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Academia CO APOSTILA I Curso: TFIN20_1 Management Accounting I Introdução Os gastos da empresa são divididos em: Custos, Despesas e Investimentos.

Os dados relevantes à contabilidade interna são trazidos através de classes de custo, que representam contas gerenciais que identificam a natureza de cada receita e despesa. Através das classes de custo é possível definir quais valores devem ou não ir para a contabilidade interna. Valores relacionados às despesas e receitas financeiras, por exemplo, podem não ser relevantes para contabilidade interna e não serão transportados se as contas contábeis relacionadas à esses lançamentos não tiver classes de custo correspondentes. Os custos indiretos (aqueles que não podem ser atribuídos diretamente ao produto), são tratados pelo componente CO-OM (Overhead Management), através de: • Centros de Custo • Ordens Internas • Processos Empresariais (custeio ABC) Os centros de custo identificam onde os gastos ocorrem. As ordens internas são coletores de custo e receita temporários que após um determinado período serão liquidadas. Centros de custo recebem lançamentos de custos e despesas. Ordens internas recebem lançamentos de custos, despesas e investimentos. Além de apurar custos por departamento (vertical), é possível apurar custos por processos empresariais (horizontal) através do custeio ABC. A grande dificuldade de utilização dessa ferramenta não é a parametrização do sistema, mas o mapeamento de processos de forma a tornar factível o apontamento das atividades. Muitas empresas implementam o ABC para apurar o custo dos processos periodicamente, a cada semestre, a cada ano. Dessa forma, é possível apurar se o processo é eficiente e revê-lo a cada período, sem ter o ônus do apontamento mensal. É possível trabalhar com conceito ABC usando ordem interna ou tipo de atividade. Os custos diretos (matéria-prima e mão-de-obra, por exemplo) são tratados pelo componente CO-PC (Product Costing), através de: • Planejamento de Custo do Produto / Serviço • Contabilidade de Objetos de Custo (Produção): o Ordem de Produção o Coletor de Custo Produto o Ordem de Vendas • Material Ledger (Localização CO)

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Unidade 1 Unidades Organizacionais O CO é responsável pela contabilidade interna da empresa, fornecendo todas as informações necessárias ao controlling e não está restrito a requisitos legais, por isso é muito flexível. Já o FI gera todas as informações necessárias para os relatórios externos (P&L e Balanço) e deve seguir os requisitos legais. Componentes de CO Todos os dados relevantes são transferidos do FI para o CO através das classes de custo. Os custos e receitas são atribuídos a diferentes objetos como centros de custo, processos empresariais, projetos ou ordens. Estas contas de FI são tratadas no CO como elementos de custo ou receita. A Contabilidade de Centros de Custo é utilizada para controlling dos custos indiretos definindo onde os custos ocorrem na empresa. O controlling de custo de produto (CO-PC) calcula os custos de um serviço prestado ou produto manufaturado. Permite o cálculo de preço mínimo de venda do produto. A análise de rentabilidade (CO-PA) analisa o P&L da empresa de acordo com segmentos de mercado. É direcionada às áreas de venda e marketing. Os custos indiretos são custos que não podem ser atribuídos diretamente a um produto ou serviço. Por isso, são atribuídos aos locais onde ocorreram ou às atividades que os originaram. Os centros de custo são áreas separadas dentro da área de contabilidade de custos (controlling area) e identificam onde os custos ocorrem. Podem representar departamentos, áreas de responsabilidade, localização física etc. O tipo de atividade identifica quais atividades podem ser fornecidas por um centro de custo. Os processos empresariais combinam os fluxos de atividades entre centros de custos. As ordens internas são usadas para planejar, coletar e analisar custos de atividades internas. Unidades Organizacionais A área de resultado (Operating Concern) é o nível mais alto no controlling de rentabilidade, e a principal unidade organizacional do CO-PA. Dentro da área de resultado pode haver mais de uma área de contabilidade de custos – relação 1:N.

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A área de contabilidade de custos (Controlling Area) representa uma unidade fechada para cálculo de custos. Todas as alocações internas são referentes a objetos que pertencem a mesma controlling area. A empresa (Company Code) é uma unidade de contabilidade independente dentro do FI. Ela representa o menor nível organizacional para o qual pode-se gerar relatórios externos (P&L e Balanço). A divisão ou área de negócio (Business Area) é uma unidade organizacional dentro de FI que representa um determinado nível de operações e gerenciamento na empresa. É possível associar transações em FI a uma Divisão para poder gerar balanços e P&L para fins de análise interna. A planta é uma unidade organizacional de logística. É usada para dividir a empresa de acordo com critérios de produção, compras, manutenção e planejamento de materiais. Customizing da Área de Contabilidade de Custos OKKP Atualizar Área de Contab. de Custos Código Alfanumérico e Definido pelo Usuário A área de contabilidade de custos é o mais alto nível da estrutura organizacional para a Contabilidade de Custos Indiretos CO-OM, Contabilidade de Custos de Produtos COPC e Contabilidade de Centros de Lucro EC-PCA. Uma controlling area pode conter mais de uma empresa e essas empresas podem ter mais de uma moeda. No entanto, todas as empresas de uma controlling area devem usar o mesmo plano de contas operacional e o mesmo número de períodos na variante de exercício. As configurações da área de contabilidade de custos podem ser diferentes a cada exercício. O código de controle pode ser utilizado para ativar ou desativar determinados componentes e funções para um exercício fiscal. Pode haver um usuário responsável pelas configurações. As empresas são amarradas à ACC, porém a divisão não. Ela é determinada pelos objetos de CO. Não é obrigatória a amarração do centro à empresa. Dependendo da configuração Controlling Area -> Empresa (1:1 ou 1:N), existem diferenças em relação às moedas.Na configuração 1:1 é possível usar as seguintes moedas: 1. Moeda da Controlling Area: a moeda da controlling area deve ser a mesma moeda da empresa. É obrigatório uso do tipo de moeda “10” – Empresa; 2. Moeda do Objeto: na configuracao 1:1, como as moedas da controlling area e da empresa são iguais, a moeda do objeto fica livre para seleção; 3. Moeda da Transação: é a moeda de lançamento do documento em CO. O plano de contas da controlling area e da empresa devem ser iguais. Já as variantes de ano fiscal podem ter números de períodos extraordinários diferentes, desde que o número de períodos contábeis sejam os mesmos (limites idênticos). A variante informada na ACC pode ter períodos extraordinários também, e se não existirem, os lançamentos serão informados no último período aberto, como em FI.

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Será necessário refazer toda a configuração de CO! * Na relação 1:N a recomendação da SAP é informar tanto na 1// de FI como na moeda da ACC o tipo 30 (moeda do grupo). 4 . Quando os centros de lucro cobrem mais de uma empresa. 3. Quando são necessários lançamentos multi-empresa como alocações e rateios. * Se for escolhida a relação 1:1 entre ACC e empresa. Sugere-se que a moeda seja a 20 (moeda da área de contabiliade de custos) ou 30 (moeda do grupo) para que as empresas adicionadas posteriormente possam utilizar as sua próprias moedas. existe uma distinção entre dados de cadastro e dados transacionais. Caso contrário a moeda do objeto será automaticamente a moeda da empresa. Não é possível ativá-lo qdo a contabilidade nova está ativa. Nesse caso pode ser necessário utilizar o reconciliation ledger. Quando um cálculo deve ser distribuído em mais de uma empresa. Moeda da Transação: é a moeda de lançamento do documento em CO. Unidade 2 Dados de Cadastro (Master Data) No Contabilidade de Custos Indiretos CO-OM. * Botão Distribuição ativa o ledger de reconciliação. Moeda da Controlling Area: a moeda da controlling area e das empresas podem ser diferentes. 2. Na configuração 1:N é possível usar as seguintes moedas: 1. Quando usar uma configuração 1:N? • • • • • Quando são necessários relatórios multi-empresa. a moeda do objeto fica livre para seleção apenas se todas as empresas tiverem a mesma moeda da controlling area. uma vez que a atualização entre FI e CO passa a ser real time.Quando múltiplas empresas são associadas a uma ACC é possível realizar contabilidade de custos entre as empresas e alocar os custos em mais de uma empresa. A moeda 20 é específica da área de contabilidade de custos. Moeda da Empresa: na configuracao 1:N. essa relação não poderá ser alterada posteriormente. Por conta de considerações logísticas. para que as empresas adicionadas posteriormente possam usar as suas próprias moedas internas nas respectivas operações contábeis.

é necessário criar a hierarquia standard. num final de período. Os centros de custo podem ser criados/alterados no menu específico ou na própria tela da hieraquia standard. No cadastro de centro de custo os campos obrigatórios são Código de Centro de Custo. É possível criar novos tipos de centro de custo. Os dados transacionais têm vida curta e estão associados ao cadastro. Esta hierarquia é uma estrutura a qual todos os centros de custo devem ser atribuídos. Para toda classe primária existe uma conta contábil associada em FI.Os dados de cadastro contém informações que permanecem sem alterações durante um longo período de tempo. Quando um centro de custo é movido de um nó a outro da hierarquia os lançamentos realizados no nó antigo não permanecem lá. Os tipos de centro de custo são indicadores no cadastro que informam se é possível avaliar quantidades. Os centros de custo criados ou modificados na hierarquia tem o status Inativo. Centros de Custo são bloqueados através de checks. Responsável. Os índices estatísticos (Statistical Key Figures) são utilizados como base para alocações e rateios. se tipos de atividades são aceitos. As classes de custo (Cost Elements) descrevem a origem dos custos e podem ser primárias ou secundárias. na criação da ACC. Antes que possam ser criados centros de custo. Denominação. A hierarquia standard representa o organograma da empresa na visão de custos (grupos de centros de custo). a hierarquia é definida por ACC. As classes secundárias só existem no âmbito de CO. por exemplo. Uma forma de manter esse histórico é gravar o relatório antes de fazer a alteração. Centros de Custo (Cost Center) OKAEON Hierarquia Standard KS01 Criar Centro de Custo OKA2 Tipos de Centros de Custo Código Alfanumérico e Definido pelo Usuário Os centros de custo definem áreas de responsabilidade da empresa e onde os custos ocorrem. Os tipos de atividade (Activity Type) são serviços e atividades prestados por um centro de custo. Hierarquia Standard VALORES PROPOSTOS Podem ser alterados no momento do cadastro! 5 . e se são aceitos compromissos e áreas funcionais. Tipo de Centro de Custo. As atribuições somente podem ser verificadas e os centros de custo liberados quando o centro de custo estiver Ativo.

Área Hierarquia .. nas classes primárias de custo e receita. 6 Classes de Custo .Período de Validade . Através de batch input. e são usadas no fluxo interno de custos em rateios (assessment) e liquidações (settlement). A categoria usada para a criação automática vêm do IMG de CO. A partir da criação de uma conta contábil.Empresa Centros de Custo Tipos de Centro de Custo Define valores permitidos: .Para atividades . por isso as contas precisam ser criadas primeiro em FI e depois em CO com o mesmo nome. que define os tipos de transação que podem ser feitas com a classe de custo. Algumas categorias de classes de custo: Categorias de classe de custo são definidas pela SAP e não podem ser alteradas. é necessário indicar um objeto do CO (como um centro de custo) para identificar a origem dos custos. Criação manual em CO após criação da conta no plano de contas.Campos Obrigatórios: . Define códigos de bloqueio: Classes de Custo (Cost Elements) KA01 KA06 O plano de contas contém todas as contas de FI. Categorias de Classe de Custo 01 Custo Primário 02 Del. Custos Calculados 03 Del. / Sobretaxa 21 Liquidação 11 Receita 12 Redução Receita DETERMINADAS PELA SAP Não podem ser alteradas! Define as transações possíveis para a classe de custo que será criada. Para criação automática é definido o range de contas de FI que devem ir para CO. respectivamente.Responsável . Teorico = Real 22 Liquidação Externa 90 Contas Balanço* 42 Rateio 43 Alocação Atividade 41 C.. existem as classes de custo secundárias.Denominação . O range de numeração é comum às contas contábeis e às classes de custo. caso a empresa não queira mandar todas. Ind. 4.Controla quantidades? Define códigos de bloqueio: . que existem apenas em CO sem correspondente em FI. 2.Para compromissos. Há 4 formas de criar classes de custo: 1.Código . Para realizar um lançamento em uma classe de custo primária.Tipo de Centro de Custo . Ao criar uma classe de custo é necessário definir a categoria da classe de custo. Criação automática a partir da configuração dos parâmetros no IMG de FI e CO. Além das classes primárias. 3. A configuração desse processo automático está no IMG de FI e no IMG de CO. Os lançamentos realizados em FI nessas contas são transferidos real-time para CO. As contas de Despesa (4) e Receita (8) em FI têm correspondentes em CO. Custos Suplem 04 Del.

Ao cadastrar a atividade é informada a tarifa e a conta para os lançamentos serem calculados e alocados ao objeto de custo receptor adequadamente. alocação direta). É possível entrar até 8 tipos de centro de custo ou deixar irrestrito usando o asterisco (*). pois permite analisar a eficiência do processo. A categoria de tipo de atividade é usada para determinar como um tipo de atividade é gravado e alocado (entrada manual. Tipos de Atividade (Activity Type) KL01 KP26 KB21N Alocação de atividade é uma evolução do método de rateio.. O preço planejado pode ser cadastrado manualmente ou calculado automaticamente pelo sistema (Determinação Automática de Tarifas). ordens. Esse processo de alocação ocorre através de classes secundárias categoria 43. Na alocação interna de atividade o apontamento é realizado de forma manual ou automática. Quando um centro de custo fornece atividades para outros centros. É informada automaticamente pelo sistema quando se cria classe de custo para conta de balanço. significa que seus recursos estão sendo utilizados. Essa tarifa é definida no sistema através do planejamento. informando os tipos de centros de custo possíveis. Relacionamento Centro de Custo / Tipo de atividade: Para permitir a alocação interna de atividades. alocação direta Categoria de Entrada manual. Tipo de Atividade Representam bases de referência para alocação de atividades 7 . Para cadastrar o preço manualmente.. Entrada manual. é necessário definir quais centros de custo fornecem determinadas atividades e a qual tarifa. processos. “Tipo de Atividade definem a saída mensurável de um centro de custo.Classes de Custo Primárias Classes de Receita (Primárias) * Não aparece no match code. alocação Tipo de Atividade indireta . O sistema calcula os custos com base na tarifa da atividade e gera um débito no receptor e um crédito no emissor. o código de tarifas deve ser alterado para 3.” Os tipos de atividade classificam as atividades realizadas pelos centros de custo. No cadastro do tipo de atividade é possível restringir o uso por centros de custos específicos. Os custos desses recursos precisam ser alocados no receptor da atividade e os tipos de atividade servem como fatores de rastreabilidade ou bases de referência para essa alocação.

número de chamadas de longa distância. o número empregados no centro de custo de transporte que realiza reparos. centros de lucros e ordens. o sistema replica o mesmo valor para todos os outros meses. Os índices estatísticos podem ser ligados o Logistics Information System (LIS). Índice Estatístico Tipo de Índice Estatístico Determina se o índice terá valores fixos ou variáveis (totais) 8 . Estes tipos de índices são chamados de índices estatísticos dependentes de atividade. Só é necessário colocar um novo valor se algo mudar. ou seja. como rateio ou distribuição. Podem também representar um valor de serviços prestados por um determinado centro de custo.Para os quais a atividade pode ser prestada Como a tarifa será definida: manualmente ou através da Determinação A Tipos de Centro de Custo Código de Tarifas Associação Tipo Atividade x Centro de Custo Determinação da tarifa para o centro de custo emissor Classe secundária – categoria 43 Classe de utomática que será utilizada no momento Custo de da alocação Alocação Índices Estatísticos (Statistical Key Figures) KK01 KB31N Os índices estatísticos são índices relativos a centros de custo. O total do ano para índices de valores fixos é a média de todos os períodos. O valor fixo é utilizado no período em que foi colocado e em todos os períodos seguintes no mesmo ano fiscal. Índices estatísticos não têm período de validade (classes de custo e centros de custo têm). Os índices podem ser fixos ou totais (variáveis). além de servirem para análises de índices. por exemplo: número de chamadas de longa distância. por exemplo. por exemplo: número de empregados. O valor total é colocado apenas para um período específico e o total do ano fiscal é uma soma. Eles podem ser usados como base para transações periódicas. É possível lançar índices estatísticos reais ou planejados. entre outros. alimentando um período apenas.

No cadastro de centros de custo os campos Empresa. utilizando todos os dados já existentes para evitar a necessidade de cadastrar os dados novamente. 9 . basta acessar o cadastro e criar um registro para o período em questão.Tipos de Centro de Custo Categorias de Classe de Custo Tipos de Índice Estatístico Categorias de Tipo de Atividade Pode ser alterado ou definido pelo usuário? Sim Não Não Não Funções Globais de Cadastro OKEG Campos baseados no tempo É possível armazenar campos no cadastro baseados em tempo. criar grupos com os centros de custo selecionados ou mudar para o processamento individual. Centro de Lucro. o sistema não permitirá a alteração. A atribuição de um centro de custo à uma área de hierarquia standard não pode depender do tempo. Área Funcional e Responsável podem depender do tempo. A atribuição do centro de custo a hierarquia Standard é um campo independente do tempo. grupos ou variantes de seleção. Se houverem lançamentos num determinado período e o usuário tentar diminuir a validade de um campo que esteja de alguma forma relacionada aos lançamentos efetuados. Se for necessário extender a validade de um registro de cadastro. = Centros de Custo Classes de Custo Índices Estatísticos Tipos de Atividade Ordem Interna Centros de Lucro Têm período de validade? Sim Sim Não Sim Não Sim Campos dependente do tempo? Sim Sim Não Sim Não Sim Processamento coletivo KS12 É possivel selecionar centros de custo através de intervalo. A especificação dos campos baseados em tempo são feitas no customizing. alterar todos os campos (exceto campos customizados do cliente).

Grupos são amplamente utilizados para fins de rateios. Os grupos de cadastro não são baseados no tempo (hierarquias). copiar uma hieraquia de centros de custo acrescentando “. Os custos são classificados de acordo com as transações / operações que são realizadas no sistema. é possível copiar grupos de uma hieraquia utilizando um sufixo. ordens ou elementos WBS. Facilitam a determinação de emissores e receptores. tipos de atividade. os custos primários são lancados nos centros de custo como um resultado. processos. Unidade 3 Lançamentos basedados em eventos (Event-Based Postings) Quando transações são realizadas. Processamento Coletivo Seleção através de intervalos. A performance do sistema é melhor para os grupos sem variantes de seleção. para manter o histórico. Classes de custo e tipos de atividade só podem ser visualizadas ou excluídas usando processamento coletivo. 10 . centros de custo. planejamento e alocações.É possível também usar o processamento coletivo para alterar ou apagar os índices estatísticos. Se for criado um grupo de classes de custo. Por exemplo. no entanto. é possível utilizar uma variante de seleção para tornar o grupo dinâmico. grupos.1999” para manter a estrutura do ano de 1999. Esta função permite a criação de uma estrutura hierárquica. Alterar ou apagar índices estatísticos Centros de Custo Ordens Internas Processamento Coletivo Seleção através de variantes Permite modificar status e substituir campos Grupos definidos no nível client Permite fórmulas booleanas Permite dados de classificação de ordens Permite receptores de apropriação de custos Grupos de dados de cadastro KSH1 Os grupos de cadastro são usados para sumarizar vários tipos de dados de cadastro na contabilidade de centros de custo para realizar análises. variantes Criar grupos com centros selecionados Visualizar ou Excluir Classes e Tipos de Ativ. índices estatísticos.

entre outros) é uma transação. Intervalos de numeração de documentos de FI podem ou não depender do ano fiscal. o valor original é sempre reduzido no emissor (zerado). O compromisso é uma obrigação de pagamento que apesar de ainda não ter sido lançado no FI. No CO são processados lançamentos reais e compromissos. O objeto de atribuição é quem define se o lançamento é real ou estatístico. Sempre haverá um débito no emissor e crédito no receptor ou vice-versa. A principal diferença entre transferência e alocação é que na transferência. Lógica de atribuição de lançamento real /estatístico Um lançamento pode ser real ou estatístico (informativo). No lançamento. enquanto os de CO nunca dependem do ano. Lançamentos através de integração Os lançamentos de custos primários podem ser lançados diretamente em FI ou em outras aplicações (como um movimento em MM) e depois transferidos para CO. apenas um lançamento real pode ser feito. A única exceção para essa regra é o lançamento em um centro de custo e em um objeto adicional real 11 . Exemplo: No lançamento o sistema deriva o centro de lucro do cadastro do centro de custo para realizar o lançamento estatístico. apenas lançamentos reais podem ser feitos em uma ordem que foi cadastrada como ordem real. pois somente o valor correspondente às contas de resultado são transferidos para CO. No lançamento pode ser informado um objeto estatístico adicional. Atribuição de número de documento Todas as atividades no sistema que alteram um objeto (centro de custo. vai resultar em custos reais através da transação que será realizada na sequencia (requisições e pedidos). enquanto na alocação um crédito é gerado no emissor e um débito no receptor. apenas lançamentos estatísticos poderiam ser feitos. ou o sistema pode derivar. O CO gera file de partidas individuais e file de registro de totais para administrar esses lançamentos. Os únicos lançamentos unilaterais (pernetas) são os originados em FI. O centro de custo é uma exceção a essa regra pois ele apesar de ser um objeto real. ele pode receber lançamentos reais e estatísticos. ordem. É necessário definir intervalos de numeração para todas as transações que geram documentos em CO.Erros de lançamentos podem ser corrigidos em CO através de transferências. A definição do intervalo de numeração é independente do ano fiscal e recomenda-se que sejam criados intervalos diferentes para transações reais e planejadas. Por exemplo. Se a ordem fosse cadastrada como estatística. Os custos são transferidos usando a classe de custo primária original. Todos os lançamentos realizados em CO têm duas pernas.

Teoricamente. o lançamento é feito como tal e o centro de custo recebe o lançamento real. o centro de custo poderá prestar serviço a mais de um centro de lucro. o lançamento no centro de custo será estatístico e na ordem será real. por conceito. assim como os custos. projetos ou ordem real que aceite receita. quando há um outro objeto real no lançamento. Somente um objeto pode ser alimentado por lançamento real. No entanto. Lançamentos estatísticos de receita podem ser feitos em centros de custos ou centros de lucro. ele sempre deve estar associado à um centro de custo para que o lançamento possa ser gravado. o lançamento no centro de custo será real e na ordem será estatistico. Se o lançamento for feito no centro de custo e em um objeto estatístico adicional (ordem). ordem de vendas. As receitas podem também ser lançadas como valores estatísticos nos centros de custo. Porém. o centro de custo faz o papel de objeto real. ccusto + obj de resultado. ou em uma ordem real que aceite receitas. Se só houverem objetos estatísticos. Lançamentos estatísticos são lançamentos informativos. Receita: • • Lançamentos reais de receita podem ser feitos no CO-PA. o centro de custo é sempre real. Como o centro de lucro é. projeto de vendas. Se houver mais de um objeto real envolvido (ccusto + ordem. ordens de venda. O sistema não permite lançamentos em objetos estatísticos apenas. por exemplo) o centro de custo cede seu lugar e recebe o lançamento estatístico. A contabilidade de centros de custo consiste das seguintes tarefas: 12 . Relatórios na Contabilidade de Centros de Custo É possível utilizar a árvore de relatórios para selecionar os relatórios do sistema de informação. estatístico. o sistema compreende e lança o dado estatisticamente para o centro de custo. Esta árvore reúne todos os relatórios e cria uma hierarquia. Resumo da lógica de lançamento: Custos: • • • Se o lançamento for feito apenas no centro de custo será lançamento real e no centro de lucro será estatístico. Se o lançamento for feito no centro de custo e em um objeto real adicional (ordem). Porém. o sistema sempre atualiza o centro de custo estatisticamente e atualiza a ordem com lançamento real. Sempre haverá um centro de lucro informado no cadastro de centro de custo.(uma ordem. Nesse caso. Lançamentos reais de receita só podem ser feitos em um segmento de rentabilidade (CO-PA). se a ordem for estatística. por exemplo). Lançamentos de receita em centros de lucro são sempre estatísticos.

como ACC. Essas informações são gravadas em tabelas separadas no sistema por questões de performance. período. Estas ferramentas estão disponíveis para lançamentos em contas primárias. 13 .. A ferramenta utilizada para visualizar os relatórios de totais é o Report Painter/ Writer. que pode partir para um relatório de item para informações mais detalhadas. Estas regras são criadas para um determinado evento no nível de Controlling Area. Validação e Substituição Para aumentar a precisão dos lançamentos em CO é possível definir regras de validação e substituição. moeda. a funcionalidade de selecionar um elemento específico no lado esquerdo da tela (um centro de custo por exemplo) é conhecido como função de variação.. Existem relatórios de totais e de partidas individuais.• • • • Planejamento Alocação Controle Monitoramento de custos indiretos Os relatórios permitem realizar análises atual x planejado no fim do período ou comparar diferentes períodos. em cada por classe de custo. OI. Ferramentas de Classificação Contábil Classificação Contábil Predefinida e Classificação Contábil Automática São facilitadores para minimizar os erros de lançamento. por serem valores propostos. divisão e centro de lucro o Têm prioridade sobre a classificação predefinida • Ambas as ferramentas atribuem valores que podem ser modificados pelo usuário na aplicação. Nos relatórios do Report Painter / Writer. É possível definir valores padrão por usuário para execução dos relatórios. A funcionalidade de “Drill down” entre relatórios de total e de itens é conhecida como Interface Relatório/Relatório. pode definir centro de custo e ordem interna o Não quebra por empresa Classificação Contábil Automática (customizing) OKB9 o É feita no Customizing o Pode quebrar no nível de empresa o Pode definir centro de custo. São elas: • Classificação Contábil Predefinida (dado mestre) KA02 o É feita no dado mestre da classe de custo o É feita no nível de ACC.

Não há link com documento original. no entanto. As duas funcionalidades utilizam apenas classes de custo primárias. Substituição 3. 14 . devemos utilizar um tipo de atividade (categoria de tipo de atividade 1 = entrada manual. o ajuste é feito pelo usuário. Na substituição também ocorre uma validação. Classificação Automática 4. Considerando que a maioria das regras dependem da empresa. recomenda-se configurá-las em FI. nesse método é feita verificação no emissor. o sistema gera uma mensagem que pode ser de: Informação. o sistema não verifica se os custos realmente existem no centro de custo emissor. O sistema não substitui os valores. é preciso primeiro estornar o lançamento de CO antes de estornar o documento em FI. Isso significa que custos negativos podem acontecer no centro de custo emissor. É possível definir mais de um objeto receptor.Na validação é definida uma condição que é valiada pelo sistema. Na transferência de partidas individuais KB61 é possível corrigir itens específicos de documentos de CO. o documento de CO deve conter a referência para o documento original de FI. lançamento e alocação de uma atividade da empresa. Se a condição não for atendida (Ex. Para corrigir isso é preciso estornar o documento em FI. Validação 2. se a condição for atendida o sistema substitui o valor sem informar o usuário. alocação manual). Quando você corrige um item do documento de CO. Para realizar a alocação direta de atividades. As regras podem ser configuradas tanto em CO como em FI. Ou seja. Se um lançamento de ajuste já tiver sido feito em CO para este documento. Centro de Custo <> “administração”). Classificação Pré-Definida Usuário ajusta / Com mensagem Sistema ajusta / Sem mensagem Sugestão / Configurada no IMG Sugestão / Configurada no Dado Mestre Lançamentos de Ajuste (Adjustments Postings) Na transferência manual KB11N é possível fazer lançamentos manuais de custo e receita para corrigir erros de lançamento. Esta função permite corrigir custos primários lançados em contas incorretas. pois se configuradas em CO servirão para todas as empresas que constam em uma determinada Controlling Area. ou seja. o documento original em FI permanece inalterado. Essas trasações KB11N e KB61 não tratam de classes da categoria 43 (alocação de atividades). Nenhuma verificação é feita no emissor. Alerta. Quem têm mais força? 1. Erro e Término. A validação têm prioridade sobre a substituição. pois para isso existe a transação KB21N. Alocação Direta de Atividades A alocação direta de atividades KB21N trata da medida. Para isso.

O receptor pode ser qualquer objeto real de CO como centro de custo. Débitos e créditos são feitos usando uma clase de custo secundária (categoria 43). O histórico é mantido. Custos Adicionais: Não têm uma despesa correspondente (salário da gerencia.Para realizar a alocação direta de atividades. o objeto que recebe a atividade (receptor).Provisão (Accrual Calculation) Ordens ou Centros de Custo recebem o crédito em contrapartida ao débito que é gerado para as provisões. Durante a alocação o centro de custo emissor é creditado e o objeto receptor debitado. projeto etc. 15 . Método Custos Calculados Categoria de Classe de Custo 02 Uso do Accrual Engine de FI. ordem. Os débitos são sempre em centos de custo. juros). alugueis etc). Apenas um centro de custo pode ser o emissor na alocação de atividade. Os seguintes documentos podem ser utilizados para alocação direta de atividades: • • • Documentos lançados manualmente no CO Documentos de CO para confirmações (de planejamento de produção e controlling) Documentos de CO para gravação de tempo (time sheet) Unidade 4 Fechamento de Período (Period-End Closing) Delimitação de Custos . As provisões realizadas em CO não tem relacionamento com FI. Método Custos Suplementares Categoria de Classe de Custo 03 Pode ser baseado em custos reais. depreciação. são usadas apenas para fins gerenciais. o tipo de atividade e a quantidade da atividade fornecida. O motivo é que os lançamentos de CO não podem ser unilaterais. entramos com o centro de custo que fornece a atividade (centro de custo emissor). Existem dois tipos de custos de provisão: • • Custos Diferentes: Têm despesas correspondentes de uma quantia de diferença (ex.

É necessário criar uma classe de custo de delimitação primária (classe para custos calculados) de categoria 3 para realizar o cálculo da provisão. Para realizar este cálculo é necessário usar uma classe de custo categoria 4. Método Teórico = Real Categoria de Classe de Custo 04 Esse método é usado para calcular provisões dependentes de atividade e independentes de atividade. atualiza todos os periodos restantes do ano fiscal. por exemplo. formada pelos itens: • Componentes de Base: Classe de custo base sobre a qual a provisão será calculada. Nesse caso. o sistema simplesmente copia os valores planejados na versão real. • Custos Indiretos / Sobretaxa: Percentual de cálculo. de Custos é realizada com base nos períodos de validade. Obs: O Esquema de Cáclculo de Custos Indiretos é criado no nível da Controlling Area. Da mesma forma que no método Custos Suplementares. provisão de bônus. 16 . Essas dependências definem chaves predecessoras e sucessoras para que o cálculo possa seguir uma ordem lógica.O cálculo nesse método é feito através de um percentual de custos indiretos associado a uma classe custo ou grupo de classe de custo. Pode existir um esquema de custos suplementares para a delimitação de custos reais e para delimitação de custos planejados. nos casos que o método de custos suplementares não pode ser usado por não existir uma classe de custo específica para ser usada como base para cálculo da sobretaxa. com percentual mensal de 10% da classe de custo de salário. ordem interna). É possível atribuir dependências à chave de custos suplementares. Entrada de Índices Estatísticos (Entering Statistical Key Figures) KB31N Os índices estatísticos são usados como fatores de ponderação em alocações ou para relatórios. após realizar o planejamento no centro de custo para o mesmo período em que será calculada a provisão. Os índices estatísticos são de dois tipos: • Valores Fixos – categoria 01 (Fixed Values): valores que não mudam durante um longo periodo de tempo. • Crédito: Qual objeto será creditato (centro de custo. não é necessário criar uma para cada empresa. Para realizar a provisão também é necessário criar um Esquema de Custos Suplementares por ACC. A atribuição do Esquema à Área de Contab. é necessário definir um centro de custo ou ordem interna para receber os créditos. No cálculo da provisão o sistema sempre debita o centro de custo e credita o objeto de custo (centro de custo ou ordem interna). Quando atualizado em um periodo.

Além disso. por esse motivo. Só podem ser distribuídos custos primários e as classes de custo originais permanecem. processo. 17 . Os receptores podem ser centros de custo. como custos de telefone. O número de receptores pode ser restringido no Customizing. ordens internas. O receptor é sempre debitado em classes de custo primárias. Apenas centros de custos e processos podem ser usados como emissores na distribuição. o relatório de parceiro não é atualizado (Lista Expandida por Parceiro). Métodos de Rateio Método Distribuição (Distribution) Transferência periódica (Periodic Reposting) Rateio (Assesment) Classes de Custo Emissor Receptor Primária Primária Primária Primária/Secundá ria Primária Secundária Transferência Periódica (Periodic Reposting) KSW5 A transferência periódica é usada como uma ajuda de lançamento. ordem interna. Ordens. devem ser cadastrados para cada periodo. Os lançamentos primários. Objeto de Custo. Elemento PEP podem ser emissores na Transf. Periódica. processos ou objetos de custo. não sendo possível rastrear o histórico das alocações. são coletados em um objeto de alocação (centro de custo. elementos WBS. Os receptores de uma transferência periódica podem ser centros de custo. Distribuição (Distribution) KSV5 O método da Distribuição foi desenvolvido para realocar custos primários de um centro de custo emissor para um receptor em CO. Estes custos são transferidos aos respectivos objetos em CO no fechamento do período usando um fator definido pelo usuário (índice estatístico ou percentual cadastrado manualmente). Os índices estatísticos podem ser cadastrados para um tipo de atividade em um centro de custo. O número de receptores pode ser restringido no Customizing. mas não podem ser emissores nos métodos Distribuição e Rateio. elementos WBS. Importante: Na transferência periódica o débito é reduzido no emissor. Os lançamentos podem ser estornados e repetidos sempre que necessário. a performance é melhor que na Distribuição. elemento PEP – WBS ou objeto de custo) para reduzir ao máximo o trabalho do usuário ao registrar lançamentos em FI. ordens internas ou objetos de custo.• Valores Totais ou Variáveis – categoria 02 (Totals Values): valores que mudam muito.

Distribuição. As alocações podem ser estornadas quantas vezes forem necessárias. Rateio e Alocação Indireta de Atividades que são usados para apropriar custos acumulados em centros de custo. O processo alimenta o relatório de parceiros (Lista Expandida por Parceiro). Rateio (Assesment) KSU5 O Rateio foi criado para realocar custos primários e secundários de um centro de custo emissor para um receptor em CO. processos ou objetos de custo. assim é possível ter o histórico das alocações. a performance é melhor que na Transferência Periódica e na Distribuição. Estes custos são alocados aos respectivos objetos em CO no fechamento do período usando um fator definido pelo usuário (índice estatístico ou percentual cadastrado manualmente). ordens internas. O receptor é sempre debitado em classes de custo primárias. é preciso definir: • • • • Objetos emissores Objetos receptores Custos que serão alocados (classes de custo) Base para alocação nos receptores (índices estatísticos ou porcentagems manuais) Um segmento combina os centros de custos emissores com os objetos receptores de acordo com as regras definidas. No objeto emissor os valores que podem ser transferidos são: • Valores lançados 18 . O número de receptores pode ser restringido no Customizing. Por questões de performance é recomendado criar diversos ciclos que são executados em sequencia. Método de Segmentação de Ciclos (Cycle Segment Method) Os métodos acima Transferência Periódica. Diversos segmentos são agrupados em um ciclo. Importante: Ao contrário da transferência periódica. Ciclos para alocacões reais e planejadas são criados separadamente. o emissor é creditado e não reduzido. No rateio. elementos WBS. Os receptores são debitados apenas em classes de custo secundárias. as classes de custos originais são agrupadas em classes de custo de rateio (classes de custo secundárias categoria 42). Como o sistema grava um número menor de registros. Os receptores podem ser centros de custo. Estes custos são alocados aos respectivos objetos em CO no fechamento do período usando um fator definido pelo usuário (índice estatístico ou percentual cadastrado manualmente).Para definir relações emissor-receptor é usado o Método de Segmentação de Ciclos. utilizam ciclo e segmento para definir os relacionamentos de alocação entre emissores e receptores. Apenas centros de custos e processos podem ser usados como emissores no rateio. Para isso.

Na prática. A atribuição de um ciclo ao grupo é feito no cabeçalho do cadastro do ciclo. é necessário criar grupos de ciclos. não é recomendado rodar em paralelo.• • Valores fixos Tarifas fixas No objeto receptor o fator de ponderação (tracing factor) pode ser: • • • • Valores fixos Percentuais fixos Quotas fixas Partes variáveis Para executar ciclos em paralelo. Ciclo 1 Segmento 1 Segmento 2 Segmento 193 . é possível executar dois grupos de ciclos simultaneamente. Dessa forma.

tipo de atividade.. o sistema pesquisa quais ciclos contém esse dado. Síntese de Segmentos: Exibe todos os segmentos utilizados no ciclo. As iterações são usadas para garantir que todo o saldo dos centros de custo emissores foi transferido. É possível usar a função Execução de Teste para verificar se o ciclo está correto antes de executar. entre outros. data de modificação. Cada segmento possui as seguintes informações:     Cabeçalho Emissor / Receptor Base Referência Receptora Fatores de Ponderação Documentos de Modificação: Log com diversas informações sobre o processo de configuração. Os segmentos são processados até que todos os emissores tenham sido creditados. Cabeçalho e Síntese de Ciclos Verificação Formal: Permite testar um ciclo antes da execução efetiva e identificar eventuais irregularidades na configuração. é bem possível que o saldo dele zere ao transferir seus custos.Ciclo 2 Considerando que um centro de custo pode ser emissor num determinado segmento e receptor em outros.. Os ciclos não podem ter iteração entre si. Pesquisa de Objeto: Através de um dado como centro de custo. Para ativar a iteração é necessário usar check no Cabeçalho do Ciclo. tais como data de criação. usuário. mas seja debitado novamente ao receber valores de outros emissores. Rateio: Esquema de Alocação (Allocation Structure) 20 .

Porém. o período atual não pode estar fechado. Para isso. não existe uma transação apenas para transferência. Esta opção pode ser feita em cada segmento. Esses métodos são válidos para rateio. ciclos inteiros não. distribuição e transferência periódica. tornando a análise do rateio mais detalhada. Usar o esquema de alocação e dentro de um mesmo segmento definir regras distintas. há uma opção que acumula custos e índices para rodar posteriormente e ter um critério de rateio mais justo (ver página 217 da apostila). 21 . Há duas opções para detalhar um processo de rateio: 1. Alocação Cumulativa (Cumulative Allocation) Rateios. distribuições e transferências periódicas são normalmente executadas por período. no Brasil essa opção só é permitida para empresas de serviço ou para centros de custo de suporte (administrativos). Na tela de processamento de ciclo.No processo de rateio é possível alocar os custos utilizando uma classe de custo específica ou um esquema de alocação .invertidos. Estorno e Transferência de Segmento (Segment Reverse and Rebook) O estorno de segmento permite estornar alocações de períodos anteriores para correções de erros ou devido à ajustes de auditoria. Se o fator de ponderação (tracing factor) ou a quantidade no emissor sofrem fortes flutuações. Apenas segmentos podem ser estornados. A alocação cumulativa só deve ser feita se os relacionamentos emissor-receptor forem definidos dentro do mesmo ano fiscal. pois centros de custo produtivos devem ser apurados a cada período. Criar mais de um segmento onde será informada a classe de custo de rateio. Para isso. A alocação cumulativa espalha os valores pelos períodos diminuindo o impacto dessas flutuações. É possível atribuir classes de custo. Através do esquema de alocação é possível definir mais de uma classe de custo de rateio para cada lançamento no centro de custo emissor. O estorno de segmento apaga os lançamentos de alocação para o segmento selecionado lançando novamente os valores com sinais +/. áreas de classes de custo ou grupos de classe de custo a uma classe de custo de rateio. não é possível fazer a alocação de acordo com os valores da origem. utiliza-se o segmento do período anterior e uma nova alocação é feita no período corrente utilizando as informações corretas. A especificação se o ciclo vai ser calculado de forma cumulativa é feita no cabecalho da tela de processamento do ciclo . Só é possivel utilizar a transferência junto com o estorno de segmento. 2.

mantém-se o histórico. Da mesma forma que todos os outros métodos de alocação periódica. alocação indireta). Alocação Indireta de Atividades no Realizado (Indirect Activity Allocation in the Actual) KSC5 Utilização de ciclos e segmentos para ratear horas de atividades que não foram apontadas diretamente aos centros de custo. atividades. ordens internas. A alocação manual só pode ser usada para dados reais. a iteração não será considerada pelo processo de estorno e transferência. utilizar a categoria de atividade 3 (entrada manual. elementos PEP. Estas correções não implicam num estorno. Ao contrário da alocação direta e alocação manual de atividade. as empresas costumam estornar o ciclo todo e não somente o segmento. é preciso definir chaves para a alocação periódica automática de atividades. ou emissor e receptor devem usar a regra “Quantidades Fixas”. processos empresariais. ordens de cliente. 22 . O emissor deve usar a regra “Quantidades Lançadas” e os receptores qualquer regra diferente de “Quantidades Fixas”. a alocação indireta de atividade usa o metódo ciclo-segmento para definir os relacionamentos emissor-receptor. Se o ciclo tiver iteratividade.Por precaução. por esse motivo. A classe de custo é obtida do cadastro de classe de custo para o relacionamento centro de custo/tipo de atividade e pode ser alterada. elementos WBS. ordens internas. pode haver métodos distintos em um único ciclo. Para atividades que são planejadas no emissor. Um crédito é gravado no emissor e um débito no receptor. Os custos são alocados usando uma classe de custo secundária de categoria 43. alocação indireta). Os centros de custos são emissores sempre e os receptores podem ser centros de custo. Alocação Manual de Custos (Manual Cost Allocation) KB15N A alocação manual de custos permite lançar custos primários e secundários de forma manual. As regras para processamento são definidas nos segmentos. objetos de custo e objetos de bens imóveis. redes. objetos de custo ou processos. exceto as de categoria 43 (alocação de atividades/processos) que só podem ser usadas para alocação de atividades e têm transação expecífica. O emissor deve usar a regra “Volumes Calculados Inversamente” e os receptores qualquer regra. Para atividades cujos volumes de atividade não podem ser calculados ou que toma muito tempo para calcular. mas uma nova alocação. A alocação manual permite corrigir lançamentos secundários incorretos e importar dados de sistemas externos. utilizar a categoria de atividade 2 (entrada indireta. Os emissores e receptores podem ser centros de custo. É possível usar a alocação manual para todas as classes de custo. dessa forma. A alocação indireta de atividades automaticamente atribui atividades nos dados reais. gerando inconsistências.

entre outras) e classe de objeto. Isso ainda ocorre para empresas que usam a versão 4. RKIU. mesmo nas versões mais antigas. Se o ajuste em CO usou uma determinada classe de custo secundária. Também é necessário definir uma conta contábil de FI quando há lançamentos 23 .* Esse ledger cria lançamentos de reconciliação para que alterações em CO possam ser refletidas em FI. divisão e área funcional. a conta de compensação é definida por transação comercial ou operação (COIN. Para manter FI e CO atualizados é necessário usar o ledger de reconciliação. será necessário informar a conta contábil que irá receber esse lançamento.7 ou anterior. e para empresas que não possuem o New GL ativo. Sendo assim. a mesma não existirá em FI. O ledger irá atualizar dados relacionados à empresa. *Centro de Lucro sempre foi atualizado real time. Nesse caso.Critério Ferramentas de Rateio para Centros de Custo Percentual ou Índice (ciclo e segmento) Horas (apontamento ou rateio de HH) Consumo (base / percentual / crédito) Demais Critérios (fórmulas) Distribuição Transferência Periódica Rateio Alocação Direta de Atividade Alocação Indireta de Atividade Sobretaxa Alocação Modelo Ledger de Reconciliação (Reconciliation Ledger) OK17 Versões antigas não atualizam o FI real time após alterações em CO.

O Ledger de Reconciliação distingue lançamentos e fornece totais de acordo com os seguintes critérios: • • • • • • • Classe de Custo Empresa Divisão Grupo de Origem (Subdivisão de Classe de Custo) Tipo de Objeto (Centro de Custo. empresa. Projeto. Os relatórios de parceiro (Breakdown by partners) também são atualizados. Mesmo que o NewGL esteja ativo. Bloqueio de Período (Period Lock) OB52 Abertura e Fechamento Períodos FI OKP1 Abertura e Fechamento Períodos CO MMPV Abertura e Fechamento Períodos MM O travamento de período é utilizado para travar transações em dados reais e planejados por controlling area. É possível selecionar transações individuais para travamento de uma lista de todas as transações de dados reais e planejados. Além disso. Os lançamentos de reconciliação podem ser feitos a qualquer momento por controlling area ou empresa. mesmo que a empresa defina fazer ajustes intercompany no CO.. Processo etc) Classe de Objeto (OCOST – Custos Indiretos / INVST – Investimentos / PRODT – Produção / PROFT – Lucros e Perdas & Vendas e Distribuição) Área Funcional Todas os lançamentos do reconciliation ledger são feitos em três moedas: moeda da controlling area. por exemplo). Se precisar de mais detalhes. Na determinação de contas standard..interempresariais. no IMG do FI deve ser criada uma variante que indique quando essa reconciliação deve acontecer. o sistema lança apenas as diferenças. ano fiscal e versão (para dados planejados). Auxílio na navegação e acesso à Contabilidade Interna com base na demonstração de resultados. Ordem. Se for necessário executar novamente devido a alguma alteração. classe de custo. É possível travar uma transação específica para todos os períodos do ano fiscal ou todas as transações para períodos específicos (COIN: Lançamentos de FI para CO. o Ledger de Reconciliação tem as seguintes funções informativas: • • Análise de Custo de contabilidade interna global. as contas são definidas apenas por transação e classe de objeto. pode ser utilizada a determinação de contas ampliada. Posso bloquear todos os lançamentos e todas as operações? SIM! 24 . No Brasil. onde pode ser utilizado qualquer campo como área funcional. moeda da empresa e moeda do grupo. precisa haver um documento legal que ampare esse lançamento.

As ordens estatísticas são usadas para avaliar custos que não podem ser detalhados por item na contabilidade de classes de custo ou na contabilidade de centro de custo. No processo periódico de liquidação de ordem. monitoramento e alocação de custos. Podem ser usadas para diversos objetivos: 25 . se esta associação for feita. por exemplo. É possível alocar os custos das ordens para muitos objetos.Unidade 5 Overview de Ordens Internas (Internal Orders) Ordens de Custos Indiretos = Classe de Objeto da Ordem Interna O objetivo das ordens internas é permitir o controle de custos referentes a eventos específicos. As ordens podem ser usadas como objetos de custos internos. Uma ordem estatística não pode ser apropriada nem utilizar sobretaxa. existem formas diferentes para liquidar ou apropriar seus custos. voce aloca os custos reais em objetos de CO. É possivel lançar os custos para uma ordem (lançamento estatístico se a ordem for estatística. fica difícil definir um centro de custo. mesmo depois que a apropriação para o centro de custo foi executada. Ordens Reais e Estatísticas (Real and Statistical Orders) Uma ordem pode ser real ou estatística. Se você selecionou relatórios de balanço por divisão em FI. Diferentes Cenários para Ordens Internas As ordens internas descrevem atividades individuais dentro da controlling area e suportam planejamento. estatístico se a ordem for real) ao mesmo tempo. real se a ordem for real) e para um centro de custo (lançamento real se a ordem for estatística. Porém. Na ordem estatística não é preciso gravar no cadastro da ordem a empresa e a divisão. como uma feira. só será possível realizar lançamentos para centros de custo e outros objetos que pertencam a mesma empresa e divisão. Outra vantagem é a grande variedade de funções de planejamento e orçamento disponíveis para ordens internas. Se o trabalho está associado a um único produto. Se o trabalho é referente a empresa como um todo. O centro de custo de lançamento pode ser gravado no cadastro da ordem para que o sistema derive automaticamente no lançamento. é possível analisar e comparar os resultados de diversas feiras. A função de liquidação (apropriação de custos) aloca os custos para os centros de custo responsáveis pela realização da feira. Com essa estratégia. os custos podem ser apropriados ao centro de custo responsável. No lançamento de custos primários os custos são atualizados na ordem real. Dependendo do tipo de medida da ordem. Na criação de uma ordem real é necessário atribuir a empresa. A ordem real é usada para coletar os custos e alocar posteriormente em diferentes receptores. Nesta situação é conveniente apropriar as ordens diretamente ao CO-PA. é preciso também atribuir a ordem à divisão.

Ordens com Receitas 26 . A Delimitação de Custos exige a categoria de ordem 02 (ordem de delimitação de custos). Para controlar os valores que a empresa investe na produção de ativos de longo prazo para uso próprio é necessário criar um perfil de investimento e associá-lo ao cadastro da ordem. Durante a construção todos os lançamentos são feitos na ordem e no período de apropriação todos os débitos que não devem ser capitalizados são transferidos para um receptor em CO. É possível criar uma ordem interna que automaticamente inclui um ativo em construção.• • • • Monitorar apropriação interna para centros de custo (Custos Indiretos) Monitorar apropriação interna para ativos fixos (Investimentos) Lançamentos de custos de provisão (Delimitação de Custos) Exibir custos de ordens de vendas e incluir receitas (Ordens com Receita) Classes de Objetos da Ordem Ordens de Custos Indiretos Ordens de Investimento Ordens de Delimitação de Custos Ordens com Receitas Receptores Ordem Objeto de Resultado Centro de Custo Projeto Conta do Razão Centro de Custo Imobilizado Projeto Objeto de Resultado Centro de Custo Custos: Todos Receitas: Conta do Razão Objeto de Resultado Ordem de Vendas Item da Ordem de Vendas Ordens com Receitas Ordens de Investimento O componente Investment Management (IM) fornece funções de suporte aos processos de planejamento. como um centro de custo. Ordens de Delimitação de Custo As ordens internas podem ser usadas como coletoras de créditos mensais resultantes do cálculo de provisão (Delimitação de Custos). e os que devem ser capitalizados são apropriados direto para o ativo em construção. é necessário alocar custos que ocorrem regularmente para centros de custo e períodos relevantes. As medidas são representadas no sistema por uma ordem interna ou elemento WBS. Esses custos provisionados são chamados de custos calculados através dos métodos de custos suplementares ou teórico=real no processo de Delimitação de Custos. Para evitar flutuações de custos na contabilidade de centros de custo. investimento e processos financeiros envolvidos em avaliações de investimento de capitais na empresa.

avisos. área funcional. Administração de Status para Ordens de Custos Indiretos (Status Management for Overhead Cost Orders) O SAP inclui quatro status padrão: • Criada (Created) 27 . o Perfil de Planejamento: Controla layouts de planejamento. que é criado no nível de mandante (Client) e pode ser usado em qualquer controlling area. o Área Funcional: Para fins de report. O centro de lucro pode ser atribuído no cadastro da ordem. centro. o Perfil de Apropriação de Custos: Define os receptores possíveis da ordem. o Seleção de Campos: Define os campos obrigatórios / facultativos. o Intervalo de Numeração: Depende da categoria. o Perfil de Orçamento: Parâmetros para elaboração do orçamento (controle de disponibilidade. moedas).Se o módulo SD estiver sendo usado. divisão. o Perfil de Status: Mediante a combinação de status do sistema + status criados pelo usuário. as ordens internas são atribuídas a uma empresa e a uma controlling area. é possível usar ordens internas de receita para exibir informações das ordens de vendas e também monitorar custos e receitas para atividades que não são parte do core business da empresa. Para habilitar receitas na ordem é preciso selecionar o check “Lançamentos de Receita Permitidos” no tipo da ordem. Receitas só podem ser apropriadas em centros de custo e centro de lucro estatisticamente! Unidade 6 Dados Mestre de Ordens Internas (Master Data Maintenance) KOT2_OPA Tipo de Ordem OK07 Perfil de Apropriação OK06 Esquema de Alocação KOM1 Ordem Modelo Uma ordem interna só pode ser criada com referência a um tipo de ordem (Order Type). centro de lucro e elemento PEP (todos campos opcionais no cadastro). Assim como os centros de custo. Ordens estatísticas não precisam ser associadas à empresa. controla quais transações contábeis são válidas para a ordem. o Ordem-Modelo: Facilitador para cadastro da ordem. pode ser definido empresa. Se a ordem for atribuída a um elemento WBS é possível acompanhar seus valores no PS. limites de tolerância. Na criação da ordem as seguintes informações devem ser definidas: • Tipo de Ordem: Define o objetivo da ordem e como ela é processada pelo sistema.

as ordens internas não precisam de ciclo e segmento para apropriar seus custos. Os status do sistema e de usuário juntos determinam se uma transação é válida.Ordem de Delimitação (required.• • • Liberada (Released) Tecnicamente Terminada (Technically Complete) Encerrada (Closed) Se os status padrão não forem detalhados o suficiente. Intervalo de numeração (interno ou externo) Parâmetros gerais de apropriação Apresentação dos dados de cadastro Diferentemente do centro de custo... O perfil de status permite: • • • • Definir os status de usuário e a sequencia Definir um status inicial Definir que um status de usuário é ativado automaticamente durante determinada transação Permitir ou proibir determinadas transações. Um status pode: permitir uma transação. Os status de usuário e regras são definidos em um perfil de status que é associado ao tipo de ordem. liberada. enc. Sempre vale a combinação mais segura! PODE SER ALTERADO Tipo de Ordem Perfil de Apropriaçã • Parâmetros gerais para apropriação de custos • • • • • • Ordem Interna - Classe de Objeto da Ordem Ordem Ordem Ordem Ordem Custos Indiretos de Del.Ordem Interna Características dos campos de cadastro . Para bloquear. permitir com advertência (warning) e proibir (prohibit). 28 .. Também é possivel controlar campos de acordo com o status e autorizações de usuários para cada ciclo.Ordem-modelo . basta um estar fechado. de Custos de Investimendo com Receita Gerenciamento de compromissos NÃO PODE SER ALTERADO Lançamentos de receita Gerenciamento de status (criada. é possível criar status definidos pelo usuário para subdivisões adicionais.tec. Para permitir algo. A liquidação se dá em centros de custo e classes informadas no cadastro ou através da norma de apropriação de custos. optional) . o status do usuário e o status do sistema devem estar liberados. encerrada Categori a Ordem .

É possível atribuir ordens de qualquer controlling area a um grupo. A partir de uma variante.Agrupamento e Processamento Coletivo KOH1 Grupos de Ordens KOK2 Processamento Coletivo Manual KOK4 Processamento Coletivo Automático OKOU Regra de Substituição para Ordens Assim como na contabilidade de centros de custos. A diferença é que os grupos de ordens são criados no client. Centros de Custo Processamento Coletivo Seleção através de intervalos. O processamento coletivo manual ou automático permite atualizar o status ou substituir campos no cadastro de várias ordens ao mesmo tempo. Regras de substituição podem ser usadas no processamento coletivo automático. podemos também informar fórmulas booleanas. Não existe hierarquia standard para ordens. Substituição: Valores que serão substituidos nos campos específicos. dados de classificação de ordens e receptores de apropriação de custos. é possível reunir diversas ordens para o processamento. portanto não pode haver dois grupos como mesmo nome nas controlling areas. é possível combinar ordens internas em grupos organizados hierarquicamente. Cada regra compõem-se de uma ou mais etapas. Alterar ou apagar índices estatísticos Processamento Coletivo Seleção através de variantes Permite modificar status e substituir campos Grupos definidos no nível client Permite fórmulas booleanas Permite selecionar dados de classificação Permite uso de regras de substituição Permite receptores de apropriação de custos Ordens Internas Unidade 7 Lançamentos baseados em eventos Lançamentos baseados em eventos dentro e fora de CO As seguintes alocações baseadas em eventos são válidas para ordens internas: 29 . cada uma delas com dois componentes principais: • • Condição: Condições booleanas que definem as ordens que serão processadas. variantes Criar grupos com centros selecionados Visualizar ou Excluir Classes e Tipos de Ativ. grupos. Além dos campos da ordem que poderão ser indicados na variante.

esse controle só é válido para OI e PEP. mas não há controle de disponibilidade. o status da ordem deve permitir esse tipo de transação contábil. É necessário ativar os compromissos na Área de Contabilidade de Custos (OKKP) e no Tipo de Ordem (KOT2_OPA). Além dos lançamentos de custos primários e secundários. O compromisso é criado automaticamente quando uma ordem é atribuída a uma RC ou à algum item do pedido de compra. o compromisso consome recursos do orçamento. Geralmente esse “transporte” é casado com o “transporte” do orçamento. 30 . Para ver o resultado é necessário visualizar o campo Categoria de Valor (11 = real e 4 = estatístico) nos relatórios do sistema. Gerenciamento de Compromissos (Commitment Management) OKKP Config. mercadorias a partir de MM Lançamentos contábeis a partir de FI A ordem pode receber lançamentos reais e estatísticos. também é possível lançar índices estatísticos. Para lançar custos reais em uma ordem. receita é um deles. Dentre os lançamentos reais que pode receber.• • • • • • Transferência de custos e receitas a partir de outras OIs e Centros de Custo Transferência de partidas individuais a partir de outras OIs e Centros de Custo Alocação direta de atividades a partir de Centros de Custos Transferência de Alocação direta de atividades a partir de Centros de Custos Lançamentos de compromissos e mov. No centro de custo também existe o controle de compromissos. Com base nos compromissos e nos lançamentos reais é possivel fazer comparações entre planejado/orçado. Area de Contabilidade de Custos KOT2_OPA Tipos de Ordem FMZ1 Criação Manual de Compromosso (Compromisso = Reservado) 87012999 Report Real / Planejado / Compromisso (Disposto = Real + Compromisso) Documentos gerenciais que representam Requisições e Pedidos de Compra. que serão utilizados como base para alocações de custo periódicas e para análise de ordens. O sistema usa códigos diferentes para indicar a origem do compromisso. Quando existe um centro de custo real e uma OI real num mesmo lançamento. o sistema automaticamente gera um lançamento estatístico no centro de custo e um lançamento real na OI. Se o controle de disponibilidade ordem interna/PEP estiver ativo. Um compromisso identifica custos que ocorrerão no futuro por pedidos de compra ou serviços solicitados. Os compromissos em aberto podem ser transferidos para o primeiro período do próximo ano fiscal durante o fechamento do ano fiscal atual. além disso o status da ordem deve permitir o lançamento de compromisso.

todo o saldo seria rateado e não seria possível medir a eficiência do departamento de armazenagem. Nesse exemplo. que está gastando mais do que imaginava gastar.O compromisso sempre é gerado com a data da remessa. Por exemplo. 10% representa uma meta a ser alcançada pelo ccusto emissor. Os lançamentos a crédito estarão por conta da Transf. Se usássemos o método de rateio. O custeio por sobretaxa significa alocar os custos de overhead para os objetos apropriados usando um percentual ou quantidade-base fixa. um centro de custo de armazenagem têm a meta de cobrar 10% dos custos de armazenagem para cada departamento. A 31 . processo ou ordem (possíveis emissores). Valores ou percentuais de sobretaxa não sofrem reavaliação no sistema. Se após aplicar a sobretaxa. pois conceitualmente representam uma meta para o ccusto emissor que pode ser alterada a qq momento. Geralmente utiliza-se a transação FMZ1 para registrar manualmente compromissos que não foram lançados no MM. É dessa forma que se avalia a eficiência do emissor. Unidade 8 Encerramento do Período de Ordens Internas Ordens podem receber lançamentos de débito ao final do período por sobretaxas e alocação de atividades. Periódica ou da Liquidação. provavelmente esse valor indicará uma ineficiência do departamento. por motivo do componente não ter sido implementado. A base para a alocação de overhead são as classes de custos primárias que foram lançadas na ordem. O saldo no emissor poderá não ser zerado uma vez que o valor a ser cobrado é uma meta e pode não corresponder ao total de custos gerados. Métodos de apropriação (settlement) de ordens internas: • • • Transferência Periódica (Créditos) Sobretaxa de Custos Indiretos (Débitos) Liquidação (Apropriação de Custos) Lançamentos Periódicos em Débito (Sobretaxa de Custos Indiretos) KZB2 Base de Cálculo KZZ2 Custos Indiretos (% ou quantidade) KZE2 Crédito Essa ferramenta é usada para medir a eficiência de um determinado centro de custo. restar um saldo nesse ccusto.

Tanto na alocação de atividade como na sobretaxa a OI só pode ser receptora. planejados ou de compromissos. A apropriação para todos os outros objetos é uma apropriação interna (categoria de classe de custo 21) de CO. É possível apropriar estatisticamente para um centro de custo. centro de custo. é uma apropriação externa (contas primárias / categoria de classe de custo 22). A apropriação ampliada. Estas informações são gravadas no cadastro da ordem. tipo de ordem. o Custo Indireto Proporcional à Quantidade: Quantidade que será considerada por unidade lançada na clase de custo base. centro de lucro. entre outros. Para apropriar uma ordem é preciso definir o método: apropriação de custos básica (no dado mestre da ordem) ou apropriação de custos ampliada (botão Norma de Apropriação). A apropriação dos custos das ordens para uma conta do G/L. que combina três elementos principais: • • Base de Cálculo: Especifica a classe de custo base sobre a qual o cálculo será feito. O emissor será sempre o centro de custo. ordem estatistica. permite que você crie as regras de apropriação no cadastro da ordem. Lançamentos Periódicos em Crédito (Periodic Credit Postings) OK07 Perfil de Apropriação de Custos Uma ordem pode ser creditada durante a transferência periódica se ela for definida como um emissor para vários tipos de objetos receptores. os seus custos são passados para seus destinos finais (centros de custos. planejados ou usando compromissos como base. É preciso definir um 32 . ou elemento WBS estatistico e a apropriação de ordens não é obrigatória. Chave de Crédito: Define o objeto que será creditado (centro de custo ou ordem interna) e a classe de custo. As regras para aplicar a sobretaxa são definidas no Esquema de Cálculo (= ao processo de Delimitação). Este processo é chamado de liquidação. • As ordens internas podem ser receptoras de alocações de atividades de centros de custo. empresa. Usando o Activity Based Costing (custeio ABC). que acontece em caso de ativação de imobilizado. A dependência permite diferenciar quantidades por planta.sobretaxa pode ser aplicada nos dados reais. que pode ser individual ou coletivo. o Tipo de Custos Indiretos: Determina se o calculo é para dados atuais. da seguinte forma: o Percentual de Custos Indiretos: Percentual é aplicado sobre a base. Montante de Custos Indiretos: Define as quantidades que serão aplicadas. As ordens são usadas como coletores de custos intermediários e no final do processo. A apropriação básica permite alocar 100% dos custos para um centro de custo ou para uma conta do G/L sob uma classe custo. é possível alocar custos de processos em ordens internas. elementos WBS). porque FI é atualizado pela apropriação.

Existem duas categorias: • Tipo de classe de custo 21. assim. Trata-se de uma configuração puramente técnica. É possível combinar classes primárias e secundárias. os custos incorridos na ordem ainda são visíveis. podemos refletir na íntegra a origem desses custos. Os valores indicados automaticamente são sugeridos e podem ser alterados a qualquer momento. rateio e transf. o histórico é mantido.perfil e um esquema de apropriação de custos / esquema de alocação que está ligado ao tipo de ordem e deve ser indicado no cadastro mestre. Para os documentos criados por conta da apropriação. Dessa forma. periódica. O sistema utiliza dois tipos de apropriação para as ordens: • PER: apropria apenas os custos de um período específico • TOT: apropria todos os custos do emissor. para apropriação externa (imobilizado ou razão) Após a apropriação. Através do Esquema Original é possível definir a regra de apropriação com base num determinado range de contas. podemos devemos definir intervalos de numeração e tempo de retenção para que sejam posteriormente arquivados. Essa configuração permite que uma só ferramenta de apropriação de ordens faça o trabalho de três: distribuição. O esquema de alocação permite definir que custos de classes de custo devem ser apropriados por meio de uma classe de custo de apropriação de custos ou da classe de custo original. tal qual entraram na OI. O Tipo de Ordem determina o Perfil de Apropriação que por sua vez determina o Esquema de Alocação. DETERMINA Ordem Interna Apopriação de Custos Básica Apopriação de Custos Ampliada • Tipo de Ordem Perfil de Apropriaçã • o • • PROPÕE Receptores que podem ser escolhidos no esquema de alocação Método de distribuição dos custos Tempo de retenção dos documentos gerados Esquemas a serem propostos Esquema de Apropriação de Custos / Alocação Define a utilização de classes de custo: se serão mantidas classes originais ou se serão utilizadas classes de custo secundárias categorias 21 e 22 Esquema Original Apropriação de custos por grupos de classes de custo / intervalos de contas Esquema de Demonstração de Resultados Associação de classes de custo com campos de valor em CO-PA 33 . ordem etc) • Tipo de classe de custo 22. As ordens podem ser apropriadas utilizando as classes de custos originais ou usando classes de apropriação (settlement cost element). para apropriação interna em CO (centro de custo.

Orçamento é uma verba aprovada que pode ou não ter controle de disponibilidade para Ordens Internas e Elementos PEP.Por conta do perfil de apropriação de custos. O orçamento para centros de custo é bem mais limitado e nem existe perfil de planejamento vinculado ao centro de custo ou tipo de centro de custo. Durante a apropriação é possível usar um período diferente do período de apropriação. Orçamento e Controle de disponibilidade Elaboração do Orçamento e Controle de Disponibilidade (Budgeting and Availbility Control) OKOC Planejamento é só uma estimativa. Dessa forma. Unidade 9 Planejamento. Nunca haverá trava para orçamento de centro de custo. 34 . criar uma sequencia ou definir “exits do usuario”. Períodica. a apropriação de custos de ordens internas torna-se bem mais flexível em relação a centros de custo. Distribuição ou Transf. É possível utilizar a Administração de Status para congelar um orçamento. As correções podem ser feitas no processamento individual ou coletivo. Atualizações do Orçamento: Atualizações no orçamento original devido a eventos não previstos. As regras de apropriação automaticas são definidas no tipo de ordem. Apropriação: Funcionalidades Especiais (Settlement: Special Subjects) Ao invés de criar uma norma de apropriação em cada ordem. O esquema permite configurar regras enquanto para centros de custos devemos escolher dentre três opções prontas: Rateio. As empresas que buscam controle de orçamento por centro de custo. O período de apropriação e o período atual precisam estar no mesmo ano fiscal. é possível impedir que um usuário modifique o orçamento inicial ao invés de lançar um suplemento ou restituição. O sistema reconhece os seguintes tipos de orçamento: • • • Orçamento Original: Orçamento alocado originalmente. isso permite corrigir lancamentos de períodos que já foram encerrados no período atual. criam ordens internas para cada centro e fazem o controle de disponibilidade através das OIs. Não há travas. é possivel criar uma regra no Customizing que automaticamente crie a norma de apropriação quando a ordem for apropriada. Existem três opções: usar a sequencia standard. O orçamento na ordem é feito por ano ou por valor total. Orçamento Atual: Inclui o budget original e todos os updates. que pode ter diversas versões.

O controle de disponibilidade pode checar o valor anual ou valor total a cada custo real e compromisso lançado. Compromissos não são considerados no cálculo de recursos financeiros não utilizados.Para criar o budget para uma ordem. O Repor Writer permite a criação de relatórios mais complexos. é preciso definir um Perfil de Orçamento ligado ao Tipo de Ordem. Recursos não utilizados no budget atual podem ser transferidos para o próximo exercício fiscal através da função Transferência do Orçamento. A elaboração do orçamento pode ocorrer em qualquer moeda. Se o orçamento for definido na moeda da controlling area. Os limites de tolerância para o controle de disponibilidade são definidos no Perfil de Orçamento. Qualquer valor lançado na OI ou Elemento PEP irá consumuir o orçamento. todos os itens do orçamento serão gravados com essa moeda. gerar um aviso para o usuário e enviar um email para o responsável (ação 2). mas o orçamento será sempre por total ou por exercício. Sendo assim. ou gerar uma mensagem de erro e bloquear o lançamento (ação 3). Se o orçamento for definido na moeda do objeto. A definição de moeda para o orçamento das ordens é feita no Perfil de Orçamento. É dessa forma que o controle de disponibilidade irá atuar para OIs e PEPs. se será ativado manualmente ou automaticamente durante o orçamento. que está ligado ao Tipo de Ordem. Tipo de Ordem Perfil de Orçamento • • • • Controle de Disponibilidade Limites de Tolerância Tipo de Aviso ao Usuário Moedas Ordem Interna O planejamento pode ocorrer por classe de custo. porém o controle sempre será na moeda do objeto ou na moeda da ACC Área de Contabilidade de Custos. Exceto para ordens com o status concluído ou marcadas para eliminação. No perfil é possível definir se o controle de disponibilidade está desativado. o orçamento será gravado de acordo com a moeda de cada objeto. é preciso transferí-los primeiro e depois transferir o orçamento. O sistema pode gerar um aviso para o usuário (ação 1). dependendo dos limites definidos. Compromisso + Real = Atribuído. Todos os itens do orçamento são convertidos e gravados automaticamente nas moedas da controlling area e do objeto. Unidade 10 Sistema de Informação Report Painter A ferramenta central para definição de relatórios no sistema de informação é o Report Painter. 35 .

índices e colunas pré-definidas disponíveis na Biblioteca. CO e Special Ledger. Fórmulas podem ser usadas na definição de linhas e colunas. Será sempre 1 centro de lucro dummy por ACC. O usuário pode exibir todos os extratos em uma síntese. as informações podem ser acessadas de forma mais rápida. por exemplo). Todos os relatórios de um grupo são executados simultaneamente para ganhar tempo de máquina. Fonte de Dados Os relatórios podem usar três fontes de dados: Extratos. O centro de lucro dummy também é definido na controlling area. é preciso arquivá-lo em Bibliotecas do Sistema. Colunas Pré-definidas: Combinação de um índice e uma ou mais características. Se os relatórios forem salvos em Extratos. na Contabilidade de Centro de Custo ela é representada pela tabela CCSS. Também é possível ler dados do arquivo. por exemplo). 36 . Atual e Arquivo. quantidades. Unidade 11 Dados Mestre Configurações da Área de Contabilidade de Custos OKE5 A primeira configuração na controlling area para utilizacação de centros de lucro é a criação da hieraquia standard. Ao definir um relatório. Ao finalizar o relatório é necessário atribuí-lo a um grupo. Índices: Campos numéricos (custos. É possível selecionar informações do banco de dados para criar relatórios ad hoc com as informações mais atuais. eliminar ou modificar a data de vencimento. para receber todos os lançamentos em que o centro de lucro não for definido.As colunas são definidas usando características. As linhas são definidas usando características. O Report Painter pode ser usado para formatação de reports do FI. • • • Características: Campos que representam os critérios utilizados na seleção de dados (ano fiscal. imprimir extratos.

A definição de moedas para FI. Não são mostradas receitas com essa abordagem.Estoque (material -> clucro) . Comparações DRE Balanço Divisão Todas as Contas Todas as Contas Centro de Luro Todas as Contas . • Perspectiva de Centro de Lucro: Avalia receitas internas. Por padrão. Neste caso.Demais Contas: Regras de Substituição Atualização EC-PCA Online ou Periódico Online ou Periódico Periódico Dados Mestre KE59 Criação de Centro de Lucro Dummy (IMG) Um centro de lucro é criado no nível da controlling area e têm um período de validade. No campo Tipo de Moeda Interna do Centro de Lucro é definida a moeda de report do EC-PCA. O flag Código de Controle ativa a contabilidade de centros de lucro na controlling area para um determinado ano fiscal. Se desejar que o sistema grave a moeda da transação (que já consta tanto no FI como em CO) basta checar Armazenar Moeda da Transação . Esta é uma das diferenças entre a criação de um centro de custo e um centro de lucro. mas é possível desassociar empresas se for necessário. nenhum lançamento será feito nos centros de lucro.CP / CR (lançamentos -> clucro) . Existem as seguintes opções: • Perspectiva Legal: Usa o mesmo método da avaliação das unidades juridicamente independentes (empresas).A opção Eliminação Faturamento Interno garante que o sistema não irá considerar transações entre objetos do mesmo tipo (centro de custo -> centro de custo / ordem interna -> ordem interna) se estiverem atribuídos ao mesmo centro de lucro. • Perspectiva de Grupo de Empresas: Avalia os movimentos de materiais dentro de empresas filiadas usando custos de produto manufaturado do grupo de empresas.Imobilizado (ativo -> clucro) . O sistema irá gravar os lançamentos na moeda da empresa e na moeda do centro de lucro. O campo Método de Distribuição determina que informação é armazenada em cada sistema. com base nos preços internos praticados entre unidades de negócio. CO e EC-PCA deve ser trabalhada em conjunto. O campo Perspectiva de Avaliação define a abordagem usada para avaliar estoques e movimentos de materiais. a moeda do grupo (30) ou a moeda especial do centro de lucro (90). enquanto é um registro de consumo da perspectiva da empresa. o centro de lucro é atribuído a todas as empresas que constam na ACC. que pode ser a moeda da controlling area (20). Se estiver desativada. uma retirada de mercadorias abrangendo vários centros de lucro é mostrada como uma “quase-venda” na contabilidade de centro e lucro. O centro de lucro Dummy é definido por um flag no customizing e existem apenas três diferenças na criação do centro de lucro dummy em relação a um centro de lucro normal: 37 .

Responsável . como valores de referência para distribuições e rateios. É possível criar novas hierarquias com cópia na hierarquia original para fins de análise. Tais contas incluem:    Contas da Contab. se estiver bloqueado não aceitará nenhum tipo de lançamento.Denominação . ele é valido para o período máximo. Os grupos de centro de lucro são hierarquias alternativas à hierarquia standard.Código . Um flag é automaticamente ativado indicando o centro de lucro como dummy.• • • Não é possível especificar período de validade. Não pode ser copiado de um centro de lucro existente. como para quotas.Código de Bloqueio (limitado em relação a centros de custo) 38 .Área Hierarquia . KE5B Índices estatísticos podem ser usados em valores planejados e reais. A hierarquia standard é um agrupamento especial de centros de lucro. O Dummy é criado no IMG. Hierarquia Standard Campos Obrigatórios: .Empresas Define códigos de bloqueio: Centros de Lucro Campos Importantes: . o qual é atribuído à ACC. Financeira usadas em CO (classes de custo e receitas primárias) Classes de Custo usadas somente em CO (classes de custo secundárias) Contas de FI não usadas em CO (CP / CR / Estoque de Material / Ativo) Os grupos de contas para a Contabilidade de Centros de Lucro podem ser cópias de grupos de classes de custo ou estruturas de balanço / lucros e perdas existente. Através dela é possível reorganizar e criar novos centros. A Contabilidade de Centros de Lucro se baseia no plano de contas. Através do SAP Easy só é possível exibí-lo e modificá-lo.Período de Validade . Os seguintes campos podem ser encontrados no cadastro do centro de lucro: • Hierarquia (grupo de centro de lucro) • Período de análise • Código de bloqueio • Atribuição de Empresas Ao marcar o código de bloqueio o sistema bloqueia lançamentos no centro de lucro num intervalo de tempo especificado. Grupos de centros de lucro podem ser criados como hierarquias alternativas. Não há diferenciação em relação aos tipos de lançamentos que serão bloqueados (como ocorre no centro de custo).Centro de Lucro Dummy .

No caso dos Projetos. Se não achar nos totalizadores. Centros de Custo e Processos são atribuídos ao centro de lucro na tela Dados Básicos em seus cadastros. o sistema verifica se a controlling area é a mesma para os dois. Objetos de Custo são usados na contabilidade de custos de produtos para coletar custos que não podem ser alocados em objetos que representam um nível inferior (ordens. Em determinadas circunstâncias pode ser necessário atribuir um Objeto de Custo a um centro de lucro. Ao atribuir um objeto de controlling ao centro de lucro. o centro de lucro não é atribuído ao projeto em si. 39 .Atribuições de Centros de Lucro (Profit Center Assignments) Os centros de lucro são atribuídos à todos os objetos de classificação contábil para os quais são lançados custos e receitas. Estes objetos são: • • • • • • • • • Objeto de Resultado Centro de Custo Processos Empresarial Objetos de Custo Ordens Internas e Projetos Material Ordens de Produção Ordens do Cliente Ativos (Apenas indiretamente. Ordens Internas e Ordens de Manutenção são atribuídas na tela Atribuições de Dado Mestre da Ordem – Dado Mestre. O ativo é atribuído ao centro de custo ou ordem interna que deriva o centro de lucro) Por conta dessa atribuição. projetos e centros de custo). irá buscar na Definição do Perfil Projeto. • Cabeçalho do Diagrama de Rede. Somente em última instância. uma vez que o centro de lucro é sempre cadastrado no nível da ACC. Os Materiais sempre são associados ao centro de lucro no nível de centro – Dado Mestre. os lançamentos em centros de lucro geralmente ocorrem por derivação. o sistema alocará o lançamento no centro de lucro Dummy. O período de validade do centro de lucro deve conter todas as datas do centro de custo ou processo – Dado Mestre. • Atividades da Rede ou Tarefa do Diagrama de Rede Se não for informado centro de lucro num determinado PEP. mas às suas várias estruturas: • Elemento do Plano da Estrutura do Projeto (Elemento PEP). o sistema irá procurar por essa definição nos PEPs totalizadores.

o centro de lucro padrão é derivado do cadastro do material que será produzido. dividir localização por centro de lucro (através do centro) ou uma combinação das duas. Na Ordem de Vendas cada item é atribuído ao centro de lucro selecionando Processar -> Item -> Classificação Contábil. uma lista de centros de custo sem atribuições de centro de lucro. por exemplo. na tela Cabeçalho -> Atribuição. Ao criar a ordem. nos seguintes aspectos: o Valorização de atividades internas o Monitoramento de desempenho usando comparações plan/real e teórico/real. permite realizar uma revisão geral das atribuições verificando. que deve ser a mesma para a empresa e para o centro de lucro – Derivação do Dado Mestre do Material. levando em consideração as mudanças no mercado. O centro de lucro para o material vendido é proposto por padrão. Visões e Funções do Planejamento OKEQ Atualizar Versões KP97 Copiar Dados Planejados 40 .Na Ordem de Produção a atribuição do centro de lucro é feito no cadastro da ordem. pertence a uma área de contabiliadade de custos. Preparar um forecast com os padrões para o próximo período fiscal. Cada centro é atribuído a uma empresa. que por sua vez. APOSTILA II TFIN20_2 Unidade 1 Planejamento na Contabilidade Gerencial Os principais objetivos do planejamento são: • • Planejar as futuras atividades do negócio em um período específico. As OPs são executadas num centro. Podem haver lançamentos de FI diretamente para EC-PCA se a conta usada em FI não tiver classe de custo associada. Há regra de substituição específica para SD que traz funções mais avançadas para essa derivação de centro de lucro – Derivação Dado Mestre do Material. A Síntese de Atribuição fornece uma visão de todas as atribuições efetuadas para centros de lucros. é possível dividir produtos por centro de lucro (através do material). Sendo assim. Todos os lançamentos em classes de custos primárias e secundárias na ordem são passados ao centro de lucro.

O sistema contém uma série de layouts pré-definidos que podem ser utilizados ou alterados conforme a necessidade. Layout pode ter fórmulas? SIM. uma versão (campo alfanumérico com 3 posições) é definida com as seguintes configurações: • • • Configurações na Área de Resultado Configurações na Contab. informado no Perfil do Planejador para definir a forma de input de dados. Tipos de Atividade / Tarifas KP46 Planej. que permite a cópia de versões anteriores de planejamento ou de dados realizados para criação da nova versão. o usuário define se considera ou não os rateios. Layouts de Planejamento e Perfil do Planejador KP04 Perfil do Planejador KP06 Planej. Uma nova versão de planejamento pode ser criada através de Cópia e essa funcionalidade pode trazer dados planejados e reais. é possível utilizar a função Reavaliação para incrementar ou diminuir os valores da nova versão utilizando um percentual. A versão 0 criada pelo sistema ao cadastrar a ACC é válida por 5 anos. colunas-chave e colunasvalor. Delimitação de Custos. Em um processo de planejamento muitas versões podem ser criadas. Após a cópia. ele busca os valores reais na versão 0. Sendo assim. Centros de Lucro Configurações na Área de Contab. Sendo assim. Periódica. pois usamos Report Painter para desenhar os relatórios. por questão de consistência de dados.KP98 Copiar Dados Reais Uma versão é uma visão única de receitas e custos planejados. Transf. Em CO ao copiar dados planejados e reais o sistema não irá considerar rateios já efetuados através das ferramentas Distribuição. de Custos o Para o exercício O sistema cria sempre uma versão 0. Rateio. Rodar ciclos de rateios. qualquer outra versão que venha a existir só terá dados planejados. independente das demais. Índices Estatísticos Os Layouts de Planejamento são utilizados para definir as telas de planejamento. O layout é criado no IMG. É possível definir títulos. 41 . que contém os valores do realizado. dado um conjunto particular de premissas. dois passos devem ser seguidos: 1. Copia dados e 2. A cópia pode ser feita total ou parcial. Para comparar planejado x realizado ao informar uma versão diferente da zero para o sistema. No sistema SAP. Dados reais são jogados apenas nessa versão. Após esse período. Em PCA ao copiar os dados. Combinando as funções Copiar Dados Planejados e Reais e Reavaliação é possível criar múltiplas versões de planejamento. Classe de Custo / Consumo de Atividade KP26 Planej. ela sua validade precisa ser extendida a partir da transação OKEQ.

Enquanto o planejamento é utilizado para prever custos. os dois métodos complementam-se mutuamente. por exemplo. programados e reconciliadas o O sistema pode calcular a tarifa ou ela pode ser informada manualmente Custos Fixos e Variáveis o Baseados em planejamento de custos dependentes e independentes de atividades o Permite componentes fixos e variáveis na tarifa do tipo de atividade o Permite comparações teórico/real o Permite custeio direto ou custo marginal (custo para cada unidade adicional) • • O método não precisa ser válido para a empresa toda. No entanto.A Contabilidade de Centros de Custo possui três áreas de planejamento: • Classe de Custo / Consumo de Atividades • Tipos de Atividade / Tarifas • Índices Estatísticos Para controlar o processo de planejamento usamos os Perfis de Planejador. por exemplo). Deste modo. Estes métodos se diferem no nível de detalhe e opções de análise disponíveis. Métodos com diferentes níveis de detalhes podem ser utilizados nas diversas áreas da empresa. no tempo e no esforço de implantação e manutenção. Definimos layout de acordo com o conhecimento do usuário que irá utilizá-lo. os layouts 1-101 e 1-102 no perfil SAPALL. os valores podem desenvolver-se de formas muito diferentes ao longo do tempo. Em um perfil é posível atribuir mais de um layout de planejamento. Claro que faz sentido definir o orçamento com base nos valores planejados que foram determinados. 42 . e consequentemente. Os métodos são: • Alocação de Custos o Usado para planejar valores de custo apenas o Permite comparações atual/planejado Alocações Internas de Atividade o Os tipos de atividade de um centro de custo devem ser definidos o Volumes de tipos de atividades são planejados. Métodos de Contabilidade de Custos (Controlling Methods) Três métodos podem ser usados na Contabilidade de Custos. a elaboração de orçamentos serve para fornecer fundos a unidades organizacionais individuais (como centros de custo) ou a medidas (ordens internas. projetos. O controle de disponibilidade aplica-se sempre a valores de orçamento.

43 . custo de cada funcionário) Criar bases receptoras (fatores de alocação) para alocações como Rateio ou Distribuição. Os índices estatísticos podem ser valores fixos ou valores totais: • • Com valores fixos (número de funcionários. é colocado o número de funcionários que estão ligados a um centro de custo. Existem dois layouts padrão no perfil SAPALL para planejamento de índices: 1-301 Planejamento de índices independente da atividade 1-302 Planejamento de índices dependente da atividade Eles também podem ser transferidos diretamente do Sistema de Informação para Logística (SIL). É possível planejar o fluxo de custos de um determinado centro para que todos os custos indiretos sejam lançados por meio de alocação de custo ou tipo de atividade. um centro de custo consome materiais e serviços externos para fornecer seus próprios serviços a outros centros de custo ou ordens. Métodos de Planejamento Simples Planejamento de Índices Estatísticos KP46 Planej. Planejamento de Custo Primário KP06 Planej. a quantidade colocada é distribuída nos períodos de acordo com a chave de distribuição atribuída. Com valores totais (por exemplo. número de telefones). O sistema então mostra a média para todos os períodos planejados. são planejados todos os custos e alocação de atividades que ocorrem no fechamento. por exemplo). Além disso. Podemos planejar índices diretamente ou de acordo com os tipos de atividade de um centro de custo. Este consumo aciona débitos no centro de custo. como despesas de salário e depreciação.Opções de Planejamento na Contabilidade de Custos Indiretos (Overhead Management Accounting) O gerente do centro de custo precisa de uma forma eficiente de comparar custos planejados e realizados. É possível alocar todos os custos remanescentes na Contabilidade de Vendas e Resultados. Primeiro são planejados os custos que afetam o centro de custo fora da Contabilidade Gerencial. de Índices Estatísticos O planejamento de Índices Estatísticos permite: • • Calcular quotas em cada centro de custo (por exemplo. Classes de Custo / Consumo Atividades No planejamento de classes de custo.

Você planeja o custo como custo variável se ele depender da quantidade alocada deste tipo de atividade. Planejamento de Custos Dependentes de Atividade: Para mostrar que um centro de custo somente incorrerá em alguns custos quando esse centro produzir determinados tipos de atividades. Tipos de atividades são alocados usando classes de custo secundárias (43). 44 .Os custos primários que são independetes de atividades são planejados por classe de custo em cada centro de custo onde os custos reais serão alocados posteriormente. Eles descrevem a prestação de serviço / atividade de um centro de custo e são usados para calcular o índice de operação e os custos teóricos. É possível apropiá-las diretamente a um centro de custo e ao final ratear para os demais. Rateios e Custos Indiretos. A vantagem desses métodos é que eles são fáceis de usar e só é preciso definir os fatores e os relacionamentos emissor/receptor apenas uma vez. No entanto. de Custos Indiretos. Tipo de Atividade / Tarifa KSPI Determinação de Tarifas Tipos de Atividade podem ser usados para medir o desempenho / performance de um centro de custo. totais ou índices estatísticos). existem muitos tipos de alocação de custos que são disponíveis apenas na Contab. Selecionar Perfil Standard: SAP101 ou SAPALL 2. Alocação de Custos Puros Métodos de contabilidade de custos baseados em alocação simples não precisam necessariamente de planejamento. você deve planejar esses custos como custos dependentes da atividade. este método é recomendao apenas para sistemas de contabilidade relativamente simples que não exigem integração com outros componentes como Gerenciamento de Ordem do Cliente ou Produção. Selecionar Planejamento -> Custos / Consumo de Atividades -> Modificar Métodos de Alocação de Custos para Planejamento Os métodos Transferência Periódica. O sistema fornece diferentes funções para alocação de custos como Distribuição. 1. Qual é o objetivo desse conceito? Existem despesas como telefone. Portanto. Distribuição e Rateio alocam custos que foram planejados em centros de custo de acordo com fatores definidos pelo usuário (como percentuais. Você planeja o custo como custo fixo se ele não depender do volume da atividade. Tipo de Atividade e Outros Métodos de Planejamento Planejamento de Tipos de Atividade KP26 Planej. que estão armazenadas no cadastro mestre. água luz que não precisam necessariamente ser planejadas.

Classe de Custo / Consumo Atividades KP26 Planej. o sistema irá repartir custos de acordo com o peso. usamos o Coeficente de Equivalência (peso) para ratear os custos. Tipos de Atividade / Tarifa Os custos de um tipo de atividade podem ser divididos em fixos e variáveis. Para o planejamento de tipos de atividade a SAP fornece o layout standard 1-201 atribuído ao perfil SAPALL. Classe de Custo / Consumo Atividades Além dos custos primários. todos os custos primários e secundários são considerados. Na Determinação Automática de Tarifa. para conseguirmos determinar a base do custo variável. Quando há custos dependentes de atividade. Quando há custos independentes de atividade. Se a tarifa é fixa e não sofre impacto devido a troca de serviços internos na empresa. Planejamento de Custos Primários Dependentes da Atividade KP06 Planej. Os variáveis são relativos às quantidades planejadas na atividade e os custos fixos podem ser de dois tipos: • Custos independentes de atividades planejados para o centro de custo • Parte fixa dos custos planejados dependentes de atividades para o tipo de atividade A SAP fornece layout standard 1-101 atribuído ao perfil SAPALL para planejamento de custos primários dependentes de atividade. Planejamento de Custos Secundários (Consumo de Atividade) KP06 Planej. um centro de custo normalmente têm custos secundários.Toda vez que formos trabalhar com custo variável temos que recorrer ao planejamento por tipo de atividade. ou seja. Essa ferramenta recalcula tarifas a fim de zerar o centro de 45 . é melhor optar pelo cadastro manual. A tarifa pode ser cadastrada manualmente para cada relação centro de custo/atividade ou ser calculada pelo sistema através da Determinação Automática de Tarifa. Alocação de Custos Utilizando Tipos de Atividade É possível recalcular os custos por tipo de atividade utilizando a Determinação Automática de Tarifas. Estas informações podem ser planejadas como dependente de atividade ou independente de atividade. o sistema já sabe exatamente o quanto atribuir a cada uma delas. porque usa serviços (consumo de atividades) de outros centros de custo.

Nesse momento. pois se a demanda diminuir muito e a tarifa aumentar. Exemplo de Determinação de Tarifas Exemplo: O centro de custo A informou no seu planejamento que iria prestar a quantidade X de atividade ao centro de custo B na tarifa Z. É então calculado o preço interno justo para o tipo de atividade. os valores não batem. 46 . e na sequencia. O centro de custo B no seu planejamento disse que iria consumir X-1. O primeiro passo é efetuar a reconcilação de plano (KPSI) para ter no emissor e no receptor a mesma quantidade de horas. Toda vez que a tarifa for recalculada no emissor. Etapas Típicas do Planejamento • Planejamento índices estatísticos Frequentemente utilizados como base de referência na distribuição e rateio. efetuar a determinação automática de tarifas (KSPI). os receptores serão afetados. a tarifa sofre uma adequação de acordo com a necessidade apontada pelos centros de custo receptores (o sistema ajusta de acordo com a demanda). Os Coeficientes de Equivalência (pesos) são uma forma de atribuir pesos a fim de distribuir os custos planejados independentes de atividade para os tipos de atividade (decomposição).custo emissor nos valores de planejamento. os receptores estarão pagando por ociosidade ou ineficiência do emissor. Nem sempre essa técnica é justa. ou seja. É possível usar a ferramenta de Determinação Automática de Tarifas para recalcular a tarifa informada pelo centro de custo A a fim de adequá-la à necessidade do centro de custo B.

Custos teóricos são custos previstos para um determinado índice de operação . Os custos primários dependentes de atividades podem ser subdividios em fixos e variáveis. • Planejar consumos de atividade (dependente/independente de atividade) Os responsáveis dos centros de custo planejam o volume de atividades que querem utilizar. O índice de operação representa o volume de atividade real de um tipo de atividade em um período. O planejamento de custos secundários inclui o rateio / distribuição e a alocação indireta da atividade. é necessário considerar o índice de operação para apurar o quanto de fato foi realizado em relação aos custos. como dependentes ou independentes de atividades. As tarifas de atividades são então utilizadas para avaliar a troca de atividade planejada. Índice de Operação = volume de atividades realizadas --------------------------------------volume de atividades planejadas Para medir a eficiência de um centro de custo. • Determinar automaticamente a tarifa É o estágio final do processo de planejamento. Estes métodos de planejamento são utilizados para permitir o cálculo de custos marginais flexíveis (custo de unidade adicional. que ajusta o volume da quantidade planejada para um centro de custo ao volume de atividade programada para os centros de custo receptores. onde o sistema recalcula interativamente as tarifas para todas as combinações de centros de custo e tipos de atividade. dividido pelo volume de atividade planejada de um tipo de atividade. 47 . Custos teóricos são valores dinâmicos que se alteram continuamente de acordo com os tipos de atividade. • Planejar custos primários (dependente/independente de atividade) • Planejar custos secundários adicionais Estes custos podem ser planejados.• Atribuir tipos de atividade a centros de custo É importante saber quais atividades podem ser prestadas por quais centros de custo. • Reconciliar (volume de atividade programado / planejado) Os responsáveis dos centros de custo planejam o volume de atividades que querem fornecer e é executada a reconciliação. não adianta analisar somente os custos incorridos x planejados. manualmente. uma vez que a rentabildiade já foi obtida).

como atividades planejadas. Os preços das atividades (tarifas) são calculados. onde são usados para criação de um Plano de Resultados. A planilha de custos é criada na transação CKECP. O ciclo integrado de planejamento começa com um Plano de Vendas realizado no sistema de informação de vendas (SIVD). Monta uma planilha com custos a partir de variáveis prédeterminadas. Usa modelos de cálculo de custos definidos na transação CKCM. Os preços de atividades planejadas são então transferidos para o planejamento de custo do produto (CO-PC). Uso de Componentes da Aplicação no Ciclo de Planejamento O planejamento de CO-PA permite o planejamento de vendas. Com o Execution Services o sistema propõe automaticamente os dados a serem lançados. O SOP então cria os requisitos de atividades que são transferidos para o planejamento de centros de custos. Os custos reais podem ser registrados utilizando o Execution Services com base nos dados planejados. Se ocorrer nos dois lugares é possível compará-los e enviar somente uma versão ao Planejamento de Vendas e Operações (SOP). 2. com base na estrutura de quantidades e nos drivers que foram definidos. Os resultados deste planejamento podem ser usados para corrigir o Plano de Vendas.Easy Cost Planning A ferramenta Easy Cost Planning facilita a entrada de dados no sistema e é uma ferramenta capaz de planejar usando como base o cálculo de custo unitário. É uma ferramenta utilizada para custear produtos e serviços que não possuem lista técnica nem roteiro (PP). que estima o custo utilizando estruturas de quantidade (Listas Técnicas e Roteiros de Atividade) e calcula o preço “standard” planejado. como topdown (planejamento centralizado) ou bottom-up (descentralizado). 3. o planejamento é feito para centros de custos e ordens internas. no nível de produto ou grupo de produtos. A empresa pode planejar quantidades de vendas para o próximo ano. No planejamento de centros de custo. Finalmente os custos calculados são transferidos para o CO-PA. Vários métodos são usados. o que inicia o ciclo integrado novamente. É possível predefinir estruturas quantitativas utilizando o modelo de cálculo de custos (formulários de planejamento conhecidos como modelos). 4. Unidade 2 Processo de Integração do Planejamento em CO Ciclo Integrado de Planejamento 1. O CO-PA permite 48 . 5. receita e rentabilidade para qualquer segmento de rentabilidade. Esse planejamento tb pode ocorrer em CO-PA.

Na distribuição top-down. que podem ser dados planejados ou dados reais. • Índices Estatísticos: definição das métricas que serão usadas durante o planejamento. Três níveis de planejamento de custos estão disponíveis para ordens internas: • Planejamento Global: método mais simples. O planning framework permite estruturar o plano por nível e conteúdo. o sistema obtém dados de outros componentes:       Planejamento de produção (necessidades de atividades) Administração de Capital Humano (custos de pessoal) Contabilidade do Imobilizado (depreciação / juros) Ordens integradas no plano (transf. • Custos Primários / Secundários e Receitas: planejamento mais detalhado. A distribuição ocorre com base em dados de referência. principalmente o roteiro. alocando para os responsáveis. • Cálculo de Custo Unitário: pode ser usado para um planejamento ainda mais detalhado nas classes de custos. os dados planejados em um nível superior são distribuídos para os outros. 49 . • Easy Cost Planning: interface mais amigável ao usuário e possibilidade de usar cálculo de custo unitário. Os seguintes cadastros são usados na integração do planejamento: • • • • Cadastro de materiais Lista Técnica Centros de Trabalho Roteiros Usando essa informação. Ao planejar os custos das atividades que serão prestadas de forma integrada. É possivel transferir um plano de vendas de quantidades criado no CO-PA para o SOP. é possivel determinar as quantidades de atividades dos centros de custo que serão necessárias para produzir os materiais definidos no Plano de Vendas. planeja valores totais e anuais independente de classes de custo. se a ordem for integrada ao plano é possível enviar dados planejados a centros de custos e vice-versa.que todos planejem utilizando intefaces padronizadas. de valores planejados na ordem para centro de custo) Elementos PEP integrados no plano Índices Estatísticos (vinculados ao sistema de informação para logística) Planejamento de Ordens Internas KO12 CKCM CKECP Os custos são planejados normalmente para ordens com ciclo de vida longo. Um exemplo é planejar por grupo de produtos e distribuir para os produtos que fazem parte desse grupo.

Planejamento do Custo do Produto As seguintes ferramentas estão disponíveis para planejamento de custos do produto: • Cálculo de Custo do Produto com Estruturas Quantitativas: Cálculo do custo realizado com base na Lista Técnica e Roteiro. O resultado cálculo pode atualizar o custo standard ou outros preços do mestre de materiais. • Cálcudo de Custo do Produto sem Estruturas Quantitativas: Cálculo de custo realizado para uma material já cadastrado no sistema porém sem lista técnica e roteiro. As variáveis para cálculo podem ser informadas manualmente ou copiadas de estruturas já existentes. O resultado cálculo pode atualizar o custo standard ou outros preços do mestre de materiais. • Cálculo de Custos com Referência e Simulação: Custos são calculados com base em um objeto chamado de componente. Para esse objeto não há material cadastrado no sistema, nem lista, nem roteiro. As variáveis para cálculo podem ser informadas manualmente ou copiadas de estruturas já existentes. Esse cálculo pode servir para estimar o custo de um novo produto, simular o custo de um produto já existente com outros materiais / roteiro. Ao planejar os custos de um produto é necessário informar: variante de cálculo de custos, material, tamanho do lote e centro de trabalho. As datas propostas na variante de cálculo de cusos definem:  Validade do cálculo  Data de seleção da lista e roteiro  Data de fixação do preço dos componentes e das atividades (data de avaliação) Lista Técnica e Roteiro têm data de validade, por isso o sistema pede Data da Estrutura Quantitativa. A Data de Avaliação determina para qual período a tarifa será considerada. Custo Standard = Custo de Referência. Ambos representam metas a serem atingidas. O código de controle de transferência indica se fará uso de um cálculo de custo pré-existente ou se será criado um novo cálculo. Representação por Classes de Custo: As classes de custo agrupam os custos por ordem de entrada. São definidas na determinação de contas para materiais, e no registro mestre para tipos de atividade e processos empresariais.

Sobretaxa e Custos Indiretos Custos indiretos como depesas com energia ou depósito podem ser atribuídas ao produto por meio de um Esquema de Cálculo que está inserido na Variante de Avaliação, que por sua vez está inserida na Variante de Cálculo de Custos. Ao calcular custos indiretos o sistema atribui o custo a uma categoria G. Já existem esquemas pré-definidos e novos podem ser criados.

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Rollup de Custos no Planejamento de Custos do Produto O rollup de custos garante que o custo de produção de todos os materiais de uma lista técnica multinível sejam considerados na estimativa de custo do material no nível mais alto.

Atualização de Preço O processo de marcar e liberar uma estimativa de custo atualiza o preço “standard” no cadastro do material. Isso resulta na reavaliação do estoque em FI. Na marcação, apenas o preço futuro é atualizado. Na liberação, o preço atual e passado são atualizados, bem como os estoques reavaliados. Só é possivel liberar uma estimativa de preço standard uma vez por período, a menos que a liberação anterior seja excluída. Com o Material Ledger Ativo, o sistema só permite atualizar preço standard 1 vez por período, pois essa solução faz uso desse preço para os lançamentos contábeis gerados. Quando o estoque é reavaliado? Na liberação. Se houver item em estoque o sistema gera um documento contábil para efetivar a reavaliação.

Integração do Planejamento na Contabilidade de Centros de Lucro O planejamento de centros de lucro envolve duas etapas. Primeiro, os dados planejados são transferidos para os centros de lucro desde a contabilidade dos centros de custo, ordens internas, CO-PA e CO-PC. Então os dados planejados podem ser modificados diretamente nos centros de lucro. O planejamento por centro de lucro, por conceito, é usado para curto prazo, abrangendo um exercício.

Integração do Custeio ABC CP01 CP02 Um processo empresarial descreve uma transação ou uma série de ações que consomem recursos. Uma ou mais unidades organizacionais podem estar envolvidas em um processo. O registro mestre é composto pelo cabeçalho e quatro áreas principais: Dados Básicos, Unidades Organizacionais, Atributos e Alocação. É possivel levar os custos do processo para o custeio do produto. Um processo pode ser planejado e lançado de forma similar a um centro de custo. Estes custos podem ser alocados para outros objetos usando os métodos push e pull.

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O método push ou distribuição pura de custos é o método normalmente usado no custeio ABC. É aplicado quando custos são distribuídos usando bases de referência. Nesse método o volume de atividade não é relevante pois os custos são empurrados aos produtos, clientes, canais. É o método mais fácil de implementar e corresponde a ferramentas de alocação tradicionais. O método pull ou consumo de quantidade é baseado na alocação de atividades e quantidades de processos, que são avaliados com preços num segundo passo. Os valores são alocados usando uma classe de custo que se refere a um certo tipo de atividade ou processo. Nesse método, as áreas consomem atividades dos emissores, e se ao final sobrar saldo, provavelmente caracterizará ineficiência ou capacidade ociosa. Dessa forma, pode ser considerada uma ferramenta para cálculo de capacidade ociosa. Na integração do custeio ABC, os processos tornam-se objetos de controlling completos. Um esquema de processo é a ferramenta central para atribuir (ou rastrear) volumes de processos a objetos de custos. “Para fazer um rótulo de danone o papel deve passar na máquina por 7 vezes, enquanto os outros passam 2 vezes. É uma fórmula que irá buscar o custo e multiplicar pelo número de vezes que o papel passou pela máquina, ou seja, por um fator 7 ou 2 dependendo do produto.” Utiliza-se alocação-modelo para determinar o modo como deve ser calculado o volume do gerador de custos de um produto. O fator é multiplicado pelo preço do processo e por fim o Controlling de Custos do Produto credita o processo e debita o objeto de custo receptor.

Unidade 3 Introdução ao Planejamento de Custo do Produto No SAP ERP os materiais são avaliados com um preço que pode ser definido por um cálculo de custos planejados. Os métodos para planejamento do custo do produto são: • • • • Cálculo de Custo de Referência e Simulação Calculo de Custo sem Estrutura Quantitativa Calculo de Custo com Estrutura Quantitativa Easy Cost Planning

Enquanto o produto ainda é uma idéia, deve ser utilizada a ferramenta Cálculo de Custo de Referêcia e Simulação. A partir do momento em que o produto é especificado e já existe o cadastro no sistema utiliza-se Cálculo de Custo sem Estrutura Quantitativa. Nas fases de protótipo e maturação já se pode usar Cálculo de Custo com Estrutura Quantitativa. Overview do Planejamento de Custo do Produto

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Variante de Cálculo de Custo e Itens de Cálculo de Custos Variante de Cálculo de Custos Cada estimativa de custos é criada com base em uma variante de cálculo de custo. centro e tamanho do lote. Idéia do produto/simulação (Cálculo de Custo de Referência e Simulação) 2. Pronto para o mercado (Cálculo de Custo com Estrutura Quantitativa) 4. Protótipo (Cálculo de Custo sem Estrutura Quantitativa) 3. o material / componente. Uma variante de cálculo contém parâmentros para selecionar uma estrutura quantitativa e para atualizar os preços no mestre de materiais. Melhoria contínua Unidade 4 Cálculo de Custo de Referência e Simulação Variante de Cálculo de Custos OKKN / OKKO Variante de Avaliação Tipo de Cálculo de Custos Esquema de Cálculo Para calcular o custo de um componente ou produto é necessário informar a variante de cálculo de custos. Saturação 5.Os principais objetivos do planejamento do custo do produto são: • Resultados do custeio: o Custo de Produção + Custos Administrativos o Custo de Produtos Vendidos • Determinação de Preços • Produtividade • Comparação de Alternativas • Melhoria Contínua • Origem de Custos • Comparações entre Centros • Influência de custos primários • Avaliação de estoques O ciclo de vida do produto compreende as seguintes etapas de custeio: 1. 53 .

A variante de avaliação define os preços usados na avaliação do material (standar, preço planejado 1), tipos de atividade, subcontratação, processos, atividades externas. O tipo de cálculo define o objetivo do cálculo (para componente / para materiai) e a atualização de preço permitida.

Itens de Cálculo de Custos As principais categorias de itens são: Podem ser alteradas • V (item variável): quantidade, preço, descrição • E (atividade interna): centro de custo, tipo de atividade, quantidade • B (componente): componente, quantidade • M (material): material, centro, quantidade Não pode ser alterada • G (custos indiretos): esquema de cálculo de custos O Esquema de Cálculo de Custos é composto por base, percentual e crédito, e define: o o o o o o Custos diretos que incidirão sobretaxa Dependência - condições de cálculo dos custos indiretos Taxa de Sobretaxa - percentual ou quantidade % dos custos indiretos ou montante por unidade (quota de custos indiretos) Período de validade dos custos indiretos Objeto a ser creditado e em qual classe de custo

A Chave de Custos Suplementares é uma dependência para a determinação da quota de custos indiretos. Pode ser utilizada para aplicar de forma diferenciada os custos indiretos a diferentes componentes.

Componentes KKE1 Existem duas opções para entrada de itens no cálculo de custo unitário:  Exibição em Lista  Tela Detalhada Uma categoria de item deve ser indicada para cada item na estimativa de custo. A categoria de item define que dados os usuário deve entrar, que dados são lidos pelo sistema e como o sistema calcula os custos para aquele item. A planilha Cálculo de Custos Unitários é interativa e possui funcionalidades como filtrar, cortar, colar, copiar, trabalhar com referências tais como:

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    

Criar Componentes: Dados Mestre Explodir Componentes Expandir Cálculo de Custo Copiar Componente como Referência Ferramentas Explicativas que permitem o acesso a dados de lista técnicas, roteiros, tarifas...

Para o cálculo de custos de referência e simulação os reports disponíveis são Especificação do Item e Lista Técnica Multinível Avaliada. Não se pode extrair o report Estratificação do Item para componentes. Planejamento de Custo do Produto Três métodos: • • • Cálculo de Custo de Referência e Simulação (Cálculo de Custo Unitário) Cálculo de Custo sem Estrutura Quantitativa Cálculo de Custo com Estrutura Quantitativa Define o objetivo do cálculo e a atualização de custos e preços no cadastro do material. Essa atualização pode ser efetiva ($ standard) ou para fins de simulação (demais preços).

Aproveita os cálculos de custo já existentes na base para não ter que recalcular os valores novamente.

Tipo de Cálculo de Custo

Controle de Transf. Sempre usada em conjunto com o Controle de Transferência. Irá recalcular apenas alguns itens. Variante de Referência Determ. da Estrutura Quantitativ a

Controle de Datas

Variante de Cálculo de Custos Variante de Avaliação

Agrupa parâmetros para selecionar estrutura quantitativa e atualizar preços no mestre de materiais Determina a estratégia de avaliação para materiais e tipos de atividades, ou seja, a quais preços serão avaliados (standard, registro info, tarifa plan do período) e como serão calculados os custos indiretos.

Modelos Permite o uso de fórmulas nas alocações

Determina a Base + % + Crédito para calcular custos Esquema indiretos. de Cálculo Se os custos não puderem ser de Custos igualmente divididos, utiliza-se essa chave para determinar % Chave de distintos de distribuição. Essa Custos chave está associada ao Suplementare cadastro de materiais por s intermédio do 55 grupo de custos indiretos e tb deve ser informada no cadastro dos objetos de custo.

As variantes de cálculo de custos para materiais e componentes são distintas. Na variante de cálculo de custos para componente existe apenas parâmentros de Tipo de Calc. Custos e Variante de Avaliação (OKKO), enquanto para material (OKKN) existem outros parâmentros além desses: Controle de Datas, Determ. Estrutura Quantitativa, Controle de Transf. e Variante de Referência. Unidade 5 Cálculo de Custo do Material sem Estrutura Quantitativa Mestre de Materiais As estimativas de custo de materiais são feitas com referência a um centro sempre. Por isso, cada centro deve ser obrigatoriamente definido como uma Área de Avaliação. Visões no Mestre de Materiais As visões Contabilidade, Cálculo de Custos e Planejamento de Necessidades do Material são relevantes para o cálculo de custos. • • • Tipo de Material: determina se uma visão de custos é permitida para o material. Tamanho de Lote: é usado como default na estimativa de custo do material. Classe de Avaliação: controla a determinação da conta de consumo, que também aparece como classe de custo primária na itemização. Link com parametrização contábil. Grupo de Origem: É um subgrupo de classes de custo. Atualiza a combinação grupo de origem / classe de custo em CO. Grupo de Custos Indiretos: Chave que agrupa materiais fabricados para o mesmo tipo de aplicação para que seja possível aplicar % diferenciados de sobretaxa no Esquema de Cálculo. Flag Sem Cálculo de Custos: Não calcula custos, usa os preços que estão no cadastro do material. Flag Status do Material: Se estiver ativo, o material não é custeado.

• •

• •

As seguintes informações na visão de Contabilidade do cadastro do material são importantes: • Preços Planejados 1, 2 e 3: Podem ser mantidos para matéria-prima e peças compradas e utilizados para avaliar os materiais na estimativa de custo.

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Se não for informado o tamanho do lote. é possível entrar manualmente os itens que representam a estrutura quantitativa e rodar o cálculo. Sendo assim. As estruturas podem ser levadas 57 .” Cálculo de custo teórico = cálculo de custo planejado x qtde utilizada na produção. A seleção de preços e cálculo de sobretaxa são determinados automaticamente e são baseados na variante de avaliação que está associada a variante de cálculo de custos.Multinível CKUC A tela de custeio multinível é muito flexível e permite a edição da estrutura hierárquica de componentes e materiais mesmo não havendo listas técnicas e roteiros. o sistema buscará o lote informado no mestre de materiais. O resultado do custeio pode ser gravado no campo de preço do cadastro do material. semi. “O custo de aquisição fica registrado no Registro Info de cada material. Cálculo de Custos Unitários (Cálculo de Custo do Material sem Estrutura Quantitativa) Cálculo de Custo Unitário – Nível Único KKPAN O custeio de material sem estrutura quantitativa tem o objetivo de custear componentes (materiais. Cálculo de Custo Unitário e Cabeçalho do Cálculo de Custos: Para componentes e materiais sem estrutura quantitativa. múltiplos cálculos de custo de material. é exibida a lista de estimativa de custo unitário. Lista de Trabalho / Lista Detalhada : Facilita o acesso às estruturas e recursos que são muito usados pelo usuário. Controle de Preço: Código para controle de preço segundo o qual o material é avaliado. Geralmente nesse cálculo a lista técnica e o roteiro não existem. pode ser Standard (S) ou Médio Móvel (V). ela estabelece a estratégia de avaliação e propõe o período de validade da estimativa de custos. Ao selecionar a variante de cálculo de custos. O custeio nível único suporta apenas a edição de um único componente ou material. A tela é dividida em três áreas: • • • Estrutura de Cálculo de Custos: Permite exibir e processar rapidamente uma lista técnica multinível avaliada.• • Preços Fiscais e Comerciais: Permite utilizar preços comerciais e com base em impostos na avaliação de estoques e atualizar os resultados para os produtos acabados e semi-acabados nesses campos. produstos. serviços) sem acessar a lista técnica ou roteiros. Cálculo de Custo Unitário .

que contém todas as informações necessárias para fazer a estimativa de custo do material. Também mostra atividades e custos indiretos. Essa funcionalidade está disponível para as estimativas com ou sem estrutura quantitativa. Diversos layouts são possíveis. Isso garante que quando a agregação dos custos é feita no nível mais alto o detalhe dos componentes seja mantido para análise. Estratificação de Custos: Agrupa classes de custo em elementos de custo. Unidade 6 Preparação para o Planejamento de Custos do Produto Variante de Cálculo de Custos OKKN Variante de Avaliação OKK4 Tipo de Cálculo de Custos OKKI Controle de Datas OKK6 Determinação de Estrutura Quantitariva OKK5 Esquema de Cálculo de Custos KZS2 Chave de Custos Suplementares Variante de Cálculo de Custos Uma estimativa de custo está sempre ligada a uma variante de cálculo de custo. Resultados do Cálculo de Custos CKUC • • • Especificação do Item: Fornece informações detalhadas sobre os recursos utilizados para produzir um produto. Costing Variant Tipo de Cálculo de 58 .para a estrutura de cálculo de custos através de drag-and-drop. como quantidade. unidade de medida e valor. Lista Técnica Multinível Avaliada: Fornece uma síntese hierárquica do valor agregado para cada item de conjunto. Cada usuário pode criar a sua.

planje. é necessário ativar a opção na Variante de Cálculo de Custos e na Variante de Avaliação. subcontratação e processamento externo. Data de Atualização Variante de Avaliação Estratégia de busca de preço (planej. 1.) Esquema de Cálculo de Custos Controle de Datas Estrutura Quantitativa Custos Aditivos Controle de Transferência / Variante de Referência 59 . Define base. Define se o tamanho do lote deve ser transferido. Define o período de validade da estimativa e a data na qual os itens são avaliados. % custos indiretos e crédito. standard. Especifica a data de gravação da estimativa de custos. Para que o sistema entenda que serão informados custos aditivos.. processos. Permite reutilizar estimativas de custos. Na estimativa de custo de material com ou sem estrutura quantitativa o esquema é indicado variante de avaliação. Ex. O sistema procura por preços de acordo com a data de validade. tipos de atividade. A avaliação legal sempre é utilizada. Determina os preços que serão usados para avaliar materiais. O preço standard só pode ser atualizado por uma variante que determine atualização do Preço-padrão. O controle de datas é usado para criar as estruturas de quantidade e valor com base em diversas datas. Custos de material que podem ser cadastrados manualmente em uma estimativa de custo unitário e então adicionados a uma estimativa com estrutura quantitativa.Custo Atualização de Preços Define os preços que podem ser atualizados no cadastro do material. 2.. no cálculo de referência e simulação é indicado no cadastro do cálculo. exceto na avaliação múltipla.

. O objetivo de fazer o rollup dos custos é garantir que os custos de produção de todos os materiais em uma lista técnica multinível sejam incluídos na estimativa de custo do material no nível mais alto. Esquema de Cálculo de Custos Indiretos O cálculo de sobretaxa é um dos métodos para alocar custos indiretos à estimativas de custo. Esquema de Elementos de Custo: Os elementos de custo dividem os resultados do cálculo de custos em grupos. Caso contrário (só fixos) pode chegar até 40 campos. Um grupo de elementos de custo forma uma visão de elementos de custo. Esse esquema deve ser atribuído a variante de cálculo de custos. não será possível extrair o report Lista Técnica Multinível Avaliada. custos de máquina. Por exemplo: Que parcela dos custos de produto pode ser atribuída à depreciação? A Estratificação é a decomposição dos custos calculados através de elementos de custo. Para cálculo de custos planejados (tipo de cálculo 01) é permitido apenas um esquema por Empresa. Estratificação de Custos Em estruturas de custo multinível (com estrutura e sem estrutura quantitativa). Cada linha é atribuída a um elemento de custo conforme definido na estrutura de componentes de custo. No máximo 40 campos de custo podem ser utilizados se houver apenas custos fixos e até 20 campos de custo se houver custos fixos e variáveis (máximo 20 campos para custos totais = fixos + variáves). tais como custos de material. A função da estratificação de custos primários é mostrar os custos primários de um produto quando se avaliam centros de custo / tipos de atividade e custos de processo. Se houverem custos fixos e variáveis essa decomposição chega até o limite de 20 campos. Isto é possível atribuindo os custos aos elementos de custos. porém é possível ter mais de um esquema de estratificação de custos (primário e secundário.. É compostos por:  Base Cálculo: classes de custo base sobre as quais sera aplicado a sobretaxa  %: Percentual de sobretaxa 60 .Se a especificação do item não for ativada. a estratificação de custos fornece informações sobre os custos dos componentes do material. como por exemplo dos materiais utilizados para produzir a bomba. A visão 6 – Avaliação de Estoques é a responsável por atualizar o standard e pela contabilização. custos de pessoal. Um componente de custos pode ter custos fixos e váriaveis. Um elemento de custo é um agrupamento de classes de custos e serve para mostrar a composição do custo que foi calculado.

• Utilização da Lista: Listas exclusivamente usadas para fins de engenharia ou para cálculo de custos do produto. processo ou ordem interna) Alocando custos de processos para o produto (Custeio ABC) Modelos são estruturas tabelares flexíveis que aceitam fórmulas. Unidade 7 Cálculo de Custo no Material com Estrutura Quantitativa Síntese do Cálculo de Custos do Material CK11N Os resultados do cálculo de custo do produto com estrutura quantitativa são idênticos aos da estimativa sem estrutura quantitativa: • • • Estratificação de Custos (não pode ser extraído para componentes) Especificação do Item Lista Técnica Multinível Avaliada A estimativa com estrutura quantitativa explode e avalia as estruturas de logística automaticamente. • Área de Validade: Define o período de validade da lista para um determinano intervalo de lote. Assim. São usadas em: • • • MRP (Material Requirements Planning) para compras de componentes Produção Cálculo do custo de materiais Os seguintes campos são importantes no cabeçalho: • Status da Lista: Precisa estar ativo para que ela possa ser utilizada em um cálculo de custos do produto. quantidade e unidade de medida. número de referência. contendo informacões como nome. será possível alocar os custos de processos aos objetos receptores. Crédito: objeto que sera creditado com a sobretaxa (centro de custo. Lista Técnica A lista técnica é um diretório para um objeto e seus componentes. 61 . Para utilizá-los é necessário atribuir os modelos ao Esquema de Cálculo de Custos + Chave de Custos Suplementares no customizing.

. Materiais não estocáveis não são mantidos no estoque. Os seguintes campos são importantes no cabeçalho do roteiro: • Utilização da Lista de Tarefas: Usado para atribuir um roteiro à diversas áreas de trabalho. entre outras informações. Pode haver até 99 alternativas. Essa funcionalidade é destinada a ignorar o custo de materiais que são reutilizáveis ou que de alguma forma não devem ser cobrados do cliente. • Centro de Custo / Processo Empresarial • Tipos de Atividade • Chave da Fórmula: Fórmulas criadas pelos consultores de PP para identificar dependência do tamanho de lote. • Chave de Controle: Indica as funções empresariais que serão executadas com uma operação.• Lista Técnica Alternativa: Estruturas alternativas para produzir um mesmo produto. o sistema ignora o item da BOM na estimativa de custo do material. os centros de trabalho nas operações que executam e os centros de custos nas atividades relevantes. Os seguintes campos são importantes no centro de trabalho: • Chave de Valor Standard: Determina as atividades que serão apontadas de acordo com o tipo de produção. esse coeficiente irá indicar o rendimento para o dimensionamento da capacidade que pode ser diferente de 100% por diversos fatores. Normalmente cálculo de custos usa alteranativa 1. programação. 62 . • Código de Quantidade Fixa: Indica se a quantidade entrada é dependente do tamanho do lote. • Coeficiente Temporal: Quando um centro de trabalho representa uma máquina. Os centros de trabalho são definidos com referência a um centro e atribuídos a centros de custo. planejamento de capacidades. Materiais não estocáveis (consumo) sem mestre de materiais podem ser informados manualmente na lista técnica.. • Código de Relevância para Cálculo de Custo: Se este indicador não for selecionado. por exemplo. devoluções. Coeficiente de equivalência do tempo de duração previsto para o tempo real alcançado. Roteiro e Centro de Trabalho CR03 CA03 Os custos de produção são determinados através do roteiro. Os seguintes campos são importantes nas operações do roteiro: • Chave de Controle: Indica se a operação será considerada no cálculo do custo. cálculo de custos. são adquiridos externamente e atribuídos diretamente na ordem. Os seguintes campos são importantes no item da Lista: • Quantidade • Categoria de Item: L = item de estoque / N = item não estocável / R = item de tamanho variável. Isso permite criar diversos roteiros para produzir um mesmo material.

Geralmente combina ainda o intervalo de tamanho de lotes e a lista técnica alternativa. O custeio é similar ao da produção discreta. Tamanho de lote não influencia no setup da máquina. quantidade base e valor padrao da atividade. As Ferramentas Explicativas fornecem acesso direto aos dados mestre a partir da estimativa de custos. Na variantes de cálculo de custo / estrutura quantitativa Quando o processamento é coletivo só existem duas opções: 1. Na variantes de cálculo de custo / estrutura quantitativa O sistema usa a seguinte estratégia para encontrar o roteiro: 1. considera as diversas fases inerentes à esse tipo de produção. Especificação do Item. Versão de Produção Uma versão de produção é uma combinação de roteiro e lista técnica. É possível utilizar fórmulas nas operações utilizando informações como tamanho do lote. Cada operação pode ter até seis valores padrão. porém. Diretamente na estimativa de custo do material (CK11N) No cadastro do material (visão Cálculo de Custos) Versão de produção com roteiro Na variantes de cálculo de custo / estrutura quantitativa A indústria de processo utiliza uma Receita Mestre ao invés de um roteiro. 2. 3. O que poderá haver é o sistema calcular o custo standard com base em custos distintos: quando produzo custa x quando compro custa y = média de ambos 63 . Para analisar o cálculo de custos do material estão disponíveis os seguintes relatórios: Estratificação Custos. 4. Ficam no cabeçalho do cálculo de custos e no sistema de informação. No cadastro do material (visão Cálculo de Custos) 3.O cálculo do preços de atividades planejadas em um centro de trabalho é feito através do link com um centro de custo e o seu planejamento de atividades. Log e Explicação. Nuca haverá mais de um custo standard por material ou produto. Essa receita é atribuída ao material a ser produzido e seus componentes são atribuídos à roteiros e fases. No cadastro do material (visão Cálculo de Custos) 2. O sistema usa a seguinte estratégia para encontrar a lista: 1. Quem determina a tarifa é sempre o centro de custo. Diretamente na estimativa de custo do material (CK11N) 2. As tarifas planejadas para o centro de trabalho são calculadas por meio da ligação ao centro de custo e ao tipo de planejamento de atividade para o centro de custo.

Existe medida organizacional para permitir a marcação ($ é informado no campo Futuro) e liberação ($ Futuro -> Atual e Atual -> Passado). O tipo de cálculo de custo define o preço a ser atualizado no mestre de materiais. custeio. A estimativa de custos do inventário pode usar esses preços para avaliação e então atualizar nesse campo os resultados de cálculo de custo de produtos acabados e semi-acabados. como o valor mais baixo. A atualização do preço standard pode ser feita sem alterar uma estimativa de custo standard já liberada ou alterando a estimativa. Preços Fiscais e Comerciais Usados para peças adquiridas no cálculo de custo do inventário para determinar valores. Controle de Preço Código que controla qual o preço utilizado para avaliar o estoque de um material: Preço Standard ou Preço Médio Móvel. O preço standard especificamente é atualizado em dois passos: marcação e liberação.Atualização de Preços no Mestre de Materiais CKR1 Elimina cálculos de custos MR21 Grava um novo $ standard se não houver cálculo de custo gerado Preços Planejados 1. Definir a sequência de seleção de materiais. analisar e atualizar o preço de múltiplos materiais. A transação CK40N mostra uma espécie de cockpit com os passos a serem seguidos: • • • Calcular o custo. Unidade 8 Execução do Cálculo de Custo (Execução Coletiva do Cálculo de Custo) Execução do Cálculo de Custo no Planejamento de Custos do Produto CK40N CKMATSEL No processamento coletivo precisa informar empresa? Sim. 2 e 3 Podem ser utilizados para matérias-primas e peças adquiridas e para avaliar os materiais no cálculo de custos. bem como a variante de cálculo de custos. 64 . análises e atualização de precos. explosão da lista técnica. Cálculo de custo por nível.

explosão e avaliação) • Versão do Cálculo de Custos Para facilitar o trabalho é possível utilizar a Seleção Flexível de Materiais (CKMATSEL) que é um facilitador para agrupar itens sob o mesmo responsável. Tratamento de Erros Recomenda-se que ao realizar o cálculo de custo em massa pela primeira. Processamento online ou em background. O sistema pode criar um log de erros para cada nível. É importante definir se a funcionalidade irá conisderar o exercício e o número de períodos que o sistema deverá consultar no passado. Mesmo usando o controle de transferência.• • Repetição do cálculo de custo em um determinado nível até que este esteja livre de erros. do mais baixo (base = material) para o mais alto (produto). É preciso definir: • Área de Contabilidade de Custos • Empresa • Variante de cálculo de custo • Datas de Cálculo de Custos (validade. • Lista de Materiais: Materiais selecionados com detalhes. execute o cálculo por nível de custeio. atual e anterior para estimativa de custo standard (costing type 01) • Estimativas com a mesma costing variant. • Análise: Comparação com resultados de outros processamentos coletivos ou informações do cadastro. Unidade 9 Outras Funções de Custeio Controle de Transferencia OKKN O controle de transferência está dentro da variante de cálculo de custos. O processamento coletivo é feito por empresa e pode ser usado para atualizar diversos preços. três relatórios são disponibilizados para análise dos resultados: • Níveis de Cálculo de Custos: Síntese dos materiais selecionados e níveis de custo calculados. Após a execução. ele calcula novamente. O controle de transferência pode transferir as seguintes estimativas de custos: • Futura. não apenas o standard. e se isso ocorrer. Serve para aproveitar cálculos de custo existentes na base para não ter que recalcular os valores novamente. versão e período 65 . o sistema pode não encontar cálculos anteriores.

ou seja. o material não é avaliado com a estratégia de avaliação. busca o cálculo já realizado. no cálculo de custo interempresarial. A única diferença é que no custeio de produção para estoque os dados vão para CO-PA no momento do faturamento. APOSTILA III TFIN22_1 Management Accounting II Unidade 2 Cenários de Produção por Ordem do Cliente O custeio de produção para estoque é similar ao custeio de produção sob encomenda. Variante de Referência A variante de referência permite criar novas estimativas de custo ou execução de cálculo de custos com uma estrutura quantitativa já existente. Pode ser usado no cálculo de estimativa de custo com ou sem estrutura quantitativa (CK11N). O controle de transferência define o preço que será usado pela variante de referência e uma estimativa de custo gerada é sempre indicada com estrutura quantitativa. permitindo a reavaliação de apenas alguns itens. atividades internas e processos.As estratégias de transferência podem ser usadas no mesmo centro ou em centros diferentes. na execução de cálculo de custo (CK40N). Se o sistema encontrar uma estimativa de custos usando o controle de transferência. e na variante de referência. A variante de referência é atribuída à variante de cálculo de custos e precisa obrigatoriamente do controle de transferência. 66 . enquanto no custeio de produção sob encomenda o faturamento gera receita para os itens da ordem (que funcionam como objetos de custo) e só depois seguem para CO-PA. como por exemplo.

Os custos no coletor podem ser classificados como: • • • Custos de entradas de material em estoque: Fornecimento para estoque. Coletores tb são ligados à versões de produção na produção repetitiva. Para garantir que os custos de uma ordem sejam coletados em um coletor de custos é necessário configurar o tipo de ordem no customizing. Nesse método a ordem de produção só atua para fins logísticos. Desvios de Produção: Desvios = débito real – entrada de mercadorias – material em processo. centro de planejamento e versão de produção. O tipo de ordem do coletor deve pertencer à esquema de alocação categoria de ordem 5 (coletor de custos do produto). Ao criar um coletor de custos é necessário definir em que nível os custos serão coletados (nível de controlling para cada material / centro e categoria de processo) . Combinação Lista Técnica / Roteiro: Somente se o material não tiver versões de produção. centro de produção. uma vez que na produção repetitiva não se usa Ordem de Produção. centro de planejamento e lista / roteiro. centro de produção. centro de produção. Todas as atividades de fechamento são realizadas usando o coletor. Custos de material em processo (Work in Process): Custos teóricos para quantidades de produção que foram confirmadas mas ainda não foram entregues para o estoque. Outros custos como custos de processo ou custos indiretos podem ser atribuídos diretamente ao coletor de custos. A categoria de processo relevante na contabilidade de objetos de custo é produção. O link entre coletor e OP se dá através de um processo de produção gerado automaticamente pelo sistema no momento em que o coletor é criado.Os seguintes níveis estão disponíveis: • • • Versão da Produção: Recomendado para produção repetitiva. O coletor de custos utiliza o Perfil de Apropriaçã PROPÕE • . Os lançamentos de confirmações. saídas movimentações de material são feitos com referência à ordem de produção. • • • Receptores que podem Método de distribuição dos custos Tempo de retenção dos 67 documentos gerados Esquemas a serem propostos ser escolhidos no Um coletor de custos é uma ordem. O coletor é criado para as características material. O coletor é criado para as características material.Unidade 3 Controlling de Custos do Produto por Período (Coletor de Custos) Dados Mestre e Cálculo de Custos Preliminar Produção Repetitiva -> Uso de Coletor de Custo Para executar custeio de produto por período é necessário usar um coletor de custo. Ordens de produção ligadas a um coletor recebem o status PCC. centro de planejamento. O coletor é criado para as características material. Material por Centro: Esse nível não permite cálculo de custo preliminar.

A estimativa de custo preliminar pode ser gerada mas não pode ser gravada na ordem de produção como valores planejados (serve apenas para informação). ao criar uma ordem o sistema sugere variantes de cálculo de custos. Quando se usa o coletor de custos. O WIP é calculado no coletor de custos e por esse motivo a chave de determinação de resultado está associada ao tipo de ordem do coletor e não ao tipo de ordem da ordem de produção. a variante de cálculo de custos e variante de avaliação devem ser colocadas no tipo de ordem. No cálculo preliminar também é possível alocar processos ABC e atividades com templates (alocações-modelo) através da combinação do esquema de cálculo de custos (derivado da variante de avaliação) com a chave de custos suplementares (informada diretamente nos objetos de custo ou derivada do grupo de custos indiretos – mestre de materiais). Custos e Variante de Avaliação para avaliar a estrutura quantitativa. Cálculo de Custo Simultâneo As seguintes transações podem resultar em lançamentos reais de custos em objetos de custos:        Lançamentos em contas do Razão Movimentos de Materiais em MM Transferências de Custos Primários Transferências de Partidas Individuais Alocação de Atividades Custos de Pessoal Alocação de Processos (manual ou modelo) 68 . Esses dados não podem ser alterados na ordem. Variante de Cálc. esquema de cálculo de custos e a chave de custos suplementares. Essa opção permite usar preços de material e tarifas distintos e diferentes avaliações para o suprimento externo e atividades externas. Para cálculo preliminar e simultâneo. O cálculo de custo preliminar no coletor de custos é usado para: • • • • Avaliar o WIP Determinar desvios de produção e avaliar desvios de refugo Determinar qtdes de atividades a serem confirmadas na produção repetitiva (valores propostos) Reavaliar as qtdes de ponto de contagem se houver mudança na estrutura no roteiro (produção repetitiva) O cálculo de custo preliminar utiliza Lista e Roteiro do processo de produção. Variantes distintas podem ser selecionadas para o cálculo de custos planejados e para o cálculo de custos reais. por exemplo.tipo de apropriação de custos PER (periódica – custos são apropriados periodicamente). Para o cálculo do WIP é necessário que o coletor tenha uma chave de determinação de resultado definida. Também é possível calcular custos indiretos através da sobretaxa.

• Indicador de controle de preço S: o material é avaliado de acordo com o preço standard. A entrada em estoque e o crédito no coletor são avaliadas de acordo com a variante de avaliação. 69 .   Cálculos de Custos Indiretos Reavaliação de Atividades Confirmações em Logística e subcontratação O controle de preços do material é especificado no cadastro do material: • Indicador de controle de preço V: o material é avaliado através do preço médio-movel. O crédito é aplicado ao coletor multiplicando a quantidade recebida pelo preço standard.

Distrib. dos valores a serem apropr. .Esquema de Cálculo de Custos .Chave de Custos Suplementares Variante de Avaliação Variante de Cálculo de Custos Planejada / Real Regra Default Parâmetros avaliam estoque (V).Usa Classe de Custo Secundária Categoria 31 . desvios WIP. Resultado Perfil de Apropriação de Custos • • • • Receptores que podem ser escolhidos no esquema de alocação Método de distribuição dos custos Tempo de retenção dos documentos gerados Esquemas a serem propostos Esquema de Apropriaçã o/ Esquema Original Esquema Demonstração Resultados Funciona desde que seja permitida apropriação para obj de resultado Encerramento do Período 70 .Coeficiente de equivalência .Só precisa estar associada ao tipo de ordem do coletor e não ao tipo de ordem da OP.Determina parâmentros para cálculo do WIP e desvios . PROPÕE Chave Deter. pois o WIP é calculado no coletor.Ordem de Produção Tipo de Ordem Coletor de Custo AlocaçãoModelo . desvios de refugo. .PP2 para tipo de ordem da OP (PER) .STR para tipo de ordem do coletor (PER) .

o É preciso configurar versão real (dependente do exercício). itens de ordens de vendas) e no PS (elementos WBS. ordens. Alocação de Custos Indiretos o Os custos indiretos são alocados no objeto de custo usando taxas baseadas em quantidades e percentuais. o Os custos teóricos podem ser calculados com base em custos planejados. o A reavaliação pode ser feita para todos os objetos de custo (coletores. o O objeto de custo recebe a diferença entre a tarifa real e a tarifa planejada. Eles decompõem os custos incorridos para a ordem e podem ser baseados no esquema de elementos (estratificação).OKG1 Cria Chave (toda a configuração do WIP está atrelada a essa chave) KA06 Cria classes de custo categoria 31 para apropriar WIP (mp / atividade / custo indireto) OKG9 Cria versão de determinação de resultado para que o WIP seja lançado em FI OKGD Define métrica de avaliação do WIP OKGA Determina quais contas entram no cálculo do WIP As funções no fechamento de coletores de custos são as seguintes: • Alocação automática de custos de processos e atividades usando AlocaçãoModelo o Combinação esquema de cálculo de custos + chave de custos suplementares Reavaliação de Tarifas de Atividades e Processos o A tarifa real é calculada dividindo os custos reais pela quantidade de atividades de processos consumido.  Usa-se categoria K no ID de Linha para custos relevantes  Usa-se categoria N no ID de Linha para custos não incluídos Determinação do Desvio o São usadas versões para controlar o tipo de desvio:  Versão teórica 0 = desvio total -> saldo da ordem  Versão teórica 1 = desvio de produção  Versão teórica 2 = desvio de planejamento  Versão teórica 3 = desvio de produção do período o A versão 0 é a principal e obrigatória para o cálculo do desvio. versão da determinação de resultado e versão de cálculo de custos. pois é responsável pela comparação custos reais (coletor) X custo standard • • • • 71 . redes). Determinação do Material em Processo . o A variante de avaliação para cálculo do WIP é definida para a combinação de ACC. o Os IDs de Linha estão relacionados às classes de custo utilizadas. uma estimativa de custo de material alternativa ou cálculo de custos planejados atual. o Os custos são atualizados usando classes de custo secundárias.WIP o O cálculo do WIP é determinado segundo custo teórico no momento da apropriação de custo.

o Refugo do componente refere-se a material defeituoso antes de ser introduzido no processo de produção. EC-PCA e Material Ledger (quando ativo) o As categorias de desvio (existem 8 categorias) são apropriadas em COPA. Desvios só podem ser calculados em um objeto de custo se no registro mestre do material tiver sido informada a chave de desvio. No controlling periódico de produto. os desvios de WIP e refugo são sempre deduzidos dos custos reais. a apropriação debita a conta de diferença de preço (PRD) e credita a conta de alteração de estoque** o Se o controle do produto for médio-movel (V). a apropriação debita a conta de estoques e credita a conta de alteração de estoque.o e por enviar os valores para FI. o sistema transfere um roteiro e uma lista para o cabeçalho da ordem. • Apropriação de Custos o O WIP é apropriado para FI e EC-PCA o O saldo da ordem é apropriado para FI. A variante de avaliação está associada a versão teórica 0. A lista e o roteiro também podem 72 . A relevância para custos é especificada no roteiro de acordo com a operação e na lista de acordo com o item. Existem 8 categorias de desvio. • • • Custos Material em Processo -> FI / PCA Custos do Saldo da Ordem -> FI / PCA / Material Ledger Custos de Desvios -> CO-PA por categoria de desvio / FI / PCA / Material Ledger Unidade 4 Controlling de Custos de Produto por Ordem Custo Teórico = Custo Planejado x Quantidade Entregue Dados Mestre e Cálculo de Custos Preliminar Ao usar ordens de produção. joga na conta transitória PRD para ajustar posteriomente. É necessário informar na versão teórica a variante de avaliação e a variante de desvio (categorias de desvio a serem reportadas pelo sistema). **Se for S. A mesma variante de avaliação pode ser usada para avaliar WIP e avaliar desvios de refugo. o O perfil de apropriação (definido no tipo de ordem) deve permitir apropriação para um material. o Se o controle do produto for standard (S).

Ajustes no cálculo de custos não refletem no sub-produto. é um resíduo. Sinal negativo na Lista Técnica. SUB-PRODUTO: É acidental. os dados necessários podem ser informados manualmente. CO-PRODUTO: Surge como um produto secundário originado no processo produtivo do produto principal. O co-produto é a saída material em um processo de produção e o controlling de custos é requerido. 73 . o sistema usa uma receita mestre ao invés de um roteiro. sem check. Ajustes nos custos não refletem em sub-produtos. Sinal negativo na Lista Técnica e check Co-produto no mestre de materiais.ser selecionados usando uma versão de produção. planejamento desses produtos. Ajustes no cálculo de custos refletem no produto e no co-produto relacionado. Por exemplo. Se a produção for baseada em ordens de processo. Se não houver lista nem roteiro. A receita mestre contém operações e fases. produto = fertilizante / co-produto = ácido sulfúrico ou produto = gasolina / coproduto = gás. geralmente por conta das substâncias envolvidas. As operações e fases utilizam recursos que estão associados a centros de custo e utilizam suas atividades. Existe. de valor irrisório e fixo. será descartado. inclusive. O controlling de custos não é requerido. Uma operação contém várias fases. Na produção por processo as fases são relevantes para custos e não as operações.

Determina parâmentros para cálculo do WIP . dos valores a serem apropr.Distrib.Coeficiente de equivalência Norma de Apropriação Com base no Esquema de Repartição o sistema gera Norma de Apropriação que apropria os custos globais da ordem para os co-produtos. Esquema de Repartição Tipo de Ordem . O sistema buca dados na Regra Default Regra Default / Repartição Perfil de Apropriação de Custos • • • • PROPÕE Receptores que podem ser escolhidos no esquema de alocação Método de distribuição dos custos (proporcional –> Coeficiente de Equivalência ou percentual -> % Apropriação de Custos) Tempo de retenção dos documentos gerados Esquemas a serem propostos Esquema de Apropriaçã o/ Esquema Original Esquema Demonstração Resultados 74 .Usa Classe de Custo Secundária Categoria 31 . Ele é criado no dado mestre do material ou na versão de produção Ordem de Produção AlocaçãoModelo Coeficiente de Equiv.Agora é associada ao tipo de ordem pois o WIP é calculado na ordem e não mais no coletor . dependendo das classes lançadas Variante de Avaliação Variante de Cálculo de Custos Planejada Parâmetros para cálculo de custos preliminar e simultâneo Variante de Cálculo de Custos Real Chave de Determ.Chave de Custos Esquema Original Usado para atualizar diferentes coeficientes de equivalência. de Resultado .Custos são calculados no cabeçalho e distribuídos conforme coeficiente de equivalência que são indicados num esquema de reapartição Esquema de repartição pode ser informado na OP diretamente.Tipo de Apropriação PER / TOT . .Esquema de Cálculo de Custos .

Quando a ordem de processo é criada o sistema gera automaticamente uma norma de apropriação para cada item com base no esquema de repartição. Pode ainda ser informado diretamente na ordem de processo ou na versão de produção. onde existe também um check indicando que o material é um co-produto. Os custos indiretos são calculados utilizando o esquema de cálculo de custos indicado na variante de avaliação . a ordem vai sendo debitada. Esse esquema é definido no cadastro do material. A variante de avaliação planejada é responsável por avaliar os materiais. 75 . Recebem custos primários.Funciona desde que seja permitida apropriação para obj de resultado Custos Preliminares O sistema determina as quantidades de materiais com base na lista técnica e quantidades de atividades com base na receita mestre (roteiro para PPPI). O sistema automaticamente: • • • Cobra objetos de custo por alocações internas de atividades. atividades e processos são realizados utilizando a variante de avaliação planejada definida para o tipo de ordem / centro. Para calcular o WIP na ordem é preciso definir uma chave de determinação de resultado. Os custos da ordem são calculados para o cabeçalho e distribuídos para os co-produtos (itens da ordem) com base em coeficiente de equivalência que são indicados no esquema de repartição. Ela é definida por tipo de ordem / centro. As ordens de processo são ordens do tipo 40. O esquema de repartição é responsável por distribuir custos planejados e reais para os co-produtos. Ao entrar mercadoria em estoque o item da ordem (ITO) será creditado e não a ordem. Lança a entrada de mercadoria em estoque. Cobra objetos de custo por retiradas (baixas por explosão de materiais / saídas) de mercadorias. Recebem custos secundários. As avaliações de materiais. atividades e processo. Custos indiretos são calculados usando esquema de cálculo de custos informado na variante de avaliação. O coletor de custos não funciona com co-produto. porém o crédito sempre ocorre no item. O esquema original para atualizar diferentes coeficientes de equivalência dependendo das classes de custo lançadas. Enquanto a produção está em andamento. Cálculo de Custo Simultâneo As ordens de processo recebem custos reais através de confirmações em logística.

que serão creditados posteriormente.O cálculo depende do status da ordem. Se houver saldo a débito o sistema debita Estoque de Mercadorias não Acabadas. Dessa forma. A avaliação do WIP segundo custo teórico depende de uma norma de apropriação com tipo de apropriação de custos FUL (derivado do tipo de ordem \ regra default).atividades e processos • Alocação de custos indiretos Cálculo de Custos • Apropriação de custos pré-liminar co-produtos Custos ão transferidos do cabeçalho para os itens. Será calculado até que a ordem esteja com status DLV (entregue) ou TECO (tecnicamente concluída). o Informar todas as classes de custos que serão utilizadas no Esquema de Alocação. se houver saldo a crédito o sistema debita Despesas para Provisões para Custos não Realizados. em alguns casos. é necessário: o Permitir a apropriação de custos para um item da ordem no Perfil de Apropriação de Custos.Encerramento de Período com OP fornecida Parcialmente Funções do fechamento de custeio por ordens: Custos Periódicos • Alocação de modelo • Reavaliação com tarifas reais . • Determinação do WIP O material em processo para co-produtos é sempre avaliado segundo custo real. com a entrada do produto em estoque. pode ser utilizado o esquema original. nenhum material em processo será determinado para ela. o Permitir apropriação de custos proporcional e percentual no Perfil de Apropriação de Custos. FI / CO Lançamento • Apropriação de custos o WIP -> FI e EC-PCA o Saldo da ordem -> FI. O sistema utiliza os coeficientes de equivalência definidos no esquema de repartição e. Se uma ordem com co-produtos usar o tipo de apropriação PER. Para que a apropriação possa acontecer. Material Ledger e EC-PCA o Categorias de desvio -> para CO-PA Encerramento do Período com Ordens de Produção Encerradas 76 . cada coproduto recebe sua parcela de custos reais.

o saldo da ordem sempre é considerado desvio. independente do status da ordem. Funções Tipo de Ordem Produção Repetitiva Produção por Ordem Produção por Processo Produção sob Encomenda Coletor 5 Obrigatório Opcional Opcional Opcional Ordem de Produção 40 Não aplicado Opcional Opcional Opcional 77 . os desvios só podem ser calculados quando a ordem tiver o status DLV (delivered) e serão avaliados segundo custo real. Desvio tb é calculado por item e não por ordem! Na produção por ordem ou por processo é possível usar os dois métodos de controlling em paralelo (periódico -> coletor e global -> ordem) para produtos diferentes e até para o mesmo produto. o sistema debita a conta de PRD (price differences) e credita a conta de alteração de estoque de material acabado • Os dados de provisão são atualizados no material ledger. desvios e WIP são calculados usando custos teóricos. Os seguintes passos ocorrem quando uma ordem foi entregue e encerrada: • WIP lançado no período anterior é cancelado • O saldo da ordem é zerado e transferido para FI. se ativo • O desvio é transferido para o CO-PA por categoria de desvio e classe de custo. Se o material for controlado a standard (price indicator S). Para ordens com co-produtos e que usam o tipo de apropriação de custos PER. Para ordens sem co-produtos e que usam o tipo de apropriação de custos PER. Não há calculo de WIP para essas ordens. Os desvios não podem ser transferidos para CO-PA mensalmente.• Determinação de Desvio e Apropriação de Custo Tipo de Apropriação Cálculo Desvio e WIP O cálculo ocorre segundo custo real quando o status DLV for definido O cálculo ocorre segundo custo real quando o status DLV for definido Saldo é sempre interpretado como desvio. não há cálculo de WIP Desvios e WIP calculado segundo custos teóricos Ordem Ordem com Co-produto FUL Ordem sem Co-produto FUL Ordem com Co-produto PER Ordem sem Co-produto PER Para ordens com ou sem co-produtos e que usam o tipo de apropriação de custos FUL.

WIP -> FI e PCA. Chave de determinação de resultado está associada ao coletor. Apurado por item de ordem. 78 . podendo ou não usar alocaçãomodelo (variante de cálculo de custos \ variante de avaliação). Suporta determinação do WIP e desvio no nível de coproduto. Desvios Deduz WIP no cálculo do desvio. Apropriados separados por categoria de desvio em CO-PA. Possível Informativo. Cálculo de Custos Indiretos Calculado através do esquema de cálculo de custos + chave de custos suplementares. Aceita. Ver tabela.Co-produto / Sub-produto VarCalCus / EsqCal / Chave Proposto Apropriação Custos Global (TOT) Apropriação Custos Periódica (PER) Não aceita Não pode mudar Não aceita Aceita É calculado no coletor através do cálculo de custo preliminar segundo custo teórico. Apropriados no total para FI e separados por categoria de desvio em CO-PA. mas os resultados não podem ser gravados. Hierarquia Objetos de Custo Não é possível Cálculo de Custo Preliminar É gerado quando a ordem é gravada ou liberada. Pode ser alterado na OP Aceita Aceita Material em Processo WIP calculado por item da ordem segundo custo real / tórico (ver tabela). É calculado ao final de cada período segundo custo teórico. Valores podem ser gerados para a ordem de produção. WIP -> FI e PCA. O sistema pode tb calcular devios de preço mistos. no momento da apropriação de custo. Chave de determinação de resultado está associada ao tipo de ordem. podendo ou não usar alocação-modelo (variante de cálculo de custos \ variante de avaliação). Não deduz WIP no cálculo do desvio. Calculado através do esquema de cálculo de custos + chave de custos suplementares.

. Quando os custos são coletados na OP chamamos sem controlling (análises de rentabilidade só em CO-PA) e quando os custos são coletados no item da OV chamamos com controlling (análises de rentabilidade pode ser apurada por pedido). são gerados apenas no momento do consumo do material por uma ordem de produção ou ordem coletiva.Unidade 5 Produção sob Encomenda com Controlling por Ordem do Cliente Estoque da Ordem do Cliente Avaliado na Ordem do Cliente Não Avaliado na Ordem do Cliente MTO Sem Controlling Custos na OP X Não suportado MTO Com Controlling Custos no Item da OV X X Com Controlling x Sem Controlling No cenário de produção sob encomenda. MESTRE MATERIAIS Grupo MRP Grupo Estratégi a Grupo MRP determina o Grupo de Estratégia Grupo de Estratégia determina Estratégia Principal (MTO / MTS) Estratégia Planejament o Estratégia Principal determina Tipo de Necessidade Tipo Necessida de CAMPOS IMPORTANTES Aparece no item da Ordem de Venda MATERIAIS Classe Necessida de Só tem função quando a OV for um objeto de custo Categoria 79 Classificaç ão Contábil .. como é o caso dos estoques não avaliados. Material em processo e provisões são calculados via Determinação de Resultado. Os custos de uma ordem do cliente ou de um elemento PEP não são gerados com a entrada da mercadoria para uma ordem ou OP. carroceria. Os custos e receitas são coletados por ordem de venda independente do cenário de produção. É possível analisar valores planejados e reais e combinar cenários. os custos podem ser coletados tanto na ordem de produção quanto no item da ordem de venda. por exemplo: produção sob encomenda para o carro e produção para estoque para motor.

Exit de Cliente 2. Custo standard • • • Check “Sem Estratégia de Avaliação” = Sistema avalia pelo custo standard diretamente. 2. Avaliação Define como o estoque especial será avaliado: 1. Variante de Cálculo de Custos Esquema de Alocação • 80 . Avaliação • Perfil Apropriação de Custos • Chave Determinação Resultado Pode ser gerado a partir do dado mestre: 1. Tipo de Material Ou 1. Cálculo de Custo Planejado da Ordem de Produção 4. Grupo MRP 3. Cálculo de Custo da Ordem -> Estimativa marcada que pode ter sido calculada através do Cálculo de Custo Unitário ou Cálculo Produto com Estrutura Quantitativa 3. Grupo de Estratégias 2.TIPO • • Cálculo Custos • Calcular Custos • Método Cálculo Custos • Variante Cálculo de Custos CAMPOS IMPORTANTES (custos de materiais / produção / sobretaxas) MATERIAIS • Registro de Consumo • Esquema de Cálculo • Estoque Especial (custos indiretos vendas / administração / sobretaxa ordem de venda) DE NECESSIDADE Classificação Contábil • Avaliação Determina a classe de necessidade • Flag Sem Estrat. 3. a partir da combinação do dado mestre + documento de SD: Categoria de item + tipo MRP Categoria de item + tipo área MRP Categoria de item CLASSE DE NECESSIDADE • • Derivada do Tipo de Necessidade Categoria de Classificação Contábil Determina se custos e receitas serão coletados em um item da ordem do cliente e se haverá estoque separado.

O cálculo do custo na ordem de vendas é referente ao item da ordem. 81 . Os custos indiretos de vendas e administração são calculados usando o esquema de cálculo da classe de necessidade. É possível efetuar o cálculo de custos separado para subconjuntos. Custo Unitário. Todos os conjuntos serão custeados separadamente e estratificados na ordem de venda. A definição do tipo de condição por classe de necessidade permite definir diferentes condições para cada item da ordem de vendas. uma lista técnica pode envolver um mix de MTO + MTS. O cálculo de custo gerado na OV pode ser base para precificação em SD. Essa função pode ser usada desde que o estoque seja avaliado para a ordem do cliente. Se utilizado Cálc. posto que atualiza as condições EK01 e EK02. Os custos da ordem podem ser planejados utilizando Cálculo de Custo Referência e Simulação e Cálculo de Custo com e sem Estrututa Quantitativa . A definição do customizing têm prioridade sobre o cadastro do material. Os custos de materiais e produção são calculados usando o esquema de cálculo da variante de avaliação ligada à variante de cálculo de custos. Os resultados do custeio são gravados como valores planejados no item da ordem de vendas. A definição de preço é realizada em SD utilizando diversas informações chamadas de condições.• • Perfil de Apropriação de Custos Chave de Determinação de Resultado Cálculo de Custos Preliminar da Ordem de Venda O custeio preliminar nas ordens de vendas pode ser feito:    Com estrutura quantitativa (roteiro e lista) Sem estrutura quantitativa (registro mestre do material) Através do cálculo de custo unitário (com referência e simulação) Para ambos os casos existem reports disponíveis. entrada manualmente ou apenas para fins estatísticos. a performance melhora significativamente! No cadastro do material e/ou no customizing existe um indicador definindo se as necessidades dependentes do material são individuais (make to order) ou coletivas (make to stock). o sistema não emitirá estratificação de itens. As condições podem ser dos tipos: mandatória. Sendo assim. todos os subconjuntos são custeados e estratificados na ordem de venda. Caso contrário. • EK01: o resultado da estimativa é contabilizado e e pode ser usado como base no cálculo do preço. Transferindo os custos que foram planejados para os conjuntos no momento do custeio da ordem.

por sua vez.• EK02: o resultado da estimativa é informativo. Na entrega do produto ao cliente. puramente estatístico para comparação com preço. Cálculo de Custo Simultâneo (Lançamento de Custos Reais na OV) A entrada de matéria-prima forma o estoque. Se a conta de estoques for controlada como uma classe de custo estatística (categoria 90). pode ser determinados de duas formas:  No registro mestre do material através da estratégia de planejamento (até 8). 82 . se necessário. O sistema irá calcular estoques e provisões até que o satus do item da ordem indique o momento de parar: • • Status FATURAMENTO FINAL = não são previstas mais receitas Status TECNICAMENTE ENCERRADO = não são previstos mais custos Desvios podem ser calculados no nível da Ordem de Produção. a ordem de vendas é debitada e o estoque da ordem / projeto é creditado. grupo de estratégias ou grupo de MRP Na combinação cadastro do material e documento de vendas. As movimentações de saída de estoque para materiais com necessidades coletivas são avaliadas de acordo com cadastro do material (standard S ou médio móvel V). O cálculo de custo da OV pode ser enviado para uma OP relacionada. a ordem de vendas e o estoque do projeto podem ser exibidos no relatório da ordem de vendas como “Comprometimento de Recursos”. Os custos de vendas são transferidos para FI. os valores são lançados na conta de diferença de preço (PRD Price Difference). Custos reais são reconhecidos na ordem de venda apenas na remessa. Determinação do Resultado e Apropriação de Custos + Customizing O cenário na produção por ordem de vendas é controlado principalmente pela classe de necessidade determinada pelo tipo de necessidade. Se houver diferenças de preço após o consumo. através da categoria de item e tipo de área de MRP  Se falhar em todas as tentativas. O tipo de necessidade. o sistema declara a transação não relevante para controle de disponibilidade ou transferência de necessidades.

Esta estratégia vêm da classe de necessidade: • • • • Customer Exit Estimativa de custos da ordem de vendas Custos planejados da ordem de produção Preço standard (estimativa de preço standard) Se a opção “Sem Estratégia de Avaliação” for selecionada. A categoria de classif. Estrat. Para isso deve ser usada a categoria “E” que indica que iremos trabalhar com controlling por ordem do cliente e estoque da ordem do cliente separado. que acontece na primeira entrada de material no estoque especial e produz resultados que não podem ser alterados. SD Grupo Categoria Item Tipo de Documento Utilização do Item Estratégia de Planejamento Tipo MRP Categoria do Item Cada item do documento é controlado por uma categoria. E a classificação contábil permite que custos e receitas sejam coletados em itens da ordem de venda. Se não encontrar. contábil E indica controlling por ordem do cliente enquanto a M indica sem controlling por ordem do cliente. Avaliação Estoque Perfil de Apropriação A classe de necessidade determina a classificação contábil. tenta combinar categoria + tipo área MRP. Tipo de Necessidade Classificação Contábil Classe de Necessidade Pode vir do mestre de materiais somente. A avaliação do estoque especial (E) usa uma estratégia pré-definida. 83 . permite que custos e receitas sejam coletados no item da OV. o sistema ignora a estratégia e usa o preço standard. Ligada à classe de necessidade. ou da combinação mestre de materiais (tipo MRP) + documento de venda (categoria do item).MRP Grupo MRP Grupo Estratégias Podem existir até 8 estratégias.

consequentemente. Essa funcionalidade pode calcular os seguintes valores: • • • • • Valores de estoques Provisões para custos não realizados Provisões para receitas não realizadas Reservas de provisão Custos de vendas Existem 17 métodos de determinação de resultados. No Método Proporcional a Custos (determinado pela legislação brasileira). Apenas a versão de determinação de resultados 0 (zero) transfere dados para FI. Apropriação de custos Calcula WIP Calcula Desvios Determinação de Resultado (Results Analysis) A determinação de resultados ocorre apenas para cenários Make To Order e para Projetos. Custos indiretos 4. Diversos métodos podem ser usados simultaneamente por diferentes transações. o sistema com base no custo real calcula o Grau de Finalização do projeto (progresso físico) e. O método é determinado na versão de determinação de resultados junto com a chave de determinação de resultado. Material em processo 5. Se estes valores forem transferidos para CO-PA. Os custos e receitas no período são calculados com base no POC. Os dois métodos mais importantes são: 84 . Determinação do resultado 11. O ponto de partida para o cálculo da provisão é o cálculo do POC (Percentage of Completion). Existem vários métodos para cálculo dos resultados. o sistema com base na receita real calcula o Grau de Finalização do projeto e. CO-PA e EC-PCA. a receita a ser apropriada. Enquanto no Método Proporcional a Receita. o lucro calculado não será o mesmo de FI e EC-PCA.Encerramento do Período de Ordens de Produção e Cliente Controlling por Ordem de Produção 1. consequentemente. Alocação-modelo 2. Os resultados são apropriados para FI. Apropriação de custos Controlling por Ordem do Cliente 7. Custos indiretos 10. Reavaliação com tarifas reais 9. o custo a ser apropriado. Reavaliação com tarifas reais 3. Alocação-modelo 8. Determinação de desvio 6.

Coletor e Ordem de Vendas Controlling por Controlling por Período Controlling por Ordem de Vendas Ordem (coletor) Custos Análise Referência para cálculo Análise. CO-PA e EC-PCA. valor standard. Ordem 85 . material. interna de crédito no coletor com Consumo: atividade) atividades. base para pricing -> Preliminares do WIP. Materi Débit Crédit Valor movimento de Materiais preço “V”: al o o materiais) débito no estoque e Raw Orde Estoqu crédito no coletor de m e acordo com a variante Semi Est. Se o CO-PA estiver ativo. custo real > custo calculado = WIP custo real < custo calculado = provisão O custo na ordem de vendas é reconhecido na remessa (delivery). os resultados são transferidos para FI. Desvios. Na apropriação.• Revenue-based method o POC= Receita Real / Receita planejada o Custos = Custos planejados x POC receita real > receita calculada = overbilling receita real < receita calculada = underbilling • Cost-based method o POC=Custo Real / Custo Planejado o Receita = Receita Planejada x POC o Este método é usado no Brasil por questões legais. o perfil de apropriação de custos é criado automaticamente quando o item da ordem de vendas é criado. No customizing é possível definir as ações da Determinação de Resultados de acordo com o status da ordem: • LIB (liberado) • CAFI (cálculo final) • ENTE (encerrado tecnicamente) -> TECO Apropriação de Custos O objetivo é combinar ACC + versão + chave de determinação de resultado + grupo de contas (ID linha) para determinar a conta do razão a ser utilizada em n situações distintas. A determinação de resultados joga valorem em classes de custo secundárias. Apontamento EK01 e EK02 na produção repetitiva Custos Os custos reais são Entrada de A classificação contábil no cadastro do Simultâneos originados pelas Mercadorias Estoque: material define que conta deve ser usada (Custeio Real. Comparação Cenários: Ordem. confirmações em Materiais preço “S”: para o estoque especial (estoque do consumo de Logística (alocação débito no estoque e cliente/projeto). e para enviar à contabilidade financeira é necessário identificar as contas do razão correspondentes. transferência para tipos de condição (Planejados) Refugo.

de CoProduto WIP com e sem coproduto + FUL: custo real depende do status da ordem com co-produto +PER: sem WIP sem co-produto + PER: custo teórico Desvio com e sem coproduto + FUL: custo real depende do status da ordem com co-produto +PER: sem WIP sem co-produto + PER: custo teórico Apropriação: WIP: FI / PCA Saldo:FI / PCA /Mat. Esp. Receita. coleta de custos e receitas no item da ordem de vendas. Amb. Finishe d Alocação Modelo Reavaliação de tarifas Custos Indiretos Aprop. Altos custos de setup. Ledger Dependência de Status da Ordem Apropriação: WIP: FI / PCA Custos de Vendas: CO-PA Receitas: CO-PA Reservas: FI / PCA Desvio: FI / PCA / CO-PA / M. altos custos de setup. Quando chega nesses status. controle de custos por lote. amb. Ledger Determinação do resultado: LIB (Liberado) WIP é cancelado: CAFI (Faturamento Final) WIP e provisões são cancelados: TECO ou ENTE (encerrado tecnicamente) Cenário de Aplicação Grandes volumes de prod.de avaliação. estável. Ledger WIP: calculado até a ordem ter o status DLV ou TECO. Encerramento de Período Desvio só podem ser calculados se existir uma chave de desvio definida no cadastro do material por centro. Desvios: ordens com ou sem coprodutos e tipo de apropriação TOT. Prev. de custos. 86 . Alocação Modelo Reavaliação de tarifas Custos Indiretos WIP segundo custo teórico Esp. de prod. flexível. Provisão. Est. Ledger Desvio: FI / PCA / COPA / M. o WIP do período anterior é cancelado. controle por lote. Apropriação: WIP: FI / PCA Saldo: FI / PCA / Mat. só calcula com status DLV. Ordem Indiv:Valuati on Coletivo: Cad Alocação Modelo Reavaliação de tarifas Custos Indiretos Determinação resultado –> Cálculo do WIP. manufatura repetitiva. de manuf. Custo de Venda. rastreab. Ledger Desvio: FI / PCA / COPA / M.

o cálculo é feito nos relatórios. Além das características fixas. Elas definem que itens ou objetos o usuário pode avaliar. como a contabilidade de centros de custo.APOSTILA IV TFIN22_2 Management Accounting II CO-PA Unidade 1 Estruturas Introdução às Unidades Organizacionais A Área de Resultado é a principal unidade organizacional de CO-PA. só existem em CO-PA e devem começar com WW. Elas são válidas em todos os mandantes. Para itens calculados não é necessário criar campos. para todas as áreas de resultado. As empresas são atribuídos as controlling areas quando as estruturas são definidas. Uma ou mais ACC podem ser atribuídas à Área de Resultado. cliente e produto são definidos automaticamente para todos as áreas de resultado. até 50 características não-fixas podem ser definidas. como organização de vendas. Diferente das características. Os requisitos legais do balanço e do P&L são cumpridos no nível de company code. não existem campos de valor fixos nem limitação para criação. por exemplo. Características + Campos de Valor = Objeto de Resultado 87 . A empresa é uma unidade de contabilidade independente. A ACC é uma unidade organizacional que delimita as operações independentes de contabilidade de custos de uma organização. Os campos de valor podem ser acessados de qualquer mandante através do catálogo. O centro representa um centro de produção. como em MM ou SD. Características e Campos de Valor As características são as dimensões analíticas em CO-PA. criadas automaticamente. • Personalizadas: criadas pelo usuário. Podem ser agregados ou detalhados. • Pré-definidas: disponíveis no catalogo além das fixas. Os campos de valor armazenam as quantidades e valores para reporting. Ele define a extensão das informações de vendas e Marketing que podem ser reportadas em combinação por este componente. Os campos de valor começam com VV. Estas são as características fixas. de centros de lucro e de ordens internas. • Fixas: características fundamentais. Usa duas moedas: a da área de resultado e a da empresa. é uma unidade organizacional de Logística. Diversas características. As características estão divididas nas seguintes categorias: • Com referência a tabelas SAP: campos que já existem no sistema. Existem dois tipos de agregação: AVG média e SUM soma.

Atributos: ano fiscal. moedas e transfer prices. 88 . por isso afeta as transações em CO e não pode ser colocado em servidor separado! Tamanhos de registros: CE4XXX = 250 bytes. a característica Número da Ordem de Vendas não precisa ser incluída no objeto de resultado. Por exemplo. senão será criado um registro de total (CE3) para cada item de detalhe (CE1). Atributos: ano fiscal. O CO-PA baseado em contas armazenas as informações nas tabelas do CO-OM. Baseado em Contas: baseada em classes de custo. Amplamente utilizado.Existem dois tipos de CO-PA: • • Baseado em cálculo de custos: baseado em campos de valor. Utilização e Não Utilização de Características É recomendável manter o número de objetos de resultado o mais baixo possível por questões de performance. enquanto esse dado pode ser facilmente extraído de SD. por isso não afeta as transações em CO. Isso é possível restringindo a seleção de características que formam os objetos. Estrutura de Dados Transação Partidas Individuais Reais Partidas Individuais Planejadas Registro de Totais do Objeto de Resultado Definições do Objeto de Resultado Costing-based CE1XXXX CE2XXXX CE3XXXX CE4XXXX Account-based COEP COEJ COSS/COSP CE4XXXX Comparação de tabelas de transação: Costing-based x Accounting-based (XXXX = Operating Concern) O CO-PA baseado em cálculo de custo armazena as informações em suas próprias tabelas. CE3XXX = 2000 bytes.

comissões. A derivação tenta preencher o valor de uma característica em CO-PA usando uma estratégia de derivação. calculada ou trazida de uma fonte diferente. produto e cliente. a função avaliação permite complementar informações trazidas por uma transação. ou seja. se necessário. Não se pode alterar características fixas. como divisão e centro de lucro. frete. é possível utilizar outras estratégias para sobrepor esses valores.Unidade 2 Dados Mestre Derivação de Características Para todas as características existentes deve haver uma regra de derivação que a alimente automaticamente. A estratégia de derivação consiste em um número de passos que deriva os valores das características a partir do relacionamento lógico entre as características fonte e as que serão derivadas. por exemplo. exceto para área de contabilidade de custos. determinadas pelo sistema. A informação adicional pode ser estimada. A derivação nem sempre funciona. nesse caso o campo é deixado em branco. porém. Avaliação Na demonstração de resultados baseada em cálculo de custos. Pode ser usado com dados reais ou planejados. empresa. Componentes da avaliação: • Cálculo de custo standard • Calculo de outros custos de vendas e componentes do preço • Transferência do custo real/material ledger Fontes de avaliação: • Product Cost Controlling • Pricing em SD • Custeio em CO-PA Tempo de atribuição de valor: • Actual – relacionado com transação ou periódico 89 .. Geralmente é usado para trazer informações que só serão válidas no âmbito de análise de resultado até que se concretizem. Uma estratégia padrão é criada automaticamente pelo sistema para cada área de resultado e pode ser modificada. Para cada passo na estratégia são definidos os seguintes parâmetros: • Condições de execução • Valores iniciais • Sobreposição de valores já existentes • Mensagem de erro Os seguintes métodos podem ser usados para derivação: • Acesso à tabela • Regra de Derivação • Atribuição • Inicialização Algumas características.. tem derivação fixa.

Sendo assim. Periódica não existem aqui. é possível executar alocação direta ou indireta de atividades internas de centros de custo e 90 . Para alocação de custos indiretos o único método disponível em CO-PA é o rateio. A SAP não recomenda trazer operações tipo A pois os dados serão duplicados quando chegarem dados tipo F. é possível ver o cálculo de custos estratificado também em CO-PA! User Exits: os campos de valor são atualizados diretamente. Para isso usamos o rateio. Além disso. tal como folha de pagamento. Os custos indiretos nos centros de custo e processos que não foram alocados aos estoques podem ser transferidos para o CO-PA usando rateio. Permitem acessar ou calcular valores especiais (similar a pricing de SD). As quantidades vendidas são avaliadas com o preço standard calculado em CO-PC. Consiste em uma sequencia de tipos de condição definidos pelo usuário. Transferência de Custos Indiretos A legislação brasileira não permite que despesas sejam lançadas para os produtos. tipo de material ou a qualquer outra combinação de características (flexível). Todas as operações tipo F (faturamento) são obrigatoriamente transferidas para CO-PA.• Planned – planejamento manual. O cálculo também pode vir da ordem do cliente. enquanto operações tipo A (ordem do cliente) são opcionais. • • Unidade 3 Dados Reais Fluxo de Dados Reais As receitas e descontos são transferidos para CO-PA no momento do faturamento. As seguintes técnicas podem ser usadas para popular os campos de valor: • Esquemas de Cálculo de Custos: os tipos de condição são mapeados para campos de valor. mas que devem ser jogadas em CO-PA para analisar a rentabilidade do negócio. O esquema de demonstração de resultado determina o esquema de elementos que permitirá a visualização dos custos de produtos que foram trazidos. A chave de cálculo de custos define a variante de cálculo de custos a ser utilizada. Cálculo de Custo do Produto: os elementos de custo são mapeados para campos de valor. plajenamento usando função standard A estratégia de avaliação é a configuração central. Dessa forma. Distribuição e Transf. Os custos restantes em CO-OM e os desvios de produção são transferidos para COPA. pois esse método diminuiria a margem de lucro e faria com que as empresas pagassem valor menor de impostos. A chave de cálculo de custos pode ser atribuída a um produto. existem despesas que “morrem” em centros de custo administrativos.

Ordens de Apropriação de Custos Tipo de Ordem determina Perfil de Apropriação de Custos que propõe o Esquema de Demonstração de Resultados (determina campo de valor) e Esquema de Alocação (determina classes de custo). os custos são apropriados para os campos de valor definidos no esquema de demonstração de resultados. é possível atualizar os preços divididos em elementos de custo em CO-PA. Nesse caso são transferidas as quantidades de processos avaliadas e não as quantidades de atividades como no caso dos centros de custo. os custos são apropriados para a classe de custo de rateio definida no esquema de alocação . O rateio é feito da mesma forma que em CO-OM. ordens de vendas. Se a estratificação de custo estiver sendo usada. No CO-PA baseado em contas.processos empresariais em objetos de resultado. 91 . No SAP também é possível alocar custos de processos para CO-PA. ordens de produção e coletores de custo para CO-PA. Um esquema de demonstração de resultado pode ser usado para controlar as classes de custo secundárias de alocações de atividade nos campos de valor de COPA. É possível liquidar ordens internas. O rateio de centros de custo permite transferir desvios em centros de custos produtivos assim como custos de centros administrativos para CO-PA. Os centros de custo ou processos emissores são creditados na classe de custo de rateio especificada no ciclo. o esquema de alocação e o esquema de demonstração de resultados. projetos. através de ciclos de rateio. enviando assim valores diretamente para CO-PA sem transitarem por centros de custo e ordens. No CO-PA baseado em cálculo de custos. No perfil de apropriação de custos são definidos os receptores válidos. O objeto de resultado (combinação de características) receptor é debitado na classe de custo de rateio especificada no ciclo.