P. 1
Oliva, Alberto. Descaminhos da Busca da substância Social.pdf

Oliva, Alberto. Descaminhos da Busca da substância Social.pdf

|Views: 2|Likes:
Published by L. Lothar C. Hein

More info:

Published by: L. Lothar C. Hein on May 01, 2013
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

10/27/2013

pdf

text

original

'

. '
Ca-,.!tult I
nii DKSGAHINHnS DA BUSCA DA SUBSTÂNCIA SnCIAL
- -··-- ---
U• • curiese «• pr•i»l••• eate-
leg1et é su• si•Jliei«•••· P•«• ser
ter•ttl•«• tt•• trêa ••aess!lal•s per-
tU«ueses: aa?' Pe«e, a«e•a1s,
ser • • • • • ••• u.e • -
••' - • te41tl •••1 ta ri • essa respei-
ta •••• • • • Nie •
ess8 rtllttlt.• • • • · s 1•pl •••••-
te • • • h; • • k;. •
g•• p•r• ies•••rie •• situ•ç••• p•rtl-
...
eu1 ,_r e s • . l1: :1. !!l t • fez ••• /a questae per-
,
• •• 1enco ies
(Quiae, 1'61. J• 1)
Deatre • • • que te aostra• • • aa e l aleraçie «• r-.
I
t•ire .x,esitl•e-aaalÍtiet ieste tra•alfte, a pr1•eira •••••r•• à .411-
,.,
. ,
ries e/.a &et 8r•1•aates &a see1a•111&a«e? A tereelra e «• •
I . ••• ' - .. · - · ·- - · · -·- · · --· · •- •
• • .. é • •r•••-- •••1•1, . • • aqie ia41v14ua1",
• que • t•r•a pess:Í"ft l • •••• «eYeria • Na eatre
.;. o e • essas três «1•easie• •• • • • Ia•t,í•u•
versus iee1eliac• te&«$• • se •laturar e• •••u1.e1as ceaceitU1'Ç;••·
_,.-,
Neste «••••st r ._ r•••s e:xt stir • • • • tea«êaet•, •• 'fre-
- .. - ·---- · - ----
• i••i•l, _ • .. Priuzia a lusea 4ia • • •
..... . - ....
: •• se • •ser ieeial" pttà•••• ter sua ex1stêat18 «eter•1•••• 1aà•p••••a-
t••••t• ••• teert•• reeeastruttYas •• iat•ri•r caa j(Uais a4qll1re., ••t•
eu a'llel• ti,• •• lieaticaie. Ae pr••••!•t• ca . . at1tu4ie su•staae1al1za.
ier• petiea ser oreài taies es eXa«•res h e listas 4• àar à •• L••-yi_ia
.... ·-r---
\ \
\
\
.....
\
...
. ' •

pr.pria ••• eapaeija•e ate •• ce:z:ar. . .l!l!.l prej et·····; ' ie1Í1aie1. A tese a
-···· -- ... . . _,.- -· ---······ ·- - -
ser .. per ••• àstea41ta é a 4e q_ue q,ua••• aueuRt1••• à ltt'Dstaae1a11zaqie
.:,.__ ,_ .. -- --. · ·- -· ----------- -·--· -----· ------------ - -
4e aeeial aes eare4aaes •u• •••freate •• Rat14a4es - 4• t!,•
·- - -- -- - ---- --- -- -- ·--- ------- - ------- - ------- --- - -------------- ·- ---- - -· ----- .
• • • Seet••••• - 1aea,az 4e se 4ar eeata •• ttte •• eeapre-
____ -- . . '· ... .. .. .
, .,. ,
· a1sset eatelec1••• que assu•1••• sa.e aa!s eu ••••s j•stif1ea'fe1s
--- --------- --------------- ----- -- - ------·-·····-· ... ··- ..... . ··· · ··· · ..... - .... - ········---··· ····· ·-------- ----·---- ·- · ··----· ........... ---
,ã. «a eapaetia•• • àa tue eeastruÍ•es.
- ---- · --------- -. . . . .. . . - - - - -.. . . -- --- --- - .. -- . .. . -· -- ··-- -- . .. -- . . .
n• •ais re,reseat•t1'fes estu4es se•r• • • • • pe4•• ser
' -
,r1aelpil•••te ,elas • • • • • ••• reapeace• • questae
, ... ,
r• lati •• a •••• •• • A iatel'tra4uqa • eatre es •••teu4•s 111eat•t• pr••••-
·--- --· ----- ----------------·-----------..1
• ___ c .. $ 1a41!1 •. -----'- . ••
__ • • • __ •
, ,.·,, Uaa (res,esta) é a 4ie tu• o 1a41'fÍ4ue • Ulla
,...r, ·
\'', rea li&a àe eapaz 4ie existir • àe ser QJreea-
,
àija per s1 ••••• e a seo1eiaàa •••• aa11 e
àe que U. acreca4e ee 1a41'fÍ.Uel ateaiee&e
, ,
A eutra e a •• tue a realiàa4e e a s•e1e4a-
. ,
, " àe, . «e 'ue Wla see1t!iaie e ua t•«• per1'e1t•
(''
/ e iateltc!vel ttte • 1a41'YÍ4ue é
s1•plesaeate uaa Jarte 4esse tete.
T ••• eaJeala• e• __ a raGi • • • • seat1•es
e t'aze•es t e•-s• tr.acllzi4e, •• .,lvae «a !eeria l•e1a1, eu ••• • e1aa._
i\
,retereae1a1 «e ' eauae1aies s•àrc ta41'YÍ4u•s
2
eu àea aa «e eauae1a -
-· - -··- - . - - --- - ··- -- - -·· -- - ------

4es so-.re •• ee1et i.••s •• Quaa4,e tieseja••s • explieat1-
·- . . --· ---·--· ·------ ---
'faaeate eeata •• •u• t:azemaà, lie ,a l e• q,ue ••s ••••teee11, ce que eeer-
1 411.'!; bUcal' r. t.res ( oietsra1Aallte s) que
1
1ate,rea'u• ca•J• •• •aa!testa,ies tí,ieas; àe • ••••utas 1a41'f14u.-
J.l
a11 eu ' ue ,erteaqa• a 11• pre:teas• ••••• •• 811.-
1 .
!
r t•sta .. ate eapa& •• eacea4rar • er4ehr a f'111lc1•aal1d.a4e tles eel eti'f••·
g e'f!àe.ate. t}Ue eatr.-e. •s extr•••s àe lle11s•• e 1•i1vijualis•• se slt'tlu
-. - -·--· -· - .. --.. -------- ------
. , _.
.. --
'\ \\
\ )_ , , __ i
__ se_, _!• •S. t1s __ C!) • • • •• _
tttrai:aa•tes sistêaiees osast1tttti'fes •a erllea sect1al. :Esses •1rere•tes
--- ..... ___ - .... ' . ' .. .. .. . . ... . .... -· --- .. --- .. -
, , ,
••4os lia caraeterizgr • tue llã •• "1«1oss1aeras1.ao" • • '-u• h• «e ••1•-
ti'f e aos ••re«os •á sisos 4e ( •••)'f 1'fê•e1a • • .,•«•• ser •• ,r,.aie
pqrte • • • • Jt•, s •tsere,ÃaciQ s • • • éttco-pollti-
Mas ll.Ual é Jreeisaaeate • • • • ia te._
,
ria Deve a teoria sooi•l eoa-
.. ,
ttaar-se a sooioliaie 1er 1! ou e • 1all1'f1-
«u• • toco «e a ••••1-
aa,io «esses • • • Q ,roJriaaea-
te àita? ( ••• ) mãe é rác1)., •••• ,.&e-
JRreoer, al•••!far-se uaa teeriª rtue
• aiequaàa e • • taate àa
soct•aaie (uant• •• • ( ••• ) g éav1e
\ tle • ••j "tl "• 4eYs ser cesea·u,1., e r u.u. te._
,
ria • • • • t8• • ia-
civ!•uo e g soeielia4ia. MR9 o ,r •• leaa •••
.aorua l•e11te •s eaJreeallieates -te;l'ie•s têa
e%Jliaa.4ie ua e• à.I\'J "'ut!'o-.
(W. Skt•••re, 1'76. J•
,
J,. aa nu'l'or!l cst • • 3 àe cuas ,r!lltces
T:raàigi•s ie ssu.•1•«• caca tua l uaa J•Si qÃe ile• liefiaiia cs••
rela,ãe à eatre t••tvÍIIillol • itee!e•a••· J'raaeesa
... ' -
a _car __ a __ • Bea•ltl,
s s•·•retuàe Durüe1a, slle:a• às ra1•• •• •
1
ser e •
--------- ._._ .. _______ .. -·----- --··-·-·-- "' · - ---- ·-· --- --------·-·- ---- -· -· - -----·--...___ __ ---- .. ·--·
•••sar «•s iatli'lÍtiue•, ttu• •aterial1zaa aos ,r•p.s1t•s 'ue Jersecue•
e• S'U5 açees;, :ti. e_ 4a _m autJ-
· \

• ' o • • • • esseac!al, • e
- "'
1•,erat1••t • • • __ _r_e,_r.«u_g.u_si.••elt_oa e •ateri-
, - ...
• .\ •llaaaia Tra•it•• Brita•1ea, espeoial•ente • •
--
1Aà1-.14ual1s•• •u• ,tareoeu, • •1ll•s ia i111s l"9pd.1.l!l
•• i•c1•l•c1a, • u.a::t el)eeie d.e • • • • • • • •
..
_.r--•.
. . -.

l· •s curs..s ole a9Õ• e•,reenolH•• pebs i••iivÍ4uns sõs frute ól" e:xera{eh
I 4e· seu • • e ie -. •atAiie •• e
. . r ,
__ ;. "Sqo • • • s i • • :t tt CP-leu •• seus 1a-
e• situ.,q;as •s)eoÍfleas •• 1stera,ãe; a ••t•"-oc1R. ia a,i. ia-
•1 vi&ual é 1atr:aasoealiÍve 1, jft tt 11e 1tl m•v àe ia s•cieàaàe eons1ste ape
\
aras. ma __ çie •_ o • • • __ __p ___ __ tue

A aatureza eaiD.eat\!•ente f11•s•t1ca àeste trgtalà• nã• aes permte
• •
aecli:enciar a ia,•rtanciQ «•s estu«os \Ue tea • ••strar c•••
certes eoael1ies __ • .. ...iJl•l-
... .. - -. -- . ... .
YÍclu• eu à ce1eti"'lcajs • J.
• exe.,l., , Jtt)S t r a8a1ll• .. ente esc1.a:ré.._
' • .. .. '5 1:; 1"1 I ) \ (_ .l_ 0
• ! JIJtllrtâAe!a tu• __ . _. tn.4i _,a.!Js .• \1 ••
- ---. . . .. . . . ·--···-·----
MttJUl'!' 1'\ei•enta
1
. 1 partir •• __l\ella • • lfR s l{,yq s C1. sa U.enta
. ll.Urekal\\;it' •• Al';l\ilf!tltS 4efxqra• 41e se •• termQS de t1lcu.u cgte=
6' .:;.'..• ·; \ {..:{ !"I..
: e::ceaJtl.,, ]lfJYfl, • t'a•Íl1,., ete· ..
; • • • a -.. s1:ntfiara41ft •• ante$ !!, !1.!.1! .1!8..!A c••.,
! 1alliYÍ4u•s• A •sse i.ater.no •"' 1ll•ivÍ4u•
t1pct ie iisti.ll9t• extenu - Q !l•r•a ••41ernQ «• c l .r1a. n àe•ew. c••4Ja a
-------- ... -· --- --·--- --- . . .. -· ·- ·- -- .
4esejar reccntllee1•eat e ,.r suas rea 11ZRties • .. • • art1 s -
. _. • 4
ta àeixa àe ser ua artesae • Jara t'aaa ,ela
..
\ exe•lenela «e seu la'!!!!! "u 'e sua ti:p• ie retlexi• aes aj•-
\ ia a eatenàer •u• certa s s•o1e•a«es, •• • • • • • • • 4a sua
\ .
I - - '
1
: • • • uaa llel 1al1 v !.tua 11 11•r .. pos1«J•• a ee-
let1-.1sta etes Jrevale<l e&te. A 4.e·M. Kauss •ue
\ '1- --------- _ __.
- ., ' · ........ ... _ - .. . ,. ·' ,
• • sa" _ãe Cfi.Jt_ta_tt __ s o Jlá
. ··-· - ----- ...... ---- _ ... - -·
9$ . t z .!l&St'$l'•ara• e• • • __ Is
Vi ia:
-
A ie - • • 4•
esel"\1.11..&\ - an"' r;qtA!"eee •esàe in!ei • na
, _;
h i st l')ria • i• e1Ara t(UAnCtt àe-
«" &i r6i f ,., e ·llr!··· • tle ·
--- -- -- . . # #
• • e ar1•1anl; • ste
_j_
'
me s•n e as ,r:t•ei r:'l s ses 4, àirei-
( ••• ) t ae • ia a•-
ti---tie • c••o sujeittJ •• i1re1t•,
ia relic1ie, _ _ a
• • -•en te ài ta.
u•Q ias raz;os pelas • ne-
,;es 4ie 11•er•a«e e • • • •e-
.,
.. • • tantttt tellptll e ;3_ ••

\ 'u• se fazia necessar1• ecorr(,r
;,., 't'ii-l'Yei' ntê -.as nt:t ...
-.8it;rrui-!l (úê- a_ 1l•qâ• •e •


__ e ec•n;"i_C!
.. a 1ntt '\fid.ua 1 A no9•• •

(M"uss, ,_,74. ,,. lZJ-4)
A coast2t4tyae àe • •• • 1a41vi•ua114a4•
pu4er!UI e•ers1r na àistéria reeeato aÕ «á res,altle à ,ostura h1st•-
r13ista tue teaàe a elass111oá-las • • • • • «• Moi• 4e •
Ga,italista. Por •ais ttue as c•••it;.s __ UJI.1:.'U'!.!!! • «e seu
.-··
. , , , ,.
ati'fente se tenaaa s14"' criatlas a.• lenco llies u1t1••s na11 se jus-
____ _ __
• si_v __ _
• aai:s • t'4Sse su,.,r ,u. 1Acrs(1e:atfts in.teleatuait e
___ __....--------- -------, ___ +•' -"-'------·....L....;__,., ___ __________ .... - --- .... __ . ___
p•l:Í ttcs ... • • • lli!'J neaa ll<dwent• e ca • •
- " 7 - · · ·- ' ·' .•. - .••. - - -------- --
•• JOl'lll01I!aiA à j';


' .. .jl
a __ • atriiu1r llatur.a.111 oe•wf jw
_;V' 'j:.,.-t}; ·-- · - --J_::t!Ã_r:'L __ _ f-' · -
8:ll .. • tttte 1 rrct •ut i v • • •
/«•, !'•r ttrazies S"tt::i!'!is", ni• te• eu a1s-
j se aãtt Aere41ta. Ass1•, q., tnvés 4le l"ca1 iz;>ra"'s A t.snte • • e
I
!
•-" lUterlliade e ir.. 11tia àe • • rn; • a..xe -=wew:...
t
1
o
::>
l
J_/
),_1


-.
s• ver " wn«e •e t11r11a. «1stinta • ••1(t'l11aca • eatãtt es-
taa•s i1ant$ «• • • nã8 se vive estrita
Nesse • • • 4e atriiu1r-
se • tn•!vliuql ( ••• ) • a•-
eess14n 4e «e • seu
1ten;!l 4e sucu111•ir .na 1.uta eem,•tt Essa
• • 1a4i'f.i4ual eri..-.u •
t1VJ., isto é, • • ê.e c••
sua si tua,ã., e· s•l'ies
causais.
OM·:uue!a, l '6'. '. 57)
- ,
oess" 41\Ue, a• 'eat:ru1:r l'w.liamsnt•s «a
---· . crt.ni1qies à eelesãe ea •
)'• a a'luisi,ã• 4a Jr•Jr1eia4e funj19ris ,ceixa 4e se •
' ,.r iteie «a aera•t• se ll!t crescente • •e a'tl-
-. 4aata st1 t.Y! através 4a eiuca,âe • se llá a 41e •• ceJl-
'uista r 11.tueBa, e11tâ• a er••• s t!c1a1 }ter•• a yeJàa _n.c-1-4-e.z 4ne t•m•"•
, 'WII"!! , #
U..•cu"t ___ • • .-.a• àa. 41m1•A ie tue a
4iAs relaties Aler;1."-uieas estaaent11:ts revela-se cnniiqíie fe
, ., ssili l v i lia . ___ .. i. . .. .cu.o
c_,. ti) :fli• i a u1n qri i R P"S1. jq 1n41-
v.Íiu• ceiX!l •• manter-se 1na1tertivel •• nasoiaent• a ••rte. Oe• is.
ao, t:astaurn-se a tliut urna a•a:petiqíie i a D 1ai!v!.tue l uta
• • eu •

vicêne1a
-•• ___Ie __ u.ti11ni.e._,s._
oi.al.
--- .-·· -
T.e•as essas aÚ11ses ee1x:ta clare ,ue as • ie ti•eria«e e 1A-
• • 'ue pravalecer•• a 4a

aie resu1tsraa
.. • àe .. Ullla v1sãtJ1 antrl),.,c:;nt riqa_ Às •1rere•tAS
entre tlS 1ai1"fi4ualilta e "•'teti-.1sts • conse.
,uêneias •ea-'tfcas: • À 4a fepUtq4a
••r ••, 4lisfuzttyMS • àestt,u1J.Íilr1os sec1,_.1. s tê• 3 trllu{«$s
t3ilt!l ; 1nte1ectu .... l •• 1n•t•14w.1is•e 4(\!Antr.. ... pr••••Í•1• ••
( ... ' ,. c ri t.z m i1SUl n • •• Ar-
eelia,_ •e • 3peaas L•cke •
A!ia• ia1ta, •as ta•••• • Cal-
e • • • • si• ataca-
••$ J•r sua e•acep9ie •• e••• u. sia-
ples 1aiepen41ente a• iavés !ie ser
-=-----· -------- -------- ... .... , .. ........ ··- ... -· ····- . .,_
vista • • ua ser easene!Q1Mente seeial ( ••• )
:1 1• é •• 1 re ..
• • fuaca-
aental. ( ••• ) a __ • •
ti .•. . c_ri . .J.tã .. e arist•t,_l,tca !ia ei111.-
S'!)C1al •• 'P•rt3.ntlll, sttje! ta s••
--.. - ·--·-···· -- ··---. -... ,_ ............ ..... ".-"--·-·· · ... -.. ---- ' ----·---
• aspeet•s, • Jt•ste» sen1-
i•s • ..
( lt9rt•r"'' 1:,46. P• 185)
·;;., i·:·:· !fossa é ,q àe nitt se A stt,ertll'r14a4e
'"-....-
( ::. · • :::::::: :: :::::' c:::c • ::::: •:: l: .
. _: ·- ?: .... · <is ..• Cu11pre, !'lntes •e .t:taRli-
'(?..: €"-:i· '
eritJ.eqlleAte • reziea R4uztà:as c•• vistas le,tt!Jilare•-se aoàeles
,. ...
1!l41•14un1.1stas 4ft ex,licatJa• ••s ca s•e1aat114.q4e.
• • àa deaerre .r9t<9 ie _a
':' ....--.-- .. ---- ..... ........ .. _, .. ,•, , ... .. . . .. ....... .. .. . "
•u19ie Ce exi.stêBcia priv1Je't"•a alce - g • • .. • -
··-. ··-.. ·-- ..... -···· ... .. - ...... ..... .. __ __ .. - -- ---··--····" "'' ''''' ' ''' '" ''__ __ . . . ..... ..... . .... ·-· ·-··· ··--
'; • • c_.._._ ___ __
i; .
tat1 v ... !l'.,ra 4e teC'ria s
·, , .,., #
1 __ .L1.a.l1L"f•1s.- ,.r-.. -sua-·e.) a e! tiaà-e-· ex,-1-tea,ti."W.a. .... . .J.tl,_ .... _. __ g •
. ,• l :{ ..
I , , , - :\

\ -
rt·u •Jl:1stêmic,....s, n•s ,q .. n• ttu• f'lS .. •
g
1
à ••11a _4•s àe • a ••
I 'N ;:·. ·.. · .. · :·
1. •••er i illl • r "' ill41vfàa•s s a •r4aas • • ll
/ rj!•1•nal1àPtie .te • se a.strar1a eareate •e • •
l .. . . ,
.: ' t•• (ex,Plicat!v_a), _a1•4!. ,u. ser .... • __lo.'-1ti1laY.eJ . G •• , ,.
) ••. -• o .. "
· .. -, «- tia ua se•rêv c3l•Uvet' (caJaZ àe •r•duz!r a aapla raaGiela-
,;---j 1 ti• ca 1nt-uu•1mi•-lll• rae1•na1s,
, .. ···' L t
. àa • 41e Ultla D1re9i• Ceatr.ql Ceasciertte:

v

t;;_

C • essa e•ace-pqie
ne cessaria •ente 11 u• si ste•• D"P \Ut! 1
• m•••r•.s ..... •
--------·----· . . __ __ .... ,
aer.,s ias tttlt.D!A.t.._. __ 4a. - un1 C.A--aente ... 4i.re.ti-
-- . .
... 8S t'"llr .•
1 s se àe'fe cresftllen-
- ........ .
(Hayek, 1_,7,. .,. H)Z)
\· ' ..( . -· ! . . . ' .. '
ie, ee f'nt.,, " • • eàah--_.. episte•ftle(1e•,
• • sul1sar e:rtt1eaaente •• )Ir •eeà1IJel!ltes I•• jus't11':1:ea'1Ã! eJi stea1c•s
. . . ' . . \
· ·., 4. V' · , I
\Ue ree•rre.il as te•r1zatLs ,u. • a existe•ete·vcê· c•let1"fes.
. , • . 1.1 T I
fieste tratalae. e • êe ll•àtil's:r- :.. &'-1tureza •• resJal4e te.riQe
. __________ ___________ ,_ .. ----.. ._ ____ _____ ........... - -- . ··-- ------·- -----·. ··- --- - -- _ .....
\Ue --=*••ri·a s•ei -•1•c1c!l te• ,.,..,oro1Gma4.• ae oolet1"fisae ,.1$t1e•• ...
_________ _ -·-- ---·-·-· ----- ------- --·- ·· -·------·· -- --• -- -------- --- --........... ...... _
• 1nteressa4•s em • • • • •

• • • a senlCJ• ia tia,ãe· •e Iii te reates
,
lica«es ce1 celetiv!s•• ]Utlit1Ge •
...
l. Ka Busca ci.t
-, •1ue "\(rt '!'! .. .. • •
- ........ . . - --- :•'J ---.
·', • ...... ,, . , ,,i ,. . •.
- .. .. __ •
' - • se «a, •
ft.' . ' --- ----------- .. ----.. ··- ·· _,., _____.... \) '( -r'"('í''' . ·--·-- -·- ---·------., ... _, __"'·------'-- ·----- ·-
•• ·••c1a•!l14Afie. !tsss tft.ai:acir.a Ull lli! ie fea:nea• (ao
,. · ····· ..... .. -·--- .. -... ......... -..... (_ r'j: = ... Sl- .... t\6 .


eas•, sooia•i li.a.Ca-) nuna • h**•=-• t\le""lJe caraclteriz4 a ' -
l
.! t•<tria eiel'ltÍ!'1e• a••• u.a e$;,.!eie •e Cecàl\ue .m.étic• 4e uaa !tealitiace
( sttoial) • si MS!Il;;l exi -'·! ... .. C'llll11) a
' ... ''"' •' _ _. _ ... , • • •
I •• • • f'lux<> , .. teRdalaente"
j
! . é ti v"""'· ·
. etc ' . . rr '-'-"· - ' \ J
j • pritlle ir!J • Q <••)
\ e, aun se:unào • ___ .. •
I - -·- -
)
' I
vls_tn ___ se1 et l. Vrt 1ue • • i:a :re., lisl=l d•.i e si •
I ' _,
Dursn.t6' secu"".•s, s i,.,<dal v! v eu a ••la • _ea.
• • • - w--•-. - • 4 -•• -· • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •• • ·· •• • •-••'''' '
• • Rsta«•, tal \ual J•r A P_tlÍt1-
U. ) ende !leu .a 'ue st';es r') tue é 9 !'I (Ue é UN
)d14a4i8?· • tue, a • 4a J1loset1a Gre,a
7 ...
, :a tea«en<:ia a sulstue1ttlizar • aca•a
lti'!S<luta.nd.., l9l'll*11 3. a4•ti• tle ilcU11a f4ru Ist•
I
:\t.l • • Se , 9$01:tl é eenct>'t14." Cf!tillll .,x1st1•«• e11
j sh_e .. • • • ;:;:<e>:t"
f • ... n4..a_á __ _ e __ 1_a!li.Y:ÍJlue
, ...
- 1nstRnC1lil cle __ __ Q_t).2lt.:Y1.da
l
__
,
t'l • aJl-
teri"r

e ji 'ue
e necessariamente as.
· i -..'lie é
;;.. ,
criaçafl"' dn e e anteri('lr in-
<di v é:- a de tu e ct . .-inái.Y_.Liuo.,__tJL-'lfttlo
... ,
nao e e ttue,
' ---·'"' ..___ . __ ......... ... .... --.· , .,, _,_........... - ... _, .. .. " "·"•• ··- .... , .. , •, ... .., . ,,... , ...... .
--pí5rtant01, se a das
...__ ,_ \
\partes ae •
. ------------------ .... ·-· --· -; " " .. , ......
<: (Aristoteles,. )1943. p. 55)
--- • •
\
.....
recer, solretuG.e nas Cultllr8.s CIIUl ausentes cm pn roas cde 11*er-
daile das açnes dns "cidndÃI')s" Vl"lntace Geral
à.tt :!staàQI, a. indi vidwd.s af) pretens• Be•-Estar da Cnteti via ade,
'
-.. /
1 0
etc. Esse t1Jo de co.m •Ase na ,ual se tenta justif1-
- ' iJ '('/\ \"•{ ) , ..... . - ·- -··· --.,
cnr fie enspe11r t) un1ct!\ __ de usu.t.rn1.r .. ...
l -.::--------.....___ . --·--·------ - · - .
I · -- - I
i rer.!;..lJ! _Ja __ " . Est.q et.c. _) H t .e!! . .9f.'•.r.\ ...
f-y;-eu .... la.,. __ está na raiz dns s Fttentalt'IS ns 1n411-
/ vfel.uns per,etrRens e.11 nt\lle dos Cn1et1vns.:A instrmnenta11zaÇRf' dR a1ieRf.l-
da liwercaàe (indiviiual) passa A ser àefendida ea nnme «e f1-
J_1a gã• _a i!fi!!S ..
, S; •·. ' -_: _! , '('. · : .R'\'< ··

cr1aàns em tuaçã0 da e
llnãn n .. de
· (4J«'3e> >
.
...... .... .·.
- ·-' ,
( ';··
l
. i I!
,· . · \. "- f - . , ., ' . ' ....... ., \
Ora, • .ra.t• de_ aAtes __ __ ... . _n_· nçif'
·· ''- ·.
e: os •,«es espeo!ticns cio vivenciá-la, aã• s1cnif'1cs.
.1 :. l i d
-· 't-.. .e
}

;: .. , - ,.
-r: i :per is se, • f)Cerrer erast1ca s A. lilter•a.cle. le nan

i :altrt:J,ara"s ua • a 4lUe aa-
\ ' " . 1-,..: "-"L" r
{- '-· )j tes •• dese'Ynlver.s;e a. L,;cictt fa1_ac1tts•s_; pttr aa1s
'ii - .
\- ! ,u. s..-.uaéss•-.. • • i41ent1t1cA-1.es. •stan•J.s, vi venc1P, r- se
\-- 1ntliv:Í41uo __ _, ... •
'- . ._ n;"' dtt ser 11'ldiv14iuYm, . ·
- ·.._t
1
----- -----------. -- --- -- - .... - - _ _-___! .. _f I! l..ç._,!.)'-' z .. _-! .' •.
_ As .. .. seus . __ exec.nta-
...
. , : _!ias.
r
I - . '-"l

\.._:. \
--, ...
i
( -
• ___ lfesse sentitht, vale lemltrar
,..v
11,ue as precl•mi!!lsntea aa I4ace Media a SI!! lva,ae dG
ae•e• cemm resultafio ela suprAnatural, cnan -... atest& s ep•-
r-l .... --·- ...
siçae entre a 1:1v1tas 12§1 e a Civitas l,amJ,Jl!s, sem deixar,

Cftntud.o, 41a s'a-.lin&R.r • S!!.t,ll.-á ... o .. ....
- "j /
. \ .A} ,: . I I I ( I ; . . : { ' (' j . '
. - \J • · v 1 1 tt 1,.. ·. _r ,

I I
"' '
c. é'
i.- 1 I i> I,;. -l " cJ;> '( ( F ) . f >
ta a • vÍ4iue, e de sua li•er•a-
8 inÍei$ • s'cul• mftstra, • • •
e ni!!!S s, tendência R encurar • a lilterince d.,
aomea, viste • • e s,écie, se àanà" nn plann •a realizat;ãê de 1àe-
a1s eeletives. o 'ue ,ue, «e ___
, .'. J:_t .; )'
• __ _ p_e}lSali'l8nte, ... wa .. se petu•• em Bn,ua-
o t Hd /.. Ot- <\..>
eramentos al teraat1 "ttfiS· A vercade - ,ue s"cial sempre se
· --· 1 r; J
ras;.,s'Ypara debrfltsr 'ue n pmtenc1e1. àe n(I)SSft l1•el'4iatle
, , ,
. < es ultimas de nosso penaar, 41esejar e tazer - estA em lles
(ea cada. um de •a cruJ• (classe, etc.) Até em Deus.
As prilleirRs se "rete&dem c1 entifieP.a e
_, • ... __ .... - - -·- •• •'• o '-· .Oooo . ....... •
desv ... .. s ... • ..... __ .. .. .....
:;. ' 0V' 9- .t ... :,[, <t><j i:Ji!.JL<>..A•·j
rep rothl2 i r __ .. s • &up }'ri 1
fti')ViElacle., Jnr" ftl"' ie pretendere• )'reen-
_c)ler -. C:A'Q entre _ . ... e ..

........ ... ··
se taseiP.,

eJJ sua f''-lrma sistellaticn, n,., cnnce1ttt
cie Sfl'CiA.l e De') proaleWi àa •es ... r-
1Rn1zaçãe
.... M. ..... •
r e __ ... .Ji.e __
faaÍlia e e a. e_s
__ • e __ .. s1111 C(L'I,II,O
• a tedA reje de •
... JH=t_ra .a -esses
#o . •
_ CJ':'IIt_, __ e.eat%&1a.ã
(lUslet, 1,11. P• 3Z e PP• 33-4)
A '"stu1açãe ees se t:l.J)n C.
,
i"s at'-"mis 1nd1'f1fiua 1 s e
.. . -· .. ----·-·------ ---
te, mais R em 4ns reA-
• ve1 s a .. .. · .
..... ...... .. ····--· t
__ • • c.r.up•a_Vxs.tatie. Até se
.. .. ___ e .... __ • •
I· "" .
/2
. .. .
e:xistenciA •u• se 1ec1 tiJMunte ___ A __ si nf'
. . . .... -· ····· ·--· ............. -
Gpos:te ea • • adweat"" & a ..
especificar fi) 4ntnJ_4Íc1eo __ • • _1aterllediá-
--;;r· -···-· ·- ·· -·- · -··· · ·· · ··· · éj - ..
rias en si •esmas cnns14eradAs e nas •
·- . ............ ---· ... .... .. .
'!!.!.• tipo ce ... .. f"U
·., thts \Ue .. c.cmstitu••· le n crupe é vist• coan tendf!l viela
--------·-. .... ··- . ... - . -- .
,.
Jln4ie-se-llie cmnfer1r a.scentlenciA n"rmti'va e pC!I<àer er,ntr•1acl•r
4, ,
.'J • 0s 1tuUv1tlut'l'ls. K se Jtstatlo GU a e Ct!lll,., Ull au ..
.....
- .
• têt&l e Alran,ente seu • ee as concutas e
r a. 4le certAs ."di reC}t;es C ele a ss111lF.lAr \
\Ue "' f at"' •e se tent nr _:ust.if1.cnr· àa exis- \
I
. 1
tênci" de ,rupos • • ..
, , I
"1;1 a sociflll•c ia ·ap scente 1an:me a \Uere1.f:IS a. Ate p"rque, 1 1
__ pr•,4t•t•s po4i1a&-se r .te c1entÍficfl s sem ti vesse11 ca-
.. c e pr•ver a•e,uacia just!fico.çio pa rn. sua$ . JTf!ssup.,_
- , ., . . .

______ ,.. ____ _
A
tenaa 4111illuir ti1stenc1a f11•sGtt• le-
)cial criara entre 1zuUvÍ4lut' e ltstaae, a verda.ce é 'ue a tles-
rde inÍcie, tem siêo asrcad8
l1ít1e8 Ant1--1nd1 v14iual1sta.' .te ericir famÍlia em unid:cH.ie S('tC111 tá si.
.. MVB • • ".": ,:;,_
mas patcmte J'eles
e a fie fcrtrçr;l. exp11cst1-.a d• sua c:teatraif•i an tA-
{
- , ...
11 li e. fazem cM: \U.e .na.t!l . .-.t .enàam- .eomo- ser . j-u-sti.f.1-
rEcluzr;am à snastamc1n1.1z•,r;fl' 411'1\ na. fRrr.!í1a1
. ·· .• ... ·' ' ,.\ ·· .
S Ull s_! •uR 1' uer eleve
rnente ,'ser f"'rft'lacitl\ 4e e .. !ll.4L .. l.U ... -·
e_ !1iê
a4.mite tue se CC!P.S1iere. l;l St\Cied::! de
c ... Cll\lt!f.l!'.a.t e . tle ... 1nci1.v.Í61u-
A ...... ... .. c.M.siste
( ••• ) 1. eoacepçÕ J
constitui, per sua netureza, um interme- .
diárie 1nàispensível entre a 1cé1a de ill- \
. , .
diviiu• e a de especie 4U soc1e(a4e.
(«!•llt., IV, P• 2,4)

( ...... ) • aX14tsa ..
.J.t ..
m! 1 •i .... '!! s •
A ei.a. kurnanidaee 1ndivi4i1lf&!,
prf'pri cU t@!S tui urna
lise n1nts \Ue
(Uet-eã4e· Clfssf\lver " existencie 8ft
, , , t 11
!aves ele- -.ue se crna Ar . -
n ( ••• ) Uma se-
c1eeaàe é, pnrttmt•, ea intii-
v Í 4iP. f'f'lrl'lA C{Ue Uma SUper fÍ eie cee-
a;"" ;., é em 11nàt> s UtnP 1:1nàf.:l elri P""n.-

IJ
,
necessj. da óe de defender a
/ fu!!tçN,.§, ell snci"1ne:ism('l/cr:lle:t1-
l '' is""• r .. • uÓlise do . s"'cia-.Htdade cllls
);')
@...rt\.S. ___ é ... ati.tu.éie.. (1nc1d1nfCifl eM pst-
)
\
. ..) , ,
• _ (ca.r pr1aridat.ie inci,lidUt\'S e fa
faz c•m 'ue prednminante-
D ,
:nente ap1' eseatad01 cemo • unicn. sistema c:xp1icntiVC\ cap11r. ãe efeti'Varoen-
"
·;
te elocicar e e a úmico àf.lutrina c•• um sultst r nt f\ éticr.t ca ..
de pT('IJ)iciar a •usca e_,.. . .sem n s cie
çiê f>t n d::; "!' de:m s .--eis,. fies se s ent:! dr-., !;_ .. ..
... j) , .
envr'l,Vi! pressny;.,siç c-es à ,... qne €
J;f·cn te de d ... • __di) s ___ ( 41 ft'J_en,sÃe .... ttnt .. @J .. ___ e ...• (!I
v ls.t n _ e••• t _Á.r1 ie ' .. (r e) p (.) dA f!lr_-
é.e._ . .s.oc..iaJ . . .. r. õe- "Jj_sta P'-'r
, . -
e e ee \j.Ue Q e)çon J>ttr Ull tlp@ de preSSUp(IISiÇAfil- ee !nà1Vitiu.AJ1sta
e\1 cttletiYista - sé ... suseetÍ\'el Ele acle\uaC.e ae interior
- --......------------ ··-
.. se __ et'et1vaaente ,., tue
- ·-- ...... - -..· -·- - - ---- .._......______ _.. __ .... __ ._ ....
,
• .
c1ccl). A mistura 4ilesees tea t"ei flUe Q _
' i n, se arE; tudo em sua ta. se pi ,neira, S€
pr1a:mr4i:lal • 1a.is êo __ d._e .. _e..la.-...r.._.,.:.n ...
'Y"' .. ... ke..o_tlP. .. :s .. __ .. e..r .... 1
Jl on t.M..Ji.e __ y_ls.t.a __ re_ç r e e 1 à e" cu..
-· .............. ·-- -..... ......._.- ·.-. .
. ....,. , A
.. . .aua. e!1stencJ.a tet'fl
•e .. __ f.l sensf'l 4etendf'P r fi
,ue aá ser uma •e n existe
lj; • • • existente \Ue su•s rede$
L C$nse,uem e.:r.p 11ca t i vurrl;n te rec ccHnl!!"l 6 e co11Uc1rrtente.
Mesreo 4\UD n4e 4iei:fa e;.e R G.ic'"'t 0l!J1c r m is prenuac il:.Hà;a entre 1n ..
!
. .. -
QJV e e _ a ..
• a S'-'Ci passQ. a ea-
a espi11hnsa 'iUestiA r•1at1Vtà a se as
j) _ ______ .... l
• e.ele't.tY __ ser descri tas e expJJ ce..Gr. s a, PR.t.t1r /
1
.. s, ... «as _prttpri eCa.fies presentes _ I'IOS
1n41vÍdu.•s • eu_s_e __ su.e. .. __
1
' ;
.. ce_l!l 'lfe. &pel'll!l s • estucie ti01 efett(.) ti\'• .. '
- N { , -
\ J _R•UY. __ J; nte pm j1ferenc1a r- se -.
I :ii iler«a,eli psic111leciea, sec1 tenàe nãr'l sf., e-' A_ i
j tamaérn sUP ee tr.f'de1f.'r a
·-·-------..-- ---·
1
'" ., . 4fl r! Cir intHvÍà.u..-.st
,. ' . . .... ..
........
A • f'lfSSUJniU ff.trtna fie Ulr. Of"VC')
ft• sécm1ft eezenf'IV.,,
• ele
.s"' r a s om p (-! rte p"'r ests :.e 1 ecer sutmer-
si• • •
b , ) J'y }! .. i :· ·,· :-.!.' . C>.J- \S)·"..:) .. i
!.:::-.c' J , ··-
cie Plati• e Ar!stótefe-ID s=ÃG 1lll
-------·--·· ·-··"""' • · · · ·
' claro a
es sa atr1 Jm.i a"'fl parte ca • • i. su•er ..
"------ --
.. e 41• hui1•Ítfudl .. ..
I' !'"" aâ •e
Derr.t.a.ti1l . .a ___ ... ..
, ,
:r._iii l __ Ga .... s.eire .. seus Jne.Jll_.,:rr.s. :fr: tf'< cie l!
passar a se: r 1.sts seu P""'Üer ê"s nã"' IIJU..
-
it b. ,., ,
n4ft"!tF> 4is pe
1
G $•-
A 1"ntevn da inltiiv{eu<'!> 1\"' Cl!:\1et:!.v,., firec:tsn ser
15
. ..
imperceptivelmente terrenn àa s mais
darnente se prop9e a artic1ll::lr a. inG1v1du-
-- · -· -- . . . . . .
al Cf.»IU a ___ ' · · colll vist;:'l.S e ev1 car se enre da em ia-
__. .... .. -· .. -·-·-··- -- - ---·-- · ... - - . .. __ ,
t
, lO , t
:ente s- dif'1cu1 da de s oz•las · : C«l.!!t() sa•em•s 'J.Ue es eJB nos-
8.') explioati"'e.mente o 1nd1'Vii.ua.l an, instituci•nal
se • <1 _ Cíl.d_13, .'.UllL tem de iempre clUe .f"'i ·'"l ·illri grlda a
sua s in: u1fl !"i dada n JAUitns ve:...
..... ... -- - -- _______., _____ _
zos p<1ra A de U!l •u tle um.q ittciedade vistq, cemi)
qcl 'ql:!l das s dns il'tdi pnr A Exi stên-
cta e P"'r e ncn rn!> r .. l:j . Uiaiversrt"f e .. ,., Be . s;.
.... ____ . .
veis a n verdr:Hi:& • '\Ue • .. _:uro. . . rru .. u..'!la
..__ __________ -----.
transceadeate pnde ter raesmn significA o ne. me_di-
- __ . ___ ___ _______ _ , , , ... .. .............. •··- ····- ·----· ·· ·-- · · · ·· . . ..... . . ... ... . ....... . . ----- - -- - . --- -- - .. --·-· · - ·
)1 •.q em __ .,s cr-lSI")s, tencie-se n SUJP""'l' àe uma _i.as-
da C\l jl'cl rac1oa11dade J!1ã,., Ó encar" i<'! resul-

f\ Gia ___ CiVersas &11
,· __
À ;
As ciencias estudàm ns
1Uentl'ls part1cu1ares 1ad1"1Ídu,s, e s111 as
ati"' iialies 1n.terre.1a.C11tmt<in s tue•
"''U :;evalall A. tif'l crupo. 1{, estuà? cau-
iaçA• SEtcial na.., enfrentam,s • inter•i:aavel
tarefa Se eXplicllr COi!lt) e p1'tr ,Ue tiS el:t'erell-
tes iniivÍiiu,..,g atuam tiifere-.temente n.!lS cite-
rentes situgc;;es. NÃI'\ é um prl"'•1ema àe
...
v "'C e se rt.l! , !'.et __
-,, ! !!"n,;s:" .<!'l!ls.tl,tui •
( ••• ) As ciências 'e
d..,s seres
J'erteneem mesm.!!! eu1tura, p..,ssuem n s mes-
:M s tn st i t ui ç ;e s, ue enfre.at,qs juat tts ns a e s-
• que
1.,4,. ,. Z5Z. ,eri.t'tt nmss13)
Apesar cie de existência cie urn pareeer teor1cAJnente
ce ser justificaia •• \Ue a ce uma itcieti a
, t ' .\ •"'
verdaGe e am•as tipe ie
fi• soc.ial .n.uma or4iea tie • •

-.
ri c c • __ s_e..ct crtl e.c iA ns s .. pn r t:; et ue P"S se
-----------·-- ·-·-:·- . . . -- .. , .J
.. • cier.tt{tie•
I · r • "' I \ •
e pi stêaica" ausente ctts
·--.
, , A , A
C•lll• • _!tl'eit. 6 €n4em1c., na h.1St(.lris CienciRS SO-
__ _ ser C! únicn e. aàe(iJ.O
·c. SJ.1éCU1.P.tiv • !i141st.t·1c•._- n :, C\Ue em
\
l , ,lt. , I'
SE' O!i Sc'le 2 E·.Spec1!1cicl.éltle :Sr'1Cial,f'r«nte.
, . ,
nte. " · SUJerióri dacB"e • • so.c1e1Cec-
• t!\s :- 1fui1' («!l.,el1etll· · • :;incuJ.@ • • extstenc1a l, iesie n
t(;l clt!t uma € • até 'recellfênc1P. éti-
r: s pes snr· s . f. ...
- --- ---·---
s in.t'U"' Pri tl" C!e C.r:· srcin, li t,-._
: :2 i. a .. .. çF...::: . ..
!
j .. . ' , /'
v (ftn. (,'l se sni;nr<Una sirr.J>,...l icp, c .. lli"Elnte fi !ll"'ral rnente
---·--·-··--·- ---·· · -- ----------- ----- -- . .. .. -- . .. -· . .. . - · ·- ..• . ..
' '
, i : ; .. " .... -t , , r a "'·-d t , t , i
el!\n I!! • .. ... ..
, ! ,
G\ in41iv GUf.'\ e seu.s pa-
- -·"7" """" .. ···-·-- .. " . . . . , .. .. . . . . .
•ms •ss e s· p""r seu
SÕ.t7! n __ j \1. ílla St:;Cie.«i.a-
Q_e. -se\: 2· s, .g st1ci .,_
1
. . t '·
o, .... a mecess21"1amente om.. "l "'s: PR.pels so-
,
ciais cozo seus elementrls de anali se;: seu
é. a estrutura <ii"''S papéis scciais.
Mas, a("' reconstruir •es sa maneira anme•
C"'!-:ir') A cria
. -·· ·;;;.;-- .. _.., ,..
!llAi s uma. vez ra. si o pt•nlt1ema . e'·-- .
.,_,__
de com("' 1"1 •f'\raem artificial de ? · ·'
. ' / ,
s-ua annlise se: relaci("'na o
.. ,
r eal de nnss-a
1'74. p. 38)
_,
lnt e ress nn te flUe snci"'\1 _se i f.1Ç1.!,,,n._n __ 0
a tese extremB da a
<i,.,s" s i di

Of'1 enten«i.,ent.-, d·· s si tuaç0e s de cnnvi vên-
ci.fi, ncn•q su•stnnciali.zar o num sistema ste.llte «e
.... . . . .. .. ,
interações regul.R.mentadas. 1m da dern,asiaGia impryr-
_ _ ________ ..... #····---· ·-······-··- - --------· -"'' - _ __ __.......,.... __ , ___ __ . . .. . ..
... -.
-. .
. -
bs a ti'" ie vida que tea, p"ssut pi)der lie
causal( de .lll")delar !\S a,;es !Ul!• f"' • n exp1ic.!lr fl
, { .,
que c •
te a A fica sem t e r cuuan evitt:lr fera!!
ele ens"s S$ A }!)te ss-UP>r'1Stll!5 i co:s stn s. c tta fi 4le r
............... - ... .. ......................... .. ., _ _; ____ ---
N '
r.-, p1.tln" n 41menSF'tB
--- --------------.. .....
.. .
,
um m"'•eJ-" causn, etue am-.icif"''n:::) pr"'V:':'t r ctue sempre .. •
---------------- --· --
t\A __ e. repr"')(juçã, tia "'rtel'l s,..,ci,q l. Essa sulstAa-
•'(\ Sr\'\clt\l numa • l.etentnra à,..
,
àeve ser vista com" um lnterpr etativ• cir-·
• • ns ia Te ,ria s,.,cia 1. l'ar ter· amplas conseqliêRcias s•.
•r e !1S se !ter a ordem : .. ( e • da 11-
• &eve, aates se mais ser encarada •
------·----
eoaprttmetlta e•s Invftaa.r a wxis-
tência «e urna 'lteal.id!:tde Transcendente a,stu.r:na ser, Wl are.raa éi1'1s
,
etll•r.r.tes (t 4e um cnmiua r p,.e lieseNI$C1lr
\.\. t "'-';,.
ma • ca li•er«a«e em A1ft4A ,ue
.....___ _ ____ ,_ --- -
.. •il"H=tntiatt, ., c -mf'r,nt"" q_ue n..,s 1.eva a r p.,s1 9ãn
li,.,s 1n«1v cA1eti vns é ,renke tie Cf\l'lSei(Üênc1Ag.
preservr.t r "u
"s •
gentes • • ceve resolver
ns • e (S$C1e-
jRce). Nenhuma A$S
... ,
• e mis funcl::tmenta1
4o \Ue a \Ue
(lntilv1iu.a11s.lll9) e 4o que a q_ue assume
., J?r111ár1e •
1'74. J• 1'6}
- J,. ... J .{ •:- .) \. i ·. · .. ,· \. ,. ... ,
.- , ,
ti vi st1 s, i&ç.9.1a_ .. '\Ue a • «e ceai') •
as rel:11çies eatre ini1vtjuns e iQe1ejade •
- -·· ·-- ---- -···------... . - .... . . .. ---- . . _____ __ .. ___ ·· ·· ·· .......... -····-·" ..... ----- ---·--
relativa a se a ,rtlem sõcial iàeal deve ser ou
-·-.
. .._ .
'
I c
..
C41et1Yecentr1caa
-- 411111 .1\. ' -
1. Atr1-.u1r;!'!!" e:xisteD.a1'! P • e(!1et1VA.
z. n é • in 1•e iá 1iea-
ti4ade e pr"teç;•
3 •. \ v id.q tl"'s inài su•merr;itiR. n11 s re ce s cie iate-
raç;• pele
4. o c!lletiv (!I tem Sl!l•re es • • • e
- -
,ue explicrt su:1 • • • e :a su•C)rtlill.lJqae
iea stct! à Secie«a«e cea apeaqs UM mÍaia0 ce c•er çie.
... ,
5. propria, causal e ascen-
&êacia sotre os •

uma
- , ,
etica ,ropriat BeM
'· Per tuti(t isse, • celetiVD , .... o ,ue
1nitv Ídu"s fazer a ie pl')cer • Uaes sa<!rif'Íc
- r» ia àe su" lilterdnie - em jus-
e •
, . ... ,
rec 'ue li e c is :t v::1 _e __ .auseat_e._ili-st.."==.n.c.t:. ..... e .. l, c.,-
-----
'
! cenferi r 't eci mente v !•a él se a \Ue exp ti vn11ente
;
.
pRr Q Nã• faz seRt14• a
- ..
nae teaaaa tice sua ex1steacia • estaleleclca , poàer
í -----------·--............ .. .... .. . ""' ..... .. .. .......... .... .
/ «e • causnl e • •s iaiiv!au-
ie a tallil'l ca4e1a arCUJ1elltflt1va illieiar-se e•11 __ p_:r.e-

• e:acerrar-se c•m reculaaeAtaqies ce
.... C: . pape.l 4ec1s.1ve 4_e sua
, A '
el'1de):le1.2 • preieaild• «a teaceacia a su•statac!.!\ l lzação 4• S l!ICiAl •

• ... - - --·----·· --- -· - -- .
a ssim necliceacia-se e • •e -..ue t:lSsunqÕes «e existtn-
- . . .... - --· ....... ..
, ___ .....,.. ..,.... -- ' .
expl !c!lt!vaJJente dem"'ast:rnrell c•rreçiio d1=1s ,ue R_!)_S ____
• co!ll tr, "ser s.,cietll .. e•. àet rtrteA.t.,._ llie
.. ··- ---- - ... r

llie · muit r- s eatre
--- --·---- - -- --- - --·
I )
e inà1v1ciu.qlistAs, ·'p. P• 37) mfio àa
. ····'
'-.:'.:._;,___ .. _. _______ _ .......
,
}tre'ber1àe.., c•:u" a s1Np1es àas arvores 1.\Ue a cea-
·- - ----· ··-······ -·- ...
ses ne11ltuma reali4.ace pr4tJl"1a •u S(!m prctpr1e4.a4.es especiais. A eha-
------- - -- ·· ·- .... - -- - ;.· ., .
l'IR•a • uri ta1lic!\, a 1ucim•s Atti.raa, el\vij()U esfl!)r(j..,S soa-
.. .. ·-···-------------···--
A A
11r tue __ .. ·
tem, Últi11a se, re,ulariàn4es em;! ricas Sl':'l'•±'e ___ ? . ..
- - ------·· - -· ---· --- -- -·· · . - . -- - -- - ·- -· ·--- -- · ... ··--- - .. ·--- ·· ·· ... - · ········--· .
··- • __ !A.tctres imaneates RQS .
-- .
_tt)§l • •
As leis 4.es d:ll s.•eiec,..e •
---- - --- - _______ ____ ___ii'il'____ _______ -
lt!81S salil io leis !tq.-,es e plliX""'es
•·ns seres -ii-sti4·..; ·-s-iei.:.
---- ---- - ...
ns • cnntu«n, •
"!'leas r(.juand"' se • num est:-:> i"'J S<\-
• - - '
cia1; e • •
leis ci1=1 nl'ttureza • • Y
se nio se
--- . -- . - -- .. ' - .. .. . . ' . . ... ·-· ' ... --- ....
. num àe . suest!l!nci• per-
• ( • •.)
, ..
se.res kUIUllt!IS em S4 te• a.s
-·----·· .
• • "U4t às _ leis ia
túreza àtt ll•aea in«ivi«ll.!l.
• I' ,• • '"' ' •···-
(J. a. Hill, 1,4,. ,. 573)
c,..,m.., •em essa . teseda ...
---------
de da de c "m pr,..fi cui da d€
ti va S!"'Ore n esse tip" l'ie ind1.vidual1smn
ve1 cr-.ntrn a te!ndência a sncial numa
-... . .. "·---------- .. - -.
de rer-t lidade situada acia::l e A.lém o;,ue pensam _e fazem indiyÍuuf'ls.
,' , . ........ ,
lCspt!lsandê empiristas, n 1,nd1v1dualism("' _ co_ntrap.,a-
---- - ---- ----------- __ ___ .,,_, ___ ··-- - ·· - - .. - - ··- . __________ .....__,, ,. ,. ,.. . .
t'-' .. da lncieté. oase nn r)&serva ..
- ·--- --- -·-·-····--- ---- · " .
, .. .
s ele est1'1 ta 1tilent1f1c '-' e 1. . ia cl"'m nt:)-
- •-· - ----- ••• •· .. • • . . • ..-•. ,.- .... -- •" , •.. .,...... .• ,.,. .•.• . , .. ... . ,..,,,,.:._,;.,.c.
' i .! s mn A..! r 1 .. _Jt\!:t' . A r-. ·-'-u e-
...::,_.....
_f t'lTJ'lR pe l r_:, c.rlncurs.f:L.dé c . .n s 0s ..
- .. mera-s sÍnt-ese.s .. d.a .. s. AC:.;es e rea ç.;es ..
Se R cir, que se n" gru}'e é, nn
...... . -·"·---·------·--··
2_ ()
redutível à snma «()s de seus .memlr,..,s
- ------ __ ___ ,_ ....... - -- ...... ·- ... -' . '' . .. .. . . . . . ' . - .. .. .... ... ... . .... -· . .. ·-· .... . .
A cn se desenr()1A nos deve ser
rla mecanisml':'s l 't•. s_r,nns;vels pel('ls .Rl()àns de de
------·-· - - -···· '"" •- ---- -- -·- · -·-·--····· ···--


p,cie-se dizer que uma St'lciedélàe e apenas
,., nnrte cn leti \' ci.e um nÚmerr-1 ôe indi v Ídu-
Desl()c3ndo a entre nnm1-
e pRrs uma
1
nnminnlistn efirmAr
, ' ,
como s,., existew. de es,ecie,
,
jn se seu!
, .. ,
rnembrl"'s especte nP." existe., Sf\
dn Ges de umn sncie.-Inde ex i steJI,
ex! 4a Sf"'cieê!Ri'e purf!mente 1.
(H. Spencer, ,8,7
9
!. P• 435)
. . flS :rechAça, lln se em seus pres-
- --- --·--
P ÇR 1 através e a qua1 se
tenta r, eru. múi çn s0.s , pri ç: t!l étic•-pnlÍ ti en e"' Estaàe.
Ericir os C(llmpnrtament(')s indivÍél.ut"'s ea fl"'nte-. Única da !qteraçãe, coA -
celelid.o-es cs únicês da lHterda<ie, seria a.nt!-
'------ --. ··-···
tH'l R pArtir
....____ , ______ ___ - -··
v1san de inciedDde As principAis
-·· ---.. ------------
- dailes desse lie à(:"\ fat0 de q ue nan d ESen\llil-
- - - ·--------·-- -- ·-··---·-·· --- - -· ·· ·
v e instrmnental 1 Í ticf1 C;!ppz de dnr e tenç_ã(' a cv entu, is
e speclais q,ue € nl"ls _prl!lc6_ssos de_ int.t:.ra.çãn . e.atre. _in(Hv:Ímuis e11.
- -- -- --
---- - .
da qu;LJL .. n<=Jcin maiS. "' ':i ,s cus-
t!'!ls e &enet"Ícir1S em seu '1Cir, e.s se r6Ve1n- sc
inc;<:J pn: 111e a preender r s...., cir} " de finn1i&r-: à es e Cr"lnsequên-
. . ·· -------·· ·· ··-·· . -· . ... . " . ...
ci.tl s n9'o-pretendida s s 8Ç0es em si insti de
__ ....___ .. .. --- -·-- ------ .. . . .. . . .
e r:.e.t e rial. Um-G firme RI') nã,., nns de-
ve € cnmn il e w e nfqtiZ!il_ a ene'-'ssa r um t1p_, ie t e:r"lri; srx: i al
s . rec0nhe ce a de isola d,..,s e
verda d.ei rt:1 ..

1 nntnreza e n __ Cílos __d.et ..erminadns .p.r'l.r .... l31.lR
• • • - ··•·••-- ••- ' ,,, ••""-• •·-- --•·•· -• • '•
,
c i;q em S'lc ieda de sem tam-.e_[!J_ r !(Ue
- ------ -- --- - -
- ------- ---- .. -- -
# f - A
n r:n,.,dl"l pr"lS Sl. v e 1 ale crnnpreensal"l df'IS
, I N
:nenns e
das 1nàlvidu31S a
s seu
. drh Este-argume-nto dirige-se, .gntes de
nq àr:1., crtnt As te s cnlet,J.:v_Ls.tas ____ cla__ __ s_oc_ie-
__ de
àiretnmente __ etc.
------ ---------- - --
ViSti"\S c"'m.-. su1 t:enetis que existe•
Jjldependent emente d,..,s indiv !du""s q_ue __ "'5 Crtlll-
-- - · ·- - - -· - · - -- - ·-. • ---- • · - - • - • '

A v erdaà e é que n ls(l) lndl v idua li smn, bem !"'U linyek,
z l
aeaiiR p•r cera r e lc,itimar Uln$ fr:trma ..,•lÍqua e dissimula da
- -- -
# - - ...
e_ se
atem _ cnnfer1nd.l'> À p.,der espe-
-------------··· ---·---- - . •' -· ..... . ...• ·- .. , . .. . .. .. ··-· ·--···----
cig_l e ascendência nnrmn ti • os indi v Íduf'ls. Neste caso, q" invés-
àe t e rmos uma iu•st;nci;:J n
s-·>gêrlils'-' de !vir.. iAsti , ·;
- ··--- --- . ------ --- --. -- -- --
hurMnA c,...,nsc1ente e _ dã a irnpres-
s;i" fie de urna de Trsnseendente.
" da dR A"
. .,
li
! .'!11SI'\ indiviàun1ism"' •"' defender !1 dn e-stud, s"'-
---- --
----------- ---- -----........ -------------·-···-----..... ...... . '- ' ... -... --------.. ------.. ... '
, í .. ,
ctl\ntra S':!A p,...,ss ve1 cii luiçao em de tip,
----------- -- -- - -- ··
Mas gerHdnrns clA t'ra,mentRção
---------------------.. -
.. ,,,. ' "•' ' • · • • • ,.,.. . - r • ,. , , , , ._,. . • . - -·· · ·· , ,, ,,, • •' • • ., •. ..
4"" Sf'l;;!ial que se incr1pazes Qe "" qu_e. de
- - - -- .. .. --- .. - - -· - -- --- - . .. ---·
ns indivÍduns, em seu acir articu1adn,_ ro:rja!IJ r:'l Mun<dn lias
• ., ciais:
( •• um vivo
da especiticidaje do reinn •
f:) ni t ida ment e c r., Ull1- "1 • .,rdem <i e fn.tns heter,.,-
:êneos
que-
__ •
(Durkhei!J, ,_,53. ,. 136)
transmuta em • nnm :,ut,..,r Cl'\ffif1 Durkheinl, num
• • ------ ····- · ·------·--·--
Cl"lm tl"'da e de defesR epistêmi-
Sf'lgiml..,giR um de lnvestigPçr-i.., cient!ficn seria 1nV1A-
v_ingPssem, entre "'utrf-ls, ,-,g segnintes pnsiçnes de
in&i v i 1. t st q:
1 •• \ que cnnce n S:"\CÍ eda de CAmn um sistema de me inst 1 tu.{ ...
hnmens em vista de certos !'ias.
\,?

I
.. ,
E esses fins enc-"l rn Cl!lfl!l!l ,ertenceD.tes es.rera
e da aç;g dr,S .. ...
. ,
A 4.Ue que antes Q.a Sl')ciedade so in-
div!lluos, <!) S!"'ci.al ser Cr"lil •ase n11 que pensAm
e 0S
I ; '
<3. A que estntui ctue e d.I"Js h.(:)mens. emAnam RS ideiAs e neces-
si dn des que !'r-Im f,..,rm.q Ç; t"'' •
4. A que sustl!nta que existirem apenBS consciências
c..,tfl. seus cnmple.x,.,s mecnnismns v"litiV•"-C<:'lgnitivns,
ne l:-1 s que se deve euscr-!r a f,.,nte e R finA 1 id4 de de tnd a
...
ev,.., 1
/ .::. A que q.u.. ' -
1eis
ans n d)':ls 1eis ps:tc .... c.
- ,
A cnncepÇRM d9 qual cerrndA
:q esses dr'! 1evnu Durkheim are
tie> . •
- . -- --- -·- -- -
neoulese

o C!iJincei t" <J\e snclal coll10 autonr'lmo:
.. .. ..... ....... - .................. - .... -............... .. .. -· ......... . ·.. .. ..... ... . .. .
_indi '"t..i.liuali ect uiVA l e, em
definitivf)), q .. .. so<üJ!l , _prin-
ta i
.. et,. explicar " .fc+•
si•pLes, " )el• rio r, fl
.. } _!! ___ !l .. e .. c,ntratil to:;;i o
/Per ·r, n'rls P*-
/ rece men'"'s insustentav-e1; se
.na • 1tiea1ist"
1
e
·-- ..... .... ... - - . ... ..... .. . . ... .... ... ... .. ,
__ pR rte fl"' t"àtt, JH"'is tfC'Itif'\ nn4a e
.' . ' ·- ---·- ---- - ·- - -- ------- --------'" ----·-. ... ,..
; sem ns p.'='rtes 1.\Ue f'l( e P"de tirar
i , ' A
: d" ., que e n exi stenci
exp1ic1tr 1\U.e se prnduzem
pe1Rs com-
" f'IS rat,.,s s,..,c1áis __
cied::1 ie ( ••• ) .., que-- -;p·;_;je ser
...

(Durkheim, 1_•)51.. P• 32)
cl'\mpraensÃ-"'1 decret:."Jr q_ue cieve ser e xplic:1àn
pel• tndl;). ptlr,l:! fazer cil"' em si existente/
--- . . .. .. . -- ·· .. .
Í
, ,
pass ve1 ee ser conce-.idf!l de «e uma .!.!-
..---·- -·--. - ··
1
marcae tÍpica. Afinal, se 1\travé s e scrut.ÍniQ lim
I c"!lplexe
1
3 "luddar ,.a:., ,..,s hmloém as unidades dis-
1. c retas, de rae li')(! ar a. 4iR entre o simples
.. :tte :r . lM. li ç re àuci l"'ni s tn s . f,)U h i stA-
sia ç;es .u;11 d"s t<!rmns lia eq • Durkhei!l prett!lnde ea!'renta.r as «1-
ficulda.des · 1 dr:! s na 1\e m Sr"\ctª1.
. -- ----·
1nst;nc1e de que se
__ , __ . ........ -· ··--- -· - . . . . --·- ·· ··-··- - _________ , .,._____ ___ ___, ____..., __,
rl'l :; . ..,clal Ct:\illt'l e ext.ert"'r, n da
... -- - ------- - · . ... ' .... . 1
• ' A
f.n Sl·,-•re 1•-
!Li.Í.àu(f!') s. s <1c1Al, por SU'l <ie ti-
p"'lli"Jgicamente as aç;es dr'IS ind.l v !du':)s coe
_ex.t. r. !a_;!.e.c.rt
1
fica le,1ti::nAmente tirJDAda a 1nciepeniênc1a on-
I
(e a mnral) ca .if'lcied::Hie frente a mem•r(')s.
a C3 SI") c a S!P,!, a idade r atê s 0Cial'
, ; -
t,t:-11 l!tnt1l111C1CR. ou primqzia natD ia-
eJt su&tstancittl1z2ilç.ãft . .}('} extrinsechmente;:u!tpcasiti
vi ao seu sistema, os - À
- ; A
ttue a se cell::;ti tui "')rigem a que cerlvam di-
retr.tmenta da natureza 41'1s elementro.s - .. se..ipre. nA ::
..
à.:a e dt'l ética 4a s,.,cie-;

ret;u1:'-\mentAÇ;,

""'tl
me, •
q_ue 1:1 sne:1.ej,-,4e pft4e
ela um ie e
.., I
tnd;!:] "piair.ut e c,.,i!a ·ie

(Durkheim, 1'73. p. v1)
da que nns vem
essencifi1 em n(;ISSA
(Durkheirn, 1951. P• 83)
,
q_ue ha àe
,
A ser aceita
13 mais in&l vitiualistns 'lUe
1
ni ,:!l sicnifiea sse si r a c!"ng.l!datie dess:l aci.m,·1 f,...ra
c1'3mpo &as propriedades ex i ))i<in s pelas di sp,...si ç;es comp,...rto mentais in-
'
!
- t d -
di v i.uos. ___ iniiv_Liualis.ta e_oase_queate na"_ em en sal')
111ue, rifi ile vidR
' ' I • A
pr..,;ut:J.a__ _!_ ___ num.ri e speeie li e dimen-
. ,u A di
, , {
Durkheim US"\U. ,, p"'r"1
1
-iUe 8 S-":lcieté cnn•Hci"n.s ,.,. que e fAzem "'5
espaqJa.is, _qU.!1S6 to"'f!ns c:::)1c .. «e
...
-ILI:liltJJL :tem r1" Elscln me c,l:!ni sml"'s weill s se c.mst1-
i;_Ui!tm "''S • t!)S de recênc C 1 e Mttra 1
/
_ Sero. se pre I")CU1J:1 r em esta :te um,. • entre
(
/ teúu,s 1 ciea.ci11.nai s t!!!' l"lS ti v •s ti VflS/represent!1ci s t..iUe
, t"'rnart sua n e (e entre as) consciêRcias,
I
11 Du:r.J(l:\eiiJ se li mi t,q a sulllinh!:>r .1. força ii..tt a ll 1nte-
ll -·--···· -- ·· ---
[' " de n;!"' S(!} cententa em "''firmr a

n')V idade d"' !"'1 ti'!) em r que existem !"en;rnen"s tÍ'picAs
a R l'UIIII ,rau de mescentioui &a Gle re ç;., ens ft:Jt ns }'SÍ-
q uicms, ;:fie:: prr.,J»rie•irl des espec L"' 1 s. Cnstum!l-se •e
- -·--+- ---·-···---- ----- ...
' -
.. .. S!!_Us_ .,u a • cujP- s pr.nfU'ieriad.e.s nA!(\. de. ri v
_!,B_S_ in41vÍ4u"'s ctt1e n Ea Durkhei11, A
1_ jeft'lsa emergenti smtt }ll'l•il1.eaÁtica ritui-
çn íàe e:l s .. iocleG.sc1e :· --- ._
( ••• se p$de deduzir a in-
v tm<i(!l ;3 parte3, -. c•splexe tio si Ia-
. ,
,Ples. A e u1ua rclililil e lie sui
te:m seus ( ••• ) represen-
41,11e a exprirne:t têll um t ntal.m.en-
te diferente dR. s represent(llç;es puramcnta lnl'ii-
Vi lhl:; i:s.
(Durkheilll, 1..968. p.
!L__!a_t_1} __ ô __ q_:ue ___ n_á_ «e A iescritiva e 111 ..
····-····· ·- --- .. ........ .. _. .... -- • .. ... . . ... .... ... .. - .
expl ic8_t1va. A jiz respe it<fflj).g prl'hJ»rie4ia 4es ee que sãtl\
t '
• e m term'""s dns n (\Ue
- - ,
1.e i s à.-, c ""rnp .... rtnmtmt"' der :t v.q V-!is d@ 1e1s s"ore n C"'m-
i nd l vidua l. e a vift, '=' r e mergGnt ism.,
, , ,
ti --.s-t-!lnt qr -1 prl"lprias eaunei aveis at r:1ves G1 e
,_e i s que nã"' St!l" r e dutÍveis a ! eis S!"''itr•:: ()
{
' ... ..,
tament a «.,.s l n \ii v duns. As cienoia s S lflc t'ü s 1ncunbt rlc:t i e
leis J:a!. e .., ss;, s ocia1 s _y i
--- . ·· - -- _,.. .. . ·--- · -- ...... ··-- - -.. .... . -
,
a Uilla .. fle r e:llidade i.fa.s, alem de .p.er!i.-
,. /_ ... ------.-- --- --. __ __:J -
a dupla e::ner:encia - des-critiva e a exp.l le::).tiva. .
a - ex :t st;ncia de àcü s &e vida •• __
(' ]l,.,mem é Há nele à"is seres-: um ser_

!ll!), ·;, s trei mente t tHt(J e um se_r s r:.qi_a_1
ma-1-->---.'\--lt-a r e.a.-1:-lti-a-«à-e,
... e_ ___ p"'àe r!"s
( ••• ) ·· ·--- - ·
(Durkheim, ,,68. p. 23)
,
se «...,is sores, e,., saaia1, c""existi nti,., de umn
.. . ,
t n1 que <."J se, und,.,, '"r fr:"l!Ça •e sua
c.3USal, ___ ,., px·1meir0,
gpena s de rl''Widnde __ . ::-J S r e l,!iç;es
... _ __ • ·--···---- -- - O O R • O o- _ , -o' '0 O ' •- 0 , ' • " '' '0 O O Oo '"' " ' "
tiefinic&s lie .r alantia,_ .. !:Li_
f ,'1l;\ r de_ 'Í "':lÍ..S . s ert!S-j - __

__ _1) que
.-
- ;
e r') S 3 que a con·-
ellpiri.!ta iie ')llser-vaeinna1.1sta, 1n4út1v1sta, ve-
::t \,. ,- -· ;· :· • · .· r ·,. , t I< J; t • '' 1..
r1ficnci .. m1ste -Y!!io..Jni'_ inillir sua. meta:t'{$i_ç_$_ ào
a! ce
.. -·.. . . - ·- .........
Ct"!!lte e Durkhe.i-,n. pnstu la r e !I., r dt!l __ pe:r.:C'iJ.hfi!.re.m. .... uma.-..
.. ) '
_ n 4e_ .. .... .. __ t _f.'taJII.ea-
te 1nfenS'.:! s R .. t J.:Q.!.. ..., de. c l"l!lt r.., d."làe- e ln'r)-( -:r.:t. C!=t. se r., c i}-
...... ..-------.. - ·-
r iStl\ que CaUSa espécie é I"! fr-1t0 ie àê;Cpàer,
j 1t., .11 .. 1-lr,S pr . retnlinlr"}Ci'l tie .til'"'
f
:;. t· .. '. i:,. ... j' . ,• •
st.tscetÍ v e l 4e su.a:s de ex i Y.ll um cri V!"' mÍn1m"' ii!
experiencial pel.11 àtalx.-, te.-,r • •
.•
: -· , A ,
.!A·-,siolpgi c ..-., Ullla C'1nvivenc_i'!.. .. J.r.n8.'L.em.!l-tlca

• -àe ... ..
- , "
Jlr la Ct"'li à...tlL.in.t.i_ ...
Pots (\Ue senã,., pd•eria a Jerse:ulr S ê u.f
, 1 .. .,
pr.,pr ()S rills.
Um ... m-.u;aJ
g_ue _ _ .... 0 .. . s_·eus me11'trf'\s, t!lJTl.$el'l
sul . .. ·
(Durkheia, p. xxx)
, # A ,
_H.:l---&m n-C":l-.S d.ua s ias: c"':.atem
. -·-- ---- . -- .
s esta elos q_ue s.'tf') pesso.:),i s A
I •
um de n,..,s e q_u e n...,! pa s-
sn C\Ue r'I S asta<:l'"'s qu• • "'U-
- ...
s tnjA a A Jri-
. !ftei:ra representa, e C"''asti t1.d. , per-
, s -,n.:t li d!lde irvii v l.d tlal ;i !ll se,:m1e,i;3. :r e pre seJa.-
t.'J ,.., e t P ?J' c rJnSQl:'UiU-t.;!tt a
s ·-v..:.ied,,<lie ( ... .,) '\Ua."'l•(')· e UJll fbs
{·a S'1c1et.3àe) que Cr)l!iiJta
- ,
e vista i nt e r esse
f;(Ue a'itt'1S, e si m em f1.tts
ti v .-,g.
'
t&citnrnente, n a
ti ' ' I '
taeulda•es" 1n&iv1duns. Ate pnrque,
,
r1 t:t v.-,s , ___ .. __ªn!'i(:l _{?e;r. __ i e

e .. vé•nt"\:i-e "u sen.;') est-?.:r, _ deslie tl"\.-in • 8!11
·-·- . .. --· ····· .... ·--...
<\e e
_ _ ... --· - ;:-. . -------,
Gupre a iaãa res!,(lltar q-g.e quRni,·· Dúrltheiu __
\----------·- . . -· .... - ... ... .
"'
ex i

i"ins pr car a te"ri li «n __
tal qlléll es:•nçaua ptj r . e per e pe1_ns
. . .. - ---- --· --. - - - ------- . -. --- -
............ :-:::.::-...... ·,-· ·. -- . . . - ·_ ..... . --·- -· --... ""'"'
«a ecr-,nl"tmia classicA dez ni tI"). r' ara · erici r e.m v altw
.. ·-· .. ..............._
a que propicia a ausca dn
,. .. - , ,
dA 41_Ue •
___ ê":'Ci . .e..datie.-· JJ.a-Ga mais sâ'f'l &o q,ue henfazejas rE.s t ric;nes ai") er,(' tSm,.,
e a, iAc,:ntrnlatlo apetite desejAate tll"''s indiv!àuns. (' h"lismn àurkhei!!'li-
..
que faz de se si t'tl.Ar antÍpodas .do ... indiv.i_dualism.0 ...
se dÁ c"'ntA de que ::1 5 RUtl")determt nP.C"!S P"r seus interes-
L, '
ses 1 manentes cnntri ltuem e 1=1 reve 1 ir:l de sun v "ntade:,
f.l de .rr,etPs que ,-,s
An essa a tividade de A
der cnnferir n seus prl')du-
,
ele v;sn ApenRs an seu -e-
neflcin e, neste, ass i ro c,.,mn em "Utrns
ca sns, cnnduzidn pnr mã"' invisÍvel
que prl"''mnve uma. finA l ida de que nãn era
parte de sua ( ••• ) ln perseguir
,
seu prr1pri n inter6sse frequentemente prf'l-
n da Sf'lciedade de mndl"') mais efetivn
àn q_ue q_uan4ln intenta prnmnvê-
ln.
... '
Por r,pr,siçao as vertentes que C"nceDiam .. .nrdern_SI"..Clal c"m"'. urna es-
... ,. .. .- - -·-- .. __ .. ... -- ... . ·--·------ .. .... ·- ···----·---
de "mi lt:11re t"'rnad0 pnssÍvel mi., firme. d" Estadn
P':! __ _rl a. __ ª':'cJ edAcle, !1 ns __ p_.r.i.me.i..l"!''S __
de que n C""!!lpnrt;:;mentn c:r-ia nrdem_!].:>S _
.-
;.
ns :a..,me.llS: sem que j a necessi de se 1nv ,..,c., extstencia à-e umn
,..
de realidr-Jàe SuostRnt i v a c"rn e Ol"''ngir r-s 1n-
dtv{du"s• Jtr-1ra Smith_) rel_::'ti'?!:\ ele
"-o::_-=0:: -· - · ··------ ···· - · · · ·· ··· -·
,.. , -
ecnn,..,micas pnderin ser i
1
ustrndR PtrPves da dn
"-----------"-· I
llar'l llUe se D"1 sei na
11
prl"lpens; r') Qn h"nJem D permutar, ne,nciar e j
o tr,.,car uma cnisa pnr nutra" 1'81, p, 25), A 'liivisãn
OAlh, CF!(jla .'\J11l Çl __ 9esen ..

,
_ __ mais __ ben.e.fico, .. s.eM .!UtL. haj_a ___
... interv.enção de um pnuer e specia1 su8st.anc1a1izado nUnJc"l
,
A àt"IUttlaa..JJ •. _da, SL\_<;in-
ll"l,i1!. __ e em especiAl por de pnr a r ptincÍ-
... .• ... - ·· ... -- .. . ··· ,
pi, s c:t ue c 1"11 i d __ ç_,..,rp_ .. _t1.4'ls . .
. - ' -
veis e a ti('! o hl'\lism,.., que M
Cl'\mfl ser minimamente Cl"'nciliP.el"' 1"19 se-
,
guintes d,.., Classicl"'):
1. A Sr'lcie«l.nàe cnmo"' umA reàe de qttviàf'ldes
p'"lr Sf.!1V'"' f!_IJ.R1_q.uer. p.nder de
A -- Jl - . .
instnnci.11 _de ____ • __ A 'll!liCP neces-
· ---- -· ,. ,.·--·······--· _, ---- ' ·-- -- -·· · · ' . --- - --- ..
de e peln Estndl"l cnm A
.. ..... · ··-- ·· -··y·· - ---- --- -- ···· __. .
de reprin:i_r AS que 11 Li&erdf.16e nu f":l
de de. Alguém.
2. A SI"''Ciedade, em seu
.q_ t r'!>- r e .e;u 1a , mA. s m o rd.en.G-
de pr.t!: sc.1ndir da c..es...t_,..,ra e de
. uma ._AJ.l.t_o:rJdad_e transcendente que os indi viduos, per _a,
pnfiem decidir esse respeftn ' Si!lt.h que nenhu.
, ,
mnver e que A nrdem Sl"lcial se
t"'rne wl')ssivel era vlrtutile de c.'3da 1nd1vieun ser p,..,rtadnr tie
ttum pti.ilcÍpil") de fi !"'V i ment"l
3. U:sses atriltutos da humana - lia aJJ.tnr1.J
dad.e ccntrG la dor A 4e SUP s
dn s', nl'ls .. e tenc!:-n-
' .. ,
• - mnst:r9m ser àesnecessr?ria e pnucn ex-
plicativa. essá -P-"StUr<.: que SUDstancia li za_ n
. ... , .. !
pap1 su.stentAçao tenr_iCP. oyPr-"-jet-f"l de pn.l -
ticn-@cnnnmicn e p1Anific"dnr.
4. J}Jecnni 1 d"' - re su1 tPnte dP s à"' s
indtvTdu;:.,s - é 1J ___ [!:"_n-
.Ú.f"IS.. .1r1teraçãn .. ns
Deix::;-se de ver n"" disp,.,s1t1VI1 que
/ p(\ssivel n r-Jdventn fia ,.,rdem 1 e ele reprntiu-
. çin. A hRrmnniA sncial n;n 'Ris cnmn
-.-da estritncla numa. 1nst,;ncia ee
realidAde- especial - 2 &;l"lcie\ia õe - p0rta dnra ?J 1"'\áer linue-
lainr .Gera 1 ... f.0.!'.Ç.R.?. __
,.
____ s.e .. faz.e..m preli.ent.e.s .. . ..lll.e.X.c.adn. Em suma, as rela-
snciais e as instituiçnes nã,., se r6pr,.,duzem tase
num mrwimentn irraàiadn a partir "ê um centrn .Je natureza
pnlitica::
#
(" n.,.,mem Qf'l sistemr-J (.;t.) esta rre'i_uente ..
mente tãn da &e
seu !'dea't àe ( ••• )
que rece 1m::! r 11 ssnciar ns di-
membrns de um sr.c ie àt1rle·
cnm R mesma. 1_1daQe Cf'lm que a di!-
peças num tA8u1eirn de
XAdrez. Mr1s n""

de Xr.J.drez
dR S"'c:iedrde c.!1G;:) pr1.n-
.. ... C.nmp.let.? mente
que ..
1
e1.tsJ
.J'tC' _ r 1. h e.
(AdRm Smith,
1
,82 • PP· 233-Ü)
5. Em resumn, __ pr.l'\p.l'lsitJll p..ntie-.se.r .exit,..,sament.e. __ e.m-
,.
sem ,., cnn!;rl'"lle de qu:.1
- ·-- ··- ·-·--·. ·-· ,
si tur-> <iR a cirun. lnciiv 1duns de .. seus
nio .que- P.. .
de U_Gt1 .sei! - .. c ont in.e.d..d-1-Rle-n-si..c·,._s.octal. A à efll;:) is, ,., __ ·
. rl,q Rç:'o l!!l merdade1 nãn sicnifica q_ue sn rinR11-
eaees pcssr'lais sernf1 pr!'"l!li!'Widns. A
di') mercado e v idemcia. q_ue, mesmn nãn ten.Gi!'"l des!:.ni0s
......____ ..•..... .....•. , _ . - - - ------ .. • ....
R R rea de fina li eades.

es_ta.V.AilL insçritas
n!'"l e strft_" ___ câlcu -····· ·· -- ...
- -•·· ------· ...,.,......_. ___ - ... . ..... --.- -····. --- ' " ·'- . ...... __ ..
lev ad!'"ls ( r:tc0s) pf'II' uma n1-1'r, in'V i-
;) a distri-
das cnist:ls R viàfl que
sidn feita se 8 Terra tivesse sidn
dividiàA em igUAi.S entre t-"'dAs ns
seus hrdtl tnnte s; e n ssim _9-e§ea-
n sem pre-
. . .. ·- "

tr!Cl,..,s mu1trp1ic,.,çAn dRs especies.
Smith, ,_,82. PP• 1B4-5)
iund,..,, '3 quere.l A e.rttre hf"''li.stns e inà.lv.f.dut-\.llst!'s em
......., ._...-- --·-·---.-·-- ..
torn" àle que stq' 0 re:l_at i v R que n s.nciRl traz tie nnvidRá€1

Hl1 . .. e _;"azern 0.s _Lndtvfdu.ns,. . .. s:ts_ .. cf'ndiç_;es
&e intera çã f'l na_s v i v. em. A() pretende r -9lcn mais di') que a
alc0 f:> eXcedente de CC'lnse,üênci fl s nãn-
das nçnes incHviG.uais, a l er) f!l .!liS ns cnnte:xtos
ticos especiais susd.tqcns n" Espaç(') S(')ciais, n _ _: _9. _?_:-
f.,rma desr)rientad"ra à.e da cha-
mada vida
-----·····--··- ·· -·· --- - - ...
Nas fi1nsnfias d., e do utili-
tflri sm"', ·"" indi ,, é h i c a qu.qn-
t(') 1 ')gicr-Jmente C!lnterinr t(o,an,
de;,"' Co:"ntr::'! tU.'11:tst:'l. su-
um 1ndivÍdun pré-snciRl
, ,
que, A1quil'fliA e
de ·""S àenefÍci--,s de se juntrrr
• . d
A ... e a.., @' . •
I Jt'nis (') indiv{cl.u'"' é de um t"'e"' preexis-
1 # A
tente; se em de
sua re 1 a çÕes c,..,ru nutras partes e cnm n te'ld.('"j.
,,78. p. 45 e p .. 46}
' ,
Este tipn de cr1tica Ro individualismn e inncuo p(')r se embasar na
SU:pfl}siçãr) de .há e "l'ncln cr,mn dados de
realiiAde •. _para _unt J.!lte rpreta-
,_____,__ _ _ _ ... ... - •.•. •••• ,I .. - ·
se Admite que há (') e ns indlvfci u0s p.-'1rte
9
,·, . - -- -
- , ;;,
a g_uesta,.., e t."'rnaram seus memlr"s• Se gnznvn!'ll den11 'lerda-
de\', e o t·1Gln lhes e Rn to! ri r)l"
9
.. a ("))çâ'n de se .. fi 118r ao
P , ___ 1L1l!J / nR0 e_sc.!ilhe ___
.. _c;1cu1ns .tal"'! T...,«n. l' .r:ra ()
---------------·- - --- ·- -- -- ...... -- ·-···-- .. . .. ·- .. --·-
me r


- SUrl pf'IISl n..,
,
de
,
ça e que h a b tl"'dr), ___ q:qe . sÓ em seu in te ri nr .tmli v {Quns ui rem
- - . - -·
. -. .... -. - - -
f.l identifi!!làe que tem, que ns :tJ.P."' .s _Gle __:tiJiaçan .t0•C"'' que nstent;;\Il
.... ··- . .. ... . . . . . .. . . 1 6 --- -----·---··· ... . ··-·--
de 1-l!ll':'l • de . nm.a. .. ne.c.e.ss.i .. •
... ,
pelos impera ti vns func.t nnal s d,.., liis.t ..em_a. 1-re ssupi")S ta Fl ex i stenc if:l. ru:eti!!
·-.. ...... ....... ·· · · · ;,.\. ,, .... , lfM..:
\ ,
da oâncieàade/ desp..,nta com"' i.ntunuada

individual. Se
. à:t.
s 1
3.. Sf"lcie!.i:1de precelje t3o intli v{4àun, em sentidn mr1teriR l entR'o
r)s __ sã-o sempre s c as cio
Tr')lio
Essa cone .,pçã, de que o 11itU v{Q.ut") pr.de ser apreenl.14i r"l em suas
rel.qçnes c0iD todo s:e vincula a um ilieaJ àe Sr"lCiA1 para ,..,
o la-iivÍiiul"l deve s u itnrdiM r que acrE' dita s eus iA-
/
[teresses a um Bem Comum su-.s1stinllln M .... que _
(
t'"l indivÍàu') sirnp1es Qi.q C1"'1mp1.eXA é raci1me nte traAS-
em disp,sitiVI"'t pl"'tlÍtic"' Q.e qief'esQ.. àe umA 11rclem c,1et1vista.

\ se trnnsmuta em rlSCen-
\
dência e io C1"'t1etiVt:'l os inàivfàuos poQ.e acaa:?r f(')r-
.iiece.nàn lns trumenta1 e e legitima çã !") pA TR a Ge ordens s 1 s
d. n Umn das prlncip::lis font es justific&çãn 4io
aut,..,rit,'l risliq) ( coletivista) seria pelll priaclpio de que o indiv.Í-
# t ' , tA t
liUI'> SQ enc!")ntra. sua iden idaje:, sua. maior, e ate a. au en ic'!t
1_ieerdaàe, f{uant.il,.., assume cnr11o d') tn&r,. A ve.rdade é que
A. S &(J ut ril'lnS hr,listas deixam de manifestar a P-!rsnni-
fica r 0 supra.-indiv ieua1 estabelecend,.., u m crmtraste, cn.m" pl"'ttcnci!i!l 4ie
,..
que urn.q aeterminflda :açRo
..
da em
.!W o em <ii e seus rre mbrl"'s cnmpnnente s. H"' s i SSI')
, , --
e, sem n'"'civ,.., e en,g.-:>nf"lsn. rJA, nA vir-
tude n-'1 .. S.J !nP. ª-- .. :tJ:.v i à e ___,..,u t ,"t-;-
,..,g snn vn1nres pes-
SI'"Ic1S, e "' bem . . C':lJll.C1
Gieve __ deV!_
__ __ a _ _ € ff"'_r-
t ,,lece a e serve parn realizar
--- ---- -------- .
s .. hut1amt. s.
1'66. p.6,)
,, ,..
Or:t, soe as tj:'"lutrina.s h ,.üistas pl"'td!!!m desencadear tant a s cnnsequencias
... ,..
der para justificnr R de existenci:. parR. ent i da-
- -4-------------- --------------- ·· --···-·- --····-···· -·-- -····------. ·- ......... .. . ········· --- ······· . ·· ··--· .
51 f'undicl 0
1
5
. '
, . -
..
, ,
ele _ UfiJ_ _cll,Dut.rinart.o ___ o de
{

......... ., ...
- , .
de tenrica. úm histn-
':'-----
disc,.,rre s0bre ,., de instituiç;n, um linr;Uista s,:;:-----.
um prr,:J.etn P""l t icn e iiba Das e
----- -· ····· . ,···----·-·" .. ·- . ·----- ...
-.re Ut!la f'rmética, um a ie um si. ste-
.
cie ser,, etc._ 1q uer 4j_sp"'s içoes .in«J,v i 4u-
!11S em virtuàe tie ns que serem snbre pr ,-.,cess"'s e estru-
..... -- ··-------- -- --
turns .<; u m ti p,...., ie rRCí"lnRlidade que expl icAtivamente se su-
__..- ...... .
p;e lmpe ssna:_• __ terem !' .. pr _nni!e nii I) 1
Bctuiva1endn n,..,ssas te.nrizaç;)es ;1 1nst.guraçfles
àe pl"lnt,....,s Ge vista explicAti·vf'!S snbre n flu.xn pritenai a1roonte da
, , ;
experiencio:t, nn,.., h.?. crttica.r uron f"'t ica int.e rpr.e.tativa. pnr pressuf>,..,r ·
- - # N
Ci1!1lt") tente is e na. o aq uil(:). Jt o r essa nao e tn"'' provei toso
--- --------- ·--·- --·--··------- ·-· --· ... -- --.. -·
escrutiMr ,.., ___ _ gerais, sendo
---------- --- - -·--·
#
rua is !nt ere ssnn t! .qn-'ili sa- l11 <L ..
- - . . ---· ·--- - ·---- -- .... ------ -- -- ..
registrFtr 'ouse;> da efetivid.::tcl e explic.o.t:LvR. nã,..,
et")nSeguil!l") i mpedi!' AS alí1lt:Íi:11aS p.,stul;aç:;eS tnàns. C,..,zn a fi n.?J
A N
de de re i vindic:=lr de pl.qnns de nrticu1RÇ1ln reAl ACil'll'l ( rnais
-----·--·----- --------··· .. , . . .
d,..,s p·-ü' nutr"'(s) é um pes-
·,
---··· ... "'...-... ..
_ lustr!!tm nnli tn 'Selll r'l l=l ff'lrtm s àe h.-.1_ism":
?.r-Hicliffe-Br"'-wn. cert,..s
lement ns u:nt:t estrutura l que ieve
se r t rn ta d.!! c um t.l"'cl.,.
{Levt-Strauss, p.
A # A
nrdem a esti'utura do siatema pnli t ico nu a exist enciH de cul-
tos ancestrais. Ha l,radn r·edorra de fnrnG neiçãn de todo,
Strauss se limita a incl"\rp,..,rAr apenAs m-·lis dtlRs nutras .. •
,
i,.,
a relação de irmão cr,rn cunhndt'l e A relP. ç:i(") de p.-":li Cf'lm filhl"l. c,..,nstata-se
.qssl!!l, que quatrn, em vez de d'l.ll'ls, permitE'.!m a Str1!1Uss fP.l_.qr de
. ..-.
nt("\cla a estruturRtt. "r,!=!, p,.,r que s&j::l P reviraV1"11ta interpretRtj
CRUSr1da pela dup1icaçã(') d;:]s se especii"ISI)
que se est; &esse ml"làl"' à.e .a si"ICied.-:-de ::l.1 ém de se estAr 1
1 - . f ...:1 t d -
c n rrena0 & umA. amt:ngua ue e. Aàem,."lis, SG nan pe r-dermi"\S
vistn ...., f9tn de que
1
f'l sistema sncial', 'n sistema àe p> etc:
entidades Cf"lnstruÍàas, mais dn quE: tl"\df"ls cn.ncrt.tns, mais prnbl erná t
- --------············----·· -· . -·
ca "l inda se t !")rn.'l a defesa dessas fnrm,.., s genéricas de h(')lismn.
- - · - -·-------.-.
, ,
Kas, A1ero des'ses tip0s €le .h0l. ism'l, .q S0Ci'l1ogia esta r €pleta de c
- ,
cur SI"\S que trr.ill s fr'lr.mam C€1rta·s n0çoes,, ottticlas quase sempre a traves de
: .....
pr!")cedi!a!nt 0s de abstraçfin;Y'verdaàeir"s persC")l'Jl'ICens de p.--
,
ça tmiversal chAmAda l::listnria . A '(\ Est n. &rt,
Naçin, et0. agem cn• deseJvnltura, Cl'\a ci
cuJos, etc., q_ue pl"ldem el n r an i•ecente indi v ícaun a iapre&s.ãCl de que pi
entaaulF.tr tais c11so nin pert ences s ea 8 u• •h
dCD à p:1rte - n da Self-cnnta ined Sociedac e:
a.urguesia rev n1uc innária. tinha
parti cu defender, d «o
g. eraJ ias &a ssas pnpu1 Rre.s.: ela queria
A n Jllesm«J teapo R Rnt ifeud::tl e sua.
clns se o que t nr-
, t ... 4 , (
na. necessaria a ro,cul açao insnJn1dca
ciente nÃn) de e dn
,
Qn prncess" histnricn.
,... erH c 1Asse univer-
sa1 cujl' interesse cnM " da
iAria e du,i a é a de
de classe, nin nbrigad" • "cu1tAr
, , - ,
A cnnteuà() his;tnrl c t'"l 8e sua luta; ele e, pt':lr
,
cnnseguinte, a classe
cuja idenlng18 tem a pnssibilidade
se r t r nnspArente.
1'75. p. 34. n()SSQ)
Tais pa.s sa:;ens ev i «enciu, f <-11rma exemplAr, c oMt'l 1:) pnstulaçãe
---------·-·---·-····· ·-· ....
à e G&: c v ida t ende a r 6SV alar· ___ ?.-__ _ _ p;
---... ·------·- ···--- ·---- - · _ _. __ ......._____ _________ - ···---··
. - .. .
... ('
t !li !S e:xerc J. c da s fncu1.da€les C_t'\gni t s ___ W
imdiv!&un5. Afinal, cmMf'l ntriouir interesses, Vl'\ntacies, pt'der $.e dissillU-
... ...
1:1çã,, transpArenciR ·ni"\S prl"!>jetl'\s, et c.
... ... ,
on. de Cnmn
• -·· _.....,.....,.,,_._._._ __ ·•-· •••· • • . v "••._,. ,.,_ • •· • • • • • ' "' •
ct"'nferlr poder ee uma c1!')ss e e compreens.;:;" de s i e
uma nutra sern cntr!n t.'U megapessN1S?
A burgnes ia JND.e a r r" pl'l«ieT se11 UJOa
- ,
c nmprpensan in prl"\cesse histAricQ,
sem uma cons..s; precisa ifll ci0 s
acnllte-c ia1entos,, lev aàa pe 1a da r a -
zão" aln desenvnlv i•entfil o- sccial ( ••• )
- , '
ea CC1111pensaçAe, sa p4)(le t{11mar
o e transf(".rmar a sccieài-"J.de por um at"
-
..
(Lewy, 1'75. P• 34)
A -
Cr;mfcl maior ou mennr tt atos e Rtitudes na0 per ..
esfera tias __ dns indiv ÍG1Ut'IS?
pns s ÍveJ que cl'lletivns, fi') tenhns: Cf'ln<Hç(;es de
realiz;-;r etns cel i beraõns c"'nscientes? A pers()n:tf1caçã" dr..s c,.1etivns,
---
pe1a atribuiçã,.., cle pr(:\priecla des que fRcu16ades
. , _______ _ ______ -- ..... .
tivBs, tem-se em estreita R vi sin • que R assim
------...·---- -- - -·-· --·-··-·- - - ...___ .... --- -- --- ······· .. .. -··· "..... . .....
chaua<iia é rrutl'!l cnn!lito inct')nciliável entre dis-
crcpantes interesses defendidos pelas classes se
.. _ _ ____ _ _ __ • e ... •
,
letivr:ts coau vi&a propria e em ou mener cnns-
..
ciencia., escnlhas e <lelioerar empreender este aquele cursr.-. (ie
.. t' r
, - ... ,; I • I
então a racümaliuaCe da açã" imHvitlu.'ll e
sua 11-.er@.aC: e. é apenas funçãG da liberclade do t(,)•Q .• E se o t("l•• fnr
. ·- .. . .
/ aera ficção pel!tica a uma que vai
1
1 , -
, ccG!rer· ractt e a .âll sici}.
' ....
1 , ,
1· E se n que na e n conf1ito- entre C@let i vcts, marcad0 pe:la.
! - 1' t , . 1 ,..
! 6e um Sl"lbre os f"lutrcs, na6'l 1a com(\ a lcança r a pre .e mü aa univ ,.: r&a 1zaçt9_.o
! ----------··-· -···· ..
I dQ l i berdade sem que s e
i - ---··----··-·· .
I
' ,
faz supraeitAdn text•, a falac1a
l ,
! que n prQletariqdn e a cJasse universaJ pnr\Ue represent8 n interes se
\ da grantie ma ir.ria. C(.\nfundir sem supr1WJir
1
\ a 1 1ot".>r {iade da minr;r J a e cnmfo\ Qesprezar a sem e nnt r a 11t
i ·· - -- -- --- - -·-····- -- - ---·-- ·---- ... --- ··· ----- -------- -- - - ----- · - .. . - ·· -· ······-· ·· · -- - -- ---- -- · ·--·· · ...... . , ----- -- · - ..

a liberdade gern1. e s em a uni\' ersP1i<iace entendt(Qa tantn ea
sentidr.

quanto em senti.•,. lãn a c1e que
A mai(lria se unive.rsa11zará numa Sf'lc:ta1 ses classes . para ternar
relevante a a questãe ci.a libf!!rQade usufruidn no interifllr UMa
indivÍduc,-. 0 fart0 er:upH' ""' qtle s<:: faz êttl cl;;ncias
-----·····-····· · . ___., - ..... .. ···-·· . ··· ' ... ··-·· . ---- ,•
n'"'ciais holistas nin pcr>r falta Qe efetivie.ade ex-
plicativa da 4e suas teorizaç;ea, deixar •e levar ao c0let1v1sm•
ir.Lterpretativo base nC) qual se tenta estaDelecer caus;-
is eatre as u aç;esu ele Ent i clacles supra-1ntiiv itluai ss
'
A our,uesia n"'s seus i.ntere.sses,
e ea sua si tuaçio de ela s s e, fundasnentt"S
de sua. dt"'minaçfio sneia1 e pol Ít J. ca. S(')Ofe a s
... • #V , t ' #
1s r azor,;, sera amoem
a uni(:a c la s.s€ lU'li v ('ICarrente polar izaGa na
N 1 'J , t
aa l"lrnem S".cla. V1gen e, nu se ..
.t;. ..
c las_se, ê ta liSJrtf."' dependente, c n lr! tuãe
que ele frustraçnfl fl(l rlesen-
• A • ,..
v elv l.tnen-co e c 0rl('l.tnlc 0 e c de t :11
l'l d e s t.i.llQ 11 v r e ..
(1'1 estan !.'75. lf• 85. crifn
Cabe, a esta s.ltura, res ::a J.tnr que esse t an1r.t1zad .,.r fie ca iscur sa
oastante reci!!J:rrente textf!ls cláss1c8a da
' · - --· ---· .. .. ..... ....... .• , •. ,
,
Sr:1c iela.,ica. Ap!-: sar de posit :i .. v ismo terem, sf'btetud .&:la
- ·· -·----- --------· .... . ---------.
.. 9.a uma a l iança tf":r-
no à a i s i ca se e ne,ar que a €!.ia l ética, sr-b:retue
. . n çi.;.ª:rJne Jm.. cra.n4 .Ç."! .. tr;r
a teatra liznçãe\ persf.Jna,ens ence:nandf) a etrJ()citm.ante
.... ... - .. -·· · · -··· .. --- . .. . .. . ........ .
C se a
4isce}rr (;r sntre tuBa f'er.Mdl'llra <le uma genéricll

cf.IJ.eti v a, enquant(:) que Mtirx, e $(-'.bretuà4"! ftiS seeu:téltt-res, vêem
---
- -------.. ... .- .. ... ... . -· -. ·- - . ,
t r0le d(ls t i v 1'1!1S à.irec 11'!1nP.<io.res- cl p. N ' dem soe 1a1.
·-··-·- ··- . ,/ . . .
I A •
Daçlai3. frequenc i e c que sa.e usadns em c iene ias sr-c 1tJ 1s termtls, s en-
tençAs e tef"l r ia. s s nbre c iv&s é pre.c :t so pflõ.er cl etr·rmi nar se f'I S :E:.f'J0.os
hn11ste. s ce que n ão inc i cierr. em pe:r s f'ln:!.ficeçnes,
sã e Bfet i v e t1 ,.,s fl!lnt.l'lenr-ls sN:iais. At1
.
tudo inlilica, a N':1'? de autt)nmrr.ca pAra cJnsses
etc. c f\3 tuma .se vincular o a liniuage.rn p.nr
------- __ ..___ _________ ._. ____ ,_...____ . .. , ______ ,.,_ _____
'
me!o ar-s € os similar _;.e11s ffiem-
' ' - ' ' _, . --- ----
o tM.• tem mais realiclaàe que a smra das pF.:rt(!s
-· ..... ' . " ' ..
1
ficar
4aàes a-llt'llitivas
privade àe r_,rm. d.e exerc!cie das racul-
\ .
l veiculareli-se)eAl ciencias
• ..2..{ ,.srl'
pressupcsttts indiv 1tluais. -.»--ceMum
S(IC1a1s, assErç;es ...
1. A hur,uesia
pflJÍt ic•
estava inteJressa.Ela em de seu
-
crise.
----------... ............ __ ·-----·· __, __ .. -·---- _,., _. __ .,." _.., __ ,_, ________ .- .... . _, -.
Jur,s- - aparecem C (,;)JOI!'l SUje i to ma'fl"ria llnfl enunciA
------. -----------------------·-------····---.------------ · ··- --- .. - .. ... - - -.·--·· -· ··· " --- -- ------ ·--- ·· --··. -
ziG.f's __ __ lf clartl '\Ue se 1;1s h19listas àe expres-
' a Simples de veiculaçã, das ações de
i .. ···· - ----· . - -·-· -------· ..
! • ee um ee suscitariall

I ;
l res c6r;t:cnv(Jrs1J.' s. r:f."'lrém, q_ue quanfif"' prf"lpústas c
. ... t , . -1' i1 . ' j
11
'\
• -S0lúa r.-r·lt:r
1
e(nl:t e enl1!1ieJSl -ç _v f:l c rmsequenc ias
das açães de seus 1nciivÚlw•H; componentes .. entantt), n
·· ·-·· ---·············· ·· --· -----·-······-· ---·- ----· ·---- ·---···--·-·····-----· ,- · ----··- ·-·- .. ., -·--,. ' .. -- ---- -- ·-··--··- .•.
!'!(l)i4 cie tfltP.lt.tente pre_se1nj,Jvel se ft"'sse sirE:p'les
IDI"\Ge se abrevia.daEJente nes e CNljW1tr-s iniefini<:la ..
.. -.. ··-·· - -·- ···· . ' [
A , - .
1
l \ ,)..\--,
f' a.ut(tnticli! h""1ista e f'"1 c:ue \U.e ns se
__.. ' "\. ·1 · •. ...-i .. .... :_
<ie Cftisas. A prf"'.:>1em-=tica te.rn:ns e c·::

. ' l . , "'' ... ... . .. - .... . t /.
t-nunc:tn<H>S 1(-.listas e lUta 0rs Gfl 6tr.sitv
permiterr, fa-
zer de su-Dst .o;_ntivr,s, que n nad.1 se referem, sujeitos cramattcais de se-n-
tenças que p0dem ser qualificadas men"'ls na ace:pçãé
}
d<t\ Rr1stóté1ico. Has até 4,ue ptmtn existe/suosiste tucle /
--· ... ---· ·-·· . . .. _ .. _ ---·-···
aquile q,ue pr.J-àe ser expressCI comrl sujeito q,ue, mesm"
-----
pé:ira àe __ de co1ilieciment0 nã." cabe estatuir
- .. --- ----- -·- ······- -- - ... . . . . . .. _ ___
, , ,
que se pnô.e afirmar c om(') sujeitn de uma sentença • que e pRSSlVel àe

Para o a ser

bem empregada mesmo
pre s s up;;e !llgu.rna fl"'rma de ser p:!!ra 1guma c tüsa lnsuscet{ v e l de
ter sua existência ebservnc 1 ena lment e <.ieterminRdrc\. Gnrt ;;,n , :rç: je 1 ta ""
---...;;;;._ __
princ Ípie de que qwtlq,uer g]',.qBJpt ical _acn...rr...e.t.a .. a . exis
-- -- .. . -- - ----- ---- -- - . .. -·· - ·· . -
' ... , ' ... ...
:-.> "a e ste ;::: rine1pin <ev 0.rla 8
-.... _____ .. -- - -·-··.
Cf\ s __ _ c l"'m("' tPmoém a uma procus-
... \1 < ... , )
tiana snc i nb11itiacie 4.ue é
l; ------- --- . ---- . ·- ... . ..
o em que u1.trapqssam0s de fcriM explicativafnente:
• • • • ., .......... ' '•'" ' " •' ' o ' '"'' '' ,,, ,_ --·•·e• ..... - 0' •• •V>

U.est .. cle q,ua lquer v a l"r_ e){pl.icat ivo? através fia c de
)
teClrias capa zes ie explicar que ce-
mr:> Um cims grandes de holismer é o O.e supor que os c.-
, '
leti v•s s e jarn s empiric C)S similares.., exemplo, animais e as
plantas estudas: pela .. .. pr:u a __
-- - ··--" I
uma e1 â3(;'1raçë) .interpretativa, _ que, ciizer ci"'s: col e.ti.v.cs/
,. , l
cu,Ja sn rmcle ser .. e stale1.ec1da?
, ... , .... .. -·
...
que tem a ainia a entre hQlistas
e indiv1dua list'3S n àe que se
----· . -·-- --- .. - ----·---·-- ., -·
mente __ h1"11. istr--s necess; ri os 'd'"'s
,_________ . . ---- -----·-··' ----- ...... --····· · · -········ ------ ·-·· ... ..,., ___ ...._,
Muitos c nmn exclusiv.qmente
-·:ii f • .. i· I ,}
grup:üs, de s em (iUe
• ini i v i(jualis ta i xe «e se t entan4io a t r aC.uz i-los pa ra predicad.<:)s
a,P lic.;veis .• • se O.e)HHa C0lli enunciaC.0s QO t iptt 'A Jin.i.a-
K <ie v ida fami liar te:ncle a perpetuar- se .. ___ __ _
t uit e àe: evitar a relação __s.a s ent r e o suj eito e o rt:;fer-
.. --.-... .. . _. .. .... -
A
a _ .pa ra da exi stencia de tais e tai s:
c env icç;e s , etc. indivh1uais e s sa Ge
nizaçin fami liar per dlrrat. Rs sa t raduçi n ensej aria a da
vnz p<ls siva f i'l i'a fl ati"a, j; que as sene" cf!llns-
r .. ··-·\
a pRl'tir Go inQiV iàual nãri··?Ser v ista. s
c r.lmo sujeitms C: a Gi!!llner, • p. 261).
# , • .,
ikl f unc(."l , 0. q_ue err, quest:H' .
que se reve'1em feeunàas, recurs(.l
.. '·. - _.,.. ______.... · .. ··--·-·-·--· •' ' . . .
,
' i t 1 - ' ' ' t 1 · ' 1 n
que env(,l vem a neces s "!r a pns u ue proprieGI.a&es nu VHtUA s,
·-· "'--- ,.. . .. . -· -- .
A
Segunu,..., tntias ns aparencias, enunclP.Iilt"'S 80 t ipo '('Is grupf'IS
. ,
tendem ser &""uns estave! s', "Os grupf.ls. estrai if1.c 3dl"ls . tendem a ser
i rrais nA p:J.ãnr.1 <i.e s.cr:Ltiv (t)' a exprirdr relações en- ..
------- ----· -------·- ..... - ·- """'. -·- ·- ·-····- ..
,
1
tre cfllnceitos gru pal!! e, num plan(i\ ft'!lrll'l;llaç_so de.
.1 . ··· •· ·-····· · ·- · ... · ··-·· ·--· . .... - · . .. . ...
s..Yc- 'v i<i1:ali ase \1!: acr i tive lnt.Mtaria transf (lrmar coe- _
. ------ -----·-·- - - -----···· ----- -·- ... --- ·· ···---- ····· · - '
s:.iviciaàe e estai:iili•ade eG Um s e-
i ria., cGnse1:1.nte esse en.fetque, biio c: o.ltlO c nesi v f) se c ada membrt> pre-_
I
/ feris s e se com cada um seus íJema is R reJT-lcie; .. ·
---- --·· -------·- .. - -- . ..---- ---·-- .
, ' I
t ns F"r lei .. cnn(jut,q uns inclivi-
.. ----- --- ····· · ··· -··- ----- -- ··· ··--·-- -------______ ____, ____.____ -------
d2"_s ._ Ist; ..... e r; v "lr • :r ::.a pt'IJ:' que a à.e UJn -
:rnpfll dn 1 s que eeua membrf'le f' btê.l! em s.eu in-
ti e rec os delfi! is.
• se vê, ns se ti}!:• Ge • ie • trensfel"IJI*.l"
es precie&4ie8 q,ue pretenso.mente se a c•l'l.jUJlt•s seciail elt tee- -
aas quais •e • • • • se • a iniivÍiue&.
'l!"'i• •ttcrec•Jll.ceit• - cena.•·, p•r ex•JrJp1e, • ie classe - ser rtl!-
àefi.aiie de RiflC• a se simples ex•ressi• àa €
,
se s
. " - .... • . 1.
ee eo s1cn1f.ie ... 4& cl!\ca1tivo.
-:t4• esse • .. lie-pentie se p"'der est ... be le-
c -:-r • e lingua,ea teé-
..
te 1niivi4ualista AS· cienc1as s.cia1s e& •e estRtelec8rea
r{gi.U-! separa.çso entre • teÓrice e • oi\Jservacie•al. Entend.lda a lingua-
,ea coilie coJJposta ge termos q_us •en•tam, 4iir ota eu inci-
prQpL'ieda.aes e eos&.rvàveis capazes \ie onsejar a
ee de

• as teoriaS holistas pa-
tGtalmente «estitu{d.qs Qe a lia-
guagem têÓrica é cenceoi&a cemft pGr que dcnQtar
inobsexváv e is, • QU 1n•bserv;veis à•s
ev e ntf.'l s , teb s i ": :.;:'" ;;, iv a 4ias te$r i zaçõe s holis tR s Eies
c •mo con!f>nsta apan.11s de 1ingungE:m o I"Tr a , se R linguageJn cientÍf1,..
cPJ enVC\1Ve a *imensã(ll quanto a te;ricq_, então as
... .... ,
exJ'licaçee s t tptll is tA snt tsfazem Ao requi si t"' bas ic o I! c('\ns-
• cientifica.
A à!l p;s emp1rismQ l;gico en..fat izRrá desde o fa -
de que se razemes ctitservaç';:e :::- à lUE se uma te•r1a até a tese lllé!is
f'erte de que teQe ter•• AUII sisteiUl qual(il,uer, tem
,
o seu si,nifica.to iatie pel• centext• teor ice em q_ue iss•·,
transit•u-se àa até !eyera-
, " .. , ,
tie tudo e sempre iaextitpsvelmente Na• hã
ti e: l.iUe se a de comet um c r l t6r lo capaz
(· . /• : I
àe est:::ttuir a Q.ue se p•rle t.ivamente àisct11rrer, o h olism$cse
I , H
iAviavel. n preble• e que a.s teorizaçf.\eS
c:tentÍficA.s pf11pÕeJ.tll tortuesRs rels.qees entre Cf>QCrata e
n
illata , entre • ãati• e inferi6e. Mas rat$ •e ê ser
veicu1:3 Q.o nãeft justifica, des prezar a
maçãt'\ empÍrica q_ue entr.q. ern c can.rlitfil cem nessas quaa-
perfilfl<\m'-'S a tese fio ri s que a 6istinc;ã.
.. , . . - - ··-···- ·
, , ,
entre o que e e • que e esta per-
• jescurar jas especiais pelos
c0gn1t 1v•s •e ex:pressã• n• 6ntante, ter q,ue a
. , ,.,.
llnha divis•ria entre indiviàuais e sociais claramente na•
cehci4ie c&m a velha e1ntre. e in•bserv:iveis. Da!
• &c •l'I!H:rva•ilüia.te nã& ser'i.ir oe j us t ificativa para se cen-
csàer estatut$ priv a As termQs que se referea a in-
'iiivfilu-.s. sentiu, 9 nie- jActar-se i• fUJ'ltia-
meate ri,•l'"iall.ente G.e suas tee.rizaç;es nem "'
e • que, tuào • suas explicaçÕes nã•
ter qualquer tip• de cem 1Q Tu-
._, .
/
,
i• iSS$, nas faY.. reiterar a tese Qe que • • • assumi i• c o- -.
ct.. r
1110 realidaâe. n;'í,., eMltecii• Cflmo e lnventtri•

De um cie ViStA estritamente epist emD1Qgic., as camplica,as
relaç;es entre a te'r 1ca e a Q·eserv ac ie)nal p.,4iem ser a.va-
li;H1a.s c:1so a ca.s •• Não acas•, há explicaçties certtratlas nes.! in.Qiv {-
4iu•s tão 4i1stantes. tàttt quanto as mais especulativas
h.glistas·. impeõ.e q_ue uma explic açã• bQlista, que
nã• e& de tenha capacidAee heurtsti-
&e elucidar qu6 cem• emergentes se
int entre !)S inliiv iê.utllls. C (!)ln base nis s o ?eppe r· salienta r:t,ue
Há u.a .qmi)iguidR rae fUl'l{iamental ll(.) USEI 6a
vra • • na recente literaturA 1JSa-
à :i pr.tra (a) ;1 t""ta liti !:lCe s s pr
•u nspect•s àe uma C()iSat e
mente ie re1aç;es sulslstentes entre su-
as pArtes constitutivas e (b) csrt QS
su especia 1s 4i.a questãe
P"*r exemple, 111}5 que fazem aparecer uma estrutura
,
ae inves ie Ull aaerê
1'7'· P• 7')
·Jk
.1 -
-· 1 ·-···
ltl
• teorias a rec•rtes
tativt!l)s net experiência faz cem que a
amo i c i asa • •e t(.)&f'ls 118 s ent ii e (a) se revele nut.Ípic a"'. O r!.,
se a via. (a) está llescartaàl!, cum.pre recênhecer que
a ( 8) s er :l.e maneiras as mais •if'erentes ciepenieni.• i.a
explicat iva àas que censecuimQS f@rjar. A cr{tica
à 1ne·oservat111«!!tde àtts tgtl"s não é tãt\\ quante a que liemons-
"' , ..
tra que t(\)jdes ce:n•rices na• pedem s• t"rnar ttltjeti'J àe ctmhecimente e11
f,..ll'lçã• de nttSSRS te:•rlas se!lpre 4ie1imita:re.IJ, pel• alcance ie seu rai•
11rn campo espec'i.al ·ie • ctue sempre 4ieiXa la-
d$ à.iss"' é iictwa spin41zian•;

À pergunta dC:: ve ser n dn de uma ciência
sncial

àl\r uma de tipct helista in-
diviliua.1.1sta, é, àecla.ra.r Que deve ser por cren-
., • ,., , _I
p&r fatns s0cietais com base nms
quais se lei s cQm pretensãQ de apreender as
si tua c l{lj)nais e as" àe repr0dução da soe nes-
t
, t• , f
ul lillOI caso , e unà!Wlental s eguir um r(l)telr(.} q,ue se
mantenha fiel aos limites pela via (o) evitani•·-
I
se, assii.tt, que o a pareça confundido com tgdos pe r-
sobre quais nin há avançar teorizaçPo efetivarnente
, que se pnde dizer S<"bre a ae
p ( ,-\..c ,
que se'\lex:pl1cativamente reconstruir e 'UILR maneira de n_..s clesvencilhar-
t;:mtn Qf:'l Cila dg n?.turq.lista (t.ipicf'l cln in-
à ill idua1isnJI"3 exter na, ista) qu.qntn do Ca riblie da (t f -
• hA1ismn substancial i zadnr).
que algumas snci ais r reci sam,
P-'1ra ter direit'"' a • t G,.,riCJ!rlien'Ç_e a
existência à. e emergent es. No entant .,, a cr ença em proprie-
dades "supr11 - indivi'liuais" , eventual mente relaci C!Inais , não implica em

A
num trAr.siri.diviiual cnnstituid(.)r :rein(' autenomo G.e

co10tivas. Se essa distinçãn tende-se a cair na
cilada da criaciGnista coletivista que supÕe poss!vel
nar obje:to de conhecimento todo e <.p..Ialqu.er tipo de Todca:
Devemr.s, supt-r q_ue ("'S pr e, ces s0s
1
A I t 1' , •
natura s tem o carater a eles a r OUHir.l
mais que a caráter holis-
ta que inimigos dA aná1is e apregc>am ter.
Não que o hl"'ll ista seja 1
i.mposs!vel, e sim que nn0 pt"de r iA dA. r
' "'
0r igem .s c iene i a nu A Ci.Ual. quer
f

1'3'· P• 14Z)
11 ...
mais imp"rtantes argu.ment"s a Í1JV"'r do hfl1 ismn c"nsequente sac
q,ue enfatizam a existência C.e esta.t!st ic3S que nã"' te-
s e r lnc A.liz ada s n(\ p1.anB ro", ecular da.s aç;es individuais (Cf.
Ge11ner, • P• 252). àurkheimiAnA, que tem de
'
, , ; ... ...
defensavel, e uma tentativa de que ha
da que ser explicadas se atentarmos para variá-
s(' ,
veis societals erigirru"' s em variaveis Suicide,
exempl.,, a um mrmumental trabalhti'l monográfl cc empenha-
, ... (
ie em
9
atrav es ilient ificaça() fie reculariciaãe s empl.rica s,
se-.;ietal det Grm.t.ns. individuais tÍpicas. Has há também
que pr('lpensãn a. Cr.'lnfunciir "Re-
existênc ia em si àe se legÍtimo
assumir a axistênci;9 de tnóns simp1.esmente pnrque subsumem I"'S entes par-
ticulares que Sl"'& seu esc"'pe.
individualistas C"'lstu.mam cn.rretaroente s ub1 que genera1iza-
ç;es e a sstraçÃe s nãr.'l n.-.s prnperc Í(l!nam fatr."S adie irmais. s serâ'l!\
das as !lr. li s L'1. S r edutÍve is generA-l izaçnes e abstraç8es?
Se deixam de pi!'!Ge:c ter cr,mn de
um tiprt de ente de um ci(')miniQ eUstintt'>l daquele
, , À
tência sujeites nos recelher eviden-
À
c ia nu de se i!!nfirmadf:\ra; evidencia essa extraÍdl! dflt campe
das csneutas
, '
!! e , as vezes
1
i1US!I)I'iamente C0mn via p .<iT:) & jus-
de Se partirmns àa • •
UF'!tJ' e:n di a pr."'p,..,.sl ç:;es gerais c r e,nt8 g S: ne ralidaõe Cl'\mn
'r' de estud0 d t3 Jf.lãe est uàa.rá na lJFR.J', 'A turaa. 4n2, R. que per-
tent.ie na UF'l\J ', to C f'llégir, tolift àe Jf.)â'o estudará na
,.. , ' , ..2 i - ( ... )
UFRJ", ser verlilr:l•e ra se pr(.)ptilsiçae·
anterior(es ) Cl Hes t c c ::ts(!l, h; subsunç;'iÇ), nã') catlS!lÇãn,
em :1J.guns pretenrHda, dns· primeir,.,s. n
ment• ganerAl iz::t çã,., nãt'll n-.s qu.e ,.., p1=l i'ticul.qr ("' tn
div .{duo.) Sf.lfro deteir!lttn•l (;.::;'" C'lUS:-il (!'l _'hie:nAis, as
, .-J ·t' 't· r "' :·; ' l 7 i ..,.
,:) "•'. I • • \ ,.1- \ . o J )
a nãe ser q,ue seus sejam classes abertas, para c(")njunt(')s fie:
do tipo pr·ec:eden't€. J'·artes e t o
res, dependem, para da d(')s me mbros anteri(')r 8s:
- , H #
Nas nae ha logica êU fatual para
que as sontenÇas causa is se jRm, ;e m su-
N ( H
as antecedentes ntaçaes cnn-
sequente s.) restritas em seus sujei tns A
!tens d o que
, .
çe da serJ.e.
(Gellner, • P• 263)
, I
Ha quem s ustente a da ep).st erol"\lngica rle tr">C4t">s
... ,.
supmnen que cnusar estqclos, e
nns 6e desencadear cujRs fnrrra s ee ncnrrência m•lciam
a ct'lnrluta à0s lndiv:!rSuos. Nr..s .qntÍp(,)&tlS õ.o isznl!', acredita-se
que estruturas e causem outr"'s nã"-
tau r..utrt!)s: oe alterar à.ireta •u in&iretamente a cnncluta
I .
A àa causação atuar preforen-
J • ;
cialmente cnletivos, &U para 9S Comn e
a scma das part.t:s teJm. pgàer d.E. tieterminHr muitf!\ que se pas-
' ,
sa ar. n1vel 4ias ·, . discretas. Assim, a.
ser ê" que, se em (i e causaçãl"l. l''ara ê
tip• nqrxista, • que est ; em demanstrar cau-
S::il que vai Hoü" de Capiütlista - pertenciment• a l.lJM
clas sE. s"cial - pr.:ra " c,., mpt.\rtamente fl1.1s indivfàut:>s.. que f\S indiv:!-
du"'s pensam e f nzem na'r-l res111ta de seus atributr,\s, de seus dr-tes
ta1entns, e stm G:<t rel.nçÃC'I que m1lntêm cnm "s êe prtiiÔUÇ;.,. As
relaçÕes St:'lCials Qe - cindiàRS entre l!s que detêm e ns que
- . t" d - J , ' ... , nf
na(.) t.te prmprie aae ns rr,eios ae pr"ouça."' - e que co e-
rem a idnG e oás ic a Q€1S inGiiv C" ela • é ê cam-
pn àe significaçãe a pnrtir &c qual ser entenàidAS as
AÇÕes e os <!V entns s0c iais. As instituiçÕes· mais irppfJirtantes, C()n:r.t pl!r
eY. empl& a priv,adr:: êe são vistas cnmn criaC.as para
tfltrrutr pess!v e 1 o de pr •uçãe cap i ta lü:, ta. C"lra, se a e'ignif ica ..
çã• ua açãe inàividual é função cie seu à açã.
rla c lasse, a causaçã• necessaritimente tmi11n6ar. Q preolema,
; - I
ctnna teremos (3e apfe!untlgr, e que ha Ct:'lrllA <iFJr
es s e causal l classe s em deixar «e incorrer na e! mispla-
ce<l concret_enes s, St!!m deixar Q.e substancia 11zÁ-la numa Super -'Enti fir=td e.
intuits üe iefenàer " tins cr:.letiv•s, Jutta Hel-
de s P• 146) tese se que Cf"JnpAt{ve1 Cnru C'>
, I I I ,
m:uxismn e a istf'! e, s_,. e capitalista em •
' ...
<ae det C(Htas sociais geraor:-rarde classes
que aos inciiv Íau•• a que têm. C'ls tipts de
- c a pi t alis t a e i o - c ontr!ir i am int e: r nas, qualific tHi n s
p"'r v: e}cies nec e ssá:rias, que seriam const itutiv as €1"s indivÍduos na
. . . _ I
meóhia que as à e sua i a'
QU indivÍeUt:l S vi ncul aGII'S p"r relA-
çÕes internas - ,senh•res_e escraVCD!, cnpi-
talis t as e - que sa0 somen-
te em llir t ·.:.<ii e sua num conjunt•
cie reJ .q çQ'es que criam as àe sua

(\ve J ies, P• 146)
ca\l e ser fei t a C("JI num3 re1ac :i on.q1 : o
( e t nvers?. ment e f:l n;& existe
te, fAr a r e1açãC'i> int ernA. que c()ntr a i Cl:'lm o
l•IA.rX \'j :ngel es, nn Y.anifeste, chegam a afirmar· que R cnntliçao 41ie exis-
c a pital n assR1ariR4•, que as re1aç;es ie preprie-
... ... ..
Gace a s de existenc i a da aur,ues ia e SUA
lei. As estn.n; d.cas. sãe v istas c omftl c mn junt (l.s nã$- OOSer v:i'Jed.s d e e'leu;en-
+ J t .... l . ' . t i , , '· i
vOS .1. n ·er namenl.e r e pr· ee:X l S em af.IS e prlllptllrC o-
nam necessárias sua Rsta visi• estriea-se
ne princfJict àe que as ent it:acies S«'frea a1teraç;es pelas relaç;es que
, d u:t.:..--t .
c•ntraeu: . f.E. s ua versie ext remat1a
1
c begm.-se a t e a af" irmar entes .__
jílor exemplo A, 1i, C, s.itl' 'iie quan-
ca ise1.::li.Gs a ssumem outra Ci UJ:tn4io Ta1 posiçãe en-
A, sie pAr t es e
t ('«•· ,.. 16ratlleyn s us t enta que entttl ::: cie A cent r tt i
" "tJ.ma reJc:tç;;'o cnm .; ent i à:.:J tie .il Ci'I U L. Ul'!a pr opri eàace, p ,
. ' "- ., ..,
r e l aça•. Sem a A seria
, i '
id.enti lnde, jfi que seriP. Gesti tt:. dn p • E'sta.
I nternal! nãe s; se cca11prc.mete coa a preblemática. tese cie q_ue
a s e nt i ca6.e s sã9 pelas rel 8.çies que •
ce.l(]ff ta.Jnaém com a mais ques·tienável c&nc epçã c. que faz ce uma ,.re-
la.çi'e caus al uma

(de ldes. , 1. 5'1·
4
0) ., .. , .w t I
1 -:; • A ·v <!': l'('. ace e que na. o se 0I'nR met ti! C.. Al P> s .J..C<:Hnente wais
---
.• -....
c, c,. --
se a!Jresenta defensor .te l.l.Ir!A. • Pf\SicicmAl .u ee
uma causaçio pr pin .... v iria pe-r
"
A surge reJRtivamente
, I
e fie e possl -
vel r<> ;YLc-; r-se verç,ia\le
me-dloa em q1.:.e h; re1aç;es internRS t uQJftl
clepeneer Qe tudn. S$ fnr CAS$, na-
ciH pe>é: err•(!IS s 0lne J nté que t eP.ha-
• tuGe SAbre resto.
pnli.. r•nto, t'):Jl'.i bncàos chzer t 1Jd4!1 de vez.
Uma c.- utra r e st r- i ç;• Que ser l'e ita Tef\ria ias ltelaç;es
de nem t@des exibi Qos por uma
caractar!sticas uá caracteristicas meramente
t- • r - -i
aCQ.!ipanhan.,es: que, por que se açam s.e mpre nao .ei nem
a da Senco a admissã.e de que
da q_ua.l A \'let erminl\ de A n8'e l!!tgitima.
q_ue uma c.qracter Íst tca. s eja
• iza a pensa..r i.._ ue A num.:1 laçã a e
,
c r"nhec l }r;e nt to _-\, n'! sentid$ •e AS «efini••- --
r<tS •e A, tievo!me:s Cf.mhecer re1f!çees 'P"r _a., uma vez
que U.J! defin.i i ,..,r , ê LSSt.'l s e que
,
• • qual e
; .-=t t flll, a«rni tir que quanl.4' uaa c oisa
pa r t icul.Rr é parte lie ua • • p•s sui 1Ul preei-
cac• outre • nãe pessuiria - • àe
que é p:.rte Has • nio se:r
"' • J ,
."1«JIU Cili• e que es s e •
zn oU 'a cai-
sa que a possui.
(Me•r e, 19,2. P• 33)
.- '
l··luit•!:i àes qUe se • • i.!:!S sie ee
ni.9e que a s nãQ a.1teram a 4las entiàailes Fel•
,
C 6!lHf as entitl.llties s o exist e·• s. e li e ua te-
i•, fa z que 1S pelas re1aç;es,
se re1eV.'flntes, ni'• ce.ll!e ser Iierenden4ie à.e cemca "'
r·. --nc eDemes, G.ar • TC)ào p· t'de suscitar q_;·estees •e -
fun«a•entaçne. AfinRl, se • TQ«o f•r vist• pecer causAl, ca- _
se injagRr se • 'etermina a si Mesmo. nrR, se pArtes e s t;.
c1ea11l.11en:be • • Toàe eviúente que ae cenàiciena.r a
za àess.gs pa l' tes • ·.:.''i fl.• e s tá •sterA'lirutn«e s ua na- .-
- ' -
t ur eza. tip• ie • «• TQia parece filiar-se a •
..
ças para •
CGme ij; n•s ftii não s.; ve-r sã• i e helis-
mo. Arrela.reaes, .a se,uir, cinc• ttpestu1aQoS
11
que
• • • c inc• iiferentes vi• s
• •
- #
• cnmpreenjer se is•la-
do 'I' ••• ll! interif!lr .!..!_ qU!] M.•quir e.lll
inte li: i o i 1 func • 1.
N ' A A
4. As p.'l rtes submeti4h.s a iin.Qmica làe interiepcneen-
c i.ll s st rutural/relac i • 1.
-
5. Nãe h;, c c s is eles • • • ce•1 c !Uiplexes
• chamains
c i:11 •e c.9.mpe s t!Xt ra.pel.B4i0res: (nc s enti •• de que, pcar exem-
'1•, mais inferiUç;es:) &0 que s e pa.ssa àa. s
, 4
a de • centra,•e-
't ii S f.,to5) fi a ti;;s .• De s p r i n c !_pi9S aciu e1.en- ,
, • #
n terceirm em1nentemente


gic• que AS p"r t es n;n tê11. .§.ru: conheci«l!U3
+ .. ,-.
v '••' í:J ; rrec t f;T antes C r,nhec i-
, ,
e :tue se C simples truislllo, que _
, ' ,
e conveniente. E 1st• llesnecessaria e h-
. ,
la.quele m•••, sa 5entiQi.e se esses liô±teS: S:e impuserea uni ver sal e
,
necess&r ialilente. D• c entrar 1.-, se e sta.ra sperut•! v e iculan•• • trui sms ti e ..
. , , ' 1 '
que ist • ou aquil•, ie uma mane1ra, s• e A
àe enf•que. }:1J us u1trfl•
MAS· que tem um1 ciência p"lra se Cf1!11Pl"ClM.eter cem &
((1l 8Clfr.!!t) que n m.:;i_s
emerge • element111s ? se t em f8lat1.e
em prel Qe uma um • significad•, um • •
etc., se .C!flv ,'l •

(a!) menlt!
( ••• ) t:»empr e
1
-!Ue e lement•s qua i !r''-i uer se c fi!mbi-
à<\n4ie . -r Ífi:em, pele f at te meSU' o e se c em-
,.
Jllll\ rew, R • n•vo5, C'l.ll!tFre
es3es • • ele-
ment lils i s 4.tl!l .i.,.!l, •fl ttt.cio ft1>rm:l tio por sua.
...
unia•·
(Durkheim, VJ67. p. xv i)
..
, ...

Enqupntm nt s expJ i -
mos .. r vn.v eis • • B in-
t ersça• elementares
um<:! s • s &ut ra.s, ciência
... - ('
que se
a n '1.Ue é u• t;lnte
1
tr;lts-
l:t ti <,liet, ;, fe-
n.!a> se res ®J.\,ea e m
N A
lecais, interaçees
d ele c e.Mp•rta.ment• • s parte 3 q;w.m«e
ls•laà 'l s e Ct U a.nà& elt c •.nfi:ur•ç;. super i ar,
3a .. , àe
t')I'ilen.s, que aiê .. is tlleàiante in-
ie suas pArtes •
aent.e.
a misteriosas '
iaéia bem (!ue - :..: "'mpleX!liS <Se
·f" .. l\ (I :' .4
. t . ' . ... -, -....._,_ /'
•1-; ·i:':·;.:.

it ti' S :t • .sten- -
, ,
rn-l•s CQme simples s•matnri• ios partes. A
8 que, em ciências seciais, a !.e
em moia, cpmeçeu tamb'm a • criaci•nista
. ,
c elet 1vista atrnves l.a q,ual se parece acre O. i t ar· q,ue a.s tem 11
-
p.re ssupeem.
...
real iti11.11i e '? ne .• Q 6le ferroar 'l..l..ttla iâ(:r1titla&e nae-
s•mafia, fi.a c @ntr i là e sc ont :Ínu.a é! a s ife:ceú l..e .s. T'al c •n-..
... "'
nao equi vale, no a qu e pess a ser pens a- -
comn Rnteri•r ;s em 'e
, , ,
sua natureza. At e e parcamente justiticavel a ie qu•
te••, qus se estrutura. C$D\ bAse mH! p.qrtes, tew ptste.iiormente
mnams ser e de ie seus censtituintes.
® tl!llê• tGm, lile um Jl•nt o <ie vj s ta e pistêmt c o, • preexistir
v i•R. ios Jrlellibr'!lls, é é se f () rrre FJel• concurs • àas r·Br- .
,
.!.J ,!jUe Que Se tf!.je Se poile AI} n.qscimente
Ce U1!!a nGVa pc.r· ef.s it 4t Cl\ffipOS.itive, eiferente que resul-
tar ia «• rue r o • ia justap•sit i v e .s i_, en rastentaaias pelas --
p8.rtes. Mas_ :nã• se justL'ica ria, cem oase no principie eie 4 L..a. há rrlJtiS
(llü ser no t•4io, efe!ti"vi&a.tie. a priori
A
(por pre$Xlstencia as nea a existencia a
tir 'as quanàe pe•e• ser estabeleci-
.., ..., A ,
ias, :r:esultam • internas •u ea preceünci!l ontelegica &o
• sebre as partes - Rpena s valer
• fie ecf.lrr ências
Acre·s c ente-se 8 i ssc. que se !lS obtivesse• SU3
àe" .'!penas e tie-S•P:tente ne inter il'lr •• t(llie <{Ue iss• equiva-
, .
e n8e



prr-pl
7
lP. l"tntes ie
je (eu antes construirea), n• t04•
•àquir ir i am a t•Qt e Com p$ier i a G n•lis-
s fl ftl' :;: &r per f l lhn.nà• a pCIS içie à e q_u• s; te.taliGa•t s
"' , ' .. n
tem pr•,ria, as parte&.
CGncepçie • '-e - serspre G:e te-'• as p5rtes
-e helista t enlia, nes. Rnt{pejas fie a. acrttsitar <.
1
t:ft • uni-
,
ver s al, o a cla sse prepria e
partic ;llar es:
s e trata de saoer que •bjet ive
, ,
preletarie, ou at$
inteire, mnmentaneamente. Tra-
LR- se àf! g,_ue!. • • e
que nbrigado a f a-
zer àe este ser.
-
....
8 seus • se • a as c 1 ps ses s e-
c i ais c eiitl grup•s cu ja iient e pette ser êetermimuia em .funçi'• ea5
õ.e pr opr.iee.Gcie .• N-ie Se limitaM a apregêar que a c i v i5-ãe &e
' ...
classes as F•s:l_çf'e5 vlnculacias a ie
, - -
e nae 4e •
Alem ie ter at c1r.-.s JGeius àe e & •
a.ss.81:9rlaêe CQP.Uil c:Li.tériQS para a. àivisã• àa em classes,
... " • #V
l"larx pr•jet•s h.t:st•r:LC0S t.e aça• cenciici•nr,fi•s Pf:!IJ
iciecntiil?;•e e joge glabal •• e tia
Uoer BJ.1! «o ci e • CaJd J i !tJtt. 'Par tudo is se art if i c :i :ú ·
... n
Ç-'!! i e EJ ster se,un•• e. qua 1 tern si4ie injustamente -·
como um Lu-
nã. se G.e e- quante marxismo é ini.Püg• enfe.-
, , . --
4!lUe anal1tico, Quanttt esta U1!011icalmente • •

P!elil i&a. el! que • • • .i e c•• ele
,. }'re••mirúlnc 1• met().l•l;g ic.!. ca. s•- J
bre PS p.qr t icUl!!! re !J f •r o a lanlienaâes,
meiiea em que as partes ni.e
f> • e a sua ver6.a•a ne e, ae
,
c entr&r 1•, na me& i•a em que 'ii t"•• era e lhdna<;ilc
pesquisa nã•-cientlfic• J3Ll ,a
:!i&éia" 9 uma

4.!i!
a r e la.çã• refleXiYa fias !'· is•lacil! s ci ev ia.
C.lt. UJI!a iei se
8 !oC hun;ana ' .... )
l'Bl, p. 69)
'
«StBrem RS
11 htllllistit c"tnf(lirt! afls (3r-ure as pr-Ht<!s). a eluci
c:a ç;c 4.ue a.s rt:laç;es p•l.em a(;\s le1 e.nv a ii:fi-
,
cuJ se saber e uu c e.str,
c"li: :;.:elaç.;.e. cuf. .. ; que !e ]!lttlle • Rl'e sur.
A i!
,
t antG, que n ••jetiva e u• toio
Ce (11)e elemente
t"" ·· l!'!.q GJU re1a-
ç;• c •• • utr . rel a-
- f , . ., . . " . t'
· n!'l preprHl
c.,rr e1aç;es c<anjunt•s, Lal i e ,"! ' es
entre si ie •
2tstintRs , se mpre


1970 . P• 18o)
G88e, esta resslltftr que 8S e!iruçees s-e"Dre t!4ts sie
se•Jre • censtruç;es e111 • • •
q_ue envelve• ela8eraçie e•nceitual. Quanee, per exe11ple,
i.iseerre•es seilre 'cl!!t.Sse sec1al' nie t.staaes llts a alce sus-
cet!-.el ce especif1caç8'e e sia 111. WM. eenstruçãe cen-
ceitu!ll r.r je.CA cem IAse em eutrss elakteraçees q_ue su-
A N # {
pestamente m'lntem ume. reJ.aça• m!lis prexima cu • ••• nit ea tWI!tiri.a.
 "•'fi• ce classe, )ter ex••Jle, é um eenstrute • • a ,,.rt1r • otns-
... , ..
truçae cenceitual enie se • as • riqueza,
status, • peder, etc. • de es c•mpenentes ••
•1scurse helist8 sere11 iJlat111, feruees • ais lias vezes
8 • ., • 41e c•l'lplexes
«e ith1i.e Se •• censtru-
çÃe ceace1ttal 111ereoer * Atemç;. cevii"' teni.e a ceseM•ecnr •• hi-
,.stasiaç;es perstni!'ioaeern s ttue a8ea tê• a ver e•• a cese j111.i.a reeenJI-
truc;ãe c4entft1c;t tia (11lvestig.!"'làa). Teias ess•s àif1eule81ies
eviiencia• que se t•ees .;. sãe pestula4•s c•JrJ "base ett explicA-
ti"!!JIItnte pret'Ícuss p•ce-se pAr8 atriau1çees l!eral!ente ret.;ri-
ea s c e pref'rieeaàeS: a celeti ves • que •. Per llais q_ue ateAi a a pre-
p..sites pe1Ítices, a vertaee que a an1JJ1zaç;le ee tti.es se cá ceme
'\ A A ' • W
c•nsequencia ca f mlta àe clar1v1eenc1a q.uant• a hieraq_u1%açae eenceitu-
al envtlvitia tU «e c•atrtla'oil14iaàe •••Íric'-J. , .aeraones in•ireta) s•"Dre
• que prec:lama11es seu res pé1'bt. Cuapre, •• entantt, ter presente que
a crÍtiea • • •• htlisa• "•etat:Ísice" nãe tie'Ye tiescurar 4t
• •• que tecte costu•a• ser reivinàicAàts ee•o enti•aaes emcarnan4e
t essenci't 1 àA stc o111tbêe n;. a.'e.J!ta s perque se eeaete• el!uÍ-vtces ex-_
)!licativts, • • p•rque aãt • • sup,rte teérict a
«eter&inaàes prejetts pelÍtiets - c••• • 4e receastruir a stc1e4•«• àe

•••• -."-ter Ua'l. ("'r4iem ttta1 C'-t1 C !!tiA •• pr1••41• 4t Ctlttivt ..
NÃt àevem t•«•s cr:Ítie1s • •• htlisat 4eixAr a
.., , , r
• • 8.e que Ulft 1••Hviàual1SJnt •
N N , - , j
'9ect tia C;ts pressuwtsiçtes eattlegicas ••• •
git ••s correntes Hi uma st«ali.ade àe inàivi4ual1smt 'ue,
invtcanct a tangÍvel existência ties iatiiv:Í«ues, apre-
gta que t••• estutit àa. s@c ia • ieve ctnf'inar-se a 11anifestaçe•s
exteri•res ee cen«uta • • Cem isae, su.

pee Y"que caJitUr-'l r a raeiena 11•aee ctJtsti tuti •• certe .ll.!.J" •• f'e•e••n'-.
.. ,
àe mais • • a àa qua
petie ser ve1cul•••· Ne ari lle questi•nar 11tB • • - su-
ttesic;ees tie existência r.ra •• efettvee q_uairts • - esse ti ··
pt tie 1Jttii'VitluA1.isre p"lrece ll!;t • a fi)Dsen••i114atie
àiret!i cns in«1v{41ues • • illterpret!:'ti'Vlll «•s eeaceites
e • te•ri•s que nes )ter•1te• 41ise•rrer • as e atitutles
4\ue • il'là1'9Í•u• a ter este •u aquele ti,• tie
•• que sé peie••s verificar tu fR1S1f1car • •
e secial • àe ev14êne1as store • que e faze•
es illài'VÍ,ues, • 1n•1v1iua11s•• pareee estar entmciantit • truis•• 4ie
que sé imàivfélu•s passíveis ie • 4iirete pela via ••sc
,
vaei•nal, se ear c•ata •• es Eecanisa•s
n
pela 1ateneienal14laàe, etc ••• açãe huaana Jlie se -
Se, por exeaple, t 1 v és iesenvo1v 1àe
nessa c.ieatÍfica se•pre
c enf'h1aies a Ulla parte llie n•sse p1aaeta
,
e se depois cow. •utras
h& 0itattS ,.r raça que tivesse
u• conhecimeat• .uite • • • •e •
• RftSse, é evilliente que aã• es-
• • liiUitas tle su11s 8Ç:es sili-
• • que e sea «1-
aprenier e•• e1es seu c•ahee1•••-
- ,
to. De aae e •• •ç••
Gue pe«erÍP.li•S seu c-..nheciNate •
.. " , .
s., "• eentrnrie, n•s f'esse ensina•• seu
Ctlnhecil!llent• • ce•preentier suas
-
açees.

1,7,. P• lC'6)
...
A! teoria!! que ambiciona• apreeaeer ., .que sa.e e e••• fUJlcieJta.a os
, " .a
aeca.nülllol respensaveis pela eentiuta. exterier premiStE rec•rrer a
eeastrutos tão elaboraces • fQto ie •s tere• existência
ni'e é garantia llie que seja• a.Ico • llie q.ue meras ticç8es 1a-
se• qunl,uer tipe res,aJje na "rea11i•i• eap!rica".
k t.ifereaÇP. en • hel1sae é a 4ie que nãe es ••- _,
eaaism•• iuentiricaies •• • uaa vez que isse equivaleria ••
ie pnrtl"!!: ris tttaiie 1•te,ra4ie .. euja 1-entiãeàe
, - ,
e a ser pessoa. A perseaifieaçae h o liste, Atr11ves ala q 1 se 111tr1 bu-
ee =a ef!l•tivos desÍgni,..s Cl!ll'trt, Jl•r eX811Ji1e, .. •e a •
pe1 • /; :1'1ta•eate •• virtnie te "'
.,,eras e eastruçé;es il' s ( 'e a ct>1etil' • • petler • •
aç;es e flaç$es aaale,as ;s • ialivÍ4Jues. olare fiUe telle euiila-
ce é Ji4f>UC• atr1 buiçã• eegmiti v a «• pr•prieàaies; o !ate • ente
estar iiaate •• aés aãe s1caif1ea • as preiicaçees explicatiYas Aie
seja• eeastru,e.s .. Mas se • sujeit• •as ror ele ••slli UJia
truç;fr), li' ais t11ute los a • eleve ser m. a çãe JJrei i c;.til' a.
rr fatet U.e ineiiv Íclu(lls p_.er .. ser aãe sir;nifiaa
11êaêe 11liDser'Vaci•Aal. r'IS que e:t:plicaa a.S $1Ç.eS e es
noves (!'ie.a 114ia ies e ceaseq'Üê.ác ias J!lâe-"PreteAi141ia s- • s a ç;es.) lllUe ••er-
•· pr.1rti1' ca.s s1tuaç$es ie interaçie aãe;, pert.,aêe• à aes•a 4iimeasã•
• • till! ies 1••HvÍt1u•s• Se • ie 1t1eAt1-
A I I ' N
eviieaeia eu AS nASsns t enrfzqçees se-
A .
• ie • • c•isa 8e•r-
• ' ., -- {
re e•• re18Ça• as teêrizaçnes Sr.11tre •s e1sp•s1ç•es .veis i•s eea- ·
• • J!l 1a4i1vieuos. A • •• • resit1e e• sua
, ' ,.,
•• ee•teut1e ia s&ciat111ia41ie que extravasa • ,ure pl••• ias aç•es
iaii v it1ua1 s, • si• e• sua cestUlle irA pr•peasã• à perser.aifiear as. ent !ia- ..
ies que suas teerizaçêes· sunie• exalieativaaeate ex1steates. Nat1a ná ce
errace •• SUJel', _para efeit4t e e censtruçãe i e uaa heur!stiea
va, exist;ncia fen;•en$S tipt telasse s•eial•; • • • •
.--··.
, , , ,.
seria atraves ce \ala cem:grche ie • • • • • per
aJila ia, • p•r 8111.Se I..S ti V ·-V e1 it Í'Y1ilS C e iat11V Í- -
N I , A
cue. r.r fUJl4iaaeata.l ••• • leeal1zar R 8nt1eRfle repesiterio ia feae11eae
a e si• el.a•ctr.IIIT teer!RS que se • • efetiValleJtte eapazes
•• • que sup;e• ex1steate. Se a f•sse eriteri•
pRra espeeifiear • que pece • teerieareate e•astru{ce, • • ••s
• i v .s iA e ielle ia is tetta s 14• pr•pesta:
o sentiuat• 4ie que palavras tais c•••
ttn••••u, ••pess•a" •u "1JtiivÍiilue'' repre-
entitbies • • • • '•reais"
eu tttaacÍve1s" se • e-
"JÚitlice", •c••uaiiRe.e" eu "•açãett resul-
ta • • • ce ceaveaç;es •
• . A: a. .. pla 11 tera.turo se•r• • as suate re-
vela que a priaeipal cificuli=i• es es-
,
eriteres eac.atra• aas eatif.aces 1ru,a.is •
a •• que • ces aeeaaisaes ceap•rta-
aenta1s ie • •ã• peie ser SAtis!ateriA-
* - ,
• Sup••• • 1ss• •-• •
,r.olema •• case •• iaêivÍ«u• perqu• a"aea-
....
,
te" e su,esta l•calizar-se ma e esse
" , '{ , ...
iaceaue ha•ite stice esta ta•
. ,
•• que «a •• co•p•rta .. nt- 1•«1v11iual•ua sea-
ti«• ceR!ertável' ie realiialie" ( ••• ) eesse lle-
•• , 1Agemuameate • ar. •e•te na ea»eça
lhe • • s cea,ert8meate lieseja••s
explic:ar. lie «e saneira.
semeUtRnte c•• rel.;ça• •• ceapertal'lent(ll
,
p•rece env•lver iasuper•ve1s 4it1eu14A4es per-
"" ,
que a ee "Mate e • • ia-
,
SUJI4rt,.vels enlie pe4i.eria ta1 ent1i!'llie ser l•ca-

existir iiret• a c•n4iç;es • preeeSI$9 ni• jus-
tifila 1•pelii-los a ie ser autêaticea •!jetewslie 1avest1caç8e.
N , ,
Na.8 ha • • aa creaça 4ie que a 'efta llet•••l•l!;ia se «eve receJlheeer
A "'
• • •J1St•aie; teerias exelusiv••••te se•r• • que
""
se ll.!!t111t'ttsta no e ire ui te c••perta.11eates lies ia41v Íliues. Assuair es-
pestura. equivaleria a ce.n.!uacir a ••serva-.ili«aee ies iatiivÍ4iues cea
• acesse aes •ecaaismestque r•c•• suas eeacutas. o • de
ecupars• • esp;cie-t••J•ra1s aie siga1f1ea a
-
ctu •1r$ta elsctna «• ttue explica a rac1eaa114ia4ie àe suas •t•es:.
• ree•aheeer que as 4iitieulliaies e•e•atraias ••
eu •uitws &as afiraac;ees feitAs s••r• celetiv•s se faze•
prese•tes <tllall4o • • a justez• e'1ste•1ea
.. ,
que t••• ••J•t• •• iiseurs• • • teaha uma existeaeia e{;p•eie-t••-
peral 4ietermia.Íve1. A t•press8e que t•11es é n ce que eaia eljete til e
pras 9upee um tipe ce existêacia. Nesse seatiae, • que ea-
Dv
W. é se e tipe «e pressupest• é\iã. expl!cativa•••-
te realiz'!.!Jt.. Exi:ir flUe teces os ••tas (eu MOaaisaea) t"-nricaae•t•
I # • -
e «esc a ,reteAJier q_ue se UJt tip• •• explicaçae - ,.r exe•pl•,
l! , ,
a fisiea11sta - • aceitavel;
Se existisse, estaria certal'leat• •• es-
,
paç• • n• te•p•, apenas a palavra
- , N
sen te• csaotac;ees • e ••• pnr-
.. ,
'(Ue nexisten tenha eSJaCie-te•perais.
Se rE:ferêAci:a espá'ci ... te•peral ctuaace
=•••s a ca rRiZ eú•iia «e Z7, isse se
,
êeve si•ples•ate att rate ie ttu.e u•a raiz eu•iea
- , , . ,
••• e u•n espee1e 4e ceis• • • •
erprecue•l!!!s • • .. e:xistirtt.
(QuiJte, 1,,1. p·. 3)
51
0 • • • apreeAs;• su•jeti-
1 • .. I ,
v• 4U. açRe e e • • iJLteaeieaal • • «a
eoa«uta sã' e e leq uemtes «e c••rr c•acentr" r A• es-
trite ee eerrêacias 8«' q_ue • e faze.ll iRiivÍI.u-
as se• que, e•• isse, pes:SalieS satisf';azer •"-is faeilmeate • req_uisite
• •• ••serv=.lilica«e. Até ,.rq_ue, • «e ee-
nhec i•eat• eaae •·prepÓsites '', • semt14es su8jetivas t, ete. aãe possue•
, #
e aesl'o estatut• •mtelo,ico &os • • atraves ••• q,WiliS •
.... '\. , ,
existeac1a t1eter•1aaca. AS vezes, e ll81S: f'a.c 11, p•r oXeJBpla, testar
prepes-içees sn hlre precetli•e•t•s ie u• trilultal «a ttue
N # -
propesiçees es estac.,s e as reais • .,tiYaçees iese•-
A A
rae a • (Ue • • • • • • que se -••1festa•, seguac• • as IJ&rea-
u••111c•1 .. Jlte 11r,•ins: •• •A C41!1Ri.utA • se reYeJa•,
per seu e"' • l.e su•jetiv ithuie, tasuscet!veis l.et trata•eate
cieatÍfice (Durk.he1•, 1''7 .<Q Jt• !5):
•eterai•eu • • e se,
•• te•ar • res.-luçãe, «esejava e!etiva.aeate a
• eu tiaha • fia e• vista? A iateaç;•
coisa. ti.eaasia«e Í•ti•• p.Jra peti.er ser
à.a tie extetior!. • aãe str ier &freximaç;;es
seiras. • • aterler se jefeRie.
tua!tas vezes aes • • • • • selre as •
razees que aos leva• a
(Durkhei•, 1!,7m. P• 41)
A - I
Essa atituie. epistetdc* que su,.tte pes!ivel especte «e acesse
.. -·.
--.
figura. uaa reaç;• ae h•1isae irrespeas.:vel ctue 41!-eorre tetalieia ..
ces se• aaa1fest8r q_u,.lquer preecu,açãe ee• a:funiaReataçn• explicativa
E!Ue QUAJlifl) Se preeJaaa f(Ue S. ia-
eiVÍiU•S tê• v14ia prepria, iss• p8eie se resu•ir ao truis•• ee 'ue • B•·
e1e4i .. 4e ai'• Jttteieria existir se• iaeitv{•uf'!ls. Mtts•• p•r\ue, Jle• tu4if' 'ue
se 11aaifestl!l • .,. p1••• iAs c•a4utas 4ns 1a41vÍàuos tea 41_ue aeceSSI.ri"aer-
te ua tip• we • • y.erteaceate •• estri.t• eireui ..
t• 4ie sua e-x ter • C ftAce•er existêacia pr1v !ati 1'v Í-
# ,
cuos •• seati&• 4ie que se eles • • • ac1r e •utr• truis••· Pe4iea ser
se111pre elea a •as talvez ••• SEa,re a partir ., •• ,.s •• eaeaeeal!ea-
to ce creRças, e h'lites gesta4ios Re espaçe e ao teape êe sua!"

Há verteates • • • • c••• se fosse, ••
za• lie SUa eXi!!têacill eea• SUjeite, U. eeajuato ua:ÍVtCe tie ftCtrrêll.eies
ceap•rtaaeata-11 passível ele ser vtste seapre ca•o • • seaber t1e sua
realiilatle, J•••is ta•'H• ena8 eea:ári• lie 1aterieriza.çã• 41e ruaçees sis•
cuja 11ltftl1g11111ca.de· ea ao •••••, t1a 1ater-ac;ã ••
A.Jtessar t1a eeatwu1eat e cr:Ít 1ca a e h11lilll!•, auitas das versões êe 1at1iv 1-
,.,
• • .. • • se 4iesve:ne11har 4n pressupnste •
,
o que e•fntizar pri•a•• t1es
1•fi1v e.llqUaAt• seltre es evea ...
"'
• • 'ue • 1at11-
v{•u• nã• existir sea acir e partici-
par eveat,a. Ess a •
, , f ,
e ic:t : os s.tctlS cios ia• i v l.•uos e q_ue:
são • t1es eveat .. a:. Mas es s a :prie-
riàa*e ta•lé• é • g um fato
• ae que a 1Íacua 5Q-
ate s par :a. eve.mtos illei Ni• rui' V (I) r ltol!
• c•rrespn-eaeie a •••es pr.priea.
,
s. p••••cs 1•41car • • • • tfteic-
na•«•-• per sua re:laçã• ceJD a1l;Ua 1a41vÍaue-
•u já 1Gelttif1callies:. t{.,:
u -:"...) l
......
;
...... L..!
. -
(De 1,,6. P• 71)
: ·-' )._. v· . \
._ _,J I ( l .
f" • • •n1l;raG1n te.riliJ:l ew. SR)ientr.t r que n iaàivÍ-
4iuct nê' e àeix,qr e a se r CfiiBee lti•• c o1ne •tfUJI.ila•••t 1:!1 • • ti-
v• \i •• s-ee1a'eili«s.t1e, teatJ:t • • er. certes c:ts(lls se j ustifi-
.-··.
c:.r • • u•a aecese:5.cr.t•• • es ter.m•s teérie• s prec isal'f ter
• ao plaae •e .. eata 5., 1•4i1v:Íe.ue Jartll flUe
pessa• suscetÍveis • •
radf!lres 4ie eretlvRs e:x,lielllçees (Cf. H•11aas, .. p. 103):
U.l'!a tie situaç;• ca•]!lle-
•e um • • iispe-
I
siçees, e rel•ç•es ie iaiivlliU8S. Suas
• • • • ser
:eate estaleleeilias, ••s s• saa explieae1'-ls
tr:uaio-:se qUe sie resu1taates de ativieaies im-
tH v i cJ is •
(\ .. tk im.s , • ,. 153)
v t• 1"\l
A teatativa ea\fiJuiiv t•ualis•e· ie eauaciar ·!uas Jesiçees cn.- llete-
• i:rtev itRVeis es ee.rra Aê fate ee que &.Jre&ear ·· 8 Recessi.Ia ...
da Qa • eaJIÍric:a nie se c&a(\uàe coa a i'e:f!•·- sa ea tes e de
a.utê•tice.s sãe apeaas •s ••j•tes ie estuie q,ue se J:l•stra• passÍveis
ee .. aci•aal. P'.Cemes eviue.nteP.:eate P. Cre4i1tar 'ttle se ..
• iaexisteates h; co•• quR1quer tip• 'e
m;o que iRvestigar n pro-
aut o1t1at Jr.fl is cre61 € Stnr(.ls ,-c ias
(iUe se <i.Ut. .recer:•s ehserv:!r. Daí ser ttuestieaável
• • tJ.Ue eoa4iuz ., ia& i v icualista, selretuàe GUaa4ie ea4iessa prel'!is-
, , ,
Si'l. S • tehR•1•r1stas, .- pre,er tJ.U• se se ...
,
Çil.l': • • • a• tene!l 1••1retaJkeate .-...
serváveis . t a f'Tepesiçãe •• uaa r!,ida • eBtre
f!studos UB14laces· §.• .. e e• pr8prie •. :u:es eaeer,€-ates • e
... "'
gru,.-, V.l!<a V(;z .r.n.a«l h& Nlt aute-expl1eat !v a. X• e 1eac1a • pria-,
cÍp1e e!"ist;llice q,ue 41ieve tDre'Valee•r só se SU}htl' e:xigte.nte: (I
ta_ue se e:xplic ar. &eJJê.,_ G. S s iu, é 1•pr•f!cu• lalHõiT ic:tJ"lf!A-
te as excelê•eias ci@ • • e qua1ttuer illdi'litiua.1.islle ceJ1• • • •
el\t•l .. lill eaJiRZes àt: 1! eriaeiftista •• rm1t11s vertea-
ti!"S ht!!listaui:
... - ......
De c•m esse • • • e•»stituia-
tes Últi•.,s &a auatie soc1•.1 iatiivÍeues
"
li'l is eu 11eaos a:propriacaae•t• a luz
tiie suas e C«">llf!J', reftnsQ't'l 6e s1 ..
tua çio. 1'eêa situRçao social coaplexa, 1asti-
e.u • t' resuJtaio ee u.·a c,..»f1gu-
raçae ti e 1•i1v 1-su.s, •• suas Gispe-
siç;ef,, sitUil!Ç;es, '!!s Jcf\B F.
i ' f' j ('\... tl -b1 (;, P.t4t.
Ovatkias, 1'73 • P•
' ,
taaeializ•tif!lr til!\ s .. cial) te•••• .a eeaferir a l.iae•s•• U.IAA ii ..
UIM vez :assu••• • atituêe de a_pre-
g•ar que existe. i stn e nãl!l aquilo, lllilS ist eJ • que aquil.,, se fr, ::.
se passÍvel esp6cif icar, «e ferma naturalist&, ua ua1vers• tie
tia JHIC i4ia fie i v a esteAt;êa nossas tear-i. ··
- , A
As esc•lhRs feitas peles eieatistas Sftcigis tea-se
, ' . ., , '
l a s. em sl me s&Ja s just if icav e tS, mar, eM tle (\Ualquer qua4iro te•ri-
.
ce, ie DaÍ ser parca-
elUC • t per eXeJJpl•, q ne tia ia Bi
sã" • ic «e,eJulentes e1Rs ;:; eiispos1ç;es e s 1a4itvÍdu- .
• • ce capazes 4ie, •e seus efet1-
expli i v..,., 4ie•••s trArea Cf.\an se fuac 1•••1meJrt:e essa

I• teeias as ell que o • • precele • teeru,
R• senti«• •e que .;. si• prep•stas fuatiaéas justificaçnes que le«iti-
Jiea sua :a4ieçã•, 1Acerre-se e• truisa• ou lillpriftrisme. • ••s a!'erra-
li41S ceaeriea•eate a waa iAtiivicualista, c••• se f'esse aatural ..
e :perque Aa f.l.Vieeig_tie alÜe-aXplicativa Ce Q.Ue -
se• as açies ios 1Ai1v1eufts Rã• aá v1aa secialf
, ,
A eatelecic! «• 1••1viàua11s•o • •
gice e a • • a !ocie•a•• ( ••• )
e•asiste realaeate •e pess•as.
(Watkias, 1'73 • P• 153)
. - - ·- -. -·

C I
pessoas • existeates aas eeer4ieaa4ia.s
•• • MAs até 'ue peate essa • • tri-
vial e fi; suficieate respaltl• • • • tio 1•e1v14iua11s• ?
, ,
A • so se se 4i8 cesenvelver
:potier 4ie efetivameate e:xplie qr :per que a-s-Q•riutas àfl!S iatiiv!auea
sãe t uàe • Í! real existe ••• eareàes .:siaos tlA • •
ele lilrre, )ter é•, l\Ue «e c reta r {superi•rita•e eu a .· "tiepe•tleae ia ••t•l•r; 1-
, A N • ,
ca àe llll tipe ce ••t• se se justifica •• a•t1te 4ie tarc•aiza.çeea. teerh.
«e 4ieJJeastrare• e ... iaae cá. li• cea-
, I - A
trarie, estar«*•s aes •• e.,ims • • 4ie existeacia e ie tri-
viais a.-çies ie r..e• ttua1ttuer rele:vâaeia c•caiti"'a• A4e-
, A
•ais, se taz seatitJe falar••s ce eepeatieAcia .u estra.ti-
... , ,
fieaçae i•evitavel • • • • •
tra la lhe c ia:.at!fice ce'le. ter i•Íe i e cea uaa classifieaçãe natur:a.11stt
•hs ch•ses. iaetiiatame•te Afinal, •• eiêacia, pestulaç.es •• eXiB-
A I I
teacia e l.e pr1tl)r14iaàe: ente1 .. 5"" pel.e• ser feitas e•• •Slse ea tee-
ria s que se l!l•st:r•• caJUJ.Zes «e ttr•ner eretiv as e:X'}t11cac;ees ••JÍriea s.
). tentêacia tiese•l-.ca a;a ,ers•a!.fieaçã•
••s • e aa • •• ia&i.,!«ue, ser a
'
pestur• incevi&a aut••-•1R a • • • • • • se l.eter•1aar
,
g1stre «o que esta (e •• se passa) •• •errel.er. e•• is-
se, 'ue classe s•cial, • • seatiàe su•jeti.,e, 1ateac1 .. etc
sãe e•astrut•s·, 4i1s:pes1t1"•s lleur!stices ee iaterpretaçãe, euj•s refer-
1!... aãe sãe ••j•t•s «afies, e si• eates; pressupestes . pelas teerizaçees
•• 1Iterier • ttuais al.quire• existêaaia explica•••
( ••• ) llttaace }tergmtt•••s • q_ne eerresp .. -
' - '{
a ••ç•• l.e • ag emp :
ric•, uaa 1Afia1da•e 4ie •
e 4ii!uaas e IJ!seretas, ce
rela ç;•l"eats e jur 14i1c•aeate • s:, s ia-
guJ•res -.u re,;ularae•te repeti4ias, e n•ifica-
-
-
·-
-
-
-
-
:, _.,.


-
,
da.s p•r u•a 1•e1a.: a er8aça ea ••raas i\Ue
se eac•Atra• efetivamemte •• QU •
4ever1R• • c••• e• • • • • •
relaçees 4e •••Ími• nq••• pe1• h••••·
(Weur, 1'74• Jt• JJ.,)
e t G. p•ee• pert e•eer à esrer• .D aç••
••• ineiv{eues ftilft • ,resc1••fvel fftr•ulaç;• •• te•ria.s «UJtazes
à.e explicar per 'ue cnisas aãe ass1a, recili111S p•r que pr1acÍp1es
fie i».terà.epeaaê.cia esusal, tu1Mt14ia:s a req_uisites •• "raeieaali-
• • • ete. De maaeira eveatual eeastAtaçãe ea s1a:ular1à.aie
i.e s•cial, 4ie 1rretiut1:.111•••• •• psie•leg!ce, aãe n.-s auto.r!za •

pressup8r••s, sea •tsperaes 4ie teerias c•• efetiv• caJaci•••• expliea-
'1,ue etl a•leti•es têa vila t.talaeate aut••••• ee• Je.Jer lie açãe
(e até à. e "reflexãen) seaeUulllte eav elv 1-ila •• exerc ! c iG 4as f'a•ulca-
«es ies 1ll4iv!iues. A aut••••tzaqãe 4ia esf!:era eat ...
, '
as vezes a UJI ra41ca1 reeàa•• •• sease tf"lrn:;)
a •• • • ias referi-
, . ,
i .t s Jffll" ••1• ie ter••! he11sta s . Se •s • •a,eaaeat•s eatele!i-
ees • p•ee11 ser 4ie!Meatn4el ie ar1u•eat .. s epl!-
, l\ I .. I ,..
• • Ce er••• • Jn ea lnveatarittS • • t[U8 aae
inc$rr$• •• s. p•••• ser j ust1t1ea4ie•
testta4e-se • pacier «• expliea,ãe • te-.rias cea ••se aas tuais 1ae
,
feites. P•r sua aatureza eaiaeate•eate • este
• • se ieàiea avaliaqi• eapÍr1c•-te.r!ct «e certes 'uaires explicatl-
- ,
cas. Sua aai11r • • e 4ie su•linhtr a iasusteata•tlicace ep1••
}· .; "-C· I I !2 Á<> •·- s
te•1ea •as h•lis•• e (e ia41vi•ualisme !avecaa a exis-
têaet.a •e cel•tiv•s a•1•1za4es eu ie !•civ:í'•ues teaaces e••• •·•·es uas-
turàtsJ
41,ue e:a4a :f'eaêaeae :pece ser e•a-
preeaãião c••• ua aeaeate •• t•••· Ua re-
•••••• é u. •• •eãi-
• •• é exaaiaaãe • • • • • • «• u.
t1eter•i:aa •• tctie; ãe•••peah.a, pertaate,
- , ,
u.a eupla • eapaz ãe • •
u. fqt"!! lliat.:rtoes •• u.a l•••, êetltair
• si aesae, e, ãe eutre, êeft.ll1r 4 teee.
Ser • teape preeut•r •
• • 1'''· ,. 4•>
,
Seu arcuae•t• (4• iaàiv1àual1sa•) e, ,. re-
su.•, o secuiate: •s prece•••• • •
•e•rraa S1tae.ate ••s iaà!v!«u•a:, que sãe a&
Ú.iãacss aeessíveia • oaserYaçie.
(Ana, • ,. zr,7)
,., , '
o tue ••• e ,.r esse tipe 'e retickisa• helista A la
Kesik, • até pelas •ais plausÍveis aeea11••• •• t1 • suastalte1alizaqã•
ce lecial, e e fat• ie \Ue se, per Ull laà•·, 4(Ual,uer ••t•lec1a peàe
, ,,
ser pr•pesta, p•r •utre, se se aestra episteaelecioa••t• •e:reasa,el
a que e•er,e • • aúaa •r••• ie rea1ijaie tee-
receastru!aa. Presauper a •x1stêae1a 1aà1sar1a1 .. #ilàa •• te-
&es, àesprev 14es 4e e te•rlaaaeate aà,uir iàa, a c;. per ,era r
N '
ie ttualieai·es • ee p•li!res :a t ""' e•s a • • • e s:t"eti.Y•s cea-
Nnt.atta • é prftillle•2tica essa ,es!qãe que,
Jart!••• •a • ie sé ia•1vÍ4uea sã• ••serv@_ye1s, ,retea-
ie • ea ualàaies • •a eiêAcia, 'ua••• sa-.aes 'ue •• •
&•s • c1eae1a • sãe $S • si• • • • • •
{ \\
iav is Yeis, &eseaca.teaàl!'tres li.e su;a. c-iuta.
A' veràale é ttue a le pré-teéricas
,
acaaa se reYelaAie, par:a 0 s u 8staJt.e1alisae, es:trate,ia c.aua pele fa-
.!>- to tle Cttasiietrar •ecisive, •a cis,ut;. IJ1Stfilll.Oltc1ea fia ter!le le ceae
i
4leve ser estruturatia. R aiett.uaia e xplicaçãe, àe!iAir aat es
tt.ue ea.t1ca4te eacaraa a E• razã• •• serea propestos ea
( I I ( I ··.("
A ,. .. # • I ....:
c iellci!ô! S sociais • • • «e eX}Ilicaça• - • • • ·1.• , .;
e ce parca - passa a ser i•pertaate justificgr «e•erica-
a aacc;ãe •e Ulla •e tipe •u lie tipe cole-
ti v Heu11esse, cnmo e• c tê me ias naturais, a ae_,ç; .. r.eae.s 11-
N N I
ce UJ, Jl111delo •e explica-;a•, a t11.-e:ns·::'l• Jlaf'.l teria co-
r,e ser el!lcl=lr1'1tA cfllnsistiatl" ce reais aut ... suls1stea-
,
tes ce i•,nre• naturPl e e encnssn a Gi-
• Até por,ue, 'uaa•• fica ua «••Ínie «• e•akeei-
' ,..
cento aperetieAmente prese a solre e 'ue •eve •ereeer prieri-
- se iacivÍeues eu eoletivos - é ,.r,ue aã• .a&. ceata a1a•a en
teerias capazes &e, por sua ferta explicativa, iaperea seus pressupes·-
tes necessáries ae 4ie.seavelviàe. A fftrte ia-
- , ,
precaaçae entelegica •• entre kelisae e • e
,uêaeia C9 S. pre!wuias e :; p•l!t s: 'Ue fral!l•
s:aa ea ciê.lleias sociais resulte«•· ca falta 4e •• àea llÚ..
z:ere, coaí efet!va tX}IlicRtiva.p:ara as ce exts-
A N , •
teacia feitas. Na• 1la fua4iaae•ta1, Jt"l'.q l!fe1t,. rie prnàuça•
ce • entre eDfati%ar • a! • • • e e 1DtaRcive1 t._
•-, iaexistente, se se cispee ce tenri.qs cft• peier
, ,
h"lis•m n trn àic iQrt&l. n inti i v iCUQ 11s•" e
evita • fallacy misplacec que as
• • CG e àe f emrie sua • B! int!F!tr teo-
rias c411• creài.ilica«e: epi!tê•ica êec"rreate êe sua ctmprovea for9a
explicativa; e aãe q,ue .a,re:f!la " priaazia c o inàivf•uftl em. fWlçã• 4ie
sua f!aserva liliêaàe f;:.: } c. i ; · c C-;.
- ,
Tu•ft 'ue aessa p•s1çae aleca e 'ue a uxpli-
caçi• &e naves • nãe
•e•aaca • preposiçÕes ferais
, , ""
a lea c as Na e 4ieman4ia prop•si-
is espec i!icameate .. •
q_ue se refiraa a caracterÍsticZts • e ,rupes
eu soeieca•es tais ( ••• cgr•et.r!s-
t ica s mais siaples cia 1ateraçR'tt snc ia.l e•
p0iea s-er
1' • p. 5')
-.--· ·
-.
êe in.civ{cutts serem tii!ereatemente fie •
ail!ll que ns prncess"s 4ilec1sivns que :me1.•s JJa.is
- ,
facilmeate rece•er exp11caqao cenfiavel per su• cnatr•la 11-
• empÍrica. A:!h111, se et•servável é "" in•Hv{4iue aã. , sã- lllUites
tios mecAnislleS 'ue almejaaos •ele explicar. C' 1atiiv1-
êualis•• sé se aestra trivial .. ate àe re\uisit•s
...
tratiicieaais •• ê•servalili•atie 'uaacn se ceapre•ete cow uma coacepçae
tie c Gmportament• para a 'ual catecorias co•• as êe intençãe-, SEatic•
su•jetlvo, etc. sã., vistas e••• •u •. r:
• , , • I
c c esse ••• e e cas·e, ccnm,rf'lva .. se q_ue e 11 êet@!rll'tiRar a •ser-
V.!ililiehttie para e q_ue se p»ssa aÍvel 4in indlvi•ual etuante cens-
,
tatar em:ttiricameJtte e se iesenrfllla 1\$ :ttl••• • ... As «1f1-
llaiAres "u l!eal'llres-, aift fuaç;o t1e aess1 laáli-
se tieverÍa mf'!IS JI "S l!fl C81\}ttll e; eoaiuta iatii-
Viiual, e sia ti a citrlin.ut,. c n,acili nêe Cftllceitual-expl icJJtiv& • tenrias
Ct:'lll as q_ ur. is reeenatruir cAoses ea n._
,
4ie e stuio. lizRnt !!te c e •ater coattn se à a • traasais sae 4in ial
- se • e 1ft tiivfcue, se ie ua iaiivÍcuo eutr• - se iâA
c•mt&llfl:5 eea teerias: efeti.Valllellte eXplicativas t1e ê Oite S• eéseArllll e
_f o f M > L
eeYreprecuqãe àe sQCial. Teaar 1Aiivf«u• ceme ua e• si •••
• aeliior t1e freJÜe perniei•s• suilstanc!aliz:açã ••• se-
,
cial •• cetletiv•s que te• •• histeria ie P•asaaeat• Stl)cial:
, .
A: vert1at1e e que u•a c&isa social 'ual,uer, u•a
)11avra •e u.a um rit• t1e uaa
ua • • • ua prncet11•eato artfs-
tia•, Ua arti&G ce lei, uaa maxiaa moral, se
tra!'ISilitt!a 8 l!l.;a Ce r:rupe $f"Ci•l t ......
• ue1•• • iaàiv1•u•, aas ee ua ia-
li'V {i.uG - }:nflre•te, 11estrtt tmi ge, vizinhe, c ....
- a ••
18,8. J• 6;7)
./""'
..---._
)
..........
.·-
etc. • • • •• • • • c•-
me que tipieaaente ãeseapeaha papéis. E se QSsi• é, é • •
'i '
Jirflcla•ar geaericamente que pa.pe s aerilall ill1ctsit1vaaente tie UM
, .,
Seclete auto-su-.sistente •u G!_ue pa)tei5 sao •eras ctt.,..
porta11.entais que se expancem lia c!& de parR r;ru}Jes maif'r e s: 1.nst1tuc'iaaal-
recula'êlC• s ti • .. A é G.Ut! C: i 'li Íclu(.!IS p(:l.eli
ser COlllf!l l'eais tÍtic•.§-• .s reais, e• sua • ar ii a ..
de •ntica, se tnrna• ••jete 6& estucn ••• e • ae-
coas e(iuen.te na(') f:<lz liar ,ri•azia a• i.nliivlcu .. natu..
I A , í
!.!.1 ••serv»vel. s-e a Gf'lti cieneia SI"'Cial St!' se interess a Jle1•s L-
pices· - Iadiv1.duua est as • cie eJa-
• pel"' 1nciviwua11SI'n eÃf' arttes
llllis •aclil, lie rnef;,stlil • 4ie .. taaerJ:."-J!e.(e,a
v ll.r+t>\. Vt
W A .., ..::.. /'" I
• ee IS de uma'< ree.rrer a e!'1lte&::: Q•serv;ve1s
e a r,)utra. a ''ficçees àa • se comcece; aus-
ca càe eJIIJiri c.'lmen.te e••fisaàas, decresce o • tia su•stan-
c €: :as d 5 € a entre f) e if.l<i i v i-
«ualis•e àeixaa «e ser tãe •
Ex,licQr o ee UD 's•làa4i•'
, -
e a :r.es.ma • (\Ui!: ex-
,., ...,
p1 .;jJ e a • àe um
É ver«a«e t•t al•ente 1aea-
11t'r .q cie que ex-
aç;es «e 1Bdiv{juea ..
- ,
àe •n•o • apelan•ft parR
que sentie'e •
q_ue faz iesef'll•r:t.JLàt!! ttue é um
mesm• mA•etrR, é
sup"r que aã,.. qua1quer
ç;• 'u"n4in •
AU ,reen-
chem ns • pa,éis 'ue iesea-
penbftlll..
(1\y•a, 1'78. PP• le-11.)
I N
lis•e e pelas àistiatas • •e existeaeia qua
: , ,
: . - ..
------...
..
faz .. n:e iateriGr àas diferentes tie teorizaçao ...
r a•'· !U!, 1 v i lua 11 sta extre.l!l.r.lia-, 'ue ctS inti!v Íiuos
po4ie• pel' tlanecer aA.l'lÍm4s, p•Glea ser v ist•s c•11o • Jnrtaàfllres &e.
iisposiÇ;es: t!JiCliiS. Mas,aesse eas•, • ceaeeitn àe iaàivÍàu4 : u. tip._
!ceal •astaate àista:m.te de suscetÍv•l fie a•servaçãe. "
fl:l tm .i e sec 1 rüs cepenàerea, Jt;,ra possall
liÇHS ••s incivÍeu"'s nã• RS • •e coaàut•
, N
ter sua apree.l'ltiitia atrAves c.qs ll!aaifestali«'es ex-
àe concuta • 0 e a açãe perttU1eer •9tP.r!elaellte 80 iat1!VÍ-
àue nãn m•s autariza !aferir sim•Qliea!!ate seja recut!vel a• de-
. ,
e a r • pu· a letect11r • su:ralus s1•••11e • a v !à a ,ru,al 1•treeuz
Raa:: at1tucas c•ca1tive-v•·liti1'as ,eles 1a4i1vÍW.uos. N:esse sea-
tiee, mãe se trata «e • se • &rupe é 'l1ll2 siaples alstraçãe
I N • ,
fiet1c1a, si•ples scu1a lli•s: reaçoes, àes , eu se • al'• ce11
' - acrescenta si.lll(lll!cal\ellte a a.;att iaG.iv !iu•.l· Def1s.1r
ê • ent•l.;f,;ice àe &rupe é imprt!)fÍcu•, 1\Ue -,eele .aãt') passar 4ie
fdct Íc l• quante Cér•ere e • assim influeaciar
prnfURill:i•eRte a CtiUt«iut• c ms !ai! v se. re}llresentam a sou e e su-
...
as .,.es • • • Ul!la • • a eles Vere• • • • uaa
Emt1«:.4ie e11 si mes11a existente '""e ser espec1ase, •ns f"')•jetivltl•ente
te• iiretQ peASam e .s iRàiv{iu•s•
A . I
Mas 95 soci;d.s p•lliea ser vist•s C$Me
• ie ela.loraçi'• ie • .. eu ie capazes ••
provere• para ç••te:xtes • (1ue emerc••
_, .. #III .. , N
e11 «e i:ateraça•· A in.teraalizaçae ela "lecica" •e
sistê•iea eos Japéis assQciaia às i•taçêes 1•4i1vi•ua1s •e sicaifica«•
,
e a9s pro•leaatieoz &e Cf!tnvivencial f'or11a11 • espaç:•
•a Sr!!C ia e sem q_ue 4a j.a neces·siGa je (i e ilus8riaw;ente !•v oc P rtt•s
tx!eS àe c•nduta inàiVl.UeS iatrojetRa Se Vift-
..
RUlam R runci•nalica«e iapesseal •• siste••, coafi,uran•• •
•e • • •e • 9 • cultur11 àe
uaa l!; .... rM • Yitil::l.
Assu111r, «e ff!\r-.a c•nseq Üeate, ,.s iq;es inà1v i«ua list a.s 11!t Ul
é • a 4in 111e111eat• el! tt.ue se «1sp-.akn àe cem ror-
,
ça t!X:plicativa 4U.JUIIZ êe justificar .QS. cempr•11isses assu•ices.
·' q,uestafl' •• • • • •• pl:olJ'II!h ••scriti.,., a-. pr•cesso 4le
• tie conceit•s· Mesl!l• p•rl{ue, .á àiscussã• em tern• êe se as leis
.. ,., . ( '
re1.1tiv:as a., • • sae c.u na.tt as leis S(!lilre
.,. in4ii v s; p•rie Sl)r preficua•ente •nca.t1i.na•a ae eaearaca
..
• • Ulr;a f"atual te:peateate •• si&tema ex:pl1cat1-.e atetatieo Ba
p•.laVrPJ.s', <HUlS14ierar • estatute lias leis- - inôiv iciualistas tru
h•listaa - p•«e ser R• iat•ri•r ce ,uacres te.rleee
Decisiva é a • ea estr'áturaç;o ca e :xplicaça•, •
.. , {
a •efiRiçae • que e - 1A•iv •uus eu - enseja,
EUit•, a àa cireç;e - 1•i1v{•ue pora • OU
•• ,rupe n • - a ser pele sistemn •
·I
€, .·• , ....
Afi1u 1, • r que istfliY!l!a is 8a si l.q r ue aq_uil•, .,u '!Ue e autonel!.• frell-
"' ; ., .. ., , ,
te:: aquilo, ete. e m tip• f&e • • ae eficacia pU!'Qil.e.n.te
que §aDb.:,1etittaiêaie ep.:istêmicB quant.a se aeonpu•J.aar &e efici-
entes prepestas ex.pliclíltiv:as .. seure ser; pessÍve:l Cêntra-
pel' a um SêC • httlista. UI! • isms inàiv iiualista s..em flUe f"",
nc.-rra • efetive O.e seus • • ie •
Se o pr•8lema central Gas é
.te CQlr!!"l tios ituiivÍIIIunss
cria. c aracter:Ístic,.s 4iar
,_ ' N A
especial ateaçan situaçQe& em ((Ue t!S fenA.Ile-
n.os sc.ci.a.i.s poiell ser •ais Cnllvinco.m.te.l'!ente: ex-
, - ,
Atrtyes: àe pr"'posiçnes
perque nessas situaç:es pnie-
iii r eta.11ente 8servar a 1.-s
int1tvf&u,s 8 àesse fl\Jter a
.., , ' ,.
inf•rm1Ç•t111 necessl!llrilll 8. explicaça(l).
1' • p. 10"8)
... ' J .
'- é
..
,
cefeaàer • Sua •eresa pr•craDtica •e UJia s•ciol•cia
co•preeastva velta4ia JHtra • atpreeaaã• 4e su-.jetivo 4ia açâ'e 11••·
flitav• lllanifestal\eat& c"'• hC!111stas enal\ as fie Durkheia,
.. ,. ,
UJta v isaa episteiiP.1e•-••t .. l•cioa ({ue ceJtce•ia es c•1et1Vf!tS c e-
•• m•ras categnrias 1nterpretat iv•s • \Uais se fazia a repre-
se.ataç.f' ••s • • • • • gerats •• iatet"açãe;
soe iol•cia retiuz ir esses· cone e i t--s à
f , ..
• ist$ e, sea exceçeea,
:: ç;;es •.-s inti i v Íciiuns IDartic
1'22. !'• hl5)
A
!\0t a- se nns cientistas f,..,rte tomilen.c.i2 A elll s e us
e;a:F'ir iCI":\S, sui tns preceit4ls • pr•peS'-
sua Jletac iêacia:. Ceaatata-.s,, t 2'M!Jéa: ullá :.: aa-16r êu'.'·u•ca.;r ..
corr.o UllÍVe-l'SQ_is e iaevi-
a a pQrtir coas-
truçã9 sisteaas te.ric•a • justificação expli-
ca ti v a para as pros--.gulursiç.es' 6e existêllcia. icaJilente iJlti v icilialis-
Es-tr4d.t ificaçi(l eu ao }:;unc1t!l Anti:•- exi»em certa
.&isS:ellâ.acia co·a pr•,•stas • • ferteaente ••-
fat s •e UIIQ. ce. líl " iêent ifice ção Cr>llJ!tUU\si-
Q.o- s,uuj etivo na. s Cf'IS i.F.ltHv!•uos. Cs tra••lh•s
-· ..
- ·\
í
/
/
I _
.. • .e.um tJc hut. z p. 6) que Weaer redu,.; t ('ltioa· ti,Jl"-'S
ie- e e s:t r utu:-:·:.!S s"cb18, t.-•As .8S ""ljetivaç;es culturais,
Nais elementares «e • • • 1aà1v1iua1, parece aão levar
ea essr: entre as teses e
tttra la.lil•s e•pÍrie"'s"'. A«eaail, a !eCi•l•cia • • v •lta«a pa ...
ra a • i• Siap su•jet1v•, eafrenta Jr••lemas ie funeaaeatação
ma i s
, ' ....
. :; E: r i0s qUanco se v0ta a ê" t:l••• illstitucü!lnal. Se as
1n•t1tuiç;ea sie vistas eomo resultaie ies efeitos • •
1•«1..,1àuais, tais efeit•s nift> têa e•m• ser c!D.r•.!. .. • p•rttue teria
sià., -'eseacacleatles sem uma. n:erJ.te iireci•aaàera capaz ce· esl'ecifk: .ar
• para as aç;es • . Se, p•r um quem ci ;
, .. ,
e !":' s uje i te, Jtlr • ati v s it;J!I.ific pressupee • c t'l'ateu-
• Sf'!àre • qual exerce sua tle significaro A
• e e s ignifiear 1A4iivit.ua1 e s ullj eti-va, us a •
S '-l ilre 11. qual e:xerce sua açã" • vai, a• PJell'.IIIS:
e1érr: • , .-reciS.l! st: r e1 él ç;es , gru-
r:(,'!s , C:('!1e·tivaa , ete. •
11
e xistentesll âistint('ls •e sua e:xistêacia, !!!1ft-
I A
• que Bl"l»l • enc2ra-Jes Cl!lnstitubt.-lr"' • cea viola autf:lne-

A s•ciflll•c.1a é u• «e Cf!\Dfl é 4i1flc11
"revftr j usti!1c:.çãft psra 1ndividulllisrn(1f
'1c•• rechaç.- e)listêmicn csl111 aãe prevê intlireta
le,itiuaçãe Jt!!l'a crtualquer aeca114iaàe •• iniiv i•ualis••· Taapwc• 1nv1a-
,
• a prieri a • • • 'ue alaeja 1•eatif1ear • 'ue àe
•••r,e C\Ualil4• 1•41'Vf.iu41!s se eaqmu1ra• e• Je"erê'es • tht ceaêu-
pela 111! à as verte•tes 1ac1 v 18uali&tm ce•cerae a e f:ltfl •• 4,ue
z elll eJatre i1'4$1l'Íjue natura]. e i.a411vftlu.
--·
,•"''
_,......
--
( eate ••ser'\'a-.ol •• e sup• s.t,q ••j•t• ee recoastr-c
çie Isto t'1ea elar• tuaa«•, p•r e:xe•ple, ••rtes 1at11Tit1ual1stae
«• • • àe (Ue ftl 1••1vÍiuos têm existêaeig
fJ> r'rinc Íp.i"' cl6 q"t;e s/, nfi i V Í<hl«'S efet i V i4illi8 C lUSa 1. llÍ
Gl!lSe de ce.Etith! tipa àe p•a1ção •• ••llilida ee que p•4ie
s e r S<t&pre • ia-ivfeuo 11 • a,•• ee•pre a apeaes • ., ttue se
•• pla_nt1o ce !:\111 eellsciêaeia • •• &tlas cerrolatas • strutura•, llile-.
coF.pertameato extorierme•te · ·•ser\' .. e ia: •. S11Q açãe peàe ser v :tsta c tC\J'Ie
clt. s 1ga11'ica«eM (Ue transcertcea a
"1 suas e scolhlíi s ccmscieDtes e plstrs.e jaca s. o rato ti e • 1a4111v !-
tue a Ú.ica acê•c1a ceace•!vel aãe • auteriza a su,.r ,u. tece•
•• e•llàiei••••e•t•s *e seu acir se situea •• espaç•· estrit• i e suas: v o ..
liçees e. .. c;ees tia realil.ace. As • • e as
• • o<;;es ft aeu s•otér1•, ev1eetc1a• QLue·
,
e 1afUJtt1aa «• susteat11r \Ue E!!.! !.,.UJt se • . aait'ost; e n• at1V14hHie •• na s-n.
jei te perteaÇiil exclusi" ar.e:K\te o 4e 1!lte11gi 1 icJQii e ell seu ir.: te ...
' - '
réSUilir razfles e c4'\nsc1emtea, est ipulél:r que s
ne le s P S • Iii e
• 1;/tttkin$ que @5 Ú1t1PJl«tS Fun(i o
SBC" ,u •• ,e. Ea1.s ou a:<ert•S llJre,r1a4ial!eate à 1uz •• SUQS cis-
e sua • está • há in•iv!-
i:ues, açees, tiis,•siç;ez, eeF.pr..,••••• • situaf}ão. Mae de sua tm-
tele,ia e•ater aãe a roc$1'lhecifc•lle!\ sus-
c*tiv6ts «e e:xpriu!r • ceat•Úti• ee 1nte11c1•111tiati·e -que ultrapasse
a esfer» 11e eelilütQ•a aqã• 1n4f1v1dua.1. Na l!lelher ti;s
hip.teses, a é o pa•• •• !'Uil4i• para a aqão tie 1n•1vfeue. t·;;as
se se suplllser \Ue a situação poee ser a.ã• s1cn1f1(lar: 1ss•
, ... ,
é ie e1 «• prtttria? Na• •
'(
' ,. .. .
pree 1•• e •aferir a !i tua çoe • &tliltua s. e super-*'ceac ia p:l que p;,sss
ter «j.reta infltlêaci• Sllire curen àe &ç;'e (e sens • • •
.. -
,. ..
........
)ele ia4i•Íttu •• ft ilteiviêualista a" •esllf' te•p• pGreee aãe 1ter e•••
J!resc1.n.clir n.,ç;f:'l oe situliçi'• tence a cea., espécie 4ie
aere es,oçe •• 1J11ter1•r •• •ual • 1aj1'fÍiue •e•••••l'fe lUas Rti'fitiatles.
ft 1a«1v1•UQ1.1sta est: eerte ,uaa4e expl1tatées que atrilmea
I
a e11t1.iaies sociais, •• si 114UU1QS flXisteates, prepesitos e
prepries eiferentes peles 1ai1'Vf•ues e ctua.atle ••ca ctue
, ,
a laisteria teaaa te1eele11• Jre,ria, . iste· e, tiaalitl1aies: ceaceltitlas ce-
situá'feia aeia"'l s tios 1n4i1vfiuea. Estó eer.t• taa..;a ••
recusar a ee as 1astitu1f;es • vale•ie-se (a
supcsiçã'e 4'e ,ue a te.ro ne-cessidaies' dist1nts.s das d.ns inc-liv{ ..
a d.Ú>ti•a tile 'ue se. ustra ,r.-alett:rtica a
ellc•mtrt3.•il ell!. !lurkheill, Hli!rx, Strauss (; e-ut ros, ie excluir
as iJuiiviiuos • • e:x,11caçee5. seciel;«ieAs, c .. • se tosse suficiente: ,
na ie11•1taçãe e ex,lict:!.Çãe àe seoial, referêacia apens m 1ast1-
tu1çÕes e suas re1Rç;es.
]J,. • rec:ftsa•• dessa ização à., seC!:il. numa Soei e-
, , ,.,
eu nuaa Histar1St ce• vili:a • ,re,r1as • • :berJta a lmits-
taacializaqãe ie sec1a1 aes i.aàiv{iuss • ca•ialt• ser percer-
riee ,ela secie1f!lg1a. e seetár1•, 1anctra•«• f!Ue • 1.alli1v.Í-
... .
eue pessa a ,art1r •• rag§!,, eujes eacaeeaaeatos aetivacieaais J•-
iea •• se situar fP.ra ias •pç;es 1aec1atas da ceaseiêacia e •• qua·
A supesiçã• ceatral da ,.siçãe 1njividual1s-
- • celitrafatu-
!
, A
al e Meta! s1ca - e 2 ee aeAÀUmQ teaeea-
.. .
ela sncial existe que •a• pederia ser
AS ÍiuQs enVC\lV idos g,uis-es-se• al-
teru-lQ. e pes:suissem 1at"o!llraaça• a•e,uada
pa.ra iss••
(W·atkias, 1' • PP• 1'8-')
... A
que 1J.!l1,!:! sitU:il.Çn4!1 eu te.ndet'lci&. ser Glterf-l4la por
4111t k'il'\ .:t (.() ...,kt.
per U.lfi 1Ad$, a su•lil.lh.flr CA:t'reta.l'Jen.te que es ace&ies
.,-··
.nãr:l S;l!l reféns títeres de cnletiVf'S e, f$'"'r outro, truiSilCl de \Ue
C!!llnhecime.m.to das cornJlexns eavnlvi,<=lS AA (re)pra-
f.lr«ell Sl'\c ial ense,iAria. sua alteração. Mas • fwula.meatal sel"ia
.v , ' .,. N A
sa•er se a infctraaça• aeeesNria a alteru.qao de uaa. situaçae QU teaiaa-
, ,
e!a Sti')C1al e t•talmeAte • )lllaae· das: raztes· pre)te&t;tS e
l•l•s inàivÍau•s. Cftao as eràeAs es, .. tâaeaa aão resul-
• .ao de conscieatea; • cca•n o CGahee1•eato Ge
sua é parcial, • e i1sperso peles àiversos
os aãe alcançar u.a completa e exaustiV;t intoraaçã• seDre seu
# N -
aa • social Jiel• cellcursn dns aç('Jes;,. reaçoes e rAzoes ia-
fiiv {«uos 4!U8 se art 1eulaa nuaa Gra••• C4,u1liaatér1a ea 4{Ue f!Rs • 4ies!c-
,, "- ...
nfes consciemtes se • a e conseq,uenci&s aao-Jretea«1-
, , "' -
de des'ta 11aXilla, s• pai• • Mn sic•
nl!'ica ttue se Jessa estudar as «ifere•tes .§.!1-.Yll.! e•• siaples
s•Ma, saJ& descolltiAuica•es, «•s Ct\ap•rtaHRt•s inciiviàuais. C
lisae, ez MUltes casos, p•der so•re e s.eial valeai•-
se ape111as àa f'orlla sincular coe se aã" lu•uvesse ciiferellÇa alcUJta entr•
ua iRdivÍiuo alco e ,.der alca•çá-1• e es 1a41vÍcdos pretende-
re• alco e atuarea, nea o.m tetal e se• u.a mente 41-
' ...
• • c•• vistas a e•te-le.
lt q,ue se, -,e r u, la • .,, sé i.ndiv Íeues 7Jt:>de11 ter 1ntere,s-
ses e • pr.prios, per aá • àe ,ue .llelllros de &U'ee
rentes p.dem ex1•1r c0n&iei«aa•es pela
•a ea ViàG iad1v1-
ev 1d6nc1a prec :persAnificRr 1!:'1 ia.l l\Uila Enti•ade
deseja11ns clesco•rtr-lhe a • <!esc(\nt!nua. Se os ia4iv!-
ib;.os a:et e s e perseruir iatêresses., entã ..... *e indagllr ,.r
- , ,
•e1• de 41sp•sit1vm& a leva-lQS mais aes-
ta <lU naquela tiir'içie, estimulRr a. àeste •u àattuele t1pe àe:
,
à SUS,l c11 pac i à. r. de de ter • de v hbY Ade11a 1 s, aa tipea
lle cea&uta <{ue, par sua rac1enalidac&e de sua J;art1c1JaÇã• au.-
,
ma tie 1ast1tuc1•aalmente urdidas, se são
e.s.elareciries at ltavés • emerceates es;..
peles sistemas tie interaçãe. Neste cas•, e fUAàa.seatal passa .
a s•r que ná de 1aat1tucional' •• c•m,erta-
meat0 se.c so tentar atribuir viàa pr•,ria eu
_....,

, .
nios a crup•·s.
e- está' certe o.e r&eusar a eé11arche
..
'\Ue crlnfere coletives e a que estabelece redes C!ilUSAis
cenéric.-s C(.)letiV(?)S' t:»S incivÍdUf.!IS, tlf) fatn de 41.Ue.:
os iluiivícu..,s si, es verdacl.eir0s acentes ,.,r Mis ,ue se11pre atuea c••
•ase em ·f P. t0s e 4if.\ reli.eioaal •• .'rual si•
JHirte e pêr ais ttue snfrP.Il 11111 e11 sua GliiS
Qiç9es reais ea que se • teaàe a ea-
car$!r 4!.'S ,a pé is iJuHv ne iRs iastituiç;'es
das pelas iastitu1çaes c•ao partes <la sis-
indlvidu.alista ressalta. 1\Ue
14esm,_ as explicaç;es C1)&lpletas de .feaêmemAs
, ] - "'
ft.e so sao 41.uantin s&
clle'a a càe&uzi-las «e emuteiacles aDre clis-
:1, creaças,, recursc!ts e interretlaçttes
e.rttre ineliv ÍduGs.
1' • ,. 1'8)
Nãn }trf!)cesstt a
sé seus autêntic,s acusa.tiv.,a es inàivÍ<!luos e cou pro-
,rieàaces apenas as •is,es1qees c•aeel•1«es e••• reaç;es ce seres suaa.nos

1. e ireuastaDeias s. Pe.r \Ue se 4[Ue • estue•
..
de! à1ts te• que • se ·
r--..
, '" t . "" i 11 it
e tle que eev res riacir ., ca11p..- o. e .ncerreAc os .e m a-
c•1uiuta s t1 in& i v Íàu.-s. AàeJJais, crup•s eacerram rsculari-
e ctuastâRcia q,ue nns • a cm.ceder-lhes uaa estrutUl'a sic-
, ,
a.i!icativa. est.-vel a cezspeite 41• numert.t flutunnte tile seus Mmàres e àos
àe significarem n Aas situaçães ce interaçãe.
"'
A aecessidacie cie definir o impacte ctt'S si stemice\S S:Cllàre • cemp•r-
••s àeve, se fará ee UMa explicati-
vamente representar uaa reca!Ga aa assunção de
Superenticlades •
quand• se afirMa, eXeMpl•, que coesivi•a«e, ea-
etc. se r6fere• a atrieut.,s G.e erup• tArna-se, àe siÍcia,
impertante Getermilllar (\Ue tip.,- ãe status e.ntf!lll.r;ice se está' Cftnferiadn
I ) ,
a grup«r. E iste e par:;a q,ue se Jessam avaliar essas proprie-
da&es AU eem CAM. que Se da 1n-
CiVÍGUa1 prnprieeaees pertencentes a um tipo especial de en
lL11 é :pf'8.er de expl1cRçi0 • tenrizaçãttt
que tftrnRr cefens;vel este :lll.\Uele tipCD •nttlll.c1ca.
É clare !ii.Ue se uroa versã• oe h(;\lism• disel!lrre St)'sre grupf!'ts cem• se f•s-
se• • Atserv,veis e Antur.ais i.acmrre &li rl.uplil ilusão: c•afwuie
e:xistêncitl A5Ciomal c0a real e olservavel cem iluiiv.Íàu• eit-
jete citJ recoD.Struçãe te c< rica.
,
o f:ltl') •• parec-er Ull uespreposito ex,ress1ve Cll.racterizar Ul1 incU-
vÍtue co-.o estratificafie •u ceesivo llÃo sic•ifica ,ue estamQS autnriza-
&os a fazer esse tipm &e preiicaçã• a cru)es tomaeos • • ea si aesr.ms
/ - ,
existentes:. maximc.· 'ue es;se llfl'io ele expressa• Jre<iicative e
que faz senti•• super a existência ii e a crUJUIIs.
,
existira via exitQS:i &e rec••iticar-
Cl)S _pret1icad,_s fie nS te,r•(.)S Gil :itri ituiÇãf' de ,redicaUC\8
)

•.
o • as cificul-
cades 4ie predica&ns ie ea pre-
cle através •• • àe àe tra«u-
ção ca,1zes de 1erar peria de Cl'&teÚã.e, • \lle se pas-
sa ae n!vel •• ,rupe a p:crtir t1(11s Qti)S 1adivÍ4uea;. aesse
"-""
easct, a ':prG)pr crupal '' passaria a ser v is ta cemo cense,uenc1 a e
seriam JT()Jostas rec(tcU.ficaç$es. 1nd1Viciual1stas Cftm_, a secuinte: •A
aa.ior reco11pensa 411sp•nÍvel para os HBJirês crup• acarreta sua maior
esta ltili.aacie:•:
- ,
De • • • e a 'ue recnmpensa seus
•e.IIDrQs:, aas 0utrfts aea'Drns AU • e
eles, e aã. a s.eiec1tifie:, que t•• necessici.a-
des es-pecÍficas: - eu .melllnr, 9,., eles que 'ue-
coisas:, mesaHII flUe delas precisea.
(H,.·uAs, 1' • P• 67)
rleve ser u. indivieual, • sim
tenf.t.\ sua uC11Uilduta}
1
: determinada illdiv{&ut!)s que a co.mpnea; é ela-
que a ie traduzir iastitU1ç;es p&ra esua-
imlliivlcluos se justifica se iss0 ficar à.emnnstra&a
ta.ntc a. (')Otil&Çãú de 6X:firessiVa quanto a C0llqUista Ce prefi-
explicativa (superior). P•ts que se a
de que a tra&ução eDQetivava apeaas a caprich0
este au tipG de ente. tradução
SQ.ber, aú fim de- se .nã0 ce cont eÚd('l explicéf_t ivo/
si&nificativ• a geraçie ie modos expres&ãe ineemansuráveis cea os
que se fa.ziam presêntes n<!ls ,riginais c.le de s.
$e supusermos existê.ncia de i.l.mét L ria qua.l se fRzem pre-
, A
sentes termns comr'l sistel\:1 r"rde11 etc. e
f' ' N
um;:; line,URgEm L n!:l qua1 referim("\s .;f'lS pems;me.ntt:'ls e PS
a de de L L' r e siàir; em que
.. --...;
--
...-...
.-.
,-

.. -
. ...__- I -· • ..
algvns <i'I':IS e dr,s de expres-
s1v4'S de L. Desse f1) r prct81ea a ser: vnmos realizar traduçr,;es
1.evandn em ca3siderac;â'C'I lil s ias interpetativas • as quais a 11
1ndiv{duns aa vamêS apenas para
suas disposiçÕes
, , ,... ! ,
Ale.11 de a pretendida nem sempre ser poss vel, a _verdade e
que (!)S empreendimentt!\s feit(')s SElàretut\o p•r ·it.l'!L-
c<Íltt>cos c(.)stumam p<irt1r CC\ntroverso· pressuposto de que "se
pesslvel alca.nçar uma clara da dÍade p9ss!vel ter
lllUl compree:ns&o •les prAblemas, atinentes a snciais maiores e
1nais Ct"'l'l}'lexa (Tb.i ilaut & Kelley. 1'5'· p. b) •. isso, é preciso
ter tue muitos CC\IIletiVAS, pela QJll exi-
oida t insuper;Vel ao ,rf)jete q'\lrl Se pr op .. e traàuzi-
li!!)S para formula ç;:es que ernprecuem s ter.III"''S 1.nc1t1dua.1s (Ct. Na,el.
1'74. P• 53'). Out•a qua ,., de traduçã• sia os
cas'-'s em que P- de um term" ec1etive só pc;,ãe ser es_pecific9da.
a ajuda Butra term0 caletiv• •
. A Nxperim6l!ltal tem-se apresentanã.,, na vnz d& alguJlS de
seus • de clas funções psÍquicas funda-
mentats.:.;;Q.os indivÍduos s&m quq,lque:r vinculaçã:'o com os fatc.>s
que a tea qualificado da s. TeJD-se entra-
GG aa depe•dência Que aç;es e sentimentos têm para coa as fÍ-
sic a &s.tudos: lnidGs - a a n!vel indiv i4 ual - de Gate-
Cf.lr ias Psica.lÓ,1ca s Cl9mf\ Peroepção, Aprendiza,em, Pensa menta·,
etc. !4 &as· qu..·üs preten&e inferir os lares ti1!:1 s"c ia-
oiliõade::
os declflrall que ,_
eM nãn con-
te• nenhuma diferente estud .. dAs pe-
iDàiViQU»l. N;" temf'ls um cnnjun-
tn i:ie pacidnàes q,ue lig.g. as re l;a çt;e s lnài v 1-
, N (
duais as e Ull •
diferente de cap.Qcidaàes que decorra dRs rela-
entre Se cnapreenuemes adequa-
. . I
da percepçãe,
mntivaçi(l) e da aprendiZRgem respast.:a
' - f
as cnndiçr..es fJ.siCllS dêSCo&rte,
rnesmm tempa, es
;
to e s(\\c ia is,, ja que estes:
ÚltimGs se precisaxe.nte n..'ls
ftmç;es, diferimic-. n:;a Cftlt-
plexidade
(Ascn, • 35)
...
_lt nam prec ia=ari .a ter-se torna.do pRra chegQl' --
.., . ' ' - ,-
a cnnclusoes iGenticas as J. Mill •••
, . • : A#
que sutilmente se eni::eda especie de ll'Uifs .... individualis---·
ta pelrJ lutizAç;o àe percepção, D1Ativaçe8 :---.,
----..
pprendizagem, etc. J da ra possi cle fiisp(Jsiç:\es
torn,.à,!:\s possÍveis pelA pl:::l sticidade bialQgicA dns "r,anis_-,
n
Jle:l s'
..
devere• a lgurA!a de fundamentfl.l atl seu func i•n:ull!t.àt• As a tri-:......
zes de • que extrava.sa.m - C&l!f') fAntes de s1gn1ficaçãe - e -
CC')mp.c.rtaw.ento pur8mente indiv-idual. É sem,l're de axtrelllll re le"Yim ex-
- .- I
plicativ a anstrar 1n.teres se 511 &Veriguar na$ sa comn 9 s prepr 1 erlades tl-:·-
pic.as da mente humana :afetara as relaç;es entre r,s Ct';!ln("' tambe.m.-
C8mo as s0ci!lis ttreacem" sobre as mentes atituci.es- ou .-
a su,er f êrmas conteÚdms d•s re
Tantr, sa 1ndi v ta suprav eiculada quant"" nas vertentes _
; ,., , "
.h.nlistas, 9 que es ta de fat(.'l em quest::to e que tipcr de
se €' . psicf.'lÓgicc f)U s.e - tem .ct1'lndiçÕes. de se aut ont
men.te, sem qualquer a• ()Utro. pt\ rque, · se ·se
"
propÃe a i.tú'erenc ia df' Sf;\Cial .a rt1r me d s
inlllivÍt.u .. , iss& n"' fund(.) que r-Jã,., ha pr ApriAl'l'iEmttJ snci.
e!l si rAAis que psic .... 1.lgicd.\ P"SSA:lns de.
rlvar • 1f qu(t :ná as relAções tÀ6.'S hnmens c"m a· c ii
1
,.
cu.nstanciR fÍsica, ClUe o eJJinentem.nte inciiv itiü.l êe racul•
- · H N
iades CAISê ;, percepçao, a memr\ria, a a criaçam, etco sem as
Q.u.ais o .n.ãn poderia s equer se r e presentar et mundê ( secinl ) » ma s-
.. :.----
,. ...,.....
·L
'
..
l

r.
L
' ·.

--... - ..... -
l
. · .. •. "
ete. PAr8."· nns, essa si Al"lje s111a es.d'r'tcrula eq,ui vR ler A c"'•
tt ente ca,az · de usútruir .!!!! J. 1•erdade a t pP. t.'l
• - J
ete.)
• ' ... _( ·-
!
., __
-..........
........... _______

You're Reading a Free Preview

Download
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->