REIS BOOK’S DIGITAL

EM DA pÉ C r is t a
Traduzido por Lena A ra n h a

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T o d o s os d ir e i t o s r e s e r v a d o s . C o p y r i g h t © 2006 p a r a a l í n g u a p o r t u g u e s a d a C a s a P u b l i c a d o r a d A ssem b léias d e D eus. A p ro v a d o p e lo C o n se lh o d e D o u trin a . T í tu lo d o o r ig i n a l e m in g lê s : In Defense o f the Faith H a r v e s t H o u s e P u b lis h e r s , E u g e n e , O r e g o n , E U A P r i m e i r a e d i ç ã o e m in g lês: 1996 T ra d u ç ã o : L e n a A r a n h a P r e p a r a ç ã o d o s O r ig in a is : G Je y c e D u q u e R e v isã o : D a n ie le P e r e i r a C a p a , p r o je to g r á f ic o e e d i to r a ç ã o : E d u a r d o S o u z a F oto d e c a p a : S o lm a r G arcia C D D : 248 - V id a C r is tã ISBN: 85-263-0745-2 A s c ita ç õ e s b íb lic a s f o r a m e x t r a í d a s d a v e r s ã o A l m e i d a R e v is ta e C o r r i g i d a , e d i ç ã o d e 1995, d a S o c ie d a d e B íblica d o B rasil, s a lv o i n d i c a ç ã o e m c o n t r á r io . P a r a m a i o r e s i n f o r m a ç õ e s s o b r e liv r o s , r e v i s t a s , p e r i ó d i c o s e o s ú l t i m o s l a n ç a m e n t o s d a C P A D , v is ite n o s s o site: h t t p : / / w w w . c p a d . c o m . b r S A C — S e rv iç o d e A t e n d i m e n t o a o C lie n te : 0800-701-7373

Casa Publicadora das Assembléias de Deus
C a i x a P o s t a l 331 20001-970, R io d e J a n e iro , R], Brasil. V edição/2 006

UMARIO

Por que Crer? 1. Evidência, Razão e Fé 2. Q uem É Deus? 3. A Bíblia É Confiável? 4. H á C ontradições na Bíblia?

7 15 35 61 89

5. Desafios à Fé 117 6. Evidências de A utenticidade e Inspiração 147 7. E quanto à Oração? 177 8. E quanto ao Mal, Satanás e os Demônios? 205 9. E quanto ao Sofrimento e o Inferno? 231 10. Um "A rrebatam ento" e um a "Segunda Vinda"? 257 11. Evangelho que Salva 287 12. Certeza da Salvação 315 N otas 335

Não é pecado duvidar de algumas coisas, mas acreditar em tudo pode ser fatal. —A W . Tozer Há espaço para ceticismo como há espaço para a fé; e±ao considerar um investimento ou a adoção de uma religião, o ceticismo deve vir primeiro. — Irwin H. Linton Em A Lawyer Examines the Bible ("Um Advogado Examina a Bíblia")

Jastrow. Robert Jastrow. do que um a convicção real fund am entad a em evi­ dência sólida. De m odo geral. ao sacerdote. um dos astrônom os mais im portantes do m undo. foi o fu n d ad o r (e p o r m uitos anos o diretor) do Instituto Espacial G oddard. Cientistas — os Sumos Sacerdotes de Hoje? O m esm o acontece em relação ao m u n d o secular. até m esmo. a u m partido político. agnóstico. ou a um sistema religioso. m uitas delas teriam dificuldade de oferecer um a base só­ lida para sua opinião. a perder sua posição na com unidade acadêmica. E surpreendente notar o quanto a fé fundam enta-se na subm is­ são a um a instituição.i/ ORQUECRER? Se perguntássem os à m aioria das pessoas a razão por que crêem. a um a igreja. chocou seus colegas em um a conferência n a­ cional da Associação para Ciências Avançadas ao adm itir que . mas não em fatos. ou ao pastor. as convicções pessoais re­ ferem-se à lealdade a um a herança ou a um a tradição específica. M uitas vezes a fé religi­ osa é mais um a dem onstração de lealdade aos pais. não acreditar na evolu­ ção levaria alguém a ser ridicularizado por seus colegas e. As crenças existem por razões sociais. Por exemplo. que lançou as sondas Pioneer e Voyager no espaço. a fim de ser aceito em u m círculo de amigos ou entre os colegas.

. com a p rov a de que o universo teve u m início. A reação deles fornecenos u m a dem onstração interessante das respostas da m ente ci­ entífica — supostam ente u m a m ente bastante objetiva — .8 havia evidências de u m C riador Superior do universo. im portante astrônom o britânico. m uito bem conhecido de que "m esm o se todo universo consistisse de um a sopa orgânica". com quem periodicam ente travam batalhas — não passam de crentes. confessou: "O s evolu cio n istas — com o os criacionistas. curiosam ente. ressaltou que todos ali com­ p artilhavam da m esm a fé religiosa: A evolução em si m esm a é aceita po r zoologistas não p o r­ que observaram sua ocorrência. sem falar nas m ilhares de células vivas que d e­ p en d em da m esm a p ara a sobrevivência". m as porque ela é a ú n ic a a lte r n a tiv a .3 Fred Hoyle... a chance de essa sopa produzir as enzimas básicas da vida. Trabalhei com esse assunto [evolução] por mais de vinte anos. Ele tam ­ bém teve coragem de escrever: Os astrônom os. ao falar diante de u m a platéia de biólogos. paleontólogo sênior do M useu Britânico de H istó ria N a tu ra l.. e não houve um a coisa [factual] sequer d a qual tivesse tom ado conhecimento.2 Watson. Portanto. Em outras palavras.S. o h om em que tornou a evolução p o p u lar na televisão britânica. a c ria çã o e s p e c ia l é c la ra m e n te inacreditável [algo que m uitos cientistas não querem adm itir]. (como Carl Sagan o fez na televisão norte-am ericana). lem bra-nos do fato matem ático. E u m grande choque saber que alguém p o d e ser enganado p or tanto tem po". ficam contrariados.1 Colin Patterson. isso jamais poderia acontecer — jamais! Hoyle diz: "A Evolução D arw iniana provavelm ente não o alcançará nem m esm o em um a seqüência exata.. q u an ­ do a evidência revelada pela ciência entra em conflito com os artigos de fé professados p o r sua profissão. por meio de processos alea­ tórios sem u m a direção inteligente. n em p o rq u e ela p o d e ser p ro ­ v ad a logicam ente por meio de evidências coerentes.. a ciência é um a es­ pécie de religião (grifo do autor).M. com 40 mil zeros depois dele. D. p or que essa . seria de aproxim adam ente um a em dez..

N enhum a pessoa ou agência noticiosa é infalível ou não tendenciosa.. Sabemos que um a falsa história tem sido ensinada nos países com unistas.Po r . n in g uém põe u m ponto final decisivo nessa teoria. na verdade. m esm o assim. educadores e livros de estudos. U m a afirm ação típica é: "Nasci h in d u e p er­ m anecerei h in d u até morrer!" A palavra "h in d u " p o d e ser subs­ tituída p or "m uçulm ano". porém . m uitas vezes. "batista". É claro que ambas as pressuposições são tolas.- C xer? s teoria totalm ente im possível é ainda m uito prestigiada? Hoyle acusa os evolucionistas de defender u m a fé religiosa: A situação [a im possibilidade m atem ática] é bem conhecida dos geneticistas. m as parece que. alim en­ tada pelo orgulho e pela obstinação inata. não reconhecemos que um a falsidade similar foi instilada no oci­ dente por causa cie um preconceito igualm ente perigoso e deso­ nesto. M uitas pessoas aceitam o que é divulgado p or meio do rádio ou da televisão ou dos jornais e revistas como se a m ídia não cometesse erros e estivesse livre de preconceito.4 Ninguém Gosta de Estar Errado Portando. N inguém gosta de estar errado. considerando a concepção de que os cientistas su­ postam ente abraçam as crenças p o r razões fun d am en tad as em fatos.. m uitas vezes. Afinal. é falsa. "católico". não é de surpreender que até m esm o um a pessoa com um tam bém faça isso.. É particularm ente hum ilhante adm itir que a fé religiosa de toda a vida de um a pessoa tenha sido colocada em lugar errado e que a fé h erd ad a de seus ances­ trais (ou que o ponto de vista "científico" aprendido na universi­ dade). É necessário ter coragem e hu m ild ade para encarar os fa- . "m órm on" ou m uitas outras designações religiosas. a ciência (como vários cientis­ tas agora adm item ) e o ateísm o algum as vezes tam bém criam "crenças" religiosas. Infelizmente. Isso tam bém vale para escolas. A m aioria dos cientistas apóia-se no darw in ism o p o r causa do p o d er que exerce no sistem a educacional. Você precisa acre­ ditar nos conceitos ou será considerado u m herético.. o que parece ser um a "fé" p rofundam ente enraizada é.

estou apenas em seu lugar. os artistas da vigarice acham alvos fáceis e defraud am milhões de vítim as a cada ano nos Estados Unidos. N a m aioria das vezes. a pessoa p o d e acreditar no relatório sem se im portar com quem o tenha relatado. senhor. Após dar mais alguns passos o hom em que deu a moeda virou-se e ficou chocado ao ver o "cego" tirar seus óculos escuros e exam inar dentro da caneca. A penas q u ando os fatos são claram ente esta­ belecidos. N a verdade. de não saber sobre o que está falando e. U m a pessoa p ru d en te faz p erguntas inteligentes p ara ter certeza de que o ocorrido foi relatado de m aneira acurada e de que a teste­ m u n h a com preendeu o acontecido da m aneira como isso real­ m ente aconteceu. não sou cego. Todos precisam os ter u m a dose saudável de ceticismo. especialm ente quan d o eles frustram tendências e lealdades existentes há m uito tempo. d u v id ar dessa pessoa. pelo m enos. m uitos de nós somos ingênuos. eu sou o surdom u d o que fica na outra esquina". Erros fatais p o d em se com etidos m esm o q u ando a testem unha ocular é u m am igo próxim o em quem confiamos com pletam ente.10 tos. A Ingenuidade Universal Se um a pessoa não presencia u m incidente no m om ento em que ocorre. ao que o "cego" replicou: "Não. O hom em que d eu a m oeda retor­ n o u rapidam ente e declarou com raiva: "Você não é cego!". parece que não tem outra escolha a não ser acreditar no relato de u m a testem unha ocular. portanto. parece razoável acreditar no relato de alguém que você conhece pesso­ alm ente e em quem confia de form a plena. N essa circunstância. eqüivale acusá-la de m entir ou. não ser confiável. . Por essa razão. Seria desleal du v id ar de u m bom amigo. é necessária um a palavra de advertência. N o entanto. Geralm ente. H á u m a história que conta sobre u m hom em que passava p o r um a ru a e jogou u m a m oeda na caneca de lata que u m hom em segurava. usando óculos escuros e m ostrando u m cartaz que dizia: "Ajude um p o ­ bre cego". aparente­ m ente. O cego está de folga.

para que possa conhecer Deus. m ais sábio e determ inado do que costum a­ va ser. apoiada em evidências irrefutáveis. m as no sistem a religioso. A Bíblia apresenta o registro daquilo que chama de "fé". em ­ bora esse algo ou esse alguém possa reivindicar que representa o Senhor. não em Deus. Q uando se referem à religião.C r e r :j / / Não havia necessidade de fazer muitas perguntas ao "cego" para descobrir a verdade antes de jogar a moeda na caneca de lata. Tam­ bém não são necessárias muitas perguntas para descobrir a verdade sobre um a religião específica. no entanto. Nesses vários anos de viagens ao redor do m undo para palestrar a diferentes platéias em países e culturas distintas. na maioria das vezes elas não são nem mesmo permitidas. qualquer "fé" que não for fundam entada na razão. no fu n d ad o r ou no líder religioso. na igreja em si. O u o indivíduo. disseram-me que a maioria dos pregadores e professores raramente oferece essa oportunidade aos ouvintes. termos o maior cuidado de estarmos certos de que as respostas às quais chegamos são válidas. En­ tretanto. . Permitiremos que os críticos desa­ fiem a Bíblia de todo ângulo possível e descobriremos que a evi­ dência em favor da "fé" é absolutamente invencível. sempre valorizei o mom ento em que os ouvintes têm a oportunidade de desafiar-me com perguntas. é um a verdadeira loucura. U m indivíduo pode tornar-se cínico e dar as costas a toda religião e. rejeitar a possibilidade da verdade. Qual É a Razão de sua Fé? Todas as religiões em algum m om ento ou outro exigem fé — e. embora poucas perguntas sejam u su­ almente feitas. a decepção inevitavelm ente aparece. Como veremos nas páginas seguintes. ao m esm o tem ­ po. a partir desse m om ento. mais cauteloso sobre as prom essas e ensina­ m entos de meros homens. freqüentem ente. p od e tornar-se u m seguidor mais diligente e cauteloso. porém agora. O resultado de depositar a confiança em algo o u alguém que não seja Deus. Queremos encarar essas questões de forma honesta e aberta e. esse elemento fundam ental que oferece a única res­ posta confiável a todas as questões suprem as da vida.

As questões encontradas nas páginas seguintes foram feitas a este autor p or m uitas pessoas sinceras do m u n d o inteiro.42 N ão há n ad a errado em form ular questões em busca da ver­ dade. apresentar questões é essencial no processo de descoberta da verdade. . à ciência. Q uaisquer respostas que sejam ofere­ cidas têm de ser questionadas até que o indivíduo esteja satisfei­ to de que a verd ad e foi encontrada. Portanto. céticos e ateístas) têm feito e de respostas que apresen­ tam u m a razão para cada um desses questionam entos. desde como alguém pode saber se a Bíblia é verdade e se Jesus Cristo realm ente existiu até se Ele é ou não o Salvador dos pecadores e como alguém pode ter certeza da salvação. O plano geral é m uito simples: U m a p ergunta é feita e a res­ posta é oferecida conforme a com preensão que o autor conclui sobre assuntos referentes à Bíblia. as quais estavam honestam ente buscando a evidência que pudesse sustentar em si a fé verdadeira ou estavam fazendo o m elhor que po d iam p ara destruir a Bíblia e "fé" que a m esm a oferece a toda a hum an id ad e. este livro é apenas u m a série de p erguntas que os investigadores sinceros (e m uitos críticos. Os cap ítu lo s são d iv id id o s de acordo com o assu n to geral a ser discutido.expressas pelos questionadores abrangem um a variedade de tópicos. A precisão da profecia bíblica é outro dos m uitos tópicos que exigirão nossa atenção. N a realidade. As preocupações. à história e à expe­ riência pessoal. A validade científica e histórica da Bíblia tam bém serão exam inadas com as questões referentes à existência do Deus da Bíblia e outras preocupações de im portância vital.

[o cristianismo] pode abrigar tudo que a ciência p uder descobrir e ainda desafia a ciência a aprofundar-se mais e mais. Esta foi a maneira astuta de Talleyrand dizer que aquela religião era um embuste. — M a r k H o p kin s4 Para a mente teórica. — G ordon A llp o r t5 .. depois enterrado e. ressuscite os mortos. — S a m u e l P. legalistas pedantes. e depois faça milagres. ressuscite no terceiro dia. [. amargos.] a figura mais importante na história do mundo? — W . [.. Talleyrand replicou: "Apresentar uma nova religião não é um assunto fácil. P u t n a m 2 Como pôde um carpinteiro.] nascido em meio a um povo cujos grandes mestres eram limitados. ser o supremo Mestre religioso que o m undo já conheceu.. a qual deveria estar fundamentada em uma mentira. S. a seguir.Aquele que deseja filosofar deve começar por duvidar de todas as coisas. intolerantes. cure todas as doenças e expulse demônios — e assim é possível que você alcance seu objetivo". Vá e seja crucificado.. P eake3 Nenhum a revolução que já aconteceu na sociedade pode ser comparada àquela que foi produzida pelas palavras de Jesus Cristo. há algo que o aconselharia a fazer [.. No entanto. — G iordano B ru n o ' Quando o fundador de uma nova religião reclamou que esta fez pouco progresso entre as pessoas..].

m as apenas um tolo se sentiria . que é m uito séria e que levou m ultidões à escravidão reli­ giosa ao longo da história. A Bíblia considera que crença e fé es­ tão no m esm o nível. é m uito mais im portante do que a crença sobre os assuntos referentes a esta vida. A lguém pode estar disposto a p erm itir algum a incerteza em relação aos assuntos terrenos. Além disso. deve ser u m a base mais sólida do que a m era crença. RAZÃO E FÉ Um Salto no Escuro Q uestão: Sempre com preendi que há u m a diferença entre crença e fé — a crença está fu n d am en tad a no fato. m as ultim am ente tenho pensado se isso deveria ser verdade e p or que deveria ser verdade. que não existe diferença entre elas. Você poderia me ajudar? R esp o sta : Você está lutando com um a com preensão equivo­ cada. p or envolver assuntos eternos. u m a vez que se relaciona à religião. U m p o u ­ co de bom senso e um pouco de reflexão lhe dirão que fé deve ser u m fundam ento factual seguro tanto quanto a crença. A fé. Isso parece razoável. e a fé. deve estar divorciada da evidência e da razão./ pVIDÊNCIA. fé em Deus e em sua Palavra. A fé não é um salto no escuro. portanto.

u m investim ento nesta vida.. a fé surge da subm issão cega a algum as autoridades religiosas.16 confortável com. po d e apenas estar fu n d am en tad a sobre fa­ tos — não sobre sentim entos. A verdadeira "fé" como verem os. o m enor grau de dú v id a quanto às coisas que o afetam eternam ente. m as Jesus p rovou o contrário. com m uitas e infalíveis provas" (At 1. grifo do autor). Lucas nos relata que nos q uarenta dias que Jesus passou com seus discípulos após sua ressurreição.27) Ali estava a tangível evidência irrefutável. Clara­ mente.7). pois u m espírito [fantasma] não tem carne nem ossos.21. pela fé. Ver Significa realmente Crer? Q uestão: U m fam oso adágio diz: "Ver p ara crer". Retende o bem " (1 Ts 5. Ele considerou tanto legítimo quanto essencial provar que Ele era exatam ente o m esm o que fora crucificado e que res­ suscitara dos m ortos no m esm o corpo (mas agora em um a nova e gloriosa forma) que fora sepultado sem vida. como vedes que eu tenho" (Lc 24. Portanto. grifo do autor). Cristo não achou que seria suficiente apenas m ostrar-se a seus discípulos sem p rovar com evidências irrefutáveis sua res­ surreição. intuição ou emoção. Q ual delas está correta? . N ão é de surpreender que o apóstolo P aulo tenh a escrito: “Exam inai tudo. Eles p en saram que estavam vendo u m fantasm a. Ele "se apresentou vivo. até mesm o. e Cristo decla­ rou posteriorm ente: "Põe aqui o teu dedo e vê as m inhas mãos." Cristo disse aos discípulos estupefatos na prim eira vez que Ele apareceu-lhes depois de sua ressurreição.3. que sou eu m esm o. O incrédulo Tomé não estava presente nesta prim eira ocasião. Essas d uas idéias parecem estar em conflito direto um a com a outra. é ainda m ais im portante estar absolutam ente certo e fu n d am en tad o em provas sólidas antes de aceitar." (Jo 20..39. "Vede as m inhas m ãos e os m eus pés. E. chega a tu a m ão e põe-na no m eu lado. as coi­ sas que afetam o destino eterno de u m indivíduo. grifo do autor). O senso com um diz que a prova irrefutável deve ser exigida antes de se fazer u m com prom isso. A Bíblia diz: "Porque andam os p or fé e não p o r vista" (2 Co 5. "Tocai-me e vede. tam pouco.

como todos sa­ bem os p or experiência. N a verdade. Conse­ qüentem ente. "ver" não é sem pre um a razão suficiente p ara crer em algum a coisa. obviam ente. N inguém jam ais viu a gravidade. O que ele "vê" é a im pressão criada em suas células cerebrais de um reflexo conduzido p or pequenas ondas para dentro de seus olhos e depois ao longo de conexões n erv o ­ sas para seu cérebro. tam pouco a divisão do áto­ mo. em bora já tenham os observado o que acreditam os que sejam seus efeitos. astrônom o britânico.. Em bora "ver" com os próprios olhos ou testem unhar um a ocorrência possa ajudar a pessoa a crer.. A m iragem po d e fazer com que a areia escaldante de um árido deserto pareça ser água. em bora hoje acredi­ temos que ela seja a m atéria de que todo o universo é feito. O leitor. a aparência p o d e ser enganosa. declarou: A grande conquista física do século XX não foi a teoria da relatividade. com o que a página e a tinta realm ente se "parecem " ou realm ente "são" pode nunca ser conhecido p or nós. Além disso. creste. pois.. m uitas pessoas nunca estiveram na China e. Por exem plo. bem -aven- . n em a teoria quântica.. em bora possa ser parcial­ m ente verdadeira. não vê as páginas e a im ­ pressão deste livro. meros m or­ tais. em n en h u m a instância nós realm ente "vem os" o que estamos olhando. na v erdade. U m mágico em cena pode iludir a audiência p ara que "veja" algo impossível. cre­ mos em m uitas coisas que nunca vimos. Com o tam bém "ver" não é essencial p ara crer. portanto. eles acreditam que este lugar existe p o r meio de ab u n d an tes testem u n h o s dos que já estiveram lá e de m uitas outras evidências. a segunda é totalm ente verdadeira. pode dar u m a im pressão errada.47 R e sp o sta : A prim eira afirmação. nunca viram este país com seus próprios olhos. Portanto. O que quer que essa im pressão seja exata­ mente. nem sem pre a pessoa "vê" de m aneira acurada.. [mas] é o reconhecim ento geral de que não estam os ainda em contato com a realidade últim a.6 Andamos por Fé e não por Vista As palavras de Jesus q u ando Ele se revelou a p ara Tomé fo­ ram m uito instrutivas: "Porque me viste. "ver" não é o que alguém julga que a coisa seja e certamente não é o melhor fundam ento para a crença... Tomé. Bem como n en h u m cientista já viu a energia. Portanto.. James Jeans.

a fé é [. e m ilhares de pessoas inteligentes tam bém crêem nEle sem que jamais o te­ n h am visto com seus próprios olhos. John Eccles. a quem ne­ n h u m dos hom ens viu nem pode ver" (1 Tm 6. etc. Não m uito tem po atrás. propósito. explicaria tudo. O m aior capítulo sobre a fé na Bíblia inicia-se com: "Ora. Por exem plo. pois a fé faz contato com o que é invisível.>a d a Fe C xíjtâ tu rado s os que não viram e creram!" (Jo 20. que desem penhou p a ­ pel vital na pesquisa.8 Erwin Schroedinger. ninguém poderia acre­ ditar em Deus. se "ver é crer" fosse verdade. contentam ento. apontou que o recente reconhecimento de que a mente é u m ente não-físico causou o colapso do materialismo científico.18. de "ver" destrói a fé. inclusive a consciência. grifo do autor). prêm io Nobel. outro prêm io Nobel. o m u n d o acadêmico acreditava am plam ente que a ciência física. A inda assim. grifo do autor). não p o d e ­ riam crer nEle. obviam ente. vos alegrais com gozo inefável e glorioso" (1 Pe 1.E\: D e e :-. justiça.12)...8). um dia. Essa esperança vã não é mais adm itida pela maioria dos cientistas. paz. apresentando ao m undo contemporâneo um a nova física. 1 Jo 4.1. no qual. m as crendo. não o vendo ago­ ra. e as duas são incompatíveis. então todos que vivem hoje que. Os elementos mais im portantes desta vida física (amor. ale­ gria. que apenas pode envolver o que não vemosl Lembre-se. nunca viram ou tocaram Cristo fisicamente. pois Ele habita "na luz inacessível.) não p o ­ dem nem ser vistos nem explicados. acreditam os em Deus.] a prova das coisas que se não vêem" (Hb 11.29) Pedro escreveu sobre o Cristo ressurrecto que agora está no céu à direita do Pai: "Ao qual. não o h avendo visto. "andam os por fé e não por vista ". De fato. conseqüentem ente. expressou isso de m aneira bastante direta: . Portanto. a tentati­ va de visualizar e. Se "ver é crer". amais. O apóstolo João declarou que "Deus nunca foi visto p or alguém " (Jo 1.16.7 Ao contrário. a fé não envolve ver com os olhos. verdade. ao contrário de Tomé. Essas afirmações bíblicas revelam o grande logro do ensino fun d am en tad o na visualização. o pasto r da m aior igreja do m u n d o insiste que é im possível ter fé e receber resposta p ara u m a oração sem que visualizem os claram ente o objeto ou o resultado pelo qual alguém está o rando.

C onseqüentem ente. é essencial como um prim eiro passo em . tu do que realm ente é im portante para nós. verdade. paz.. D evemos ter fé se quiserm os saber sobre as coisas m ais im portantes da vida (amor. que se encontra realm ente p erto de nosso coração. [ela] não sabe nada.13 A descrição científica do m u n d o real que m e rodeia. A ciência não tem resposta para isso....).. Porém essa afirmação im ediatam ente suscita a im portante questão de como u m a pessoa p o d e acreditar em algo ou em alguém que nunca viu e que. mas que são irrefutáveis. O restante deste livro tratará bastante desse assunto.. O ceticismo. porém essas ques­ tões continuavam a me incomodar. as questões precisam ser form uladas e a pessoa não deve ficar satis­ feita até que se sinta segura em relação à resposta recebida. as quais a ciência não pode revelar e a respeito das quais ela nada tem a esclarecer. m as q u an d o p erguntei ao pastor sobre elas. alegria. E errado querer algum a evi­ dência e. algum a prova sobre o que a igreja ensina? R esp o sta : E surpreendente a quan tid ad e de pessoas que vai regularm ente à igreja e aceitou a perigosa e ilógica idéia de que quando vem p ara a religião a pessoa não p o d e nunca questionar nada. contentam ento. quan d o fiquei mais velho comecei a ter m uitas dúvidas. pois isso dem onstraria um a "falta de fé". justiça.. na v erdade. silen­ ciou assustadoram ente sobre tudo. Eu queria acreditar. além de ter m uito pouco a ver com o "crer" e nada a dizer a respeito da "fé". De onde venho e para onde vou? Esta é a grande e insondável questão para cada um de nós. sobre Deus e a eternidade. Ao contrário. etc. na verdade. ele disse que eu tinha de aceitar as declarações de nos­ so santo Pai e dos pastores. A fé deve estar fundamentada em evidências que independem de sinais físicos ou comprovação científica.. É Errado Querer Evidências para sua Crença? Questão: Desde criança fui criado em um a determ inada igreja e acreditei em tu do que o pastor e m eus pais m e ensinaram q u an ­ do eu era jovem. até mesmo. propósito.. sobre o bem e o mal. não p o d e ver..1 1 O "ver" tem sérias limitações.

Tanto a Bíblia quanto o senso com um nos mostram isso. Jesus disse: "Tende fé em Deus" (Mc 11. e o qual é relutante em perm itir que suas doutrinas e afirmações sejam livremente exami­ nadas por m entes sinceras e inquisitivas. hom em " (1 Tm 2. então. portanto. na verdade. guru ou igreja que reivindicam atuar como m ediador entre Deus e o hom em nos diz: "Confie em m im ". instituição) que não seja Deus. A fé é a confiança absoluta e total. já que ninguém mais é merecedor de nossa confiança incondicional. grifos do autor). e argiii-me" (Is 1. não nos desaponta quando cremos nEle. . A credulidade ingê­ n u a não ajuda a fé verdadeira. grifo do autor). desde que ele não se revista de orgulho nem se tran s­ form e em um pretexto p ara o preconceito. guru) ou a algo (igreja. Portanto. esta precisa tam bém ser Deus. estão por meio desta reivindicação exigin­ do nossa total confiança. A penas Deus é onipotente. [que tam bém é Deus] Jesus Cristo.22). sacerdote. de nossa fé. Certamente. ninguém ou nad a além de Deus é m erecedor de nossa absoluta e total confian­ ça e. Por isso é que a Bíblia diz: "Porque há um só Deus e u m só [apenas um] m ediador entre Deus e os hom ens. depositar nossa total confiança apenas nEle. Conhecê-lo pessoalmente ? Sim. Q u a lq u e r s is te m a re lig io s o q u e d e m a n d a fé em seu s ensinamentos — fundam entado em sua alegada autoridade em vez de fundam entar-se em firme evidência —. moral ou fé e de que seus dogm as devem ser aceitos sem questionam ento é um a m entira que já custou a m uitos sua liberdade e paz de espírito na terra e os condenou a passar a eternidade no inferno. portanto. religião. quando a fé é associada a alguém (pastor. onisciente e onipresente e. que deve ser dirigida apenas a Deus. se for para u m a pessoa agir como m ediador entre Deus e a hum anidade. A penas Ele é merecedor de nossa confiança total.5. não pode ser confiável. O b­ viamente. A idéia de que apenas a elite do sacerdócio ou clero é qualificada p ara determ inar a verdade em relação à religião. Esperamos seguir esse aviso ao longo deste livro. é sua inimiga. como princí­ pio fundam ental.18.20 direção à fé. Jesus Cristo é Deus que se tornou hom em por meio do nascimento virginal. D eus mesmo disse à hum anidade: "Vinde. N enhum pastor. e Ele responsabi­ liza cada de u m nós p or conhecê-lo pessoalm ente e. está m al direcionada. sacer­ dote.

Sim. para depois dar o salto. Essa é a crença que causa o efeito que alguém busca — um a teoria que contém algum a verdade tem porária e limitada. N ão im porta em que al­ guém acredita. De acordo com essa teoria.21 Qual É o Papel da Evidência e o da Razão? Q uestão: Posso ver que não faz sentido e que seria m uito perigoso crer em algum a coisa sim plesm ente porque algum a igre­ ja ou líder religioso diz que assim devo fazer. na verdade. estou confuso. segue apenas a direção ap o ntada pela razão e pela evidência. não o objeto da p ró p ria fé. trazer u m a tem porária sensação de . portanto. o que poderia tornar a fé totalmente racional — e aí. Em conseqüência. O bviam ente. acreditar na Força da G uerra das Estrelas ou que Deus é um a espécie de gênio mágico que existe para com andar alguém pode. eu concordo. A idéia de "salto de fé" (em que a fé deve ser irracional) foi difundida por algum as escolas de filosofia e religião. A fé está u m passo além da razão. Certam ente. A pessoa precisa acreditar em alguma coisa. a fé em si m esm a é que se torna im portante. Por esta razão. tais como o fato de que o sol está no céu e enviando seu calor p ara a Terra. pois se a "fé" está fu n d am en tad a em razão e evidências. N o entan ­ to. Na verdade. a fé não deve transgredir a evidência e a razão. Com o diz o ditado: "Se isso funciona para você. isso não faria sentido. a razão e a evidência p o d em legitim am ente apontar a direção que a fé deve seguir — é necessário fazer isso. a pessoa poderia acre­ ditar ou ter fé em qualquer coisa. e esta seria apenas fu n d am en tada em sentim entos e em intuições da pessoa que crê. está correto" — u m a idéia insensata que nega a incondicionalidade da verdade. R esposta: Sua confusão é resultado de im aginar que a razão e a evidência estão envolvidas em toda a fé. deve haver outros fundam entos p ara a crença. a fé não é necessária p ara se acreditar em coisas que são evidentes em si m esm as ou que po d em ser de todo com pro­ vadas. se isso fosse verdade não haveria outros fundam entos p ara a fé. Por outro lado. não parece ser a verdadeira fé. ou ela seria irracional.

A estrutura de um a folha (e quanto m ais a do cérebro h u m a ­ no) requer u m Planejador inteligente.1. a evidência sobre Ele está em todo lugar a nossa volta: "Os céus m anifestam a glória de Deus. De outra m aneira. p ara que eles [toda a h u m a n id a­ de] fiquem inescusáveis" (SI 19. chegue­ m os à conclusão de que o universo. N in ­ guém pode aprender m uito sobre a incrível natureza do univer­ so. nem sobre a incom preensível com plexidade de um a célula viva com dez mil reações químicas. de qualquer m odo. deixando a pessoa em u m a situação pior do que a anterior. M uito m enos que a prova. sem se dar conta de que isso não p oderia acontecer p or acaso. Certam ente é apropriado que observem os a in­ crível ordem do universo e que. não somos frutos do acaso.] Porque as suas coisas invisíveis. pois Deus está m uito além de nossa capacidade de com preensão total e. está além de qualquer prova que possam os com preender. Isto não é apenas o a u ­ têntico prim eiro passo para conhecê-lo. Por fim. A pessoa deve ter alguma evidência até m esm o p ara crer que existe u m Deus. . essa crença se torna u m a desilusão e a bolha de euforia se rom pe. acontecendo em p e r­ feita harm onia um as com as outras.bem-estar. Evidência e razão apontam para Deus. tanto seu eterno p o d er como a sua divindade. [. se en tendem e claram ente se vêem pelas coisas que estão criadas. n em sobre a beleza da sim plicidade da estru tu ra atômica dos elementos.20. se a razão não tem qualquer participação na fé. Rm 1. Fé É a Resposta para a Verdade Demonstrada A prim eira vista p o d e parecer norm al rejeitarmos a razão e a evidência. diante de tal evidência. grifo do autor). como a idéia de Deus poderia se sustentar? Felizmente. que está além de nossos mais altos pensam entos ou Ele não seria capaz de criar e gover­ nar o universo. m as tam bém o essencial.. bem como nós m esm os. como p o ­ deria a evidência ter qualquer participação na crença em Deus? Com o já vim os. assim a pessoa p o d e acreditar em qualquer tipo de "deus" — um a idéia claram ente falsa.. desde a criação do m u n d o . m as devem os ter sido planejados e cria­ dos p or u m Ser com inteligência e capacidade para fazer tudo isso. dessa m aneira.

A Bíblia inicia-se assim: "N o princípio. p ara além da razão. pois este fato é evidente em si mesmo por meio do universo que nos rodeia e que foi inserido por Deus na consciência de cada pessoa.1. m as que é d ad o (e precisa ser dado) na direção ap o n tad a pela razão e pela evidência. O ateu vê esta m esm a evidência. Evite Tentar "Coagir" a si mesmo a Crer Questão: Tenho m e esforçado com essa coisa cham ada "fé" durante toda a m inha vida. A razão pode seguir a evi­ dência apenas até esse ponto e depois percebe que a com preen­ são de tudo está m uito além de sua capacidade. m as tratarem os des­ sas evidências m ais tarde. e ele tam bém dá o passo de "fé".1). u m passo que está além da capacidade da razão acom panhar. de suas responsabilidades p ara com seu criador. em bora. Deixe-me sugerir que você inicie encarando a necessi­ dade racional de que Deus exista. sua "fé" é totalm ente irra­ cional. O que devo fazer? Resposta: De forma alguma "se obrigue" a acreditar em Deus ou na Bíblia. Infelizmente. Ela não questiona a existência de Deus. em D eus e na Bíblia como sua Palavra. criou Deus os céus e a terra" (Gn 1. mas não consigo coagir-me a isso.Evidè\ ci a Ra zão e Fe 23 Este Deus.1). Eu quero "crer" em D eus e na Bíblia. seja u m a fé genuína. Ele escolhe ne­ gar a evidência e. N em o universo nem nós mesmos existiríamos ou teríamos qualquer propósito ou significado sem Deus. Q ualquer ser h u m a­ . 53. de qualquer m odo. O ateu dá o "salto de fé" em direção oposta para a qual a razão e a evidência claram ente apontam . entretanto. a fim de ser o C riador e o Sustentador do universo deve ter habilidades que estão infinitam ente além de nossa capacidade de com preensão. H á m uitas outras evidências específicas p ara se crer em am ­ bos. Continuo sendo im p o rtu n ad o por dúvidas. ele dá este passo tentando escapar das conseqüências de adm itir a existên­ cia de Deus e. N este ponto é que a fé d á o próxim o passo p ara conhecê-lo. conseqüentem ente. deste m odo. A Bíblia declara de m aneira inapelável: "Disseram os néscios no seu coração: N ão há D eus" (SI 14. entretanto.

é que a ilha esteja h ab itad a p ara q u e p o s s a m ter a lim e n to . seu com panheiro replica. Portanto. p or fim. são arrastados p ara a praia de um a ilha. seu com panheiro replica. : . Todas as Evidências Apontam para Deus S uponha que dois sobreviventes do naufrágio de u m navio tenham ficado. "Você esteve exposto ao sol p o r m uito tem po. A g ran d e esperança deles. : ^ t à no racional deve concordar com este pronunciam ento. chegou a essa form a após bilhões de anos de seleção aleatória. É um absurdo im aginar que a vida em si m esm a (a qual é um m istério que está além da capacidade de sondagem da ciência) e a incrível com plexidade da substância que m antém a vida tenham acontecido p or acaso.: D i f f v . ele exclama: "Olhe! U m relógio! Isso prova que a ilha é habitada!" "Você deve estar brincando". como qualquer pessoa racional poderia insistir que o universo veio a . Isto apenas aconteceu por acaso sabe-se lá h á quantos bilhões de anos. claro. os p ro d u to s estão sendo m a n u fatu rad o s. "Esta coisa é apenas u m a conglom eração de átom os que. apenas u m a célula viva do corpo h u m an o "é m ais complexa que a cida­ de de N ova Iorque".F f.E:. C : . por acaso. A penas u m tolo poderia pensar que o universo existe p or acaso. em balados e ro tu lad o s p ara em barque. por dias. declarou. c u id a d o s m é d ico s e m eio s p a ra reto rn ar a sua d istante terra natal. N ão há absolutam ente n en h u ­ m a razão p ara acreditar que esta coisa foi planejada e posta p ara funcionar p or qualquer ser pensante. U m deles exclama: "D eus seja louvado! A ilha é habitada! A lguém deve ter feito esta fábrica e a supervisiona!" "Você está louco"." O prim eiro hom em deu um a olhada para os pés e viu um reló­ gio com a pulseira quebrada caído sobre a sujeira. S eguindo seu cam inho p ara d e n tro d a floresta. N ovamente. re p e n tin a m e n te e n c o n tra m u m a fábrica automatizada operando a pleno vapor. à deriva em um bote salva-vidas no oceano Pacífico e. Confor­ me Linus Pauling." N enhum a pessoa em sã consciência pode im aginar que um a fábrica ou um relógio poderia surgir por acaso. ganhador do prêm io Nobel. Apesar de nenhum a pessoa aparecer.

Ev i d l \\_ía R azão e Fe existir por acaso e. pois p ropó­ sito e acaso são opostos.9.. essa afirm ação é fund am en tad a p o r u m vasto núm ero de evi­ dências. O corpo hum ano consiste de trilhões de células.10. N ão se espera que acredi­ temos nessa afirmação sem evidências suficientes. Portanto. tanto para si m esm a quanto para o m undo. A presentarem os m u i­ tas dessas provas ao longo deste livro. m uito menos. que as complexas formas de vida da Terra possam ter surgido por acaso! U m a simples célula viva de um a folha ou de um animal é milhares de vezes mais complexa do que um a fábrica e um relógio juntos. Nossos melhores cientistas não p o d e m p ro d u z ir u m cérebro h u m a n o m esm o com to d a tecnologia e com putadores disponíveis hoje. M uitas delas estão nos m useus do m u n d o todo e são tão irrefutáveis que qualquer pessoa capaz de ler a Bíblia não tem desculpa para d u v id ar dessas afirmações. Apenas Deus pode fazer isso. de fato. que seriam p re ­ servados apesar dos m ilhares de tipos de H itler que tentaram exterminá-los. Ele precisava ter um a m aneira de nos comunicar seu propósito. de milhares de tipos diferentes. seriam trazidos de volta a terra deles. nos últim os dias.10 D eus diz que prova sua existência ao anunciar o que acontecerá antes que aconteça. N em mesmo a idéia de propósito poderia surgir por acaso. Como isso acon­ tece? Por causa das m uitas profecias que Deus fez em relação a Israel e que se cum priram : que os judeus seriam espalhados p or todas as nações da terra. E assim. que seriam odiados e perseguidos e m or­ tos como n en h u m outro povo (anti-semitismo). sabemos que Deus tinha um propósito para nos criar. Em Isaías 43. A m aior prova da existência de Deus que a Bíblia oferece é o c u m p r im e n to d e c e n te n a s d e p r o f e c ia s e s p e c ífic a s . Certamente. A Bíblia afirma ser a palavra de Deus para a h u m an id ad e e explica os propósitos e planos divinos. mas. Em Isaías 46. N ada é mais frustrante para um a pessoa inteligente do que não ter propósito algum na vida. que. Deus diz à nação de Israel que ela precisa ser sua testem unha de que Ele é Deus. isso não se deve ao acaso! Também não faria sentido Deus criar o hom em se não tivesse um propósito definido p ara ele. Não existe plano sem planejador. e m uitas outras profecias que foram claramente cum- .. todas traba­ lhando juntas em perfeito equilíbrio.

que D eus existe. tem os de p e­ dir-lhe para revelar-se a nós e m ostrar seu desejo p ara nossa vida. precisamos confiar nEle quando nos fala sobre coisas que não podem os com ­ preender de forma plena. Simplesmente não temos a capacidade de compreender tudo sobre Deus e seu universo.26 Em Dh a FrC ratA pridas e estão no processo de serem cum pridas bem diante de nossos olhos. não vejo p o r que Deus deve nos exigir a fé. e Deus é infinito. Des­ cobrimos (conforme veremos) que Ele nos falou de form a clara e com preensiva p or interm édio da Bíblia. Obviamente. A Fé Revela um Universo que Está além da Compreensão Humana A fé verdadeira esclarece para nós u m conhecimento de Deus e de sua verd ad e que não poderíam os descobrir de outra forma. por que a Fé? Q uestão: Se a evidência e a razão são partes essenciais da fé. N ão abordarem os esses detalhes aqui. Portanto. não por algum a exigência exorbitante que Deus faz. Entretanto. já tratam os detalhadam ente com a profecia. Estamos dispostos a confiar nEle e em qualquer coisa que nos diga. o objeti­ vo é que ninguém deve acreditar em n ad a sem um a razão sólida p ara isso e que a evidência que leva a h u m an id ad e a acreditar em Deus e na Bíblia é absolutam ente inconfundível. . Por que não nos dá a prova de tudo? Ter de dar este passo de fé parece ser irracional p ara mim. Para sa­ ber. R esposta: A resposta para sua questão é ditada p or nossos li­ mites pessoais. fun d am entad o na evidência. pois. Se Temos a Evidência e a Razão. O que podem os com preender em relação ao universo e de nossa responsabilidade para com Deus a p artir de nossa razão e consciência é suficiente p ara nos p ô r na direção correta. em outros livros. não somos como Ele: somos finitos. E nesse m om ento que a fé entra em ação. m esm o que não a com preendam os de form a algum a. Teríamos de ser como Deus para que tudo fosse provado e racionalizado para nós.

ainda não conhecemos exatam ente o que ela é. como tam bém sabem os que Ele o fez a partir de algo que é invisível. foram cria­ dos.3). sabem os que o universo inteiro é com posto de um a substância invisível denom inada energia. se­ ria im possível de captar. pela fé. alguns dos quais eram compostos com partes de animais e de homens. Essas palavras. Hoje. segurava o u ni­ verso em seus braços. de m aneira que aquilo que se vê não foi feito do que é ap a­ rente" (Hb 11. ao contrário. o crente conheceu tu d o que precisava saber: Que Deus falou e o universo passo u a existir p or meio de seu infinito poder. Por exemplo. A pe­ sar dos avanços brilhantes da ciência. A prova teve de esperar até que a ciência m oderna alcançasse o que a Bíblia dissera mil e oitocentos anos antes. No entanto. de outra forma. Estas outras escrituras. Os gregos pensavam que Atlas. um gigante. então com preen­ dem os sua v erdade ao acreditar no que Ele diz. longe de conter afirm a­ ções que a ciência p o d e apenas confirm ar e não consegue refutar (como é o caso da Bíblia). a Bíblia declara: "Pela fé. Assim que o conhecemos e temos confiança de que realm ente o estam os ouvindo.Ev i d f . Com o resultado. Platão achava que o m u n d o era um ser vivo e que os terremotos eram . entendem os que os m undos. escritas quase dois mil anos atrás. pela palavra de Deus. N inguém naquela época nem d u ran te os m uitos séculos que se seguiram tinha o conhecim ento científico p ara oferecer a evidên­ cia que fundam entasse essa afirmação. O relato dos egípcios sobre a criação envol­ via deuses (como o deus sol que nasceu em um a flor). conseguim os conhecer e com preender o que. relata-nos claram ente que o universo foi feito de u m a substância invisível. em bora conheçamos m u i­ to sobre energia. contêm num erosas idéias ridículas que refletem o grau de entendim ento da h u m an id ad e naquele m o­ mento e a cultura de onde e de q u ando foram escritas. O fato de essas palavras serem encontradas na Bíblia é um a das m uitas razões p ara se acreditar nela em vez de em qualquer outra escritura que seja sagrada p ara as m uitas religiões do m u n ­ do. Já se acreditou que a Terra era plana e sustentada em sua parte inferior assim como um casco de um a tartaruga flutuando em um mar. \ c í Ra zão l Fe 27 Esse é o valor da fé em Deus.

E. Isso é algo que m e incom oda. E possível explicar isso? Resposta: Já m encionam os que Jesus disse: "Tende fé em D eus" (Mc 11.1 0 H á m uitas outras razões p ara crer que a Bíblia é. a personalidade e. o autor diz que "pensam ento positivo" é apenas u m a outra palavra p ara "fé". e que só podem os ter fé em Deus. Percebo que seu discípulo principal diz a m es­ m a coisa: a "fé" é o que ele denom ina "pensam ento da possibili­ dade". a sua saúde. Outros livros sagrados antigos do Oriente incluem lendas e erros m uito infantis para serem levados em considera­ ção. em bora tivesse sido escrita no m esm o período e por hom ens provenientes dessas m es­ mas culturas.\: D t r H S 1--. Ele cham ou Jesus Cristo de "o m aior p en sad o r possível de todos os tem pos". Até m esm o livros com parativam ente m odernos. u m ateísta pode ensinar "pensam ento positivo" em seminários. N a verdade. conseqüentem ente. Até m es­ m o o Alcorão. F. Considerarem os essas razões nas páginas a seguir em resposta a num erosos outros ques­ tionam entos. é exatam ente o oposto da fé. A Fé É um Poder da Mente? Pergunta: U m dos m eus livros favoritos é The Power of the Positive Thinking ("O P oder do P ensam ento Positivo"). C k i s t â causados quando ele se balançava. como o Al­ corão. A teoria do pensam ento positivo é que o pensam ento do in­ divíduo. contém mitos ára­ bes. m as não sei a razão.22).-. N o entanto. pois apenas Ele é digno de nossa total confiança. conforme ela afirm a ser. A Bíblia. Conforme é salientado com freqüência: A Bíblia é o único livro antigo que é acurado em todos os deta­ lhes científicos. e m uitos ateus assim fazem. independentem ente de ser positivo ou negativo. N esse livro. é com pletamente destituída de tais mitos. a palavra infalível de Deus. o pensam ento positivo não diz res­ peito à fé. O bviam ente. A lém disso. possuem erros históricos e cronológicos em abundância. acreditam que o pensam ento do indivíduo pode in- . influen­ cia o corpo. cuja origem é bem mais recente.

"Deus" é transform ado em um placebo que ativa a crença. Esta é. portanto. A fé verdadeira busca a Deus p ara que este faça o que n em a m ente do indiv íd u o (consciente ou incons­ ciente). O que desencadeia essa crença é irrelevante. é a submissão à von­ tade de Deus. Eis aqui um outro erro: M uitas pessoas religiosas tentam usar "fé" p ara fazer com que D eus realize a vontade delas.Ev id e n c ia . percebe-se claramente que aquele que confunde fé com pensam ento positivo como possibilidade afas­ tou-se de Deus. até mesm o. R a za ã e Fe 23 fluenciar. o sucesso ou insucesso é supostam ente gerado pelo p oder da m ente. u m a antiga crença oculta da qual seus p roponentes m odernos reivindicam obras p or m eio de algum po d er psíquico misterioso que todos nós possuím os. não no suposto poder da mente. A fé confia que Deus cum prirá sua palavra e realizará a vontade dEle na vida do indivíduo. O indivíduo pode acreditar em algum a fonte de energia cósmica ou qualquer outra coisa. o que im porta é a crença do indivíduo. Dificilmente a fé poderia ser exigida p ara crer que Deus faria o que é contrário à sua vontade. mas temos de aprender a usar. Uma Escolha Inevitável e Vital Eis aqui a escolha com a qual nos defrontamos: ou confiamos no p o d er de um a crença que temos e que ativa algum p o d er psí­ quico misterioso da m ente ou confiamos em D eus e em seu infi­ nito poder. Tudo que interessa é apenas que ele creia. Um elem ento im portante d a fé. Portanto. nem seus talentos e seus esforços p o d em realizar. o que é obviam ente dem onstrado em todos os luga­ res do universo. Que diferença! Para o pensam ento positivo não im porta se Deus é real ou não. na v erdade. a fé é posta em Deus e em sua onipotência. Portanto. outras pessoas e o m u n d o ao seu redor. A penas um tolo escolheria o p o d er da m ente em vez do p o d er de Deus. tam pouco essa fé desejaria que Ele assim o fizesse. de sua verdade e de seu poder. M uitas . quer consciente quer inconsciente. Assim. Portanto. E o poder da crença que supostam ente causa o efeito desejado. e foi terrivelmente enganado tanto em questões temporais quanto eternas.

não faz mais sentido que. De boa vontade.9). N inguém po d e ter fé em Deus — isto é. para que se desviasse de mim. O bviam ente. p a ra q u e em m im h ab ite o p o d e r de C risto (2 Co 12. a absoluta e total confiança nEle — sem conhecê-lo. Deus é mais sábio do que qualquer m ero ser hum ano.42). toda a idéia de fé em D eus foi inven­ tada p or líderes religiosos a fim de iludir e escravizar seus segui­ dores.8.). etc. m e gloriarei nas m in h as fraq u ezas. N ad a m ais faz sentido. Ele teve um a aflição a que se referiu como "u m espinho na carne". não a sua. então sinceram ente q uer a vontade dEle p ara si. Portanto. Além disso. deixou claro que ninguém jamais com eçou a orar antes que prim eiro dissesse do fundo de seu coração a Deus: "N ão se faça a m inha vontade. em vez de tentar que nossa vontade finita e falível seja realizada. E q u an do a pessoa conhece de fato a Deus. confiemos na sabedoria infinita e no am or de Deus p ara realizar o que é m elhor em nossa vida? Essa é a verdadeira "fé em Deus". Confrontando o Dilem a de Lênin Q u e s tã o : O bviam ente. Ele provou que nos ama.30 pessoas acham que a oração é um a técnica religiosa p ara fazer as coisas de sua pró p ria m aneira. Jesus. Paulo exemplificou a m esm a verdade. E disse-me: A m in h a graça te basta. m as a tua" (Lc 22. do qual p ed iu que Cristo o libertasse: Acerca do qual três vezes orei ao Senhor. po rq ue o m eu po d er se aperfeiçoa n a fraqueza. pois. p or meio de seu exem plo. Essa é um a coisa que todas as religiões têm em comum: . E se alguém aparecer e oferecer u m sem inário sobre técnicas p ara conseguir com que suas orações sejam "respondidas" (como a visualização daquilo pelo que se ora ou declarar com confiança que algo sobre o que estou orando já foi obtido. haverá milhares de pessoas que gostarão de apren d er como conseguir realizar as coisas de sua p ró p ria m aneira. Eles colocam sua visão naquilo que querem e depois utilizam a oração como um meio de con­ vencer Deus a fazer com que essa visão se realize.

o hom em é u m m ecanism o estí­ m ulo-resposta e. Tudo que p o de conhecer sobre as coi­ sas é o que já experim entou: o estím ulo do m u n d o físico e sua resposta instintiva que foi h erd ad a através de m ilhões de anos de evolução e que depois foi m odificada e reprogram ada de acor­ do com sua experiência pessoal. Ele também era materialista.Ev id e n c ia . m as a cor-de-rosa existe. O hom em po d e apenas conhecer aquilo que existe no reino físico. conseqüente­ m ente. Ele pode sonhar com o "paraíso" ou com . não havia espaço para Deus nessa teoria e foi preci­ sam ente isso que criou problem as p ara Lênin q u ando ele ousou pensar sobre essa concepção. sem espírito nem alma. E claro. E óbvio. portanto. De acordo com essa teoria. e a única m a­ neira para conhecer esse m undo era entrar em contato com ele. Não existia nada para Lênin. exceto o m undo físico. Lênin. apenas um punhado de moléculas de proteínas ligadas por nervos. Q uando ele toca algo quente ou frio e aprende sobre "quente" e "frio". Os anim ais não têm deuses. po d e apenas conhecer aquilo que o estimula. p o r­ tanto. que com a ajuda de um pouco de bebida alcoólica ele pode ter visões de elefantes cor-de-rosa. R azào e Fe um a classe de elite form ada por clérigos que arrebanham pessoas para acreditar em algum Deus mítico e depois fingem que são intermediários desse Deus para m anter as pessoas sobre seu poder — e cobram m uito para assim fazer! Resposta: Essa é a teoria de Lênin. p o d eria ser rep ro g ram ad o p o r m eio da "m odificação comportamental". acreditava que o hom em era u m mecanismo de estímulo-resposta. por que o hom em em seu processo evolucionário desen­ volveu tal fantasia? De acordo com sua teoria. O comportamento do hom em foi ap rendido p o r meio da experiência e. que os comunistas transformaram em um a arte primorosa — em ­ bora ela só funcionasse por meio da destruição da pessoa. Q uando ele toca ou é atingido p o r algo d uro ele aprende sobre "duro". o hom em não consegue nem m es­ mo pensar ou fantasiar sobre algo que não existe no m u n d o físico. assim como Freud. e os elefantes tam bém . um a palavra educada para "lavagem cerebral". Até m esm o a ciência não tem outra fonte de conhecimento.

N ão é interessante notar que a Bíblia. pois o fato de que toda a h u ­ m an id ad e possui esse conceito com prova a existência dEle. O bvia­ m ente. aquele fato diz algo im portante sobre a Bíblia e sobre Deus: Ele já fe z contato com a consciência de cada pessoa. cuja evidência seriam os arcos e flechas ou as vestes e jóias enterradas com os mortos. N inguém conseguiu fazer isso. m as n en h u m deles é oferecido! C ertam ente. m as isso estaria sem pre em conform idade com sua ex­ periência: um a "terra boa para caça" para o índio am ericano ou u m a terra de luxo p ara os faraós. Qual a origem disso? Aqueles clérigos desprezíveis devem ter inventado "D eus" e desde que assim o fizeram encheram as m entes das pessoas co­ m uns com essa ilusão a fim de m antê-las aprisionadas. e isto inclui você. não perca seu tem po com explicações desse tipo? A Bíblia é o único livro em que alguém certam ente esperaria ver m uitos argum entos complexos apresentados em favor da exis­ tência de Deus. H avia apenas u m a falha: as pessoas tolas tinham essa fantasia em relação a Deus. . Todos sabem que Deus existe. a Bíblia nem m esm o argum enta sobre a questão. O com u­ nism o as libertaria desse ópio do povo! Tudo bem . Portanto.32 o "céu". m as de onde os clérigos obtiveram essa idéia se ninguém pode pensar em nada que não exista? Q ual foi o "estím ulo" que causou essa "respostaDeus?" Esse é o ponto essencial. Conforme a teoria de Lênin. não existe n ad a exceto o m u n d o m aterial e ninguém pode conceber nada que não exista e que não tenha sido experimentado. Que "Estímulo" Causou a Resposta "Deus" nas Mentes Humanas? A teoria parecia consistente e poderia ser d em onstrada aos céticos provocadores p or meio da visualização de um a nova cor prim ária para o arco-íris. Deus tinha de existir ou n inguém seria capaz de sonhar com essa idéia. ao contrário dos filóso­ fos que estão tentando desenvolver provas da existência de Deus há séculos.

O ateísmo afirma que toda existência é única. Putuam Líder ateísta do século XTX2 . não faz sentido venerar o Sol e as estrelas? — Carl Sagan 1 A única diferença entre o panteísmo e o ateísmo é no uso da palavra Deus. afirma a m oralidade natural. — Samuel P.Se devemos adorar um poder muito superior a nós mesmos. afirma a universalidade da lei e assim como o panteísta.

disse em um a Oração Presidencial no desjejum. essencial". em m inha opinião. Pense na união que existiria se as religiões p arassem de discutir sobre esse assunto e honrassem todos os conceitos de D eus de form a aberta e fraternal! R e sp o sta : É verdade. confiança em u m p o d er superior. Al Gore. Ao insistir na aceitação de qualquer "Poder Superior" e. qualquer que seja o nome que este poder receba é. p ortanto qualquer deus. conform e acredita. adm itir sua existência. D.UEMEDIiUS? "Um Poder Superior qualquer que Seja o Nome?" Q uestão: Por que os cristãos se opõem tão veem entem ente a outros conceitos de Deus que são respeitados em outras religiões? Concordo com o que o vice-presidente. você não está sendo "aberto" nem "fraternal". até mesm o. Um "Poder Superior?" De que m aneira superior? Superior a quê? E o que isso significa? Com todo o respeito que devo a você e ao vice-presidente.C. em 1993: "Fé em Deus. sua proposta é totalm ente irracional. pense na u n id ad e que existiria se todos concordássem os que dois m ais dois é igual a cinco — m as isso não funciona. . Além disso.. em W ashington. desse modo. você recusa h onrar o único e verdadeiro Deus ou.

p ara justificar esta caricatura.. na verdade. Como você se sentiria se todos negassem sua individualidade única e sua identidade pessoal específica e olhassem para você como sim ­ plesm ente u m representante do conceito geral de hum anidade? Você g o s ta ria d e ser c o n f u n d id o com u m a s s a s s in o . tornaram -se tão abertos a tudo que se fecharam à idéia de que um a coisa pode estar certa e outra errada. N egar sua indivi­ dualidade seria o m esm o que negar sua existência.Bloom aponta que a "franqueza" tornou-se a nova m o da nos Estados Unidos. o que você acharia se fosse dito que "qualquer ser hu m an o" serve? Por que não achar isso se "qualquer Poder Superior" serve? N ão p o d e haver m aior insulto do que essa negação da ver­ d ad e sobre você como um a pessoa única! Você tem qualidades definidas e aspectos que o distinguem de todas as outras pessoas que já existiram ou existirão nesta terra. principalm ente na educação. mas simples­ m ente observaram você como algum tipo genérico de representa­ ção de hum anidade. Suponha que sua esposa. The Closing of the American M ind ("O Térm ino da M ente Americana"). u m ladrão ou algum outro criminoso simplesmente por que cada u m deles tam bém representa a hu m a­ nidade? E. O término da m ente americana. Você é um indivíduo e não deve ser confundido com ninguém mais. você e o vice-presidente tor­ naram -se tão abertos para todos os deuses que se fecharam à possibilidade de que é possível de que haja apenas um verdadeiro D eus e os outros sejam falsos. Suponha que não fizesse a m enor diferença para seu cônjuge se compartilhasse a intim idade da relação mari­ . Todas as idéias têm de ser respeitadas. ou amigos não tivessem nen hum relacionamento pessoal com você.. ou filhos.^ A ::v\ F e CsbT Esta falácia foi exposta no livro de Alan Bloom.36 E m D m . nada pode ser considerado errado e ning uém deve ser "interiorizado" ao sugerir que alguém p ode estar errado. Ele explicou que os norte-am ericanos. Algumas Considerações Práticas Vamos apresentar nossa proposta de form a prática. u m estuprador. u m impostor. ou marido. por meio da abertural Da m esm a forma.

E n enhum "poder" independentem ente de quão "m aior" poderia ter criado o u n i­ verso e a hum anidade. hv. '0 37 tal e a convivência no mesmo lar com você ou qualquer outra forma de hum anidade! Afinal. o d e­ m ônio o deixa igualm ente feliz! Criar o Universo Exige Qualidades Definidas O fato é que n en h u m ser pensante pode abraçar "qualquer deus" como Criador deste universo — é preciso existir um Criador. de forma racional. ou u m ídolo. Certamente. esse tipo de relacionamento não precisa ser com um a pessoa em particular. Q uem possivelm ente poderia acreditar que um ído­ lo que foi feito pelas m ãos hum anas e precisa ser carregado teria qualquer pod er para fazer quer o bem quer o mal? No entanto. u m m u n d o . sabe­ doria e am or infinitos poderia realizar essa obra. I :D i : . precisam os re­ jeitar qualquer conceito de deus que viola esses requerimentos. serve! Como ousa dizer que o am or de Deus por você não significa nada. a m aioria da h um an id ad e ao longo de toda a história tem confiado em ídolos. e que adorar. "qualquer deus". ninguém poderia. até mesm o.Q. qualquer ídolo estabelece o p a ­ drão de bom e mal que reconhecemos que foi posto em nossa consciência. F undam entados em tais conclusões. ou. E será que a farsa não é ainda m aior se sugerirm os que as qualidades e atributos pessoais de Deus. Apenas um Deus pessoal com poder. são sem significado? Q ue paródia dizer que "qualquer Poder Superior". pedra ou madeira! E m enos ainda. qualquer ídolo poderia nos am ar ou ser digno de nosso amor. atribuir a criação deste universo a algum ídolo feito por m ãos h um anas em argila. é o quanto nos basta. u m ídolo poderia criar a hum anidade. qualquer que seja o nome que este poder receba". m as m eram ente com qualquer pessoa — assim como qualquer "Poder Superior. Até m esm o hoje. Tampouco. A lógica de nossa própria existência e do incrível plano e estrutura do universo que nos rodeia força-nos a tirar certas conclusões sobre Deus. que é separado p or um abism o intransponível de sua criação e todos os seres. e am ar algu­ m a fonte de energia cósmica. Tampouco. e confiar. N ão é verdade que "qualquer deus" serve.

animistas. obra das m ãos dos hom ens. m as não vêem. Tornem-se sem elhantes a eles os que os fazem e todos os que neles confiam (SI 115. e de forma justa. m as não apalpam . isto é verdade apenas na Ásia. como e onde traçar a li­ nha divisória? Q uando. o p ap a João Paulo II reu­ niu adoradores de serpentes. A h um anidade será julgada. Têm mãos. em Assis. m as não ouvem . feiticeiros. têm olhos. m as não falam. onde há m uitos m uçulm anos.38 Em D efesa d a Fe C r supostam ente m oderno. M ilhares de-cidades m odernas dos Estados U nidos e Europa tam bém confiam em ídolos palpáveis e os adoram . por essa grande tolice. budistas e m uçul­ manos. Itália. na região norte da Nigéria. o indivíduo deve considerar os ídolos e todo outro conceito de "deus" como igualm ente válido se "qualquer Poder Superior" serve. como tam bém hindus.4-8). Quem É "Alá"? Questão: "Alá". bilhões de pes­ soas ainda ado ram ídolos. utiliza Alá como a desig­ . Têm boca. e a Bíblia denuncia cada u m destes. fez a surpreendente afirmação de que todos estavam oran­ do para o m esm o D e u s!3 O bviam ente há inúm eros deuses e fal­ sas religiões. com rádio e televisão que noticiam am ­ plam ente os avanços surpreendentes da ciência. têm ouvi­ dos. Isto pode ser com provado pelo fato de que a tradução da Bíblia p ara a língua H ausa. pois seduzem a h u m an id ad e e im pedem que esta venha a conhecer e obedecer ao Deus único e verdadeiro. m as não andam . A consciência e inteligência que Deus nos deu. Esta confiança distorcida leva às trevas espirituais e à escravidão. m as não cheiram. é o Deus úni­ co e verdadeiro da Bíblia. contradiz tam anha loucura supersticiosa. N o entanto. A Bíblia aponta para a loucura de se confiar em ídolos: Os ídolos deles são prata e ouro. adoradores do fogo. ao contrário do que você escreveu em Jeru­ salém: Um cálice de Tontear e em outras publicações. Tampouco. nariz têm. Caso contrário. nem som algum sai da sua garganta. espiritualistas. têm pés. África e América do Sul.

Alá. Q ue m elhor form a poderia existir p ara encorajar os m uçulm anos a acreditar na Bíblia? Resposta: Infelizmente. isso não poderia estar mais longe da verdade. que é usada em alguns países m uçulm anos. A bed Alá (que posteriorm ente se tornaria o pai do profeta . Isaque e Israel. É D el s"J 33 nação para o D eus verdadeiro de A braão. o Jeová do Antigo Testamento e o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.Q itv . ainda hoje de pé em Meca. o biógrafo mais antigo de Maomé. O D eus Lua da Tribo de Maomé Alá não é um a palavra árabe genérica para Deus.. Por exemplo. que por séculos. U m a dos maiores prom otores dessa ilusão é a igreja católica romana. havia um a d eidade que se ajustava a cada um dos milhares de viajantes que por ali passavam nas carava­ nas mercantes. O Vaticano im agina que a diferença entre o D eus do cris­ tianismo e o Alá do islamism o pode ser v arrida para debaixo do m esm o tapete ecumênico.4 Portanto. o no m e do deu s lua dos qitraishes nativos. A identificação de Alá com Jeová causou grande confusão e dano. N aquele tem plo para ídolos pagãos. m as o nome de um deus particular dentre m uitas deidades que foram tradicio­ nalm ente reverenciadas na antigüidade por tribos nôm ades da Arábia. em Meca. Ibn Ishaq. a tribo de M aomé. era adorado com sacrifícios de animais e seres hum anos. relata que o avô de M aomé estava prestes a sacrificar u m de seus filhos. Alá era o principal deus dentre aproxim adam ente tre­ zentos e sessenta ídolos na Caaba. Os Cânons e Decretos do Vaticano II declaram que Alá é o "Criador. o D eus único e m ise­ ricordioso. este é u m erro com um . Este é u m grave erro. tam bém en­ contrado nas traduções p ara o árabe da Bíblia.. isso perm ite que eles continuem a confiar em seu deus falso. antes de o islamism o ser inventado. Longe de aju­ dar os m uçulm anos. mas agora o foco da adoração m uçulm ana. o juiz da h u m an id ad e" — em outras palavras. o Deus único e verdadeiro da Bíblia. Alá é u m a contração de al-Ilah.

D r . A bed Alá.SA DA F f. é um a contração de Abd ul Allah.! F. m an tev e o tem p lo de ídolos e reteve o ritu al p ag ão de beijar a p e d ra n eg ra (há m u ito te m ­ p o u m a p a rte in teg ran te d a adoração de ídolos).6 Aquela pedra. após en co n trar u m p retexto p ara q u eb rar o tra ta d o de p az que fizera com os líderes daq u ela cidade. d e s tru iu os ídolos na C aaba. Quando M aom é rejeitou o politeísmo. supostam ente sua nova religião. proibira que seu povo. já era um a das m uitas deidades pagãs (como Baal e M oloque). inclusive Alá. tem plos e b andeiras árabes. Esse sím bolo p o d e ain d a ser observado em m esquitas. m uito do islamism o é um a transposição das leis e costum es tribais prim itivos já existentes à época de Maomé. adotou a deidade tradicional de sua tribo. e tem de ser beijada pelos m uçulm anos no cum prim ento da exigência de peregrinação a Meca.40 E. q ue estivera e m b u tid a no canto su d o este da C aaba.5 Tampouco. É fato histórico que Alá era adorado muito tempo antes do nascimento de Maomé. adorasse.7ainda permanece na mesm a posição desde a antigüidade até hoje. como parte da supostam en­ . séculos antes de M aomé. Alá e Jeová não são o m esm o Deus! O sím bolo de Alá era a lu a crescente. na realidade feita de u m "material vermelho escuro. a quem o Deus da Bíblia. Jeová. n a a ltu ra exata p a ra ser b eijada". os m uçulm anos p o ­ dem negar que Alá. m inaretes. O nom e do pai de M aomé. e com eçou a p re g a r contra a idolatria. Q u ando M aom é co n q u isto u M eca. esse n ovo profeta que pro clam ara a si m esm o com o tal. quando um a feiticeira o p ersu adiu a sacrificar u m ca­ melo em lugar de seu filho. C rist Maomé). os israelitas. como a designação p ara o Deus único do islamismo. o deus lua. "cerca de u m m etro e m eio acim a do solo. Até m esm o o mês sagrado do R am adã fora estabelecido m uito tem ­ po antes da época de M aomé. que significa servo de Alá. Certam ente.\. de forma oval e com cerca de dezoito centímetros de diâ­ m etro". que M aom é tam b ém a d o to u no islam ism o. confor­ m e o relato de Will D u ra n t. As Práticas Pagãs Persistem no Islamismo da Atualidade De fato. N o en tanto.

o Senhor [YHWH]. Al-Uzza. em espanhol. O Alcorão diz que Alá não é pai e não tem u m filho (em bora tivesse três filhas. não só não ajudaram . como D/os.13. Ao contrário. m as aquele que tem existência p ró ­ pria que é em si mesmo e por si mesmo. Alá é o nome de u m ídolo pagão da antigüi­ dade que foi adotado como o deus do islamismo. então esta palavra.Qvr\: E Dr: ^ te nova religião do Islã. mas um a entidade sozinha e im possível de ser conhecida. YHWH. em francês. seria substituída. Deus explicou o significado de seu nome: "EU SOU O QUE SOU" (Êx 3.3. representadas em meio aos ídolos na Caaba). hoje pro­ nunciado Jeová. sem qualquer hesitação.14). E a punição p ara a blasfêm ia contra Alá é a pena de*morte no Paquistão e em outros locais. não lhes fui perfeitam ente conhecido" (Êx 6. mas Iavé na antigüidade. Parece que M aomé m anteve a ped ra negra como o deus Alá (sem sua imagem) como um a concessão parcial a fim de preservar algo que fosse familiar aos árabes. quando o Alcorão é traduzido p ara outras línguas. não lida . e ele não é u m ser trino. al-Lat e M anah. ao usar Alá para denom inar Deus. grifo do autor). eles insistem que Alá deve ser usado em todas as línguas. pois seu caráter e características são opostos. pois o A ntigo Testamento substitui YHW H por Senhor. D eus disse a Moisés: "M as pelo m eu nom e. A m aioria dos cristãos desconhece o nome de Deus. O Deus de Israel tam bém tem u m nome. Alá destrói os pecadores em vez de salvá-los. tem apenas com paixão pelos justos. ou Dieu. Contrastando "Alá" e "Iavé" Fica m uito claro que Alá não é o Deus da Bíblia por um a série de outras razões. como tam bém criaram confusão. Alá não é m era designação lingüística para Deus. e na sarça ardente. Seria um a blasfêmia cham ar o deus m uçulm ano de qualquer outro nome. Confusão Grave e Enganosa Os tradutores da Bíblia. pela palavra "Deus" de cada língua. YHW H não significa apenas aquele que é. Se em árabe Alá fosse m eram ente a palavra genérica p ara Deus.

Somente a respeito de Deus é possível dizer o seguinte: Ele é amor em si mesmo. m as isso deveria ser suficiente para m os­ trar que o uso do nome Alá p ara o Deus da Bíblia na tradução para o H ausa ou qualquer outra tradução é u m grande equívoco! Conceitos Contraditórios sobre Deus — qual E o Correto? Questão: Os conceitos mais antigos e mais populares de Deus são o panteísm o. Obviam ente. que sinceram ente têm essa crença há m ilhares de anos. a crença de que tudo — isto é. Antes. Alá jamais poderia dizer: "Façamos o hom em à nossa im a­ gem " (Gn 1. um a im possibilidade para Alá. Poderíam os apontar outras razões. pois apenas recom pensa as boas ações e não tem nenhu m a form a justa e reta p ara redim ir o p erdido como o Deus da Bíblia. em bora tam bém seja encontrada no Alcorão um a paráfrase desse versículo bíblico. e não necessitam de ninguém m ais para am ar e ter com unhão ("o Pai am a o Filho". a crença de que há m uitos deuses. na verdade. Filho e Espírito Santo. A idéia de Alá tornar-se u m ho­ m em para m orrer pelos pecados do m u n d o seria um a heresia para os m uçulm anos. então n ad a é Deus porque o termo . ou o politeísmo. decerto. o universo — é Deus. que ele não é o D eus da Bíblia. Fica m uito claro nos ensinam entos sobre Alá. Por que u m desses dois ou am bos não pode ser verdade? Por que a Bíblia é tão veem ente contra essas crenças e por que condena com tanta firm eza aqueles a quem cham a de pagãos.E m Dkh-. com­ pletos em sua perfeição. há com unhão na Trin­ dade). é incompleto: ele estava sozinho e não poderia am ar nem ter com unhão até que outras entidades começassem a existir.sa d a F f G u > com as pessoas por meio da graça. O m esm o não acontece com YHWH ou Iavé. desde m uito antes do aparecim ento de Jesus Cristo? Resposta: O panteísm o é.26). YHW H são três pessoas em uma: Pai. Alá. do Alcorão e do H adite (da tradição islâmica). o m esm o que ateísmo. se tud o é Deus. O estudioso m uçulm ano não tem nenhu m a ex­ plicação p ara essa expressão. o Deus da Bíblia é amor. um a entidade unitária.

Q l f v . O bvia­ mente. Além disso. nem o universo nem o hom em poderiam ter um significado suprem o. possuí-lo e usá-lo. Se ab andonado a si m esm o e sem algum a inteligência externa com poder infinito para recuperar o universo de sua ruína previsível. a não ser que haja alguém que queira comprá-lo. está p erdendo sua força. como um relógio. De acordo com a segunda lei de term odinâm ica (a lei da entropia). O panteísm o pode oferecer apenas a ausência de signi­ ficado. Tampouco há esperança de m u d a r o curso descendente dele ou da hum anidade. quer pessoais ou corporativos. Victor Ferkiss. m as pela ressurreição e nova cria­ ção. O professor da universidade de Georgetown. todos os sonhos e esquem as do hom em . se o universo m esm o for Deus. O anel de dia­ m ante mais caro não tem valor. e assim por diante. serão um dia como castelos de areia destruídos pelo oceano cósmico do nada. o que é verdadeiro em relação a cada parte do universo é d# igual m odo verdadeiro em relação ao todo. mas apenas se algum ser pessoal conceder u m a utilidade para isso e valorizá-lo. um de seus defen­ sores. N ada tem significado nem valor em si e por si mesm o. Essa é um a verdade universal que vale igualm ente p ara tudo. No m u n d o da academ ia de hoje. a desesperança e o desespero suprem o. sustentado agora p or algum as pessoas altam ente escolarizadas. então não há u m ponto de referência externo do qual o universo pode ser avaliado e o qual lhe dá p ro ­ pósito e significado. Q ue tipo de deus é esse? Sem u m Criador que tivesse u m propósito eterno p ara sua criação e que fosse capaz de alcançá-la de fora (não por meio da reencarnação ou da evolução). O panteísm o leva a num erosas con­ tradições: Deus seria tanto o vazio de um vácuo quanto a subs­ tância da matéria. tanto a m orte quanto a vida. Ele seria tanto a doença quanto a saúde. diz que "a idéia se origina com a prem issa de que o univer­ . tanto o m al quanto o bem. a não ser que haja alguém para dirigi-lo. este universo.. deno­ m inado de ecoteologia. E o antigo panteísm o. Todo o universo estará se aproxim ando do zero absoluto e tudo será como se jamais tivesse existido. U m carro não tem significado nem propósito em si m esmo. há o neopanteísm o. É D ei perdeu qualquer significado..

através das eras. não há nem justiça n em m isericórdia. não duvido que. pois a natureza não dem ons­ tra ética".Ev. ganhador do prêm io Nobel.. e a Bíblia adverte que há sérias conseqüências causadas pela adoração da criação em vez do Criador (Rm 1. D i r t v x d a F k C r is t . Há ap e­ nas fatos. qualquer com portam ento. de iniqüidade. portanto. teria de prestar contas) como um a ten­ tativa de encontrar algum a base para o propósito e o significado.' so é Deus"... publicado em 1894: "N o entanto.. com freqüência.8 Neo-Paganismo e o Retorno à Natureza O indivíduo não pode adorar ao m esm o tem po a criação e o Criador.. A cons­ ciência do indivíduo torna-se em botada e a hum an id ad e tornase u m a presa fácil p ara todos os tipos de m aldade e com porta­ m ento cruel.18-32). p a ­ rece pensar que a adoração panteísta da natureza "im pedirá a exploração am biental do universo". Procure encon­ trar u m leão com passivo ou um a águia honesta — ou um fura­ cão solidário. intitulado 400 Years of Freethought (400 anos de Livre-Pensamento). Seus argum entos con­ tra Deus. concorda: Os conceitos de injustiça. nem liberdade nem equidade. Ferkiss. U m sistema de ética que diz que os seres hum anos precisam tom ar como base o com portam ento na natureza justifica. Considere essas palavras no frontispício de um enorm e com pên­ dio sobre o ateísmo (mais de oitocentas páginas!. historiador e filósofo. H erbert Schlossberg."1 0 A tentação de adorar o universo parece ser praticam ente um risco ocupacional p ara os cientistas ateus. a obrigação de ho n ­ rar e de respeitar.9 Sir John Eccles.. como m uitos outros ecologistas de hoje.. N o universo sem propósito da m era natureza. eles apenas agem naturalm ente. porque não há m oral na natureza. lembra-nos: "Os animais não agem de forma moral nem imoral. haja a . de outra forma. traem a adoção quase subconsciente tanto como um a desculpa p ara negar o C riador infinito (a quem o hom em . são com preensíveis apenas em u m contexto moral e p ara seres morais..

ele diz que faz sentido reverenciar o sol e a lua. Reverenciar o sol e a lua? F undam entado em quê? Em que isso é diferente do inclinar-se diante de u m pedaço de m adeira ou p e ­ dra como se fosse u m deus? O que o sol ou a lua têm a ver com a moral. Se um deus é mais forte ou tem mais autoridade do que os outros. com propósito e significado.? existência de u m propósito crescente. Se há m uitos deuses.t v . Assim. nem há obras como as tuas. a verdade ou a paz no céu. n en h u m dos outros deuses pode realm ente ser Deus.1 2 Portanto. É D r v .10). a partir desse "propósito". e o pensam ento do hom em é am pliado com os poderes dos sóis". Conform e citado no início deste capítulo.Q-.. portanto. a quem ele dá o crédito por ter gerado a nós e a toda a vida. portanto. mas que opção o ateísta tem ao tentar reprim ir seu reco­ nhecim ento inato de que o propósito e o significado existem? Ele é forçado a atribuir algo desse tipo à m esm a natureza.1 1 A ped ra angular do livre-pensam ento. N ão há fundam ento para a moral. é a rejeição de "toda autoridade" e "a conquista da n a ­ tureza". tornou-se m uito reverente e adorador diante da presença do Cosmos. se há mais do que um deus. u m ateísta m oderno. retornam os ao monoteísmo. isso tam bém não pode ocorrer na terra. quais são os p o ­ deres cheios "dos sóis" e que parte eles p o d em desem penhar na am pliação do pensam ento do hom em ? A contradição é quase ri­ sível. então quem está no com ando? Os m uitos deuses do politeísm o entram em guerras e roubam as esposas uns dos outros. conforme explicado no livro. Conform e a Bíblia diz: Entre os deuses não há sem elhante a ti.8.. Senhor. e ninguém estabelece um pad rão nem cham a o universo a prestar contas disso. p ara que deus devem os orar? Para o deus favorito da pessoa? Q ual o fundam ento de u m deus em particular para se tornar o favorito de um a pessoa? Deve-se ao . só tu és Deus (SI 86. [.] Porque tu és gran d e e operas m aravilhas. com am or e beleza? A Loucura do Politeísmo Q uanto ao politeísmo. Carl Sagan.

20. não podeis ser participantes da m esa do Senhor e da m esa dos dem ônios" (1 Co 10. Suponha que um certo hom em convence um grupo grande de pessoas a lhe dar as posses que têm e a segui-lo. N o entanto. são represen­ tantes de Satanás e seus subordinados. O m esm o acontece com todos os deuses das m uitas religiões do m undo. nen h u ­ m a m ensagem foi escrita no céu. portanto.21. leva-os a um pântano onde todos são tragados pela areia movediça. grifo do autor). o santo patrono dos viajantes. D :-rtí-\ da Fr Cm?' fato de que algum a vez essa pessoa orou a ele e parece que res­ p o n d eu à oração? Como pode haver qualquer certeza de que um deus em particular pode fazer o que lhe foi pedido? Isso se asse­ m elha a orar p ara vários santos. N ão podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos dem ônios. elas são piores do que mitos. De fato. E errado pedir por alguma evidência inquestionável da existência de Deus? . Para m im . São Cristóvão.Ev. mas nad a acontece. A hierar­ quia da igreja adm ite hoje que Cristóvão foi u m mito e que qual­ quer po der que ele aparentava ter dem onstrado em favor de seus devotos era obviam ente um a ilusão. Ele não deveria ser processado como m entiroso e assassino? Q uanto m ais sério é prom over deuses falsos e vender entradas para o céu que na verdade levam as pessoas para o inferno! Conhecer a Deus Questão: Gostaria de conhecer Deus e pedi-lhe que se reve­ lasse a mim. digo que as coisas que os gentios [pagãos] sacrificam [a seus deuses]. pois o que ele prom ete é u m verdadeiro paraíso na terra — mas em vez disso. vive ou viverá. nen h u m a revelação repentina aconteceu. Ele gostaria que acreditássem os nEle e. D eus não faz concessões. parece que se Deus realm ente existisse. E não quero que sejais participantes com os dem ônios. N enhum a luz se acendeu. faria algo tangível para que soubéssemos de sua existência. porque o que está em jogo é o des­ tino eterno de cada pessoa que já viveu. conforme Paulo afirma: "Antes. a quem milhares de pessoas pedem proteção foi recentem ente retirado do panteão católico. as sacrificam aos dem ônios e não a Deus. Por trás de cada ídolo há u m dem ônio que o utiliza para desviar a pessoa do Deus verda­ deiro.

Você não po de com prá-lo com sacrifício. m oral. alegria. sabe que fazem com que a vida valha a pena. genti­ leza —. Sua consciência lhe diz que você é moralm ente responsável diante de Deus. paz. O que isso lhe diria sobre Deus? Como você saberia que Ele realm ente falou? N a verdade. em seu coração. Isso fun­ ciona da m esm a m aneira com Deus. Estas coisas — amor.v . apenas estará fazendo o que a lei exige. b on dad e. Você não ganha n en h u m crédito extra por assim fazer. I Í D l s ? 47 R esposta: Não. o tipo de evidência que você espera não acontecerá de forma alguma. Você lhe diria que. jamais infringiria a lei novam ente? Você sabe o que o juiz lhe diria: "Se você jamais infringir a lei novam ente. justiça. que você violou suas leis e que ficou aquém de seu pad rão perfeito. Você gastaria tempo tentando convencer o juiz de que dirigiu naquele trecho da rodovia mais dentro do limite de velocidade do que acima dele? Será que ele dispensaria a m ulta fundam entada na teoria de que suas "boas ações superam as m ás?" Você sabe que aquilo não funcionaria com u m juiz terreno e certam ente não funcionaria com Deus. neste m om ento. O projeto do universo é um a m ensagem de Deus que lhe transm ite sua existência como Criador e sua sabedoria e p oder infinitos. que você valoriza acima de tu d o e que. se ele o liberasse desta vez. escutou um a voz audível dizer em alto e b om som: "Eu sou Deus! Adore-me!". orações. k . pureza. D eus/á falou com você. Suponha que você recebeu um a m ulta por excesso de veloci­ dade. No entanto.Q-. A Testemunha da Consciência Sua consciência lhe diz que a única form a de você possivel­ mente escapar da severa penalidade exigida pela justiça infinita . Isso não compensa por ter violado a lei no passado. confiança. Como você saberia que foi Deus quem a pôs ali? S uponha que você. e a evidência está a seu redor — mais do que você necessita. boas obras nem rituais. A penalidade terá de ser paga conforme a lei prescreve". Sua consciência tam bém lhe diz que não há forma algum a de você com pensar por ter desobede­ cido às leis de Deus. transm item a você o caráter de Deus. Im agine que algum a m ensa­ gem com seu nome repentinam ente aparecesse no céu.

para que você possa ser perdoado por sua graça. arqueológicas e cien­ tíficas — p ara p rovar que a Bíblia é a Palavra infalível de Deus. Depois leia esses três livros novam ente. Atos e Romanos. de algum a forma. Além disso. M as você realm ente não precisa disso. mas sabe que um Deus cujo am or e justiça são perfeitos poderia. saberá que Deus fala ao seu coração como só Ele pode falar. sem fé é im possível agradar-lhe [a Deus].6). apenas neste livro fornecemos evidências irrefutáveis desse fato. Recomendo que você comece com o Evangelho de João e con­ tinue a ler os livros seguintes. Como po der ser isso? . Ele tem algum a forma para que Ele m esm o pague a penalidade — a penalidade que você não pode pagar —. Você não sabe qual poderia ser esse método. D eus prom eteu em sua Palavra: “E buscar-me-eis e m e achareis q uando m e buscardes de todo o vosso coração" (Jr 29. Deus já explicou isso tudo naquelas páginas. E você sabe que Ele não pod e zerar suas ofensas sem mais nem menos. Você já estudou á Bíblia seriamente e buscou verificar a evidência que dem onstra que ela é a P a la tra infalível de Deus? H á evidências suficientes — históricas.E m Di-. Se você apenas ler a Bíblia com a m ente e o coração abertos. seria o perdão do Senhor. por causa da violação de suas leis. Esse tipo de prova é como cobertura de u m bolo. De fato. Por um a simples razão. porque é necessário que aquele que se aproxim a de Deus creia que ele existe e que é galardo ado r dos que o buscam " (Hb 11. violaria as leis do Senhor. oferecê-lo a você. Essa é um a prom essa na qual você pode con­ fiar! Busque a D eus de todo o seu coração e teste-o ao buscar na Bíblia p ara que Ele se revele a si mesmo! Devo Acreditar que Deus Existe antes de Buscá-lo? Q u e s tã o : Em m inhas leituras diárias da Bíblia defronto-me com u m versículo que realm ente deixa-me intrigado: "Ora. parece que a pessoa já deve acreditar em D eus antes de buscá-lo. cer­ tamente está na Bíblia. Se há um a explicação para essas boas novas.13). De fato. Em vez de Deus revelar-se a si m esm o a u m coração que o busca.FhSA da F e C rist de Deus. isto dificilmente o enco­ rajaria a m elhorar seu com portam ento.

alguém precisa ser tolo p ara gastar al­ g um tem po b uscand o a D eus sem estar convencido de que Ele existe."V ocê diz que é ateu?" "Sim. A lém disso. é responsável p o r vir a ter um a com preensão apropriada de Deus e p o r não buscar n enhum falso deus. todos. "E não há v erd ad e a não ser que se possa prová-la!". processaria o p re ­ gador p o r danos. o ateu contra-argum entou. Ele não h o n rará quem faz orações a um ídolo ou a algum a "força" ou " p o d er superior". Toda pessoa. o qual ele consi­ dero u com o um a ofensa pessoal e. quem é realm ente tolo?" Da m esm a forma. o p reg a­ d or respondeu. sabem que D eus existe. D eus espera que o prim eiro passo p ara conhecê-lo seja adm itir o fato óbvio de que Ele existe. R e sp o sta : A lguém buscaria a D eus a não ser que já acredi­ tasse que Ele existe? Isso seria um a perda de tem po. U m ateu b as­ tante ren o m ad o que estava na m u ltid ão gritou p ara aquele p re ­ gador que aquilo era u m insulto difam atório. D eus espera que cada pessoa se aproxim e dEle p ara ter u m conceito ap ro ­ p riad o de quem Ele é. Conta-se um a história verd ad eira sobre u m p reg ad o r das ruas de Londres que anunciava a seus ouvintes de que todo ateísta era u m tolo po rq u e a Bíblia assim o dizia. m as u m D eus que "é g alardoador dos que o buscam ". "Você terá de provar no tribunal que eu sou u m tolo ou exigirei cada centavo do seu bolso!" "N ão preciso ir ao tribunal p ara p ro v ar isso". "Diga-me o seguinte: se não é tolo um hom em que gasta a vida tentando lutar contra algo que não existe. inclusive você. Isso é u m m ito pernicioso!" "Você gastou sua vida tentando provar que Deus não existe?". e não apenas p o r m ero acaso. Passei m inha vida ten­ tando p ro v ar que D eus não existe.Q. Deus tam bém exige que aqueles que se aproxim em dEle acreditem verd ad eiram en te que Ele não é u m D eus capri­ choso nem em busteiro. portanto . N a verdade. . v . "N ão é difam ação falar a v erd ad e". o preg ad o r disse calm am ente. graças ao fu n d am en to da evidência. o pregador replicou. E D e.i .

50 Em D efesa d a F e C rista Que "Deus" Você Busca? O que qualquer pessoa que busca sinceramente a Deus já deve ter concluído sobre este Deus que deseja conhecer? A razão e a evidência declaram o seguinte: para criar o universo. vive ou viverá. não tem começo nem fim. esse Deus está além de nossa capacidade de compreensão. etc. sabia onde cada partícula subatôm ica de cada átom o existente estava. De outra forma. Ele existe eternam ente como Deus. Deus deve ser Todo-poderoso (onipotente) e conhecer tudo (onisciente) e ser capaz de tocar todas as partes do universo ao m esm o tem po (onipresente). compaixão. gentileza. Apenas Deus. tam bém está totalm ente além de nossa capacidade com preender u m Ser como este: u m D eus que sem ­ pre existiu e. a fim de não perd er o controle de sua criação. é claro. Ele precisaria personificar perfeitam ente tudo o que reconhecem os como as qualidades mais sublimes às quais a h u m an id ad e aspira — amor. O verdadeiro Deus precisa ser capaz de criar tudo a partir do nada e não apenas construir ou m anufaturar seu universo a partir de materiais já disponíveis. Em bora possam os com preender as necessidades das habili­ dades acima descritas. Além disso. portanto. Ele precisa ser tão pessoal quanto nós para que seja capaz de nos criar. Ele poderia com eter equívocos ter­ ríveis. Essas são as qualificações m ínim as do D eus verdadeiro sem as quais não poderíam os con­ fiar nEle. a gravidade ou a eletricidade. justiça. Finalmente. paciência. está ou estará. deve ter existência própria a fim de p o d er ser a causa de tudo. Obviam ente. Ele precisa ser perfei­ tam ente bom e justo ou não haveria explicação para o reconheci­ m ento da noção de certo e errado im presso na consciência de toda a h u m a n id ad e sobre toda a terra. Certam ente não poderia evoluir ou desenvolver-se a partir de algo ou alguém que fosse m enor do que Deus. . — ou não haveria nenhum a justificação p ara a adm iração que sentimos p o r esses atributos. não a energia. adorá-lo e amá-lo. que não só criou tudo do nada. verdade. Ele precisaria conhecer as conseqüências futuras de toda ação em seu universo. E. Ele conhece os pensam entos e ações de cada pessoa que já viveu. mas. a matéria.

seria um a afronta à razão e ao senso com um . é por meio de sua palavra que chegamos à revelação mais completa e mais clara de Deus. entrarei em sua casa. quando o indivíduo ora por algo e não é curado. fundam entado em toda evidência que o rodeia e em sua p ró­ pria consciência. darem os ao professor o benefício da d ú v id a e assum irem os que aquilo em que acredita é certo. surgiu de alguma forma do vazio do nada. em bora ele esteja apresentando dificuldades . ao chegar a essas conclusões sobre Ele.9). significa que não houve orações e jejuns suficientes. se alguém ouvir a m inha voz e abrir a porta. está agora pronto para clamar para que esse Deus se revele a si mesmo.Q l t m É D el: í 0 54 Entretanto. Aquele que busca a Deus. Conforme disse: "Eis que estou à porta [de todo coração humano] e bato. daí em diante. que exista u m D eus como esse.. e revela a si mesm o àqueles que abrem seu coração para Ele. já vim os que tanto a razão quanto a evi­ dência exigem. Q uem quiser conhecer a Deus tem que conhecer a Jesus. inclusive Deus.6). N eg ar esse D eus. E na Palavra de Deus vemos que Ele se revelou a si mesm o em Jesus Cristo." (Ap 3. evoluiu p or acaso. Ele insiste que Deus pode apenas agir em resposta a nossas orações e que. Até que haja evidência contrária. Jesus também disse: "Ninguém vem ao Pai senão por mim" (Jo 14. E totalm ente irracional sugerir que a v id a e a inteli­ gência su rg iram sem q ualqu er ajuda do espaço m orto e vazio e que. Ele foi revelado na Palavra de Deus. ao m esm o tem po que este D eus está além de nossa com preensão. grifo do autor) Jesus Cristo Foi realmente Deus? Q uestão: Nosso professor das aulas de estudos bíblicos para adultos disse que Jesus era meio Deus e meio homem. Entretanto. que declarou: "Q uem me vê a m im vê o Pai" (Jo 14. E incom preensível e irracional p en sar que existiu u m p eríodo em que n a d a existia e achar que tudo. Os passos precisos. em bora Ele seja incom preensível. com o a única explicação p a ra a existência do ser h u m an o e do universo que nos rodeia. Essas idéias são bíblicas? R esposta: Não.20. as circunstâncias e con­ vicções internas por meio das quais Deus se revelará variam de acordo com cada indivíduo..

" Isaías disse que a criança nascida de um a virgem receberia o nom e de "Em anuel". P aulo o cham ou de "D eus nosso Salvador" (1 Tm 1.. Pai da Eternidade. mas isso não o torna meio Deus e meio homem. 3.1. D i t e . mas apenas do corpo humano por meio do qual Ele nasceu neste m undo. para expressar suas idéias. O bviam ente. Jesus é totalm ente D eus e totalm ente homem: "Aquele que se m anifestou em carne. portanto.. deste modo. precisa ser Deus.14. A penalidade pelo pecado foi proferida contra o homem. D eus diz que é o único Salva­ d o r (Is 43. Mt 1. Jesus existe como Deus p or toda a eternidade e. 2. e M aria sua mãe. D eus Forte. Em todo o A ntigo Testamento. algo exigido pela ju s­ tiça infinita de D eus — algo que apenas Deus p o deria realizar.13. p o r­ que a salvação é u m trabalho infinito. m as pelo Espírito Santo. p a ra Jesus ser nosso Salvador. O nascim ento virginal não é o m es­ m o que ter u m pai irlandês e um a m ãe francesa e. Esse m esm o versículo afir­ ma: "G rande é o mistério.3. era necessário que o Salvador viesse como ho­ mem.23.3. Esse erro é similar ao ensinam ento da igreja católica rom ana de que M aria é "a mãe de Deus". Conseqüentem ente. conform e Isaías relatou.21. No entanto. grifo do autor) e. FeC:. Se esse não fosse o caso. sendo que o hom em é pecador e não Deus. mas sabem os o que não significa. E im ­ possível com preenderm os totalm ente o que isso significa. Conselheiro. isso é verdade.4. M aria era virgem q u an d o Jesus nasceu. ser meio irlandês e meio francês. Por conseguinte. p o r­ . incluindo o pagam ento total da p en alid ad e infinita pelo pecado.4). -a l v . não contra Deus. Príncipe da Paz" (Is 9.11. 25) tam bém o fizeram." (1 Tm 3.. cf. Deus é o pai de Jesus.15. Tt 1.. que significa "Deus [não meio Deus] conosco" (Is 7. Ele seria: "M aravilhoso.16) Ele não é u m meio Deus que se m anifestou como meio carne. 2.1) e Judas (v. 45.4).10. m uitos séculos antes do nascim ento de Maria. Os 13.6). Jesus não poderia ser nosso Salvador.Ev. ela não está no mesmo nível de Deus por ser a m ãe de Jesus. o bebê que ela deu à luz não foi concebido p o r n en h u m hom em . Desta forma. É isso mesmo. da m esm a form a que P edro (2 Pe 1. conforme a Bíblia nos relata.

Dizer que o não ser curado é o resultado de pouca oração e jejum é igualm ente falso. Ele não poderia resolver as em er­ gências que não soubéssem os que ocorreriam. E quanto à vontade de Deus? Isso tam bém sugere que a vontade de Deus é curar todos o tem po todo. N o entanto. tornou-se hom em p o r meio do nascim ento virginal p ara que Ele. desde que oremos e jejuemos com em penho por um tem po suficiente — em outras palavras. não um composto híbrido. mas que nós. Deus em seu infinito am or e graça. . o que querem os. suas m ãos estariam atadas a m aior parte do tem po. tornando o perdão possível p ara nós. como tam bém é ilógica. estaria à nossa mercê. podem os im por nosso desejo a Deus. Ao contrário.Q . pudesse receber o julgam ento que merecíamos. D fl ^ 53 tanto. Para ser nosso Salvador. meio a meio.11) e totalmente homem (Rm 5. não foram nossas orações que fizeram com que Cristo nascesse no m u n d o e morresse p o r nossos pecados. Ele tem algo m elhor para nós do que p erp etu ar nossa vida por tem po indeterm inado neste corpo de pecado. por meio de nossas orações. Este ensinam ento implícito é que pode fazer com que D eus execute. pois não oram os a respeito delas. em nossa com preensão limitada. Ele conseguiu existir p or u m a eternidade e criar o universo e os anjos e a hum anidade sem nossas orações.12-21). Pergunte ao seu professor se é isso que ele quis dizer. em f. incapazes de fazer o que Ele em sua infinita sabedoria e conhecimento sabe o que precisa ser feito. Assim. desconhecemos ou nem sequer che­ gam os a pensar. deve ser paga por um homem. A idéia de que Deus "pode apenas agir em resposta a nossas orações" não só não é bíblica. Além disso. Certamente. n en h u m hom em finito poderia pagar essa penalidade. Tampouco são nossas orações que conduzirão a um novo universo. Nossas Orações E óbvio que Deus não precisa de nossas orações p ara agir.10). Jesus tinha de ser totalmente Deus (Is 43. Se D eus pudesse apenas agir em resposta a nossas orações. como hom em . em bora Deus nos dê o privilégio de orar: "Venha o teu Reino" (Mt 6. de cada um deles.

Estou confuso. ciência religiosa e ciência cristã. a doença e a m orte são. mas.s a d a F e C h :^t . Possibilities ("Possibili­ dades"). Entretanto. N ossa libertação do pecado e da m orte não vem por meio da negação da realidade desses m aus pensam entos através do p o ­ der da mente. exceto Deus" na área da mente científica e do pensam ento p o sitiv o /d a possibilidade: Deus é bom e D eus é tudo. o sofrimento. nada que não é bom — pecado. A Bíblia. ensina que o pecado. "A alm a que pecar. etc.Em D u t . no entanto. exceto Deus". o que explica p o r que este poderia prom over isso em sua revista. sofrimento. Aqui está como funciona o "nada existe.4) é o pronunciam ento do julgam ento justo de Deus e. A m aneira de ser liberto dessa ilusão do pensam ento negativo é tornar-se u m p en ­ sador positivo ou da possibilidade. certamente. Fiquei chocado ao ler em um a entrevista que Templeton acredita que "nada existe. doença. Portanto. E tam bém a doutrina básica de cultos como ciência da m ente. entretanto. foi divulgado em um a revista que pertence a u m hom em considerado um líder evangélico. O que eles ensinam é basicamente o m esm o que o pensam ento posi­ tivo de Peale e o pensam ento da possibilidade de Schüller. que sofreu a agonia da cruz e pag o u a pena que sua própria justiça proferira contra o pecado. Ele não ensinou as pessoas a negar a realidade desses fatos por meio do pensam ento positivo ou do pensam ento da possibilidade. exceto Deus?" Q uestão: A ssisti a u m a e n tre v ista com Sir John M arks Templeton na revista de Robert Schüller. tão somente. Pensei que isso fosse panteísm o. trata tanto o pecado quanto a m orte como algo real. tu d o é bom. na verdade. reais. — é real. "Nada Existe. m as pela fé em Jesus Cristo. um a ilusão do pensam ento negativo. essa m orrerá" (Ez 18. Tais conceitos são totalm ente contrários à Bíblia. Jesus curou os doentes e ressuscitou os mortos. morte. Ele m orreu p o r nossos pecados e "ressuscitou para nos­ . Como isso é possível? Resposta: Isso é panteísm o. Ele é o hom em que concede o prêm io anual Templeton Prize para prom over um a apreciação dos benefícios de todas as religiões do m undo.

então a m orte de Cristo por nossos pecados e sua ressurreição são m eras alegorias e não eventos reais — algo que se opõe aos fatos históricos. Já demonstramos que o politeísmo também tem falhas desastrosas. e (2) sobrenaturalism o — em que Deus ou os deuses existem de forma distinta e separada do universo. criação essa que Ele criou a partir do nada. e nós somos parte de Deus e. O problem a básico é a diversidade sem unidade.25). então Ele tam bém . se "nada existe. está perdendo sua força. Se o pecado e a m orte não existem. estaria perd en d o sua força. um "Deus" que é três pessoas e apenas um Ser suprem o. A criação. Na verdade. . como u m relógio. Se Deus fosse o universo. que afirma claram ente que há apenas uni Deus. então o universo é Deus. exceto Deus". Se "n ad a existe. N o entanto.Q i t . Esse não é o Deus da Bíblia! E quanto à Trindade? Q uestão: Os cristãos geralm ente acreditam na Trindade. aos quais a h u m a n id ad e aderiu). a palavra "Trindade" não aparece nem uma vez sequer na Bíblia. e (2) m onoteísm o — em que há apenas u m Deus. Já dem onstram os a tolice desse prim eiro conceito. exceto Deus". portanto.m É D els? sa justificação" (Rm 4. o que nos deixa apenas com o últim o. seres divinos e perfeitos. apresen­ tado na Bíblia como u m ser real. pois está separada do Senhor p or causa da rebelião de suas criaturas (Satanás e seus subordi­ nados. é Deus. então Satanás. N ingu ém poderia im a­ ginar um a ilusão m aior do que essa. N o sobrenaturalism o há duas visões opostas: (1) politeísm o — em que há m uitos deuses (tanto os m órm ons quanto os hinduístas são politeístas). Como você poderia justificar a crença na "Trindade" fu ndam entado na Bíblia? R e s p o s ta : H á ap enas dois conceitos básicos de Deus: (1) p a n te ís m o /n a tu ra lis m o — em que o u n iv e rso é D eus. não três. O Deus da Bíblia está separado de sua criação e é distinto dela. um a rebelião que levou Deus a pronunciar seu julgam ento sobre toda a criação. como u m relógio.

A Bíblia diz que "Deus é caridade [amor]" em si mesmo. Aqui. que em todos os aspectos de seu ser foi feito à im agem de Deus. A pesar da palavra "Trindade" não ocorrer na Bíblia. a falha desastrosa é a unidade sem diversidade. Essas três pessoas já existiam antes m esm o que o universo. Por sua própria natureza. Eles seriam incapazes de amar. o D eus do islamism o e o Deus do judaísmo contem porâneo não p o d em ser am or em si m esm os e por si m es­ mos. Em contraste. E Deus não poderia com partilhar a si m esm o de form a plena a não ser com um outro ser igual a Ele. como no islamism o e judaísm o que insistem que Alá ou Jeová é "um ". a qua­ lidade de am ar e a capacidade p ara com unhão e am izade exigem u m outro ser pessoal com quem compartilhar. ter com unhão ou am i­ zade antes de criar outros seres capazes de interagir com eles dem onstrando essas qualidades. . fossem um. Filho e Espírito Santo. Filho e Espírito Santo são três "títulos" ou "funções" de Deus. Esse Deus é com pleto em si m esm o e tem exis­ tência própria e eterna em três pessoas: Pai. os anjos ou o hom em fossem criados. A m esm a crença ta m b ém é d e fe n d id a p elas seitas p seudo cristãs com o As Testem unhas de Jeová e Pentecostais Unitaristas. Isso só poderia ser verdade se Deus m esm o consistisse de um a pluralidade de ser que. individualm ente distintos u m do outro. o con­ ceito é claram ente ali expresso.56 E m D e f e s a d a F f. que negam a Trindade e afirm am que Pai. pois quem poderia am ar na solidão antes da criação de ou­ tros seres pessoais? Tal deficiência em Deus afetaria o hom em . o que significa um ser sozinho. eternam ente um . ou o Jeová das testem unhas de Jeová e judeus. A Necessidade de Unidade e Diversidade Está claro que Deus possui tanto a unidade quanto a diversidade. ao m esm o tempo. C i í i s t à H á tam bém duas visões opostas no monoteísmo: (1) a crença de que D eus é u m ser unitário. com u­ nhão e am izade. O Alá do Islã. mas. A Bíblia apresenta um Deus que não precisou criar nem u m ser p ara experim entar amor. em bora separados e distintos. ou o D eus dos grupos "cristão" unitarista seriam incompletos em si mesmos.

O unitarism o não tem explicação para esta apresentação consistente.. grifo do autor).13 (grifo do autor). que literalm ente significa Deuses é usada. No entanto. o Senhor. Eloah seria utilizada.. Esse substantivo plural (Elohim ) é utilizado para se referir a Deus mais de 2. Israel. bara.4. Tampouco a palavra Elohim é a única forma na qual a pluralidade de Deus é apresentada.24. Eclesiastes 12. Deus (Elohim — literalmente Deuses) disse a Moisés: "Eu Sou o que Sou" (Êx 3. Se essa não fosse a inten­ ção. Bem no cerne da confissão de Israel. utilizado com Elohim. Aqui. seria u tiliz a d a . .500 vezes no A ntigo Testam ento e.14). está no singular. 26. mas não diz: "Nós somos o que somos". que significa o unitário e o um absoluto. em que hom em e m ulher tornam -se "ambos um a carne". Foi Elohim (Deuses) que. o plural.1: "Lembra-te do C riador nos dias da tua m ocidade" (em hebraico. em Êxodo 36.2: "Alegre-se Israel n a ­ quele que o fez" (em hebraico. echad. indicando assim tanto unidade e diversidade quanto singularidade e plu ralidade no Deus da Bíblia. Elohim. então a palavra singular p ara Deus. Pluralidade e Singularidade: ambos se Aplicam O prim eiro versículo da Bíblia apresenta D eus Gomo u m ser plural: "No princípio. a un id ad e de mais de um . em vez da form a singular. "fabricantes"). conform e a nossa sem elhança" (v. t \ ! É Dr. é u tili z a d a em Gênesis 2. p o r e x e m p lo . quase sem pre. criou Deus os céus e a terra". é o único Senhor" (Shema yisroel adonai elohenu adonai echad). então yachid. significa. Elohim (Deuses) fala. essa é a forma plural p ara D eus (elohenu): "Ouve. com o verbo no singular. o verbo. p or exem plo. em que declara: "que Deus é o único SENHOR" (conhecido como shema). A p a la v r a echad. nosso Deus.5: "Porque o teu C ria d o r é o teu m arido" (em hebraico. Antes diz: Eu sou o que sou. Se Deus fosse u m personagem unitário. Observe. ta n to d a u n id a d e q u a n to da p lu ra lid a d e de Deus.Q . "criadores" e " m a rid o s”). disse posterior­ mente: "Façam os o h o m em à nossa im agem . q uando as várias partes . Salmos 149. N o en­ tanto. e em Isaías 54. ao longo de to d o o A ntig o T estam ento. "criadores"). nesse prim eiro capítulo de Gênesis. Na sarça ardente. com freqüência. A palavra utilizada para único. em D euteronôm io 6.

Pai da Eternidade. muito menos o Espírito de Deus. Embora fosse Filho.. u m ta b e r n á c u lo " (g rifo d o a u to r). N a Trindade. o grande profeta hebreu. ser verdadeira.58 Em D efesa d a F e C ris t ã to r n a m . e apesar de ser homem.] eu estava ali. Os críticos argum entam que como a Trindade não pode ser com pletamente explicada pela razão h u ­ mana. Filho e Espírito Santo) são claram ente vistas no seguinte texto: ".25. desde o princípio [. Os primeiros dois são invisíveis. e.. tem po e matéria.. o Senhor Jeová m e enviou o seu Espírito" (Is 48. u m filho se nos deu. e o principado está sobre os seus ombros. em 2 Samuel 2.. grifo do autor) Esse conceito não é encontrado em nenhum a outra literatura de outras religiões m undiais." (Is 9. e. portanto . embora todos esses termos sejam usados repetidam ente na Bíblia. Isaías apresenta claramente a deidade de Cristo. assim. Isaías. Conselheiro. em que cada um a é separada e distinta (o Pai não é o Filho. no entanto. N ão conseguimos sequer explicar a alma e o espírito humanos.. esse único que existe desde o p rin ­ cípio. podem os ver analogias à Trindade em todos os lugares. mas é exclusivo da Bíblia: U m filho nasceria neste m undo.6. Ele seria ao m esm o tempo o Pai da Eternidade.. . Todas as três pessoas da Trindade (Pai.s e " a s sim . e o Filho não é o Espírito Santo). em vários outros textos. mas a matéria é visível. N o entanto. quando m uitos soldados "fizeramwm batalhão" (grifo do autor). a paternidade de D eus e a u n id a d e do Pai e do Filho. Só poderia ser D eus quem está falando. agora. O universo é com posto de três elementos: espaço. Deus Forte. quem p o deria explicar totalm ente Deus m esm o se Ele fosse apenas um a entidade unitária? Ninguém . seria o Deus Forte. declarou a respeito do nasci­ m ento do Messias: "Porque u m m enino nos nasceu. o Filho de Deus que se to rn o u hom em . d uas pessoas são invisíveis (Deus Pai e o Espírito de Deus) ao passo que um a é visível. e o seu nom e será M aravilhoso.16). mas que são um Deus? E impossível com preender isso. Ele diz que foi enviado p o r D eus e por seu Espírito. Entretanto. não pode. Algumas Analogias Úteis Como podem os entender completamente este conceito das três pessoas.

14). é quem faz as obras" (Jo 14. é visível. e cada um a delas é Deus. presente e futuro são distintos um do outro e.16. O com pri­ m ento contém todo o espaço. ao passo que o presente é visível. Ele está orando para si mesmo? A Bíblia nos diz: "O Pai enviou seu Filho para Salvador do m u n d o " (1 Jo 4.Q : . invisível. h \ : E D l . e ele vos dará outro Consolador. Pai. presente e futuro. A forma como o hom em funciona como u m ser tam bém reflete a m esm a analogia da Trindade. mas essas devem ser suficientes. Ao m esm o tempo. dois deles (passado e futuro) são invisíveis. Poderem os oferecer algum as analogias. 9. . [. largura e altura. o corpo.10). não as digo de m im m esm o [de m inha p rópria iniciativa]. que está em mim.. Em todo o N ovo Testamento. mais um a vez. Com prim ento. O hom em . portanto. N ão há d ú vida de que a Bíblia apresenta claram ente três pessoas distintas. pois cada u m é o todo. assim como a largura e a altura. E aqui mais um a vez. mas o Pai. como a Igreja Pentecostal U nitária quer nos fazer crer? Cristo disse: "As palavras que eu vos digo.. ou da música e isso passa a fazer parte do presente. depois é apreciada pela emoção. alma e espírito. mas apenas em concordância um com o outro. são um . ou da escrita. largura e altura são separados e distintos um do outro. dois (alma e espírito) são invisíveis. Ele enviou a si mesmo? O u será que algum "poder" orou por u m "título" e o enviou.27. energia.] o Espírito da verdade" (Jo 14. passado.6. talvez u m poem a ou um a sinfonia. Cristo ora ao Pai. que foi feito "à im agem de D eus" (Gn 1. e um .. "E eu rogarei ao Pai. dos quais.17). o m undo visível. 59 Cada u m desses três é dividido em três: com prim ento. cada u m é o todo. a afirmação clara de que há apenas um único e verdadeiro Deus é apresentada repetidam ente para nós. Concebemos algo em nos­ sa m ente (invisível). m ais um a vez. O m esm o acontece com o tempo: passado. tam bém . etc. portanto. Filho e Espírito Santo são honrados separadam ente e agem como Deus. m ovim ento e fenô­ meno.) é form ado de três elementos: corpo. expres­ samos isso por meio da fala.

e grande parte das quais afeta diretamente o significado da passagem em que elas ocorrem.Com talvez algumas poucas exceções. — Jo h n L e a 1 . pode-se dizer que o texto de cada versículo do Novo Testamento foi estabelecido pelo consenso geral dos estudiosos de forma que qualquer discussão de sua leitura deve se relacionar preferencialmente à interpretação das palavras em vez das dúvidas relacionadas às palavras em si. Mas em cada um a das trinta e sete peças teatrais de Shakespeare [escritas apenas há quatrocentos anos] há provavelmente centenas de leituras ainda em discussão.

C. a descoberta dos m anuscritos do m ar Morto foi u m golpe contra a Bíblia. antes das descobertas do m ar Morto. a Bí­ blia de hoje deve estar m uito mais distante dos m anuscritos ori­ ginais do Antigo Testamento! Resposta: N ão sei onde você obteve essa informação. ali se apresentava um a oportunidad e para ver que m udanças. mas não foi o que aconteceu. As cópias mais antigas de alguns textos do Antigo Testamento que já foram descobertas estavam incluídas nesses achados e descobriu-se que são m uito diferentes das cópias posteriores que já possuím os.CONFIÁVEL? Os Manuscritos do Mar Morto Repercutem negativamente na Bíblia? Questão: Conform e m inha com preensão. era d atada de 900 d. em um espaço de mil anos. Se os copistas com eteram tais erros naqueles poucos séculos. e aquela des­ coberta na coleção do m ar M orto era datada de 100 a. o m anuscrito de Isaías agora em u m m useu de Jerusalém. . mas ela é falsa.C. Foi antecipado pelos críticos da Bíblia que grandes dife­ renças seriam encontradas. por exemplo. Portanto.. poderiam ter ocorrido p o r meio de erros inadvertidos dos copistas. Consi­ dere. A cópia mais antiga que temos de Isaías.

isso contrib ui p a ra confirm ar sua exis­ tê n c ia . N a v erd ad e . algum as m udanças estilísticas e raram ente um a palavra. Portanto. aqui e ali. O fato é que a descoberta dos m anuscritos de Isaías na caverna de Q u m ran ofereceu um a evidência contundente de que o Antigo Testamento que temos em nossas m ãos hoje é como o dos docum entos originais. Esta sede poderosa e universal não pode ter sido desenvolvi­ da por meio da evolução. O corpo h um ano não tem fome ou sede . \ L-'A F e C r Essa com paração revelou algum as variações de ortografia. O fato de q u e bilhões de pessoas aceitem que os escritos sag rad o s de v árias religiões te n h am sido insp irados p o r D eus d em o n stra a p ro fu n d a sede que a h u m a n id a d e tem da revelação divina. n em p o r u m m om ento. por que não esse também ? Afinal. o Vedas do hinduism o. E quanto à Inspiração Divina? Q uestão: A Bíblia cristã-judaica não é o único livro que alega ser in s p ira d o p o r D eus. R e s p o s ta : Q uer as escrituras das outras religiões sejam ver­ d ad eiras q u er falsas. o fato de que dez dos onze com petidores não conseguiram ganhar um a corrida dificilmente p o d e ser considerado um arg u m en to plausível de que ninguém p o d eria ter g an h ad o a corrida. o Livro de M órm ons e outros que afirm am que são provenientes de Deus. m as que não m odificavam o significado do texto. O fato de existir m uito dinheiro falso n ão sugere. um ateísta apenas duvida de um livro a mais do que os cristãos. p o is d e o u tr a m a n e ir a n ã o h a v e r ia p r o p ó s ito em falsificá-lo. raças cu ltu ras e em tod os os lugares. esses mil anos de cópias desse texto m ostraram que o m esm o foi preservado sem nenhum a m udança real ou significativa. que o d inheiro real n ão exista. P ortanto. que foram deixadas de fora ou adicionadas. que sem pre existiu em todas as épocas. D e ? e s . isso n ão tem n e n h u m a influência na v ali­ d a d e ou n ão d a Bíblia.62 Hv. O fato de que o cristianismo ensina que os outros livros não são verdadeiros não lança sérias dúvidas sobre a Bíblia tam bém ? Se m uitos outros livros po d em estar errados. H á ta m b ém o A lcorão.

a afirmação da Bíblia de que é a única revela­ ção de Deus para a hum an id ad e im plica que todos os outros es­ critos sagrados são falsos. A única exceção seria se alguém experim entasse algo que fosse danoso.. de m odo geral.8) Logicamente. n en h u m a profecia verdadeira já foi feita. a falsidade desses escritos é um argum ento a favor da Bíblia. Tampouco pode ser inferido do fato de que muitas falsas profecias foram proferidas que.A B-. E necessário que alguém tenha "experim entado" algo real. mas delicioso. e não um a prova de que ela não possa ser verdadeira. fun d am en ­ tada nas evidências internas e externas tom adas em conjunto — não pela com paração dela com os escritos sagrados de outras re­ ligiões. d ad a essa sede inata p o r Deus e a propensão d o coração h u m a n o de ilu d ir-s e a si m e sm o e aos outros. con­ forme a Bíblia nos desafia a fazer: "Provai e vede que o Senhor é bom. Portanto. pode apenas ser determ inado se fund am entad o nos fatos — e apenas a Bíblia passa nesse teste como veremos. a sede universal p o r Deus é u m argum ento persuasivo de sua existência. Se aquilo que afirma ser proveniente de D eus realm ente o é. entretanto. portanto.. ninguém pod e afirm ar que a crença em D eus era "o ópio do povo" sem adm itir a existência de Deus. A necessidade p o r essa droga ou bebida intoxicante jam ais teria nascido se ela não fosse realm ente saboreada ou experim entada. em todas as épocas e em todas as religiões tem sido suscetível a falsas previsões é evidência de um a crença intuitiva de que a ver­ dadeira profecia seja possível e im portante. Além disso. Portanto." (SI 34.r . ou que produzisse sentim entos ilu­ sórios de bem -estar ou p o d er e depois o almejassem de forma não natural. em todos os lugares. L ÍA E C O N . e a sede p o r revelação proveniente dEle dem onstra que tal revelação existe também . Q ue a hum anidade. A Bíblia necessita ser exam inada conform e seus próprios méritos. ? 3 es de alimentos ou bebidas que não existem e que sustentariam sua vida. . Será d em onstrado que é verdadeira ou falsa.r I A \ . O fato de que o m u n d o está cheio de falsas profecias que afirm am ser provenientes de D eus é exatam ente o que um a pes­ soa deveria esperar.

u m am argo oponente do cristianismo que nas­ ceu no início do século II. séculos depois da época de Cristo. Há provas até m esm o em escritos dos inimigos do cristianismo. ao falar por si m esm o e pelos outros apóstolos." (1 Jo 1. há mais do que provas suficientes no próprio N ovo Testamento de que o m esm o existiu. escrito p or contem porâneos de Jesus.. A penas essa pequena evidência refuta a afir­ mação que o N ovo Testamento foi escrito apenas séculos mais tarde! A lém disso. Até que Ponto os Documentos Bíblicos São Confiáveis? Q uestão: Ensinaram -m e no seminário. conforme seus escri­ tores afirm am .. faz esta afirm ação hoje. que o Novo Testamento não é confiável. Os autores das Epístolas de Pedro e João testificam que conhe­ ceram Jesus pessoalmente e que foram testem unhas oculares de tudo que Ele fez em seu ministério terreno. mas pelas citações que temos de todo o Novo Testamento em outros escritos do final do século I e início do século II. o que temos contemplado. e as nossas mãos tocaram. u m g rupo de estudiosos com títulos im pressionantes. Celso. e li tam bém a m esm a acusação em um bom núm ero de livros acadêmicos. pois foi escrito p o r hom ens que nem m esm o foram contem porâneos de Jesus. testifica que teve um relaciona­ mento íntimo com Cristo: "O que vimos com os nossos olhos. mas nós m esm os vimos a sua majestade" (2 Pe 1. João. referiu-se aos quatro Evangelhos como parte do livro sagrado dos cristãos. seguindo fábulas artificialmente compostas.1) Se o Novo Testamento que inclui tais testemunhos juramentados não foi escrito pelos próprios apóstolos. Pedro escreve: "Por­ que não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. os quais já eram bem conhe­ cidos em sua época. Por exemplo.Em D k h -s a d a E i.C s > t . O "Seminário de Jesus". H á algum a evi­ dência em contrário? R esposta: Essa acusação é refutada não apenas pelos m an u s­ critos. ele todo é um a fraude! Q uem quer que seja que escreveu tais fá­ bulas estava m entindo e estava assim fazendo com a intenção deliberada de enganar incontáveis m ultidões ao longo dos sécu­ .16). mas foi forjado por o u ­ tros grupos séculos (ou até m esm o apenas décadas l mais tarde.

. p ro d u z um poderoso testem unho em relação à validade dessa afirmação. p er­ guntei a ele: "Eles (os autores) concordariam ?" Ele hesitou e d e­ pois replicou: "N ão".. Entretanto. se esse for o caso. da m esm a disposição. a ilusão foi aceita por bilhões de pessoas desde aquela época.2 Obviamente. teria de conhecer a Bí­ blia intim am ente e ser capaz de m anter sua consistência interna sobrenatural. E altam ente im provável que qualquer m entiroso deliberado teria a motivação ou a habilidade p ara assim fazer. de Gênesis a Apocalipse. e a m aioria delas jamais teve contato um a com a outra. veio a m inha casa a fim de recrutar vendedores para essa série. qualquer escritor fraudulento (por exemplo. da m esm a geração. em bora tenham sido escritos ao longo de mil e quinhentos anos p or mais de quarenta pessoas. E. que pertenciam a épocas históricas distintas e a regiões e culturas totalm ente diversas. Esses escritores das Escri­ turas. h á u m a consistência intern a nos sessenta e seis livros da Bíblia.A B i bl í a E C o . Evidência Interna Irrefutável Prim eiro. aquele cenário contém num erosos problem as intransponíveis. do m esm o lugar. que escrevesse sobre a vida e obra de Cristo). O intrincado p adrão da verdade que foi tecido sem contradições ao longo da Bíblia. todos com u m a m esm a posi­ ção. Josh M cDowell conta-nos essa história verdadeira: U m representante da Great Books ofthe Western World ("Os G randes Livros do M u n do O cidental"). Eu o desafiei a que p e­ gasse apenas dez desses autores. tragicamente. da m esm a época. A seguir. tinham apenas algo em comum: a afirm ação de que o que escreviam era inspirado pelo único e verdadeiro Deus. lidarem os com elas.s . que não pode ser explicada de nen h u m a outra forma. P ara d e m o n s tra r o q u a n to este a rg u m e n to é n o tá v el. i . w t L ? los vindouros. da m esm a linguagem e que abordassem apenas u m assunto controverso (a Bíblia fala de centenas deles com h arm onia e concordância). do m esm o continente. Q uanto às aparentes contradições. . Essa continuidade e concordância ao longo da Bíblia é um dos argum entos mais poderosos de que ela é a Palavra de Deus.

a Bíblia tem dem onstrado um poder sobrenatural. p a ra elas.1-3). os escritos deles soavam v erd ad e iro s conform e os fatos ocorridos. mas afirmou que já havia se inform ado "m inuciosam ente de tudo desde o princípio" (Lc 1. Além disso. p o r exemplo. In q u estion avelm en te. Além disso. que é divinam ente inspirada! Corroboração Contemporânea H á a b u n d ân c ia de p ro vas adicionais de n atu re z a distinta. Ele não era u m idiota ingênuo que estava disposto a acreditar em qualquer fábula com a qual se deparasse. Tom am os conhecim ento através das desco bertas arq u eo ló g i­ cas de citações em outros escritos de que o N ovo Testam ento já estava to talm en te em circulação. n ão tem os essa evidência. Se as Epístolas não dissessem a v erd ad e . há evidências abundantes e inquestionáveis no N ovo Testamento que foram escritas por testem unhas oculares. Ele declarou que estava desem p enh ando essa tarefa de .s~. conform e eles a concebiam . liberdade e transform ação de vida. acessível a todos aqueles que acreditam em sua m ensagem . até o fim do século I. M uitas pessoas que ainda estavam vivas naquela época conheciam os apóstolos e. U m estu d o cuidadoso do N ovo Testamento revela sinceridade e veracidade praticam ente im pos­ síveis de falsificar.66 E m D e f e s a d a F k C r . h av eria u m pro testo veem ente — m ais u m a vez. os rabino s ju d e u s teriam se ap eg a d o à m e n o r m e n tira ou exagero a fim d e d e sacre d ita r essa "n ova relig iã o ”. amor. Seria preciso m ais fé p ara acreditar nesse cenário do que aceitar a afirmação da Bíblia. refere-se aos outros escritores dos Evange­ lhos como testem unhas oculares "desde o princípio" e afirm ou que eles registraram os "fatos que entre nós se cum priram ". a q u al estava m in a n d o a liderança q ue tin h am so­ bre o p o v o e levava m ilhares de ju d e u s a se conv erter a ela. pelo m enos. a saber. N ão há registro de q u alq u er ataq u e a esses fu n d am en to s p o r p a rte daq u ele grupo. na recuperação de seres hum ano s que são libertos de seu pecado e degradação e que passam a desfrutar da alegria. H á u m problem a a mais. Q ue um a fraude deli­ berada pudesse causar tam anho benefício é absurdo. Lucas.

Lucas fornece um a lista com informações d e­ talhadas que continha nomes.C. a prim eira.1. de um a data tão rem ota quanto 7 a. tinha condições de conhecer e relatar os fatos. Os títulos técnicos dos cargos ocupados pelas outras pessoas — governador. até 1 d.A B :? :ia EG 'n: í. Lucas refere-se a um "decreto da parte de César A ugusto.4) As descobertas arqueológicas da m od ern idade confirm am a veracidade do testem unho de Lucas e o fato de que ele realmente foi contem porâneo dos apóstolos. no ano quinze do im pério de Tibério César. juntam ente com a localização de cada um deles. (Lc 3.C. Lucas estava obviam ente se referindo a seu primeiro governo.C. não ao segundo. um a data m uito tardia para o nascim ento de Cristo.ã ve l? 67 escrever a história de Jesus p ara seu am igo Teófilo. conforme os céticos afirm am que aconteceu. sendo Pôncio Pilatos g o vernador da Judéia. e Lisânias.2) Observe que as referências de Lucas não são apenas a César. A Verificação Histórica Confiável No capítulo 3. p ara que todo o m u n d o se alistasse" e afirma que isso "foi feito sendo Cirênio governador da Síria" (v. cargos e datas. Alguns críticos continuam a afirmar dogmaticamente que Cirênio. p ara que ele pudesse conhecer "a certeza das coisas. talvez...2). tam bém conhecido como Quirino. tornou-se gover­ nador da Síria apenas em 6 d. Eles ignoram que os achados mais recen­ tes dem onstram que Q uirino foi governador da Síria duas vezes. sendo Anás e Caifás sum os sacer­ dotes." (Lc 1. lugares. Portanto. C ada fato apresentado foi verificado em anos re­ . tetrarca.. tetrarca de Abilene. sum o sa­ cerdote — nos são fornecidas. tetrarca da Ituréia e da província de Traconites. e H erodes. e seu irm ão Filipe. tetrarca da Galiléia. Esses fatos foram ve­ rificados por historiadores m odernos e não poderiam ser conhe­ cidos de ninguém que escrevesse séculos mais tarde. Até m esm o a época do decreto nos é fornecida: no "ano quinze" do reinado desse im perador. No capítulo 2. mas a Tibério. a qual cer­ tam ente um a pessoa não seria capaz de fornecer algum as déca­ das (e m uito m enos séculos) depois: E.. 1..

Mas. Seria impossível fazer afirmações tão precisas até m esm o cinqüenta anos depois do fato. exatam ente em virtude de seu tam anho. tem os todos os m otivos p ara acreditar que Lucas. decretou que toda evidência de sua existência fosse apagada. Josefo m encionou Pilatos em sua obra Antiguidades Judaicas. foi extraída nas ruínas reviradas de u m anfiteatro rom ano antigo. estava ali presente quando os even­ tos relatados ocorreram. em Cesaréia. esta p ed ra em particular. mas suspeitava-se que esta foi adição pos­ terior. Pilatos havia sido rejeitado. Portanto. (_ r . foi p reservada e utilizada como um assento em um te­ atro. por ter sido ofendido por Pilatos. Essa pedra está hoje em Cesaréia (Israel m o d ern o ) com o m ais u m testem u n h o . portanto. que Lucas afirm a que era o governador da Judéia na época? Os céticos negaram sua existên­ cia por m uitos anos. d en tre m uitos outros. No entanto. a evidência acum ulada que autentica a Bíblia em todos os a sp ecto s é irre fu tá v e l. no início do século I. de cerca de dez centím etros de espessura.<: centes após escavações e pesquisas laboriosas. feita por alguém que adulterou o texto. da confiabilidade do registro bíblico. p o r testem unhas oculares. não poderia ser visto — até essa descoberta nas ruínas. a com provação positiva foi descoberta em um a escavação arqueo­ lógica: um a pedra. um dos princi­ pais proponentes de um a datação de séculos mais tardios p ara os escritos bíblicos. e quanto a Pôncio Pilatos.68 Evi D efksa d a Fi-. alguns anos atrás. Descobriu-se que César. certo dia. pois não era possível encontrar n enh um ves­ tígio de sua existência. Q u a lq u e r crítico que co n tin u e a papagaiar as acusações ilusórias que antigam ente foram levan­ tadas contra a Bíblia assim faz apesar dos fatos e não por causa desses fatos. famoso por ser um "teólogo da m orte de D eus" e. reconhece agora a historicidade dos docu­ m entos do N ovo Testamento e que os m esm os foram escritos. Devem os Ser Especialistas em todas as Religiões? Questão: Se há tantos livros sagrados de várias religiões. Sim. como alguém pod e ter certeza de . Até m esm o o bispo Robinson. os quais afirm am ser verdadeiros. Hoje. conforme ele afirma.

Todo livro sagrado. inclusive a Bíblia. não chegam os à verdade p or u m processo de eliminação. Tampouco tal esforço é necessário. a saber. não p o d eria m esm o assim conter verdades suficientes. falso. aceitar a Bíblia porque é o único livro religioso que sobrou. m as deve ser determ inada factualmente. Se Ele fez isso ou não é um a questão que não pode ser respondida p o r meio de u m processo de elimi­ nação. o que significa que talvez valha a pena em p en h ar nosso tem po e esforço p ara exam inar todos os escri­ tos religiosos? Resposta: Essa filosofia leva à conclusão do liberalismo. O fato de que dois mais dois é igual a quatro e apenas quatro p o d e ser co m p ro v ad o sem que exam inem os to d o s os outros núm eros. em sua m aior parte. Graças a Deus. ou seis. E o m esm o acontece com a Bíblia: sua validade pode ser determ inada a partir de u m exame dela mesma. ninguém jamais viria a term inar essa busca. poderia e seria falso se Deus não existisse e / o u se Deus não tivesse escolhido revelar a si m esm o e seu desejo à h u m a n i­ dade p or meio da escrita. não há verdade definitiva nem resposta conclusiva para qualquer questão existente. conforme afirma (termos como "Assim diz o Senhor". O m esm o acontece com a religião: ninguém poderia viver o bastante p ara exam inar todas as afirmações de todas as religiões que existem. sem prim eiro exam inar se tam bém não poderia ser três. N ão é por meio do exame de todos os outros livros sagrados que se conclui que n e n h u m dos outros livros é verdadeiro e. Por exemplo. A Exclusividade das Afirmações Bíblicas Se a Bíblia é verdadeira ou não depende dos fatos relacionados nesse livro em particular. por esta razão. ou cinco. se a Bíblia é a palavra de Deus.A B:p: ia E C o n fia vül? 69 que a Bíblia é a verdadeira p alavra de D eus sem prim eiro exa­ m inar todos os outros? Em bora u m o utro escrito sagrado possa ser. Além disso. ou sete. "E eis que veio a palavra do . ou qualquer outro núm ero? Com o os núm eros são infinitos. como alguém poderia ter certeza que dois mais dois só pode ser quatro.

. como todos os outros deuses são. ao ter um encontro com o Cristo e Deus da Bíblia — a afirmação de que a Bíblia é a única Palavra de Deus.70 E m D efesa lia F k C riít . então só a Bíblia p or meio da qual Ele nos fala p o d e de ser tam bém sua Palavra.. etc são encontradas cerca de 3. então não há necessidade de exam inar qualquer outro livro sagrado para saber se u m deles pode tam bém conter algum a verdade. m as a im pressão que vários professores da universidade m e p assam é que a evidência arqueológica contra a Bíblia é m u i­ to contundente. Como tal é preciso que ela seja infalível e sem . Essa possi­ bilidade é eliminada ao se constatar que o Deus da Bíblia é o único Deus verdadeiro. m as n en h u m a delas se sustentou após um escrutínio cui­ dadoso. u m deles pode ter algum a legitimidade. E assim que alguém verificar — por meio de p ro­ vas internas e externas. A Bíblia afirm a ser a Palavra de Deus. Se só Ele é Deus. e fora de m im não há Deus... históricas e. talvez. "Eu sou o prim eiro e eu sou o último. N ão m e lembro dos detalhes e.] E não há outro Deus senão eu [.. e não há outro" (Is 44. O Deus da Bíblia diz que Ele é o único e verdadeiro Deus.. A única razão para tornar-se familiar com outras religiões e outros escritos religiosos seria para m ostrar àqueles que seguem esses sistem as falsos qual é o erro e.6.8 m il vezes na Bíblia).21. Resposta: H á m uitas afirmações de que a Bíblia não é v erd a­ deira. e que Ele inspirou os profetas e apóstolos em seus escritos para o benefício de toda a hum anidade. acima de tudo.. a p artir disso. então todos os outros livros sagrados devem ser falsos.8. [.. p or u m acaso.22). O que a Arqueologia Diz sobre a Bíblia Q uestão: Fiquei sabendo que há um a grande quan tid ad e de evidências arqueológicas que provam que a Bíblia não é confiável. [. 45. por evidências arqueológicas. n en h u m deles tenha sido dado.] H á outro D eus além de mim? Não! N ão há outra Rocha que eu conheça. Senhor veio a.". Assim que alguém conhece o Deus verdadeiro não há necessi­ dade de checar todos os outros deuses possíveis para verificar se. resgatá-los.] porque eu sou Deus.

e seus críticos. posso apenas responder de forma geral. o prim eiro capítulo da Bíblia tem muito a dizer sobre os heteus. No entanto. portanto. ela. Mais tarde. as descobertas com eçaram a aparecer. Paulo escreveu: "Toda Escritura divinamente inspirada" (2 Tm 3. os céticos afirm aram que a Bíblia era u m livro de mitos.16). Apenas para dar um exemplo. já que a Bíblia é realmente a Palavra de Deus. Por conseguinte. o livro mais notável como tam bém o mais controverso do m undo. equivocados. Apenas um erro na substância da Bíblia (não um erro do copista ou do impressor) provaria que ela não é o que afirma ser. grifo do autor). te­ mos evidências arqueológicas em abundância de que aquilo que a Bíblia relata em relação aos heteus é absolutam ente verdade. Um m useu inteiro em Ancara. Davi planejou que Urias fosse morto. décadas de escavações não conseguiram descobrir n en h u ­ ma evidência arqueológica dos heteus. Sua afirmação de que é inspirada p or Deus levou aqueles que não acreditam em Deus e os que seguem religiões rivais a atacar sua credibilidade. A penas um a evidência bastaria. foi atacada por céticos determ inados e críticos profissionais por séculos. Hoje. De acordo com o registro bíblico. sem sombra de dúvida. N a verdade.21. entretanto. é dedicado às relíquias dos heteus. cha­ m ado Urias. como nen h u m outro livro da história. A Bíblia á. na época do rei Davi. e Pedro declarou que: "Os hom ens santos de Deus falaram [ou escreveram] inspirados pelo Espírito Santo [Espírito de Deus]" (2 Pe 1. a fim de cobrir seu pecado de adultério com a esposa dele que ficou grávida. Portanto.A Bíb u a É C onhável ? 7/ qualquer erro. Você não m e deu exem­ plos específicos. pois apresentava detalhes fictícios em relação a um povo que jamais existira. não seria necessária "um a grande q u an ­ tidade" de evidências arqueológicas ou de qualquer outro tipo p ara refutar a Bíblia. este era um povo num eroso e poderoso na época de Abraão e que perm aneceu na região até. Sabe­ mos que um dos capitães do exército de Davi era um heteu. Em todas as oca­ siões. quando os fatos foram estabelecidos por meio das descobertas arqueológicas. a Palavra Santa de Deus. pelo menos. Turquia. provou-se que a Bíblia estava cor­ reta. Isso aconteceu 1 0 0 ° o das vezes — como deveria ser. .

m ais dois frag­ m entos da m esm a inscrição em p ed ra foram descobertos. especialm ente os do Antigo Testamento. Em 1994.4 M uitos outros exem ­ plos similares po d em ser dados. as escolas públicas de Israel ensinam os alunos a histó­ ria de sua terra e seus ancestrais a partir do Antigo Testamento. que se refere à casa de Davi. Em setem bro de 1995.] eles tinham um a corra^em do n ú m e­ . E quanto aos Manuscritos? Q uestão: Segundo m inha com preensão.5 Mais um a vez. poderiam ser milhares de anos mais antigos do que os m anuscritos mais antigos que conhecemos. n in g u é m d u v id a da existência do rei Davi e da histó ­ ria de seu reino conform e registrado na Bíblia. do aniversário de três m il anos da fu n d a­ ção de Jerusalém p o r Davi.. em 1993. e estes novam ente m encionavam a casa de Davi. Es­ ses originais.] negaram que Davi fosse um a p e r­ sonagem histórica ou que o reino unido precedeu Judá e Israel". a Bíblia foi justificada. é toda a favor dela. pois sabem que é infalivelm ente acurado. A verd ad e é que em vez da evidência arqueológica apontar contra a Bíblia.. Hoje. Na verdade.. é utilizada por meios arqueólogos da atuali­ dade como u m guia p ara localizar cidades da antiguidade.7^ Em D efesa d a Fe C ra' A lgum as confirm ações m ais recentes foram possíveis p or m eio do ach a d o do "a g o ra fam oso frag m e n to d e inscrição aram aica [um a pedra]. em Tel Dan. a Bíblia que temos origina-se de alguns m anuscritos antigos que são cópias das có­ pias das cópias do original que já se p erd eu há m uito tempo. A lguns estudiosos [. como resultado de sua com provação contínua por achados arqueológicos. toda a nação de Israel com eçou a celebração. Q ualquer pessoa que diga o contrário ignora as evidências atuais ou é totalmente tendencioso e não está disposto a se defrontar com elas.. Com o podem os saber que o que temos hoje está próxim o do que foi escrito nos originais^ R esposta: Bernard Ram m nos lembra: "Os judeus o preser­ varam [o texto do Antigo Testamento] como nen h u m outro m a­ nuscrito já foi preservado [. cuja duração foi de quinze meses. A Bíblia.

C. 100 8 9 8 7 5 200 10 2 20 1400 1300 1500 1300 1200 1400 1300 1000 1600 1000 .i A H C o n t i á v f . eis aqui algum as obras seculares bem aceitas da an tig u id ad e. há m uitas questões que dizem respeito ao texto de Shakespeare.C.C. Bruce. Cícero ou Sêneca [como os judeus o fizeram para o A ntigo Testamento]?"5 N ão é de a d ­ mirar. 60 a. conforme já observado.C.. que os m anuscritos de Isaías encontrados com os do m ar M orto não apresentavam n en h u m a variação significa­ tiva em mil anos de cópias. a d ata em que foram es­ critas..C. 383-322 a.44 a.C. portanto.A B i b i .l ? 73 ro de letras em cada docum ento. cuja única tarefa era preservar e trans­ mitir esses docum entos com praticam ente perfeita fidelidade — escribas. Em contraste. F. escreve: "N ão há n e n h u m cor­ po de literatu ra antiga do m u n d o que d esfru te de tão rica e boa co m p ro v ação tex tu al com o o N o v o T estam en to ".C. que tem apenas quatrocentos anos de idade. F. 480-425 a. estudioso bíblico. [e] os m ais antigos m a n u sc rito s ex isten tes do N o v o T estam ento fo ram escritos m uito próxim os da data da escrita o r i g i n a l P a r a o benefício da com paração. mestres da lei e massoretas. 384-322 a. 100 a.C. Eles tinham u m a classe especial de hom ens em sua cultura. 480-406 a. 100. 427-327 a.6 J.C 460-400 a. e o n ú m ero de m anuscritos ain d a existentes e o nú m ero de anos em que o m anuscrito m ais antigo foi copiado após a data do escrito original: Sófocles H e r ó d o to E u ríp e d e s T ucides P latão A ristó te le s D e m ó s te n e s C é sa r L u crécio T ácito 496-406 a. que m ostram o autor. Q uem já contou as letras e sílabas e palavras de Platão ou Aristóteles. H aro ld G reenlee explica: "O nú m ero de m anuscritos do N ovo Testa­ m ento disponíveis são im p ressio n an tem en te m aiores do que q u alqu er o utra obra da literatu ra antiga.C.

Com o é interessante n o tar que questões sobre a exatidão dos m anuscritos jam ais são levantadas em relação a outros m anuscritos da an tig u id ad e — a não ser que ofereçam p rovas d a v alid ad e d a Bíblia. A Palavra de Deus condena a consciência.. P ortanto. m as sem pre foi assim.. o indiví­ d u o pode reproduzir todo o N ovo Testamento e m uito do Antigo Testamento por meio de citações em cartas e epístolas pessoais.600 cópias dos m anuscritos do N ovo Testam ento. Wilson.. alguns dos quais chegam a d atar até um sé­ culo depois dos originais e m uitos outros até cerca de trezentos a quatrocentos anos após os originais. Ele era fluente em m ais de quarenta línguas semíticas e tam bém u m dos m aiores especialistas e estudiosos de linguagem de to­ dos os tempos. A Bíblia é o livro mais citado do m undo. oferece considerável com provação do N ovo Testam ento e da v ida e m orte de Jesus. há cerca de 24. O professor Wilson escreve: Por quarenta e cinco anos contínuos. Isso não apenas é ver­ dad e hoje. de Josefo. em seu livro Scientific Investigation ofthe Old Testament ("Investigação Científica do A ntigo Testamento"). e todas suas línguas. p o r que se es­ cuta contin u am en te a falsa afirm ação de que os m anuscritos bíblicos não são confiáveis? O fato de que essa m entira persiste nos círculos acadêm icos d em o n stra u m trem en d o preconceito contra a Bíblia por causa do que ela diz.. C onseqüentem ente. Confiabilidade Imcomparável Q uanto à validade dos m anuscritos do Antigo Testamento e sua confiabilidade. e todas suas traduções. po rtan to. de Princepton. m ilhares de vezes m ais do que qualquer outra obra secular.7b E m D f. considere a seguinte afirmação de Robert D. escritas u m século depois de Cristo com issionar seus discípulos p ara a pregação do evangelho. essa obra tam b ém recebe ata­ ques violentos. Antiguidades Judaicas.fe sa d a F f C r Em contraste. e todas as evidências arqueológicas. devotei-me a um grande estudo do A ntigo Testamento. .

ou de várias versões.. H á cerca de 1 m ilhão 250 mil delas.í a E C o n f iá v e l ? Os críticos da Bíblia que o organizaram p ara encontrar fa­ lhas.. e depois tive de classificar os resu lta­ dos. De onde eles obtêm essa evidência. No entanto.. ou em p assa g en s paralelas. dos m anuscritos ou em notas dos massoretas... e todo o am or pela verdade.. Q u and o u m hom em [diz isso]. C. Eu tinha de observar as variações do texto. o bibliotecário de A lexandria... a do m aior estudioso de todas as épocas.A B í b í .. O resultado desses quarenta e cinco anos de estudos que dediquei a este texto foram os seguintes: posso afirm ar que não há um a página do Antigo Testamento sobre a qual precisam os ter qualquer dúvida. de 200 a.. afirm am que p ossuem todo o conhecim ento e virtude da verdade.? Desafio qualquer h om em fazer u m ataque ao Antigo Testamento fu ndam en tad o na evidência que não p o d e ser investigada. e não na opinião. Com pare essa exatidão com. e foram necessários m uitos anos para com pletar essa tarefa. ou nas em e n d as conjecturais dos críticos.. cujos nom es são m encionados não apenas na Bíblia. Há cento e noventa e cinco consoantes nesses vinte e nove nom es próprios. descobrim os que nos docum entos hebraicos do A n­ tigo Testamento há apenas duas ou três de todas essas cento e noventa e cinco sobre as quais p o d e haver algum a d ú v id a se fo­ ram escritas da m esm a forma conform e escritas em seus m o n u ­ m entos [que os arqueólogos até agora descobriram].. De to d o s esses reis a p e n a s trê s o u q u a tro são identificáveis. [Por exemplo. Ele tam bém fez u m a lista dos reis da Assíria. algo fundam entado na evidência. quer saber quem são os estudiosos e p or que eles concor­ dam . em que constam trinta e oito d eles.. iniciei a investiga­ ção de toda consoante do hebraico do A ntigo Testamento. em ...... para ilustrar sua exatidão]: há vinte e nove reis da antiguidade... Ele com pi­ lou um catálogo com os reis do Egito.. mas tam bém em m onu m entos de sua época. U m a de suas frases favori­ tas é: "Todos os estudiosos concordam".. A pós ap ren d er as línguas necessárias.. p a ra re d u z ir o criticismo do A ntigo Testam ento a u m a ciência absolutam ente objetiva.. A lgum as destas rem ontam a 4 mil anos e estão tão bem gravadas que cada letra está clara e correta.

em nenhum lugar percebe-se que eles alcançaram um a com­ p re e n s ã o cla ra d o ú n ic o e v e r d a d e ir o D e u s. bem como o de seus países e a ordem cronológica tam ­ bém está correta. pergunte-lhe sobre os reis mencio­ nad os nela. todos estão incluídos na Bíblia e em monumentos. A escola da crítica m od erna antagoniza essa afirmação. Ela se refere a vinte e nove reis e a dez diferentes países aos quais pertencem estes reis. fé.76 Em D ef esa d a F e C k :> apenas u m caso podem os dizer a quem se refere. A religião deles era do tipo que exigia um a dem onstração exterior. Pense no que isso significa. sim. O u com pare Ptolom eu.! Embora o estudo dos sistemas religiosos dos povos da anti­ guidade dem onstre que havia entre eles um a tentativa de chegar a Deus. Se alguém falar da Bíblia. N en h u m destes nom es está corretam ente grafado. assim como deprecia seus excelentes ensinam entos morais. esperança e salvação por meio da graça de Deus. Como podem os justificar tudo isso? Os profetas de Israel declararam que seus ensinam entos eram provenientes de Deus. . m as são provenientes dos apriscos e casas hum ildes de Israel. você pod e não saber a quem ele se refere se não os conhecer p or meio de outras fontes. o C ria d o r. Na Bíblia. a religião do amor. a religião do Antigo Testamento é essencialmente voltada à mente e ao coração. n em dos desertos da Média. o Preservador. o Juiz. Eles dizem que os profetas deram voz às idéias de sua própria época e que eles eram lim itados por seu am bien­ te. nem de Delfos e Roma. que fez um registro de dezoito reis da Babilônia. Isso é verdade? E se não for. se esse é o caso. nem da Babilônia. qual é o propósito da profecia? Parece-me que o fato da Bíblia envolver-se com profecia a coloca no dom ínio da especulação e dim inui sua credibilidade e confiabilidade. alegria. e este único não está grafado corretamente... dos cativos ao longo dos rios em u m a terra estrangeira? Onde essa Profecia se Encaixa e por quê? Questão: Ouvi dizer que as profecias da Bíblia são estruturadas de tal form a que seu alegado "cum prim ento" poderia se ajustar a quase qualquer acontecimento. o Salvador e o Santificador de seu povo. o nome de cada um deles está correto. como essas m ensagens de esperança e salvação não vieram dos oráculos de Tebas e Mènfis. Mas.

portanto. eles teriam de adm itir que a Bíblia. Krishna. m orte e ressurreição de Jesus Cristo. incluindo até m esm o a época e o local. Tampouco há qualquer profecia em relação à chegada de Buda. no livro de Daniel. M aomé. grego e rom ano foram dados.) Q uanto às profecias da Bíblia serem "estruturadas de tal form a que seu alegado 'cu m p rim en to ' poderia se ajustar a quase qualquer acontecimento". (Lidamos com esses elem entos das profecias em outros livros. N ão há profecias no Alcorão. conforme qualquer exam e das profecias bíblicas com prova. nos dizeres de Buda e Confúcio. em qualquer o u ­ tro livro. atacada de todo ângulo possível e im aginário nos últim os dois séculos. Sua vinda foi prevista em dezenas de profecias específicas que foram cum ­ pridas nos m ínim os detalhes na vida. O Messias judaico é absolutam ente único a esse respeito. m uitos detalhes factuais em relação aos im périos m edo-persa. de fato. Confúcio. que é sua Palavra. . no Vedas ou no B aghavad Gita do hinduísm o. Um Registro Profético Impecável As profecias cum pridas com provam conclusivam ente tanto a existência de Deus quanto a Bíblia. H á u m núm ero de razões p ara a profecia bíblica: provar a existência de D eus ao dizerm os o que acontecerá antes que acon­ teça. identificar o Messias ao especificar os num erosos detalhes que dizem respeito a sua vinda. Por exemplo. escritas d e­ pois que os eventos ocorreram. Caso contrário. exceto na Bíblia. No entanto. na verdade. m as os céticos tentaram arduam ente com provar que essas profecias foram. isso simplesmente não é verdade. previu o futuro. Zoroastro. A datação de Daniel foi. todo ataque falhou. avisar os fiéis sobre as condições e perigos existentes nos últim os dias. p or esta razão elas têm sido criticamente exam inadas em m uitas tentati­ vas vigorosas para refutá-las. no Livro de M órm ons.A É C o n fia v h ? 77 R esposta: A Bíblia é aproxim adam ente 30% de profecia e ape­ nas por essa razão é absolutam ente única. e o livro de Daniel perm anece incontestável até hoje. ou o fu n d ad o r ou líder de qualquer o utra religião do m undo.

quando Constantino m u d o u sua capital para C onstantinopla..s a d a Fe C r Obviam ente.... considerem os um a breve citação. Daniel previu a divisão do Im pério Rom ano em d uas partes (ori­ ental e ocidental) séculos antes que ela ocorresse. do fasci­ nante livro A Lawyer Examines the Bible ("Um A dvogado Examina a Bíblia").C. antes da vinda de Cristo e que os eventos subseqüentes ao nascimento de Cristo foram apre­ sentados de forma acurada... [são] específicas (em com paração com os oráculos de Delfos e outros oráculos pagãos que. que diz respeito à profecia: As profecias sobre os judeus. previu o dia exato (6 de abril de 32 d..Em D ki -f.. (como verem os posteriormente). p or exemplo.. resguardam -se contra os erros).C.. e tão num erosos que tornam o cum prim ento acidental quase que infinitam ente improvável.. patriarca de C onstantinopla. [Considere] o fato de que a Páscoa dos judeus é celebrada continuam ente há três mil e quinhentos anos (embora os fogos sagrados da Pérsia e os que são oferecidos às virgens vestais de Roma.' . como tam bém são de tal n a t u r e z a q u e os e v e n to s p r e v is t o s p a r e c e m d e a n te m ã o destrutivos e sem paralelos na história hum ana.. os quais deveriam perm anecer acesos para sem pre. A divisão religiosa ocorreu em 1054 d. nas vossas gerações o celebrareis p or estatuto p erp étu o " (Êx 12. à luz das narrativas nós a encon­ tram os nesse m esm o velho livro: "E este dia vos será por m em ó ­ ria. Essa divisão política e m ilitar entre o Im pério Rom ano Oriental e Ocidental ocorreu em 330 d.. esti­ veram apagado s por séculos). Antes de continuar. Até m esm o a m aioria dos crí­ ticos céticos tiveram de adm itir que esse livro fazia parte do cânon do Antigo Testamento.. entretanto.) em que Jesus m ontaria u m jum entinho p ara entrar em Jerusalém (conforme foi profetizado em Zacarias 9. foi um a total p erd a de tem po tentar provar que D aniel fora escrito depois da ascensão e qued a desses quatro im périos m undiais que ele previra.C.. assim como as da vinda do Messias.14). O livro de Daniel.9) e seria aclam ado como Messias — o dia que hoje é celebrado como D om ingo de Ramos. A bordarem os profecias específicas posteriorm ente. e celebrá-lo-eis por festa ao Senhor.. q u an ­ do o p ap a Leão IX excom ungou M iguel Cerulário. pelo menos.

como tam bém dentro da igreja católica —. pois somos m eros seres finitos. e certam ente não exigem essa explicação referente à idéia ridícula de que a Bíblia é capaz apenas de qualquer interpretação de acordo com o que o indivíduo deseja ali encontrar. a incerteza ou am bigüidade será prontam ente reconhecida p or qualquer pessoa que leia ou escute essa afirm ação. Q uanto às num erosas diferenças de interpretação e opinião doutrinais entre protestantes e católicos rom anos — e m esm o as várias denom inações p ro testan tes. a teimosia e o orgulho tam bém entram nessa equação. aparentem ente. A linguagem tem significado. portanto. N in g u ém seria en g an ad o p or aquilo que não tivesse um significado claro nem prestaria atenção nele. Se isso fosse realm ente verdade. Conforme ele diz. entretanto. p o d e ser justificada logicamente. ou qualquer o utra pessoa a construir um a sentença que possa logicam ente ser considerada . som ente p or essa razão a Bíblia seria o livro mais notável do m undo. Tragi­ camente. Isso pode ser entendido como qualquer coisa que a pessoa leia e queira acreditar. Nesses casos. pois é a única obra escrita que não pode significar qualquer coisa que o indivíduo escolha. Como alguém pode confiar na Bíblia em relação a qualquer assunto? R esposta: U m m om ento de reflexão dem onstraria o absurdo da premissa básica desse argumento. isso é previsível. Uma afirmação pode ser estruturada de forma que seu significado seja incerto ou am bíguo e. essa é a razão pela qual há tantas dife­ renças entre aqueles que afirmam seguir a Bíblia: entre católicos e protestantes e entre as centenas de denominações protestantes. l ? 79 Uma Mentira Esmerada Questão: Meu professor de psicologia na universidade afirma que qualquer pessoa pode extrair a idéia que quiser da Bíblia. Ele está afirm ando que é possível extrair dela qualquer idéia que.A B í bl i a É C o n f i a v f . vai m uito além de afirm ar que a Bíblia é contraditória ou ambígua. Essas são diferenças norm ais. Desafio seu professor. parece apoiar duas idéias contraditórias. ou você. É inevitável que as interpretações e opiniões hu m an as difiram. Essa surpreendente afirmação do professor. dadas as fragilidades hum anas.

não inventados por hom ens nem em prestados de nenhum a outra religião. então por que eu deveria aceitar qualquer outra coisa que ela me oferece? Além disso. A Bíblia não apenas apresenta alguns ensinam entos morais sublimes. m orte e ressurreição de Cristo. R esposta: H á m uitos problem as com sua tese. Q uer essas palavras sejam em prestadas de outras religiões. parece-m e ser algo que não tem muita importância. Ela afirma repetidam ente que é a Palavra de Deus inerrante e que seus ensinamentos são inspi­ rados por Deus. N ão vejo por que a Bíblia precisa ser defendida como infalível. A Bíblia tam bém afirm a que conta a verdadeira história dos judeus e de outras nações da antiguidade. E o ensinamento que deve ser considerado. e m uito m enos um a sentença ou parágrafo com m uitas palavras reunidas com um a seqüência significativa pode ser construída a fim de fundam entar num erosas idéias contraditórias.80 Em D ef esa d a F e C rat da m aneira que a pessoa quiser interpretá-la. Se ela mente sobre seu fundamento. Ela dem onstra o quanto as pessoas querem ser capazes de descartar as Escrituras. tal m istura de m entiras e preceitos morais sublimes apresentaria um a contradição difícil de explicar. quer sejam provenientes da pena de Salomão ou dos lábios de Cristo. N en h u m a palavra tem um a variedade infinita de significados. quer tenham sido escritas séculos depois e equivocadam ente atribuídas a eles. a conversão de Paulo e suas viagens m issio­ . a perseguição que esta sofreu dos rabinos e a u ­ toridades rom anas. mas ela faz m uitas afirmações que não podem ser ignoradas e que têm um a relação com seus ensinamentos. Eu tam bém já escutei m uitas vezes essa acusação contra a Bíblia. o verdadeiro registro da Igreja Primitiva. Inspiração Divina É Essencial? Q uestão: N ão há d ú v id a de que a Bíblia contém alguns dos m ais sublim es ensinam entos m orais que p o d em ser encontrados na literatura do m undo. abraçando idéias tolas neste processo. o verdadeiro registro da vida. Tampouco o fato de que a Bíblia obviam ente tem m uitos erros e contradições dim inui seus ensinam entos morais.

. que ele afirm ou ter recebido não de outros apóstolos. Linton exam inou cuidadosam ente a Bíblia. Se ela não for verdadeira em um a área. ela não seria digna de nossa confiança. conforme você sugere. m as diretam ente do Cristo ressurrecto. então o cristianism o passa a ser indefensável e insustentável.. sua m orte voluntária e vicária. q uem po d e ater-se à conclu­ são fu ndam en tad a neles? . Deus tornou-se carne e habitou entre nós. então a Bíblia está praticam ente cheia de m entiras. pois nossa convic­ ção de que. a experiência com prova que corremos gran de perigo. e a infalibilidade do registro sobre o qual repousam os princípios eternos de nossa fé — a deidade de Cristo. estão entrelaçados de tal form a com o todo que constituem um a p arte integrante da fé cristã. dim inuam . Linton explicou a im portância vital da Bíblia ser ou não em sua totalidade realmente a Palavra de Deus: A exatidão do registro de u m caso legal é algo que precisa ser estabelecido sem qualquer d ú v id a antes que o Tribunal de Apelação aceite a causa ou um a opinião seja form ada a respeito do julgam ento em questão. e se o registro dos fatos for im pu gnad o. O prom otor Irw in H. esses outros elem entos apresentados n a Bíblia.w f : 1 8/ nárias. C ada parte da Bíblia está tão intim am ente ligada a todas as outras que se u m a delas não se sustenta o todo tam bém não se sustenta.. a quem não vimos.. que nosso am or e h o nra que dedicam os à Palavra Viva [Cristo]. está fu n­ d am entada nos fatos sobre os quais essa conclusão repousa. esse fato refletiria negativam ente em seus ensinam entos morais? Além disso. E necessário que a Bíblia seja totalm ente aceita ou total­ m ente rejeitada. a ressurreição corporal e o im inente retorno em p od er e glória — são todos interpretados como incertos em um a m ente para a qual a exatidão do registro bíblico foi posto em dúvida. se esse fosse o caso. Você não adm itiria que se a Bí­ blia está cheia de m entiras. exatam ente como faria com u m caso legal. m ais cedo ou mais tarde. e os ensinam entos. Ele fu n d am en ­ tou sua fé na Bíblia a p artir das evidências. em complemento aos seus ensinamentos morais. Se essas e m uitas outras afirmações não são verdade. Se não derm os fé e crédito total à Palavra Escrita que vimos. A Bí­ blia não contém erros e contradições.A B : sl : a E C o v e l .

] um a cruz que a apologética precisa carregar". Ele desafia todas as leis da física ou não seria u m milagre. u m a vez que a ciência lida apenas com os fe­ nôm enos naturais. A insistência em u m a posição se­ m elhante trai u m preconceito que em si m esm o im pede um a pes­ soa de encarar as evidências abundantes em favor dos milagres.. não há nenhum a base válida. lógica ou cien­ tífica. 7 O efeito m ortal sobre m inha fé e as dificuldades in sup erá­ veis com as quais m e encontro envolvido q u an d o fiz u m a tenta­ tiva de julgam ento d a visão.9 Quem Poderia Acreditar nos Milagres da Bíblia? Questão: Parece-me que o caso m ais forte contra a Bíblia re­ fere-se aos milagres que ela descreve. p o r sua p ró p ria defini­ ção. C on­ forme Reinhold Seeberg diz: "O milagre já foi todo o fundam ento de toda a apologética.. depois tornou-se u m a m uleta apologética e hoje é [. exceto os ensinam entos religiosos. p ara quem a fantasia era norm al e que. é sobrenatural. tam bém deve estar além da habilidade da ciência p ara refutá-lo. U m milagre. não apenas a ciência nunca "provou que os m ilagres não acontecem ". Com o você possivelm ente p o d e confiar em u m livro que apresenta fábulas obviam ente fictícias. de que a Bíblia possa estar errada e é apenas h u m an a em todos seus aspectos. a Bíblia foi escrita p or hom ens bastante ingênuos e su ­ persticiosos. O bviam ente. portanto. O bvia­ m ente. não ficavam envergonhados ao contar sobre esses alegados m ila­ gres. Eles são tão fantásticos que tornam não confiável qualquer outra coisa que a Bíblia diz. Um milagre está além da habilidade de explicação da ciência e. especialm ente q u ando a ciência m oderna já p ro v o u que os milagres não acontecem? Resposta: Ao contrário. Q u an d o p erg u n taram a A lbert Einstein que efeito sua teoria da relatividade teria na religião. m as tal p rova seria categorica­ m ente im possível. Por conseguinte..E m D e f e s a d a Fe C n i ' . p ara dizer que os m ilagres não ocorrem exatam ente da for­ m a como a Bíblia os descreve. portanto. tornou p ara sem pre esse assunto claro para m im . os m ilagres não acontecem na natureza nem naturalmente. ele respondeu de form a direta: "Ne- ..

o cristianism o é fun d am en tad o no m aior milagre de todos: a ressurreição de Cristo. Se Ele não ressuscitou é um mentiroso. então os milagres são possíveis. algo que seria similar a com ­ provar o ateísmo pela declaração de que Deus. H uxley não fornece n enh u m a evidência ou razão para apoiar sua asserção. Confúcio ou qualquer outro líder religioso. o infinito e transcendente C riador do universo. M ilagres seriam im possíveis no panteísm o. fam oso evolucionista e ateu.] que Cristo m o rreu p o r nossos pecados. Ele apenas descarta os milagres ao estabelecer regras que os tornam impossíveis. [..] e que . Thom as H. N a verdade. o que quer que seja que aconteça deve ser um a ocorrência n atural que funciona de acordo com as leis que governam o universo. u m a fraude. não existe.. de form a distinta de M aomé. Atente p ara o testem u­ nho de Paulo: Também vos notifico. obviam ente.1 1 Entretanto. "com provou" que os milagres não pod eriam acontecer ao definir a "natureza" como "aquilo que é — a som a dos fenôm enos apresentados a nossa experiência. se Deus. Jesus afirm ou que ressuscitaria dos m ortos.A. o evangelho que já vos tenho anunciado. isso é um milagre. acredita em milagres.1 0 Milagres são impossíveis apenas se o universo for um sistema fechado e não existir n ad a além dele. Entretanto. de form a que n en h u m deles ousaria fazer tal afirmação. apesar da afirmação de honrar a evidência e a lógica. N esse caso. pois é u m sis­ tem a de crença em que a natureza é tudo. presentes e futuros". irmãos. a totalidade dos eventos passados. p or definição.. Portanto. Buda. [. existe de forma distinta e separada de sua criação. se for para Deus intervir no declínio dos assuntos hum anos e da natureza. são inevitáveis. B :fi ia É C o n h a v e l? 83 nhum . se você acredita em Deus. Huxley. Apenas o Cristianismo Exige Milagres O cristianism o não fica em baraçado com o registro dos m ila­ gres na Bíblia.. A relatividade é m eram ente um a teoria científica e não tem n ad a a ver com religião". Sempre que Deus nos alcança de fora para efetuar qualquer coisa que não está de acordo com o curso norm al dos eventos (como a salvação e a ressurreição). Ao contrário. e o cristianismo.

ou qualquer outra religião do m undo. Q uando Ele. Esse não é o caso de religiões como o budism o. fazer o cego enxergar. pois testificamos de Deus. E assim somos tam bém considerados como falsas testem unhas de Deus. apareceu no meio deles vivo. o islamism o. a evidência é totalm ente contrária. O cristianism o exige m ila­ gres.. ou abrir o m ar Yermelht/é obvia­ m ente possível. de iní­ cio acharam que estavam ven d o u m fantasm a e ficaram petrifi­ cados (Lc 24. p ara Deus. e que ressuscitou ao terceiro dia. Krishna. [. N a verdade. se milagres acontecem ou não. O Testemunho que Passa nos Testes mais Severos Q uanto à afirm ação tendenciosa de que aqueles que regis­ traram os m ilagres não passavam de pessoas sim ples e ig n o ran ­ tes.3-5. Se a ressurreição realm ente aconteceu.. Os discípulos ficaram assustados q u an d o viram Cristo an d an d o sobre a água (Mt 14. O cristianism o não se desculpa pelos m ilagres n em recua ou dá de om bros como se realm ente esse fato não fosse im portante. as quais achavam que essas coisas eram norm ais.1. e tam bém é vã a vossa fé. como tam bém questionaram que tipo de pessoa era quando acalm ou a tem pestade com u m a palavra (Mc 4.] E. eles eram tão céticos que Jesus teve de p rovar que era Ele m esm o que estava ali! .37).26). o hinduísm o. a saber. da m orte sacrificial e da ressurreição m iraculosa de Jesus Cristo — e todos os outros m ilagres são ocorrências m enores em co m p a­ ração a esse. [.41). logo é vã a nossa pregação.] e que foi visto p or Cefas e depois pelos doze. 14. depois de sua ressurreição. ficaram com m edo dEle. A fé cristã se su sten ta ou cai d ian te da vida im aculada. M aom é e outros estão vivos ou m ortos ou se realm ente existiram.15).. ou fazer com que o coxo ande.. se Cristo não ressuscitou. C s foi sepultado.Em D e f e s a d . as quais se sentem confortáveis sem os milagres. Seus líderes abandonaram u m a filosofia de vida e certas regras para seguir u m a religião sem n e n h u m a com provação de que Buda.\ Fr. ou curar q u alq u er o u tra doença. então. que ressuscitou a Cristo (1 Co 15.

chegou à m esm a conclusão. os quais. As poucas afirmações acima devem . que as proferiram com a fina­ lidade de dem onstrar um a sabedoria superior — . do que o grande sinal que Deus nos deu: a m orte e ressurreição de C risto. Ao contrário. há m uitos anos. abalavam o m undo deles. de estu dar as histórias de outras épocas. na verdade. evidência existente como esta da res­ surreição ainda não foi d erru b ad a ". Profes­ sor Thom as A rnold. Escutamos o soar da veracidade em seus relatos desses even­ tos quando confessam seu m edo e descrença. e eu lhe digo. citaremos alguns dos m ais im portantes especialistas do m u n d o em evidências. escreveu: Tenho o hábito. e o m esm o aconteceu com Sir Robert A nderson. declarou: "Sei m uito b em o que a evidência é. assim como m uitos o u ­ tros aos quais não temos espaço suficiente para nomear. como afirm ar que "nen h u m a pessoa inteligente acredita em m ilagres da Bíblia e m uito m enos na ressurreição!" Mas. exam inando e pesando a evidência daqueles que escreveram sobre elas. Lord Lyndhurst. as m elho­ res e mais com pletas capazes de satisfazer a com preensão de u m investigador honesto. inusitadamente. n ad a p o d e es­ tar m ais longe da verdade. Consideraremos a evidência específica d a ressurreição em um capítulo posterior. e não conheço n en h u m fato na história da h u m an id ad e que tenha sido pro vad o por evidências.1 3 M uitos jovens que buscam a verdade foram levados à des­ crença por declarações desdenhosas — feitas p or clérigos libe­ rais ou professores universitários.1 2 Simon Greenleaf. N esse m om ento. ia É C o n f iá v e l 85 Esse não era o comportamento de pessoas ingênuas que viviam em u m m u n d o fantasioso. entretanto.A B:s. chefe da divisão de Investigação C rim inal da Scotland Yard. u m a das m aiores autoridades norte-am ericanas sobre evidências jurídicas d u ran te o período de sua vida. que foi catedrático de história m oderna em Oxford. os quais foram convencidos da ressurreição de Jesus Cristo precisa­ m ente graças ao fato de esta fundam entar-se n a evidência. reconhecido como u m a das mais im portantes m entes jurídicas da história britânica. os discípulos tinham um a clara percepção do que era norm al e ficavam am edrontados com os milagres de Cristo.

Em D e ffs a . m uitos dos cristãos mais simples e honestos são os mais brilhantes. . ser suficientes p ara contrapor-se a essa desinform ação. os m ais reconhecidos e os m ais b em qualificados para exam inar e avaliar a evidência que estarem os considerando cui­ dadosam ente. da F l C ha t. N a reali­ dade.

os homens o teriam destruído há muito tempo.A Bíblia não é um livro que um homem escreveria se pudesse ou que ele poderia escrever se quisesse. mas os martelos estão gastos. por dezoito séculos.].. a Igreja de Deus é uma bigorna que destruiu muitos martelos". e ele é mais amado. e a bigorna ainda resiste. os martelos dos in fiéis estão procurando destruir esse livro há muito tempo. — H. Quando o monarca francês propôs a perseguição dos cristãos [. H astings 1 . Sua circulação cresce. Se esse livro não fosse o livro de Deus.. mas mesmo assim ele permanece hoje tão firme quanto uma rocha. um velho estadista e guerreiro disse-lhe: "Senhor. Chafer Os infiéis. prestigiado e lido hoje do que em qualquer outra época. refutam e desbancam esse livro. — Lewis S.. Assim. L..

C.? E que. conforme todos os registros.1). logo. Cristo não poderia nascer depois dessa data..C. m as ele só ocupou esse cargo em 6 d.C. diz que essas contradições com provam que a Bíblia não é confiável. três anos depois da m orte de H erodes. nasceu em 1 a.2 Acredito que a Bíblia é verdadeira. Você poderia m e ajudar? R esposta: As aparentes contradições que você m enciona (as­ sim como m uitas outras) foram levantadas de form a ferrenha (na verdade m uito ferrenhas) p o r u m núm ero de céticos como um a "comprovação" de que a Bíblia contém erros e. não pode ser a Palavra de Deus.23). em mais um a outra contradição. portanto.C. isso significa que Jesus tinha trinta anos em 29 d. o que destrói totalmente a datação de Mateus! Lucas. de N ew ark. N o entanto. data o nascim ento de Cristo à época em que Cirênio era governador da Síria. Portanto. H erodes. O bispo episcopal John S. Lucas diz que Jesus com ­ pletou trinta anos no ano quinze do im pério de Tibério César (Lc 3. N ew Jersey.1. por conseguinte. que começou a reinar em 14 d.. Spong. Temos que nos lem brar que já "foi p ro v a­ ." 'v / / • # ( A CONTRADIÇÕES NA BÍBLIA? Em que Ano Jesus Nasceu? Q uestão: M ateus diz que o nascim ento de Cristo foi durante o reinado de H erodes [o Grande] (Mt 2.C. m orreu em 4 a.

Os historiadores não as aceitam. Seria tolo descartar a confiança que u m indivíduo deposita na Bíblia fundam entado em datas que são. seu governo se iniciou em um a data. eram exatas. obviam ente. Por exemplo.SA DA F e C r . surgidas depois que D urant escreveu sua história. Z u m p t estão convencidos de que Q uirino foi governador da Síria duas vezes. Will Durant. O m esm o acontece em relação a esse fato. com base em novas evidências.! Além disso. W. John Elder acredita que a prim eira vez que Q uirino governou foi em data tão rem ota quanto 7 a . Quirino — Cirênio Foi Governador da Síria duas Vezes Primeiro. as datas que o bispo Spong e outros críticos utilizam nessa presum ida refutação jamais. volum e III.C .3 O nascim ento de Cristo. questionáveis.í do " m uitas vezes que a Bíblia está errada. por meio algum. Se Durant. indicou que ele não sabia quando Quirino (uma outra grafia para Cirênio. outros his­ toriadores como A. a Bíblia foi justificada. a evidência histórica p ara sua resolução já é bem conheci­ da há m uitos anos. a fim de "co m p ro v ar" que a Bíblia está errad a. como já observado.C. disse que a data exata é desconhecida.C. A ugusto César m orreu em 14 .Ev. na m elhor das hipóteses. um dos mais respeitados historiadores.C. eu suspeitaria de u m crítico que. não p o d e ter sido posterior a 4 a. Entretanto. em The Story of Civilization ("A História da Civilização"). Seu governo term inou em 1 d. q u ando todos os fatos foram finalm ente revelados. afirm a dogm aticam ente que Quirino iniciou seu reinado em 6 d. pelo menos. exatam ente como Lucas afirma. em todo caso. que teria sido q u ando Q uirino foi governador pela p ri­ m eira vez. e todos os críticos foram envergonhados. Isso mesm o.. com base no conheci­ m ento. disponível à época dessas contes­ tações. E quanto a Tibério César — os Fatos São ainda mais Interessantes Q uanto ao problem a alegado em relação ao reinado de Tibério César. D fcH. que encontram os em L ucas) iniciou seu go­ verno na Síria. científico ou histórico. tão rem ota quanto 4 a.C. na prim eira.

H A CüXT RADICÒF S NA BiBLIA?

d.C. e essa data é, portanto, geralm ente m encionada como o iní­ cio oficial do reinado de seu sucessor, Tibério César. N o entanto, os céticos são tão ávidos p or achar u m a falha n a Bíblia que dei­ xam de escavar m ais p rofundam ente p ara encontrar a razão per­ feitam ente idônea p ara u m a d ata m ais anterior. N a verdade, Tibério, em bora tecnicamente ainda não fosse César, já havia co­ m eçado a governar o im pério alguns anos antes da m orte de A ugusto, pois este últim o já estava bastante idoso e sua saúde bastante fragilizada. As rebeliões custaram a vida daqueles p os­ síveis sucessores, os mais próxim os de Augusto. Este, sem aju­ dante nem sucessor, adotou em 2 d.C. Tibério como filho e coregente. Subseqüentem ente, Tibério foi enviado por A ugusto para d eb elar as rebeliões e d ese m p e n h o u m arav ilh o sam en te essa tarefa. Will D urant escreve:
Q u an d o ele [Tibério] retornou em 9 d.C., após cinco anos de cam panhas árdu as e cheias de êxito, toda a Roma, que o odiava por seu puritanism o austero, resignou-se ao fato de que, em bora A ugusto ainda fosse príncipe, Tibério já começara a governar.4

C onsiderando o início de seu governo em 9 d.C., "no ano quinze do im pério de Tibério César" (Lc 3.1), corresponderia a 24-25 d.C. Se Jesus nasceu em 4 ou cinco a.C., logo antes da m orte de H erodes e d u ran te o prim eiro governo de Cirênio, na Síria, de acordo com essa data Ele teria 29 anos no início de seu m inisté­ rio, em 24-25 d.C. Observe que Lucas declara que Ele " iniciou por volta dos 30 anos de idade". O bviam ente, se Ele nasceu em 6 a.C., teria 30 anos em algum m om ento no curso do ano 24 d.C. Não d isp o m o s de d atas precisas, m as o que sabem os confirm a o acurado testem unho de Lucas. O exposto acima dem onstra, m ais u m a vez, quão obliqua­ m ente erradas e enganosas são as críticas tendenciosas de supos­ tos estudiosos como os do Seminário Jesus (e de líderes religio­ sos apóstatas como o bispo Spong), os quais afirm am que o N ovo Testamento não p o d e ser confiável, pois foi escrito séculos de­ pois da época em que Jesus viveu. N a verdade, a datação fornecida p or Lucas, que as descobertas arqueológicas levaram anos para confirmar, não poderia ser conhecida e registrada com tal preci­

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são décadas mais tarde, m uito m enos séculos depois dos aconte­ cimentos como os críticos insistem em dizer que foi o que aconte­ ceu. Ela só poderia ser determ inada p or testem unhas oculares que viveram nessa época e presenciaram os acontecimentos, como os escritores da Bíblia afirm am que aconteceu.

Por que Deus Permitiu Aparentes Contradições na Bíblia?
Q uestão: Vocês cristãos parecem ter sem pre u m a m aneira de "conciliar" qualquer contradição ou inconsistência que os "incré­ dulos" possam descobrir na Bíblia. Entretanto, não im porta quão convincente possa parecer a "conciliação", tenho um a pergunta pessoal que é recorrente: p or que parece haver tantos problem as na Bíblia que vocês se esforçam tanto p ara resolver? Parece-me, na verdade, que há tantas inconsistências (mesmo que suposta­ m ente vocês consigam resolver algum as) que isso em si m esm o é u m a evidência de que a Bíblia é m uito falha e, portanto, não pode ser a Palavra de Deus.

Resposta: Ao contrário, as m uitas aparentes contradições e in c o n sistê n c ia s d a Bíblia são p r o v a s c o n v in c e n te s de su a credibilidade. Se três testem unhas atestam que presenciaram um acidente e cada u m a delas o descreve exatam ente d a m esm a m an eira, p a la v ra p o r p alav ra, q u em o u v ir o relato terá bons m otivos para suspeitar de fraude e descartar o testemunho destes. Entretanto, se cada u m descreve com suas próprias palavras e a p a rtir de sua p ersp ectiv a pessoal, a pessoa passa a acred itar nelas. Além disso, se parece haver conflito em seus testem unhos, m as este foi resolvido por meio de u m a sondagem p rofunda do incidente, isso acrescenta significante credibilidade ao testem unho deles. É o m esm o que acontece com as aparentes contradições encontradas na Bíblia. Irw in Linton, em A Lawyer Examines the Bible ("Um A dvoga­ do Examina a Bíblia"), expõe isso m uito bem: "As narrativas isen­ tas e sem artifícios da Bíblia, obviam ente tão despreocupadas de

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querer dar u m a aparência de consistência, m ostram com m uita clareza aquelas irregularidades que são as m arcas honestas quer no trabalho de artesão em u m tapete oriental quer na esponta­ n eidade de um testemunho hum ano, as quais, m uitas vezes, atraí­ ram oponentes que tentavam colocá-la sob u m destrutivo fogo cruzado que, entretanto, trouxe m ais claram ente à luz a verdade e a consistência da Bíblia".5 U m dos pontos mais fortes da Bíblia, em sua reconciliação, portanto, é o poderoso reforço das aparentes inconsistências que provam a veracidade de suas narrativas. William Paley cham a a atenção para este fato em seus escritos:
Agora, em pesquisas históricas, um a inconsistência reconci­ liada torna-se vim argum ento positivo. Prim eiro, p o r que um im postor geralm ente se previne a fim de não d ar um a aparência de inconsistência. Segundo, por que q u an d o as aparentes incon­ sistências são encontradas, é raro que algo, exceto a verdade, os torna capaz de reconciliação. A existência de dificuldade com prova a ausência daquele cuidado que geralm ente acom panha a consciência de fraude; e a solução com prova que não é o conluio de proposições fortuitas com os quais tem os de lidar que preserva cada circunstância em seu lugar, m as que o fio da v erd ade envolve o todo.''

As duas Genealogias de Jesus
Q uestão: Há duas genealogias contraditórias para Cristo que traçam seus ancestrais até José. M ateus diz que o pai de José era Jacó, m as Lucas diz que seu p ai era filho de Eli. Como am bos não p o d em ser verdadeiros, pelo m enos u m deles está equivocado, mas não podem os saber qual deles. Provavelm ente, am bos estão errados. Tampouco consigo perceber como os cristãos conseguem defender essas duas genealogias, u m a vez que am bas dizem que José é o pai de Jesus e, portanto, negam o nascim ento virginal. R esposta: Se alguém estiver determ inado a com provar que a

Bíblia é falsa a fim de justificar sua relutância em acreditar em Deus, então suponho que esse argum ento possa parecer u m a boa

E m D e f e s a li a F e C

possibilidade, em bora seria necessário um a considerável ginás­ tica m ental para mantê-lo. Por outro lado, u m pouco de reflexão — e im parcialidade — pode resolver este aparente problema. Em prim eiro lugar, nem M ateus nem Lucas diz ou deixa im ­ plícito que José é o pai de Jesus. Ao contrário, am bos fazem um relato claro de que M aria era virgem q u an d o Jesus nasceu. O indivíduo pode rejeitar o nascim ento virginal de Cristo, m as é absurdo justificar essa rejeição ao afirm ar que M ateus e Lucas, apesar das afirmações claras de que José não era o pai, distorcem, não obstante, a verd ad e e apresentam um a genealogia em que dizem que José era o pai. Examinemos as genealogias. M ateus, de form a cuidadosa, denom ina José de "m arido de M aria" não o pai. Ele explica essa aparente anomalia: "Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem , achou-se ter concebido do Espírito Santo". Ele explica que "José [...] não a conheceu [não teve relações sexuais com ela] até* que d eu à luz seu filho" (Mt 1.25; cf. 1.16,18). Além disso, M ateus declara que o nascim ento de Jesus cum pre a profe­ cia do A ntigo Testamento: "Eis que a virgem conceberá e dará à luz u m filho, e ele será ch am ad o pelo nom e de EMANUEL. (EMANUEL trad u zid o é: Deus conosco)" (Mt 1.23). A genealogia de M ateus é definitivamente a de José. Isso é claro por causa do uso de "gerou" para cada geração, e até acabar com "Jacó gerou a José, marido de M aria" (1.16; grifo do autor). José, em bora não seja o pai de Jesus, era o chefe da casa e desem pe­ nhava o papel de "pai adotivo". Como a linhagem real era herda­ da através dos homens, José tinha de ser da casa de Davi. A genealogia da linhagem materna de Jesus feita por Lucas é tão clara quanto a de Mateus. A palavra "gerou" não é usada. Lucas afirma que Jesus "sendo (como se cuidava [isto é, imaginava]) filho de José, e José, de Eli" (Lc 3.23). A palavra filho não está no original. Obviamente, José era genro de Eli, o pai de Maria.

A Consistência Lógica
Lucas relata a experiência da aparição do anjo Gabriel para di­ zer a Maria que ela daria à luz o Messias. A resposta atônita dela é

H

a

C ON TR AOI CÒE? N A B i Pi.; .A ?

registrada: "Como se fará isso, visto que não conheço varão?" (Lc 1.34) Em vez de sugerir que José era o pai de Jesus, Lucas deixa claro que ele não é: que ela era um a virgem e que o Messias seria concebido nela por meio do "Espírito Santo" (Lc 1.35). Imediata­ mente depois disso, Lucas não apresenta um a genealogia em que José, apesar de tudo, era o pai de Jesus! Demos crédito a Mateus e Lucas por, pelo menos, possuírem um a razoável inteligência. N em Lucas contradiria M ateus e apresentaria um a genealogia p ara José com pletam ente diferente. M ateus diz-nos que Jacó era o pai de José e apresenta toda a sua genealogia. Os registros estão disponíveis no Templo e onde tam bém cada família a guardou. Lucas, m esm o sem consultar n en h u m registro, sabe os nom es do pai e do avô de José m eram ente p or meio de conversas com am i­ gos e vizinhos dele. E ele não apresentaria u m a genealogia com ­ pleta a não ser que tivesse certeza de que era acurada. Certam ente Lucas conhecia os fatos, "já inform ado m inuciosam ente de tudo desde o princípio" (Lc 1.3) e tivera grande cuidado ao investigálas tanto que notificou seu am igo Teófilo sobre "a certeza das coisas..." (Lc 1.4) A pessoa só p o d e concluir que ele traçou a genealogia p or meio de Maria, m ãe de Jesus, e há boas razões p ara que ele assim tenha feito. O fato de Jesus ter nascido de um a virgem significa que Ele não tinha em suas veias, pela descendência m asculina, o sangue do rei Davi. Portanto, p ara que Ele fosse fisicamente relacionado ao rei Davi, era necessário que sua m ãe fosse descendente de Davi. Lucas, conseqüentem ente, cujo foco nesse ponto esteve quase totalm ente voltado p ara Maria, su p riu a falta dessa informação, dando-nos a genealogia de Maria. Afirmar qualquer coisa diferente disso é considerar M ateus e Lucas possuidores de um a estupidez que está claramente contra a inteligência e honestidade ostentada em seus testem unhos.

Confusão a Respeito do Canto do Galo?
Q uestão: Em M ateus, Lucas e João, Jesus diz a Pedro que antes que o galo cante uma vez na m anhã seguinte, ele o negará

três vezes. Já em Marcos 14, Jesus diz a Pedro, tão claram ente

E.v.

Fl O .

q u an to fizera antes, que ele o negará antes que o galo cante duas vezes. Essa aparente contradição m e p ertu rb a. Você p o d e ajudar-m e?
R esposta: Essa é m ais u m a das num erosas aparentes contra­ dições, as quais os céticos e críticos exploraram na tentativa de desacreditar a Bíblia. No entanto, u m a pequena investigação e u m a clara reflexão dem onstram que, p or fim, elas não são con­ tradições. N a verdade, o fato de que um a linguagem diferente seja utilizada nos quatro Evangelhos prova que os escritores não estavam copiando de "Q" ou de alguns docum entos similares como os críticos especulam . Isto tam bém dem onstra que a inspi­ ração do Espírito Santo não destrói a liberdade de expressão das distintas testem unhas (a liberdade das distintas testem unhas para expressar a si mesmas). E, essa m esm a liberdade de expressão, explica as m uitas contradições aparentes.

C om pararem os cuidadosam ente as quatro histórias contadas em todos os quatro Evangelhos. M ateus 26.34 diz: "Antes que o galo cante", enquanto Lucas 22.34 e João 13.38 usam áorm a n eg a­ tiva: "N ão cantará hoje o galo". O bviam ente, Jesus não está se referindo a u m galo específico nem ao galo cantando uma vez, m as àquele m om ento da m anhã que é conhecido como “hora do galo cantar". Essa é a expressão usada em Marcos 13.35, por exem ­ plo, q u an d o se refere à hora ("se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela m an h ã" [grifo do autor]), em que Jesus d e­ verá retornar. Portanto, Jesus adverte Pedro de que antes da h a ­ bitual hora do canto do galo, na m an h ã seguinte, ele terá negado, três vezes, o Senhor. N a verdade, os quatro Evangelhos concor­ d am que isso foi o que aconteceu. Longe de contradizer os outros Evangelhos, Marcos dá-nos u m detalhe adicional à advertência que Jesus fez a Pedro e, por meio disso, fomece-nos um a percepção adicional. Ele nos faz saber que Jesus tam bém disse a Pedro: "Antes que o galo cante duas vezes, três vezes m e negarás" (Mc 13.40; grifo do autor). Essa é, em si m esm a, um a afirmação singular. Q u an d o o galo começa a cocoricar, o prim eiro som é rap idam ente seguido do segundo, do terceiro, do quarto e de tantos cocoricós subseqüentes quanto o núm ero de galos, na vizinhança, que form arem o coro.

outras vezes. após repetir a negação. portanto. o Senhor e. apesar de não relatar o lapso de tem po entre a p ri­ meira e a segunda negação. como .71). à prim eira vista. apesar dos pontos de vista independentes. Deus não faz tam bém a cada u m de nós.62). nos informa que havia passado "quase um a hora" (Lc 22. fosse mais adiante. Imediatamente antes da terceira negação. parecia um a contradição. Lc 22. presta­ mos atenção à advertência de Deus. por mais duas vezes. de m aneira suficientemente profunda. O Ignorar da primeira Advertência Benevolente O cocoricar incom um de um galo. um a hora ou mais antes do horário norm al e im ediatam ente antes da prim eira negação de Pedro. pode tê-lo induzido à repetição — o que não deixa dúvida quanto à razão de o Senhor fazer essa advertência incom um e pro­ ver um a circunstância incomum. n :':í a : x v Sm > n a 0 37 Marcos. A veracidade do relato é revelada pelo fato de que nenhum a delas repete a outra. ele ainda negou. às vezes. para evitar que Pedro. adver­ tências similares para nos fazer recuar do precipício de desonra e desgraça em que estamos prestes a cair? A lgum as vezes.59) entre a segunda e a terceira negação. na última. após a prim eira negação. enquanto. A pesar de Pedro ter jurado m or­ rer por Cristo. já um galo (ou talvez alguns) o fizeram im edia­ tam ente após Pedro pronunciar as palavras.H a C a . para con­ ciliar o que. os quais são necessários ser vistos em con­ junto para que possamos ter o panoram a completo do episódio. Ao investigar. Vemos a graça de Deus para com Pedro. revela que apesar de a prim eira negação de Pedro ter ocorrido no período antes d a "hora do galo cantar" naquela m anhã. mas cada um a delas fornece um a parte da informação que é necessária para o todo. é percebida na notável harm onização de todos os quatro testem unhos. soou o coro de galos do alvorecer (a ‘'hora do galo cantar") e. E a inspiração de Deus. quando Ele faz com que um ou mais galos cocoriquem p rem atura­ mente. Com o sabem os que esse prim eiro cocoricó foi no período antes d a "hora do galo can­ tar?" Lucas. orientando o que cada um deles diz. aprende­ mos um a lição valiosa. com extrema irreverência (Mc 14. por fim.75. Pedro sai para ficar sozinho e chorar am argam ente (Mt 26.

N o e n ta n to .58. o qual ouvira a acusação condenatória. na verdade. Pedro poderia ter dito isso por causa do homem. q u ando foi questio­ nado. esquentando-se na fogueira.66-69 e M ateus 26. A pessoa precisa trabalhar arduam ente para encontrar essa série de aparentes contradições. o que é consistente com M ateus que diz "outra criada". De fato.69). Pedro respondeu: "Homem. Pedro saiu de perto da fogueira no pátio e encam inhou-se para o portão onde foi questionado por alguém. que ouvira a pergunta da criada. Dr Pedro. Eis aqui mais u m a instância em que o aparente desejo de encontrar discrepâncias cria zelosa­ m ente problem as inexistentes. Lucas 22. até sermos completamente dom inados pelo rem orso e chorarm os de arrependimento. a segunda negação de Pedro acontece q u ando responde à mesma criada que p r o v o c o u a p r im e ir a n e g a ç ã o (Mc 14. defender-se frente ao hom em que estava ao seu lado na fogueira. não sou". na fogueira. Mas João 18. precipitando a segunda negação. e Lucas 22. após a prim eira negação. ao lado dele. a criada. e.25 relata que Pedro estava no pátio.69 diz claramente 'h criada".71 diz que a segunda negação foi provocada p or outra criada. prosseguimos. de acordo com o relato de Marcos. O artigo aponta que. m as tam bém ao hom em que está se aquecendo. falando não som ente com Pedro. como se­ ria de esperar. Ela não estava sussurrando ao ouvido de Pedro. M ateus 26. Há mais Contradições Envolvendo a Negação de Pedro? Questão: Li algo em u m artigo publicado p or u m grupo de ateístas sobre Pedro ter negado o Senhor que me deixou espantado. impetuosamente. Marcos 14. em um a tentativa de não deixá-lo embaraçado! A principal preocupação de Pedro era. obviamente.98 Ev. não a mesma criada.58 não diz que foi um hom em quem o inquiriu. está.58 diz que foi por xxmhomem. Com o podem os conciliar tud o isso? Resposta: Sempre fico im pressionado com a q u antidade de tem po e esforço que os críticos gastam para tentar achar falhas na Bíblia. Marcos 14. se não era esse o caso. que poderia ser um a expressão que ele usava habitualmente.71 relatam que. ao .

Além disso. Insistir que isso é contradição revela o desejo de ser o dono da verdade. A palavra grega significa que o sol acabou de surgir no horizon­ te. depois ir até o pórtico.71 ("disse aos que ali estavam ") quanto em Marcos 14. Quem Viu o Jesus Ressurrecto — quando e onde? Questão: U m a das mais estrondosas contradições na Bíblia está no relato da suposta ressurreição de Cristo. em João 20. p o r exemplo.1. desde sua casa até o se­ . em n en h u m dos relatos.1 diz que ela foi ao sepulcro enquanto ainda estava escuro. Mateus. a não ser que queira criar u m a polêmica. Marcos 16. N ão é de su rp reen d er que ele tenha dito: " Homem. João 20. Marcos e Lucas são consistentes quanto ao fato de Pedro estar no palácio. todas as outras versões dizem: "ao nascer [anatello] do sol" ou "ao d espontar do sol". do lado de fora por um curto período de tem po até que foi levado para dentro da sala. João 18. perm itiria que o term o "o nascer do sol" englobasse o período pouco antes de o sol raiar no horizonte como tam bém o período logo após. em bora eles sejam relatados de perspectivas distintas. nem isso fica im ­ plícito.2 em que o texto grego foi trad u zid o por: "ao d espontar do sol" e "ao n as­ cer do sol". assim que chegou. Como também.. sobre a qual todo o cristianism o está fundam entado. o iniciar da ação do nascer do sol. Isso fica claro tanto em M ateus 26.69 ("começou a dizer aos que ali estavam "). Q ualquer pessoa.9 lado dele. A penas em u m a versão encontrei: "depois do nascer do sol". diz que Maria M adalena foi ao sepulcro ao nascer do sol. João n arra que Pedro ficou.25 m ostra claram ente que o hom em que no questionam ento feito a Pedro. Q ual deles é verdadeiro? Resposta: Chequei algum as versões de Marcos 16. não há nenhum a afir­ mação de que Pedro esteja "indo para a porta". A palavra grega anatello não é u m a afirmação exata de tem po e significa.9. mais precisam ente.12. m as ainda assim estar no palácio no m om ento em que faz as três negações.HA C o XTRALM l Õ E ' X A B l Bi .." N ão há n ad a contraditório nesse relato. I A ? . a expressão "M aria M adalena foi" poderia referir-se a toda a jornada.

100 E m Dr. Além disso.1) p ara chegar ao sepulcro q u ando o sol esti­ vesse surgindo no horizonte. assim que tem um a clara visão da entrad a do sepulcro. a p alav ra grega skotia. Entretanto. Jesus vai a um a m ontanha e ora d u ran te toda a noite. como você sugere. N ão há conexão entre a p arte do Evangelho n arrad a do . você tenha negligenciado o óbvio? Certam ente. Em Lucas 6. Para ser total­ mente honesto. tra d u z id a por "escuro". João não registra que ela esteve no sepulcro até m uito m ais tarde. Em Lucas. o juiz rap id a­ m ente rejeitaria o caso. no capítulo 5. no capítulo 6. ela p oderia ter se levantado naquela m an h ã "enquanto ainda es­ tava escuro" (Jo 20.12-19. Com o esse percurso deveria envolver algum a distância. encontra seus doze discípulos. que a p ed ra foi rem ovida. M ateus 5. O bviam ente. e o serm ão da m ontanha é citado fora de seqüência dos aconteci­ m entos. preto como carvão. Quando e onde Foi o Sermão da Montanha? Q uestão: Lucas 6.1 diz que Jesus "subiu a um monte" e assentou-se para discursar para sua audiência. você deve saber que os Evangelhos não n arram cada evento na seqüência em que ocorreram. p or M ateus. Q uantas contradições como essas serão necessári­ as para que o cristianism o adm ita que a Bíblia não é a Palavra infalível de Deus? R esp o sta : Seria possível que. em sua ânsia de provar que a Bíblia é falível. diz que Jesus desceu de u m a m ontanha e parou em um lugar plano p ara discursar a sua audiência.12. é seguida p or ele — o qual é narrad o anteriorm ente. o que não significa necessariamente breu. Essa circunstância tam bém é des­ crita em M ateus 10.:E>A F i O : ” . se você levar essas duas afirmações para um a corte a fim de tentar p rovar que elas são contraditórias. pulcro.17. significa tam bém "p enum bra". entre os versículos 19 e 20. no dia seguinte. "indistinto". a respeito do famoso sermão da m on­ tanha. m uito menos. Ela não tem ligação com o serm ão da m o n ta­ n h a — e. O versículo 20 inicia-se com um a circunstância anterior. há um a lacuna. M aria M adalena vê a algum a distância. depois.

em outra contradição. M ateus 17. Marcos diz que M aria M adalena. a mãe de Tiago. M aria M adalena e a outra Maria apro­ xim aram -se e ficaram am edrontadas. diz que as m ulheres entraram no sepulcro e.> X .N7 K . que se inicia no versículo 20.1-4). dois anjos. enquanto buscavam o corpo de Jesus. ^ k Y ' l .H . O anjo disse-lhes para que não tivessem m edo e convidou-as para entrar no sepulcro e ver o local onde Jesus estivera (Mt 28.1-6). e a palavra "quase" indica que o espaço de tem po não é preciso. retirou a pedra e sentou-se sobre ela.28 diz que toramo/ío dias depois do incidente. Maria.1-6). o que poderia significar. apareceram a elas (Lc 24.. Esclarecendo a Questão dos Anjos Q uestão: A ressurreição de Cristo é fundam ental p ara o cris­ tianismo.. M ateus e Marcos dizem: "E seis dias d ep o is {meta. Em contraste. O anjo. depois. Lucas. pelo menos. mais u m a vez. o sétimo dia.1 e Marcos 9. e Lucas diz: "Q uase oito dias depois. e Salomé não viram o anjo até o m om ento em que en­ traram no sepulcro. aqueles que escreveram os Evangelhos apresentam conflitos m esm o em relação a esse assunto da m aior im portância! M ateus diz que um anjo desceu do céu. \ B i B i . os céticos que acusam a Bíblia de contradição seriam m otivo de riso em um a corte. Mas Lucas 9. Outra Tentativa Veemente de Provar uma Contradição Q uestão: As histórias das assim cham adas "transfigurações" de Jesus no m onte parecem ter sérias contradições.2 dizem que ela ocorreuse/s dias depois que o incidente se apresentou.. Observe que Marcos . Estou perplexo. apontou para onde Jesus esti­ vera (16. repentinamente. Você pode me ajudar? R esposta: N a verdade. \ C v ' ." "Em oito dias" é um a expressão idiom ática (como "quatro noites") para dizer um a sem ana depois. ainda assim. N ão há contradição entre M ateus e Lucas. em grego)". I A ? versículo 12 ao 19 com o Sermão da M ontanha. Essa crítica ao relato do Evangelho perde-se em m inúcias sem sentido e.

lem ­ brando que cada um dos escritores dos Evangelhos apresenta um a versão resum ida do que aconteceu.5. é similar ao relatado por . ainda.7) e. outro diz que Jesus as encontrou enquanto cam inhavam para contar as novidades aos discípulos (Mt 28. M ateus inicia a história do ponto de vista dos soldados rom a­ nos. e o anjo que reti­ rara a p ed ra deveria estar dentro do sepulcro no m om ento em que as m ulheres chegaram e encontraram a p ed ra retirada (Mc 16. Sabemos que os soldados não poderiam ainda estar lá enquanto o anjo estava do lado de fora do sepulcro.4). estava sentado. Os discípulos foram inform ados de que Jesus os encontraria na Galiléia (Mt 28. das m ulheres e dos discípulos são narradas em cada u m dos Evangelhos. U m relato diz que as m ulheres viram Jesus e.11).] como u m relâm pago" (Mt 28.4). Mc 16. Isso não é afirm ado em parte algum a em nen h u m dos Evangelhos. os soldados já tinham partido.2). Será que alguém poderia im aginar tal cena. ficou petrificada: eles "ficaram m uito assom ­ brados e como mortos" (28. depois. vendo o anjo retirar a pedra e sentar-se sobre ela.7.4. Antes de qualquer coisa. com "seu aspecto [.8). foram contar a seus discípulos. o convite feito pelo anjo: "Vinde e vede o lugar onde o Senhor jazia" (Mt 28.6).9).402 F. enquanto que Lucas afirm a que os dois anjos estavam de pé (Mc 16. Lc 24. Além disso. cada relato é feito a p artir de u m a perspectiva distinta. Ele relata que a guarda militar. Mateus não diz que as mulheres viram u m anjo do lado de fora e que ele as convidou para entrar. N em todos os m ovim entos e palavras dos anjos.. Lc 24. em que aquelas m ulheres tiveram a coragem de caminhar através de u m pelotão de soldados aterrorizados e dirigir-se a u m anjo im ponente p ara perguntarlhe onde estava Jesus? No relato de M ateus. O que você p o d e fazer desse im possível em a­ ran h ad o de contradições? Resposta: Examinemos os relatos mais cuidadosam ente. q u ando se dirigiu às m ulheres. Lucas e João dizem que ele foi encontrálos em Jerusalém .. Obviam ente.3). sentado na pedra. Depois fugiram para a cidade (28. e a terceira versão diz ainda que elas "fugiram do sepulcro" e não contaram para ninguém que viram Jesus (Mc 16. m D e f f í a : ' a F r C r tam bém diz que o anjo.

Tampouco há qualquer contradição no fato de que algumas mulheres fugiram para suas casas. e Maria Madalena agiu por conta pró­ pria e não em conjunto com o grupo de mulheres. disse que elas viram Jesus antes de ir contar o ocorrido aos discípu­ los. Mulheres Distintas Fazem Coisas Distintas N enhum Evangelho. ela. Jesus as encon­ trou. "as outras que com elas estavam". O fato de u m Evangelho se referir especificamente a u m anjo em um a determ inada posição (e silenciar sobre o outro.1. retornaram para suas casas e não disseram n ad a sobre o ocorrido. dadas às mulheres. que estava em um a posição distinta).103 Marcos: "Eis aqui o lugar onde o p useram " (Mc 16. os quais as instru­ íram para contar aos discípulos que Ele havia ressuscitado. A mbas as narrativas são com patíveis com as instruções. não representa um a contradição de m aneira alguma. Algu­ mas das mulheres fugiram aterrorizadas. mas imediatamente foi contar aos discípulos. mas apenas a diferença normal de atitudes que seria de se esperar em um grupo de mulheres. e não apenas as três que foram nomeadas. 10). Depois que eles viram que o sepulcro estava vazio e saíram anunciando o milagre. assustadas e desnorteadas. nesse mom ento. enquanto outras foram contar aos discípulos e.1-11). enquanto o outro menciona ambos os anjos.6). Havia algumas mulheres ("e foram elas". que exam inavam com cuidado seu interior e. relatando a ação a partir das mulheres. Ela não entrou no sepulcro. e outras foram contar aos discí­ pulos sobre o sepulcro vazio. no caminho para a cidade. provenientes do interior do sepulcro. As outras mulheres entraram no sepulcro e viram os anjos. Não há nenhum "emaranhado de contradições" nisso. Maria M adalena já havia alertado os discípulos e retornara ao sepulcro com Pedro e João (Jo 20. N ão há n enh um conflito aqui. confusa e de coração partido. feitos a p artir de diferentes perspectivas. O utras delas foram contar aos discípulos. Lc 24. depois. hesitantem ente entraram nele. foi que Jesus veio até ela. e. Algumas das mulheres. . v. mas a variação norm al que se espera de dois relatos verdadeiros sobre o m esm o evento. dem orou-se lá.

do pôr-do-sol de sexta-feira até o de sábado. Essa contradição não pode lançar d ú v id a sobre tudo o mais que a Bíblia diz e. o dia que se iniciou no pôr-do-sol da quinta-feira foi o primeiro dia. e os cristãos acreditam. embora ambos o teriam exibi­ do a fim de parar a revolução que estava criando alvoroço em todo lugar e que. Esqueça a "Sexta-feira da Paixão"! Q uestão: A Bíblia diz que Cristo foi crucificado no dia antes de sábado. e do pôrdo-sol de sábado até o am anhecer de domingo. U m fato é incontestável: na m anhã do terceiro dia após sua morte. na m anhã de dom ingo. no interior de um a sala em Jerusalém. . m as estavam./(% " Em D ítf^ a Ff . Tampouco as autoridades romanas ou os rabis podiam exibir o corpo de Jesus. conforme a Bíblia afirma. o que é claram ente im possível. mais precisamente. o sepulcro em que o corpo de Jesus foi colocado estava va­ zio. tom ou-se conhecida como cristianismo. A Bíblia diz tam bém que Ele ficou "três dias e três noites" no sepulcro. Os que defendem essa posição fazem isso. já que Ele foi crucificado na sexta-feira à tarde e ressuscitou bem cedo. apesar dos rum ores de que havia ressuscitado. q u ando Cristo apareceu para eles. o que quer dizer na sexta-feira. Todos os relatos deixam isso bem claro. dessa maneira: "O dia judeu se inicia e term ina com o pôr-do-sol. o que p o d e ser com provado pela celebração da "Sexta-feira da Paixão". Era com preensível a relutância deles em obedecer mais essa ordem daquEle que pensaram ser o Messias. m as que parecia não mais o ser. U m a parte do dia é contada como u m dia inteiro. N ão há conflito. sobre o cerne do cristianismo: a cru­ cificação e a ressurreição de Cristo? R esposta: Nesse caso. de form a algum a. mais ou menos. Portanto. Cí :' \ N em há qualquer conflito entre a instrução p ara que os discí­ pulos fossem p ara a Galiléia e o fato de que eles não fizeram im e­ diatam ente as malas e foram para lá. o segundo dia. A igreja aceita esse fato. o terceiro dia". e todas as evidências fundam entam esse fato. nos relatos. naquela noite. os críticos estão corretos: Cristo não poderia ser crucificado na tarde de sexta-feira e nem a Bíblia diz que foi. mais tarde.

como o dia depois de sua crucificação era o sábado. dependendo do calendário. para que "não ficassem os corpos na cruz. "não entraram na audiência.40). visto que era dia de preparação (para o grande dia de sábado)" (Jo 19. w t r a a i a ó i a na Biblía? 105 Conforme esse cálculo. sexta-feira e sábado (três noites ) no sepulcro e ressuscitou no alvorecer do dom ingo. Entretanto. para não se contam inarem e poderem comer a Páscoa" (Jo 18. Ele passou p arte da quinta-feira. há três dias.42). na m anhã de sua crucificação. trouxeram Jesus diante de Pilatos.28). O fato de que Cristo ressuscitou no dom ingo de m anhã fica claro em todos os quatro Evangelhos. Q uando os rabis.31).54). De fato. especificamente. assim estará o Filho do H om em três dias e três noites no seio da terra" (Mt 12. Há outros sabás especiais que podem cair em qualquer dia da semana. Sábado não c o único sabá.. Também não resta a m enor d ú v id a a respeito de que sábado especial aquele se tratava: a Páscoa dos judeus. A confusão origina-se do fato de que sua crucificação deu-se à "véspera de sábado" (Mc 15. João nos relata que o dia após a crucificação não era um sábado sagrado qualquer. A Ultima Ceia não era a Páscoa. que Ele foi crucificado na sextafeira. toda a sexta-feira e todo o sábado (três dias) no se­ pulcro. como tam bém nas noites de sexta-feira e sábado. fica bastante claro nos Evangelhos que Cristo foi cru­ cificado na quinta-feira e m orreu várias horas antes do pôr-dosol (quando a sexta-feira se inicia). Lucas e João concor­ dam: "E am anhecia o sábado" (Lc 23. Portanto é um engano concluir que.31). Mas Cristo. Esta deveria ser . \ C. m as u m sabá especial: "Pois era grande [especial] o dia de sábado" (Jo 19. declarou: ". como com um ente se pensa. m as os rabis ainda não haviam com ido a Páscoa — nem Jesus e seus discípulos. Também passou as noites de quinta-feira. Ele teria de estar morto e enterrado no sepulcro na noite de quintafeira. Portanto.H . m as som ente duas noites (sexta-feira e sábado). Essa é a m anhã depois da Última Ceia.. Cristo Foi Crucificado na Quinta-feira De fato.

ir ao sepulcro até o dom ingo de manhã. tornou-se a noite da crucificação de Cristo. Isso era im ediatam ente seguido pelo sabá normal.) Na Cruz. suicidara-se antes da ressurreição .29.16.7) — foi crucificado na m esm a hora em que o cordeiro da Páscoa era sacrificado por toda a nação de Israel: "E era a preparação da Páscoa" (Jo 19.. do pôrdo-sol de sexta-feira até o de sábado. conhecida como a Festa dos Pães Asmos. o pôr-do-sol da quinta-feira (especificamente nesse ano. no Momento em que o Cordeiro da Páscoa Foi Sacrificado Em notável cum prim ento da profecia de Êxodo 12. Depois. naquela m esm a noite.. Aquele prim eiro dia duraria até o pôr-do-sol de sexta-feira e era um sábado especial.6. Ele apareceu aos "doze" (1 Co 15.C: celebrada na noite seguinte... Cristo esteve no sepulcro três dias e três noites. Paulo não Sabia Contar? Q uestão: Parece haver u m a gran d e falha no testem unho de Paulo em relação à ressurreição de Cristo.. A Pás­ coa m arca o início da festa. D : f l ^ a z-a F. Ele diz que depois que Cristo apareceu a Pedro. No entanto. com o pão asmo. conforme determ inado em Êxodo 12. (Lidaremos com isso de form a mais detalhada posteriorm ente. um dos prim eiros dos doze apóstolos. grifo do autor).14). o prim eiro dia dos quais era o sábado..15. Ele foi crucificado na quinta-feira. Cristo — a quem João Batista cham ava de "o Cordeiro de Deus" (Jo 1.36)..5). no qual n en h u m trabalho poderia ser feito: "Sete dias comereis pães asmos.] e ao prim eiro dia [da festa] [. u m "grande dia". As mulheres não puderam . 32 d. p ara choque e espanto dos discípulos.] ao sétimo dia [. Não há contradição nenhum a quando conhecemos os fatos. a qual. os cordeiros eram assados e comidos. [. com duração de sete dias.] n en h u m a obra se fará" (Êx 12. os Evangelhos afirm am claram ente que Judas.E v. de "nossa páscoa" (1 Co 5.C. q u ando Cristo foi crucificado) m arcou o início da Festa dos Pães Asmos. o mesm o dia que os profetas predisseram (como veremos). portanto. e Paulo. quando se come nessa noite o cordeiro da Páscoa. o prim eiro dia da Festa. Portanto.

Para ser apóstolo. e lançou-lhes em rosto a sua incre­ d ulidade e dureza de coração" (Mc 16. N a verdade. Matias preenchia os requisitos e foi escolhido para tom ar o lugar de Judas. inclusive a res­ surreição. estando eles assentados juntam ente.. Em Atos 1. Ele tam bém "foi visto. havia outras pessoas que tam bém estavam com C risto o tem po todo. . H á algum a saída p ara essa contradição? Caso contrário.15-26 vem os que h á "quase cento e vinte" (v. 15) discípulos reunidos. \ C c x t r a d í c ü í a a a B .6). i a ? 107 e que havia apenas onze discípulos vivos p ara quem Cristo p o ­ deria aparecer. como tam bém p rev iram que "o utro " tom aria o seu lugar (v. "E acharam congrega­ dos os onze [. 20). porém . quando os onze discípulos estav am prestes a escolher o sucessor de Judas.] o mesm o Jesus se apresentou no meio deles" (Lc 24.14). Assim. conforme Paulo nos lembra. Portanto. b :.. Sem som bra de dúvida. com eçando desde o batism o de João até o dia em que dentre nós foi recebido em cim a" (At 1. Fica bem claro. [. Cristo "apareceu aos onze. u m a vez.22).] E.. Senhor nosso" (1 Co 9:1).21.. esse fato põe em d ú v id a todo o resto da história da ressurreição. ele provavelm ente estava presente quando Cristo apareceu pela prim eira vez aos onze. por m ais de quinhentos irm ãos" (1 Co 15. entre eles estava Matias. que foi escolhido p ara tom ar o lugar de Judas para que o n úm ero de discípulos voltasse novam ente a ser doze. R esposta: O bviam ente.36). Pedro os lem bra que os profetas p rev iram a traição de Jesus p o r Judas e a subseqüente m orte deste.H . Sem dúvida. e um a delas era Matias. Pedro declarou que a substituição poderia apenas ser feita dentre os "varões que conviveram conosco todo o tem po em que o Senhor Jesus entrou e saiu den tre nós. Não há registro de quantos outros discípulos estavam presentes naquele momento. esse hom em tam bém havia visto Cristo em outras ocasiões. a p artir do que Pedro disse (citado abaixo) quando M atias foi escolhido. o indivíduo precisava ter visto "a Jesus Cristo.33. N o entanto. que em bora o foco dos quatro Evangelhos seja o círculo especial dos doze discípulos. tornou-se u m dos doze apóstolos e teste­ m unhou tudo que os outros onze testem unharam .

v. portanto. não valeria a pena investir todo o tem po e o esforço necessários para determ inar isso. Essas são apenas algum as das discrepâncias — e elas se encontram na A lm eida Revista e C orrigida. estavam ali presentes.18 '(setecentos carros e quarenta mil hom ens de cavalo") e 1 Crônicas 19. seria possível determ inar o que o original realmente disse — se mil e seiscentos ou sete mil. como também nem todo tradutor. U m a discre­ pância sim ilar ocorre entre 2 Samuel 10.18 (Sete mil ca­ valos de carros e quarenta mil hom ens de pé"). naquele dia.4 afirma que Davi tom ou de H adadezer “mil e seiscentos cavaleiros". m as em 1 Crônicas 18. trabalhou de forma tão precisa a ponto de toda cópia da Bíblia. D r EtC. Entretanto. ao com parar os muitos manuscritos que ainda temos. Paulo tornou-se cristão alguns anos depois da substituição de Judas por Matias. o fato é que Cristo apareceu para Matias. que quando Paulo declarou que Cristo foi visto "pelos doze" (1 Co 15. Erros de Copistas até mesmo na Versão Almeida Revista e Corrigida? Q uestão: Deparei-me com um a lista de num erosas contradi­ ções na Bíblia. ele queria dizer os doze (inclusive Matias) que.108 E. E. N em todo copista. Ajüde-me! R esposta: A Bíblia é infalível em seus m anuscritos originais. que sem pre acreditei que fosse perfeita em cada u m a das palavras. aconteceram. A lguém deveria buscar os manuscritos disponíveis para de­ terminar quando esses erros. que Davi tom ou Sete mil cavaleiros". Seria bastante razoável. indu­ bitavelmente. q u ando os docum entos eram copiados à mão. e ele tom ou-se u m dos doze. em todas as línguas. em particular. Esses er­ ros que você apontou foram feitos p or alguém ao longo dos sécu­ los passados.5). se quarenta mil homens de cavalo ou qua­ renta mil hom ens de pé. Eis aqui apenas algumas: 2 Samuel 8. Q uer ele estivesse presente naquela noite quer não. . ser perfeita em todas as palavras. não os primeiros doze dos quais Judas fazia parte. não em toda cópia que alguém p ro d u ziu desde o m om ento em que foi escrita.4. etc. pois esses erros não afetam nenhum ensinamento doutrinário.

Lembre-se.. Estêvão confundiu-se? Acho isso m uito perturbador. Estêvão Confundiu-se? Q uestão: Estêvão. em Atos 7. que A braão tinha com prado [.] a Efrom. Essa afirmação apresenta um a clara contradição com o texto de Gênesis 50. No entanto. teoricamente. os longos discursos feitos p or aqueles que vieram "confortar" Jó.15. que. qualquer discrepância na m aioria dessas traduções são corrigidas por outros versículos da m esm a versão.16.. afirm ou que Jacó foi enterrado em Siquém. prova que a Bíblia não é a Palavra de Deus. as explosões do rei Saul .'N -:-r a : ). a m entira de Caim sobre sua inocência em relação ao assassinato de Abel. em seu discurso perante o conselho de rabis. a Bíblia registra as palavras de m uitas pessoas que claram ente não foram inspiradas p or Deus: as desculpas de A dão e Eva.ò l > \ a Bí bi í a ? Alguns tipos de erro de cópia ou tradução que.. "na sepultura que A braão com prara [. as m uitas vezes que o faraó voltou atrás na palavra que dera a Moisés e Arão. pela com paração entre eles.: . N ão podem os culpar Lucas por qualquer equívoco. E m bora haja alg u m as diferenças im portantes nas traduções existentes. A possibilidade mais óbvia. aquele fato não reflete negativam ente na Bíblia e. o heteu". em que se diz que Jacó foi levado "à terra de Canaã" e sepultado "na cova do cam po de Macpela.H a C . portanto. afetam a doutrina. é que Estêvão realm ente se confundiu.13.] aos filhos de H am or". de datas de m uitos séculos atrás. conforme os céticos gostariam de sustentar. p o d eriam tam bém ter se infiltrado em um m anuscrito em particular.. quer nas mais antigas quer nas m odernas (inclusive m uitas deficiências nessas últim as). m as tem os tantas cópias dos m a n u s­ critos. n enhum a das mais im portantes traduções da Bíblia exis­ tentes hoje contém erros d o u trin ário s. Por que Deus não o inspirou p ara dizer tu d o corretamente? R esposta: Com o Lucas está escrevendo inspirado pelo Espí­ rito Santo. Na verdade. p odem os ter certeza de que Estêvão disse o que Lucas registrou. esses erros p o d em ser descobertos e corrigidos. tam pouco. .

p or cem peças de dinheiro" (Gn 33. especificamente. N ão fica explícito que o discurso de Estêvão tenha sido ins­ p irado pelo Espírito Santo.18.] E com prou um a parte do cam po [. é bem possível que alguns de seus irmãos. até m esm o de seus m aiores p erso n a­ gens.32). pai de Siquém.15. naquela parte do cam po que Jacó com prara aos filhos de Hamor. ao lado dos ossos de Sara. os "pais" dos judeus. e quanto. que tam bém eram "pais" dos filhos de Israel.. foram realm ente enterrados em Siquém? Sim. que José foi enterrado em Siquém: "Também enterraram em Siquém os ossos de José. Rebeca. como A braão e Davi. pai de Siquém " (At 7. exam ine­ m os um pouco m ais p rofundam ente p ara saber se Estêvão real­ m ente confundiu-se ou não. Foram os "pais" que foram enterrados em Siquém. foi en­ terrado em Siquém. e da esposa de Jacó. A referência de Estêvão a "nossos pais" não inclui Jacó ("ele e nossos pais". grifo do autor). Sabemos que Jacó foi enterrado na cova do cam po de Macpela. O Antigo Testamento não nos diz onde eles estavam enterrados. de Isaque e sua esposa. u m dos "pais". Lia. mas seus filhos. Se José. que os filhos de Israel trouxeram do Egito. Primeiro.HO Em Dei-nsa d a Eh C contra Davi.16). ele e nossos pais. de Abraão. Portanto.. Foi-nos relatado. Estêvão não afirm ou especificamente que Jacó) foi enterrado em Siquém. A Bíblia não tenta es­ conder os pecados ou erros.19).] dos filhos de Hamor. a não ser que fique claro que a pessoa falava inspi­ rada por Deus. como tam bém as palavras de m uitas outras pessoas registradas nas Escrituras. Isso está de acordo com a afirmação de que "chegou Jacó salvo à cidade de Siquém [. e as­ sim p or diante... estivessem tam ­ bém ali enterrados. . p or que Estêvão deveria ser resguardado de u m lapso em seu discurso? Entretanto. pai de Siquém. p o r cem peças de p rata" (Js 24. Sabemos se algum dos doze filhos de Jacó. Eis aqui aquele trecho de seu discurso: "E Jacó desceu ao Egito e m orreu. A Bíblia não garante a veracidade de toda fala que registra. e foram tran s­ p ortados p ara Siqúém e depositados na sepultura que Abraão com prara por certa soma de dinheiro aos filhos de Hamor. as acusações do sum o-sacerdote contra Jesus. p ortanto não tem os fundam ento para dizer que Estêvão foi im preciso em relação a esse aspecto.

3. algo trem endam ente animador. Ele p oderia até m esm o ter com prado um campo ali. Sim. naquela época. p or que Deus não o im ­ pediu de assim fazer? Por que Ele deveria fazer isso? N a v erd a­ de.. do qual Jacó. pois localizava-se em u m a região central. alguns anos mais tarde. confundiu-se um pouco em relação a eles. Por outro lado. não apenas com Estêvão. desde que a pessoa não esteja proferindo profecias. as quais não p o d em conter erros. Portanto. Ele reuniu todos os elementos da verdade. co m p ro u u m a porção adicional. incapaz de com eter erros hum anos. é fortalecer a . m as com outras pessoas também. ao perm itir que conheçam os alguns equívocos que aconteceram.. n ão p o d em o s ser dogm áticos ao afirm ar que Estêvão não foi preciso em sua afir­ mação. cheio de fé e de poder. [e] fazia prodígios e grandes sinais entre o povo" (At 6. compreensivelmente. é possível que Estêvão tivera u m lapso. ? /// Uma Explicação Possível O único problem a que ainda tem os é a afirmação de Estêvão.S>. U m a o u tra razão. a saber. que A braão com prou o cam po em Siquém. poderia saber algo que hoje não p o ­ dem os saber. Por que Deus Permitiu que Estêvão Errasse? Se Estêvão com eteu u m grave erro. rodeado por aqueles que o o diavam e o m a­ tariam. sem d ú v id a . sabem os que Estêvão estava cheio 'd o Espírito Santo de sabedoria [. sabem os que estar cheio do Espírito Santo e ser inspirado p e r Deus não o tom a um a m áquina robotizada. Ele poderia cometer erros como nós. isso não faria a m enor diferença. Ele estava sob grande pressão. ele pode m uito bem ter passado p or essa cidade em suas m uitas viagens. mas.H a C o \ : r a d :Có e > n a B:bl. e este foi registrado na Bíblia exatamente conforme ele disse. Os rabis nem m esm o reagi­ ram. P o rtan to . Em bora não haja nen h u m registro de que A braão estivera em Siquém. e a Bíblia é honesta.]. U m a razão para perm itir esse erro (se foi isso o que ocorreu) e seu registro poderia ser o de ensinar-nos a lição que acabamos de m encionar. Ele. Estêvão era apenas um mero mortal.

q u e s u p o s ta m e n te é a culm inação de tudo? .. O fato de que. séculos ou m esm o anos m ais tarde. e esse discurso tivesse apenas sido elaborado como parte de um a história fictícia.m H m D h FhS A D A F c C = . Q ual é a afirm ação correta: o reino que d urará p ara sem ­ pre ou o de mil anos. como tam bém eles se absti­ veram de adulterar o texto. Com o alguém p o d e acreditar que a Bíblia é a Palavra infalível de Deus.. Além disso. E esse fato dem onstra m ais um a vez a reve­ rência com a qual os copistas lidaram com aquilo que sabiam que era a Palavra infalível de Deus. e os forjadores cer­ tam ente teriam se ap eg ad o àquela história e evitado essa a p a ­ rente contradição. não haverá fim.7) No entanto. O A ntigo Testam ento é consistente. há esse equívoco é u m a prova a mais de que a Bíblia é u m registro honesto.Ap 20. O M ilênio É o Reinado Derradeiro? Q uestão: Em relação à profecia que diz respeito ao reino fu­ turo de Cristo sobre o m undo. a p az ou a guerra? C ertam ente. Na verdade. no discurso de Estêvão. contradições relacionadas aos conceitos fu n d a ­ m e n ta is co m o o R ein o d e C ris to . Se a Bíblia tivesse sido reu n id a com a intenção deliberada de fraude. para saber se eles podem ou não confiar nela. e certam ente o teriam feito. o registro honesto dessa pequena im precisão conta a favor da Bíblia. a Bíblia tam bém diz que seu reinado durará apenas mil anos e que term inará com um a guerra m undial (.6-9). ele não p o d e ser ambos. p ara resolver q u alq u er d ú v id a ou im precisão a fim de certificar-se de que a estavam ap resen tan d o de form a correta. dem onstra para nós que n en h u m escriba posterior ousou "corrigir" esse erro. m esm o q u ando parecia haver um equívoco que necessitava de correção. q u an d o contém tantas contradições." (Is 9. a Bíblia afir­ ma: "Do increm ento deste principado e da paz. em particular. credibilidade da Bíblia aos olhos dos que buscam a verdade h o ­ nestam ente e que a estão exam inando. Eles p oderiam ter exam inado o A ntigo Testamento. os forjadores certam ente não teriam com etido esse grave erro. a partir de Jerusalém.

(O papel singular e único que o milênio tem a desem penhar será discutido posteriorm ente. se desfarão.] .. que diligentemente buscam por cada contradição ap arente que p ossam encontrar. mas desceu fogo do céu e os devo­ rou" (Ap 20. caso contrário. Esses rebeldes. Os críticos. e os elementos. estes não seguiriam Satanás: "E. não é. No entanto. que é assunto de m uitas profecias bíblicas. a B íki . obviamente..10).. não são cristãos nas­ cidos de novo! No entanto.50)..7-9). N a verdade. Satanás será solto da sua prisão e sairá a enga­ n ar as nações que estão sobre os quatro cantos da terra. o que é o Reino? O fato de ele ser eterno indica que existirá no novô universo eterno que Deus criará após destruir este: "Mas o Dia do Senhor virá como o ladrão de noite. E surpreendente que as contradições óbvias sejam ignoradas pelos cristãos que insistem em igualar o m ilênio ao Reino eterno de Cristo. No entanto. O bviam ente. perceberam esse problem a. Além disso.:N ' ív'''’!. ardendo. cujo núm ero é como a areia do mar.] paz".3.5)..) Assim. a terra estará habitada no milênio p or u m g rande núm ero de pessoas conside­ radas "carne e sangue". e a guerra não pode ser igualada à paz. E subiram sobre a largura da terra e cercaram o arraial dos santos e a cidade amada. Paulo nos diz que "carne e sangue não po dem herdar o reino de Deus" (1 Co 15. no qual os céus passarão com grande estrondo. para as ajuntar em batalha. Gogue e M agogue. Cristo disse: "Aquele que não nascer de novo não pode ver [ou] [. que a Bíblia diz que jamais terá fim. negligen­ ciaram um a solução simples: o m ilênio não é o Reino.] entrar no Reino de D eus" (Jo 3. C erta­ mente. acaban­ do-se os mil anos. porém . apenas aqueles que nasceram no v a­ m ente p o d em estar no Reino. a m aioria dos cristãos im agina que o milênio á o "Reino" pelo qual devem os orar: "Venha o teu Reino" (Mt 6.. mil anos não são interm ináveis..' ' . [.H a C'. e a terra e as obras que nela há se queim arão. m as em sua avidez p o r condenar a Bíblia. Esse fato fica claro p or m uitas razões. a ? 113 R e s p o s ta : H á u m a explicação sim p les e óbvia: o Reino M ilenar de Cristo não é "principado e [. Eis aqui um a outra razão pela qual o milênio não pode ser o Reino. haverá m uitos indivíduos que não nasceram de novo e que viverão no milênio.

. criado. em que habita a justiça" (2 Pe 3.5 5 . e um novo. M c d e d e M a ria o u tro s ( M t 1 . A penas naquele m om ento p odem os dizer que é chegado o Reino eterno. L c 2 . d o s q u a is 3 . q u e . o d o g m a M a ria . q u e d e foi i n v e n t a d o fe ita s p o r sé c u lo s m a is M a te u s e ta rd e . L u c a s. C onform e Paulo nos informa: Depois.13).] E. p ara que Deus seja tu d o em todos (1 Co 15. em que a exigência para ali entrar é nascer de novo.. virá o fim [consumação]. então.V. ao Pai. * M a te u s in d ic a c la ra m e n te q u e M a ria e Jo sé tiv e ra m m a trim o n ia l n o rm a l d a u m re la c io n a m e n to depois d e d o n a s c im e n to d e Jesu s.24. . O bviam ente.28). o q u e d e i x a i m p l í c i t o o n a s c i m e n t o fre q ü ê n c ia . D ef Mas nós. e q u an d o hou v er aniquilado todo im pério e toda po testade e força. tam ­ bém o m esm o Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou.2 5 . n e g a n d o . L c re g istra d o s ( M t 1 3 . cuja paz jamais terá fim e que não pode ser her­ d ad o p or carne e sangue. c o m o p rim o g ê n ito s e q ü e n te 1 2 . [.7 ).4 6 . Isso é o v i r g in d a d e p e r p é tu a as c o n s is te n te c o m d e sc riç õ e s Jesu s.2 0 ). segundo a sua promessa.3 2 . c o m 8 . nem um reino nem n ad a mais desta terra pode ser eterno até que o universo atual seja destruído.E.5 6 ).10. aguardam os novos céus e nova terra. p o rta n to . q u an d o tiver entregado o Reino a Deus. q u an d o todas as coisas lhe estiverem sujeitas. a c o m p a n h a v a m a lg u n s n o m e s fo ra m s u a m ã e p a ra s u b ­ (M t n ó s filh o s.

e do caráter. [é] feita para seres finitos cujo conhecimento é imperfeito e cujo caráter também é imperfeito e.. em virtude das necessidades específicas do caso. esses seres são imperfeitos em seu discernimento espiritual. era a Palavra de Deus? \ a Bíblia. encarar francamente essas diferenças e as levar em consideração. descobrimos algumas coisas que parecem impossíveis de ser reconciliadas com outras que também estão na Bíblia. coisas essas que no início de nossa experiência cristã nos levaram a questionar se a Bíblia. (2 Pe 3. [mas] a revelação. — R.. e do ser de um Deus infinitamente grande. A . por conseguinte. [A Bíblia é] uma revelação da mente. e do desejo. aquelas que dizem respeito às Escrituras. mas que são tremendamente verdadeiras.Todo estudante cuidadoso e todo leitor atencioso da Bíblia acha que existem algumas coisas difíceis de compreender nas palavras do apóstolo Pedro........ perfeitamente sábio e totalmente santo.. deve haver dificuldades nesse tipo de revelação proveniente desse tipo de fonte transmitida a tais pessoas. Não é prudente tentar ocultar o fato de que essas dificuldades existem.. como também da honestidade.16). Descobrimos algumas coisas que parecem incompatíveis com a idéia de que toda a Bíblia é de origem divina e totalmente inerrante. Faz parte da sabedoria. Quando o finito tenta compreender o infinito é normal haver dificuldades. Quem de nós não descobriu coisas na Bíblia que nos desconcertaram. afinal. Torrei/1 .. Portanto.

o que devem os entender q u ando a Bíblia diz que Deus se arrep e n d eu ou se arrep en d erá? Inúm eros versículos . há tantos versículos na Bíblia que declaram que Deus não pode se arrepender dessa forma. m as perm ite que coisas assim aconteçam? R esposta: E verdade. Por exemplo: "Deus não é hom em . Na verdade. nesse sentido. que supostam ente é perfeito pode se arrepender? E p o r que necessitaria fazer isso se Ele sabe de antem ão tu d o o que acontecerá.A FE Como Deus Pode se Arrepender? Questão: Em Gênesis 6. que podem os ter certeza de que.10 diz: "E Deus se arre­ p en d eu do mal que tinha dito lhes faria".19) Portanto.6. a m esm a palavra hebraica expressa u m arrependim ento similar da parte de Deus. diria ele e não o faria? O u falaria e não o confirmaria?" (Nm 23. ao longo de todo o Antigo Testamento. nem filho de hom em . que se Deus é perfeito e sabe de antem ão tu d o o que acontecerá. Com o Deus. conforme você afirma. Um bom núm ero de vezes. Ele jamais se arrependeu ou se ar­ rependerá. para que minta. Jonas 3. está escrito que: 'A rrependeu-se o Senhor de haver feito o hom em ". certam ente Ele não poderia se "arrepender" no sentido de haver com etido u m erro. para que se arrependa: porventura.

se este deixar sua pecaminosidade. e fizer juízo e justi­ ça. Por exemplo: "Agora. conform e Jonas declarara que Ele faria. E quanto ao "arrependim ento" de Deus em Gênesis 6? Evi­ dentem ente. pois. é o inverso desse descrito acima. Deus p erdoará e não executará o julgam ento que p ro ­ nunciou previam ente.7. certam ente viverá. não q uer dizer que Ele m u d o u sua atitude ou ação porque estava errado ou porque não previu o futuro. melhorai os vossos caminhos e as vossas ações e ouvi a voz do Senhor. Q uando Deus se oferece para se "arrepender" do julgamento que Ele pronunciou sobre o peca­ dor. Em vez de as pes­ soas abandonarem o m al e se voltarem p ara o bem e. vosso Deus. se a tal n a ­ ção. N o m om ento em que eu falar contra u m a nação e contra u m reino.H8 fornecem a necessária compreensão. p ara arrancar. n en h u m a dessas duas atitudes é possível para Deus. se converter da sua m aldade. está claro que seu "arre­ pendim ento" é simplesmente sua resposta cheia de graça em rela­ ção ao hom em arrependido de seu pecado.13). Essa foi a natureza de seu "arre­ p endim ento" ao não destruir Nínive. não m orrerá (Ez 18. e p ara derribar. e g u ard ar todos os m eus estatutos. sua ação é bastante consistente com o princípio apresentado reiteradam ente p o r Ele em sua Palavra. contra a qual falar. Uma Mudança de Ação. Esse fato fica bastante evidente por meio de m uitas passagens das Escrituras como estas: Mas. não de Pensamento O bviam ente. depois que as condições que Deus estabeleceu forem cum pridas.8). Sempre que há arrependim ento e abandono do m al p or p arte de um a pessoa ou nação. e arrepender-se-á o Senhor do mal [julgamen­ to] que falou contra vós" (Jr 26. tam bém eu m e arrependerei do m al que p ensava fazer-lhe (Jr 18. exatam ente como prom eteu. se o ím pio se converter de todos os seus pecados que com eteu. Ele apenas m u d o u sua ação em relação aos que se arrependeram . e p ara destruir. em conse­ .21). N ão há nem re­ m orso nem arrependim ento. Tampouco. Em todos os casos em que o "arrependim ento" é atribuído a Deus. se Ele se "arrepender".

da bênção que lhes prometera. e o início de seu m inistério com cerca de trinta anos de idade (Lc 3. "achou graça aos olhos do Se­ nhor" (Gn 6. Deus "arrepender-se" do julgam ento que p ro n u n ­ ciara em relação a elas. q u ando era um m enino de doze anos (Lc 2. Noé. Por que não? . Jesus Estudou na índia com os Gurus? Q uestão: Os Evangelhos silenciam sobre aproxim adam ente dezoito anos na vida de Jesus. as pessoas que D eus criara e declarara boas se voltaram para a m aldade. Por conseguinte. tão grande era a m aldade delas que toda a h u m an id ad e que criara merecia ser destruída. N a verdade. por fim.41-52). mas tam ­ bém nos jornais — de que Jesus. Esse fato nos diz que em bora a graça seja livre. de outra forma. Felizmente. um homem. H á um ponto em que o retorno se to m a mais im provável e. E o m esm o acontece com a salvação que Deus nos oferece em Cristo: ela é significativa e desejável apenas à luz do julgam ento eterno que. Se nunca existir um a punição. teríam os de enfrentar p or nossos pecados. O tem po para o julgamento chegara. Já encontrei inúm eras vezes o relato — não apenas no Evangelho de Aquário. e a lição exigida nunca é aprendida. como deve ser. estava disposto a arrepender-se e obedecer a Deus e. há condições p ara recebê-la. nesses anos dos quais não há registro. estava na índia estudando com os gurus. Deus disse: "N ão contenderá o m eu Espírito para sempre com o hom em " (Gn 6. m as u m hom em . portanto. então a graça é sem sentido. há o ponto sem retorno no oferecimento do perdão a um filho que erra e sem pre im plora piedosam ente p or misericórdia. a Fe qüência disso. A graça que Deus estendeu a Noé tem significado apenas em relação ao jul­ gam ento proferido contra todas as outras pessoas.23). Supostam en­ te. diferente de todos os outros.D e s a :--U'.8).3). poderia ser o recipiente da graça divina. Os pais devem padron izar sua disciplina de acordo com o exem plo de Deus. Deus "arre­ pendeu-se". o período que se estende desde a últim a vez que escutam os falar de Jesus no Templo. a sabedoria que Ele conquistou ali se tornou a base para seu ministério.

de que lá estudou.2 Se a Bíblia não fosse fu n d am en tad a em evidências melhores do que essa. instantaneam ente. R e s p o s ta : O registro m ais am plam ente divulgado envolve u m tal Nicholas N otovitch que afirm ou que. enquanto viajava no Tibete. ninguém capaz de ler e trad u zir esses "regis­ tros" jam ais os viu. o co­ nheciam como "o carpinteiro. Toda a Evidência Aponta para o Lado Oposto Primeiro não há a m ínim a evidência histórica ou arqueológica de que Jesus visitou a ín d ia e. e de Judas. justificadam ente. Portanto. m uito menos.r2o Ev D F e C s. e de Simão" (Mc 6. a teriam descartado m uito tem po atrás. essa teoria é refutada p or tu d o que Jesus disse e fez em seu ministério. nos fins do século XIX. Entretanto. parece que esses "re­ gistros" foram destruídos. Além disso. Ele seria obrigado a sustentar o ensinamento deles e honrar seu guru. os críticos. os ensinam entos de Jesus eram a antítese de qualquer tipo de misticismo oriental. As pessoas de sua cidade natal. fica claro que . supostam ente. E. agora. Os ensinam entos que Jesus apresentou aos judeus estavam em consonância com toda a Escritura desse povo (que Ele. Nazaré. citava como fonte de autoridade) e não exibia o m enor sinal de algum a influência do hinduísm o ou b u ­ dismo. Se Ele tivesse estudado com os mestres da índia ou do Tibete. filho de M aria e irm ão de Tiago. crédito p o r parte daqueles que exigem prova p ara tu d o que a Bíblia diz. a m esm a coisa foi relatada a u m outro viajante que esteve no Tibete. essas afirmações especulativas re­ cebem. Além disso. não é compatível com o fato de Jesus ter feito via­ gens tão extensas. com freqüência. N o início do século XX. Certamente. o relato do N ovo Testamento. n en h u m a cópia foi trazida p ara o ocidente a fim de ser exam inada. e de José. que se junta de for­ m a consistente. tam pouco. os lam as tibetanos lhe conta­ ram que existia um registro que relatava a visita de Jesus a um m onastério do Himalaia. N a verdade.3). Esse p ad rão de dois pesos e um a m edida tem u m pro fu n d o viés da parte dos céticos que afir­ m am estar interessados apenas na verdade.

Ele afirm ou que foi enviado por seu Pai no céu (Jo 5.. por meio da ioga e de práticas acéticas.16.58. acrediteis que eu sou. um termo desconhecido dos gurus e odiado pelos rabis.. morrereis em vossos pecados. e não me vereis.30. para que. tom aram -se deuses "auto-realizados". a . começou a viajar pela Galiléia e pregar para gran­ des m ultidões.] U m pouco. re­ pentinam ente. eu sou. pois todo h indu. [. [. deve ter u m g u ru a quem seguem. 10. exceto as Escrituras judaicas. que cresceu e viveu na com unidade local. Portanto. em total contradição com esse sonho impossível e longe de afirmar ser um hom em que lutava para alcançar a natureza divina. 16.] Antes que Abraão existisse...24. [. quando acontecer. O darm a de cada pessoa é distinto.] Antes que aconteça. não com a reverência que certamente teriam dado a alguém que viajara m uito e estudara em terras tão distantes como a índia e o Tibete.. e não por algum m estre do oriente. [.. O fato de Jesus apresentar-se como u m líder reli­ gioso foi um escândalo para a família e para os vizinhos.28..).. Os gurus afirmam ser hom ens que alcançaram.] Eu e o Pai somos um (Jo 8.. o Deus de Israel que se hum ilhou a si m esm o para tornar-se homem: [. proveniente da familiaridade. Todo g uru que vem para o ocidente elogia e honra seu mestre.30.. 13. Jesus apresentou-se como o EU SOU (Jeová) do Antigo Testamento.. o suposto "guru Jesus" jamais se re­ feriu a seu g uru nem citou qualquer escrito religioso. por conseguinte.36. etc.19. e não que Ele era um Marco Pólo judeu que viajou para lugares exóticos e distantes. deixo o m u n d o e vou para o Pai. Diferenças Irreconciliáveis entre Cristo e os Gurus Os gurus negam a existência do pecado ou de qualquer p a ­ drão absoluto de moral.] Saí do Pai e vim ao m undo.23. N o entanto.D ksafi oí a Fe Ele era um a personalidade bastante conhecida em sua cidade n a­ tal.. Se Jesus tivesse estudado com eles teria ensinado essa m esm a ilusão. inclusive os próprios gurus. Eles os tratavam com um certo desdém . [. outra vez.. Os amigos e conhecidos ficaram perplexos quando Jesus.] porque vou para o Pai.] Se não crerdes que eu sou. grifo do autor).. a "realização" mística em que o Atm ã (a alma individual) é idêntico ao Brâman (a alma universal) e. [.

Cristo. de form a total­ m ente oposta.12). ao contrário. Se Ele ali tivesse estudado. ninguém pode crer em ambas. afirm ou ser a "luz do m u n d o " (Jo 8. en­ quanto Jesus ensina o perdão dos pecados pela graça. Os gurus ensinam um ciclo contínuo de m orte e encarnação. Reencarnação e ressurreição são opostas. depois de sua ressurreição comeu peixe com o u m a d em o n stração p a ra seus discípulos de que h av ia ressuscitado em corpo. certam ente teria praticado e ensinado aos judeus o que teria aprendido. um a substância individual que deve ser descoberta na jor­ n ad a mística rum o à união com o Brâman. e a vida. m as Jesus afirm ou que era único e o único Filho de Deus. Jesus anunciou que veio para cha­ m ar os pecadores ao arrependim ento (Mc 2. Ele prom eteu en­ viar o Espírito Santo p ara convencer o m u n d o do "pecado. vida após vida. o único Salvador dos pecados. Jesus declarou: "Eu sou o cam inho. ensinou que estar no céu é habitar p ara sem pre na casa de seu Pai em que há "m uitas m oradas" (Jo 14. Para os gurus. e a verdade. f e s .8). quan d o retom asse a Israel.17) e para salvá-los do julgam ento eterno p or meio do sacrificar a si m esm o pelos pecados de todo o m undo. Além disso. alim entou m u l­ tidões com peixe e. H á m uitos gurus. Os gurus ensinam que há m uitos cam inhos que levam a Deus. cuja vida expôs a m aldade da hum anidade. A vida e os ensinam entos de Cristo se encontram em total contradição com o hinduísm o que teria aprendido na índia. conforme disse que aconteceria. como eles supunham . o céu é um estado místico de u n id ad e com o absoluto. Jesus. até m esm o. N inguém vem ao Pai senão por m im " (Jo 14. Os gurus são todos vegetarianos.6). .a d a F e C e saber. enquanto Jesus ressuscitou. para m elhorar o suposto "carm a" de cada indivíduo. e da justiça. Tudo que Jesus disse e fez opõe-se aos ensi­ nam entos do h induísm o e do budism o. e não era u m "fantasm a". Essa teoria não encontra apoio algum nos registros do N ovo Testa­ m ento que nos foram entregues p or testem unhas oculares. e p rom eteu a m esm a libertação da m orte a seus seguidores. a exigência p ara que um a pessoa vá p ara o céu. e contradizem as falsas afirmações de que Ele estu d o u na índia ou no Tibete. Os gurus ensinam u m retorno contínuo a esta terra. e do juízo" (Jo 16.122 E m D f. Jesus com eu o cordeiro da Páscoa.1-4).

) em m itos de m uitos povos antigos do m u n d o todo. A Relação entre as Mitologias e a Bíblia Q uestão: A Bíblia afirm a ter sido inspirada p or Deus. como seria im possível inventar um a história fictícia sobre Jesus e ajustá-la aos eventos reais desta terra. . que pelo m enos parte da Bíblia.D E :■ A i I C) A F H 5 123 Essa teoria fraudulenta dem onstra. etc. A teoria equivocada de que Jesus estu d o u na índia com os g u ru s sim plesm ente não se ajustaria de form a algum a com os registros do N ovo Testamento — e se elas se ajustassem a ele. como tinha de ser. Tampouco os registros do Antigo ou N ovo Testamento se ajustariam à história do m undo. o N ovo Testamento seria incom patível com o A ntigo Testamento. seu cum ­ prim ento. No entanto. encontramos registros similares de algum as das histórias que ela relata (Adão e Eva. seja proveniente da m itologia pagã? R esposta: Sugerir que a Bíblia em prestou os relatos de Gênesis de m itos pagãos cria mais problem as do que soluções. A harm onia perfeita das Escrituras com a história é revelada p or qualquer estudo cuidadoso e honesto dessas duas fontes. o dilúvio e a torre de babel. anteriores aos livros de Moisés. in ­ clusive os da Bíblia? E m atem aticam ente im possível que raças distintas e culturas espalhadas pelo m u n d o todo e sem contato um as com as outras desenvolvessem todas elas. mais u m a vez. em um a linguagem m uito similar ao registro de Gênesis. a não ser que am bos fossem verdadeiros. portanto. A lguns desses m itos parecem m uito mais antigos do que a Bí­ blia. a tentação no jardim . N ão é possível. há relatos em placas assírias. a tentação no jardim do Éden. A inda nos restam duas questões: Q ual foi a fonte dos relatos pagãos e qual é a explicação para as sem elhanças em todos esses registros. e de form a in d e­ pendente. O prim eiro hom em dos m itos babilônicos cham ava-se Adami. em vez de ser inspiração divina. em vez de ser. As probabilidades contra um acon­ tecim ento dessa natureza são astronômicas. as Escrituras e a história. que n arram a criação. Noé e o dilúvio. esses registros mitológicos sem elhantes sobre a origem e a história da h um anidade. Por exem plo.

como já vimos. precisam ter a m esm a fonte em comum. m ais um a vez. e assim por diante. não haveria explicação p ara que u m a simples mitologia fosse conhe­ cida p or todas as pessoas. não haveria u m único casal de pais comuns para todas as pessoas. os nativos que vivem naquela região ainda se referem ao cum e do m onte como "o m onte de N oé". onde a Bíblia diz que a arca de N oé repousou depois do dilúvio (Gn 8. a qual se originou fora de qualquer raça ou cultura.E m D efe Portanto. haveria centenas ou talvez m ilhares desses casais de pais e. M esmo sem os vários relatos daqueles que afirm am ter visto u m a enorm e embarcação no cum e congelado do m onte A rarate. incluindo os d a Bíblia. os próprios relatos p ro p i­ ciam a única explicação plausível: todas aquelas pessoas de várias raças e cores eram descendentes de um grupo de pais criados p or D eus e ho u v e u m dilúvio que esp alho u nov am en te pelo m u n d o u m a família. p or conseguinte. duran te milhares de anos. a evolução é impossível. conforme eles vivenciaram. N ão há outra expli­ cação racional possível para que essa mitologia. na Turquia. todos os relatos. que as pessoas têm em com um .4). De m aneira bastante interessante. que só p o d em ser os res­ . se. N ão há d ú v id a quanto a isso. da qual todas as pessoas descendem. Além disso. No entanto. a evolução gradual de qualquer símio p ara o hom em tivesse ocorrido. E se a evolução fosse um fato. hoje. A dão e Eva teriam certam ente contado a histó­ ria de sua criação. e estes para seus filhos. tenha se espalhado pelo m u n d o a não ser por m eio do recontar esses eventos. Essa história seria. em bora nenhum tenha sido achado. conhecida pela família de N oé que a teria passado ao longo de toda sua descendência com o relato do dilúvio. o engano da serpente e a expulsão do jardim do Éden para seus filhos. teria deixado m ilhares de fósseis de elos esquecidos (criaturas que não eram nem símios n em hom ens) espalhados na vasta área da terra. Esse fato nos con­ fronta. com certeza. próxim o ao m onte Ar ar ate. Além disso. em relação ã questão da identidade dessa fonte em com um e de como todas essas pessoas que estavam es­ palh adas p or vastas áreas tiveram contato com elas — ou como a fonte alcançou as pessoas. M ate­ m aticam ente.

um cerne de verdade nessa história m uito difundida.x rit"'. sabemos que existem obviamente m uitos elementos mitológicos que foram deturpados na transmis­ são de um evento histórico. o relato bíblico coloca-se de um lado. Isso se ajusta com o restante da Bíblia e corresponde ao que sabem os sobre a história da h u m an i­ dad e até hoje. Mitologias Deturpadas Trazem uma Luz mais Esplendorosa para a Bíblia O nde quer que os arqueólogos escavem ao redor do m undo encontram antigas representações de um a mulher. todos os relatos pagãos incorporam elementos obviam ente mitológicos e fantásticos. pode reivindicar a m esm a infalibilidade da inspiração de toda a Palavra de Deus. Isso indica que o relato bíblico não foi em prestado de outros relatos. Entretanto.D i:s . Visto que o relato bíblico é consistente com o restante da Bíblia. Além disso. Evidentem ente. Em acréscimo à deturpação do papel da serpente. n en h um deles é confiável como autêntico. apesar das sim ilaridades que apresentam com a história de Gênesis. o que corrobora o relato de Gênesis. Um fato de grande significância (ao qual retornaremos em um capítulo posterior) é que a serpente é univ ersalmente apresentada como o símbolo da sabedoria ou o deusSalvador. U m a tradição local bastante antiga harm oniza-se com essa história largam ente difu n d id a pelo m undo.. e as diferenças apareceram mais tarde. A penas o relato bíblico apresenta um g rupo de his­ tórias reais. temos outras fortes evidências. e todos os outros relatos. exatamente o oposto do que a Bíblia diz. Essa confirmação é bastante firme. um a serpente e um a árvore em íntima relação um as com as outras. Essa distinção entre a Bíblia e todos os outros relatos é signi­ ficativa. todos os relatos não-bíblicos fo­ ram originados nos m esm os eventos históricos. quan­ do vemos os relatos não-bíblicos. em vez de mitos. portanto. Entretanto. Todos os m itos pagãos são variações uns dos outros. pelo menos. sabemos que há.. a F e 125 tos da arca de Noé. e não pode ser ignorada. Eles devem ter sido detu rp ad o s de u m a m aneira ou de outra. estão juntos em oposição a ela. Os relatos pagãos são similares o suficiente para .

M esm o que não possam os explicar rapidam ente ou conciliar cada dificuldade que a Bíblia apresente. após tentar em vão. resolver u m problem a difícil declara que não há solução possível p ara o problem a. e nad a vos será im possí­ vel" (Mt 17. Ela não é algum p o d er que pode ser atirado em . A inda não ouvi falar de u m cristão que tenha m o­ vido um a m ontanha ou que tenha to m ad o isso possível. R. não é mesmo? R e sp o sta : N em M ateus n em Lucas nem Jesus m entiram . M ateus e Lucas (e este dá sua versão do ocorrido em 17. No en­ tanto. se tiverdes fé como u m grão de mostarda.6) mentiram . m ais num erosas e m ais signifi­ cativas do que aquelas com que se defrontam as pessoas que acre­ d itam em sua origem e au to rid ad e divinas.. pois ele não po d e achar n en h u m a solução! [.3 N esse caso.20). ele não é vulnerável a esse inevi­ tável erro que é inerente a esse processo de transm issão). O que Significa Mover Montanhas pela Fé? Questão: Jesus disse claramente: "Porque em verdade vos digo que. ou Jesus mentiu. o aparente conflito é resultado da com preensão errada de fé. as evidentes corroborações da autenticidade e exatidão daquelas passagens que p o d e­ mos entender são esm agadoras e apontam p ara a origem divina da mesm a. m as diferentes o bastante para dar sus­ tentação ao fato de que apenas o registro m ais antigo é autêntico. Te­ nham os cuidado em abordar a Bíblia com a reverência ap ropria­ da.. m as da inspiração de Deus.] As dificuldades com que se defrontam as pessoas que negam que a Bíblia tem origem e au to ridad e divinas são. Q ual deles mentiu? Ambos os casos provam que a Bíblia é contraditória. O relato bíblico não se originou da tradição oral transm itida de geração a geração (e. Torrey lembra-nos: O que poderíam os pensar sobre u m iniciante em álgebra que.126 E v . essa prom essa é um equívoco. A. portanto. D h f l >a r s F: Cs confirm ar o relato bíblico. de longe. direis a este monte: Passa daqui para acolá — e há de passar. por m eia hora. não há absolutam ente nenhum a condição.

e não p o r Deus. ou pessoas. Suponha que dois hom ens quei­ ram m over um a m ontanha. E fácil m ostrar o absurdo da idéia de que a "fé" é algum p o ­ der que o hom em possa dominar. Se esse fosse o caso. salvo se for a vontade de Deus que ele faça esse m ovim ento. nem p or si mesm a. A fé não é um poder que a pessoa possua. m as cada um deles para u m a direção diferente do outro. o universo seria controlado pelo hom em . porque a fé não tem p o d er em si m esm a. é re­ jeitada pela afirmação de Jesus. apenas p or meio do conhecim ento pessoal de Deus e do aprender a confiar nEle.D e ía ü o s a Ff 127 circunstâncias. Seria um a tolice com pleta confiar . Não há nada nem ninguém mais m ere­ cedor de nossa total confiança além de Deus. que só precisam os de u m a quan tid ad e m inúscula dele (do tam anho de um grão de m ostarda) a fim de realizar o que quer que desejamos. em que exato m om ento e p ara onde ele quer que ela vá? O hom em que tiver m ais fé? Essa m á com preensão. Seria terrível se os hom ens tivessem a sua disposição tal poder. Deus apenas — não a Fé — Pode Mover Montanhas A m ontanha (ou qualquer outra coisa) não será m ovida pelo p o d er da fé. mas a completa confiança e dependência em relação a outra pessoa ou objeto. bastante com um . Jesus disse: "Tende fé em Deus" (Mc 11. Cristo teria nos dito que esse p oder misterioso é tão incrivelmente poderoso. Sem dúvida.22). de que é necessário ap e­ nas um a p equena q u antidade de fé para m over um a m ontanha. o que é a fé? Ela é a confiança segura no am or e na graça do poder e sabedoria de Deus. Felizmente. Portanto. A fé deve ser dirigida a um objeto. E como alguém p o d e ad q u irir esse discernim ento e convicção? Obviam ente. Portanto. Portanto. ela será m ovida. eles não o têm. ou coisas. apenas q u an d o e p ara onde Deus q ui­ ser qtie se mova. ninguém po d e ter aquela fé que m ove m o n ta­ nhas em u m m om ento específico e em u m a d eterm inada direção. A m ontanha só pode ser m ovida pelo p o d er de Deus. a fim de torná-las alinha­ das com a ambição ou desejo de alguém. nem Jesus pro m eteu isso. Q ual deles conseguirá m over a m ontanha. a saber.

se é que isso acontece. R aram ente as m ontanhas reais precisam ser m ovidas. isso seria possível se fosse o d e­ sejo de Deus. sobre o fato de que Cristo ressuscitou Lázaro dos m o r­ tos depois de seu corpo ter ficado por quatro dias na sepultura (Jo 11. A lém dos discípulos. após a Ressurreição. levando-o a conhecer e a confiar em Deus e saber os desejos dEle. houve m uitas testem unhas ocula­ res que atestaram às m ultidões de am igos e familiares.43-46).128 E. . aos judeus co­ m uns e aos romanos? Dessa forma. Ao contrário. naquele dia. no conselho. que Cristo fez "m uitos sinais" (v. N a verdade.■ D:-. os rabis adm itiram entre si. não ficaria claram ente esta­ belecido o fato de que Ele voltou do sepulcro? E u m a aparição pública de Cristo desse tipo não teria convertido todos. o fato de que Cristo ressuscitou Lázaro na fren­ te de m uitas testem unhas (e p or causa desse m ilagre irrefutável. Jesus u sou o exem plo extremo de m over um a m o n ­ tanha em resposta à fé em Deus para mostrar que nada é impossível para aqueles que estão em contato com D eus e que obedecem a seus propósitos e seu poder. A inda assim. ao cristianismo? O fato de que m esm o a Bíblia adm ita que Ele não fez isso. por que não provou claram ente isso? R e sp o sta : Você subestim a a teimosia e a m aldade do coração hum ano. Por que Jesus. N ão há d ú v id a de que esse incrível m ilagre ocor­ reu. A fé põe o hom em em contato com Deus. p or que não se m ostrou abertam ente aos rabis. não é um a presum ível evidência contra a suposta ressurreição? Se Ele estava realm ente vivo. bem como aos rabis. Pela fé. Entretanto. 47. o hom em pode tornar-se u m instrum ento efetivo do desejo de Deus aqui na terra. não se Mostrou aos Romanos e Rabis? Q uestão: Se Jesus realm ente ressuscitou dentre os mortos. F: O em um estranho ou em alguém que ainda não tenha dem onstrado sua confiabilidade.48). esse fato não am oleceu o coração deles nem os fez desejar encarar a verdade sobre Cristo.

m esm o assim eles o crucificaram. Fornecer m ais p ro ­ vas da ressurreição p ara aqueles que estavam determ inados a negá-la.13). não p o d e ­ ria ser m u d ad a.. Os Romanos e os Rabis Tiveram mais Provas do que Precisavam Além disso. não teria m u d a d o nada. para evitar que ele fosse um a prova do p o der divino de Cristo (Jo 12. como os espiões. N o entanto. do que o testem unho das pessoas com uns que viram com seus olhos quando Lázaro saiu da sepultura "tendo as m ãos e os pés ligados com faixas. eles estavam determ inados em m atar Lázaro tam bém . -a fío s í Fr 123 m uitas pessoas acreditaram que Ele era o Messias) apenas au ­ m entou a determ inação dos rabis de m atar Cristo. mal conseguia p arar de trem er de m edo — subornaram os guardas para que dissessem que os discípulos rou­ b aram o corpo de Cristo enquanto eles dorm iam (Mt 28. independentem ente de que fatos posteriores eles p udessem testem unhar. Isso apenas teria tornado todo o . vivo novam ente. que conta­ ram sobre sua confrontação aterradora com o anjo que afastou a p ed ra para expor o sepulcro vazio. os disciplinados e treinados sol­ d ados rom anos que g u ard aram o sepulcro de Cristo. os rabis tiveram evidências m ais poderosas da ressurreição de Cristo. Cristo deu aos líderes religiosos de Israel evidências mais do que suficientes de que Ele era o Messias. E. aquEle que eles crucificaram. a despeito do testem unho de u m pelotão — que fora valente..D í. agora.44) Eles tinham o relato de testem unhas oculares. Tanto os rabis quanto as autoridades rom anas sabiam m uito bem que Cristo ressuscitara dentre os mortos.9-11)! Essa oposição fanática a Cristo não era racional e. O coração dos rabis era tão duro que. isso não teria m ud ad o a m ente nem as ações dos líderes religiosos e seculares. relataram tudo aos rabis — Jo 11. Indu­ bitavelmente. agora.46). aparecesse na frente deles. portanto. alguns dos próprios rabis testem unharam seus m i­ lagres. mas. m esm o que o próprio Cristo." (Jo 11. Não. E por que Ele deveria ter feito isso? Por meio de sua realização das p ro­ fecias do Antigo Testamento e dos milagres que foram confirmados p or tantas testem unhas (as quais.

. grifo do autor).] [e] o povo tinha-os em grande estima. "hom ens sem letras e indoutos" (At 4. era p rova m ais do que suficiente d a ressurreição. e m uitos corpos de santos que d or­ m iam foram ressuscitados. prisão e morte.52. 5. m as acusando os rabis. E até das cidades circunvizinhas concorria m uita gente a Jerusalém . indubita­ velm ente. com grande convic­ . que os fariseus reconheciam. foram confrontados p or m uitos indivíduos que foram ressuscitados e que. c o n d u z in d o enferm os e ato rm en tado s de espíritos im undos. com grande poder.53.33). cobrisse alguns deles.. N o entanto. estava seguindo seu próprio conselho de não deitar "aos porcos as vossas pérolas" (Mt 7. E m uitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas m ãos dos apóstolos. julgam ento deles m ais severo ainda graças às evidências adicio­ nais pelas quais poderiam ser responsáveis. Portanto. q u an d o este passasse.. entraram na C idade Santa [Jerusalém] e apareceram a m uitos" (Mt 27. em hipótese algum a. cla­ ram ente. tanto hom ens como mulheres. creriam. para que ao m enos a som bra de Pedro. Os discípulos. testem unho da ressurreição do Senhor Jesus. [. anteriorm ente covardes. esses hom ens. Depois disso. [.6). Ele. m edrosos como eram . tinham provas adicionais da ressurreição: E os apóstolos davam . como tam bém as outras pessoas. haviam abandonado Cristo no jardim e fugido p ara salvar suas vidas. e em todos eles havia ab u n d an te graça (At 4.130 Em D efesa e\ a F e Cãist. testem unharam a eles sobre a ressurreição de Cristo: "E abriram -se os sepulcros. no milagre realizado p o r interm édio dos discípulos. em nom e de Cristo e p o r meio de seu poder. os quais todos eram curados (At. agora não mais m edrosos. de form a ousada p or ter entre­ gado Cristo p ara ser crucificado. E a m ultidão dos que criam no Senhor.12-16).13). agora se colocaram corajosamente diante dos rabis e. de sorte que tran sp o rtavam os enferm os p ara as ruas e os p u n h a m em leitos e em camilhas. Essa gran d e transform ação dos discípulos..] depois da ressurreição dele [Cristo]. Eles. aqui estão eles. crescia cada vez mais. os rabis e todas as pessoas. Cristo es­ tava sendo indulgente em não aparecer p ara os rabis e p ara a m ultidão de pessoas que. A pesar das am eaças de surras.

Os crentes acei­ taram a morte de Cristo como se fosse a morte deles mesmos e. até onde sabem os. Isso m e deixou perplexo. p o r isso. então Barrabás seria a m aior testem un ha "cristã" de todos os tem pos. Ele é Deus e hom em em um a pessoa. Uma Grande Injustiça? Questão: Alguns de m eus amigos pensam que o ensinamento sobre Cristo m orrer na cruz para pagar por nossos pecados. nesse ato de fé. em nom e dEle. Cristo fez m ais do que sim plesm ente m orrer em nosso lugar./jy ção. em seu testemunho. Q uando Cristo morreu. Assim. na verdade. Barrabás n ad a sabia sobre o verdadeiro significado da cruz. estavam fazendo espantosos m ilagres que p ersuadiam m ultidões. Isso não é o evangelho! O trabalho redentor de Cristo fez mais do que simplesmente pagar por nosso pecado. desistiram da vida que levavam. testem unharam que o Senhor havia ressuscitado dentre os mortos. este foi solto. E se tu d o que aconteceu se resum isse a isso. aconteceu na cruz. N o entanto. m orreram nEle. Você p o ­ deria m e ajudar? Resposta: O problema deles é a falta de compreensão do que. N en h u m a outra prova era necessária. E u m a v erd ad e literal que Cristo m o rreu no lu gar de Barrabás e. Ele não podia en­ tender. o único que pode m orrer pelo pecado dos outros. como tam bém não creu em Cristo com o seu Salvador. Primeiro. Além disso. que Cristo m orreu por seus pecados. declara: . sua morte em nosso lugar não é para ser entendida como um a sugestão de que "um a pessoa inocente seja presa e executada no lugar de u m criminoso". o cerne do cristianismo. é em si m esm o um a razão p ara rejeitar o cristianismo. A lém disso. o Cristo ressuscitado pode viver neles. aqueles que con­ fiavam que Ele era seu Salvador. Além disso. Cristo é absolutamente único. Tudo que a m orte de Cristo realizou p ara aquele crim inoso foi colocá-lo fora da prisão p ara que continuasse a levar sua velha vida de pecado. Eles argum entam que é injusto que um a pessoa ino­ cente seja presa e executada no lugar de u m criminoso e que essa prática encorajaria o pecado. Paulo.

a derradeira justiça foi consum ada porque a penalidade pelo pecado foi integralm ente paga. não mais eu.Já estou crucificado com Cristo. decretou contra o pecado. eis que tudo se fez novo" (2 Co 5.14-17. .. em certo sentido foi um a injustiça para Cristo ter morrido em nosso lugar. Uma Injustiça.. M uitas vezes. Além disso. mas são trazidos. do julgamento eterno que Ele próprio. Ele tom ou nossos pecados sobre si mesmo. tam bém vós vos manifestareis com ele em glória (Cl 3.3. logo. e vivo. m orreram nEle] [. nova criatura é: as coi­ sas velhas já passaram . Uma pessoa com um. Por­ tanto. grifo do autor). os crentes não escapam m eram ente da morte. algo que nenhum a das religiões do m u n d o pode oferecer. por meio da m orte de Cristo. N en h u m a pessoa com um teria cum prido a exi­ gência de justiça ao cum prir a punição prescrita a outra pessoa. como u m dom voluntário da justa graça de Deus. "Se um m orreu por todos. Porque já estais mortos. Portanto. que é a nossa vida. e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. se manifestar. em sua retidão. m as p ara aquele que p o r eles m orreu e ressuscitou [.] Assim que. o qual me am ou e se entregou a si m esm o por m im (G1 2. p ara a vida da ressur­ reição. vem os a perfeita retidão e o justo perdão pelo pecado.] p ara que os que vivem não vivam mais para si. esquece-se que a m orte que Cristo sofreu na cruz não foi m eram ente o resultado do que o homem fez a Ele.20).4). todos m orreram [isto é. Esse proce­ dim ento não seria possível de outra maneira.. mas Cristo vive em mim. mas. e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus. àqueles que crêem em Cristo foi dad a a vida eter­ na. Q uando Cristo. Em Cristo. um a penalidade que não poderia ser paga de n en h u m a outra maneira. tam bém não obteria os resultados gloriosos que a m orte de Cristo alcançou p ara nós. embora Fosse a Justiça Suprema Sim. então.. ao ser presa e executada no lugar de algum criminoso. a vida que não é mais deles. mas a vida de Cristo que trazem em si. se alguém está em Cristo.

essa explicação não se aplica à variação de palavras atribuídas a Jesus. O fato de que as aparentes contradições tenham sido deixa­ das no Evangelho é um a confirmação de que esses registros ins­ pirados pelo Espírito Santo. Além disso. p o r que não há concordância em suas lembranças? E se eles foram inspirados pelo m esm o Espírito Santo. não foram por essa razão revistos. conforme a igreja aceita. na verdade. ou as que Lucas ou João nos oferecem? As palavras não p o d e m ser m udadas! Se esses escritores realmente foram testem unhas oculares. mas reverentem ente deixados como eles foram escritos.133 Por que os Evangelhos não se Harmonizam? Q u e s tã o : Os cristãos tentam explicar as contradições encon­ tradas nas narrativas dos quatro Evangelhos. como os críticos os acusam de ter feito. exatamente conforme cada u m deles declara. As variações são. dizendo que são resultado de quatro testem unhas distintas. Obviam ente. por que Ele o fez dessa maneira? Por que . por que há contradições? Resposta: Primeiro. como insistem os críti­ cos. pro ­ feriu as palavras escritas por Marcos. não havia. cada um a delas apre­ sentando sua perspectiva do que aconteceu. essas variações provam que os escritores do Evangelho não estavam em conluio nem copiaram os relatos de algum documento trivial. ou. conforme já observado por nós e outros estudiosos. Eles oferecem relatos indepen­ dentes. mas eles são exatamente o que se espera do relato independente de um a testem unha ocular. na verdade. Há variações nos relatos. Ele usou as palavras registradas por Mateus. Elas oferecem m uitas provas de que os copistas posteriores ou tradutores não alteraram os registros a fim de levianam ente fazer com que houvesse concordância entre os relatos. N o entanto. Por que há exatamente quatro Evangelhos? Se o registro é inspirado por Deus. um a "revelação progressiva" e n enh um "desenvolvim ento" no registro. um a im portante evidência da autenticidade da Bíblia. não há contradições entre os quatro Evan­ gelhos.

como exemplo. há diferenças no registro da forma nos diferentes Evangelhos. fica claro que cada um dos evangelistas descreve o m esm o local e ocasião. Jesus. De qualquer modo. Q uatro testem unhas dão um testem unho que um a apenas não poderia dar. não menciona essa ocasião específica.134 não apenas um relato. Além disso. os discípulos confiaram em sua m em ória falível. o que teria econom izado espaço e papel. Tampouco. tinha boas razões p ara assim fazer. que fornece inci­ dentes e ensinamentos. em lugares distintos p a ra pessoas diferentes. Se esse fosse o caso. Um dos maiores propósitos para haver quatro Evangelhos é o fato que acabamos de assinalar: dem onstrar a autenticidade dos registros. por que há varia­ ção naquelas palavras um a vez que seus relatos provêm do mesmo registro correto sob a inspiração de Deus? H á m uitas possibilidades razoáveis p ara isso. contar a história de quatro perspectivas distintas oferece um a visão mais am pla da obra de Cristo e de seus ensinam entos do que apenas um relato poderia dar. introduzia. outras variações distintas. conhecendo o coração de seus ouvintes. há ocasiões em que um a explanação pode não se ajustar. o que não teria sido possível de outra maneira. Obviamente. Portanto. Nesse caso. Jesus. sem dúvida. Os outros três Evan­ gelhos registram o m esm o ensinam ento e no m esm o local — na . A lgum as vezes. uma vez que os quatro Evangelhos parecem tão repetitivos? O Espírito Santo. João. eles não tinham transcrições manuais. citarei um a daquelas ocasiões que nos são dadas pelos três primeiros Evangelhos. como também tempo de leitura. em um a localidade. que não encontram os nos outros Evange­ lhos. muito menos um gravador para lançar mão. que inspirou esses relatos. algum as vezes. segura­ mente. Como isso é possível? Aqui. Eles não ousariam pretender dar-nos as verdadeiras palavras de Jesus a m enos que tivessem o apoio da inspiração do Espírito Santo. em outra localidade. o palavreado não poderia e não era exatamente o mesmo. teríam os pouca confiança no registro que fizeram. algum as variações específicas e. q uando o m esm o ensinam ento é d ad o em u m Evangelho distinto. m inistrou ensinam entos similares sobre certos assuntos. ainda assim.

ao arrependim ento (Lc 5. mas sim os que estão enfermos. e.32). mas sim os que estão doen­ tes.. A penas M ateus acrescenta algum a coisa: "Ide. porém . mas sim. N ão sabemos realm en­ te se isso ocorreu. Na verdade." Por que os outros não relatam isso? Por que eles deveriam assim fazer? U m a vez não é suficiente? E irônico que.6.13). Os fariseus criticaram Jesus pelo fato de seus discípulos fazerem refeições com pecadores. a quem Jesus acabara de cham ar p ara ser seu discípulo. eu não vim chamar os justos. m as sim os pecadores. Em Oséias 6. E os fez saber que precisavam se arrepender e que o perdão do pecado apenas seria dad o da m esm a m aneira que a cura física — pela misericórdia de Deus. Ele se refere aos m esm os com um a reprovação em razão da falta de miseri­ córdia deles. os céticos criti­ quem os Evangelhos por repetir os m esm os incidentes e ensina­ mentos. Temos três relatos em perfeita consonância. Os sãos não necessitam de médico. q uand o há algum a variação legítima eles protestam! O relato de M ateus diz que Cristo fez u m com entário con­ tundente em benefício dos fariseus. por u m lado. Não há contradição nos três relatos.12. e aprendei o que significa: Misericórdia quero e não sacrifício. e aprendei o que significa: Misericórdia quero e não sa­ crifício. mas sim os pecadores (Mc 2. todas elas têm o m esm o significado.17).. Ide. e Jesus replicou: Não necessitam de médico os sãos. talvez n enh um deles o faça. Uma Explicação Razoável Embora essas três declarações dadas por Cristo variem leve­ mente no uso das palavras. m as os peca­ dores. ao arrependim ento (Mt 9. A única diferen­ ça é que dois dos três relatos não nos dizem tudo que Jesus disse.435 presença de publicanos. N ão necessitam de m édico os que estão sãos. os doentes. como tam ­ bém não há nada que indique conluio ou adulteração nos relatos . porém .31. Eu não vim cham ar os justos. na casa de M ateus (também cham ado de Levi). por outro lado. Porque eu não vim para cham ar os justos.

e isso além d a filha de Faraó. e em seguim ento de Milcom. [. [.. e como poderia afirmar ser ele que "dorm ira com seus pais". Sua ru ína/ que ocorreu mais tarde em sua vida. Seu coração era reto com Deus. e Deus o am ou e abençoou abundantem ente (1 Rs 3. [. Eclesiastes e Cantares de Salomão). de o u tra m an e ira. Pelo que disse o .. além de praticar outras maldades.ou que contradiga a inspiração do Espírito Santo.11-13).].] Então. idolatrava falsos deuses e deusas. e elas não entrarão a vós. tentou matar Jeroboão (que Deus escolhera como seu sucessor). e como poderia ser o "mais sábio hom em que já vivera".. E assim fez para com todas as suas m ulheres estrangeiras. suas m ulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses. [. como Deus poderia tê-lo inspirado para escrever partes da Bíblia.. aquele Velho Pecador e Idólatra? Questão: Contaram-nos que "quando Salomão estava velho". sidônias e hetéias. O que presumivelm ente garante que ele foi para o céu? R esposta: Salomão começou bem. Pelo que o Senhor se indignou contra Salomão. m oab itas. a abom inação dos filhos de Amom. foi seu am or por m u ­ lheres bonitas..] Porque sucedeu que.. as quais queim avam incenso e sacrificavam a seus deuses. edom itas. [.] P orque Salomão andou em seguim ento de Astarote.. am onitas.] e a Moloque.. E sobre Salomão. U ma investigação pessoal pode constatar essa ver­ d ad e para todas as outras aparentes inconsistências. A estas se uniu Salomão com amor. p e rv e rte rã o o vosso coração para seguirdes os seus deuses. Portanto. das nações de que o Senhor tinha dito aos filhos de Israel. edificou Salomão u m alto a Quemos. Não entrareis a elas. no tem po da velhice de Salomão. a abom inação dos amonitas. Pode-se chegar à m esm a conclusão por meio do exame completo de todos os Evangelhos. Ele nunca estava satisfeito: E o rei Salomão am ou m uitas m ulheres estranhas [estran­ geiras]. deusa dos sidônios.. mas isso ocorreu antes de ele cair em pecado. Deus o inspirou p ara escrever (Provérbios. a abo­ minação dos moabitas..

Torna-se necessário que escutemos com bastante atenção a admoestação de Paulo: "Aquele..1-11). Davi e outros provoca questionam entos e cria conflitos. sepultai-m e com meus pais. Refere-se ao fato de ele estar no sepulcro com seus ancestrais. na cova que está no cam ­ po de Efrom.. Por exemplo. olhe que não caia" (1 Co 10. essa era a natureza dos relatos escritos sobre os faraós e outros soberanos e administradores.437 Senhor a Salomão: [. que cuida estar em pé. Salomão não é m encionado em H ebreus 11. não posso afirmar isso. o heteu. ele disse a seus filhos: "Depois. sua mulher. Aqui temos mais um a evidência da autenticidade e da im pecável integridade do registro. algo que u m relato fic­ tício evitaria. quan do Jacó estava para morrer. sua mulher. [. A razão para o pecado de Salomão tam bém é séria: ele deso­ bedeceu ao Senhor. a menção dos pecados de Salomão. sepultaram Abraão e Sara. Além disso.] certamente. ali. ela não faz referência ao fato de que estivesse no céu. Salomão serve como um exem­ plo especial para todos nós: um hom em sábio. até que acum u­ lamos tal m onum ento em cam inho descendente que há pouca esperança de recuperação! O fato de que a Bíblia apresenta honestam ente os pecados de Salomão e de outras im portantes pessoas é mais u m a evidência de sua autenticidade. Q uanto à afirmação "e adorm eceu Salomão com seus pais" (1 Rs 11. sepultaram Isaque e Rebeca.12). e. mas. Eles eram tratados como divindades. ali. seu . Como ele poderia ter sido o mais sábio hom em (à parte de Jesus Cristo) que já viveu e cair em tal insensatez e grave pecado? Xa verdade. pois.. na cova que está no cam po de Macpela. Precisamos ser sérios para perceber que u m passo na direção da desobediência leva a outro. em com panhia de Davi.] Ali. mais sábio que qual­ quer outro poderia sequer pretender ser. por essa mesma razão. pôde desviar-se para tão longe do Deus que ele amara. N aquela época. rasgarei de ti este reino e o darei a teu servo (1 Rs 11. Um relato fictício tentaria glorificar os per­ sonagens mais importantes e encobrir suas falhas. Salomão está no céu ou no inferno? Eu penso que ele está no céu. sem sombra de dúvida. eu sepultei Leia" (Gn 49.29-31).. ordenou-lhes e disse-lhes: Eu m e congrego ao m eu povo.43).

em vez de ir para o céu. na verdade.7). a começar pelos m ais velhos até aos últimos. que se tornou possível por meio do sacrifício de Jesus na cruz pelos pecados do m undo. este planeta. Deus disciplinou Salomão nesta vida mais da forma como faz com seus seguidores do que da forma que trata com os incrédulos. e de outros heróis da fé. p ortanto. esse pecado merecia pena de morte. n ão é de su r­ preender que Salomão não seja citado ao lado deles. seu pai. o adultério da m ulher que os fariseus trouxeram até Jesus merecia a pena de morte. aquele capítulo honra aqueles que particu larm ente triun faram em fé. ainda assim .. Davi. se Salomão — que escreveu partes da Bíblia sob inspiração do Espírito Santo e construiu o Templo original em Jerusalém. que o hom em cham a de lar. da m esm a m aneira. está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela" (Jo 8. O destino de cada um de nós está nas mãos de Deus apenas. N a verdade. João nos diz: "Quando ouviram isso. que não queriam nenh um a misericórdia para a m u ­ lher adúltera: “A quele que dentre vós. Ouçamos novamente e prestemos atenção às palavras de Jesus aos fariseus. Descansamos na segurança de que "[. em que a glória de Deus se manifestou por tantos anos — fosse para o inferno. Todavia. pela lei. Xo entanto. ainda assim...25) Não É Absurda a Importância que Deus Dá ao Homem? Q uestão: Em com paração ao quase infinito tam anho do u n i­ verso que nos rodeia. Somos todos Pecadores que Precisamos da Misericórdia de Deus Seria estranho.. Ele a p e rd o o u tam bém . E. tam bém pecou. tam bém foi estendida a Salomão. E. e. . N ão há d ú v id a de que a misericórdia de Deus." (Jo 8. O pecado de Salomão era injustificável e excessivamente grave. Deus o perdoou. saíram u m a um .138 pai. ficaram só Jesus e a mulher. em sua m isericórdia.9) Cada pessoa que precisasse por si própria receber o misericor­ dioso perdão de Deus não ousaria im pedir o perdão para Salomão ou qualquer outra pessoa.] não faria justiça [de fato] o Juiz de toda a terra?" (Gn 18.

Em vista desse fato. mas. na verdade. ficaria receoso de que qualquer m udança m inha poderia fazer com que Deus não me am asse mais. A verd a­ deira natureza do am or é dar-se m esm o ao indigno. co­ nhecimento e sabedoria infinitos. Xa verdade.439 não passa de um a partícula de sujeira. U m a pessoa "se apaixona". o am or não pode ser dado por mérito. Se o am or de Deus por m im dependesse de predicados como quão amável. fico em paz. atraente ou m erecedor de seu am or Ele acha que sou. Está longe de ser ridículo ou presunção . Tenho total segurança de que seu am or por m im jamais definhará. N o entanto. n ad a é m uito pequeno p ara ter im portância para Deus. sentir-me-ia inseguro de seu amor. Como estou longe de ser perfeito e sou sujeito a m udanças. o am or de Deus não seria genuíno se Ele só o desse para nós se fossemos tão im portantes p ara merecêlo. quer seja no desenho de u m floco de neve quer seja no interior do átomo. Do começo ao fim da vastidão do universo vem os a atenção de Deus ao m enor detalhe. em sua fidelidade e em sua im utabilidade. essa pessoa "está am ando" um a outra pessoa. com a m esm a facilidade. como também m e sinto seguro em m eu relacionamento com Ele por toda a eternidade. "deixa de am ar" e. Esse não é o am or apresentado pela Bíblia. e não em m eu am or ou m eu apelo para Ele. A pesar de Ele ter poder. por causa da aceitação popular da enganosa idéia hollyivoodiana de amor. a seguir. nossa débil insignificância em relação à vastidão do universo apenas torna toda misericórdia e graça de Deus mais merecedora de nosso louvor e gratidão e. como m eu relacionamento com Ele está fundam entado em seu amor. mais m agní­ fica. Além disso. portanto. O mais indigno de ser am ado é envolvido em seu am or como se fosse o favorito e imaculado. parece o maior absurdo e presunção (mais apropriado do que a hu m il­ dade que os cristãos deveriam personificar) que tão insignificantes micróbios alardeiem que Deus os ama e até veio a esta terra para tornar-se um deles e m orrer por seus pecados! Esse cenário irra­ cional não lhe parece o auge do absurdo? R esposta: Ao contrário. Hoje isso é difícil para a pessoa m ediana compreender.

a m eni­ na de seus olhos. como a Bíblia o descreve e como o universo o reflete. mas tam bém a insensatez das pessoas im portantes em seus relatos. Mais um a vez. Entretanto. e este último não pode ser blasfemado por isso. ela andou de lá para cá. ou seu cachorro favorito fosse o primeiro a sair para saudá-lo? Q ualquer que tenha sido seu pensam ento tortuoso e confuso. Além disso. não deve ser esquecido o fato de que a Bíblia nunca fecha os olhos aos peca­ dos. Ele não imaginou que sua filha. poderia ser a prim eira a sair pela porta? Certamente que não. Deus Aceitou o Sacrifício da Filha de Jefté? Questão: A Bíblia registra alguns dos mais horríveis atos que já foram com etidos pelos homens. o voto foi feito por Jefté. lamen­ tando sua virgindade? Isso significaria que seu pai consagrou-a ao serviço do Senhor como virgem? Não podem os ter certeza.do cristão acreditar que Deus o ama e enviou seu Filho para morrer por ele. como pôde negligenciar essa possibilidade? Ele esperava que um a ovelha. Ao contrário. um voto que ele cum priu. portanto. o voto de Jefté de sacrificar sua filha ao Senhor. Ele ofereceu sacrificar ao Senhor o holocausto de quem quer que saísse primeiro pela porta de sua casa quando retomasse vitorioso de um a batalha. não fica claro que Jefté matou sua filha e a ofereceu em holocausto como sacrifício para Deus. . com certeza. vem os a honestidade da Bíblia em apresentar não apenas o pecado. sua única filha. não por Deus. por dois meses. Deus não ficou mais satisfeito com o tem erário voto e a ação de Jefté do que com a idolatria de Salomão ou o adultério de Davi com Bate-Seba. mas também insano.30-40. Ainda assim. sem pre fielmente registrados. ou um a galinha. O voto em si mesmo não apenas é temerário. por exemplo. esse fato reverbera a verdade do caráter de Deus como esperam os que Ele seja. Há. Por que. Como podem os conciliar u m "Deus de am or" com a aceitação do sacrifício de um ser hum ano? R esp o sta : Essa trágica história é contada em Juizes 11.

obviam ente. 39). podem os rapidam ente descartar a acu­ sação de adulteração desonesta da Bíblia. que não estava no texto original). de qualquer maneira. mas em qualquer outra parte também. Como você responde a essa acusação? Resposta: Primeiro.A Bíblia diz que após esse período de lamentação. parece que u m a ou mais palavras foram deixadas de fora em virtude da falta da palavra equivalente exa­ ta entre as línguas. Quem realmente Matou Golias? Q uestão: Em 1 Samuel 17 afirm a que Davi m atou Golias. bem como sua ação. N a verdade. e certamente Deus não pode ser blasfem ado por isso. em vez de refletir de m aneira negativa sobre a Bíblia é. Esse fato. Com freqüência. mais um a evidência de sua autenticidade e honestidade. as palavras em itálico foram. o itálico foi acrescido pelos tradutores para esclarecer o que estava implícito. Xa verdade. portanto. em itálico. Nesse caso. Li a declaração de um bispo que disse que a inserção do irmão de. tal oferenda seria um a abom i­ nação para Deus e não seria aceita. não foram inspirados por Deus. na verdade. mas não fora expresso. era neces­ sário ao tradutor acrescentar "o irm ão de" por um a série de ra­ . acrescidas posteriorm ente para perm itir a contradição. era um a ocultação desonesta que provava que a Bíblia foi adulterada não apenas nessa passagem . Isso me preocupa. que Elanã m atou Golias (se eliminarmos o itálico. A lguém que estivesse tentando m u d ar o sentido da passagem poria sua em enda em itálico? Isso seria o m esm o que u m falsificador escrever transver­ salm ente em cada face de suas cédulas falsas: "Isso é um a falsifi­ cação". ele a ofe­ receu como um sacrifício hum ano. Se. isso traria a ira de Deus contra ele. porém 2 Samuel 21. O voto de Jefté. não estavam de acordo com os desejos do Senhor.19. Esse versículo fala que Elanã m atou o irmão de Golias. A inda assim. de fato. a Bíblia faz o registro sincero dessas ações insensatas e pecam i­ nosas. Jefté "cum ­ priu nela o seu voto que tinha feito" (v.

filho de jum enta".2-7 ambos dizem que Jesus en­ tro u em Jeru salém " m o n ta d o sobre um ju m en to . há um a óbvia contra­ dição. um Potro ou ambos? Questão: N a su p o sta profecia em Zacarias 9.9 e em sua alegada realização em M ateus 21. só podem os dizer aos céticos: "Acho que vocês foram longe demais!" O indivíduo fica extrem am ente tentado a p erder a paciência com os críticos que. uns trinta e quatro capítulos anteriores. que o gigante ferido por Elanã era "irmão de Golias"? Além disso. já havia registrado. sob a inspiração do Espírito Santo. esse de quem se fala não era Golias. sem itálico. Que Lami seja irm ão de Golias é algo menos interessante do que o fato de que. sobre u m asninho. Nesse ponto. Obviam ente. à época em que Davi m atou Golias. Portanto. p o r pelo m enos duzentos anos. Imaginar que o m anuscrito original dizia que era Golias eqüivale a acusar o es­ critor de 1 e 2 Samuel de ter um a m em ória incrivelmente ruim. Depois de tudo.40)! Esse fato tam bém nos dá um a com preensão mais clara da incrível precisão que Davi consegue com sua funda — ele só precisava de um a ped ra para cada gigante. ao m esm o tempo. por exatamente cinco pedras polidas para sua funda (1 Sm 17. havia cinco desses espantosos filisteus vivendo em Gate! Compreendemos. é claram ente absurdo pensar que Jesus p u ­ . quando foi executar Golias. o escritor. por que Davi. porque essa era a única coisa que fazia sentido. nessa passagem é dado o nom e do gigante. Primeiro.5 registra o m esm o incidente e afirma. que Davi m atou Golias. apresentam essa suposta contradição na Bíblia. aprendemos que ele era apenas u m dos quatro irmãos de Golias. Como eles p o d em pesquisar tão diligentem ente cada página da Bíblia p ara trazer à baila essas num erosas aparentes discrepâncias e. assim. portanto. Seu nom e não era Golias. no riacho. mas Lami. Além disso. quarenta e cinco anos antes desse incidente espe­ cífico.zões. nessa passagem. negli­ genciar o fato de que 1 Crônicas 20. Os relatos registrados em Marcos 11 e Lucas 19 m encionam um potro. Cristo Montava um Jumento. procurou cuidadosamente.

E u m jum ento. N enh um dos dois faz citação de Zacarias. exatamente como Zacarias diz: "Pobre. cria da jum enta. por: "so­ bre o qual ainda não m ontou hom em algum ". isso enfatiza a b ran d u ra com que Ele cavalga. em que tanto o jum entinho quanto sua mãe são citados. o que fica claro com a substituição. que cita Zacarias. Como você pode tornar isso compreensível? R esposta: M ateus sim plesm ente cita Zacarias 9. e. subm e­ ter-se a carregar Cristo. Segundo. Marcos e Lucas focam a atenção no animal sobre o qual Cristo estava sentado. Esse não é um rei conquistador que d estru iu os inimigos de Israel e cavalga triunfalm ente para Jerusalém lide­ rando um a arm ada. Essa afir­ mação po de ser facilmente explicada como um a ênfase poética com um ente u sada à época do A ntigo Testamento. significando que era m uito novo.. É m uito improvável que n en hu m hom em ainda não tivesse sentado sobre o jumento. tam bém menciona a jumenta. Fica claro que a ju­ menta acom panhou sua cria. feita por Marcos (11. tão pequeno. fi­ lho de jum enta". Por­ tanto a afirmação era apenas verdadeira no que se referia ao jum entinho. e: "um jum entinho em que n enh um hom em ainda montou". ela revela o controle que o Senhor tinha sobre a natureza e todos os seres criados.30).D e í . a cena m ostra duas coisas. daquela frase. é um potro. a cria de um a jumenta. pois esta era muito nova. Mateus explica que a jum enta e sua cria estavam am arradas juntas e as duas foram soltas. enquanto sua mãe segue obedientemente de perto. descrevia o animal sobre o qual o Messias esta­ va sentado. elas andavam lado a lado. O Messias es­ tava sentado sobre um animal.a F f 443 desse m ontar u m potro e sua mãe ao m esm o tempo. Longe de ser absurda. mas que cavalga um jumentinho que m al con- . A expressão "m ontado sobre um jum ento. Você conseguiria imaginar Cristo.9. enquanto ele cavalga sua cria. Primeiro. respectivamente. Um potro. Mais do que isso. sobre u m asninho. pois os panos estavam coloca­ dos sobre ambas.2) e Lucas (19. aparen­ temente. e m ontado sobre [.] filho de jum enta". não há necessidade de citar a jumenta. Mateus.. portanto. que nunca fora m onta­ do e que ainda necessita ser acom panhado por sua mãe. com um braço descansando sobre a jumenta.:..

que es­ perança podem os ter de que haja paz entre os líderes políticos e militares? R e s p o s ta : Os cristãos insistem que Jesus Cristo é o único cam inho não graças a alguma fórmula que inventaram. e a vida. mas com o próprio Jesus Cristo. o mais censurável sobre o cris­ tianismo é a insistência de que sua fórm ula específica para en­ contrar Deus seja o único cam inho possível. Além disso.. 14. ao longo dos séculos. Cristo mes­ m o afirmou: "Se não crerdes que eu sou [Deus.] Para onde eu vou [céu] não podeis vós ir. por profetas hebreus que testem unharam uníssonos (embora muitos deles não se co­ nhecessem nem jamais se encontraram) que apenas Deus é o Sal­ vador da hum anidade e que. Falaremos mais a respeito disso posteriormente. de fato." (Zc 9. o único Salvador]. Em vista dessa intolerância dos cristãos.] Eu sou o caminho.24.. virou-se contra Ele e pediu sua cru­ cificação apenas quatro dias após esse acontecimento.9) Conforme relata o profeta. Portanto. aquela m ultidão aclamou-o como Messias.1U segue suportar seu peso. seu confronto não é com os cristãos. que a m esm a m ultidão que o aclamou tão e n tu ­ siasticamente nessa ocasião. Esse ponto de vista tão estreito é ultrajante para milhares de crentes e seguidores de outras religiões. a fim de pagar a pena que sua justiça im pu­ nha para o perdão dos pecados da hum anidade. veio a terra.. E claro. e a verdade.21. o que Jesus disse concorda com declarações feitas.6). [. Esse fato não é m enos notável. E que a Bíblia é o . apesar de sua hum ilde entrada na cidade.. morrereis em vossos pecados [. justo e Salvador.. o que foi mais notável. A sugestão de que Jesus não fez realmente nenhum a dessas declarações não trará nenhum benefício. pois é o cum prim ento de um a profecia.. pois temos o testemunho de testemunhas oculares. Esse é o Salvador que veio m orrer pelos pecados do m undo: "Eis que teu rei virá a ti. N inguém vem ao Pai senão por m im " (Jo 8. Os Liberais Procuram Culpar o Próprio Jesus Q uestão: Em m inha opinião. por meio de nascimento virginal.

e pelo amor. nem mesmo que o universo físico não funcionaria sem um a direção precisa. e pela inquietação para com os perdidos. ou Ele era u m im postor deliberado que sabia que era um a fraude. estão obrigados. Ela opera quer acreditemos nela quer não. X ão querem adm itir que Deus tem padrões morais e espiri­ tuais. é m uito restrita e sem exceções. os cristãos. não há fundam entos para queixas daqueles que rejeitam isso. Eles rejeitam a real possibilidade de que h á som ente um cam inho p ara a salva­ ção. . por exemplo. os seguidores de Cristo. tão insano que real­ m ente pensava que era Deus em carne e osso e o único Salvador dos pecadores. pela submissão. há apenas duas outras opções: Ele era um ególatra sincero. O problema com muitos críticos é que. N a verdade. Se Ele não estava dizendo a verdade. n enhu m a dessas duas alternativas faz sen­ tido. Ele só podia estar dizendo a verdade. eles têm preconceitos p ro fu n d am e n te enraizados (mas totalm ente irracionais) contra os absolutos morais que não perm item que eles considerem com seriedade as declarações de Cristo. ou Deus Veio como Homem? N ão há d ú vid a sobre o que Jesus disse. (Alei da gravidade. Lunático. longe de examinar com cuidado as declarações de Cristo e de honestamente rejeitá-las. Portanto a questão de que ninguém po de escapar é saber se Ele estava ou não dizendo a verdade. Mentiroso. E isso também ocorre com as leis da química e da física. a perm anecer verdadeiram ente em Cristo e a buscar persuadir o perdido de que Ele é o único Salvador para os pecadores. com manuscritos centenas (e em alguns casos. mas persistiu em seu disfarce maquiavélico. milhares) de v e ze s mais confiáveis do que qual­ quer outra literatura da antiguidade. Além do mais.U5 docum ento mais completo existente. e era tão esperto que enganou bilhões de pessoas ao longo de vinte séculos. E.) O caminho para o céu tam bém não poderia ser mais bem definido. desde que o preço foi pago e é oferecido livremente pela graça de Deus a quem quer que a receba.

. ligada a finais felizes.... H a r c a r d L nir S c h c c l Imagine tentar juntar. definitivamente. que estivesse.. U n i o n Em A Lainjer Examinei the Bible ("Um Advogado Examina a Bíblia") .. e imagine a futilidade desse esforço para remover essa vida elevada e essa morte cataclísmica (e a triunfante ressurreição) dessa cadeia de eventos que sustentam a história e a situação atual do cristianismo e do mundo! — Iri ci u H. os atributos inerentes à verdade são visíveis e chamam a atenção do começo ao fim nas histórias do evangelho (no Xovo Testamento). a tremenda história do Homem do Calvário se fosse ficção — em vez de uma história totalmente voltada para a realidade — e.. — S iin o íi G reen lea f..As marcas essenciais da diferença entre a verdadeira narrativa de um fato e os trabalhos de ficção são evidentes e inconfundíveis.

Paulo. que é prisioneiro e foi autorizado pelos juristas rom anos a confrontar seus acusadores. Essa leitura eqüivale a um a obra de ficção m al escrita. não é m esm o? Você acredita que isso é um a alegoria? E se for. se d e s c u lp o u . sup ostam ente. na verdade. O sum o sacerdote devia estar v estind o seu m a n to e co m an d an d o o procedim ento. . A passagem em questão encontra-se em Atos 23. outra prova convincente de sua autenticidade. era u m ex-rabi. até ao dia de hoje tenho andado diante de Deus com toda a boa consciência". abre sua defesa ao declarar ao sum o sacerdote: "Varões irmãos.* VIDÊNCI AS DE AUTENTICIDADE E INSPIRAÇÃO Paulo Era Ignorante ou Sarcástico? Q uestão: Em Atos 23 Lucas conta-nos que Paulo com pare­ ceu ante o conselho de líderes rabis. em qu antas p assa­ gens Lucas as utilizou? R esposta: Mais um a vez essa aparente falha no relato bíblico é. Paulo. P ortanto. d iz e n d o q ue n ão h a v ia p e rc e b id o que A nanias era o sum o sacerdote. Q u an d o foi repreen dido por isso. Paulo teria que ser m uito estú pido p ara não saber quem era o sum o sacerdote. Paulo cham ou o sum o sa­ cerdote de "parede bran q u ead a".1-5.

é bem pro­ vável que após alguns dias em Jerusalém depois de sua ausência. seu substituto foi m orto e n in ­ guém havia sido indicado para seu lugar. Ananias. portanto Paulo está desculpado por não o reconhecer. sabendo o quanto Paulo era astuto. que "tem alvoroçado o m undo" (At 17. Sob essas circunstâncias é mais do que pro­ vável que Ananias não podia vestir o m anto de sum o sacerdote. Ele nos conta que Ananias. alguém pod e se surpreender com isso. tudo isso se torna mais claro e. e não por ignorância. A seguir. na verdade. Sim. que como sum o sacerdote presidia a sessão. contra a lei. m anda bater na boca de Paulo. que esteve ausente de Jeru­ salém por algum tempo.6). portanto. N o entanto. que era o sum o sa­ cerdote. irmãos. parede branqueada! Tu estás aqui assentado para julgar-me conforme a lei e. usurpou o lugar do sum o sacerdote. replica im ediatam ente: "Deus te ferirá. mas Lucas sim plesm ente apre­ senta os fatos sem explicações.448 Ananias. esti­ vesse usando de agudo sarcasmo para apontar o desconfortável fato de que A nanias não era o legítimo sum o sacerdote. ele soubesse quem estava desem penhando o ofício de sum o sa­ cerdote. que conhece as leis judaicas e estava longe de poder ser intim idado. E mais lógico e mais de acordo com seu caráter. Percepções de Josefo Ao ler Josefo. que esse homem. ilegalmente. era o sumo sa­ cerdote. Além dis­ so. Ao ter conhecim ento desses acontecim entos anteriores. Essa é a mais intrigante m udança de atitude. Paulo. não soubesse que Ananias estava na épo­ ca atuando como sum o sacerdote. mas um . assim falou por conhecer a situação. é totalm ente possível que Paulo. mais fascinante. porque está escrito: N ão dirás mal do príncipe do povo". até mesmo. nesse meio tem ­ po. mas fora deposto. o negócio se complica. entrou e. me m and as ferir?" A lgum as pessoas que estão ao redor de Paulo exclamam cho­ cadas: "Injurias o sum o sacerdote de Deus?" Paulo então replica: "N ão sabia. provavelm ente por que ele não acredita que ninguém possa viver sem pre com "toda a boa consciência". Paulo.

isso tem sido respondido por milhares de escritores cristãos há. que escreveu muitos livros.449 u su rp ad o r e. é repetida de m odo ditatorial por ateístas. longe de desacreditar o testem unho de Lucas. portanto. algum a confirmação nos escritos não-cristãos daquela época? N a verdade. Em qualquer um dos casos. inclusive de alguns inimigos declarados do cristianismo. pelo menos. e M ark Hopkins. pelo menos. causou tre­ m endo im pacto e pôde ser com pletam ente ignorado p o r todos os escritos de toda aquela época? R esposta: Ao contrário. mais tarde. O presidente James A. Como você julga isso? Com o o cristianismo. Ele só podia ser escrito por um a testem unha ocular que estava relatando com exatidão o processo e o que Paulo disse. esse incidente específico foi consentido pelo Espírito Santo e registrado com o m ais um a prova única e interessante da autenticidade do registro do N ovo Testamento. não há nad a sobre isso. citarei M ark Hopkins. como os críticos insistem que aconteceu. o cristia­ nismo foi fundado por Cristo. na o u tra ". Essas falsas acusações de que não há evidência do cristia­ nismo nos escritos daquela época. u m dos mais brilhantes e d u ­ cadores e pensadores do século passado. é óbvio que. esse relato não foi escrito décadas. Só para apresentar evidências que refutam essa alegação ir­ responsável. para qualquer pessoa honesta. Garfield declarou que sua idéia de um a universidade era "um a tora com um estudante em um a das pontas. não deveria haver. não tinha autoridade para com andar o julgam ento dele. m uito menos séculos. a não ser no N ovo Testamen­ to. que se gabam de que esse ataque nem m esm o foi respondido. N a verdade. Respostas à Mentira Favorita dos Críticos Q uestão: Se a Bíblia é verdadeira como se afirma. A lém disso. é corroboração contundente para o N ovo Testa­ mento. conforme o Novo Testamento afirma. centenas de anos. a sobrevivência de escritos não-cristãos daquele período.1 H opkins não foi apenas um .

Plínio (o mais jovem) era pretor de Ponto e Bitínia (112 d... portanto. sobre os fariseus. mas im p u ta seu poder às. até .C. Tudo que foi escrito a res­ peito da seita judaica.C. Se eles perm aneciam firmes. [Flávio] Josefo (historiador judeu.. O relato feito p or Josefo.. artes mágicas que Ele (supostam ente) ap rendeu no Egito. a respeito da (estranha) m orte de Herodes.. [e] ele confirma a exatidão dos livros (relatos do Novo Testamento). à morte.) viveu na épo­ ca em que m uitos desses eventos. 55-117 d. enquanto outros eram em plastrados com material inflamável e eram acesos para ilum inar a noite e. como tam bém que Ele realizou m uitos e grandes milagres. menciona Cristo e vários de seus discípu­ los.150 e d u c a d o r n o tá v e l. que essa superstição surgiu na Judéia e difundiu-se para Roma. recusando-se a oferecer incenso aos ídolos. [Cornélio] Tácito (historiador rom ano. m a s u m e n é rg ic o e v ig o ro s o a p o lo g is ta d a fé cristã. onde.. c. saduceus e herodianos..C.. Marcial e Juvenal. M uitos (cristãos) foram trazidos a sua presença p or causa da fé em Cristo.. o n úm ero de cristãos já era bastante grande. H o p k in s .... como malfeitor. (e m uito do que foi escrito sobre Cristo)... os condenava à m orte por sua "obstinação inflexível". alguns eram crucificados. que governou a Ásia como procônsul 112-113) conta-nos que Pôncio Pilatos. (Alguns..].. para escapar da morte) diziam que haviam sido cristãos..... condenou Cristo... e Berenice está em concordância com nossos relatos.. algo que deveríam os esperar de historiadores independentes. Esse relato foi confirm ado p or Suetônio... que as pessoas eram cham adas de cristãs por causa do seu nome. Josefo confirma tudo que é dito (no N ovo Lestamento). e a divisão das p ro­ víncias. c. alguns. abaixo de Tibério. de H erodes e Pilatos. é surpreendentem ente similar ao que Lucas relata (At 12..C.. aconteceram e estava presen ­ te na destruição de Jerusalém..21-23). citando-os pelo nome... 37-10 d. e Drusila. eram queim ados até morrer. n a s t r e z e n to s e s e te n ta e u m a p á g in a s d e s e u li­ v ro Evidences (" E v id ê n c ia s " ) escreve: O Talmude [compilação oral das tradições rahínicas datadas de cerca de 200 d.. sua crucificação.).. [e] os cristãos eram objeto de desprezo e das mais terríveis agonias. e Félix. mas que abandonaram aquela religião...... apenas trinta anos após a m orte de Cristo.

Eis aqui u m breve extrato disso: . m as diziam que eles tinham o costum e de se encontrar em u m lugar determ inado antes de clarear o dia e can­ tar entre eles. Verificações Abundantes e Intrigantes Além disso.. Infelizmente. Mais um a vez. assim. e todos confirm am . os relatos [no N ovo Testamento]. que é divulgada em livros e na mídia por “conhecedores" que declaram falsidades contra a Bíblia com ar de autoridade incontestável.. e Luciano.. ensinada nas universidades e mesmo em muitos seminários. na verdade... a aban donar a religião de seus ancestrais e. ou adultério e de nunca falsificar suas palavras. nem ser cul­ pados de roubo ou furto.. ingenuamente. Q uão forte devem ter sido essas evidências do cristianismo prim itivo que induziam pessoas de bom senso. a pessoa despreparada nunca separa o tem po necessário p ara verifi­ car a exatidão das afirmações detrativas e. e o im perador Marco Antônio.. a fim de não com eter m aldade. defrontando-se com o p o d er imperial. hinos para Cristo. há mais de cem anos essas evidências já eram bem conhecidas e Mark Hopkins apresentou muitas delas em seu livro Evidences ("Evidências"). e para ligar-se.. apoiados por descober­ tas arqueológicas... persistir em sua fidelida­ de a alguém que teve a m esm a m orte que os escravos! Podem os tam bém nos referir a Celso. [e] fazer juntos a refeição que com iam em conjunto. alguns desses escritores. por meio de juram ento. até onde esses relatos abrangem . e Epicteto. mencionados e que os registros do Novo Testamento são endossados por escritores seculares da mesm a época que ele ou de um período bem m enor depois disso. Ficamos um pouco cansados da propaganda. e Porfírio — que lançou luz em toda a história do cristianismo primitivo. m esm o em relação às m oedas. fornecem evidências adicionais das mais inte­ ressantes origens que dão autenticidade ao N ovo Testamento. que é Deus. de todas as posi­ ções sociais. repete essas falsidades.151 vinte anos antes. m edalhas e inscrições.. Apenas a pequena quantidade de dados forneci­ dos na citação acima é suficiente para mostrar que Cristo e o cristia­ nismo foram.

supostamente. apenas por mero acaso. de m aneira comovente.. os escritores seculares da época nos fornecem visões suplem entares intrigantes que p ro ­ vam a im possibilidade do Novo Testamento ter sido fabricado anos depois dos eventos. que p od em ser encontra­ das em fontes seculares prim itivas. Não há como um falsificador pôr junto um a imitação do regis­ tro que. usaram as palavras exatas p ara citar a p ro p ria d am e n te u m a designação incom um em pregada para Sérgio Paulo e para a cidade de Filipos. em vez de imaginar que alguns falsificadores séculos depois. A verdade é que há m uito mais com provações da autenticidade e da exatidão da Bíblia. a crueldade das perseguições e a quan tidade dos que sofreram m artírio no cristianismo primitivo. p ara apoiar os relatos bíblicos. foi encontrada um a m oeda cu­ nhada no reinado de Cláudio César (o mesm o soberano que Paulo visitou em Chipre) e sob o reinado de Proclo.12). . M uitas evidências desse tipo p odem ser acrescentadas.2 O espaço lim itado de que dispom os não nos perm ite apre­ sentar a grande quantidade de evidências adicionais que poderiam ser citadas. em oposição às in­ sinuações de Gibbon e outros escritores posteriores. ao qual foi d ad o o m esm o título usado por Lucas. foi escrito por testem unhas oculares dos eventos que ocorreram em séculos anteriores. e a palavra significa colônia romana. que sucedeu a Sér­ gio Paulo. de fato. do que precisamos.. Isso não foi m encionado por n e n h u m outro historiador e. a autoridade de Lucas foi questionada. Lucas fala de Filipos como um a colônia (kolonia — At 16. além disso. Mas um a m edalha descoberta mostrava que essa distinção foi conferida. à época.7. pois não teria o co­ nhecimento dos detalhes dessas informações. os quais seriam ne­ cessários para com provar a autenticidade delas. 12). Também foram encontradas nas catacum bas de Roma ins­ crições que mostram . à cidade. um a testemunha ocular que. p o r Julio César.8. e houve dúvida se o governador de C hipre tinha tal autoridade. E. viajava com Paulo. Faz muito mais sentido acreditar que Lucas foi.152 Lucas deu a Sérgio Paulo u m título que pertence apenas a um hom em com a au to ridad e de procônsul (anthupatos — At 13. De qualquer m odo. por isso.

como os críticos querem acreditar e têm tentado sem sucesso. um mestre de quem os hom ens recebiam. No entanto. mas tam bém por outros escritores antigos. a verdade. é com freqüência citado pelos cristãos com o prova de que Jesus Cristo. . não havendo. Os críticos adoram dizer que "todos os verdadeiros estudio­ sos concordam " com isso ou com aquilo quando. Ele conquistou m uitos dos judeus e m uitos dos gentios. Ele era o Cristo. de Flávio Josefo.153 Um Testemunho Bom demais para Ser Verdade? Questão: O livro Antiguidades Judaicas. um h o m em sábio. contaram -m e que todos os verdadeiros estudiosos con­ cordam que a seção no livro de Josefo que se refere a Cristo é um a adulteração que foi introd uzid a depois. realm ente viveu. Apenas isso já seria sufici­ ente para com provar que essa passagem não foi acrescida poste­ riormente. se for legítimo chamá-lo de um hom em . foi crucificado e ressuscitou dentre os m ortos. Eis aqui a referida passagem: Agora foi por essa época que Jesus. provavelm ente por Eusébio. conform e o N ovo Testamento declara. O fato de que essa adulteração fosse necessária indica que o m aterial que dá sustentação legítim a aos registros não existe. necessidade de adultera­ ções. não só por Eusébio. que foi o prim eiro escritor a citar esses fatos. pretendem se referir a certos estudiosos tendenciosos. Esse não é quase que u m golpe fatal p a ra a apologética cristã? Resposta: Já m ostram os que há mais do que suficientes evi­ dências corroborantes de vários tipos. O fato é que essa passagem a que você se refere foi encontrada em cópias antigas do trabalho de Josefo. demonstrar. Essa p a s­ sagem não é encontrada em n e n h u m dos m anuscritos m ais an ­ tigos. mas porque o que ele diz é m uito favorável à causa de Jesus Cristo. portanto. Elas foram aceitas pela maioria dos estudiosos e são citadas como autênticas. incluindo outros escrito­ res da época. com p ra­ zer. fez milagres. ele era um executor de obras maravilhosas. Aqueles que contestam essa seção no livro de Josefo não o fazem baseados em nenhum a evidência. na verdade.

. e. e aqueles que o am avam des­ de o início não o abandonaram . aos quais livrou de serem apedrejados como infratores da lei. nessa breve passagem . Tiago. o irm ão de Jesus. o condenou à cruz. Verificação de Josefo através seus Contemporâneos William W histon. Isso é p articu­ larm ente verdadeiro. não está extinto em nossos dias. que é cham ado de Cristo. conforme os divinos profetas prognosti­ caram esse fato e outras milhares de coisas m aravilhosas a res­ peito dEle. Caso contrário. seu "silêncio" sobre Jesus seria altam ente suspeito se ele já não tivesse explicado algum a coisa sobre Ele. João Batista. N a verdade. publicada em 1737. etc. Entretanto. conforme essa passagem m es­ m a adm ite..." Neles.■154 E quanto a Pilatos. há duas p as­ sagens sobre Jesus na obra de Josefo. não seria razoável que ele fizesse referências tão superficiais a respeito de um a pessoa tão im portante que. por qualquer meio. no mínimo. pois. Josefo m enciona com alguns detalhes vários em busteiros que se proclam avam como o Messias. a m enos que o autor já tivesse m encionado Jesus Cristo previam ente e com mais deta­ lhes. no terceiro dia. "cham ado de Cristo". em outra parte. inclui.3 N ão é de adm irar que os anticristos não queiram adm itir que o texto acima é autêntico! Se eles. se defron­ tarem com a evidência não têm escolha. era. diante deles. conforme a sugestão dos principais h o ­ m ens entre nós. assim denom inados por serem seus seguidores. a qual não faria o m enor sentido. A autenticidade da segunda passagem (que tam bém é citada em obras antigas) nunca foi con­ testada. "Sete dissertações [apêndices] referentes a Jesus Cristo. são citados n u ­ . vivo de novo. no final de sua versão de The Life and Works ofFlavins Josephus ("A Vida e Obra de Flávio Josefo").4 Está bastante claro que Josefo já m encionara Jesus e fizera algum as observações a respeito dEle. Tiago o Justo. com alguns outros. Ele apareceu para eles. E o grupo de cristãos. A segunda passagem á: Ananias reuniu o Sinédrio judeu e trouxe.

A lém disso. da deidade. Infelizmente. inclusive afirm an­ do que seu sepulcro foi guardado por trinta soldados rom anos e mil judeus! A últim a afirmação. O professor Hopkins fez um comentário ulterior nesse sentido. A. pois é mais exagerado e parece um testem unho. pois os ju­ deus não poderiam ficar g uardand o o sepulcro no sábado. Além disso. a causa cristã está longe de precisar de qualquer fraude para fundam entá-la e nada seria mais destrutivo ao seu interesse do que um a fraude tão palpável e importuna. pelo menos. inquestionavelm ente. enquanto que a autenticidade do relato citado acima harm oniza totalm ente com os relatos dos quatro Evangelhos. Ele explica por que seria impossível que a passagem contestada no livro de Josefo fosse adulterada por Eusébio ou qualquer outro: Se houvesse adulteração. ela. é falsa. Na verdade. a passagem espúria contém outros adornos que entram em conflito com o N ovo Tes­ tamento. na antiguidade. espe­ cialmente no sábado da Páscoa. Mais tarde. e até havia um a estátua erigida em sua hom enagem . Williamson (Penguin Books. algo que podem os assegurar. ao fim do sé­ culo XV.455 merosos escritores seculares e cristãos. não foi descoberta. que relatam Josefo como autoridade quanto ao que afir­ m ou acerca de Jesus João Batista e outras pessoas e eventos cita­ dos no N ovo Testamento. e os judeus. os rom anos foram considerados os guardiões de seus textos. mais completo. . usariam de toda diligência p ara prevenir qualquer interpolação a favor da causa cristã. dos milagres e da ressurreição de Jesus. por conseguinte. de 110 d. Além disso. com introdução e tradução de G. esse relato espúrio foi fom entado por cristãos bastante zelosos." Existe. 1959).C. Ela é encontrada na obra Josephus — the Jeivish \\J ar ("Josefo — a G uerra Judaica"). um a atestação espúria sobre Jesus que é atribuída a Josefo. n en h u m a objeção feita em relação a essa passagem por qualquer dos opositores da fé cristã. seria detectada por algum dos afiados e inveterados inimigos do cris­ tianismo: Josefo e sua obra foram tão bem aceitos entre os rom a­ nos que ele foi registrado com cidadão de Roma. obviamente. sua obra foi acei­ ta na Biblioteca Imperial. o silêncio deles em relação a essa acusação é um a prova decisiva de que a passagem não é um a adulteração nem falsificação.

Logica­ mente. e não há vestígios de n e n h u m outro livro. João e Paulo) tenham sido inspirados para escrever o N ovo Testamento é um tanto estranho. quinze apóstolos. os tenham substituído. Que apenas quatro deles (Pedro. até mesmo. bem como outros como esses últimos. Os relatos feitos em nossos livros [Novo Testamento] são adequados e satisfatórios. pelo menos. Ele pretende ser um relato do aparecim ento de Cristo para os norte-americanos que. às legítimas questões sobre vários ângulos distintos com a apre­ sentação de evidências esmagadoras. p o d e ría m o s esp erar que m u ito s outros deles fossem "in sp ira d o s" para escrever os relatos. E quanto a saber se os registros que temos são autênticos.. É de esperar que haja algum relato sobre o início dessa insti­ tuição. não deixando nenhum vestígio. Como sabemos que não há m uitos outros registros escritos que foram perdidos — ou m es­ m o que todas as obras genuínas não foram perdidas ou destruídas —. Não há contradição e. Por que deve­ ria haver algum outro escritor dos registros divinamente inspira­ do? O N ovo Testamento está completo em si mesmo e não necessi­ ta de mais testemunhas inspiradas. trata dessa questão: É inacreditável que não haja n en h u m docum ento escrito [re­ lato verdadeiro] sobre o cristianismo — u m m ovim ento que se iniciou naquela época e naquele lugar e que. Tiago. respondemos. do último século." Bem.. ao longo destas páginas. E é im possí­ vel que o verdadeiro relato tenha perecido. O utra observação de Mark Hopkins. relacionou-se com a origem de tantas novas instituições e com as m u danças eclesi­ ásticas e sociais — que tenha sido passado adiante. .156 E sobre os Livros Perdidos da Bíblia? Q uestão: Havia. e que as que temos não são fraudes colocadas no lugar das originais? Resposta: Não esqueça de Mateus. há outro livro que afirme ser u m registro inspirado do cristianismo primitivo: o Livro de M órmon. os escritos espúrios confirm am a verdade desses livros. e que os falsos relatos. Marcos e Lucas. e os outros dois verdadeiros discípulos. o prim ei­ ro apóstolo.

regiões e eventos encontrados na Bíblia. ne:n docum entos. a qual foi. nem ruínas. docu­ mentos. nenhuma evidência de qualquer tipo foi encontrada para dar sustentação ao Livro de M órmon. verificadas. como o Bhagavad Gita. infrutífero.157 supostam ente. utensílios e arm as com datação anteriores à da Bíblia e que confirm am seu conteúdo. O Livro de M órm on é p u ra fic­ ção. nem m onum entos. são descendentes de alguns ju d eu s que teriam atravessado o oceano em direção ao N ovo M undo. seus habitantes. Esse excesso de evidências confere. contêm vasta q uan tid ade de inscrições antigas. suas histórias. m oedas. patrocinado pela vasta riqueza e determinação da Igreja Mórmon. M useus seculares. acima de qualquer dúvida. nada que está em seus escritos. ao redor do m undo. A qui tem os o exem plo clássico de um a com pleta fraude que apresenta o m ais im pres­ sionante contraste com a Bíblia. N em m esm o u m dos rios ou m onta­ nhas ou outros aspectos topográficos m encionados no livro fo­ ram identificados! . o Vedas. e m uitos outros com teor de escritos sagrados de outras religiões. Isso p er­ manece até hoje. O Livro de Mórmon: Uma Comparação Instrutiva As ruínas de cidades m encionadas na Bíblia foram localiza­ das. a autenticidade e exatidão do registro histórico em relação aos povos. N en h u m a peça de evidência que pudesse com provar o Livro de M órm on foi encontrada — ne­ n hu m traço das grandes cidades que ele cita. do hind uísm o . etc. apesar de décadas das mais agressivas verifica­ ções arqueológicas por toda a América do Norte. culturas. Em notável contraste. Esse esforço hercúleo. nem moedas. trav ado batalhas. com o é o caso de cada um a dessas m entiras. fatos que com provam os relatos da Bíblia. nem cartas. A Igreja de Jesus Cristo dos Ú ltim os Dias não p o u p o u esforços arqueo­ lógicos em sua tentativa de autenticar seus relatos espúrios e falhou com pletam ente em seu intento. construído grandes cidades. não deixou pedra sobre p edra na pesquisa feita para com provar o Livro de M órm on. América Central e América do Sul. identificados. porém .

eu. Em seu livro Evidences ("Evidências"). (2) que os fatos aconteceram publicam ente aos olhos do m undo. tam bém não pu de provar que eles estavam errados. podem determ inar se é realmente histórico: "(1) que o assunto a que se refere o fato seja de tal forma que os sentidos externos do hom em . intitulada Short and Easy Method ivith the Deists ("Método Fácil e Rápido para Lidar com os Deístas"). ele refere-se a um a obra anterior. de M ark H opkins. porém . mas que tam bém haja alguma ação visí­ vel. Simplesmente.158 O Livro de M órm on é u m excelente exemplo da impossibili­ dad e de se construir um cenário fictício e depois tentar conven­ cer o m u n d o de que isso de fato aconteceu. sem lançar mão de estudos detalhados de evidências arqueológi­ cas e de pesquisas históricas. e (4) que tais m onum entos e ações ou cerimônias tenham sido instituídas e começado na m esm a época em que o fato rela­ tado aconteceu". recom endam os o livro e o vídeo. H á u m famoso argumento. Aquele autor apresenta quatro critérios essenciais que. Eles não p u d eram provar isso para mim. de Leslie. The God Makers ("Os Criadores de Deus"). Para um a exposição com pleta sobre o m orm onism o. Uma Autenticação totalmente Lógica e Irrefutável Questão: Tenho amigos que foram convencidos pelos p ro ­ fessores da universidade ou do seminário de que o N ovo Testa­ m ento não é historicam ente exato. a fic­ ção não se coaduna à história e n enhum a evidência pode ser en­ contrada para sustentá-la. seus olhos e ouvidos. (3) que não apenas m onum entos públicos sejam testemunhos dele. se satisfeitos por qualquer evento registrado. Leslie explica que "as duas prim eiras regras tornam im pos­ sível que qualquer fato trivial tenha enganado o hom em na época . em bora não tenha se originado nele. pos­ sam ser juizes dele. para ajudá-los a ver que o cristia­ nism o começou da forma como o N ovo Testamento relata? Resposta: Sim. m as é um a história de ficção escrita m uito depois da ocorrência dos eventos relatados. H á algum a m aneira simples. totalmente lógico. que pode ser útil.

rejeitariam os relatos por serem mentiras. os ouvidos e o senso de cada h o ­ m em contradiriam esse fato". se ele estivesse morto. nem fora posto em u m sepulcro. Em vez de ajudar a validar o cristianismo. H ouve oposição ao cristianismo. estava vivo. A oposição não nega os fatos. tendo m orrido pelos pecados do m undo. existiam m uitas pessoas ainda vivas que. em um a pequena região de Israel e logo após os supostos eventos. ou ainda. Portanto. Sabemos que os Evangelhos e a maioria das Epístolas foram escritas poucos anos depois que os eventos registrados neles ocorreram. ousasse publicar relatos fictícios sobre supostos milagres. ele teria sido contestado por inúm eros amigos e parentes. apenas porque ele contradizia a autoridade e os ensinam entos dos rabis. se o relato de Jesus. se converteram a Cristo no dia de Pentecostes. em Jerusalém. que tam bém p o d e­ riam replicar indignados que Lázaro ainda nem havia m orrido. Ele foi fundam entado na afirmação de que esse Jesus. pois os olhos. M ulti­ dões de pessoas da m esm a época e região em que se deram os eventos. se os eventos não correspondessem aos verdadeiros fatos testem unhados por eles. e o novo m ovi­ m ento seria pública e prontam ente desacreditado. é um a evidência irrefutável de que esses fatos realmente aconteceram. dia após dia. que ainda estivessem vivas. nom eando as pessoas e os locais. que ele ainda estava m orto e sepultado. em que cham a Lázaro para fora do sepulcro. e mais milhares de pessoas. O fato real é que 3 mil pessoas. refutariam o relato desses eventos. no coração de Jerusalém. o car­ pinteiro de X azaré que se tornou u m profeta aclam ado como Cristo pelas m ultidões e cujos milagres foram com entados por todo o Israel e o qual os rom anos crucificaram. não fosse verdadeiro. tais relatos falsos seriam conhecidos como fraudes. continuaram a abraçar essa "nova fé".159 em que se deu. Não há como escapar do fato de que isso não era u m m ovi­ mento político fundam entado em ideologias discutíveis nem um . Por exemplo. Marca "Registrada" Lembre-se: o cristianismo começou exatam ente em Jerusa­ lém. É inconcebível que alguém.

foi proclamado abertamente em Jerusalém. a palavra que confirmava esse enorm e milagre espalhou-se. desde seu início. Esse não é o caso do cristianismo. fora g uardad o por guardas romanos. sem confirmações históricas e registros arqueológicos. As afirmações (de que Jesus de Nazaré curou doentes. deveria ser aceita p o r m uitos céticos. quan­ do os hom ens daquela geração. O bviam ente. como era de conhecimento de todos em Jerusalém. O cristianismo é fundam en­ tado em eventos que aconteceram no pequeno país de Israel e que foram consum ados exatamente ali. de um a maneira diferente da que realmente aconteceu". Jesus disse a seus discípulos para iniciar a pregação em Jerusalém.16'0 movimento religioso fundam entado em encantamento emocional para improváveis teorias espirituais. e se os crédulos de épocas posteriores fossem convencidos a acreditar que os fatos ocorreram. as m ultidões que ouviram a pregação de Pedro e dos outros apóstolos conheciam os fatos e não podiam refutar a mensagem. abriu os olhos aos cegos. para prim eiro estabelecer a Igreja naquele lugar e d e­ pois pregar a Palavra às grandes multidões. ressuscitou os mortos. em tempos ante­ riores. a m enos que os eventos realmente tivessem ocorrido. de que o cristianismo iniciou e foi p ro ­ clam ado na m esm a época em que Jesus e os apóstolos viveram? . mas estava vazio. Por essa razão. A quela pequena cam inhada p ara fora dos m uros da cidade p ara verificar o sepulcro que. Como podem os ter certeza. pois o mesmo. Rapidam ente. como também ele mesmo ressuscitou den­ tre os mortos. Por que o Cristianismo não Poderia Ter Sido Inventado posteriormente Leslie chama a atenção para o fato de que o logro apenas seria possível se a narrativa fosse "inventada algum tempo depois. já tivessem morrido. em que os fatos aconteceram. e esse era o milagre que p u n h a o carimbo de aprovação do próprio Deus sobre as afirmações de Jesus Cristo. deixando atrás de si o sepulcro vazio) não poderiam ser apresentadas exatamente ali em Jerusalém e por toda a Judéia. em Jerusalém.

cristianismo é mais sólido. pois o batism o e a ceia do Senhor ocorreram com m aior freqüência.161 Leslie cham a a atenção p ara os dois últim os critérios. m as tam bém que atitudes e observações públicas são constantem ente vistas desde que o s u ­ posto fato teria ocorrido. pois te­ mos diversas instituições distintas que surgiram juntas (e a p ar­ tir do mesmo). argumenta: Se qualquer hom em tivesse inventado o N ovo Testamento depois da época de Cristo e tentasse impingi-lo à força para que fosse aceito. que ele fi­ xou para prevenir a invenção de histórias fictícias posteriores à suposta data do evento declarado. im agine que eu invente um a história de que. seria possível introduzir um relato sobre sua origem essencial­ m ente diferente da verdade dos fatos. na verdade. as quais poderiam ser inseridas. n unca se tivesse ouvido falar de um a revolução e n ing uém celebrasse o dia 4 de julho.. isso de­ m onstra que a coisa toda é falsa.7 ... No entanto.. ao aplicar essa linha de raciocínio ao N ovo Testa­ m ento e seus testem unhos sobre Jesus Cristo e a fundação do cristianismo. é impossível que acre­ ditem em mim. m ulher e criança que sabem que nen h u m a d a ­ quelas atitudes ou observações foram. pois todas as pessoas p o d em contradizer-m e em relação à seqüela d eix a d a p elo corte d a ju n ta d o d ed o m indinho.. e. seria o m esm o que um h om em escrever a história da Revolução (norte-americana) e da celebração desse dia (4 de julho de 1776) desde o início. como se fosse verdade. bem como pela experiência de cada hom em . a junta do dedo m indinho de todo h o ­ m em com idade de doze anos foi cortada. se. usadas. e. o caso do. o engodo po d e ser detectado pelo não aparecim ento de tais m onum entos. m ilhares de anos atrás.. por gerações posteriores. caso não apenas se afirme que m onum entos sobreviveram a isso. M esm o quando essa data foi celebrada pela prim eira vez. Hopkins. porque sem pre foi considerado o principal ritual de um a religião. como esse fato é parte da história original. por eles.. por fim. Ele continua com a explicação: Sempre que algo é inventado. Por exemplo. à qual o hom em sem pre esteve mais ligado do que à liberdade ou à vida.

Em mais de um a ocasião vemos os rela­ tos de acusações feitas pelos líderes religiosos judeus que que­ rem executar Paulo e a defesa de Paulo. de qualquer maneira. Além disso. n em à época em que surgiram. nem em qualquer m om ento subseqüente. entre as várias denom inações protestantes e entre as facções da igreja católica romana.162 Não Há como Escapar da Verdade N ão há como refutar esses argum entos. se os fatos registrados não tivessem ocorrido. O fato de que o cris­ tianismo envolve costumes estabelecidos. até onde con­ seguim os traçar sua origem. Relata-se que o governador Félix disse: "H a­ vendo-m e inform ado m elhor deste C am inho" (At 24. estão fora de questionamento. As denúncias contra Paulo são em razão do cristianismo ser contrário ao judaísmo. continuam ente para a Bíblia e para a história. Paulo apelou para o conhecimento que os oficiais romanos tinham dos fatos. Em todos esses casos.22) — isto . apelase.8 O testem unho do N ovo Testamento é o destaque mais lógico dos argum entos acima. Nunca acusaram Paulo de estar apresentando fatos falsos ou de que o cristianismo estava fundam entado em um a fraude. igrejas e tem um a his­ tória pregressa que se estende até sua fundação por Cristo é algo que está além de qualquer contestação. que m antêm essa continuidade. essas reivindicações voltam até Cristo e às d e­ cisões dos Concílios da Igreja. em virtude das grandes divergências nas p ráti­ cas entre católicos e protestantes. H opkins conclui seu argumento: Já vimos que é impossível que os apóstolos fossem eng ana­ dores ou tivessem sido enganados e que os livros [Novo Testa­ mento] não poderiam ter sido autenticados. As evidências históricas seculares que dão sustentação a essas afirmações. que su r­ giram disputas sobre o que a verdadeira prática do cristianismo deveria envolver. os católicos adotam a tradição. a fim de dirim ir essas dúvidas. M esmo hoje. mas. os contendores se volta­ ram para a autoridade da Bíblia. p ode ser m ostrado. em vários estágios da história. Enquanto os protestantes consideram a Bíblia como a autoridade final.

antes da substituição de Félix. então esse erro im perdoável seria "corrigido" mais tarde p o r u m copista posterior. afirmou: Por que o rei. 25). entretanto. esse assunto por u m mom ento. ela é decerto tão óbvia que qualquer um que tenha escrito essas palavras teria sido im e­ diatam ente alertado disso e teria revisado a ordem da criação p ara corrigi-la. Portanto. E qu ando Paulo. dentre outros. uns dos versículos mais usados pelos críticos como mais um a "prova" de que a Bíblia contém contradições e. sabe estas coisas. 3-5). "Félix. E se. logicamente. Os versículos 14 a 19 dizem que Deus criou o sol. nos im põe um a conclusão lógica. no prim eiro dia. pois acho que há explicações científicas. o escritor original ti­ vesse falhado em consertar isso. defendeu-se diante dele. se a criação do universo aconteceu em literalmente seis dias. ao contrário de ver algo contradi­ tório nos fatos testem unhados por Paulo. não pode ser a Palavra de Deus.26). como tam ­ bém de Festo e de rei Agripa. Portanto. [ficou] espavorido" enquanto Paulo arrazoava com ele (v. N a verdade. "Deus disse: Haja luz. essa passagem apresenta mais um a evidência singular da au tenticidade e inspiração da Bíblia. não ho uv e n en h u m a revisão. mas com um argum ento ao qual não p u d e responder. De onde veio a luz se o sol. portanto. inexplicavelm ente. O Desafiador Mistério da Luz Q uestão: Já fui desafiado por vários ateístas a respeito do prim eiro capítulo de Gênesis — não com os argum entos usuais.1G3 é. O sim ples fato de que essa ap a­ rente contradição perm aneceu no texto até hoje. a lua e as estrelas só foram criados no quarto dia? R esposta: Esses são. E houve luz" (v. eles são m uito rápidos em tirar con­ clusões. o cristianismo. Se isso realm ente é um a contradição. Na verdade. . A bordem os. diante de quem falo com ousadia. a lua e as estrelas no quarto dia. porque isto não se fez em qualquer canto (At 26. pois não creio que nad a disto lhe é oculto. Como sempre.

longe de refletir o limitado conhecimento e superstições populares da cultura da época em que foi escrita. A pesar de seus escritores. desde a crença de que a terra estava assentada sobre as costas do deus Atlas até a teoria de que a m es­ ma estava apoiada sobre um a tartaruga flutuando em um imenso oceano. declarou que Deus "suspende a terra sobre o nada" (Jó 26. registrou o relato da criação do m odo exato como lhe fora revelado. essa é um a questão so­ bre a qual não devem os nos inquietar. Os profetas que Deus inspirou para registrar sua Palavra não ousaram . no entanto. provavelm ente. A Bíblia Revela Conhecimento Superior ao da Época Além disso. deixando as aparentes "contradições". em conseqüên­ cia de sua compreensão imperfeita ou de mitos existentes na época. não entenderem o que foram inspirados para declarar. tam ­ bém os escribas posteriores — que copiaram e preservaram com esmero esses registros antigos — tinham tanta certeza de que essa era a Palavra de Deus que não ousaram adulterá-las.7) que não foi totalm ente revelada nem m esm o para aque­ les "hom ens santos de Deus" (2 Pe 1.7). A Bíblia. a Bíblia contém sabedoria "oculta em mistério" (1 Co 2. portanto. provavelm ente. contém verdades e compreensões às quais a hum anid ade não tinha conhecimento nem acesso. na época em que as explicações supersticiosas para os abalos sísmicos eram deriva­ das das mais variadas lendas. de antigos escritos científicos e filosóficos. conforme já observamos. apesar de ele. não ter entendido tud o que registrou. Esse fato sozinho já é um a das maiores provas de que a Bíblia foi inspirada por Deus.21). Em Hebreus 11. distintam ente de outras religiões ou.46U O bviam ente.3 afirma que. a Bíblia. m uitos séculos antes de a ciência chegar a essa con- . Moisés. acreditou que era inspirado por Deus e. criticar o que Deus dissera. várias e flagrantes. Por exemplo. que foram inspirados para escrevê-la. Q uer o p róprio Moisés tenha entendido totalm ente o que Deus o inspirou para escrever quer não. intactas. que originalm ente escreveu essas pala­ vras e por certo era bastante perceptivo e inteligente para não perceber esse problem a. Além disso. até mesmo.

16.24.1. p ara que nela resplandeçam . vi a Santa Cidade... Antes de o pecado entrar no m u n d o e até os corpos celestiais serem criados. o universo "não foi feito do que é aparente".] (Ap 21. P orque já o prim eiro céu e a prim eira terra p assaram [. Nas Escrituras. Ef 3.2. A Bíblia nos diz que "Deus é luz. tam bém encherá..165 clusão.2. a nova Jerusalém.25. O segredo da "luz" que cerca a terra antes da criação do sol.. 22. porque o Senhor Deus os alumia [. que é Deus. o que parece im possível — m as é verdade. a luz sobrenatural que ilum inava esta terra. E houve luz".. o novo universo. tam bém Moisés pod e não ter entendido todo o significado do que escreveu: "Deus disse: Haja luz. E as nações andarão à sua luz [. mais um a vez.5).3-5). em relação ao mistério que envolve a luz. da lua e das estrelas é desvendado na descrição da nova criação.27. Nesses poucos prim eiros versículos de Gênesis.1.5). foi rem ovida a luz que é Deus e com a qual Cristo.. mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro f. 23. A luz atua como um a onda e um a partícula.. João. e não há nele treva nenhum a" (1 Jo 1. que só é revelada mais plenam ente nos últimos capítulos da Bíblia. até hoje a ciência não foi capaz de explicá-la. Portanto. provinha de Deus. E eu. . porque a glória de Deus a tem alum iado..] E não entrará nela coisa algum a que contam ine e cometa abom inação e m entira. Após o pecado. que de Deus descia do céu [. e não necessitarão de lâm pada nem de luz do sol. depois que o presente universo (com seu sol. O que é a luz? A inda não sabemos.26. e o C or­ deiro é a sua lâm pada.]. Afirma-se especificamente que aqueles que escreveram o Antigo Testamento anunciam coisas a respeito das quais não têm total com preensão (Rm 1. sua lua e suas estrelas) for destruído e refeito: E ví um novo céu e um a nova terra...] E a cidade não necessita de sol nem de lua.] E ali não haverá m ais noite. ap a­ rentemente. Essa luz perm eia o universo desde antes da eternidade. é dad o u m vislum bre da verdade.

e certamente. Isso ap e­ nas prova que ele sinceramente pensou ter visto Cristo vivo alguns anos após sua crucificação. mas não há nada que invalide o testem unho de Paulo. Provavelmente. é u m tanto duvidoso que um hom em como Paulo. A evidência se impõe.13) e um a voz vinda do céu — que as pessoas que acom panhavam Paulo tam bém viram e ouviram (At 9. u m rabi. H ouve tam bém a súbita cegueira de Paulo e a miraculosa recuperação de sua visão.166 Saulo/Paulo Era Sincero. pudesse ter experim entado um a alucinação tão vivida e perm iti­ do que isso m udasse toda sua vida. obviam ente estável intelectual e emocionalmente. 26. de fato.7). Como os cristãos podem dar tanto destaque à conversão de Paulo. quando esta repousa em solo tão frágil? Resposta: Primeiro. em Damasco. Os com panheiros de Paulo teriam refutado essa história se tam bém não tivessem tes­ tem unh ado essas coisas. ele afirma que viu Jesus Cristo vivo em seu caminho para Damasco. Portanto isso não prova que Paulo. Ele poderia im aginar que viu Cristo. em Damasco. ele morreria por essa crença. por meio de u m discípulo que poderia confirmar os fatos. ninguém contestou seu relato. ele teve um a alucinação de que o viu. Poderiam ter surgido refutações de todos os lados para desacreditá-lo. .3. mas Estava Iludido? Questão: A conversão para o cristianismo de Saulo de Tarso. quando ele testem u n h o u diante de líderes religiosos e seculares e de m ultidões de judeus. Bem. que se o p u n h am a sua m ensagem nos fun­ dam entos religiosos. parece ser o argum ento mais forte que os apologistas cristãos apresentam para com provar a ressurreição. Mesmo que aceitemos o livro de Atos como um texto escrito por Lucas. com pletam ente cego. viu Cristo. o evento foi acom­ pan h ad o por um fenôm eno visível — u m "resplendor de luz" sobrenatural mais brilhante do que o sol do meio-dia (At 9. o m esm o apresenta o relato da conversão de Saulo que não é nada convincente. em conse­ qüência da culpa por ter p erseguido os seguidores de Cristo. Muitas testem unhas viram Paulo ser deixado. Além disso. No entanto.

aprisionamento e. fa z e i is to em m e m ó r i a d e m im . tom ou o cálice. todas as vezes que beberdes. e de saber que as m esm as punições — açoitamento. o partiu e disse: Tomai. Evidências Convincentes de outra Natureza O utra evidência ainda mais convincente é o papel de líder que Paulo assum iu no explosivo crescimento do cristianismo p ri­ mi tivo. é. martírio — tam bém acon­ teceria com ele. d i­ zendo: Este cálice é o Novo Testamento no m eu sangue. isto é o m eu corpo q u e é p a r t i d o p o r vós. Paulo afirm ou que aprendeu tudo que sabia sobre essa nova fé diretamente do Cristo ressurrecto. sem a m enor sombra de dúvida.a No início Saulo de Tarso era um líder inimigo da igreja que capturava e prendia muitos crentes e perseguia alguns até a morte. r . por fim. O fato de que perderia u m futuro brilhante. Paulo escreveu aos Coríntios: Porque eu recebi do Senhor o que tam bém vos ensinei: que o Senhor Jesus. na noite em que foi traído. ao se tornar um dos que ele perseguia. Sem elhantem ente tam bém . como podia saber o que aconteceu nesse últim o encontro íntimo entre Jesus e seus doze apóstolos? Por que coube a Paulo explicar o que aconteceu na Ultima Ceia e o significado dela? Por que não . tom ou o pão. em m em ória de m im (1 Co 11. Uma alucinação simplesmente não se ajusta aos fatos conhecidos. tendo dado graças.23-25. Ele tinha todos os motivos para perm anecer fiel ao judaís­ mo. Mesmo que nunca o tenha encontrado antes da crucificação. portanto. de que Jesus Cristo estava vivo e de que ele o vira pessoalmente. grifo do autor). já era um herói bem conhecido por seu ardor contra os cristãos. depois de cear. Esse processo diligente de perseguição deve tê-lo tornado muito popular entre os religiosos judeus. fazei isto. Ele tinha conhecimento interior e ensinou novas doutrinas completamente estranhas às que seriam condizentes com seu treino e prática no judaísmo. Q uando Saulo ainda era um jovem rabi. na verdade.Eyidè I x >p. um a evidência poderosa de que es­ tava convencido. Paulo não estava presente naquela ocasião. doutrinas que ele não poderia ter adquirido a não ser por meio do próprio Cristo. comei. e.

De onde surgiu esse repentino conhecimento autorizado? É claro que os céticos sugerem que Paulo foi. nem tornei a Jeru­ salém. N ão há n en h u m a o u tra explicação. Ele era u m rabi antagônico a Cristo. ele se torna não só o porta-voz do cristianismo. ou Tiago. a ter com os que já antes de m im eram apóstolos..26).11-14). repentinam ente. e ele. Paulo solene­ m ente testifica: Mas faço-vos saber. m as pela revelação de Jesus Cris­ to. Inquestionavelm ente.. não consultei nem carne nem sangue. até os apóstolos e disse: "Agora sou u m crente em Jesus. ou João que estavam presentes na ceia? Obviam ente. errado (Gl 2.]. precipitada­ mente. Repetimos: tu do que Paulo sabia sobre essa nova fé e agora ensi­ nava com tal autoridade. que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os hom ens. E não era conhecido de vista das igrejas da Judéia. portanto.168 coube a Pedro. Ele procurava "ajuntar-se aos discípulos. [.. e este reconheceu que P au ­ lo estava certo. p o r Cristo. mas não com preendo essa coisa de cristianismo. mas parti para a Arábia [. o Espírito Santo fez com que Paulo escrevesse essas p alav ras como parte da prova da ressurreição de Cristo. Paulo foi até Jerusalém três anos após sua con­ versão. irmãos. posso fazer um a enorme besteira!" Isso poderia ser verdade? Paulo apren deu o que sabia sobre o cristianismo com Pedro ou com os outros apóstolos e cristãos? Inegável Prova Interna Ao contrário. Eu quero pregar isso. é m elhor eu ter um curso intensivo. porque não o recebi. com os o u ­ tros discípulos. De outra m a­ neira. Paulo nunca foi instruído. . não crendo que fosse discípulo" (At 9. ele afirma que recebeu pessoal e direta­ m ente do S enhor Jesus C risto ressurrecto. m as a principal autoridade. que estavam em Cristo. fui para as partes da Síria e da Cilícia.] Depois.. Ele testificou que recebeu "do Senhor" tu do que agora ensinava. Ele até m esm o repreendeu Pedro face a face. Assim. n em aprendi de hom em algum. no final da vida deste. mas todos o te­ m iam.

Ef 5. Como você pode dizer que o martírio dos cristãos prova sua cristandade mais do que o martírio de outras religiões? . Os segui­ dores de muitos outros líderes religiosos.169 mas som ente tinham ouvido dizer: Aquele que já nos perseguiu anuncia. revelou a si mesmo e a seus ensinamentos a esse antigo inimigo. Não há explicação para o conhecimento de Paulo.51. os homens-bomba e outros terroristas) querem sacrificar-se por Alá e Maomé. queim ados vivos e mortos de outras m a­ neiras em razão de sua fé. a fé que. de fato. Paulo escreveu a maioria das epístolas. Q ue Paulo estava dizendo a verdade fica claro. aprendera isso direta­ m ente do Cristo ressurrecto. a não ser a de que Cristo ressuscitado dentre os mortos. Os mulçum anos (por exemplo. na verdade. E glorificavam a Deus a respeito de m im (Gl 1. Ele levantou-se contra as falsas d o u ­ trinas que estavam sendo ensinadas pelos judaizantes que vieram de Jerusalém. mais do que todos os apóstolos originais juntos.11-24). Ele se tornou o principal apóstolo e autoridade do cristianismo.25-27).25) e deu-lhe o privilégio de ensinar isso (1 Co 15. agora. U ma aluci­ nação não pode explicar tam anho conhecimento e autoridade.3-10) o "mistério que desde tempos eternos esteve oculto" (Rm 16. destruía. antes. e os outros apóstolos adm itiram que ele sabia mais do que eles e que. crucificados. Cristo se revelou para Paulo (Ef 3. mesmos líderes de cultos posteriores. com provam que é fraude ou pecado querer morrer por sua fé. Os mais Convincentes Tipos de Testemunhos de Martírios Questão: Não nego que os cristãos primitivos eram atirados aos leões. Observe os novecentos seguidores de Jim Jones que m orreram na floresta da Guiana. pois ele revela verdades aos outros apóstolos que estes desconheciam. Cl 1. Paulo confrontou os apóstolos e os líderes da igreja com suas heresias (At 15) e m u d o u a m aneira de a igreja pensar.32. onde os apóstolos ainda viviam. Em Jerusalém. faço objeção ao desejo deles de suportar tal tratam ento como prova de sua fé cristã. Entretanto.

170 Uma Distinção Essencial Resposta: Há grandes diferenças entre o martírio dos cristãos e outros que você mencionou. Em contraste. e a con­ versão p ara qualquer outra religião acarretaria a pena de morte! (Na verdade. Hoje. Além disso. isso é o que acontecerá se o Islã conseguir concretizar seu objetivo de transform ar os Estados Unidos e todas as outras nações em países islâmicos. poderia ser feito para que não perdessem o céu. que se espalhou pela espada. Jim Jones e outros líderes de cultos enganaram seus seguidores para que eles m or­ ressem. mantém-se. mas eles persistiam em sua fé nEle. a não ser isso. com o em o u tra s nações islâmicas. Eles sabem que têm a vida eterna e não precisam m orrer para obtê-la. A maioria daqueles que morrem por líderes de cultos como Jim Jones e David Koresh têm pouca ou ne­ nhum a escolha. mesmo quando isso significava mais tortura e morte. a pessoa precisa ser m uçulm ana para ser c id ad ão d a A ráb ia Saudita. a quem era dada a oportunidade de salvar a vida se negassem a Cristo. Sua submissão à perseguição e à m orte resultam de seu am or pelo Senhor e da relutância em negá-lo ou de transigir com o que eles acreditam ser verdade. ao passo que a lealdade a Cristo é m antida pelo amor. Eles se subm eteram à morte na crença de que nada. . os seguidores de Cristo são certificados de que terão acesso ao céu sem que lhes seja exigida n enh um a boa obra ou sacrifício. Cristo pagou todo o preço p ara a salvação deles. isso seria como se alguém tivesse de ser batista ou m etodista (ou m em bro de que qualquer outro grupo religioso) p ara ser cidadão dos Estados Unidos. Tente imaginar. As­ sim tam bém pensam os muçulm anos que sacrificam sua vida na jihad. Lá. agora tam bém pela força. há pena de m orte para o m uçulm ano que se converter a outra religião. Eles não foram mortos por perseguidores em conseqüên­ cia de sua fé. Eles são ensinados que esse é o único caminho seguro para o céu. portanto eles dão sua vida para ganhar a vida eterna.) A lealdade ao Islã é m antida sob a ameaça de morte. O islamismo. o martírio deles não pode ser com pa­ rado com o dos cristãos.

mas também em relação aos qua­ renta dias que passaram com Ele depois de sua ressurreição e que. na verdade. estabelece a sinceridade do m ártir — nunca a exatidão de seu pensam ento. famoso ateísta do século XIX. mas ele não percebe a diferença do m artírio cristão. O martírio. é necessário voltar à época dos apóstolos e dos cristãos primitivos. As coisas são verdadeiras ou falsas em si m es­ mas. O que ele diz é verdade até onde essa concepção alcança. A importância desse fato parece ser negligenciada pelos céticos. não pode ser m u dad a. estava vivo. Esse é o ponto. que os apóstolos eram sinceros — não só no que diz respeito a sua crença de que Jesus é o Messias. contudo. via de regra. não meramente como um dogm a religioso. as pessoas não m orrem pelo que acreditam ser um a mentira. Um erro não pode ser sinceramente aceito a ponto de transformálo em um a verdade. Robert Ingersoll. todos os apóstolos (com exceção. afetada por martírios. mas como u m evento em tem po real do qual eles foram testem unhas oculares. mesm o pelos padrões de Ingersoll. escreveu: N em todos os m ártires na história do m u n d o são suficientes para estabelecer a exatidão de u m a opinião. tam pouco. de João) morreram como mártires. Para refutar o solene teste­ m unho deles. N enhum deles retrocedeu daquele ponto em que tiveram de enfrentar a m orte para com prar sua liberdade com a confissão de que os apóstolos sonharam com essa história da ressurreição e que ela realmente não acontecera — ou que talvez eles não tivessem certeza cie que o viram vivo. nem estabelecida e. talvez. mas para testificar a ressurreição áe Jesus Cristo. tenham apenas pensado que o viram. Eles m orreram não p o r lealdade a um a reli­ gião. talvez. A verdade não pod e ser afetada po r opiniões. mas. é necessário provar que todos eles simplesmente im aginaram que Cristo passou quarenta dias com eles e revelou . geralmente. Sabemos com certeza. Ingersoll adm ite que. Os apóstolos e discípulos prim itivos m orreram por insistir que Cristo havia res­ suscitado dentre os mortos.474 Morrer por Fatos versus Lealdade a uma Religião Para reconhecer a grande distinção entre os mártires cristãos e todos os outros. e eles insistiram nisso. Por exemplo.

até a morte. poderiam ter con­ seguido sua liberdade se negassem isso. Linton pega esse ponto quando. Isso ocorreu pelas mãos dos judeus enraiveci­ dos. Todos testificaram. por fim. Assim. Todos eles teriam m orrido por um a história imaginada? Nunca! Testemunhas Oculares da Ressurreição Os apóstolos sofreram perseguição quase insuportável e foram p a ra o sepulcro como m ártires. e dos p a ­ gãos enfurecidos. pois lhes diziam que todos os deuses de seu Panteão eram mitos. Greenleaf argum enta: Desses absurdos [de um ho m em querer m orrer por um a m entira] não há como escapar. como advogado. O cerne do cristianismo é a certeza de que cada u m está em contato p es­ soal com o Cristo ressurrecto. que o Pontifex Maximus (sumo pontífice) de Roma era p erpetrad or de logro e que o único Deus verdadeiro era aquEle que veio encarnado como judeu e m orreu na cruz. seus ensinam entos e sua ressur­ reição como fatos reais que eles m esm os testem unharam e. mas. p o r­ tanto. com freqüência. às freqüentes torturas e. que reside em seu coração.3). que não apenas aqueles a quem C risto a p a re c e u d u r a n te a q u e le s h is tó ric o s q u a r e n ta d ias testificam a ressurreição de Cristo. afirm ando que os eventos que haviam testem un hado de fato ocorreram. foram por toda a vida subm etidos à perseguição. quando. não po diam negar. que testificavam sobre o que cuidadosam ente observaram . com perfeita convicção e adm issão de que eles eram hom ens bons. na verdade. adota u m argum ento similar ao de Greenleaf: N a d a na história é m ais b em estabelecido do que o fato de que os escritores do Evangelho. consideraram e sabiam ser verdade.M Esquece-se. os milagres de Cristo. pois lhes diziam que haviam m atado seu Messias. tão certo quanto a compleição hu m ana se encolhe diante do sofrim ento e da m orte. mas todos os cristãos. como tam bém aqueles que acre­ ditam em seus relatos e convertem -se ao cristianismo.172 que estava vivo "com muitas e infalíveis provas" (At 1. tam bém n e n h u m hom em m en ­ tiria q uando o resultado natural e único dessa m entira fosse ex­ . à morte.

Dê-me apenas um exemplo de um a profecia. Portanto. Confúcio. não mais do que provar um teorema m atem ático por meio da matemática. ao m enos uma. de que. Também não há nada de errado em com provar a Bíblia pela própria Bíblia. E sua dis­ posição p ara m orrer para testem unhar esse evento é m uito mais convincente do que o desejo de outros para m orrer por um a m era crença ou por lealdade a um a religião ou líder religioso. R esposta: Há um a quantidade esm agadora de evidências de todos os tipos sobre a inspiração das Escrituras. você apresenta profecias cu m p ridas como pro va de que D eus inspirou os escritores da Bíblia. é sim plesm ente absurdo. esse m étodo de provar a Bíblia p o r meio da p ró ­ pria Bíblia não passa de um raciocínio circular. Assim como sugerir que "nenhum a outra religião pode apresentar um a 'prova sim ilar'.173 por-se a todos as m aldades possíveis para sofrer nessa vida. por meio do uso de suas Escrituras. e a punição de sua m entira fosse a im possibilidade da vida por vir. N en hu m a reli­ gião pode apresentar um a “prova" similar. Os apóstolos m or­ reram para testificar a ressurreição. De qualquer modo. mas pela verificação. Zoroastro. Como Linton aponta: "Cristo é o único personagem de toda a história que tem quatro biógrafos e historiadores contem porâneos. na verdade. tendo cada um deles sofrido perseguição (e martírio) a fim de atestar a veracidade de sua narrativa". o que a Bíblia predisse ocorreu. a profecia cum prida prova a Bíblia não por si mesm a. As profecias são apenas parte das evidências.1 0 Eis aí em que repousa a grande diferença. por meio do uso de suas Escrituras". há no Antigo Testamento u m grande núm ero de profe- . por meio da história secular. um a questão de realidade. Profecia. a Grande Prova Q uestão: Em vários de seus livros. Krishna ou M aomé que tenha se cumprido! Simplesmente não há nenhum a! Por o u ­ tro lado. proveniente de Buda. não m eram ente de fé. Eles estavam convencidos do evento.

de Alexandre. temos docu­ m entação detalhada sobre o cum prim ento de cada um a dessas profecias de Jesus por meio de testem unhas oculares que regis­ traram os eventos. de Platão. foram cum pridos e impressos na história factual dos judeus como povo. . N ão há nada sem e­ lhante na história de n en h u m outro povo ou grupo étnico. Os céticos rejeitam Jesus Cristo mais por preconceito pessoal do que em conseqüência de um a investigação e de evidências completas e imparciais. de Josefo e de outros. Há m uito mais evidên­ cias sobre a vida. m orte e ressurreição de Jesus do que sobre qual­ quer um dos Césares. H á um grande núm ero de profecias e eventos únicos que fo­ ram preditos e que. Trata­ m os d e ta lh a d a m e n te d as p ro v a s fornecidas pelas profecias bíblicas em outros livros. o Grande. Além disso. literalmente.m cias específicas sobre o Messias judeu. ou de qualquer outro personagem histórico da antiguidade.

. Um pastor nunca fica tão feliz como quando ora em público. Queremos. u m fa m o s o a d v o g a d o . sobre os desejos das pessoas. Ouvimos suas orações. seus gemidos solenes e seus améns reverentes. — R o b e rt Green In g e r s o ll . eles lhe contam sobre as necessidades da nação. Deixe a igreja fornecer pelo menos um e depois ela pode ficar em paz para todo o sempre. Já lemos sua Bíblia e os trabalhos das melhores mentes de seus adeptos. insípidos que queríamos escutar. Tudo isso não significa nada.. aconselhando-o sobre o que fazer e quando fazer. Queremos um fato.. a g n ó s tic o e o ra d o r d o sé c u lo X IX . e o exigimos agora. uma profissão. Por saber que Ele sabe tudo.Já escutamos conversas suficientes. um fato.. há muito tempo. Sabemos tudo sobre suas maravilhas bolorentas e seus velhos milagres. Ouvimos todos os sermões cansativos. A maioria deles é excessivamente familiar com seu Deus. Suplicamos às portas de suas igrejas por apenas um pequeno fato... Orar tornou-se um negócio. um comércio.

a saber. a oração. Por­ tanto. O problema básico do m u n d o é o conflito entre os desejos pessoais e a resultante competição por pod er e supremacia. Geralmente.19).À ORAÇÃO? Razões para as Orações não Respondidas Q uestão: Jesus prom eteu: "Se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem . satisfazendo os seus desejos. o que Cristo prom e­ teu não era verdade? R esposta: Talvez n ad a seja mais mal com preendido pela pes­ soa com um. Portanto. Jamais vi a dem ons­ tração desse fato. apenas u m m om ento de reflexão dissiparia ra­ pidam ente essa ilusão fatal. isso lhes será feito por m eu Pai. cristã ou não-cristã. traria apenas um a . pensa-se que a oração é um a m aneira de persuadir Deus a reali­ zar os sonhos e as ambições de um a pessoa. do que a oração. em vez de trazer u nid ad e e paz. que está nos céus" (Mt 18. eles p o ­ dem ter tudo que quiserem de Deus. a oração apenas pioraria a situação se ela liberasse u m p o ­ der sobrenatural a que cada pessoa pudesse recorrer a fim de im por seu desejo sobre os outros e sobre o universo. se dois cristãos concordarem. Então.. Nesse caso.

15). "Se vós estiverdes em mim. [. você. de encontros de oração. D eus perm anece no com ando do universo. deu ao hom em o pod er de esco­ lha. A oração deve concordar com o desejo de Deus: ". algumas orações que foram respondidas.. Portanto. O bviam ente.7.22... m as raram ente vi ora­ ções respondidas. Portanto. D e f l í crescente divisão e conflito ao dar a cada pessoa o p o d er de im pingir seu desejo sobre os outros. Ele não em prestará seu poder m eram ente p ara realizar nossos desejos egoístas. grifo do autor). dele a receberemos. pedireis tudo o que quiserdes.14. na verdade. Deus não é u m parceiro ativo com a finalidade de realizar os desejos do hom em . Isso afetou m uito a m inha fé. se pedirm os algum a coisa. e as minhas palavras estiverem em vós. Além disso.Í78 E.v..] qualquer coisa que lhe pedirm os. pois Ele. talvez milhares. o recebereis" (Mt 21. Três Condições para que as Orações Sejam Respondidas Q uestão: Fui cristão por m uitos anos e compareci a centenas. segundo a sua vontade.. porque pedis mal. . "[. crendo. grifo do autor).22). e vos será feito" (Jo 15.. A concordância de dois ou mais juntos é apenas uma das con­ dições para que a oração seja respondida. A oração tam bém deve obedecer a outras condi­ ções a fim de que Deus conceda a petição. grifo do autor). m uitas coisas que acontecem não estão de acordo com o desejo de Deus. servem p ara d a r um a idéia de por que m uitas orações não são respondidas apesar da determ inação d a ­ queles que se reúnem p ara ped ir a seu Pai celestial por qualquer coisa que seja o desejo deles. pelo menos. Essas não englobam todas as condições para que a oração seja respondida.3. Por que há tão poucas orações respondidas? Resposta: Primeiro você adm ite que viu pessoalm ente. "Pedis e não recebeis. O uvi m uitas orações fer­ vorosas que almejavam bons propósitos. porque guardamos os seus mandamentos efazemos o que é agradável à sua vista” (1 Jo 3. Eis aqui algum as das outras condições apresentadas na Bíblia: "E tudo o que pedirdes na oração.] sabemos que alcançamos as petições" (1 Jo 5. para o gastardes em vossos deleites" (Tg 4.

1 Poderíamos aum entar os exemplos para m ostrar que Deus atende a muitas orações. u m pobre hom em . os meios para estabelecer e cuidar de u m orfanato. obtiveram respostas miraculosas para suas orações. que foi o epítome do agnosticismo e ridicularizou os cristãos por orarem .9 com certeza. por m im ou por m eus com pa­ nheiros de trabalho. George Müller. ves­ tiu e alim entou milhares de órfãos e determ inou para si mesmo. portanto. [para ajudar ou d ar dinheiro]. Há milhares de fatos que ele e outros agnósticos e ateístas recusaram-se a aceitar — não porque não é possível que orações sejam respondidas. nunca pedir nenhum a ajuda financeira às pessoas. isso é algo que. o que não poderia ser ex­ . além de m inha pretensão com a ajuda de Deus de torná-los. a saber. foi a razão inicial para estabelecer o orfanato. privadas dos pais. e ele registrou milhares de respostas específi­ cas de orações em seu diário. ser usado por Deus para auxiliar esse grupo de pobres crianças. pois isso foi reiteradam ente provado. exige "ape­ nas um pequeno fato" que prove que as orações são respondi­ das. M üller escreveu: Bem./7. mas porque o preconceito deles não lhes permitiria encarar a verdade. certamente. Essa. inquestionavelmente. m as o p ri­ meiro e principal objetivo do trabalho era (e ainda é) que Deus seja exaltado pelo fato de que todas as necessidades de [milhares de] órfãos. obedeci ao desejo do m eu coração. por exemplo. além de ser um testem unho da realidade das coisas de Deus p ara a consciência dos nâo-convertidos. como um a regra. Considere.. mas apenas a Deus.. [como tam bém ] quero ser usado por Deus p ara conseguir que os órfãos queridos sejam criados no tem or do Senhor —. deve ser u m instrum ento para fortalecer a fé das crianças em Deus. pessoas boas para esta vida. sob os m eus cuidados são sup ridas sem que ninguém [além de Deus] seja solicitado. sim plesm ente por m eio da ora­ ção e da fé. já ouviu ou leu o testem unho de outras pessoas que. em outros aspectos. sem pedir ajuda a nenhum indivíduo. obtive. cuja vida foi um incrível testem unho de oração respondida. Xa verdade. toda um a biblioteca poderia ser preenchida com testem unhos de orações respondidas. Ele acolheu. com a bênção do Senhor. Eu.. Robert Ingersoll.. eu.

Podem os ler a respeito de um a ocasião em que ele chorou e lam entou por alguns dias. para abençoar ou realizar os planos h u ­ manos. tentam persuadir a Deus a concreti­ zar o desejo do homem. e (3) se aqueles que oram têm u m relacionamento tão bom com Deus que seria apro­ priado para Ele responder às orações. . e quão importante foi a escolha daquele momento! Aquilo tinha de ocorrer no dia específico que fora p redeterm inado p o r Deus. a oração de Ana pedind o por u m filho. não é se Deus é capaz de responder às orações. mas. Samuel foi concebido e trazido ao m undo. Essa deve ter sido um a longa e inexplicável espera p ara seus futuros pais. ele estava orando havia meses e provavelm ente havia anos sem nen h u m a resposta. na verdade. há pelo menos três fatores para determ inar se um a oração será respondida ou não: (1) se Deus deseja responder-lhe. ■H á tam bém o assunto do tempo. por exemplo. portanto. apesar de Jerusalém estar o tem po todo em seu coração. A conclusão é clara. ou se sem pre o faz.25).42). Como estamos longe da perfeita sabedoria. e podem os agradecer a Deus por isso. De acordo com a Bíblia. contar-se-iam 69 sem anas de anos (483 anos) para determ inar o dia em que Jesus entraria em Jerusalém. Finalmente. enquanto jejuava e orava perante o Deus dos céus pela restauração de Jerusalém (Nm 1. muitas de nossas orações de qualquer forma não seguem esse espírito. Muitas de nossas orações não são respondidas. m ontado em um jum ento e seria sau dado como o Messias (Dn 9. mas p o r que Ele responde a m uitas orações com u m não.4). Ou considere a oração de Neemias pela reconstrução de Jeru­ salém. mas a tua" (Lc 22. mas Samuel tinha de viver em um determ inado tem po para que cum prisse um a missão específica em Israel.480 plicado como m era coincidência. Espera-se que oremos o tempo todo para que "Não se faça a minha vontade. A questão. A resposta veio no tem po de Deus. isso poderia nos trazer infortúnio se Deus sempre fizesse o que lhe pedimos. Contudo. a profecia de Daniel que relatava esse fato incrível já fora registrada. A partir daquela data. (2) se o tempo de Deus responder é chegado. Isso aconteceu anos antes de o Senhor dar-lhe o filho pelo qual ela orara. Considere. Em ­ bora N eem ias não pudesse suspeitar da im portância da escolha desse momento.

é. em toda a m inha trajetória cristã. de um longo período (em março de 1895) de 69 anos e quatro meses. a resposta afirmativa p ara a oração quando ela vem. com o auxílio da P a l a v r a d e D e u s . mas sem pre fui corretam ente direcionado. mas são negligentes a respeito de obedecer-lhe em sua vida diária. e Deus não obtêm nada. em vez das declara­ ções da P a l a v r a d e D e u s . ou prefe­ rir o c o n s e l h o d o h o m e m . por que precisa de alguém para lhe contar o que precisa ser feito? Se Deus "cuida dos que são seus". m e u c o m p a n h e i r o . A oração. M as se faltar a h o n e s t i d a d e d e c o r a ç ã o e a l e a l d a d e a D e u s . como habitualm ente ouço em pregações. na ver­ dade.22). Disciplina e Maturidade por meio da Oração Questão: Compreendo que o cristão deve orar de acordo "com o desejo de Deus"./ < Si Por fim. dá-nos alguns conselhos e explica u m dos segredos p ara ter as orações respondidas: N unca me lembro.2 A oração não é u m a via de m ão única em que conseguimos tudo o que querem os. ou se não esperar p a c i e n t e m e n t e pelas instruções de Deus. Com o alguém pod e saber qual é o desejo de Deus? George Müller. saber o desejo de Deus n o s e n s i n a m e n t o s d o E s p í r i t o S a n t o . um a bênção de Deus para indicar que o peticionário está v iv en d o de acordo com o desejo dEle (1 Jo 3. no mínimo. fun­ dam entado em sua vida e na experiência de m uitos anos cam i­ n h an d o com Deus. s i n c e r a e p a c i e n t e m e n t e . estou com etendo um gran de erro (grifos do original). Se Deus respondesse às orações daqueles que sepa­ ram um tem po p ara saber o desejo dEle. de não ter procurado. Por que Deus apenas não realiza seu desejo sem ser inform ado de como fazer isso? E se Ele sabe tudo. então por que "os seus" sempre precisam clamar p ara que as suas necessidades sejam atendidas? R esposta: X inguém que verdadeiram ente entenda a oração acredita que essa seja um a maneira para informar a Deus de qual­ . tem a função de nos colocar em conform idade com o dese­ jo de Deus. Ele estaria apenas encorajando-os a continuar nessa vida de desobediência.

sem oração. com ou sem oração. A oração é um a expressão de nosso desejo para Deus. A ora­ ção pode ter u m efeito poderoso na construção do caráter de um a pessoa e trazendo-a para perto de Deus.42). vêm primeiro e. ao m esm o tem po. a adoração. como hom em . antes de tudo. Paulo disse: ". S uponha que um a pessoa está seriam ente doente. Tampouco alguém que conheça a Deus poderia preten­ der persuadi-lo a fazer qualquer coisa que seja contra o desejo dEle. podem os ter certeza de que ela teria ocorrido. Portanto. submeter-se obedientem ente ao seu desejo. Então. por que devem os orar? Olhem os u m exemplo especí­ fico. na oração. é reconhecer a finitude da compreensão h u m ana e subm eter seu desejo ao de Deus. A oração também é um a oportunidade para a pessoa expressar seu am or por Deus e sua preocupação para com os outros e. são motivos mais que suficientes para orar. O rar pela cura dessa pessoa é um a m aneira de expressar nosso amor e pre­ ocupação. com ação de graças" (Fp 4. m as a verdadeira oração não é a insistência em relação a esse desejo. o fez: "Não se faça a m inha vonta­ de.. ou de como ou qu ando realizar seu desejo. Supo­ nh a que a pessoa se recupere de m aneira tão m iraculosa que não possa haver d úv ida de que foi graças à intervenção de Deus. Também é a adm issão de que a cura está nas mãos de D eus e a confissão de que dependem os totalm ente dEle. um a oportunidade para lou­ var e agradecer a Deus e para expressar am or por Ele.482 quer coisa que Ele já não saiba. m esm o que essa persuasão fosse possível. a ação de graças e o louvor a Deus.6). antes. mas a tua" (Lc 22. As orações de um a pes­ soa devota começam a refletir mais e mais a vontade de Deus à . que tem sabedoria e am or infinitos. as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus. qual a necessidade de orar se basicamente o mesmo resultado. Deus é mais sábio que nós. Expressar em oração da m esm a for­ m a que Cristo. pela oração e súplicas. seria alcançado? Toda oração que não for autocentrada é. sabendo que o cam inho dEle é o melhor. Acima de tudo.. Portan­ to. decerto. mas talvez não de um a m a­ neira tão obviam ente miraculosa. Será que Ele teria curado a pessoa sem oração? U m a vez que a recupe­ ração total era claramente o desejo de Deus.

Há muitas razões para que aqueles que são de Deus e de quem Ele cuida não tenham nenhum a necessidade. O Espírito de Deus nos move para orar por todas as coisas que Ele fará. em sua sabedoria. Ele não responde às ind a­ gações casuais. ao saber disso. há tam bém a diferença entre o que pensamos que são necessidades reais e aquelas coisas que Deus. o peticionário torna-se u m parceiro de Deus na terra em relação à exe­ cução dos desejos dEle. Dessa m aneira. até mesmo. mas à paixão do coração. A pessoa. E claro. Na vida.7). os pensam entos e as obras dessa pessoa para que estejam de acordo com a vontade dEle e com seus planos em todas as coisas. um a criança nunca aprenderá o autocontrole e a autodisciplina ou outras lições essenciais se os pais satisfizerem instantaneam ente todos seus desejos. esperam os em vão que Ele realize estes para nós. m as esforça-se p ara aprender o que Deus está lhe ensinando. Ele atenderá ou não à peti­ ção. não se deses­ pera por não ter suas orações respondidas. Isso parece ser um a contradição. Com preensivelmente. considera desejos supérfluos ou. está ensinando paciência e m oldando o nosso caráter. Por que repetir a oração? Resposta: A oração é um a maneira de comunicar-se com Deus e. envolve conhecê-lo intim am ente em um a relação de am or celestial.m m edida que Ele m u d a o caráter. Por que não é suficiente pedir a Deus ape­ nas um a vez? De qualquer maneira. Felizmente. No Antigo Testamento. . além de ter confiança no am or e cuidado de Deus. Orar É muito mais que Pedir Q uestão: Jesus disse que não devem os usar "vãs repetições" em orações e que não seremos ouvidos por m uito falar (Mt 6. como quaisquer pais amorosos da terra fazem por seus filhos. Ele tam bém disse que devem os persistir em oração. Primeiro. ao retardar a resposta da oração p o r necessidades específicas. portanto. prejudiciais. Pode ser tam bém que haja condições que devem ser encontradas na vida da pessoa para que D eus veja que ela é digna de ter algum as necessidades realizadas. nosso Pai celestial.

algum as vezes.7). não vem do coração. suficiente. grifo do autor). portanto. "Em Nom e de Jesus": O que isso Significa? Q uestão: Jesus disse: "Se pedird es algum a coisa em m eu nome. A con­ clusão é que Ele retarda a resposta não pelo fato de não querer responder ao clamor. Absalão. Já ouvi milhares de orações sinceras .Í8U Deus disse: "E buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração" (Jr 29. m uitas vezes. a "vã repetição".1). Ele nos encoraja a perm anecer pedindo. Davi pediu apenas um a vez p ara que Deus desbaratasse "o conselho de Aitofel" (2 Sm 15. pedir um a vez é.31). mas por que deseja am adurecer e m oldar a petição ao seu desejo. Essa última necessidade. m as pode ser repetida m ecanicam ente sem envolver qualquer pensam ento e m uito m enos a paixão. Jesus disse que deveríam os sempre persistir em oração e não desistir (Lc 18. Mas Jesus indicou que Deus. liderados pelo próprio filho de Davi. Deus fala que é o "galardoador dos que o buscam " (Hb 11.1-8). Tal persistência não é o m esm o que a "vã repetição". m as graças a paixão que reflete a sinceridade e a dedicação que Deus gosta de recompensar. Por que não é suficiente pedir um a vez? Na verdade. eu o farei" (Jo 14. No Novo Testa­ mento. buscando e batendo à porta do favor e graça de Deus até que recebamos nossa petição (Lc 11. A oração requer diligente e apaixonada persistência. embora não responda logo escuta o clamor do eleito (Lc 18. Ele disse que um a característica dos eleitos por Deus é que eles "clamam a ele de dia e de noite" (Lc 18. Isso é o m uito falar que Ele rejeita.13. Aquele desbaratam ento era a chave p ara a vitória sobre aqueles que. qu antidade em vez de qualidade. a vã repetição age na prem issa de que Deus nos ouvirá apenas em virtude do volum e de nossas palavras — isto é. N ada demonstra mais o fervor da sinceridade e do amor que Deus deseja em nosso relacionamento com Ele.6). "vã repetição". Como Cristo disse.510). O fato de repetir um a oração vez após vez não é. que Cristo condena. o tirassem de seu trono.14).

"em nom e de Jesus" ou m esm o "no poderoso nom e de Jesus". A pesar de os d o cu m en to s n ão especificarem isso. m uitos cristãos tam bém im aginam que "em nom e de Jesus" são palavras mágicas que.485 de pessoas simples que foram oferecidas em confiança a esta p ro ­ messa. habilitarão a pes­ soa a obter de Deus o que quer que deseje. Essas m uitas orações ofe­ recidas "em nom e de Jesus" que não foram respondidas não p ro ­ vam que Cristo não quer ou não pode m anter sua palavra? Resposta: "Em nom e de Jesus" não é um a fórm ula mágica como: "Abre-te. Não havia nad a no conteúdo desses docum entos que pudesse im pe­ dir que eu fizesse um cheque de u m milhão de dólares. Q uando o p edido não . acrescidas de um a ora­ ção. Seu nom e deve ser estam pado no caráter e gravado no coração e na vida de quem ora "em seu nome". Para que pudesse fazer isso. não em m eu próprio interesse. Entretanto. Para que um a oração realmente seja feita "em nom e de Jesus". Se tivesse feito isso. não im porta quão egoísta seja a solicitação. está subentendido que devem os orar em seu nom e para pedir o que Ele pediria para seu interesse e sua glória. portanto. A procuração que me dava p o d e ­ res para ter o direito de assinar o nom e e conduzir os negócios em nom e dela estava registrada em vários países e estados. assinasse o nom e nele e o depositasse em m inha conta bancária. É isso que tam bém ocorre com nosso Senhor. A m era repetição das palavras "em nom e de Jesus" não faz com que isso aconteça. essa pessoa poderia levar-me a um a corte de justiça e reaver tu do que perdera. N ão há condições restriti­ vas em sua prom essa de que Ele fará qualquer coisa que pedir­ mos em seu nome. Muitos anos atrás adm inistrei negócios de multimilionários. que nunca foram respondidas. ficou subtendido que eu tinha o po der de usar o nom e da outra pessoa apenas no interesse dela. Ela deve ser p ara prom over sen interesse e sua glória. Sésamo". que apenas necessita ser pronunciada um a vez p ara que a porta secreta da sala do tesouro dos ladrões gire e fique totalm ente aberta. Tragicamente. foi-me d ada autoridade p ara agir em nom e de um a outra pessoa. deve ser como se fosse Ele que estivesse orando.

vos digo que tudo o que pedirdes. orando. a idéia central do ocultismo. orando" é im portantíssim a.3). Como você explica a omissão de Cristo em cum prir essa promessa? R esposta: Primeiro. às vezes. um a grande confu­ são quanto às razões pelas quais um a oração sincera não foi res­ pondida. se é para a oração ser respondida. há. Tiago explica m uito bem isso: Pedis e não recebeis. a pessoa precisa entender exatamente o que significa "crede que o recebereis". rancor contra Cristo por não ter cum prido o que é entendido como sua promessa. com freqüência. portanto. A oração é p ara Deus. tentar acreditar que Deus faria algum a coisa que a pessoa não tem certeza de ser o desejo dEle seria pre­ sunção. Logo. pedir de acordo com o desejo de Deus ou qualquer outra coisa. como também.24). Esse ensinamento foi popularizado no m u n ­ do secular por vários palestrantes motivacionais e escritores como C laude Bristol The Magic of Believing ("A Mágica da Crença"). ser obediente. Como "Acreditar que Você Recebe" quando Ora Q uestão: Cristo prometeu: "Por isso. até mesmo. Denis Waitley Seeãs of Greatness ("A Semente do Poder") e ou­ . para o gastardes em vossos deleites (Tg 4. Você conhece algum cristão para quem essa prom es­ sa tenha sido cum prida de m aneira que eles sempre obtêm qual­ quer coisa que p ed em em oração? N ão conheço n enh um para quem isso seja verdade. Assim. Obviam ente. crede que o recebereis e tê-lo-eis" (Mc 11. é Deus quem deve respondê-la. por milhares de anos. A frase de Jesus "tudo o que pedirdes. sobre que fundam entos alguém teria tudo o que dese­ jasse ao crer que receberia essas coisas? H á algum p o d er m iste­ rioso da m ente que é ativado pela "crença" e que literalmente realiza o que alguém "crê"? Essa foi. Ele não menciona condições tais como persistir em Cristo. porque pedis mal. Claramente. "crede que o recebereis" significa acreditar que Deus concederá ou fará aquilo pelo que a pessoa está orando.486 é respondido por Deus.

não Deus. Esse últim o afirma: .. N a verdade. do principal discípulo de Peale..8). Portanto. citada acima. Há um a diferença enorm e entre acreditar que o ped id o para o qual estou orando se realizará porque acredito que isso acontecerá e acreditar que Deus fará com que isso aconteça em resposta a m i­ nha fe uEle.. Para reconhecer essa diferença (que é tão am pla quanto a distância entre o céu e o inferno) é crucial que entendam os a prom essa de Jesus. Só podem os concluir que Cristo estava falando da verdadeira fé em Deus. estamos p rod uzin do os resultados pelo p o ­ der de nossa p róp ria crença. [e] do incrí­ vel p o der revelado em nossa vida. A fé genuína (em contraste com o poder da crença) é u m dom de Deus (Ef 2. Sim. p o r si só.' Você não sabe o p o d er que tem em seu interior. você pode transform ar seu m u n d o em qualquer coisa que você queira que ele seja!4 Portanto. Robert Schüller.. fazer com que Deus responda? E ne­ cessário pensar m uito pouco p ara perceber que não podem os obrigar Deus a fazer algum a coisa m eram ente pela "crença" de que Ele fará isso. Se a crença em si mesma. ao menos. podem os ter certeza de que Ele nos concederá nosso pedido.487 tros. estaríamos no com an­ do de nossa vida e de todo o universo. então Deus não tem participação real na resposta a nossas preces. então só nos .. se pudéssem os. podem os pegar o m u n d o de Deus para reformá-lo e refazê-lo da m aneira que quiserm os por meio do pensam ento da possibilidade? Há. Se o que oramos para que aconteça se realiza porque acreditamos nis­ so.! Você pode transform ar o m u n d o em qualquer coisa que escolha. não pode. não produz a resposta para a oração... por meio do pensam ento da possibilidade. Q uando Deus nós dá a fé. aqui.. um a séria e fatal contradição. Essa m esm a crença no p od er mágico da crença tam bém se tornou popular na igreja por meio dos escritos de N orm an Vincent Peale The Poioer of Positive Thinkmg ("O Poder do Pensam ento Positivo") e da série de livros The Power ofPossibility Thinking ("O Poder do Pensamento da Possibilidade”).

p o r­ tanto não se relaciona à continuidade da cura de nosso corpo atu ­ almente. um a idéia que é derivada da declaração de Isaías: ". lida com a cura de males físicos: "Verdadeiramente." Além disso. Isaías 53. Eles afirmam que "a cura está na redenção". Os Cristãos sempre Esperam Ser Curados? Questão: Como é que os crentes.24). não vivem com mais saúde do que as outras pessoas. em média. chegada a tarde.. ele tom ou sobre si as nossas enferm idades e as nossas dores levou sobre si. para que. H á em certos movimentos um ensinamento popular de que o cristão que está cheio do Espírito e anda em fé nunca deveria ficar doente ou sentir dor. não vivem mais que as pessoas de qualquer segm ento d a sociedade. Então. de um a forma m aravilhosa. e ele. Essa interpretação nos foi apresentada com clareza: E. pelas suas pisaduras. expulsou deles os espíritos e curou to­ dos os que estavam enfermos. p u d é s ­ sem os viver para a justiça.. Antes. não há razão (além da dieta mais saudável e do estilo de vida) para que isso acontecesse. com a sua palavra. trouxeram -lhe m uitos endem oninhados. A Bíblia não prom ete mais longevidade para os crentes. para que se cum prisse o que fora . descobrimos que nossos desejos mais e mais coin­ cidem com os seus.188 resta crer que Ele atenderá nossa petição. e pelas suas feridas fostes sarados (1 Pe 2.5). assim como não há fundam ento bíblico para orar por isso. Entretanto. mas do pecado: L evando ele [Cristo] m esm o em seu corpo os nossos peca­ dos sobre o m adeiro. todavia. como u m grupo. essa prom essa foi cum p rida no ministério de cura de nosso Senhor na terra e. Pedro. no versículo 4. m ortos para os pecados.. fomos sarados" (53.. nos faz saber que essa afirmação não se refere à cura de doenças. um a vez que tantas orações sobem aos céus por sua saúde e cura? R e s p o s ta : N ão conheço n enh um a pesquisa autorizada que tenha estabelecido que os crentes. aos cristãos é prom etido perseguição e martírio.

orou: "Não nos induzas à tentação" (Mt 6. Todos aqueles que pensam que "a cura está na redenção" como um a "garantia de que os cristãos nunca ficarão doentes nem m or­ rerão". Te­ mos a prom essa de u m novo corpo. e da vida eterna em um novo universo sem pecado nem sofrimento. sabemos que Ele "foi conduzido [. Alguém poderia pensar que se esse ensinamento fosse verdadeiro.17).. ensina-nos a orar" (Lc 11. . Jesus nunca Fez a Oração do Pai Nosso Questão: Jesus em sua famosa "Oração do Pai Nosso". Assim. usualm ente. Q uanto às orações pelos que estão doentes ou m orrendo. Essa não é a oração que o Senhor m esm o orava nem deveria ser repetida.189 dito pelo profeta Isaías.9. temos a prom essa de algo m uito melhor e superior que a cura perp étu a desse corpo corrom pido pelo pecado a fim de p ro ­ longar nossa vida aqui neste "presente século m au" (G11. todas as pessoas m orrem e. por meio da m orte redentora e da ressurreição de Cristo. essa oração não deveria ser cham a­ da "Oração do Pai Nosso". um corpo glorificado. Portanto.. palavra por palavra. pelo menos alguns que advogam isso. Esse era u m padrão de oração — "Portanto. cada bênção que recebemos está "na redenção". Ela deveria chamar-se a "Oração dos Discípulos". que diz: Ele tom ou sobre si as nossas enferm idades e levou as nossas doenças (Mt 8.16. Por­ tanto. estão eles mesm os mortos ou em vias de morrer. A verdade é que. como o de Cristo ressurrecto.4). de fato. nem m esm o a oração dEle foi aten­ dida! Como você pode explicar isso? Resposta: Antes de tudo. E claro. vós orareis assim" (Mt 6. mas esse não é o caso.] pelo Espírito ao deserto. por ninguém .1).1). assim. não m uito depois dos setenta. poderiam ter pro­ longado sua vida acima da média. N enhum deles foi capaz de prolongar sua vida substancialmente.13). no fim. grifo do autor) — que Ele ensinou a seus discípu­ los em resposta à solicitação: "Senhor. Isso é o que Bíblia ensina. para ser tentado pelo diabo" (Mt 4. muitas delas são respondidas por Deus de forma miraculosa.

Portanto. bem como o restante da ora­ ção. orou — em especial a noite toda? Isso soa como se Ele estivesse desespe­ rado em busca de ajuda. isso seria to­ talm ente inapropriado para Ele. no que diz respeito a Cristo. Seja feita a tua vontade. já que Ele nos diz que orou a Deus. isso quer dizer que Ele orou para si mesmo? E se Ele é Deus. Assim. O que significa essa frase p ara seus seguidores? N inguém que pede a Deus: "Não nos induza em tentação".2. recebe essa ga­ rantia de im unidade em relação a ela. Portanto. santificado seja o teu nom e . isso é a voz da confiança em Deus no caso de a tentação surgir. e não para Cristo. Isso é o contrá­ rio de orar orgulhosam ente: "Induza-nos a toda tentação que quiser. até m esm o ser tentado por Satanás. nunca oraria. ao repetir essa oração. Se Jesus é Deus. a pessoa. Essa frase.. Senhor.12). que cuida estar em pé.4). está no contexto da afirmação: "Venha o teu Reino. pois a oração inclui a frase: "Per­ doa-nos os nossos pecados" (Lc 11. tanto na terra como no céu" (Mt 6.12). algo que Jesus. pois estamos preparados para lidar com isso!" Orar como a Bíblia ensina é reconhecer a conveniência da advertência de Paulo: "Aquele. Esse fato lida com a questão relacionada à frase: "Não nos induza em tentação". olhe que não caia" (1 Co 10. como o próprio Cristo que foi tentado por Satanás. O que e por que Cristo Orou? Questão: Lucas relata-nos que Cristo "subiu ao m onte a orar e passou a noite em oração a Deus" (6. o que não repercute bem para Ele que. qualquer que seja. em resposta a sua pergunta. por que pedir para não ser induzido à tentação? E a voz da hu m ildade adm itindo nossa fragilidade. Na verdade. é Salvador do mundo! . sendo sem mácula. supostam ente. grifo do autor) X ão há sugestão de que o próprio Cristo sem pre fez essa oração. por que.490 Q uando Jesus ensinou esse padrão ou modelo de oração.. dizei: Pai." (Lc 11.10). Ao m esm o tem po. pois. disse a seus discípulos: " Quando orardes. en ­ tendo que essa oração era para seus seguidores orarem. de qualquer m aneira. está p rep arad a para submeter-se ao desejo de Deus.

E O :-. milhares dessas orações por saúde fo­ . todavia. e apenas oram para esses fins. um com o Pai. Ele era carne.39). b rad o u "e o seu suor tornou-se em grandes gotas de san­ gue" (Lc 22. crido no m u n d o e recebido acima. mas a vontade do Pai. e louvor. não seja como eu quero.10).] porque não busco a m inha vontade. N a v erd ad e. Antes. ou intervenção ou ajuda de Deus. sem im por condições: "[. Jesus era D eus em carne. m as como u m hom em que habitualm ente diz: "Eu não posso de m im m esm o fazer coisa alguma. que m e en­ viou" (Jo 5." (Tg 5. na glória" (1 Tm 3. Mas Ele jamais orou: "Não me induza à tentação".. [.] e a oração de fé salvará o d oen­ te.. Essa não é a finalidade prim ordial da ora­ ção... e amor. passa de m im este cálice [de suportar todos os pecados do mundo].44): "Meu Pai. E mais: "As palavras que eu vos digo. não as digo de m im m esm o [por m inha iniciativa]. u m h o m e m real. visto dos a n ­ jos. se é possível. E im possível co m p reen d erm o s esse fato.. que está em mim. mas como tu queres" (Mt 26.16). em linguagem inequí­ voca. tam bém orou.15) Portanto. Sim.30). Infelizmente. g ra n d e é o m istério da pied ad e: A quele que se m an ifesto u em carne foi justificado em espírito. A lém disso.. em virtude de sua profu nd a ne­ cessidade. N a v erd ad e . O que É "Oração de Fé"? Questão: A Bíblia afirma claramente. a maioria das pessoas (e entre essas está inclusa a maioria dos crentes) pensa que a oração é quase de m odo exclusivo p ara su­ plicar algum favor. em intensa agonia. Q uando Cristo orou ao Pai. p reg ad o aos gentios. P aulo cham a isso de mistério: "E. O fato de Jesus ter orado a noite toda não indica que Ele estava desesperado po r ajuda. sem d ú v i­ da algu m a. Cristo como hom em . não o fez como o eterno Filho do Pai. isso indica a sua agonia por saber o que enfrentaria e o quanto era íntim a e profu nda a sua comunicação com seu Pai. a R esposta: O rar é fundam entalm ente um a m aneira de se co­ m unicar com Deus em adoração. No jardim do Getsêmani. é quem faz as obras" (Jo 14. mas o Pai.

Nessas ocasiões. que causa espanto o fato de eles conseguirem continuar a reunir grandes quantidades de pessoas. e a total certeza de que Ele assim o fará. por definição. desistir]" (Lc 18. em resposta à oração. algum as vezes nos outros e algum as comigo q u an ­ do estive doente. N a televisão ou em gran­ des reuniões é tão evidente o fracasso deles em colocar isso em prática. Como alguém poderia ter tanta confiança sem saber que o desejo de D eus é esse? N ão há versículo na Bíblia que sem pre prom eta a alguém a cura p ed id a ou que diga que a vontade de Deus é que todo cristão seja curado de qualquer doença. Isso obviamente significa absoluta e total confiança em Deus para curar o doente. Como podem os conciliar essa prom essa com os resultados? Resposta: Mais um a vez. grifo do autor). em que orava p o r um a pessoa doente (ou por m inha cura). Ao contrário. apenas se a pessoa que está orando tem fé total de que Deus fará o que lhe está sendo pedido. em raras ocasiões. F u ndam entada em que um a oração dessas poderia ser ofere­ cida a Deus? Obviam ente.ram dirigidas a Deus e não obtiveram resposta. o tipo de fé sobre a qual Cristo está falando só p o ­ deria surgir como dádiva de Deus. A "fé curadora" ensina que a cura pode ser reivindicada o tem po todo por qualquer u m e para qualquer pessoa.1. Assim. Isso nos ajuda a entender o que a Bíblia pretende dizer com "a oração de fé". eu tinha total confiança de que aquela cura ocorreria instantaneam ente — e foi o que aconteceu. a verdadeira fé é a total e completa confiança em Deus. Portanto. Cristo falou sobre o "d e­ ver de orar sem pre e nunca desfalecer [isto é. só pode vir diretamente de um a revelação de Deus. Experimentei essa dádiva. a explicação é entender que "fé" não é algum poder que dirigimos a Deus para obter dEle nosso desejo. a qual. A completa segurança de que a cura será alcançada. N inguém pode "planejar" esse tipo de fé. Seria presunção ten­ tar "crer" que Deus curaria alguém a menos que a pessoa estivesse absolutam ente certa de que esse era o desejo de Deus. inclui submissão ao seu desejo. em qualquer situação. Há m uitos exemplos na Bíblia de pessoas devo­ . não devem os orar por algum a doença a menos que tenham os recebido tal revelação? Não.

. Senhor". A oração é nossa adm issão na parceria .. Se­ nhor". O que você acha disso? R esposta: Infelizmente. ela é o único cam inho para ter fé. m esm o se pudesse.. ou: "De acordo com seu desejo. ou: "De acordo com seu desejo.] venha o teu Reino. em bora tenha m uita coisa boa na te­ levisão. Jesus acrescentou: ". Seja feita a tua vonta­ de. todavia. A fé em Deus faz com que a pessoa confie nEle e deseje o que Ele quer acima de tu do e. persuadir Deus a fazer algum a coisa contra a vontade dEle? Já tratam os anteriorm ente dessa questão de m a­ neira mais profunda. As palavras são apenas levemente distintas.433 tas (até m esm o o próprio Cristo) que oraram p o r algum a coisa que Deus recusou conceder. destruiria a fé da pessoa. Q uestão: Jesus disse a seus discípulos para orar: "Pai nosso. Sinto-me forçada a concordar com isso. mas o significado é exatam ente o mesmo. Esse ensinam ento não se apóia na Bíblia. mas a contradiz. na televisão. E podem os persistir no pedido até que saibamos que não é a vontade de Deus conceder essa petição. m uitos pregadores cristãos dizerem que pedir algum a coisa em oração e depois dizer: "Se esse for seu desejo. portanto. essa pessoa passa a obedecer ao Senhor." (Mt 6. portanto. Depois de fazer um a petição a seu Pai celeste em oração. não seja como eu quero.. Você desejaria. E quanto ao Desejo de Deus na Fé e na Oração? Q uestão: Já ouvi... Isso soa m uito pareci­ do com: "Se esse for seu desejo. mas como tu queres" (Mt 26. há tam bém m uita heresia.39). Sempre podem os pedir a Deus para fazer o que acreditamos ser para o bem dos outros e p ara a sua glória. Senhor". que estás nos céus. não a abordarei outra vez. Senhor". [. Em vez de a subm issão ao desejo de Deus ser u m impedimen­ to à fé.10) Deus não fará sua vontade independentem ente de nosso pedido? Por que pedir a Ele para que apresente seu Reino7 X ão é isso que Ele pretende fazer de qualquer maneira? Resposta: A oração é toda sobre pedir a Deus p ara que faça o que Ele planejou fazer.

Como P au ­ lo explicou: "A quele [Cristo] que não conheceu pecado. o fez [Deus] pecado [Ele] por nós.. fala alto para nós. Fomos inform ados de que o "cálice" que Ele teme (ir para a cruz) não foi afastado dEle.39). Seja feita a tua vontade. O fato de que Cristo estivesse com tanto m edo e de que sua oração não foi respondida não invalida a afir­ mação de que Ele era Deus encarnado? R esposta: Jesus não temia a cruz.. portanto..10) é afirmar nosso desejo veem ente de que os planos de Deus sejam realiza­ dos e que seu propósito se realize do começo ao fim no universo para prom over a alegria e a esperança do hom em . O fato de que a oração de Cristo não tenha sido respondida.] venha o teu Reino. [. Orar: "Pai nosso. Que oração poderia ser melhor do que essa? A Oração não Respondida de Cristo no Getsêmani Q uestão: Penso que um exem plo clássico de oração não res­ p o n d id a é aquela que Jesus supostam ente orou no Getsêmani em seu cam inho para a cruz: "Se é possível.1M com Deus e. Por que Ele estava com tanto m edo da cruz? Milhares de pessoas eram crucificadas p e ­ los romanos. para que. N ão foi o pensam ento do intenso sofrimento físico que fez com que seu suor caísse como gotas de sangue. sua santa alm a encolheu-se com a chegada daquilo que Ele mais abominava: o pecado. que estás nos céus. Somos certificados de que nem m esm o o infinito am or de Deus p o r seu Filho podia fazê-lo voltar atrás em sua prom essa de salvar o m u n d o da pena que sua própria lei justa determ inou . passa de m im este cáli­ ce" (Mt 26. Deus não teria insistido na cruz. nele. você está m uito errado. Q uanto a essa oração ser um exemplo de oração não respon­ dida. sabem os que não havia outra m aneira de nossa redenção ser alcançada. fôssemos feitos justi­ ça de Deus" (2 Co 5. Por meio disso. Em vez disso.21). tanto na terra quanto no céu .. nossos desejos são reflexos dos dEle. m uitos su po rtavam bravam ente e alguns até de m aneira desafiadora." (Mt 6. Se houvesse outro cam inho p ara isso.

para o pecado. nosso Senhor! (Rm 8. Nela. nem os principados. católico e professor universitário. A cruz que Jesus sofreu em obediência a seu Pai e por am or à hu m an id ad e encontra-se para sem pre como prova do am or de Deus e assegura-nos de que nunca estaremos perdi­ dos. nem a altura. como alguém p o ­ deria pedir a u m amigo. em geral. Qual é a verdade? Resposta: N ão é de surpreender que você os tenha achado ambivalentes. com certeza sabe que não está dizendo a verdade. nem a profu ndid ade. Essa era a oração oficial para M aria de todos os católicos por u m ano inteiro e originou-se na maior autoridade da Igreja Católica Ro­ mana.Eq a o?. nem os anjos. Por exemplo. u m im portante artigo publicado recentem ente na capa da revista oficial da Christian Booksellers Association ("As­ sociação dos Livreiros Cristãos") faz a seguinte afirmação: "Os católicos apenas pedem aos santos para que orem por eles — da m esm a m aneira como pedim os a outros seres hum anos para orar por nós". Essa m entira é am pla e eficazmente in­ centivada para com bater as válidas críticas dos protestantes em relação a esse assunto vital.' O próprio autor. o Papa João Paulo II nem um a vez pede que Maria . Paulo disse a esse respeito: Porque estou certo de que nem a m orte.39) Os Católicos realmente Oram aos "Santos"? Questão: N ão consigo obter um a resposta direta de m eus amigos católicos em relação às orações dirigidas a santos. nem algum a outra criatura nos pod erá separar do am or de Deus. considere a "Oração para o Ano de Maria do Santo Padre [Papa] [1988]". que está em Cristo Jesus. Eles são ambivalentes em relação ao assunto. um a associação evangélica. Os apologistas católicos romanos. Primeiro. E por que a Christian Booksellers Association ("Associação dos Livreiros Cristãos"). nem o presente. nem o porvir. Alguns adm item que oram para Maria.38. negam que oram p ara M aria ou outros santos e insistem em que apenas ped em a M aria e aos santos para orar por eles. n em a vida. nem as potestades. enquanto outros negam isso. passa adiante essa informação errada? Eis aqui apenas um pouco dos fatos.

são típicas das que os católicos fazem a Maria. O novo Catecismo da Igreja Católica (aprovado pelo Vaticano) e o Segundo Concilio do Vaticano (Vaticano II) se referem a M a­ ria como "a Mãe de Deus para cuja proteção fiel todos se movem . que Cristo sozinho já proporcionou po r m eio de sua m orte e res­ surreição e..] [e] o m u n d o inteiro a você!1 ’ Os católicos apenas ped em a M aria p ara orar por eles? Q u an ­ do alguém pede a u m am igo que ore. que é exaltada como onipotente e consi­ derada com carinho por todos aqueles que confiam nela. essas petições. pedindo-lhe para fazer o que ela poderia realizar sendo um a deidade: Maria do N ovo A dvento. Em vez disso. onisciente e onipresente. im ploram os p or sua proteção para a preparação do que agora se inicia para o próxim o encontro [Dia M undial da Juventude]." Sua oração termina: "Assiste-nos. agora. em nossa jornada de fé e obtém para nós a gra­ ça da salvação eterna". confiamos o p ró ­ ximo Dia M undial da Juventude a você. confiamos os jovens do m u n d o [. Q ue poderes sobrenaturais ela deveria ter para po der ouvir milhões de orações sim ultaneam ente em centenas de línguas e dialetos distintos.. ele não diz: "Eu imploro sua proteção e confio o m u n d o inteiro a você!" A inda mais. ele pede para fazer o que ela só poderia fazer se fosse Deus: para confortar. guardá-las em sua m e­ mória e responder a todas elas p o r meio de seu poder! Além di^xso. que está no céu. guiar.496 ore pelos católicos. ela teria de ser onipotente. oferece voluntariam ente por sua graça a todos aqueles que crêem nEle. João Paulo II consignou todos os jovens e o m u nd o inteiro à proteção e orientação de Maria. próxim o da data da Missa de Domingo para o Dia M undial da Juventude de agosto de 1993. Maria: E Grande como Deus e mais Solidária? Para M aria guiar e proteger toda h um an id ad e e assistir to­ dos os católicos em sua jornada de fé. Eis aqui novam ente um a oração do Papa para Maria. cheia de graça. Maria. Maria. fortalecer e pro­ teger "toda a hum anidade. Ó Virgem Maria. o pior tipo de blasfêmia é pedir a M aria para obter a salvação.. que apenas Deus pode realizar.. Em Denver.

nos­ sa Vida. sobre a Maria do catolicismo. inclusive pedindo salvação. nossa Graça. pois Ele já ‘ existia na eternidade antes de M aria nascer. O cam inho da salvação não está aberto para nin guém a não ser por interm édio .. Salvação por meio de Maria? O cardeal e santo Afonso de Liguori escreveu The Glories of Mary ("As Glórias de Maria"). ela deve ser. mas que. Maria. ela é apenas m ãe dEle em sua encarnação. são fundam entadas sobre sua suposta posição como Rainha Mãe do paraíso. ela é considerada mil vezes mais solidária do que Deus. o livro mais autorizado sobre a "Virgem M aria" do catolicismo. nossa A dvogada. ao longo dos séculos. Entretanto. orações para Maria. O capítulo inicial é inacreditável. Maria. Maria. ele cairá e estará perdido. Ela é mãe do corpo do qual Jesus se apropriou q uando veio ao m undo.197 em seus perigos e necessidades". Maria é chamada... Ob­ viamente. Eis aqui u m a am ostra das citações de Liguori do que os principais "santos" da Igreja Católica Romana disse­ ram. nossa Esperança. Maria. nossa Guardiã. no mínimo. aparentem ente. Esse livro é u m verdadeiro com­ pêndio sobre o que os maiores "santos" da Igreja Católica Roma­ na têm a dizer sobre Maria ao longo dos séculos. Maria. tão poderosa quanto Deus. na verdade. no m íni­ mo. Maria é a "Mãe de Deus"? Sim. o portão do céu. nossa A u ­ xiliadora. são apenas verdadeiras em relação a Cristo: Os pecadores recebem perdão por meio. Jesus é Deus e ela é sua mãe. Se não pedir o auxílio de Maria. habilidades. apenas de Maria. títulos e atividades que pertencem apenas a Cristo: "Maria. Além disso. tantas vezes quantas as orações que são oferecidas a M aria em relação às oferecidas a Deus e Cristo juntos. nossa Salvação". Assim. ela não pode ser mãe do Filho eterno de Deus (Cristo como Deus antes de tornar-se homem). pois nin guém pode entrar nesse reino abençoado a não ser por seu intermédio.. pois reconhece em M aria atributos. entretanto.7 Por que se m over p ara a p ro ­ teção dela quando a proteção de Deus está disponível? Se a M a­ ria católica pode m esm o proteger todos os católicos de todos os perigos e suprir todas suas necessidades.

se perderá. repetida milhões de vezes pelos católicos do m u n d o todo a cada dia. Q uerida Mãe.. não recebería­ mos nen h u m a graça.198 de Maria. obtém para m im o perdão de m eus pecados.. de novo. Assim. Ó doce Virgem Maria. sob tua proteção eu nada temo. neste vale de lágrimas. Eis aqui. lamentações e p ra n ­ tos.... Je­ sus.. pois por um a oração de ti ele será apaziguado. O Mãe de Deus. o que não estiver. pode p ro ­ ver e que. Rainha. clamamos. na verdade. Aquele que é protegido por Maria será sal­ vo. considere o rosário. como tam ­ bém a salvação que só Deus. Eles oram para ela. se ela é tudo que o rosário diz que é: nossa vida e nossa esperança? A Bíblia. assim. Mãe de Misericórdia! N ossa vida. Ela term ina com essa petição final: Salve. pois és m ais poderosa do que todo o inferno. teus olhos cheios de misericórdia sobre nós. a ti. a orientação e o auxílio que apenas Deus pode prover. O am ada.. que n a hora da tentação eu possa esquecer de cham ar por ti e assim desgraçadam ente su ­ cumbir.. Nossa salvação depend e dela." O Rosário: a mais freqüente Oração para Maria Como exemplo final entre as centenas que poderíam os for­ necer. proveu. por interm édio de Cristo. assim. de m aneira clara. pois obterás o perdão deles para mim. m eu Juiz. Os católicos. nós. e. se não fosse por ti. E p o r que não. nem dos dem ônios. Deus não nos salvará sem a intercessão de Maria. nem m esm o de Jesus. a salvação de todos d epende de ser protegidos e fa­ vorecidos por Maria... Essa é a mais conhecida e mais recita­ da oração católica. não ped em m eram ente a M a­ ria para orar por eles.? ' Isso deixa bastante claro que os católicos romanos são ensi­ nados a procurar em M aria não apenas a proteção sobrenatural. M as um a coisa eu temo.. nossa d o ­ çura e nossa esperança! A ti... elevamos nossos suspiros. nosso desterro apresentará sobre nós o fruto bendito de teu ventre.. nem de m eus pecados. Dirija. Ó clemente. pobres crianças de Eva banidas. um a típica ora­ ção para M aria tirada de u m livreto p o pular de orações a Maria que pod e ser obtido em qualquer livraria católica: Coloco em tuas m ãos m inha salvação eterna e te confio m i­ n h a alma. ó advogada mais gracio­ sa. .

Por que. orações para Maria.8. Pedro confirma que os cristãos receberam "uma viva esperança. tem igualdade de poderes com Deus e é conside­ rada mais solidária do que Ele.3). portanto. e tudo o que ligares n a terra será ligado nos céus. Isso soa como se tivéssemos autoridade não apenas para pedir a Deus algum a coisa em oração.19). etc. Lc 1. m as para comandá-lo. A promessa: "Eu te darei as chaves do Reino dos céus. em relação a cada necessidade e desejo. e tu do que desligares na terra será desligado nos céus" (Mt 16.13). A Bíblia nunca sugere que Maria tam ­ bém é nossa vida ou esperança! Cristo é mais do que suficiente! Os "olhos de m isericórdia" de Maria realm ente vêem cada u m neste m undo? Essa capacidade não é u m atributo exclusivo de Deus? Ela é m esm o a "Mãe de M isericórdia"? A misericórdia de Deus não existia já m uito antes de Maria nascer? Lemos sobre o "Deus de m inha misericórdia" (SI 59. que as centenas de milhares católicos romanos ofereçam constantemente.). declara que a "bem-aventurada espe­ rança" do cristão é "o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo" (Tt 2. pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos" (1 Pe 1.78. Hoje quem Tem as "Chaves" para "Ligar ou Desligar"? Q uestão: Jesus disse: "Eu te darei as chaves do Reino dos céus. foi d ad a a Pedro indi­ .4) e "esperança nossa" (1 Tm 1.9 porém. o ensinamento da Igreja Católica Romana e a prática de grande maioria de seus integrantes elevam Maria a um a posição em que ela.EQUANTO A O HA 1 . e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus" (Mt 16.19). no mínimo.9. Independentem ente do que cada indivíduo católico pode crer. mais um a vez. não podem os conseguir que isso funcione? R esposta: Você m isturou duas passagens das Escrituras.1)! Paulo. diz que Cristo é "nossa vida" (Cl 3. e tu do o que ligares na terra será ligado nos céus. Aqueles que conhecem a miseri­ córdia de Deus não necessitam de Maria. Não é de admirar.17) e somos encorajados a confiar na misericórdia de Deus (SI 52. hoje. mas nunca vimos um a palavra em toda a Bíblia sobre a m isericórdia de M a­ ria em relação à hum anidade.

Ele lem­ brou esse fato aos líderes da igreja quando se reuniram para dis­ cutir o estatuto dos gentios: . para todos os discípulos: "Em verdade vos digo que tu do o que ligardes na terra será ligado no céu. Esse evangelho foi pregado por Cristo (Lc 4. p a ­ lavra por palavra. por pressuposto.3-5).12) e de Paulo (At 14. O plural. 19. Cristo disse que Abraão. a m esm a prom essa sobre a autoridade para ligar (exceto a afirmação sobre as "chaves do Reino dos céus") foi repetida. Essa foi um a ocasião histórica em que Pedro indubitavelm ente usou as "chaves do Reino": a chave para. Pedro foi o prim eiro pre­ gador do evangelho a oferecer a salvação aos não-judeus. Como é possível interpretar que as "chaves do Reino dos céus" sejam dadas individualm ente a Pedro? Fica claro que Pedro não tinha a "chave" ou "chaves" com as quais abriria as portas do Reino para todos que fossem entrar nele.34-48). Isaque e Jacó estariam no Reino (Lc 13. em virtu­ de da pregação de outros apóstolos em um a época em que Pedro não estava presente nem tinha a "chave" necessária. Cornélio.2). pois eles já estavam no Reino séculos antes de Pedro nascer.13). Logo depois disso. Muitos entraram no Reino por intermédio da pregação de Filipe (At 8.14-41). deixa isso claro. Apesar de Paulo ser o "apóstolo dos gentios" (Rm 11. o singular "te" e "tu".18).25.28).8.22. 20.43) e comissionado a todos os seus discípulos a fim de que tam ­ bém o pregassem (Lc 9. deixa claro que nessa ocasião a prom essa foi feita a todos os discípulos. A pessoa entra no Reino por acreditar no evangelho e p o r meio do resultado de renascer pelo Espírito Santo (Jo 3.31) e. e outra chave para abrir o Remo aos gentios (At 10. mas certamente não foi Pedro que os deixou entrar.200 vidualm ente. muito antes de as "chaves" serem dadas a Pedro. por meio do evangelho. expresso pelo "vos". e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu" (Mt 18. abrir o Reino aos judeus (At 2. Quando as Chaves São Usadas A única ação de Pedro que poderia ser associada à abertura do Reino a alguém foi no dia de Pentecostes na casa do centurião rom ano. 28.

N em há qualquer palavra sobre os supostos sucessores de Pedro ou do subseqüente uso das "chaves". pregai o evangelho a toda criatura" (Mc 16. dando-lhes.20). fato que docum entam os largam ente no livro A Mulher Montada na Besta. que por sua vez o ouviu de outra. purificando o seu coração pela fé (At 15. e não fez diferença algum a entre eles e nós. assim como tam bém a nós. fica claro que todos os cristãos são os "sucessores" de Pedro e cios outros apóstolos. Hoje. as "chaves" já serviram a seu propósito. Tanto a Bíblia quanto a história deixam claro que os papas não são nem p or u m esforço da im aginação os sucesso­ res de Pedro. Jesus disse a seus discípulos: "Ide por todo o m und o. havendo grande contenda. Desse m odo. Hoje Há Sucessores dos Apóstolos? Além disso. do m esm o modo. Obviamente. levantou-se Pedro e disse-lhes: Varões irmãos. Pedro nunca mais durante sua vida usou as "chaves". A Igreja Católica Romana ensina que as chaves que conferiram a Pedro autoridade única e perm anente depois foram passadas por ele a seus supostos su­ cessores. essas chaves dadas a Pedro por Cristo. o Espírito Santo. e assim por todo o cam inho de volta até os p ri­ meiros doze discípulos de Cristo. que conhece os cora­ ções. O bviam ente. N ão há fundam ento para essa crença nem nas Escrituras nem na história.7-9). elas não eram mais necessárias após terem alcançado seu propósito. nós (e todos que creram no evangelho desde o dia de Pentecostes até agora) . lhes deu testem unho. precisam ser usadas apenas um a vez. um a para os judeus e outra para os gentios. A porta do Reino foi aberta para toda a hum anidade. O bviam ente. todos nós que cre­ mos. bem sabeis que já há m uito tem po Deus m e ele­ geu dentre vós.15). E Deus. isso incluía ensinar todos os novos discí­ pulos a pregar o evangelho e form ar discípulos que.19.201 E. tam bém ensinariam o evangelho. Ele ordenou-lhes que ensinassem aos crentes o evangelho para "g uardar todas as coisas que eu vos tenho m an d ad o " (Mt 28. para que os gentios ouvissem d a m inha boca a palavra do evangelho e cressem. ouvim os o evangelho de outra pessoa. os papas.

como tam bém todas as outras promessas feitas aos discípulos e os m andam entos que lhes foram dados. Isso inclui o com ando dado a seus discípulos em relação a "ligar e desligar" em seu nom e e p o r m eio de seu poder. eles só p o d e­ riam agir em seu nome. Isso não é diferente de sua promessa: ". tudo quanto pedirdes a m eu Pai. . De maneira similar.20). quer p ara constranger espíritos dem oníacos quer para libertar alguém do po der do pecado em sua vida. alguns carismáticos tentam extrair al­ gum poder especial de "ligando e desligando" que estaria acessí­ vel apenas a certos "profetas" ou àqueles que possuem esse dom especial. por meio de sua Palavra e pelo p oder do Espírito Santo. aí estou eu no meio deles" (Mt 18. Observa-se que em Mateus 18. como seus representantes. para sua glória.. com o "ligar e desligar". Invocar o nom e de Deus não é um a fórm ula m á­ gica por meio da qual receberemos autom aticam ente respostas para nossos pedidos. apenas eles têm poder para "ligar e des­ ligar". Em certas situações. Isso se aplica a todos os cristãos. O contexto e todo o teor das Escrituras deixam claro que. Jesus não estava d an d o a seus discípu­ los u m poder único que poderiam exercer como quisessem.18 o "ligar e desligar" está ligado à promessa: "Porque onde estiverem dois ou três reunidos em m eu nome. portanto. N ão houve n en hum a exceção em relação aos com andos que os apóstolos deviam seguir. O catolicismo rom ano afirma que os bispos são os sucessores dos apóstolos e. em m eu nome. isso deve ser feito em nom e de Cristo. como Ele o faria.23). ele vo-lo há de dar" (Jo 16. Ele estava dizendo-lhes que. O m esm o é verdade em relação a "ligar e desligar".estam os obrigados a obedecer a todas as coisas que Cristo deter­ m inou aos doze prim eiros discípulos..

com essa veracidade. na verdade. Ele está certo que duendes. Por trás dessas crenças não há evidências e nunca houve. . Se pudermos produzir uma vez nossa obra perfeita — o Mágico Materialista. a redenção é retirada... a transformar a ciência deles em emoção e em mitos. de C. S. . demônios e espíritos do mau existem apenas na imaginação de ignorantes e amedrontados. — de S C R E W T A P E para W O R M W O O D The Screwtape Letters (" C a rta s d o D ia b o a o s e u A p re n d iz " ). que... no tempo adequado. Tire Satanás do Novo Testamento e você também tirará a veracidade de Cristo. o fim da guerra estará à vista... e. perdemos todo o resultado agradável do terrorismo direto e não mais somos mágicos. a crença em nós (mesmo que não sob esse nome) insinue-se na vida deles.Um homem de pensamento e de bom senso não crê na existência de Satanás. não podemos tornálos materialistas e céticos. quando eles crêem em nós.. quando a redenção é retirada. a grande construção conhecida como cristianismo transforma-se em uma ruína disforme. e a mente humana permaneça fechada para crer no Inimigo [Deus]. gnomos.. enquanto nega a existência de "espíritos" — então. Leieis . — R o b c r t G ree n I n g e r s o l l Nós [demônios] somos realmente defrontados com um cruel dilema. Quando os seres humanos desacreditam em nossa existência. Por outro lado. e com tal abrangência. a divindade também é retirada. com essa divindade. uma adoração verdadeira que ele vagamente chama de "forças".. Tenho muita esperança que aprenderei..

na verdade. os anjos clamam constantem ente: "Santo.3. N inguém saberia que está nas trevas se nunca tivesse visto a luz. a perfeição de Deus evidencia tudo o mais como mal. por que o fez e de que m aneira o m esm o se manifesta? R esposta: Examinemos esse versículo: “Eu formo a luz e crio as trevas: eu faço a paz e crio o mal. o pecado é definido como um a queda em que somos "destituídos da glória de Deus" (Rm 3.16). aquilo que são trevas e o mal. Em sua presença. . o Senhor. afirma-se que Deus "habita na luz inacessível. ao criar a luz. a quem n enh um dos hom ens viu nem pode ver" (1 Tm 6. A perfeição de Deus é o esplendor da luz em contraste com tudo mais. trevas são sim ples­ m ente a ausência da luz.8). Com o Deus pode criar as trevas? As trevas.7 parece afirm ar que D eus criou o mal. eu. Ap 4.U y QUANTO AO MAL. Santo. Santo é o Senhor" (Is 6. Da m esm a maneira. cf. são o nada.23). Na verdade. faço todas essas coisas". Portanto. Não foi "algo" que Deus criou. Portanto. Como isso é possível se D eus é totalm ente bom? E se Ele criou o pecado. D eus eviden­ ciou a ausência dela como trevas. SATANÁS EOS DEMÔNIOS? Q u a l a O r ig e m d o M al? Q uestão: Isaías 45.

206 Assim. M anly P. especialista em religiões ocultas e não-cristãs. O que Torna o Mal Possível? N a Bíblia. o m al está associado ao p o d er de escolha. é única. são menos do que Deus (como toda criação de Deus deve .27). é claro. A afirmação de Isaías de que o verdadeiro Deus dos hebreus é responsável pelo bem e pelo mal diferencia-se de todas as religiões m undiais e fornece mais um a peça de evidência de que a Bíblia provém de fonte de inspiração independente da cultura ou da religião que cerca seus escritores. Para os gnósticos. esse era o princípio "do positivo e do negativo". na verdade. lembra-nos: "Em todos os mistérios da antigüidade via-se a subs­ tância como a fonte de todo mal e o espírito como fonte de todo bem ". como pode a perfeição de Deus revelar o mal se n e­ n h u m hom em tem acesso à luz inacessível na qual Ele habita? Porque Ele escreveu sua lei na consciência de toda a h u m a n id a­ de (Rm 2.26. como também outras teologias.2 O m istério em ana de duas oposições irreconciliáveis: Es­ pírito A bsoluto e Substância Absoluta. há deuses bons e m aus que com batem uns com os outros. Hall.14. fazendo-nos reconhecer o m al em nós m esm os e nos outros. mas inevitável. A penas seres capazes de es­ colher têm responsabilidade moral. Dualismo e as Religiões do Mundo A explicação bíblica sobre o mal. E antiga a con­ clusão de que as criaturas — feitas "à nossa [Deus] im agem " (Gn 1. que se inclinavam ao dualismo. e não po de existir de m odo independente.1 A simples idéia de que u m Ser Supremo seja responsável pelo bem e pelo mal con­ trasta nitidam ente com as crenças das religiões m undiais durante época do Antigo Testamento. N a m itologia politeísta. considera que o único e onipotente Deus é o Cria­ dor do bem e do mal. o Senhor do universo".15). O autor do livro The Dead Sen Scrolls and the Bible ("Os Manuscritos do Mar Morto e a Bíblia") aponta que "a religião judaica. e esse grande pod er de esco­ lha torna o m al não só possível.

por que Deus daria à hum an id ad e essa perigosíssima habilidade de escolher? Por que Deus. cantariam seus louvores de m aneira ininterrupta. ao contrário. forçasse o m u n d o inteiro a sub­ meter-se a Alá — ou se o com unism o p or meio de ameaças simi­ lares tom asse hoje o m u n d o inteiro — isso não seria um a vitória para os dois sistemas totalitários. portanto. pois fracassaram em conquistar o am or e a lealdade dos supostos "convertidos". ou qual­ quer anjo. pois o am or verdadeiro vem do cora­ ção. o am am. E por isso que se o islamismo. ou. de dizer sim ou não. a a ã O 207 ser) — têm pensam entos e com etem atos indignos de Deus e. tal conquista se­ ria a m aior derrota. ^ e :a D k m . E por nossa escolha pessoal que temos pensam entos m aus e p rati­ camos ações pecaminosas. não conse­ guim os alcançar sua glória e m ostram o-nos pecadores. Tampouco pode haver louvor e adoração genuínos se não forem voluntários. ao dar ao hom em o p oder de escolha que torna o am or possível. quão m aravilhoso é que Deus. perm itiria. Essa tragédia acontece por nossa escolha. Deus. dessa maneira. tam bém abriu a porta p ara todo tipo de mal. E não teria sentido para esses seres program ados dizer continuam ente: “Eu te amo". até mesmo. O am or e louvor a Deus devem vir de seres com a capacidade de escolher não am ar nem louvar. em seu universo. seres cujo coração foi levado cativo pelo am or dEle e que. ge­ nuinam ente. qualquer tipo de mal ou. o m enor grau de m aldade? Obviam ente. mas. perdoar-nos e tornar possível que estejamos em sua pre­ . E claro. Dificilmente D eus poderia ser glorificado p or robôs que não escolheriam o que dizer ou fazer. N esse caso. Ao contrário. Seria im possível p ara a h u m an id ad e receber o am or de Deus e amá-lo sem a habilidade de escolher am ar ou odiar. a resposta é cla­ ra: Deus quer ter u m relacionamento significativo e am oroso com a hum anidade.E q u a n to v> M a l S a t a n . Escolhemos satisfazer nossos dese­ jos egoístas em vez de glorificar a Deus. m aus p o r definição. ou qualquer u m de nós fizesse o mal. que é apenas b o n ­ dade. e. odiar e denegrilo. p or meio de ameaças de terrorism o e morte. seja capaz de pagar a pena por nossos pecados e. até m esm o. portanto. Deus não fez com que Lúcifer. Assim. em seu am or e sabe­ doria.

Na verdade. É claro que o hom em é capaz de toda m aldade com etida no m u n ­ do. Eva certam ente era capaz de comer o fruto proibido. denuncia o preconceito arrogante deles. A Bíblia não culpa Satanás ou os dem ônios por todo mal. Que. Como 1 João 4. sem a ajuda do assim cham ado Satanás ou seus dem ônios. por parte dos críticos que querem que os cris­ tãos acreditem em tais entidades (por exemplo. o que não invalida o fato de que seu parceiro de crime intro­ duziu a idéia e incitou-o a participar.. Que eles achem necessário recorrer ao ridículo e ao exagero tam ­ bém revela quão débil realmente é a posição dos céticos. não anula a possibilidade de que Satanás. não seja incapaz de cometer! R esposta: A Bíblia nunca mencionou essas criaturas im aginá­ rias como diabos. Isso não prova.208 sença. na verdade. no entanto. gnomos. Isso. ela efetivam ente diz: "M as cada um é tentado. falando por interm édio da serpente. duendes e diabos existam. obviam ente. o fez. entretanto. Essa procura obstinada. Xão há absolutamente evidência de que dem ônios.14). é ele. Além disso. quando atraído e engodado pela sua p róp ria concupiscência" (Tg 1. etc. que não haja um a influência externa em m ovimento. U m jovem que rouba u m banco é. a citação de Ingersoll no início deste capítulo). que denom ina de dem ônio ou Satanás. N om eie um a m aldade neste m u n d o que o homem. nem esses p ro d u ­ tos da superstição que não têm nada a ver com o cristianismo. duendes. e. os críticos sejam honestos e se atenham aos fatos. não precisamos dessas hipóteses. E quanto a Satanás? Questão: A Bíblia culpa um a figura mitológica. na verdade. pelo mal existente. instigou-a a fazê- . capaz de fazer isso. Tudo pode ser expli­ cado sem elas.19. quem está fazendo isso. fadas. ao menos. am ando-o e adorando-o eternamente! Seu am or certamente capturou nosso coração e criou em nós o am or real e eterno. gnomos. diz: "Nós o am am os porque ele nos am ou prim eiro" Isso só pode ser dito de m aneira significativa por seres que tam ­ bém são capazes de escolher não amar.

deve descansar na vitória de Cristo e confiar nEle. afirm ando que não têm m atéria e.5 O Colapso do Materialismo Científico Questão: O fato de que ninguém na história do m u n d o ja­ m ais viu Satanás e os d em ô nios é. Ao contrário. agora a com unidade científica endossa isso.209 lo. o fato de Satanás estar envolvido nisso não é descul­ pa para Eva. são seres espirituais invisíveis. Lewis disse: Há dois erros iguais e opostos em que a raça h u m an a p o d e cair em relação aos demônios. mas. Essa superstição antiqua­ da sobre "espíritos" não foi abandonada há m uito tem po pelas pessoas de opinião? Realmente. em seu livro Quantum Questions: The Mystical Writings of the World'* Great Physicists ("Questões Quânticas: Os Escritos . Portanto. S. sem rodeios. A Bíblia tenta se defender de algum a m aneira des­ se problem a óbvio. mas. O outro é acreditar e sentir u m interesse excessivo e doen­ tio por eles. Sa­ tanás não pode forçar a hum an id ad e a pecar. inclusive a consciência hum ana. na realidade. mas tem inclinação p ara efetuar. engajá-lo na bata­ lha. podem ser explicadas em termos físicos. O nde está ela? Resposta: A crença em "espíritos" não foi abandonada. p a ra m im . Os grandes pensadores não mais im aginam que este universo físico é tudo que há ou que todas as coisas. provocando o hom em com os desejos pecam inosos aos quais ele não é apenas suscetível. Pessoalmente. O m ateria­ lismo está morto. Um é não acreditar em sua exis­ tência. se Satanás existisse deveria h a ­ ver algum a prova científica disso. arg u m en to sufi­ ciente contra a existência dessas criaturas. p or conse­ guinte. Deus a considerou responsável por seu pecado. Elas existem apenas na mitologia. para conse­ guir a salvação e vencer o pecado. Enquanto reconhecem os a existência de Satanás. eles ficam de igual m o do satisfeitos com am bos os erros e aclam am um m aterialista ou u m mágico com a m esma satisfação. N ão é obrigação do hom em repelir Satanás. Como C. Ken Wilbur. desem penha o papel do tentador. resistimos ao im pulso tentador de ficar fascinados com ele ou de im aginar que podem os.

as mentes]. cor ou sabor da verdade. nem o pensam ento po de ser explicado dessa m anei­ ra. O universo não é mais com posto de "m atéria e vácuo". p or exemplo. Sir John Eccles.4 Obviam ente. mas começa na mente por meio de pensam entos. o cérebro. ganhador do prêm io Xobel por sua pesquisa sobre o cérebro. Seria tolice pedir para alguém descrever a textura.210 Místicos dos Maiores Físicos do M u n d o ”). todo o p rogram a fi­ losófico materialista entra em colapso. Elas não são resultado de nada que acontece na m até­ ria cerebral. um proces­ so impessoal ocorrido acidentalmente no decurso de bilhões de anos. as idéias não são físicas. O cérebro hum ano não desencadeia as idéias. que não existe como parte física de u m órgão corpóreo. textura. que são imateriais. então nossos pensam entos seriam apenas resultado desse mesm o pro­ . se a evolução. Idéias sobre verdade ou justiça. sabor ou aroma. E óbvio que as idéias precedem e causam a atividade neural do cérebro. escreve: Se há eventos espirituais de boa fé — eventos que não são em si m esm os físicos ou materiais — então. decisões ou pla­ nos. seriamos prisioneiros dessa partícula de matéria localizada em nossa cabeça. O mal em si mesm o não é físico. pois estão total­ m ente desvinculadas de qualquer qualidade física como peso. fosse verdade e o nosso cérebro resultado do acaso." Todos os atos intencionais se iniciam com o pensam ento. ou perguntar qual o preço de quilo d e justiça ou misericórdia. As idéias estão confinadas à mente. O cérebro é m atéria. Se o fizesse. podem não ser resultado de n enhu m processo evolucionário). Ele p o d e envolver atos físicos. compilou afirmações feitas pelos maiores físicos em todos os momentos em que dem ons­ travam acreditar em um a dim ensão espiritual da existência. mas agora deve ser aberto espaço (sem limites) para entidades (sem massa. Além disso. portanto. po d em não se originar de n enh um estímulo físico (e. imaterial) [isto é. Como A rthur E ddington diz: "A 'obrigação m oral' leva-nos p ara fora da quím ica e da física". em total concordância. m as a m en­ te não. A m oral e a ética são coisas imateriais.

e. portanto. a m en­ te". O cérebro é um com putador. expressando com lógica precisa sua rejeição ao materialismo e evolucionismo. su­ gere que a evolução pode ter acontecido em outros planetas por dez bilhões de anos mais do que na terra e ter prod u zid o seres superiores ao hom em na escala evolucionária. e o cérebro da bioquímica." Seres Espirituais? Wilder Penfield. sem sentido. S. O mesm o se pode aplicar em relação à teoria da evolução que. De fato. Essa é a função do espírito hum ano. d e­ clarou. Xão estamos prom ovendo a falsa teoria d a evo­ lução. fundam entado em anos de pesquisa sobre o cérebro: "A m ente é independente do cérebro. não posso entender como o pensam ento dessas m entes possa ter m aior significância do que o som do vento nas árvores. escreve: Se as m entes d ep e n d em totalm ente do cérebro. Em vista de que nossa m ente não tem m atéria. que usa o "céreb ro /co m p u tad o r" para fazer a interface com a dim ensão física da vida em que nosso corpo funciona. é m uito tolo negar a possibilidade de existência de outras m entes ou m esm o insistir no fato de que todas devem estar atreladas a u m corpo físico! Robert Jastrow. neurocirurgião m undialm ente famoso. como o hom em é superior à larva. mas sim plesm ente observando que Jastrow não vê n ad a nessa teoria m aterialista que negue a existência de seres espiritu­ ais. requer alguém p ara fazê-lo funcionar. de acordo com sua própria decla­ ração. Jastrow sugere: A vida que se encontra bilhões de anos a nossa frente pod e estar tão além da forma de carne e osso que não a reconhecemos. . m as é p rogram ado por algo que está fora dele mesm o. Lewis. e a bioquím ica (com o tem po) do fluxo sem senti­ do dos átomos.2H cesso casual e. C. altam ente considerado por seus colegas nessa área. u m dos principais astrônom os m undiais e.7 O cérebro é u m com putador com tal com plexidade que o gênio h um an o não consegue fazer um a duplicata dele. decerto. como todo com putador. poderia apenas ser o resultado de movimentos casuais de átomos no cérebro.

com o sem pre. prêm io Nobel e um dos maiores físi­ cos do século passado.. têm poderes mágicos. a q u a n ti­ d a d e de evidências forçou Jung a concluir que eram seres in ­ d ep en d e n tes.. Seria apenas lógico que os seres imateriais. C. matemático. Eu andava para cima e para baixo no jardim com ele.. Ele confessou: "C om base em m in h a p ró p ria ex­ periência.. ten h o de ad m itir que. Portanto. Dentre esses hom ens de reno­ me encontram-se um núm ero significativo de ganhadores do p rê­ mio Nobel: Eugene Wigner. pelos nos­ sos padrões. independentem ente de sua origem. G. Por conseguinte. Era ele que m e ensinava.“ Jung queria d esesp e ra d a m e n te acred itar que Filem om e o u tras en tid ad es que.... Eccles e Eddington. e bem reais. o mais famoso filósofo da ciência de nossa época.' Além de Jastrovv.. muitos outros im por­ tantes cientistas tam bém adm item a existência de seres espirituais. John von N eum ann. a realidade da psique....1 1 ’ .242 Ela pode. ele parecia bastante real. Jung escreveu: Filemom representa a força que não sou eu mesmo. E como sabem os que existem? Talvez possam se m ateriali­ zar e depois se desmaterializar. ter-se libertado dessa carne mortal para tornar-se algo que as pessoas antiquadas cham ariam de espírito.. apareciam p a ra ele e con­ v ersav am com ele eram n a d a m ais do q ue extensões físicas de seu subconsciente. cham a­ do de "o mais inteligente hom em que já existiu”.. e muitos outros. Jung. famoso psi­ canalista suíço. .. as ridículas acusações dos céticos de que apenas pessoas incultas e supersticiosas acreditam em espíritos não é nada mais do que fanfarrice de livres-pensadores utópicos. que parecia dem onstrar os poderes da materialização sugeridos por Jastrow e com quem ele teve longas conversas. pu dessem pensar e m esm o se com unicar com nosso cérebro da m esm a m aneira que nosso espírito o faz. Sir Karl Popper. tinha um guia espiritual pessoal. literalm ente. na prática. Tenho certeza de que. ren d er-m e à s u ­ posição de que são espíritos ap resen to u m elhores resultad os do que q u a lq u e r o u tr a ” . Filemom. se eles existem..

Isso não é de todo plausível. que ele ficou convencido de que. Peck.. Scott Peck.-2 Peck escreveu: . cremos em u m processo que torna possí­ vel a invasão da personalidade por alguém que está à distância.1 1 Em virtude da conclusão acima. de que espíritos sãos e inteli­ gentes são os únicos que exercem [tal] influência. há m uita verificação experim ental concernente à existência de Sata­ nás e dem ônios. no entanto. em anos recentes. N a verdade. que até mesmo "encontrou pessoalmente Satanás. seria extrema­ mente ingênuo imaginar que todas as outras mentes do universo são benevolentes. H yslop e m uitos outros investigado­ res. não há razão para que outros espíritos tam bém não o façam . ao menos. Ele refere-se a dois casos específi­ cos que o convenceram de que a possessão -demoníaca era real. envolveu-se em experim entos com exorcismo.. como tam bém de prevenir tais atrocidades no futuro".. nesse processo. Poderíam os dar m uitos exemplos. passou a ser conhecido como u m especialista em assuntos do "mal". com pavor. face a face". fund am entad a em evidênci­ as que convenceram Jung. não há razão para rejeitar a idéia de que possa existir u m ser com tal talento p ara a m aldade. Enquanto Peck era assistente chefe de psiquiatria sob o co­ m ando do cirurgião chefe do Exército. Hyslop expressou suas convicções: Se acreditarm os em telepatia [que H yslop considera total­ m ente dem onstrável]. Jung discutiu longamente esse tópico com James Hyslop. como Satanás. ele foi indicado pelo chefe de pessoal do Exército p ara presidir u m comitê especial de p si­ quiatras que tinha a finalidade de estudar "as causas psicológi­ cas de Mv Lai [o massacre no Vietnã]. algumas dessas entidades eram excessivamente más. que.243 A Questão dos Espíritos Maus Em vista do mal de que nossa mente é capaz. não porque a Bíblia assim o disse. Ele declarou.. professor de Ética e Lógica na Columbia University. mas fund am entad a em suas experiências pessoais. Algumas das experiências de Jung foram tão ter­ ríveis. concluiremos com a experiência do psiquiatra M. evidência essa que foi aceita por psicanalistas não-cristãos e cientistas.

a ten- . em um dos casos.. Ele tinha os dentes arreganhados. [e. revelou-se no exorcismo de [ou­ tro] paciente.214 Q uando. Os olhos escondiam-se sob o lento torpor reptiliano — exceto qu an d o o réptil dá o bote para atacar. N o m om ento dos dois exorcismos. m ediante cuidadosa observação. O m esm o se dá com a manifestação do poder demoníaco. o que mais me perturbou foi a extraordinária sensação de opressão. o en dem oninhado finalmente falou de m aneira clara. m esm o que não pos­ sa ser definida ou dem onstrada cientificamente. portanto] pod e estabelecer que o pensam ento é um a ilusão. quase todas as pessoas da equipe ficaram convencidas de que estavam em presença de algo absolutam ente alienígena e inum ano.. m ediante o exame do cérebro. m om ento em que os olhos se dilatam com ódio ardente. Apesar desses freqüentes m om entos de bote. por fim. que aquele ser serpentiform e transmitia. no estudo do pensam ento. Passei muitas horas diante do espelho tentando im itar o que vi sem o m enor sucesso.. mas. "tu do que descobrirá é u m a coleção de átomos e elétrons e cam ­ pos de força arranjados no tem po e no espaço. tive­ ram a convicção intuitiva da consciência. O próprio fim de cada exorcismo foi assinalado pela partida daquela presença de d e n ­ tro do paciente e da sala. um a dem onstração de incrível desdenho e de com pleta hostilidade malévola. Eddington chama a aten­ ção para o fato de que se u m físico tentar aplicar m étodos cientí­ ficos. aparentem ente similares aos encontrados em objetos inorgânicos. ainda que u m crescente núm ero de psicólogos e psiquiatras estejam agora adm itindo a realidade e o horror da possessão demoníaca. Infelizmente.1 ' A conclusão a que Peck e sua equipe chegaram não é matéria de "prova científica". O paciente repentinam ente contorceu-se em convulsão e ficou parecido com um a grande e poderosa cobra. sua face era mais assustadora do que o corpo contorcido. com cinqüenta milhões de anos de idade. que ferozm ente ten­ tou m order as pessoas da equipe. o fez com u m a expressão ainda mais assustadora."1 4 A personalidade h u m an a existe de fato... na face do paciente apareceu um a ex­ pressão que só poderia ser descrita como satânica. Q uando o demônio.. Entretanto.

quase sem exceção. a serpente é a incorporação do mal. ainda que. Em vista da reação e do m edo usuais do ser h u m a ­ no frente à serpente e ao dragão. poderíam os pensar que Satanás faria todo o possível para negar tal conexão. estar tão afastada do que é claramente a intuição universal da hum anidade? Resposta: Esse é um assunto fascinante e suas implicações vão além de nossa total compreensão. até mesmo. pelo menos. como u m ser benevolente e que deve ser adorado. Além disso.215 tativa de encontrar um a explicação "científica" m ina a com pre­ ensão do mal que eles têm. cham ada o diabo e Satanás. N a Bíblia. o contrário pareça ser o caso. que engana todo o m u n ­ do" (Ap 12. por algu­ ma estranha razão. dom ina as religiões da índia. não apenas em Gênesis 3. portanto. Q ue intrigante que os dois estejam tão intim am ente ligados em quase todas as religiões pagãs! Em milhares de templos. . enquanto a serpente perm eia e. algum as das quais inclusive ainda são pratica­ das hoje. identifica a serpente como o Salva­ dor ou.9). o que significa. Como a Bíblia po de ser verdadeira e. a antiga serpente. a maioria das religiões da antiguidade. se o m al pod e ser ex­ plicado como um com portam ento psicológico program ado. A Bíblia com­ para a serpente com o demônio. Por exemplo: "E foi precipitado o grande dragão. entretanto. Não há d ú vid a de que a Bíblia reiteradam ente identifica Satanás com a serpente e o d ra ­ gão. na Ásia. enquanto antigos m i­ tos e religiões tinham exatamente a visão oposta. então a escolha m oral e responsabilidade pessoal não mais estão relacionadas ao mesmo. a presença que Peck diz que ele e sua equipe p u d eram "sentir" de maneira palpável e cuja saída tam bém pode ser sentida? E quanto a Satanás em Forma de Serpente? Questão: Penso que um a das maiores evidências contra a autenticidade da Bíblia é o tratam ento que ela dá à serpente. como tam bém em outras passa­ gens. encontram os o dragão. Se há um a explicação psicológica para o mal. ao m esm o tempo.

explicam a quem pergunta sobre o significado desses símbolos que a serpente traz a salvação. o deus-Salvador dos Maias. pelo corpo de um a grande serpente. . por m ovim entos espiralados.. da Escandinávia. Uma das maiores autoridades em ocultismo (sendo ele m esm o u m praticante) escreveu: A lgum tipo de adoração à serpente insinua-se em quase to­ das das partes da terra.246 Em vista da reação hu m ana natural ante tais criaturas. o pod er enrolado na base da espi­ nh a h u m an a na forma de um a serpente. arqueólogos e exploradores descobriram representações. A indicação bíblica de que Satanás é o "deus deste m u n d o " e. da antiguidade. o corpo do deus Serápis era envolvido. A Serpente É Adorada em todos os Lugares N os antigos tem plos do Egito e de Roma. q u e exib em ... a serpente M idgard.. da América Central e do Sul. em seu s m u ro s se c u la re s. são encontra­ dos antigos tem plos hindus. relata­ da em Gênesis. a Quetzalcoatl. de Orfeu. as Uraeus. tem serpentes entrelaçadas em seus cabelos. até a dança anual da serpente. A colina da serpente. Píton.. Sião e Cambodja. a m aior serpente da Grécia. as serpentes sagradas dos Druidas. que adoram a serpente. em que um a m u ­ lher. dos índios Hopi. a ser­ pente mística. de Burma.. as cobras vend adas da índia. afrescos esmaecidos em que ainda se po de distinguir a mulher. nas profundezas das selvas do norte da ín d ia . M esmo hoje. um dos três p rin ­ cipais deuses. dos índios norteamericanos. as Nagas. A ioga é sim bolizada como um a jangada feita de cobras que tem a fina­ lidade de acordar o kundalini. um a conexão que indubitavelm ente reflete a história. a serpente e a árvore. as serpentes sagradas. de quem se origina toda religião falsa poderia explicar isso. a serpente esculpida em pedra. preservadas nos templos egípcios. Podem ser dados outros num erosos exemplos desde a serpente de plum as. Shiva. um a serpente e um a árvore estão estreitam ente relaciona­ das. a serpente do oráculo de Delfos. Os habitantes dos vilarejos. portanto. Além disso. da tentação no jardim. No hinduísm o. essa associação dificilmente pode ser de origem h um an a e exigiria outra explicação.

em virtude de u m m ito antigo que dizia que ele havia recebido u m a erva curadora da boca de u m a serpente. mas a Salvadora da hum anidade.. redim e o m u n d o . Aqui. Ela há m uito tem po é considerada como u m símbolo da im ortalidade.1 5 Na mitologia grega. o qual deu origem ao caduceu. o deus da medicina entre os gregos e rom anos. os destruidores e enganadores da h u m a n id a­ de. como. Em Delfos. Ao redor do m undo. em substituição a Jesus Cristo..> D hx 217 enroladas sobre as testas de Faraós e sacerdotes — tudo isso dá testem unho da perm anência de veneração universal em relação à serpente. a serpente era enrolada em volta do ovo órfico. o símbolo m oderno da medicina. os graduandos ainda repitem. Ele inicia-se assim: "Juro por Apoio. na Grécia. (por séculos. que depois surgem como os deuses deste m u n d o que deram origem às religiões pagãs. o símbolo e o protótipo do Salvador U niver­ sal. por exemplo. em que orações ao D eus da Bíblia ou a Jesus C risto não seriam p e rm itid a s. por Higéia e Panacéia e p o r to­ dos os deuses e deusas. Ela é o símbolo da reencarnação. que. o simples fato de a Bíblia perm anecer sozinha contra todas as reli­ giões da antiguidade proporciona mais um a evidência de que . no ­ vam ente... consultado por potestades que vinham de longe. observe Esculápio.. o juram ento de Hipócrates antes de receberem seu título de graduação. a representação bíblica de Satanás como a ser­ pente e o dragão. o símbolo do cosmos.. Esculápio era adorado com serpente no tem plo erguido em sua honra. qualifica essa evidência.. cujo símbolo era u m a bengala com u m a serpente entrelaçada. por Esculápio. uníssonos. encontra­ mos tam bém as três pernas do trípode oracular no santuário do interior do tem plo entrelaçadas com serpentes. a história de Gênesis foi desvirtuada: a serpente. em ceri­ mônias de graduação de escolas de medicina. não é enganadora nem destruidora. o local mais procurado e o oráculo mais influente do m u n d o da antiguidade. Como mais u m exemplo. A serpente é. ao dar à criação o conhecim ento de si m esm a. da África do Norte e Ásia Menor). Além disso.." Sem dúvida.

tem tanto poder que parece igualar-se a Deus. Para que Deus conquiste genuinam ente o coração do homem. exatamente como ela afirma. por que Deus dem orou tanto para subjugá-lo? R esp o sta : A lguém que leia m uito a Bíblia não pode concluir que Satanás se iguala a Deus. A intenção de Deus. na verdade.8). e isso seria contraproducente para seu propósito eterno. O hom em deve ter total liberdade para rejeitar a Deus e escolher adorar outro ser ou objeto. Caso contrário.7. A fim de ter certeza de ganhar seu coração.218 estas têm um a fonte com um e que a inspiração sob a qual a Bíblia foi escrita é. a razão para sua exis­ tência. Deus deseja conquistar o coração daqueles que criou à sua imagem. torna-se clara qu ando entendem os as ques­ tões envolvidas. independente das ou­ tras religiões. as d u as fontes de inspiração são diam etralm ente opostas. Por que Satanás Deveria Existir? Q uestão: Por que Deus. Satanás apre­ senta-se ao hom em como a derradeira alternativa para Deus. como tam bém o motivo pelo qual não foi ainda trancado em u m lugar seguro. e convence bilhões de pessoas a rejeitar ao Senhor e a dedicar sua obediência a ele. dificilmente. criou um ser que poderia tornar-se Satanás? Qual poderia ser o propósito p ara a existência de Satanás? O dem ônio bíblico. ele expulsa de seu reino . não p ode haver coerção. N a v erd ad e. Satanás como o Pretendente Rival Podem os esclarecer o ponto desta maneira: suponha que um rei queira casar-se com a m ulher mais bonita de seu reino. Além disso. pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus" (Ef 2. onde dem onstrará com pletam ente "as abundantes riquezas da sua graça. Ele os quer ter em sua presença por toda a eternidade. Tal alternativa é essencial p ara determ inar o verdadeiro desejo do homem. é ter no céu aqueles que não querem de fato estar lá. sabendo de todo o pecado que p o d e­ ria advir disso.

p ara esse fim. essa não é a m aneira de certificar-se do am or since­ ro dela. Satanás não é apenas o "deus deste século" (2 Co 4. é um pecador rebelde. A b ata­ lha entre Deus e Satanás pela alma do hom em é m uito real.8-10). mas este reino pertence a ele (Mt 4. S. Portanto. e. Satanás está condenado. Ele é capaz de recompensar aqueles que o seguem com grandes riquezas e sucesso neste m u n ­ do. ele pode estar seguro de que. Satanás é o oponente mais poderoso para Deus enfrentar em sua derradeira com petição na batalha pelo coração e pela m ente da hum anidade. N esse meio tem po. Obviam ente. ela deve ter a liberdade de escolher outra pessoa. no que diz respeito ao p o d er absoluto. Difi­ cilmente. a batalha apresentada na Bíblia é entre a verdade de Deus e a mentira de Satanás. e con­ sentir em casar-se com o rei. Sim. N a verdade.1-3) para que ele não enganasse a h u m anid ade. Deus poderia im ediatam ente lançar Satanás "no abism o" (Ap 20. Satanás estabelece a últim a tentativa. enquanto Satanás distorce e ludibria. conquistou seu coração. não é p ara ser vencida com o p oder absoluto. é totalmente honesto e aberto. Como o mais poderoso e brilhante ser depois de Deus. entretanto. q uand o será totalm ente provado que o hom em . Satanás está autorizado. Di 219 todos os hom ens que poderiam ser seus rivais na afeição desta. na batalha pela alma e pelo destino da hum anidade.4). A penas quando tiver essa liberdade e. Deus. o oponente deve ser conceituado. isso acontecerá no reino milenial de Cristo sobre a terra. Deus deseja que todos aqueles que esco- . Deus.M a :. a batalha pela alma da h um an idade. com total liberdade. não trancou Satanás em lugar se­ guro. após rejeitar todos os outros. pela m esm a razão. Essa é um a competição pelos sen­ timentos e pela lealdade do coração. na verdade. Entretanto. t .-. mas perm itiu que ele continuasse a ludibriar a h u m a n id a­ de com suas falsas promessas. e todos aqueles que se submetem a ele participarão tam bém dessa condenação eterna. um cam peão peso-pesado ganharia algum crédito no m u n d o do boxe por derrotar um a criança de quatro anos no rin­ gue. po r sua escolha pessoal e sem influência de Satanás. em v irtude das questões envolvidas e as quais não são dessa natureza. a ludibriar a h u m a n id ad e com todas as m anobras que p u d er tramar.

cham ava-se Lúcifer. em Isaías 14 há um a m enção ao rei da Babilônia. em Ezequiel 28 e em outras p a s­ sagens.. e Satanás era originalmente o principal querubim . qu ando o rei da Babilônia teve um a posição no céu da qual ele caiu? A Bíblia. como é agora.1 afirm a a respeito de Deus: "Ele está entronizado entre os querubins".220 lheram acolher a Cristo como Salvador e Senhor o façam funda­ m entados em fatos. e o dragão [Satanás] deu-lhe o seu poder.. originariam ente. etc. Portanto... De fato.. O Senhor não criou criaturas más. toda pedra preciosa era a tua cobertura: [. grifo do autor). de quem se diz: ". todos esses governantes despó ­ ticos e ím pios são tipificações do Anticristo ou símbolos dele. Entre­ tanto. H á puco tem po. se seu ca­ m inho for o melhor.5. Ali o "príncipe de Tiro" é apontado: "Estavas no Éden. a criatura mais nociva de todas? R esposta: Satanás. segundo Isaías 14. e o seu trono. então deixe a hum anidade segui-lo. Ezequiel 28.. desde .] Perfeito eras nos teus caminhos. Hb 9. (Veja tam ­ bém Gn 3.. mas basicam ente a Satanás. e grande poderio" (Ap 13. Satanás era originalm ente como a Bíblia o descreve em Isaías 14. Ez 10.] Tu eras querubim ungido [a mais alta categoria de anjo] [. Por exemplo.24. às vezes.2-19 deixa claro como Satanás é indicado por in­ termédio de tais soberanos.9. Ele é um querubim caído que tem grande po der e astú­ cia. Se Satanás tiver mais para oferecer. indica Satanás por meio de algum governante m un dan o incrédulo para m ostrar que este é o po der real por trás dele. Conform e Salmos 99. 4). o que se afirm a sobre ele não se aplica apenas a ele. os quais guardavam sua real presença. aprendi que isso não é assim.2. que Sata­ nás era u m anjo caído que. Satanás foi criado por Deus como ele é atualm ente. pois o ser citado em Isaías 14 é obviam ente "o rei da Babilônia" (v.) Sim.20..]. 37. como tam bém ele é o p o d er por trás do Anticristo. Parece que os querubins eram os anjos mais próximos de Deus. e te estabeleci [. não foi criado por Deus. jardim de Deus. A Queda de Satanás Q uestão: Sempre fui ensinado. Êx 25.

ao pé da letra.] de dia e de noite" (Ap 12.10). e ele preservará algum resíduo disso até que a batalha pela alma e destino do hom em chegue a seu final. í a . era verdade a respeito do "príncipe de Tiro". nada disso. Obviamente. Isaías 14 e Ezequiel 28 contêm a m esm a mensagem.10). .4).E QL AN 7 0 . me assentarei. Satanás é o "deus deste m u n d o " (2 Co 4.. Claramente. Isaías 14 retrata a queda de Satanás. Cristo não con­ testa sua reivindicação de dom ínio sobre o sistema do m u nd o qu ando Satanás.. D e í I Ó M O í ? 221 o dia em que foste criado. 13)..A7A \ . mas a respeito de Sata­ nás que o inspirou e o dirigiu em sua impiedosa atividade. Como pode ser isso? Resposta: Sim. E quanto a Satanás na Presença de Deus? Q uestão: O m al supostam ente não é perm itido na presença de Deus. Ainda está por vir o dia quando "a antiga serpente. Até esse momento. da b anda dos lados do Norte. Observe as sim ilaridades entre o que é dito em Ezequiel 28 e em Isaías 14 sobre o "rei da Babilônia": "Eu subirei ao céu.6. e. Até esse mom ento. Satanás aparece diante do trono de Deus. oferece darlhe o reino deste m u n d o se Ele se prostrasse e o adorasse (Mt 4. O de­ safio que Satanás apresenta a Deus só po de ser com pletam ente resolvido através da redenção da hu m an id ad e por interm édio do sangue de Cristo quando Satanás será totalm ente vencido. Satanás aparece diante do trono de Deus (Jó 1.'-a: \ t Ai S. aci­ m a das estrelas de Deus. o relacionamento de Deus com o mal é de rejeição .1) como "o acusador de nossos irmãos" (Ap 12. ele continua a acusar os crentes "diante do nosso Deus [. exaltarei o m eu trono. até que se achou iniqüidade em ti" (vv 13-15. há a indicação de que Satanás é o poder por trás do rei da Babilônia e do príncipe de Tiro. Subi­ rei acima das mais altas nuvens e serei sem elhante ao Altíssimo" (v. no m onte da congregação.9). etc. grifo do autor). e. na ocasião da tentação do deserto. Antes de sua queda. cham ada o diabo" será banido do céu (Ap 12. pois Ele é totalm ente santo.9). de acordo com o livro de Jó. N a verdade. N o entanto.8. 2. foi dada a Satanás um a posição de p o ­ der e autoridade.

não poderia ser o juiz disso. aos bilhões. N o entanto. a p a r­ tir desse m om ento. Por exemplo.14). ainda que Ele veja tud o que acontece na terra e conheça todo o mal. havia pecado antes de A dão cair. O fato de que Satanás continua aparecendo diante do trono de Deus. N a verdade. não de total separação. apesar de ele habitar na presença de Deus.12). grifo do autor). O mal foi concebido no coração de Satanás.. é u m mistério. Ela fora enganada. R esposta: Você p od e estar tecnicamente correto. para o mal. Fica claro que o pecado de A dão era m esm o maior que o de Eva. A Bíblia fala do “ m i s t é r i o da injusti­ ça" (2 Ts 2. caso contrário.13). Qual Foi o Primeiro Pecado? Questão: A Bíblia nos conta que o pecado entrou no m u nd o qu ando A dão e Eva com eram do fruto proibido. não envolve Deus no mal. a Bíblia considera a tentação de Eva cobiçar e comer o fruto proi­ bido e a participação de A dão como u m ato único.27). De fato. . a m orte" (Rm 5. e pelo pecado.13) e onde. Porém.7. como tam bém o fato de que as criaturas feitas por Deus (das quais Ele conhece todos os pensam entos.e aversão. palavras e obras) voltaram-se. Eva co­ biçou e deve ter olhado para o fruto proibido com desejo antes de comê-lo. sabemos que Deus é "tão p uro de olhos. que não [pode] ver o mal e a vexação" (Hc 1. o fato de que Satanás e o hom em pos­ sam estar tão cegos pelo egoísmo a ponto de seguir a impossível utopia de derrotar Deus é um mistério. Entretanto. Na verdade. A dão é considerado responsável: ". está se aproxim ando o dia em que Deus criará u m novo universo "em que habita a justiça" (2 Pe 3.. mas A dão não foi enganado (1 Tm 2. pois. como por u m hom em entrou o pecado no m undo. o fato de o mal ter se originado na presença de Deus e ter se iniciado no perfeito paraíso terrestre. E esse mistério apenas se aprofunda quando consideramos o fato de que o pecado envolve rebelião contra o infinito e Todo-poderoso Cri­ ador de tudo. O fato de fazer isso já não era pecado? Sendo assim. que circunda o jardim do Éden. "não entrará [nele] coisa algum a que conta­ mine e cometa abom inação" (Ap 21.

Ele estava determ inado a com­ partilhar o destino dela. que está rapidam ente se tornando bas­ tante popular. por que de- .14) — infor­ mação essa que se tornará p arte d a Escritura e que o "príncipe da Pérsia" tentou im p ed ir que chegasse até Daniel. A referência em Daniel 10 sobre a oposição do príncipe da Pérsia ao anjo Gabriel parece fu n d a­ m entar esse ensinamento. N ão há n e ­ nh u m a alusão a que o "am arrar" esse dem ônio libertaria a Pérsia dessa influência satânica. No entanto. A m issão do anjo é inform ar Daniel sobre os eventos que acontecerão em Israel nos dias d erradeiros (Dn 10. portanto. ao fazer isso. não tem funda­ mento bíblico. por três semanas. em lugar algum da Bíblia sugere-se a idéia de que certos demônios tenham autoridade específica sobre certas cidades ou territórios e que devam ser "amarrados".M D emo x ::?5° 223 A parentem ente. Paulo nunca tentou "am arrar espíritos territoriais" para en­ sinar o evangelho ao m u n d o de sua época. esta­ ria se rebelando contra o Deus que o criara. A dão sabia o que estava fazendo e o fez para não ficar separado de sua esposa. Na verdade. denom inado de "batalha espiritual". que o anjo (presumivelmente. quer por meio da prescrição quer por meio do exemplo. Gabriel) vies­ se até Daniel (Dn 10.13). ou que a vitória de Gabriel sobre esse dem ônio (com a ajuda do arcanjo M iguel) teve qu alq uer efeito sobre o clima espiritual da Pérsia ou ajudou na salvação de u m tinico persa sequer. N em o anjo o instruiu para em preender tal "batalha". E verdade. E a Respeito da Batalha Espiritual? Q uestão: Há um novo ensinam ento na igreja. apesar de saber que. e jam ais p e n s o u em " a m a rra r" o "esp írito territorial" d a Pérsia. Ensina-se que por meio do "am arrar" em nom e do Senhor o "espírito territorial" que controla a cidade. "o príncipe do reino da Pérsia" im pe­ diu. Como você reage a isso? Resposta: Hoje o ensinamento sobre "batalha espiritual". Daniel estava aspirando à visão p rofética. os cristãos po dem conquistá-la para Deus.12.

onde Paulo perm aneceu por dezoito meses. foram escravizadas e im pedidas de ofe­ recer ao seu Deus os sacrifícios prescritos. pelo menos. por séculos. Precisamos lem brar que Deus não forçou Faraó a fazer nada que já não estivesse determ inado a fazer. Assim. A questão não era libertar Corinto.10).12). a resposta de Faraó não era apenas para negar categoricamente o pedido.11.veríamos fazê-lo? E. Eles precisavam sair do Egito. vejamos os fatos corretos. para que creiam a mentira. e (2) que Deus dará às pessoas "a operação do erro. não há alusão a n enhu m a cidade que tenha sido "conquistada para Deus".9.13. para que sejam julgados todos os que não creram a verdade" (2 Ts 2. Obviam ente. Deus lhe deu especial proteção e bênção porque Ele tinha "m uito nesta cidade" (At 18. pois partia de pessoas que. Isso parece tão obviamente injusto que abalou m inha fé! Além disso. mas chamar um grupo de crentes para fora de lá. como hoje alguns p regado­ res falsamente prom etem . 7.26). por exemplo. um parceiro dele. Em Corinto. Você pode me ajudar? Resposta: Primeiro.6). Tal ensinamento sim plesm ente não tem fundam ento bíblico e é resultado da im a­ ginação e ambição dos homens. parece to m ar Deus responsável pelo mal ou. esse desejo para adorar não era despropositado.21. apesar de todos os apóstolos terem "alvoro­ çado o m u n d o " (At 17. Antes que Deus endurecesse o coração de Faraó.1-9). Deus . m as p ara aum entar de forma cruel o rigor da escravidão dos israelitas. pois o sacrifício de animais que faziam para seu Deus poderia ser altam ente ofensivo para os egípcios (Ex 8. Tampouco Paulo teve sucesso em m u d ar o destino de Corinto ou de qualquer outra cidade ou nação. ele recusou u m simples pedido p ara deixar o povo de Deus ir a "cam inho de três dias ao deser­ to" para oferecer sacrifícios ao seu Deus (Êx 5. Por que Deus Endurece os Corações? Questão: Fiquei m uito perturbado com duas afirmações da Bíblia: (1) que Deus endureceu o coração do Faraó (Ex 4.14 etc). Deus apenas ajudou o Faraó a persistir no cam inho que ele firm em ente escolhera.

Faraó estava aterrorizado por causa das pragas que Deus sentenciou sobre os falsos deuses do Egito. e apenas nesse m om ento.A --A . E foi nesse m om ento. Ele o entrega ao erro (2 Ts 2. era-lhe dada a escolha de submeter-se a Deus ou não. que subjugava o povo de Israel à mais horrível escravidão. até mesmo..E 0 . em arrogante rebe­ lião. Deus fez com que o Faraó persistisse em sua recusa em deixar o povo de Israel ir até Ele. 3. dedicou-se a oprim ir mais cruel­ m ente ainda essas pessoas. e Faraó.9-12). Cada ato de rebelião contra Deus e de rejei­ ção a Ele endurece m uito mais o coração.1 0 Podem os entender m elhor o que significa o endurecer "seu coração" ao considerar por que isso era necessário. . que Deus endureceu seu coração.:- S A T A X . R. Seu coração não havia m ud ado . feito por Moisés e Arão para que deixasse o povo ir. mas para reforçar nele sua resolução de não perm itir que o povo fosse ao deserto.. A. No entanto. Ele enviou Moisés como seu representante para requerer junto ao Faraó a libertação de seu povo. para si mesmo. A cada vez. escreve sobre a conduta dele: Os fatos são esses: Faraó era u m tirano cruel e opressivo.7. Essa é um a conduta severa. Esse.. se o h om em escolhe o erro.. desafiou-o e. [é] o m étodo universal de Deus lidar com o homem. não para m u d a r o desejo do Faraó. ouviu seus lamentos e em sua misericórdia decidiu libertá-los (Ex 2. Torrev. D eus ainda não estava pronto p ara ter­ minar seu julgamento sobre os falsos deuses do Egito. E im portante tam bém com preender que o endurecim ento do coração do Faraó originou-se exatamente de cada novo pedido. p o rém ele já não teria cora­ gem para persistir em seu desejo de m anter o povo de Deus em escravidão. as quais tiveram conseqüências tão d e­ sastrosas e foram tão obviam ente causadas de m odo sobrenatu­ ral.£ o> ^ 225 endureceu "o seu coração". os quais serviram como linha de frente para Sata­ nás enganar o povo egípcio. e cada re­ cusa representava um endurecim ento de seu coração por meio da qual Faraó continuava a cavar mais fundo. Assim. em relação a essa m esm a questão.25. a fim de concluir sua exposição e punição aos falsos deuses. um túm ulo de rebelião. Deus olhou para seu povo hum ilhado. sofri­ m ento e morte.8). mas é só um a con duta.

portanto. N ão há como conceber um com ando mais fácil de ser obedecido. A árvore da qual Deus lhes disse para não comer. Como poderia ser injusto o fato de que D eus os ajude a acredi­ tar na m entira em que eles m esm os se d eterm in aram a crer? Não. vemos toda a verdade sobre o pecado. mas as cartas dEle não estão marcadas um a vez que o hom em é força­ do a ir pelo cam inho de Deus ou será condenado? Isso é justo? R esposta: O com ando que Deus deu a A dão e Eva apenas os proibia de comer de um a árvore específica do jardim. ao comer o fruto em rebelião à proibição de Deus. No primeiro pecado da hum anidade. era um a das m uitas árvores carregadas com o m esm o tipo de fruta. O ato de meramente comer algum fruto não é pecado em si mesmo. Havia nesse magnífico jardim de perfeição. Tampouco podem os achar algum a desculpa para a desobediên­ cia de A dão e Eva. D evem os concordar. O fruto da árvore n ã o > possuía poderes mágicos que traria pecado e m orte para A dão e Eva. A fornicação pode levar o casal a desculpar-se a si mesmo. O ato em si pode não parecer tão m au assim. Deus É Justo em sua Demanda por Obediência? Q uestão: A Bíblia diz que devem os obedecer a Deus.O m esm o tam bém acontece com todos aqueles que se recu­ sam a aceitar a v erd ad e que Deus tornou conhecida para eles. estão apenas expressando seu amor um pelo outro. pois. que não havia nada despro­ p o s ita d o n a p rim e ira o rd em que D eus d e u à h u m a n id a d e . e essa é um a lição im portante que aprendem os. afi­ nal. Isso não o torna u m tirano? Você diz que Ele deu ao hom em a liberdade de escolher entre o bem e o mal. é apenas justo fazer isso. milhares de árvores de to­ das as variedades. O pecado . foi que constituiu o pecado e trouxe a m orte a eles e a todos os seus descendentes até hoje. pois este é seu universo. O m esm o é verdade em relação a todos os pecados e todos os pecadores. A desobedi­ ência deles. sem dúvida.

Essa rebelião não pode ser perm itida no univer­ so de Deus. Sugeri: "Olhemos para isso da seguinte maneira: supo nha que você apenas acabou de entrar na existência. E agora Deus me p en d u ra sobre as cham as do inferno e diz: 'Direita volver. em algum lugar do universo. Depois de gastar três ou quatro bilhões de anos planejando sua utopia suprem a. que ele p od e ser seu próprio Deus e decidir seu próprio destino. . pois. seria enviado p ara o Vietnã. como nosso Criador. de dois jovens que me visitaram tarde da noite. lembro-me. não só tem o direito de estabelecer os m andam entos para governar nos­ sa conduta. Um deles estava bravo com Deus. a saber. e a negação de que Ele realm ente nos am a e que seu cam inho é o melhor. S a y a x a > í >Di v . O que seria enviado ao Vietnã disse amargamente: "N ão pedi para ser criado.ò .E q l a x . A hostilidade parecia o estar consumindo. Ela é a afirmação egoísta e autocentrada do hom em . e que tenha a autoridade e o po der de criar seu des­ tino. Duas Alternativas Lógicas Deixe-me esclarecer a colocação. essa rebeldia significa a rejeição da autoridade de Deus. da m esm a m aneira que os árbitros no cam po de fute­ bol ou na quadra de basquete não perm item a violação das re­ gras do jogo. você põe os toques finais em seu projeto para a vida e reclina-se m uito satisfeito com você mesmo. e você o examina com cuidado. põe o projeto dEle p ara sua vida ao lado do seu. mas aqui estou eu sem que tivesse escolhido es­ tar aqui.v o ^ 227 encontra-se na rebeldia contra Deus. na m anhã seguinte. Agora. diga-me que projeto seria melhor?" . A pesar de isso ter ocorrido há trinta anos. Aquele fato aterrador deveria ser suficiente para fazer todos nós evitarm os o pecado. mas apenas o faz para nosso bem. No caso de A dão e Eva tam bém observam os as ter­ ríveis conseqüências do pecado de um indivíduo sobre as fu tu ­ ras gerações. Faça isso do m eu jeito ou eu o colocarei lá!'". que. Seu amigo o trouxera até m im para ver se podia responder algum as de suas queixas contra Deus.? a o M a l . Deus. de forma bem nítida. im ediatam ente. Além disso.

como dom espontâneo de sua graça. Como resultado disso. são reais e fazem oposição a Deus. Ele contou-me: "Deus tratou comigo em conseqüência do que me disse naquela noite. do que se trata isso de: 'Vire-se ou queimar-se-á. finalmente. Anos mais tarde. o Senhor enviou seu Filho p ara pag ar a pena total por m eu pecado e agora me oferece. Deus é infinitamente mais sábio que você e o am a de verdade. seu perfeito plano de vida em lu ­ gar do meu. N ão há nen h u m a dúv id a de que a única escolha inteligente possível de ser feita é deixar que Deus tome a direção total de nossa vida. ao final de u m encontro em que eu estava palestrando. depois para o teto. na verdade. a desfrutar a bênção eterna que Ele prep aro u para todos que o amam.’ entreguei m inha vida totalm ente a Cristo". pelo bem ou pelo mal.Díf:--?eC-A Ele olhou para o chão. N ad a mais faz sentido. Existe um a batalha genuína e feroz por nossa alma e nosso destino. . Não é "sacrifício" obedecer a Deus. Tragi­ camente. Ele tornara-se um pastor. Faça isso do m eu jeito ou eu o colocarei lá'? O que você deve dizer é: 'Deus. Retruquei: "Exatamente. Além disso. nesta vida. por fim. e com um a expressão infeliz. apesar de eu ser um tolo egotista a ponto de im aginar que m eu cam inho seria m elhor que o seu. seu projeto é m uito melhor que os nossos. procurou-m e e disse-me quem era. é u m grande privilégio tornar-se filho de Deus p o r meio da fé em Cristo e começar já. depois para o fogo na lareira e. Senhor!" Tentei persuadir esse jovem a receber a Cristo como seu Sal­ v ado r e entregar-se ao amor. Obrigado. obrigado. Assim. para mim.. Cada u m d e nós tem um a escolha m uito im portante e eterna para fazer a qual determ inará o resul­ tado dessa batalha. Os fatos são claros: o pecado e Satanás. N ão sei o que lhe aconteceu ou se jamais re­ tornou salvo do Vietnã. o outro jovem. e apesar de eu ter m e rebelado contra ti. que trouxe o amigo.228 E:. ã graça e ã proteção de Deus. adm itiu: "Suponho que teria de ser o maior egotista do m u n d o para dizer que m eu projeto é m elhor do que o de Deus". ele não estava querendo desistir de suas queixas e dei­ xar Deus ser Deus.

ela o fez. e em relação a um Deus assim.. é responsável por todo sofrimento no universo. Ela é a autora disso. Deus. Qualquer Deus que cause um a partícula de sofrimento é merecedor de nossa condenação. Eu o odeio. por definição. pois se Deus causa sofrimento. e. faz o que não era obrigado a fazer. onisciente e onipotente.Se este universo foi criado por uma divindade totalmente sábia. Ele é onipotente. portanto. Eu o desprezo. Eu o detesto. portanto. voluntariamente o causa. — S a m u e l P. tenho apenas sentimentos de extrema aversão. e. P u t n a m . não é uma criatura de circunstâncias. é responsável por tudo que ele é e por tudo o que será. quando causa sofrimento. dessa maneira. como também o homem que voluntariamente causa sofrimento é merecedor de condenação. essa divindade sabia o que estava fazendo quando criou o universo e. por conseguinte.. líd e r a te ísta d o sé c u lo X IX 1 .

Isso pode ser delinea­ do. No entanto.QUANTO AO SOFRIMENTO E O INFERNO? A Culpa É Real ou meramente uma Invenção da Mente? Q uestão: A dor e o sofrimento causados pelo crime já são suficientem ente ruins. . não se pode responsabilizar o cristianismo de maneira algum a por isso. em cada cultura. O m u n d o não seria m elhor sem essas decepções para atorm entar as pessoas? R esposta: N ão é verdade que o cristianismo tenha criado o sentim ento de culpa m oral e o julgam ento vindouro que assom ­ bra a hum anidade. o cristianismo au m ento u essa dor e sofrimento ao convencer a h u m a n id ad e de ter se rebelado contra Deus e violado seus m andam entos. a ameaça de punição eterna assom bra a todos que cam inham sob a influência do cristianismo. até sua origem no passado. portanto. Isso acontece no m u n d o inteiro. Em conseqüência. milhares de anos atrás e. e todas as práticas religiosas que são encontradas em todas as raças e culturas ao redor do m u n d o envolvem o senso de culpa e a tentativa de apagar a culpa m ediante algum tipo de sacrifício. O hom em á u m a criatura irrem ediavelm ente religiosa.

O m esm o é verdade em relação àqueles que tem origem nos cham ados "países cristãos".2 De fato. o sacrifício é substitutivo e procede de um profundo senso de culpa. Virar um a nova página e dedicar-se a viver de forma m oralm ente reta no futuro não pode libertar da culpa dos pecados passados. encontrado em todas as religiões. A verdadeira libertação da culpa apenas pode vir por interm édio da fé em Cristo como aquEle que pagou a pena total pelos nossos pecados e realizou sobre fundam entos justos o perdão completo. o assombra. qu ando vê as correntes que o prendiam . como os Estados Unidos.. o pecado é conhecido e reconhecido pelo que é apenas depois da identificação.. biblicam ente. agradecer a Deus tanto mais pela nossa salvação. assim como o escravo inesperada­ m ente liberto percebe. O pecado é percebido como pecado por meio da graça. apenas o cristianismo p ode libertar o hom em da cul­ pa que. povos prim itivos. quão grande era sua miséria. ’ Deus não É Sádico Q uestão: A Bíblia afirma que Deus conhece o futuro. proclam a­ ção e experiência do perdão. assim cham ados. Ellul situa isso m uito bem: Devem os tam bém lem brar de m od o constante que. essa não é a única fonte para sua existência.. e não de outra m aneira. por outro lado. nada pode escla­ recer isso m ais que o em aran h ad o de proibições entre os. Porque fui perdoado. A culpa universal que assom brava até m esm o o hom em prim iti­ vo poderia tam bém assom brar os norte-am ericanos m esm o se não conhecessem o cristianismo. Em qual­ quer caso. é propiciatório ou ainda é um sacrifício de redenção ou de absolvição. Embora seu senso de culpa possa ter sido reforçado por meio do contato com o cristianismo. Ele sa­ bia que A dão e Eva pecariam e que incom ensurável mal e sofri­ .. e no vago pensam ento cristão. Jacques Ellul chama de "noção trivial" a idéia de que o cristianismo seja responsabilizado pela culpa e salienta: O sacrifício.. percebo quão pecador eu era.. assim. Q uanto às situações que provocam culpa. Só depois p o d e ­ m os perceber a m agnitude de nossa culpa e.

4 Claramente. as­ sassinato. Em vez de júbilo e êxtase. guerra e de cada partícula de dor e pesar que se segui­ riam. p o r que criaria a variedade de sa­ bores dos frutos para o paladar. a dor e o pesar. Por u m m otivo. Todas as funções físicas p oderiam ser estim uladas pela dor. portanto. como u m viciado é forçado a usar a droga por causa da dor da absti­ nência. a ilógica e irracional . na verdade. e essas coisas deveriam . deve ser instan tan eam ente rejeitada. toda a vida po deria ser um torm ento. Ele foi adiante e. O Deus da Bíblia sabia de cada estupro. como apontam . haveria apenas depressão e miséria. de qualquer m aneira. M esmo assim. exceto a morte. Se D eus fosse esse espírito m aligno que os céticos p re ­ ten dem que Ele seja. D eve­ mos abandonar essa teoria como um a possível explicação legíti­ m a para o pecado e o sofrimento. ap o n ­ tar. Contudo. tu do está explicado. Linton expressa isso da se­ guinte maneira: [Se Deus fosse u m sádico]. e o glorioso fim eqüivale ao que é sucintam ente dad o nessa explanação: "E Deus lim pará de seus olhos toda lág rim a". em vez de provocadas pelo prazer. a constante harm onização na exuberância de cores nas flores e no pôr-do-sol. Em vez do im pulso prazeroso da fome saudável. há m uito pouco pecado e sofrim ento no m u n d o p ara sustentar essa teoria. Não haveria alegria e tudo estaria m isturado com a dor. poderia nos forçar a comer. para todos que crêem em direção a u m pro ­ blema insolúvel: "A m orte vem pelo pecado". o cheiro de sal no ar e a capacidade de vibrar de alegria com essas coisas? Por que perm itiria que a sutil alegria e a absoluta sensação de bemestar que aquele que acredita em Cristo constantem ente experi­ m enta e a qual ele nem m esm o consegue nom ear ou descrever? Se Deus am a suas criaturas. poderia nos infligir infinitam en­ te mais dor do que sofremos neste m undo.m ento se seguiriam. o universo não foi criado por um sádico. a vida seria infinitam ente pior do que é. Como Ele pode ser qualquer coisa além de u m m ons­ tro ou u m sádico? R e s p o s ta : A despro positad a e blasfem a idéia de que D eus é cruel. Se Deus fosse indiferente. criou o homem.

ao contrário. e nunca dor. no último século. e n u n ­ ca pesar? Certam ente que não. que era inteiram ente possível que um ou mais de seus filhos pudesse se tornar u m criminoso e trazer m uito so­ frim ento p ara os outros? E claro que ele sabia. não ser bom de m odo algum. Eles p odiam ter certeza de que os filhos que trouxeram a este m u n d o tornar-se-iam honestos e bons em todas as suas ações. não mais do que as boas obras de u m assas­ sino p o d em perdoar seu crime. Será que sabia que os filhos que ele e sua esposa trouxe­ ram a este m u n d o sofreriam dor e possível morte? Ele não sabia. o que Ele é além de u m espírito maligno? Suas boas obras não descul­ p am suas más obras. reiteradam ente expressa por ateístas. Portanto.’ Eis aqui como Samuel Putnam ... e sem coerção. com certeza m uitos ateístas que levantaram a m esm a objeção) teve filhos. ’ P utnam parecia ser um hom em inteligente. Putnam é responsável por todo mal e sofrimento que possa ter sido infligido a seus filhos e / o u pelo qual eles pos­ sam infligir sobre os outros? E claro que não. Q ualquer pessoa honesta concluiria que nem P utnam nem quaisquer outros pais que fazem essas objeções contra Deus pod e­ riam estar certos a respeito de que tipo de vida seus filhos viveriam. O bom senso o faria saber. Deus deve ser com pletam ente bom ou. Deus não É o Autor do Mal No entanto. culpando-o pelo pecado e pelo sofrimento tem sido. a resposta é claramente não. Por sua vontade. como m uitos pais. Ele fez o sofrimento. expressou isso: Em vez de sofrimento Deus poderia ter feito felicidade. por séculos. apenas alegria. como pode partir dele um argum ento tão obviam ente tolo? Ele estaria cego pelo preconceito? O uso dizer que P utnam (se não ele.234 queixa contra Deus. nunca causariam dano aos outros e nunca seriam merecedores de prisão ou mesmo execução por seus crimes? Mais um a vez. ou de que tipo de sofrimento teriam de suportar . Portanto. quer boa quer má. H avia algum a m a­ neira de P utnam e sua esposa saberem que seus filhos experi­ m entariam apenas satisfação.

esses críticos e todos os outros pais não são tão culpados quanto Deus por trazer sofrimento aos outros? Se Deus é um sádico por criar o homem. não por Deus. e m aldade existentes no m u n d o atual essa pessoa é o hom em . inspirado pelo Espírito Santo.e tão responsável por seus atos quanto um a marionete m ovida por meio de cordéis. Se alguém deve ser culpado pela dor. e bom. ó céus. mas Israel nào tem conhecimento. tam bém não o são todos os pais por trazer filhos a este m undo? Pode-se argum entar que a diferença é que Deus está no con­ trole do m undo. Portanto. algum tipo de doença. Pecado e so­ frimento não são obras de Deus. Entretanto. o m u n d o como é hoje. ele não mais seria u m ser hum ano. e pesar. e presta ouvidos. ó terra. as quais são tão contrárias ao seu desejo benevolente para com eles. m uitas vezes. Ai da nação pecadora. expressa o pe­ sar de Deus pelas ações dos homens. ao menos. e feliz mais do que quaisquer pais terrenos po dem forçar seus filhos a se com portar exatamente d a maneira que eles determ inam ? É óbvio que não. Portanto. Ele está? Ele pode? Ao contrário. não como Deus o fez e o planejou. pela luxúria e pelos atos im puros (e. mas um a espécie inferior de moral aleijada. e dor. porque fala o Se­ nhor: Criei filhos e exalcei-os. não teria sido criado. e Ele podia fazer isso como lhe aprouvesse.E QUANTO AO So 235 ou infligiriam aos outros. mas eles prevaricaram contra mim. um a vez que é perm itido ao hom em ter o p od er de escolha. P utnam ou qualquer ou­ tro ateísta desejaria isso? Decerto que não. heróicos e bons) da h u m an id ad e ao longo da história? Este é o m u n d o feito pelo hom em . o m eu povo não entende. a m anjedoura do seu dono. do povo carregado de iniqüidade da se- . tu. e o jumento. e pecado. Ouçam o lamento de Deus: Ouvi. e pesar. mas pelo pensam ento voluntarioso. E se lhe fosse tirado esse p o ­ der. O boi conhece o seu possuidor. eles poderiam ter certeza absoluta de que seus filhos sofreriam. que eles p a ­ rem de injustamente culpar Deus pelo m al neste mundo! O Lamento Paterno de Deus O profeta Isaías. pela ambição. mas do homem! Deus poderia forçar alguém m esm o contra a vontade da pes­ soa a ser sábio.

A inda pior.236 F. O filho deve corresponder por seu livre desejo ou a "obediência" im posta a ele seria sem sentido. esse é o lam ento de u m Deus de am or que deseja o melhor para aqueles que criou e se aflige com a conduta destes. mas do hom em por meio do uso egoísta e.2-4). Essas não são as palavras de um sádico que. de maneira vo­ luntariosa. O mal não é obra de Deus. portanto. blasfemaram do Santo de Israel. Ele escolheu criar o homem. dos filhos corruptores! Deixaram o Senhor. forçálos a obedecer? Eles poderiam obrigar o filho a se com portar de acordo com seus ditames? E óbvio que não. pelo m enos algum as v e ze s e sob algum as condições? E qual seria a solução para isso? Os pais poderiam . Já existiram pais que não tenham se desgosta­ do do com portam ento de seus filhos. como Deus o fez e como o hom em quer ser. m esm o sabendo da m aldade e do sofrimento que se seguiria. m aligno do poder de escolha que lhe foi conferido. ele insiste que não podem os isentar Deus. Deus criou bilhões de seres que não só sabia que sofreriam nesta terra. Ao contrário. como tam bém Ele sabia que lhes destinava o sofrimento eterno em um lago de fogo! Você po de m e ajudar a responder-lhe? R esp o sta : O que a tese de seu am igo se refere (a qual é m era­ m ente outra variação de um tema já excessivamente debatido) é . trouxe sofrimento e pesar ao m undo. "Ser ou Não Ser: Eis a Questão" Questão: Um amigo que costumava afirmar ser cristão e agora se intitula ateu. isso não resolveria o problem a que flagela a hum anidade. O m esm o acontece com Deus. m esm o tendo trazido os filhos ao m undo. r m ente de malignos. Ele pretende adm itir (para benefício do argum ento. Ele nos deu o p od er de escolha para que possam os amá-lo e para im pedir a h u m an id ad e da pretensão que destruiria o hom em . apresentou-m e um problem a que não p u d e solu­ cionar. voltaram para trás (Is 1. O . ape­ sar de ele não acreditar nisso) que o pecado é conseqüência do uso errado que o hom em faz do poder de escolha que lhe é dado. M esmo se os pais pu dessem executar essa tarefa. M esmo assim. aos quais cha­ m a de seus filhos. pois.

passarão a eternidade em m inha p re ­ sença em que há 'abundância de alegria' e 'delícias p erpetu am en ­ t e ' " ^ 16. por toda a eternidade. então. Eles continuarão a protestar: "Assim. você está destinandonos. A única m aneira de o mal e o sofrimento serem elim inados p ara sem pre da terra seria não ter criado o hom em de m aneira alguma. bilhões de seres hum anos ain­ da não-criados em um espírito de hipotética pré-criação fazem u m desfile diante do trono de Deus. os filhos e netos e prim os de milhões e milhões dos que crerão em Cristo e cujo destino é a eterna bem -aventurança e alegria do paraíso. Eles gritam em protesto: "Iremos todos p ara o inferno. Se vocês não existi­ rem. A exigência para qualquer um estar no céu. onde quero que todos .41) e se um ser h u m an o algum a vez entrar nesse lugar de torm ento eterno. alegria e am or que tam bém seriam eliminados. exigindo não serem criados.assustadora: a conveniência da inexistência da raça hum ana como seres capazes de escolha. a questão é a exis­ tência ou inexistência da raça hum ana: "Ser ou não ser". Portanto.11). u m lago de fogo! Portanto. os tios e tias. o lago de fogo foi feito para 'o diabo e seus anjos' (Mt 25. será contra m eu dese­ jo. p e n ­ se na beleza. portanto. exigimos o direito de não ser criados! Será sa­ dism o da pior espécie se você nos trouxer à existência. N ão perm itirei que seu d e­ sejo egoísta de inexistência elimine a existência e o deleite eterno de bilhões de almas que serão redim idas pelo sangue de m eu Filho e. N ão é possível existir ser h um ano ver­ dadeiro sem a possibilidade do mal. tam pouco eles existirão. mas um espírito m aligno que criou os hom ens para o inferno!" Deus poderia replicar: "Ao contrário. ao torm ento do lago de fogo! Seus inimigos. Adm itam os. M eu Filho m orrerá em pagam ento da pena que m inha justiça exige por qualquer pecado que qualquer ser hum ano cometa. essa cena impossível: Milhões de anos atrás. Sem contar o fato de que isso eliminaria todo sofrimento e pesar. por conseguinte. m eram ente para ilustrar essa teoria. sabendo sobre o torm ento que sofreremos eternamente!" A réplica de D eus seria algo como: "Vocês inevitavelm ente devem ser as mães e pais. poderão dizer que você não á um bom Deus de amor.

Deus Criou o Homem para Sofrer? Q uestão: N ão há n enhu m a maneira de Deus ficar isento da acusação de que Ele é u m sádico espírito maligno. Deus não deixa p ed ra sobre pedra para resgatar todos que respondem à sentença e à súplica do Espírito Santo. m esm o assim. sofremos nesta vida e fomos prevenidos de que nosso sofrimento pode ser ainda pior na eternidade.29). não m i­ nha. mesm o pelos pecados daqueles que o rejeitam: "Eis o Cordeiro de Deus. D evem os descansar seguros de que ninguém sofrerá no in­ ferno sem que pudesse ser conquistado por Cristo de algum a for­ m a nesta vida. Se alguém. e qu ando o hom em p o r seu próprio desejo egoísta rejeita a salva­ ção desse destino. isso ofende a Deus.9). A Bíblia claramente nos diz que Cristo pagou a penalidade pelos pecados do m u n d o inteiro. isso será por causa de sua teimosia em recusar a salvação que eu providenciei". Como você pode dizer que é bom o Deus que criou o hom em para queim ar nas cham as perpétuas do inferno? R esp o sta : Deus não criou o hom em p ara ter tal destino. está além das palavras. Eu não privarei bilhões de almas redim idas da alegria eter­ na apenas para atender a obstinada rebelião de vocês". o sofrimento que Deus planejou para a eternidade é horrível.2). mas tam bém pelos de todo o m u n d o " (1 Jo 2. que tira o pecado do m u n d o " (Jo 1. Paulo deixa isso claro: "Porque os que dantes conheceu [respon­ . A Bíblia diz de forma clara que Deus não está "querendo que alguns se percam " (2 Pe 3. isso será sua escolha. for p ara o inferno. no entanto. que Ele tão graciosamente oferece. N a verdade.238 estejam. e de novo: "E ele é a propiciação pelos nossos pecados e não som ente pelos nossos. Ele diz que não quer que ninguém sofra. será totalm ente satisfeita.4). mas quer "que todos os h o ­ m ens se salvem " (1 Tm 2. Os reclamantes insistem: "Mas nós sofreremos eternamente!" Deus replicaria: "Se assim for.

■-■I\ 239 deriam ao evangelho] [. ódio e todo o mal que acom panha isso. Ele m anobra para pular fora d'água. Como um Peixe Fora cTÁgua Um peixe vê u m hom em à margem. O que um a pessoa teimosa quer fazer inevitavel­ m ente conflita com o que outra pessoa teimosa quer fazer. tam bém é como um peixe fora d'água. Deixe-me tentar esclarecer. Mas antes que possa entender como manejar um a vara de pescar. O peixe chega à conclusão de que não pode deixar passar essa oportunidade real e resolve ser como o homem. com a vida se esvaindo.30. Um ateísta que caminhava por ali exclama com escárnio: "Que tipo de Deus criaria um peixe para sofrer dessa m aneira?" A verdade óbvia. Foi o hom em quem perverteu a perfeição e dá largas à destruição sobre a criação de Deus. ao rebelar-se de sua m aneira contra Deus. f . Isso seria maravilhoso.S o rx:M i. ciúme. a esses tam bém justificou. cai da cadeira e enterra-se por todos os lados na sujeira e no cascalho. a esses tam bém glorificou" (Rm 8. tam bém em conflito uns com os outros. lagos e oceanos. fum ando um cigarro e segurando um a vara de pescar.] a esses tam bém cham ou [com o evan­ gelho]. Ele criou o peixe p ara n ad ar em exuberante liberdade nos rios.. evidentem ente. p ro ­ vocando raiva. Deus fez o hom em p ara nada-r no oceano de seu am or e para desfrutar a vida plena e a liberdade de expressão daqueles que seguem os desejos de Deus. e aos que justificou. fica sem oxigênio e. porém o ho­ m em escolheu rebelar-se contra Deus e fazer suas próprias coi­ sas. e aos que cham ou. em conseqüência de seu egoísmo. arremessa-se sobre um a cadeira. Mas não culpe a Deus por isso.29. Esse sofrimento horrível que é contrário à vontade de Deus aconteceu porque o peixe rebelou-se contra o propósito divino p ara ele.x-:. . Os seres hum anos que se rebelaram contra Deus encontramse. abrindo e fechando rapidam ente as guelras em um a vã tentativa de puxar oxigênio do ar. é que Deus não fez o peixe para sofrer daquela maneira. O hom em . grifos do au ­ tor). Ele criou todas as coisas em graça e perfeição. sentado sobre um a cadei­ ra com as pernas cruzadas. cruza as nadadeiras e acende um cigarro..

O "Ardor" da "Sede" Insaciável O "fogo" do inferno e o torm ento do "ardor" do m aldito e condenado estão consistentem ente ligados à sede. Como você p od e conciliar isso com u m Deus de bondade? R esp o sta : M uitas pessoas nesta vida sofreram a excruciante e terrível dor de serem queim adas. Isso está perturb an do m inha fé. mas tam bém na eternidade. salvar a vida. Em seu amor.240 Por que o Condenado Deve Arder no Fogo? Q uestão: Estou angustiado com o pensam ento de que qual­ quer pessoa sofra eternamente. Deus deve ser acusado pelo sofrimento deles. portanto. não apenas nesta vida. A dor envia a m ensagem vital de que há necessidade de prestar atenção. . ela e a vida estão tão inextricavelmente ligadas como se fossem inseparáveis. pois consti­ tu iu o corpo h u m an o com nervos que po dem sentir dor. U m médico pode lhe dizer que a dor é um dos prodígios que ajudam a preservar o corpo. Q uand o olha­ m os isso dessa m aneira. esses nervos foram projetados para prevenir doenças ou outras forças destrutivas que se form am no corpo h u m an o e. No en­ tanto. alcançamos um a m elhor compreensão: o sofrimento do inferno não existe pelo desejo de Deus de punir. tam ­ bém lhe deu a horrível e desnecessária capacidade para o sofri­ m ento. em especial quanto ao fato de que o m esm o Deus que criou o hom em com a capacidade para o contentam ento. mas em virtude de seu amor. alegria. Nas sociedades prim itivas. as­ sim. Ele form ou o hom em para que sua com unhão com Deus não seja um a m era opção e. E o sofrimento que aguarda o condenado é do tipo mais horrível: arder para sem pre no que a Bíblia descreve como u m "lago de fogo". mais de u m leproso teve parte ou todo o pé queim ado em fogueiras antes de perceber o que estava acontecendo porque não podia sentir dor. pouco satisfatória. De acordo com seu raciocí­ nio. Ele am a tanto o hom em que o fez eternam ente capaz de conhecê-lo e de habitar com Ele para sem ­ pre.

p o ­ rém.r. reconforta e alegra. . Esse é o cam inho com a sede insaciável — ou satisfeita. isso se torna contam inado ou deturpado. em que separam os dEle qualquer parte de nossa vida. o inferno será percebido como tão ruim quanto o céu. por escolha própria. Ao seguir essa analogia. pois. isso é vital para sua existência real e. um a caricatura do que foi pretendido. queim arão com a sede insaciável pelo am or de Deus em conseqüência pelo que fizeram.? 241 Não. Aqueles que vão para o inferno. e que Deus nunca p reten­ deu que fossem separados. Da m esm a m aneira. no calor do dia. então. eles se separaram de Deus por toda a eternidade. pois a intim idade e plenitude da presença e do am or de Deus é essen­ cial para nossa vida espiritual como a água para nossa vida física.-S. como tão bom. quand o está rodeado de amigos da m esm a opinião e dos prazeres deste m undo. de m anhã cedo. Podem os observar esse fato em qualquer lugar. r n . algo que dá um a sensação boa e agradável. Nossa percepção tor­ na-se mais clara q uando lem bram os que a sede queim a e ator­ m enta e que.N" e. por conseguinte. . está m orrendo pela falta da água anterior­ m ente desprezada. traz infinito prazer e satisfação. ■ K ü . percebem os que o sofrimento no inferno será tão oloroso pela m esm a razão que o céu será tão intensam ente jubiloso. Se Deus nos criou para que tivéssemos com unhão com Ele e para traçar nossa vida e propósito a partir do com ando que Ele nos dá. Para aqueles que estão no inferno. pode não experim entar nesta vida a sede por Deus. A Bíblia faz um a conexão entre a separação da vida e com u­ nhão com Deus e a sede que arde. O hom em .'Fs:v. não há absolutam ente como saciar essa sede espiritual e moral.A . ao saciá-la.. pois a água é abso­ lutam ente essencial para a vida. fornecendo um a m etáfora que nos dá um a m edida que ajuda a com preender como serão o céu e o inferno. se recusa a beber a água que lhe é oferecida. quer isso seja sabedoria quer seja amor. Ele é como um hom em no deserto do Saara que. E fácil entender que a pessoa que está m orrendo de sede arda em tormento pela mesm a razão que beber água fresca sacia a sede. no m om ento.

E. gran­ des e pequenos..].. estando em tormentos. E esse últim o apresenta-se diante de Deus.12). O corpo físico de Lázaro e do rico estava . Qual é o objetivo do torm en­ to eterno do perdido? R esp o sta : A Bíblia descreve o condenado que se encontra diante de Deus no G rande Trono Branco do julgam ento e é lança­ do dentro do lago de fogo nesses termos: "E vi os mortos.15).29.22-24).]. e m orreu tam bém o rico e foi sepultado.. segundo as suas obras" (Ap 20. que não se trata de um a m era pará­ bola pelo fato de que o nome do m endigo é mencionado. E. ele devia ser um a pessoal real. a Bíblia nos diz que a dor sofrida pelo condenado não tem nada a ver com o corpo e os nervos. diz-se que é um a “ressur­ reição da condenação" (Jo 5. a Bíblia diz que há duas ressurreições: um a daquele que foi salvo. grifo do autor)..] e os mortos foram julgados [. De fato. no inferno. porque estou atorm entado nesta cham a (Lc 16. ergueu os olhos.] m anda a Lázaro que m olhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua.. no H ades. em seu cor­ po físico ressurrecto e é lançado em u m lugar de torm ento cha­ m ado de “lago de fogo" (Ap 20. e "língua".E a Respeito do "Lago de Fogo"? Q uestão: Conforme com preendo. U ma vez que as palavras "olhos". Está evidente naquela descrição de Cristo sobre o hom em rico e o mendigo. e outra daquele que foi perdido. cla­ m ando. [. [. em que um está no céu e outro. Observe as palavras de Cristo: E aconteceu que o m endigo m o rreu e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão. e parece que fica claro que eles não estão diante de Deus em seus corpos físicos que foram reconstituídos das sobras deterioradas e consumidas. Apesar do aparecim ento deles diante de Deus... que estavam diante do trono.. e "cham a" são m encionadas e o torm ento da sede por água está implícito. portanto. essas palavras têm claramente u m sentido diferente daquele que está ligado a elas nesta vida. disse: [. O fato de se referir duas vezes a eles como "m ortos" parece indi­ car mais que são espíritos desencarnados.

N ão haveria u m a dim en­ são m oral p a ra tal torm ento. além disso. Por que o Tormento Eterno? Q u e s tã o : Se realm ente existe tal lu g ar com o o inferno ou o lago de fogo. O incrí­ vel tormento físico do calor do fogo queim ando continuamente a carne reconstituída seria tão terrível que não possibilitaria a con­ templação dos erros passados. Além disso. Faz mais sentido. Esse tipo de tormento físico dificilmente parece ser a punição apropriada. certam ente deveriam conhecer a verdade e querer arrepender-se e acreditar em Cristo.I\ o 243 apodrecendo na sepultura. se a "cham a" do inferno que atorm enta o rico não é física. de onde não há como .41). Isso dificilmente parece convir ao crime de rebelião e rejeição. Portanto. seria sim plesm ente físico e tão irresistível que não permitiria contemplação ou arrependimento. língua. o arrependim ento pela rejeição da salvação oferecida por Deus. o remorso. O fogo físico não tem efeito algum sobre seres espirituais. p o r que as pessoas não p o d e m sem pre ser salvas desse destino? Parece tão injusto que elas d ev am sofrer eter­ nam ente. sem d úv ida m uito mais horroroso do que o fogo físico. que o sofri­ mento se origine da sede por Deus que queima e do fato dte estar separado dEle juntam ente com a intensa dor do remorso. R esposta: Ao contrário. dedos e cham a não po d em ser físicos. então temos razões para acreditar que a cham a do lago de fogo tam bém não é física. os citados olhos. esse deve ser um tipo especial de fogo para espíritos. o inferno é u m lugar em que seria impossível o arrependim ento e. Além disso. lógica e biblicamente. Esses que estão no inferno não p o d e ria m ser os m e ­ lhores can d id ato s à salvação? Se tu d o isso é real. instante após instante. N a verdade. N o entanto. seria necessária. somos claramente inform ados de que o lago de fogo foi "preparado para o diabo e seus anjos" (Mt 25. se o con­ denado estivesse em seu corpo físico e as cham as fossem físicas. a contínua reconstrução de suas carnes queim adas para que o torm ento deles pudesse ter continuidade.

10). então Ele é o dem ônio. o arrependim ento impossível. Por interm édio de algum as poucas referências bíblicas parece óbvio que o lago de fogo é um lugar de terrível tormento. E se Ele não pode. um dos piores torm entos que assom bram os condenados é o conhe­ cimento de que não há esperança. . pois a n atureza da alma e do espírito do hom em . Os milhões de judeus torturados e queim ados nos fornos de Hitler.11). a maior prova de que Deus não existe é o sofrimento que o mal causa ao m undo. não poderia ser de outra maneira. H á algum a solução para esse dilema? R esposta: Mais um a vez. A m orte não é a cessação da existência. por exemplo. e não Deus. O fato de sofrer tão grande torm ento (e o torm ento espiritual seria ainda mais excruciante do que o físico) tornaria. Afirma-se. é a existência eterna. que o hom em rico im ediatam ente após m orrer estava "em torm entos" (Lc 16. Em relação ao sofrimento deles ser eterno. eles não poderiam se arrepender pelas razões corretas. Certamente. em total escuridão e solidão. Sem dúvida. a resposta a essa objeção é tão ób­ via que só podem os questionar a sinceridade dos céticos que. como A dão e Eva foram originalm ente cria­ dos. mas a continuação do existir eterno com que Deus am orosam ente d o ­ tou o hom em — que agora se encontra dolorosam ente separado de Deus e. Deus É Ignorante ou Impotente? Q uestão: Para m im.' Em relação aos hum anos que são enviados para lá é dito que " a ' fumaça do seu torm ento sobe para todo o sem pre" (Ap 14.23) e que os dem ônios "de dia e de noite serão atorm entados para todo o sempre" (Ap 20. os condenados ao inferno continuarão a existir eter­ nam ente em um a morte consciente. além disso. então é im potente e não é digno de ser visto como Deus. como já comentamos. como tam bém os milhões de bebês e crianças que m orrem constantem ente de ina­ nição ou doença são apenas um a gota no oceano de dor e m alda­ de ao longo da história! Se Deus pode evitar o sofrimento da h u ­ m anid ad e e não o faz.escapar. Como seres espirituais.

E o i A \ n ■a o S : ' í'H : \ : e \ 7 u F . Tal sarcasmo entra em conflito com a lógica e a integridade. Ingersoll quer que D eus pare a m ão da morte. exaltam suplicantes. temos o Deus da Bíblia. com a im pessoal "lei do carm a". contando fios de cabe­ lo e olhando pardais. m as Deus não tem tem po para im pedir essas coisas — não tem tem po para defender o bom e proteger o puro. os críticos continuam a exibir essas queixas ilógicas e injustas contra Deus. e como Deus se recusa ser constrangi­ do pelas limitações de Ingersoll. Milhões de crimes são com etidos todos os dias — os hom ens estão neste m om ento repousand o à espera de sua vítim a h u m an a — esposas são surradas e oprim idas. mas não quer que Ele im peça sua própria m ão de fazer o que sua m ente débil pensa que é legítimo. não im porta quão cruel. ou outras energias im pessoais que dom inam o universo e que são o "D eus" de Einstein e outros. então o mal não é culpa de Deus. a fim de . como tam bém trai o preconceito do ateu. Em contraste.está pessoalm ente inquieto com o sofrim ento da hum anidade. -? 245 m ediante as questões relatadas. ou Re­ cursos Cósmicos Energéticos. Ele quer que Deus faça o que ele deseja. um preconceito tão vin ­ gativo que não pode ser m ovido pela razão. Se o hom em tem liberdade de escolha. com olhos lacrimejantes voltados para as faces brutais dos pais e das m ães — doces m eninas são iludidas. Ele está m uito ocupado. O próprio Cristo. logradas e ultrajadas. leva­ das à insanidade e à m orte — criancinhas im ploram p or m iseri­ córdia. este o rejeita. o Deus da Bíblia. mas que não está de acordo com o desejo de Deus. consi­ dere o que Ingersoll diz: Não há registro de nenhum a ocasião em que a m ão levantada da m orte tenha sido paralisada — em toda a literatura m und ial não há n e n h u m relato verídico sobre um a criança inocente sen­ do salva por Deus. Ao contrário da im pessoal Força G uerra nas Estrelas. M esmo assim. Como u m exemplo disso. já cometido ou que será cometido por qualquer pessoa. continuam a incitar isso. que traz sofrimento e não se im porta com o ser hum ano. o In ff k v . que se preocupa tanto que veio a esta terra como h o ­ m em e sofreu as exigências de sua própria justiça em pagam ento por cada pecado.

e perseguirem . isso nos dá confiança no amor de Deus.32) Além disso. Esse fato é reforçado pela oração de Cristo. como tam bém enriquece a eternidade m ediante a existência de seres glorificados que "por m eio de m uita tribulação entram no reino de Deus" e recom pensarão mil vezes o tra­ balho árduo em que o h om em e Deus estão envolvidos.11. é prova sufici­ ente de que não há um caminho fácil para o hom em ser salvo do pecado e do sofrimento. Sofrimento. Linton coloca isso desta maneira: É consenso entre os hom ens que apenas o caráter elevado e heróico resultante da adversidade e da privação é um a am pla com pensação para tudo que deve ser su portado para se obter esse resultado. em que Ele pedia para ser salvo da cruz se isso fosse possível. deve-se p en ­ sar mais profundam ente antes de condenar Deus pelo sofrim en­ to que flagela o m undo.18). antes. traz m aturid ade e purificação. portanto. p ara levar-nos a Deus" (1 Pe 3. m entindo. o entregou por todos nós. por m inha causa. p ara aqueles que o aceitam para esse propósito. apesar de sua oração. Exultai e alegrai-vos. e.1 ’ . além desta vida. Marco Aurélio dis­ se: "A m á ventura bem nutrid a é boa ventura". O fato de que Ele teve de sofrer a cruz. no jardim de Getsêmani.12). porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós" (Mt 5. Escolha e Salvação Deve haver um a boa razão para o sofrimento em vista de que Deus não salvou milhares de mártires que foram vítimas de m or­ tes indescritivelmente cruéis em conseqüência de sua lealdade com Deus e com Cristo.246 -^: nos redimir. pois o efeito m o­ ral sobre os que a sofrem é saudável. até a eternidade. como nos não dará tam bém com ele todas as coisas?" (Rm 8. [Ele] o justo [único] pelos injustos [nós]. e os quais Deus certamente ama. N a verdade. O prêm io por tal sofrimento vai. Jesus disse: "Bemaventurados sois vós q u an do vos injuriarem. o sofrimento. não podia ser libertado do sofrimento na cruz e "p a­ deceu um a vez pelos pecados. disserem todo o m al contra vós. inclusive. porque é grande o vosso galardão nos céus. Como Paulo escreveu: "Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou.

Se esse for o caso. do po der de escolha. é Ele quem im pede que sua redenção alcance a todos. devem os honestam ente confrontar a rígida afirmação do calvinismo. Posso adm itir isso pelo que m e toca esta existência terrena.E Todo o mal e o sofrimento que foram trazidos sobre nós são resultados do exercício. mas um a invenção do homem. lá estão não por rejeitar a Cristo. A Salvação É para os Pecadores — por meio da Graça Questão: Assumamos que o mal não é culpa de Deus. que o sofri­ m ento é tão grande que os habitantes do inferno p oderiam ser . Por que Deus escolhe punir as pessoas no inferno eterno. O que me preocupa é que a punição de Deus para o mal é m á em si mesma. como já foi comentado. quando isso pode fazer algum bem (até a Bíblia admite que hom ens m aus abundam na terra)? R esposta: Você está certo ao dizer que qu ando a pessoa está no inferno é m uito tarde para o arrependim ento. E. N em é o Deus da Bíblia. se Deus fizesse isso. como tam bém que o hom em apenas po de escolher o mal e é incapaz de arrepender-se e de confiar em Cristo sem que Deus estenda a irresistível graça a ele. de acordo com a rígida afirmação calvinista. Concordo com o ateísta de que tal Deus não é am oroso e bom. quando é muito tarde para resgatá-las para qualquer bem nesta vida. Aqueles que estão no inferno. Eles estão lá p o r que D eus não os am a o suficiente para estender a eles a irresistível graça que p o ­ deria fazer com que escolhessem a Cristo. Entretanto. pela hum anidade. a hum anidade seria totalm ente destruída. pois isso é tudo que poderiam fazer. em vez de punir o mal nesta vida. U ma razão ób­ via para isso é. Deus tem um a solução melhor — um a que proporciona a salva­ ção enquanto preserva a liberdade de escolha e m esm o o am or que apenas tal escolha torna possível. que afirma que Cristo não m orreu por todos. Tanto o mal quanto o pecado pod em ser elim inados m ediante o im pedim ento da livre escolha. nesse ponto. m esm o que o mal não possa ser atribuído a Deus. que Ele não m orreu para pagar os pecados de todos. como já com entam os anteriorm ente.

O plano de Deus é cham ar os seus p ara fora deste m u n ­ do para que se tornem cidadãos do céu. Entretanto.. e p ara que este seja correto é neces­ sário que o hom em reconheça seu pecado e se arrependa. O plano de Deus não é lim par este m undo. não pod e ser vencida com coerção. as quais já co­ m entam os. A batalha é pelo coração do hom em e. e não se esconda na auto-suficiência. sua proposta sobre a limitação do castigo a esta vida. Culpando Deus injustamente Q uestão: Acho que não é necessária mais nenh um a prova de que não existem deuses além do fato de o mal ter sido feito em . é falha por m uitas razões. m as o com portam ento não tem nad a que ver com reden­ ção. N a verdade. com o um meio de corrigir seu co m portam ento e assim convertê-los a Cristo. algo que im pede o hom em de conver­ ter-se "a Deus e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo" (At 20. E como isso deve ser feito? Esse objetivo p o d e ser alcançado por meio da punição nesta vida? Ao contrário. gastando seu tem po e energia ao tentar fazer deste m u n d o u m lugar m elhor p ara se viver. A bo nd ad e e a graça são apreciadas e adotadas apenas por aqueles que sabem que esses dons de Deus são a única esperança que têm de salvar-se do justo julgam ento de seus pecados. O am or não pode ser imposto.com pelidos a se arrepender não por rem orso genuíno. a Bíblia assegura que: "A benignidade de Deus te leva ao arrependim ento" (Rm 2. im aginar que basta o bom com portam ento é um a das maiores ilusões.. prom ovem e au m en ­ tam esse erro. com boas intenções.21). A questão inicialmente não é sobre o comportamento .11). presum e que você sabe melhor do que Deus como conquis­ tar pessoas para Cristo. portanto. na verdade. A idéia de p u n ir os mal-feitores nesta vida. M uitos cristãos.] trazendo salvação" (Tt 2. mas por que o desejo de escapar d aq uele lu g ar ho rrív el p o d eria ser irresistível.4) e isso é "a graça de Deus [. mas o relacio­ namento do hom em com Deus . A punição ou a correção aplicadas pelos pais e autoridades civis têm essa fina­ lidade. N em a questão é fazer o hom em comportar-se. o m esm o está destinado à des­ truição.

a não ser que o próprio Jesus tenha ensinado e praticado a m esm a coisa. entretanto. apontou a inconsistência do mal feito em nom e de Deus: Perseguição apenas graças à opinião de u m a pessoa é algo injusto. N ão é razoável culpar Jesus Cristo por seja lá o que for que alguém que afirme ser cristão faça. das mais cruéis torturas e dos mais danosos preconceitos existem em nom e da religião. Embora não acreditasse no Deus da Bíblia. o m aior poeta inglês e u m radical. Percy Shelley (1792-1822).243 nom e deles. conform e alardeiam . Como você pode justificar esse óbvio mal que é co­ m e tid o em nom e de d e u s? R esposta: Esse é um antigo e sincero argum ento. Da m es­ m a maneira. A lgum as das mais devastadoras guerras. portanto. cuja benevolência.7 A lguém com esse raciocínio. não pode argumentar. a Igreja Católica R om ana (à qual obviam ente Shellev se refere) e outros grupos religiosos engajaram-se em cru­ zadas mortais contra quem não concordasse com eles. pois som ente aqueles que ado­ ram um dem ônio poderiam agir consoantes apenas aos seus p rin­ cípios ao aprisionar e torturar em seu nom e. . que é perfeitam ente bíblico. Como tam bém não há d ú vid a de que mais pessoas inocentes foram torturadas e m ortas em nom e do deus cristão do que em nom e de qualquer outro deus — e sim plesm ente por que essas pessoas tinham crenças religiosas diferentes das de seus torturadores. mas em algum "espírito do universo". é irracional culpar Deus por tu do que aqueles que afirm am representá-lo fazem em seu nome. Um cristão verdadeiro deve am ar m esm o os seus inimigos e nunca perseguir. apenas por que suas idéias sobre essa deidade são distintas das que eles celebram? Ai de mim! N ão há consistência naqueles perseguidores que adoram um a deidade benevolente. am ar­ ga a existência de seus companheiros. Considerei o problema proposto. Tragicam ente. torturar ou m atar aos outros. está amplamente baseado em u m engano que pode ser rem ovido com facilidade m ediante um a breve meditação. p o d em os adoradores de u m a deidade. há mais de cento e oitenta anos. C om que consistência. que.

m as a revelação era progressiva. declarou que preferia m orrer do que ir para lá! O Deus do Antigo Testamento É Não-cristão? Questão: Li recentem ente a reedição de um livro antigo que contava a história que. O livro de Salmos está repleto de lou­ vores a Deus por sua misericórdia. Os profetas do Antigo Tes­ tamento deixam claro que Deus não sentia prazer em submeter jul­ gamento sobre os pecadores. Q uando lhe foi dito que aquelas pessoas eram as únicas que poderiam alcançar o céu. que foi apresentado por Cristo. O Deus do Antigo Testamento é tão misericordioso quanto o Deus do Novo Testamen­ to. já que o céu era inabitado p o r pessoas como aquelas. temos um a antiga objeção que é funda­ mentada em um a séria incompreensão da Bíblia. deve abalar a "fé" de todo cristão: "U m a m ãe estava conversando com sua filhinha sobre a m orte dos amalequitas. Poucos foram advertidos de que sem pre houve milhões de verdadeiros segui­ dores de Cristo que não fazem parte da Igreja Católica Romana. A m enininha disse: 'Agora. Sugerimos ver mais docum entos em nosso livro A Mulher M onta­ da na Besta. e Je­ sus nos disse que devem os am ar nossos inimigos e fazer o bem para eles. Devemos lem brar do aborígine a quem foi d ad a a escolha de m orrer nas cham as ou converter-se ao cristianismo e ir para o céu. graça e amor. bondade. eles são um e o mesmo. Ele in dagou quem o estaria am eaçando. ou que esses milhões de cristãos sofreram nas mãos de Roma. Ela explicou que naquela época os inimigos eram mortos. em m inha opinião. que maliciosamente nos usam. Como você pode conciliar os dois "Deuses"? Resposta: Novamente. eu entendo: essa época foi antes de Deus se tornar um cristão!'" Parece-me que a Bíblia apresenta dois Deuses: o Deus guerreiro e vingativo do A ntigo Testam ento e o divino Pai com passivo. p erdo ad or e am oroso do Novo. o catolicismo rom ano é o único cristianismo que a maioria das pessoas do m u n d o já conheceram. Em cada um dos 26 versículos do salmo 136 é declarado sobre Deus que "sua .250 Tristemente. Obviamente.

na base do monte. a sua misericórdia.15)...10). . Se­ nhor. Foi lá que Deus falou a Moisés sobre a lei para seu povo do meio do fogo e fumaça no topo do monte. e eterna. longânim o e grande em benignidade (SI 103. Senhor. Foi um a cena terrificante quan­ do Deus. pois.5. e grande em benig nidad e e em v erd ade (SI 86.E 251 benignidade é para sempre". és u m Deus cheio de compaixão. Observe estes poucos exemplos den­ tre os muitos mais que poderiam ser fornecidos: Mas eu confio na tua benignidade.] Mas tu. e piedoso.5). m a jesta d e e justiça.5).8). m eu co­ ração se alegrará (SI 13. o Senhor perante a . Todas as veredas do Senhor são misericórdia e v erd ad e para aqueles que g u a rd a m o seu concerto e os seus testem u n h o s (SI 25. confio na m isericórdia de Deus p ara sem pre.8). C ertam ente que a b o n d ad e e a misericórdia m e seguirão to­ dos os dias da m inha vida.6). Pois tu. D eus se rev elo u m ise rico rd io so e longânimo. [. que tremeu em sua presença. és bom . É instrutivo ir ao m onte Sinai. na tua salvação. e ab un dante em benignidade para com todos os que te invocam. e pronto a perdoar. tam bém executou severas punições sobre aqueles que se voltaram à idolatria e imoralidade mesmo enquanto Moisés estava no Sinai falando com Ele. onde Deus se revelou ao seu povo Israel e intim amente a Moisés. M isericordioso e piedoso é o Senhor. Passando. Porque o Senhor é bom . e a sua verdade estende-se de geração a geração (SI 100. e ele apregoou o nom e do Senhor. eternam ente (SI 52. Mesmo no meio daquela revelação assustadora de seu p o ­ der. e sofredor.. Moisés p ediu a Deus que se revelasse a ele e voltou ao m onte p ara encontrá-lo. Eis aqui como D eus se revelou a Moisés nessa ocasião: E o Senhor desceu nu m a n uv em e se pôs ali junto a ele. e habitarei na Casa do Senhor por longos dias (SI 23..

Isso nos m ostra que.16). alertou dezessete vezes em relação ao inferno e ao julgam ento por vir. Ele não poderia fazer o Deus am oroso e misericor­ dioso mais claro do que já tinha sido apresentado no Antigo Tes­ tamento. a maioria ocorre no N ovo Testamento..17). tardio em iras e grande em beneficência e verdade. Talvez. Qual é a justificação possível para um a carnificina indiscrim inada como essa? R e sp o sta : Essa é um a questão difícil — não só po rque se refere a adultos.sua face.16. que perdoa a iniqüidade. disse: "A m edida da injustiça dos am orreus não está ainda cheia" (Gn 15. pro­ m etendo-lhe a terra de Canaã. nos Evangelhos. e a trans­ gressão. com esse entendim ento. m as tam bém . que g u ar­ da a beneficência em milhares. Entretanto. inclusive as crianças.. Esse tam bém era o caso com Sodom a e G om orra (Gn 13. Por fim. já não havia outra m aneira de lim par aque­ la região terrivelm ente corrompida. que ao culpado.13). (Ex 34. O próprio Cristo repetidam ente.5-7) Da m esm a m aneira que Cristo apresentou Deus como um Pai amoroso. Além disso. das 54 vezes em que o inferno é m enciona­ do em toda a Bíblia. naquele mom ento. Ele teve de destruí-los para o bem do . e o pecado. possam os confiar que q uando Deus os destruiu. clamou: Jeová. o Senhor. E a Respeito da Destruição de Nações Inteiras? Q uestão: Deus disse a Israel para lim par com pletam ente as cidades a fim de que “coisa algum a que [tenha] fôlego [fosse dei­ xada] com vida" (Dt 20. às crianças. que o desejo de Deus não era destruir esses p o ­ vos ficou claro m ediante sua afirmação a A braão quando. N ão devem os esquecer de que Deus havia sido paciente por m ais de 400 anos com a m aldade daquele povo que aum entava cada vez mais. Deus m isericordioso e p ied o ­ so. os bebês e crianças ta m b ém foram destruídos. Q u an d o essas cidades foram d estru íd as pelo fogo (ainda hoje em parte de Israel podese ver evidências disso). Deus considerava que a m aldade do povo ain­ da não era grande para justificar seu extermínio.

contudo. aqueles que m or­ reram antes de ter idade para intencionalm ente rejeitar a Deus. Porquanto. estivessem todas infectadas pela moléstia mortal. pois por que razão morrereis. Feliz em Destruir Bebês? Questão: Este é um versículo do Antigo Testamento que n u n ­ ca conseguir conciliar com m inha crença em Deus e que. convertei-vos. O julgam ento sobre essas nações tinha de ser u m exemplo para Israel. ó casa de Israel? (Ez 33. e apoiarm o-nos nesta confidência de Abraão: "N ão faria justiça o Juiz de toda a terra?" (Gn 18. Ele conduziuse com mão serena. foram salvos. em especial em relação às crianças. sabemos que essa clemência foi estendida tam bém às crianças de Canaã. é m uito provável que aqu e­ las crianças. Podem os estar certos de que isso foi feito com relutância.253 restante da raça hum ana. diz o Senhor Jeová. Deus foi obrigado a executar u m julgam en­ to similar m esm o sobre seu povo escolhido. que não eram m oralm ente responsáveis. mas podem os pe­ dir perm issão a Deus sobre o que não entendem os totalm ente. Deus nos assegura: Dize-lhes? Vivo eu. Deus poderia resgatar os bebês do dem ônio sem ter de matá-los! . C onseqüentem ente. em virtude da m oral pecam inosa da sociedade em que foram concebidas. além dis­ so. convertei-vos dos vossos m aus cami­ nhos.11) Também sabemos que Deus não foi arbitrário. Decerto. que não tenho prazer na m orte do ímpio. Não podem os entender de form a plena a severidade de seu julgamento. porém eles não se acautelaram com isso.9) Deus está dizendo a Israel que fique feliz por destruir bebês inocentes? Um pregador disse que aqueles pagãos estavam tão inteiramente possuídos pelo de­ mônio que m esm o os bebês tinham de ser mortos. perturbou-m e por anos: "Feliz aquele que pegar em teus filhos e der com eles nas pedras!" (SI 137. mas em que o ímpio se converta do seu cami­ nho e viva.25) Não ousam os questionar o direito de Deus de fazer julga­ m ento qu ando Ele julga que deve. N ão podem os saber todos os detalhes.

porém ele não . Ele não está falando com Israel. Por exemplo. Ele está pronunciando o julgam ento sobre a Babilônia por seu grande pecado de não d e­ m onstrar misericórdia q uando destruiu Jerusalém e por ter tor­ nad o os judeus cativos. depois de Jesus tocar seus olhos e perguntar-lhe o que via. por que Ele não curou todos? M elhor ainda. a "cura" não pareceu funcio­ nar p ara u m hom em e teve de ser feita novam ente (Mc 8. se Ele podia realm ente curar. Isso dificilmente deixa parecer que Cristo era Deus na carne. Estava chegando o dia em que um inimigo (outro que não Israel) se regozijaria com seu triunfo sobre a Babilônia. Por que Deus simplesmente não Aboliu a Doença e a Morte? Q uestão: Independentem ente de qualquer ceticismo em re­ lação à existência de milagres. que vais ser assolada! Feliz aquele que te retribuir consoante nos fizeste a nós! Feliz aquele que pegar em teus filhos e der com eles nas p e ­ dras (SI 137. Deus não está dizendo a Israel para que esm ague a cabeça das crianças contra a rocha. por que não acaba com pletam ente com a doença e o sofrimento? R esposta: Você se refere àquele hom em que. se Deus de fato am a toda a hu m an id ad e.R esposta: Ao contrário. Eis aqui o Deus disse: Ah! Filha da Babilônia. De toda m a­ neira.22-25). de que ela seria destruída de m aneira cruel como havia destruído outras nações. um inimigo que ficaria feliz com a carnificina. Alguns relatos parecem tão honestos enquanto outros dão margem a questionamentos. tenho problem as em relação às curas que supostam ente Cristo efetuou enquanto esteve na terra. pois os vejo como árvores que an dam " (Mc 8. A ex­ pressão "árvores que andam " parece ser a razão para o segundo toque de Cristo: a visão do cego estava restaurada. Além disso. N ão foi Israel que des­ truiu a Babilônia. disse: "Vejo os ho­ mens.8.22-25).9)! Essa é a profecia em que Deus alertou a Babilônia de que seria tratada da m esm a m aneira como tratou Israel.

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entendia o que via. Por ser cego de nascimento, ele nunca tinha visto nem u m hom em nem um a árvore, portanto estava confuso. Com o segundo toque, ao que parece, Cristo curou sua mente; então ele entendeu o que via. Independente da explicação, esse fato dificilmente lança d úv ida sobre o po der de cura de Cristo, em vista dos outros milhares de casos em que o toque ou a pala­ vra dEle foi o bastante não apenas para curar, mas para ressusci­ tar o morto. Em relação à razão por que Cristo não aboliu de todo a doen­ ça, a resposta, lógica e biblicamente, é bastante clara. Primeiro, a doença, o sofrimento e a morte são conseqüências do pecado. En­ quanto a hum anidade continuar vivendo em rebelião pecaminosa contra Deus, a doença vigorará. Aqueles que Cristo curou ficaram doentes outra vez, e isso tam bém aconteceria hoje. Além disso, se Deus agisse dessa m aneira insensata, curan ­ do continuam ente os pecadores, Ele tiraria todo o incentivo para que esses se arrependessem . Você gostaria que Deus tivesse m a n ­ tido Hitler vivo, sem julgamento, para que ele pudesse dar conti­ nu idade a sua m aldade? Acho que não. Portanto, onde traçaría­ mos a linha que divide entre os que Deus deveria sem pre curar e aqueles que não? N ão existe tal separação, como todos sabemos e a Bíblia diz: "Porque todos pecaram e destituídos estão da gló­ ria de Deus" (Rm 3.23; grifo do autor). Além disso, aqueles que Cristo ressuscitou da morte, tal como Lázaro, m orreram de novo. Deus em sua justiça decretou que "o salário do pecado é a m orte" (Rm 6.23), e enquanto o pecado con­ tinuar na terra, as pessoas continuarão a morrer. Se Deus im pe­ disse a m orte, estaria rem o ven do injustam ente a p en alid ad e exigida por sua justiça. Além disso, isso perpetuaria a existência da hum an id ad e em seu corpo corruptível e neste m u n d o mal. Deus tem algo melhor em mente: a ressurreição do corpo para a imortalidade e o êxtase eterno em um novo universo que Ele criará e onde o pecado nunca entrará. A penas àqueles que, pela fé em Cristo, se torn aram um a nova criatura em Jesus Cristo (2 Co 5.17) será perm itido habitar no novo universo de alegria. A salvação eterna de Deus é ofere­ cida e está acessível a todos. Recebê-la é um a escolha que cada pessoa deve fazer.

Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.
— 1 T es s nl o ni ce ns es 4 . 1 6 , 1 7

E, então, será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca e aniquilará pelo esplendor da sua vinda;
— 2

T es s a lo n i ce n s es 2.8

E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça. [...] E vi a besta, e os reis da terra, e os seus exércitos reunidos, para fazerem guerra àquele que estava assentado sobre o cavalo e ao seu exército. E a besta foi presa e, com ela, o falso profeta, que, diante dela, fizera os sinais com que enganou os que receberam o sinal da besta e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no ardente lago de fogo e de enxofre.
— A p o cn li ps e 1 9 . 1 1 ,1 9 ,2 0

í f M ARREBATAMENTO"
E UM A “SEGUNDA VINDA?

A Igreja não Enfrenta o Anticristo?
Questão: Como poderia ser mais claro o fato de que a Igreja enfrentará o Anticristo? Paulo disse: "N inguém , de m aneira al­ guma, vos engane, porque não será assim sem que antes venha a apostasia e se manifeste o hom em do pecado, o filho da p erd i­ ção" (2 Ts 2.3). Resposta: Paulo afirma especificamente que a apostasia acon­ tece primeiro, mas não que o aparecimento do Anticristo acontece prim eiro. N a verdade, ele está realm ente nos dizen d o que o Anticristo será revelado depois que esse dia chegar — na realida­ de, naquele dia. Ilustrarei com um simples exemplo: "O domingo não chegará a não ser que o sábado chegue antes, e teremos u m grande jantar. Agora você já sabe o que im pede esse jantar de acon­ tecer, e isto não acontecerá até que esse obstáculo seja removido". Ficou claro que o sábado acontecerá primeiro, não o jantar. Obviam ente, o indivíduo pode ficar confuso se o jantar acontece­ rá no sábado ou dom ingo, pois isso não ficou totalm ente claro. Entretanto, quando o indivíduo tom a conhecimento do que im ­ pede a realização do jantar e que esse im pedim ento não poderá

ser rem ovido antes da meia-noite de sábado, ele sabe que o jan­ tar se realizará no domingo. Paulo prossegue com sua argumentação e afirma que alguém está im pedindo a manifestação do Anticristo, e que este não pod e­ rá ser manifestado, pois "somente há um que, agora, resiste até que do meio seja tirado" (2 Ts 2.7). Aquele que obstrui é eterno, pois im pediu que o Anticristo assumisse o controle nestes dois mil anos. Apenas Deus é eterno; e apenas Ele é poderoso o suficiente p ara prevenir Satanás de em possar seu hom em como governante mundial. O Espírito Santo, entretanto, não pode ser tirado "do meio", pois Ele é onipresente. Portanto, o que Paulo quis dizer?

A Presença Única e Retardadora
H á u m lugar em que o Espírito Santo habita desde o Pentecostes, quando foi enviado à terra. O Espírito Santo estava com os san­ tos do Antigo Testamento, como um a unção que estava sobre eles. Aquela presença, no entanto, poderia ser retirada. Antes do Pentecostes, o Espírito Santo não habitava no interior dos crentes, como um a presença perm anente, que jamais os abandonaria. Esse local de habitação é exclusivo da igreja, fato que fica claro em muitos textos das Escrituras. Essa nova presença, que era desconhecida antes do Pentecostes, pode apenas ser retirada com a remoção da Igreja — aqueles nos quais o Espírito Santo habita. Davi orou: "Não retires de mim o teu Espírito Santo" (SI 51.11), um a oração que seria totalm ente desprovida de significado hoje e refletiria um a indesculpável descrença. Cristo, ao se referir ao Espírito Santo, disse a seus discípulos: "O Espírito da verdade [...] vós o conheceis, porque habita convosco e estará em vós" (Jo 14.17). João nos diz que, enquanto Cristo ainda estava na terra, "o Espírito Santo ainda não fora dado, por ainda Jesus não ter sido glorificado" (Jo 7.39). Depois de Jesus ser glorificado, Ele enviou o Espírito Santo "da parte do Pai" (Jo 15.26) para que este, de um a forma totalm ente nova e ainda desconhecida até aquele m om ento, ficasse com sua Igreja. E essa presença singular do Espírito Santo na Igreja que será rem ovida no arrebatam ento, o que perm itirá a manifestação do

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Anticristo, cujas rédeas ficarão livres para governar o m undo. Obviam ente, o Espírito Santo, por ser onipresente, perm anecerá na terra para convencer os pecadores da verdade do evangelho com a finalidade de ganhar m ultidões de pessoas para Cristo d u ran te o período da tribulação. Estes serão os santos da tribulação, os quais serão m artirizados por sua fé.

Uma "Teoria Escapável" Não-bíblica?
Questão: Em m inha opinião, é u m engano im aginar que a

Igreja será levada ao céu antes da manifestação do Anticristo e a tom ada de p od er deste, como tam bém é u m engano conceber o início do período de sete anos, conforme profetizado. Cristo dis­ se que sofreríamos por sua causa. O ensinam ento sobre o arreba­ tam ento pré-tribulacionista parece oferecer um escapismo nãobíblico para o sofrimento. Por que um determ inado segm ento da Igreja seria perm itido escapar deste sofrimento?
R e s p o s ta : Em que local está escrito que a tribulação do Anticristo está reservada para um a fração da Igreja que estaria viva quando o Anticristo tom ar o poder? E por que se exigiria que um certo segmento da Igreja enfrentasse o sofrimento nas mãos do Anticristo, algo que n en hu m outro cristão experimentaria? Obviam ente, isso poderia acontecer. Distintos segm entos da Igreja, d ep en dendo do m om ento e do local em que os fatos histó­ ricos aconteceram, sofreram tribulações e perseguições, que v a­ riavam quanto ao tipo e à intensidade. Os crentes norte-americanos, por exemplo, jamais (pelo m enos até o m om ento) foram cha­ m ados a enfrentar os horrores daqueles que, por séculos, foram torturados e m ortos pela Inquisição. Tampouco, aqueles que fo­ ram queim ados nas estacas enfrentaram os anos de aprisionam ento e m orte lenta de milhões de pessoas, em conseqüência dos trabalhos forçados e da fome, que sobreviveram a Stalin, Hitler ou Mao. Mas o que a Bíblia diz a respeito da Igreja e do Anticristo? Nas Escrituras há muitas afirmações evidentes de que a Igreja não estará na terra quando o Anticristo tomar o poder. Antes de tudo, a Igreja Primitiva, inquestionavelmente, vivia na expectati-

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va do aparecimento iminente de Cristo: "donde [dos céus] tam ­ bém esperamos o Salvador" (Fp 3.20; grifo do autor); "como [...] vos convertestes a Deus [...] e esperar dos céus a seu Filho, a quem res­ suscitou dos mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura (1 Ts 1.9,10; grifo do autor); " aguardando [...] o aparecimento da glória do [...] nosso Senhor Jesus Cristo" (Tt 2.13; grifo do autor); "assim tam bém Cristo [...] aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para a salvação" (Hb 9.28; grifo do autor). Essa expectativa de seu retorno im inente foi pela prim eira vez ensinada por Cristo, que tam bém associou ao mal qualquer atraso em sua vinda:
Estejam cing ido s os vossos lom bos, e acesas, as vossas candeias. E sede vós sem elhantes aos hom ens que esperam o seu senhor, [...] q u an d o vier e bater, logo possam abrir-lhe. [...] Por­ tanto, estai vós tam bém apercebidos; porque virá o Filho do H o ­ m em à hora que não im aginais (Lc 12.35,36, 40). Porém , se aquele m au servo disser consigo: O m eu senhor tarde virá (Mt 24.48).

Se Cristo não fosse arrebatar sua Igreja aos céus antes do p e ­ ríodo de tribulação, então Ele não poderia ser esperado até que o fim chegasse. Nesse caso, não haveria esperanças para a vinda ou aparecim ento de Cristo, a não ser depois do térm ino desse período de sete anos de tribulações, e Jerusalém estivesse cerca­ da pelos exércitos do m undo, e Cristo tivesse de intervir para interrom per a matança. A penas nesse m om ento, Cristo poderia voltar. Portanto, se assim fosse, hoje ninguém ficaria olhando e esperando por seu aparecim ento, e m uito m enos isso aconteceria no prim eiro século. Essa linguagem , que traduzia essa espera, não teria sido, de forma alguma, utilizada no N ovo Testamento. Isso não faria sentido. Também fica claro que, antes da Segunda Vinda de Cristo, no Armagedom, a Igreja já estará no céu. Lemos em Apocalipse 19.7,8: "Vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente". Esse casamento entre Cristo e a Igreja acontece nos céus, enquanto o Anticristo está no comando da terra. Certamente, a Igreja não pode-

r... veio tam bém aos santos que habitavam em Lida" (At 9.L'. cham ados santos" (1 Co 1. de forma consistente intitulados de "santos": ".32).7). os quais acom panham o Cristo. branco e puro".. e foi dad o o juízo aos santos do Altíssimo" (Dn 7. aos santificados em Cristo Jesus. am ados de Deus. para morrer em conseqüência da tirania do Anticristo. que "os santos hão de julgar o m u n d o " (1 Co 6. Como está escrito: "E destes profetizou tam bém Enoque.2). aos teus santos em Jerusalém" (At 9. A queles "vestidos de linho fino.17. Portanto. o sétimo depois de Adão. branco e puro " (v. aqueles que estão na Igreja são. e assim por diante. A expressão "milhares" apenas significa inum eráveis pessoas. "Aos santos que estão em Éíeso" (Ef 1.. cham a­ dos santos" (Rm 1.1). A RR S e . a Igreja.. temos a confirmação de que os santos virão com Cristo do céu para executar o julgam en­ to. e assim estaremos sem­ pre com o Senhor " (1 Ts 4. Os '"Santos" Vieram dos Céus para Executar o Julgamento A Segunda Vinda de Cristo em po der e glória para destruir o Anticristo é descrita no fim do capítulo 19 de Apocalipse (como em 2 Ts 2.2). nos céus. A qui há mais evidências de que "os exércitos que há no céu" é a Igreja. "A igreja de Deus que está em Corinto.7).. como tam bém a afirmação de que os santos executarão a "vingança das nações" e darão "repreensões aos povos'' (SI 149. deve ser ela quem o acom panha para o cum prim ento da prom essa de que um dia encontrarem os "o Senhor nos ares. Em todo o N ovo Tes­ tamento. grifo do autor). dizendo: Eis que é vindo o Senhor com m ilhares de seus santos" (Jd 14).v. Em Daniel tam bém está escrito: ". Essa é a vestim enta da N oiva de Cristo. Aqueles que verdadeiram ente conhecem a Deus são cham a­ dos de santos tam bém no Antigo Testamento: "Digo aos santos . e.18. Essa conclusão é con­ firm ada pela declaração de Paulo. a saber.22). onde lemos: "E seguiam -no os exércitos que há no céu em [.s? ^ 26y ria estar em dois lugares ao mesmo tempo: na terra. ao m esm o tempo. s ?a V . Em outros trechos das Escrituras. "A todos os que estais em Roma. 14). ". são os santos. onde participa do casamento do Cordeiro..8)..13).] vestidos de linho fino.

Segundo. N a verdade. Isso não é um a prova de que a Igreja enfrenta o Anticristo e passa pela tribulação? Se esse não for o caso.5. as nações [. O arrebatam ento. Primeiro Paulo nos assegura de que o arrebatam ento acon­ tece simultaneamente com a ressurreição.1.que estão na terra" (SI 16.15). os exércitos dos céus não são espíritos sem corpos. quem são os santos que o Anticristo matará? Resposta: Cristo prom eteu que "as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt 16.18).] reduziram Jerusalém a montões de pedras. para que todos os santos acom panhem Jesus Cristo q u an do Ele vier do céu para executar o julgam ento já terão alcançado o céu com corpos trans­ form ados de glória. "Congregai os m eus santos. quando Cristo voltar à terra p ara resgatar Israel. pron­ tos p ara a ressurreição de seus corpos. Obviam ente. a alma e o espírito dos santos que já m orreram foram levados instantaneamente para o céu no m om ento da morte. tem os mais evidências de que o arre­ batam ento é u m evento separado e anterior à Segunda Vinda de Cristo. Certamente.3). aqueles que fizeram comigo um concerto com sacrifícios" (SI 50. o que indica que a ressurreição deve acontecer antes desse evento. mas pessoas inteiras.. grifo do autor). já deve ter ocorrido. Aqui.2).5). o inferno pre- . às alimárias da terra" (SI 79. portanto. O bvi­ am ente.. Zacarias nos diz que.4. estarão os seus pés sobre o m onte das Oliveiras" e Ele trará " todos os santos [consigo]" (Zc 14. fica claro que eles tam bém estarão nos exércitos que acom panha­ rão Cristo qu ando Ele vier dos céus. D eram os cadáveres dos teus servos por com ida às aves dos céus e a carne dos teus santos. Assim. como tam bém serve de forte evidência do arrebatam ento da Igreja pré-tribulacionista. n a ­ quele dia. em meio à batalha do A rm agedom : "E.7 diz que o Anticristo recebeu auto­ ridade (que só poderia ser proveniente de Deus) para "fazer guer­ ra aos santos e vencê-los". por duas razões. "Pre­ ciosa é à vista do Senhor a m orte dos seus santos" (SI 116. Quem São os "Santos" que o Anticristo Matará? Questão: Apocalipse 13. "O Deus. em seu corpo im ortal de glória.

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valeceria se o Anticristo, que é apoiado por Satanás e dele recebe seu po der (Ap 13.4), pudesse "fazer guerra aos santos e vencêlos". Isto significaria que o arrebatam ento pós-tribulacionista se­ ria praticam ente u m não-evento, pois quase não haveria cristãos vivos para serem arrebatados. No entanto, a im pressão é de que multidões dos que ficaram "vivos" serão arrebatados "juntamente com eles nas nuvens" (1 Ts 4.17). Portanto, eis aqui um a outra razão para concluir que d u ra n ­ te a tribulação a Igreja já estará no céu em seu corpo ressuscitado e / o u glorificado como o corpo de Cristo. O evangelho, no entan­ to, por cerca de três anos e meio, ainda será pregado na terra, nas ruas de Jerusalém, por duas testem unhas, pelos 144 mil evange­ listas judeus, como tam bém por m uitas outras pessoas. As almas ainda serão salvas p o r meio da pregação do evangelho. Aqueles que, antes do arrebatam ento, escutaram o evange­ lho e o rejeitaram não têm chance de serem salvos. Ao contrário, eles receberam um a grande "m entira, para que sejam julgados todos os que não creram a verdade" (2 Ts 2.11,12). M ultidões, entretanto, que jamais escutaram o evangelho nem o rejeitaram são salvas e pagam por sua fé com sua vida. "E foi-lhe concedido que desse espírito à im agem da besta, p ara que tam bém a im a­ gem da besta falasse e fizesse que fossem m ortos todos os que não adorassem a im agem da besta" (Ap 13.15).

E quanto à Ressurreição e ao Arrebatamento para os Santos da Tribulação?
Questão: E quanto ao santos da tribulação? Como eles vão

para o céu? Eles terão seu próprio arrebatam ento?
Pergunta: Praticam ente todos os santos da tribulação, se não

todos eles, serão m ortos pelo Anticristo e seus seguidores: "Vi debaixo do altar as almas dos que foram m ortos por am or da palavra de Deus e por am or do testem unho que deram . E clama­ vam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?" (Ap 6.9,10)

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Está escrito que o espírito desencarnado dos mártires deve esperar “ainda um pouco de tempo, até que tam bém se com ple­ tasse o núm ero de seus conservos e seus irmãos que haviam de ser m ortos como eles foram" (v. 11). Claramente, o Anticristo con­ tinuará a matar, até o fim do A rm agedom , aqueles que se recu­ sam a adorá-lo. Fica igualm ente claro que n enh um deles será res­ suscitado individualm ente enquanto são m artirizados, mas to­ dos juntos serão ressuscitados no fim do período da tribulação. Portanto, os mártires da tribulação "que foram degolados pelo testem unho de Jesus e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta nem a sua imagem, e não receberam o sinal na testa nem n a m ão" (Ap 20.4) ressuscitam juntos, como um grupo. Eles rei­ narão com Cristo no m om ento em que o Anticristo for derrotado, e Cristo, de Jerusalém, tom ará o trono de Davi para iniciar seu governo terreno.

A Ressurreição não Ocorre no Último Dia?
Q uestão: Cristo, qu ando falou da ressurreição daqueles que

acreditam nEle, disse que Ele os ressuscitará "no últim o Dia" (Jo 6.40,44,54). Apocalipse 20.4,5 não nos ensina que "a prim eira res­ surreição" acontece depois da batalha do A rm agedom , e isso não poderia ser o que Cristo quis dizer por "últim o Dia"! De acordo com esses textos, como alguém pode aceitar a ressurreição (e o arrebatam ento que a acom panha) no início da grande tribulação?
R esposta: Tampouco o arrebatamento pós-tribulação poderia

ser "no último Dia", se essa expressão se referir a um período de 24 horas, pois após esse fato há um milênio inteiro de dias subse­ qüentes. O que "primeira ressurreição" e "último Dia" realmente significam? A resposta pode ser encontrada no contexto de toda a Escritura. Em João 5.28,29, Jesus falou de duas ressurreições: “Por­ que vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal, para a ressurreição da condenação". É cla­ ro que tudo isso não acontece na mesma “hora", pois a ressurrei­ ção do iníquo não acontece até o fim do milênio.

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É verdade, o texto diz que a ressurreição depois do Arm age­ dom é daqueles que foram martirizados pelo Anticristo: "Esta é a primeira ressurreição" (Ap 20.5). Obviamente, essa não pode ser toda a "primeira ressurreição", ou Wesley, Spurgeon e até mesmo Paulo (embora tenha sido martirizado, não foi m orto pelo Anti­ cristo) jamais ressuscitarão, pois a única ressurreição que nos resta é aquela descrita nos versículos 12 a 15. Como veremos abaixo, aqueles que ressuscitarão naquele m om ento serão julgados e envi­ ados ao lago de fogo. E quanto a Abraão, Moisés, Daniel e milhões de outros santos, tanto do Antigo quanto do Novo Testamento, que viveram e m orreram antes que o Anticristo entrasse em cena? Assim, só é possível chegar à conclusão de que a afirmação: "Esta é a prim eira ressurreição", significa que este é parte da ressurreição, assim como conclui a ressurreição que aconteceu no arrebatamento. Por conseguinte, esses mártires tam bém são parte da Igreja. Que o arrebatamento e a ressurreição, descritos em 1 Coríntios 15.50-52 e 1 Tessalonicenses 4.13-17, acontece antes da ressurrei­ ção e dos mártires da tribulação fica claro pelo fato de que, em Apocalipse 19.7, temos a Igreja no céu, como a N oiva de Cristo nas " bodas do Cordeiro" (grifo do autor) — e não "à ceia das bo­ das do Cordeiro" (v. 9), que acontece posteriorm ente na terra, qu ando Cristo apresenta sua noiva àqueles que viverem o m ilê­ nio. A N oiva de Cristo, com posta dos santos de todas as épocas até aquele m om ento (conforme veremos), já ressuscitou e está no céu com Cristo e o acom panha no A rm agedom , conforme decla­ ram Zacarias 14.5 e Judas 14.

A "Segunda" Ressurreição É para a Condenação
Visto que aqueles martirizados durante a tribulação serão res­ suscitados depois que o Anticristo for lançado vivo "no ardente lago de fogo e de enxofre" (Ap 19.20) e Cristo estiver reinando sobre a terra, eles não serão arrebatados para o céu, mas reunidos, na terra, pelos anjos (com o remanescente vivo dos judeus que ain­ da não estão em Israel) na presença do Senhor: "E, logo depois da aflição daqueles dias [...] aparecerá no céu o sinal do Filho do H o­ mem [...] e verão o Filho do H om em vindo sobre as nuvens do céu,

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com poder e grande glória. E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão [em Jerusalém] os seus es­ colhidos desde os quatro ventos, de um a à outra extremidade dos céus" (Mt 24.29-31; grifo do autor). A única ressurreição depois de Apocalipse 20.4,5 acontecerá mil anos mais tarde e será aquela que Cristo denom inou de "res­ surreição da condenação" (Jo 5.29). Aqueles que, nesse m om en­ to, forem ressuscitados ainda são descritos como os que estão "mortos em ofensas e pecados" (Ef 2.1; Cl 2.13; grifo do autor). "E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros. E abriu-se outro livro [...] e os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros" (Ap 20.12; grifos do autor). Esse é o julgam ento do grande trono branco, (Ap 20.11) que julgará os perdidos. Q uanto aos cristãos, logo após o arrebatam ento com parecem "ante o tribunal de Cristo" (Rm 14.10; 2 Co 5.10). Se a ressurreição dos crentes que viveram e m orreram antes da tribulação aconteceu sete anos antes, por que a ressurreição daqueles que foram m ortos pelo Anticristo, em Apocalipse 20 chama-se "a prim eira ressurreição"? Obviam ente, a intenção é indicar que aqueles mártires fazem parte da Igreja, que já ressus­ citou. Diz-se, especificamente, que "serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com Ele mil anos" (Ap 20.6), como tam bém todos os santos de todas as épocas: "sobre dez cidades terás a auto ridade" (Lc 19.17); "E eu vos destino o Reino" (Lc 22.29); "tam bém com Ele reinarem os" (2 Tm 2.12).

O que Significa "Último Dia"?
E quanto a Cristo ressuscitar todos os crentes do "último Dia"? Esse "últim o Dia" não po de ser um período de 24 horas, durante o qual os m ártires serão ressuscitados, pois no milênio há pelo m enos mil anos de dias após esse evento. Essa expressão referese àquilo que em outros textos é cham ado de "últim os dias" ou "fim dos dias", expressões encontradas em toda a Bíblia para designar os "últim os tempos". Por exemplo, Jó testifica: "Meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra" [...] "Vê-

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lo-ei por m im mesmo, e os m eus olhos [...] o verão" (Jó 19.25,27). "E depois de consum ida a m inha pele, ainda em m inha carne verei a D eus" (v. 26). C ertam ente Jó, que já estará em seu sepulcro há m ilhares de anos antes d a v in d a do A nticristo, não p o d e ser u m dos que será m a rtirizad o pelo A nticristo nem ressuscitará depois do A rm agedom . N o entanto, ele antecipa sua ressurreição em u m m om ento posterior. O term o "últim o Dia" inclui u m período de anos no fim da presente época, o qual levará à Segunda Vinda d e C risto e, in d u b ita v e lm e n te , in c lu i a r e s s u rr e iç ã o p ré tribulacionista e o arrebatam ento dos santos com o tam bém o Milênio. Na verdade, o "últim o Dia" é um a a referência ao que é de­ nom inado de "dia do Senhor [JEOVÁ]" (Is 2.12; Jr 46.10; Ez 30.3; J11.15; etc.) ou de "Dia de [nosso Senhor Jesus] Cristo" (1 Co 1.8; Fp 1.10; 2 Ts 2.2). Ele vem "como o ladrão de noite", enquanto os hom ens acham que estão em "paz e segurança" (1 Ts 5:2, 3) e, em vez de esperar o retorno de Cristo ou o julgam ento de Deus, jactam-se de que "todas as coisas perm anecem como desde o p rin ­ cípio da criação" (2 Pe 3.4). Esse "últim o Dia" deve tam bém d u ­ rar até o final do milênio, até a destruição do antigo universo e a criação do novo, pois Pedro diz: "Mas o Dia do Senhor virá como o ladrão de noite, no qual os céus passarão [...] a v inda do Dia de Deus, em que os céus [...] se desfarão [...] Mas nós, segundo a sua prom essa, aguardam os novos céus e nova terra, em que habita a ju stiça" (2 Pe 3.10-13). P o rta n to , ta n to a re s s u rre iç ã o prétribulacionista no arrebatam ento quanto a "prim eira ressurrei­ ção" pós-Arm agedom daqueles martirizados pelo Anticristo ocor­ rerão durante o período denom inado de "últim o Dia".

E quanto à Ascensão de Maomé ao Céu?
Questão: Os cristãos afirm am que Cristo ascendeu ao céu do m onte das Oliveiras e retornará àquela localidade na "Segunda Vinda". Os m uçulm anos, de m odo similar, afirm am que M aomé ascendeu ao céu de Jerusalém. Como os cristãos p od em ter tanta certeza de que Cristo ascendeu ao céu de Jerusalém (e para lá

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retornará) e negar que a m esm a coisa poderia acontecer com Maomé? Há mais de um bilhão de m uçulm anos que acreditam na ascensão de Maomé. Isso não é suficiente?
Resposta: Se a proposição é verdadeira ou falsa depende das evidências, não da quantidade de pessoas que, independentemente da lealdade a um a religião específica confessem que isso é um prin­ cípio de sua fé. E quando a fé, em vez de ser fundam entada em evidências, é imposta sob a coerção do m edo da morte — como é o caso do islamismo — torna-se muito mais suspeita. O islamismo, desde os primórdios, foi propagado pela espada. A escolha era a conversão para o islamismo ou a morte. O bvia­ mente, qualquer "fé" que alguém deve adotar a fim de escapar à execução não é genuína. O islamismo, lam entavelm ente, conti­ nua a m anter-se sob ameaças similares. Tal barbarism o odioso é mais difícil de ser im pingido no m u n d o de hoje, em que a m ídia e várias agências de direitos hum ano s estão vigilantes. No en­ tanto, ainda ocorre nos regimes islâmicos, em vários locais, como a Nigéria e o Sudão, onde milhares de "infiéis" (i.e., não m uçul­ manos) foram, em anos recentes, m ortos pelos muçulm anos. Eis o que o Alcorão prescreve e que u m m uçulm ano devoto tem de obedecer sem pre que possível:
M ate os idólatras [aqueles que não ado ram Alá] sem pre que você os encontrar e pegue-os (capture-os), e sitie-os e prepare um a em boscada para eles. Se eles se arrependerem e começarem a ad orar [i.e., converter-se ao islamismo] e p ag ar a obrigação ao pobre [taxa], en tão deixe o cam inh o deles livre. Veja! Alá é perdoador, m isericordioso [para aqueles que se convertem ao islamismo] [grifos do autor],

O Alcorão, de forma coerente com a idéia de forçar a conver­ são sob ameaça de morte, tam bém exige que o islamismo seja m antido da m esm a maneira: "Se eles voltarem atrás (aos inimi­ gos) [abandonando o islamismo], então pegue-os e mate-os onde quer que você os encontre..." (Sura 4.89; grifos do autor) Em obe­ diência ao Alcorão, na Arábia Saudita, qualquer m uçulm ano que se converter para qualquer outra religião será morto. Esse m edo da m orte resultante de abandonar o Islã invalida o testem unho

Portanto. mas esse versículo não é nada claro: Glorificado seja aquele que carregar seu servo à noite do Local Inviolável de Adoração para o Local de Adoração distante [al-Aqsa]. nem jamais foi considerado como um local com qualquer significado religioso até que essa idéia foi inventada. para justificar a desejada tom ada de Jerusalém pelos árabes. O "Local Inviolável de A doração" obviam ente é Meca. N unca foi u m local de adoração para os m uçulm anos. como a Turquia e o Egito. Não Há Evidência para a Suposta Ascensão de Maomé Não há base histórica nem no Alcorão para a crença de que M aomé fez um a jornada para o céu. O islamismo afirma não haver testemunhas para esse suposto evento. conforme agora se afirma. H á apenas um versículo no Alcorão sobre o qual esse artigo de fé repousa. O indivíduo p od e jurar fidelidade a qualquer coisa q uando sofre essa ameaça. isso é susten­ tado pelo Alcorão. mas Jerusalém.:. A r S k . M esmo nos países que professam algum a liberdade de reli­ gião e consciência. u m convertido ao cris­ tianismo ainda pod e ser am eaçado com a execução pela família ou amigos. e.1). apenas ele é aquele que ouve e que vê (Sura 17. Jerusalém não é mencio­ nada uma vez sequer em todo o Alcorão. a vizinhança que nós abençoam os.\- a ^ 269 de todos os m uçulm anos. N a verdade. N ão há n ad a sobre u m cavalo mágico nem sobre a ascensão ao céu. como um a cida­ de que não foi m encionada de forma n en hum a no Alcorão. partindo da rocha sobre a qual o Domo da Rocha foi construído. certamente. que jamais foi recom endada como local de adoração por M aom é e que não foi utilizada nem m esm o um a vez como local de ad o ra­ ção à época dele pode ser identificada como o "Local Distante de Adoração" para o qual M aomé supostam ente viajou? Obviam en- .. muito recentemente.Uv. tampouco. Y . E essa ameaça é algum as vezes levada adiante até m esm o na atualidade. p ara que pu d ésse­ mos m ostrar a ele nossos testem unhos! Veja! ele. e onde a m orte não é um a penalidade legal p ara a conversão. não po de ser o "Local D istante de A doração".

portanto.17). até hoje. a suposta ascensão de M aomé ao céu de Jerusalém não é de forma alguma essencial ao islamismo. T am pou co M ao m é p ro m e te u retornar. há pelo menos onze testem unhas para a ascensão de Cristo ao céu e. um a vez que seus restos decom ­ postos estão em u m túm ulo em M edina. há m uitas razões p a ra co n te sta r essa alegação. Sura 17.u 270 te. devemos acreditar em um a história que não tem base factual? Não há testemunhas desse suposto evento. Além do mais. consistente com o relato histórico apresentado na Bíblia.5. A Evidência para a Ascensão de Cristo Em vivido contraste. de fato. Aquilo em que o cristão acredita fundam enta-se na evidên­ cia. Essa religião não precisa desse fato. Cristo previu sua ascensão (Jo 6. Entretanto.4. a ascensão de Cristo ao céu.C. O verdadeiro cristianismo não é m antido nem imposto pela força. não há razão para crer que M aomé ascendeu ao céu da rocha do m onte Templo. Ele não é sustentado pelo Alcorão nem é consistente com a história. esse evento e o que os anjos declararam na ocasião concordam com as profecias do Antigo Testamento que dizem respeito ao Messias retornar ao m onte das Oliveiras com todos os seus san­ tos para executar o julgam ento desta terra e estabelecer seu Rei­ no (Zc 14. Por que. Há muita razão para crer que Cristo. em um corpo ressurrecto e glorificado. Sustentar essa ficção é um ultraje ao Alco­ rão. N a verdade. Além disso. Não há coerção para tornar-se cristão nem para permanecer na fé.1 é notável pela ausência dentre os versí­ culos do Alcorão inscritos em árabe no interior desse majestoso domo. e que Ele retornará àquele local em sua Segunda Vinda.9-11). Na verdade. ao islamismo e à história.62. que. Esse fato é prova suficiente de que a idéia de Jerusalém como al-Aqsa não tinha nem m esm o sido im aginada quando o Domo da Rocha foi construído. 20. provavelm ente. nem poderia fazê-lo. m uito mais (At 1. isso não é possível. Jd 14). ascendeu ao céu do monte das Oliveiras exatamente como as testemunhas oculares declaram. é visitado . Além disso. em 691 d. é u m a parte integral e essencial da Bíblia sem a qual o cristianismo desmorona.

e. No entanto. Ele foi crucificado]" (Lc 24. em que trecho do Novo Testamento isso está escrito? R esposta: Em que trecho especificamente do Antigo Testa­ m ento está escrito que haverá duas vindas do Messias? N a v erd a­ de.. pois Ele ressuscitou ao terceiro dia. está vazio. portanto. Que decepção deses­ perada reflete-se nestas palavras: "E nós esperávamos [mas agora percebemos que estamos enganados] que fosse ele o que remisse Israel. Os dis­ cípulos estavam tão certos de que Cristo viera para estabelecer seu Reino no trono de Davi que sua crucificação os deixou arrasados. conforme Ele prometeu: "Virei outra vez" (Jo 14.29) e de que Ele precisa ser crucificado como os profetas previram. eles não teriam zom bado de Cristo quando Ele estava na cruz. todo cristão pré-m ilenarista (indepen­ dentem ente de abraçar a visão de que o arrebatam ento será an ­ tes. ou os rabi­ nos ou João Batista saber que haveria duas vindas do Messias? E claro que eles não sabiam. Como. d u ran te ou depois da tribulação) adm ite que Cristo veio um a vez e que Ele retornará. A r So : x ?a \ ' : x :'a '° 271 por devotos m uçulm anos. O túm ulo de Cristo. p oderiam seus discípulos. mas. [.. A falha em perceber que haveria duas vindas foi motivo de grande mal-entendido. Se os rabinos tivessem com preendido o testem unho de João Batista. não está.L 'v . A Vinda do Messias Está claramente Implícita Embora o Antigo Testamento não af irme com m uitas palavras que o Messias viria duas vezes é algo que está claramente implíci- . Tampouco sua cru­ cificação levaria os discípulos a perder a fé. O Arrebatamento e a Segunda Vinda São dois Eventos Distintos? Q uestão: Você distingue arrebatam ento e Segunda Vinda como se fossem dois eventos separados. no entanto.21.3). Como pode ser que ain­ da haja duas vindas de Cristo? Especificamente. a saber.] é já hoje o terceiro dia desde que essas coisas acon­ teceram [i. que Cristo viera como o "Cor­ deiro de Deus. grifo do autor). que tira o pecado do m u ndo" (Jo 1.

e. O mesmo Acontece no Novo Testamento U m evento e u m fragm ento de tem po não po d em dizer tu do que o N ovo Testamento diz sobre o retorno de Cristo.] desde agora e p ara sem pre" (Is 9. N inguém pode morrer e.].... Esse fato jamais foi afirm ado de m aneira explícita. q u an d o chegar o tem po de sua vinda. Por outro lado.. Porém . Em Isaías 53 é expressa um a contradição aparente que não poderia ser reconciliada de um a outra forma a não ser pelas duas vindas. mas ele levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores interce­ deu" (Is 53. sabei que ele [m inha vinda] está próxim o. em bora não p ossam ser h arm o n iza­ das de n en h u m a outra form a do que pelo reconhecim ento de que o retorno de Cristo envolve dois eventos separados. Isaías declarou que "não haverá fim" para esse principado e paz e que Ele estará "sobre o trono de Davi [. pro­ longar seus dias. todos saberiam disso p o rque todos os sinais teriam sido cum pridos: "Igualm ente.9-12). ao mesmo tempo.]. Por exem plo. e o outro.. Tampouco pode repartir os despojos da vitória se fora m orto para alcançar essa vitória — a não ser que haja a ressur­ reição e a Segunda Vinda à terra. Pelo que lhe darei a parte de muitos. Decer­ to. repartirá ele o despojo. A p aren ­ tes contradições sobejam. com os poderosos. porquanto derram ou a sua alma na morte e foi contado com os transgressores. n inguém poderia ser sim ultaneam ente m orto e reinar para sempre..7).33. Lemos: "E puseram a sua sepultura com os ímpios [. 44) As condições sobre a terra não . O indivíduo não poderia incluir em um fragmento de tempo ou em um evento tudo o que os profetas disseram sobre a vinda do Messias. u m cham ado de arrebatam ento. a Segunda Vinda. Isaías afirma claramente que o Messias seria "cortado da terra dos viventes" (53.8). mas estava implícito. grifo do autor). [. às portas" (Mt 24. q u an d o virdes todas essas coisas [si­ nais].to. prolongará os dias. m om entos m ais tarde Ele disse sim plesm ente o oposto: "Porque o Filho do H om em há de vir à hora em que não penseis" (v. Cristo declarou que.

mas. de form a que "se aqueles dias não fossem abreviados.. como aconteceu nos dias de Noé. até ao dia em que Noé entrou na arca [. elas indicam dois eventos separad os em dois tem ­ pos distintos.26-28). assim será tam bém nos dias do Filho do Homem. plantavam e edificavam (Lc 17. n e n h u m a carne se salv a­ ria. U ma razão óbvia por que ninguém poderia ser tom ado de surpresa na ocasião da Segunda Vinda é que ela ocorrerá em meio à m aior guerra da história.22). be­ biam. ao m esm o tem po as condições não p o ­ deriam ser tais que jam ais suspeitassem que Ele está prestes a retornar. tranqüilidade e negócios como de praxe: E. / n : \ \ Y ■. compravam. Já em A pocalipse 6. N in gu ém deixará de perceber esse sinal! N o entanto. vendiam.> 273 po d eriam ser aquelas em que todos saberiam que Ele está p res­ tes a retornar nela.8. :'• > S: C ' . 14). in clu in d o terrem o tos tão d e v a s ­ tado res que "to d o s os m on tes e ilhas foram rem ov ido s do seu lu g ar" (v. Comiam. H av erá p erío d o s de fom e e p rag as sem prece­ dentes. que acabamos de descrever são principalm ente o oposto de paz e prosperidade que . Contradições que Exigem dois Eventos. e incríveis desastres acontecerão n a terra e no céu. e u m colapso bancário in tern acio nal que o m u n d o ja­ m ais ex p erim en to u — e ago ra a g u erra m ais d e stru tiv a d a h is ­ tória am eaça v arrer a h u m a n id a d e do globo.L \ A R~ F . serão ab rev iad os aqueles dias" (Mt 24. casavam e davam-se em casamento. bebiam.. Cristo disse que sua vinda seria em u m período de paz e prospe­ ridade. quand o os exércitos do Anticristo ti­ verem sitiado Jerusalém e o povo de Israel estiver prestes a des­ truí-los. p o r causa dos escolhidos. na ocasião do A rm agedom . u m q u a r­ to d a p o p u la ção d a te rra já estará m orta.] Como tam bém da m esma maneira aconteceu nos dias de Ló: comiam. dois Fragmentos de Tempo As condições. Essas condições contrárias não p o d e m ocorrer sim u l­ taneam ente. N a ocasião da S eg un da V inda no fim d a g ran d e tribulação a terra estará em g ran d e aflição. mas.

m esm o assim. Ele nos asse­ gura: "N ão tenho prazer na morte do ímpio. como de praxe. Por conseguinte. Cristo vem para sua Noiva. e grande prosperidade. conforto e fartura. Cristo voltará em tem po de guerra.10). cristãos. Como cristão.prevaleceram nos dias de Xoé e Ló. Certam ente as aparentes contra­ dições são tão grandes que exigem dois eventos. m atar alguém é algo repugnante para mim. "tardan­ do o esposo. nes­ . Esses dois propósi­ tos não se ajustam em u m evento e em u m fragm ento de tempo. Ele virá em um tem po de tranqüi­ lidade e negócios. por meio das m esm as implicações que deveri­ am alertar os santos do Antigo Testamento para as duas vindas.5. mas em u m tem po em que apenas os que estão em contato com Ele suspeitariam de tal evento. grifo do autor). mas ainda assim em tem ­ po de paz. Ele voltará em u m tem po em que o m u n d o já sofreu um a devastação sem precedentes. e está prestes a ser totalm ente destruído. Infelizmente. para levá-la ao céu e apresentar-se diante dEle no "tribunal de Cristo" (Rm 14. Cristo vem com sua Igreja para Israel. Por que essa matança é necessária? Resposta: Tal destruição não é desejo de Deus. retornaremos com Cristo no A rm agedom e destruiremos aqueles que estão atacando Israel. o N ovo Testamento tam bém deixa implícito essas duas diferen­ tes "vindas" de Cristo. 2 Co 5. p ara ser lim pa e vestida com vestes b ran ­ cas e p ara se casar com Ele por toda eternidade. mas. No arrebatam ento. não pode ser harm onizada com as condições do Arm agedom. conforme Jesus descreve esse período.11). que até o m om ento não aconteceu. mas em que o ímpio se converta do seu cam inho e viva" (Ez 33. Por que Armagedom? Questão: Ensinaram-me (e isso parece ser bíblico) que nós. Em um a época em que todos saberão que sua volta está às portas. Tal complacência não ocorreria em um período de tran­ qüilidade. tosquenejaram todas e adorm eceram " (Mt 25. a Igreja. em que.10. a fim de resgatar os últi­ m os no A rm agedom e estabelecer seu Reino. N a Segunda Vin­ da. Tampouco a parábola das dez virgens.

na verdade.7-10). descanso conosco. Entretanto. Q u an ­ do Cristo retornar p ara destruir o Anticristo. Por milhares de anos Deus suportou pacientem ente a rebe­ lião da hum anidade. "se possível fora. exceto destruir os exércitos que a estão atacando. então podem os esperar exatamente o opos­ to de reavivam ento. padecerão eterna p er­ dição. tom an do vingança dos que não co­ nhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. A Bíblia nos indica isso: falsos profetas. Ele teve de destruir os ímpios e até m esm o cidades inteiras. como labareda de fogo. Reavivamento nos Últimos Dias — ou Apostasia? Questão: Escutei m uitas referências à últim a década do sécu­ lo XX (que cu lm inou com o ano 2000) com o um p erío d o de reavivamento sem precedentes. pois o pecado tornara-se tão grande que já não seria mais possível tolerá-los. sim plesm ente repousarem os na vitória que Cristo conquistou em u m instante: E a vós.U m " A xrf. Esse seria o caso no Armagedom . em todos os que crêem (2 Ts 1. qu and o se m anifestar o Senhor Jesus desde o céu.ra S k g a v f m \ ’i \ d a '^ sa época não haverá possibilidade de interrom per a destruição de Israel — e. em vários m om entos ao longo da história. . ante a face do Senhor e a glória do seu poder. isso não será necessário. Nós. que sois atribulados. com os anjos do seu p o ­ der. Q uanto aos cristãos confrontarem pessoalm ente e participa­ rem da batalha do A rm agedom . quando Deus será forçado pelos seus justos a julgar os rebeldes intransigentes. q u an d o vier para ser glorificado nos seus santos e p ara se fazer adm irável. apostasia e decepção sem precedentes. p o r castigo. não tem n ad a específico a dizer sobre a últim a década do século. não haverá batalhas nem lutas. Entretanto. se estes forem de fato os últimos dias.24). cristãos. Isso é bíblico? Qual é sua opinião? R esposta: A Bíblia. os quais. de toda a carne sobre a terra —. enganariam até os escolhidos" (Mt 24. todos os quais serão indi­ cados por meio de "sinais e prodígios" que serão tão convincentes que. obviamente. naquele Dia. Aqueles exércitos serão destruídos com apenas um a palavra de Cristo.

de algum a forma.] os hom ens m aus e enganadores irão de m al para pior. a p a r­ tir de seus avisos sobre o en gano religioso. Infelizmente.1. Ao contrário. O presidente do comitê anfitrião do W ashington D.1-3)..8). declarou que a m archa de 10 mil cristãos na capital da nação serve de aviso "para Satanás de que seus dias estão no fim ".. . enganando e sendo enganados" (2 Tm 3. sugerir que um a m archa cristã ou que nossos esfor­ ços podem . p orém .11. vier o Filho do H om em . term inar com os dias de Satanás é o m esm o que negar o ensinam ento claro da Bíblia e prom over um a perigosa ilusão. contradiz as Escrituras e favorecem a opera­ ção do erro que a Bíblia predisse.1 Se esse for o caso. Considere. Promoção de uma Perigosa Ilusão E preciso ta m b ém p e n s a r sobre o que C risto quis dizer q u a n d o fez a segu inte p ergu nta: "Q u a n d o . p o rv e n tu ra . estava se referindo à p ro p ag ação de u m falso "cristianism o" que. e para trancafiálo no poço do abism o (2 Ts 2. Seus dias não terão fim até o retor­ no de Cristo para destruir a ele e ao seu reino mal. O reino de Satanás está crescendo em toda a terra. e ele ainda governará o m undo por interm édio do Anticristo. Assim. por exemplo: "W ashington para Jesus '88'". cresce e sufoca a v e rd a ­ deira fé. de fato.C. dos quais necessitam os urg en tem ente. achará fé na terra?" (Lc 18. E difícil i m a g i n a r q u e E le e s t i v e s s e se r e f e r i n d o a u m g r a n d e reav iv am en to nos últim os dias! Parece claro que Cristo.276 além da "operação do erro" (2 Ts 2. C arecem os desses avisos sobre a decepção. com o as ervas d a n in h a s d a p aráb o la d o sem eador.12) que Deus enviará para que o m u n d o creia na m entira satânica na qual deseja acreditar. qualquer u m pode im aginar a razão pela qual. A últim a coisa de que a Igreja realm ente necessita são essas falsas prom essas sobre a derrota de Satanás.13). Ap 20.8. não houve qualquer evidência para o fim de Satanás. conforme a Bíblia declarou: "Nos últimos dias [. nos oito anos sub­ seqüentes. m uitos líderes cristãos estão prom ovendo um oti­ m ism o que. o mal apenas crescerá.

você ensina que isso ocorre no arrebata­ m ento antes da grande tribulação. de forma que a Terra será p ra ­ ticamente destruída.O indivíduo não deve falhar por causa do zelo entusiástico. Conforme já m encionado. na ocasião do A rm agedom . em que retira o iníquo da terra e deixa os santos da tribulação. As palavras de Cristo. dep en de de nós. e deixada ou­ tra". será levada um a. E. que ocorre em meio ao A rm agedom . em que menciona que se duas pessoas estiverem "m oendo no moinho. em A poca­ lipse 19. p ara que este não tenha de enfrentar o julga­ mento que Deus pretende lançar sobre ele. p o d em apenas referir-se a Cristo e a sua Se­ gun da Vinda. mas aos san­ tos que estão sendo levados ao céu. N o entanto. a terra estará totalm ente desolada. até m esm o antes do A rm age­ dom. pestes e terrem otos que farão com que m ontanhas e ilhas sejam deslocadas de seus lugares. etc. Os iníquos são julgados na Segunda Vinda. Por que tantas coisas que não foram conquistadas antes deveriam repen­ tinam ente ser alcançadas hoje? A inda mais p erturb ado r é o si­ lêncio que diz respeito ao arrebatam ento. pod e im aginar se o século XXI não se tor­ nou quase u m símbolo mágico que prom ove o engano. Em todo esse planejam ento. Será que a esperança foi esquecida por aqueles que prom ovem várias m archas para Jesus e para celebração apoteótica planejada para o século XXI? Em vez da esperança de ser levado ao céu p ara estar com nosso Senhor. não parece haver nenhum a dú vid a de que a Igreja estará aqui indefinidam ente e de que a salvação do m u nd o. Cristo deve . O Arrebatamento Foi Incluído no Discurso do Monte das Oliveiras? Q uestão: Conforme aquilo que sem pre m e ensinaram . mas ao m esm o tem po. um quarto da população do m u n d o já terá sido dizim ada. há m uitos com entários sobre a entrada do terceiro milênio.41). o ar­ rebatam ento não foi incluído no discurso do m onte das Olivei­ ras. Em Apocalipse 6. (Mt 24. H averá fome. Poderia explicar isso para mim? R esposta: H á m uitas razões p o r que Cristo não p ode estar se referindo ao iníquo que é retirado para ser julgado.

quando Cristo virá com sua Noiva para executar o julgamento sobre o Anticristo e seus seguidores. A Igreja Precisa Ser Purificada para Ser Arrebatada? Q uestão: Parece haver a germ inação de um ensinam ento de que apenas os cristãos que estiverem vivendo de forma santa e vitoriosa na ocasião do arrebatam ento serão arrebatados por Cris­ to para o céu. Será que poderia ser isso que Cristo quis dizer pela parábola das dez virgens — as cinco "prudentes" são arrebatadas e as cinco "loucas" são deixadas para trás a fim de enfrentar o Anticristo? R e sp o sta : Concordo com o anseio de que os cristãos devam levar u m a vida santa. e deixada outra". Entretanto. não estejam vivendo para Cristo serão deixados para trás. de submissão a Cristo.28). nem no coração e na vida delas. ou nenh um a carne sobreviverá (Mt 24.intervir (por meio de sua Segunda Vinda) para interrom per a destruição. o problem a não foi falhar em viver totalm ente para Cristo. Os dem ais terão de enfrentar o Anticristo e ser purificados pelo martírio. em relação às cinco vir­ gens loucas. Q uando Cristo diz que será "levada uma. em que elas "comiam. não estavam vivendo totalmente . na ocasião do arrebatam ento. em que as pessoas "comiam. Também concordo que necessitamos de mais ênfase na san­ tidade e separação do m undo.22). Elas não "eram salvas". casavam e davam-se em casamento" (Mt 24. plantavam e edificavam" (Lc 17. como tam bém ocorreu nos dias de Ló. na ocasião de sua morte. Essa descrição não se ajusta a um fato que ocorrerá em meio ao A rm agedom . Se esse fosse o caso. portanto. vendiam. bebiam. e quanto aos cristãos que m orreram antes do arrebatam ento e que. compravam. e esse é o mom ento em que o arrebatamento deve ocorrer. Pode apenas refe­ rir-se a algum tem po anterior à tribulação. be­ biam. as condições na Terra serão como nos dias de Noé. a sua Palavra e à liderança do Espírito Santo. a Bíblia não ensina que os cristãos genuínos que.38). Porém. N ão havia óleo (simbolizando o Espírito Santo) em suas lâm padas e.

para que possam se reunir a seus corpos. seremos todos purificados no céu e da m es­ m a forma: "Porque todos devem os com parecer ante o tribunal de Cristo" (2 Co 5.-. Y 273 para Cristo? Eles não pod em ser "deixados p ara trás". para juntar-se a eles no céu. a alma dorm e apenas para acordar na ressurreição do corpo? N ão é isso o que significam as expressões "dos que já dorm em " e "aos que em Jesus dorm em " (1 Ts 4.14) na ressurreição. se no arrebatam ento os que são deixados p ara trás são p urificados pelo m artírio que s u p o rtarão ao enfrentar o Anticristo. por que nem todos os cristãos serão arrebatados? Além disso. quando o corpo morre. fica claro que a alma. nós. Certamente. E quanto ao "Sono da Alma"? Questão: N ão é verdade que qu ando o corpo morre. A Bíblia nos garante que todos os cristãos. sem um corpo vivo em que possam habitar.10. como serão purificados os que m orreram antes desse evento? N a verdade. 16.8). a encon­ trar o Senhor nos ares" (v. Portanto. "os que morreram em Cristo" significa todos que morreram com fé em Cristo.13-15)? R esposta: Ao contrário. "os que ficarmos vivos" significa todos os vivos que confiam em Cris­ to. O espírito e a alma deles. grifo do autor). d e­ vem ir para algum outro lugar. Parece que seria um a afronta à justiça divina ensinar que os cris­ tãos vivos na ocasião do arrebatamento devem ter um a vida melhor do que muitos que já morreram. fundamentados na fé salvífica em Cristo. E exatamente o espírito e a alma dos que morreram confiando no Senhor que Cristo traz com Ele (1 Ts 4. vão para o céu assim que morrem. Portanto. mas pela fé em Cristo. essas almas não vão para o céu. "Deixar este corpo" é "habitar com o Senhor" (2 Co 5._M V.Sr. depois. de acordo com o que a Bíblia diz. seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens.17). os que ficarmos vi­ vos. Se. O céu não é conquistado pelas boas obras. Observe que "os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. que foi separada de seu corpo na ocasião da . en­ tão para onde vão? Teríamos de propor um tipo de purgatório evan­ gélico! Isso não é bíblico.

A Igreja Deve Ser Reunida antes do Arrebatamento? Q uestão: M uitos ensinam que a Igreja deve ser reunida e purificada antes da volta de Cristo.14). Também temos "as almas dos que foram m ortos po r am or da palavra de Deus" que clam avam ao Senhor por vingança contra aqueles que os haviam m atado (Ap 6. que "em Jesus dorm em " (1 Ts 4. não à alma nem ao espírito.3) O verbo "dorm ir" é usado na Bíblia como sinônim o de morte (Mt 9. a continuar "na carne".11. Isso é bíblico? R e sp o sta : Isso não é bíblico nem lógico. o caso do hom em rico que após sua m orte conversa com Abraão. O desejo de Paulo era "partir [desta vida] e estar com Cristo.2.7. os redim idos estão em um estado consciente de alegria na presença de Deus. Se essa purificação for um pré-requisito para .23).14). qu ando Ele vier para a terra p ara ressuscitar o corpo deles (1 Ts 4. à espera da ressurreição do cor­ po que está sepultado.24. em bora ele estivesse disposto.6) e refere-se ao corpo. Jo 11. a Noiva está pron­ ta e vestida com linho fino e resplandecente (Ap 19. Paulo foi "arrebatado até ao terceiro céu" onde "ouviu palavras inefáveis" (2 Co 12.2. E a alma consciente e o espírito dos que "m orreram em Cristo" e que "Deus os tornará a trazer com ele". que tam bém está m orto (Lc 16. No céu. pois a Noiva é a Igreja toda. porque isso é ainda m uito m elhor" (Fp 1.8). a fim de encontrá-los naquele casa­ m ento celestial com nosso Senhor. E verdade.280 morte. está consciente. conforme alguns ensinam equivocadam ente.9-11). Paulo não gostaria de deixar a vida de serviço a Cristo e à igreja apenas para cair no sono da alma. por exemplo. servindo às pessoas e a Cristo aqui na terra (v.19-31). 1 Co 15. pois achar que a p e­ quena fração da Igreja que está viva na terra à época do arreba­ tam ento deve ter alcançado um a posição desconhecida por m ui­ tos cristãos que já m orreram .24).4) e diz que não sabe se estava "se no cor­ po" ou "se fora do corpo" (2 Co 12. Tampouco ele diria que estar com Cristo é "m uito m elhor" do que ficar em um estado inconsciente em que a alma dorme. pelo bem d a­ queles que precisavam de seu ministério. Temos.

essa lim peza final pode apenas acontecer ante o tri­ bunal de Cristo (2 Co 5. Cristo declarou: "Não pas­ sará esta geração sem que tod as essas coisas aconteçam "(M t 24. por que isso não se aplica­ ria aos cristãos que são arrebatados? Por que eles não se p repara­ riam da m esm a forma? Decerto. Além disso. em bora não percam os a salvação. entre os cristãos. N inguém pod e negar que o "evangelho do Reino" não foi pregado "em todo o m u n d o " (v. É nesse m om ento que somos recom pensados ou sofremos a perda da recom pensa. Esse d ific ilm e n te é "o reavivam ento da Igreja nos últim os dias" do qual nos falam! Por­ tanto. eles d ev em preparar-se depois que chegam ao céu. duas teorias principais sobre o que Jesus quis dizer por "esta ge­ ração".34. tradu zida por "geração" pode ter mais do que um a interpretação. encontrará fé na terra (Lc 18. então o que dizer sobre aqueles que m orrerão antes do arrebatam ento? C laram ente. 31) antes que a geração para a qual Jesus falou morresse. ou que os anjos não reuniram "os seus escolhidos desde os q ua­ tro ventos" (v.34). q uando Ele voltar. assim como os críticos.11-15). acreditam que .3). Que essa. 30). O que você tem a dizer sobre isso? R e s p o s ta : A palavra grega genea. Os "preteristas". Há. Cristo até m esm o questiona se. e que "todas as tribos da terra" não viram Cristo "vindo sobre as nuvens do céu" (v. Até m esm o o sábio dorm e e n q u a n to o n o iv o ta r d a (M t 25. a Bíblia refere-se aos últimos dias da Igreja como apostasia (2 Ts 2. Cristo não Predisse o Cumprimento de tudo em sua Geração? Questão: Conforme M ateus 24. que tornará os cristão dignos de ser arrebatados para o céu. devem os observar e estar prontos para o retorno do nosso Senhor a qualquer mom ento. q uando prestarem os contas ao nosso Senhor e nossas obras serão reveladas pelo fogo (1 Co 3.10). N ão há base bíblica para u m "reavivam ento nos últim os dias".5). é u m a falsa profecia é algo que não pode ser negado.8). Portanto.U m "A:{!<tBArAM t\To" e i : \ ia "S egunda V i n d a " 3 ser levado ao céu. obviamente. 14). Somos dignos do céu por meio da obra acabada de Cristo. e apenas por ela.

Duas Teorias igualmente Indefensáveis A teoria mais p op ular (até recentemente) é sustentada por aqueles cristãos conhecidos como "futuristas".36) ou se "o sangue de todos os profetas que.22). muitos cristãos ficaram decepcionados e sentiram-se obrigados a optar pelo arre­ batam ento pós-tribulacionista. quando Israel foi restaurado a sua terra. Portanto. de fato. conforme os profetas claram ente profetizaram . Q uando 1981 veio e passou sem que houvesse o arrebatamento. que nenhum a dessas duas teorias é defensável. Por essa razão. agora. até mesmo. aqueles crentes insistem que tudo que Cristo profetizou. em retrospectiva. de for­ m a distinta dos céticos. desde a . aconteceu naquela geração. com a destruição de Jerusalém e a dispersão dos judeus. Essa crença foi fortalecida pelo fato óbvio de que m uitas das profecias da Bíblia não pod eriam ser cum pridas até que Israel. depois. E.C. de volta a sua terra. havia grande expectativa de que o arrebata­ m ento pré-tribulacionista ocorreria em 1981.282 Ele quis dizer a geração para a qual se dirigia. sub­ traindo-se sete anos. De acordo com esta teo­ ria. inclusive todo o livro de Apocalipse até o meio do capítulo vinte. Fica bem claro. abandonaram a crença de que o arrebatamento realmente aconteceria. a geração viva naquela época não corria o peri­ go de que toda a h u m a n id ad e fosse destruída com a utilização de arcos e flechas e lanças ( Mt 24. Entretanto. data calculada a par­ tir de 1948. Obviam ente. Eles acreditam que "esta geração" refere-se à geração que estaria viva na época em que Israel fosse trazido. como nossa geração com suas arm as m odernas corre esse risco. a geração que estava viva na época de Cristo certamente não poderia ser a ge­ ração à qual Ele se referia. sabemos que m uito daquilo que Cristo profetizou (conforme ob­ servado acima) não ocorreu em 70 d. correspondente à tribulação. Alguns. N ão seria justo se o julgamento de todos os pecados passados de Israel viessem "sobre esta gera­ ção" (Mt 23. nos "últim os dias". somando-se quarenta anos (a duração estimada de um a geração) e. a partir do fundam ento moral. N ero era o Anticristo. retornasse para sua terra.

. Cristo usou o term o "geração" para referir-se a todas as pessoas iní­ quas. podem os tam bém concluir que suas palavras tiveram u m a expli­ cação especial p ara os judeus. desse m odo.:. Ele estava dizendo que. Visto que Cristo estava falando para Israel. e o prantearão como quem pranteia por um unigênito. como u m todo. [. eis aqui a única m aneira p ara com preender o que Cristo quis dizer por "esta geração". podem os apenas concluir que Cristo está indicando (diverso da expectati­ va do grande reavivam ento dos últim os dias ou da conquista do m u n d o pelos cristãos) que a raça hum ana.4).41). Há um a outra variação dessa interpretação que se harm on i­ za com as Escrituras.19) e "m aligna" (Lc 11.45). : \ : ? a \ 283 fu n d a ç ã o d o m u n d o " fosse " re q u e rid o d esta g eraç ão " (Lc 11.L'm A x r b e a t a m l v a . "m á e adúltera" (12. "gera­ ção incrédula" (9.17. Certamente. em bora alguns judeus acreditassem nEle e. obviamente. Esses não são term os agradáveis e.38). "esta geração m á" (12. incrédulas e m ás de todas as épocas. e chorarão am argam ente por ele. a quem traspassaram . Ele especificou. perm aneceria como um a geração "incrédula" (Mc 9.. Lc 9. seriam parte da Igreja.51) que estava viva na época de Cristo. Zacarias profeti­ zou que Israel. A Única Explicação para o que Cristo Quis Dizer N a verdade. "um a geração má e adúltera" (16. como se chora am argam ente pelo prim ogênito. e olharão p ara mim.19) e não acreditaria até que Cristo aparecesse em meio ao A rm agedom para resgatá-los: E sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém derram arei o Espírito de graça e de súplicas.39). Israel.29). Portanto. "geração incrédula" (17. "geração adúltera e pecadora" (Mc 8. haverá um a fonte aberta para a casa de Davi e para os habitantes de Jerusa­ . perm aneceria na descrença e em rebelião até que tu d o fosse cum prido. em di­ versas ocasiões. como u m todo. como u m todo (exceto pelos poucos que crêem). descrevem a h u m an id ad e pecadora de todas as gerações.50. Tampouco seria jus­ to que qualquer julgam ento viesse sobre a geração viva na época em que Israel fosse restaurado a sua terra. S k . que a geração à qual se referia como "raça de víboras" (Mt 3. ' r.] N aquele dia.7). Portanto. perm anecerão na incredulidade e em rebelião contra Deus até o últim o mom ento.

Estão convencidos de que Cristo voltará à terra para governar aqui.9). ressuscitará os m ortos e nos levará p ara que nos encon­ tremos com Ele nos ares (1 Ts 4. não pod em ser enganados por um a falsifi­ cação que pode apenas governar a terra. não para nos levar ao céu. Eles dizem que aqueles que acreditam no arrebatam ento ficarão tão chocados ao se defrontarem com o Anticristo que serão iludidos e pensarão que ele é Cristo. aqueles cujo "Cristo" os encontrará na terra. há algo que ele não p o de fazer: ele não pode ressuscitar os mortos nem levar os cren­ tes vivos aos céus. e a provarei. e ela dirá: O Senhor é m eu Deus (Zc 12. e eu a ouvirei. como se prova o ouro. Q uanto a ser iludido e passar a acreditar que o Anticristo é Cristo. protege-nos disso.13-18).1. não é mesmo? R esposta: O verdadeiro Senhor Jesus Cristo. e que Ele não pode assim fazer até que tenham os estabelecido o Reino para Ele. ela invocará o m eu nom e. que nos arrebatará para o céu..] E farei passar essa terceira p arte pelo fogo. na verdade. . Temos de Estabelecer o Reino para Cristo Governar? Q uestão: Tenho. q uando aqui chegar para governar o Reino que eles estabeleceram em seu nome. 13. a crença no arrebatam ento.10).284 lém. estarão. mais um a vez. Isso faz m uito sentido. contra o pecado e contra a im pureza. Aqueles que estão à espera de Cristo. e a purificarei. Por conseguinte. [. Embora o Anticristo seja capaz de fazer grandes sinais e prodígios pelo pod er de Satanás (2 Ts 2. direi: E m eu povo. conforme a Bí­ blia diz. como se purifica a prata. servindo ao Anticristo..9.10. Isso é m uito claro quando alguém aceita o que a Bíblia ensina sobre o arrebatam ento. com freqüência. entrado em contato com cristãos que parecem am ar o Senhor e que crêem que temos de tom ar o m u n d o e estabelecer o Reino antes da volta de Cristo.

A religião de Jesus Cristo tem o objetivo de derrubar todos os outros sistemas de religião do m undo denunciando-os como inadequados às necessidades do homem. — P r o f e s so r S i m o n G r e e n l e a f Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. quem crê em mim.6 . falsos em seus fundamentos e perigosos cm suas tendências. ainda que esteja morto. e parece bastante possível que um ser racional as trate com mera indiferença ou desdém. viverá. 2 5 . e a vida.2 6 Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho.. — jo ão 1 4 . e todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá. e a verdade. Ninguém vem ao Pai senão por mim.. Essas não são afirmações comuns. Crês tu isso? — João 1 1 .

Que Jesus Cristo é o único cam inho para o céu é algo que pode ser facilmente com provado.VANGELHO QUE S ALVA Todos os Caminhos Levam ao Mesmo Local? Questão: Acho m uito ingênuo e objetável que os cristãos afir­ m em que o cristianismo é a única religião verdadeira. é extrem am ente dogm ático e inflexível — m ais do que q ualqu er coisa que o cristianism o ensina. Tampouco algum fato pode justificar . Ao contrário. devem os todos acabar no mesmo lo­ cal. Eu rejeito esse dogm atism o e reservo-m e o direito de esco­ lher m eu destino eterno. N o entanto. O cristianismo ensina que há dois destinos. como a m aioria das pessoas. essa noção p erm ite que todos p eg u em o cam inho de sua escolha. m as insiste que ind ep en d en tem en te de qual caminho pegam os. e que cada pessoa tem a liberdade de escolher u m dos dois: o céu ou o inferno. ap aren tem en ­ te considera a noção p o p u la r de que "estam os todos p eg an d o cam inhos distintos para chegar ao m esm o local" como algo merecidam ente tolerante. Será que não estamos todos pegando cam inhos distintos para chegar ao m esm o local? R e s p o s ta : Você.

A escolha é sua — ou você acredita nas boas novas cuja punição já foi paga e recebe o Senhor Jesus como seu Salvador ou rejeita-o. A penas Cristo (que é Deus e hom em em um a pessoa) foi ca­ paz de pagar a punição infinita que sua própria justiça exigia. apenas Deus pode decidir quem entrará ali. Zoroastro. e apenas Ele pode estabelecer as condições para isso. Sua ressurreição e ascensão ao céu provou esse fato. N ão podiam nem m esm o pagar por seus próprios pecados e ain­ da estão em sua sepultura. em m inha opinião. Q ue loucura insistir em pegar seu próprio cam inho para o céu. Confúcio. Inflexível e Dogmático? Q uestão: H á milhares de religiões no m undo. N en hu m a das religiões do m u nd o (o cristianismo não é um a reli­ gião. Você o escolheu sozinho. Insistir que apenas um a (conforme os cristãos afirmam) está correta e todas as outras erradas é. lembre-se que você jamais pode culpar a Deus por seu destino. Todos nós sabemos que violamos a lei de Deus e que a obediên­ cia perfeita dessa lei no futuro (mesmo se isso fosse possível) não pod e com pensar pelo fato de não a ter cum prido no passado. N em Buda. algo tão inflexível e dogmático que deixa de ser plausível. u m local em que você jamais esteve nem sabe como lá che­ gar! Obviam ente. e cada uma responde às necessidades de um a cultura ou indivíduo em p arti­ cular. O exclusivismo religioso viola o direito do hom em de escolher livremente seu sistema de crença? R esposta: Temo que você pressuponha a existência de um deus que você criou e um a teologia que se ajuste ao seu deus. Apenas fu n ­ dam entad o nisto os pecadores p o d em ser perdoados.288 qualquer reclamação. M aomé ou qualquer outro fund ador de um a religião jamais afirm ou que pagaria a punição pelos pecados do m undo. um a vez que Cristo ofereceu-se esponta­ neam ente pela graça como Salvador de todos que nEle acredi­ tam. mas um relacionamento com Deus por interm édio de Cris­ to) oferece um fundam ento justo para que Deus perdoe os peca­ dos e acolha o pecador em sua presença. Qual será sua escolha? Se for essa última. .

A natureza da realidade exige que haja absolutos im utáveis. não seria razoável que a realidade espiritual fosse tam bém tão exatam ente definida? Im agine que você fosse ao m édico p ara ser exam inado e ao receber o diagnóstico. como você pode confiar em um a idéia igualm ente tola de que qualquer coisa leva a Deus e de que Ele não tem u m diagnóstico exato do pecado e nem um rem édio específico? Imagine-se em u m avião escutando esta com unicação prove­ niente da cabine do piloto: "Eu não sou inflexível e dogmático. Assim. Você gostaria de voar com esse louco? Você não optaria por um piloto inflexível. O que você prefere? A cirurgia de coração é bastante p o p u la r ulti­ m am ente. Todos sabem que para voar de avião ou praticar a medicina ou até m esm o assar um bolo é preciso seguir procedim entos es­ pecíficos. perm itin do qualquer resposta em um teste de m atem á­ tica desde que o aluno fosse sincero. apenas apertarei alguns botões e verei onde isso nos leva. Portanto. Este universo não p oderia funcionar sem leis físicas definidas e previsíveis. por que ela deve ser aceitável quando se trata da coisa mais im portante em nossa vida — nosso destino eterno? Será que Deus se preocu­ pa m enos com a ordem no céu do que com a ordem aqui na ter­ ra? Será que Ele se preocupa m enos com as coisas referentes ao espírito eterno do que com as do corpo tem poral? Dificilmente. Você con­ fiaria nesse médico? E claro que não! Portanto. dogm ático e fundam entalista que sabe aonde está indo e segue as regras para ali chegar? Sua teoria sobre religião levaria ao caos e à destruição se fos­ se posta em prática em nossa vida cotidiana. ele lhe dissesse: "Eu não seria tão inflexí­ vel e dogm ático a ponto de apresentar u m diagnóstico preciso. Por quê? Porque acusar a matemática de ser inflexível e dogmática é um a acusação totalm ente sem sentido. ou eu poderia fazer u m transplante de rim. Acho que todos têm o direto de fazer a operação de sua escolha". E até m esm o im possível participar de um jogo sem re­ . Todas as direções levam ao m esm o destino".Ev a n g e l h o que Sa l v a 28. Assim.9 Im agine se eu dissesse que a matem ática é inflexível e dogm ática e que tivéssemos de ser mais tolerantes em relação à soma dos núm eros. Tal sugestão seria irracional.

por que tentar evitar as regras que Deus estabele­ ceu para o estado de espírito? Por que não aceitar as Boas Xovas do evangelho? As Boas N ovas são explicadas nestes versículos. Como podem os saber se os que não ouviram acreditariam caso o tivessem ouvi­ do? Deus sabe quem creria e quem não creria no evangelho. Portanto. m as tenha a v id a eterna.6). e .] N inguém vem ao Pai senão por m im " (Jo 14. A ioga nem m esm o é capaz de pagar u m a m ulta de trânsito. que ouviram o evangelho de Cristo e o rejeitaram. talvez bilhões. Que tolice seria recusar-se a seguir o m apa. m as para que o m u n ­ do fosse salvo p o r ele. p ara que todo aquele que nele crê não pereça.16-18). p o rq u a n to n ã o crê no n o m e do unigênito Filho de Deus (Jo 3.. que geralm ente são os prim eiros que toda criança aprende de cor na Escola Dominical: Porque Deus am ou o m u n d o de tal m aneira que deu o seu Filho unigênito.. m as quem n ão crê já está c o n d e n a d o . nem im pedirá que o arsênico m ate a pessoa que o ingeriu p o r engano. A sinceridade não leva os astronautas à lua. H á bilhões de pessoas vivas hoje e que já viveram no passado que jamais escutaram falar de Cristo e do cristianismo. Tampouco o com parecim ento à igreja ou as boas obras podem pagar por pecados passados. Q uem crê nele não é condenado. N ão faz o m enor sentido viajar de um a cidade no oeste do país p ara outra que fica no leste sem u m mapa. Porque Deus enviou o seu Filho ao m u n d o não p ara que condenasse o m u nd o.2 30 gras. Todos eles estão condenados? R e s p o s ta : H á tam bém milhões de pessoas. apenas porque são restri­ tivos em insistir que qualquer estrada que vá p ara qualquer dire­ ção servirá a seu propósito! Q uanto m aior é a loucura de insistir que qualquer cam inho que seja seguido de forma sincera levará um a pessoa ao céu! E quanto aos que jamais Ouviram Falar de Cristo? Q uestão: O m elhor argum ento que conheço para não acredi­ tar em Jesus é sua afirmação: "Eu sou o cam inho [.

Caso contrário. A pala­ vra hebraica alma. Em Israel um a jovem m u ­ lher solteira tinha de ser virgem. e viu-o. a citação desse versículo. poderia sig­ nificar qualquer coisa exceto virgem.Ev a n g e l h o que Sa l v a 2âi podem os ter certeza de que Ele. Além disso. tradu zida por virgem. de onde D eus o chamou. portanto.14 ("Portanto. é verdade que alma significa "m ulher jovem".56). a grande m aioria das pessoas re­ jeitou essa revelação e preferiu a adoração de ídolos e a im orali­ d ad e sendo. vosso pai. M eu pastor está correto? R esposta: Sim. clam arem a Deus em arrependim ento por sua salvação receberão. Entretanto. 20). Romanos 2. o evangelho. No entanto. Alma jamais se refere a um a m ulher casada. esse seria um sinal para que um a m ulher não virgem concebesse e desse à luz um filho. exceto para significar um a jovem m ulher virgem. realm ente significa "m ulher jovem". leva o seu conhecimento a todos os que o abraçariam. em Isaías 7. e dará à luz u m filho"). sabe que u m D eus de infinito po der é o criador do hom em . tan­ to por católicos rom anos quanto por outros cristãos como um dos fundam entos do cristianismo. exultou p o r ver o m eu dia. A penas o mais veem ente crítico argum entaria que alma.14.15 acrescenta que toda pessoa sabe em sua consciência que violou as leis de Deus e está sob o julgam ento divino. Todos que. a despeito disso. graças à convicção da consciência do Espírito Santo. Se Deus pôde fazer isso p or Abraão. M eu pastor diz que a Bíblia n em m esm o ensina isso. e alegrou-se" (Jo 8. o m esm o Senhor vos dará u m sinal: eis que um a virgem conceberá. Jesus disse: "Abraão.18-32 afirma que toda pessoa. ela jamais foi usada no Antigo Testamento. "inescusáveis" (v. de algum a maneira. N ão vejo por que isso é essen­ cial. A braão cresceu no p a ­ ganismo. no N ovo Testa- . graças ao universo que a rodeia. mas. O Nascimento Virginal Foi Essencial? Q uestão: O nascim ento virginal de Jesus é apresentado. Romanos 1. ela seria apedre­ jada. p ode fazer por qualquer pessoa. Dificilmente. de um a forma ou de outra. na m aioria das Bíblias.

pela ação de um indivíduo o resgate é realizado e. Cristo disse que Ele veio à terra para que "o m u n d o fosse salvo por Ele" (Jo 3. Sugerir que essa salvação pudesse tornar-se antiquada e sem significado seria cômico. não é difícil com preender o que significa ser salvo. não poderia ter sido criado por meio de um a re­ lação sexual norm al. mas real. seu corpo ["mas corpo me preparaste"] (Hb 10. tamente.232 m ento (Mt 1. e o cristianismo seria um a farsa. O que isto significa? R esposta: N o reino físico. o que significa. Jesus. não haveria salvação. sem sombra de d ú ­ vida. desse modo. Crime m aior seria p ersu ad ir alguém de que não há necessidade p ara a salvação eterna! O indivíduo precisa ser salvo ou não precisa ser salvo. mas apenas pelo poder criativo de Deus que fez conceber o ventre de um a virgem. portanto. quer de u m afogamento. Para confirmar isso. Se Jesus Cristo não nasceu de um a virgem. Seria u m crime persuad ir alguém que está se afogando ou que necessita ser res­ gatado de um prédio em cham as a rejeitar a ajuda do serviço de em ergência apenas porque ser salvo não está mais "em voga". esse indivíduo é corretamente denom inado de salvador. Xo entanto.23). quando tor­ nou-se hom em . Essa necessidade não é um a questão de gosto. significa "virgem". não está em voga em m uitos seminários e igrejas. Pedro declarou o seguinte a respeito de Cristo: "E . quer da falência. O que Significa Ser Salvo? Q uestão: O term o "salvo" não é m uito claro para mim. para ser nosso Salvador e pagar a punição infinita exigida pela justiça de Deus. utiliza a palavra grega que. Cer-. então ele era um hom em com um que teria de m orrer por seus próprios pecados e não poderia morrer pelos pecados do m undo. em que.5). Se Jesus não tivesse nasci­ do de um a virgem. que todos precisam ser salvos.17). eu o encontro na Bíblia e no N ovo Testamento. Por ser Deus. quer de algum outro desastre. tinha de ser Deus que veio a terra como hom em .

tu e a tua casa" (At 16. Se perdesse a missa e morresse com esse p e­ cado m ortal antes de me confessar. pelo qual deva­ mos ser salvos" (At 4.15). estaria perdido para toda a eternidade. obedecer aos dez m andam entos. e outras afirm am o contrário. fazer boas ações e m orrer com a graça santificadora em sua alm a". dos quais eu sou o principal (1 Tm 1.31).12). Paulo afirm a isso da seguinte forma: Esta é um a palavra fiel e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao m und o.Ev a n g e l h o que Sa l v a 293 em n enhum outro há salvação. Como posso saber qual é a verdade? R esposta: Sua questão é a seguinte: "O que preciso fazer para ser salvo?". Desde que abandonei o catolicismo. A resposta concisa que ele m esm o d eu é a verdade que você busca: "Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo. Nossa consciência confirma o que a Bíblia declara: pecado­ res (o que todos nós somos) precisam da salvação para escapar ao julgam ento que D eus decretou p ara o pecado. fiquei ainda mais confuso com os ensinos contraditórios das igrejas protestantes denominacionais. nossa responsabilidade m oral para com Ele. d ad o entre os hom ens. O que D evo Fazer para Ser Salvo? Questão: Estou confuso sobre como alguém obtém a salvação. U m a idéia fora de moda? Algo que não está em voga? Impossível! E aqueles que assim afirm am negam os elementos básicos da existência de Deus. Foi exatam ente a m esm a pergunta que o apóstolo Paulo fez. Sou católico e m eu catecismo favorito afirma: "O que é necessário p a ra ser salvo? Você d ev e ser b a tiz a d o . orar. a violação de suas leis e nossa necessidade óbvia da salvação que Ele nos oferece am orosam ente como um dom gratuito de sua graça. A lgumas dizem que o batismo é essencial para a salvação. porque tam bém debaixo do céu n enh um outro nom e há. e outras afirm am o contrário.30.: Isso parece im por um fardo impossí­ vel de ser carregado. p e rte n c e r à igreja estabelecida por Jesus Cristo. . para salvar os pecadores. re­ ceber os sacramentos. A lgumas afirmam que a santidade e o falar em línguas são necessários.

m em bresia. Sugerir que algo m ais é necessário á o m esm o que neg ar o ensin am ento claro da Bíblia. após tirar seu avental de barbeiro e vestir sua toga. Obviam ente. Deus. Ele p erguntou ao policial: "Q ual é a acusação"? . como Ele conquistou nossa salvação e por que preci­ samos ser salvos. Ele oferece perdão completo e vida eterna no céu p ara todos que se arrependem de seu pecado con­ tra Deus e recebem o perdão que o senhor oferece em Cristo. tirou u m m artelo da gaveta reservada ao tribunal e ped iu ordem no recinto. A salvação vem única e exclusivamente por meio da f é em Cristo. fundam entado nesse fato. M aria e outros santos. O juiz. ilustra esse ponto m uito bem. a saber. levou sobre si nossos pecados e pag ou a punição infinita que merecíamos. graças ao seu grande amor. As­ sim. um policial de motocicleta p e­ diu que ele parasse no acostamento. Q u an do estava dirigindo através de um a pequena cidade no sudoeste dos Estados Unidos. boas ações ou qu al­ q u er o utra coisa. pois Ele não é u m de nós. Com seu amor. Se Cristo não foi capaz de com pletar nossa salvação. penitência. então não seria benéfico que p ro cu rássem o s ajuda com plem en tar em outros lugares. m ultou-o e im ediatam ente o trouxe diante do juiz local p ara que pagasse a multa. missa. A história a seguir. A Bíblia jam ais sugere que C ris­ to p o d e apenas nos salvar parcialm ente e que d ep en d e m o s de nós ou de alg um outro p seu d o -salv ad o r p ara co m plem en tar o que Cristo não foi capaz de fazer (e o senso com um tam bém rejeita essa idéia). poderia de certa forma pagar essa punição que sua justiça exige. u m relato verdadeiro. A justiça infinita de Deus exige um a punição infinita p ara violação de sua santa lei. a pessoa precisa conhecer quem Ele é. o juiz era o barbeiro e Billy G raham teve de esperar até que ele acabasse de atender um freguês. Deus se tornou hom em por meio do nascim ento virginal. Como seres finitos jamais poderíam os p agar essa punição infinita. Ele jamais deixou de ser Deus (um a im possibilidade). Por conseguinte. No entanto. e ficaríamos separados de Deus por toda a eternidade.29b O bserve que Paulo não disse n ad a sobre batism o. mas isso não seria correto. um ser infinito. conforme me lem ­ bro daquilo que Billy G raham contou. que Cristo é o único S alvador dos pecadores. para crer em Cristo.

N ovamente. O juiz batendo o m artelo disse firmemente: "Isto lhe custará vinte dólares. e essa m ulta precisa ser paga. N a verdade. portanto tenho de aceitar aqui­ lo que o policial declarou". A m ulta foi escrita e deve ser paga". este hom em estava diri­ gindo a sessenta quilôm etros em um a região em que a velocida­ de perm itida era quarenta quilôm etros por hora". batendo seu m artelo declarou: "Isso lhe custa­ rá vinte dólares. Posso ser. mas nós não podem os pagar a punição infinita que pesa sobre nós. A seguir. agora um hom em livre. Q uando a conversa parecia ter term inado. Deus.Ev a n g e l h o que Sa l v a 235 O policial respondeu: "Excelência.23). Assim. (Obviamente. Isso foi exatam ente o que Cristo fez por nós. retirou dali vinte dólares e os pôs na gaveta reservada para o tribunal. pagou a punição e dá-nos o recibo que com prova nosso pagam ento no m om ento em que recebemos o Senhor Jesus Cristo como nosso Salvador. U m dólar por cada quilôm etro em que você ex­ cedeu o limite". Portanto. isso foi a muito. Ele alcançou a gaveta da barbearia. O juiz. Billv G raham poderia facilmente ter pago os vinte dólares. U m a m ulta foi escrita no céu para todos nós: "Porque todos pecaram e destituí­ dos estão da glória de Deus" (Rm 3. q uand o o juiz o interrom peu: "Já o vi em algum lu­ gar?" Depois. ao exam inar mais de perto e antes que seu famoso réu pudesse responder. pois Deus desem penha sua função de juiz de forma hones­ ta. . Billy G raham tirou sua carteira do bolso e come­ çou procurar pela quantia necessária. N essa história. a m aior parte do tem po. perguntou-lhe: "O que o senhor tem a declarar?" Billv G raham disse: "Excelência. m uito tem po atrás!) Billy retirou sua carteira. ele exclamou: "E claro! Você é o Billly Graham! Q ue grande honra! Eu já o vi na televisão. ela tor­ nou-se tão amigável que Billy G raham pôs sua carteira no bolso.. ao tornar-se hom em para m orrer em nosso lugar. o juiz. escreveu um recibo e o entregou a Billv Graham. abriu-a e com eçou a contar as notas de dinheiro. tiveram um a conversa amigável. voltando-se para Billy Graham. mas tento desem penhar m inha função de juiz de forma honesta.. Billy virou-se para sair." A seguir. mas o juiz foi mais rápido. apenas u m b ar­ beiro. não estava olhando para o velocímetro.

ele está falando de algo diferente da idéia que esses h o ­ mens prom ovem . toda a criação revela a glória e o poder de Deus. Este só pode ser apresentado pela Palavra de Deus. Ele teria de organizá-las de tal forma que elas formassem claramente . mas algo a respeito deles me deixou um tanto p er­ turbado. The Gospel in the Stars ("O Evangelho nas Estrelas"): "Você p od e observar as estrelas na constelação de Vir­ gem em palidecerem. que prom ove a tese de Seiss. com freqüência. jamais afirma que esses sinais apresentam o evangelho. e The Gospel in the Stars ("O Evangelho nas Estrelas"). in dep en d en te­ m ente da língua que falem. testem unhou isso e sabia o que significava? R esposta: Não. A Bíblia diz: "Os céus m anifestam a glória de D eus" (SI 19.3 Mas sem Cristo como salvador não há evangelho! D. pois p o d em ser claram ente vistos "pelas coisas que estão cria­ das" (Rm 1. pod e assim fazer".20). Aqueles que prom ovem essa visão adm item que o evange­ lho não po de ser visto nas estrelas a não ser que haja um a inter­ pretação bastante im aginativa. Bullinger.2M O Verdadeiro E v a n g elh o Está nas Estrelas? Q uestão: Li recentem ente dois livros.3). adm ite em seu sermão. Paulo afirm a que o céu pode ser "claram ente" visto por qualquer u m que os observa. Witness of the Stars ("O Testemunho das Estrelas"). É verdade que o evangelho está realm ente nas estrelas e que o hom em da antiguidade. Seiss. de Joseph A. O bvia­ m ente. com preendem essa m ensagem (SI 19.1). antes do dilúvio. Seiss confessa que "o m u n d o das estrelas n ão d e clara n em m o s tra C risto com o R edento r. de E. e que todas as pessoas. mas essa constelação jamais terá a aparên ­ cia de u m a m ulher!" No entanto. Nenhuma Imagem Pode Apresentar o Evangelho Se Deus quisesse que as estrelas pregassem o evangelho. James Kennedy. Embora a Bíblia.W. N a verdade. e. tam pouco. afirme que o céu nos é dado por meio de "sinais". Eles são interessantes. a Bíblia jamais nos diz que o céu ou qualquer outra parte da criação declarou o evangelho. N o entanto.

quem poderia saber apenas por olhar para essa confi­ guração no céu que Cristo. adm ite que não foi com um ente atri­ buído a elas por m uitos séculos. o m esm o não foi pre­ gado nas estrelas — certamente não em "toda a sua extensão e am plitude". Marcos 13. independentem ente da clareza com que as estre­ las foram posicionadas. as "im agens" associadas. A im a­ gem mais clara que as estrelas nos oferecem é o Cruzeiro do Sul.14. e jamais são associados com as estrelas ou com o testem unho da criação. portanto. poderia apresentar o evangelho. A palavra "evangelho" é utilizada 101 vezes em 95 versículos da Bíblia (todos no N ovo Testamento). Ele afirma que recuperou esse verdadeiro significado por meio de m uita pesquisa — um signi­ ficado que ele. na verdade. no futuro.Ev a n g e l h o q ce Sa l v a 297 as imagens que Ele desejasse que os hom ens vissem nelas. falharam na realização de seu propósito. No entanto. em um a cruz por nossos pecados e que Ele é o perfeito e im aculado Filho de Deus que pagou a punição que sua própria justiça infinita exigia? N enhum a im agem visual poderia explicar esses fatos! N a verdade. com algum as constelações estão abertas a incontáveis interpretações e. de forma criativa.O evangelho é sem pre pregado por pessoas e deve ser perfeitam ente claro e bem com preendido p ara que cause qual­ quer efeito. Além do mais. . Esse fato óbvio arruina com pletam ente essa tese. portanto. O suposto "evangelho nas estrelas" falha em relação a esses critérios. Portanto. conforme Seiss entusiasticam ente declara. Portanto. O maior propósito p ara a obra de Seiss. não carregam dentro de si m esm as qualquer salva­ guarda de sua suposta m ensagem — um a m ensagem que Seiss reconhece que foi profundam ente corrom pida. em M ateus 24. novam ente. pois de fato é impossível p ara que eles em si m esm os e por si mesm os assim façam. não é possível que meras imagens visuais. Obvia­ mente. Sem a Bíblia e apenas com as estrelas p ara observar. morreria ou já morrera.10 dentre outras passagens indicam que o evangelho ainda precisa ser pregado para todas as nações. jamais poderíam os com preender o evangelho. dan do origem à astrologia e ao ocultismo. esses sinais m aravi­ lhosos. Ele não fez isso. Além do mais. é dizer-nos o que esses supostos "sinais" realmente sig­ nificaram em épocas passadas.

Seiss declara veem entem ente que "todas as grandes doutrinas da fé cristã eram conhecidas. provando que D eus falou com o hom em e verdadeiram ente lhe devi a revelação das verdades e esperança exatam ente como foram escritas em nossas escrituras. apreciadas e registradas [nas estrelas] desde as prim eiras gerações de nossa raça.25. Supõe-se que é possível convencer qualquer pes­ soa a com prar qualquer pro d u to se a p ro pag and a for espalhafa­ to sa e se a a p re s e n ta ç ã o do p r o d u to for correta. Infelizmente. N ão há algo errado nisso? O u eu sou m uito exigente? Resposta: Sua preocupação tem fundam ento. Fp 4. Parece-me que o ape­ lo p ara "vir a Cristo" está ligado à libertação de problem as de saúde. Acautele-se contra o Evangelho Mercenário! Questão: Algo m e perturba em relação a algum as cruzadas evangelísticas e cultos dos quais participei.15. em ocionais etc.10). Em outras épocas. 2 Tm 1. m ais pro p riam en te do que o m u n d o por vir. Dificilmente isso é consistente com a teoria de que o evangelho foi proclam ado nas estrelas por milhares de anos antes de Cristo. Jesus Cristo tornou-se um "produto" que deve ser em pacotado e negociado com as mesmas .298 A Bíblia afirma que o evangelho começou a ser pregado com o advento de Cristo (Mc 1. G ra n d e s corporações gastam bilhões em pesquisa e pro paganda a fim de que seu p ro d u to seja co n su m id o p o r u m m ercado b asta n te abrangente. Para muitos evangelistas e igrejas.1.4A Bíblia jamais apresenta n en h u m indício de tal fato. acredi­ tadas. No entanto. Nossa geração está obcecada com núm eros e um a falsa visão de sucesso que reflete os valores deste m u n d o . as quais são altam ente apreciadas pelos crentes cristãos". financeiros. grifo do autor). pareceu-me que o apelo fundam entava-se m ais na em oção do que na verd a­ de. como tam bém indica que fora anteriorm ente um mistério até que "a revelação do mistério que desde tem pos eternos esteve oculto" (Rm 16. m esm o q uan do o verdadeiro evangelho havia sido pregado. essa m entalidade foi introduzida da m esm a form a na igreja.

The Humiliation ofthe Word ("A H um ilhação da Pãlavra"): Hoje. eles me crucificarão. da universidade da Costa Rica. De form a similar. Jesus dis­ se: "Se alguém quiser vir após mim.5 Q uando Cristo era abordado p o r aquelas pessoas que se ofe­ reciam para segui-lo. em vez do único remédio para o pecado e o livramento da condenação. faça logo a inscrição dele! João. e o evangelho. Ali. d ep e n d e quase que total­ m ente d a im agem . antes que ele m u d e de idéia!" Ao contrário. nem como alguém que curará nosso corpo ou fará prosperar nosso casam ento ou negócio. N a verdade.Ev a n g e l h o que Sa l v a técnicas que. Portanto. verdade ou coerência do argum ento. tome sobre si a sua cruz e siga-m e" (Mt 16. nos Estados Unidos. Cristo é apresen­ tado como um a panacéia. não d a substância. oferecem-nos música e entretenimento para que "o clima" fique apropriado. p o r exemplo. em particular. m uitas vezes. em vez de resp on der a nossa necessidade de ser espiritualm ente desfiado e alim entado p or meio da expo­ sição sólida das Escrituras. a igreja é condescendente com nosso dese­ jo de nos "sentir bem ". A igreja eletrônica. tam ­ bém deve pegar sua cruz im ediatam ente!" Isso mesmo. Cristo não pode ser apresentado como u m líder inspirador que nos ajudará a nos sentirm os m elhor conosco m esm os. é diluído para tornar-se o mais palatável possível. Ele não dizia a seus discípulos: "Pedro. se você realm ente quer m e seguir. Conforme Joyce Main Hanks. dê-lhe o cargo de diácono! Apressem-se. os políticos são "eleitos" apenas se eles projetam um a im agem atraente na televisão. obtiveram sucesso no m undo. renuncie-se a si mesm o. declara no prefácio da tradução que ela fez da obra de Jacques Ellul. A reação aos "debates" presidenciais. hoje há m uitas atitudes que podem os denom inar de en­ ganosas na apresentação do produto evangélico. ser­ ve n o sso desejo p o r e n tre te n im e n to em vez d e a lim e n ta r o discipulado autêntico e a m atu rid ad e . leve-o p ara participar do coral! Tiago. você quer me seguir? Deixe-me lhe dizer p ara onde vou.24). com provadamente. Ao contrário. Estou indo em dire­ ção a um m onte fora de Jerusalém cham ado Calvário. Cristo dizia o seguinte: "Bem. Ele precisa ser apresentado como o Salvador daqueles que sabem que merecem a punição . Em vez da verdade.

sofrendo per- . será que ele perderá a salva­ ção ao acreditar no batism o infantil? Será que ele perde a salva­ ção ao crer que a com unhão é realmente o corpo e o sangue de Cristo. in depen dentem ente de ser cham ado católico. então ela se defrontará com um conflito irreconciliável com as doutrinas e práticas de sua igreja. Se. conforme o Senhor disse que era? Será que ele perde a salvação se acreditar no purgatório? Resposta: Q ualquer pessoa que acreditar que o evangelho “é o p o d er de Deus para salvação de todo aquele que crê" (Rm 1. Todos que recusam a verdade rece­ berão a grande decepção de acreditar na mentira de Satanás "para que sejam julgados todos os que não creram a verdade. porque ele é verdadeiro. m etodista ou qualquer outro nome. conforme você sugere. Pela lógica. quiserm os ver a salvação genuína. pois eles são diam etralm ente opostos. como um a pessoa pod e acreditar que o sacrifí­ cio de Cristo na cruz por seus pecados é u m fato histórico consu­ m ado e que Ele agora está à direita de Deus Pai no céu em um corpo ressurrecto e glorificado. é salvo. Por exemplo. tiveram prazer na iniqüidade" (2 Ts 2. batista.16). Quem realmente É Salvo? Q uestão: Se um católico rom ano crer de todo coração no Se­ n h or Jesus Cristo e estiver com prom etido a servi-lo como Senhor e se crê que a única m aneira para seus pecados serem perdoados é p o r meio da m orte de Cristo. acreditar nos princípios do catoli­ cismo. ao m esm o tempo. A seriedade do evan­ gelho precisa ser resgatada se. e ao m esm o tempo. é im possí­ vel para u m católico rom ano verdadeiram ente crer no evangelho que salva e.12). em vez da abundância de falsas profissões de fé.300 eterna de Deus e que não pod em salvar-se a si mesmos. acreditar que Ele existe corporalm ente no altar católico na hóstia. Temos de cham ar os pecadores ao arrependim ento e acreditar no evan­ gelho. a igreja católi­ ca "crer de todo coração no Senhor Jesus Cristo". ele não será salvo? Suponha que um a pessoa obtenha a salvação apenas pela fé. antes. entretanto. como expiação para esses peca­ dos e se arrepender.

"8 Com o alguém pod e "perpetuar" u m ato que foi consum ado no passado? Isso é logicam ente impossível. "Cristo perpetua de um a forma não sangrenta o sacrifício oferecido na cruz . ao m esm o tem po. ao oferecer-se a si m es­ mo ao Pai para a salvação do m undo por intermédio do ministério ..30) e. por meio de seu sacrifí­ cio na cruz. crer que "a obra de nossa redenção" ainda está no processo de ser conquistada por meio da eucaristia (conforme o Concilio Vaticano II afirma)?7 Com o um a pessoa p o d e crer que a obra redentora de Cristo na cruz está "consum ada". crer nessas duas possibili­ dades ao m esm o tempo. ao m esm o tem po. O Concilio Vaticano II afirma que.. a dívida de nosso pecado foi paga de form a total e. na missa. participar da missa que pretende ser um pagam ento ad i­ cional para essa dívida? The Code of Canon Law ("O Código da Lei Canônica") declara que "a obra de redenção é continuam ente consum ada no mistério do sacrifício da eucaristia. Como alguém po de crer que por meio da m orte e ressurreição de Cristo ocorrida praticam ente há dois mil anos.12) e. A lguém po de lembrar-se ou comemorar um evento passado. se procurar usar raciocínio lógico. obteve para nós "um a eterna redenção" (Hb 9. crer que a m issa é a perpetuação do sacrifício de Cristo? É difícil para qualquer pes­ soa. O Evangelho Católico Como alguém pode crer que Cristo.Ev a n g e l h o q ue Sa l v a 304 petuam ente as agonias da cruz (conforme o Concilio Vaticano II afirma) "no sacrifício da m issa"?6 Obviamente. Como você pode saber qual é aque­ la que os católicos verdadeiramente acreditam. m as ninguém pode perpetuálo no presente. se eles professam ambas? O perm anecer na igreja católica rom ana e continuar a p ar­ ticipar do "sacrifício da missa" certamente indicaria fé nessa igreja e em seus dogmas."uO Concilio Vaticano II diz que a m is­ sa é "um sacrifício no qual o sacrifício da cruz é perpetuado" e nessa celebração "nosso Senhor é imolado. ao m esm o tem po. conforme Ele m esm o disse (Jo 19.. em vez de um verdadeiro evangelho bíblico. essas duas crenças contraditórias não podem ser sustentadas ao m esm o tempo..

.. e Ele nos dá a graça e o d o m do arrependim en­ to.uma vez se m anifestou. ao m esm o tem po em b a ­ tism o. No entanto. p ara obter a salvação.] não há mais oblação pelo pecado (Hb 10. Uma Escolha a Ser Feita N inguém p o d e acreditar em Cristo. sacram entos e boas graças da igreja católica rom ana. aparecerá segunda vez. oferecendo-se um a vez. quer seja católica quer seja qualquer outra.26. h avendo oferecido um único sacrifício p e ­ los pecados. para tirar os pecados de m uitos. mas foi consum ado de um a vez por todas na cruz. [. aperfeiçoou p ara sem pre os que são santificados. depois. Se eu me oferecesse para pagar totalm ente um débito em seu lugar. [. Mas este [Cristo].28). a Bíblia claramente afirm a que o sacrifício de Cristo não está continuam ente sendo oferecido no presente. grifo do autor).. As m uitas orações feitas a M aria para "a ob­ tenção do perdão de seus pecados e da vida eterna" são em si m esm as um a prova de que o católico não crê em Cristo para sua salvação. aos que o esperam para a salvação (Hb 9. oferece-se a si m es­ m o na cruz" (Denzinger 1743). ..] Porque. e perdoa nossas m ás ações e pecados até m esm o os mais gra­ ves. será que se você continuaria p ed in d o para que al­ guém mais pagasse esse débito? Isso não seria evidência sufici­ ente de que você não creu em m inha oferta nem a aceitou? N in g u é m p o d e crer em C risto e. sem pecado. com uma só oblação. enquanto estiver olhando para a igreja.302 dos padres". P aulo escreveu: . o qual foi retirado de um dicionário católico: A missa é verdadeiram ente um sacrifício propiciatório. o que significa que por meio dessa oblação "podem os satisfazer a exi­ gência do Senhor.1 0 Eis aqui um breve resumo do ensinamento católico oficial sobre a missa.. Assim tam bém Cristo.12-18.. Pois a vítim a é um a e a mesma: Ele que faz a oferta por meio do m inistério dos padres e*Ele que. para aniquilar o pecado pelo sa­ crifício de si mesmo. está assentado p ara sem pre à destra de Deus.

o purgatório. O catolicismo rom ano acrescentou. as indulgências. Esse evangelho falso não pode sal­ var. os católicos acreditam nos fundam entos do evan­ gelho: que Cristo é Deus. Assim como já vo-lo dissem os. sinceramente crer em duas proposições contrárias. No entanto. ao m esm o tempo. m orreu na cruz por nossos pecados. os quais o Concilio de Trento e o Concilio Vaticano II dizem que são essenciais à salvação. que veio à terra por meio do nascim en­ to virginal. viveu de m odo perfeito e im aculado. N o entanto. E preciso que o indivíduo apenas acredite em um desses dois evangelhos conflitantes: o evangelho bíblico ou o evangelho católico rom ano. pois eles ensinaram que em acrésci­ m o à obra consum ada de Cristo era preciso guard ar a lei judaica. No entanto. Deus Predestinou alguns para o Céu e outros para o Inferno? Q uestão: Um de meus amigos deu as costas para Deus d e­ pois do terceiro ano de estudo em um sem inário de estudo con­ .Ev a n g e l h o q ue Sa l v a 303 Mas. isso não é tudo em que os católicos precisam acreditar. a igreja católica teve 1500 anos para acrescentar m uito mais ao evan­ gelho do que os judaizantes. e tam bém os am aldiçoava. ao m esm o tem po. e Paulo o condena. ainda que nós m esm os ou u m anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado. professar com os lábios os falsos ensina­ m entos de um a igreja sem com preender seus falsos ensinam en­ tos. Q ualquer pes­ soa que confiar apenas em Cristo é salva. A quele pequeno acréscimo destruía o evangelho. é possí­ vel.9). ao verdadeiro evan­ gelho.8. a intercessão de M aria e a necessidade do batism o. seja anátema. A penas D eus pode julgar esse coração. a missa (como sacrifício propiciatório por meio do qual nossos pecados são perdoados). agora de novo [para enfatizar a idéia] tam bém vo-lo digo: se alguém vos anunciar outro evan­ gelho além do que já recebestes. ressuscitou dos m ortos ao terceiro dia e vai voltar. como tam bém o estar na igreja e o participar dos "sacram entos da nova lei". Infelizmente. N ing uém pode. seja anátem a (G11. Paulo estava se referindo àqueles conhecidos como judaizantes.

nos ofereceu por meio de sua graça. grifo do autor). N inguém irá p ara o inferno apenas porque Deus assim quis ou porque Ele não fez tu d o que podia para persuadi-lo a crer no evangelho que Ele ofereceu total e graciosamente a todos. A questão central não é a soberania de Deus. O Senhor [. grifos do autor).2. Ensinaram -lhe que Deus já decidiu quem será salvo e quem passará a eternidade no inferno. E ele é a propiciação pelos nossos p e ­ cados e não som ente pelos nossos. assim como quem passa­ rá nesta vida coisas boas ou quem passará coisas más.304 servador. Na verdade. não am asse os seus? E inconcebível que Deus tenha o desejo de enviar alguém que Ele realm ente am a para o inferno. grifo do autor). e a Bíblia seria contraditória! Como poderia ser que Deus..17..9. grifos do autor). pois é o que m erece­ mos. que diz que devem os am ar nossos inimigos. grifos do autor). que quer que todos os homens se salvem e ven ham ao conhecim ento da ver­ dade (1 Tm 2. am orosa­ mente.14. grifos do autor). mas seu amor. A que­ les que perecem só perecem porque rejeitaram a salvação que Deus oferece com toda sua persuasão..4. m uitas pessoas vão para lá pelo fato de rejeitarem a salvação que Deus. Sugerir que D eus não quer que toda a h um an id ad e seja salva é um a difamação de seu cará­ ter.. o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo (1 Jo 4.6. Você p o ­ deria auxiliar-me a ajudar esse m eu amigo? Resposta: N ão há dúv ida de que Deus é soberano e poderia ter predestinado alguns para o céu e outros para o inferno.] p a ra que o mundo fosse salvo p o r ele.] não querendo que alguns se percam . Ou Ele poderia enviar todos nós para o inferno. [. Algo que fica m uito claro é que Deus quer que toda a h u m a n id a­ de seja salva e vá para o céu: Porque Deus am ou o mundo de tal m aneira que deu o seu Filho u n ig ên ito .16. senão que todos venham a arrepender-se (2 Pe 3. (Jo 3. m as tam bém pelos de todo o mundo (1 Jo 2. . O qual se deu a si m esm o em preço de redenção por todos (1 Tm 2.

. então todas as vio­ lações. como nós. A rebelião das criaturas no jardim do Éden. conforme revelado em sua Palavra. um a vez que eles já deveriam ser pecadores. Isso é totalm ente ilógico e absurdo. então o pecado não poderia ter entrado no m u n d o p o r aquele ato. predestinou todo o m al que se seguiu. ódios e ciúmes que já ocorreram na história e continuam ocorrendo até hoje existiriam porque Deus assim predestinou. tam bém os predestinou [.. Por­ tanto. o fato de um hom em escolher aceitar o perdão que . de forma clara.8). p o r ta n to . Portanto. Entretanto.30 declara: "Porque os que dantes conheceu.. E verdade. pois eles foram criados na inocência. Romanos 8. Mais um a vez.Ev a n g e l h o que Sa l v a 305 Presciência Determina a Predestinação Se for para crer que D eus predestinou algum as pessoas a ir p a r a o in fe rn o . pode apenas ter sido o resultado do desejo que tinham de opor-se ao desejo de Deus. esse argum ento não se aplica a A dão e Eva. Deus previu que A dão e Eva se rebelariam e Ele tinha conhecimento de todo o m au que se seguiria. E se essa não fosse u m a escolha genuína. Os calvinistas rigorosos objetam de que o fazer a escolha "é fundam entado em um a ação e a salvação não depen de delas". Se hoje. isso é totalm ente inconsistente com o caráter de Deus. até aquele m o­ mento.. eles p u ­ dessem escolher apenas o mal.] justificou [. eram inocentes e viviam em u m am biente perfeito. No entanto. e n tã o d e v e m o s ta m b é m a c re d ita r q ue Ele p re d e s tin o u q u e A d ã o e Eva d e v e ria m p e c a r e. Mas Ele não predestinou o m al que se iniciou no Éden e que perm eia o mundo! Se Ele assim o fizesse. assassinatos. certificou-se de que o evangelho seria apre­ sentado a todos que Ele sabia que creriam em sua Palavra.] cham ou [. então a recom endação de Deus p ara que não com essem do fruto proibido (como tam bém seu apelo para que venham os a Cristo) é um a farsa. Deus.] glorificou".29. O calvinista rigoroso diz que todos somos totalm ente depravados e não podem os escolher se vam os receber a Cristo ou não... Ele providenciou para que todo pecado e todo pecador fosse p erd o a­ do por meio de Cristo m esm o antes de Ele ter criado o m u n d o (Ap 13. a presciência é a chave da predestinação.

U m dom incorpora dois elementos essenciais: (1) a doação desse dom. Aqueles que a aceitam não têm n ad a a ganhar. "fé dos m es­ tres" no que diz respeito ao "evangelho sadio e rico" deles. bastante sábio. assim cham ada. En­ tretanto. Satanás não é quem im põe a justiça de Deus. e p ara a pessoa ser salva precisa acreditar nele. im potente para salvar a si m es­ mo. aceitar um a ajuda de resgate será que ele.306 Deus oferece em Cristo não constitui um a ação hum ana.. quando ensinam que Cristo foi ao inferno para ser torturado por Satanás. A salvação é toda de D eus e toda pela graça. Na verdade. Ele não cobra a punição de Cristo. Ele deve sim plesm ente recebê-la como u m dom gratuito da graça de Deus. fazendo . Devemos..].? É claro que não. Deus não im põe nem a si m esm o nem sua graça a ninguém . Se um hom em que estiver se afogando. A Bíblia nos diz que Deus "fez cair sobre Ele [Cristo ] a iniqüidade de todos nós" e que "ao Senhor agradou o moê-lo" [. teria feito alguma coisa para salvar a si mesmo? Será que ele poderia dizer que foi salvo por suas próprias ações? Será que ele poderia se orgulhar (conforme alguns sugerem em relação àqueles que receberam a Cristo por u m ato de sua própria vontade) de que seu resgate do afogam ento ocorreu porque era "bastante esper­ to. N inguém pode dar um dom a alguém a m enos que a pessoa esteja disposta a recebê-lo. para ser salvo. De que outra m aneira Ele poderia pagar a punição total por nos­ sos pecados? R esposta: A punição para o pecado é decretada pela perfeita lei de D eus e cobrada por sua justiça infinita. Satanás É nosso Co-redentor? Q uestão: N ão sou seguidor da.. um pecador. bastante amoroso. bastante justo ou bastante qualquer outra coisa". deliberadam ente e de boa vontade receber o dom da salvação. e (2) a recepção dele.. deve confessar sua total indignidade e inabilidade para m erecer ou ganhar a salvação. desse m odo. parece-me que eles têm bastante fundam ento. Essa é razão pela qual o evangelho é pregado.

. Ele nem m esm o já esteve lá. e tam bém um a heresia.. indicando que nossa redenção fora consum ada na cruz.. e a morte. eles o to rturaram mais do que qualquer pessoa jamais pudesse conceber.. qu ando "a m orte e o inferno foram lan­ çados no lago de fogo" (Ap. Em contraste com o que a Bíblia tão claramente afirma. deveríam os agradecê-lo? Com o p odem o s saber se ele to rtu ro u a Cristo o suficiente p ara nos salvar? Satanás não é o proprietário do inferno. Jesus arrastou Satanás por todos os recantos do inferno. eis aqui o que um dos líderes do movimento da confissão positiva ensina: Ele perm itiu que o dem ônio o arrastasse para as profundezas do inferno como se Ele fosse o mais iníquo de todos os pecado­ res.. Tampouco Satanás tortura os condenados.. 30).!1 2 Ensinar que nossa redenção foi alcançada p o r m eio de Sata­ n ás q u e to r t u r o u Je su s n o in fe rn o ..10). m ortalm ente açoitado.. o dia em que percebi que u m h o m em nascido de novo derrotara a Satanás..6. não seriam os salvos — e se ele assim o fez. Em u m estrondo de força espiritual. a voz de Deus falou ao espírito de Jesus.. todo os dem ônios do inferno ali vieram para aniquilá-lo.43. N ão há um a palavra sequer sobre a participação de Satanás em qual­ quer parte desse processo de redenção... clamou em triunfo: "Está consum ado" (Jol9.14)... Se ele não tivesse to rtu rad o Jesus o su ­ ficiente. é alg o sem s e n tid o e fantasioso.20. p reparado para o Diabo e seus anjos" (Mt 25. pois ele m es­ m o será condenado com o "fogo eterno. fiquei m uito em polgado. Cristo disse ao ladrão da cruz que acreditasse nEle: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso" (Lc 23. seu espírito alquebrado deu u m a g uin ada e começou a encher-se novam ente e voltar à vida. grifo do au­ . Jesus ressuscitou u m ho m em nascido de novo. Ele com eçou a flexionar seus m úsculos espirituais.. qu ebran tado e punido. no fosso de destruição Deus fortaleceu o espírito de Jesus com o p od er da ressurreição! R epentinam ente.. Antes de Jesus morrer..41).Ev a n g e l h o que Sa l v a 307 com que sua alm a fosse "expiação do pecado" (Is 53. Ele estava literalm ente nascendo de novo aos olhos do dem ônio. Isso faria com que Satanás fosse nosso co-redentor..

46) Ele não acabou nas mãos de Satanás! Somos Salvos pelo Batismo? Questão: Marcos 1616 diz: "Quem crer e for batizado será sal­ vo" (Mc 16. A pessoa deve ser batizada após crer no evangelho. grifo do autor). não no inferno! Ele disse: "Pai. nas tuas mãos entrego o meu espírito" (Lc 23.] E lícito.] E.38. assim andem os nós tam bém em novidade de vida" (Rm 6.).. como Cristo ressuscitou dos m ortos pela glória do Pai. várias inovações (aspersão. Cristo.17. O batism o simboliza a identificação do crente com Cristo em sua morte. Para os que se convertessem.. o batism o na Igreja Primitiva era por imersão: "E desceram ambos à água [. 15.308 tor). e do Espírito Santo" (Mt 28. cf. mas há inúm eros versículos que declaram que os que se perdem são os que não crêem no evangelho.1-4). Portanto.. Pedro instou seus ouvintes a serem batizados para que seus pecados fossem la­ vados. para que. e do Filho. Fico confuso. Conforme Paulo disse: "Porque Cristo enviou-m e não para batizar.] pelo qual tam bém sois salvos" (1 Co 15.37). Inovações Deturpadas Infelizmente. a p artir desse texto. etc.16). Em seu sermão no dia de Pentecostes.1-4). depois de sua ressurreição enviou seus discípulos p ara pregar o evangelho no m u n d o todo. Fica claro.19. não há menção do batismo. grifo do autor. Ele disse: " Batizando-os em nom e do Pai. O batismo é essencial para a salvação ou não? Resposta: N ão há um só versículo em toda a Bíblia que diz que deixar de ser batizado é um a condenação para a alma. em vez de imersão) e. sepultam ento e ressurreição: "De sorte que fomos se­ pultados com Ele pelo batism o na morte.. O "que im pede que eu seja batizado? [... até mesmo. N a afirmação clara de Paulo: "O evan­ gelho [. se crês de todo o cora­ ção" (At 8. q u an do saíram da água" (At 8.4). que todos os que crêem (e apenas estes) d e­ vem ser batizados.39. mas para evangelizar" (1 Co 1. A m orte poderia ser simbolizada nesse tipo de batismo. heresias foram gradualm ente apresentadas na ques- .36.

"1 7 O Concilio de Trento condena todos os que negam que o m érito de "Jesus Cristo aplica-se. pelo batismo. O Concilio de Trento (1545-63) afirm a que em bora Cristo. a igreja não conhece n en h u m [outro] meio para garantir a entrada na bem -aventurança eterna.1 6conforme afirm a tam bém o Catecismo da Igreja Católica.. antes da Reforma. incorporados à igreja". O cânon 204 afirma: "Os cristãos fiéis são os que foram incorporados a Cristo p or meio do batism o" e são..."1 8 The Code ofthe Canon Law ("O Código da Lei Canônica") atual (cânon 849) declara que por meio dele os que forem batizados ficam "livres de seus pecados. por meio do sacram ento do batism o infantil". da única e verdadeira igreja católica. a cau­ sa instrum ental [da justificação/regeneração] é o sacram ento do batismo. O batism o infantil foi rejeitado. A maioria dos protestantes que hoje acei­ tam crenças similares não estão conscientes de que essa concepção originou-se na igreja católica romana. a regeneração batismal foi rejeitada por católicos não-praticantes que ensinavam fu n d a­ m entados nas Escrituras de que o batism o era apenas p ara aque­ les que cressem no evangelho. na Idade Média. mereça justificação por sua m ais santa paixão. publicado pelo Vaticano. tam bém os bebês ou os que negam que...1 9 E quanto ao Batismo Infantil? Por muitos séculos. "para nós..1 4 O Concilio Vaticano II (1962-5) reafirma tudo o que o Concilio de Trento p ro p ô s1 :i e reitera a ne­ cessidade do batism o p ara a salvação. se alguém disser que o batism o não é necessário p ara a salvação. que ele seja anátem a".. em 1993: "O batism o é necessário p ara a salvação.... por meio dele. m esm o quando adm inistrado em bebês...Ev a n g e l h o que Sa l v a 309 tão que diz respeito ao batismo: que o indivíduo deve ser batizado para ser salvo e que o batismo em si salva a alma. são nascidos de novo como filhos de Deus e. "a culpa pelo pecado original é perdoada.1 3Tais heresias passaram a ser conhecidas como a doutrina da regeneração batismal. pois os bebês não podiam nem com preender o evangelho nem . Os católicos até praticam o batismo intrauterino do feto quando há dúvida se o bebê nascerá com vida ou não.

então rejeitar esse evangelho é o m esm o que ser condenado. creram nele e foram batizados. 47) prova que foram salvos. 32) e "toda a sua casa" creu (v. dentre os quais a regeneração batism al e o batism o in­ fantil. 46). Não é possível pregar o evangelho aos bebês. ele e todos os seus [de sua casa]" (At 16. mas se a salvação existir só pela fé em Cristo. infelizmente. pois Paulo e Silas prega­ ram o evangelho "a todos os que estavam em sua casa" (v. Pode-se facilmente com provar que não foi isso que aconteceu. Fica claro que não havia nenhum bebê. pois eles todos estavam "presentes diante de Deus. A Bíblia declara que é errado ensinar a salvação pela fé em Cristo acrescentando algo mais . os batizou (v. para ouvir tudo quanto por Deus te ê m andado" (At 10.. 34) e foram. em que famílias inteiras foram batizadas. fica óbvio que não havia bebês presentes. Aqueles que praticavam o batism o infantil justifi­ cavam-no com a citação de um suposto precedente bíblico. Equívocos Herdados do Catolicismo Os prim eiros reform adores. e eles falaram em línguas (v. 44). O fato de que "receberam [. grifo do autor).] o Espírito Santo" (v. partindo-se do pressupos­ to de que havia bebês nessas famílias. 48)..33).33. nem mesmo p o r aqueles que os batizam. Essa passa­ gem prova que um a pessoa pode ser salva sem o batismo e que apenas aqueles que já foram salvos devem se batizar. . depois. haviam sido católicos e. retiveram alguns dogm as do cato­ licismo. portanto. Tampouco o batism o infantil pode ser apoiado a partir da história do carcereiro filipense que "foi batizado. então acrescentar o batism o como um a condição para a salvação é o m esm o que rejeitar o verdadeiro evangelho e desse m odo ser condenado por toda a eternidade. Considere a casa de Cornélio: eles escutaram o evangelho. Pedro. batizados. Esses erros são ainda hoje sustentados por algum as deno ­ minações protestantes. "Caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra" (v. Mais um a vez. como guardar a lei judaica (At 15.24). coisas que um bebê não poderia entender.3 i0 crer em Cristo. como M artinho Lutero. Essa questão é bastante séria: se o batis­ mo é essencial p ara a salvação.

temos exem ­ plos dos que crêem e foram salvos sem o batismo.16: "Q uem crer e for batizado será salvo. 5. Essa afirmação é similar à declaração de Paulo que diz que fomos se­ pultados com Cristo no batismo e. sem qualquer menção ao batismo: "Aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação" (1 Co 1. 16. Entretanto. todos os que crêem e são batizados são salvos. Daniel e todos os outros). Portanto.24. Veja tam bém João 3. como o ladrão da cruz e os santos do Antigo Testamento (Enoque. pelo evan­ gelho.28.16.1-4. não do despojam ento da im undícia da car­ ne.24. por meio disso.38. portanto. Inúm eros versículos declaram que a salvação vem p o r meio da fé no evangelho. Atos 10.1. que crer em Cristo sem o batism o não seria suficiente p ara se obter salvação.18. pela ressurreição de Jesus Cristo" (1 Pe 3. Efésios 2.Ev a n g e l h o que Sa l v a Paulo am aldiçoou (anatem atizou) os que ensinavam esse falso evangelho que condena a alma (G11.9). se o ba­ tismo fosse essencial para a salvação! Paulo. que desconheciam o batismo. Romanos 1. isso não quer dizer que o batism o salve ou que seja essencial para a salvação. A Bíblia certam ente deixaria claro. 3. m esm o sem tê-los batizados. se esse fosse o caso. vos gerei em Jesus Cristo" (1 Co 4. No entanto. grifos do autor). U m evangelho da sal­ vação p o r interm édio de Cristo é igualm ente falso.15). Paulo não conseguia se lem brar quais foram os crentes de Corinto que ele batizara e sentia-se grato porque o núm ero era bastante dim inuto (1 Co 1. mas d a indagação de um a boa consciência p ara com Deus. m as nenhum versículo diz issol Ao contrário.43. 1 Coríntios 15.36.31.21. 4. obviam ente. grifo do autor). etc Nenhum desses versículos diz que o batism o salva. 13.14-16) — um a atitude estranha.8. Abraão. m orrem os para o pecado — em bora não estejamos literalmente m ortos p ara o pe- . Pedro disse: "Como um a verdadeira/zgwra. José. batismo. eles foram salvos por meio da pregação de Paulo e sem que este os batizasse.21. 5.8. declarou que era seu pai na fé: "Porque eu. ago­ ra vos salva. mas quem não crer será condenado"? Todos os que crêem no evangelho são salvos. Textos que Provam a Regeneração Batismal E o que dizer de Marcos 16.16.

] pela palavra de Deus" (1 Pe 1.38).. como tam bém Paulo não está dizendo que m orrem os lite­ ralm ente p ara o pecado. O batism o nas águas não tem esse p o ­ der.5). Lv 13— 15. Água e a Palavra Jesus estava falando com Nicodem os. E foi exata­ m ente isso que Cristo quis dizer. e cada u m de vós seja bati­ zado em nom e de Jesus Cristo p ara p erdão dos pecados" (At 2. se o batism o sal­ vasse. mas o cerimonial de lim peza de u m leproso ou alguém que tivesse sido m aculado (Êx 30—40. mas seria ilegíti­ m o pressupor que essa "água" seja literal e signifique batismo.23). Paulo uniu água e Espírito para se referir à "lavagem da regeneração" e vinculá-la à "renovação do Espírito Santo" (Tt 3. em seu serm ão no dia de Pentecostes.. Nascemos de novo pelo Espírito Santo e pela Pala­ vra ou o evangelho de Deus. Assim como Cristo. Cristo disse que é preciso nascer de novo “da água e do Espírito" (Jo 3.342 cado.26). E verdade. grifo do autor) para ser salvo. Conforme Pedro dis­ se: "Sendo de novo gerados [. Pedro não está dizendo que o ato físico do batism o nos salva. Sua m orte tornaria possível san­ tificar e purificar [a Igreja] "com a lavagem da água. u m rabino. O Salvador do m u n d o teve de deliberadam ente evitar ba­ tizar para deixar claro que o batism o não faz parte da salvação.2) — o que seria bastante estranho. mas que . foi essa fig u ra do A n tig o Testam ento que Pedro.). É um a figura ou simbolização do batism o espiritual em Cris­ to. etc. que algumas vezes é cham ado de "água" em razão de seu poder de purificação. Algo bastante significativo é que Cristo nunca batizou nin ­ guém (Jo 4. Cristo disse: "Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado" (Jo 15. invocou p ara sua audiência judaica: "A rrependei-vos. para quem "água" não significaria batismo (algo desconhecido na lei ju dai­ ca).5. O b v iam en te. N os m uitos outros textos.3). aqui apresentados. fica claro que Pedro não estava dizendo que o batism o salva. efetuado pelo Espírito Santo e que foi estabelecido para todo o sem pre no céu e pode ser vivido pela fé enquanto estamos aqui na terra. pela pala­ vra" (Ef 5.

O "evangelho de Cristo. Portanto. e P au ­ lo am aldiçoou aqueles que assim fizeram. portanto. A que­ les. e a expressão de nosso desejo de perm itir que a vida ressurrecta de Cristo seja m anifestada em nós. E um a atitude de obediência a Cristo que assim ordenou à igreja. algo que se aplicava unica­ m ente a seus ouvintes judeus. Portanto. con­ form e A nanias disse a Saulo.16). Ser batizado era ser identificado diante dos ju d eu s fanáticos de Jerusalém com esse odioso Jesus Cristo. como ainda acontece em Israel e em países m uçulm anos. O batismo. é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê" (Rm 1. assim como corria-se o risco de p e rd e r a vida. N ão há m enção sobre o batismo. A diferença entre esses dois evangelhos tem conseqüências eternas. o preço do batism o era a p erd a da família e dos am igos. M uitas vezes. de fato. p ara u m ju d e u ser b atiza­ do significava em certo sentido lavar os pecados (At 22. é o testem unho público de nossa fé em Cristo. que tem em assum ir publicam ente sua fé. . não são considerados verdadeiros crentes. pregar a regeneração é pregar u m falso evangelho. Assim. na época e n aquela cultura.16). Esse evangelho con­ forme Paulo o pregou exigia fé no sangue de Cristo derram ado na cruz por nossos pecados. em tais culturas. tem sim.Ev a n g e l h o q ue Sa l v a oferecia u m cerim onial de lim peza. até nos dias atuais. o batism o não tem im portância? N a verdade.

em momento algum. e m " T h e H o l y F a t h e r s p r a y e r f o r t h e M a r i a n Y e a r" ("Oração do Santo Padre para o Ano de Maria")1 O ensinamento da igreja é de que. orar. n o C a fé da M a n h ã d e O ra ção N a c i o n a l de W a s h i n g t o n . — 1 João 5 . — m a d r e Tere za de C a l c u t á . iria devido a todas as viagens e publicidade. para que saibais que tendes a vida eterna e para que creiais no nome do Filho de Deus. — P a pa João P a u lo II. fazer o melhor que puder —. Posso esperar. no The New York Times2 Eu disse a Jesus que se eu não fosse para o céu por qualquer outro motivo. O Papa João Paulo II não sabe absolutamente se ele irá para o céu. nem a madre Tereza de Calcutá o sabe. Ó Virgem Maria. — Jo h n C a r d i n a l 0 ' C o n n o r . e me deixam realmente pronta para ir para o céu.. C . n o v a i o r q u in o . saberei como será meu futuro eterno. mas ainda assim não sei... Estas coisas vos escrevi. e me sacrificam. D .1 3 .Sustenta-nos. pois elas me purificam. e m 3 de f e v e r e i r o d e 1 994. em nossa jornada de fé e obtém para nós a graça da salvação eterna.

ficariam desapontados com ele. secretamente. Você vive um a vida carnal consum indo este breve período de tem po que lhe foi concedido nesta terra em busca de ambições e prazeres vãos. Deus sabe tudo sobre nós.i :r t i :z a DA SALVAÇÃO Como Combatemos Dúvidas a Respeito de nossa Salvação? Questão: Sou um cristão renascido que recebeu a Cristo como Salvador há mais de vinte anos. faz algo que seus pais não aprovam . isso não m u d a o fato de continuar sen­ do filho deles. eu literalm ente deixei Cristo tocar m eu coração e m u d a r m inha vida. há m om entos em que tenho de lutar com dúvidas. N aquela época. em bora saiba que se os pais soubessem o que está fazendo. Sei todos os versículos do evan­ gelho e acredito neles. N o entanto. m as tenho a im pressão de que há algo faltando. Você pod e m e ajudar? R esposta: Pode haver m uitas razões p ara esse sentim ento de não "sentir-se correto para com o Senhor". e esquecendo-se de que este tem po é m uito curto e . não se sente correta sobre isso. U m a criança que. Porém. É claro. pois não me sinto correto p ara com o Senhor.

não teriam outra escolha além de acreditar que Je­ sus era o Messias que esperavam. U m a das melhores m aneiras de restaurar sua confiança na Palavra é m ediante o estudo das profecias.1-3). dizia ele. E Paulo. na verdade. pois não tem um a base sólida o bastante para confiar na Palavra de Deus. A convicção da fé repousa sobre a verdade do evangelho e n ad a o torna tão certo quanto o cum prim ento das profecias a res­ peito da vida. Paulo podia entrar em um a sinagoga. Além desses motivos. m orte e ressurreição de Jesus. a fé de um a pessoa pode dim inuir quando negligencia a Palavra de Deus. que vos anuncio. registra um típico inci­ dente ocorrido em um a das muitas cidades que visitaram: E. disputou com eles sobres as Escrituras. Em relação a isso. como tinha p o r costume. A m elhor m aneira de fortalecer sua fé é contar aos outros por que você crê e estar sinceramente em p en hado em ga­ n har outras pessoas p ara Cristo. você precisa fundam entar-se totalm ente na Palavra de Deus e depois contar as boas novas e com partilhar as inevitáveis provas com os outros.316 a eternidade é para sempre? Em seu coração você sabe que o pro­ blema é a desobediência e a negligência. morte e ressurreição de Jesus de Nazaré. que acom panhou Paulo em suas viagens. c h e g a r a m a Tessalônica. . ler no Anti­ go Testamento profecias que prom etiam a vinda do Messias e de­ pois lhes m ostrar que. E este Jesus. A ferramenta fundam ental que os cristãos primitivos usavam para pregar o evangelho eram as profecias. Você pode até fazer isso e ainda ter dúvidas. Nossa confiança em Deus e nosso relacionamento com Ele começam com a Palavra. a oração e a com unhão regular com outros crentes. p or três sábados. O cum prim ento das profecias fornece evidência tangível e prática que comprova. elas já haviam sido cum pridas na vida. sem a m enor som bra dúvida. nutrindo-nos dela e apoiando-nos em sua promessa. Se os judeus fos­ sem honestos. expondo e d em o nstran do que con­ vinha que o Cristo padecesse e ressuscitasse dos mortos. onde havia um a sinagoga de judeus. p a s s a n d o p o r A n f íp o lis e A p o lô n ia . foi ter com eles e. é o Cristo (At 17. que a Bíblia é inspirada em Deus e que podem os confiar em tud o que ela diz. Hoje precisamos fazer a mesm a coisa. Eis aqui a maneira como Lucas.

Portanto. quem o conhecerá? Eu.. es­ quadrinho o coração. tem os fundam ento inabalável p ara a certeza absoluta. Por outro lado.. de qualquer for­ ma." (Jr 17.] e é apta para discernir os pensam entos e intenções do coração" (Hb 4..12). que a confirmação externa não é essencial. é útil ter algum a confirm a­ ção independente.9. há um a confirmação espiritual? E a respeito de experiências espirituais? N ão há nen h u m a certeza intrínseca em relação ao Espírito Santo? R e s p o s ta : "De sorte que a fé é pelo ouvir [.10) Precisamos estar em guarda e orar como Davi: .. e isso apagou os pensa­ m entos que anelavam ou trouxe algum a outra desilusão. e perverso. história e ciência. m es­ m o sem ela. mais do que todas as coisas. convic­ ções subjetivas podem ser enganosas..C krteza d a S a l v a ç ã o 347 Não Há nenhuma Certeza Interna do Espírito Santo? Questão: A convicção da fé dos cristãos está restrita ao cum ­ p rim ento de profecias que é d em o n strad o p o r m eio de fatos verificáveis da história. foram desviadas pelo que p en sa­ ram ser a "liderança do Espírito Santo". mas apenas de nossa parte. De qualquer m aneira. Q uando tu d o está em total concordância. a Palavra de D eus sustenta-se em si m esm a e não precisa de confirmação externa. pois. arqueologia e ciência ou. o Senhor. Por u m lado. Deus nos d eu confirmação externa. pois ela "é viva e eficaz.. E claro.] a palavra de D eus" (Rm 10.16). p o rta n ­ to.17). A fragilidade h u m an a nos deixa sujeitos à fal­ sidade de nosso coração: "Enganoso é o coração. e pela confirm a­ ção disponível de verificações externas realizadas pela arqueolo­ gia. a Palavra de D eus se prova p ara nós de duas maneiras: pelo persuasivo e convincente poder do Espírito Santo. Considere as multidões que já seguiram a liderança errada. que inspira e fala ao nosso coração por meio de sua Palavra. Por parte do Espírito Santo não há imperfeição. o Espírito Santo fala poderosam ente aos corações que querem escutar: "O m esm o Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de D eus" (Rm 8. e mais penetrante do que qualquer espada [.

tenho-os por inimigos. mesmo quando os críticos afirmam haver evidências contraditórias. histórica e científica estão su­ jeitos ao erro. Com o tam b ém não o p o d e m ser a beleza. lembre-se de que os esforços hum anos para colher dados.19. as quais estão disponíveis para todo crente. Não podem os deixar de lado nossa confiança na Pala­ vra de Deus.24). prova-m e e conhece os m eus pensam entos. Existem abundantes confirmações do Espírito Santo. Eles estavam errados todas as vezes que contesta­ ram o que a Bíblia afirmava. O salmista com ­ p ara seu desejo de conhecer a Deus com a sede p or água de um . por intermédio da pesquisa arqueológica. Paulo orava pelos crentes em Efeso para que pudessem " conhecer o am or de Cristo. U m a pessoa p o d e ter d o u to ra d o em todos os a s s u n ­ tos oferecidos pelas u n iv e rsid a d e s terrenas e não ser capaz de explicar p o r que o pôr-do -sol é bonito. Além disso. conhecer as ev id ências que d ão su sten ta ção à Bíblia. concentramo-nos principalmente em tais afirmações neste volume. p ara que sejais cheios de toda a plenitude de Deus" (Ef 3. rem ovem toda d ú v id a possível e capacitam o crente para. É útil. de qualquer maneira. O m esm o acontece com o conhecer a Deus. a b o n d a d e ou o júbilo. e conhece o m eu coração. há u m conhecimento que vai além do intelecto e da capacidade de com preensão do ser hum ano. que excede todo entendim ento. O am or não p o d e ser explicado ou a n a ­ lisado. As m aiores experiências de v id a estão to d as além de n o s­ sa finita com preensão.348 Aborreço-os com ódio completo. ó Deus. O Conhecimento que Está além da Compreensão Todavia. passar a m ensagem de Deus com cer­ teza convincente. M esm o u m a sim ples criança p o d e exultar com o júbilo e a p rim o ro sa beleza da cri­ ação de Deus. sem suporte externo.23. Sonda-me. podem os ficar confusos diante de evidências ar­ queológicas e históricas que contradigam a Bíblia se tivermos ape­ nas o que pensamos ser a certeza interna do Espírito Santo. Contu­ do. E vê se há em m im algum cam inho m au e guia-m e pelo cam inho eterno (SI 139. Por essa razão. grifo do autor).

8). sendo feito conforme a sua m orte" (Fp 3.O rteza da S alvacAo 349 cervo perseg uido pelo caçador (SI 42.e. Paulo clamou: "Para conhecê-lo. e seu conhecimento e amor por Ele crescerão. Essa poderia ser a paixão de nosso coração. ouvi de católicos alguns dos mais persuasivos argum entos sobre o purgatório.6). E a Respeito do Purgatório? Q uestão: Recentemente. O que querem dizer essas Escrituras? R e sp o sta : O purgatório é um a invenção da igreja católica rom ana e reflete o fato de que não há certeza da salvação no cato­ licismo. Jesus disse: "E a vida eterna é esta: que conheçam a ti só por único D eus verdadeiro e a Jesus Cristo. O texto de 1 Coríntios 3. Eles não estão dizendo que devem os nos tornar totalmente puros para entrar no céu? O m esm o p adrão parece ser requerido na afirmação: "Bem -aventurados os lim pos de coração. a quem enviaste" (Jo 17.12-15 ensina que os crentes. e a comunicação de suas aflições. Se existisse.3). H ebreus 12. aquele que "creia que ele existe" (Hb 11. Ele prom eteu prem i­ ar com o conhecimento íntim o dEle. assim como a certeza do seu am or e da orientação sobre Ele. Gaste tem po com Ele em oração e com sua Pa­ lavra. a igreja abandonaria essa concepção.10). e a virtude da sua ressurreição. depois de m ortos. sem a qual ninguém verá o Senhor". devem ser queim ados para ser purificados. não im porta o quanto aparentem ente sejam convincentes.. porque eles verão a D eus" (Mt 5. N a ver­ dade. M inha certeza da salvação foi abalada. o católico que ousa acreditar na inequívoca prom essa de Cristo de que a vida eterna é u m d om de sua graça e que nada . ter aquele conhecimento íntim o dEle que está além do intelecto e só pode ser experim entado no coração pelo Espírito Santo) q u ando o b u s­ carmos com todo o nosso coração (Jr 29. Deus disse que vam os encontrá-lo (i.1).14 declara que de­ vemos seguir "a santificação.13). H á algo que poderia ser m ais desejável? Tal conhecimento de D eus e a certeza da salvação vão além da com preensão intelectual e não po d em ser abalados p o r argu­ m entos intelectuais.

Além disso. Paulo não está falando literalmente de fogo. palha. feno. não o crente em si mesmo.] pelo fogo será descoberta. Cristo diz: "E eis que cedo venho. e o m eu galardão está comigo para dar a cada u m segundo a sua obra". de prata e de pedras preciosas (as quais são purificadas pelo fogo). se alguém sobre este fundam ento formar um edifício de ouro. que seria testado pelo fogo: E. que não p erd u ra n en h u m a dívida de punição tem po­ ral para ser cum prida. antes de os portões do céu se a b rire m . para cada pecador arrepen­ dido. e o fogo p rov a­ rá qual seja a obra de cada um (1 Co 3.. pedras preciosas. quer neste m u n d o quer no purgatório. Ele está. A qui a entrada no céu não é a questão. é a obra do crente (a qual ele construiu fund am entad o em sua fé em Cristo). as coro­ as que lançarem os aos pés do nosso Senhor que nos redim iu (Ap . será recebido por elas.13.320 temos que fazer de nossa parte será anatem atizado. O Concilio de Trento decretou (e o Concilio Vaticano II propôs novamente): Que seja anatem atizado aquele que disser que depois do re­ cebimento da graça da justificação. e outras de ouro.. N ão há nad a aqui (ou em qualquer outro lugar das Escrituras) que sustente a afirmação católica de que as cham as de u m p u rg a ­ tório im aginário pu rg u em o indivíduo que assim expia seus p e­ cados. a culpa está tão redim ida e a dívida de punição eterna tão apagada. a obra de cada um se m anifestará. consideremos o ensinam ento da Bíblia junta­ m ente com o senso comum. como tam bém não está falando de m adeira e ouro. prata. grifo do autor). Paulo trata unicam ente das obras que foram feitas por Cristo e de qual prêm io. [.12. A Questão dos Galardões Em Apocalipse 22. mas sim o galardão que cada cristão receberá no céu por suas obras na terra.12. falan­ do por metáforas. obviamente.' Em contraste. m adeira. se houver algum. cham ando algum as obras de m adeira. E bastante óbvio que m esm o se um lugar como o purgatório existisse n en hu m fogo literal poderia purificar a alma e o espírito. de feno e de palha (os quais são consum idos pelo fogo).

Paulo cham ou as conversões que fez de suas coroas de regozijo (Fp 4. Portanto. Está escrito que os .3) Com o Ele pode nos purificar para o céu? Ao pagar a penali­ dade por nossos pecados com o derram am ento de seu sangue e perdoando-nos pela sua graça. um a incorruptível" (1 Co 9. p ara que nin ­ guém tome a tua coroa" (Ap 3. não da salvação: "G uarda o que tens. grifo do autor). em vez de viver por Ele e no serviço dEle pelos outros.8). "Sê fiel até à morte. o galardão recebido é baseado nas obras. nos purifica de to d o p eca d o " (1 Jo 1. não por interm édio de nosso sofrimento aqui nem em um purgatório imaginário...C ert e z a d a S a l v a c â o 324 4. obras] p o r meio do corpo. ou bem ou m al" (2 Co 5. Purificação apenas pelo Sangue Derramado de Cristo M ateus 5..25. O Senhor nos purifica de nossos pecados. Paulo explica: "Porque todos devem os comparecer [no céu] ante o tribunal de Cristo.20).14 declaram claram ente que não podem os alcançar a santidade ou a pureza pessoais que nos q ua­ lificam para estar na presença de Deus por nosso próprio esfor­ ço.10).7). h avendo feito por si m esm o a purificação dos nossos pecados. que serão testadas em relação à qualidade m ostrada no julga­ m ento com andado por Cristo. porém . N ão há outra m aneira de purifi­ car o crente. para que cada u m receba segundo o que tiver feito [i.10. nós.e.4). A salvação apenas é alcançada pela graça. a coroa d a justiça m e está g u a rd a d a " (2 Tm 4. Tal carnalidade causa a p erd a da coroa ou coroas ganhas previam ente.1.8 e H ebreus 12. e dar-te-ei a coroa da vida" (Ap 2. "Alcançareis a incorruptível coroa de glória" (1 Pe 5. mas por meio da fé em Cristo e de seu sangue que foi derram ado por nossa redenção: ". Também há outras coroas p ara ser conquistadas: "Des­ de agora. seu Filho. João lem bra-nos que "o sangue de Jesus Cristo. E possível que alguém esfrie em seu am or por Cristo e viva para si mesmo.. 1 Ts 2.. grifo do autor).10).11)." (Hb 1. Paulo com para a vida cristã com um a corrida por um p rê ­ mio: "Eles [atletas] o fazem p ara alcançar um a coroa corruptível.

há um a deficiência decisiva na missa. sem derram am ento de sangue não há remissão" (Hb 9. o sangue derram ado deve ser proveniente do sacrifício perfeitam ente pu ro e sem pecado. conduzirá alguém p ara o céu? N a verdade. A falsa doutrina do purgatório m antém os católicos em cati­ veiro no qual d epen dem da igreja e dos rituais dela. grifo do autor).19.18.. veja tam bém Ex 12. N ão há sangue der­ ram ado no purgatório e. grifos do autor).36) "im aculado e incontam inado" (1 Pe 1. aqui ou em outra passagem . o pecado não é rem ido lá. Ine­ quivocam ente. A Bíblia assegura-nos que Cristo é o "Cordeiro de Deus" (Jo 1. Em conseqüência dis­ so. D eus declara: ". Se a m orte de Cristo não é suficiente para isso. o católico não tem certeza se alcançará o céu.322 redim idos. para levar-nos a Deus [não ao purgatório]" (1 Pe 3. Ela é cha­ m ada de "um a não sangrenta" perpetuação do sacrifício de Cristo na cruz. de que a purificação ocorreu em tal lugar cham ado purgatório ou de qualquer outra m aneira que não fos­ se pelo sangue derram ado por Cristo. . em vez de ser dependentes de Cristo para a salvação. portanto. Sem o Derramamento de Sangue não Há Remissão Está claro que a remissão do pecado não poderia ocorrer no purgatório.13). Ez 46. o que torna im possível para o pecador purificar-se de seus peca­ dos p or meio de seu próprio sacrifício no purgatório ou em qual­ quer outro lugar.14. podem os ser purificados de nossos pecados.22). durante todo o período de grande tribulação. quem pode afir­ m ar que a representação dela realizada na missa. Não há referência na Bíblia. pois a igreja católica rom ana nunca pôd e declarar quantas missas pelos m or­ tos devem ser ditas a fim de que sejam libertados do purgatório. O popular Catecismo de Baltimore nega a suficiência do sacrifício de Cristo.5. Pedro declarou: "Por­ que tam bém Cristo padeceu um a vez pelos pecados. A penas pelo d erram am ento de seu sangue. m esm o que esse lugar existisse. "lava­ ram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro [Cris­ to]" (Ap 7. m esm o um in­ finito núm ero de vezes.29. [Ele] o justo pelos injustos [nós].. Apenas esse fato já lhe tira qualquer eficácia. Além disso.

22. Como tam bém que a m issa não é necessária. C ontudo. antes de entregar seu espírito ao Pai. [e] Cristo p er­ p etua de um a m aneira não-sangrenta o sacrifício oferecido na cruz [grifos do au to r]. mas de um a "m aneira não-sangrenta cuja manifes­ tação é feita pelo pão e pelo v inho".. O sacrifício de Cristo na cruz.. clamou em triunfo: "Está consum ado" (Jo 19. A Bíblia diz: E. A este [Cristo] dão testem unho todos os profetas. Ela é o sacrifício [pelo qual] o h om em e o m u n d o são restaurados para Deus.7 O calvário era um a cena m uito sangrenta.30). quando afirma: "N a missa. ascendeu aos céus onde "está à . Cristo continua a oferecer-se ao Pai. Cristo. tendo feito a purificação ou purgação de nossos pecados. [e] sendo u m sacrifício verdadeiro traz em si a restaura­ ção para Deus.27.. o sangue do Novo Testamento..6 [Nela]. tom ando o cálice [. portanto.28. como Ele o fez na c ru z " 4. gri­ fo do autor).5 O Vaticano II declarou: A Eucaristia está acima de qualquer outro sacrifício. Além do mais. pagou todas as penas por nossos pecados. a Bíblia claramente diz que "sem derram am ento de sangue não há rem issão [dos pecados]" (Hb 9. de que to­ dos os que nele crêem receberão [como u m d o m da graça de Deus] o perdão [purificação] dos pecados pelo seu nom e (At 10.. que foi com pleto na época.43. para remissão [purificação] dos pecados (Mt 26. a m issa "não san­ grenta" é o meio do catolicismo para prover a remissão dos peca­ dos aos seus seguidores — rem issão essa que Cristo já realizou na cruz e que. da cruz. Fica claro que a missa "não sangrenta" não tem valor para lim par os pecados. Também sabem os que Cristo. como já com entam os..] Porque isto é o m eu sangue. não é necessária para aqueles que a al­ cançaram e confiaram nEle para a salvação. como u m evento passado completo.C erteza d a Sa l y a c A o 323 de 2 mil anos atrás. que é derram ado [na cruz] por muitos. Eles não explicam como poderia haver um a repetição ou continuação não sangren­ ta disso. nosso Senhor é imolado..] dizendo: [. grifo do autor). grifos do autor)..

Ef 1. em sua Palavra e em sua prom essa.7. devemos pessoal­ mente sofrer a punição temporal para nos tom armos suficientemente puros para entrar no céu. A purificação de nossos pecados foi realizada por Cris­ to de um a vez por todas. Eles dizem que a morte de Cristo não pode nos pu ri­ ficar. requer que nós pessoalmente soframos por nossos pecados. o católico fiel. não im porta quão antigo ou prevalente seja.13. nem possível. a penitência.324 direita de Deus" (Rm 8. as boas obras e o sofrimento dos vivos em nosso favor (como os estigmas de Cristo do padre Pio) e outros meios de obediência à igreja. o que a m orte redentora de Cristo n a cruz não p ô d e realizar. a recitação de rosários. afinal. o catolicismo afirma que apesar de Cris­ to ter sofrido a punição eterna pelos pecados.20. N ão é necessária.34. 12. A Palavra de Deus. após nossa m orte. Portanto. grifo do autor). dá-nos absoluta certeza de que o sangue de Jesus Cristo "nos purifica de todo pecado" (1 Jo 1. sup ostam en te po d em efetuar ao livrar aqueles que estão no purgatório da necessidade do sofrimento. Também ensinam que.s N ão apenas a doutrina do purgatório contradiz a Bíblia. Hb 1. "Nossa Senhora do M onte Carm el" pessoalm ente prom eteu sal­ var do purgatório e conduzir p ara o céu todos aqueles que (ten­ do satisfeito outras determ inadas condições) tivessem m orrido usand o seu escapulário. mas há tam bém um a óbvia contradição no pró­ prio dogma. po d em reduzir ou mesmo eliminar inteiram ente o sofrimento no purgatório. N os­ sa certeza está em Deus. não em algum a igreja ou sistema religioso.. que é essencial para a admissão no céu. S urpreendentem ente. Uma Contradição-chave Ao contrário da Bíblia. a repetição de m issas ou rosários. mais nen hum a purificação. em abençoado contraste para aqueles que acreditam nela.2) e "já não morre" (Rm 6. . a celebração de missas. não precisa sofrer pessoalmente ! Eis aqui um a contradição tão séria que solapa toda a do utrina do purgatório. N a verdade. pois a purificação. etc.9). as boas obras.

fôssemos feitos jus­ tiça de D eus" (2 Co 5. Ele sofreu. grifo do autor). o que deve incluir a m orte de seu corpo hum ano. o fez pecado p o r nós. por que me desam paraste?" (SI 22. a saber. Como isso é possível? Isso parece com a doutrina de que a "alma adormece". Deus é um. a Trinda­ de estava separada? Não. pelo dom gra­ tuito da graça dEle. como seria possível que o Espírito de Cristo morresse? Posso entender como seu corpo hum ano podia morrer. Mt 27. que é mortal. Com o podem os entender a afirmação de que ao "Senhor Javé agradou o moê-lo. Se o ho­ mem. possui um a alma imortal e u m espírito que irá para o céu. mas se Cris­ to é Deus.34). Deus meu. Cristo foi pu n id o por Deus como se Ele m esm o fosse pecador. p or isso. que é espírito. Não. grifo do autor)? A penas sabemos e acreditam os que a penalidade com ­ pleta exigida pela infinita justiça de Deus contra o pecado foi paga por Cristo na cruz. e de que "Aquele [Cristo] que não conheceu pecado. Então. que nossa redenção foi alcançada pelo fato de Cristo ter sido torturado.9). nele. O que isso poderia significar? Aqui nos defrontam os com u m m istério que está além de nossa compreensão. N ão é isso que se pretende dizer q uando sérios mestres da Bíblia dizem que Je­ sus m orreu "espiritualm ente". p ara que.21.46. Mc 15. quando a sua alm a se puser p o r expiação do pecado" (Is 53. Cristo m orreu por nossos pecados. como Ele poderia morrer? A Trindade estava separada? Se o Espírito de Deus morreu. mas que seu Espírito tam bém morreu. R esposta: A incerteza surge por causa de vários mal entendi­ dos. Primeiro. podem os ser salvos e ter vida eterna.10. . Ainda que Jesus tenha cla­ m ado em agonia: "Deus m eu. Tudo o que merecemos. A Bíblia diz que Ele provou "a morte por todos" (Hb 2. alma e espírito. fazendo-o enferm ar. quem estava no com ando do universo enquanto Deus estava morto? Essa questão abala m inha confiança na Bíblia e em m inha salvação. no inferno. Deus Pai e o Espírito Santo não morreram. p or Satanás. o ensinam ento acima foi confundido com o pensa­ m ento herege de H agin.C e r t e z a lia S a l y a i Cv 325 Jesus Morreu Espiritualmente? Q uestão: O uvi dizer que Jesus não apenas m orreu fisicamen­ te. C opeland e outros "m estres da Palavra de Fé".1.

Essa confusão surge porque. enquanto ainda estam os em nosso corpo físico.326 O q u e S ig n ifica Morrer? H á duas concepções errôneas: (1) de que a morte significa a cessação da existência consciente. Portanto. não estava m orto — ainda. Jesus disse que o hom em rico estava consciente do torm ento no inferno. A Bíblia claramente ensina que o corpo. ao contrário dos ensinam entos de que a "alm a adorm ece". como tam bém todos seus descenden­ tes desde o m om ento do nascimento.23. mas não consegue explicar. Cristo. todos os outros) estavam em consciente estado de bem -aventurança (Lc 16. M esmo antes de nosso cor­ po m orrer estam os espiritualm ente m ortos em transgressão e pecado (Ef 2. certam ente m orrerás" (Gn 2. A dão m or­ reu espiritualm ente (i. Morte Espiritual e Vida Nova Entretanto. o "segundo hom em " (1 Co 15. A alma e o espírito dos que estão no inferno e no paraíso estão conscientes. no dia em que dela comeres. a alma e o espírito perm anecem conscientes após a m orte física. ele esta­ va m orto espiritualm ente..1.. nascem os mortos espiritualm ente enquanto a m orte física está em progresso em nosso corpo desde o m om ento de nosso nascimento.e. e (2) que apenas o corpo m or­ re. N a verdade. Seu corpo. Nós somos corpo. alma e espírito (1 Ts 5.17).13).12). Ele era o .19-31). fato que a ciência m édica reconhece.47).. en­ quanto' no paraíso (para onde a alma e o espírito de Jesus e do ladrão convertido foram após a morte) Abraão e Lázaro. A m orte espiritual acontece prim eiro. apesar da m orte física e do corpo estar se deteriorando no túm ulo. não es­ tava espiritualm ente m orto antes de sua m orte na cruz. a alma e o espírito morrem . Hb 4. porque. por implicação. no entanto. Jesus disse ao ladrão na cruz: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso" (Lc 23. Cl 2.43) — um a afirmação que não teria sentido se n en hu m deles fosse estar consciente. em sua alma e espírito) no exato m o­ m ento em que com eu o fruto da árvore proibida: ". o m en­ digo. (e.

somos ressuscitados espiri­ tualm ente e. e (2) ao pecador está reservada u m a m orte p ior do que aquela que já veio p ara a raça de Adão. e os m ortos ressuscitarão incorruptíveis. a condição de nosso corpo não m uda. p a ra hab itar no Senhor" (2 Co 5. com a m orte do corpo. A m orte física que já está em andam ento em nosso corpo.. essa m orre­ rá" (Ez 18.51-54). Assim.14). e isto que é m ortal se revestir da im ortalida­ de. então. portanto. renascemos.8). n um abrir e fechar de olhos. a alm a [o term o hebreu nephesh usado no A ntigo Testam ento p ara designar alma] que pecar. Porque convém que isto que é corruptível se re­ vista da incorruptibilidade e que isto que é m ortal se revista da im ortalidade. que estava espiritual­ m ente vivo. ante a últim a trombeta. O corpo dos que estão vivos na ressurreição é instantaneam ente tra n s­ form ado e levado ao céu com aqueles que foram ressuscitados dos mortos: Eis aqui vos digo u m mistério: N a verdade. entre­ tanto. porque a trombeta soará. restituídos à com unhão com Deus. A alm a e o espírito dos cristãos.. são levados p ara o céu: ". Isso quer dizer: (1) que as almas m orrem . portanto. Esses m esm os versículos dizem que quando. cum prir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a m orte na vitória (1 Co 15.. Decerto. apenas Ele poderia morrer.20. por meio disso. q u an d o isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade. Em bora o ho m em já esteja m orto em alm a e espírito e esteja m o rrendo em corpo. desde A dão e Eva. n u m mom ento. é óbvio que Ele. não é elim inada nem m esm o revertida. como parte da penalidade pelos pecados. No arrebatam ento.4. antes. nem todos d o r­ miremos. deveria expe­ rim entar a m orte espiritual acarretada pelo pecado. A "Segunda Morte" A Bíblia diz: ". grifo do autor). que estavam com Cristo no céu e os quais D eus "to m a rá a trazer com ele" (1 Ts 4.. por meio da fé em Cristo. deixar este corpo. E. a consum ação do julgam ento de Deus ainda está à frente do perdi- . somos ressuscitados. e nós seremos transform ados. m as todos seremos transformados. o corpo é ressuscitado e reunido à alm a e ao espírito.C h rth z a d a S a l y a c a o 327 único hom em na terra.

pois a total penalidade pronunciada contra nós pelo pecado não seria cum prida. Cristo. Como Deus poderia morrer? A m orte é a separação de Deus. M ateus 24.50. Apesar de não poderm os explicar isso. m as p ara o "diabo e seus anjos" (Mt 25. Alguns Cristãos não Ganham completamente o Céu? Q uestão: Jesus alertou que m uitos dos que pensavam ser fi­ lhos de Deus "serão lançados nas trevas exteriores" (Mt 8. Esses "servos" car­ nais são cristãos que devem ficar em u m pátio externo do céu por u m tempo. enquanto os cristãos mais espirituais vão diretam en­ te p ara a presença de Deus? Como posso estar seguro de que serei levado da m orte (ou do arrebatam ento) diretam ente para a presença de Deus? . N ão poderíam os ser salvos sem esse pagam ento completo.. acreditamos que em decorrência do fato de que Cristo suportou a terrível e eterna separação que nós merecíamos foi que Ele clamou: "Deus m eu.41) é cham ado de segunda m orte e de lago de fogo.. Isso só pode significar que Ele experim entou o total horror e a separação eterna de Deus que aprisionarão.1. N ele será lançado "aquele que não foi achado escrito no livro da vida" (Ap 20. e destinará a sua parte com os h ipó ­ critas. a questão tam bém poderia ser: "Com o Deus poderia ser separado dEle e abandonado por Deus?" A pesar disso estar acima de nossa com preensão. ali haverá pran to e ranger de dentes". O lugar que não é feito para o hom em . por toda a eternidade.13. suportou a com pleta e infinita penalidade que o julgam ento de Deus exigiu para o pecado.].9). De fato. 25.12. Mt 27. Portanto. sendo infinito — um a vez que Ele é Deus e hom em — podia suportar naquelas poucas horas a plenitude da penalidade na cruz.46). porém . a m orte de Cristo por nós deveria incluir tam bém a m orte (separação de Deus) do espírito hum ano. Ele não estava perpetuam ente separado de Deus.51 diz que "virá o senhor daquele [mau] servo [.30). Deus meu.15). portanto. como o representante que m orreu em nosso lugar. separá-lo-á. inclusive a segunda morte. 22.328 do. é certo que Ele p ro ­ vou "a m orte por todos" (Hb 2. aqueles que rejeitam a Cristo. por que me desam paraste?" (SI 22.

Jesus desceu ao inferno ou . que aqueles que foram lançados em "trevas exteriores" não são. Não há duas categorias de cristãos. Cristo alertou que o pranto e o ranger de dentes seriam a lam entação e a agonia do condenado. em teu nom e. utilizado em M ateus 24. No entanto. cristão ou não-cristão. Temos u m exemplo dessa lam úria na parte do relato. lhes direi abertam ente: N unca vos conheci. Os descendentes consangüíneos de A braão são. Fica claro por estas palavras de Cristo. Lucas 12. pelo nascim en­ to. nem nunca foram. em lugar do termo "hipócritas". em Lucas 16. não fizemos m uitas m aravilhas? E.51. Senhor. en ­ tão. Essa idéia não é encontrada na Bíblia. um a mais baixa dos que têm de passar algum tem po em u m estado interm ediário de lamentação. m ediante a fé em Cristo. o Credo dos Apóstolos diz que Jesus "desceu ao inferno". em teu nom e. e de ranger de dentes (como o purgatório dos cató­ licos) antes de ser adm itidos no céu. verdadeiros crentes (ainda que até tenham se apre­ sentado como líderes cristãos): M uitos m e dirão naquele Dia: Senhor. salvo ou perdido. apartai-vos de m im. A pessoa é um a coisa ou outra. p od em ser cham ados de "servos". não expulsam os d e­ mônios? E.C ert e z a d a S a l v a c â o 329 R esposta: A garantia de salvação não depende das boas obras do crente. em que o hom em rico vê a distância A braão e Lázaro em bem -aventurança enquanto ele está em torm ento. não profeti­ zam os nós em teu nom e? E.23). esses descendentes de A braão se perderão p ara sempre. mas da obra com pleta de Cristo na cruz. C ontudo. Jesus Desceu até o Inferno? Q uestão: Li sua objeção ao ensinam ento de que Jesus foi tor­ turado no inferno por Satanás. potencialm ente filhos do reino davídico e. e de lam úria. portanto.22. vós que praticais a iniqüidade (Mt 7.46 usa o term o "infiéis". algo que não é verdadeiro em relação aos gentios. E evidente que aqui as palavras de Cristo têm u m dup lo sen­ tido que pode tanto ser aplicado aos jud eu s quanto aos gentios. a m enos que tenham o m esm o relacio­ nam ento com Deus.

Conforme a p ro ­ fecia. inclusive. Sem dúvida. Resposta: Primeiro. Mesmo as enciclopédias católicas adm item que esse credo não provém dos apóstolos. com o aconteceu tam bém com ladrão crédulo que foi crucificado com Ele. o que o catolicismo chama de "tradi­ ção apostólica".22) ou "paraíso". sim plesm ente por "sepu ltura". Jesus.40). Ele declarou aos redim idos as boas novas de que sua morte na cruz pagara a penalidade total po r seus pecados. mas é um a falsificação que foi composta em algum m om ento do século IV.17. Portanto.43).23. lá Ele perm aneceu "três dias e três noites" (Jn 1.23-31). N o A ntigo Testamento. ao con­ tar o destino do h om em rico "no H ad es [inferno]. a palavra hebraica sheol. outras vezes. como as Epístolas fazem. estando em torm entos" (Lc 16. ensinou antes d a cruz que havia dois com ­ partim en tos no sheol ou hades: u m p ara os perd id os (inferno) e outro p a ra o salvo. grifo do autor) e de Lázaro. Foi p ara esse últim o local m encionado que Cristo foi quando m orreu. o m endigo. a quem Jesus garantiu: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso" (Lc 23. N ão havia gravador naquela época e isso não faz parte dos registros escritos. Mesmo que tivesse existido. e. o lu gar dos que m orreram .não? Pesquisei e pesquisei as Escrituras. que signi­ fica o lugar dos mortos. Pedro es­ creveu: "N o qual tam bém foi e pregou aos espíritos [dos mortos] . d uran te esse tem po. Ele diri­ giu algum as palavras especificamente a eles. Não há registro de que o mesmo se­ quer tenha sido composto ou recitado por algum dos apóstolos. este conhecido com o "seio de A braão" (Lc 16. Mt 12. Os que estavam no lugar destinado aos condenados podiam ouvir as palavras de Jesus (veja Lc 16. não haveria maneira de se ter certeza sobre isso por meio de seguir o passado dos apóstolos. ergueu os olhos. é algum as vezes trad uzida por "inferno" e. e perguntei a inúm eros pastores sobre isso e ainda não recebi um a resposta satisfatória. o assim cham ado "Credo dos Apóstolos" tem um nom e inapropriado. As palavras u ti­ lizadas no N ovo Testamento que p o d em ser co m p arad as a es­ sas são hades ou geena.

] pelo qual tam ­ bém sois salvos" (1 Co 15. sem as obras da lei" (Rm 3.12).. nos salvou" (Tt 3. SI 68. Toda a Palavra de Deus. deixar este corpo. cf.8). então deveríam os ter alguns padrões para essas obras. Todavia. após sua ressurreição. N ão há m enção a boas obras no "evangelho [.. D esde a ressurreição de C risto.. a alm a e o esp írito dos redim idos partem logo após sua m orte p ara estar com Ele: "A n­ tes. levou a alm a e o espírito dos redim idos para o céu: "Subindo ao alto.20. podem os concluir que as boas obras são n e ­ cessárias p ara a salvação? E tam bém não estaríam os em um a posição perigosa se não reconhecêssemos que as boas obras são essenciais p ara a salvação? Cristo sem pre afirma que se não p er­ doam os os outros não podem os esperar que Deus nos perdoe.1-4).C f.20.28).8.5). A partir desse m om ento Ele os conduzirá p ara reunir seus corpos ressuscitados ao arrebatam ento dos santificados (1 Ts 4.13-18).. se ajusta perfeitam ente e assegura aos crédulos a salvação eterna.26). os deuses devem ser apaziguados pelo esforço ou .]" (1 Pe 3.] nos dias de Noé [. Paulo escreveu: "O perai a vossa salvação com tem or e trem or" (Fp 2. levou cativo o cativeiro" (Ef 4. O que p ode ser dito sobre isso? R e sp o sta : Se as boas obras fossem essenciais para a salvação. As Boas Obras São Essenciais para a Salvação? Questão: Tiago declarou que fé sem obras é m orta (Tg 2. De algu­ m a maneira..19. r t e z a da Sa i a a c A o 334 em prisão [inferno]. mas segundo a sua misericórdia. Portanto. A idéia de que para ser salvo devem os corresponder a um certo p adrão de obras é fundam entado no paganism o. e nos lem bra que "não pelas obras de justiça que houvéssem os fei­ to. p ara habitar com o Senhor" (2 Co 5. O evan­ gelho deveria especificar quantas boas obras são necessárias e de que tipo. grifo do autor). nesse assunto como em outros. Jesus. [. O nde se encontra tal ensinam ento? Em lugar algum. N a verdade. os quais em outro tem po foram rebeldes..18). todas as religiões do m u n d o são fundam entadas em obras. Paulo argum enta que "o hom em é justificado pela fé.

você precisa acreditar em um a determ inada coisa. Esclarecendo a Mensagem de Tiago Tiago não afirmou que somos salvos pelas obras. porque pela lei vem o conhecimento do pecado" (Rm 3. sob a inspiração do Espírito Santo. Roberto Ingersoll. famoso ateu. então nossa fé não é genuína. no dia do julgam ento. n en h u m a carne será justificada diante dele pelas obras da lei. m as se fracassar em acre­ ditar em algo que não p o d e entender. sarcasticamente. mas não pelo coração. então farei isso ou aquilo pelo Senhor!" Obviam ente. grifo do au­ tor). não im porta quão m au você seja n em quão bom você seja. Você pode ser instantaneam ente perdoado. e todos os anjos gritarão: "Aleluia".20). afirm am o contrário. Tiago criticava a falsa fé. conseguirá alcançá-la. Por . Não dizem que se você comportar-se. queixou-se contra o evangelho da graça de Deus: Eles [cristãos] dizem que um a crença verdadeira é necessária para a salvação. Essa idéia é inata em todas as pessoas: "Deus. for bom com seus amigos e vizinhos e com seu país [como os ateus são].14.sacrifício do ser hum ano. não está ensinando isso. Isso não o tor­ nará bom. não dizem que se você pagar suas dívidas. Tiago. Já vimos que g uardar perfeitam ente a lei no futuro não p od e com pensar o fato de não a ter cum prido no passado. Ele não sugeriu que somos salvos pelas obras ou estaria contradizendo inúm eras outras passagens da Bíblia que. não restará alternativa para você a não ser a conde­ nação. nes­ se m om ento. Na verdade. se o Senhor me tirar dessa situação difícil. Tiago nos alerta de que é vã a mera confissão de fé feita pelos lábios. m esm o os ateus justificam sua rejeição em rela­ ção ao cristianismo com base nisso. A penas o cristianismo rejeita essa ilusão universal. de m aneira inequívoca. A m entalidade de obra-para-salvação caracteriza todos os cul­ tos. Como Paulo afirmou: "Por isso. Portanto fica claro que não p odem os ser salvos pelas boas obras. am ar sua esposa e seus filhos. mas que a fé professada que não está evidenciada pelas obras está morta e não pode salvar: "Se alguém disser que tem fé" (Tg 2. e de que se não pretendem os viver de acordo com o que professamos. conseguirá alcançá-la.

com­ parou a fé e as obras q u and o escreveu: . não o fazer obras.exemplo. As boas obras são o resultado de nossa salvação.20). Tiago fala do ponto de vista do ser hum ano. devem os concreti­ zar. nem p o r u m m om ento. porque pela lei vem o conhecimento do pecado" (Rm 3. Isso é a justificação apenas pela fé. então ele é justificado apenas pela fé. sem que seja necessária n e­ nh u m a obra para demonstrá-la. afirma claramente que o hom em é justificado pela fé independ en tem en­ te de suas obras na lei. e não o meio para obtê-la. deve­ mos guiar-nos pelas obras. mas refere-se às boas obras que acom panham a salvação e dem onstram que al­ guém já está salvo. que devem os realizar obras para nossa salvação. ele m esm o é salvo. Deus conhece o coração do hom em e não se baseia em n en h u m a obra para que tenha a dem onstração da fé de um a pessoa. N ão podem os conhecer o coração. A fé é que salva. do que como um meio para se obter a salvação. a salvação que já temos em nosso coração. conforme já citamos. Tiago fala das obras que em ergem da fé e que dem onstram que a pessoa tem fé verdadeira. Apenas a fé justifica a pessoa. e eu te mostrarei a m inha fé pelas minhas obras" (Tg 2. está escrito que mes­ mo se toda a obra de u m hom em é destruída. Tudo que foi dito acima não significa que um convertido pode viver da m aneira que lhe agradar e ainda estar seguro da bênção de Deus em sua vida. observe que para a salvação de alguém. Tiago disse: "Mostra-me a tua fé sem as tuas obras. A questão em Tiago não é como ser salvo. A lguns defensores de que as boas obras são necessárias con­ den am a adição do "apenas". Paulo não disse. N a verdade. Ele não disse que o hom em é justificado pelas obras sem fé.15. em nossa vida. Em 1 Coríntios 3. de maneira apropriada. e devem ser m otivadas antes pelo am or que sentimos por nosso Salvador. Paulo. contudo. não as obras. Paulo. portanto. porém se as Escrituras afirm am que o ho m em é justificado pela fé sem as obras da lei. conforme já m encionado. Entretanto.18). "pelas obras d a lei. não se afir­ ma: "A obra p ara sua salvação". Portanto.

. por meio da fé. Cristo. Ele afirm ou que a pessoa que verdadeiram ente recebeu a graça de Deus será benevolente com os outros. nessa passagem e em outras. por anos a fio.33U Porque pela graça sois salvos. para que ninguém se glorie. afirma que essa pessoa precisa se arrepender e perm itir que o am or de Deus p ro d u za em seu coração o m esm o perdão que Cristo lhe ofereceu. Q uanto ao perd oar os outros. caso contrário. as quais Deus p rep aro u para que andássem os nelas (Ef 2. Porque somos feitura sua. Ele está nos dan do um exemplo prático para atestar se somos genuinam ente seus. e isso não vem de vós. é dom de Deus. criados em Cristo Jesus para as boas obras. Não vem das obras. ou. Cristo não estabeleceu os crité­ rios para ser salvo. deve adm itir que ja­ mais foi salva. Como posso esperar que Deus me perdoe se eu não perdôo os outros? H á pessoas que clamam ser cristãs apesar de. nu trir anim osidade contra outras pessoas em razão de ofensas que alegam ter sido feitas a elas.8-10). Ele nos desafiou a exam inar a fé que declaram os ter.

Por que Crer?
1 Los Angeles Times, 25 de junho de 1978, parte IV, pp. 1-6. 2Harpers, fevereiro de 1985, pp. 49,50.

3 Douglas D ew ar e L. M. Davies, "Science and the BBC", em The Nineteenth Century and After, abril de 1943, p .167. 4De um a entrevista da AP correspondente George W. Cornall, citação do Times-Advocate, Escondido, Califórnia, 10 de d e­ zem bro de 1982, pp. A 10,11.

Capítulo 1 - Evidência, Razão e Fé
d i t a d o em Samuel P. Putnam , 400 Years ofTree Thought, (NY: 1894), p. 56. 2Ibid., p. 120. 3 Citado em Josh McDowell, Evidence That Demands a Verdict, (Cam pus C rusade, 1972), p. 136. 4. Paul E. Little, Know W hy You Believe (Scripture Press, 1967),
p. 53.

?G ordon Allport, "The Roots of Religion", Pastoral Psychology, abril de 1954, p. 20. 6Sir James Jeans, The Mysterious Universe (The M acM illan Company, 1929), p. 140. 7 Paulo Yonggi Cho, The Fourth Dimension (Logos, 1979), p. 44; Paul Yonggi Cho, The Fourth Dimension, Vol. II (Bridge Publishing, 1983), pp. 25-28, 68.

336

Ey D:r

8 Sir John Eccles, com Daniel N. Robinson, The Wonder ofBeing Human — Our Brain & O n rM in d (New Science Librarv, 1985), p. 54. qErwin Schroedinger, citado em Quantum Questions: Mi/stical Writings oftíie World's Great Pln/sicists, ed. Ken Wilbur (New Science Library, 1984), pp. 81-83. 1 0 S. Maxwell Coder e George F. H owe, The Bible, Science and Creation (Moody Press, 1965), p. 39.

Capítulo 2 - Quem É Deus?
:Carl Sagan, Cosmos (Randon House, 1980), p. 243. 2 Putnam , 400 Years, p. 64. 3 Veja Dave H unt, A Woman Rides the Beast (H arvest H ouse Publishers, 1994), p. 424.
4Vatican Council 11, The Conciliar and Post Conciliar Documents,

General Editor A ustin Flanery, O. P. (Costello Publishing Company, 1988, edição revisada), p. 367. 5 Will D urant, The Story of Civilization: The Age ofFaith, Vol. IV (Simon and Schuster, 1950), p. 163. 6 Ibid, p. 163. 7 Ibid, p. 163. 8M ary Long, "Visions of a N ew Faith", em Science Digest, novem bro de 1981, p. 39. 9H erbert Scholssberg, Idols for Destruction (Thomas Nelson, 1983), p. 171. 1 0 Eccles e Robinson, Wonder, p. 61. nSamuel P. Putnam , 400 Years ofFreethought (The Truth Seeker Company, N ova Iorque, 1894), frontispício. 1 2 Putnam , 400 Years, p. 13.

Capítulo 3 - A Bíblia É Confiável?
'John Lea, The Greatest Book in the World, conforme citado em Frank Morison, Who Moved the Stone? (Londres, Faber e Faber, 1958), p. 15.

N ota?

337

2 Josh McDowell, Evidence that Demands a Verdict (Cam pus C rusade for Christ, 1972), p. 19. 3 A b ra h a m R ab in o v ich , "In p u r s u it of h is to ry " , no The Jerusalem Post International Edition, fim de sem ana de 25 de novem bro de 1995, pp. 18,19. 4Rabinovich, History, pp. 18,19. 5 Bernard Ramm, Protestant Christian Evidences (M oody Press, 1953), pp. 230,231. 6 F. F. Bruce, The Books and the Parchments (Fleming H. Revell,
1963), p. 178.

7 J. H aro ld G reenlee, Introdution to N e w Testament Textual Criticism (William B. Eerdm ans, 1964), p. 15. 8Irw in H. Linton, A Lawyer Examines the Bible (W. A. Wilde Company, 1943), p. 31. 9Linton, Lawyer, p. 46,47. luSir A rthur Stanley Eddington, The Nature ofthe Physical World (MacMillan, 1929), citado em Q uantum Question: Mystical Writings ofthe World's Great Physicists, ed. Ken Wilbur (New Science Library, 1984), p. 5. nPutnam , 400 Years, p. 101. 1 2 Wilbur M. Smith, Therefore Stand: Christian Apologetics (Baker Book House, 1965), pp. 425, 584. 1 3 Professor Thomas Arnold, Sermons on the Christian Life (Lon­ dres, 1859), p. 324.

Capítulo 4 - Há Contradições na Bíblia?
'C itado em John W. Lea, The Greatest Book in The World (Fila­ délfia), pp. 17,18.
2Los Angeles Times, 28 de janeiro de 1989.

3 John Elder, Prophets, Idols and Diggers (Bobbs-Merrill, 1960), p. 160. 4Will D urant, The History of Civilization: Caesar and Christ (Simon and Schuster, 1944), Vol. III, p. 231.

5Linton, Lawyer, p. 89. 6 William Paley, Horae Paulinae, como citado em Linton, Lawyer, p. 88.

Capítulo 5 - Desafios à Fé
JR. A. Torrev, Difficulties in the Bible: Alleged Errors and Contradictions (Moody Press, data não inform ada), pp. 9,10. 2Larry W hitham , "Book backs theory Jesus visited ín d ia before public life", no Washington Times, T I de novem bro de 1987, p. E6. 3 Torrey, Difficulties, pp. 14-16.

Capítulo 6 - Evidências de Autenticidade e Inspiração
lCollier's Encyclopedia (F. P. Collier & Son Corporation, 1959),

Vol.10, p. 155. 2M ark H opkins, Evidences, citado em Linton, Lawyer, pp. 165169. 3 Traduzido p o r William W histon (originariam ente publica­ do em 1737), The Life and Works ofFlavius Josephus (The John C. W inston Company, Filadélfia, 1957), p. 535. 4 W histon, Josephus, p. 598. 5Thom as H artw ell H orne, Introduction to the Holy Scriptures, citad o p o r H o p k in s em Evidences e citad o p o r Linton, Lawyers, p. 235. 6 H opkins em Evidences e citado por Linton, Lawyers, p. 164. 7 Ibid, p. 164. 8 Citado em Linton, Lawyers, p. 164. 9 Simon Greenleaf, The Testimony ofthe Evangelists, p. 31. 1 0 Linton, Lawyers, p. 231.

Capítulo 7 - E quanto à Oração?
:A. E. C. Brooks, compilador, Answers to Prayer from George Muller's Narratives (Moody Press, não datado, brochura), p. 10.

N

otas

33.9

2 Brooks, Answers, na folha de rosto. 3 Robert Schüller, Peace of M ind Through Possibility Thinking (Spire Books, 1977), p. 14. 4Robert Schüller, "Possibility Thinking: Goals", em fita da A m w ay Corporation. 5Peter Kreeft, Bookstore Journal, fevereiro de 1992, p. 30.
6 N R I Trumpet, outubro de 1993, p. 14. 7Cathechism ofthe Catholic Church (Libreria Editrice Vaticana, 1994), par. 971, p. 253; A ustin Flannery, O. P., ed., Vatican Council II (Costello Publishing, 1988, edição revisada), p. 421.

8 St. A lphonsus de Liguori, The Glories ofM a ry (Redem ptorist Fathers, 1931), pp. 82,83, 94,160,169,170. 9Official Edition, Devotions in Honor ofour Mother of Perpetuai Help (Liguori Publications, não datado), pp. 46,47.

Capítulo 8 - E quanto ao Mal, Satanás e os Demônios?
'C h a rle s F. Pfeiffer, The Dead Sea Scrolls anã the Bible (W eathervane Books, 1969), na sobrecapa. 2 M anly P. Hall, The Secret Teachings ofA ll Ages: A n Encyclopedic O utline of Masonic, Hermetic, Qabbalistic and Rosicrucian Symbolical Philosophy (The Philosophical Research Society, Inc., Los Angeles, CA 90027,1969), 16a edição, p. CXVIII. 3 C. S. Lewis, The Screwtape Letters (Fleming H. Revell, 1976), prefácio. 4Eccles e Robinson, Wonder, p. 54. 5 Eddington, N ature, p. 345. 6 C. S. Lewis, They Askedfor a Paper (Londres, 1962), pp. 164,165. 7 Citado em H erbert Benson, M. D., com William Proctor, Your M axim um M ind (Random House, 1987), p. 46. 8"GeoConversation", entrevista com o Dr. Robert Jastrow, em Geo, fevereiro de 1982, p. 14. 9C. G. Jung, Memories, Dreams, Reflections (Pantheon Books, 1963), p. 183.

340
1 0 C. G. Jung, Collected Letters, Vol. I (Prínceton Uníversitv Press, 1973), p. 43. nCitado em H arold Sherman, Yoit Mysterious Power of ESP (Nova Iorque, 1969), p. 120. 1 2 M. Scott Peck, People ofthe Lie (Simon & Schuster, 1983), pp. 184,188. 1 3 Peck, People, p. 196. 1 4 Eddington, Nature, pp. 258, 259. 1 5 Hall, Secret Teachings, pp. LXXXVII-LXXXVIII 1 6 R. A. Torrey, Difficulties in the Bible (Moody Press, não d ata­ do), p. 53.

Capítulo 9 - E quanto ao Sofrimento e o Inferno?
'P utnam , 400 Years, pp. 389,390. 2 Ellul, op. cit., p. 60. 3 Ibid. 4 Linton, Lawyer, p. 122. 5 Putnam , 400 Years, pp. 389,390. 6 Linton, Lawyer, p. 122. 7 Percy Bysshe Shelley, de um a carta escrita na década de 1920 para Lord Ellenborough em favor de D. J. Eaton preso por p u ­ blicar o livro de Paine, Age of Reason, citado em Putnam, 400 Years, p. 341.

Capítulo 10 - Um "Arrebatamento" e uma "Segunda Vinda"?
1Chalceáon report, julho de 1988, p. 1.

Capítulo 11 - Evangelho que Salva
'Simon Greenleaf, Testiniony of the Evangelists (Baker Book House), introdução. 2 Fr. William J. Cogan, ,4 BRIEF CATEC H ISM FOR ADULTS: A Complete Handbook on how to Be a Good Catholic, p. 49.

Seiss. pp. 30. Vol. 1943). p.Certeza da Salvação í s s a é a penúltim a sentença da oração oficial do Papa João Paulo II para o ano de Maria. Green. p. Por exemplo: "Para a Senhora. 46. 22.. 365. The Gospel in the Stars. Pocket Catholic Dictionary (Image Books.103. 614.. pp. pp. pp. A l. Humiliation. Vol. Can. confidentem ente confiamos toda a h u m a n id ad e com esperanças e m edos. l5Vatican Council II. . Canons. 103. Vol. pp.. Canons and Decrees. 1.. cit. . Documents. 122. 1. Green. pp. p. 15. iqCoriden. 54. Heintschel. p. 1 1 John A. Code of Canon Law. pp. B4. Heinstschel. Capítulo 12 . Documents. Eds. Vol. Toda a oração é dirigida a M aria e pede-lhe que faça o que ela teria de ser Deus para pod er realizar. setembro de 1991. I4Schroeder. vii bVatican Council II. 1. pp. Vol.7Catechism ofthe Catholic Church. 1988. ?Ellul. 224. 1.. lbVatican Council II. 1 de fevereiro de 1990. Code of Canon Law. p. Believers Voice ofVictory. Documents." -The New York Times. Mãe da famí­ lia hum ana e das nações. Hardon. pp. J. 1985). 'Schroeder. g Coriden. 412. l3Handbook of Medicai Ethicsfor Nurses. 1.. 13. op. 103. 320. wVatican Council II. 1. 1 2 Kenneth Copeland. 102. 8Vatican Council II. pp.Ne :'Joseph A. Documents. 1. 248. Double-day. 4 Seiss. Documents. cit. 7Vatican Council II. Documents. Gospel. pp. 646. p. S. M ontreal. Possibilite que todos nós encontrem os a Deus. op. N ão deixe que se apague a luz da sabedoria verdadeira. lsTrent. 23. and Priests (The Catholic Truth Society. Guie seus passos no cam inho da paz. Physicians. 33. 53. 224-229. Vol. pp.

342 4The New Saint Joseph Baltimore Catechism. 284-304. pp. veja tam bém Vaticano II e o novo catecismo universal. p. 1969). etc. Vol. Vol. 75. 102. Vol. 1. pp. 7Vatican Council II. 2. p. p. 168. Veja tam bém o novo Catechism ofthe Catholic Clmrch universal. Documents. 8Vatican Council II. . Documents. 5Baltimore Catechism. 6Vatican Council II. o novo catecismo. p. 63. 171. 2.103. Documents. nr.. 2 (Xova Iorque: Catholic Book Publishing Co.

DA Ff C r is t ã Por que Deus permite o sofrimento e o mal? Como explicar todas as "contradições" existentes na Bíblia? Algumas pessoas estão predestinadas a ir para-o inferno? Em Defesa da Fé Cristã trata de assuntos espinhosos sobre os quais todos. Dave Huçt t’ autor e palestranté reconhecido internacionalmente. Sua publicação mensal. À medida que as respostas são desveladas. . e o conjunto de sua obra já vendeu mais de 3 milhões de cópias. Escrevtm-rhais de 20 livros nas áreas de estudos bíblicos e apologética. The Berean Cnll (O climmulo bereano). cristãos e não-cristãos. você obterá uma compreensão mais profunda de quem Deus ép-de como filé trabalha. Alguns deles incluem: • Por que um Deus misericordioso puniria as pessoas que jamais escutaram jalar de Cristo? • Como responder aos ataques contra Deus e a Bíblia? • Como especificar qual a diferença existente entre ás obras de Deus e as de Satanás? O amplo espectro de perguntas o guiará em uma exploração empolgante sobre as verdades bíblicas. A constatação da incrível amplitude de diretrizes na Palavra de Deus fortalecerá sua fé e o ajudará a viver de acordo com sua verdade.'''O »II / I \ ! //* EM. ak^ffiçíTmais de 50 mil leitores^ . indagam-se.