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Apostila 21

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DIREITO DO CONSUMIDOR

DIREITO DO CONSUMIDOR
Graduação

www.universo.edu.br

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• Compreender aplicação do Código de Direto do Consumidor. Desta forma. Identificar os conceitos: consumidor. haverá sempre relação jurídica de consumo se identificarmos em um pólo o consumidor e noutro o fornecedor. fornecedor. fornecedor. aplicar o CDC. Princípios constitucionais e específicos. se torna inteiramente importante conceituarmos esses institutos para que possamos compreender melhor e.078/90. produto e serviço. Direitos básicos do consumidor. produtos e serviços. PLANO DA UNIDADE: • • • • Histórico. Desta forma. Conceitos de: consumidor. sendo objeto dessa relação o produto ou serviço. efetivamente. Verificar o objeto da relação consumidor e o fornecedor. OBJETIVOS DA UNIDADE: • • • Identificar a relação existente entre o consumidor e o fornecedor.DIREITO DO CONSUMIDOR TEORIA GERAL DO DIREITO UNIDADE 1 DO CONSUMIDOR O CDC será aplicado em toda relação consumerista. devemos estudar quais são essas relações para estabelecermos qual a que aplicaremos a Lei 8. . Bem-vindo à primeira unidade de estudo. Conforme identificaremos no decorrer do presente estudo.

que é destacado pela expressão “destinatário final”. então. uma grande camada de pessoas que consomem esses produtos. expostas às práticas nele previstas) da lei. e o terceiro é o elemento teleológico. atingindo. Apesar de chegar com grande atraso. de acordo com o legislador. deixando a cargo da doutrina a solução para a interpretação dessa expressão para. quem vem a ser. O conceito de consumidor nos é dado pelo art. A característica principal dada pela norma para alcançar aquele que será consumidor. o segundo é o elemento objetivo. 2º e nos arts. desta forma. que é a finalidade pretendida com a aquisição do produto ou serviço. que é a aquisição de produto ou serviço. se definir o que.UNIDADE 1 . que é a pessoa física ou jurídica. FORNECEDOR. o Projeto de Lei apresentado pelo então Deputado Geraldo Alckmin virou Lei n. desde a vigência do Código Civil de 1917. Com uma grande produção homogeneizada (standart). O primeiro é o elemento subjetivo. Podemos destacar desse conceito 3 (três) elementos que o compõem. PRODUTOS E SERVIÇOS. consumidor. seria a aquisição ou utilização do bem como “destinatário final”. 17 (vítimas do evento – a doutrina norte-americana os chama de bystander) e 29 (pessoas determináveis ou não-expostas.078/90. esse controle denomina-se globalização. 8. possibilitou uma diminuição profunda dos custos e um aumento gigantesco da oferta. submetido a uma tradição do direito civil europeu do século anterior. norteia o controle econômico mundial. que do ponto de vista do capitalismo contemporâneo. E isso a lei não define. A definição dada pelo artigo é considerada pela doutrina como consumidor stricto senso .078/90. que determina ser “toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final”. que se contrapõe aos chamados consumidores equiparados. 2º da Lei 8. . capitaneada pelo mercado Norte Americano. Hoje. efetivamente. em série. somente no final do século. definitivamente.TEORIA GERAL DO DIREITO DO CONSUMIDOR HISTÓRICO O Código Civil Brasileiro entrou em vigor em 1917. CONCEITOS DE: CONSUMIDOR. Com a fase desenvolvimentista. definidos no parágrafo único do art.

Contrapondo-se a esse entendimento. o que coloca um fim na cadeia de produção e não aquele que adquire um bem para continuar a produzir. a teoria maximalista. mas não na sua concepção. Percebemos. “destinatário final” seria o destinatário fático do produto. mereceria amparo da norma. defendendo a idéia de que consumidor é visto de maneira bem mais ampla. ou seja. a exigida “destinação final do produto ou serviço”. 2º deve ser interpretado o mais amplamente possível. alcançando um número bem maior de relação jurídica. fundamentando que somente o consumidor. Chegando a meio termo entre a restrição da teoria finalista e a amplitude da teoria maximalista. não podendo adquirir o produto para revenda ou para uso profissional. e a fática (ou socioeconômica). surge a teoria finalista mitigada. como por exemplo. veio a teoria maximalista . a científica (ou até mesmo jurídica). e a teoria finalista mitigada. aquele que o retira do mercado e o utiliza. por sua vez. Para a teoria finalista. e outro mais amplo (teoria maximalista). o “destinatário final” seria aquele que retira o bem do mercado. três correntes se formaram a respeito do tema: a teoria finalista. Para esses. ou seja. parte mais vulnerável na relação contratual. alcançando um número maior de relação jurídica de direito material. que vem se firmando tanto na doutrina quanto na jurisprudência. Para essa corrente que defende essa teoria. pois. seria incluído no preço final do produto. dos funcionários. ser observado a questão da vulnerabilidade. não importando a destinação econômica do bem. pois. o consome. que dois são os posicionamentos acerca de consumidor: um restrito (teoria finalista). o advogado que compra o computador para o escritório. etc. a definição do art. caso contrário. . o “destinatário final” seria o destinatário fático. o que não haveria. desta feita. Desta forma. Para os adeptos dessa teoria. seria instrumento de produção e. Desta forma. a interpretação da expressão “destinatário final” seria restrita. a concessionária que adquire o veículo do fabricante. aquele que adquire ou utiliza um produto para uso próprio ou de sua família. devendo. não importando se pessoa física ou jurídica. ou seja.DIREITO DO CONSUMIDOR Diante desse impasse. existem 3 (três) tipos de vulnerabilidades: a técnica. para transporte dos clientes. na lei. Esta teoria adota o entendimento da teoria finalista. consumidor seria o não-profissional. A vulnerabilidade técnica seria aquela na qual o comprador não possui conhecimentos específicos sobre o produto ou serviço. tendo ou não fim de lucro quando adquire um produto ou utiliza um serviço. podendo. Diante disso. ser mais facilmente iludido no momento da contratação. como tal.

Já na vulnerabilidade fática seria a vulnerabilidade real. fazendo com que mesmo aquele que não preenche os requisitos de “destinatário final” e econômico do produto ou serviço pudesse ser abrangido pela tutela especial do CDC. importador. falta de conhecimentos matemáticos. Entendimento correlato é feito na relação locatícia. uma vez que não há consumidor propriamente dito. distribuidor. A jurisprudência. o Código de Defesa do Consumidor ao fixar limites a respeito do mesmo. fabricante. impondo uma relação contratual de superioridade. encontraremos nos serviços realizados mediante pagamento de tributos. Os entes despersonalizados também estão inseridos como fornecedores. pacificou entendimento de que as seguintes matérias não são acobertadas pelo CDC: crédito educativo. mas sim mera contribuição por parte deste. financeiros. criador. estão fora da relação consumerista. No mesmo diapasão. transformador. montador. 297 do STJ “o Código de Defesa do Consumidor é aplicável a instituições financeiras”. desta forma. já foi consolidado através da súm. o que somente poderá ser observado no caso concreto pelo juiz. econômicos e até mesmo de contabilidade. somente poderia ser aquele que se encontra vulnerável. pois o pagamento realizado serve apenas às despesas de conservação. em decorrência do poderio econômico. podem ser considerados como fornecedores tanto pessoa jurídica quanto a pessoa física. telefone). Nas relações entre patrão e empregado. No fornecimento de produtos e serviços.245/91). Desta forma. A relação entre o banco e o cliente é considerada relação de consumo. Com relação a fornecedor. Dessa forma. as pessoas jurídicas de direito público também poderão ser enquadradas como fornecedores. Este entendimento. uma amplitude generalizada ao conceito. que não se submetem à norma consumerista. uma vez que existe norma específica própria que regulamenta a matéria (L. luz. o qual comportava as seguintes espécies: produtor.UNIDADE 1 . ou seja. inclusive. por sua vez.TEORIA GERAL DO DIREITO DO CONSUMIDOR Na vulnerabilidade científica (ou jurídica) seria a falta de conhecimentos pertinentes à relação jurídica ou até mesmo jurídico. 8. encontramos na relação condominial. determinou que este seria gênero. cotista .: água. caso haja uma contraprestação direta pelos consumidores (ex. ou em razão da essencialidade do serviço prestado. como por exemplo. O contrário. de acordo com a visão dessa teoria “destinatário final” compreendido no art. uma vez que possui norma própria (CLT). 2º do CDC. comerciante e o prestador de serviços. construtor. pela posição do monopólio. concedendo.

possuem entendimentos opostos. 364. pois o fornecedor. 3°. entretanto. Admitem-se. idosos. 6º do CDC elenca uma série de direitos. por sua vez. do art. destacando. gestantes.2004). § 1° como sendo “qualquer bem. Rel. está sendo remunerado pela coletividade. II do art. como as feitas de favores ou por parentesco. A norma determina que o fornecedor não pode diferenciar os consumidores entre si. caput da CRFB). mediante remuneração. A Segunda Seção.168-SE. deficientes. apesar de gratuitos. a garantia expressa do princípio constitucional da igualdade (art. REsp.077-MS. Min. 20. do STJ. A 3ª Turma entende que há relação de consumo (STJ. destacamos os seguintes: 1) Igualdade nas contratações O inc. móvel ou imóvel. É o exemplo da gratuidade de transporte coletivo para os maiores de 65 anos. 539. entretanto. Min. contrato de prestação de serviços entre Correios e determinada empresa (contrato administrativo). 5º. DIREITOS BÁSICOS DO CONSUMIDOR O art. Rel. fornecedor de alguma forma. estariam excluídas do CDC aquelas atividades desempenhadas a título gratuito. Aldir Passarinho Junior. composta pela 3ª e 4ª Turmas. Segundo o artigo. uma vez que. 3°. j. É. É preciso ter cuidado para verificar se o fornecedor não está tendo uma remuneração indireta na relação. que se tratam de “básicos”. está sendo remunerado pelo serviço.4. . Antônio Pádua Ribeiro. 26. o que leva a uma interpretação de que existem outros. entretanto. divergência de posicionamento no que se refere à prestação de serviços advocatícios. material ou imaterial”. embora não seja remunerado diretamente por essas pessoas.2005). j. Alguns serviços. certos privilégios a determinados consumidores que necessitam de certa deferência. efetivamente. conceitua produto em seu art. oferecendo as mesmas condições a todos os consumidores. sendo qualquer atividade fornecida no mercado de consumo. dando máxima amplitude. entende que não há relação de consumo (STJ.4. estão abrangidos pelo CDC. O CDC. Já a 4ª Turma.DIREITO DO CONSUMIDOR de clube de investimento. mas esses servem de orientação. Encontramos. que trata de assuntos de direito privado. REsp. Já serviço é definido no § 2°. 6º garante a igualdade nas contratações. Dentre os principais. como por exemplo.

suas características. No que concerne à cláusula abusiva. 3) Proteção contra publicidade enganosa ou abusiva Esse direito está previsto no inc.o pacto deve ser cumprido). qualidades.. não se admitindo falhas. 51 a 53 do CDC. no art.UNIDADE 1 . 31 do CDC. devendo. ser requerida pela parte interessada a revisão contratual no que concerne ao ponto que se torna inviável o cumprimento contratual. nos países onde a normalidade econômica não se faz presente. esse princípio se torna inviável. inviabilizando excessivamente os contratantes no cumprimento do contrato. 39 e seguintes do CDC. 6º proibindo. que é uma ressalva ao princípio da imutabilidade. todos do CDC. as condutas abusivas. Nos contratos de pactos sucessivos. IV e V do art. todas são nulas. pois o mesmo é ratificado quando o código protege o consumidor das práticas comerciais. prevalece o princípio da obrigatoriedade da convenção. Esse direito deve ser interpretado de forma sistemática. riscos. veio a cláusula rebus sic stantibus. V. Principalmente. mas exemplificativo. Uma questão interessante refere-se à interpretação dada por parte da doutrina na parte final do inc. quando diz que “. 36 a 38 e apontado como infração penal prevista nos arts. não taxativo. sendo apresentado um rol. como conseqüência. diante dessa possibilidade. Para essa parte da doutrina trata-se da teoria da imprevisão. IV do art. pode vir acontecer que o equilíbrio econômicofinanceiro do mesmo possa ruir e.TEORIA GERAL DO DIREITO DO CONSUMIDOR 2) Dever de Informar O fornecedor está obrigado a prestar todas as informações acerca do produto e do serviço. ocorrendo uma desproporcionalidade na execução do contrato. uma prestação desproporcional ou onerosidade excessiva para um dos contraentes. causando um desequilíbrio e. Nas relações contratuais. para tanto. o de longo prazo. num determinado momento. . pelo qual as estipulações deverão ser fielmente cumpridas (pacta sunt servanda . 67 a 69. surgir um acontecimento imprevisto. no art. de aplicabilidade excepcional e restrita. especificamente. preços. Visando amenizar o rigorismo do princípio da pacta sunt servanda. ou seja. da oferta do produto no mercado. de maneira clara e precisa. radicalmente. A teoria da imprevisão tem lugar quando. conforme se faz verificar nos arts. Ousamos discordar. imprecisões e omissões.. 6º e controlado pelos arts. em um contrato.”. intrínseca em todos os contratos a longo prazo. 4) Proibição de práticas abusivas e cláusulas abusivas Essas proteções vêm também nos incs. ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas.

uma vez que. definitivamente. 480 do CC. premissa maior. ao respeito. que culminam na cláusula rebus sic stantibus . na Seção IV (Da Resolução por Onerosidade Excessiva). desta feita. O art. pleiteando a revisão contratual. Não vemos. o art. Princípios significam normas jurídicas que traçam diretrizes gerais. à dignidade. em virtude de acontecimento extraordinários e imprevisíveis. do capítulo II (Da Extinção do Contrato). afirma que “Se no contrato as obrigações couberem a apenas uma das partes. poderá ela pleitear que a sua prestação seja reduzida ou alterado o modo de executá-la. saúde e segurança. e. adotando a cláusula rebus sic stantibus em termos mais adquados. 479 do CC. 5º da CRFB determina . NORMAS DAS NORMAS. para isso. oferecendo-se o réu a modificar eqüitativamente as condições do contrato”. poderá o devedor pedir a resolução do contrato. é este o mais fraco na relação jurídica. regras fundamentais. tanto pelo poder público quanto pelos fornecedores nas relações de consumo. enunciando. a onerosidade excessiva oriunda de desequilíbrio econômicofinanceiro através de planos governamentais é fato previsível. 478 determina que “Nos contratos de execução continuada ou diferida. bem como a transparência e harmonia das relações”. assevera que “A resolução poderá ser evitada. PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS E ESPECÍFICOS O art. tendo como objetivo “o atendimento das necessidades dos consumidores. Na relação de consumo. a fim de evitar a onerosidade excessiva”. podemos destacar os seguintes princípios específicos: 1) Princípio da Isonomia (ou Princípio da Vulnerabilidade do Consumidor) : Este princípio é internacionalmente reconhecido. se a prestação de uma das partes se tornar excessivamente onerosa. de certa forma. ou seja. a aplicabilidade da teoria da imprevisão no caso de distorção contratual em virtude da onerosidade excessiva. com extrema vantagem para a outra. 4º do CDC fala sobre a Política Nacional das Relações de Consumo. da sua qualidade de vida. através de requerimento da prestação jurisdicional. O art. Até porque. na relação de consumo. servindo de justificativa à sua tutela jurisdicional. É o alicerce básico que envolve o consumidor. São verdadeiramente. Os efeitos da sentença que a decretar retroagirão à data da citação”. do Título V (Dos Contratos em Geral). a causa ou a razão da conduta imposta. quando no art. Por sua vez.DIREITO DO CONSUMIDOR O Código Civil de 2002. a lei estabelece obrigações e princípios que devem ser observados e respeitados. previu tal situação.

Pensando nessa possibilidade. 5º do citado diploma. agindo diretamente ou criando incentivos à criação de associações protetivas. 6) Princípio da Conscientização: Se o que se busca é o equilíbrio das relações de consumo. este deverá ser prontamente proibido. na forma do art. conforme se pode verificar no art. 4º do CDC. São Paulo. 1999). RT. Destacam-se esses meios protetivos. 2) Princípio de Boa-fé: Este princípio está inserido no art. Não adiantaria absolutamente nada. pelas partes. no dizer de NELSON NERY JR (Código de Processo Civil Comentado. atuem com sinceridade. lucro fácil e imposição de prejuízo ao outro. seriedade. Havendo conscientização. 7) Princípio da Informação (ou transparência): O fornecedor deverá dar o maior número de informações possível ao consumidor sobre o produto ou serviço dado e os riscos que o mesmo poderá sofrer. coloca a disposição do Poder Público. deverá incentivar que providências sejam tomadas no sentido de que o produto chegue ao consumidor da melhor maneira possível. punindo o infrator. sem objetivos maldisfarçados de esperteza. 44 do CDC.UNIDADE 1 . 4º do CDC determina que a Política Nacional das Relações de Consumo deve haver transparência e harmonia das relações de consumo.TEORIA GERAL DO DIREITO DO CONSUMIDOR que todos são iguais perante a lei. lealdade e transparência. advogados nomeados pelos juízes indicados pelos órgãos de classe. instrumentos protetivos a execução da Política Nacional das Relações de Consumo. entendendo-se daí. Logicamente que esses mecanismos serão custeados pelo fornecedor. na relação de consumo. Desta feita. 3) Princípio da Transparência e Harmonia na Relação: O caput do art. com toda certeza menor será o conflito. Como exemplo. exigindo que as partes. serviço de atendimento das empresas. que “devem os desiguais ser tratados desigualmente na exata medida de suas desigualdades”. SP. 8) Princípio da Proteção: Caberá ao Estado criar mecanismos de proteção ao consumidor. vigilância sanitária e o cadastro oficial de empresas idôneas. órgãos oficiais como PROCONS. 5) Princípio do Incentivo ao Autocontrole: Ao Estado cabe servir de mediador nas relações de consumo. a assistência jurídica gratuita para o consumidor carente. podemos destacar o recall utilizado pelas fábricas automobilísticas. a educação formal e informal do consumidor. veracidade. devendo deixar de lado o acirramento de ânimos. . exercida pela Defensoria Pública de cada Estado. 4) Princípio da Proibição de Abusos: Sempre que houver abusos praticados na relação de consumo. procurando evitar e solucionar os conflitos. o legislador. ou até mesmo. maior conscientização no que toca os seus direitos e obrigações. termos normas e princípios que regulam determinada relação jurídica de que não são cumpridos no meio em que vivemos no seio da coletividade. institutos de pesos e medidas. como não poderia deixar de ser. é necessário que haja.

que irão identificar uma relação jurídica de consumo e. adentraremos na unidade seguinte estudando exatamente os atos praticados por quem fomenta o produto colocando-o a disposição do consumidor. Caso prefira. Interaja conosco! Analisado. presentes no caderno de exercício! Elas irão ajudálo a fixar o conteúdo.DIREITO DO CONSUMIDOR Não esqueça de realizar as atividades desta unidade de estudo.078/90. por conseguinte. compreendido e entendido esses principais conceitos. redija as respostas no caderno e depois as envie através do nosso ambiente virtual de aprendizagem (AVA). além de proporcionar sua autonomia no processo de ensino-aprendizagem. . aplicar a Lei 8.

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