Faculdade de Tecnologia SENAI Cimatec

Curso Superior de Tecnologia em Inspeção de Equipamentos e de Soldagem
Disciplina:

Processos de Soldagem II
Tópicos: - Transferência Metálica - Instrumentação e Análise de Sinais Aplicadas à Soldagem
Docente:

Sérgio Rodrigues Barra, Dr. Eng.
Realização:

Salvador – BA 2009

Índice (Conteúdo)
• • • • • • • • Apresentação da disciplina Fundamentos da transferência metálica Importância do estudo da análise de sinais Fundamentos de métodos estatísticos voltados à análise de sinais em soldagem Características dos sensores/transdutores de sinais/grandezas físicas aplicados à soldagem Montagem e aferição de sistemas de medição aplicado à soldagem Definição de função de transferência das grandezas físicas envolvidas na soldagem Identificação e avaliação dos sinais de soldagem

Sérgio Barra, Dr. Eng.

Apresentação
Ementa: Fundamentos da transferência metálica; Importância do estudo da análise de sinais; Fundamentos de métodos estatísticos voltados à análise de sinais em soldagem; Características dos sensores/transdutores de sinais/grandezas físicas aplicados à soldagem; Montagem e aferição de sistemas de medição aplicado à soldagem; Definição de função de transferência das grandezas físicas envolvidas na soldagem; Identificação e avaliação dos sinais de soldagem. Referências básicas: JILUAN, Pan. Arc Welding Control; PONOMAREV, V. Arc Welding Process Statistical Analysis; THOMAZINI, Daniel. Sensores Industriais: Fundamentos e Aplicações. ASM Handbook: Welding, Brazing and Soldering; AWS Welding Handbook – Processes, Vol 2; WAINER, Emílio. Soldagem: Processos eMeatlurgia; OKUMURA, Toshie. Engenharia de Soldagem e Aplicações; MARQUES, Paulo. Soldagem: Fundamentos e Tecnologia; MACHADO, Ivan. Soldagem e Técnicas Conexas: Processos; Revista Soldagem & Inspeção; Revista Welding Journal.
Consultas/dúvidas: barra@cimatec.fieb.org.br
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Importância
Por que estudar o processo de transferência metálica? Por influenciar diferentes características do processo de soldagem, como: Formação e nível de respingo (salpico); Formação e nível de fumos; Posição de soldagem; A geometria do cordão; Valor de lo; O tipo de equipamento e proteção gasosa. E quais os fatores que influenciam no modo de transferência? Tipo (CC, CA ou pulsada) e magnitude da corrente e o valor tensão; A polaridade (Inversa + ou direta -); A composição química e o diâmetro do eletrodo; Tipo, composição e vazão gás de proteção; Projeção do arame em relação ao bico de contato (stick out); Pressão atmosférica.
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Classificação
Classificação dos modos de transferência metálica
Nomenclatura mais utilizada é aquela proposta pelo IIW (baseada em aspectos fenomenológicos).

Modos de transferência metálica e possível metá possí ocorrência.

Fonte: Modenesi, 2001.

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Classificação
Força ou mecanismo atuante
Tensão superficial e força eletromagnética Tensão superficial e força eletromagnética Ponte sem interrupção TIG e Plasma com vareta (arame quente)

Processo observado
Curto-circuito MIG/MAG

Ponte

Classificação dos modos de transferência metálica. Adaptado de Okumura et al (1982).

Projetado

MIG/MAG (corrente intermediária)

Instabilidade eletromagnética

devido

à

constrição

Goticular

Em gotas

MIG/MAG (corrente baixa)

Vôo livre

(Spray) Contínua MIG/MAG (corrente média) Força eletromagnética Instabilidade Rotativa MIG/MAG (corrente alta) eletromagnética Vaporização do metal de adição ao passar devido à deformação

Modo de transferência Controlada
Curto-circuito Controlado MIG/MAG Controle na dinâmica de subida e descida da corrente Imposição de diferentes níveis de corrente e Pulsada MIG força eletromagnética Explosivo MIG/MAG e ER pelo arco

Protegida por escória

Guiado pelas paredes (fluxo)

Arco submerso Arco submerso, Arame tubular e

Química e eletromagnética

Outros modos

Eletroescória

Química e eletromagnética

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Classificação

Faixa de transferência em função funç dos valores de IS e U.

Representação esquemática dos Representaç esquemá modos de transferência metálica metá segundo o IIW (Fonte: IIW).

Fonte: Modenesi, 2001

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Técnicas de Medição
Técnicas comuns utilizadas no estudo da transferência metálica: Método mecânico (recolhimento das gotas);
Quantifica tamanho das gotas Arranjo experimental simples Não é a condição real

Método fotográfico (filmagem em alta velocidade – 103 a 104 quadros/s);
Observação direta do fenômeno Observaç Arranjo experimental complexo

Fonte: Barra, 2003.

Medições dos efeitos secundários (Is, Us, som, luminosidade).
Arranjo simples Pode ser utilizado em qualquer processo de soldagem Não quantifica tamanho das gotas
Avaliação do modo de Avaliaç transferência via oscilogramas de IS e U (Fonte: IMC).

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Efeitos
Quais os efeitos do modo de transferência sobre a poça de fusão?

Curto circuito

Spray

Spray rotacional

Pulsado

Região de impacto das gotas

Tocha Gota Região do Arco

Tandem

Fpa Fγ Fgota Fem Fb Poça
Representação das forças Representaç forç atuantes na poça de fusão poç (Barra, 2003).

Fpa Fγ Fem Metal de base

Representação dos Representaç perfis de agitação da agitaç poça de fusão. poç

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Efeitos
Representação da variação do modo de transferência metálica em função do incremento da Is.

Condições de soldagem: MIG, Eletrodo de 1,6 mm, 98% Ar + 2% O2 (Fonte: Jones, 1998).

Globular Is = 240 A

Spray Is = 300 A

Spray com alongamento da região pastosa Is = 360 A

Spray rotacional Is = 480 A

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Efeitos
Influência do tipo de transferência sobre a direção de crescimento. direç

E sobre o modo de crescimento e a incidência de defeitos?

Influência do tipo de transferência sobre o modo de crescimento e a formação de defeitos. formaç

Fonte: Barra, 2003

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Curto Circuito
Transferência metálica tipo curto circuito
Características: - Valo baixo de Us (baixa tensão) e geralmente usando mistura rica em CO2; - Formação de uma ponte líquida entre a poça e o arame (tensão superficial); - Baixo nível de corrente (menor aporte de calor); - Ocorrência periódica de curtos (mudança de Is para Icc) – 20 a 200 curtos/s; - Geração de salpicos (nível da explosão dependendo de Icc e indutância).
Representação esquemática da Representaç esquemá ocorrência de curto circuito e a variação dinâmica dos sinais de variaç corrente e tensão.

Fonte: Modenesi, 2001.

Txfusão < Txalimentação alimentaç Fcurto = tcc/tsoldagem
Sérgio Barra, Dr. Eng.

Curto Circuito
Quadros mostrando a ocorrência de curto circuito (filmagem de alta velocidade).

Obs: A dinâmica de subida da Icc (indutância) irá influenciar a formação de salpicos e vapores metálicos e a possibilidade de mergulho do arame na poça antes do destacamento.

Expansão do plasma durante intervalos de 25 µs (característica explosiva – regime (caracterí transiente até os 10 µs). até

Fonte: IMC

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Curto Circuito
Efeito da inserção de indutância sobre a dinâmica do curto circuito
Baixa indutância
Subida brusca do valor de IS no contato físico arame-gota-poça
Fonte: IMC

Alta indutância
Controle na inclinação (Is/t) valor de IS no contato físico aramegota-poça

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Curto Circuito

Oscilogramas mostrando a transferência em curto circuito (mudança nos valores da (mudanç correte de Is para Icc e queda de tensão de Us para Ucc.

Fonte: Barra

Sérgio Barra, Dr. Eng.

Curto Circuito

Fonte: Modenesi, 2002.

Fonte: Modenesi, 2002.

Variação do valor médio do Tcc em Variaç mé função da tensão de operação. funç operaç

Variação da fração do tempo total em que o arco Variaç fraç permanece em curto “apagado”, arame em curto, em apagado” função do valor da tensão de operação. funç operaç

Obs: A transferência em curto circuito propicia a redução no calor aportado (tempo de arco “apagado”) e a possibilidade de falta de fusão na soldagem de peças espessas – poça pequena e rapidamente resfriada (o que torna o processo atrativo para pequenas espessuras, soldagem fora de posição e grande abertura de raiz – ponte).
Sérgio Barra, Dr. Eng.

Globular
Transferência metálica tipo globular
- Valor intermediário do comprimento do arco, baixa ls e elavada Us – arco instável e presença de respingos; - Formação de uma grande gota na ponta do arame (diâmetro da gota (D) superior ao valor do arame (d)) – 0,1 a 1 gota/s; - Transferência em vôo livro, arco aberto, para poça de fusão devido ao peso próprio da gota (combinação força gravitacional x tensão superficial); - Freqüência de destacamento representada por F = 3.Txa.d2/(2.D3); - Ocorrência na soldagem a base de CO2, mesmo a elevada corrente, e na soldagem a base de argônio para valores It baixos de corrente e altos de tensão (lo Zona Globular de transição Goticular alto). Representação da relação Representaç relaç
Números de gotas transferidas / segundo ) (

modo de transferência x características das gotas caracterí destacadas. destacadas.

Metal transfer during GMAW of steel with Ar–2% O2 shielding: (a) globular transfer at 180 A and 29 V shown at every 3.10-3 s; (b) spray transfer at 320 A and 29 V shown at every 2.5.10-4 s

Corrente

Fonte: Barra, 2003.

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Volume da gota transferida ) (

Globular
Representação esquemática do processo Representaç esquemá de transferência globular. Transferência globular sob o efeito da força forç reação na região catódica em atmosfera rica reaç cató em CO2 (repulsão lateral – CC-). CC-

Pontos catódicos móveis, defletindo a gota cató mó lateralmente através da combinação de atravé combinaç força eletromagnética e reação por geração forç eletromagné reaç geraç de vapor ou plasma.

Transferência globular sem o o efeito da força forç reação na região catódica. reaç cató Fonte: Jones, 1998.

Sérgio Barra, Dr. Eng.

Globular

Oscilogramas de corrente e tensão mostrando o processo de transferência metálica do tipo globular (observa-se a variação cíclica da tensão e a permanência do arco aberto).

Fonte: Barra

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Spray
Transferência metálica tipo goticular (spray ou pulverização axial)
Formação de gotas com diâmetros iguais ou inferiores ao diâmetro do eletrodo (arame); Proteção gasosa rica em Ar (valores “baixos” da corrente de transição “It”); Nível de Is superior ao modo globular (Is > It) e valores altos de Us (24 a 40 V);
Corrente (A)

O modo spray é inibido com o incremento de CO2 na mistura gasosa; A redução no diâmetro do eletrodo e/ou o aumento do stickout reduz o valor It ; Transferência da gota em direção à poça independe da posição de soldagem (Fem); Formas possíveis: projetado, fluxo e rotacional.

Modo goticular (spray)
Is It

Tempo (ms) Tensão (V)
Volume modal

Perturbação (~ 0,5 V) ~ indicando destacamento

Tempo modal

Spray projetado

Tempo (ms)
Fonte: Barra 2003.

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Pulsada
Transferência metálica tipo pulsada
O modo pulsado pode ser descrito como sendo um modo goticular (spray) controlado, onde as gotas metálicas são formadas e destacadas através de pulsos de corrente aproximadamente simétricos (ondas quase retangulares), ou seja, uma variação (modulação) controlada da corrente no tempo, com freqüência e amplitudes pré-estabelecidas); Corrente de base (Ib) é associado a um tempo de permanência denominado de tempo de base (tb), cuja função desse primeiro par é a manutenção do arco elétrico, limpeza catódica e aquecimento do F = 1/T = 1/(tp+tb) eletrodo por efeito Joule; Corrente, situada acima da corrente de transição (It), Ip denominada de corrente de pulso It (Ip) é associada a um tempo de Im permanência identificado de tempo de pulso (tp), neste caso a função desse par é destacar e projetar uma Ib única gota em direção à poça de Tempo (ms) fusão.
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Corrente (A)

Pulsada
Transferência metálica tipo pulsada
Critérios para a estabilidade do processo de transferência pulsada: I - Igualdade entre a taxa de alimentação (Txa) e a taxa de fusão (Txf) do arame; II - Destacamento de apenas uma gota por pulso e com diâmetro aproximadamente igual ao do eletrodo (UGPP); III - A corrente de base deverá ter um valor necessário à manutenção do arco.

(I)

va da

Ip

Ip.tp = D
Uma gota por pulso

a

(II)
Destacamentos múltiplos

Superfície de controle

. ma .

UGPP
Destacamento na base

Txa = Txf

mg

dg
Condições de transferência em função dos valores de Ip e tp selecionados. Adaptado de Ueguri et al (1985).

Região “ótima” It

(III)

Ib ≥ 20(*) a 25 A

Gota muito grande com destacamento independente do pulso

tp

tb < 30 ms

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Pulsada

I p tp

I b tb

Oscilogramas de corrente e tensão mostrando o modo de transferência metálica pulsada (Fonte IMC).

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Instrumentação
O Sistema Internacional de Unidades - SI
Sistema adotado pelo Brasil (1962) Cuidados na escrita de unidades físicas (erros comuns):
Unidade segundo metro quilograma hora Certo 250 m 10 g 2 mg Quantidade cinco metros dois quilogramas oito horas Certo 9 h 25 min 6 s Certo s m kg h Errado s. ; seg. m. ; mtr. kg. ; kgr. h. ; hr. Errado 250m 10g 2mg Certo 5m 2 kg 8h Errado 9:25h 9h 25´ 6´´ Errado 5ms 2kgs 8hs Medidas de tempo (uso correto dos símbolos para hora, minuto e segundo). O símbolo é invariável; não é seguido de "s“ (não vai para o plural). O símbolo não é escrito na forma de expoente. O símbolo é invariável Grandeza
comprimento área volume tempo freqüência velocidade massa massa específica vazão força pressão trabalho, energia quantidade de calor potência, fluxo de energia corrente elétrica tensão elétrica resistência elétrica temperatura Celsius

Representação do resultado da medição (valor numérico acompanhado da respectiva unidade física)

Principais unidades do SI utilizadas em soldagem
Nome
metro metro quadrado metro cúbico segundo hertz metro por segundo quilograma quilograma por metro cúbico metro cúbico por segundo newton pascal joule watt ampère volt ohm grau Celsius

Plural
metros metros quadrados metros cúbicos segundos hertz metros por segundo quilogramas quilogramas por metro cúbico metros cúbicos por segundo newtons pascals joules watts ampères volts ohms graus Celsius

Símbolo
m m² m³ s Hz m/s kg kg/m³ m³/s N Pa J W A V

Observação: ' e " representam minuto e segundo em unidades de ângulo plano e não de tempo.

° C

Fonte: INMETRO

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Representação esquemática do processo de aquisição / controle de sinais (grandeza física) Sensor
Tratamento das informações, provenientes de medições, permitindo a avaliação rápida de grandes quantidades de dados (armazenamento e processamento)

A/D Sensor

Controle sobre sistema/processo

Grandeza física (Is, Us, vs, outras)

Sensor Digital

Atuadores / comando D/A Usuário A/D
Processamento Software de aquisição

Sensor Analógico
Sensor Analógico
Condicionamento sinal

A/D

Exemplo do uso da análise de sinais: Na medicina define-se um diagnóstico com base na análise de sinais (eletrocardiograma) e nos sintomas do paciente (“formigamento” no braço) tentando chegar a uma conclusão (terapia).

Placa/hardware
Fonte:Adaptado de Pedro Adão (2001)

Sérgio Barra, Dr. Eng.

Por que estudar/aplicar análise de sinais em soldagem? Por mostrar/mensurar diferentes características/fenômenos durante o processo de soldagem, como: Diferentes valores de I, U, vs, va, gás e outros experimentados durante a formação e manutenção do arco elétrico, a formação e transferência metálica e, também, a solidificação da poça de fusão; Formação e nível de fumos (oscilograma x imagem); Formação e nível de salpicos (curto circuito/explosão); Estimar o heat input do processo; Para evitar erros de interpretação do possível efeito de um parâmetro analisado. Sinais aquisitados (oscilogramas) mostrando o comportamento, no tempo, de variáveis de soldagem
300
40
10

250

200

150

20

Velocidade arame (m/min)
0 250 500 750 1000

30

Corrente (A)

Tensão (V)

5

100

10

50

0 0 250 500 750 1000

0

0 0 250 500 750 1000

Tempo (ms)

Tempo (ms)

Tempo (ms)

Sérgio Barra, Dr. Eng.

E quando devemos utilizar esta ferramenta? Quando o grau de complexidade for alto; Quando a quantidade de dados necessitar manipulação estatística; Quando se deseja intervir sobre a operação (efeito); Suspeita de informação incorreta (diferentes fontes / necessário registro).
Fonte: Laprosolda UFU

Visão macro do processo de aquisição e/ou controle (Soldagem)
INÍCIO Operação de soldagem (Processo x parâmetros x procedimento envolvidos)
Sistema de aquisição (valores de I, U e va) Comando remoto da fonte de soldagem ( valores de I, U e va)

Processo de medição
(-)

Comando do sistema de deslocamento da pistola (SDP )

(+)

Sensor da va
300 A 25 V

Sensor Hall

Análise dos sinais

vs

SDP Gás de proteção

Ferramenta Cálculo da média ou RMS mé estatística estatí

Exemplo de uma bancada de soldagem (aquisição/controle). (aquisiç

Ação corretiva

Monitoração

Etapas envolvidas numa boa soldagem (operações): • Definição das variáveis; • Medição; • Monitoração; • Controle; • Análise.

Novo conhecimento

Erro no sinal?

Controle (Necessidade de intervenção?) Sérgio Barra, Dr. Eng. Falha no sinal

Medição
Processo de determinação do valor de uma variável, expressado em uma apropriada unidade física ( I (A), U (V), va (m/min), vs (cm/min), outros).
Transdutor da velocidade de alimentação do alimentaç arame

INÍCIO Operação de soldagem Processo de medição Análise dos sinais
Transdutor de corrente

Cálculo da média ou RMS mé Ferramenta Ação corretiva estatística estatí

Monitoração

Novo conhecimento Controle
Ponto de tomada de tensão

Erro no sinal?

(Necessidade de intervenção?) Sérgio Barra, Dr. Eng.

Falha no sinal

Medição
Sensores: características e aplicações Uso na captação de grandezas físicas (corrente, pressão, vazão, temperatura, posição, nível, força, luminosidade, outros); Princípio físico envolvido na conversão da grandeza física analisada (tipo de saída) em valor de tensão ou outra forma de conversão (termômetro); Faixa de medição/saída; Sensibilidade/resolução.
Grandeza física fí (velocidade de alimentação do arame) alimentaç
Transdutor da temperatura (conversão de temperatura em dilatação volumétrica) dilataç volumé

Transdutor conversão de deslocamento em tensão Condicionamento Amplificação, divisão Amplificaç ou filtro do sinal

Transdutor de corrente (conversão de campo magnético em tensão) magné +10 V - 10 V

Sérgio Barra, Dr. Eng.

Medição Exemplo: Sistema portátil de medição.
Transdutor de corrente Detalhe do transdutor velocidade arame Transdutor arame

Placa de aquisição e software aquisição

Transdutor vazão gás Fonte: IMC

Sérgio Barra, Dr. Eng.

Medição
Fluxo do sinal de leitura Sensor/transdutor; Entrada via conversos A/D; Determinação da função de transferência; Apresentação (saída) analógica ou digital; Forma gráfica ou txt. Saída binária Grandeza física
(I, U, vs, va, gás, T, outros) vs, va, gá
Valores de I (A) 225 388 223 Tempo de Aquisição (ms) 257 266 310

i(t) Transdutor U(t)

Placa de aquisição e/ou aquisiç controle (A/D e/ou D/A)

Monitoração/armazenamento
Processo da verificação das condições de soldagem conforme determinados limites.

Principal função: indicar uma falha no sinal enviado. Algumas vezes sinais acústicos ou visuais são utilizados. Vantagem da ferramenta: como a saída digital/analógica é proporcional a variação da grandeza física, a inter-relação entre um defeito e uma variável pode ser predita com determinada probabilidade.
INÍCIO Operação de soldagem Análise dos sinais
Ferramenta Ação corretiva estatística estatí Erro no sinal?
Monitoração visual dos valores recebidos Monitoraç

Processo de medição
Cálculo da média ou RMS mé

Monitoração

Novo conhecimento Controle (Necessidade de intervenção?)

Falha no sinal Sérgio Barra, Dr. Eng.

Exemplo 1: Efeito da freqüência de pulsação da Is e da va
300 300 250 250

Thermal pulse pt
Corrente (A)

300

250

200

200

200

Corrente (A)

Corrente (A)

150

150

150

100

100

100

50

50

50

0 300 600 900

0 0 250 500 750 1000

0 0 250 500 750 1000

Tempo (ms)

Tempo (ms)

Tempo (ms)

(a)
40 40 30 30

Thermal base bt

40

30

Tensão (V)

Tensão (V)

Tensão (V)

20

20

20

10

10

10

0 300 600 900

0 0 250 500 750 1000

0 0 250 500 750 1000

Tempo (ms)

Tempo (ms)

Tempo (ms)

10

10

10

(b)

Velocidade arame (m/min)

Velocidade arame (m/min)

Velocidade arame (m/min)

5

5

5

0 300 600 900

0 0 250 500 750 1000

0 0 250 500 750 1000

Tempo (ms)

Tempo (ms)

Tempo (ms)

(c)

(a) (b) (c) Monitoração, via oscilogramas, do efeito da forma de alimentação do arame e Monitoraç oscilogramas, alimentaç do tipo de pulsação de corrente sobre o valor da tensão de soldagem. pulsaç

(a)

(b)

(c)

Exemplo 2: Avaliação do modo de transferência metálica

Monitoração, via Monitoraç oscilogramas, do modo de oscilogramas, transferência metálica. metá

Consideração: O processo de monitoração inclui um determinado grau de análise (comparação simples entre o valor esperado e o lido).

Exemplo 3: Avaliação da estabilidade na manutenção de UGPP e o momento do destacamento.
Oscillograms with the synchronized signals (full line – I and U and dotted line – image)
300

Referring picture * (red dotted line)

I (A ) e S in a l C â m e ra

250

200

150

10
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26

100

50

0

2

4

6

8

10

12 x 10
-3

T e m p o [s ]
45

18

U (V ) e S i n a l C â m e ra

40

0

2

4

6

8

10

12

14

16

18

20

22

24

26

35

30

20
25 20

15

10 0 2 4 6 8 10 12 x 10
-3

T e m p o [s ]

24

Comment: It is verified ODFP condition and that the detachment is carried through in third part of current pulse (image 20). * The acquired pictures are turned of 90° in the counter clockwise direction.

Monitoração, via oscilogramas e imagens, da condição UGPP durante a soldagem MIG pulsado Monitoraç condiç

Sérgio Barra, Dr. Eng.

Análise
É o processo de análise matemática ou outra razão lógica que leva de uma premissa para uma conclusão sobre um específica influência de um objeto sobre investigação e sua adequação a uma determinada aplicação. Saídas:
Operação de soldagem (parâmetros envolvidos) Processo de medição Análise dos sinais
Cálculo da média ou RMS mé Ferramenta estatística estatí Ação corretiva

Índices estatísticos (média, σ); Histogramas; Sinal na forma de onda; Facilidades na acurácia da medição do sinal (zoom, cursor, faixa); Armazenamento de dados; Monitoração Facilitar o desenvolvimento de teorias sobre um processo ou fenômeno.

Novo conhecimento

Erro no sinal?

Controle (Necessidade de intervenção?) Falha no sinal

Sérgio Barra, Dr. Eng.

Análise
A análise de um processo de soldagem é realizada com os seguintes objetivos: Avaliar a adequação de um equipamento e/ou consumível a uma particular aplicação; Estudar o modo de transferência metálica e sua influência sobre a qualidade do depósito; Investigar as características do arco elétrico objetivando sua estabilidade; Estimar as influências de diferentes fatores sobre o comportamento do processo de soldagem; Obter dados para o processo de otimização das condições de deposição; Prover dados necessários à monitoração e controle; Suporte na emissão de laudo sobre as condições de deposição; Gerar EPS mais confiável (avaliação da mudança de equipamento sobre os valores estabelecidos para a EPS).
Sérgio Barra, Dr. Eng.

Análise
Analogia entre a análise da condição de soldagem x análise metalográfica na esfera metalúrgica (tornar as variáveis visíveis!!)
Análise da condição de soldagem

Análise metalográfica

Sérgio Barra, Dr. Eng.

Análise Exemplo: do efeito da forma de onda sobre o perfil de penetração

Efeito serrilhado provocado pela pulsação térmica, onde se verifica a imposição de diferentes aportes térmicos (oscilogramas) e, em conseqüência, a seção longitudinal apresentando um perfil de diluição variado e cíclico.

Sérgio Barra, Dr. Eng.

Controle
É o método e/ou meio de governar a performance de algum aparato elétrico, mecânico ou de um sistema. Compensa um distúrbio no sistema estudado, como forma de garantir um padrão de qualidade (ações corretivas).
Operação de soldagem (parâmetros envolvidos) Processo de medição Análise dos sinais
Cálculo da média ou RMS mé Ferramenta estatística estatí Ação corretiva

Monitoração
Erro no sinal?

Novo conhecimento
Software de aquisição e controle. aquisiç

Controle (Necessidade de intervenção?) Falha no sinal

Aplicações: gerenciamento do inicio ou Aplicaç término de um processo; aceleração; aceleraç rampa; velocidade, retardo, outros.

Sérgio Barra, Dr. Eng.

Controle
Consideração: O controle permite compensar possíveis distúrbios (erros) no sistema (alterações indesejadas nos parâmetros de soldagem) como forma de garantir constante a qualidades dos depósitos. Como resultado, a qualidade é garantida já na produção e não por testes.

Formas de controle: Laço aberto (controle sem feedback); Laço fechado (feedback do sinal processado – sistema adaptativo). Considerações: - Se o controle for estatístico haverá a necessidade de fazer partição nos dados aquisitados – 0,1 a 1 s); - Em muitos casos, o uso de medição, monitoração e controle, sem o emprego da análise, responde às necessidades de produção; - Pesquisas executadas de acordo com a idéia de cada pesquisador (forma de medição, dados coletados e informações obtidas muitas das vezes não usuais); - O sucesso na adoção de um controle estatístico dependerá da relação índices estatísticos x qualidade do depósito.
Sérgio Barra, Dr. Eng.

Software de controle da fonte INVERSAL (exemplo do controle remoto do processo de soldagem)

SAC – Sistema Avançado de Controle (Fonte: Labsolda UFSC) Sérgio Barra, Dr. Eng.

Conceitos de estatística aplicados à análise de sinais
O que é estatística?
É a ciência da coleção, análise e interpretação de dados.

Quando usar?
Em situações onde há incerteza experimental (comparação entre pacotes experimentais e/ou aleatoriedade e dispersão nos sinais); Quando se deseja minimizar, de forma segura, a quantidade de experimentos e/ou determinar correlações entre diferentes fatores.
Considerações: Durante a soldagem os valores instantâneos das variáveis (I, U, vs, outros) podem oscilar de zero (I durante curta extinção do arco) ao limite máximo da fonte (U em vazio ou mais e Icc). Exemplo: Conjuntos de
dados apresentando as mesmas características estatísticas

Sérgio Barra, Dr. Eng.

Os conjuntos anteriores quando apresentados na forma gráfica deixam evidentes as diferenças entre os pacotes experimentais.
(Fonte: J. F Anscomb, 1973)

Definições:
Classe – alocação numérica dos valores aquisitados em intervalos definidos Exemplo: Aquisição de valores de tensão entre 0 e 40 V organizados nem intervalos de 4 em 4 V Classes: 0 a 4 V 4 a 8 V ... 36 a 40 V Freqüência da classe – número de vezes que os valores no intervalo são repetidos durante aquisição Classes: 0 a 4 V 4 a 8 V ... 36 a 40 V Freqüência da classe: 5 16 3

Exemplo 1: Análise do oscilograma de U
Oscilograma de U Histograma
(retângulos centrados na marca da classe e largura igual a do intervalo) Pergunta: Qual o tempo e a freqüência de curto circuito?

Classe, número de eventos e percentual de participação
Curto-circuito CurtoObservação: Observaç Os intervalos 3-4, 4-5, ..., 25-25 e 26-27 3- 42526são denominados de intervalo de classe. A diferença entre o valor máximo e diferenç má mínimo é denominada de largura da classe – 4 - 5 = 1 V O ponte médio da classe é denominado mé de marca da classe Em 4-5 a marca é 4,5 V 4Distribuição de freqüência do sinal de U durante a soldagem MAG (condição Distribuiç freqü (condiç de curto circuito). Fonte: Ponomarev (1997) Manutenção do Manutenç arco (arco “aberto”) aberto”

Sérgio Barra, Dr. Eng.

Exemplo 2: Formas possíveis de representar os sinais – oscilograma U x t, freqüência relativa, escala linear ou escala logarítmica.
A escala logarítmica permite visualizar parte do histograma contendo pequenas freqüências de classes. Em comparação a escala linear, o uso da escala logarítmica requer mais conhecimento do pesquisador. As informações de (b) permitem inferir que o tempo de arco aberto (20 a 28 V) é aproximadamente três vezes o tempo de curto-circuito (4 a 10 V).

Pergunta: Qual o tempo e a freqüência de curto circuito?

Oscilograma de U

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Índices estatísticos empregados para a análise em soldagem
Média – é uma medida de locação (média de um conjunto)
__ n

Exemplo: Valores lidos de corrente

X = ∑ xi / n
i =1

X = (100 + 110 + 98 + 105 + 107 + 95 + 105)/7 = 103 A

__

100, 110, 98, 105, 107, 95 e 105 A

Variância – é a media quadrática dos desvios em relação a média __ 2 __ 2 __ 2   2 S = ( x1 − X ) +( x 2 − X ) + ... + ( xn − X ) /( n − 1)  

S 2 = [(100 -103)2 + (110 -103)2 + (98 – 103)2 + (105 – 103)2 + (107 – 103)2 + (95 – 103)2 + (105 – 103)2]/(7-1) = 28,5 A2
Desvio padrão – é a raiz quadrada da variância (mesma unidade da média)

S = S2

S = (28,5)1/2 = 5,3 A

Faixa – diferença entre o maior e menor valor lido Faixa = 110 – 95 = 15 A Coeficiente de propagação – relação percentual entre S e a média. __ V = (5,3/103)x100 = 5,1% V = ( S / X ) × 100
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Exemplo 2: Análise estatística dos valores aquisitados de tensão (U).

X = ∑ xi / n = 32 V
i =1
__ 2 __ 2 __ 2   S = ( x1 − X ) +( x 2 − X ) + ... + ( xn − X ) /( n − 1) = 5,19 V2   2

__

n

S = S2
__

= 2,28 V (1S equivale a 68,3% dos valores estarem representados)

Faixa = 60 – 14 = 46 V

V = ( S / X ) × 100 = (2,28/32)x100 = 7,12%
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A análise estatística permite descrever uma variável como um inteiro e sumariza o efeito de diferentes influências (indutância, condições de soldagem, propriedades dos consumíveis). Essa visão poderá induzir erros quando uma influência é atribuída sem efetivamente existir;

(Uxt e Ixt ) - Curto circuito

U x I – dois importantes parâmetros a serem analisados estatisticamente;
Durante a soldagem os diferentes parâmetros contribuem para a qualidade final do depósito. Assim, todos devem ser selecionados adequadamente e mantidos numa faixa aceitável;
A análise, via oscilogramas, permite conhecer características a respeito de: fonte de soldagem, sistema de alimentação do arame, comportamento do processo, qualidade esperada da do depósito, outros; A facilidade de medição e os efeitos da U e da I são os fatores que as tornam atrativas. Sérgio Barra, Dr. Eng. (Uxt e Ixt) - Corrente alternada

(Uxt e Ixt) - Corrente pulsada

Processamento dos sinais para plotagem das curvas de U e I
Objetivo: Demonstrar a forma de transferência, as características de reabertura e estabilidade do arco, a altura do arco, evolução de I, U e potência, outros. Índices relacionados as curva de U e I
Ui – tensão de re-ignição após curtore- igniç apó curtocircuito;

Usab – queda localizada de tensão;
Uab – tensão arco estável; está Upab – pico de tensão na região do arco estável; está

Usc – tensão de curto-circuito, curtoUbsc – tensão no início do curto-circuito; iní curtoUesc – tensão no final do curto-circuito; curtoUa – tensão do arco (Uab + Usc). (U Carcaterísticas da amostragem T - Período de amostragem (tempo). Em soldagem normalmente 1s. f = 1/T frequência de amostragem (amostras/s). Em soldagem normalmente 10 kHz. Sérgio Barra, Dr. Eng.

Processamento dos sinais para plotagem das curvas de U e I
ts-c – tempo de curto-circuito; curtota-b – tempo de arco aberto; fs-c – freqüência de curto-circuito; freqü curtoIw – corrente de soldagem (Ia-b e Is-c); Ia-b – corrente de arco aberto; Is-c – corrente de curto-circuito; curtoIaa-b – corrente de início de curto-circuito; iní curtoIba-b – corrente de final de curto-circuito; curtodIup/dt – dinâmica de subida da corrente; dId/dt – dinâmica de descida da corrente. ts-c ta-b Ia-b Iaa-b Is-c Iba-b dIup/dt dId/dt

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Cuidados na conversão A/D
Selecionar tempo de captura (taxa de amostragem) relativamente pequeno em relação a freqüência de ocorrência do fenômeno e dinâmica do equipamento (dI/dt, dU/dt, dva/dt, outros); f(fenômeno) > f(digital)
Aliasing (escolha inadequada da distância entre pontos de medição produzindo perda de informação – falsa leitura)

Resolução (Seleção do número de bits)
A seleção adequado do número de bits terá relação direta na qualidade final da representação do fenômeno monitorado (menor alteração detectável do sinal). Conversão do sinal analógico para um valor digital (formato binário).
Observação: Os pontos capturados serão arredondados para o código binário mais próximo. Resolução de 3 bits (23 = 8)
Quanto maior a resolução menor será o erro na representação do fenômeno (216 = 65536).
U (V)

t (ms)

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Precisão x acurácia/exatidão
Exemplo 2: Precisão – iguais valores medidos para o fenômeno analisado. Acurácia – o quanto a variável representa o fenômeno analisado. Exemplo 1: Is_previsto = 200 A • Fonte de soldagem 1 Is_medido = 180 ±1 A • Fonte de soldagem 2 Is_medido = 203 ±5 A • Fonte de soldagem 3 Is_medido = 200 ±1 A a b

200 A

I (A)

c
a) Exato e pouco preciso b) Preciso e não exato c) Exato e não preciso d) Exato e preciso

d

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Cuidados na reprodução de fenômeno físico a partir de representação gráfica
Clareza na unidade física que está sendo analisada; Divisão e limites adequados nas escalas; Uso de linha tendência e faixa de incerteza.
não indique as coordenadas dos pontos,

faltam nome, unidade e divisões principais da escala

apenas as divisões principais da escala

196 183

161 não lique os pontos, trace a curva média 134

Preferencialmente trace a curva tendência

1

3

5

7

9

CERTO
220 200 180 160 140 120 100 80 60 40 20 -5 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45

101 se avaliou os erros, indique-os 67

ERRADO
velocidade ( km / h )

42

use limites da escala compatíveis com a variacão dos dados

0

7

14

21

28

35

42

49

56

63

70

77

faltam nome e unidade; divisão da escala não adequada

Coeficiente de co-relação (qualidade do ajuste)
r = 1 ajuste perfeito 0,8 < r2 < 1 ajuste bom 0,5 < r2 < 0,8 ajuste ruim r2 < 0,5 sem correlação
2

tempo ( s )

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Coeficientes de correlação r e determinação r2
r = +1 r = -1 r=0 Y aumenta com o incremento de X Y diminui com o incremento de X não há relação linear de Y com X
QI

Sem correlação entre Y e X

r2 = 1 ajuste perfeito 0,8 < r2 < 1 ajuste bom 0,5 < r2 < 0,8 ajuste ruim sem correlação r2 < 0,5 Altura Possibilidade de ajuste da curva (melhor r2) Não há correlação linear. Linear y = a.x+b Exercício: Discutir as correlações nas figuras Polinomial y = anxn + an-1xn-1 +... + ao abaixo. Potencial y = a.xb Exponencial y = a.eb.x I II
III

r2 r2

IV

V

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Onde buscar informações sobre a área de soldagem?
Associação Brasileira de Soldagem - ABS (www.abs-soldagem.org.br) American Welding Society - AWS (www.aws.org/) Infosolda (www.infosolda.com.br/) The International Institute of Welding - IIW (www.iiw-iis.org/) University Cambridge (www.msm.cam.ac.uk/) The Welding Institute and Welding & Joining Society - TWI (www.twi.co.uk/) PATON Eletric Welding Institute (www.paton.kiev.ua/eng/inst/inst.html) ASM (http://asmcommunity.asminternational.org/portal/site/asm/) Edison Welding Institute - EWI (www.ewi.org/) Labsolda UFSC (www.labsolda.ufsc.br) Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da UFMG (www.demet.ufmg.br) Graco – UnB (www.graco.unb.br/) Laprosolda – UFU (www.mecanica.ufu.br/Laboratorios/laprosolda/index.html) Welding and Joining Institute – Aachen (www.isf-aachen.de/eng/index_en.html)

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