.... O CURSO NA UEA Oferecido pela primeira vez no Vestibular 2008.. reúne a maior parte deles.. com 32 vagas ofertadas. templos. religião.. Pág... Esse profissional é necessário para que uma obra seja licenciada pelo governo.. pois a Constituição de 1988 prevê que todo município mantenha um profissional executando tarefas que visem à preservação do patrimônio histórico-cultural e desenvolva estudos de impacto ambiental em Arqueologia... o gerenciamento de pesquisa: orçamento.... e sua conservação é essencial tanto por sua expressividade quanto por sua importância para o cenário científico mundial........... quais eram seus costumes. A região da Serra da Capivara. peças de cerâmica. No Brasil.... ruínas de habitações. 03 (aula 163) GEOGRAFIA Complexos regionais .... saterês e manaós... a compreensão das adaptações entre a Arqueologia e outras áreas do conhecimento. em 1998. Pág..... bem como o planejamento e a realização de atividades de campo.. ferramentas... Pág.. Os sítios arqueológicos da Amazônia representam uma parte significativa dos bens culturais no Estado. no município de Iranduba... Distante 25km de Manaus. tendo como objetivo a proteção do patrimônio arqueológico pré-colonial e histórico.. como no Amazonas. Sítio arqueológico é qualquer local onde exista um vestígio da passagem do homem pré-histórico. Essa área é reconhecida por ter a maior riqueza arqueológica da América Latina e uma das maiores concentrações de pinturas rupestres do mundo. aproximadamente... com o objetivo de formar profissionais para que possam responder às necessidades de pesquisa..... em 2009. Nesse contexto. no Piauí. De acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.... (aula 167) 11 GEOGRAFIA Escala . Filosofia e Teologia. que abriga uma população de cerca de 40 mil habitantes. ornamentos..... como sepulturas... existem cursos de Arqueologia em outras regiões.. Geografia. em 2004.. o curso superior de Tecnologia em Arqueologia faz parte do Programa de Interiorização do Ensino de Graduação da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).. como Biologia. tipo de alimentação.... História.......... armas. o órgão registra.... Iranduba... O profissional da área de Arqueologia desenvolve competências que vão desde o domínio de técnicas laboratoriais rela- Índice FÍSICA Calorimetria – estudo das trocas de calor .. existem 12.. é o município amazonense com maior número de sítios arqueológicos registrados...517 sítios arqueológicos protegidos por lei em todo o território nacional.. As ofertas de emprego se concentram principalmente no Nordeste e em algumas regiões do Norte do País........ O curso será ministrado. Atualmente.. A legislação sobre patrimônio cultural e sua aplicação também faz parte das habilidades do arqueólogo. material usado em suas construções. Pág. muras. (aula 168) 13 Referências bibliográficas . maneira de se vestir e rituais... análise e conservação da cultura material e natural do Estado... moedas. (aula 165) 07 cionadas à construção e à aplicação do conhecimento arqueológico.. com duração média de dois anos. no Estado... O mercado de trabalho é abrangente.... na Universidade Federal do Vale do São Francisco [Univasf].. voltado especificamente às vocações regionais e às políticas estratégicas de preservação ambiental..... O profissional pode atuar em órgãos públicos.... LITERATURA Prescrutando o texto . são 100 no total.. entre elas.. Pág..Guia de Profissões Arqueologia C onforme o último levantamento feito pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)... como Sudeste e Norte. a demanda está concentrada nas instituições ou empresas privadas ligadas à restauração e à preservação do patrimônio histórico e cultural. (aula 166) 09 QUÍMICA Isomeria plana ... esqueletos. Mas também pode lecionar e desenvolver pesquisas em Instituições de Ensino Superior.. Pág....... Pela demanda de mão-deobra no local. responsável por fazer os levantamentos.... De acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)........... Hoje..... um achado arqueológico por semana. cronograma e organização de pessoal...... à compreensão da natureza não renovável dos sítios arqueológicos e dos materiais neles encontrados. o governo instituiu ali o primeiro curso de graduação em Arqueologia do Brasil.. a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) criou o curso superior de Tecnologia em Arqueologia.... pedras e qualquer material que possa dar pistas de como vivia determinada civilização.. (aula 164) 05 BIOLOGIA Sistema cardiovascular . esculturas... a maioria cemitérios indígenas das 15 etnias que habitavam o local. acredita-se que esse número já tenha saltado para 20 mil... pinturas. 15 2 .... Matemática. Pág.....

isto é.5W. libera muito calor sem se esfriar muito. Dado: Lf = 80cal/g. 2. esfrie-se facilmente. cx . Solução: A quantidade de calor fornecida ao corpo pela chama é: Dados: P = 192. Entretanto consideraremos. 0. as águas dos mares e dos rios funcionam como reguladoras de temperaturas em locais próximos a eles. em valor absoluto. (50 – 20) Q = 2 052cal b) Q = mc(tf – ti) → Q = 600 . logo: Q = mLf → 600. Q mcΔt C= —–– → C= –––––– → C= mc Δt Δt 01. obtemos: Qxícara+Qágua=0 mx cx (tf – ti) + ma ca (tf – ti) = 0 50 . sob pressão normal.Física Professor Carlos Jennings Aula 163 Fornecendo-se uma quantidade de calor Q a esse corpo. Dado: calor específico da água = 1cal/g. à quantidade de calor recebida por B.5°C.°C. Q < 0. c = 0.°C. Q C = –––– (Unidade: cal/°C) Δt Como a capacidade térmica da água é muito grande. A experiência mostra que a quantidade de calor Q é proporcional à massa m e à variação de temperatura (tf – ti). Solução: a) Dados: m = 600g. 0.186J Calor sensível – É a quantidade de calor recebida ou cedida por um corpo ao sofrer uma variação de temperatura.5 cal/g . a capacidade térmica desse corpo.5=––––∴τ= 23100J Tempo 120 Em calorias. O calor específico do ferro é igual a 0. Δt=40°C Trabalho τ Potência=–––––––– →192. Uma xícara de massa de 50g está a 34°C. durante a noite. Solução A quantidade de calor que devemos fornecer ao bloco de gelo é para que ele se transforme totalmente em água a 0°C. Unidades de Quantidade de Calor Caloria (cal) é a quantidade de calor necessária para aumentar a temperatura de 1g de água de 14. de potência 192. Essa energia térmica em trânsito denomina-se calor. a unidade de quantidade de calor é o joule (J). isto é. são recipientes termicamente isolados. um corpo sofre um aumento de temperatura de 40°C em 2min. Determine a quantidade de calor que se deve fornecer a essa massa para que ela se transforme totalmente em água a 0°C. Um bloco de ferro com massa de 600g está a uma temperatura de 20°C. Considere 1cal = 4. (–5–20) Q = –1 710cal Princípio da Igualdade das Trocas de Calor Quando dois ou mais corpos com temperaturas diferentes são colocados próximos um do outro ou em contato.11cal/g. todos atingem uma temperatura intermediária entre as temperaturas iniciais.5cal/°C Δt 40 02. sem haver variação de temperatura (permanece constante).°C. sem que haja mudança de fase. Calorimetria – Estudo das trocas de calor Calor Quando são colocados em contato dois ou mais corpos que se encontram em diferentes temperaturas. Q > 0. a água absorve grande quantidade de calor sem se aquecer muito e. o calor é chamado latente. Admitindo que só haja troca de calor entre a xícara e a água.114 .114 cal/g. aproximadamente. isto é. Calor Específico – É a quantidade de calor. 1 .2J. após um certo intervalo de tempo. Observações: 1.+Qn = 0 A quantidade de calor recebida por uns é igual à quantidade de calor cedida pelos outros. que o calor especifico não varia com a temperatura. eles trocam calor entre si até atingir o equilíbrio térmico. O calor especifico do ferro é. Capacidade térmica – É o quociente entre a quantidade Q de calor recebida ou cedida por um corpo e a correspondente variação de temperatura Δt. A explicação é a seguinte: durante o dia.11cal para elevar sua temperatura de 1°C. se for termicamente isolado.°C QA < 0 (cede calor) QB > 0 (recebe calor) QA + QB = 0 Note que a quantidade de calor cedida por A é igual. tf = 50°C Q = mc(tf – ti) → Q = 600 . O produto m. observa-se que. durante o dia. 60 + 250 . Logo: Q = mc(tf – ti) ou Q = mcΔt Temos: c = calor específico da substância. 80 → Q = 48000 cal = 48kcal Aplicações 3 . 1g de ferro necessita de 0. Determine. Durante esse processo. cx . em cal/°C. isto é. ela se aqueça rapidamente e. Verifica-se que. (–6) = 0 → cx = 0. ocorre uma transferência de energia térmica dos corpos de maior temperatura para os de menor temperatura. teremos: 1cal — 4. aumentando quando esta aumenta. para simplificar. Os recipientes utilizados para estudar a troca de calor entre dois ou mais corpos são denominados calorímetros.5°C a 15. Solução: Utilizando o princípio da igualdade das trocas de calor. Se o sistema não trocar energia com o ambiente. O calor específico de uma substância varia com a temperatura.5W. (94 – 100) = 0 50 . teremos: Q1 + Q2 + Q3 +. Calor latente – Se. se tf < ti o corpo cede calor. 03. Um bloco de gelo de massa 600g encontra-se a 0°C. t = 2min = 120s. Fórmula Fundamental da Calorimetria Consideremos um corpo de massa m à temperatura inicial t1. Se tf > ti o corpo recebe calor.2J 23100 Q= –––––– → Q = 5500cal 4. durante a noite.c é a capacidade térmica do corpo.114cal/g.114 . Sob uma chama constante.°C.2 A capacidade térmica do corpo é: Q 5500 C= ––– → C= –––––– → C=137. Com a areia da praia ocorre o oposto: a capacidade térmica da areia é pequena e faz que. Colocam-se nela 250g de água a 100°C. suponha que sua temperatura aumente até tf. ao receber ou ceder calor. determine o calor específico do material de que a xícara é constituída. isto é. No SI. o corpo sofrer apenas uma mudança de fase. A relação entre a caloria e o joule é: 1cal = 4. necessária para que 1g de substância sofra variação de temperatura de 1°C. Os calorímetros não permitem perdas de calor para o meio externo. 0. Δt= tf − ti = variação de temperatura. característica de cada substância. temos: 01.. Se tivermos n corpos. (94 – 34) + 250 . a) Qual a quantidade de calor que o bloco deve receber para que sua temperatura passe de 20ºC a 50ºC? b) Qual a quantidade de calor que o bloco deve ceder para que sua temperatura varie de 20ºC a –5ºC. a temperatura é 94ºC.. no equilíbrio térmico. ti = 20°C.

5kcal b) 0. Solução: a) Cálculo das quantidades de calor: Q1 = mc (tf – ti) = 400 . calor latente de fusão do gelo = 80cal/g 4 .° fato: – Para passar da fase líquida para a fase sólida. adotaremos: Calor latente de fusão do gelo (a 0°C): Lf = 80 cal/g. apenas II e III são corretas. Essa quantidade de calor é denominada calor latente e é indicada pela letra L. Q L = –––– → Q = mL m Temos que L é o calor latente em cal/g.° fato: – Se a água está a 100°C. 540 = 216 000cal Cálculo da quantidade do calor total: Q = Q1 + Q2 + Q3 + Q4 → Q = 6 000 + 32 000 + 40 000 + 216 000 Q = 294kcal b) 03. a) Determine a quantidade de calor necessária para transformar totalmente esse bloco de gelo em vapor a 100ºC. Sabendo-se que o calor específico da água é igual a 4. para derreter.Lv = 400 . cgelo = 0.21 . temos: Qcalorímetro + Qágua + Qcorpo = 0 M c (tf – ti) + m c (tf – ti) + m c (tf – ti) = 0 8(21. A água foi introduzida no recipiente a 10°C. o corpo recebe calor até atingir a temperatura de ebulição.5[0 – (-30)] = 6 000cal Q2 = m. e cada grama de vapor precisa perder 540cal para passar à fase líquida.°C) contém 120g de água a 96°C.6 – 15)+120 (21.6 – 60) = 0 x = 100g Calor Latente O comportamento das substâncias durante as mudanças de fases pode ser interpretado por meio dos seguintes fatos: 1. Pode-se afirmar que: a) b) c) d) e) apenas I é correta. de: a) 5min c) 15min e) 1h b) 10min d) 42min Solução: Pelo princípio das trocas de calor. Calor latente de vaporização da água (a 100°C): Lv = 540 cal/g. seu calor específico e sua capacidade térmica sejam iguais. Ls para calor latente de solidificação. inicialmente a –10°C. a 20°C? Dados: cgelo = 0. 80 = 32 000 cal Q3 = mc (tf – ti) = 400. sob pressão normal. Note que 80cal representam a quantidade de calor que a água ganha ou perde quando se derrete ou se congela. Lv = 540cal/g. mantendo a pressão constante. O gráfico mostra o comportamento do fenômeno descrito e denomina-se curva de aquecimento.Solução: Aplicações 01. apenas I e II são corretas. até que o bloco de gelo transforme-se totalmente em líquido. embora continue o fornecimento de calor. Dados: Lf = 80cal/g. (Cesgranrio–RJ) Numa casa de praia.05kcal c) 5. Sabendo que o calor específico do corpo é de 0.22cal/g. logo: Qgelo + Qaluminio = 0 → m1Lf + m2c(tf – ti) = 0 m1 . 2.52kcal d) 525kcal 05.0l de água. sua capacidade térmica seja muito grande. Um bloco de alumínio de 500g está a uma temperatura de 80°C. Um corpo de massa x gramas e temperatura 60°C é colocado no interior do calorímetro. isso tende a fazer que: a) b) c) d) seu calor específico seja muito grande. Aplicação Um bloco de gelo de massa 400g está à temperatura de –30 ºC.°C. A massa de alumínio a 10°C que deve ser introduzida no calorímetro para resfriar o conjunto a 90ºC é: a) 56g c) 5. Lf = 80cal/g a) 0. 103 J/kg °C. Determine a massa de gelo a 0°C que é preciso colocar em contato com o alumínio para se obter um sistema alumínio-água a 0°C. 0. sem alterar sua temperatura.6g e) 41 g b) 28g d) 112g Aplicações 01. II Eles podem possuir diferentes calores específicos e capacidades térmicas iguais. Fornecendo calor ao bloco. Usaremos: Lf para calor latente de fusão. (0 – 80) = 0 → m1 = 105g Curvas de Aquecimento e de Resfriamento Consideremos um bloco de gelo à temperatura de –20ºC sob pressão normal.6°C.0 cal/g. Um calorímetro de capacidade térmica 8cal/°C contém 120g de água a 15°C. Calor latente de solidificação da água (a 0°C): Ls = – 80 cal/g. num recipiente termicamente isolado. A partir desse instante.Lf = 400 . I. Dados: calor específico do alumínio = 0. (Cefet–PR) Se a massa de um corpo é muito pequena.ºC. aproximadamente. 1g de água precisa perder 80cal.22 (21.25kcal e) 52. Outras substâncias também possuem valores fixos de quantidade de calor que 1g da substância precisa ganhar ou perder para mudar de uma fase para outra. Com o término da fusão. e) sua capacidade térmica seja muito pequena. (Fesp–PE) Um calorímetro de alumínio de 200g (c = 0. Qual a quantidade de calor necessária para transformá-lo em igual quantidade de água. Lv para calor latente de vaporização. (Unifor–CE) Considere dois corpos de massas diferentes e as afirmações a seguir: I Eles podem possuir mesmo calor específico e capacidades térmicas iguais. o tempo necessário para a água começar a ferver será. Em nosso curso. com transformação deste em vapor. a temperatura permanece constante. (PUC–PR) Um bloco de gelo.(100 – 0) = 40 000cal Q4 = m. verificamos que a sua temperatura começa a aumentar até atingir o ponto de fusão. Durante certo tempo. 0. III Eles podem possuir mesmo calor específico e diferentes capacidades térmicas.°C. 01. A massa do gelo que se funde provoca a diminuição até 0°C do bloco de alumínio. apenas I e III são corretas. 80 + 500 . cada grama precisa de 540cal para passar à fase gasosa. Lc para calor latente de condensação.5cal/g. 1g de gelo precisa ganhar 80cal.2 . 02. O calor latente provoca unicamente uma mudança de fase do corpo.6 – 15)+x . Calor latente de condensação do vapor (a 100°C): Lc = – 540 cal/g. isto é.22 cal/g. deseja-se aquecer 1. II e III são corretas. por meio de um aquecedor elétrico de 420W.°C e que a temperatura de equilíbrio térmico é de 21.21cal/g. b) Construa o gráfico temperatura X quantidade de calor. calcule x. seu calor específico seja muito pequeno. Do mesmo modo. quando está a 0°C. tem massa de 500g.ºC e cágua = 1cal/g . cágua = 1. 0. 04.1. inicia-se o processo de ebulição do líquido.°C. 100ºC sob pressão normal.5 cal/g.

(Fuvest–SP) Considerando o desenvolvimento econômico da Amazônia. Na década de 1980. a maior parte da produção industrial e agropecuária do País e funcionando como a fonte dos capitais que dinamiza toda a economia nacional. As novas vias de circulação serviram também para levar milhões de nordestinos em busca de oportunidades de trabalho nas principais capitais do Sudeste. em especial da cidade de São Paulo. Somente para a Colônia de Dourados afluíram cerca de 150 mil pessoas. integra o Complexo Regional Nordestino. a proporção de migrantes também é elevada. Na economia informal urbana. Redução do fluxo migratório – Depois. a porção oeste do Maranhão integra o Complexo Amazônico. Rumo ao Brasil central e à Amazônia Povoamento litorâneo – O Brasil independente herdou da América portuguesa um padrão marcadamente litorâneo de povoamento. d) Cepal – Comissão Econômica para a América Latina. a definição dos limites político-administrativos estaduais teve certamente várias motivações. ainda. Nordeste – O Nordeste havia-se cristalizado como Região de economia deprimida e como fonte de fluxos migratórios intensos dirigidos para o CentroSul. enquanto a porção leste pertence ao Complexo Nordestino. Ocupação de vazios – A ocupação dos vazios do interior foi uma das prioridades de Getúlio Vargas. Integração nacional e migrações inter-regionais Sudeste – O desenvolvimento do complexo cafeeiro capitalista criou as condições necessárias para a industrialização do Sudeste. em particular. desde a Revolução de 1930. d) A abundância de água não foi aproveitada. nos últimos trinta anos. Frentes de expansão – A ocupação do CentroOeste reproduziu mecanismos já antigos na história da ocupação produtiva do território brasileiro. Amazônia – A Amazônia aparecia como imensa reserva fracamente povoada e como futura fronteira de expansão da economia nacional. 03. os migrantes foram responsáveis por cerca de 60% do incremento demográfico do município de São Paulo. As rodovias pavimentadas que. discutia-se a “questão nordestina”. Baixa escolaridade – A imensa maioria desses migrantes era composta de trabalhadores com baixa qualificação. Mais do que características econômicas individuais. como recurso energético. concentrando 70% da população nacional. Goiânia. Grande parte do contingente populacional que deixou a metrópole dirigiu-se para as cidades médias do interior do estado. c) foi motivada por conflitos entre diferentes grupos sociais. Primeiro. Desde a década de 1950. Outra parcela realizou “migrações de retomo”. Divisão não-oficial – Ao contrário da divisão regional oficial. o Centro-Sul já se destacava como o coração econômico do Brasil. A definição desse complexo regional traduz a integração econômica do Sudeste industrial com a indústria e a agropecuária do Sul e com a agricultura modernizada das regiões meridionais do Centro-Oeste. Roraima e Rondônia em 1944: a) foi motivada por preceitos geopolíticos de ocupação e controle territorial das áreas de fronteiras da Região Norte do Brasil. (UFPA) A definição das fronteiras internas no Brasil esteve associada à expansão do povoamento. Venezuela (Roraima) e Bolívia (Rondônia). no atual Mato Grosso do Sul. nas quais trabalhadores agrícolas expulsos pela modernização da agricultura do Sudeste ou pela estagnação econômica do Nordeste estabeleciam-se como posseiros e abriam sítios e roçados voltados essencialmente para a subsistência. pelo controle da terra e pelo acesso aos recursos naturais e flores. Colonização do Centro-Oeste – Na década de 1940. devido às baixas altitudes regionais. Entre 1940 e 1960. no fim da década de 1960. os migrantes nordestinos predominam entre os operários da construção civil e as empregadas domésticas. como Campinas e Ribeirão Preto. a delimitação dos complexos regionais não está subordinada à organização político-administrativa do País: o norte semi-árido de Minas Gerais. A fronteira agrícola estava avançando sobre o norte dos estados de Goiás e de Mato Grosso. O Estado de São Paulo acolheu grande parte desse fluxo. Essa proposta foi baseada em critérios diferentes daqueles que haviam orientado os técnicos do IBGE na delimitação das cinco microrregiões oficiais. A competição desigual com as mercadorias fabricadas nas outras regiões resultou no predomínio da indústria do Sudeste. nordestinos e paulistas. 02. Os principais projetos foram as colônias de Ceres. Na Amazônia. a esmagadora maioria da população brasileira vivia em uma faixa relativamente estreita ao longo da costa. propiciaram uma expansão inédita do comércio interno. Até hoje. a agropecuária do sul desses estados. a) A integração da Amazônia à economia nacional baseou-se nas atividades agrícolas e minerais que promoveram o desenvolvimento sustentável da Região. conectaram os estados de São Paulo e Rio de Janeiro às regiões Sul e Nordeste. reduziuse o fluxo migratório para as metrópoles do Sudeste. Em 1940.Geografia Professor Paulo BRITO Aula 164 Complexos regionais O geógrafo Pedro Pinchas Geiger elaborou. por exemplo. já eram mais de 17%. já estava plenamente soldada aos mercados consumidores do Sudeste. seriam implantados os primeiros projetos de colonização oficial no Centro-Oeste. Assim. produzidos com tecnologia superior e em escala industrial. na qual os ecossistemas originais já haviam sido em grande parte devastados. foi formalizada a seguinte organização: a) ACCS – Associação Comercial do Cone Sul. assinado em 1991. b) Aladi – Associação Latino-Americano de Desenvolvimento e Integração. (UFAC) A nova ordem mundial aponta na direção de uma integração entre países através da criação de blocos econômicos regionais. mas que foram soldadas pela emergência de um mercado interno unificado. abrangem regiões produtivas com características desiguais. foi fundada em 1933. que era associada aos “desníveis regionais” de desenvolvimento. uma proposta de divisão do Brasil em complexos regionais. em sua maioria mineiros. a estratégias geopolíticas de ocupação e organização territorial. A criação dos territórios federais do Amapá. o município de São Paulo registrou saldo migratório negativo. Fluxo migratório – O fluxo migratório de nordestinos para as grandes cidades do Sudeste acelerou-se no pós-guerra. uma das primeiras cidades inteiramente planejadas do Brasil. e) Alalc – Associação Latino-Americana de Livre Comércio. em Goiás. Centro-Sul – Há mais de trinta anos. do Nordeste. assinale a afirmação correta. A industrialização rompeu o isolamento dos mercados regionais. em terras ainda virgens. Guiana Francesa (Amapá). Os manufaturados de São Paulo e do Rio de Janeiro. com a distribuição de lotes de terras agrícolas. d) foi motivada por conflitos entre os governos estaduais do Amazonas e do Pará e o governo federal pela apropriação do excedente econômico gerado pela exploração extrativista da borracha. principalmente. Sudeste: entrave para o Sul e o Nordeste – O crescimento da participação do Sudeste na indústria nacional limitou o desenvolvimento industrial do Sul e. b) O desenvolvimento das atividades mineradoras está relacionada às empresas estrangeiras com alta capacidade de investimentos. ao controle da terra e/ou do acesso de recursos ou. invadiram todo o País. Através do Tratado de Assunção. chegaram as frentes de expansão. porém. em 1980. Getúlio convocou os brasileiros a realizarem uma “marcha para o Oeste”. 5 . e) foi motivada por conflitos fronteiriços entre o Brasil e os países vizinhos. pela primeira vez na História. no pós-guerra. c) As atividades econômicas desenvolveram-se sem exigência de vultosos investimentos. O alto custo de vida e a contração das oportunidades de emprego nas grandes cidades redirecionaram os migrantes para as capitais regionais. Depois. entre alguns países da América do Sul. Em 1940. b) foi motivada por movimentos separatistas que tiveram como base a estruturação e a organização da(s) sociedade{s) local(is). existentes nesses territórios. cerca de 5% dos nordestinos viviam fora de sua região de origem. os complexos regionais revelam o resultado da integração econômica promovida pela industrialização no plano espacial. e de Dourados. 01. voltando para as cidades nordestinas de origem. quando a divisão em complexos regionais foi elaborada. e) A inexistência de institutos de pesquisa na Região comprometeu a exploração de seus recursos minerais. c) Mercosul – Mercado Comum do Cone Sul.

ocorrida em 1991. foi seu primeiro diretor. gerou críticas de setores militares. que lucram com a exploração predatória de suas terras. Pela primeira vez. No ano 2000. no Tocantins e no leste do Pará. nunca”. Migrantes do Brasil meridional – Nas décadas de 1970 e 1980. a da nação brasileira é. quando começaram as obras. Proteção ao índio – O Serviço de Proteção ao Índio (SPI) foi criado em 1910. A demarcação das terras ianomâmis. e) a extinção dos territórios e a criação do Estado de Tocantins. foi criada a Fundação Nacional do Índio (Funai). o general Emílio Garrastazu Médici sancionou o Estatuto do Índio. em especial nas áreas pioneiras. Contudo. Enquanto isso. Contribuição das estradas – Além disso." (CASTRO. assinale a alternativa que apresenta informações corretas sobre a área. as frentes pioneiras alcançaram as franjas meridionais da Amazônia. que enxergam na nova situação uma "abdicação da soberania" sobre a faixa de fronteiras. Entretanto a Funai estima que cerca de 85% delas sofrem algum tipo de intrusão. sob a tutela do governo. entre outros aspectos. o Distrito Federal recebeu cerca de 250 mil trabalhadores vindos de todas as regiões do País. Os políticos de Roraima engrossam esse coro de descontentes.) Qual das alternativas não se relaciona com o texto acima? a) A Zona da Mata nordestina mantém-se como importante área açucareira. mas freqüentemente se desconsidera a capacidade dos ecossistemas. a história da colonização e. Criação da FUNAI – Apesar da legislação. A formação da nacionalidade Identidade – A nação brasileira não nasceu em uma missa ocorrida há mais de quinhentos anos. matar. tornava-se objeto de uma ampla política governamental de colonização e ocupação produtiva. uma história de extermínio e de confinamento. acusado de corrupção. até 1970. Nas frentes pioneiras. Rondon chefiava uma comissão encarregada pelo governo brasileiro de realizar uma série. Grupamentos indígenas – Para os diversos agrupamentos indígenas. já que o próprio conceito de raça foi demolido pela ciência contemporânea. de expedições científicas e militares nas regiões inexploradas do País. pelo menos. e) A decantada biodiversidade desta floresta é mais um dos mitos sobre essa região. e sua exploração seria muito eficaz para a eliminação da pobreza do jovem estado. as estradas de rodagem construídas para servir a capital abriram novos caminhos para as frentes pioneiras: as rotas Rio de Janeiro–Brasília e São Paulo–Brasília integravam amplas regiões do cerrado aos mercados do Sudeste. Durante essas expedições. Bertrand Brasil. fazendeiros e posseiros. Seus integrantes também não se diferenciam pela cor da pele ou por qualquer característica racial. podem-se destacar: a) a extinção dos territórios federais e a criação do Distrito Federal. Construção de Brasília – A construção de Brasília contribuiu decisivamente para o incremento do fluxo migratório em direção ao Centro-Oeste. No início do século XVI. a população indígena brasileira é estimada em pouco mais de 300 mil. 6 . brancos e negros inseriram-se e inserem-se. a especulação e os mecanismos de valorização fundiária típicos do mercado de terras capitalista chegaram ao Brasil central. b) O mais grave problema dessa área é conseqüência do desmatamento. produziam para o mercado.. Estatuto do Índio – Em 1973. Desde 1890. Cândido Mariano da Silva Rondon. o último reduto das populações indígenas no Brasil. a Amazônia.Frentes pioneiras – Depois.4 milhões de hectares. Rio de Janeiro. Com elas. 01. Os índios amazônicos estiveram entre as grandes vítimas do “milagre econômico” brasileiro. O Estatuto afirmou o direito dos índios ao seu território e outorgou à Funai um prazo de cinco anos para a demarcação definitiva de todas as terras indígenas. Transformação da paisagem – A “marcha para o Oeste” realizou-se por meio de fluxos migratórios originados do Nordeste e do Centro-Sul. d) a extinção do território de Roraima e a criação do território de Rondônia. Uma nova onda de violência e de dizimação iniciava-se. considerados incapazes para o exercício dos direitos de cidadão brasileiro. aproximadamente o tamanho do território de Portugal. para cerca de 10 mil índios – é rica em ouro e cassiterita. 1996. Função do SPI – O SPI tinha a função de proteger os índios contra atos de violência. Nessa etapa. estima-se que havia. campos agrícolas e de pastagens avançavam sobre o cerrado. devido à Amazônia ser o "pulmão do mundo". d) A Região Nordeste oferece possibilidades para investimentos devido. fica entre Cuiabá e a Amazônia. (PUC–RJ) “a Região Nordeste é a parte do território nacional que mais desafios tem colocado à compreensão [. Hoje. a) A floresta tem muito a oferecer para o extrativismo. Nas décadas de 1950 e 1960.] É o território mais consolidado em termos de ocupação populacional e o que apresenta maior durabilidade de sua estrutura produtiva. b) A pecuária continua sendo o elemento-chave da estrutura produtiva do sertão nordestino. A demarcação definitiva das terras indígenas ainda é objeto de muita polêmica. em Rondônia. principalmente de madeireiras. alegando que a reserva ianomâmi – 9. Muitas vezes. (Fuvest–SP) Entre as últimas alterações da divisão regional oficial do Brasil. Durante vinte anos. que consolidou a integridade territorial e alimentou o sentimento de identidade entre os brasileiros. o Centro-Oeste foi a Região com maiores índices de crescimento populacional. Rondon estabeleceu contato pacífico com inúmeras tribos indígenas. a terra transformava-se em uma mercadoria ferozmente disputada. um oficial do Exército. do eixo rodoviário da Brasília–Acre. os agricultores tornavam-se proprietários da terra e. portanto as queimadas não têm a importância que lhes é atribuída. via de regra. depois. A herança da escravidão Os negros foram arrancados à força de seus lugares de origem e vieram como mercadorias – a mais lucrativa de todo o sistema de exploração montado nas colônias lusitanas da América. b) a criação de Fernando de Noronha e a do território federal de Roraima. dois milhões de índios na América portuguesa. Em seu lugar. 03. esses intrusos atuam em consórcio com as lideranças indígenas locais. e) A manutenção de estruturas produtivas tradicionais demonstra a resistência das elites nordestinas às mudanças. Mas é fato que índios. durante as décadas de 1950 e 1960. a partir da década de 1950. na sociedade brasileira. seus costumes e tradições. A Funai seria encarregada de defender os interesses dos índios. Na mesma época. a legislação brasileira reconhecia o direito dos povos indígenas de existir em suas próprias terras e manter. de forma diferenciada. a Belém–Brasília e a Brasília–Acre facilitavam a conquista da Amazônia. c) O desmatamento não interfere na evapotranspiração. garimpeiros. com as iniciativas oficiais e particulares de colonização dessas novas áreas. cerca de dois terços das terras indígenas já haviam sido homologadas. Seca versus seca. nenhum índio foi morto por indigenistas do SPI. gerando a acelerada ocupação do norte do Mato Grosso. sobretudo. abriam-se as frentes pioneiras: nelas. d) O horizonte orgânico dos solos da floresta é bastante profundo devido aos nutrientes orgânicos advindos dos espécies florestais. De 1956. c) a extinção do Distrito Federal e a criação do território federal de Tocantins. (Puccomp–SP) Sobre a Floresta Amazônica.. O lema dos primeiros tempos da instituição era: “Morrer se preciso for. O SPI. e do eixo da Belém–Brasília. os principais fluxos foram constituídos por migrantes do Brasil meridional. na maior parte da Amazônia. por exemplo. muitos deles foram mortos pelos índios. bem como de implantar a ligação telegrá- 02. c) Os setores produtivos tradicionais mantêmse mesmo com os avanços da industrialização e da urbanização propiciados pelos incentivos fiscais articulados pela Sudene. Iná E. em especial do Nordeste. In: Brasil questões atuais da reorganização do terrotório. de. com a missão de exercer a tutela sobre os índios e sobre as terras deles. Ela é resultado de um projeto político. foi extinto em 1967. as tribos pacificadas pelo SPI acabaram sendo contaminadas por doenças contra as quais não havia anticorpos e perderam “a maior parte de seus territórios”. à sua disponibilidade de recursos naturais e à proximidade dos mercados. transformando radicalmente as paisagens regionais. expulsos pelos processos conjugados da modernização agrícola e da concentração fundiária. a tensão entre os índios e os intrusos é muito mais freqüente do que a eventual cooperação. massacre e escravização de indígenas.

Essa divisão do ventrículo reduz ainda mais a mistura de sangue arterial e venoso no coração.. dois átrios e um ventrículo parcialmente dividido. O retorno do sangue oxigenado nos pulmões para o coração e deste para o corpo propicia maior pressão sangüínea. o sangue é conduzido para o cone arterioso. à aorta. possibilitando taxas metabólicas mais altas. não havendo mistura com o sengue arterial. Após irrigar os tecidos. VI e VII e) IV. III e IV b) I. átrio direito. diz-se que a circulação é incompleta. A circulação nos répteis não-crocodilos é dupla e incompleta. o sangue circula pelo coração em um só sentido. no ventrículo. e) pulmão. e) As hemácias circulantes são nucleadas e apresentam carioteca. ventrículo direito. Em todos os vertebrados terrestres. Nos répteis. átrio direito. ou simplesmente cone.Biologia Professor JONAS Zaranza Aula 165 Sistema cardiovascular O sistema cardiovascular tem como função primordial o transporte de substâncias no interior do corpo dos animais. ventrículo esquerdo. Por isso. V e VI c) II. existe mistura de sangue arterial com venoso. ocorre também nas aves e nos mamíferos. 02. A grande circulação é a que ocorre do coração para o resto do corpo e daí para o coração. O sistema circulatório dos vertebrados tem em comum o seguinte aspecto: a) As artérias e as veias são interligadas por uma rede de capilares. o coração apresenta um seio venoso. Assim que chega a um dos vasos. V. As cavida- 7 . O sistema cardiovascular dos vertebrados é fechado.. a representação esquemática da circulação de um anfíbio. Nos peixes. Este último termo refere-se ao fato de não haver nem mesmo a mínima mistura de sangue arterial com venoso no coração. e os produtos do metabolismo destas são recolhidos. um grupo de pesquisadores desenvolveu uma nave submergível que. O seio venoso recebe o sangue venoso do corpo e o bombeia para o átrio. As principais modificações que ocorrem no sistema cardiovascular dos vertebrados referem-se ao coração e aos vasos que partem dele. V. ventrículo esquerdo. como previsto. enquanto as veias são vasos que chegam ao coração. IV e VII d) III. Nos anfíbios. um átrio e um ventrículo. Portanto as artérias são vasos que saem do coração. o sangue é bombeado para o ventrículo. II. No coração dos peixes. que se dirige às brânquias. átrio esquerdo. o sangue retorna venoso para o coração. só passa sangue venoso. O coração. Supondo que a nave acompanhe o fluxo da corrente sangüínea. Esses compartimentos estão separados entre si por válvulas que evitam o refluxo do sangue. O sangue proveniente das várias partes do corpo é conduzido ao coração por meio das veias. é acidentalmente injetada na corrente sangüínea de um dos protagonistas da estória. é miniaturizada e. átrio esquerdo. nos crocodilianos é dupla e completa. referentes à circulação de peixes e mamíferos Circulação simples e completa – peixes. com coração formado por dois átrios e dois ventrículos. o sangue é arterializado e conduzido para as demais partes do corpo por outras artérias. fazendo parte da base dos vasos que saem do ventrículo.. vasos de diâmetro microscópico. ventrículo esquerdo. portanto. a nave deve percorrer o seguinte trajeto: a) átrio esquerdo. pulmão. Como. . Dentre os répteis. que respira pelos pulmões e pela pele. III. Os vasos que transportam exclusivamente sangue venoso são a) I. Por meio dele. porém não se contrai e não participa do mecanismo de impulsão do sangue. A circulação dupla e completa. o sangue passa para a artéria aorta ventral. d) ventrículo direito. o sangue passa uma só vez pelo coração a cada ciclo. que corresponde a uma região especial da artéria aorta. d) O sangue arterial não se mistura com o sangue venoso. por sua vez. deste. A pequena circulação é a que ocorre do coração para o pulmão e deste para o coração. VI e VII Dupla circulação – vertebrados terrestres Esquema da circulação em peixe. Com isso. (DESAFIO) (FGV-2005) No filme Viagem Insólita (direção de Joe Dante. Estas. entre a veia cava inferior e a aorta. Do cone. átrio Circulação em répteis esquerdo. O coração dos peixes apresenta um seio venoso. embora em quantidades pequenas. Nestas. ventrículo esquerdo. Por não existir essa mistura. pulmão. átrio esquerdo. IV. chegando ao primeiro destino: a área de junção do nervo óptico ao globo ocular. dois átrios (um direito e outro esquerdo) e um ventrículo. o coração apresenta um seio venoso pequeno. Unindo artérias e veias de menor calibre. 03. ventrículo direito. Nos répteis. b) átrio direito. isto é.. Observe os esquemas a seguir. o sangue circula sempre no interior de vasos sangüíneos. na figura a seguir. c) O coração é dividido em quatro cavidades. ventrículo direito. Por isso. 01. ventrículo esquerdo. pulmão. a circulação é chamada simples. O seio venoso está associado ao átrio direito. Warner Bros. órgão central da circulação. o computador de bordo traça o trajeto da nave: (. O cone é elástico. existem os capilares. juntamente com seu comandante. 1987). Após passar pelo ventrículo. c) ventrículo direito. apenas os crocodilos apresentam os ventrículos completamente separados. existe a dupla circulação. pulmão. conduzem o sangue às várias partes do corpo.. Esquema da circulação em anfíbios Nos anfíbios. alimento e oxigênio são levados para as células. em vez de ser injetada em um coelho. fala-se que a circulação é completa. diz-se que a circulação é dupla. duas aurículas e dois ventrículos. EUA. átrio direito. átrio direito. através dos quais ocorrem as trocas de substâncias entre o sangue e os demais tecidos. o cone está modificado. o sangue passa duas vezes pelo coração em cada ciclo. que é dividida em pequena e grande. Veja. é um músculo que impulsiona o sangue para vasos denominados artérias.) da veia ilíaca à veia cava inferior. b) O sangue e a linfa fluem pelo corpo por meio de vasos e lacunas.

que aquecem seus corpos por meio da energia liberada do metabolismo.- 2. ao circular pelo corpo de uma pessoa. O impulso gerado no nós sino-atrial é transmitido para o nó atrioventricular. Exercício 01. pois essas substâncias são sintetizadas no fígado. b) é mais rico em amônia do que o sangue das veias renais. Essas duas válvulas impedem o retorno do sangue enviado pelo ventrículo a esses vasos. existem a válvula aórtica. o seio venoso incorpora-se ao átrio direito. o batimento é miogênico. atuando como um marcapasso que determina a contração dos átrios. Nos vertebrados. então. A dupla circulação. Batimentos cardíacos controlados por nervos ocorrem. Nos vertebrados. nos animais endotérmicos. o impulso passa para um sistema de fibras condutoras. apenas sangue arterial. d) É chamada pequena circulação a via que leva o sangue arterial aos tecidos e traz de volta o sangue venoso para o coração. 01.des do lado-direito do coração recebem apenas sangue venoso. esses ramos penetram. e o de relaxamento. e entre o átrio esquerdo e o ventrículo esquerdo. que são os originados no próprio músculo cardíaco. haver alterações provocadas por estímulos nervosos. Essas fibras recebem o nome de fascículo atrioventricular (feixe de His). O sangue bombeado percorre todo o corpo numa seqüência constante. enquanto o sangue arterial é azul escuro. O sangue das artérias renais a) é mais pobre em amônia do que o sangue das veias renais. Circulação em mamífero 03. se ramificam muito e passam a receber o nome de miócitos condutores cardíacos (fibras de Purkinje). 8 . denominada nódulo sino-atrial. e a ausência de mistura entre os dois tipos de sangue no ventrículo aumentam a eficiência da distribuição de oxigênio para todas as células do corpo. O controle desses batimentos cardíacos pode ser determinado por fenômenos miogênicos. pois nos rins ocorre degradação dessa substância que se transforma em uréia. a artéria aorta é dirigida para a direita e. O sangue. as células necessitam de maior quantidade de oxigênio que as células dos animais ectotérmicos. pois os túbulos renais absorvem essa substância. existe uma válvula denominada tricúspide. passa pela seguinte seqüência de estruturas anatômicas: a) pulmões – átrio cardíaco direito – ventrículo cardíaco direito – átrio cardíaco esquerdo – ventrículo cardíaco esquerdo b) átrio cardíaco direito – ventrículo cardíaco direito – pulmões – átrio cardíaco esquerdo – ventrículo cardíaco esquerdo c) pulmões . Deste. e o cone arterioso incorpora-se à base da artéria pulmonar e à base da artéria aorta. nos artrópodes. Circulação em aves O movimento de contração do coração é denominado sístole. que se divide no septo interventricular. em que a fonte de energia para aquecer o corpo é externa (o sol. logo após a injeção e antes de atingir os rins. o coração funciona como uma bomba que se contrai e se relaxa ritmicamente. nos mamíferos. originados por estímulos nervosos. Em função disso. Na abertura da artéria pulmonar. especialmente nos mamíferos. por exemplo. que recupera a pressão sangüínea após o sangue ser oxigenado nos pulmões. nas aves. entrando pelo átrio direito e recomeçando o trajeto. Esses aspectos parecem estar relacionados à evolução desses animais (aves e mamíferos) como endotérmicos. então. Um contraste radiológico. Estes distribuem rapidamente para todo o ventrículo o impulso que determinará a contração dessa câmara do coração.átrio cardíaco esquerdo – ventrículo cardíaco esquerdo – átrio cardíaco direito – ventrículo cardíaco direito d) átrio cardíaco esquerdo – ventrículo cardíaco esquerdo – pulmões – átrio cardíaco direito – ventrículo cardíaco direito Coração humano 02. por exemplo). e) O sangue venoso é vermelho vivo devido à combinação da hemoglobina com o oxigênio. anfíbios e répteis). quando. denominada nó sino-atrial. pois os túbulos renais secretam essa substância. foi injetado. está indicada por a) I b) II c) III d) IV e) V a) O sangue venoso passa do átrio para o ventrículo direito e.1 O coração do ser humano Entre o átrio direito e o ventrículo direito no coração dos mamíferos. substância opaca ao raio X. também existe uma válvula denominada pulmonar e. Este deve. pois nos rins ocorre síntese dessa substância pela degradação de uréia. e) tem a mesma concentração de uréia e de amônia que o sangue das veias renais. Na base dos ventrículos. por via venosa. Assinale a afirmação correta entre as abaixo apresentadas. Essa substância. no braço de um paciente submetido a uma radiografia dos rins. respectivamente. entra nos rins pelas artérias renais e sai deles pelas veias renais. localizadas entre os dois ventrículos. de lá. e as do esquerdo. para a esquerda. c) é mais pobre em uréia do que o sangue das veias renais. diástole. podendo. A região que controla a freqüência dos batimentos cardíacos. onde ocorre a hematose. ser mais alto que o verificado nos animais ectotérmicos (peixes. d) é mais rico em uréia do que o sangue das veias renais. os batimentos cardíacos obedecem ao ritmo de impulsos oriundos de uma região especial do músculo cardíaco. entretanto. ou por fenômenos neurogênicos. Na circulação dos mamíferos. é bombeado para a artéria pulmonar. na abertura da aorta no ventrículo esquerdo. Nas aves que nos mamíferos. b) A artéria pulmonar se ramifica levando o sangue arterial para o pulmão. c) O sangue arterial volta ao coração pela aorta. O esquema a seguir representa o coração humano em corte longitudinal. dando origem a dois ramos: um direito e outro esquerdo. Essas duas válvulas impedem que o sangue impulsionado com força e pressão pelos ventrículos retorne para os átrios. mas. no ventrículo direito. existe uma válvula denominada bicúspide ou mitral. A circulação em aves e em mamíferos é semelhante. nas paredes externas do ventrículo direito e do esquerdo.

d) lirismo que veio de geração para geração. fora do texto poético. (errado) d. prudente. b) Há. grafia. De resto não é lirismo Será contabilidade tabela de co-senos [secretário do amante exemplar com [cem modelos de cartas e as diferentes [maneiras de agradar às mulheres etc. irresponsável. (certo) 07. Quem se pronuncia a favor? (certo) c. Em tratando-se de Zona Franca. a próclise é obrigatória. averigueis. todos os sinônimos de um termo. Macacos me mordam! (certo) i. hipérbato. c) A expressão “do lirismo” é complemento nominal. Quem dar-me-á apoio neste pleito? (errado) h. exemplo de oração subordinada adjetiva. averiguemos. Sobre o verso seguinte. Em se tratando de língua. 3. doente. animismo. anáfora. “Estou farto do lirismo que pára e vai averiguar no dicionário o cunho vernáculo de um vocábulo” a) Trata-se de um período composto por coordenação e por subordinação. (certo) c. comedido significa: a) b) c) d) e) medido em sílabas métricas. averigueis. Entende-se por “lirismo sifilítico” (verso 12): a) lirismo contaminado pela influência romântica. nesse caso. afoito. Entende-se por “lirismo raquítico” (verso 11): a) b) c) d) e) lirismo lirismo lirismo lirismo lirismo inexpressivo. que não é brasileiro. Quero antes o lirismo dos loucos O lirismo dos bêbedos O lirismo difícil e pungente dos bêbedos O lirismo dos clown de Shakespeare – Não quero mais saber do lirismo que não [é libertação. Veja construções certas e erradas: a. averigüeis. averigüemos. averigüemos. Perscrutando o texto 01. c) por ser uma palavra tônica (acento diferencial de tonicidade). Por que me imputam estes crimes todos? (certo) f. Em tratando-se de língua. Quem me dará apoio neste pleito? (certo) g. com três orações. Como se atrevem a dizer isso de mim? (certo) 10. barbarismo significa: a) barbárie. fraco. averigüemos. Em se tratando de Zona Franca. Como o indiciaram sem provas? (certo) d. averíguem b) averígüe. Na verso seguinte. entretanto. 11. diretor Estou farto do lirismo que pára e vai averiguar no dicionário o [cunho vernáculo de um vocábulo Abaixo os puristas Todas as palavras sobretudo os [barbarismos universais Todas as construções sobretudo as [sintaxes de exceção Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis Estou farto do lirismo namorador Político Raquítico Sifilítico De todo lirismo que capitula ao que quer [que seja fora de si mesmo. PRÓCLISE ESPECIAL A base para se usar próclise (pronome átono antes do verbo) está na presença de palavras atrativas. Julgue o que se afirma sobre o trecho seguinte: 9 . como. Deus o ajude. averigúes. averigüeis. Orações optativas Nas orações optativas (que exprimem desejo) ou iniciadas por palavras exclamativas. forma gramatical ou significação. No verso 6. No verso 5. Veja construções certas e erradas: a. Veja construções certas e erradas: a. 03. e) por ser terceira pessoa do singular (acento diferencial morfológico). Bons ventos levem-no! (errado) d. 1. Na estrofe seguinte. os substantivos que precedem o verbo (Deus. Prep “em” + “gerúndio” As preposições não funcionam como palavras atrativas. Casos existem. eufemismo. significado da palavra. há poucos políticos bem informados. averígüem c) averigue. Por que imputam-me estes crimes todos? (errado) e. Raios o partam! (certo) h. ventos. No verso 1. b) condição da gente bárbara. b) lirismo defeituoso. e) linguagem arcaica. averiguemos. Quem pronuncia-se a favor? (errado) b. averigüeis. e) A expressão “no dicionário” é adjunto adverbial de lugar. impõe-se a próclise. 02. e) lirismo insólito. tinha preferência pelo inglês. (errado) b. em que a próclise é legítima sem a dependência de palavras com poder de atração. b) simples. Deus ajude-o. Pronomes interrogativos Nas orações iniciadas com pronomes interrogativos (quem. averigúem e) averigúe. c) lirismo contagioso. puristas significa: a) puro de alma ou de espírito. raios. pode-se notar: Quero antes o lirismo dos loucos O lirismo dos bêbedos O lirismo difícil e pungente dos bêbedos O lirismo dos clown de Shakespeare a) b) c) d) e) aliteração. Bons olhos o vejam! (certo) g. averígües. que não é romântico. d) por ser uma palavra de som fechado (acento diferencial de timbre). diabo. origem da palavra. averigúem 05. O diabo leve-te para bem longe (errado) j. averigúes. c) pessoas que defendem as criaturas puras. macacos) não são palavras atrativas. por que). averigues. a etimologia da palavra. 06. d) O substantivo lirismo é o sujeito de pára. tinha preferência pelo inglês. No verso 4. averiguem d) averigúe. d) pensamento globalizado. aplicado à prosa. b) por ser forma do verbo parar.Português Professor João BATISTA Gomes Aula 166 Texto POÉTICA Manuel Bandeira Estou farto do lirismo comedido Do lirismo bem comportado Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente [protocolo e manifestações de apreço [ao Sr. 04. assinale a afirmativa incorreta. olhos. no período. (certo) c. Bons ventos o levem! (certo) e. e) pessoas exageradas quanto à pureza ou à correção da linguagem. d) pessoas que pregam a pureza d’alma para uma vida melhor. Observe que. Que Deus o abençoe! (certo) f. Opte pela letra em que só existem formas corretas do verbo averiguar (verso 4) no presente do subjuntivo. 08. 2. Mas a seqüência “em + verbo no gerúndio” requer próclise. averígues. c) erro de pronúncia. (errado) b. o vocábulo pára está graficamente acentuado: “Estou farto do lirismo que pára e vai averiguar no dicionário o cunho vernáculo de um vocábulo” a) por ser verbo. a) averígue. moderado. há poucos políticos bem informados. O diabo te leve para bem longe (certo) 09. a expressão “cunho vernáculo de um vocábulo” significa: a) b) c) d) e) feição genuína ou correta da palavra.

por força da frase negativa. Escolha o item em que a colocação pronominal não condiz com a norma culta da língua.. No interior. você aproveita para reforçar o conhecimento sobre classe de palavras. As pessoas que cercam-me são de confiança. Colocação Pronominal 1.. Pedro Bala prometeu-lhe recuperar Ogum. outro. b. depois. notamos que o barco estava cheio de tartarugas (certo) 2. muito. o o. antes. talvez por isso eu seja mau. lhe. (errado) 3. Quem te ensinou o segredo dos rios? (certo) 2. levantou-se da cadeira e deu dois pontapés no Professor. consoante. lhe o. Meu chefe não me disse nada. já. isso. a) Acredita em mim: fazer-te-ei muito feliz. d) Dize-me a verdade: tu te importas com o meu bem-estar? e) Por que me desprezas? Só por que sou apaixonado por ti? 10 . (FGV) Assinale a alternativa em que o pronome oblíquo átono NÃO está devidamente colocado: a) b) c) d) e) Nada disse-me meu chefe. Veja construções certas e erradas: 1. ora.. quer não se case. se. depois . por força da conjunção subordinativa. certo. não. onde. exemplo de gradação.. caso.. Nunca me deixe falando sozinha. b) Cristina. quer não se case. faz-se o melhor pirarucu da cidade. Os itens seguintes exibem trechos modificados do livro Capitães da Areia. Quer se case. têm poder de atração sobre os pronomes pessoais oblíquos átonos (o. quem. expressa obrigatoriamente pela vírgula. quem.. c) Quero-lhe muito. ( ) A construção com o verbo agradar agride a norma culta da língua. a) ADVÉRBIOS – Acaso. nenhum. ou se fica calado. lhe. ( ) O vocábulo namorador tem função de adjunto adnominal. As pessoas que me cercam são de confiança. te. (certo) 2. Escolha a frase em que o emprego do verbo “querer” contraria a norma culta da língua. por força do advérbio. a partícula “que” é: a) conjunção subordinativa integrante (sem função sintática). É o que se chama de caso de próclise. isto. nada. vi mais. notamos que o barco estava cheio de tartarugas (errado) f) PRONOMES DEMONSTRATIVOS – Este. na estrofe. Jamais me deixe falando sozinha. Aqui faz-se o melhor pirarucu da cidade. Veja construções certas e erradas: 1. também. c) Quando a deixaram. Algo tem que ser feito. convidei para uma entrevista. então. e) O homem não gostou do desenho. ainda. porque (coordenativa explicativa).. Ou corrige-se o erro. as pessoas matam araras pelo simples prazer de matá-las. outrem.. lhe lhe.” A alternativa que completa corretamente as lacunas é a) b) c) d) e) lhe. e) O casal queira muito aquele filho. onde. me. esse. nunca. ela terá que deixar a casa dos pais. De resto não é lirismo Será contabilidade tabela de co-senos [secretário do amante exemplar com [cem [modelos de cartas e as diferentes [maneiras de agradar às mulheres etc. Isso me deixa intrigado. qualquer. 12. qual. (errado) d) PRONOMES INTERROGATIVOS – Que. visitei. as pessoas matam araras pelo simples prazer de matá-las. lá. quando se é amigo. conquanto. b) Quero-a muito. dentro da frase. que remar canoa por esses rios? (certo) 5. que lhe beijavam a mão. Quando nos aproximamos.. ( ) Há erro na grafia do vocábulo co-senos. vamos expor as principais palavras atrativas de nossa língua. Escolha a alternativa sem erro gramatical. porque. (errado) c) PRONOMES RELATIVOS – Que (= qual). 03. esta. vos. agora. as. quanto. b) A chuva curvava-os sob o grande guardachuva branco da mãe-de-santo. Veja construções certas e erradas: 1. (errado) g) CONJUNÇÕES COORDENATIVAS – Têm poder de atração apenas as seguintes: ou. Quando aproximamo-nos. pouco. somente. Observação – Se houver pausa depois do advérbio. rodeada das suas filhasde-santo. como.Estou farto do lirismo namorador Político Raquítico Sifilítico De todo lirismo que capitula ao que quer [que seja fora de si mesmo. já. ali. 13. ela terá que deixar a casa dos pais. dizer-te-ei toda a verdade: eu te traí duas vezes. embora. Aqui se faz o melhor pirarucu da cidade. Ninguém me incentivou para o bem. cá. Além de conhecêlas. como. mamãe! d) O casal queira muito àquele filho. a. essa. a) A Entre os Capitães da Areia. tanto. quanto. c) Se me fosse possível. cujo. ou fica-se calado.. aqui. Agora. o. Algo tem que ser feito. 02. os. Veja construções certas e erradas: 1. PALAVRAS ATRATIVAS Palavras existem que. nos. Quer case-se. d) A maior parte dos meninos amontoavam-se nos cantos onde ainda havia telhado. quando. Veja construções certas e erradas: 1. o. o pronome átono ficará depois do verbo (ênclise). quer (coordenativas alternativas). aquele... talvez por isso eu seja mau. muito. serve-se ao amigo. diga-me: existe prazer maior que remar canoa por esses rios? (certo) b) PRONOMES INDEFINIDOS – Algo. (certo) 4. (FGV) “Nunca lhe prometi nada. (errado) 01. o. conforme. mas não lhe quero para esposa.. Agora me diga: existe prazer maior 04. o sujeito de capitula é o substantivo lirismo. Isso me deixa intrigado. quanto. Veja construções certas e erradas: 1. Veja construções certas e erradas: 1. d) próclise. No interior. e) próclise.. mas não . por força do modo verbal. por força do tempo verbal c) próclise. c. o 05. c) pronome relativo (com função de sujeito). se. Quem me disse tudo isso foi a secretária do chefe. ninguém. tudo. lhe o. d. (certo) 4. a. de Jorge Amado. qual. Ou se corrige o erro. e. e) pronome relativo (com função de objeto direto). Ninguém incentivou-me para o bem. Quem ensinou-te o segredo dos rios? (errado) e) CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS – Que. ( ) Há. trazer-te-ia para bem perto de mim. alguém. sempre. ( ) Na construção “De todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora de si mesmo”. se deixou possuir de uma grande raiva. bem. (certo) 2. lhe. algum. aquela. b) ênclise. mal.. a) Quero antes o lirismo dos loucos. talvez. segundo. assim. b) conjunção subordinativa integrante (com função de sujeito). (errado) 3.” O pronome pessoal oblíquo está em a) ênclise. (certo) 2. A seguir. d) pronome relativo (sem função sintática). No verso “– Não quero mais saber do lirismo que não é libertação”. aquilo. (FGV) “Eu . (certo) 2. Aqui. (certo) 2. lhes).

ISOMERIA PLANA DE POSIÇÃO Os compostos. Ela vem do Grego e significa “mesma composição” (iso = mesma(s). ter a mesma cadeia e apresentar posições diferentes do grupo funcional (exceto heteroátomo). para verificar-se o tipo de isomeria plana (são vários) que pode ocorrer entre eles. cetona. têm mesma fórmula mínima. para fins de estudo. em duas categorias: plana e espacial. compensação e dinâmica. (Uerj) Na tentativa de conter o tráfico de drogas. respectivamente. respectivamente. Todos os exemplos listados anteriormente são de isômeros planos. homogênea ou heterogênea etc. Exemplos: a) H3C–CH2–CH2–OH e H3C–O–CH2–CH3 b) H3C–CH2–CH2–CHO e H3C–CH2–CO–CH3 c) H3C–CH2–CH2–COOH e H3C–CH2–COO–CH3 01. ISOMERIA DE CADEIA Os compostos para apresentar esse tipo de isomeria devem pertencer à mesma função e apresentar cadeias diferentes. Caso as perguntas certas não sejam feitas na seqüência certa. ou seja. propanal e propanona. ISOMERIA PLANA Isômeros planos são compostos que apresentam fórmulas estruturais planas diferentes e fórmulas moleculares iguais. ISOMERIA DINÂMICA (TAUTOMERIA) É um caso particular da isomeria de função. exige-se um certo cuidado. (UFV) O número de isômeros constitucionais existentes com a fórmula molecular C2H7N é: a) 6 d) 4 b) 2 e) 5 c) 3 11 . Os compostos estão em equilíbrio dinâmico. No caso de moléculas orgânicas. Exemplos: a) H3C–CO–CH2–CH2–CH3 e H3C–CH2–CO–CH2–CH3 b) HC–C–CH2–CH3 e H3C–C–C–CH3 7. Abreviadamente. tantos átomos disso. é facilmente verificável através da representação plana (fórmula estrutural plana) das moléculas das diferentes substâncias. As principais funções que apresentam esse tipo isomeria são: • Éter • Éster • Amina secundária • Amina terciária • Amida substituída Exemplos: a) H3C–O–CH2–CH2–CH3 e H3C–CH2–O–CH2–CH3 b) H3C–NH–CH2–CH2–CH3 e H3C–CH2–NH–CH2–CH3 8. isômeros de função e cadeia: a) 1 e 2 d) 4 e 5 b) 2 e 3 e) 5 e 2 c) 3 e 4 03. A isomeria plana. se aromáticos. como o éter (etoxi-etano) e a acetona (propanona). 5. c) composições centesimais. A alternativa que apresenta. 3. 04. A isomeria plana é dividida em cinco tipos: função. 1-buteno e 2-buteno. Ocorre principalmente entre as funções: • Aldeído e enol primário • Cetona e enol secundário Exemplos: a) H3C–CH2–CHO e H3C–CH=CH–OH b) H3C–CO–CH3 e H3C–COH=CH2 Os compostos que apresentam tautomeria são chamados de tautômeros. para apresentar esse tipo de isomeria. b) fórmulas mínimas. são necessários bons conhecimentos de funções orgânicas (álcool. EXCETO: a) b) c) d) e) têm mesma massa molar. Além disso. 4. 4. a isomeria é o fenômeno pelo qual duas substâncias compartilham a mesma fórmula molecular (isto é. (PUC-MG) Considere os seguintes pares de compostos: 1. essa diversidade é possibilitada pela capacidade que o carbono tem de formar longas cadeias estáveis e as múltiplas combinações que sua tetravalência proporciona. ISOMERIA PLANA DE COMPENSAÇÃO (METAMERIA) É um caso particular da isomeria de posição. amina etc. (UEL) As substâncias de fórmula CH3–CH2–CH2–OH e CH3–O–CH2–CH3 têm diferentes a) fórmulas moleculares. (Cesgranrio 90) Assinale a alternativa que indica um par de isômeros: a) CH3–CH3 e CH3–CH2–CH3 O b) CH3–CH2–C e CH3–C–CH3 H | | O c) CH3–CH2OH e HOCH2–CH2–OH d) CH3–CH2 – O –CH2–CH3 e CH3–CH2 – C –CH2–CH3 | O e) CH3–CH2 – NH2 e CH3–C ≡ N 05. Ocorre quando os compostos se diferenciam pela posição do heteroátomo. são isômeros de cadeia. ISOMERIA PLANA DE FUNÇÃO Os compostos para apresentar esse tipo de isomeria devem pertencer a funções diferentes. isômeros funcionais dessas substâncias é: a) butanal e propanal b) 1-butanol e propanal c) butanal e 1-propanol d) 1-butanol e 1-propanol Exercícios 01. A isomeria é um fenômeno muito comum.) e de classificação de cadeias carbônicas (aberta ou fechada. insaturação e radical. a forma como os mesmos átomos arranjam-se no espaço tridimensional é diferente em cada caso. são isômeros de posição. mesmo as Universidades só adquirem esses produtos com a devida autorização daquele órgão. Isomeria plana 1. Considerando a isomeria estrutural plana para a fórmula molecular C4H8. 02. são álcoois saturados. podemos identificar os isômeros dos seguintes tipos: a) cadeia e posição b) cadeia e função c) função e compensação d) posição e compensação 06. d) massas molares. e) cadeias carbônicas. 2. Exemplos: a) H3C–CH2–OH Fórmula molecular: C2H6O H3C–O–CH3 Fórmula molecular: C2H6O b) H2C=CH–CH3 Fórmula molecular: C3H6 Fórmula molecular: C3H6 c) H3C–CH2–CHO Fórmula molecular: C3H6O H3C–CO–CH3 Fórmula molecular: C3H6O d) H3C–O–CH2–CH2–CH3 Fórmula molecular: C4H10O H3C–CH2–O–CH2–CH3 Fórmula molecular: C4H10O e) H3C–CHO Fórmula molecular: C2H4O H2C=CH–OH Fórmula molecular: C2H4O 3. A isomeria é dividida. (Uerj) Isomeria é o fenômeno que se caracteriza pelo fato de uma mesma fórmula molecular representar diferentes estruturas. a Polícia Federal passou a controlar a aquisição de solventes com elevado grau de pureza. São. metil-n-propilamina e di-etilamina. tantos átomos daquilo). devem pertencer à mesma função. 2. e seu estudo dá-nos uma pálida idéia da imensa variedade e complexidade presentes na natureza. mas apresentam estruturas diferentes.). ISÔMEROS Isômeros são compostos diferentes que apresentam a mesma fórmula molecular.Química Professor Pedro CAMPELO Aula 167 Os principais isômeros de função são: • Álcool e éter. Dados dois compostos. ISOMERIA Isomeria é uma palavra criada por Berzelius em 1830. são isômeros também do fenol • Aldeído e cetona • Ácido carboxílico e éster 5. (PUC-MG) Em relação aos compostos CH3 | CH3CHCHCH3 e CH3CH2CH2CHCH3 | OH | OH todas as afirmativas são corretas. ao contrário da isomeria espacial. metoxi-metano e etanol. erros podem ser cometidos. posição. Exemplos: a) H2C=CH–CH2–CH3 e b) H3C–CH2–NH2 e H3C–NH–CH3 c) H3C–CH2–CH2–CH3 e H3C–CH(CH3)–CH3 Os principais tipos de isômeros de cadeia são: • Aberta e fechada • Normal e ramificada • Saturada e insaturada • Homogênea e heterogênea 6. cadeia. Hoje. meros = partes). n-pentano e neopentano.

o composto I é um ácido carboxílico. 12 . pode ser considerado como constituído por uma mistura de propano (C3H8) e butano (C4H10). IV. são representados os seguintes pares compostos: I. (ITA 97) Considere as afirmações: I.3–dimetil–butano. respectivamente: os pares I. 11.L. CH3–NH–CH2–CH2–CH3 e CH3–CH2–NH–CH2–CH3 III. 04. 2. isômeros de posição e isômeros de cadeia. CH3CH – (CH3) – CH3 4. a) isômeros de posição. II e IV. metilbutanona e pentanal b) 3–pentanona. são isômeros de cadeia. e) isômeros de cadeia. 01.02. 07. respectivamente. II e III. II e III podem ser. a) 3–pentanona. de compensação. penteno-1 e ciclopentano. (Fei 97) O número de isômeros planos do composto de fórmula molecular C3H8O é: a) b) c) d) e) 2 3 4 5 6 08. tautômeros e isômeros funcionais. considere o esquema a seguir: Os compostos I. O tipo isomeria que se verifica entre as duas substâncias é: a) b) c) d) e) de cadeia. Etil-metil-éter é um isômero do 2–propanol. (Mackenzie 96) O isômero de função do aldeído que apresenta a menor cadeia carbônica ramificada e saturada tem fórmula estrutural plana: O a) H3C–CH2–CH2–CH2–C H b) H3C–CH2–CH2–OH O | | c) H3C–C–CH2–CH3 O d) H3C–CH–CH2–C | | OH CH3 H3C O | | | e) H3C–C – C–CH3 | CH3 03.2-dimetilpropano e etilciclopropano. O iso-eugenol é outro óleo essencial extraído da nozmoscada. Apenas Apenas Apenas Apenas I. funcionais. (Cesgranrio 97) Duas substâncias de odores bem distintos curiosamente têm fórmula molecular idêntica – C6H12 O2 – . O butano dessa mistura admite como isômero o: a) ciclobutano b) isobutano c) propeno d) ciclopropano e) metilpropano 12. CH3–CH–CH2–NH2 e | CH CH3–CH2–CH2–CH2–NH2 03. CH2 = CH – CH2 – CH3 3. de compensação. II. 1. Dadas as estruturas dos dois óleos. pelo mau cheiro exalado pelas cabras: –CH3–CH2–CH2–CH2–CH2–COOH – e pela essência do morango: –CH3–COO–CH2–CHCH3–CH3. de posição. Propilamina é um isômero da trimetilamina. (UFRS 98) A respeito dos seguintes compostos. que é largamente utilizado como combustível doméstico. pentino-2 e ciclopenteno. (Faap 96) O gás de botijão (G. trimetilamina e etildimetilamina. (UFRS 97) Com a fórmula molecular C4H11N.2–dihidróxi–propano e ácido propanóico. (Cesgranrio 91) Dados compostos: 1. ambos são ácidos carboxílicos. respectivamente. 2-metilbutano e dimetilciclopropano. (Mackenzie 98) A alternativa que apresenta um par de isômeros planos é: a) b) c) d) e) pentanal e 2–metil–1–butanol. CH3 – CH = CH – CH3 2. metilbutanona e 2–pentanol c) 3-pentanona. metâmeros e isômeros de cadeia. tautomeria. 3–metil–pentano e 2. metâmeros e isômeros de posição. de posição. (Mackenzie 96) O isômero plano de etanol (H3C–CH2–OH) tem fórmula: a) H2C= CH – OH b) H3C – OH c) H3C – O – CH3 O d) H3C – C OH O e) H3C – C H 04. II e III são. d) isômeros funcionais. (Cesgranrio 95) Compare as fórmulas a seguir: 02. (Unaerp 96) O eugenol é um óleo essencial extraído do cravo-da-índia que tem propriedades anestésicas. etilbutanona e pentanal e) 3–pentanona. 06. (Mackenzie 97) O número total de isômeros planos do 2-propanol é: a) b) c) d) e) 3 1 2 4 5 a) b) c) d) e) são isômeros funcionais. de posição. Propanal é um isômero da propanona. Os odores e as substâncias citadas são responsáveis. pode-se afirmar que Nelas verificamos um par de isômeros: a) b) c) d) e) cis-trans. ciclopentanona e 2–pentanol 09. de função. CH3–CH2–CH2–CH2–NH2 e CH3–CH–CH2–CH3–NH2 | NH2 II. c) isômeros de cadeia. a) b) c) d) e) são isômeros de posição. de função. o que caracteriza o fenômeno da isomeria. etilbutanona e 2–pentanol d) 1–pentanona. b) isômeros de posição.P: gás liquefeito de petróleo). isômeros de posição e metâmeros. são isômeros de posição. III e IV. I e II. III. metóxi–metano e etano. (Cesgranrio 94) A respeito de isomeria nos compostos orgânicos. Estão CORRETAS: a) b) c) d) e) Todas. de cadeia. de posição. não são isômeros. CH3 – CH2 – CH2 – CH3 Podemos afirmar que: a) b) c) d) e) 1 1 1 3 3 e e e e e 2 3 4 4 4 são são são são são isômeros isômeros isômeros isômeros isômeros geométricos. são metâmeros. e o composto II é um éter. são formas tautoméricas. podese dizer que: 05. são isômeros funcionais. (Unesp 98) Têm a mesma fórmula molecular C5H10: a) b) c) d) e) n-pentano e metilciclobutano. 1-Propanol é um isômero do 2–propanol. de cadeia. 10.

com um certo grau de precisão ou de detalhamento. 2. está (estão) correta(s) somente a) I. Tal proporção. Mas é igualmente preciso (no sentido de precisão. III. é o que chamamos de escala”. b) I e II. dos tamanhos. Como se trata de um desenho. UFSC.000. 2. 123. bairros. pode ser ampliada ou reduzida por processo de fotocópias que não vai exigir mudanças na escala como no caso das numéricas. etc. 3 d) 2. Essa escala indica que. O mapa é um produto da arte na medida em que é agradável aos olhos e é construído levando-se em consideração o estudo das cores. rigor matemático). E cada cultura apresentou seu modo particular de representação da superfície terrestre ou dos fenômenos que nelas ocorriam. portanto.000. Da pré-história até os dias de hoje. FÓRMULA GERAL 1 d –––– = ––– E D Usando a fórmula geral: Um trecho da Avenida Djalma Batista aparece destacado num mapa de escala 1:10. os mapas ou cartas podem ser classificados em cartas cadastrais ou plantas. uma escala gráfica. 1 b) 1. 1 c) 1. podemos analisar mais detalhes que na escala 1:100. A escala utilizada para representar o Estado de São Paulo (1:1. na mesma proporção. 3 e) 3.000) é maior do que a usada para representar o Brasil (1:5. destinamse à representação de cidades. a distância gráfica e a distância correspondente no terreno. ou seja. pois cada evento representado deve estar grafado no mapa com suas medidas e posições proporcionais às da realidade. a cartografia é uma grande aliada no que diz respeito à localização de qualquer evento na superfície terrestre. 1994. teremos o equivalente a 1 km no terreno. 02. na escala de 1:5. Escala gráfica: Apresenta-se sob a forma de um seguimento de reta graduado que mostra a proporção entre o desenho e a realidade. Egípcios.000.000. ampliada ou reduzida. podemos dizer que escala e denominador são inversamente proporcionais. expressos geralmente em quilômetros. caso um mapa ou figura sejam copiados aplicando-lhes redução ou ampliação. Nesse tipo de escala. as dimensões da reta graduada se referem às medidas no mapa. com elevado grau de detalhamento e de precisão. ( ) exigem o emprego de escalas pequenas. (PUC-MG) De acordo com a escala. é necessário o conhecimento das técnicas quem são necessárias na construção dessa ferramenta tão essencial à humanidade. Para tanto. 2 Neste exemplo. ((Duarte. (por convenção expressa em centímetros e sem o símbolo). A mesma ampliação ou redução que o mapa ou desenho sofrer a escala. Qual a exten- 13 . Escala A cartografia é uma arte e uma técnica de construir mapas a partir de observações da superfície terrestre. Nossos antepassados já manifestavam a necessidade de deixar registradas suas andanças e seus rituais em inscrições rupestres. para cada centímetro medidos no mapa. maias.. nível de detalhamento também menor. Em primeiro lugar. Paulo Araújo. “[. Essa rede geográfica possibilita. Um mapa conta a história da humanidade. e) III. enquanto que uma escala menor terá denominador maior.). São José dos Campos e Ribeirão Preto. 3. 2. a escala deverá ser.Geografia Professor HABDEL Jafar Aula 168 Entretanto. e o chamamos de numerador de escala. A partir do cruzamento dos meridianos com os paralelos. Uma escala menor terá. Enumere a segunda coluna de acordo com a primeira. a partir das noções de latitude e de longitude.000.000 como um traço de 5 cm de comprimento. TIPOS DE ESCALA Escala numérica: É uma fração ou proporção que estabelece a relação entre a distância ou o comprimento no mapa. sem o que não se obterá medidas verdadeiras. 3. mapas ou cartas topográficas. elas podem ser maiores ou menores. Quando observamos um mapa. astecas. Assim. desenharmos cada evento da superfície terrestre em seu respectivo lugar no mapa. 1. de cada povo. ( cartas cadastrais ou plantas mapas ou cartas topográficas mapas ou cartas geográficas ) são de média escala. indica ainda o número de vezes que a superfície real foi reduzida e é chamado de denominador de escala. Essa redução se faz segundo uma determinada proporção entre o desenho e a superfície real. usamos a escala métrica. das formas. mostram as características ou elementos geográficos gerais. Santos. Escalas diferentes podem ser comparadas e podem indicar maior ou menor redução. 1. pois é um produto cultural de seu tempo. II.000). Assinale a seqüência CORRETA encontrada: a) 2. p. O número 100. Para tanto. Os números. podemos querer conhecer alguns desses elementos: a medida real (D). (FGV) De acordo com o mapa da ltália. além de indicar o número de unidades da realidade. a distância gráfica (d) ou o denominador de escala (E). (Fatec) Considere as informações a seguir.. Na escala 1:2. Uma escala maior apresenta nível de detalhamento maior. constrói-se uma rede ou trama de linhas imaginárias. o número 1 corresponde à unidade considerada sobre o mapa. Fundamentos de Cartografia. mostram as características ou os elementos naturais e artificiais da paisagem. acompanhará as novas medidas.000. podem-se identificar os principais arruamentos em grandes cidades como São Paulo. Em um mapa do Estado de São Paulo. sobre escala. chineses e muitos outros nos deixaram registros antigos dessa manifestação cultural. 3. para assinalar a alternativa correta. Apresenta a vantagem de informar imediatamente o número de reduções que a realidade foi submetida para caber no papel. I. babilônios. indicam as medidas no terreno ou medidas reais. A segunda ferramenta primordial é a escala.] Todo mapa é uma representação esquemática e reduzida da superfície terrestre. mostrada de forma numérica ou gráfica. Uma escala maior terá sempre denominador menor. c) I e III. como é um desenho também. ( ) são cartas de grande escala. Exemplos: Quando trabalhamos com mapas e efetuamos medidas necessariamente.000. d) II e III. mapas ou cartas geográficas. Dentre essas afirmações. 01. Campinas. é necessário um sistema de coordenadas geográficas. temos que converter medidas em outras unidades de divisores ou múltiplos de metro. a distância em linha reta entre os pontos A e B é de a) 72 km d) 2 000 km b) 200 km e) 7 200 km c) 720 km 03. Quando se compara escalas.

(Pucmg) Imaginemos que você seja responsável pela coordenação de um projeto de arborização na área central de uma grande cidade. em um mapa. c) 1/10. assinale a alternativa correta. b) 70 km. a) 1 : 400.000 c) 1: 240.500 metros na superfície terrestre.000. ser de 24km. A distância sobre a carta é de 105mm.000. a seção da BR-174 que liga esses dois municípios aparecerá com qual medida gráfica? Solução: D =107 km d=? E = 1. aproximadamente.000 b) 1 : 4200. e a distância gráfica entre os pontos A e B ser de 2cm e. entre os pontos A e C.000. Assinale a alternativa que indica corretamente a distância real entre duas cidades. um trecho da Avenida Eduardo Ribeiro aparece como uma reta de 4 cm de comprimento. é possível resolver qualquer problema com escalas. Plantas urbanas 3. 03. d) O nível de detalhe do mapa B é três vezes superior ao do mapa A. (PUC-MG) Observe com atenção as informações a seguir: Considerando a distância real entre os pontos A e B ser de 12km e. e) 1/1000. Para saber o denominador da escala. b) No mapa B.000.000 a 1:1.000 e o mapa B. normalmente de 1:25.000 e) 1 : 105. 2 centímetros correspondem a 10. conhecendo a medida real e o denominador de escala: D d = —— E Aplicação: De Manaus até o município de Presidente Figueiredo.000 d) 1:10. (Furg) Para obter.000 Exercícios 01. existe uma escala numérica apropriada.000 a 1: 250. Assim. c) 7 km.000. 1. Sabendo-se que.000 ou menos. do viaduto da Torquato Tapajós até a entrada da Cidade Nova.000 Fórmula: D = d x E ⇒ D = 4cm x 10000cm D = 40000cm D = 40m 02.000 Assim. 01. entre os pontos A e C. Ela é uma ferramenta imprescindível na elaboração de um mapa. assinale a alternativa que indica corretamente a escala deste mapa.000 metros na superfície terrestre. Para saber a distância gráfica. qual a escala em que foi construído o mapa? Solução: D = 5 km d = 10 cm E=? Fórmula: D 5km 500000cm E = —— = ––––––– = ––––––––––– = d 10cm 10cm E = 50000cm ⇒ E = 1 : 50000 Através dessas fórmulas. • Mapas ou cartas geográficas: exigem o emprego de escalas pequenas de 1:500.000. são aproximadamente 107km.000. conhecendo a medida real e a distância gráfica: D E = —— d Aplicação: A Avenida Max Teixeira (estrada da Cidade Nova).000 e) 1: 1. a escala da planta urbana mais apropriada para o seu trabalho é: a) 1:100. escala de 1:15.7cm 03. qual das escalas a seguir é utilizada? a) 1/100.000.000 e) 1:5.000 c) 1 : 10. e a distância em linha reta entre duas cidades é de. a) No mapa A.000. 5 km de extensão.000 c) 1:25.000.000.000. Considerando esse nível de análise.000. ela aparece com um comprimento de 10 cm. tem. num mapa. qual será a extensão real do trecho dessa importante avenida do Centro de Manaus? Solução: D=? d = 4 cm E = 10. 02.500.000 b) 1: 600. Mapas topográficos 2. d) 1/100.000. • Mapas ou cartas topográficas: são de média escala. aproximadamente. b) 1/1. os mapas podem ser divididos em três categorias básicas: escala grande. e) 170 km. e) O nível de detalhe não é estabelecido pela escala de um mapa. c) O nível de detalhe do mapa A é três vezes superior ao do mapa B.000.000 d) 1: 60. 02. (FGV) A distância real entre São Francisco e Nova York é de 4. média e pequena.000 km.200km. 1 centímetro corresponde a 1. Considerando que o mapa A possui escala de 1:5. (UFPI) A cartografia pode utilizar mapas de diferentes escalas. podemos dizer: • Cartas cadastrais ou plantas: são cartas de grande escala. informação mais detalhada. Sabendo-se que a escala era de 1:10.000 1 d 1 5cm –––– = ––– ⇒ –––––– = ––––– E D 10000 D 1 x D = 5cm x 10000cm = 50000cm D = 50m FÓRMULA PRÁTICA 01. Associe as escalas numéricas mais apropriadas para as finalidades dos mapas.000 a 1:250.000 b) 1:50. d) 7. a) 700 km.200. Plantas arquitetônicas ( ) 1:50 a 1:100 ( ) 1:25.000 A sequência numérica correta. 7cm. Num mapa construído com escala de 1:1.000 d) 1 : 40. conhecendo a distância gráfica e o denominador da escala: D=dxE Aplicação: Numa planta.são real desse trecho? Solução: D=? d = 5 cm E = 10. a escala está CORRETAMENTE indicada em: a) 1: 120. ser de 4cm. 04 (UFRS) Para cada tipo de representação.000 ( ) 1: 500 a 1: 20. Para saber a medida real.000. normalmente de 1:500 até 1:10.000 14 . das preenchidas com os números referentes às mesmas é: a) 4 – 3 – 1 d) 4 – 2 – 1 b) 4 – 1 – 2 e) 3 – 1 – 4 c) 2 – 3 – 4 03. Com base nesses dados.000 Fórmula: D 107km 10700000cm d = —— = ––––––––––– = ––––––––––––– = E 1000000cm 1000000cm d = 10. Planisférios 4. (UFC) Considere um mapa geográfico cuja escala é de 1/1.

A. Peralvilho – peralta. B. 02. 02. DESAFIO HISTÓRICO (p. Tertuliano – Doutor da Igreja (160 . invocar. monomaníacos. DESAFIO HISTÓRICO (p. Vocabulário Algibebe – o que faz e vende roupas de fazenda ordinária. B. O Garcia não falava nunca porque cria que sua voz faria cair todas as estrelas. 05. 02. 5) 01. D. A. 05. Bacamarte passou a administração da Casa Verde ao seu amigo Crispim Soares. linhagem. Monomaníaco – que ou aquele que tem monomania (= anomalia mental em que a inteligência e a afetividade são alteradas em uma só ordem de idéias ou de pensamentos. mansos. Boticário – farmacêutico. prometia o reino do céu a quem o seguisse. Dividiu-os primeiramente em duas classes principais: os furiosos e os mansos”. C. D. DESAFIO QUÍMICO (p. DESAFIO BIOLÓGICO (p. E. Paliativo – medicamento que não tem senão eficácia momentânea. 03. 13) 01. A. Antítese – oposição entre palavras ou idéias. E. Tropo – emprego de uma palavra com sentido figurado. outro que. A. CAIU NO VESTIBULAR (p. 02. A. 04. 9) 01. D. 04. 07. Quatro meses depois. D. C. D. 2. A. Ruminar – cogitar profundamente. 04. 02. C. 04.Gabarito do número anterior Aprovar n. “De todas as vilas e arraiais vizinhos. A. 03.º 27 Calendário 2008 Aulas 163 a 198 DESAFIO HISTÓRICO (p. D.240) Trocado – trocadilho. E. 03. Corregedor – antigo magistrado cujas funções equivalem às dos juízes atuais. fino. vocativo. um que se nomeava duque. “Uma vez desonerado da administração. D. C. Apuleio – autor do romance O Asno de Ouro (século II. 4) 01. abrasando a Terra. D. ato de chamar. O ALIENISTA Machado de Assis Capítulo II TORRENTES DE LOUCOS 1. 14) 01. 15 . 02. sendo Deus. B. D. DESAFIO BIOLÓGICO (p. Borla – barrete doutoral. 02. estirpe. 02. C. 05. Genealogia – série de antepassados. Atilado – esperto. 03. O objetivo principal era “estudar profundamente a loucura”. Crispim Soares. 03. Para estudar melhor os doidos. 03. D. d. B. outro que distribuía boiadas. Devassa – sindicância a ato criminoso. D. E. B. Resumo Três dias depois da inauguração da Casa Verde. 04.). 02. Havia dois rapazes que enlouqueceram por paixão. 03. DESAFIO LITERÁRIO (p. a casa verde era uma povoação. A. 08. 10) 01. 11) 01. 03. o alienista procedeu a uma vasta classificação dos seus enfermos. 3) 01. 12) 01. 6) 01. janota. A. 06. DESAFIO QUÍMICO (p. B. um segredo do seu coração: a Casa Verde não fora fundada somente pelo espírito da caridade. 03. A. Apóstrofe – interpelação direta. 06. B. DESAFIO HISTÓRICO (p. 02. Bacamarte confessou ao seu melhor amigo. B. C. C. C. afluíam loucos à casa verde”: furiosos. B.

1986. Genética. São Paulo: Ática. São Paulo: Ática. 2000. São Paulo: Scipicione. Dicionário de questões vernáculas. BIOLOGIA AMABIS. 2000. ed. Lições de português pela análise sintática. Bio. (1974) Viagem Filosófica pelas capitanias do Grão-Pará. MATEMÁTICA BIANCHINI. 1996. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura. 3. 1979. FELTRE. 1999. QUÍMICA COVRE. ed. Rio de Janeiro: Larousse do Brasil. TIPLER. 1996. Ciro Flamarion S. São Paulo: FTD. 1979. 2. 1960. Alexandre Rodrigues. 1986 (Col.a ed. CEGALLA. HOUAISS. Física 3: eletromagnetismo. Único. Napoleão Mendes de. ______ Novo Descobrimento do Grande Rio das Amazonas. Matemática: contexto e aplicações. São Paulo: Nova Fronteira. et al. 3v. ed. Domingos Ângelo. Curso de Física. FÍSICA ALVARENGA. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. Cristóbal de. MARTHO. Beatriz et al. 1996.LÍNGUA PORTUGUESA ALMEIDA. BECHARA. Mato Grosso e Cuiabá. Série Novo Ensino Médio. 1985. São Paulo: FTD. Evanildo. Biologia em foco. Aurélio Buarque de. 1994. Sônia Godoy Bueno. Descobrimento do rio de Orellana. 8. São Paulo: Edusp. 2000. Lindley. 2. São Paulo: Saraiva. Vol. Luiz Roberto. vol. FERREIRA. 11.. Curso de Física. GIOVANNI. São Paulo: Livraria Pioneira. Grupo de Reelaboração do Ensino de Física (GREF). CYNTRA. 2002. América pré-colombiana. Tudo é História). Iquitos-Peru. SARDELLA. A Física. CARVALHO. São Paulo: Ática. Memórias. . Herval. Wanderley. 2000. 3. São Paulo: FTD. CUNHA. Nova gramática do português contemporâneo 3. Único. Química Geral: realidade e contexto. Djalma Nunes. São Paulo: Atual. 1986. 1995. Conceitos de Biologia das células: origem da vida. Martha. 2000. PARANÁ. Dicionário de dúvidas da língua portuguesa. Informes de jesuítas en el amazonas: 16601684. 1998. Geraldo José. 2000. GARCIA.a ed. Novo dicionário da língua portuguesa. São Paulo: Moderna.a ed. São Paulo: Moderna. 2002. 2. Física 3: de olho no vestibular. São Paulo: Moderna. HISTÓRIA ACUÑA. Rio Negro. 13. Robert Paul. LOPES. Ayton César. 1986. BONJORNO. 2000. São Paulo: Moderna. São Paulo: Ática. Edwaldo e PACCOLA. Física. CARRON. ed. Gaspar de. Matemática. 2001. Matemática. José Mariano. Comunicação em prosa moderna. Paul A. Completamente Química: físico-química. São Paulo: Nacional. impr. 2. Os Fundamentos da Física. DANTE. 2001. São Paulo: Harbra. 4. 1973.a ed. LAMMOGLIA. Vol. LEMBO. Química: físico-química. Antônio. 1941. Antônio. Wilson et al. São Paulo: Brasiliense. CARVAJAL.a ed. As Faces da Física. REIS. 2. Química Geral: o homem e a natureza. Vol. 1993. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. Beatriz A. São Paulo: Ática. São Paulo: FTD. Biologia: ciência da vida. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 2. Domingos Paschoal. 1994. LEVINE. Francisco et alii. RAMALHO Jr. 2003. 2002. Othon M. José Ruy et al. Pequeno dicionário enciclopédico Koogan Larousse. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas. Antônio. São Paulo: FTD. ÁLVARES. Celso. Rio de Janeiro: Agir. Conselho Federal de Cultura. MARCONDES. 3v. Antropologia. ed. Ricardo. HOLANDA. Gilberto Rodrigues. José et al. CARDOSO. São Paulo: Moderna. Curso de Química: físico-química.

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