-~Lsl. . s i en las condiciones a n t e r i o r e s se aumenta l a c-ega.:n- y desde luego. i ~ _ t a t e 35s) en l o s feidmenos de r o z a :-l>nto . c ~ r a c t e r i z ~ d por o ur i n c r e n e n t o en e l número de a s p e r e z a s en cont xcto. Finalmente.C e s g . o la viscosidad del 1::-zri- c mte se toma menor.bnvinos 1 r e z k i z a r un somero ertudio d e e s t o s 572s nodos de l .?ier_c? xpepxs ~ 1 1 c~ -n ? l* i-r*.. ~ ~ % r i c ~ c i con b n . que j-l ?::E! xn. E l esnesor de I z S?".rite -%?enas cuenta ( 3 ~ a r t e de conriclerarle como unx c1p. o disminuye 36x1 d s l a velocidzd. ryje son l o s -iie dcfihen e s e n c i l l n e n t e d e l can%-cto seco. Li?. t a n b i e n act&n los mecmismos de dos^ .d.ci. I z % r i cinte 9 s x $ 2 i z i .ste ya cono - cidos. e s y e c i a l é n f a s i s en l o s d o s p r i u e r o s .zliza:io con d e t a l l e en e l t e m ~ n t w i o r .?. X contina~..-. s e entrs en el r 6 g i m n 111.

2izemonas ihorz en al csso de que unz de s : 1 i n c 1 i n a .T a l cano se d i j o a l d e f i n i r la viscosidad. Como > z2. r 2. e s e"den- t e que l a -1rc. h res. y novemos una de e l l a s con v e l o c i d a d 7 . ( Su-ongamos t/z 2-< 1 placzs este 7 z1 = cte). a i ser el rtuirio i n c o i i i p r ~ s i b i eel ~ n ü 3 0 4ü3 p - .s ndvil de = fl&do 2 arrastrara por la 473 sescidn A un3 c d n t i d a d CP f l u i d o : a a y o r que la arras- t r a a traves de la s e c c i á c oor E.ecto de 1:t otra. si teneaos un f l 7 ~ d oe n t r e dos pl2cas. S i m l t a n e s m e n t e . tal como se muestra por l a curva de trazos. ~ s t o BXCISI de ~ f ~ ~ que i d entra h par A eleva la presidn entre a2 b9s placas.

En consecuencia. paso a p s o . i3rrastraMo Si > . -ya que l a g r e c i 6 n i n t e rior irrpide que el p e r f i l en A sFga siendo l i n e a l ) Sbgicarnente. y sobre e l gismo s e z g l i c a :In momento $i2 e s t e se pondrQ a g i r a ? .las c a y s de l r f i r í c a n t e a d i o r i d a s a s u s u p e r f i c i e . como s e ve en 12 fi gW3r ( - concavo en l a ek# t r a d a y convexo en la salL da. ~ E e c t o . de *dios " 1 1 . suyongcimos 13s o i e z s s 1 y 2. incomgresible. l o s p e r f i l e s de velocidad s e verdn riiodifi V z s J < L cados. las c o - ~r -7 J szs ctcurren de f o ~ n amuy s e n e 2 m t v .. s a r a r t i Zn cirg2 ! o 11 fuerza tlngenci:l T). t Z~26nen0. e l asea 33jo csda curva de p e r f i l de velocidad e s l a 5': el caso de e x i s t i r una carga n o r m l F. F. la sobrepresi6n genera- En el caso de un cilindro girando deotro de o t r o . co .Lgo l -?= h . ( B ~ > R ~ ) en . será e l s i g u i e n t e : . .sa a t r a v e s de la s e c c i b n A ha ite s e r i g m l q l ?Le sale ^x ?-a secc i $ n B. . cayo i n t e r i o r se encuentra :m f l u i d o de oisco- sil:i . c i l i a d r i c a s .

ambos c e n t r o s coincidir2he(observese = f l o t a c i d n u d e l gorrdn se l o g r a sin n i n g h soporte de fluido desde e l extm@. @ Llega un momento en que la v e l o c i d a d U) e s t a l que l a s presig n e s p* y sunadas v e c t o r i d n e n t e . . son ccipaces de " l e w n - t a r w e l gorrbn. e s t e * flotsrds$ dentro del cojimte. hssta l l e g a r 31 punto A. Cuanao el"gorr6nbb 2 no gira. g o r l o c u d 9 ' ira aumentando y p . mds fluico = d E sera arrastrado hacia e l 1280 que forma c m . y e l gorrdn conienza s desliz-r en e l i n e t r i o r ?.abre todo si 1" es a l t a ) . descansa. o sola l a capa untr. El rozamirnto ser3 sdlanente el debido al interno del Irr'=ricaíhe.I c i fuerza t m g e n c i s l es m y o r que 1i de ro- zamiento.IQ . E l contdcto e s e n t r e asperezas (. * disminuyendo. En e l punto A no hay l u b r i c a n t e . En e s t a ~ o s i c i h . en contacto entre asperezas.os) .A medida que vaya aunentzndo 13 v e l o c i d 2 d U) . n Cuando el gorrdn comienza a noverse. A wrtir ?> de ese momento. Para cada velocidad rr) se tendrd una posicibn d i s t a n t e d e l == ma que cuando que esta ti W S a>.-sobre_3 f on)o delt'co jL 1 netei' 1 . el fluic?a es arrsctrado por el g o r r b n e r su giko.de qqui. fluido '' extraido" del taGo izquierdo de E l conjunto de ambas hará que e l gorrdn s e desolace hzcia 1a E izquierda ( Figura c) U 3 @ .. primero rodzr6 s i n d c s L i zar. A p a r t i r . .o- 2 Q . l o cm1 hard que aunrnte l a p r e s i h del nisno a l a <ore cíia de A: (ff%) El .el cojinete.

e l espesor de l a pelic-da lograda (h). depende de la viscosidad == d e l lubricinte 7 . LO a n t e r i o r nuestra con claridad. 1 7 m muchos casos. d e la carga aolicada normal F. e l p r i n c i p i o d e l a lu3ricacibn h i d r o d i d n i c a . en -forma -ia - t u i t i v a . . de l a velocidad r e l a t i v a d e una s u p e r f i c i e r?s - pec*t. y de l o s prr8me- t r a s geometricos de l o s cnerpos.o de l a otra. y cona veremos a continuaci6n con nds formalisno.Cona se ve.

- .- es incompresibler El fluido es newtonisno ( f l u j o laminar) 38.El f l i l i d o 20. .Las propied3des del fluido l a s su~ondrenosconstantes: ? = cte 4s. 6 0 .Son l a s nisnas que rigen el movimiento de cwlquier f l u i d o .. m t e es lo suficientemente estrech: = cono par2 consicer-. . 5 9 . las ecwciones de Navier-Stokes 1 0 . 7= cte.necen rígidos. - Los s&lic?os perm.La capa de l u b r i c ..r que la presidn no v. es decir. . Los efectos de la inercia y de la turbulencia l o s sii- pondremos desprrcíables.xria atraves 2 debidas a la v i s c o s i d x l .

y. e. y. el primer termino expresa la componente debiria a la vilriaci8n de la presion. ."usanda l a s condiciones de contorno: NCTPA r En la ecuacibn de la velocidad (3). w son las component e s de la velocidad de un punto del fluido según x . v. respectivamente) Integrmrlo l a s e c u c i o n e s (1) y (2) respecto de JÍ .( u .

y representan La v a r i a c i b n de 2 debida a la ve- cidad relativa entre ambas supwficies. l a s sarerficies Ue i . 2 2 no .L o s otros dos terminos son 1 lineales. -4 Lx condicibn de coiltinuidv2 e s t n b l e c e que: queda s u s t i t u y e n d o 2 y e tntegrsoUa: Si U1= cte se deformn. y 1i2 = c¿e y ~ c i e x á s .

que 7= cte. .S i s e coxsíders.

. ) h + ote Cte = -o r 7(U. la @cm.iir&izii.2.U.- ci6n(8) -uede e s c r f i i r s e : 23 . .a>.- PIANO INCLIiLlDO.3. =6 dx y($. . S i suponemos que p m varia .3.-u2)h 1C .t. L ion B'aci~a . y r que VI = V 2 O .2.

. tendremos en cuentx b s siguientes condicioaes de contorno: que l l e v a d a s a l a e c w c i b n anterior nos da: . 1 x T )2 ] P~ra calcular los valores de h* y de l a caostante. 6 7 1h ~ hn dx h3 Integrando. tendremos: Si hi y ho son los v3lores de h extremos. podremos p o p r : p = 2 [ti L IL I C ho + n x 3 2aC l + +- + - h* L n 4- C-be .

La capscidad de carga vendr6 dsda par: .2esolvienda el sistema de e c w c i o n e s se obtienen: .

X W L vsria entre 2 1 para n = O y 0. K = 0. para n = a . dn p r a l o g r x l a m!ixina capacidad de csrga. 1 .siendo S v3. . 2 .lor que de-ende de 13s c x r x $ e r i s t i c ? s g e ~ m e t r i c ~ ~ s 52% Y ho. . hY ( h* = 2 bo -= .0207. cota 3 del c e n t r o de presiones. Ello ocurre psra Conocida 2 puede > a l l a r s e ' + + ) y luego 1 . S i hacemos dK O podemos encolrtrar los valores n5ximos de 2 .

F12 = Come hacienda t v2=o ul=n .

. (1+ . L queda: Ea forma e i d l a r .1 .n X h = h .

s razbn d e excentricidad.3 s p-2z3e verse un c o j i n e t e de e s t e tipo. g d z s p é s de a s l i c z r s e l a . a l rioverse con velociddd C@ .--- i n 11s f l g i t . ~ n t e s de a 7 5 c irle 1s clrga F. o excentricid s d relativa al nfmero adimnsional . Los c e n t r o s de ~2 r r b n y cojinete coinciden. ga y movi-iexto) 12amreino. Tn el y r i z z r c z s a .

donde se e n c u e n t r s hod ) ( mec?i2o en un radio cI-.s. i z d i d a a p r t i r de 13 llxes de centros. s i a d e d s hace- . supooiendo = qu. queda.de 01) serd: - t aO1 + 0.g - = e c o s @ + R1 = e cos $ + L X. e= O &= =S=) e = O ==NC o n c e n t r i d ~ d 1 ====+ e = C ==+ Contacto e n t r e superficies ZI e s n e s o r h eo c u l l c p i e r otro punto ( dado por e l angu'i.e p no varia con z que TI2 - VI = O . + C I (ab ={(025)2 + (0p) 2 Luego : h = e cos + I l p +C - R2 = e cos B + C =c 1 +<coz@) Sustituyeocio e s t e v a l o r en la ecuncí6n de Xeynolds.C b ~ i 3 n z aet .o e.

por ser e l c- j i n e t e de ancho i n f i n i t o . en lq r3. supuso que P S Po para 8 = O y 8=2R s e g h esto. S a m e r f e l d . S p w . En p r i n c i p i o . serie ( E + E c 2 cos 9) ( 2 + ~ * ) ( 1 + e c o s e ) ~ Tal ecuacidn responde a una grafica como l a mostrada. que fue quien primero obtuvo una s o l i c i b n para esta = ecuacibn. + 6-'I-U-R-e.12 h i c a tjreslbn de r e f e r e n c i a p e & e s e r l a de i n i Ln l c t troduccidn de l u b r i c a n t e en e l cojinete. si no hay '' caida l a t e r s l de preui5nw. pO . podems suponer que - l o cuz1 no nos s i r v e de mucho. calcuib: P ' P .y s q o n e r que esta es la presi6n m a s bajar F?uturllnrnte kwbria que ver ex que posicibn 8 se da e s t e v z l o r . / pr~ c t i c a .Iutrgdo-respecto de 8 y operazdo queda: siendo hH e l esgesor de la pal:cula en e l punta de máxima preei3ii ( valor desconocido) P-:ra h t e g r ~ r e&a c 33t orno ec~cibn se raquiere conocer Lrs condiciones d~ .

si:.o parti?. n n ~ d s )s~ o l n que e n e s t e casa las condiciones de c m t o r n o son más . a l a izquierda ?. yueds3 s e r constru-idos c o j i n e t e s de e s t e t i .e % l a l i n e a do centros en e l sentido del g i r o . -- o r i g i n z e l fenómeno de c m i t a c i b n . E l c o j i n ~ t e tedr5. 12s presiones s e b .~indovan : trztbajar con F y W conotzates) En e l l o s pueden nplicirse l a s mismas ecuaciones a n t e r i o r e s (~ey.o cusl ayüd3 a l a s u s t e n t a c i ó n d e l gorrbn.co de Somrierfeld esta iílobredi- uns nrnsion~do~ ~ y distribucibn la figur~ (b).%E s l l a s e ve qile l a p r t e de cu& divergenteta. @S r e a l de ~ r e s i o r e us e t i e n e e z = Debido u e s t o .os. S i n enib3rp0. e s t a d e ~ r e s i b n u3r l o que en r e a l i d 3 d 13s p r e s i o n e s negativas no contricuyen mucho a soportar l a carga. c e a ne~~"ivas l . c o m se ve en 1z f i g u r a ( c ) ( especixlmente.-.

\.dio cojinete - r z d i o gorrbn.7 .~ dde c-irga ( czrga por uníd%d?. q ~ e s un p ~ r a m e t r o L 9 ri = Longitud d57 x j i n e t e .la e c u x i d n i n t e r l ~ r . 2n b3se a e s t e nbmero. = dilnetro d e l Eí =ojinete 1 .'lngulo de centros $ Exisjien tablas que dan estas relaciones .o tm.2 2 .L s capacidzd de czrga de e-t a OS = cojlre?es puecle hallarse i n t e - gr?*nZo e l valor de p entre O y = 2V. l a c a ? s c i d . de csrgs en funcibn d e l nfxnvro de Sonmerfeld S.giiud) se@ : ITOTb: L o s vztlores de S tambibn vssian con el . pehndo .\UIV U¿L &U* ----e-.W L l C = %.

se c a z e a . & s5n d s que cambiar La coorde* x oor 20. el yar de r o z a n i e n t o .La fuerza de rozamiento. o nejor. podenos poner tivL<s.d e S e g h esto. se llega a expresiones 6 s complejas en funci6n d e l n6mero de Somnerf eld.. dx = X . . son: E U Bn el caso &S normal.mata en el cojinete p l m o . de no concider~rtales presiones n e g a t i ~ ~ s .

? c?rga F .en 13s c a r l e s se 23 considerado el m o m e n t e a d i c i o n a l debido-a la = eucentridxd de l .

-e o(-P .- CO2WGCi(3R3S DE LGS VALOR% TEORICOS PO2 VARIACIOiBS DE L4 PRESIOli Y PO3 ~dft41!0FIi3T0. e s l b g i c o pensar qüe los v a l o r e s calculados para la d i c t r i b u c i b n de presiones. En t o d o lo i-isto h s t z ahora s e han supuesto los c o j i n e t e s d e l o n g i t u d i n f i n i t a . s i n o t a n b i e n 'hacia los l a d o s de e s t e . y dado que tal viscosidad se inl l e g a r s e a v a l o r e s de p considerable E crementa con l a p r e s i h . e s f & i l comprender que ambos e f e c t o s s e suyerponen. cqrga= o r t a n t e g fnerzas de roxznieoto. ya la visccsidad de r e f e r e n c i a yo( un c o e f i c i e n t e t a b u l a - O O.2. ntuitiplicados PO& un c o e f i c i e n t e correc tor. en mzchos de e l l o s ( es- necialrnente l o s a c e i t e s ) l a viscosidad variaba con Is presión. - . Vamos a v e r :xhora como influyen e s t o s f a c t o r e s cuando s e tom.xn sxs valores reales.3. En l a p r á c t i c a . Cono se d i j o a l e s t u d i a r l o s lirbricsntes. han d9 v e r s e modificados. e l l o s s e expresan en f u r z c i h de l o s vzlo- r e s para taaaíio i n f i n i t o .- Y = cte - 3 O ~ a d a que en l a pr!ktica e l l u b r i c a n t e no s o l o f l u y e en l n d i r e c c i 6 n del moviilcnto ( como ocurre en cojinetes d e aocho i n f i z i t o ) . a s i como que la viscosidad t$m-cconstante. e O 3 n la ecuacibn de Reynolds vinos que e l g r a d i e n t e de presibn ( era funcibn de la viscosidad 7 .fS. se- r siendo clo = ?'. con l o c u a l -ue& nelite m y o r e i que los calculados para 'Jariacidn de las diaemioces..

F f i n i t o = K Fi n e i n i t o En todo casa. . Para el pímer ti30 neacionado g t a m n d o una -laca ccadram de x L. l a c-. 2n este caso.-acidad du c:r. h-Liendose obteoido m%u- .no i n c l i n ? d o = hslizante ( L. c o m e l de plq.cienes olrz a l g u n o s casos s~ncillos. cojiztete-gorrbn. L-afegrscibn e s h s t a n t e cornplej?.x i d n de? Reynolds qued-ría: s . para c a l c u l a s t e l l r i c o s .a a . 12 a c u . e s t e efecto puede s e r t e n i d o en m e n t a .. a2 ) ea --.-a se ve reducida a la n i t ? d . adootan- 20 la Zorrna qÚe se v e eri la f i n . no despreciando el término &h3 12 ecu3cidn de Reynolds.

Por o t r a p a r f e .1O bzjos. el x u ~ o n t o(le la e x c e n t r i c l d . en r e a l i d s d :mece a . con e l c o n s i g x i e n t e aurnerita de l a s ~ d r d i d a sjor rozarnie3to ( en m s o s e s tr.nete " reacciona " aumentando su e x c e n t r i c i d a d . can l o c u a l l a ca.psciC-. d i f i c u i t a d e s de fabricacibn y de montaje impide l a = confecridn de cojinetes d e gran l o n g i t t d .?noz de r o z a n i e n t o n i x t o ) .2 d llm a v a l o r e s de t.r o x i m r s e a v a l o r e s de uarga prbximos a l o s de longitud i n f i n i -t3* Sin enbago.cl ? o c a r a 2 nunca puede alcazmar v a l o r e s tan elevados.

. p T a sa-ortar la carga F Sin embargo. paes el h ~ c h oe s que dos glacas ~ r a l e l a s . generan u i i g r t .S. la energfa comunicada al lubricante dursn- te el arrastre de la plsca m6vil se transforma en calor. no se si el vzlor de & >-*.con novinient a r e l i t i v o elztre sZ. Como sabemos. cue no puede consi- d@s&--ai i n c o q r e s i b l e 'ni con demidad y viscasidar! C O I ~ S ~ ~ I ~ ~ C G . l p c e s de s o s o r t a r un2 cierta carga. el cual . 12 eqeriencia contradice t2l consec~enci8= % & r i c a . y f r u r d a n e n t a b m ~ ~ te pueden d i v i d i r s e en Cos grupos."de h i g i n a r una presibn. de n i c r o c ~ t r i t a c i o n e s a 7 a fenbmenos B I asociado. la ecmcibn de Zeynolds indica que es constante. - U m s inherentes u 1 p a ~ i o f l u i d o . d i e c t e de -renimes de ? o r m m e soc c .Otras r e l d t i v s s al estado su-erfici31. e i g u a l en todos los p m t o s . = h 1 t he = c t e L x s razones este hecho son vzri-.T21 como se ha vista. k.

c?ad r e a l de e x p a n d i r s e por: estar encerrado e n t r e placas. I n ' c o n t r i b u c i 6 n a l g r k d i e n t e de p r e s i h debido a la B E viscosidad es mucho dad. p w .= ?vesi %E 4 dkima. de t e m y r r .astoe 100QC. f r e n t e a la 0.n v 3 como 1 : Cc la figura.j En estas condiciones se obtiene un.5 de la carrespo2 d i e n t e r al* j$km inclinado -T. > d e m i s p o n e r &S pequedo que el dekido a l cambio de densi- 3 h = cte . 2 .. para y 7 no c o n s t a n t e s . - ti = cte Integr2ndo 1 2 . y= O cte . ''laI. L i e c m c i b n d e Reynolds.d i f e r c - c i : . ecuscidn de Beynolds se o b t i e n e un2 c . puede esiri- % i r s e ( yara flu50 unidimensian?l. . elia'ss ha a q u e s t o t .042 .cr?acidad de &rga \ . y -laca infinita) Cono l a v s r i a c i d n de l a densidad can la temperztuxa viene dada por y cono además.t t t r i que so-ortm los l u b r i c ~ n t e s normales.é.to = IOOGC ( que es 12 dxim. I de a ~ r o x 2 m-ldsmente 1/3.011.0.

qtie dan l u g a r a un aumento de la presi6ri. ?o que p r s czd:i aspereza de diSnetro 5 existe ectrs e l l a s y 12s .de3 .liriv70. que nc% u ~ cono n nicrocu3as. uotra c7uszt que origina e s t e fenbnena de sobrepresi6~t ?2tre plscas p a r a l e l a s se debe al e f e c t o de 13s asperezas.l a n o i?c.

T m b i é n se observa qne uc increneoto de . t o o a s Ce diámetros . ' f i ñado de tin acompa- diánetro de a s - pereza adecl~ado( que t e n g a e l v s l o r 0.4) gener a una capacidad de carga por unidad de irea i-' ma- yor. m . a % ? ? .riZor corresponde a ~ z a sepzaraci6n e n t s ~asperezas de Gd. se obtiene ctxznda e s t a s estdn espaciadas aproximsda- mente l a mima Cistansia que e l v a l o r del d54netro de l a s as-erezas. un v a l o r ?e I J ' p r uni- dad de &ea. que l a máxima c a p c i d a d p r - t m t e debid-a al fengzeno de c a v i i a c i ó n entre a s y e f e z a s . d2 4 d2 7 la d x i m c a p c i c a d de carga ( cirga por unidad de área) o c u r r e -Ira un v a l o r constante de E*-E? 0. . indepenziente d e l v. : . .la f r a c c i b n rr dtl 2 9 de Sres de asperezas es N ' % .4 . .S i N' e s 1s densir&d de asperezas ( ' n por unidad d e á r e a ) .

f 945. o l o s rodamientos) era d e l ti. S i n .e l i c u l a nuy pequeños. baja c a r g a s moder3das. l t a s ( . l o s r e s u l t a d o s experimentales demostriban que en contacto con czrgas ~ ~ .emlsxgo.Durante auchos d o s se considerd que e l mecinisno de l u b r i c a c i b n e n t r e 6-0s s u p e r f i c i e s f u ~ r t e m e n t ec-xrgzidss ( cono e s 51 czso de l o s d i r n t e s de engranajes.08 desg-xstes y cieteriorcs Gue e n = :.con ua espesor de p e l i c u l a s u f i c i e n t e Coino L : Can o b j e t o de j u s t i f i c a r e s t 3 d i f e r e n c i a e n t r e l o s r e s u l t a d o s p r 5 c t i c o s y l o s e s t u d i o s t e o r i c o s . p e r o no l o s u f i c i e I temente altos p r a explicar e2 fenbmeno real.5 . con l o que oStuvieron m. m O -erezas e a una s i q e r 5 c i e da.. o 1 L w b a o x p n e r que dzTzerís e x i s t i r un r d g i a e n de l u b r i c a O / c i b n 'nidrodináslc¿?.rs2. 12s piezzs no s u f r i a n 3. hi~6tesis a d q u i r i b m y o r f u e r z a a p a r t i r de l o s r e s u l t a d o s = -redichos s o r I i teo& Iiiclrodinkica.* rlica). Para e l l o r e s o l v i e r o n c o n j u n t ~ n e n t ee l ?roblem e l á s t i c o y e l problema h i d r o d i n h i c o . Reppler (1938) y Neldahl =- (1 9-41) e s t u d i z r o n la d i s t r i 3 u c i b n de p r e s i o n e s que s e produciz en Iuncidn de l a drformacibn de l a s s u p e r f i c i e s predicha por l a t e o r i a de Hertz.a A.* 7- Ast. a p l i c a d o s a l CASO de dos = e i l i r d r o s rodmites.usencia de tina o e l i c u l a B amplia de l ~ z b r i c x x t e 'deberian esFerl. ~aoteñor*p&. a esTesores de . h x t o como hlcer d e s p e c i : ~ h l e de hmín obtenido yor 12s fbrmtrl-rs t e o r i c n s de l u b r i c ~ c l ó n hidrodir.-2 res valores para el espesor de l a p e l i c u l a . Gitooxnbe. sryririd que d c b e r L consi- . menores que e l t a m ñ o de l a s 2s =_. la c u a l conduce.

s enbwgo. C5. la c i t u a c i b n quedaria deterninada nar l a s siguientes ec~:4ciones: . con lo c1ml t - ' Oién obtuvo valores m q o r e s del espesor de l a p e l i. cons9deranCo s i a u l t a n e m e n t e los tres efectos: S? llega a result:dos ?La c3nzuerd3n b ~ s l .e n . c i c a e h s t i c o de 'un c 51iirid xigido des&iz+g~da -- b e t m plano. can c l Zoncurso de un comjut-daz O . 2 reaf5d~C. r.~ x bien te con 3 . y coro r c x . 3n consecrieacia.m Coasideran2o el. pero t ~ m p o - co lo s u f í c l e n t e r i o n i e zl-bos.rarse La variación d : í x v i s c o s i d a d con la presión. c u l a . y e d e c o n o i d e r m s e Ia lu'oric-icih ve en-form &*erztiva. potente. .

y ToQC .s u p m l enda jJ = cte s1 y 31 S* son 10s lhites de viriscibn de S. c. 9 sígfin v a l o r de l a deformada.- V a r i ? c i d n &e 12 v i s c o s i d ~ . dcon 1 : i presibn: donde fi = viscosiaad a l a presi$n atmosferica. o ( = Coeficiente empirico.

. .La s o l x í 6 n i t e r ~ t i v adn e s t e problema puede e f e c t x r s e en ' x s e a los p m o s s i g u i e n t e s .-2e~. . de 2-oxinzcibn t ' e s p e s o r de 1 cuTz n o d i f i c ~ c l o E s p e s o r de pelicula = Inicio supue &o (Distribucibn) son aún pequeñas). 30. Por c o n t r a r i o . finales se ca : e r a c t e r i z a n por el.. con Lo cual = se obtiene 13 corresaondiente d i s t r i b u c i b n de presiones.e ..~ ? . 1 Q . ~ .- En bzse a e&a Zistri~trr'ii6nde -rersiones Ese obtiene l a d r f o r m c i & n e l t k t i c a &e aabos cuerpos.La iteracibn se c m t i n . T a l d e f o r m c i b n se C3-iTj - 1 ' . Se soone i u esoesor de p e l & x l a inicial. hscta que so 05tiene un grado cuficíonte.2 .. . con u ~ l dist- buci6n que c ~ u n p l a13 ecuzci6n de Reynofds. las aproximciones A .-i Loi.~~ü l ~ a ~~ ~ < u . 2Q. ~ 2 . : L . ~de d i e ~ p e s 3 r&e 7 9 -- liculz.. predominio de l a d i s t r i b u c i d n d e prvsiones de@ - .

de2 l i z . ei &ea bazo la curva de presiones e s = i d k n t i c a . en a s b o s casos 1) y 2 ) ) En cuanto a la c u p r f i c i e d e l cilindro e k k t i c o . Con~iderenosde nuevo e l caso de un c i l i n d r o el&tico. pero justo donde se p o d u c e el " prBcticamente picoiv ae presibn.~ n d osobre u r ~p L n o rfgido.n 13 siones. se m n t i e n e == par-llela. y m pico justo un poca sntes de sdlma ( en conguata. 13 presi8n hidrodinámica se aproxima a ¿?e presiones I n distribucibn en ua contacto d e Hertz con lis p3rticrrlaridades == n-ue vamos a v e r a continuacith. se pridace una fuerte deformacibn.cto de Hertz rC ~~esione en s el fluido O cado) de acuerEo o con = la Uiatribucibn de . ( Ea1 deforinacibn es la que contribuye . cg mo se ve e& el d i b u j o . A 1 final. l i s f i g u r i s se observa =a p e s i b n ligerzm-nte i n f e r b r a la ¿ir Hertz e n e l borer de atzqüe.¿a a los e I s c t o z elds3icos.ore- -. somctido 9 ' 1 cirga Conti. incia afuera.

I cono se aprecia en 1 3 Z i g u r i . .e l i c u l s s o n considerablemente mayores que los obtenidos en e2 supuesto de lubricacidn hidrodi- nfaic~?.Las espesores de . ca p a n e l v x l o r mlnirio de l a p e l í c u l a Lu'oricante T- -3n esti expresibn s e observa: la. a pesar de manterieroe ambas s n p e r f i c i e s p r a c t i c s n e n t e paralelas) Bderds. p r a que s e writenga la contin~1i6addel flul <o e s . se ha observado también como a medida que aumenta l a veloc i d a d U e l pico auííents de tamaño y se " adelantaia.iE?rtz* La ex2licscibn que se da a esta = 1 d e f o r m c i b n e s que en la zona de salida s e produce un f u e r t e grad<entv de j r e s i d n negativo ( y una Anida caida de l a viscosidad) p? que e s t a pasa a los imlores correüponfiientes a la p r e s i 6 n a t m ~ s e s t n s condiciones. y las conprobacioxes = ex-erinent l l e s .ntenido y ayudado por el t1 pico de = qresiba que s e nradace en s u cara f r o n t a l a la l l e g z d s d e l L u j r i . la c m 1 i Far la d e f a r x t c i b n ctuigida. -ice de m t e r i a l e s m._nte. En base a los estudios e f e c t m d o s . Dowson y liisginenn pro-pusieron una f6rnula eapir.r e c i s o que es y o d u c i d a Zste -rociuzcc? r w r e s t r i c c i b n e n e l -aso.y s r r ~ e ~a t e la siistentacibn. separandose la disb Cribucibn de p e s i o n e s cada vez r.iás de 13 = t i p i c a d i s t r i o u c i b n de .

'(en-¿rz~:~.... de lubricante se contrae .-3 : e-: 5 -i w . l a Felfcula.-=A tes. m e n t e que en 1s zona de '.-E1 espesor de 13 g e l i c i t l : e s t s nily i n f l .71- A-.r e n c i ~ d o sor e l < y U .DbLJLiAUf~UULI1 . 10 CUZI permite que se conserve e l esyesor de 3Q.~ = deslizamiento r e l a t i v o e n t r e e l l a s ( dientes de engranajes. l a hita p o s i b l e f u e n t e de rozamiento i n t e r n o d e l f l u i do s e encuentra en l a zona d e compxsibn d e l lü3ricznte. . ) . un . Z Sta es 11 k i c a fuerza que c o n t r i b q e a d i s i p r e n e r g i n . 2 c m g a F y de La e l e s t i c i c ? s d E: A la variación de Ello se explica por el zunento d e l $re3 de contacto.I. ( c a s o d e coji* e t c ) . 21 = ztünentm F. etc.) y en l a expansibn ( sxlrda) En l a figura se observa c l n . y 12 = 17 m ~ r e n o ct t fuerza de roch8ura Far'. A ~ J A L ~ ~ L L I U I I ---24-- Clc.acei+e. &da la d i f e r e x i a de velocidad rJ u# en p e l i c u l a s 3dy2centes.- 31 ecneuor d e ? a l 'itc u l a e s poco sr3sible 1 . A S i 13s s u p e r f i c i e s se mueven 3 difere~tes ~ e l o c i d a d e s * . -. l -7 --L-. - LAS i i i ~ r z d üt e I^ricción s e deben t m b i é n a1 r o z m i e n t o i v t e r n o d e l f l u i d o . 2 7 . entrad2 dt?l. lo cual = o r i g i n a una fuerza c o r t a n t e C. S i 13s s u p e r f i c i e s s e e n c z e n t r i n en r o d ~ d u r i l. .22.

13s f u e r z a s de friccidn vienen d d a s por * 5xtenSiendo 12s integralee a los lfmites convenientes en cada ea SO - ( Z D de ~ entrada o convergencia.Gano s:Dezios. zona defornada o parale .

la). l a contribución de la zona mnp. y en ella. por la que zona p a r a l e l a . punto que sigue existieado cuando "Tz = VI -21segundo término 9uede ser identific-. 3-x:~ ??- - -mlor de esta segunda S-rrtegrales in versamente proporcional a h.cirodinlmica.aiento i5. Siguiendo el aismo r2aon-2.fixa~:ie:J¿a. con l a s .do con 21 fuerza de rozamiez to a l .rA la IiiUricacibn = se t i e n e : 31 primer sumando puede ser identificzdo coa 12 faerza de friczi6n a 12 rodxdura. de. en comparacibn coa 13 4 = c t e . En 13s figurxs s i g u i e n t e s se preseri-Can dos ~ q r s f i c s s tiglcas de I- vclrisci$n d e l p3r r e s i s t e n t e e n t r e dos cilindros rodantes. o-ue e l visto p.ekge2 t e es pequeña.

m 2 o que )i no v-iris @ mucho con el = la carga. c o n s t s n t r . Ella e s debido al i n c r e n e ü t o d e h u .-íno de e x o s se r e f i e r e a unn. I n d i c . % t e fenbneno se debe a l increnento de )i con la -resibn e n aayor mefii6a'qxe a l a pequeña reduccíbn de h0 con la carga* velocidad de giro. I r > . v e l o c i d a d constante.- %ra velociCades S ~ j a s . y con un pequetia incremento. .Cuando el dcs75z~miento ameata. . v i r i m d o la velocidad. c o n s t ~ n t o . v&ianda b'cag ) ga..i ueloci2id de rociaL=?. F S 1 s fuerza de rozamiento 2 llega a un dximo.F S es pro-orcional. 5Q. g e l otro. a UEI c x p . coa P . e l valor de Fx es prsc- E U 2Q. esta cs e drasticanent el . 2 la velocidad 3 iie deslizaier?to.

npri=nida.L s t o se ex-lica p r l a d i s u i n u c i d n de deCJiclo a l a:.:-ento de. .l a tenoerratura en e7 inetxrior de l a pel&ula de aceite. fuertemente ~o.

e y 12s gro2i2. 9 20. nr c i r i o s efectos: . 17 p-trte i z q u i e r d a d-: It t u i i m a correspmde a l a I l m ~ d z l1 l u b r i c a c i b n l i m i t e u o e a = $etiicula delg. d 5%- Los efectos de r o z l n i e c t o g d e s g ~ s t ese bxsan en Iss = in$eracr.m3os cuer-os estan t z n cerca que = se e s z i b l e c e :m r o n c : c : a dirccto e n t r e s u s asperez.s.hl=m.iones e-?ti-? la fina c a 3 de l~:3ric::rt.%ia ".1s cw. 3 e j i d o a l c o n t a c t o sbli2-o-sblido. ( e influrncia- por las condiciones axB~ientsles) La accibn de e s t a capa l f m i t e de lubricante.i & s .. no e x i s t e n .irac-¿eriz-i yr: IQ. o capa untuosa. t i .7 se c.- L a s efectos Bldrodin. o no tienen i q o r ta c i a ipreci-iklc.L i s s u n e r f i c i e s de -.s s c .e r f Lcies s b ~ . han de considerarse todos los = E cazte-s6lido.Como se ve m 13 curvs d e S t r i b e c k .

2 ur. . j r i c a n t e a los Órg-cos lx'Uricrdoc. c i u t e m litrricaclo con =. f r i c c i b n e s . Lx curvs II es p G r s un ~ i s t e a aP13ricado con un á c i d o g r x o di- . E s t e l u b r i c m t e r e a c c i o n a con Ir snperficie d e l metal f o r u n d o una pasta que es f l c i l n e n t e cimliada. I t z Uesde e l ~rincipio. .rrC!ionCo. Disminuir la filerza de r o z m i e n t o .zuelto en una b s s e d e aceite. dada 12 f v e r t e fij~cibn de las n o l 6 c u l a s d z l ~ / . e l s e r v i r de v e h i c u l o r e f r i g e La ci?rva 1 e s p r n Sono s e ve.Ce3isti:- 12 -jele:--. e E l e v z r el n x ~ t o de fucibn. 1. a medid2 p e 1 ~ filerzac s d e enlzce s e v.n aceite no polar. en el drea reaL üe contacto. raclor .n . -.cl¿h c% L:IS 2~>5r223s suprficinlos .y s e incre- nezta 21 i r s e elevinuo La k ~ x x p e r i t u r a .

nt=. j o d e c i e r t a t ' 3 i 3 y e r a t u .i n t e . s Se2 A el drea ?-:rente de c m ~ ~ c t o .n t :rn. con c i e r t a s x q e r e a a s tocandose. y . Si e n t r e ambos h ~ y un2 f i n 1 c3p3 de l u 3 r i c .x ~ d i d o . jo. PLS fuerzas de rozzmiento i.e l coeficiente de r o z ~ z m i e n t ose e l e v a r3-idanc-te $ 5 ~ ~ re 0a c c i o m nuy 1 . r ~Y z' .x ~ p::eCe = re-presentar la situsci6n r e a l . 12 f i o : . Por e n c i n l dz T m ' cor~e:.u :t?lni-ko e s u ~ q b. For aeS..1-~olucr-das son liincho n e a o r e s que 1 2 .?ntv al n e t a 1 con la f .poxE.

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O'Connar Diseiio de elementos de &quinas Faires .engiiiseriw - 3 .

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