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Descarga, Preparo Título Alimentação, da Apresentação de Cana e Extração

Autor Manuel Horta Nunes

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Descarga, Alimentação, Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana • Opções para descarga de cana • Descarga de cana inteira e de cana picada • Otimização da descarga e fluxo de caminhões • Armazenamento de cana: opções, vantagens e desvantagens • Equipamentos para alimentação de cana • Principais cuidados de projeto e operação dos sistemas de alimentação • Opções para limpeza da cana: lavagem com água e limpeza a seco, vantagens e desvantagens

Descarga, Alimentação, Preparo de Cana e Extração

Descarga e alimentação de cana
Opções para descarga de cana

PONTE ROLANTE

HILO

Alimentação. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para descarga de cana CAÇAMBA BASCULA SUPERIOR PONTE COMO HILO .Descarga.

Alimentação.Descarga. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para descarga de cana CAÇAMBA BASCULA LATERAL .

Alimentação.Descarga. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para descarga de cana CONTAINER E CONTIPER .

Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para descarga de cana . Alimentação.Descarga.

Alimentação.Descarga. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para descarga de cana .

Descarga. Alimentação. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para descarga de cana DESCARGA DIRETA DE CANA PICADA NA ESTEIRA .

Alimentação. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para descarga de cana DESCARGA CARROCERIA COM TELA (HILO OU PONTE) .Descarga.

Alimentação.Descarga. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para descarga de cana DESCARGA CARROCERIA COM TELA (MESA ALTA/BAIXA) .

Alimentação.Descarga. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Descarga de cana inteira e de cana picada • Diferenças básicas de operação • Granulometria e fluidez do material • Variação da densidade do material • Manuseio e controle • Descarga direta e estocagem •Diferenças dos equipamentos de transporte • Carrocerias tipo fueiro (cana inteira) • Carrocerias tipo caçamba (cana picada) • Container (cana picada) • Carroceria com tela (cana picada ou inteira) .

5 7.320 295 .370 175 .410 300 .0 Densidade (kg/m3) 295 .400 400 .5 2.500 * H : Altura média do feixe de cana .230 345 . Alimentação.5 1.0 2.Descarga. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Descarga de cana inteira e de cana picada Estado da Cana Cana inteira no pátio Cana inteira no barracão Cana inteira na esteira Cana picada na esteira Cana desfibrada na esteira Cana picada no caminhão * H (m) 2.

local) • Unificação dos pontos de descarga • Facilita o fluxo dos caminhões • Minimiza quantidade de equipamentos • Simplifica a instalação . Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Otimização da descarga e fluxo de caminhões • Disposição dos equipamentos e fluxo de caminhões • Cruzamentos • Distâncias para curvas e alinhamento • Interferências caminhões/equipamentos • Padronização dos equipamentos de transporte • Altura da carroceria ou do ponto de pivotamento • Tipo de cabos (fixo.Descarga. permanente. Alimentação.

Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Otimização da descarga e fluxo de caminhões Disposição dos equipamentos e fluxo de caminhões (Distâncias para curvas e alinhamento) .Descarga. Alimentação.

Descarga. Alimentação. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Otimização da descarga e fluxo de caminhões Unificação dos pontos de descarga .

Descarga. vantagens e desvantagens • Opções para armazenamento • Pátio • Barracão • Sobre rodas • Vantagens • Evita ou minimiza falhas na alimentação de cana • Facilita logística de colheita e transporte • Desvantagens • Deterioração da cana • Último estoque é o primeiro que retorna (barracão) • Consumo de combustível (pátio) • Investimento e custo operacional (sobre rodas) • Área para estocagem (pátio e sobre rodas) . Alimentação. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Armazenamento de cana: opções.

Descarga. Alimentação. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Equipamentos para alimentação de cana .

Alimentação.Descarga. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Equipamentos para alimentação de cana • Função das Mesas Alimentadoras • Descarga / Recepção direta da cana • Dosagem da cana no processo • Limpeza da cana • Tipos de Mesas • Convencionais (0 ~ 20º) • Inclinação Média (30 ~ 35 º) • Inclinação Elevada (45 ~50º) .

Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Equipamentos para alimentação de cana • Controle da carga • Controle da velocidade de operação • Automação da operação . Alimentação.Descarga.

Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Equipamentos para alimentação de cana Características operacionais das Mesas • Convencionais • Capacidade elevada (até 800 TCH com cana inteira) • Lavagem deficiente • Controle de alimentação ineficiente • Inclinação Elevada • Camada uniforme e de pouca espessura • Controle de alimentação eficiente • Capacidade reduzida (200 a 350 TCH com cana inteira) • Desgaste maior das correntes • Menor consumo de água (5 m3/TC) . Alimentação.Descarga.

Descarga. camada fina de cana (limpeza a seco. grande volume de cana e baixa velocidade • Correia Convencional: transporte longas distâncias. condução da cana através do sistema de preparo. pequeno volume e alta velocidade • Correia Especial: impacto das cargas. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Equipamentos para alimentação de cana • Tipos de transportadores de cana • Metálico (Esteira Metálica) • Correia Convencional • Correia Especial (Baixa Velocidade) • Aplicação dos transportadores • Metálico: impacto das cargas. alimentação do 1º terno). grande volume de cana e baixa velocidade . Alimentação.

Descarga. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Equipamentos para alimentação de cana ESTEIRA METÁLICA . Alimentação.

Alimentação.Descarga. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Equipamentos para alimentação de cana CORREIA CONVENCIONAL .

Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Equipamentos para alimentação de cana Capacidade Operacional dos Transportadores b ⋅ h ⋅ d ⋅ V ⋅ 60 Q= (ton/h) 1000 Q = Capacidade máxima do transportador (ton/h) (Deve atender a capacidade de moagem a 2/3 de V máximo) b = Largura da esteira (m) h = Altura média da cana sobre a esteira (m) d = Peso específico da cana sobre a esteira (kgf/m3) V = Velocidade máxima da esteira (m/min) – 6 a18 m/min .Descarga. Alimentação.

Descarga, Alimentação, Preparo de Cana e Extração

Descarga e alimentação de cana
Equipamentos para alimentação de cana Controle e Automação dos Transportadores
• Transportador Principal (preparo de cana) • Velocidade variável com controle automático • Velocidade pelo nível de cana na Calha Donnelly do 1º terno • Ajuste da velocidade pelo apalpador de cana • Transportadores Auxiliares • Velocidade variável com controle automático • Velocidade sincronizada com o transportador principal • Transportadores Transversais • Velocidade variável com controle manual • Controle similar ao de mesas alimentadoras • Transportador de Correia do 1º Terno • Velocidade fixa (C/C < 15 m) • Velocidade variavel (C/C > 15 m)

Descarga, Alimentação, Preparo de Cana e Extração

Descarga e alimentação de cana
Equipamentos para alimentação de cana Sistema de Alimentação do 1º Terno

Descarga, Alimentação, Preparo de Cana e Extração

Descarga e alimentação de cana
Equipamentos para alimentação de cana Sistema de Alimentação do 1º Terno
• Espalhador de Cana • “Cortar” camada de cana da esteira metálica • Evitar pacotes de cana na correia • Transportador de Correia • Obter camada fina de cana para eletroimã • Obter camada de cana adequada para alimentar o “chute” • Eletroimã • Eliminar materiais ferrosos (lavoura, descarga, alimentação e preparo) • Calha de Alimentação por Gravidade (Chute Donnelly) • Manter um pulmão de cana sendo alimentada • Adensar a cana na região de entrada da moenda

Descarga. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Equipamentos para alimentação de cana Sistema de Alimentação do 1º Terno . Alimentação.

Descarga. Alimentação. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Principais cuidados de projeto e operação dos sistemas de alimentação • Lay-out. visualização e informações para o operador • Largura das mesas alimentadoras .

Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Principais cuidados de projeto e operação dos sistemas de alimentação • Moega na região traseira das mesas • Altura de descarga na transferência de cana entre os equipamentos .Descarga. Alimentação.

Descarga. Alimentação. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Principais cuidados de projeto e operação dos sistemas de alimentação • Alimentação de cana na esteira metálica .

Alimentação.Descarga. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para limpeza da cana: lavagem com água e limpeza a seco. vantagens e desvantagens • Lavagem com água Remoção das impurezas minerais •Limpeza a seco • Remoção das impurezas minerais e vegetais .

vantagens e desvantagens Motivos da diminuição do uso de sistemas de lavagem de cana nas Usinas: • Perda de açúcar • Tratamento da água • Consumo de energia no bombeamento • Aspectos ambientais • Cobrança da utilização / captação de água • Aumento da colheita mecânica . Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para limpeza da cana: lavagem com água e limpeza a seco.Descarga. Alimentação.

Descarga.Limpeza a Seco • Remoção das impurezas minerais • Ação mecânica • Sopragem com ar • Remoção das impurezas vegetais • Sopragem com ar • Ação mecânica (escova rotativa) . Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para limpeza da cana: lavagem com água e limpeza a seco. vantagens e desvantagens Formas de remoção . Alimentação.

Descarga. Alimentação. vantagens e desvantagens Vantagens da remoção das impurezas minerais: • Moendas • Caldeiras • Processo de fabricação . Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para limpeza da cana: lavagem com água e limpeza a seco.

Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para limpeza da cana: lavagem com água e limpeza a seco. Alimentação. vantagens e desvantagens Vantagens da remoção das impurezas vegetais: • Moendas • Caldeiras (umidade) .Descarga.

5 a 1. vantagens e desvantagens Perdas e eficiência nos sistemas de lavagem com água e de limpeza a seco: • Perdas na lavagem: 1 a 3 % (Média = 2 %) • Eficiência na lavagem: 40 a 80 % • Perdas na limpeza a seco: 0.Descarga. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para limpeza da cana: lavagem com água e limpeza a seco.0 % • Eficiência na limpeza a seco: • Mineral: 70 a 90 % • Vegetal: 50 a 80 % • Mineral + Vegetal: ~ 70 % . Alimentação.

Alimentação.Descarga. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para limpeza da cana: lavagem com água e limpeza a seco. vantagens e desvantagens Limpeza a seco Tecnologia Inicial .

Descarga. Alimentação. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para limpeza da cana: lavagem com água e limpeza a seco. vantagens e desvantagens Limpeza a seco Tecnologia Inicial .

vantagens e desvantagens Limpeza a seco Tecnologia Atual . Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para limpeza da cana: lavagem com água e limpeza a seco. Alimentação.Descarga.

Alimentação. 1 = F Result. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Comparação das forças atuantes nas partículas de impurezas Configuração inicial (1) F jato 1 F jato 2 F Peso 2 F Peso 1 = F Peso 2 F Result. 2 Configuração atual (2) F Result. 2 F Peso 1 F jato 2 << F jato 1 F Result.Descarga. 1 .

Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para limpeza da cana: lavagem com água e limpeza a seco. vantagens e desvantagens Sopragem de cima para baixo e câmara de captação . Alimentação.Descarga.

Alimentação. Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para limpeza da cana: lavagem com água e limpeza a seco.Descarga. vantagens e desvantagens .

Preparo de Cana e Extração Descarga e alimentação de cana Opções para limpeza da cana: lavagem com água e limpeza a seco. Alimentação. vantagens e desvantagens .Descarga.

Preparo de Cana e Extração Preparo de cana • Conceito de Pol em Células Abertas (PCA) ou Índice de Preparo • Índice de Preparo para os processos de extração por moagem e difusão • Função dos picadores (facas) e do desfibrador • Tipos de facas e desfibradores existentes no mercado • Mecânica do desfibramento da cana e principais fatores que afetam o desempenho do desfibrador • Consumo de energia no preparo da cana • Influência do Índice de Preparo no desempenho e na extração por moagem e por difusão • Principais cuidados de projeto. operação e funcionamento dos equipamentos de preparo . Alimentação.Descarga.

Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Conceito de pol em células abertas (PCA) ou Índice de Preparo • Porcentagem de células rompidas • Método de medição (análise) • Cuidados na amostragem • Pol em células abertas dos bagaços após cada terno . Alimentação.Descarga.

Descarga. Alimentação. Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Conceito de pol em células abertas (PCA) ou Índice de Preparo .

Alimentação.Descarga. alimentação da calha Donnelly. da moenda ou do difusor) . Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Índice de Preparo para os processos de extração por moagem e difusão Objetivos do preparo da cana • Romper a estrutura da cana desagregando os tecidos fibrosos • Romper as células que armazenam o caldo • Obter granulometria adequada para os tecidos fibrosos • Aumentar a densidade da cana • Homogeneizar o material (funcionamento do eletroimã.

Alimentação.Descarga. Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Índice de Preparo para os processos de extração por moagem e difusão Índice de preparo para o processo de moagem • Moendas continuam o processo de ruptura das células • Caldo disponível para deslocamento X extração do 1ºT • Resultados de ensaios e resultados práticos de Usinas • Importância do tamanho médio das partículas .

Descarga. Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Índice de Preparo para os processos de extração por moagem e difusão . Alimentação.

Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Índice de Preparo para os processos de extração por moagem e difusão Índice de preparo para o processo de difusão • Disponibilizar a maior quantidade possível de caldo • Caldo disponível para lixiviação X extração do difusor • Importância do tamanho médio das partículas • Implicações no tamanho das partículas do bagaço final . Alimentação.Descarga.

Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Função dos picadores (facas) e do desfibrador Facas • Iniciar o processo de homogeneização da cana • Diminuir o tamanho médio dos pedaços de cana • Facilitar a alimentação do desfibrador .Descarga. Alimentação.

da moenda ou do difusor) .Descarga. Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Função dos picadores (facas) e do desfibrador Desfibrador • Romper a estrutura da cana desagregando os tecidos fibrosos • Romper as células que armazenam o caldo • Obter granulometria adequada para os tecidos fibrosos •Homogeneizar o material (funcionamento do eletroimã. Alimentação. alimentação da calha Donnelly.

Alimentação.Descarga. Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Tipos de facas e desfibradores existentes no mercado Facas Fixas Facas Oscilantes .

P.Descarga. Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Tipos de facas e desfibradores existentes no mercado Classificação dos desfibradores • Velocidade de operação • Velocidade periférica = 60 m/s (I.P. Alimentação. = 90 a 94 %) • Forma de instalação • Horizontal (sobre a esteira metálica) • Vertical (transferência de transportadores) . = 80 a 85 %) • Velocidade periférica = 90 m/s (I.

Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Tipos de facas e desfibradores existentes no mercado Instalação Horizontal (Cop-5 / Cop 6) . Alimentação.Descarga.

Tongat. Alimentação. Maxwell) . Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Tipos de facas e desfibradores existentes no mercado Instalação Vertical (DH-1.Descarga.

Alimentação.Descarga. Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Tipos de facas e desfibradores existentes no mercado Instalação Horizontal (Fives-Lille) .

que pode ser otimizada em função da configuração e disposição das barras transversais) • Melhorias: comprimento da placa e configuração da placa para maximizar a velocidade relativa entre a cana e o martelo . Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Mecânica do desfibramento da cana e fatores de desempenho do desfibrador • Alimentação: pelo tambor e pelo rotor • Processo de desfibramento pode ser dividido em 2 fases: • Impacto: antes da placa • Placa desfibradora: impactos sucessivos (trabalho depende fortemente da velocidade relativa de impacto.Descarga. Alimentação.

Descarga. Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Mecânica do desfibramento da cana e fatores de desempenho do desfibrador Configuração do desfibrador X Desempenho (fonte: SRI . com 12 linhas e maior dificuldade de alimentação . não linear • Peso e tipo do martelo: efeito insignificante desde que garantida cobertura igual na largura do rotor • Disposição dos martelos: nenhuma diferença entre 6 e 8 linhas. Alimentação.P. com pequena melhoria do I.Austrália) • Velocidade periférica: efeito muito significativo.

Alimentação.Continuação • Configuração da placa desfibradora: • Abertura: de 0 a 10 sem efeito.3 pontos no índice de preparo • Comprimento: de 70 a 90º sem efeito significativo • Tipo de nervura: melhor desempenho com 150 mm de profundidade e 200 mm de espaçamento • Diâmetro do rotor: rotores maiores propiciam melhor preparo .Descarga.Austrália) . de 0 a 22 queda de 3. Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Mecânica do desfibramento da cana e fatores de desempenho do desfibrador Configuração do desfibrador X Desempenho (fonte: SRI .

Descarga.P. Alimentação. > 80 % . Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Mecânica do desfibramento da cana e fatores de desempenho do desfibrador Condições Operacionais X Desempenho (fonte: SRI .Austrália) • Variedade da cana: pode ter efeito significativo (variações com a mesma potência específica) • Facas antes do desfibrador: efeito insignificante no preparo final para desfibradores com I.

Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Mecânica do desfibramento da cana e fatores de desempenho do desfibrador Condições Operacionais X Desempenho (fonte: SRI .Continuação • Desfibramento duplo: aumenta o preparo em proporção que depende da I. inicial e da configuração do desfibrador • Taxa de cana: nível de preparo e potência específica (cv/tch) sem alterações significativas .Austrália) .P. Alimentação.Descarga.

Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Consumo de energia no preparo da cana Instalação com Picadores e Desfibradores Tipo Cop . Alimentação.Descarga.

Descarga, Alimentação, Preparo de Cana e Extração

Preparo de cana
Consumo de energia no preparo da cana

Instalação com Desfibradores Verticais (90 m/s)

Descarga, Alimentação, Preparo de Cana e Extração

Preparo de cana
Consumo de energia no preparo da cana

~ 10 cv/tch

Descarga, Alimentação, Preparo de Cana e Extração

Preparo de cana
Consumo de energia no preparo da cana

Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Principais cuidados de projeto. Alimentação. operação e funcionamento dos equipamentos de preparo • Rotação de trabalho: deve ser mantida a rotação e em consequência a velocidade periférica de projeto JOGOS DE FACAS DESFIBRADORES COP 8 COP 5 Vp=60 m/s Vp=60 m/s 630 rpm 630 rpm diâmetro de giro = 1820 mm diâmetro de giro = 1832 mm esteiras de bitolas maiores esteiras de bitolas maiores COP 9 COP 6 Vp=60 m/s Vp=60 m/s 750 rpm 750 rpm diâmetro de giro = 1515 mm diâmetro de giro = 1525 mm esteiras de bitolas menores esteiras de bitolas menores .Descarga.

vegetais. Alimentação. Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Principais cuidados de projeto. tipo de revestimento .Descarga. operação e funcionamento dos equipamentos de preparo • Manutenção das facas e martelos • Taxa de desgaste: impurezas minerais.

Descarga. Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Principais cuidados de projeto. vegetais. operação e funcionamento dos equipamentos de preparo • Taxa de desgaste: impurezas minerais. Alimentação. tipo de revestimento .

Descarga. Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Principais cuidados de projeto. operação e funcionamento dos equipamentos de preparo • Peso e comprimento das laminas e martelos . Alimentação.

Preparo de Cana e Extração Preparo de cana Principais cuidados de projeto. operação e funcionamento dos equipamentos de preparo • Ajuste da placa desfibradora • Monitoramento da vibração do equipamento • Reforma dos equipamentos na entressafra . Alimentação.Descarga.

Moagem • Conceitos da mecânica da moagem • Balanço de massa nas moendas • Principais parâmetros de controle para um bom desempenho da moagem • Tipos de soldas utilizadas nas camisas • Demais soldas de proteção do desgaste das moendas • Principais fatores que afetam a capacidade • Fatores que afetam a umidade do bagaço final • Condições operacionais X capacidade e extração das moendas .Descarga. Preparo de Cana e Extração Extração de caldo . Alimentação.

Alimentação.Descarga.Moagem Conceitos da mecânica da moagem • Aberturas em repouso e em trabalho • Volume descrito por um par de rolos: volume que passa na unidade de tempo através da abertura formada por um par de rolos • Vd = L x A x Vp • Vd = volume descrito (m3/min) • L = Largura do rolo (m) • A = Abertura em trabalho do rolo (m) • Vp = Velocidade periférica do rolo (m/min) . Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .

desprezando a presença do caldo • IF = Qf / Vd • IF = Índice de Fibra (kg de fibra / m3 de vol. Alimentação. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . descr.Descarga.) • Qf = Taxa de fibra (kg de fibra / min) • Vd = volume descrito (m3/min) .Moagem Conceitos da mecânica da moagem • Volume de bagaço / volume descrito • Compactação ou índice de fibra: é a densidade aparente da fibra em qualquer ponto do processo de esmagamento.

Alimentação. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .Moagem Conceitos da mecânica da moagem • Aberturas em função do Índice de Fibra • IF na saída do 1º terno = 530 Kg/m3 • IF na saída do último terno = 880 Kg/m3 • Fibra % bagaço no 1º terno = 30 % • Fibra % bagaço no último terno = 50 % • Quantidade de fibra entrando em um terno = quantidade de cana (M) X teor de fibra na cana (Fc) • Quantidade de fibra saindo de um terno = IF X Vd na saída deste terno • Quantidade de fibra entrando em um terno = Quantidade de fibra saindo de um terno .Descarga.

Comprimento do rolo . Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .moagem horária .Fibra da cana .FC .Moagem Conceitos da mecânica da moagem • Aberturas em função do Índice de Fibra (continuação) S' = 9.M .Fibra % bagaço na saída do terno .abertura de saída .5 ⋅ M ⋅ Fc V ⋅ L ⋅ Fb V= π ⋅ (D TP + DSP ) ⋅ n 2000 (mm) (TCH) (%) (m) (%) (m/min) (rpm) .V .S' .Velocidade média entre o rolo superior e saída .n .Descarga.L .Fb .Rotação do terno . Alimentação.

35 • Re (último terno) = 880 / 1530 = 0. Alimentação.Descarga. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . sendo obtido pela comparação do IF com a densidade real da fibra (aproximadamente = 1530 kg/m3) • Re = IF / 1530 • Re (1º terno) = 530 / 1530 = 0.58 .Re): proporção da abertura que é completamente preenchida por material sólido.Moagem Conceitos da mecânica da moagem • Relação de enchimento (filling ratio .

Moagem Conceitos da mecânica da moagem • Volume descrito na calha de alimentação (Vc) Vc = L x C x V cos α L = largura dos rolos (bitola) cos α = [(D + A – C)/2] / (D/2) cos α = (D + A – C) / D V=πxDxn n = rotação dos rolos (rpm) Vc = π x L x C x n x (D + A – C) Qc = Vc x dc x 60/1000 Qc = Quantidade de cana moída por hora (tch) dc = densidade da cana na região inferior da calha (kg/m3) .Descarga. Alimentação. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .

Descarga. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . Alimentação.Moagem Conceitos da mecânica da moagem • Condição de máxima alimentação na calha Donnelly Vc = C x V cos α Vc = volume de cana alimentada por unidade de largura C = A + (D – D x cos α) C = D (1+ A/D – cos α) Vc = V cos α x D x (1+ A/D – cos α) Vc = V x D x [(1 + A/D) cos α – cos2 α] αmáx = arc cos [1/2(1 + A/D)] Cmáx = 1/2 (D + A) .

Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . Alimentação.Moagem Balanço de massa na moenda • Equação geral do balanço de massa no sistema de moagem e difusão: • Cana + Água = Caldo Misto + Bagaço • Sistemas de embebição • Simples • Composta • Variações da composta • Composta com recirculação • Balanço de massa em cada terno depende da taxa de embebição utilizada .Descarga.

Descarga. Alimentação.Moagem Balanço de massa na moenda Simples Composta . Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .

Moagem Balanço de massa na moenda Composta Variação 1 Composta Variação 2 .Descarga. Alimentação. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .

Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .Moagem Balanço de massa na moenda Composta Com Recirculação .Descarga. Alimentação.

Descarga.Moagem Balanço de massa na moenda J6 + Qb6 = Qb5 + Qa J6 = Qc x Fc/Fb5 – Qc x Fc/Fb6 + Qa J6 = Qc x Fc x (1/Fb5 – 1/Fb6) + Qa . Alimentação. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .

Moagem Balanço de massa na moenda J5 + Qb5 = Qb4 + J6 J5 = Qc x Fc/Fb4 – Qc x Fc/Fb5 + Qc x Fc x (1/Fb5 – 1/Fb6) + Qa J5 = Qc x Fc x (1/Fb4 – 1/Fb6) + Qa J4 + Qb4 = Qb3 + J5 J4 = Qc x Fc/Fb3 – Qc x Fc/Fb4 + Qc x Fc x (1/Fb4 – 1/Fb6) + Qa J4 = Qc x Fc x (1/Fb3 – 1/Fb6) + Qa J3 + Qb3 = Qb2 + J4 J3 = Qc x Fc/Fb2 – Qc x Fc/Fb3 + Qc x Fc x (1/Fb3 – 1/Fb6) + Qa J3 = Qc x Fc x (1/Fb2 – 1/Fb6) + Qa .Descarga. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . Alimentação.

Descarga. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . N N = total de ternos no conjunto . .. 3.Moagem Balanço de massa na moenda J2 + Qb2 = Qb1 + J3 J2 = Qc x Fc/Fb1 – Qc x Fc/Fb2 + Qc x Fc x (1/Fb2 – 1/Fb6) + Qa J2 = Qc x Fc x (1/Fb1 – 1/Fb6) + Qa J1 + Qb1 = Qc J1 = Qc – Qc x Fc/Fb1 J1 = Qc x (1 – Fc/Fb1) Fórmula geral para os ternos com embebição: Ji = Qc x Fc x (1/Fbi-1 – 1/FbN) + Qa i = 2.. Alimentação.

Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . soldas.Descarga.Moagem Principais parâmetros de controle para um bom desempenho da moagem • Moagem horária • Índice de preparo da cana • Desempenho do 1º terno • Composição do bagaço de cada terno (teor de fibra) • Curvas de Brix • Carga hidráulica em cada terno • Oscilação do rolo superior de cada terno • Rotação de cada terno • Condições dos frisos. Alimentação. pentes e bagceiras .

Descarga. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . Alimentação. características principais e manutenção • Solda tipo picote • Velocidade de operação • Trabalho nas regiões de baixa pressão • Proteção dos frisos • Durabilidade dos picotes • Processos manuais e automáticos • Seqüência de soldagem .Moagem Tipos de soldas utilizadas nas camisas: função.

Descarga. Alimentação. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . características principais e manutenção Solda tipo picote (manual) .Moagem Tipos de soldas utilizadas nas camisas: função.

Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . Alimentação.Moagem Tipos de soldas utilizadas nas camisas: função. características principais e manutenção Solda tipo picote (automático) .Descarga.

Alimentação.Descarga. características principais e manutenção Solda tipo picote (final da safra) .Moagem Tipos de soldas utilizadas nas camisas: função. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .

Alimentação.Moagem Tipos de soldas utilizadas nas camisas: função. carboneto de tungstênio) . Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . características principais e manutenção • Solda tipo chapisco • Trabalho nas regiões de alta pressão • Proteção dos frisos • Taxa de aplicação • Processos manuais e automáticos • Outros métodos (plaqueamento.Descarga.

Descarga.Moagem Tipos de soldas utilizadas nas camisas: função. características principais e manutenção • Solda tipo chapisco . Alimentação. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .

Moagem Tipos de soldas utilizadas nas camisas: função. Alimentação. características principais e manutenção • Solda tipo chapisco •Outros métodos (carboneto de tungstênio) . Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .Descarga.

Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . Alimentação.Moagem Demais soldas de proteção do desgaste das moendas • Soldas nos flanges e laterais das camisas .Descarga.

Descarga.Moagem Demais soldas de proteção do desgaste das moendas • Soldas nos flanges e laterais das camisas . Alimentação. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .

Moagem Demais soldas de proteção do desgaste das moendas • Proteção das bagaceiras (superfície e frisos) .Descarga. Alimentação. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .

L.Moagem Principais fatores que afetam a capacidade de moagem Equações de capacidade de moendas: C = f (D2. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . 1/fc) D = diâmetro dos rolos L = comprimento dos rolos A = abertura entre os rolos n = rotação dos rolos dc = densidade da cana fc = teor de fibra na cana . n. Alimentação. A.Descarga. dc.

Descarga.Moagem Principais fatores que afetam a capacidade de moagem DIÂMETRO DOS ROLOS Moenda 30” x 54” . Alimentação.2” x 45º x 47 ⇒ D = 863 8632 7632 = 1.28 (incremento de 28 %) .2” x 45º x 47 ⇒ D = 763 Moenda 34” x 54” .Especial Dext = 910 .Convencional Dext = 810 . Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .

Convencional Dext = 985 . Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .24 (incremento de 24 %) . Alimentação.Descarga.2” x 45º x 47 ⇒ D = 1043 10432 9382 = 1.2” x 45º x 47 ⇒ D = 938 Moenda 42” x 78” .Moagem Principais fatores que afetam a capacidade de moagem DIÂMETRO DOS ROLOS Moenda 37” x 78” .Especial Dext = 1090 .

Descarga. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .22 (incremento de 22 %) . Alimentação.Moagem Principais fatores que afetam a capacidade de moagem COMPRIMENTO DOS ROLOS Moenda 30” x 54” L = 1372 mm Moenda 30” x 66” (suposição) L = 1676 mm 1676 1372 = 1.

Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .08 (incremento de 8 %) .Descarga.Moagem Principais fatores que afetam a capacidade de moagem COMPRIMENTO DOS ROLOS Moenda 37” x 78” L = 1981 mm Moenda 37” x 84” (suposição) L = 2134 mm 2134 1981 = 1. Alimentação.

Moagem Principais fatores que afetam a capacidade de moagem COMPRIMENTO DOS ROLOS Moenda 37” x 78” L = 1981 mm Moenda 37” x 90” (suposição) L = 2286 mm 2286 1981 = 1.Descarga. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . Alimentação.15 (incremento de 15 %) .

Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .Moagem Principais fatores que afetam a capacidade de moagem DIÂMETRO E COMPRIMENTO DOS ROLOS GANHO DE CAPACIDADE (%) MOENDA DIÂMETRO COMPRIMENTO 54" 28 22 78" 24 8 (15) . Alimentação.Descarga.

Moagem Principais fatores que afetam a capacidade de moagem ABERTURA ENTRE OS ROLOS • Capacidade é proporcional à abertura • Abertura de entrada ≈ 2 X Abertura de Saída • Abertura da bagaceira ≈ 4 X Abertura de Saída • Abertura de pressão ≈ 5 X Abertura de Saída • Limitações na triangulação • Limitações no posicionamento da bagaceira • Reforma de castelos ⇒ aumento aberturas • Castelos especiais ⇒ aumento diâmetro e aberturas . Alimentação. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .Descarga.

Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .Descarga.Moagem Principais fatores que afetam a capacidade de moagem ROTAÇÃO DOS ROLOS • Capacidade é proporcional à rotação • Extração X aumento da rotação • Desgaste dos rolos e demais componentes • Torque na moenda • Potência do acionamento • Investimento: normalmente bem menor que as opções anteriores . Alimentação.

Moagem Principais fatores que afetam a capacidade de moagem DENSIDADE DA CANA • Capacidade é proporcional à densidade • Moenda deve comportar aumento da densidade • Opções para aumento da densidade: • Rolo de pressão • Nível de cana na calha Donnelly do 1º terno • Aumento da altura da calha Donnelly • Rolos adensadores (THV) .Descarga. Alimentação. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .

Alimentação. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .Moagem Principais fatores que afetam a capacidade de moagem Calha Donnelly do 1º terno ⇒ Maximizar nível Controle do Nível: -Velocidade da esteira .Descarga.Apalpador .

Atrito interno .Moagem Principais fatores que afetam a capacidade de moagem Aumento da altura da calha Donnelly Cuidados: . Alimentação.Inclinação .Abertura no tambor .Descarga. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .

Moagem Principais fatores que afetam a capacidade de moagem Aumento da altura da calha Donnelly 6000 5000 4000 X (+) p 3000 p+dp θ 2000 Pressão (N/m²) Dens. ap. Alimentação. (N/m³) 1000 0 0 1 2 3 4 5 6 Altura . Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo ."X" .Descarga.

Conseqüências . Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . Alimentação.Moagem Principais fatores que afetam a capacidade de moagem Rolos Adensadores (THV) .Descarga.Aumento considerável .Adequação das aberturas .

Alimentação.Moagem Principais fatores que afetam a capacidade de moagem Rolos Adensadores (THV) Aumento significativo dos esforços em todos os componentes. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . inclusive acionamento .Descarga.

Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . Alimentação.Moagem Principais fatores que afetam a capacidade de moagem TEOR DE FIBRA NA CANA • Capacidade é inversamente proporcional ao teor de fibra na cana • Teor de fibra X Qualidade da fibra • Fibra da cana X Fibra da folha da cana • Considerações na regulagem das moendas • Limpeza de cana a seco .Descarga.

Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . Alimentação.Moagem Principais fatores que afetam a capacidade de moagem Alternativas para aumento capacidade (Seqüência Recomendada): • Controle e alterações da calha Donnelly • Reforma dos castelos • Aumento da rotação (1ºs ternos) • Castelos especiais (1ºs ternos) ⇒ Aumentar diâmetro dos rolos e aberturas • Substituir ternos existentes por ternos maiores .Descarga.

Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . integridade dos frisos. Alimentação.Descarga.Moagem Fatores que afetam a umidade do bagaço final • Taxa de embebição • Temperatura da água de embebição • Carga hidráulica nas moendas • Condições superficiais das camisas (solda. condição dos pentes) • Tipo de friso utilizado (ângulo e passo) .

Preparo de Cana e Extração Extração de caldo .Difusão • Descrição sumarizada do processo • Exigências do processo de difusão (Moagem) • Vantagens do processo de difusão (Moagem) • Qualidade do caldo extraído • Níveis de extração no processo de difusão • Consumo de energia • Dificuldades operacionais do processo • Condições operacionais X capacidade e extração dos difusores .Descarga. Alimentação.

Difusão Descrição sumarizada do processo Na separação do caldo da fibra na cana de açúcar no processo chamado de DIFUSÃO. o caldo é deslocado da cana desfibrada por um fluxo de água em contra corrente ao invés de por pressão como na moagem. Alimentação.Descarga. As operações unitárias envolvidas neste processo são: • Preparo da cana • Deslocamento do caldo (difusão) • Desaguamento do bagaço . Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .

Alimentação. diluindo e “arrastando” a substância que se quer extrair . Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .Difusão Descrição sumarizada do processo • Os primeiros difusores contínuos para cana surgiram na década de 60 • Diferença entre o processo com beterraba e com cana de açúcar • Difusão: passagem por osmose de substâncias em concentrações distintas separadas por uma membrana • Lixiviação: “lavagem” de substâncias em solução por um fluxo de líquido de menor concentração.Descarga.

.Descarga. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . na proporção de 4 a 6 % do total da extração do conjunto. o açúcar é extraído principalmente por osmose (difusão) • Nos difusores de cana 95 a 97 % da extração ocorre por lixiviação e apenas 3 a 5% por osmose (difusão) • A extração é complementada pela(s) moenda(s) desaguadora(s). Alimentação.Difusão Descrição sumarizada do processo • Nos difusores de beterraba.

Descarga.Difusão Descrição sumarizada do processo . Alimentação. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .

Difusão Descrição sumarizada do processo • Recirculação dos caldos • Inundação (Flooding) . Alimentação.Descarga. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .

Descarga.Difusão Descrição sumarizada do processo . Alimentação. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .

Alimentação. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .Descarga.Difusão Exigências do processo de difusão em relação ao de moagem • Melhor preparo da cana • Tamanho médio das partículas fibrosas • Uniformidade de alimentação da cana • Temperatura de operação (deterioração e permeabilidade) • Qualidade da matéria prima .

Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .Descarga. Alimentação.Difusão Vantagens do processo de difusão em relação ao de moagem • Investimento inicial (equipamento e periféricos) • Manutenção de entressafra • Facilidade de operação • Custo Operacional • Consumo de energia • Extração .

Difusão Qualidade do caldo extraído • Caldo mais “limpido” e translúcido • Caldo com substâncias responsáveis por formação de cor • Impurezas minerais se acumulam no bagaço caldeiras • Temperatura do caldo para o processo .Descarga. Alimentação. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .

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Extração de Caldo - Difusão
Níveis de extração no processo de difusão
• Extração difusor > Extração Moendas? Porque? • Se eficiência dos estágios de embebição fosse de 100 % nas moendas, com 3 a 4 ternos, a extração seria de 98 % • Se eficiência dos estágios de embebição fosse de 100 % nos difusores, com 4 a 7 estágios, a extração seria de 98 % • Eficiência Moendas = 50 % (3/6) a 67 % (4/6) • Eficiência Difusores = 33 % (4/12) a 47 % (7/15) • Taxa de embebição ⇒ maior facilidade com difusores • Quanto maior a taxa de embebição, maior a extração

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Extração de Caldo - Difusão
Níveis de extração no processo de difusão
• Taxa de embebição: % fibra ou % cana? • 2 difusores a 300 tch, com embebição % fibra = 280 % • Difusor A com fibra % cana = 12,5 % • Difusor B com fibra % cana = 17,0 % • Deve-se esperar o mesmo desempenho dos 2 conjuntos? • Embebição % cana conjunto A = 35,0 % (105,0 m3/h) • Embebição % cana conjunto B = 47,6 % (142,8 m3/h) • Embebição % caldo (A) = (105 x 100) / 300 (1-0,125) = 40 % • Embebição % caldo (B) = (142,8 x 100) / 300 (1-0,17) = 57,35 % • Difusor: lixiviação (fibra) e diluição (caldo)

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Extração de Caldo - Difusão
Níveis de extração no processo de difusão

000.207. Alimentação.2 28.0 24 54.5 6 54.0 14.Difusão Consumo de energia no processo de difusão COMPARAÇÃO ENTRE A INSTALAÇÃO DE 06 TERNOS DE MOENDA OU 01 DIFUSOR + 01 TERNO AUMENTO DE EXTRAÇÃO CAPACIDADE DE MOAGEM ANUAL DIAS DE SAFRA MOAGEM DIÁRIA FIBRA % CANA HORAS DE MOAGEM FIBRA HORÁRIA BAGAÇO PRODUZIDO BAGAÇO PRODUZIDO POL% ESPERADO NO BAGAÇO PERDAS NA EXTRAÇÃO DIFERENÇA A FAVOR DO DIFUSOR EFICIÊNCIA DE FÁBRICA (EXCLUINDO A EXTRAÇÃO) AÇÚCAR ADICIONAL PRODUZIDO PREÇO DO AÇÚCAR FATURAMENTO ADICIONAL COM AÇÚCAR POR SAFRA TC D TCD % HR/D TFH % TB % T T % USD/T USD/Z HP/TFH HP/TFH HP/TFH TFH HP KW TV/H KW/TV KW KW MW/Z USD/MW 3.000 13.20 12.2 28.3 565.000.217 1.000 13.0 54.304 AUMENTO DE ENERGIA PARA VENDA POTÊNCIA CONSUMIDA NO PREPARO POTÊNCIA CONSUMIDA POR TERNO DE MOENDA QUANTIDADE DE MOENDAS POTÊNCIA CONSUMIDA NO DIFUSOR FIBRA HORÁRIA POTÊNCIA CONSUMIDA TOTAL ECONOMIA DE POTÊNCIA MECÂNICA ECONOMIA DE POTÊNCIA MECÂNICA AUMENTO CONSUMO VAPOR DE PROCESO COM DIFUSOR PERDA DE GERAÇÃO POR MENOS VAPOR A CONDENSAR PERDA DE GERAÇÃO POR MENOS VAPOR A CONDENSAR AUMENTO NA ENERGIA PRODUZIDA AUMENTO NA COGERAÇÃO POR SAFRA PREÇO DE VENDA DA ENERGIA FATURAMENTO ADICIONAL COM ENERGIA POR SAFRA 50.927 2.207.0 24 54.059 35 352.2 7.096 10.0 14. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .Descarga.074 2.000 200 10.037 200 1.959.5 1 16.926 12 60 830 2.217 2.000 1. principalmente pelos fabricantes de um ou outro equipamento ECONOMIA EM MANUTENÇÃO ECONOMIA EM CUSTOS OPERACIONAIS FATURAMENTO ADICIONAL TOTAL POR SAFRA 220.421 50.652 DADOS RESULTADOS MOENDAS DIFUSOR US$/ SAFRA 1.494 352.00 5.3 565.378 .435 6.783 89 6.2 3.074 Cuidado com os critérios utilizados.000 180.304 2.000 200 10.

Difusão Consumo de energia no processo de difusão . Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo . Alimentação.Descarga.

Descarga. Alimentação. Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .Difusão Consumo de energia no processo de difusão Consumo de vapor de alta pressão .

Preparo de Cana e Extração Extração de Caldo .Descarga.Difusão Dificuldades operacionais do processo • Impurezas minerais na cana • Impurezas vegetais • Manutenção do Índice de Preparo da cana • Alimentação desuniforme • Interrupções na operação (quantidade de cana no difusor) • Presença de ar na camada de cana • Afunilamento ou formação de canais de escoamento dos caldos • Compactação da camada de cana • Umidade do bagaço final • Caracteristicas físicas do bagaço final . Alimentação.

Preparo Título Alimentação.Descarga. da Apresentação de Cana e Extração Autor Manuel Horta Nunes Escolha uma restrição e apague as outras Uso Exclusivo do(a) CTC ou Associada ou Área Uso Exclusivo das Associadas ao CTC Uso Exclusivo das Associadas ao CTC Divulgação Livre .