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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA FACULDADE DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS MATÉRIAS PRIMAS ALIMENTÍCIAS ALUNO: ADRIANO DE F.

MARCAL – 08091001001

A CANA-DE-AÇÚCAR

BELÉM/PA - 2010

formam espigas florais. Figura 1 .Pertencente ao gênero Saccharum L. do álcool e da aguardente. Originária da Ásia Meridional. de coloração cinzento-prateado [3]. As flôres. A inflorescência (espiga) é uma característica muito marcante dessa família de vegetais. . e as folhas com lâminas de sílica em suas bordas e bainha aberta como mostra a figura 1 [1]. Os colmos. são espessos e repletos de suco açucarado. caracterizados por nós bem marcados e entrenós distintos. agrupadas em panículas e rodeadas por longas fibras sedosas. quase sempre fistulosos. a cana-de-açúcar é uma planta da família Poaceae que é representada por muitos outros tipos de gramas dentre elas estão o milho e o arroz. a cana-de-açúcar é muito cultivada em países tropicais e subtropicais para obtenção do açúcar. devido a sacarose contida em seu caule. formado por numerosos nós. muito pequenas. que apresenta o crescimento do caule em colmos.Sistema de numeração de folhas no sistema estabelecido por Kuijper [2]. congregando-se em enormes pendões terminais.

Fast chromatographic determination of polycyclic aromatic hydrocarbons in aerosol samples from sugar cane burning. A. RODRIGUES. J. 3. L. R. H... F.1027. K. VAN V. GODOI. MIRANDA.. Campinas/SP. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. 2005. GODOI. S.REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 1. Sustentabilidade agrícola e Biodiversidade faunística: O caso do Cultivo orgânico da cana-de-açúcar. J. VAN G. Centro Nacional de Pesquisa de Monitoramento por Satélite.. ANDRADE. Fisiologia da cana-de-açúcar. Universidade Estadual Paulista. . 2004. M.. v. R. D. 2008. L. p. 2.. M. Journal of Chromatography A. Botucatu/SP. SANTIAGO-SILVA. R. J. 49-53. RAVINDRA.