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COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS

Como Ler um Texto Interessa a todos saber que procedimento se deve adotar para tirar o maior rendimento possível da leitura de um texto. Mas não se pode responder a essa pergunta sem antes destacar que não existe para ela uma solução mágica, o que não quer dizer que não exista solução alguma. Genericamente, pode-se afirmar que uma leitura proveitosa pressupõe, além do conhecimento linguístico propriamente dito, um repertório de informações exteriores ao texto, o que se costuma chamar de conhecimento de mundo. A título e ilustração, observe a questão seguinte, extraída de concurso, na qual já vimos anteriormente. Às vezes, quando um texto é ambíguo, é o conhecimento de mundo que o leitor tem dos fatos que lhe permite fazer uma interpretação adequada do que se lê. Um bom exemplo é o texto que segue: “As videolocadoras de São Carlos estão escondendo suas fitas de sexo explícito. A decisão atende a uma portaria de dezembro de 1991, do Juizado de Menores, que proíbe que as casas de vídeo aluguem, exponham e vendam fitas pornográficas a menores de 18 anos. A portaria proíbe ainda os menores de 18 anos de irem a motéis e rodeios sem a companhia ou autorização dos pais.” (Folha Sudoeste) É o conhecimento linguístico que nos permite reconhecer a ambiguidade do texto em questão (pela posição em que se situa, a expressão sem a companhia ou autorização dos pais permite a interpretação de que com a companhia ou autorização dos pais os menores podem ir a rodeios ou motéis). Mas o nosso conhecimento de mundo nos adverte de que essa interpretação é estranha e só pode ter sido produzida por engano do redator. É muito provável que ele tenha tido a intenção de dizer que os menores estão proibidos de ir a rodeios sem a companhia ou autorização dos pais e de frequentarem motéis. Como se vê, a compreensão do texto depende também do conhecimento de mundo, o que nos leva à conclusão de que o aprendizado da leitura depende muito das aulas de Português, mas também de todas as outras disciplinas sem exceção. Uma boa medida para avaliar se o texto foi bem compreendido é a resposta a três questões básicas: - Qual é a questão de que o texto está tratando? Ao tentar responder a essa pergunta, o leitor será obrigado a distinguir as questões secundárias da principal, isto é, aquela em torno da qual gira o texto inteiro. Quando o leitor não sabe dizer do que o texto está tratando, ou sabe apenas de maneira genérica e confusa, é sinal de que ele precisa ser lido com mais atenção ou de que o leitor não tem repertório suficiente para compreender o que está diante de seus olhos. - Qual é a opinião do autor sobre a questão posta em discussão? Disseminados pelo texto, aparecem vários indicadores da opinião de quem escreve. Por isso, uma leitura competente não terá dificuldade em identificá-la. Não saber dar resposta a essa questão é um sintoma de leitura desatenta e dispersiva.

- Quais são os argumentos utilizados pelo autor para fundamentar a opinião dada? Deve-se entender por argumento todo tipo de recurso usado pelo autor para convencer o leitor de que ele está falando a verdade. Saber reconhecer os argumentos do autor é também um sintoma de leitura bem feita, um sinal claro de que o leitor acompanhou o desenvolvimento das ideias. Na verdade, entender um texto significa acompanhar com atenção o seu percurso argumentativo. O primeiro passo para interpretar um texto consiste em decompô-lo, após uma primeira leitura, em suas “ideias básicas ou ideias núcleo”, ou seja, um trabalho analítico buscando os conceitos definidores da opinião explicitada pelo autor. Esta operação fará com que o significado do texto “salte aos olhos” do leitor. Ler é uma atividade muito mais complexa do que a simples interpretação dos símbolos gráficos, de códigos, requer que o indivíduo seja capaz de interpretar o material lido, comparando-o e incorporando-o à sua bagagem pessoal, ou seja, requer que o indivíduo mantenha um comportamento ativo diante da leitura. Os diferentes níveis de leitura Para que isso aconteça, é necessário que haja maturidade para a compreensão do material lido, senão tudo cairá no esquecimento ou ficará armazenado em nossa memória sem uso, até que tenhamos condições cognitivas para utilizar. De uma forma geral, passamos por diferentes níveis ou etapas até termos condições de aproveitar totalmente o assunto lido. Essas etapas ou níveis são cumulativas e vão sendo adquiridas pela vida, estando presente em praticamente toda a nossa leitura. O Primeiro Nível é elementar e diz respeito ao período de alfabetização. Ler é uma capacidade cerebral muito sofisticada e requer experiência: não basta apenas conhecermos os códigos, a gramática, a semântica, é preciso que tenhamos um bom domínio da língua. O Segundo Nível é a pré-leitura ou leitura inspecional. Tem duas funções específicas: primeiro, prevenir para que a leitura posterior não nos surpreenda e, sendo, para que tenhamos chance de escolher qual material leremos, efetivamente. Trata-se, na verdade, de nossa primeira impressão sobre o livro. É a leitura que comumente desenvolvemos “nas livrarias”. Nela, por meio do salteio de partes, respondem basicamente às seguintes perguntas: - Por que ler este livro? - Será uma leitura útil? - Dentro de que contexto ele poderá se enquadrar? Essas perguntas devem ser revistas durante as etapas que se seguem, procurando usar de imparcialidade quanto ao ponto de vista do autor, e o assunto, evitando preconceitos. Se você se propuser a ler um livro sem interesse, com olhar crítico, rejeitando-o antes de conhecê-lo, provavelmente o aproveitamento será muito baixo. Ler é armazenar informações; desenvolver; ampliar horizontes; compreender o mundo; comunicar-se melhor; escrever melhor; relacionar-se melhor com o outro. Pré-Leitura Nome do livro Autor Dados Bibliográficos Prefácio e Índice Prólogo e Introdução

O primeiro passo é memorizar o nome do autor e a edição do livro, fazer um folheio sistemático: ler o prefácio e o índice (ou sumário), analisar um pouco da história que deu origem ao livro, ver o número da edição e o ano de publicação. Se falarmos em ler um Machado de Assis, um Júlio Verne, um Jorge Amado, já estaremos sabendo muito sobre o livro. É muito importante verificar estes dados para enquadrarmos o livro na cronologia dos fatos e na atualidade das informações que ele contém. Verifique detalhes que possam contribuir para a coleta do maior número de informações possível. Tudo isso vai ser útil quando formos arquivar os dados lidos no nosso arquivo mental. A propósito, você sabe o que seja um prólogo, um prefácio e uma introdução? Muita gente pensa que os três são a mesma coisa, mas não: Prólogo: é um comentário feito pelo autor a respeito do tema e de sua experiência pessoal. Prefácio: é escrito por terceiros ou pelo próprio autor, referindo-se ao tema abordado no livro e muitas vezes também tecendo comentários sobre o autor. Introdução: escrita também pelo autor, referindo-se ao livro e não ao tema. O segundo passo é fazer uma leitura superficial. Pode-se, nesse caso, aplicar as técnicas da leitura dinâmica. O Terceiro Nível é conhecido como analítico. Depois de vasculharmos bem o livro na pré-leitura, analisamos o livro. Para isso, é imprescindível que saibamos em qual gênero o livro se enquadra: trata-se de um romance, um tratado, um livro de pesquisa e, neste caso, existe apenas teoria ou são inseridas práticas e exemplos. No caso de ser um livro teórico, que requeira memorização, procure criar imagens mentais sobre o assunto, ou seja, veja, realmente, o que está lendo, dando vida e muita criatividade ao assunto. Note bem: a leitura efetiva vai acontecer nesta fase, e a primeira coisa a fazer é ser capaz de resumir o assunto do livro em duas frases. Já temos algum conteúdo para isso, pois o encadeamento das ideias já é de nosso conhecimento. Procure, agora, ler bem o livro, do início ao fim. Esta é a leitura efetiva, aproveite bem este momento. Fique atento! Aproveite todas as informações que a pré-leitura ofereceu. Não pare a leitura para buscar significados de palavras em dicionários ou sublinhar textos, isto será feito em outro momento. O Quarto Nível de leitura é o denominado de controle. Trata-se de uma leitura com a qual vamos efetivamente acabar com qualquer dúvida que ainda persista. Normalmente, os termos desconhecidos de um texto são explicitados neste próprio texto, à medida que vamos adiantando a leitura. Um mecanismo psicológico fará com que fiquemos com aquela dúvida incomodando-nos até que tenhamos a resposta. Caso não haja explicação no texto, será na etapa do controle que lançaremos mão do dicionário. Veja bem: a esta altura já conhecemos bem o livro e o ato de interromper a leitura não vai fragmentar a compreensão do assunto como um todo. Será, também, nessa etapa que sublinharemos os tópicos importantes, se necessário. Para ressaltar trechos importantes opte por um sinal discreto próximo a eles, visando principalmente a marcar o local do texto em que se encontra, obrigando-o a fixar a cronologia e a sequência deste fato importante, situando-o no livro. Aproveite bem esta etapa de leitura. Para auxiliar no estudo, é interessante que, ao final da leitura de cada capítulo, você faça um breve resumo com suas próprias palavras de tudo o que foi lido.

Um Quinto Nível pode ser opcional: a etapa da repetição aplicada. Quando lemos, assimilamos o conteúdo do texto, mas aprendizagem efetiva vai requerer que tenhamos prática, ou seja, que tenhamos experiência do que foi lido na vida. Você só pode compreender conceitos que tenha visto em seu cotidiano. Nada como unir a teoria à prática. Na leitura, quando não passamos pela etapa da repetição aplicada, ficamos muitas vezes sujeitos àqueles brancos quando queremos evocar o assunto. Para evitar isso, faça resumos. Observe agora os trechos sublinhados do livro e os resumos de cada capítulo, trace um diagrama sobre o livro, esforce-se para traduzi-lo com suas próprias palavras. Procure associar o assunto lido com alguma experiência já vivida ou tente exemplificá-lo com algo concreto, como se fosse um professor e o estivesse ensinando para uma turma de alunos interessados. É importante lembrar que esquecemos mais nas próximas 8 horas do que nos 30 dias posteriores. Isto quer dizer que devemos fazer pausas durante a leitura e ao retornarmos ao livro, consultamos os resumos. Não pense que é um exercício monótono. Nós somos capazes de realizar diariamente exercícios físicos com o propósito de melhorar a aparência e a saúde. Pois bem, embora não tenhamos condições de ver com o que se apresenta nossa mente, somos capazes de senti-la quando melhoramos nossas aptidões como o raciocínio, a prontidão de informações e, obviamente, nossos conhecimentos intelectuais. Vale a pena se esforçar no início e criar um método de leitura eficiente e rápido. Ideias Núcleo O primeiro passo para interpretar um texto consiste em decompô-lo, após uma primeira leitura, em suas “ideias básicas ou ideias núcleo”, ou seja, um trabalho analítico buscando os conceitos definidores da opinião explicitada pelo autor. Esta operação fará com que o significado do texto “salte aos olhos” do leitor. Exemplo: “Incalculável é a contribuição do famoso neurologista austríaco no tocante aos estudos sobre a formação da personalidade humana. Sigmund Freud (1859-1939) conseguiu acender luzes nas camadas mais profundas da psique humana: o incosciente e subconsciente. Começou estudando casos clínicos de comportamentos anômalos ou patológicos, com a ajuda da hipnose e em colaboração com os colegas Joseph Breuer e Martin Charcot (Estudos sobre a histeria, 1895). Insatisfeito com os resultados obtidos pelo hipnotismo, inventou o método que até hoje é usado pela psicanálise: o das ‘livres associações’ de ideias e de sentimentos, estimuladas pela terapeuta por palavras dirigidas ao paciente com o fim de descobrir a fonte das perturbações mentais. Para este caminho de regresso às origens de um trauma, Freud se utilizou especialmente da linguagem onírica dos pacientes, considerando os sonhos como compensação dos desejos insatisfeitos na fase de vigília. Mas a grande novidade de Freud, que escandalizou o mundo cultural da época, foi a apresentação da tese de que toda neurose é de origem sexual.” (Salvatore D’Onofrio) Primeiro Conceito do Texto: “Incalculável é a contribuição do famoso neurologista austríaco no tocante aos estudos sobre a formação da personalidade humana. Sigmund Freud (1859-1939) conseguiu acender luzes nas camadas mais profundas da psique humana: o incosciente e subconsciente.” O autor do texto afirma, inicialmente, que Sigmund Freud ajudou a ciência a compreender os níveis mais profundos da personalidade humana, o incosciente e subconsciente.

Segundo Conceito do Texto: “Começou estudando casos clínicos de comportamentos anômalos ou patológicos, com a ajuda da hipnose e em colaboração com os colegas Joseph Breuer e Martin Charcot (Estudos sobre a histeria, 1895). Insatisfeito com os resultados obtidos pelo hipnotismo, inventou o método que até hoje é usado pela psicanálise: o das ‘livres associações’ de ideias e de sentimentos, estimuladas pela terapeuta por palavras dirigidas ao paciente com o fim de descobrir a fonte das perturbações mentais.” A segunda ideia núcleo mostra que Freud deu início a sua pesquisa estudando os comportamentos humanos anormais ou doentios por meio da hipnose. Insatisfeito com esse método, criou o das “livres associações de ideias e de sentimentos”. Terceiro Conceito do Texto: “Para este caminho de regresso às origens de um trauma, Freud se utilizou especialmente da linguagem onírica dos pacientes, considerando os sonhos como compensação dos desejos insatisfeitos na fase de vigília.” Aqui, está explicitado que a descoberta das raízes de um trauma se faz por meio da compreensão dos sonhos, que seriam uma linguagem metafórica dos desejos não realizados ao longo da vida do dia a dia. Quarto Conceito do Texto: “Mas a grande novidade de Freud, que escandalizou o mundo cultural da época, foi a apresentação da tese de que toda neurose é de origem sexual.” Por fim, o texto afirma que Freud escandalizou a sociedade de seu tempo, afirmando a novidade de que todo o trauma psicológico é de origem sexual. Interpretação de Charges A charge ou cartum é um desenho de caráter humorístico, geralmente veiculado pela imprensa. Ela também pode ser considerada como texto e, nesse sentido, pode ser lida por qualquer um de nós. Trata-se de um tipo de texto muito importante na mídia atual, graças à sua capacidade de fazer, de modo sintético, críticas político-sociais. Um público muito amplo se interessa pela charge, tanto pelo uso do humor e da sátira, quanto por exigir do leitor apenas um pequeno conhecimento da situação focalizada, para se reconhecerem as referências e insinuações feitas pelo autor. Há cerca de dez anos, os concursos públicos e exames escolares passaram a se utilizar de charges para avaliar a capacidade de interpretação dos concursandos e alunos. Em um concurso, por exemplo, o tema proposto para a prova de redação era “O indivíduo frente à ética nacional”, que vinha, como de costume, acompanhado de uma coletânea composta por dois textos opinativos, publicados na mídia impressa, e a seguinte charge:

A charge discute a honestidade social a partir de uma cena irônica: a lamentação de um indivíduo que, por só poder lidar com gente honesta, encontra-se num deserto. A charge, associada aos textos da coletânea e ao tema anunciado na proposta, compunham um panorama mais amplo do problema incluído na proposta, conduzindo o leitor a alguns questionamentos que poderiam direcionar a elaboração de seu texto: - Existe alguma pessoa completamente honesta no mundo? O que isso significa? - O indivíduo que chama os outros de desonestos e antiéticos apresenta realmente um comportamento ético que o diferencie dos demais? - O fato de acharmos que a maioria age de modo antiético nos daria o direito de assim também o fazer, para não sermos os únicos diferentes? - A ética que deveria nortear as relações humanas é hoje característica de poucos? Ela se tornou uma exceção? Essa proposta de redação possibilitou construírem sua argumentação a partir dos exemplos que melhor se adequassem à sua linha de raciocínio. Os temas de charges, porém, nem sempre são assim tão amplos. Podem estar ligados a acontecimentos específicos de uma época ou local, o que é muito frequente nas charges diárias. Quando são publicadas em jornais regionais, por exemplo, as charges podem fazer referência a fatos que não são conhecidos por moradores de outras cidades ou Estados, o que lhes dificulta a compreensão. Nos jornais de grande alcance, as charges normalmente recuperam os assuntos que ganharam destaque nacional nos dias anteriores. Abaixo veremos três exemplos de charges, todas referentes ao mesmo tema. As três tratam do mesmo tema: a queda do governador de São Paulo, José Serra, nas pesquisas que avaliam a intenção de voto do eleitor brasileiro para a campanha presidencial. Para compreendê-las, o leitor precisa acionar uma série de conhecimentos prévios que já possui no seu próprio repertório cultural. Vamos examinar cada um dos casos:

Charge da Folha de S. Paulo Criada por Glauco, não possui texto verbal. Assim, toda a informação deve ser identificada no desenho. Nele, pode-se ver um avião sendo consertado por um mecânico, um homem careca dentro do aparelho, com expressão aborrecida, e um triângulo usado no trânsito para indicar que o veículo está quebrado (esta já é uma informação prévia do leitor).

De autoria de Millôr Fernandes.

Após a identificação desses elementos básicos, entram outros mais específicos que também precisam ser conhecidos pelo leitor: o reconhecimento dos personagens e das situações específicas a que se refere o desenho: o avião tem formato de tucano, uma referência ao símbolo de um partido político, o PSDB; o piloto do avião deve ser associado a José Serra, por ser careca e pertencer ao partido tucano; o avião quebrado é uma referência à dificuldade de Serra para “decolar” (metáfora política para designar avanço nas intenções de voto) no início da campanha para Presidência da República. Assim o leitor também precisa saber que haverá eleição, que Serra é pré-candidato, que pertence ao PSDB, cujo símbolo é um tucano, que houve uma pesquisa de intenção de voto e que o candidato tucano teve desempenho ruim nessa pesquisa.

Dos três casos, este é o único em que imagem e texto mesclamse. No desenho de Cláudio vemos o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, reconhecido pelos traços da caricatura. Ele abre a porta de um armário, no qual está escondido José Serra, e, apontando para fora do móvel, grita para que Serra assuma. Enquanto isso, segurando a pesquisa em que cai de 37 para 32% e sua concorrente sobe de 23 para 28%, Serra afirma estar indeciso. Além das falas e dos dados da pesquisa, a charge ainda tem título, “Eleição para Presidente”, e um texto complementar, “Tucanos cobram que Serra se declare candidato”. Assim, todo o contexto fica identificado, facilitando o trabalho de interpretação do leitor, mas a este ainda cabe acionar seu conhecimento de mundo para completar informações, como a associação feita entre “assumir-se candidato à Presidência” e a imagem de “sair do armário”, expressão usada principalmente para fazer referência a pessoas que escondem publicamente sua condição sexual. O leitor deve perceber, porém, que não há na charge intenção de questionar a opção sexual do candidato. Apenas fez-se uma associação livre para gerar efeito de humor, criticando o medo de Serra de mostrar-se candidato diante da crescente rejeição popular. A leitura interpretativa de charges é uma habilidade cada vez mais cobrada em provas de vestibulares e de concursos em geral, tanto nas questões de língua portuguesa quanto nos temas de redação. Isso acontece porque a charge é um modelo de texto que extrapola a linguagem verbal (por vezes até nem usada), exige um bom nível de conhecimento de mundo e competência para inferir críticas e relacionar fatos sociais. Por isso, treine a leitura de charges, procure ampliar seu nível de compreensão e evite ser surpreendido. Dicas Podemos, tranquilamente, ser bem-sucedidos numa interpretação de texto. Para isso, devemos observar o seguinte: - Ler todo o texto, procurando ter uma visão geral do assunto; - Se encontrar palavras desconhecidas, não interrompa a leitura, vá até o fim, ininterruptamente; - Ler, ler bem, ler profundamente, ou seja, ler o texto pelo menos umas três vezes; - Ler com perspicácia, sutileza, malícia nas entrelinhas; - Voltar ao texto tantas quantas vezes precisar; - Não permitir que prevaleçam suas ideias sobre as do autor; - Partir o texto em pedaços (parágrafos, partes) para melhor compreensão; - Centralizar cada questão ao pedaço (parágrafo, parte) do texto correspondente; - Verificar, com atenção e cuidado, o enunciado de cada questão; - Cuidado com os vocábulos: destoa (=diferente de...), não, correta, incorreta, certa, errada, falsa, verdadeira, exceto, e outras; palavras que aparecem nas perguntas e que, às vezes, dificultam a entender o que se perguntou e o que se pediu; - Quando duas alternativas lhe parecem corretas, procurar a mais exata ou a mais completa; - Quando o autor apenas sugerir ideia, procurar um fundamento de lógica objetiva; - Cuidado com as questões voltadas para dados superficiais;

O Povo (Fortaleza, CE) Aqui também não há texto verbal. A imagem traz uma caricatura de José Serra, com a expressão tensa, de quem passa por apuros, caminhando como um equilibrista sobre a corda bamba. A corda, porém, tem a forma de uma escada, que termina numa seta vermelha, referência aos indicadores dos gráficos cartesianos. Mais uma vez, para interpretar a charge, o leitor precisará relacionar a imagem a seu conhecimento sobre fatos divulgados pela mídia nacional naquela ocasião, ou seja, à queda que o candidato à Presidência teve naquela pesquisa de intenção de voto.

Agora São Paulo

- Não se deve procurar a verdade exata dentro daquela resposta, mas a opção que melhor se enquadre no sentido do texto; - Às vezes a etimologia ou a semelhança das palavras denuncia a resposta; - Procure estabelecer quais foram as opiniões expostas pelo autor, definindo o tema e a mensagem; - O autor defende ideias e você deve percebê-las; - Os adjuntos adverbiais e os predicativos do sujeito são importantíssimos na interpretação do texto. Exemplos: Ele morreu de fome. de fome: adjunto adverbial de causa, determina a causa na realização do fato (= morte de “ele”). Ele morreu faminto. faminto: predicativo do sujeito, é o estado em que “ele” se encontrava quando morreu. - As orações coordenadas não têm oração principal, apenas as ideias estão coordenadas entre si; - Os adjetivos ligados a um substantivo vão dar a ele maior clareza de expressão, aumentando-lhe ou determinando-lhe o significado; - Esclarecer o vocabulário; - Entender o vocabulário; - Viver a história; - Ative sua leitura; - Ver, perceber, sentir, apalpar o que se pergunta e o que se pede; - Não se deve preocupar com a arrumação das letras nas alternativas; - As perguntas são fáceis, dependendo de quem lê o texto ou como o leu; - Cuidado com as opiniões pessoais, elas não existem; - Sentir, perceber a mensagem do autor; - Cuidado com a exatidão das questões em relação ao texto; - Descobrir o assunto e procurar pensar sobre ele; - Todos os termos da análise sintática, cada termo tem seu valor, sua importância; - Todas as orações subordinadas têm oração principal e as ideias se completam. Vícios de Leitura Por acaso você tem o hábito de ler movimentando a cabeça? Ou quem sabe, acompanhando com o dedo? Talvez vocalizando baixinho... Você não percebe, mas esses movimentos são alguns dos tantos que prejudicam a leitura. Esses movimentos são conhecidos como vícios de linguagem. Movimentar a cabeça: procure perceber se você não está movimentando a cabeça enquanto lê. Este movimento, ao final de pouco tempo, gera muito cansaço além de não causar nenhum efeito positivo. Durante a leitura apenas movimentamos os olhos. Regressar no texto, durante a leitura: pessoas que têm dificuldade de memorizar um assunto, que não compreendem algumas expressões ou palavras tendem a voltar na sua leitura. Este movimento apenas incrementa a falta de memória, pois secciona a linha de raciocínio e raramente explica o desconhecido, o que normalmente é elucidado no decorrer da leitura. Procure sempre manter uma sequência e não fique “indo e vindo” no livro. O assunto pode se tornar um bicho de sete cabeças!

Ler palavra por palavra: para escrever usamos muitas palavras que apenas servem como adereços. Procure ler o conjunto e perceber o seu significado. Sub-vocalização: é o ato de repetir mentalmente a palavra. Isto só será corrigido quando conseguirmos ultrapassar a marca de 250 palavras por minuto. Usar apoios: algumas pessoas têm o hábito de acompanhar a leitura com réguas, apontando ou utilizando um objeto que salta “linha a linha”. O movimento dos olhos é muito mais rápido quando é livre do que quando o fazemos guiado por qualquer objeto. Leitura Eficiente Ao ler realizamos as seguintes operações: - Captamos o estímulo, ou seja, por meio da visão, encaminhamos o material a ser lido para nosso cérebro. - Passamos, então, a perceber e a interpretar o dado sensorial (palavras, números, etc.) e a organizá-lo segundo nossa bagagem de conhecimentos anteriores. Para essa etapa, precisamos de motivação, de forma a tornar o processo mais otimizado possível. - Assimilamos o conteúdo lido integrando-o ao nosso “arquivo mental” e aplicando o conhecimento ao nosso cotidiano. A leitura é um processo muito mais amplo do que podemos imaginar. Ler não é unicamente interpretar os símbolos gráficos, mas interpretar o mundo em que vivemos. Na verdade, passamos todo o nosso tempo lendo! O psicanalista francês Lacan disse que o olhar da mãe configura a estrutura psíquica da criança, ou seja, esta se vê a partir de como vê seu reflexo nos olhos da mãe! O bebê, então, segundo esta citação, lê nos olhos da mãe o sentimento com que é recebido e interpreta suas emoções: se o que encontra é rejeição, sua experiência básica será de terror; se encontra alegria, sua experiência será de tranqüilidade, etc. Ler está tão relacionado com o fato de existirmos que nem nos preocupamos em aprimorar este processo. É lendo que vamos construindo nossos valores e estes são os responsáveis pela transformação dos fatos em objetos de nosso sentimento. Leitura é um dos grandes, senão o maior, ingrediente da civilização. Ela é uma atividade ampla e livre, fato comprovado pela frustração de algumas pessoas ao assistirem a um filme, cuja história já foi lida em um livro. Quando lemos, associamos as informações lidas à imensa bagagem de conhecimentos que temos armazenados em nosso cérebro e então somos capazes de criar, imaginar e sonhar. É por meio da leitura que podemos entrar em contato com pessoas distantes ou do passado, observando suas crenças, convicções e descobertas que foram imortalizadas por meio da escrita. Esta possibilita o avanço tecnológico e científico, registrando os conhecimentos, levando-os a qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo, desde que saibam decodificar a mensagem, interpretando os símbolos usados como registro da informação. A leitura é o verdadeiro elo integrador do ser humano e a sociedade em que ele vive! O mundo de hoje é marcado pelo enorme fluxo de informações oferecidas a todo instante. É preciso também tornarmo-nos mais receptivos e atentos, para nos mantermos atualizados e competitivos. Para isso, é imprescindível leitura que nos estimule cada vez mais em vista dos resultados que ela oferece. Se você pretende acompanhar a evolução do mundo, manter-se em dia, atualizado e bem informado, precisa preocupar-se com a qualidade da sua leitura.

Observe: você pode gostar de ler sobre esoterismo e uma pessoa próxima não se interessar por este assunto. Por outro lado, será que esta mesma pessoa se interessa por um livro que fale sobre História ou esportes? No caso da leitura, não existe livro interessante, mas leitores interessados. A pessoa que se preocupa com a qualidade de sua leitura e com o resultado que poderá obter, deve pensar no ato de ler como um comportamento que requer alguns cuidados, para ser realmente eficaz. - Atitude: pensamento positivo para aquilo que deseja ler. Manter-se descansado é muito importante também. Não adianta um desgaste físico enorme, pois a retenção da informação será inversamente proporcional. Uma alimentação adequada é muito importante. - Ambiente: o ambiente de leitura deve ser preparado para ela. Nada de ambientes com muitos estímulos que forcem a dispersão. Deve ser um local tranquilo, agradável, ventilado, com uma cadeira confortável para o leitor e mesa para apoiar o livro a uma altura que possibilite postura corporal adequada. Quanto a iluminação, deve vir do lado posterior esquerdo, pois o movimento de virar a página acontecerá antes de ter sido lida a última linha da página direita e, de outra forma, haveria a formação de sombra nesta página, o que atrapalharia a leitura. - Objetos necessários: para evitar que, durante a leitura, levantarmos para pegar algum objeto que julguemos importante, devemos colocar lápis, marca-texto e dicionário sempre à mão. Quanto sublinhar os pontos importantes do texto, é preciso aprender a técnica adequada. Não o fazer na primeira leitura, evitando que os aspectos sublinhados parecem-se mais com um mosaico de informações aleatórias. Os concursos apresentam questões interpretativas que têm por finalidade a identificação de um leitor autônomo. Portanto, o candidato deve compreender os níveis estruturais da língua por meio da lógica, além de necessitar de um bom léxico internalizado. As frases produzem significados diferentes de acordo com o contexto em que estão inseridas. Torna-se, assim, necessário sempre fazer um confronto entre todas as partes que compõem o texto. Além disso, é fundamental apreender as informações apresentadas por trás do texto e as inferências a que ele remete. Este procedimento justifica-se por um texto ser sempre produto de uma postura ideológica do autor diante de uma temática qualquer.

a sua paisagem mutilada pelo fogo. A rigorosa estiagem que acompanha o inverno no CentroSul ressecou a vegetação e abriu caminho para que as chamas tragassem 6 dos 33 quilômetros quadrados do Parque Nacional da Tijuca, pegado à cidade do Rio de Janeiro, e convertessem em carvão 10% dos 300 quilômetros quadrados do Parque Nacional do Itatiaia, na divisa de Minas Gerais com o Estado do Rio. Contido pelos bombeiros já no fim de semana, na Tijuca, e abafado por uma providencial chuva no ltatiaia, na quartafeira o fogo pipocou em outro extremo do país. Naquele dia, o incêndio começou no Parque da Serra da Capivara, no sertão do Piauí, calcinado há seis anos pela seca, e avançou pela caatinga, que esconde as pinturas rupestres inscritas na rocha, há pelo menos 31.500 anos, pelo homem brasileiro préhistórico. (Isto é, 221811984) 1. O autor justifica o fato de os ecologistas referiremse aos parques nacionais como “arcas de Noé para o futuro” da seguinte maneira: a) Porque são áreas preservadas da caça e pesca indiscriminadas. b) Porque ocupam espaços administrativamente delimitados pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal. c) Porque espécies animais e vegetais que estão se extinguindo em outras regiões têm preservada sua sobrevivência nesses parques. d) Porque nesses parques colecionamse casais de espécies animais e vegetais em extinção noutras áreas. e) Porque há agentes florestais incumbidos de zelar pelos animais e vegetais dos parques. Resposta “C”. 2. A respeito dos incêndios referidos pelo autor, depreendese do texto que: a) Embora tivessem ameaçado espécies animais e vegetais raras, apresentaram um lado positivo: aumentaram a produção de carvão. b) Foram provocados pela rigorosa estiagem do inverno, no CentroSul, e pela seca prolongada no sertão nordestino. c) Não foram combatidos com presteza e eficiência pelos bombeiros. d) Só foram debelados por providenciais chuvas que eventualmente vieram a cair sobre os parques. e) Destruíram parte da flora e fauna das reservas, desfigurando sua paisagem. Resposta “E” a) Errado. O texto não fala que a produção de carvão é positiva. b) Errado. Segundo o texto, a estiagem “abriu caminho para que as chamas tragassem...”; de acordo com esta alternativa a estiagem provocou o incêndio. Abrir caminho não é provocar. c) Errado. Se os bombeiros apagaram o fogo, pelo menos foram eficientes. d) Errado. e) Certo.

Exercícios
Este é o caminho: leitura, exercício, correção, entendimento dos erros. Quanto mais você entender porque errou, mais estará aprendendo. Esaf: Leia atentamente o texto para responder às questões de 1 a 4. Parques em chamas Saudados por ecologistas como arcas de Noé para o futuro, por serem repositórios de espécies animais e vegetais em extinção acelerada noutras áreas do país, alguns dos 25 parques nacionais do Brasil tiveram, na semana passada,

quais as suas verdadeiras intenções. MPU auxiliar Esaf: Para responder às questões de 5 a 9. e que as vagas continuem sempre disponíveis. o autor referese a) Essencialmente aos que tratam de empregos. Ao falar de “pequenos anúncios”. Procurase uma explicação Um mundo de mistérios se esconde por trás dos pequenos anúncios. um de cada vez.3. resultando disto maior economia para as montadoras. Até que ponto é sincero um anúncio que procura moças de “boa aparência”. o que não justifica dizer que um incêndio constitua ameaça a elas. a) Errado. b) Devem ser tomadas providências para dotar os parques de meios para se protegerem dos incêndios. No comando deveria estar escrito “dedutível” (que se deduz) porque não existe a palavra “deduzível”. Conforme o texto. d) Errado. O que seria competência. documentos importantes. (Eliachar. b) Especificamente aos que oferecem serviços. por exemplo. c) Exclusivamente aos que falam de objetos perdidos. Há uma certa ilusão de lado a lado: quem anuncia o futuro dos outros está pensando no seu presente e quem procura o seu futuro no presente de quem anuncia acaba é fazendo o futuro dos outros. c) Errado. Resposta “D”. manifesta: a) Descaso b) Hesitação c) Desesperança d) Pesar e) Indiferença Resposta “D”. quase sempre de estimação. Leon. A expressão que não aparece nos anúncios que o autor menciona é: a) “lugar de fututo” b) “gratifica-se bem” c) “procura-se uma explicação” d) “atende-se a domicílio” e) “por motivo de viagem” Resposta “C”. houvessem contratado os técnicos do “atendese a domicílio”. o melhor será mesmo abandonar a cidade. dos legisladores. Depreendese que o autor do texto. em relação ao fato descrito. por exemplo. Resposta “A” . 7. pelas suas fórmulas. técnicos = serviços (venda). com prática de datilografia e um mínimo de 150 batidas certas por minuto? É tão necessário que sejam todas as batidas certas? E esses que vivem vendendo objetos. O texto não culpa a população nem as autoridades responsáveis pelos parques e reservas. Mecânicos e eletricistas montam e desmontam qualquer aparelho em menos de cinco minutos. b) Trabalham melhor que os das fábricas. 6. Rio deJaneiro: Francisco Alves S. O Homem ao Cubo. Objetos perdidos.500 anos. e no fim sempre nos entregam três ou quatro parafusos que não têm a menor utilidade. b) Certo. Mas o que é gratificar bem. Não se pode deduzir estrita e licitamente que se “alguns dos 25 parques” (o texto só fala em três deles) estão em situação difícil. Os responsáveis pelos parques não são culpados de não terem condições. Há vários anos que encontro promessas de Iugar de futuro” e acho incompreensível que esse futuro não chegue nunca. 6ª ed. “por motivo de viagem”? Será que o dinheirinho de um aparelho de televisão ou de uma máquina de costura ou de um gravador último tipo lhes pagará a passagem? Talvez a viagem seja consequência: depois de vender os objetos. cachorrinhos desaparecidos. c) Entendem mais da montagem dos aparelhos que os técnicos das fábricas de eletrodomésticos. leia o texto a seguir. d) Duvidam da competência dos mecânicos e eletricistas das grandes fábricas. Ou as pessoas acabam por descobrir que o seu futuro está fora dali ou são outras firmas que estão se iniciando para oferecer novos futuros a futuros candidatos. a uma pessoa que acha uma carteira com pouco dinheiro? Acho que há um pouco de ironia e de deboche da parte de toda pessoa que põe um anúncio e muito boa vontade da parte de quem acha que ali está a sua oportunidade. Objetos perdidos. mas não conseguem encaixar todas as peças de um aparelho. c) Devem ser desencadeadas campanhas para conscientizar a população de como evitar incêndio nos parques. e) Errado. certamente já resitiram a inúmeros incêndios. d) Genericamente a vários tipos de anúncios. adoptado) 5.. Fico a imaginar se o desespero de quem vende está na mesma proporção emocional de quem quer comprar. tudo na base do “gratificase bem”. os técnicos que anunciaram sua especialidade: a) Trabalham com rapidez. ao montarem seus aparelhos. Nunca pude avaliar. e) Somente aos anúncios de compra e venda. Penso na economia monstruosa que as fábricas fariam se. d) Parte da culpa dos incêndios cabe às autoridades responsáveis pelas reservas e parques.A. E os técnicos? É impressionante como tem gente especializada anunciando sua especialidade. O texto não culpa a população nem as autoridades responsáveis pelos parques e reservas. e) Pretendem conseguir uma contratação como mecânicos ou eletricistas em firmas conceituadas. Se as pinturas rupestres existem há pelo menos 31.. Aponte a única conclusão que é estrita e licitamente deduzível do texto: a) As chamas serviram para mostrar a precária situação dos parques brasileiros. Resposta “B”. todos estarão. lugar de futuro = emprego. e) O incêndio no Parque da Serra da Capivara ameaçou valioso patrimônio histórico e antropológico. Três não são vinte e cinco. “paisagem mutilada pelo fogo” 4. de 18 a 25 anos.

Luís Martins.. Existência e angústia retornam à sua condição de paralelismo. Literalmente. no texto. Ano IV. Reler as quatro últimas linhas do texto (onírico = de sonho). b) Dramatizar o mito da queda é o objetivo perseguido pela retórica publicitária. A se ressalvar e a se ressaltar. Uma leitura errada do texto levaria a afirmar que: a) Interpretar literalmente o discurso publicitário é uma atitude ingênua. no texto. “lugar de futuro”. Resposta “B”. quem procura seu futuro no presente de quem anuncia acaba é fazendo o futuro dos outros” pode ser reduzida a “quem procura” . represemase (ritualizase) o drama do retorno. (Extraído de A promessa do paraíso já. Compreendese então o quanto a retórica publicitária era irreal. incorporasse à sua percepção sensorial um deleite Sublime. elevada ao absurdo. d) A felicidade prometida nas propagandas dá ao homem a consciência de sua finitude. Cada vez que esse retorno é frustrado.. Humanidades. “Drama do retorno” e “mito da queda”. faz “o futuro dos outros”. quais as suas verdadeiras intenções (= o que realmente querem dizer). o consumidor sublima suas carências afetivas num estado de deleite sublime. A única alternativa que põe na ordem certa de importância do texto “leitor – anunciante” é a letra b. c) anunciante – leitor. um gozo celetial. 110/111) 10. “por motivo de viagem”). 12. Resposta “C”. consistiria em fazer com que o consumidor.. Observe que a frase “. 1987/88. e) O anunciante procura melhorar a vida do leitor independentemente de suas intenções. Cada vez que o paraíso é prometido. conclui-se tristemente que o saldo é bastante negativo: a felicidade prometida é muito fugaz e o retorno ao abismo da lacuna primordial – da consciência da finitude – é ainda maior. É a única alternativa de significado negativo. porém. 9. . A felicidade prometida nas propagandas dá ao homem a ilusão. Compare: letra a) anunciante – anunciante. d) Os comerciais veiculados pelos meios de comunicação cumprem o papel de informar o consumidor em potencial sobre as reais qualidades dos produtos. a publicidade é uma fábrica de sonhos. sublimadora. teríamos à nossa frente a mais desvairada das utopias. a) Quem oferece melhoria de vida aos outros através de anúncios pretende melhorar a própria vida. A promessa de preenchimento dá lugar ao vazio. A “consciência de finitude” acontece só depois que a ilusão despertada pela publicidade acaba. b) Aquele que pretende encontrar boas oportunidades nos anúncios proporciona lucros ao anunciante.. Nunca pude avaliar. e) anunciante – leitor. b) Retorno dos comerciais aos meios de comunicação devido à queda do faturamento das empresas. pelas suas fórmulas (=pelo que argumental – “gratifica-se bem”. E uma leitura literalizante desse discurso delirante colocase de imediato lidando com uma elaboração profundamente onírica. dramatizase. b) A publicidade elabora um cenário onírico para os objetos da sociedade industrial. d) leitor – leitor. d) Quem busca o seu futuro no futuro dos outros prejudica irremediavelmente seu presente. e) Está incorporado à publicidade o componente mítico de retorno ao paraíso Resposta “D”.8. c) O anunciante projeta seus atuais objetivos nas pretensões dos leitores. À leitura literal da retórica publicitária associamse vários termos no texto. o mito da queda.. Assinale a opção que expressa o significado da seguinte frase do texto: “. A publicidade. e) Ao adquirir bens de consumo. c) Há uma similaridade estrutural entre a elaboração publicitária e a elaboração onírica. 13. a defasagem entre a promessa publicitária e o real preenchimento proporcionado pelos bens de consumo. p. MPU – nível técnico – MF: Leia o trecho abaixo para responder às questões de 10 a 14 A rigor. quem procura o seu futuro no presente de quem anuncia acaba é fazendo o futuro dos outros”. nº15. uma vez que a busca do sublime esteve exacerbada por estímulos fantasiosos. se cometêssemos para com a publicidade o ingênuo extremismo de acreditar plenamente no seu discurso. ao consumir um produto. 11. A sua eficiência. O tema central do fragmento acima é: a) A publicidade desequilibra a relação de forças existente entre a demanda e a oferta de bens de consumo. em que o sujeito “quem procura” é o leitor e os “outros” são os anunciantes.. só busca ressaltar o lado positivo. exceto: a) Deleite sublime b) Estado nirvânico c) Gozo celestial d) Consciência da finitude e) Estímulos fantasiosos Resposta “D”. um estado nirvânico. c) O discurso publicitário é formulado com mensagens que se sustentam no princípio do prazer. referemse a: a) Elaboração da primeira versão da publicidade e sua recusa pelo cliente que a encomendou. As “fórmulas” dos anúncios a que se refere o autor dizem respeito: a) À especificação b) À quantidade c) Ao argumento d) Ao conteúdo e) À correção Resposta “C”. outra vez.

se. e) redundância. excetuar.. “estado nirvânico”. e) Em “sua eficiência”. como o comando se refere a “Drama do retorno” e “mito da queda”. a charge ilustra o paradoxo (a contradição) que há na implementação de programas de inclusão digital em um país com elevado número de pessoas excluídas socialmente (privação. reforma agrária. Por exclusão. político e social). constata: a cultura da violência e da impunidade reina no País. As questões de números 17 a 20 baseiam-se no texto.. pois demonstra que o programa de inclusão digital não atinge seus reais objetivos entre aqueles que ainda precisam de inclusão social: às pessoas sem moradia. de uma forma mais abrangente. d) As expressões “deleite sublime”. a alternativa melhor seria: “decepção do consumidor por não ver realizadas as promessas da propaganda”. E cobra a “revisão” dos mecanismos de acompanhamento do programa para garantir acesso de todas as famílias pobres. A ironia convida o leitor ou o ouvinte. A ONU sugere que o Brasil amplie o Bolsa-Família para camadas da população que não recebem os benefícios. Sim. a ser ativo durante a leitura. econômico. d) Estado nirvânico do publicitário no momento de criação da propaganda e posterior decepção ao vêlo rejeitado pelo diretor de marketing. dar relevo. colocadas em sequência. 15. Resposta “A”. d) ironia. cultural.da consciência da finitude – explica a expressão lacuna primordial. de criticar ou de censurar algo. mais vale o computador como material combustível que conectado à rede. Há duas semanas. Levando-se em consideração a situação em que as personagens se encontram. Na Literatura. e) Mitos de povos primitivos a respeito das concepções de Paraíso e Inferno. 16. por esta. (TJ-SP) Oficial de Justiça Leia a charge para responder às questões de números 15 e 16. Ressalvar = corrigir. e) se veem a criticidade e o bom senso de grande parte da população menos favorecida para o uso adequado das novas tecnologias no cotidiano. Considerando-se o contexto apresentado na charge. 14. ONU pede ampliação de programas sociais do Brasil SÃO PAULO – Os programas adotados no governo federal ainda não são suficientes para lidar com problemas de desigualdade. c) O termo “(ritualiza-se)” especifica o sentido de “representa-se”. Resposta “D”. reiteram a mesma ideia. Por fim. “gozo celestial”.. Ressaltar = destacar. que a utilizam bem. as expressões “a se ressalvar” e “a se resaltar” são equivalentes quanto ao conteúdo. d) se pode entender como positiva a nova relação do homem com as máquinas. prevenir com ressalva. c) se estabelece uma relação paradoxal entre os avanços obtidos na área tecnológica e as condições de vida a que está sujeita expressiva parcela da população. b) O segmento .c) Promessas fantasiosas contidas nos anúncios e decepção do consumidor por não vêlas realizadas ao adquirir o produto. educação e trabalho escravo. a ironia é a arte de gozar com alguém ou de alguma coisa. b) se define o avanço tecnológico do país levando em consideração. uma maior eficiência do programa e sua “universalização”. A fala é irônica (instrumento de literatura que consiste em dizer o contrário daquilo que se pensa. com o objetivo de denunciar. principalmente. deixando entender uma distância intencional entre aquilo que dizemos e aquilo que realmente pensamos. Ela pode ser utilizada. porém. incluindo os indígenas. entre outras formas. o possessivo refere-se à eficiência da publicidade. é correto afirmar que a fala proferida por uma delas se marca pelo(a) a) entusiasmo. informou ontem a Organização das Nações Unidas (ONU). na Suíça. Assinale a letra que contém o enunciado falso. a política pública para o acesso a esse tipo de bem. ausência de cidadania. Resposta “C”. b) displicência. aumentando ainda a renda distribuída. já que elas tiram expressiva parcela da população de condições aviltantes de vida. moradia. o comitê sabatinou membros do governo em Genebra. . já que os usuários não subestimam seu potencial. mas com a finalidade de desvalorizar. o locutor descreve a realidade com termos aparentemente valorizantes. se entender a participação plena na sociedade. para refletir sobre o tema e escolher uma determinada posição). com vista a obter uma reação do leitor. aos diferentes níveis em que esta se organiza e se exprime: ambiental. chega-se a esta resposta. Resposta “C”. Comitê da entidade pelos direitos econômicos e sociais pede uma revisão do Bolsa-Família. a) Colocadas em sequência. sobressair. falta de recursos ou. é correto afirmar que: a) se mostra a tecnologia estendida a todos os grupos da sociedade. Para tal. ouvinte ou interlocutor.. O documento com as sugestões é resultado da avaliação dos peritos do comitê que inclui o exame de dados passados pelo governo e por cinco relatórios alternativos apresentados por organizações nãogovernamentais (ONGs). c) mau humor.

econômicos e mercantilistas que existem hoje em todos os serviços que ainda são públicos e estatais. não significa apenas escrever de forma correta. e) amplas. Fazer um texto. oferecido a um número menor de pessoas dentro e fora do país. a exclusão é decorrente da alta proporção de pessoas sem qualquer forma de segurança social. 18. objetos. está restringindo o seu significado somente às famílias pobres e a camadas da população excluídas. o que o distancia do assunto da charge.05. os serviços devem ser construídos. E. comparações e outras figuras de linguagem. Com a frase – A sugestão da ONU é que o governo tome medidas “mais focadas”. Injustiça Social nada mais é do que o fato de existir na sociedade situações que favoreçam apenas uma porcentagem (geralmente menor) da população enquanto outra parte fica sem acesso aos meios.0.2009. A sugestão da ONU é que o governo tome medidas “mais focadas”. . b) controladas. Mas as aspas estão dando outro significado para a palavra “universalização”. existem alguns modelos de expressão escrita: Descrição – Narração – Dissertação Descrição . não é para atender todos os excluídos ou mesmo todos os explorados.é um tipo de texto figurativo.tem como resultado a imagem física ou psicológica. A universalização é a superação das relações patrimonialistas que determinaram e determinam os aparelhos do Estado que ainda possuem propriedade estatal e a absoluta garantia de acesso e atendimento aos serviços públicos. c) trata do mesmo assunto apresentado na charge. c) estar na mira de pessoas incautas. Isso ocorre porque se pretende enfatizar que o benefício deve a) atingir a todas as pessoas que o solicitem. No 1. mas sim para atender a todos que queiram ou precisem dos serviços públicos. d) ser. organizar ideias sobre determinado assunto. aumentando ainda a renda distribuída. c) não precisarão de melhorias. que dele se beneficiam sem terem direito. e) discute a questão dos direitos econômicos e sociais. a ONU deixa evidente que eles a) se mostram arrojados. (www. “medidas focadas” são medidas “direcionadas” (a um foco). d) competentes. essenciais ou não. a charge trata da injustiça social no país. d) extinguiram as desigualdades. E cobra a ‘revisão’ dos mecanismos de acompanhamento do programa para garantir acesso de todas as famílias pobres. Na verdade. para o homem. seja ele de que tipo for. Resposta “B”. E para expressarmos por escrito.br/nacional/not_nac377078.retrato de pessoas. para isso. e) estender-se a todas as famílias pobres e a camadas da população excluídas de recebê-lo. 26. b) ser proporcionado a um contingente de pessoas que está fora da pobreza. apresenta uma visão.estadao. Assim como a notícia veiculada no Estadão. b) não mantém uma relação temática com a charge. Adaptado) 17. . Resposta “A”. . O sentido real (denotativo) da palavra universalização é a superação dos limites sociais. Portanto. ambientes.predomínio de atributos. mas insistem que a injustiça social prevalece. mas sim. Por isso. paulatinamente. . De acordo com o texto. o termo universalização aparece grafado entre aspas. “tomar por foco”. Resposta “C”. planejados e administrados. independentemente de classe social. a exclusão social. mostrando a superação dos problemas sociais mais graves e urgentes.Os peritos reconhecem os avanços no combate à pobreza. Na visão do órgão. já que o relatório apresentado pela ONU aponta a existência da injustiça social no país. . pois enfoca a necessidade de revisão dos programas sociais.uso de verbos de ligação. 20. b) devem ser ampliados. . em relação aos programas adotados no governo federal para lidar com os problemas sociais. ao anunciar que a exclusão social atinge 28 mil famílias. d) ajusta-se à ideia expressa na charge de que os avanços tecnológicos trouxeram inúmeros benefícios aos menos favorecidos. O período que torna essa alternativa verdadeira é: “A ONU sugere que o Brasil amplie o Bolsa-Família para camadas da população que não recebem os benefícios. Resposta “E”. O texto do Estadão a) harmoniza-se com a charge. c) direcionadas. “Focar” significa “pôr em evidência”.” 19. ou seja. muitos por estarem no setor informal da economia. necessitamos de técnicas que implicam no domínio de capacidades linguísticas. Um dos pontos considerados como críticos é a diferença de expectativa de vida e de pobreza entre brancos e negros.htm.expõe características dos seres ou das coisas. . fato que exige uma absoluta revolução no modelo de administração pública no Brasil. Temos dois momentos: o de formular pensamentos (o que se quer dizer) e o de expressá-los por escrito (o escrever propriamente dito).frequente emprego de metáforas.º parágrafo do texto. TIPOLOGIA TEXTUAL Para escrever um texto.com. – entende-se que as medidas devem ser a) diluídas. incluindo os indígenas. e) combatem eficazmente a pobreza.

objetos. Reunia a isso grande medo ao pai. . todas elas estão no pretérito imperfeito. Entrava na escola depois do pai e retiravase antes. classifica. cheiro de árvores. como veremos adiante. . ou pelas ações. Características: . não será para outro. suave demais. avalia. quando se diz que a ordem dos enunciados pode ser invertida. .geralmente. o filho do professor da escola que o escritor frequentava. cenário. Ática. pois este contém anafóricos (palavras que retomam o que foi dito antes. “Conto de escola”. etc. aquele. Laços de Família. na versão original. e era mole. . o que será importante ser analisado para um. Por isso. explica. comparações e inúmeros elementos sensoriais. Quando alteramos a ordem dos enunciados. . O mestre era mais severo com ele do que conosco. analisa. Exemplos: (I) “De longe via a aleia onde a tarde era clara e redonda. O Sol fazia-as brilhar. lugar. pequenas surpresas entre os cipós. .. durante e depois dos acontecimentos (geralmente). precisamos fazer certas modificações no texto. . (Machado de Assis.se invertêssemos a sequência dos enunciados.). não existe uma ocorrência que possa ser considerada cronologicamente anterior a outra do ponto de vista do relato (no nível dos acontecimentos. ou catafóricos (palavras que anunciam o que vai ser dito.expõe um fato. os. personagens. raramente estava alegre. .uso de verbos de ação. ambiente. porém.A descrição pode ser considerada um dos elementos constitutivos da dissertação e da argumentação. Tudo era estranho.relato de fatos. pois. situações. . como este. . a ordem dessas duas ocorrências é indiferente: o que o escritor quer é explicitar uma característica do menino. aponta antes. animal.apresentação de um conflito. . uma pessoa ou uma paisagem a alguém. etc. 3ed. retiravase). Descrição é o tipo de texto em que se expõem características de seres concretos (pessoas. entrar na escola é cronologicamente anterior a retirarse dela.que todas as frases expõem ocorrências simultâneas (ao mesmo tempo que gastava duas horas para reter aquilo que os outros levavam trinta ou cinquenta minutos. está fazendo uso da descrição. e não traçar a cronologia de suas ações). ao invertermos a ordem das frases. De onde vinha o meio sonho pelo qual estava rodeada? Como por um zunido de abelhas e aves. Evidentemente. mas sim a capacidade de observação que deve revelar aquele que a realiza. enredo. Ao seu redor havia ruídos serenos. Entrava na escola depois do pai e retirava-se antes.Ao fazer a descrição enumeramos características. Não é necessário que seja perfeita. Raimundo gastava duas horas em reter aquilo que a outros levava apenas trinta ou cinquenta minutos. Contos. portanto. grande demais.predomínio da linguagem objetiva.O que se espera não é tanto a riqueza de detalhes. onde procuramos mostrar os traços mais particulares ou individuais do que se descreve.) Esse texto traça o perfil de Raimundo. se alterarmos a ordem das frases ele perderá o sentido. .por isso. Devese notar: .) consideradas fora da relação de anterioridade e de posterioridade.é impossível separar narração de descrição. 1974.é um tipo de texto sequencial. Se tomarmos uma descrição como As flores manifestavam todo o seu esplendor. o pronome oblíquo as é um anafórico que retoma flores. . inteligência tarda. cena. Era uma criança fina. Descrição É a representação com palavras de um objeto. para que o texto possa ser compreendido: O Sol fazia as flores brilhar. relaciona mudanças de situação. que podem perder sua função e assim não ser compreendidos. São Paulo.. não correríamos o risco de alterar nenhuma relação cronológica poderíamos mesmo colocar o últímo período em primeiro lugar e ler o texto do fim para o começo: O mestre era mais severo com ele do que conosco. está-se pensando apenas na ordem cronológica.expõe um tema. precisamos fazer algumas alterações. . Dissertação . . em imagens. pessoa. vencia com o tempo o que não podia fazer logo com o cérebro. emoção vivida ou sentimento.é um tipo de texto argumentativo.prevalece a denotação. o ano de 1840.defesa de um argumento: a) apresentação de uma tese que será defendida.” (extraído de “Amor”. É qualquer elemento que seja apreendido pelos sentidos e transformado. . pálida. cara doente. é mesclada de descrições. Clarice Lispector) (II) Chamavase Raimundo este pequeno. Como. aplicado. Mas a penumbra dos ramos cobria o atalho. em que o escritor frequentava a escola da rua da Costa) e. dizse que o fragmento do conto de Machado é descritivo. . no nível do relato. etc.o diálogo direto é frequente. que indica concomitância em relação a um marco temporal instalado no texto (no caso. não denota nenhuma transformação de estado. . com palavras.presença de narrador. tempo.ainda que se fale de ações (como entrava. precisamos mudar a palavra flores para a primeira frase e retomála com o anafórico elas na segunda. b) desenvolvimento ou argumentação. como ele. Dessa forma.As personagens podem ser caracterizadas física e psicologicamente.Narração . Elas manifestavam todo o seu esplendor. Por todas essas características. 3132. Todo o jardim triturado pelos instantes já mais apressados da tarde. págs. . c) fechamento. situação ou coisa. Raimundo tinha grande medo ao pai). uma vez que o ponto de vista do observador varia de acordo com seu grau de percepção. a ordem em que os elementos são descritos produz determinados efeitos de sentido. Sempre que se expõe com detalhes um objeto. A vivência de quem descreve também influencia na hora de transmitir a impressão alcançada sobre determinado objeto.

destacam-se marcas sintáticosemânticas encontradas no texto que vão facilitar a compreensão: . depois tinha uma escadinha que ia dar no quintal e atrás ainda tinha um galpão. numa descrição. verbos de ligação.Uso de advérbios de localização espacial. Era feita de pau-a-pique barreado. Apesar de seu corpo rechonchudo. dando-se sempre preferência aos verbos que indiquem estado ou fenômeno.. atitudes. existir. Grande. ou seja. situação ou indicadores de propriedades. que conferem colorido ao texto. Tanto é que uma das marcas linguísticas da descrição é o predomínio de verbos no presente ou no pretérito imperfeito do indicativo: o primeiro expressa concomitância em relação ao momento da fala. sinestesias). quando o objeto. calmos. de sobregoverno. na relação situação inicial e situação final. capricho da sorte. vestido todo de preto. ombros largos.Utilizam.). Para transformar uma descrição numa narração. metonímias. toda em largura. comparações. situar-se.. A característica fundamental de um texto descritivo é essa inexistência de progressão temporal. o presente e o pretério imperfeito do indicativo. Características Linguísticas: O enunciado narrativo. farto.. Era muito pálido. tingia os cabelos que de uma orelha à outra lhe faziam colar por trás da nuca .Usar impressões cromáticas (cores) e sensações térmicas. eu morei numa casa. um pouco amolgado no alto..” (Eça de Queiroz . Moreno.Todavia deve predominar o emprego das comparações. pelo contraste. olhos negros. a cena. Na dimensão linguística.” (Pedro Nava – Baú de Ossos) Descrição Subjetiva: quando há maior participação da emoção.. 70kg. depois você entrava tinha um jardinzinho. Devia ser mais velha que Juiz de Fora.As sensações de movimento e cor embelezam o poder da natureza e a figura do homem. A descrição pode ser apresentada sob duas formas: Descrição Objetiva: quando o objeto. Não só as condecorações gritavamlhe no peito como uma couraça de grilos. . O pessoal. no final do corredor tinha a cozinha.. enquanto que o enunciado descritivo. caído aos cantos da boca. dali tinha um corredor comprido de onde saíam três portas.Emprego de figuras (metáforas. Ex: As criaturas humanas transpareciam um céu sereno. que era o lugar da bagunça.) Ângela tinha cerca de vinte anos.85m. com o pescoço entalado num colarinho direito. Exemplo: “Até os onze anos. próprias. Ex: Vida simples. uma grade de ferro. concretas.O Primo Basílio) . Exemplo: “Era alto. No entanto.. bastaria introduzir um enunciado que indicasse a passagem de um estado anterior para um posterior. em relação a um marco temporal pretérito instalado no texto. Exemplo: “Era o Sr. do detalhe para o todo ou do todo para o detalhe cria efeitos de sentido distintos. depois a Rua Direita – sobre a qual ela se punha um pouco de esguelha e fugindo ligeiramente do alinhamento (. com porta central que se alcançava por três degraus de pedra e quatro janelas de guilhotina para cada lado.” (Entrevista gravada para o Projeto NURC/RJ) Recursos: . Joca Ramiro era único homem. é atemporal. cabelos negros e lisos”. Ex: Era um verde transparente que deslumbrava e enlouquecia qualquer um. Tinha uma covinha no queixo. ela não é indiferente do ponto de vista dos efeitos de sentido: descrever de cima para baixo ou viceversa.Enfâse na adjetivação para melhor caracterizar o que é descrito. capaz de tomar conta deste sertão nosso. parecia mais velha pelo desenvolvimento das proporções.. . O rosto aguçado no queixo ia-se alargando até à calva. a ordem dos enunciados na descrição é indiferente. bastaria dizer: Reunia a isso grande medo do pai. tinha-o grisalho. Raul Pompéia) “(. ficar). Lemos um velho de pequena estatura. calmos. . Podese apresentar. por ter a representação de um acontecimento. par-defrança. a passagem são apresentadas como realmente são. sanguínea e fogosa. No caso do texto II inicial. mandando por lei. do ponto de vista da progressão temporal. não muito gordo.Devemse evitar os verbos e. o ser. Pintada de roxo-claro.. Ex: “Sua altura é 1.. não indicando progressão de uma situação anterior para outra posterior. na linha de passagem da variante do Caminho Novo que veio a ser a Rua Principal.. a paisagem são transfigurados pela emoção de quem escreve. preferencialmente. podendo opinar ou expressar seus sentimentos.” (José de Alencar . Exemplo: “(. uma pureza de cristal.. provavelmente sede de alguma fazenda que tivesse ficado.” (“O Ateneu”. e as orelhas grandes muito despegadas do crânio. fazer-transformador. dentro de uma estrutura de cantos e apoios de madeira-de-lei. eram de um rei.) Quando conheceu Joca Ramiro. . nunca tirava as lunetas escuras. para transformá-lo em narração.. até mesmo ação ou movimento. e essa casa era assim: na frente. era um desses exemplares excessivos do sexo que parecem conformados expressamente para esposas da multidão (. no final tinha uma escadinha que devia ter uns cinco degraus. Roupa simples. estar. haver. Aparência atlética. Tudo simples. é marcado pela temporalidade. Telhado de quatro águas. Exemplo: “ A casa velha era enorme. mais brilho à calva. então achou outra esperança maior: para ele.)” (Raul Pompéia – O Ateneu) . soberanos.e aquele preto lustroso dava. frio. Seu peso. o ser. Mais tarde. Ex: “Nas ocasiões de aparato é que se podia tomar pulso ao homem.Como na descrição o que se reproduz é simultâneo. não existe relação de anterioridade e posterioridade entre seus enunciados. qualidades. ausente do calor alegre do sol. os gestos. exatas. o segundo. magro. mas não tingia o bigode. .Senhora) . vasta e polida. dos adjetivos e dos advérbios. carnuda.. mas rolho e bojudo como um vaso chinês. Iibertouse desse medo. desde que eles sejam sempre simultâneos.” (Guimarães Rosa – Grande Sertão: Veredas) Os efeitos de sentido criados pela disposição dos elementos descritivos: Como se disse anteriormente. uma vez que eles indicam propriedades ou características que ocorrem simultaneamente. . concretamente. se isso não for possível.. usados principalmente no presente e no imperfeito do indicativo (ser. tinha certa vivacidade buliçosa e saltitante que lhe dava petulância de rapaz e casava perfeitamente com os olhinhos de azougue. aí você entrava na sala da frente. não tendo transformação. uma casa velha. que se usem então as formas nominais.Usar o vigor e relevo de palavras fortes.Predominância de verbos de estado.A frase curta e penetrante dá um sentido de rapidez do texto. Ateneu! Ateneu! Aristarco todo era um anúncio. pele bronzeada. Não se dá qualquer tipo de opinião ou julgamento. muito crente. a cena. . Ex: O dia transcorria amarelo.

pessoa etc. .Desenvolvimento: detalhes do objeto visto como um todo (externamente) formato. portas. triste de facha.Introdução: observações de caráter geral referentes à procedência ou localização do objeto descrito. . Descrição de pessoas (I): . processos. mais propenso ao furor do que à ternura.Conclusão: observações sobre a atmosfera que paira no ambiente. acrescentando antes ou depois deste um adjetivo ou uma locução adjetiva. Porque toda técnica descritiva implica contemplação e apreensão de algo objetivo ou subjetivo.Conclusão: observações de caráter geral referentes a sua utilidade ou qualquer outro comentário que envolva o objeto em sua totalidade. A descrição.Desenvolvimento: análise das características físicas.Conclusão: observações de caráter geral referentes a sua utilidade ou qualquer outro comentário que envolva o objeto como um todo. precisa possuir certo grau de sensibilidade. Descrição de pessoas (II): .Desenvolvimento: características físicas (altura. Esse tipo de texto é usado para descrever aparelhos. pág. bem servido de pés. as peças que os compõem. dimensões (largura. textura.Desenvolvimento: detalhes (2ª parte) material. peso. Se fizesse o inverso. roupas). Descrição de objetos constituídos por várias partes: . Descrição de paisagens: . cor e brilho. altura. . conforme o permita sua sensibilidade. objetivos). 1968. preferências. em que os aspectos sensoriais predominam. concluindo acerca da impressão que a paisagem causa em quem a contempla. chão. o sentido não seria o mesmo. esculturas ou quaisquer outros objetos.) . olhos. Desenvolvimento: características psicológicas (personalidade. material. de acordo com determinada ordem. Porto.Introdução: observações de caráter geral referentes à procedência ou localização do objeto descrito. o redator. Descrição de objetos constituídos de uma só parte: . caráter. textura. cabelos. boca. dimensões. Lello & Irmão.Desenvolvimento: análise das características físicas. . nariz. meão de altura. etc. Exemplo: Folheto de propaganda de carro .Introdução: comentário sobre sua localização ou qualquer outra referência de caráter geral. idade. eletrodomésticos. 497. O poeta descrevese das características físicas para as características morais. ou suas características psicológicas e até emocionais (descrição subjetiva). apontando suas características exteriores. lugar. . comprimento. cor da pele. carão moreno. o autor de uma descrição focaliza cenas ou imagens. bebendo em níveas mãos por taça escura de zelos infernais letal veneno. o mesmo de figura. após escrever seu texto. luminosidade e aroma (se houver). associadas às características psicológicas (2ª parte). . peso. O objetivo de um texto descritivo é levar o leitor a visualizar uma cena. cor/ brilho.Conclusão: comentários de caráter geral. teto. associados à explicação de como as partes se agrupam para formar o todo. Descrição de ambientes: .Conclusão: retomada de qualquer outro aspecto de caráter geral. Incapaz de assistir num só terreno. Textos descritivos não-literários: A descrição técnica é um tipo de descrição objetiva: ela recria o objeto usando uma linguagem científica. . de olhos azuis. ao contrário da narrativa.Introdução: comentário de caráter geral. quadros. associadas às características psicológicas (1ª parte).Observe os dois quartetos do soneto “Retrato Próprio”. sugerese que o concursando. não supõe ação. pois as características físicas perderiam qualquer relevo. . É uma estrutura pictórica. voz. Por ser objetiva.Desenvolvimento: detalhes referentes à estrutura global do ambiente: paredes. janelas. temperamento.Desenvolvimento: detalhes específicos em relação a objetos lá existentes: móveis. há predominância da denotação. precisa. . Obras de Bocage.Desenvolvimento: observação dos elementos mais próximos do observador explicação detalhada dos elementos que compõem a paisagem. diâmetro etc. Assim como o pintor capta o mundo exterior ou interior em suas telas. a descrição pode ser nãoliterária ou literária. o seu funcionamento. sublinhe todos os substantivos. ao descrever. para descrever experiências. postura. também denominado adjetivação. de Bocage: Magro.Desenvolvimento: enumeração e rápidos comentários das partes que compõem o objeto. . . inclinações. e não pequeno. . há maior preocupação com a exatidão dos detalhes e a precisão vocabular. . .Introdução: primeira impressão ou abordagem de qualquer aspecto de caráter geral. facilmente identificáveis (descrição objetiva). Na descrição não-literária. peso. Uma descrição deve privilegiar o uso frequente de adjetivos. . Para facilitar o aprendizado desta técnica.. nariz alto no meio. .Introdução: primeira impressão ou abordagem de qualquer aspecto de caráter geral.Desenvolvimento: detalhes (lª parte) formato (comparação com figuras geométricas e com objetos semelhantes). É como traçar com palavras o retrato de um objeto.Conclusão: retomada de qualquer outro aspecto de caráter geral.Desenvolvimento: observação do plano de fundo (explicação do que se vê ao longe). Conforme o objetivo a alcançar.

É por isso que numa narração predomina a ação: o texto narrativo é um conjunto de ações. As personagens são identificadas (nomeadas) no texto narrativo pelos substantivos próprios. para evitar a deformação em caso de colisão. Há uma relação de implicação mútua entre eles. O conjunto de ações que compõem o texto narrativo.Tempo: época em que se passa a ação. o texto narrativo é sempre estruturado por verbos de ação. que pode ser pessoal (narra em 1ª pessoa: Eu. protagonistas ou antagonistas. assim sendo. a maioria dos verbos que compõem esse tipo de texto são os verbos de ação. Psicológico: o tempo interior. utilizando situações que contêm essa vivência. O lugar onde ocorre uma ação ou ações é chamado de espaço.Enredo: desenrolar dos acontecimentos. segundo relações de sequencialidade e causalidade. como simples exemplos de uma narração. da voz que conta a história. Porta-malas . Pode ser físico ou psicológico. o tímido.) ou impessoal (narra em 3ª pessoa: Ele. Narração A Narração é um tipo de texto que relata uma história real. também chamada de prólogo). obrigatoriamente sempre presentes no discurso.Espaço: local da ação. Que dor de coração me dava Porque o bichinho só queria estar debaixo do fogão! Levava ele pra sala Pra os lugares mais bonitos mais limpinhos Ele não gostava: Queria era estar debaixo do fogão.O tanque de combustível é confeccionado em plástico reciclável e posicionado entre as rodas traseiras. fictícia ou mescla dados reais e imaginários. que não é possível compreendê-los isoladamente. ambientes. Final . Manuel Bandeira. ou seja. 1973.. subjetivo. O texto narrativo apresenta personagens que atuam em um tempo e em um espaço. exceto as personagens ou o fato a ser narrado. os conflitos e as ligações afetivas entre esses indivíduos e o mundo. a história que é contada nesse tipo de texto recebe o nome de enredo. Elementos Estruturais (II): Personagens Quem? Protagonista/Antagonista Acontecimento O quê? Fato Tempo Quando? Época em que ocorreu o fato Espaço Onde? Lugar onde ocorreu o fato Modo Como? De que forma ocorreu o fato Causa Por quê? Motivo pelo qual ocorreu o fato Resultado . O Passat e o Passat Variant possuem direção hidráulica e ar condicionado de elevada capacidade. Tudo na narrativa depende do narrador. com o encosto do banco traseiro rebaixado. tipos sociais (trabalhador. Revelam-se por meio de características físicas ou psicológicas. Todas as vezes que uma história é contada (é narrada). por advérbios de tempo. Quando o narrador conta um episódio. pág. . heróis ou antiheróis. também chamada de trama) e termina com a conclusão da história (é o final ou epílogo). Esse elemento da narrativa é o tempo. Além de contar onde. . estudante. por isso. e não simultâneos como na descrição. 4ª ed. que são os agentes do texto. Exemplo: Porquinho da índia Quando eu tinha seis anos Ganhei um porquinhodaíndía. mas principalmente pelos advérbios de tempo. burguês etc. Assim. Textos descritivos literários: Na descrição literária predomina o aspecto subjetivo. Estrela da vida inteira.Personagens: são seres que se movimentam. por advérbios de lugar e pelos substantivos que nomeiam as personagens. representado no texto pelos advérbios de lugar. 110. o narrador também pode esclarecer “quando” ocorreram as ações da história. . Aquele que conta a história é o narrador. A história contada. É o tempo que ordena as ações no texto narrativo: é ele que indica ao leitor “como” o fato narrado aconteceu. Os personagens podem ser lineares (previsíveis). às vezes (mesmo sem querer) ele acaba contando “onde” (em que lugar) as ações do enredo foram realizadas pelas personagens.. Os seus interiores são amplos. É uma série de fatos situados em um espaço e no tempo.previsível ou imprevisível. Vale lembrar que textos descritivos também podem ocorrer tanto em prosa como em verso. José Olympio. como e com quem ocorreu o episódio. Expressa as relações entre os indivíduos.. cenários. O meu porquinhodaíndia foi a minha primeira namorada. . dias. se relacionam e dão lugar à trama que se estabelece na ação. o narrador acaba sempre contando onde.. Elementos Estruturais (I): . para garantir coerência e verossimilhança à história narrada. formando uma rede: a própria história contada. As ações contidas no texto narrativo são praticadas pelas personagens. proporcionando a climatização perfeita do ambiente.É impossível falar de conforto sem incluir o espaço interno. quando. organizados por uma narração feita por um narrador. o “miolo” da narrativa. esses não estão..). representado no texto narrativo através dos tempos verbais.Narrador: é quem conta a história. o meio. Tanque . acomodando tranquilamente passageiros e bagagens. complexos. Quanto aos elementos da narrativa..) ou tipos humanos (o medroso.O compartimento de bagagens possui capacidade de 465 litros. aquelas pessoas que fazem as ações expressas pelos verbos. ou seja. pelo desenvolvimento do enredo (é a história propriamente dita. passa por uma introdução (parte inicial da história.Conforto interno . Esses elementos estruturais combinam-se e articulam-se de tal forma. tendo mudança de um estado para outro. Não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas. paisagens. Cronológico: o tempo convencional (horas. que pode ser ampliada para até 1500 litros. .). meses). com ênfase no conjunto de associações conotativas que podem ser exploradas a partir de descrições de pessoas. o avarento etc. espaço. situações e coisas.Fechado ou Aberto. que são justamente as pessoas envolvidas no episódio que está sendo contado. Rio de Janeiro.

mas resolutamente. retratando suas características físicas e/ou psicológicas. nunca errou vau. Exemplo: Festa Atrás do balcão. __ Duzentos e vinte.Apresentação: é a parte do texto em que são apresentados alguns personagens e expostas algumas circunstâncias da história. Nesse caso ele é narrador e personagem ao mesmo tempo. a partir de suas ações.. dois tipos de mudança: aquele em que alguém recebe alguma coisa (o menino passou a ter o porquinhoda índia) e aquele alguém perde alguma coisa (o porquinho perdia.) Aqui há poucos – coitado! – pousei no arranchamento dele. a cada vez que o menino o levava para outro lugar. ou seja. mas sempre teso do Jango Jorge. há um conjunto de transformações de situação: ganhar um porquinhodaíndia é passar da situação de não ter o animalzinho para a de têlo. dois guaranás e dois pãezinhos. Sal do Lírico) Narrador Objetivo: não se envolve. acompanhado de dois meninos de tênis branco.Observe que. no desmaiado da Lua. . mas ambos com menos de dez anos. mais ainda.Narrador-personagem: é aquele que conta a história na qual é participante. Comecei a andar de um lado para outro. pode acreditar. Exemplo: “Devia andar lá pelos cinco anos e meio quando a fantasiaram de borboleta. a história é contada em 3ª pessoa. atordoado. Por isso não pôde defender-se. .Em 3ª pessoa: Onisciente: não há um eu que conta. Narra em 3ª pessoa e sua voz... podem ser apresentados direta ou indiretamente. as pernas bambas. Assim. revelando seus pensamentos e sentimentos íntimos. aparece misturada com pensamentos dos personagens (discurso indireto livre). ia tonto. Simões Lopes Neto – Contrabandista) . Estrutura: . onde há seis mesas desertas. É isso que define o que se chama o componente narrativo do texto. do que ela vai fazendo e do modo como vai fazendo.Complicação: é a parte do texto em que se inicia propriamente a ação. Esse gaúcho desabotinado levou a existência inteira a cruzar os campos da fronteira. temos dois tipos de narrativas: de aquisição e de privação. como o momento e o lugar onde a ação se desenvolverá. tornando o desfecho inevitável. “não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas” dá a entender que o menino passava de uma situação de não ser terno com o animalzinho para uma situação de ser. é uma transformação de situação. já a apresentação indireta se dá quando os personagens aparecem aos poucos e o leitor vai construindo a sua imagem com o desenrolar do enredo.Narrador-onisciente: é o que sabe tudo sobre o enredo e as personagens.. . conduzindo ao clímax. ou seja. Verifica-se. no texto acima. e fui dando um ajutório na matança dos leitões e no tiramento dos assados com couro.Desfecho: é a solução do conflito produzido pelas ações dos personagens. Os três atravessam o salão. . leválo para a sala ou para outros lugares é passar da situação de ele estar debaixo do fogão para a de estar em outros lugares. e se dirigem para o cômodo dos fundos. (. conforme o papel que desempenham no enredo. O rapaz de cabeça pelada vai ver o que eles querem.. conta a história como sendo vista por uma câmara ou filmadora. são elementos vitais. A apresentação direta acontece quando o personagem aparece de forma clara no texto. . Exemplo: “Parei na varanda. . Assim. nunca perdeu atalho.Em 1ª pessoa: Personagem Principal: há um “eu” participante que conta a história e é o protagonista.. ele não gostava: “queria era estar debaixo do fogão” implica a volta à situação anterior. afamilhado. (.Narrador-observador: é aquele que conta a história como alguém que observa tudo que acontece e transmite ao leitor. sem máscara piedosa para disfarçar o sentimento impreciso de ridículo. Tipos de Personagens: Os personagens têm muita importância na construção de um texto narrativo. morrendo de vergonha da malha de cetim. pois. Podem ser principais ou secundários. há basicamente. um mais velho e outro mais novo. os episódios se sucedem. Assim. da cara à mostra. por exemplo. um que foi capitão duma maloca de contrabandista que fez cancha nos banhados do Ibirocaí. nunca desandou cruzada!..” (Machado de Assis.) Fiquei verdeando. ela está logicamente implícita. é uma terceira pessoa. Dom Casmurro) Observador: é como se dissesse: É verdade. Mesmo que essa personagem não apareça no texto. Não no víamos desde muito tempo. se o menino ganhou um porquinhodaíndia. Existem três tipos de foco narrativo: . ainda que chovesse reiúnos acolherados ou que ventasse como por alma de padre. é porque alguém lhe deu o animalzinho. Encadeados. o espaço confortável de debaixo do fogão). na cerração das madrugadas. o coração parecendo querer sair-me pela boca fora. Casado ou doutro jeito. a história é contada em 1ª pessoa. o rapaz de cabeça pelada e avental olha o crioulão de roupa limpa e remendada. E saiu à rua com ar menos carnavalesco deste mundo. na escuridão das noites. O homem pergunta em quanto fica uma cerveja. no último verso temse a passagem da situação de não ter namorada para a de ter. e passar ao quintal vizinho.” (Ilka Laurito. à luz do Sol. à espera. (J. . das asas e das antenas e. Exemplo: “Batia nos noventa anos o corpo magro. cuidadosamente. narrativa é uma mudança de estado pela ação de alguma personagem. e andava outra vez e estacava. eu estava lá e vi..Clímax: é o ponto da narrativa em que a ação atinge seu momento crítico. estacando para amparar-me.. Não me atrevia a descer à chácara. muitas vezes. que nesse texto há um grande conjunto de mudanças de situação.

que ele não está bêbado.. pague uma pensão. um neto casado. __ Na sua idade. para o fundo do País. O céu lá em cima.) Ele vai tirar Rosinha da cama. humanos e indestrutíveis. enquanto o rapaz cúmplice se retira. Como fazia nos dias comuns.. . nem olhar muito para nada. Mas lembrou-se do embrulhinho branco e bem feito que trazia. os prédios. Ele ia pelas beiradas. Exemplo: Caso de Desquite __ Vexame de incomodar o doutor (a mão trêmula na boca). É guerra.. Devagar. quem é que o atende? __ O doutor já viu urubu comer defunto? Ninguém morre só. . aritmético.. sem que percebesse.. este velho caducando. __ Se quer sair de casa. Larguem os seus braços. A narrativa típica tem quatro mudanças de situação: . àquela hora da noite. Tenham paciência. Tenho culpa? Só quero paz. A carroça e os dois cavalos. __ Essa aí tem filho emancipado. de forma canhestra.. Ele está dormindo. __Que tal o pão com molho? – sugere o rapaz.. O rapaz de cabeça pelada traz as bebidas e os copos e. É um recurso relativamente recente.. . O homem olha para os meninos. Rosinha está dormindo. Ia firme e esforçando-se para não pensar em nada. Eles não têm pressa.O preto concentra-se..uma em que uma personagem passa a ter um querer ou um dever (um desejo ou uma necessidade de fazer algo). pelos escuros da Alameda Cleveland. Que é que diria a Paraná?) Andando.... Por que não está malhando em sua cabeça?. as coisas. Só não me pise. (Wander Piroli) Tipos de Discurso: Discurso Direto: o narrador passa a palavra diretamente para o personagem. sem lhe passar diretamente a palavra. doutor. A mula vendeu e a potranca.. Rosinha. . Na estação da Sorocabana perguntou as horas a uma mulher. E permanecem para sempre. Só deu de mamar no primeiro mês. Exemplo: Frio O menino tinha só dez anos. No começo pensou num bonde.uma em que se constata que uma transformação se deu e em que se podem atribuir prêmios ou castigos às personagens (geralmente os prêmios são para os bons. os dois pães com meia almôndega cada um. Fica muito mais gostoso. poderiam roubá-lo. ele vai se espalhar. como se o estivessem fazendo pela primeira vez na vida. observando criteriosamente o menino mais velho e o menino mais novo absorvidos com o sanduíche e a bebida. deixou morrer. __ Eu arranjo. sem a sua interferência. está bom? __ Se ficar doente. Os três sentam-se numa das mesas.. Agora tem dois cavalos. Esse temporal assim é bom. __Você desempregado. Surgiu com romancistas inovadores do século XX. depois cada um prova o seu guaraná e morde o primeiro bocado do pão.uma em que ela adquire um saber ou um poder (uma competência para fazer algo). Largar Rosinha ali. Criei um por um.. Não é preciso segurá-lo. (. __ Olho vivo – como dizia Paraná. uma subordinase a outra. e os castigos. O homem toma a cerveja em pequenos goles. Paraná mandara-lhe não ficar observando as vitrines. Desde onze anos estou no mundo sem ninguém por mim. mas provavelmente faltava mais ou menos uma hora para chegar em casa. sem os cuidados de uma mulher. O grande homem e seus dois meninos. Agora com mania de mulher. sentados naquela mesa. e confirma o pedido. se abriu. doutor. Pelo jardim. ele seguiu.. Sempre tem um cristão que enterra o pobre. Perus e Bacanaço) Discurso Indireto-Livre: ocorre uma fusão entre a fala do personagem e a fala do narrador. e depois?. muita atenção nos autos.. Sempre o mais sacrificado.. doutor.. Exemplo: A Morte da Porta-Estandarte Que ninguém o incomode agora. __ Dobre a língua.uma em que a personagem executa aquilo que queria ou devia fazer (é a mudança principal da narrativa). Abraçá-la no alto de uma colina. mulher.. mas várias: uma coordenase a outra. noite e dia o hominho aqui na carroça. para os maus). (. __ O preço é o mesmo – informa o rapaz. na travessia das ruas. __ Como? __ Passar o pão no molho da almôndega. fico uma jararaca. Fui jogado na estrada.. __ Para onde foi a lavadeira? __ Quem? __ A mulata. Todo velho é sem-vergonha. Os bondes passavam.. afastou a idéia como se estivesse fazendo uma coisa errada. porque Rosinha não sai. Não acordem Rosinha. O seu coraçãozinho se apertava. Ela lhe deu. Quase meia hora andando. Veja. assomava um guarda nas esquinas. (Nos bondes... quem é que fazia roça? __ Isso naquele tempo. Bisavô. uma implica a outra. O homem e (mais do que ele) os meninos olham para dentro dos pães. ele não larga não. Quando em quando. O hominho aqui se espalhava. num pratinho. Não! E esses tambores? Ui! Que venham.. (Aníbal Machado) Sequência Narrativa: Uma narrativa não tem uma única mudança... __ Está certo. doutor... está bom? Ela não contribuiu com nada. __ Só a troco de dinheiro elas querem você. um prato de comida e roupa lavada. o que há de melhor. (João Antônio – Malagueta.. à noite. Sempre ficam mulheres vagabundeando por ali. em seguida. Fugir com ela. O hominho é muito bom. O céu baixou.. Os meninos aguardam que a mão adulta leve solene o copo de cerveja até a boca.) (Dalton Trevisan – A guerra Conjugal) Discurso Indireto: o narrador conta o que o personagem diz.. Severino. Ignorava a exatidão de seus cálculos. Vai me deixar sem nada? __ Você tinha amula e a potranca.

Conclusão: consequências do fato. por exemplo. até certo ponto. . temos um texto dissertativo.Desenvolvimento: causa do fato e apresentação dos personagens. Se a narrativa está presente em quase todos os tipos de texto. legendas + desenhos (história em quadrinhos) e desenhos. . como vimos. as três características explicadas acima (transformação de situações. isto é. Essa relação de anterioridade e posterioridade é sempre pertinente num texto narrativo.4) Tipologia da Narrativa Ficcional: . Um texto que tenha só uma ou duas dessas características não é uma narração. a sequência temporal foi modificada. Narrativa e Narração Existe alguma diferença entre as duas? Sim. Porto Alegre: Movimento.. .Desenvolvimento: detalhes do fato. Charles. querer deixar de pagar aluguel ou ter necessidade de mudar. existe sempre uma relação de anterioridade e posterioridade (no texto “Porquinhodaíndia” o fato de ganhar o animal é anterior ao de ele estar debaixo do fogão. O Dr. . quer ou deve fazêla. ou seja.Relatos . segundo. é necessário poder (ter dinheiro) e querer ou dever comprar (respectivamente. Para ter um carro.Fábula . Assim é de grande importância saber se o relato é feito em primeira pessoa ou terceira pessoa. por exemplo)..História da Civilização Apresentação da Narrativa: . o que aconteceu. 51) Exemplo .Espaço Considerarei longamente meu pequeno deserto. o tempo e o lugar.Conto . Assim. Não quer que se carpa o quintal. o ato de comprar um apartamento: quando se assina a escritura. por exemplo. cheirando a fumaça.Anedota . entre elas. p. a face escalavrada. porquanto a criação e o colorido do contexto estão em função da individualidade e do estilo do narrador. .as mudanças relatadas estão organizadas de maneira tal que. quando e onde.” (Kiefer. 5O) Exemplo . para isso. que por seu turno é anterior ao de o porquinhoda-índia voltar ao fogão”).é um conjunto de transformações de situação (o texto de Manuel Bandeira – “Porquinho-da-índia”. é preciso antes conseguir o dinheiro. Com efeito. podendo observar as ações ziguezagueando no tempo e no espaço.” (Linda. As amazonas segundo tio Hermann. . há a participação do narrador. pois elas se pressupõem logicamente. o que é narração? A narração é um tipo de narrativa.audiovisual: cinema. Amâncio não viu a mulher chegar. Tomemos. A narratividade é um componente narrativo que pode existir em textos que não são narrações. alguma subjetividade. Caracterização Formal: Em geral. Algumas mudanças são necessárias para que outras se deem.Lenda . moço? Estava um caco: mal vestida.Personagens “Aboletado na varanda. Exemplo . Tem ela três características: . No entanto. . e ela efetuase porque quem a realiza pode. teatro e narrativas televisionadas.Memorialismo . p. a narração terá diversas abordagens. Resumindo: na narração. Quanto à temporalidade. em todo o caso.é um texto figurativo. a redondeza escura e uniforme dos seixos. há uma inferência do último através da onipresença e onisciência. opera com personagens e fatos concretos (o texto “Porquinho-daíndia” preenche também esse requisito). O narrador que usa essa técnica (característica comum no cinema moderno) demonstra maior criatividade e originalidade. pois contém uma mudança de situação: do não incentivo ao incentivo da imigração européia. (sempre guardam alguma coisa do passado. que por sua vez é anterior ao de o menino leválo para a sala. Por exemplo. que. para apanhar uma fruta. Seria o leito seco de algum rio. lendo Graciliano Ramos. Não havia. fitas gravadas e discos. figuratividade e relações de anterioridade e posterioridade entre os episódios relatados) devem estar presentes conjuntamente. no romance machadiano Memórias póstumas de Brás Cubas. quando se constata a realização de uma mudança é porque ela se verificou. a narrativa se desenvolve na prosa. A dentadura postiça. . realizase o ato de compra.Notícias . por ter sido despejado. Caminhos Cruzados.Introdução: citar o fato. o leitor reconstitui. ao longo da leitura. como negarlhe a insipidez. Assim. A narrativa é a transformação de situações.Poema Épico Tipologia da Narrativa NãoFiccional: . Mas os olhos.Tempo “Sete da manhã. sabe.Crônica . é necessário apanhar um bambu ou outro instrumento para derrubála. os olhos).auditiva: narrativas radiofonizadas. apresenta um componente narrativo. Ieda. preenche essa condição). Esquema que pode facilitar a elaboração de seu texto narrativo: . não há rigor na ordenação dos acontecimentos: esses podem oscilar no tempo. 1981. quando o narrador começa contando sua morte para em seguida relatar sua vida. incentivouse a imigração de europeus”.” (Veríssimo. Honorato Madeira acorda e lembrase: a mulher lhe pediu que a chamasse cedo.visual: texto escrito. as relações de anterioridade e de posterioridade.Parábola . no entanto. Érico.Toda narrativa tem essas quatro mudanças. quando se diz “Depois da abolição. p. O aspecto narrativo apresenta. Porto Alegre: Mercado Aberto.Romance . mesmo que a sequência linear da temporalidade apareça alterada. transgredindo o aspecto linear e constituindo o que se denomina “flashback”. Dependendo do enfoque do redator. No primeiro caso.

ou grande conselho. todo esse entusiasmo pelo futebol não é uma prova de alienação?” . é arbitrário. Abril Cultural. que a dissertação no seu significado diz respeito a um tipo de texto em que a exposição de uma ideia. Hoje.” . O primeiro é saber.existe mudança de situação no texto (por exemplo. sobretudo.Alusão Histórica: um fato passado que se relaciona a um fato presente. etc.. através de argumentos.Interrogação: questionamento. antecipar seu desenvolvimento. Pressupõe um exame crítico do assunto.Comparação: social e geográfica. É.o texto é temático.Contestação: contestar uma idéia ou uma situação. e. Podem ser desenvolvidos de várias formas: . se apresenta a ideia principal. pertinência. pois os tais fanáticos sempre se revelam os mais obsequiosos e subservientes à vontade e às paixões do amo. contra a corrupção da corte. existem no país 257 emissoras (aquelas capazes de gerar programas) e 2. . com os conhecidos altos índices de inflação que a década colecionou.” . Holocausto: através das metáforas e das realidades que marcaram esses 100 últimos anos. É a parte maior e mais importante do texto. . aparece a verdadeira doença do século. causalidade.624 repetidoras (que apenas retransmitem sinais recebidos). coerência. pois decorre exclusivamente de sua vontade.Divisão: quando há dois ou mais termos a serem discutidos. aconselha o príncipe discreto a escolhêlo entre os que clamam contra a corrupção na corte e justifica esse conselho. Mas um príncipe discreto prefere nomear os que se valem do último desses métodos. Tipos: . com prudência. garantemse contra futuras prestações de contas e retiramse da vida pública carregados com os despojos da nação. analisar algum tema. 234235. Ex: “Ação à distância.Definição: desenvolve-se pela explicação dos termos que compõem o texto.Citação: opinião de alguém de destaque sobre o assunto do texto. Viagens de Gulliver.)” . Ex: Você quer estar “na sua”? Quer se sentir seguro. histórica e psicológica do mundo e dos semelhantes.Narração: narrar um fato. o conteúdo e a estilística possuem características próprias a cada tipo de texto. . de forma organizada e progressiva.a estética e a gramática são comuns a todos os tipos de redação.. Ex: “A principal característica do déspota encontra-se no fato de ser ele o autor único e exclusivo das normas e das regras que definem a vida familiar. Ex: “Cada criatura humana traz duas almas consigo: uma que olha de dentro para fora. de uma filha ou de uma irmã. como servirse de uma pessoa. . ter o sucesso pretendido? Não entre pelo cano! Faça parte desse time de vencedores desde a escolha desse momento! . Observese que: . .como o texto narrativo. ele mostra mudanças de situação. implicação. ele é temático. pois o que importa é a relação de implicação (clamar contra a corrupção da corte implica ser corrupto depois da nomeação para primeiroministro). Jonathan Swift. cuja escalada tem sido facilmente identificada pela população brasileira.Estatísticas: apresentação de dados estatísticos.” . São partes da dissertação: Introdução / Desenvolvimento / Conclusão. nele as relações de anterioridade e de posterioridade dos enunciados não têm maior importância o que importa são suas relações lógicas: analogia. a violência. Exemplo: Há três métodos pelos quais pode um homem chegar a ser primeiroministro. é feita com a finalidade de desenvolver um conteúdo científico.Dissertação A dissertação é uma exposição. São Paulo. Entre eles.. sem.Enumeração: enumerar as informações. (.Declaração Inicial: emitir um conceito sobre um fato. um planejamento de trabalho e uma habilidade de expressão. Desenvolvimento: é a argumentação da ideia inicial. Tendo à sua disposição todos os cargos. no entanto. com zelo furioso. Ex: “A crise econômica que teve início no começo dos anos 80.. e o terceiro. são 34 milhões (o sexto maior parque de aparelhos receptores instalados do mundo)..a progressão temporal dos enunciados não tem importância. mas do homem em geral e de todos os métodos para atingir o poder).Proposição: o autor explicita seus objetivos. É em função da capacidade crítica que se questionam pontos da realidade social. outra que olha de fora para dentro. agravou vários dos históricos problemas sociais do país.Características: caracterização de espaços ou aspectos. Já a estrutura. Vemos também. o espaço privado. escreve Aristóteles. .. .ao contrário do texto narrativo.Trajetória Histórica: cultura geral é o que se prova com este tipo de abordagem. p. Ex: “Volta e meia se faz a pergunta de praxe: afinal de contas. Ao todo. . Ex: “Em 1982. velocidade. como trair ou solapar os predecessores. 1979.” . doutrinário ou artístico. linha de montagem. coexistência. por via de um expediente chamado anistia (cuja natureza lhe expliquei). discussão ou interpretação de uma determinada ideia.Suspense: alguma informação que faça aumentar a curiosidade do leitor. objetividade na exposição. Introdução: em que se apresenta o assunto. . isto é. triunfo das massas. o segundo. clareza. principalmente a urbana. eram 15. lógica.Convite: proposta ao leitor para que participe de alguma coisa apresentada no texto. pois analisa e interpreta a realidade com conceitos abstratos e genéricos (não se fala de um homem particular e do que faz para chegar a ser primeiroministro. de seu prazer e de suas necessidades.ao contrário do texto narrativo e do descritivo. Ex: “É importante que o cidadão saiba que portar arma de fogo não é a solução no combate à insegurança. como clamar. comunicação. afinal. Esse texto explica os três métodos pelos quais um homem chega a ser primeiroministro. correspondência.” . raciocínio. Características: .8 milhões os domicílios brasileiros com televisores. . . . conservamse no poder esses ministros subordinando a maioria do senado. Seu poder. a mudança de atitude dos que clamam contra a corrupção da corte no momento em que se tornam primeirosministros).

. de forma a torná-las aceitáveis pelo leitor. razões a favor ou contra uma determinada tese. projeta um pensamento ou faz uma proposta.Oposição: abordar um assunto de forma dialética. devido à evolução tecnológica e a necessidade de qualificação cada vez maior. se especializando. um fechamento integrado de tudo que se argumentou. havia até advogado na fila de inscrição. defendendo o meio ambiente. incentivando a reflexão de quem lê. .. Título: palavra ou expressão que sintetiza o conteúdo discutido.Conclusão Fechada: recupera a ideia da tese. . o que provoca o desemprego.a coerência é tida como regra de ouro da dissertação. D. A leitura de bons textos é um dos recursos que permite uma segurança maior no momento de dissertar sobre algum assunto. de gastos. de que. impõem-se à fidelidade ao tema. Deve ser clara. valores. . pois a uma nação doente. (B) Segundo a Constituição. Argumento 1: Exploram-se dados da realidade que remetem a uma análise do tema em questão. proibindo a queima da cana de açúcar para a colheita e substituindoos então pelas máquinas. para se diferenciarem e ainda estão desempregados?. O discurso deve ser impessoal (evitar-se o uso da primeira pessoa). não compete a tão sonhada modernidade.Interrogação: Toda sucessão de interrogações deve apresentar questionamento e reflexão. (A) A tendência do mundo contemporâneo é tornar todo o trabalho automático. apontando para prováveis resultados. aumentando. confrontar situações distintas. O texto conclui que desigualdade não se casa com modernidade. . Exemplo: Direito de Trabalho Com a queda do feudalismo no século XV. “preocupada” com essa crise social que provém dessa automatização e qualificação. Contextualização: decorrência de um processo histórico problemático.Exemplificação: dar exemplos. ou seja. G. denotativa. Conclusão: é uma avaliação final do assunto. Debater e pesquisar são atitudes que favorecem o senso crítico. (C) Não é uma utopia?! Um exemplo vivo são os bóias-frias que trabalham na colheita da cana de açúcar que devido ao avanço tecnológico e a lei do governador Geraldo Alkmin. que almeja um futuro brilhante.Conclusão Aberta: levanta uma hipótese. natural.Bilateralidade: quando o tema proposto apresenta pontos favoráveis e desfavoráveis. marcenaria.impõem-se sempre o raciocínio lógico. Estes assuntos serão vistos com mais afinco posteriormente. como vimos no último concurso da prefeitura do Rio de Janeiro para “gari”. esclarecendo o conceito ou a definição. nasce um novo modelo econômico: o capitalismo. . Alguns pontos essenciais desse tipo de texto são: . qualquer ambiguidade pode ser um ponto vulnerável na demonstração do que se quer expor. para não perderem o mercado de trabalho. . que até o século XX agia por meio da inclusão de trabalhadores e hoje passou a agir por meio da exclusão. (G) 1º Parágrafo – Introdução A.Cifras e Dados Estatísticos: citar cifras e dados estatísticos. correta gramaticalmente. Para ela convergem todas as ideias anteriormente desenvolvidas. Argumento 3: Coloca-se sob suspeita a sinceridade de quem propõe soluções. eletricista. essencial no desenvolvimento de um texto dissertativo. Argumento 4: Uso do raciocínio lógico de oposição. Uma possível solução é apresentada. nobre. em que será dada absoluta garantia aos trabalhadores. com isso.Hipótese: antecipa uma previsão.Definição: não basta citar. (D) Em troca os sindicatos dos trabalhadores rurais dão cursos de cabeleleiro. 2º ao 6º Parágrafo – Desenvolvimento B. É bom lembrarmos que é praticamente impossível opinar sobre o que não se conhece. a classe de trabalhos informais. Outro fator que também leva ao desemprego de um sem número de trabalhadores é a contenção de despesas.Comparação: estabelecer analogias. original. juízos. precisa. C. . mas é preciso desdobrar a idéia principal ao máximo. . obriga que seja feita uma lei. mesmo que as empresas sejam automatizadas.Ilustração Narrativa ou Descritiva: narrar um fato ou descrever uma cena. .Refutação: questiona-se praticamente tudo: conceitos. Argumentação: é um conjunto de procedimentos linguísticos com os quais a pessoa que escreve sustenta suas opiniões. E. Argumento 2: Considerações a respeito de outro dado da realidade. É fornecer argumentos. (E) Já que a Constituição dita seu valor ao social que todos têm o direito de trabalho. com urgência esse processo de desníveis gritantes e criar soluções eficazes para combater a crise generalizada (F). o assunto que vai ser abordado. . . . miserável e desigual. cabe aos governantes desse país. desemprega milhares deles. deter. Tema: Desemprego no Brasil. . Ainda temos: Tema: compreende o assunto proposto para discussão. não perderão eles seu mercado de trabalho. Como ficam então aqueles trabalhadores que passaram à vida estudando. .toda dissertação é uma demonstração. . 7º Parágrafo: Conclusão F. daí a necessidade de pleno domínio do assunto e habilidade de argumentação.Causa e Consequência: estruturar o texto através dos porquês de uma determinada situação.em consequência disso. .a linguagem deve ser objetiva.

Presta-se bem à indicação de características. O parágrafo pode processar-se de diferentes maneiras: Enumeração: Caracteriza-se pela exposição de uma série de coisas. . em outras situações. porque pode trazer muitas consequências indesejáveis. Nas regiões temperadas e ainda nas mais frias.O Novo Código Nacional de trânsito divide as faltas em várias categorias. muitas vezes. é dominada por um vago e persistente sentimento de dor. . Antes de se iniciar a elaboração de uma dissertação. falta de exercícios sistemáticos e demasiada permanência diante de computadores e aparelhos de Televisão. situações. 2. preferência.A gravidez na adolescência é um problema seríssimo. Exemplo: “A televisão mostra uma realidade idealizada (ideia central) porque oculta os problemas sociais realmente graves. ela poderá ser desenvolvida a partir das seguintes ideias: . Nos climas úmidos. inventou a escrita e só muitos séculos mais tarde é que passou à comunicação de massa. Depois deu um significado a cada grunhido. os solos são profundos. uma forte transformação da rocha em terra pela umidade e calor. Exceto no cordão umbilical e na ligação entre os pulmões e o coração. todas as artérias contém sangue vermelho-vivo. fatos. corre sangue venoso. Muito depois. Se. recém oxigenado.Palavra de Vida. de modo que hoje somos obrigados a viver numa sociedade fria e inamistosa.A violência tem aumentado assustadoramente nas cidades e hoje parece claro que esse problema não pode ser resolvido apenas pela polícia. o tema é a questão indígena. . Primeiro. Pode-se enumerar.O problema dos sem-terra preocupa cada vez mais a sociedade brasileira. . fenômenos e apresentalhes a semelhança ou dessemelhança. . porém. .O solo é influenciado pelo clima. que o coração remete para os pulmões para receber oxigênio e liberar gás carbônico”. funções. (Arthur Schopenhauer) Causa e Consequência: A frase nuclear. pois a alta concentração de elementos tóxicos põe em risco a vida de milhares de pessoas. Existe nessas regiões uma forte decomposição de rochas. que só o sofrimento é real”.A televisão é um dos mais eficazes meios de comunicação criados pelo homem.O homem. Exemplo: 1.O lazer é uma necessidade do cidadão para a sua sobrevivência no mundo atual e vários são os tipos de lazer. Vejamos: Ideia central: A poluição atmosférica deve ser combatida urgentemente. porque já estamos nos convencendo de que a felicidade é uma ilusão.O adolescente moderno está se tornando obeso por várias causas: alimentação inadequada. encontra no seu desenvolvimento um segmento causal (fato motivador) e. desequilíbrios sociológicos e poluição. o homem aprendeu a grunhir. . Exemplo: “A juventude é uma infatigável aspiração de felicidade.Inúmeras são as dificuldades com que se defronta o governo brasileiro diante de tantos desmatamentos.Devido à expansão das igrejas evangélicas. mais escuro e desoxigenado. 4. Exemplos: . seguindo-se os critérios de importância. um segmento indicando consequências (fatos decorrentes). porque os seus olhos teimam apenas em ver as coisas imediatistas e lucrativas que o rodeiam. uma a uma.Despertar da Fé. exemplificar e aclarar as ideias para torná-las mais compreensíveis. a velhice. Desenvolvimento: A poluição atmosférica deve ser combatida urgentemente. a camada do solo é pouco profunda. Comparação: A frase nuclear pode-se desenvolver através da comparação. pelo contrário. Exemplos: Tempo .A comunicação de massas é resultado de uma lenta evolução. processos.O espírito competitivo foi excessivamente exercido entre nós.O diálogo entre pais e filhos parece estar em crise atualmente. . Tempo e Espaço: Muitos parágrafos dissertativos marcam temporal e espacialmente a evolução de ideias. 3. . isto é. dia a dia. processos. classificação ou aleatoriamente. . que confronta ideias. .Existem várias razões que levam um homem a enveredar pelos caminhos do crime.A Santa Missa em seu lar. Espaço .O parágrafo é a unidade mínima do texto e deve apresentar: uma frase contendo a ideia principal (frase nuclear) e uma ou mais frases que explicitem tal ideia. por exemplo. (ideia secundária)”. sobretudo daquelas que sofrem de problemas respiratórios: . .A propaganda intensiva de cigarros e bebidas tem levado muita gente ao vício. é grande o número de emissoras que dedicam parte da sua programação à veiculação de programas religiosos de crenças variadas.Igreja da Graça no Lar. perde a dimensão de humanidade que abriga em si. (Melhem Adas) Explicitação: Num parágrafo dissertativo pode-se conceituar.Terço Bizantino. deve delimitar-se o tema que será desenvolvido e que poderá ser enfocado sob diversos aspectos. Exemplo: “Artéria é um vaso que leva sangue proveniente do coração para irrigar os tecidos. . sempre oferecendo o complemente necessário à afirmação estabelecida na frase nuclear. Na artéria pulmonar.

A violência contra os povos indígenas é uma constante na história do Brasil. avalia. artigos de opinião ou assinados. E esses parágrafos podem ser estruturados das cinco maneiras expostas acima. a pauta sugere o enfoque a ser trabalhado assim como as fontes a serem entrevistadas.A visão idealizada que o europeu ainda tem do índio brasileiro. Informativo: Tem a função de informar o leitor a respeito de algo ou alguém. editorial. Munido deste material. O tempo verbal predominante é o passado. na qual perguntas são feitas pelo entrevistador para obter informação do entrevistado. Utiliza linguagem objetiva e simples. Há uma relação de anterioridade e posterioridade. até as picantes piadas do cotidiano. expõe ideias. Uso da função referencial da linguagem. Desenvolvimento: exposição de elementos que vão fundamentar a ideia principal que pode vir especificada através da argumentação. Antes da entrevista o repórter costuma reunir o máximo de informações disponíveis sobre o assunto a ser abordado e sobre a pessoa que será entrevistada. o repórter recebe uma pauta que contém informações que o ajudarão a construir a matéria. Uso de linguagem clara.A invasão da Amazônia e a perda da cultura indígena. propagandas. explica. Exposição: Apresenta informações sobre assuntos. Exemplos: texto de opinião. (Conotação.etc. um texto informativo. Figurado. o objetivo proposto na instrução. . É a abertura do texto. também persuade o interlocutor e modifica seu comportamento.. ao contrário. Subjetivo. Ex: Receita de um bolo e manuais. É fazer uma descrição minuciosa do objeto ou da personagem a que o texto se refere. É também utilizado para predizer acontecimentos e comportamentos. Pessoal). Nesse tipo textual. artigos científicos. Os verbos são. acrescida da argumentação básica empregada no desenvolvimento. resenha crítica. Assim. O repórter também deve ser perspicaz para perceber se o entrevistado mente ou manipula dados nas suas respostas. ele formula perguntas que levem o entrevistado a fornecer informações novas e relevantes. Injunção: Indica como realizar uma ação. pois. de pormenores. fato que costuma acontecer principalmente com as fontes oficiais do tema. Argumentativo: Os textos argumentativos. têm por finalidade principal persuadir o leitor sobre o ponto de vista do autor a respeito do assunto. Refere-se a objetos do mundo real. Claro. Contém a proposição do tema. Depois de delimitar o tema que você vai desenvolver. não se faz a defesa de uma ideia. uma vez que já foi fundamentada durante o desenvolvimento da dissertação (um parágrafo). carta de solicitação. Objetivo. Dissertação: Dissertar é o mesmo que desenvolver ou explicar um assunto. Significa “criar” com palavras a imagem do objeto descrito. Estrutura básica. A classe de palavras mais utilizada nessa produção é o adjetivo. um animal ou um objeto. impregnado de subjetivismo. da interrogação e da citação. Não há relação de anterioridade e posterioridade. Informativo). ele tende a evitar as perguntas e a querer . o relatório. além de explicar. da ilustração. o texto dissertativo pertence ao grupo dos textos expositivos. portanto. Numa abordagem mais abstrata. carta do leitor. como pausas e retomadas. Pode conter marcas da linguagem oral. um conto. temos um texto dissertativo-argumentativo. Narração: Modalidade em que se conta um fato. deliberação informal. de revista. . 3ª pessoa do singular. discorrer sobre ele. Os repórteres entrevistam as suas fontes para obter declarações que validem as informações apuradas ou que relatem situações vividas por personagens. Diálogo: é uma conversação estabelecida entre duas ou mais pessoas. com a transmissão de conhecimento. Ex: ensaios. Ex: um romance. folhetos informativos. a confirmação da hipótese ou da tese. Além das informações. Textos Literários e Não-Literários Texto Literário: expressa a opinião pessoal do autor que também é transmitida através de figuras. Entrevista: é uma conversação entre duas ou mais pessoas (o entrevistador e o entrevistado). conter de forma sintética. o texto didático. discurso de defesa e acusação (advocacia). Deve ser clara e chamar a atenção para dois itens básicos: os objetivos do texto e o plano do desenvolvimento. ângulo de análise e a hipótese ou a tese a ser defendida. dos dados estatísticos. uma poesia. conclusão. envolvendo certos personagens.O surgimento de várias entidades de defesa das populações indígenas. O objetivo do texto é passar conhecimento para o leitor. (Denotação. empregados no modo imperativo.. na sua maioria. Antes de ir para a rua. Em princípio. ideia principal. (analisa ideias). que ocorreu num determinado tempo e lugar. Há também o uso do futuro do presente. Texto Não-Literário: preocupa-se em transmitir uma mensagem da forma mais clara e objetiva possível. da ordenação cronológica. Estamos cercados de narrações desde as que nos contam histórias infantis. No desenvolvimento são usados tantos parágrafos quantos forem necessários para a completa exposição da ideia. pela sua função caracterizadora. Ex: uma notícia de jornal. juntamente com o texto de apresentação científica. sendo. reflete. A estrutura do texto dissertativo constitui-se de: Introdução: deve conter a ideia principal a ser desenvolvida (geralmente um ou dois parágrafos).. que agora deve aparecer de forma muito mais convincente. desenvolvimento. exposições. deve fazer a estruturação do texto. Deve. Por exemplo. como o “Chapeuzinho Vermelho” ou a “Bela Adormecida”. Descrição: Um texto em que se faz um retrato por escrito de um lugar. Conclusão: é a retomada da ideia principal. o artigo enciclopédico. Quando o texto. fictício ou não. podese até descrever sensações ou sentimentos. da causa e da consequência. . uma bula de medicamento. é o texto de uma notícia de jornal. seus limites. uma pessoa. o texto dissertativo não está preocupado com a persuasão e sim. Exemplos de textos explicativos são os encontrados em manuais de instruções. por isso é fundamental. das definições. quando o repórter vai entrevistar o presidente de uma instituição pública sobre um problema que está a afetar o fornecimento de serviços à população.

Esse material já se encontra segundo o Novo Acordo Ortográfico.t. i. Escrevem-se com a letra E: . etc. Orquídea. herbicida. sai. Cemitério.c. herba. harmonia. etc. Deve-se também criar o hábito de consultar constantemente um dicionário. Ifigênia. mosquito. penicilina. “w” e “y” não eram consideradas integrantes do alfabeto (agora são). lajiano.reverter a resposta para o que considera positivo na instituição. é que acaba trazendo a memorização da grafia correta. Emprego da letra H Esta letra. Mexerico.w. artimanha. Alfabeto: a. Sicília (ilha). O e U ORTOGRAFIA OFICIAL A palavra ortografia é formada pelos elementos gregos orto “correto” e grafia “escrita” sendo a escrita correta das palavras da língua portuguesa. antedatar. As entrevistas apresentam com frequência alguns sinais de pontuação como o ponto de interrogação. magoe. a distinção entre as vogais átonas /e/ e /i/. herói. heliporto.As palavras formadas com o prefixo ante– (antes. Encarnar. .A sílaba final de formas dos verbos terminados em –oar: abençoe.z. parêntese e as vezes colchetes. por exemplo. William. Não se usa H: . u. o travessão. açoriano.g. O título da entrevista é um enunciado curto que chama a atenção do leitor e resume a ideia básica da entrevista. Indígena.k. e Espanha. etc. hem?. Emprega-se a letra I: . como é o caso de erva. e. Consoantes: b. húmus. em início ou fim de palavras. Cumeeira. terebintina. Empecilho.Em palavras formadas com o prefixo anti. etc. hibernar. digladiar. entretanto.d. Candeeiro. É importante que o repórter seja insistente. névoa. em certas interjeições: ah!. .v.s. crioulo. displicente. hemisfério. criação.l. aspas. Umedecer. Kafka.k. hélice.s. Desperdício.t. bulir. cimento. respectivamente do latim. antecipar. inigualável. As letras “k”. intitular. mas não tentar dominá-lo. kafkiano. Grafa-se. criador. etc. Disenteria. baianada. feminino. quando etimológico: hábito. É principalmente desse fato que nascem as dúvidas quando se escrevem palavras como quase. moleque. Emprega-se o H: . Tibiriçá. Sequer. requisito. inverno.r.(contra): antiaéreo. grafam-se com h: herbívoro. por força da etimologia e da tradição escrita.. pontue. Cadeado. Quepe. antiestético. criar. chover. Quase.z.f. Alfabeto O alfabeto passou a ser formado por 26 letras. conservou-se apenas como símbolo. . hilaridade. Romênia. lh e nh: chave. As frases importantes ditas pelo entrevistado e que aparecem em destaque nas outras páginas da entrevista são chamadas de “olho”. Desde o dia primeiro de Janeiro de 2009 está em vigor o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. chefiar. I. concorrência. hangar. Filipe. hipocondria.y.q. .n. bolacha. Seringa. possui. O entrevistador deve conquistar a confiança do entrevistado.Medial. por isso temos até 2012 para nos “habituarmos” com as novas regras.l. incinerar. hábil.Final e inicial. crânio.j. erisipela.x.p.y. Caso contrário. diminuir. Casimiro. Seriema. moela.p. engolir.u. apenas as preposições ficam com a letra minúscula.Sem h.i. foi eliminado por se tratar de palavras que entraram na língua por via popular. silvícola.g. O subtítulo introduz o objetivo principal da entrevista e não vem seguido de ponto final. em que ocorrem aquelas vogais. nem ser por ele dominado.h. pontiagudo. haurir. antitetânico. óbolo. hipótese. banto. artifício. Pode estar todo em letra maiúscula e recebe maior destaque da página.Na sílaba final de formas dos verbos terminados em –air/– oer /–uir: cai. Na língua falada. rebotalho.Algumas palavras iniciadas com a letra H: hálito. porém. hipocrisia. que servem para dar ao leitor maior informações que ele supostamente desconhece.d. Na maioria dos casos. kg. . Somente a intimidade com a palavra escrita. inclinar. o. flecha companhia. . baianinha. mocambo. Vogais: a. camoniano.b. hum!. goela. não tem valor fonético.c. escárnio.w. Os derivados eruditos. Irrequieto.r. costume. boliche. hispânico.Inicial.A sílaba final de formas dos verbos terminados em –uar: continue. . etc. frontispício. Virgílio. nomes próprios. playground. antevéspera. ih!. hematoma. . tribo. hesitar. . hemorragia. . corrói. Anticristo. hoje. etc. acabará induzindo as respostas ou perdendo a objetividade. telha. mágoa.v. lampião. habitue. Emprego das letras E. influi. homenagear. ocorrência. anterior): antebraço. porque esta palavra vem do latim hodie. watt. embora etimológico. reticências. Exemplos: km. Senão. siri. É um pequeno texto e vem em destaque também.q. Creolina.e. invólucro.m. etc. privilégio.m. antediluviano. pois somente em 2013 que a antiga será abolida. retribui. etc.f. mágoa. botequim. boletim.n. bússola. Essas letras são usadas em unidades de medida. palavras estrangeiras e outras palavras em geral. os derivados baiano. Mimeógrafo.h. A fotografia do entrevistado aparece normalmente na primeira página da entrevista e pode estar acompanhada por uma frase dita por ele. Lacrimogêneo. etc. hibernus e Hispania.Nos seguintes vocábulos: aborígine. Grafam-se com a letra O: abolir. baião. hera. hérnia.j. boate. perdoe. hífen. /o/ e /u/ nem sempre é nítida.x.Os seguintes vocábulos: Arrepiar. etc. como integrante dos dígrafos ch. nódoa. Peru.No início de alguns vocábulos em que o h. hibernal. Destilar. Confete.o. pátio. cobiça. obedecendo a uma combinação de critérios etimológicos (ligados à origem das palavras) e fonológicos (ligados aos fonemas representados).

florescer. levar vida de vadio Emprego das letras G e J Para representar o fonema /j/ existem duas letras. projeção. máximo. excesso. vertigem. jequitibá. desça. majestade. seiscentos. contorção. Jericó. miçanga. tigela. tangerina. Suíça. sebo. vertiginoso (de vertigem). crescer. maçarico. passar a vau vadiar = viver na vadiagem.Palavras derivadas de outras que se grafam com g: massagista (de massagem). refúgio. escassez.Todas as formas da conjugação dos verbos terminados em –jar ou –jear: arranjar (arranje). jérsei. diversão. fracasso. lóbulo. Parônimos: Registramos alguns parônimos que se diferenciam pela oposição das vogais /e/ e /i/. jabuti. aumentar descrição = ato de descrever discrição = qualidade de quem é discreto emergir = vir à tona imergir = mergulhar emigrar = sair do país imigrar = entrar num país estranho emigrante = que ou quem emigra imigrante = que ou quem imigra eminente = elevado. Iguaçu. exceder. . proximidade. cassino. expressão. jeito (jeitoso. atender diferir = ser diferente. excelência. monge. auxiliar. gesto. jiu-jítsu. conforme o caso. -igem. suscitar. cantiga arrear = pôr arreios. vagabundear. -ugem: garagem. censura. lanugem. Por tradição algumas cidades de São Paulo adotam a grafia com G. massagista. granjense). hegemonia. camundongo. gibi. acessível. . enfeitar arriar = abaixar. trouxer. excêntrico. trejeito). jirau. impressão. excepcional. anoitecer.Grafam-se com a letra U: bulir. ilustre iminente = que ameaça acontecer recrear = divertir recriar = criar novamente soar = emitir som. . utensílio. ressuscitar. almaço. jenipapo. . traje. estágio. sossegar. muçulmano. sarja (sarjeta). ato de cumprir costear = navegar ou passar junto à costa custear = pagar as custas. etc. manjericão. submissão. suscetível. divergir delatar = denunciar dilatar = distender. manjedoura. pinça. vicissitude.Vocábulos cognatos ou derivados de outros que têm j: laje (lajedo). jegue. ojeriza. imprescindível.SC. g e j. despejar (despejei). descansar. oscilar. Grafase este ou aquele signo não de modo arbitrário. etc. tabuada. megera. ascensão. gengiva. origem. loja (lojista. Exceção: pajem . faringite (de faringe). selvageria (de selvagem).S: ânsia. mutuca. ansioso. escasso. excedente.As seguintes palavras: alfanje. ressurreição. sossego. angico. .Os seguintes vocábulos: algema. como as cidades de Mogi das Cruzes e Mogi-Mirim. cúpula. Escrevem-se com J: . varejista. pretensioso. farsa. Representação do fonema /S/ O fonema /s/. giz. tonitruante. berinjela. burburinho. suscetibilidade. consciente. variado surtido = produzido. endereço. trouxeram. sujeira. estrangeiro. acessório. gorjeio). pretensão. essencial. asseio. . causado vadear = atravessar (rio) por onde dá pé. suíço. desço. prodígio. trouxe. deve ser escrita com J. rejeitar. Escrevem-se com G: . Ç: acetinado.XC: exceção. SÇ: acréscimo. necessário. sessenta. repercutir suar = expelir suor pelos poros. consciência. rijeza.Atenção: Moji palavra de origem indígena.C. carrossel. pêssego. representa-se por: . intrujice. trajeto. assinar. víscera. viagem. sujeito. engessar (de gesso). gorjear (gorjeia). lojeca).Os substantivos terminados em –agem. . discernir. viajar (viajei. auxílio. . ferrugem. cansado. jabuticaba. bem provido. ginete. trégua. auge. ferruginoso (de ferrugem). açafrão. . cansar. jiló. lisonja (lisonjear. curtume. Fixemos a grafia e o significado dos seguintes: área = superfície ária = melodia. profissional. maciço. concessão. jeito (do latim jactu) e jipe (do inglês jeep). . descer. urtiga.As palavras terminadas em –ágio. excessivo.Palavras derivadas de outras terminadas em –já: laranja (laranjeira). gorja (gorjeta. exceção. massagem. pegajento. muçurana. relógio. ansiedade. remorso. pança. íngua. egrégio. etc. financiar deferir = conceder. hortênsia. procissão. enjeitar. discussão. maçaroca. pôr no chão. pajé. sucessivo. ultraje. Exemplos: gesso (do grego gypsos). -égio. cimento. majestoso. excelente. sabujice. mas de acordo com a origem da palavra. descanso.SS: acesso. piscina. jerimum. etc. cafajeste. cereja (cerejeira).Palavras de origem ameríndia (principalmente tupi-guarani) ou africana: canjerê. obsessão. dança. transpirar sortir = abastecer surtir = produzir (efeito ou resultado) sortido = abastecido. profissão. -ógio. fascinar. Jeremias. cair comprido = longo cumprido = particípio de cumprir comprimento = extensão cumprimento = saudação. paçoca. cerejeira. herege. -úgio: contágio. cumbuca. cresço. excursão. excelso. néscio. disciplina. gilete. jiboia. /o/ e /u/. viajem) – (viagem é substantivo). tenso. exceto.X: aproximar. . lisonjeiro). -ígio. jeca. próximo. adolescente. rabugento. Jerônimo. alforje. discípulo. Manuel. chuviscar. assar. maço. apogeu. gíria. ansiar. granja (granjeiro. propensão. excitar. . . rebuliço. canjica. tábua. massa. missão. entupir. cutucar. ecoar. nojo (nojento). opressão. sugestão. ganso. dançar.

compôs. pesquisa. tesoura. Luís. avisar. tóxico. camponesa. etc. civilizar. pobreza (de pobre). extrair. inglês.Formas dos verbos pôr e querer e de seus derivados: pus. -zita: cafezal. ojeriza. país. místico cesta = utensílio de vime ou outro material sexta = ordinal referente a seis círio = grande vela de cera sírio = natural da Síria cismo = pensão sismo = terremoto empoçar = formar poça empossar = dar posse a incipiente = principiante insipiente = ignorante intercessão = ato de interceder interseção = ponto em que duas linhas se cruzam ruço = pardacento russo = natural da Rússia Emprego de S com valor de Z . rapidez (de rápido). cortês.Os seguintes nomes próprios de pessoas: Avis.Verbos derivados de palavras cujo radical termina em –s: analisar (de análise). frisar (friso + ar). etc. . etc. holandesa (de holandês). Verbos terminados em –ISAR e -IZAR Escreve-se –isar (com s) quando o radical dos nomes correspondentes termina em –s. empresa (empreender). fênix. Inês. fusível. excessivo. etc. etc. etc. acidez (de ácido). surpresa (surpreender). ás. bisar (bis + ar). limpeza (de limpo). Resende. montanhês (de montanha). avezinha.Os seguintes vocábulos e seus cognatos: aliás. despesa (despender). chafariz. vexame. extravasar (de vaso). amizade. gás. -esa: português. vulgarizar (vulgar + izar). francesa (de francês). etc. marquesa. deslizar (deslize + izar). expiar. expirar. querosene. expectativa. léxico. -osa: gostoso. . Sufixo –ESA e –EZA Usa-se –esa (com s): . paraíso. excêntrico. obesa. canalizar (canal + izar). azedo. texto.Nas formas femininas dos adjetivos terminados em –ês: burguesa (de burguês). retrós. tesa.O sufixo –ês (latim –ense) forma adjetivos (às vezes substantivos) derivados de substantivos concretos: montês (de monte). presa. Brás. prioresa. etc. presépio. repisar (piso + ar). bazar. obséquio. etc. -zinha.Substantivos e adjetivos terminados em –ês. analisar (análise + ar). catalisar (catálise + ar). mudez (de mudo) avidez (de ávido) palidez (de pálido) lucidez (de lúcido). gracioso. indefesa. . enraizar (de raiz). espontâneo. vazar.Adjetivos pátrios com os sufixos –ês. fertilizante. avezita. frase. atrasar (de atrás).Esta letra representa os seguintes fonemas: Ch – xarope. lesa. CS – sexo. Emprego da letra Z . quis. princesa.Nos substantivos femininos designativos de títulos nobiliárquicos: baronesa. etc. texto. Emprego do X . teimoso.Os derivados em –zal. grafa-se –izar (com z): avisar (aviso + ar). SS – auxílio. mesada. xadrez. estado. convés. . . . despesa. prezado. rês. buzinar. Teresinha. Isaura. -zito. mês. etc. baliza. etc. . Eliseu. amenizar (ameno + izar). . Se o radical não terminar em –s. impuser. vaselina. reses.Os derivados de palavras cujo radical termina em –z: cruzeiro (de cruz).Não soa nos grupos internos –xce. inglesa. azeite. . duquesa. apresar (de presa). portuguesa. manganês. colisão. aprazível. camponês. hesitar. freguês. freguesia. escravizar (escravo + izar). Valdês. represa (prender). Luísa.Nos seguintes substantivos cognatos de verbos terminados em –ender: defesa (defender). Queirós. expoente. excitar. etc. Sousa. pêsames. sinal gráfico assento = lugar para sentar-se acético = referente ao ácido acético (vinagre) ascético = referente ao ascetismo.Substantivos abstratos em –eza. teimosa. heresia. cicatriz. S – sexto. presídio. esvaziar (de vazio). etc. burguês (de burgo).Os verbos formados com o sufixo –izar e palavras cognatas: fertilizar. burguesa. vasilha. anarquizar (anarquia + izar).As seguintes palavras: azar. extensão. cafezinho. através. ases. empresa. vizinho. próximo. cicatrizar (cicatriz + izar). milanesa. proeza. derivados de adjetivos e denotando qualidade física ou moral: pobreza (de pobre). mesa. camponesa (de camponês). colonizar (colono + izar). . pesquisar (pesquisa + ar). Baltasar.Nas seguintes palavras femininas: framboesa. consulesa. chinês (de China). enxofre. .Grafam-se com x e não com s: expectativa. camponeses. defesa. improvisar (improviso + ar). revés. pusemos. visita.Nos substantivos femininos abstratos derivados de adjetivos e denotado qualidades. cortesia. Teresa. . usina. -zeiro. feminino –esa: burguês. graciosa. civilização. matizar (matiz + izar). etc. . milanesa (de milanês). Garcês. motorizar (motor + izar). inexcedível. êxtase. látex. surpresa. Tomás. fase.O sufixo –ez forma substantivos abstratos femininos derivados de adjetivos: aridez (de árido). anis. etc. Sufixo –ÊS e –EZ . extasiado. etc. presa (prender). burgueses. três.Homônimos acento = inflexão da voz. prezar. Heloísa. dogesa. excelso. . obus. sobremesa. etc. freguesa. quiseram. etc. condição: beleza (de belo). azáfama. experiente. milanês. alisar (de liso). raposa. pisar. leveza (de leve). esplêndido. estupidez (de estúpido). grisar (gris + ar). exílio. Teresa. groselha.e –xci-: exceção. etc. besouro.Adjetivos com os sufixos –oso. cãozito. paralisar (paralisia + ar). etc. etc. turquesa. requisito. Z – exame. cortês (de corte). . tesouro. alisar (a + liso + ar). vigésimo. Goiás. . Isabel. máximo. arnês. . frieza (de frio). paisagem. êxodo. toesa. excelente. represa. cafezeiro. Usa-se –eza (com z): . extasiar (de êxtase). exceder. etc. evasiva. franqueza (de franco). civilizar (civil + izar). gostosa. francês (de França). fregueses. -zinho.

Amazônia. . . . bissemanal. . entre outros os seguintes vocábulos: bucha. Praça da Paz. incenso.Nomes de ruas. fachada. sucção. xavante. atenção. o Natal. charrua. etc. sem interposição do hífen. festas religiosas: Idade Média. nomes próprios tornados comuns: maia. bruxa. preencher). etc. Maria Santíssima. Manchete. infusão de folhas do chá ou de outras plantas Xá = título do soberano da Pérsia (atual Irã) Cheque = ordem de pagamento Xeque = no jogo de xadrez. xarope. mirra”. . astronômicos): José. torção. conta. tarifa Chá = planta da família das teáceas. intervocálicos. Preste atenção e tente incorporar tais palavras certas em situações apropriadas. enxuto. tocha. depois de ditongo: caixa. de. palavra começada com /r/ ou /s/: arroxeado. pêssego. etc. O Guarani. Campinas. Sr. etc. força.No interior dos títulos.+ palavra iniciada por ch. mochila. bacanais. Diz um provérbio árabe: “A agulha veste os outros e vive nua”.cedilha É a letra C que se pôs cedilha. . etc. orixá. abster. justiça. o pico da Neblina. cochilo. Renascença. maxixe.Escreve-se x e não ch: Em geral. doença. depois da sílaba inicial en-: enxada. abstenção. distorcer. como: o. Quando a um elemento de composição terminado em vogal seguir. xícara. datas e fatos importantes. baixo. lixo. rouxinol. Há anos: há indica tempo passado: não o vejo há meses. Pátria. contorção. toda vez que se trata do prefixo en. o Ódio. quando personificados ou individuados: o Amor. mecha. faixa.U. enxaqueca. grafam-se com ch: encharcar (de charco).Palavras. . nomes sagrados. faxina. lição. nomes gentílicos. girassol. miçanga. defeito. Excelentíssimo Senhor Ministro. . órgãos públicos. etc: Rua do Ouvidor. Tupã.A primeira palavra de período ou citação. Em vocábulos de origem indígena ou africana: abacaxi. encher e seus derivados (enchente. . raça. enxugar. S. caxambu.O. etc. Taxa = imposto. a baía de Guanabara. enxamear.Duplicam-se o R e o S em dois casos: Quando. ameixa. pressupor. flecha. Academia Brasileira de Letras.Nomes de altos conceitos religiosos ou políticos: Igreja. etc. Deus. recauchutar e recauchutagem. Banco do Brasil. o falar do Norte. feixe. xingar. chavena. O Ç só é usado antes de A. não se tratando de citação direta: “Qual deles: o hortelão ou o advogado?”. lixa. Colégio Santista. correlação. preço de serviço público. A anos: a indica tempo futuro: Daqui a um ano iremos à Europa. O Sol nasce a leste. o Jabuti (nas fábulas). ficha. enxame. enxoval.Nomes comuns antepostos a nomes próprios geográficos: o rio Amazonas. literárias e científicas. Emprego das iniciais minúsculas . representam os fonemas /r/ forte e /s/ sibilante.Escreve-se com CC ou CÇ quando as duas consoantes soam distintamente: convicção.Os nomes a que se referem os itens 4 e 5 acima. a Morte. enfim. mexer. geringonça. Brasil. minissaia.Nomes dos pontos cardeais. seixo. caxinguelê. em. Nação. . frouxo. etc. exceção. contorcer. eleição. um havana. Nas seguintes palavras: bexiga.Nomes de meses. Senhor Diretor. Arquitetura. frustração.Substantivos próprios (antropônimos. estabelecimentos. ave-maria. com suas dádivas: ouro. xale. Dicionário Geográfico Brasileiro.Nomes de altos cargos e dignidades: Papa. Geralmente. praxe. títulos de produções artísticas. Todos amam sua pátria. enxurrada. occipital. . a. agremiações. ferro. grafam-se com inicial minúscula. . etc. com. o Dia das Mães. União. Cruzeiro do Sul. quando empregados em sentido geral: São Pedro foi o primeiro papa. carnaval. prego de cabeça larga e chata. Nos substantivos derivados dos verbos: ter e torcer e seus derivados: ater. reter. etc. Excetuamse caucho e os derivados cauchal. pechincha.. R. enxergar. xampu.Nomes de épocas históricas. facção. Centenário da Independência do Brasil. Indica que o Ç passa a ter som de /S/: almaço. etc. títulos de jornais e revistas: Medicina. preguiça. Tiradentes. Marte. topônimos. mexerico. pequeno prego. Teatro Municipal. Presidente da República. xaxim. . enchova.Nas palavras portuguesas só se duplicam as consoantes C.Nomes comuns. etc. etc. . etc. oxalá. mitológicos. edifícios. República. alcunhas. Emprego do dígrafo CH Escreve-se com ch. graxa. praças. Algumas palavras ou expressões costumam apresentar dificuldades colocando em maus lençóis quem pretende falar ou redigir português culto. lance em que o rei é atacado por uma peça adversária Consoantes dobradas .Expressões de tratamento: Vossa Excelência. vexame. Minerva. ingleses. a Páscoa. friccionar. etc. Esta é uma oportunidade para você aperfeiçoar seu desempenho. chuchu. CÊ . de festas pagãs ou populares. cocção. sem. Os Lusíadas. “Chegam os magos do Oriente. torcer. lagartixa. chimarrão. as palavras átonas. enxerto. cobiça. depois de dois pontos. rixa. caldeira. respectivamente: carro. Via-Láctea. Emprego das iniciais maiúsculas . Correio da Manhã. enchumaçar (de chumaço). fricção. enxagar. ciências. . distorção. ameaça. quando designam regiões: Os povos do Oriente. puxar. Mas: Corri o país de norte a sul. missão. Presidente. Homônimos Bucho = estômago Buxo = espécie de arbusto Cocha = recipiente de madeira Coxa = capenga. No início dos versos que não abrem período é facultativo o uso da letra maiúscula. Excepcionalmente. charque. etc.Nomes de artes. retenção. . coaxar. manco Tacha = mancha. Estado.

desprezível). Bebedouro: é o aparelho que fornece água. Não há necessidade de usar atrás. Champanha/Champanhe (do francês): O champanha/ champanhe está bem gelado. departamento: Visitei hoje a seção de esportes. Berruga/Verruga: as duas formas estão corretas: Olhe só a sua berruga/verruga. Vocês falam demais. (até 01/01/2009 era grafada: à-toa) Baixar: os preços quando não há objeto direto. “em oposição a”. Meu dia a dia é cheio de surpresas. equivale a os outros. seguido de artigo. Este bebedouro está funcionando bem. que faz ou acontece todo dia. Apreender: prender: O fiscal apreendeu a carteirinha do menino. refere-se sempre a um substantivo ou a um pronome: Não vejo nada de mais em sua decisão. Observe: Em vez de conversar. Botijão/Bujão de gás: ambas formas corretas: Comprei um botijão/bujão de gás. Benvindo: é nome próprio: Benvindo é meu colega de classe. Porém. uma vez que “invés” significa “contrário”. deputados: Ficaram todos reunidos na Câmara Municipal. (ao contrário de) Use “ao invés de” quando quiser o significado de “ao contrário de”. De mais: é locução prepositiva. aparece intensificando verbos. os preços funcionam como sujeito: Baixaram os preços (sujeito) nos supermercados. Não que seja absurdamente errado escrever “ao invés de” em frases que expressam sentido de “em lugar de”. equivale a (inutilmente.´ Faça você a sua parte. “avesso”. Cessão: equivale ao ato de doar. esse emprego é equivocado. caras! Demais: pode ser usado como substantivo. opõe-se a de menos. No entanto. Use “em vez de” quando quiser um sentido de “no lugar de” ou “em lugar de”. equivale a (inútil. Em vez de: equivale a (no lugar de): Em vez de acompanharme. Câmera: aparelho que fotografa. Câmara: equivale ao local de trabalho onde se reúnem os vereadores. Foi uma atitude à toa e precipitada. choque): Minhas opiniões vão de encontro às suas. pode assumir o significado de “ao invés de”. pessoal! Abaixar: os preços empregado com objeto direto: Os postos (sujeito) de combustível abaixaram os preços (objeto direto) da gasolina. era grafado dia-a-dia) . Vamos comemorar. Aprender: tomar conhecimento de: O menino aprendeu a lição. Há cerca de dias resolvemos este caso. Bem-Vindo: é um adjetivo composto: Você é sempre bem vindo aqui. Sessão: equivale ao intervalo de tempo de uma reunião: A sessão do filme durou duas horas. “inverso”. sem razão): Andava à toa pela rua. Há cerca de: equivale a (faz tempo). equivale a muito. ciente): Estamos a par das boas notícias. sem problemas. os demais devem aguardar.“Procure o seu caminho Eu aprendi a andar sozinho Isto foi há muito tempo atrás Mas ainda sei como se faz Minhas mãos estão cansadas Não tenho mais onde me agarrar. menina! Boêmia/Boemia: são formas variantes (usadas normalmente): Vivia na boêmia/boemia. doação: Foi confirmada a cessão do terreno. Ao par: indica relação (de igualdade ou equivalência entre valores financeiros – câmbio): O dólar e o euro estão ao par. Demais: é advérbio de intensidade. diário. mas é preferível optar por “em vez de”. semelhante): Somos almas afins. Chamaram mais dez candidatos.” (gravação: Nenhum de Nós) Atenção: Há muito tempo já indica passado. À toa: é uma locução adverbial de modo. Ao invés de: equivale (ao contrário de): Ao invés de falar começou a chorar (oposição). preferiu gritar para a escola inteira ouvir! (em lugar de) Ele pediu que fosse embora ao invés de ficar e discutir o caso. equivale a cotidiano. tira fotos: Comprei uma câmera japonesa. Afim: é um adjetivo e equivale a (igual. Acerca de: equivale a (a respeito de): Falávamos acerca de uma solução melhor. ao invés de ficar me cobrando! Quantas vezes usamos “ao invés de” quando queremos dizer “no lugar de”! Contudo. adjetivos ou o próprio advérbio. A fim de: locução prepositiva que indica (finalidade): Vou a fim de visitá-la. jovem. A par: equivale a (bem informado. Seção/Secção: repartição pública. À toa: é um adjetivo (refere-se a um substantivo). Bebedor: é a pessoa que bebe: Tornei-me um grande bebedor de vinho. coloca-se “ao invés de” onde não poderia. (até 01/01/2009. Ao encontro de: equivale (estar a favor de): Sua atitude vai ao encontro da verdade. ficou só. Dia a dia: é um substantivo. o que ocorre é justamente o contrário. isto é um pleonasmo. De encontro a: equivale a (oposição. “inverso”.

quando falamos de gramática normativa. plural=maus. trazer. Discriminar: equivale a (diferençar. Conjunção subordinativa temporal. prejudicial. Estada: permanência de pessoa (tempo em algum lugar): A estada dela aqui foi gratificante. contudo. feminino=má. equivale a diariamente. Levantar-se: pôr de pé: Luís e Diego levantaram-se cedo e. fazer. equivale (para onde) somente com verbo de movimento desde que indique deslocamento. na propaganda televisa. levantou sozinho a tampa do poço. eu própria. razão) . distinguir. no catálogo. no folder. logo que: Mal chegou começou a chorar desesperadamente. refere-se a verbos que exprimem estado. nos atentando ao fato de que a finalidade é que vale: a entrega será feita no (em+o) domicílio de uma pessoa. Carlinhos. Fluorescente: adjetivo derivado de flúor. Pode isso? Descriminar: equivale a (inocentar. que brilha no escuro: Este material é fosforescente. Onde: indica o (lugar em que se está). Aja . nem um único. quando ocorre: preposição por+que . Por que: escreve se separado. vem antes de um substantivo. assiste: Os espectadores se fartaram da apresentação.. Cumpre discriminar os verdadeiros dos falsos valores. equivale a porém. “A loja entregou meu sofá a casa” não está correto. separar). pelos/as quais (A cidade por que passamos é simpática e acolhedora. entretanto: Telefonei-lhe mas ela não atendeu. permanência: Onde fica a farmácia mais próxima? Aonde: indica (ideia de movimento). por enquanto): Por ora chega de trabalhar. Contudo. Equivale a nocivo. há aqueles que afirmam que este verbo indica sim movimento. no outdoor. pra sorte dele.Dia a dia: é uma expressão adverbial. As expressões “entrega em domicílio” e “entrega a domicílio” são muito recorrentes em restaurantes. Porém.) (=pela qual). dirigiram-se ao eroporto. Obrigado: Os homens devem dizer: muito obrigado. preposição por+que – pronome relativo pelo/a qual. conduzir. pode vir antecedido de artigo. meu estimado cunhado. reservado: Você foi muito discreto. a palavra um expressa quantidade: Nem um filho de Deus apareceu para ajudá-la. (bem). elemento químico. eu próprio. Discrição: qualidade ou caráter de ser discreto. dar. (=por que motivo. Entrega a domicílio com verbos de movimento: Enviou as compras a domicílio. Era impossível discriminar os caracteres do documento. refere-se a um determinado tipo de luminosidade: A luz branca do carro era fluorescente. Você é um mau exemplo (bom). Por hora: locução equivale a (cada sessenta minutos): Você deve cobrar por hora. eu mesmo. no panfleto. Mau: adjetivo. Seu mal é crer em tudo. temos que ter cuidado. que espera alguma coisa: O expectador aguardava o momento da chamada. pois “a domicílio” não é aceita. eu mesma. Aonde vão com tanta pressa? “Pode seguir a tua estrada o teu brinquedo de estar fantasiando um segredo o ponto aonde quer chegar.do verbo haver . 3ª pessoa do singular Ouve: presente do indicativo do verbo ouvir. equivale a ruim. Mal: advérbio de modo. /Os negros ainda são discriminados. Haja . a+onde. ir. A dúvida surge com o verbo “entregar”: não indicaria movimento? De acordo com a gramática purista não.Aja com cuidado. Descrição: ato de descrever: A descrição sobre o jogador foi perfeita. Estadia: prazo concedido para carga e descarga de navios ou veículos: A estadia do carro foi prolongada por mais algumas semanas.” (gravação: Barão Vermelho) Por ora: equivale a (por este momento. enfermidade. enviar. Substantivo: Os maus nunca vencem. No entanto. Nenhum: pronome indefinido variável em gênero e número. Mas: conjunção adversativa (ideia contrária). Convivem juntas sem problemas maiores porque são entendidas da mesma forma. Entrega em domicílio: equivale a lugar: Fiz a entrega em domicílio.do verbo agir . Houve: pretérito perfeito do verbo haver. equivale a assim que. na fala. Obrigada: As mulheres devem dizer: muito obrigada. é oposto de bem: Dormi mal. Expectador: é aquele que está na expectativa. Mais: pronome ou advérbio de intensidade. Fosforescente: adjetivo derivado de fósforo. pois quem entrega se desloca de um lugar para outro. cortar. 3ª pessoa do singular Levantar:é sinônimo de erguer: Ginês. O réu foi descriminado. Já a locução adverbial “em domicílio” é usada com os verbos sem noção de movimento: entregar. equivale a erradamente. Nem um: equivale a nem um sequer. O álcool aumenta dia a dia. é oposto de algum: Nenhum jornal divulgou o resultado do concurso.. Espectador: é aquele que vê. Por quê? A regra estabelece que esta última locução adverbial deve ser usada nos casos de verbos que indicam movimento. entrega algo em algum lugar. como: levar. opõe-se a menos: Há mais flores perfumadas no campo. absolver de crime). ou seja. inicia oração subordinada substantiva (Não sei por que tomaram esta decisão. obedecendo às normas gramaticais. oposto de bom. adjetivo ou pronome: A comida fez mal para mim. preposição por+que – conjunção subordinativa integrante. devemos usar “entrega em domicílio”. dirigir-se. Portanto.É preciso que não haja descuido.advérbio interrogativo (Por que você mentiu?). com um mesmo sentido. uma vez que quem entrega.

....teve.... extensão....ada. Senão: equivale a (caso contrário. e) ....: sua... 06.a.. princesa. Tampouco: advérbio...sujeito.. mendigo.. Complete as lacunas com as seguintes formas verbais: Houve e Ouve.. Complete as frases com porque ou por que corretamente: a) .bom. tampouco apresentou qualquer justificativa.. c) .humor após ter agido daquela forma. animal.. 03. mortadela. c) A criança não... caderneta..estragada.....u. em orações adverbiais condicionais: Se não houver homens honestos. ergar. dei. d) Na escola..... por isso. Dê a palavra derivada acrescentando os sufixos ESA ou EZA: Portugal. escasso... proximidade.teve um bom....de cinema foi um sucesso. conserto.... c) O.... amei... café... magro. .u.. .... pai. existir.. tímido. Complete com X ou CH: en... equivale a para que): “Mas não julguemos.. homem. . ábil..e.... .... __Por quê? (isolado) Porque: conjunção subordinativa causal: equivale a: pela causa. jornal.. duque.a..... . f) Ele não é um.Som de S.a professora porque não a compreende. ácido.. abaca.ele tem razão.Por quê: final de frase. b) O superpai protegeu demais seu filho e este lhe trouxe um.. gentil.... oxigênio.curável. bonito. anel.. Use o H quando for necessário: alucinar. abitar.a.. lápis. equivale a (também não): Não compareceu. salsi. só. esitar. flor. Observe a ortografia correta das palavras: privilégio..a.. Trás ou Atrás = indicam lugar..ar. orrível.... fraco.. 8. fle.. ... oje. c) O time se considera. belo..... cão....... fai.o.......do verbo trazer Vultoso: volumoso: Fizemos um trabalho vultoso aqui... mão.meu amigo com amabilidade. são advérbios Traz .... um bom aproveitamento. 05. executarei.. já que... en.. arroz...beleza.. estúpido. rosa... . . bom..não durou muito tempo.ontem.... motivo de que: Não fui ao encontro porque estava acamado. g) Mas o.... Tão pouco: advérbio de intensidade: Encontramo-nos tão pouco esta semana. rei. frio. 12. antes de um ponto final..festa do Dia do Índio.”... beneficente... sessão.. pé..ocolate.. exercícios... limpo.. 07...o... pelo fato.. capri. sexo.. Oscar.....Som de Z. chapéu. surdo. exercer. . China.. auxílio.... frou. conjunção subordinativa final (verbo no subjuntivo. o monossílabo que passa a ser tônico (forte).. humano...... pois. Passe para o plural diminutivo: trem. 9.. conjunção subordinativa explicativa: equivale a: pois.ele fica limpinho.asa. f) Eu. uma vez que........ en......flor..eirosos. Leia atentamente as palavras oralmente: trouxemos. grande.... i) Os pequenos violinistas participaram de um.... g) A. Passe as palavras para o diminutivo: ..... o país não sairá desta situação crítica.. ora. cessão. Forme substantivos dos adjetivos: honrado.. êxito. lindo.... devendo.. bravo..” Porquê: funciona como substantivo... de exclamação. papel.....do jornal.. Vultuoso: atacado de congestão no rosto: Sua face está vultuosa e deformada.. 11...preparado para tal jogo.Som de KS. táxi.... 04.... de interrogação.. ontem.é se ter afeiçoado às coisas materiais.iclete.... c) A festa.. exame. só. Se não: equivale a (se por acaso não).. tóxico.... português. (final de frase). avô.o.erica. certo.a..musical os pequenos cantores apresentaram-se muito bem..... Separe as palavras em três seções..... japonês..i... pé. bai... visto que: “Mas a minha tristeza é sossego porque é natural e justa. 10. b) Ele ficou de. ... irônico. êxito. casa.do jornaleiro é amável. a) O menino ..a. Empregue as palavras acima nas frases: a) O.. exibir-se.. h) O vestido tem um. .. cai.. élice. árido.. experiência... rápido. .ingar. b) ........ me... comprimento. e) O.. das roupas é feito pela mãe do garoto..... A letra X representa vários sons.. óspede.. aver.o....... b) Na.......... você não limpou o tapete? d) Concordo com papai. programa.. pobre.. disenteria.aleira.ucar.muita confusão na cabeça do pequeno.. d) Carlota sofria de um. rua.... .. lúcido. automóvel. Exercícios 01... onra... arpa.eiro. duro..porque comeu. balão. concerto a) O pequeno jornaleiro foi à... razão de que..... pequeno.. ria... vem sempre acompanhado de um artigo ou determinante: Não foi fácil encontrar o porquê daquele corre-corre. pálido... Preencha as lacunas com as seguintes palavras: seção....escolar indicou péssimo aproveitamento. a não ser): Não fazia coisa nenhuma senão criticar. umilde..do sapato custou muito caro.... cumprimento...er.... ser acentuado: __O show foi cancelado mas ninguém sabe por quê.. ei. conforme o som do X. problema. adeus... d) O... país...... você está chateada? b) Cuidar do animal é mais importante. e) O.... 02.... ma. Complete com MAL ou MAU: a) Disseram que Carlota passou. mercadoria. reticências. ... farol... pai.muitas recomendações de seu pai...... porque não venhamos a ser julgados.precisamos cuidar dos animais de estimação...

.... torrão.. pontâneo... intru ..... más = feminino de mau..ficou irritado............. animaizinhos..... e.ação... Preencha as lacunas com: trás.. de casa havia um pinheiro.. Preencha as lacunas com: HÁ ........ .. d) Ela não aprendeu.. empregue-as nas frases: a) . c) Amarre-o por. certeza...não chegaram a um acordo. A palavra MENOS não deve ser modificada para o feminino. se preocupa em resolvê-los... cafezinho...asinha... é difícil de ser estudado..... plêndido....... Preencha as lacunas com: mas = porém.....todos queriam me ouvir. revisão.... sintonia.. mãozinhas. final. paralisia. 04...... sozinho.. de comentários bobos.... atrás e traz.pulsar. anelzinho..... fraqueza.a Bahia. humano.anato...estudei muito. e....consigo graves consequências. pezinhos. de repente...? e) Aproximei-me . civilização.. Forme novas palavras usando ISAR ou IZAR: análise.indica tempo passado........ e.. Use haja ou aja para completar as orações: a) .onte. a) A loja fica ..... g) As pessoas têm. braveza.. Oscarzinho... pobreza....devem ser perdoadas.... lindeza..... muitos erros. os índios estão revoltados? l) O caminho .. c) Eis os princípios .. ca.. pouco quilômetros daqui..tempo para estudar............ magreza...... sozinhos. ...... cuidado e atenção. mais de dois dias a mercadoria acabou...... anarquia.. na bondade do que no ódio.. Bra..... e. e. mais = indica quantidade.tenso. A .ceção. pre....... 03......errei.o.. florezinhas.. porque e porquê: a) ... fa....ninguém ri agora? b) Eis.trangeiro.. arrozinho. f) Infelizmente Tico morreu... civili..idente..belezinha....ente. f) Os alunos da escola dramatizarão a história do Natal daqui ..... . portuguesa... va. papeizinhos..................oito dias. princesinha..? g) Eis o motivo.depois vou brincar.. homenzinho. jornaizinhos. nacional. real. c) Quero levar. d) Mamãe fazia doces e salgados.. pezinho... e) O frio não prejudica ..... 22..oportunidades! b) Tenho.. e.. .to..............er... e... é preciso que.são felizes. depressa..atitudes de amizade..... devagar.. a) seção b) sessão c) cumprimento d) conserto e) conserto f) cumprimento g) sessão h) comprimento i) concerto.ação.. f) As pessoas que não amam.tranho. oficial........ fraternidade nessa escola... ejamos. ruazinhas..... va...to.... h) O governo daquele país não resolve seus problemas..... quanto.......gotar. d) . mercadoriazinhas..o..13...... casinha..instantes li sobre o Natal...... h) Creio que vou melhorar..........deveriam fazer reflexões para acreditar....... a) .clusivo. te... c) O rei descobriu a verdade. muito tempo...... g) Ele estava. f) Você está assustado.....se vive...se aprende...... a) A mãe e o filho discutiram. e) Esse fato aconteceu ...comprarei outro cãozinho... pre. meu filho! 19. e) ..o.. portuguesinho..... 14. coloni.. alunos.. b) Bem...te. pre.... pesquisa. arte. gentileza.. 05. d) Faça sua tarefa... . b) Você quer. A seguir. monopólio..... com docilidade........... rosinha...ando.e. e.. grandeza. canal.tempo futuro e espaço... copie as palavras na forma correta: pou...... Chinesa.. greve. i) O... b) Talvez .tender.ados... g) Todas as atitudes ..... bonzinho.... central... cãezinhos. por quê .mamãe. d) Eu limpo.. 20.. lapisinho... b) A poluição. Complete as palavras com S ou Z.jamais ser repetidas.. beleza.. b) Todos eram calmos.. paizinhos.. avozinho... para podermos ir ao dentista. hori.... de sua vestimenta real.. c) Eles não vão à loja porque ..virão seus amigos. adeusinho..... que cabem todos naquela salinha...... Agora...... suave.. podero. .a. escravi..... faroisinhos.. e.itiva... irem.. e) Nunca tive gosto para dançar..... paizinho..... Use por que . chapeuzinhos......luto.......... por isso. com atenção para que não ... paisinho... ninguém ri..... Complete as frases com a palavra MENOS: a) Conheço todos os Estados brasileiros. 16.. limpeza.viemos era tortuoso. o rei usava um manto.... Atenção para as palavras: por cima......o povo começou a se retirar.. d) Eu tenho . ença. Complete com X ou S e copie as palavras com atenção: e.....para tocar piano...... de. automoveisinhos. da árvore.três dias que todos se preparam para a festa do Natal.....inho. dureza.o. a. reizinho... 17.. c) Ele não veio. japonesinho.. nature....... produ. trenzinhos. atra. três passos da casa de André.. dois quarteirões existe uma bela árvore de Natal. Haja ou aja..a...... frieza.ar... a) mendigo disenteria mortadela b) problema caderneta c) beneficente programa 02.....tensão. Respostas 01. Tão Pouco / Tampouco Complete as frases corretamente: a) Eu tive ........ balõezinhos....razões para acreditar em seu pai? c) Pessoas... b) ... uma bola atingiu o cenário e o derrubou..... mi.a... aviso. e.. j) ... 23.. d) ...... 18.tortas grandes.... 15.... fra.. surpre ..... io.. boniteza. Uso do S e Z.. e... colônia.. d) Não vou..... de...envolvido.. h) ..il... 21.....o Tico. pois..... po. c) Desejamos que ...terior..... duquesa...sanduíches do que na semana passada..florzinha. ... te.......

cheirosos. lágrima. hoje. Exemplos: café. tu. Proparoxítonos: quando a sílaba tônica é a antepenúltima: árvore. Monossílabos tônicos são os que têm autonomia fonética. nós. Paroxítonos: quando a sílaba tônica é a penúltima: mesa. Frase. Exceção. como se fossem sílabas átonas do vocábulo a que se apoiam. estômago. hábil. Fazer. que. a) ouve b) Houve c) ouve d) houve 09. As sílabas que não são tônicas chamam-se átonas (=fracas). timidez. lêssemos. honradez. colecionador. De acordo com a posição da sílaba tônica. finalizar. alucinar. déssemos. facilmente. humano. a) Por que b) porque c) Por que d) porque e) Porque 13. caju. Exclusivo. . pequenez. imensidade. horrível. eixo. a) De repente b) devagar c) por isso d) depressa e) Por cima 17. uma que se destaca por ser proferida com mais intensidade que as outras: é a sílaba tônica. flores. . há. siri. si. Expulsar. Tonicidade Num vocábulo de duas ou mais sílabas. deixar. binóculo. queríamos. Esplêndido. Brasil. Esse material já se encontra segundo o Novo Acordo Ortográfico. úmido. médico. eu. harpa. experiência e auxílio. em geral. Som de Z: exercícios. conforme a intensidade com que se proferem. de. Desejamos. a) mal b) mau c) mal d) mal e) mal f) mau g) mal 12. Som de KS: táxi. existir. pessoa. nos. hélice. tatus. Presença. executarei. surdez. Torrãozinho. civilizar. Presidente. etc. as. hora. haver. Produzirem. Espontâneo. mexerica. Esgotar. nacionalizar. sendo proferidos fortemente na frase em que aparecem: é. xingar. Surpresa. Positiva. centralizar. janela. paralisar. estupidez. hóspede. frouxo. quilômetro. anarquizar. chiclete. estender. Nela recai o acento tônico. machucar. Teste. estômago. 23. realizar. quilômetro.06. tóxico e sexo. a) menos b) menos c) menos d) menos 20. extenso. etc. 10. esplêndido. riacho. Exemplo: montanha. 07. ré. te. colonizar. árido. os vocábulos com mais de uma sílaba classificam-se em: Oxítonos: quando a sílaba tônica é a última: café. se. bote. oficializar. a) Aja haja b) haja aja c) haja d) Aja 19. São palavras vazias de sentido como artigos. Vazio. a) tão poucas b) tão poucos c) tampouco d) tão pouco e) tampouco f) tampouco g) tão poucas h) tampouco ACENTUAÇÃO GRÁFICA Após várias tentativas de se unificar a ortografia da Língua Portuguesa. e. nó. abacaxi. Texto. lápis. baixa. Atrasados. humilde. sôfrego. os. Artesanato. rapidez. avisar. hesitar. colocássemos. salsicha. término. preposições. 18. ameixa. em. e. Horizonte. sonâmbulo etc. êxito. o abertos: xícara. a) Atrás b) traz c) trás d) atrás 15. me. humanizar. e podem ser pretônicas ou postônicas. faixa. polígono. pêndulo. extensão. México. montanha. 11. Monossílabos são palavras de uma só sílaba. escritor. estranho. revisar. canalizar. Caso. exibir-se. abacaxis. Acentuação dos Vocábulos Proparoxítonos Todos os vocábulos proparoxítonos são acentuados na vogal tônica: . caixa. sendo proferidos fracamente. Pousando. uns. O acento tônico é um fato fonético e não deve ser confundido com o acento gráfico (agudo ou circunflexo) que às vezes o assinala. Civilização. Exterior. capricho. fôssemos. pôr. irônico. lógico. lucidez. inúmeros. chuchu. conforme estejam antes ou depois da sílaba tônica. um. flecha. senhor. oxigênio. palidez. chocolate. também chamado acento de intensidade ou prosódico. Misto. êxito e exame. Presente. Natureza.Com acento agudo se a vogal tônica for i. Intruso. a) Por que b) por que c) por que d) por quê e) porque f) por quê g) por que h) porque i) porquê j) Por que l) por que 21. escassez. a) a b) Há c) há d) Há e) há f) a g) a h) A 16. rapaz. Asa. a. heroizinho. estrangeiro. Som de S: trouxemos. Desenvolvido. elementos de ligação. dó. pêssego. Vaso. proximidade. pesquisar. habitar. suavizar. enxergar. 22. extensão. sintonizar. chaleira. 08. lhe. u ou a. acidez. conjunções: o. Colonização. Escravizar. enxada. exercer. cheiro.Com acento circunflexo se a vogal tônica for fechada ou nasal: lâmpada. Monossílabos átonos são os que não têm autonomia fonética. Poderoso. Exemplo: cedo. maracujá. má. ontem. A sílaba tônica nem sempre é acentuada graficamente. a partir de 1º de Janeiro de 2009 passou a vigorar no Brasil e em todos os países da CLP (Comunidade de países de Língua Portuguesa) o período de transição para as novas regras ortográficas que se finaliza em 31 de dezembro de 2012. a) mas b) mais c) más d) mas e) mais f) mas g) más mas mais mais 14. monopolizar. analisar. podem ser tônicos ou átonos. honra. pronomes oblíquos. encher.

. Coréia. coas (com + a. Emprego do Til O til sobrepõe-se às letras “a” e “o” para indicar vogal nasal. fluído e fluido. seguidos ou não de s: xará.para diferenciar de para (preposição). . is. as).tônica: maçã.O acento gráfico de “três” justifica-se por ser o vocábulo: a) Monossílabo átono terminado em ES. Acentuação dos Monossílabos Acentuam-se os monossílabos tônicos: a. pessoa. . saindo. Xuí. . abençôo. planície. platéia. lêem. hífen. ideia. dói. pelar) . paranoico. os).para diferenciar de por (preposição). vôlei. caí. . etc. etc. etc. etc. aparelho. paranóico. janela.átona: órfãs. barões.para diferenciar de pela (combinação da antiga preposição per com os artigos ou pronomes a. elétrons. etc. enxáguem. bênçãos. cafeína. etc.côa(s) (do verbo coar) . etc. grã-fino. constrói. apóio. nódua. . juízo. Ficaram: enjoo. pajé. delinquente. armazéns. eles mantêm. Nos ditongos abertos de palavras oxítonas terminadas em éi. egoísta. deem. o. quando usado no passado) . jibóia. relêem. Compare: caí e cai. fáceis. o. avós. fuinha. mês. veem. vovô. apoio. . ele intervém. ps: fácil. róseo. perdôo. boiúna. e. Grajaú.l. sairmos. Luís. proíbem. socorro. o /i/ e o /u/ tônicos em hiato com vogal ou ditongo anterior. destruí-lo. etc. látex. compô-lo. amendoim. heróico. dêem. espelho. b) Oxítono terminado em ES c) Monossílabo tônico terminado em S d) Oxítono terminado em S e) Monossílabo tônico terminado em ES . . Os hiatos “ôo” e “êe” não são mais acentuados: enjôo. uns: táxi. Descabido seria o acento gráfico. boiuna. seguido. instruiu. dólar. bocaiúva. Pode figurar em sílaba: .para diferenciar de coa. ele convém. Acentuação dos Hiatos A razão do acento gráfico é indicar hiato. anéis. este. lagoinha. bóia. abençoo. o uso do acento deixa a frase mais clara. vendê-los. . flores. tu conténs. por exemplo. . eletroímã. e. espontâneo. ãos. . os). saúde (sa-ú-de). Segundo as novas regras da Língua Portuguesa não se acentua mais o /i/ e /u/ tônicos formando hiato quando vierem depois de ditongo: baiúca. averiguei. r. reúne. ens: ninguém. esforços. vêem. ele mantém. baú. um. saíra. órgãos. povôo. de s: sábio. formando sílabas sozinhos ou com s: saída (sa-í-da).pára (3ª pessoa do singular do presente do indicativo do verbo parar) . releem.a. fórceps. voo. cela. juiz. caíra. éu e ói e monossílabas o acento continua: herói. etc. bônus.i.para diferenciar de pelo (combinação da antiga preposição per com os artigos o. etc. em cedo. os). feiúra. serás. crêem. nó. saiu. us. construía. etc. leem. feiúme.Acentuam-se em regra. heroico. com + as).ditongo crescente. lápis. etc.para diferenciar de polo (combinação popular regional de por com os artigos o. doído e doido. som e sentido diferentes) como: . órgão. uísque. paranoia. jóquei.pôr (verbo) . etc. perdoo. saímos. seguidos ou não de s: há. ainda. bocaiuva. feiura.pêlo (substantivo) e pélo (v. jiboia. Acentuação dos Vocábulos Oxítonos Acentuam-se com acento adequado os vocábulos oxítonos terminados em: . diurno. Exceto as de língua estrangeira: Günter. müleriano. troféu. impedir a ditongação. plateia. enxáguam. etc. Segundo as novas regras os ditongos abertos “éi” e “ói” não são mais acentuados em palavras paroxítonas: assembléia. guem: ímã. álbuns. perdão. etc. . Em alguns casos. creem. Raul. balõezinhos. . instruí-la. Seguem esta regra os infinitivos seguidos de pronome: cortá-los.péla (do verbo pelar) e em péla (jogo) . Acento Diferencial Emprega-se o acento diferencial como sinal distintivo de vocábulos homógrafos.gavião ou falcão com menos de um ano) para diferenciar de polo (combinação popular regional de por com os artigos o. ãs. influí. Exemplo: Qual é a forma da fôrma do bolo? Segundo as novas regras da Língua Portuguesa não existe mais o acento diferencial em palavras homônimas (grafia igual. ou não. Ficando: Assembleia. pé. ruim. paranóia. álbum. moinho. e quando formam sílaba com letra que não seja s: cair (ca-ir). quando tônicos. etc. dores. cãibra. árdua. Coreia. pá. bênçãos. ói. . feiume. contribuiu. colmeia. Não se acentua um paroxítono só porque sua vogal tônica é aberta ou fechada. guam. ão. povoo.Acentuação dos Vocábulos Paroxítonos Acentuam-se com acento adequado os vocábulos paroxítonos terminados em: . ímãs. x. papéis. etc. põe. etc. Márcio.Não se acentua o /i/ e o /u/ seguidos de nh: rainha. pôs. n. balaústre. boléia. idéia. eles intervêm. Gisele Bündchen. Ficaram: baiuca. faísca. cristãmente.é facultativo o uso do acento circunflexo para diferenciar as palavras forma/fôrma. éu.péra (substantivo . ele contém. cauim. boia. ons.pedra) . . régua. heroína. Acentuação dos Ditongos Acentuam-se a vogal dos ditongos abertos éi.pôlo (substantivo . vôo. tranquilo. país. freguês.pólo (substantivo) . colméia.verbo poder (pôde. boleia. baús.preposição) e pêra (substantivo). linguístico. nos seguintes casos: . céu.em.ã. Trema (o trema não é acento gráfico) Desapareceu o trema sobre o /u/ em todas as palavras do português: Linguiça. Exercícios 01.pretônica: ramãzeira. solo. chapéu.para diferenciar de pera (forma arcaica de para .

. a) sofismático/ insondáveis b) automóvel/fácil c) tá/já d) água/raciocínio e) alguém/comvém 06. oceano. que procurávamos. Os artigos podem ser: .. tenis 09. exceto: a) xadrez b) faisca c) reporter d) Oasis e) proteina 05. o pronome todo/toda vale como qualquer. assim.Os dois vocábulos de cada item devem ser acentuado graficamente.Nenhum vocábulo deve receber acento gráfico.com a palavra outro.Se o vocábulo concluiu não tem acento gráfico. onix.. canoa. a Bahia. virus. . . dá ao substantivo valor vago: “. flúor 10. a) Aquêle-ninguém-baú b) Aquêle-ninguém-bau c) Aquêle-ninguem-baú d) Aquele-ninguém-baú e) Aquéle-ninguém-bau Respostas (1-E) (2-A) (3-E) (4-A) (5-A) (6-B) (7-D) (8-B) (9-C) (10-D) EMPREGO DAS CLASSES DE PALAVRAS Artigo Artigo é a palavra que acompanha o substantivo. montanha.com nome de cidade se vier qualificada: Fomos à histórica Ouro Preto. as. inteira.. . Toda cidade será enfeitada para as comemorações de aniversário.com o superlativo relativo: Mariane escolheu as mais lindas flores da floricultura.. o outro é atlético e simpático... a.. trata-se de um ser desconhecido. pais. rio.Assinale a opção em que o par de vocábulos não obedece à mesma regra de acentuação gráfica. os. exceto: a) jesuíta.. grau.. . Assinale o item em que nem todas as palavras são acentuadas pelo mesmo motivo da palavra grifada no texto... Sem o artigo. b) ruim.A. . a) Más – vês b) Mês – pás c) Vós – Brás d) Pés – atrás e) Dês – pés 08. a Argentina.Até .. e) voo. lago: o Brasil. sozinho. espádua e) gráfico. (=cada litro) . (qualquer cidade) .definidos: o. determinando-o ou generalizando-o.Todos os vocábulos devem ser acentuados graficamente. com uma taquara na mão.com a palavra ambos: falou-nos que ambos os culpados foram punidos. .” (J. caráter b) viúvo. o rio Amazonas. uns.” (Veja – maio de 2005) .com expressões de peso e medida: O álcool custa um real o litro. trata de um ser já conhecido. a expressão que vale como totalidade. album..” (A. uma. tal não acontece com uma das seguinte formas do verbo concluir: a) concluia b) concluirmos c) concluem d) concluindo e) concluas 03. a acentuação gráfica está correta em todas as palavras.02. Bagaceira). / Conheço o Canadá mas não conheço Brasília. o oceano Pacífico. exceto: a) sururu b) peteca c) bainha d) mosaico e) beriberi 04...com toda a/todo o. se lembrava de que o antiquário tinha o ....Indique a única alternativa em que nenhuma palavra é acentuada graficamente: a) lapis.indefinidos: um. sótão c) baínha. a Suíça. Lima) Usa-se o artigo definido: . legua.com nomes próprios geográficos de estado. o Pará. determinam os substantivos... açucar.depois de todos/todas + numeral + substantivo: Todos os vinte atletas participarão do campeonato.. . .. olhando para trás. raiz d) Ângela. exceto: a) herbivoro-ridiculo b) logaritmo-urubu c) miudo-sacrificio d) carnauba-germem e) Biblia-hieroglifo 07.Nas alternativas.. traiu c) saudade. aquele. umas. com sentido determinado: Marcelo tem dois amigos: Rui é alto e lindo. abacaxi.antes dos nomes das quatro estações do ano: Depois da primavera vem o verão. denota familiaridade: “A grande reforma do ensino superior é a reforma do ensino fundamental e do médio.. indicandolhe o gênero e o número. Toda cidade será enfeitada para as comemorações de aniversário.. jovens. orquídea d) flores.foi chegando um caboclinho magro. estes. momento. de Almeida-Américo A.“Andavam devagar.

covardia. . Formas combinadas do artigo indefinido: Preposição de e em + um. árvore. objeto direto. tudo vai ser diferente. estas qualidades não as tenho. b) Tinha.antes de nomes de meses: O campeonato aconteceu em maio de 2002.” (para a frente: exige a preposição) Formas combinadas do artigo definido: Preposição + o = ao / de + o. gente. principalmente quando regidos de preposição. animal. minha amiga. beijo. Itália podem ser construídos sem o artigo.em linguagem coloquial. todos quatro. Lucélia. cursar. a. (caça = ato de caçar. dum. pela. França. adjunto adverbial. O artigo (o.em expressões de quantidade: pessoa. ensinar: Estudo Inglês e Cristiane estuda Francês. entes de natureza espiritual ou mitológica: vegetação. na época. (o substantivo está claro) . visitou a bela Veneza. alma.antes dos nomes de partes do corpo ou de objetos em pares: Usava umas calças largas e umas botas longas. coragem. amor. o artigo definido está empregado erradamente.Não se usa o artigo definido: . O artigo indefinido não é usado: . como Espanha. b) A “Paraíba” é uma bela fragata. . c) Certeza e exatidão. a caça. . duma. numa. complemento nominal. abraço. mar.” Mas: Sônia Salim. . vibrava. árvore. O ato literário é o conjunto do ler e do escrever. Paulo. a = no. a = pelo. O uso do artigo é facultativo: .antes de todos / todas + numeral: Eles são. Vossa Senhoria. amigos de João Luís e Laurinha. Os substantivos abstratos podem ser concretizados dependendo do seu significado: Levamos a caça para a cabana. 04. anjo. uns dezoito anos. Inglaterra. seus olhos brilhavam. de lugares. d) Madri.” / “Pelas estradas líricas de França.antes do pronome possessivo: Sua / A sua incompetência é irritante.“Daqui para a frente. Deus. predicativo do sujeito. d) O gato escaldado tem medo de água fria. vento. estrela. excessivo. b) Petrópolis. Determine o caso em que o artigo tem valor qualificativo: a) Estes são os candidatos que lhe falei.antes de pronomes de tratamento iniciados por possessivos: Vossa Excelência. porção. saudade. refere-se ao animal. piano.com substantivo que denota espécie: Cão que ladra não morde. c) Ao aproximar de uma garota bonita. suficiente: Não há suficiente espaço para todos. d) Não havia um só homem corajoso naquela guerra. América do Norte. . b) Procure-o. e) Muito é a procura.Próprios: referem-se a um ser em particular: Brasil. criança. criança. 02. Vossa Alteza estará presente ao debate? “Nosso Senhor tinha o olhar em pranto / Chorava Nossa Senhora. ações. agente da passiva.para indicar aproximação numérica: Nicole devia ter uns oito anos / Não o vejo há uns meses. Em qual? a) A velha Roma está sendo modernizada. objeto indireto. “Viveu muito tempo em Espanha. reais ou imaginários: mãe. Copacabana. ele é o médico! Ninguém o supera. aposto e vocativo. Em uma destas frases. depende sempre de um ser para existir: é necessário alguém ser ou estar triste para a tristeza manifestar-se.antes de palavras que designam matéria de estudo. . cidade. DVD. uma) anteposto a qualquer palavra transforma-a em substantivo. sentimentos. Deus. . estados dos seres: dor. e) O Havre é um porto de muito movimento. Rio de Janeiro. respeito. d) Os problemas que o afligem não me deixam descuidado. Em que alternativa o termo grifado indica aproximação: a) Ao visitar uma cidade desconhecida. 03. abraço. fada. da / em + o. Inclui os nomes de pessoas. parte. c) Viena. Espanha. na frase. Os substantivos classificam-se em: . são independentes. universidade. neste caso. Respostas 01-B / 02-B / 03-D / 04-A / Substantivo Substantivo é a palavra que dá nomes aos seres. estudar. e) Alemanha. Curitiba. passarinho.Abstrato: são os que não têm existência própria. Itália. c) Não reconheço agora a Lisboa de meu tempo. na / por + o. amor. doença. é necessário alguém beijar ou abraçar para que ocorra um beijo ou um abraço. . outros que não. com valor intensivo: Rafaela é uma meiguice só. pouca é a oferta.para comparar alguém com um personagem célebre: Luís August é um Rui Barbosa.Comuns: nomeiam os seres da mesma espécie: menina. uma = num. Vossa Majestade. . Mas: O campeonato aconteceu no inesquecível maio de 2002. quadro. .antes de nomes próprios de pessoas: Você já visitou Luciana / a Luciana? . sereia. anjo. . designam qualidades. as funções de: sujeito. Mas: Todos os três irmãos eu vi nascer. água.alguns nomes de países. Exercícios 01.Concretos: são aqueles que têm existência própria. concreto).a = do. mulher. e) Uns diziam que ela sabia tudo. fé. um. Assinale a alternativa em que os topônimos não admitem artigo: a) Portugal. .com adjetivos como: escasso. portanto. Usa-se o artigo indefinido: . justiça.” . coisas. empregadas com os verbos: aprender. rio. saci. juventude. substantivo abstrato. quantidade: Reservou para todos boa parte do lucro. Os substantivos exercem. Vossa Alteza.

o estigma. mulher) / a pessoa (homem. perua / cidadão.a coma (cabeleira). caravana – viajantes. consulesa / cantor. terra. designam um conjunto de seres de uma mesma espécie: bando. Pedro. mulher / boi. vítima. parenta / hóspede.a cura. . o saca-rolha. . o plasma. concílio – de bispos em assembleia. A regra para a flexão do gênero é a troca de o por a. irmandade – de religiosos. mestra / leão. presidenta / gigante. cadela / pigmeu. o clarinete. a fã / o. raio. Formação do Feminino O feminino se realiza de três modos: . faisoa / hortelão. . charlatã / escrivão. o guia (acompanhante) . fato – de cabras. Fitando com olhos muito redondos os grandes Balõezinhos muito redondos. sextilha – de seis versos. renque – de árvores. chuva. malvados. alcateia – de lobos. dona / cavaleiro. a estudante / o. mar. o dó. o clã. pão. o capital (dinheiro) . no final da palavra: mestre. o rádio (aparelho) . mesada. o diabete ou diabetes. batalhão.Sobrecomuns: designam pessoas e têm um só gênero para homem ou a mulher: a criança (menino. casa. o guaraná. a personagem / o. flor. o cabeça (chefe. sábios.a guia (documentação).Derivados: são formados de outra palavra já existente. frota. Na língua portuguesa há dois gêneros: masculino e feminino. cortejo – acompanhantes em comitiva. enxoval – de roupas. – jacaré macho ou fêmea / a cobra macho ou fêmea / a formiga macho ou fêmea. a menequim / o. biblioteca – de livros. ilhoa / mélro. Substantivos que mudam de sentido. horda – de invasores.deram origem a outras palavras: ferro. autora / deus. mulher) / o cônjuge (marido. anciã / guardião.Simples: como o nome diz. súcia – de malandros. o Hosana. mélroa / folião. nuvem – de gafanhotos. repertório – de peças teatrais. (ato de curar). o caixa (atendente) . conclave – de cardeais. guardiã / charlatão. iconoteca – de imagens. revistas. piquete – de grevistas. tempo. pitonisa / abade. quer se refiram ao macho ou à fêmea. mesmo no singular. tríduo – período de três dias. Alguns substantivos oferecem dúvida quanto ao gênero. São masculinos ou femininos. mulher) / o guia (homem. quinquênio – cinco anos. a cliente / o. vaca / carneiro. código – de leis. a pianista / o.Comuns de dois gêneros: apenas uma forma e designam indivíduos dos dois sexos. o sanduíche. . videoteca – de videocassetes. Os substantivos uniformes dividem-se em: . freira / frei. a intérprete / o. professores. xiloteca – de amostras de tipos de madeiras. alunos. o herpes. miríade – de muitas estrelas. galeria – de quadros. filha / mestre. o lançaperfume. música. sol. antologia – de textos escolhidos. o cura (vigário) . o praça (soldado raso). banda – de músicos.” (Manoel Bandeira) Observe que o poema apresenta vários substantivos e apresentam variações ou flexões de gênero (masculino/feminino).a rádio (emissora). fornada – de pães. o formicida. o voga (o remador) . mapoteca – de mapas.. hemeroteca – de jornais. chuveiro. o champanha. papisa / faisão. Eis alguns substantivos coletivos: álbum – de fotografias. pessoas. ré / cerzidor. a rival / o a jornalista. cambada – de vadios. pedreiro. chaveiro. perdiz / cão. égua. a repórter / o. menina) / a testemunha (homem. o língua (intérprete) . . líder) . reitora. aldeã / ancião. dama / zangão. cidadã / aldeão. arquipélago – ilhas.a lotação (efeito de lotar). hebreia / réu. queijo. monja / presidente. assembleia – pessoas. o tapa.Utilizando-se uma palavra feminina com radical diferente: pai. foliona / imperador.Primitivos: são os que não derivam de outras palavras. constelação – de estrelas. pão. coisas. mula-sem-cabeça. abadessa / czar. casario – de casas. pão-de-ló. penca – de frutas. cáfila – camelos. casebre. plêiade – de pessoas notáveis. tropilhas – de trabalhadores. a gerente / o. a artista / o. prole – de filhos. constelação.Acrescentando-se ao masculino a desinência “a” ou um sufixo feminino: autor. mulher) / o ídolo (homem. o crisma (óleo salgado) .a moral (ética). leoa. a colega / o. cardume – de peixes. mês. bando – de aves. o pernoite. mãe / homem.a cabeça (parte do corpo). casarão. para-raio. idioma). oficiala / peru. ló.a grama (relva). o soprano. São masculinos: o eclipse. água.Compostos: são os que são formados por mais de dois radicais: guarda-chuva. . girassol. vieram depois: ferradura. giganta / oficial. a médium / o. hospeda / monge.O melhor divertimento para crianças! Em redor dele há um ajuntamento de menininhos pobres. o moral (ânimo) . rani / dom. insetos. o dengue (manha). o sósia. ateia / hebreu. cabeça. de número (plural/singular) e de grau (aumentativo/diminutivo). quarentena – quarenta dias. baixela – utensílios de mesa. escrivã / papa. Reflexão do Substantivo “Na feira livre do arrabaldezinho Um homem loquaz apregoa balõezinhos de cor . imperatriz / profeta. ovelha / cavalo. chave. cordilheira – de montanhas. discoteca – de discos.a voga (moda). são aqueles formados por apenas um radical: chuva. bimestre – dois meses. de crianças. o grama (peso) . século – de cem anos.Epicenos: designam certos animais e têm um só gênero. panapaná – de borboletas em bando. cantora / reitor. biblioteca.a língua (órgão. sem-terra. ou o acréscimo da vogal a. confraria – de religiosos. quando se troca o gênero: o lotação (veículo) . pinacoteca – de quadros. horteloa / ilhéu. padeiro. milênio – de mil anos. o espécime. deusa / cônsul. Universitário) . . A indicação do sexo é feita com uso do artigo masculino ou feminino: o.a crisma (sacramento). cacho – de uva. a motorista / o.a lente (vidro de aumento). trovão. vara – de porcos. a imigrante / o. trovoada.a capital (cidade). vieram primeiro. água-de-colônia. banca – de examinadores. colmeia – de abelhas. o alvará. três versos. boiada – de bois. terceto – de três pessoas. profetiza / píton. triênio – período de três anos. guarda. patifes. raio. pigmeia / ateu.a caixa (objeto). czarina / perdigão. sóror / rajá. mulher). Observe como são formados os femininos: parente.Coletivos: os substantivos comuns que. o coma (perda dos sentidos) . elenco – de atores. resma – de quinhentas folhas de papel. cerzideira / frade. biênio – dois anos.Flexionando-se o substantivo masculino: filho. . o lente (prof. povo. atlas – cartas geográficas. . cancioneiro – de canções. mestra. abelha / Substantivos Uniformes Os substantivos uniformes apresentam uma única forma para ambos os gêneros: dentista. requeijão. o telefonema.

Alguns terminados em R mudam sua sílaba tônica. reforços.alguns substantivos terminados em X são invariáveis (valor fonético = cs): os tórax.ão por ãe: pão. quase enloqueci mas depois. coroços (ó) / imposto (ô). ol. belas-artes. mãos. irmãos / mão. a rês. Apresentam o “o” tônica fechado no singular e aberto no plural: caroço (ô). ermitão. portos.São geralmente masculinos os substantivos de origem grega terminados em – ma: o dilema. som de s) / látex. séries. hortelãos.S – aos substantivos terminados em N: líquen. benefício / bens = valores / costa = litoral / costas = dorso / féria = renda diária / férias = descanso / vencimento = fim / vencimento = salário / letra = símbolo gráfico / letras = literatura. Plural dos Substantivos Compostos Não é muito fácil a formação do plural dos substantivos compostos. Também: líquenes. confortos. 2º elimina-se o S + zinhos. réis (antiga moeda portuguesa). Houve separação de bens. males / cônsul. . a cólera (doença). . anões. látice ou láteces / códex ou códice. subornos. feiras / série. As férias foram maravilhosas. o enfisema. S. corrimãos. el. córtices / índex ou índice. a sucuri. jornais / sol. apêndices / cálix o ucálice. o hematoma. a libido (desejo sexual). postos. hortelões. Trocam-se: . a cataplasma. bolos. corrimões.substantivos terminados em ÃO com mais de uma forma no plural: aldeão. embora a forma singular seja preferencial. alemães / cão. duas Xerox / um fax. bojos. a pane. cônsules / real. porcos. a derme. olheiras. ermitãos. verões.. Exceções: mal.Substantivos empregados somente no plural: Arredores. a aguardante. rolos. / Tem morrido muito pobre de fome. meu bem. o anátema. abdômenes. hífenes. . o glaucoma. a usucapião. Recebeu honras na solenidade.m por ns: nuvem. A tendência é utilizar a forma em ÕES. pilotos. som de cs).. destroços. cocos.Há substantivos que mudam o timbre da vogal tônica. a fama. (patrimônio). a hortelã. nuvens / som. o tracoma. índices (x. a cal. Chama-se metafonia. a faringe. a omelete. idos. já que a maioria dos substantivos abstratos não se pluralizam. Conferiu a féria do dia. almoços. parabéns. Papel – papéis – papel + zinhos: papeizinhos. Pode creditar em mim. ancião. anciães. ermitões. atuns. moços. nunca o ciúmes. balões. miolos (ó) / poço (ô). anciões. meses. a sentinela. ul: jornal.ão por ões: botão. condolências. gostos. pêsames. Z: cartaz. algemas. São femininos: a dinamite. Balão – balões – balões + zinhos: balõzinhos. guardião. guardiães. sogros. os tórax / o ônix. motores / mês. ermitães. Tijolos. piolhos. Aceita-se os ciúmes. Plural dos Substantivos Há várias maneiras de se formar o plural dos substantivos: Acrescentam-se: . corrimão. o aneurisma. o teorema. me disse pra eu ser feliz e passar bem Quis morrer de ciúme. . . impostos (ó) / forno (ô). a gênese.1º coloca-se o substantivo no plural: balão. verãos.Palavra unida sem hífen: pontapé = pontapés / girassol = girassóis / autopeça = autopeças. anciãos. o emblema. projéteis. canis / pernil. dois fax.IS – aos substantivos terminados em al. guardiões. a mascote.Outros (fora de uso) têm o mesmo plural que suas variantes em ice (ainda em vigor): apêndix ou apêndice. a hélice. no plural. “Quando você me deixou. cartazes / motor. cálices (x. óculos. esposos. . . povos / feira. Sua honra foi exaltada. dorsos. olhos (ó) / povo (ô). Outros: bem = virtude. globos. encontros. sons / vintém. pães / charlatão. Você me olha. caracteres / sênior. túneis / mel. (dignidade). . . cócegas. afazeres. abdomens / hífen.ÃO – aos substantivos terminados em ão. sopros. as fênix / uma Xerox. a entorse. no plural: júnior. a aluvião. . portões / mamão. mamões.il por is (oxítonas): funil. Cão – cães . o telefonema. o fonema. aldeãos. meles. anão. cães. fechado) avó . anãos.Há substantivos que mudam de sentido quando usados no plural: Fez bem a todos (alegria).” (Fernanda Abreu) Atenção: avô – avôs (o avô materno e o avô paterno. viveres. fuzis / canil. charlatães / alemão. fezes.avós (o avô e a avó). estojos. limões / portão. como era de costume. obedeci” (gravado por Maria Bethânia) “Às vezes passo dias inteiros imaginando e pensando em você e eu fico com tanta saudade que até parece que eu posso morrer. sóis / túnel. (descanso). aldeões. funis / fuzil. o trema. costas. o eczema. seniores. (salário). répteis / projétil. . férias. corvos (ó). e por EIS (Paroxítonas): fóssil. eu digo sim.A forma singular das palavras ciúme e saudade são também usadas no plural. . Também são abertos no plural (ó): fogos. códices / córtex ou córtice. poços (ó) / olho (ô). botões / limão. zinho . o edema. molhos. cidadãos / irmão.cãe + zitos: Cãezitos. . hortelão. liquens / abdômen. . ovos. . acrescenta S: cidadão. .ES – aos substantivos terminados em R. méis. a Xerox. forros. povos (ó) / corvo (ô). . exéquias.Muitos substantivos conservam no plural o “o” fechado: acordos. bodas. hífens. pernis. avôs. fornos (ó) / miolo (ô). Termos no singular com valor de plural: Muito negro ainda sofre com o preconceito social. verão. núpcias. bodas (ô). vinténs / atum.S – aos substantivos terminados em vogal ou ditongo: povo. juniores / caráter. os ônix / a fênix. (homenagens).zito. ossos. fósseis / réptil. a análise. adornos. rostos. o estratagema. Somente o segundo (ou último) elemento vai para o plural: .

substantivo composto de três ou mais elementos não ligados por preposição: o bem-me-quer = os bem-me-queres / o bem-tevi = os bem-te-vis / o sem-terra = os sem-terra / o fora-da-lei = os fora-da-lei / o João-ninguém = os joões-ninguém / o ponto-evírgula = os ponto-e-vírgula / o bumba-meu-boi = os bumba-meuboi. grã (grande). gigantesca: obra imensa / lucro enorme / carro grande / prédio gigantesco. baú (hiato) = bauzinho. herói (ditongo) = heroizinho.As palavras proparoxítonas e as palavras terminadas em sílabas nasal.substantivo + adjetivo: amor-perfeito = amores-perfeitos / capitão-mor = capitães-mores / carro-forte = carros-fortes / obraprima = obras-primas / cachorro-quente = cachorros-quentes. . Toninho. pequeno. . peixe-peixinho (diminutivo sintético). Somente o primeiro elemento vai para o plural: . finalidade: samba-enredo = sambas-enredos / pombo-correio = pombos-correio / salário-família = salários-família / bananamaçã = bananas-maçã / vale-refeição = vales-refeição (vale = ter valor de. gentinha. livreco. Os dois elementos ficam invariáveis quando houver: . mulherengo.Sintético: com o acréscimo de um sufixo aumentativo ou diminutivo: peixe – peixão (aumentativo sintético). Fiz a prova dos noves. e formado com as palavras de diminuição: diminuto.quando o primeiro elemento for: grão. roxo batata. . Composto com a palavra guarda só vai para o plural se for pessoa: guarda-noturno = guardas-noturnos / guarda-florestal = guardas-florestais / guarda-civil = guardas-civis / guarda-marinha = guardas-marinha. observe se é possível a pessoa ser o redator e chefe ao mesmo tempo / cirurgião e dentista / tia e avó / decreto e lei / abelha e mestra. . . minúscula. enorme. São dois os graus dos substantivos: aumentativo e diminutivo. ditongo.os compostos de verbos de sentido oposto: o entra-e-sai = os entra-e-sai / o leva-e-traz = os leva-e-traz / o vai-e-volta = os vai-e-volta. azul petróleo. .Há ainda aumentativos e diminutivos formados por prefixação: minissaia. . amarelo ouro. folhinha (calendário). . acrescenta-se um s minúsculo: CDs / DVDs / ONGs / PMs / Ufirs. indiferença em relação a certas pessoas e objetos: gentalha. café (voga tônica) = cafezinho. peça minúscula / saia diminuta. bel: grão-duque = grão-duques / grã-cruz = grã-cruzes / bel-prazer = bel-prazeres. são flexionadas como substantivos: Gritavam vivas e morras. supermercado. coisinha. crítica.adjetivo + substantivo: boa-vida = boas-vidas / curtametragem = curtas-metragens / má-língua = más-línguas / .Em consequência do dinamismo da língua. hiato ou vogal tônica recebem o sufixo zinho(a): lâmpada (proparoxítona) = lampadazinha. sufixo inho ou isinho. Substantivo caracterizador de adjetivo: os adjetivos referentes a cores podem ser modificados por um substantivo: verde piscina. substantivo+especificador) A tendência na língua portuguesa atual é pluralizar os dois elementos: bananas-maçãs / couves-flores / peixes-bois / saiasbalões. . povinho.As palavras terminadas em s ou z. casa pequena. A essas modificações é que damos o nome de grau do substantivo. verde garrafa.Sem falar em aumentativo e diminutivo alguns substantivos exprimem também desprezo. fogão. narigão. vão para o plural: . beleza = belezinha. . Os graus aumentativos e diminutivos são formados por dois processos: .Já alguns diminutivos dão ideia de afetividade: filhinho. . maxissaia.Analítico: formado com palavras de aumento: grande. imensa.substantivo + substantivo: decreto-lei = decretos-leis / abelha-mestra = abelhas-mestras / tia-avó = tias-avós / tementecoronel = tenentes-coronéis / redator-chefe = redatores-chefes. cartilha. . Plural dos nomes próprios personalizados: os Almeidas / os Oliveiras / os Picassos / os Mozarts / os Kennedys / os Silvas. .quando o segundo elemento limita o primeiro ou dá ideia de tipo..elemento invariável + palavra variável: sempre-viva = sempre-vivas / abaixo-assinado = abaixo-assinados / recémnascido = recém-nascidos / ex-marido = ex-maridos / auto-escola = auto-escolas. Pesei bem os prós e contras. Grau do Substantivo Os substantivos podem ser modificados a fim de exprimir intensidade. ou em uma dessas consoantes seguidas de vogal recebem o sufixo inho: país = paisinho. cartão. rapaz = rapazinho. rosa = rosinha. minicalculadora. Plural das siglas. . . Numerais substantivos terminados em s ou z não variam no plural. irmão (sílaba nasal) = irmãozinho.substantivo + preposição + substantivo: água de colônia = águas-de-colônia / mula-sem-cabeça = mulas-sem-cabeça / pãode-ló = pães-de-ló / sinal-da-cruz = sinais-da-cruz. Plural das palavras de outras classes gramaticais usadas como substantivo (substantivadas). exagero ou diminuição.numeral ordinal + substantivo: segunda-feira = segundasfeiras / quinta-feira = quintas-feiras. alguns substantivos no grau diminutivo e aumentativo adquiriram um significado novo: portão.verbo + substantivo: saca-rolha = saca-rolhas / arranha-céu = arranha-céus / bate-bola = bate-bolas / guarda-roupa = guardaroupas / guarda-sol = guarda-sóis / vale-refeição = vale-refeições. Este semestre tirei alguns seis e apenas um dez. mãezinha. Os dois elementos. Coloque entre dois elementos a conjunção e.verbo + advérbio: o ganha-pouco = os ganha-pouco / o colatudo = os cola-tudo / o bota-fora = os bota-fora .palavras repetidas: o reco-reco = os reco-recos / o tico-tico = os tico-ticos / o corre-corre = os corre-corres.

Marque a alternativa em que há um substantivo que não corresponde ao seu significado: a) O capital = dinheiro. cavalo baio. Assinale a alternativa em que todos os substantivos são masculinos: a) enigma – idioma – cal. salário-família. conclui-se que. 04. Marque a alternativa que apresenta os femininos de “Monge”. a vida. d) monja – duquesa – papiza – profetiza. b) freira – duqueza – papiza – profetisa. b) apenas na palavra nº 2. b) pianista – presidente – planta. abaixo-assinado. 05. e) A cura = o médico. O cura = ato de curar. 06.A. e) atlas – os atlas. triste e rápida expressa uma qualidade dos sujeitos: o mundo. 03. b) dentista – borboleta – comentarista. b) O grama = unidade de medida. e) N. independentes do termo derivante: a) pratinho – papelinho – livreco – barraca. d) estudante – cal – alface. d) vítima – cadáver – testemunha. indo para o plural a vogal tônica soará aberta em: a) apenas na palavra nº 1. e) edema – diabete – alface. d) em todas as palavras.” Com foi que mediste a vida? (Cecília Meireles) Os adjetivos belo. Numa das seguintes frases. c) questão. Assinale o par de vocábulos que fazem o plural da mesma forma que “balão” e “caneta-tinteiro”: a) vulcão. Indique a alternativa em que todos os substantivos são abstratos: a) tempo – angústia – saudade – ausência – esperança– imagem. d) O cabeça = o chefe. Dados os substantivos “caroço”. c) apenas na palavra nº 3. perderam essa acepção e se constituem em formas normais.Exercícios 01. Adjetivo é a palavra variável em gênero.” Quando foi que viste o mundo? Não digas: “o amor é triste. b) gavião – gaviães. e) criança – desportista – cônjuge. ou modo de ser: laranjeira florida. funcionário consciente. estado. Respostas 01-D / 02-C / 03-E / 04-D / 05-C / 06-E / 07-D / 08-C / 09-E / 10-E / Adjetivo Não digas: “o mundo é belo. Os adjetivos classificam-se em: . c) crocodilo – sabiá – testemunha. c) faltam os hífens nesta relação de palavras. A grama = vegetação rasteira. político honesto. A cabeça = parte do corpo. c) fuzil – fuzíveis. mau tempo.D. comida saudável. A capital = cidade principal. d) bênção. 10. sendo originalmente diminutivos ou aumentativos. e) palhacinho – narigão – beiçola – boquinha. 09. d) chapelão – bocarra – cidrinho – portão. “Duque”. b) o número mais importante é o dos anõezinhos. o amor. papel-moeda. Aponte a seqüência de substantivos que. atribuindo-lhe uma qualidade. e) os répteis são animais ovíparos. Marque a alternativa em que haja somente substantivos sobrecomuns: a) pianista – estudante – criança. “coco” e “ovo”. há uma flexão de plural grafada erradamente: a) os escrivães serão beneficiados por esta lei. pais responsáveis. d) mal – maus. c) inimigo – luz – esperança – espaço – tempo. 02. Sabendo-se que há substantivos que no masculino têm um significado. b) tampinha – cigarrilha – estantezinha – elefantão. diferente. 07. c) champanha – dó(pena) – telefonema. c) cartão – flautim – lingüeta – cavalete. c) O rádio = aparelho transmissor.” Que é que tu conheces do amor? Não digas: “a vida é rápida. A rádio = estação geradora. c) freira – duquesa – papisa – profetisa. 08. e) razão. professor competente. manga-rosa. d) angústia – saudade – ausência – esperança – inimizade. “imposto”. e) monja – duquesa – papisa – profetisa. b) angústia – sorriso – luz – ausência – esperança –inimizade. e) espaço – olhos – luz – lábios – ausência – esperança. e no feminino têm outro. b) irmão. número e grau que modifica um substantivo. “Papa” e “Profeta”: a) monja – duqueza – papisa – profetisa. céu azul. Assinale a alternativa em que está correta a formação do plural: a) cadáver – cadáveis. guarda-chuva. d) Fulano e Beltrano são dois grandes caráteres.

auricular = da orelha.pode-se utilizar os adjetivos pátrios compostos. São Paulo: paulista/paulistano (cidade). Sergipe: sergipano.primitivos: são os que vieram primeiro. senadores democrata-cristãos com exceção de: surdo-mudo = surdos-mudos. . Espírito Santo: espíritosantense ou capixaba. João Pessoa: pessoense. bélico = de guerra. nipo-argentina (Japão e Argentina).às vezes. uma única palavra em sua estrutura: alegre. Brasil: brasileiro. Américo-francês. Angra dos Reis: angrense. Campo Grande: campo-grandese. ilegal. entristecido. confortável. teimoso. equivale à banal. países. Tocantins: tocantinense. como: afro-brasileiro. discente = de aluno. Paraná: paranaense. Vejamos algumas locuções adjetivas: angelical = de anjo. referem-se a cidades. Florianópolis: florianopolitano.compostos: apresentam mais de um radical. isto é. sapatos marromescuros. áureo = de ouro. simpático. Curitiba: curitibano. Amazonas: amazonense ou baré. O rio Tietê atravessa o estado de São Paulo.substituto do adjetivo: palavras / expressões de outra classe gramatical podem caracterizar o substantivo. jovem. Cidade. simples. livre. sofre flexões de: gênero. Anápolis: anapolino. Flexões do Adjetivo: O adjetivo.Composto formado de adjetivo + substantivo referindo-se a cores. Londres: londrino. substantivo petróleo). Atenção: . estados. cutâneo = de pele. Rio Grande do Sul: rio-grandense ou gaúcho. medroso. Bahia: baiano. Estados Unidos: estadunidense ou norte americano. vespertino = da tarde. O adjetivo. Ceará: cearense. Porto Velho: portovelhense. aquilino = de águia. Bélgica: belga. saia amarelo-canário = saias amarelo-canário (adjetivo.uniformes: têm forma única para o masculino e o feminino. gástrica = do estômago. . Paraíba: paraibano.simples: apresentam um único radical. Roraima: roraimense. Manaus: manauense ou manauara. e outros. argente = de prata. Os adjetivos compostos recebem a flexão feminina apenas no segundo elemento: sociedade luso-brasileira / festa cívicoreligiosa / saia verde-escura.biformes: troca-se a vogal o pela vogal a ou com o acréscimo da vogal a no final da palavra: ator famoso = atriz famosa / jogador brasileiro = jogador brasileira. . Minas Gerais: mineiro. . filatélico = de selos. equivale à fácil. bucal = da boca.. (substantivo com valor de adjetivo). palavra que tem o valor de outra classe gramatical. . (adjetivo como advérbio: redondamente). exuberante. inodoro = sem cheiro. Anglo-americano. Distrito Federal: candango ou brasiliense. número e grau. etário = de idade. Japão: japonês ou nipônico. teuto-argentinos (alemão).A cerveja que desce redondo. só o segundo vai para o plural: questões político-partidárias. garoto surdo-mudo. Nova Iorque: nova-iorquino. Porto Alegre: porto-alegrense. Rio Branco: rio-branquense. sacola de papel. Semântica e sintaticamente falando. Belo Horizonte: belo-horizontino. Vitória: vitoriano.“O professor fez uma simples observação”. têxtil = de tecido. Rondônia: rondoniano.derivados: são aqueles formados por derivação. O adjetivo simples colocado depois do substantivo observação. Locução Adjetiva: é a expressão que tem o mesmo valor de um adjetivo. Vejamos alguns adjetivos biformes que apresentam uma flexão especial: ateu – ateia / europeu – europeia / glutão – glutona / hebreu – hebreia / Judeu – judia / mau – má / plebeu – plebeia / são – sã / vão – vã. Aracajú: aracajuano ou aracajuense. dão origem a outras palavras: atual. Fortaleza: fortalezense. Santa Catarina: catarinense ou barriga-verde. luso-brasileira. docente = de professor. Algumas locuções adjetivas não possuem adjetivos correspondentes: lata de lixo. Buenos Aires: buenairense ou portenho. num processo de derivação imprópria. Vale associar ao substantivo principal outro substantivo em forma de aposto. . . matutino = da manhã. Três Rios: trirriense. sino-japonês (China e Japão). apícola = de abelha. Florença: florentino. Recife: recifense. olhos castanho-claros. . Gênero do Adjetivo: Quanto ao gênero os adjetivos classificam-se em: . pluvial = da chuva. insípido = sem gosto. atualizado.substantivos que funcionam como adjetivos. Teresina: teresinense. . Palmas: palmense. Niterói: niteroiense. Brasília: brasiliense. Goiânia: goianiense. . abdominal = de abdômen. amarelo. franco-italiano. Plural do Adjetivo: o plural dos adjetivos simples flexionam de acordo com o substantivo a que se referem: menino chorão = meninos chorões / garota sensível = garotas sensíveis / vitamina eficaz = vitaminas eficazes / exemplo útil = exemplos úteis. cervical = do pescoço. Pará: paraense. São Luís: são-luisense ou ludovicense. Novo Hamburgo: hamburguense.pátrios: indicam procedência ou nacionalidade. Estado. urbano = da cidade.quando os dois elementos formadores são adjetivos. Três Corações: tricordiano. triste. os adjetivos são empregados como substantivos u como advérbios: Agia como um ingênuo. vieram depois dos primitivos: amarelado. Pernambuco: pernambucano. ficando a ele subordinadas na frase. amável. País e Adjetivo Pátrio: Amapá: amapense. amarelo. . desconfortável. hepático = do fígado. que não seja a sua: Alguns brasileiros recebem um salário-família. mais de duas palavras em sua estrutura: estrelas azul-claras. Goiás: goiano. A locução adjetiva é formada por preposição + um substantivo. . Funcionário incompetente = funcionária incompetente.“O professor fez uma observação simples”. . infeliz. variam os dois elementos. Petrópolis: petropolitano. Cabo Frio: cabo-friense. Mato Grosso: mato-grossense. fabril = de fábrica. Piauí: piauiense. covarde. como palavra variável. parede de tijolo. colocado antes do substantivo observação. estelar = de estrela. Rio de Janeiro: carioca/ fluminense (estado). (adjetivo como substantivo: acompanha um artigo). Natal: natalense ou papa-jerimum. não vão para o plural: terno azul-petróleo = ternos azul-petróleo (adjetivo azul. Mato Grosso do Sul: mato-grossense-do-sul. substantivo canário). valem por adjetivos. Homens desonestos = mulheres desonestas . folha de papel. Cairo: cairota. brando. Maceió: maceioense. o adjetivo cor e o substantivo permanecem invariáveis. Salvador: soteropolitano. Rio Grande do Norte: riograndense-do-norte ou potiguar. Maranhão: maranhense. humano = do homem. umbilical = do umbigo.

c) moça bonita. Em ambas as frases o adjetivo concorda em gênero e número com o sujeito. e) lua cheia. Grau do Adjetivo Grau comparativo de: igualdade. célebre = celebérrimo. pior / grande. magnífico = magnificentíssimo.forma popular: radical do adjetivo português + íssimo: pobríssimo. b) água morna. sábio = sapientíssimo. O grau comparativo é usado para comparar uma qualidade entre dois ou mais seres.prefixos: maxinflação / hipermercado / ultrassonografia / supersimpática. livre = libérrimo. macer (magro) = macérrimo.de inferioridade: um elemento é menor do que outro: Somos menos passivos do que / que tolerantes.As locuções adjetivas formadas de cor + de + substantivo. . . excepcionalmente + adjetivo: Nicola é extremamente simpático. . . geral = generalíssimo. capaz = capacíssimo. incrível = incredibilíssimo.Superlativo Relativo: ressalta a qualidade de um ser entre muitos. . chiquentérrimo. / As meninas dormem tranquilas.de igualdade: iguala duas coisas ou duas pessoas: Sou tão alto quão / quanto / como você. de forma absoluta. fofinho (=fofíssimo) / linda. Grau superlativo: absoluto (analítico e sintético) ou relativo (superioridade e inferioridade). sendo. ílimo. O menino dorme tranquilamente. linda (=lindíssima). áspero = aspérrimo. sagrado = sacratíssimo. O adjetivo amarelo modificou um verbo. feliz = felicíssimo. érrimo: Minha comadre Mariinha é agradabilíssima.São invariáveis os adjetivos raios ultravioleta / alegrias sempar. agradável = agradabilíssimo.os adjetivos terminados em io forma o superlativo em iíssimo: sério = seriíssimo / necessário = necessariíssimo / frio = friíssimo. Algumas formas do superlativo absoluto sintético erudito (culto): ágil = agílimo. Emprego Adverbial do Adjetivo O menino dorme tranquilo. .mais pequeno. .adjetivos terminados em eio formam o superlativo apenas com i: feio = feíssimo / cheio = cheíssimo. Quando comparamos duas qualidades de um mesmo ser. melhor / mau.diminutivo ou aumentativo: cheinha / pequenininha / grandalhão / gostosão / bonitão. ótimo. inimigo = inimicíssimo. pauper (pobre) = paupérrimo.adjetivos terminados em vel + bilíssimo: amável = amabilíssimo. Sorriu amarelo e saiu. amigo = amicíssimo. também. . ficam invariáveis: papel cor-de-rosa = papéis cor-de-rosa / olho cor-de-mel = olhos cor-de-mel. amargo = amaríssimo.Superlativo Absoluto: atribuída a um só ser. em fez de íssimo: chiquérrimo.expressões: suja à beça / pra lá de sério / duro que nem sola / podre de rico / linda de morrer / magro de dar pena. Exercícios 01. invariável. bom = boníssimo. (as duas pessoas têm a mesma altura) . o adjetivo meio + chateada (adjetivo) assume. a função de advérbio. no superlativo: . . negro = nigérrimo. fiel = fidelíssimo. antigo = antiquíssimo. / As meninas dormem tranquilamente. friíssimo. . com o acréscimo do sufixo mente. magérrimo. piadas sem-sal. eficaz = eficacíssimo. cruel = crudelíssimo. O grau superlativo: a característica do adjetivo se apresenta intensificada: O superlativo pode ser absoluto ou relativo. negríssimo. portanto. tenro = teneríssimo. (das duas. . miserável = miserabilíssimo. Sintético: adjetivo + issimo. Sintética: bom. ou duas ou mais qualidades de um mesmo ser. podemos usar as formas: mais grande. com a mesma qualidade. portanto.o sufixo -érrimo é restrito aos adjetivos latinos terminados em r. a Many é mais) O grau comparativo de superioridade possui duas formas: Analítica: mais bom / mais mau / mais grande / mais pequeno: O salário é mais pequeno do que / que justo (salário pequeno e justo). intensamente. terrível = terribilíssimo. magro = macérrimo. sufixo érrimo. elegantérrimo. frágil = fragílimo. . d) fogo quente. veloz = velocíssimo. (ela é a mais de todas) Superlativo Relativo de Inferioridade: Paulo César é o menos tímido dos filhos. imo. agudo = acutíssimo. não vai para o plural. extremamente. atroz = atrocíssimo. maior / pequeno. . nobre = nobilíssimo. superioridade (Analítico e Sintético) e Inferioridade. O adjetivo apresenta duas variações de grau: comparativo e superlativo. mais bom. mais mau. pobre = paupérrimo. menor: Esta sala é melhor do que / que aquela. assume a função de advérbio. simples = simplícimo.. Assinale a alternativa em que o adjetivo que qualifica o substantivo seja explicativo: a) dia chuvoso. Usa-se também. pobríssimo. frio = frigidíssimo. / Ficou meio chateada e calou-se. O grau do adjetivo exprime a intensidade das qualidades dos seres. pessoal = personalíssimo. Pode ser: Analítico: advérbio de intensidade muito. mau = péssimo. . difícil = deficílimo. bastante. humilde = humílimo. benévolo = benevolentíssimo. Pode ser: Superlativo Relativo de Superioridade: Wilma é a mais prendada de todas as suas amigas. jovem = juvenilíssimo. simpático = simpaticíssimo. O adjetivo assume um valor adverbial.linguagem informa. O comparativo pode ser: .adjetivos repetidos: fofinho.de superioridade: iguala duas pessoas / coisas sendo que uma é mais do que a outra: Minha amiga Many é mais elevante do que / que eu. doce = dulcíssimo. fácil = facílimo.

No trecho “os jovens estão mais ágeis que seus pais”. comum.Cardinal: indica número. 500-D. a 2ª fala de um homem infeliz. 09. 04. 800-DCCC. 06. quinto. c) discente . 600-DC.Ordinal: indica ordem ou posição: primeiro.de inverno. e) onírico .água de rio ( ) Felino 4 . 18-XVIII. . Algarismos: Arábicos e Romanos. 13-XIII.A / 9. Sabe-se que a posição do adjetivo. 8-VIII. Moscovita. terno: conjunto de três coisas. 100-C. respectivamente: 1-I. simples. e) um superlativo analítico de ágil. quíntuplo. e) Oriental. Soviético. ambos sintéticos. Assim. c) médico-cirúrgicas. d) relativos. Tricardíaco. “Três Corações” e “Moscou”: a) Oriental. quarto.02. Tricardíaco.de folhas. hindu. d) 3 – 4 – 2 – 1. cortês. trinca: conjunto de três coisas.C / 8. Assinale a alternativa em que todos os adjetivos têm uma só forma para os dois gêneros: a) andaluz.Fracionário: indica uma fração ou divisão: meio. 2-II. novena: período de nove dias. temos: a) um superlativo relativo de superioridade. a) médicas-cirúrgicas. 300-CCC. d) um comparativo de igualdade. Respostas: 1. 17-XVII. b) europeu. 10-X. três. respectivamente. triplo. decúria: período de dez anos.água de chuva ( ) Fluvial 2 . terço. . sétimo. . milhar: conjunto de mil coisas. diz-se que quem nasce em “Lima”. 19-XIX. decálogo: conjunto de dez leis. c) Japonês.Multiplicativo: indica a multiplicação de um número: duplo.O item em que a locução adjetiva não corresponde ao adjetivo dado é: a) hibernal . c) em ambos os casos.000-M. 05. 200-CC. quantidade: um. ordinais. 6-VI. mil. sexênio: período de seis anos. d) em ambos os casos o homem é apenas desprovido de recursos. c) um superlativo absoluto. dois. 14-XIV.B / 10-E Numeral Os numerais exprimem quantidade. namorador.D / 6.D / 2. relativos a “Japão”. . Assinale a alternativa que contém o grupo de adjetivos gentílicos. 3-III. respectivamente sintético e analítico. Nas orações “Esse livro é melhor que aquele” e “Este livro é mais lindo que aquele”.de sonho. um doze avos. o homem é apenas infeliz. e) superlativos. b) Nipônico. b) um comparativo de superioridade. Daí a sua classificação.de professor. trezena: período de treze dias. 90XC. 1. d) Nipônico. ambos analíticos. e) Limeiro-Bonaerense-Judeu. b) de superioridade. milênio: período de mil anos. lustro: período de cinco anos. Há os graus comparativos: a) de superioridade. feliz. Moscovita.A / 7. b) 3 – 2 – 1 – 4. Ainda sobre os adjetivos gentílicos. 20-XX. e) 4 – 3 – 1 – 2. Moscovita. cem. terceiro. Tricordiano. e) exemplar. 400-CD. . 50-L. 700DCC. 80-LXXX. resma: quinhentas folhas de papel. b) filatélico . segundo. d) superior. multiplicativos e fracionários. posição em uma série. qüinqüênio: período de cinco anos. triênio: período de três anos. vinte. d) médicos-cirúrgicas. c) fofo.de alunos. 5-V. c) de superioridade. em: cardinais. c) 3 – 1 – 2 – 4. 30-XXX. 12-XII. b) médica-cirúrgicas.Cara-de-anjo ( ) Pluvial Assim temos: a) 1 – 4 – 2 – 3. 11-XI. incolor. Relacione a 1ª coluna à 2ª: 1 .B / 5.D / 3. 60-LX. b) a 1ª fala de um homem infeliz. dobro. 03. Selecione a alternativa que completa corretamente as lacunas da frase apresentada: “Os acidentados foram encaminhados a diferentes clínicas ____” . centenário: período de cem anos. nas frases “Ele é um homem pobre” e “Ele é um pobre homem”. dúzia: conjunto de doze coisas. agrícola. semestre: período de seis meses. 07. centésimo. pode ou não mudar o sentido do enunciado.Tricordiano.olho de gato ( ) Angelical 3 . 4-IV. d) docente . e) médica-cirúrgicos. dístico: dois versos. dezena: conjunto de dez coisas. cru. e) o homem é infeliz e desprovido de recursos materiais. sem fazer referência a questões materiais. 08. Soviético. multiplicação e divisão. 40-XL. Os numerais que indicam conjunto de elementos de quantidade exata são os coletivos: bimestre: período de dois meses. quarentena: período de quarenta dias. septênio: período de sete meses. oito. 9-IX. 10. c) Límio-Portenho-Jerusalita d) Limenho-Bonaerense-Jerusalita. b) Limenho-Bonaerense-Hierosolimita. a 2ª fala de um homem sem recursos materiais. 70-LXX. 16-XVI. 15-XV. Trêscoraçoense. 900-CM.B / 4. “Buenos Aires” e “Jerusalém” é: a) Limalho-Portenho-Jerusalense. a) 1ª fala de um sem recursos materiais. em ambas. 7-VII. grosa: conjunto de doze dúzias. em relação ao substantivo. fácil.

.Quando o sujeito da oração é milhões + substantivo feminino plural. sêxtuplo. concordando com os cardinais que indicam números das partes. cinco.. Mas 1.. décimo sétimo... quadrigentésimo.os numerais ordinais variam em número: As segundas colocadas disputarão o campeonato. décimo quarto. catorze avos..se o numeral vier antes do substantivo. cinquenta avos.na enumeração de leis. catorze ou quatorze.. nono. oitenta. milhar e bilhão. circulares. a partir de dez: O artigo 16 não foi justificado. dezenove avos. sexcentésimo. quinhentos..os numerais multiplicativos quíntuplo. nono..... setenta.. quádruplo. Grau Na linguagem coloquial é comum a flexão de grau dos numerais: Já lhe disse isso mil vezes. oitocentos.. vigésimo. vinte minutos. septingentésimo... Numerais Multiplicativos: dobro.Numerais Cardinais: um.. o particípio ou adjetivo podem concordar..... Emprego dos Numerais . dois e as centenas a partir de duzentos apresentam flexão de gênero: Um menino e uma menina foram os vencedores.. décimo.. (triplas valor de adjetivo) ... trigésimo.. páginas. sétuplo. sêxtuplo.. quinze avos. noventa. Dois milhões de notas falsas serão resgatados ou serão resgatadas (milhões resgatados / notas resgatadas) . cem.... quartos. trinta..... textos. estão reagindo bem. emprega-se o numeral cardinal: Reservei a poltrona vinte e oito.. lá da escola... Numerais Fracionários: meia. quinze.enumeração de casa..200 – mil e duzentos (o número termina numa centena com dois zeros) Exercícios 01. septuagésimo...... três quartos equivalem a 750 ml. poltronas. oitenta avos.. quíntuplo.os numerais fracionários concordam com os cardinais que indicam o número das partes: Dois terços dos alunos foram contemplados. seiscentos. cantos (na poesia épica)...... milésimo. ducentésimo. óctuplo...os numerais multiplicativos variam quando usados como adjetivos: Fizemos duas apostas triplas. trecentésimo. Século XXI (vinte e um). décimo quinto. portarias e outros textos oficiais.os numerais multiplicativos.... capítulos. décimo terceiro... (triplo – valor de substantivo) . centésimo.. sexcentésimo. quarenta avos... doze avos.. cêntuplo. dezoito. nongentésimo.. dois. metade.. oitavo.Um quarto de litro equivale a 250 ml.. décimo segundo... sexto. décimo... cinquenta... dezesseis. duodécuplo... trilhão. apartamentos.. dezesseis avos. segundo.o fracionário meio concorda em gênero e número com o substantivo no qual se refere: O início do concurso será meio-dia e meia. dezessete. nônuplo. setecentos. décimo oitavo. vinte. reis... ... usa-se o numeral ordinal: O pagamento do pessoal será sempre no dia primeiro. . nascidos em Lucélia. Paulo César é adepto da 7ª Arte.o artigo e o numeral.. .. quinto..quando usados com valor de adjetivo. . na escrita das horas.. (hora) / Usou apenas meias palavras. ducentésimo.. nove. oitavo.os numerais cardinais um. (portaria oitava) . terço.... ... / Comprei duzentos gramas de presunto e duzentas rosquinhas... O XX século foi de descobertas científicas. sessenta avos. décimo nono.. papas.. ou com o substantivo........ . treze. quinto.. triplo. onze. décimo primeiro....não se emprega a conjunção e entre os milhares e as centenas: mil oitocentos e noventa e seis. sétimo.. terceiro.... onze avos. seis. milésimo. treze avos. trinta avos.... (vigésimo século) . folhas. são variáveis: A minha nota é o triplo da sua.. octingentésimo.. Marque o emprego incorreto do numeral: a) século III (três) b) página 102 (cento e dois) c) 80º (octogésimo) d) capítulo XI (onze) e) X tomo (décimo) ... ... quadragésimo. sexagésimo. três. . quatrocentos. os cardinais para os demais: Papa Bento XVI (dezesseis)... emprega-se o numeral ordinal até o nono: O diretor leu pausadamente a portaria 8ª. sete.. emprega-se o ordinal.. nonagésimo.. qüinquagésimo. (sétima) .. dezessete avos... variam em número: Venderam um milhão de ingressos para a festa do peão. doze.. mil.. (valor de adjetivo – variável) . trecentésimo...se o numeral vier antes do substantivo.. nongentésimo. quando usados com o valor de substantivos.. . dezoito avos. trezentos. setenta avos.. / Somos 180 milhões de brasileiros. quadrigentésimo.. artigos. septingentésimo. sétimo. ctogésimo. com milhões.. noventa avos. dezenove. / O texto quatro está na página sessenta e cinco. empregam-se: os ordinais até décimo: João Paulo II (segundo). oito. quarenta. / Aquele quarentão é um “gato”! / Morri com cincão para a “vaquinha”.. duzentos.não se usa o numeral um antes de mil: Mil e duzentos reais é muito para mim.... .. no masculino. centésimo.emprega-se.os numerais ordinais variam em gênero: Marcela foi a nona colocada no vestibular... Canto X (décimo) / Luís IV (nono).os numerais multiplicativos são invariáveis quando usados com valor de substantivo: Minha dívida é o dobro da sua.. devem concordar no masculino: . bilhão. octingentésimo..os numerais fracionários variam em número. Flexão dos Numerais Gênero .. quarto. antes dos substantivos milhão. no feminino..... apresentam flexão de gênero: Eu fiz duas apostas triplas na lotofácil... usa-se o ordinal.. . decretos. Número . sétuplo e óctuplo valem como substantivos para designar pessoas nascidas do mesmo parto: Os sêxtuplos. e outros.. décuplo. (artigo dezesseis) .com referência ao primeiro dia do mês. quingentésimo. décimo sexto.para designar séculos.. quatro. sem espaço ou ponto: 10h20min – dez horas.emprega-se o numeral cardinal. Numerais Ordinais: primeiro. vinte avos.... undécuplo. novecentos.os numerais cardinais milhão. sexto. dez.. sessenta. quingentésimo. o símbolo de cada unidade após o numeral que a indica. quarto. (valor de substantivo – invariável) .

demonstrativos. (o S permanece) nos: colocado depois do verbo na 1ª pessoa do plural. O tempo nos dirá.Alternativa correta: A O numeral quando for usado para designar Papas. (pronome recíproco. outros. seguidos de: ambos. a. seu. vos. sempre com verbo no infinitivo) . átonos sem preposição: me. nosso. eles. precedidos de verbos terminados em: R/S/Z. . . Alternativa correta: B Está corretamente grafado parágrafo nono e parágrafo décimo na alternativa B. próprios. ela (singular) eles. (certos) . nós mesmos). reis. elas podem se contrair com as preposições de e em: Não vejo graça nele.retos exercem a função de sujeito da oração: eu. os pronomes oblíquos da 3ª pessoa apresentam as formas: o. obedeceulhe. o pronome é. na. os. terminado em S não modificado: Nós entregamoSlhe a cópia do contrato. nos. los. e se recebem o nome de pronomes recíprocos quando expressam uma ação mútua ou recíproca: Nós nos encontramos emocionados. nos. = Eila. elas. Nunca diga: Eu se apavorei. contigo. = nolo dirá. as: Eu os vi saindo do teatro. lo. lhe. o= sujeito do verbo mandar. vos perdem o S) no. com + vós. / Eu jà se arrumei. Vejoos diariamente.Ela não vai conosco. las: se vierem depois de: eis / nos / vos Eis a prova do suborno. vosso: Os anos roubaramlhe a esperança. 3ª pessoa: ele. lhe. Dependendo da função de substituir ou acompanhar o nome.As palavras “só” e “todos” sempre acompanham os pronomes pessoais do caso reto: Eu vi só ele ontem. São: tônicos com preposição: mim.É comum. . os. ele. los. Põenos sobre a mesa. ão. interrogativos e relativos.Eu dou atenção a ela. dele. os. tu./ Já frequentei a casa dela. não anda. apresentam sempre a forma: o. . te. chamoua. eles: . Logo.Colocados depois do verbo. te. e houver uma preposição antes deles. . (Deixe que eu sinta seu perfume me sujeito do verbo deixar Mandeio calar. indefinidos. consequentemente. d) antes do artigo dez vem o artigo nono. as terminações R. (eis. virá o parágrafo décimo. Indique o item em que os numerais estão corretamente empregados: a) Ao Papa Paulo seis sucedeu João Paulo primeiro. ela. dela possessivo) as formas conosco e convosco são substituídas por: com + nós. Minha saudosa comadre. me.Se os pronomes pessoais retos ele. perdendo. lhes colocados depois do verbo na 1ª pessoa do plural. vós. õe: Deramna como vencedora. substituindo o pronome pessoal nós: A gente deve fazer caridade com os mais necessitados. Z. quando o correto é século terceiro. fazer. comigo. Fiz os exercícios a lápis. respectivamente: pronome substantivo ou pronome adjetivo. se. VTD). As três pessoas do discurso são: 1ª pessoa: eu (singular) nós (plural): aquela que fala ou emissor. Eu me apavorei. ouvir. de tratamento. capítulos etc. usam-se: Os ordinais de 1 a 10.pronome oblíquo) . Deixeme sentir seu perfume. as: se o verbo terminar em vogal ou ditongo oral: Encontreia sozinha. nós. Ia. 2ª pessoa: tu (singular) vós (plural): aquela com quem se fala ou receptor. nós e vós serão pronomes pessoais oblíquos quando empregados como complementos de um verbo e vierem precedidos de preposição. (verbo transitivo direto. elas (plural): aquela de quem se fala ou referente. pois os numerais ordinais são de 1 a 10. (= Mandei que ele calasse). nas: se o verbo terminar em ditongo nasal: m. a.oblíquos exercem a função de complemento do verbo (objeto direto / objeto indireto) ou as. relacionandoo a uma das três pessoas do discurso. Preciso pagar ao verdureiro. S. Lembrese de que mim não fala. la. nos. = pagálo.É obrigatório o emprego dos pronomes pessoais eu e tu. o. a. (elapronome reto / vaiverbo / conosco complemento nominal.Os pronomes pessoais retos ele. não escreve. equivalendo a meu. mandar. as.Colocados antes do verbo. Pronomes Pessoais: Os pronomes pessoais dividemse em: . Nircléia. teu. las. lhes. a letra A está incorreta por está grafado século três. e) o artigo vigésimo segundo foi revogado. na linguagem coloquial. séculos.si. conosco. vos: quando colocado com verbos transitivos diretos (TD). ela. numeral: Marianne garantiu que viajaria com nós três. a. ti. usar o brasileiríssimo a gente. as são sempre empregadas como complemento de verbos transitivos diretos ao passo que as formas lhe. Somente o Tarzã e o Capitão Caverna dizem: mim gosta / mim tem / mim faz. não compra. não poderá haver uma contração: Está na hora de ela decidir seu caminho. / Eu me arrumei. (pronome reto + verbo no infinitivo).As formas oblíquas o. a. 02. . consigo. (eupronome reto / douverbo / atençãonome / elapronome oblíquo) Saiba mais sobre os Pronomes Pessoais . eles. lhe. c) depois do capítulo sexto. De 11 em diante usamos os cardinais. li o capítulo décimo primeiro. os pronomes pessoais oblíquos nos. nos. convosco. os. / mim quer. eles e ela. perde o S: Sentamonos à mesa para um café rápido. (sua. Pronome É a palavra que acompanha ou substitui o nome. . querida amiga. elas estiverem funcionando como sujeito. têm sentido possessivo. mesmos. quando funcionarem como Sujeito: Todos pediram para eu relatar os fatos cuidadosamente. sentir e ver+verbo no infinitivo.Os pronomes pessoais ele. lhes são empregadas como complementos de verbos transitivos indiretos: Dona Cecília. Os cardinais de 11 em diante. assumem as formas: lo. o pronome oblíquo funciona como sujeito com os verbos: deixar. os. dele. todos. b) após o parágrafo nono. o.VTI) . os pronomes oblíquos da 3ª pessoa. possessivos. Os pronomes são classificados em: pessoais. (ela sujeito de decidir. = Filos a lápis. O conserto da televisão foi feito por ele.Os pronomes pessoais retos eu e tu serão substituidos por mim e ti após prepõsição: O segredo ficará somente entre mim e ti. vos. (ele= pronome oblíquo) . (verbo transitivo indireto.

. a ambiguidade da frase. lhe.Sa-tratamento cerimonioso.S. “Sendo hoje o dia do teu aniversário. mão”. Vossa Excelência sabe que seus ministros o apoiarão. senhorita. Vossa Santidade-V. dela para desfazer a ambiguidade. Eminência.Os pronomes oblíquos me. 0I) juntamse a o.Não se emprega o pronome possessivo (seu. Nas comunicações oficiais devem ser utilizados somente dois fechos: . título.. Majestade). Excelência.com quem se fala. seus. meus. te. . Dependendo da pessoa a quem nos dirigimos.M. pode entrar!. Apresentamse em formas variáveis e invariáveis.Mag. Emprego dos Pronomes Possessivos . imperadores. o cardeal. os. que ouve (2ª pessoa) Aquele (s). esta (s). pois pode referir se tanto ao consultório de João Luís como ao de Laurinha. lhe. na mão) Pronomes Demonstrativos: Indicam a posição dos seres designados em relação às pessoas do discurso.Os pronomes pessoais oblíquos se. . nos. Deitos. Vossa Eminência-V.Os pronomes de tratamento com a forma Vossa (Senhoria. (falando a respeito do cardeal) . Excelência) é empregada quando se fala com a própria pessoa: Vossa Senhoria não compareceu à reunião dos semterra? (falando com a pessoa) .Emacardeais. Bons tempos aquele em que brincávamos descalços na rua. No caso. aquela (s). situandoos no espaço ou no tempo. se nola exigissem. do seu cargo. viajouparaum Congresso. Abraçate o teu amigo que te preza. . 2ª pessoa: vosso/os vossa/ as. inclusive para o presidente da República. o tratamento seu como em: Seu Ricardo.Usamse elegantemente certos pronomes oblíquos: me. vos. Em relação ao espaço: Este (s). nolo. Oferecilhas.A. como os demais pronomes de tratamento senhor. e não na 2ª. Peço a Deus pela tua felicidade. nos +o: nolo / + a: nola / + os: nolos / +as: nolas: Venderíamos a casa. Plural: 1ª pessoa: nosso/os nossa/as. às vezes.O pronome seu toma o sentido ambíguo. . 3ª pessoa: seu.Doutor não é forma de tratamento. nos. lho. Vossa Majestade-V. duques. Vossa Senhoria-V. Vou seguirlhe os passos. com um falcão em seu ombro esquerdo e uma espada em sua. você. Esse (s). não tem valor possessivo. tua. . idade. a. o tratamento será familiar ou cerimonioso: Vossa Alteza-V.a-altas autoridades. a senhorita. o possessivo concorda com o mais próximo: Trouxeme seus livros e anotações. embora indiquem a 2ª pessoa (com quem se fala).Você é segunda ou terceira pessoa? Na estrutura da fala. Singular: 1ª pessoa: meu.O pronome pessoal oblíquo não funciona como reflexivo se não se referir ao sujeito: Ela me protegeu do acidente. Pronomes de Tratamento: São usados no trato com as pessoas. suas.Os pronomes possessivos podem ser substantivados: Dê lembranças a todos os seus. 3ª pessoa: seu. . as (formas de objeto direto). esta (s).Papa. Veja: “Um cavaleiro todo vestido de negro. to. podem indicar aproximações numéricas e não posse: Cláudia e Haroldo devem ter seus trinta anos. Onde você esteve essa semana toda? Aquele (s). seus. oficiais. senhora. . João Luís disse que Laurinha estava trabalhando em seu consultório. te. apressome em apresentarte os meus sinceros parabéns. essa (s). assim: me+o: mo/+a: ma/+ os: mos/+as: mas: Recebi a carta e agradeci aojovem. vos. aquilo: indicam um tempo distante em relação ao momento em que se fala. Este mês terrnina o prazo das inscrições para o vestibular da FAL.Respeitosamente: para autoridades superiores.Chamamse pronomes pessoais reflexivos os pronomes pessoais que se referem ao sujeito: Eu me feri com o canivete. aquela (s). às vezes. tuas.” . isso: indicam o tempo passado há pouco ou o futuro em relação ao momento em se fala.Na linguagem popular. aquilo: indicam o ser ou objeto que está longe de quem fala e da pessoa de quem se fala (3ª pessoa) Em relação ao tempo: Este (s).O uso do pronome possessivo da 3ª pessoa pode provocar.São também pronomes de tratamento: o senhor. isto: indicam o tempo presente em relação ao momento em que se fala. No Brasil. você. Pronomes Possessivos: São os pronomes que indicam posse em relação às pessoas da fala. pois é uma alteração fonética da palavra senhor . isso: indicam o ser ou objeto que está próximo da pessoa..-reis. usase o pronome dele. (os seus passos) . (eu 1ª pessoa sujeito / me pronome pessoal reflexivo) . suas. Vossa Excelência-V. são usadas somente em escritores mais sofisticados. vos+ o: volo/+ a: vola/+ os: volos/+ as: volas: Pedivos conselho. isto: indicam o ser ou objeto que está próximo da pessoa que fala. Esse (s). sua) quando se trata de parte do corpo.Devese observar as correlações entre os pronomes pessoais e possessivos. exigem que outros pronomes e o verbo sejam usados na 3ª pessoa. cujo sujeito é também da 3ª pessoa: Nicole levantouse com elegância e levou consigo (com ela própria) todos os olhares. 3ª pessoa/ levantou verbo 3ª pessoa / se complemento 3ª pessoa / levou verbo 3ª pessoa / consigo complemento 3ª pessoa) . volo).Atenciosamente: para autoridades de mesmahierarquia oude hierarquia inferior. dona. . minhas. presidente. . sua. e sim título acadêmico.Ex. Vossa Magnificência-V.. lhes (formas de objeto indireto.-príncipes. te+ o: to/+ a: ta/+ os: tos/+ as: tas: Deite os meus melhores dias.A forma Sua (Senhoria. Por outro lado. si e consigo devem ser empregados somente como pronomes pessoais reflexivos e funcionam como complementos de um verbo na 3ª pessoa.Referindose a mais de um substantivo. Pedi volo.A forma Vossa (Senhoria. que ma trouxe. . quase não se usam essas combinações (mo. sua. dona. lhe+ o: lho/+ a: lha/+ os: lhos/+ as:lhas: Ofereci lhe flores. essa (s). 2ª pessoa: teu.a-reitores de universidades. Excelência ) é empregada quando se fala sobre a pessoa: Sua Eminência. minha. teus. da 2ª pessoa.Os possessivos. com o valor de possessivos. pede o verbo na 3ª pessoa. (usase: no ombro. (ela sujeito 3ª pessoa me complemento 1ª pessoa) . você é a pessoa a quem se fala e. (Nicolesujeito. portanto. a senhora.

funcionário público algum terá aumento digno. mais. (= lugar em que) . indetermina. Alguns desses pronomes são variáveis em gênero e número. mesmo. no plural ou no singular: Este é o CD novo que acabei de comprar. as quais. onde. “Venha e traga contigo todo o material que estiver aí!” . . cada.Todo. ninguém. todo. numa 2ª oração.as forrnas nisso e nisto podem ser usadas com valor de então ou nesse momento. ou qual / Pronomes Relativos: São aqueles que representam. quem. . . quanto.para retomar elementos já enunciados. semelhante. Invariáveis: que. a. a orquestra atacou um samba é todos caíram na dança. nenhum.Colocados depois do substantivo. O professor fez a mesma observação. Pronomes Interrogativos: São os pronomes em frases ínterrogativas diretas ou indiretas. Locuções Pronominais Indefinidas: São locuções pronominais indefinidas duas ou mais palavras que equiva em ao pronome indefinido: cada qual / cada um / quem quer que seja / seja quem for / qualquer um / todo aquele que / um ou outro / tal qual (=certo) / tal e. pouco.os demonstrativos esse. esses resolveram tirar tudo a limpo. por ser o mais usado. . . (cujo. de quem e estabelecem relação de posse entre o antecedente e o termo seguinte. vários. Percebese que o pronome relativo que. os quais. . a. Qualquer. A festa estava desanimada. falou tudo quanto sabia.dependendo do contexto. . quem foram os prefeitos desta cidade? (interrogativa direta.Afinal. a querida comadre Naldete. outrem. são indefinidos quando colocados antes do substantivo e adjetivos. tanto: Naquele momento.. quanto.Certo.Outrem significa outra pessoa: Nunca se sabe o pensamento de outrem. um. do qual. o carro. vem sempre entre dois substantivos) . aqueles. quantos. (depois do substantivo=adjetivo). a qual.O pronome relativo pode vir sem antecedente claro. os. elegantes e risonhas. explícito. corrigindo-os quando for o caso: 01. O próprio homem destrói a natureza. Pais e mães vieram à festa de encerramento. .O relativo quem refere se a pessoa e vem sempre precedido de preposição: Marco Aurélio é o advogado a quem eu me referi. certas. quando colocados depois do substantivo: Certo dia perdi o controle da situação. quando. Emprego dos Pronomes Indefinidos Não sei de pessoa alguma capaz de convencêlo. . (antes do substantivo= indefinido). . estas. Júlia fez o exercício com aquela calma! (=expressão intensificadora). quanto: . . . essa.Colocados antes do substantivo.O relativo onde é usado para indicar lugar e equivale a: em que. Variáveis: o qual. por isso a palavra que é um pronome relativo. . mas os pais. tanto. é classificado. outros são invariáveis. são usados para destacar um elemento anterionnente expresso. “Jamais haverá inimizade entre você e eu “. João Adolfo é o cara que pedi a Deus. as. (inadequado: Ganharam cem dólares cada. quantos e quantas são relativos quando usados depois de tudo. equivale a nenhum) . cuja. alguma palavra que já apareceu na oração anterior. muito. nada. sem a interrogação) Exercícios Reescreva os períodos abaixo.) . aquilo. (interrogativa indireta. Ele pode ser empregado com referência à pessoa ou coisa. tal. Estranhei semelhante coincidência. outro. Depois de muito procurar. generaliza). Os principais interrogativos são: que. usamos aquele (e variações) para o elemento que foi referido em 1º Iugar e este (e variações) para o que foi referido em último lugar. certa. .O indefinido cada deve sempre vir acompanhado de um substantivo ou numeral. vários. É Flex Power. é chamado de relativo universal.Gostaria de saber quem foram os prefeitos desta cidade. como. Não se preocupe. várias. cujos.dependendo do contexto os demonstrativos também servem como palavras de função intensificadora ou depreciativa. Devemos sempre ter alguma esperança. disse o rapaz lamentando e chorando”. os. demais.Em frases de sentido negativo. as: Não entendi o que você quis dizer. certos. qual / quais. aquilo é uma tranqueira! (=expressão depreciativa) . os pronomes algum/ alguma ganham sentido negativo. próprio.Só se usa o relativo cujo quando o conseqüente é diferente do antecedente: O escritor cujo livro te falei é paulista. certo. todos. plural quaisquer: Fazemos quaisquer negócios. Eles voltarão no dia certo. achei o que queria. nenhum (e variações) equivale ao pronome indefinido um: Fiquei sabendo que ele não é nenhum ignorante. equivale a qualquer: Todo ser nasce chorando. Essa palavra da oração anterior chamase antecedente: Comprei um carro que é movido a álcool e à gasolina. cujas. (o que = aquilo que). Este ano. e não vem precedido de preposição: Quem casa quer casa. Tal atitude é inexplicável. Emprego dos Pronomes Relativos . equivalendo a aquele. impreciso: Alguém disse que Paulo César seria o vencedor. Estas são as pessoas de cujos nomes nunca vou me esquecer. também são considerados pronomes demonstrativos o. (=qualquer ser. toda (somente no singular) sem artigo. qual. Os pronomes relativos estão divididos em variáveis e invariáveis. nunca sozinho: Ganharam cem dólares cada um. as. sérios e orgulhosos. cujo. bastante. 02.O pronome cujo não admite artigo nem antes nem depois de si. qualquer.O relativo que.Quanto. aquela. substitui na 2ª oração. quem.O relativo que pode ter por seu antecedente o pronome demonstrativo o. como relativo indefinido. Feliz o homem cujo objetivo é a honestidade. Pronomes Indefinidos: São aqueles que se referem à 3ª pessoa do discurso de modo vago indefinido. menos. Invariáveis: alguém. quem. portanto. Dica: substituir que por o. Ninguém ligou para o incidente. os pronomes algum/alguma ganham sentido positivo.O relativo cujo e suas flexões equivalem a de que. algo. os. (alguma. a. no qual: Desconheço o lugar onde vende tudo mais barato. Variáveis: algum. com o ponto de interrogação) . nisso. tudo.

quanto ao livro. “Mandei-te todo o material de que precisas.. “Tenho informado-o sobre todos os pormenores da viagem... depois.. e) Diremos aos professores toda a verdade.. para eu sair 04 .. peço a Vossa Excelência que conclua a sua oração.” 07. “Espero que ele vá ao colégio e leve consigo o livro que me pertence.. Em “Todo sistema coordenado é.! a) artigo . 24.. Indique quando. Respostas: 01 . O gerente chamou-os b) Quero muito a meu irmão. “Se vier.para eu comer. 09.. “Informamo.’ 29. Em “O que estranhei é que as substâncias eram transferidas. “Ela falou que era para mim comer. na segunda frase. Assinale-a: a) Os Reitores das Universidades recebem o título de Vossa Magnificência.. “Dir-lhe-ei toda a verdade sobre o caso do roubo do banco.. “Os livros cujas páginas estiverem rasgadas serão devolvidos.. aqueles irão depois. “Mas o propósito de TODA teoria física é... com sua visita 09 .sobre ele. 07 .. “Me diga toda a verdade porque.”. assistiu à solenidade... “Você já sabe aonde ela foi com aquele canalha? 13.. “Mandaram-no à delegacia para explicar o caso da morte.. aonde 12 . “Nesse ano.. 33. muitos alunos passarão no vestibular.” 30. 11 ..integrante d) pronome demonstrativo . “Ele falou do lugar onde foi com entusiasmo e saudade ao mesmo tempo” 12.” 19.”.. assim as coisas ficam mais fáceis. “Estes alunos que estão aqui podem sair.. traga consigo. 11...” 26.. respectivamente: a) pronomes substantivos indefinidos qualquer e qualquer b) pronomes adjetivos indefinidos qualquer e inteiro c) pronomes adjetivos demonstrativos inteiro e cada um d) pronomes adjetivos indefinidos inteiro e qualquer e) pronomes adjetivos indefinidos qualquer e qualquer.. “Comunico-lhe que.. mas Sua Senhoria se recusou a ouvir minhas explicações. abaixo os complementos grifados pelo pronome oblíquo correspondente: a) Mandamos o filho ao colégio: b) enviamos à menina um telegrama c) Informaram os meninos sobre a menina.expletivo e) artigo .. e) A proposta não agradou aos jovens A proposta não lhe agradou...” 20.Traga consigo...” 10... d) fez o exercício corretamente.. Senhor Rei.. “Ela irá com nós mesmo. 16 ..” 06... Numa das frases.” 28.” 25.. disse o homem com voz grave e solene.” 21.” 27.” 18.expletivo b) pronome pessoal . enviar-lhe-emos 17 .. 15 ... c) Sua Eminência. traga comigo o livro que lhe pedi” 15. o Papa Paulo VI...” 08. ocorre a substituição errada das palavras destacadas na primeira. c) Perdoei sua falta por duas vezes. deixei eles sentar” 05. “Haviam-lhe informado que ela só chegaria depois das três horas. 14 . 02 .. Exa.lhe que tudo estava bem conosco e com eles. d) Procurei a chefe da repartição.pronome relativo c) pronome demonstrativo .. Polidamente. deram-no ao professor....seu povo.” 22. e significam.. eu preciso de muito mais dinheiro. .. “Para lhe dizer tudo.bem com nós 08 . “Agora.. “Corria o ano de 1964. Perdoei-lhe por duas vezes d) Tentei convencer o diretor de que a solução não seria justa Tentei convencê-lo de que a solução não seria justa. f) Ela nunca obedece aos superiores: g) Ontem. 14.. As palavras destacadas são.. Enviaremos-lhe todo o estoque que estiver disponível. “Durante toda a aula os alunos falaram sobre ti e sobre mim.” 04.. 13 .. “Ela me disse apenas isto: me deixe passar que eu quero morrer.pronome relativo 34.. “Espero que V.... Neste ano houve uma revolução no Brasil. mandei eles entrar e.sua distinta .03.” 16. 03 . “Apalpei-lhe as pernas que se deixavam entrever pela saia rasgada.. está usado indevidamente um pronome de tratamento.. entre você e mim..é generoso e .. e vossa distinta consorte nos honrem com vossa visita... 32. por um pronome: a) O gerente chamou os empregados.” 23. sois generoso e bom para com o vosso povo. 17.. b) Senhor Deputado. mandei-os entrar . deixei-os sair 05 . Espero que lhe não digam nada a meu respeito. 06 ... para mim sair dali... ela viu você com outra: h) Chamei a amiga para a festa. Quero-lhe muito. “Vossa Majestade. e depois. 10 .. peque a tua caneta e comece a substituir”.. 31..

Quando o vir... precisão: o fato é ou foi uma realidade.. modo (indicativo. não concluído.Algumas regiões do Brasil. . depor. Há três vogais temáticas: 1ª conjugação: a. exprime uma possibilidade. rir. teremos o radical desses verbos. .Pretérito Imperfeito: Para expressar um fato passado. infinitivo e particípio). futuro do presente e futuro do pretérito. 29 . 28 . brinc é o radical do verbo brincar.. pretérito imperfeito e futuro. Essas três possibilidades básicas. reflexiva). esper é o radical do verbo esperar.. abrir.. para indicar as flexões de modo e tempo. 2ª conjugação: e.Modo Indicativo: a atitude do falante é de certeza.ela o viu. O subjuntivo expressa uma incerteza. . pretérito perfeito. fenômenos da natureza.. passado e futuro) e apresenta voz (ativa. Apresenta presente. 27 . inodora.. formas nominais: gerúndio. possibilidade.nós estudamos – 1ª pessoa do plural.. Os pronomes: você. Flexionando esses verbos. usam o pronome tu de forma diferente da fala culta. Verbo Verbo é a palavra que indica ação.ei 22 . Se não houver a vogal temática. ou ao tema. tu pegas. tu tens.tu estudas – 2ª pessoa do singular. hipótese.. Elementos Estruturais do Verbo: As formas verbais apresentam três elementos em sua estrutura: Radical. Contávamos Cont = radical a = vogal temática va = desinência modo temporal mos = desinência número pessoal Flexões Verbais: Flexão de número e de pessoa: o verbo varia para indicar o número e a pessoa.Modo Subjuntivo: a atitude do falante é de incerteza.18 .. nota-se que há uma parte que não muda. 30. . Observe as formas verbais da 1ª conjugação: contar. estado.eles estudam – 3ª pessoa do plural. . pretérito... Tenho. Vogal Temática: é o elemento mórfico que designa a qual conjugação pertence o verbo. pode estar em plena ocorrência. uma solicitação.. brincar. vocês. 23 ... pode já ter ocorrido ou não. Ex: Estou feliz hoje.. imperfeito e mais que perfeito. um pedido.. Se tivesse dinheiro compraria um carro zero.. tempo (presente.Modo Imperativo: a atitude do falante é de ordem. movimento.o. desinências modo temporais e número pessoa. verdades universais. 2ª conjugação – er: beber. são: presente. dê lembranças minhas. exigida pela gramática oficial. Também podemos antepor prefixos ao radical: des nutr ir / re conduz ir. passiva. Se tiramos as terminações ar. Diga-me . uma súplica. entreter. 31-A / 32-C / 33-A / 34-D Tema: é o elemento constituído pelo radical mais a vogal temática: contar: -cont (radical) + a (vogal temática) = tema. Apresenta presente. segunda e terceira). um desejo. Indica uma ordem. O verbo pôr e seus derivados (repor. dúvida.ele estuda – 3ª pessoa do singular.eu estudo – 1ª pessoa do singular.Flexão de tempo e de modo – os tempos situam o fato ou a ação verbal dentro de determinado momento.. Radical: elemento mórfico (morfema) que concentra o significado essencial do verbo. o tema será apenas o radical: contei = cont ei. 20.. .. Flexiona-se em número (singular e plural).. futuro. Ex: Nós comíamos pastel na feira. cont é o radical do verbo contar. mudança de estado. em vez de: tu fostes. h) chamei-a . tu pega. impor) pertencem a 2ª conjugação devido à sua origem latina poer. pessoa (primeira. insípida. a) mandá-lo. Na indicação de ações ou estados permanentes.deixe-me passar 19. c) informaram-nos d) fê-lo e) Dir-lhes-emos f) Ela nunca lhes obedece g) . .. Lourdes. Ex: Tenha paciência. ou seja. desinências número pessoais. é o mais usado no Brasil. b) enviamos-lhe. de dúvida. 3ª conjugação – ir: partir.. 21. uma vontade. tu foi. er. os verbos estão agrupados em três conjugações: 1ª conjugação – ar: cantar. Eu cantava muito bem. dançar..te. pular. .. De acordo com a vogal temática. Vogal Temática e Tema. Apresenta imperativo afirmativo e imperativo negativo Emprego dos Tempos do Indicativo . Ex: Eu almoço todos os dias na casa de minha mãe. Desinências: são elementos que se juntam ao radical. correr. .. tu tem. e que nela está o significado real do verbo. Para expressar um fato que ocorre com frequência. ir do infinitivo dos verbos. subjuntivo e imperativo. . São três os modos: . Mandar. ..Presente do Indicativo: Para enunciar um fato momentâneo. O modo indica as diversas atitudes do falante com relação ao fato que enuncia. neste ano 26 .. 25 . dispor.vós estudais – 2ª pessoa do singular. esperar. mas não únicas. compor. Ex: A água é incolor.. O pronome vós aparece somente em textos literários ou bíblicos. . 3ª conjugação: i. que levam o verbo na 3ª pessoa.. 24 .

quando tu comeres. comem. partirá. quando ele dançar. dançara. dançaras. se ele partisse. quando nós partirmos. dançáramos. partíeis. que tu ames. dançais. dançaremos. parte. amem vocês. quando vós dançardes. dançarias. Pretérito Perfeito: dancei. comeríamos. Pretérito Perfeito: comi. partiríeis. Futuro: quando eu comer. quando eles comerem. Ex: Cantarei domingo no coro da igreja matriz. se vós dançásseis. que eles amem. partiste. se nós partíssemos. quando vós comerdes. Quando/Se você fizer o trabalho. que nós amemos. .. voltaria à universidade. comemos. vós amais. comes. comeste. 3ª conjugação – IR Presente: que eu parta. dançou.Pretérito Perfeito: É usado na indicação de um fato passado concluído. quando vós partirdes. dançáveis. Futuro do Presente: dançarei. que vós ameis. comia. dançaram. se tu dançasses. comeríeis. Futuro do Pretérito: partiria.Não retira os “s” do tu e do vós. se eles dançassem. dançarás. Ex: Cantei. comestes. Pretérito Imperfeito: comia. . come. se ele comesse. partirias. não ames tu. que nós amemos. partiria. se ele dançasse. comera. nós amamos. . partirás. comêreis. quando tu partires. não amem vocês. que ele dance.Não apresenta a primeira pessoa do singular. dançávamos. partimos. pode ou não acontecer. dormi. que ele ame. pulei. dançavam. quando eles dançarem. eles amam. partiu. 2ª Conjugação: -ER Presente: como. partireis. comeremos. partem. partiam. dançariam. quando nós dançarmos.Pretérito Mais-Que-Perfeito: Expressa um fato passado anterior a outro acontecimento passado. Futuro do Presente: comerei. dançareis. Ex: Nós cantáramos no congresso de música.Futuro do Presente: Na indicação de um fato realizado num instante posterior ao que se fala. danças. comerá. tu amas. 3ª Conjugação: -IR Presente: parto. se vós comêsseis. que vós danceis. se eles partissem. partiriam. . . Pretérito Imperfeito: partia. comíamos. que ele coma. será generosamente gratificado. quando eles partirem. 1ª Conjugação –AR Presente: que eu dance. dançavas. Pretérito Imperfeito: se eu partisse. comerias.. partes. dança. comereis. partiram. dançaste. Pretérito Imperfeito: dançava. se eles comessem. . dançaríeis. partimos. Presente do Subjuntivo: que eu ame.É formado pelo presente do indicativo e pelo presente do subjuntivo. comemos. Futuro: quando eu partir. dançava. Emprego dos Tempos do Subjuntivo Presente: é empregado para indicar um fato incerto ou duvidoso. comias. comeis. partiremos. comeriam. comeu. quando ele partir. dançará. dancei. dançamos. Pretérito Imperfeito: se eu comesse. que eles dancem. Imperativo Negativo: . comiam. Emprego do Imperativo Imperativo Afirmativo: . se tu comesses. que vós comais. que vós partais. comêramos. que nós partamos. partiras. Pretérito Mais-Que-Perfeito: dançara. comeram. que tu comas. dançáreis. partíramos. Imperativo negativo: (X). que nós comamos. partias. comíeis.É formado através do presente do subjuntivo sem a primeira pessoa do singular. partia. dançaríamos. Ex: Compraria um carro se tivesse dinheiro 1ª conjugação: -AR Presente: danço. comeria. Imperativo afirmativo: (X). que ele ame. chorei. amai vós. não ameis vós. comeras. que nós dancemos. Pretérito Perfeito: parti. que eles comam. . partíreis. Pretérito Mais-Que-Perfeito: partira. dançarão. partistes. comerão. partis. que eles amem. Futuro do Presente: partirei. que vós ameis. Pretérito Imperfeito: se eu dançasse. que tu partas. Futuro do Pretérito: dançaria. quando tu dançares. ele ama. quando ele comer.O restante é cópia fiel do presente do subjuntivo. 2ª Conjugação -ER Presente: que eu coma. amemos nós. não amemos nós. que ele parta. dançaria. Presente do Indicativo: eu amo.. que eles partam. Pretérito Mais-Que-Perfeito: comera. dançamos. Futuro do Pretérito: comeria. que tu ames. se vós partísseis. partiríamos. partirão. se tu partisses. dançaram. se nós comêssemos. muitas vezes ligados ao desejo. dançam. Futuro: quando eu dançar. não ame você. Presente do subjuntivo: que eu ame.O Tu e o Vós saem do presente do indicativo sem o “s”. . partíamos.Futuro do Pretérito: Para expressar um acontecimento posterior a um outro acontecimento passado. Que surjam novos e honestos políticos. que tu dances. comerás. Futuro: é empregado para indicar um fato hipotético. partiram. comeram. se nós dançássemos. dançastes. quando nós comermos. à suposição: Duvido de que apurem os fatos. ama tu. ame você. Pretérito Imperfeito: é empregado para indicar uma condição ou hipótese: Se recebesse o prêmio. partira.

pede-se o emprego do pronome pessoal “eu”. Aqueles remédios são ruins de serem tomados. Com os verbos causativos “deixar”. como na oração “Este trabalho é para eu fazer”. ou não. que se revela. Quando a preposição “para” estiver regendo um verbo.: termos (nós) 2ª pessoa do plural: Radical + dês. As meninas foram impedidas de participar do jogo. marchar! (= Marchai!) . genérica.Foram dois amigos à casa de outro. assumindo a mesma forma do impessoal.: terdes (vós) 3ª pessoa do plural: Radical + em. podendo ter valor e função de substantivo. “mandar” e “fazer” e seus sinônimos que não formam locução verbal com o infinitivo que os segue. É inadequado o emprego da preposição “para” antes dos objetos diretos de verbos como “pedir”. (= vida é luta). elas não deixam de referir-se às respectivas pessoas do discurso (o que será esclarecido apenas pelo contexto da frase). Ouvi-as dizer que não iriam à festa. Por ser o infinitivo impessoal mais genérico e vago.Vamos pensar no seu caso. Ex. Por exemplo: Eles não têm o direito de gritar assim. Por exemplo: Se tu não perceberes isto. Era preciso ter lido este livro. Perdôo-te por me traíres.Quando tiver o valor de Imperativo. .Para estudarmos. Por exemplo: É preciso ler este livro.Esta salada é para eu comer? .Quando tiver sujeito diferente daquele da oração principal. O guarda fez sinal para os motoristas pararem. . . Assim. Por exemplo: Vi-os entrar atrasados. Quando o infinitivo preposicionado. Na 1ª e 3ª pessoas do singular. Por exemplo: Querer é poder. Ex. eu uso estes óculos. . isso significa que ele apresenta sentido genérico ou indefinido. “falar” e sinônimos. os verbos apresentam ainda as formas nominais: infinitivo – impessoal e pessoal. No entanto. . Por exemplo: Deixei-os sair cedo hoje. na voz passiva dos verbos “contentar”. Por exemplo: Amar é sofrer. (3ª pessoa) As regras que orientam o emprego da forma variável ou invariável do infinitivo não são todas perfeitamente definidas. preceder ou estiver distante do verbo da oração principal (verbo regente). Ex.Pediu que Carlos entrasse (correto).. . não apresenta desinências. O infinitivo pessoal.Além dos três modos citados. “sentir” e sinônimos. Por exemplo: Para ler melhor. Observe que. Convém vocês irem primeiro.Devemos sorrir ao invés de chorar. flexionandose.Antes de nascerem. Quando se diz que um verbo está no infinitivo pessoal. nas demais.Pediu para que Carlos entrasse (errado). embora não haja desinências para a 1ª e 3ª pessoas do singular (cujas formas são iguais às do infinitivo impessoal).Quando apresenta uma ideia vaga. e o infinitivo pessoal mais preciso e determinado. Eu os convenci a aceitar. Por exemplo: Soldados. . . muito lhe agradecemos. O bom é sempre lembrarmos desta regra (sujeito desinencial. como sujeito. Por exemplo: . isso significa que ele atribui um agente ao processo verbal. não relacionado a nenhuma pessoa. Por exemplo: Viver é lutar. É indispensável combater a corrupção. “dizer”. (= combate à) O infinitivo impessoal pode apresentar-se no presente (forma simples) ou no passado (forma composta). o Infinitivo (verbo auxiliar) deve ser flexionado. e sua forma é invariável. deve-se também deixar o infinitivo sem flexão. por sua vez. Fumar prejudica a saúde. Com os verbos sensitivos “ver”. Infinitivo Impessoal: Exprime a significação do verbo de modo vago e indefinido. “ouvir”. Por exemplo: . flexiona-se da seguinte maneira: 2ª pessoa do singular: Radical + ES. sem se referir a um sujeito determinado.Quando o sujeito da oração estiver claramente expresso.Pediu para Carlos entrar (errado).Aquele exercício era para eu corrigir. O Infinitivo Impessoal é usado: .: teres (tu) 1ª pessoa do plural: Radical + mos. “tomar” e “ouvir”.. que deve se apresentar oblíquo tônico. Por exemplo: O professor deu um prazo de cinco dias para os alunos estudarem bastante para a prova. a preposição está ligada somente ao pronome. É proibido colar cartazes neste muro. Para ler melhor. Quando o sujeito do infinitivo é o mesmo do verbo da oração anterior. Nas locuções verbais. Por exemplo: .Eles não podiam reclamar do colégio. . Por exemplo: Eram pessoas difíceis de serem contentadas.Queremos acordar bem cedo amanhã.Na esperança de sermos atendidos. já estão condenadas à fome muitas crianças. estaremos sempre dispostos. . apresenta desinências de número e pessoa.: terem (eles) Por exemplo: Foste elogiado por teres alcançado uma boa colocação. pode ser flexionado para melhor clareza do período e também para se enfatizar o sujeito (agente) da ação verbal. adjetivo ou verbo da oração anterior. neste caso. O hotel preparou tudo para os turistas ficarem à vontade. . Quando se diz que um verbo está no infinitivo impessoal. ela usa estes óculos. Os CDs que você me emprestou são agradáveis de serem ouvidos. Em orações como “Esta carta é para mim!”. O infinitivo deve ser flexionado nos seguintes casos: . sujeito implícito = nós). recomenda-se usar este último sempre que for necessário dar à frase maior clareza ou ênfase. (1ª pessoa). . Ex. Infinitivo Pessoal: É o infinitivo relacionado às três pessoas do discurso.Tenho ainda alguns livros por (para) publicar.Quando é regido de preposição e funciona como complemento de um substantivo..Ela me deu um relógio para eu consertar. Outros exemplos: . . por exemplo. . a fim de jogarem futebol. gerúndio e particípio. considera-se apenas o processo verbal.Eles foram condenados a pagar pesadas multas.

dançarmos nós.Quando o verbo tem o infinitivo com “g”. tu és. ele será. Quando o particípio exprime somente estado. Por exemplo: Faço isso para não me acharem inútil. por serem eles. (Lembre. Como desdobramento dessa reduzida. tu eras. partir ele. Gerúndio: dançando. Temos de agir assim para nos promoverem. se nós fôssemos. eles são. uma ação concluída. Futuro do Presente: eu serei. Estar. na forma composta. . partirdes vós. sejamos nós. a escolha do Infinitivo Flexionado é feita sempre que se quer enfatizar o agente (sujeito) da ação expressa pelo verbo.). enferrujaria. Neste exemplo ocorre. Infinitivo Pessoal: por ser eu. não seja ele. eles eram. ele seria. tu foras. havia crianças vendendo doces. partirem eles. comerem eles. nós fomos. etc. assume verdadeiramente a função de adjetivo (adjetivo verbal). que eles sejam.” Gerúndio: O gerúndio pode funcionar como adjetivo ou advérbio. Infinitivo Pessoal: dançar eu. Quando “parecer” é verbo auxiliar de um outro verbo: Elas parecem mentir. Imperativo Negativo: não sejas tu. comerdes vós. que ele seja. eles foram. viajem (3ª pessoa do plural do presente do subjuntivo. vós fôreis. dançardes vós. eles seriam. Por exemplo: Enferrujar: enferrujou. 3ª Conjugação –IR Infinitivo Impessoal: partir. aprenderás o valor do dinheiro. Modo Subjuntivo Presente: que eu seja. Particípio: comido. sejam eles. que vós sejais. se vós fôsseis. Mais-que-perfeito simples: eu fora. Particípio: Quando não é empregado na formação dos tempos compostos. quando tu fores. não confundir com o substantivo viagem) viajarão. partirmos nós. ele era. nós éramos. eles serão. Particípio: partido. dançares tu. número e grau.Se o infinitivo de um verbo for escrito com “j”. . se eles fossem. Por exemplo: eu dirijo/ eu ajo . Por exemplo: Terminados os exames. Tendo trabalhado. Por exemplo: Saindo de casa. vós fostes. Futuro do Pretérito Composto: Teria sido. Por exemplo: Vi os alunos abraçarem-se alegremente. enferrujassem. o gerúndio expressa uma ação em curso. Como se pode observar. ele foi. Pretérito Mais-que-Perfeito Composto: tinha sido. tu serias.. os candidatos saíram. contudo. Elas parece mentirem. viajasses. se ele fosse. que o substantivo ferrugem é grafado com “g”. enferrujem. Ela não sai sozinha à noite a fim de não falarem mal da sua conduta. por serdes vós. se tu fosses. vós sereis. Pretérito Imperfeito: eu era. dançar ele. vós seríeis. Futuro Composto: tiver sido. Gerúndio: comendo. etc. Pretérito Mais-que-Perfeito Composto: tivesse sido. Viajar: viajou. partires tu. um período composto. sede vós. Pretérito Imperfeito: se eu fosse. por ser ele.Quando se quiser indeterminar o sujeito (utilizado na terceira pessoa do plural).Quando apresentar reciprocidade ou reflexibilidade de ação. comermos nós. dançarem eles. Pretérito Perfeito Composto: tenho sido. Formas Nominais Infinitivo: ser Gerúndio: sendo Particípio: sido . Pretérito Perfeito Simples: eu fui. eles foram. nós seremos. Haver Ser Modo Indicativo Presente: eu sou. Infinitivo pessoal: partir eu. Mandei as meninas olharem-se no espelho. não sejais vós. nós seríamos. aprendeu o valor do dinheiro. Por exemplo: Trabalhando. podemos ter a oração “Parece que elas mentem. 1ª Conjugação –AR Infinitivo Impessoal: dançar. . viajaria. 2ª Conjugação –ER Infinitivo Impessoal: comer. “Parece” é o verbo de uma oração principal cujo sujeito é a oração subordinada substantiva subjetiva reduzida de infinitivo “elas mentirem”. não sejam eles. por sermos nós. comer ele.O verbo “parecer” pode relacionar-se de duas maneiras distintas com o infinitivo. tu foste. nós somos. esse “j” aparecerá em todas as outras formas. ele fora. seja ele. Por exemplo: Ela foi a aluna escolhida para representar a escola. Nas ruas. quando nós formos. comeres tu. Infinitivo pessoal: comer eu. Modo Imperativo Imperativo Afirmativo: sê tu. que tu sejas. sem nenhuma relação temporal. Futuro do Pretérito Composto: terei sido. vós éreis. encontrei alguns amigos. Fizemos os adversários cumprimentarem-se com gentileza. (função de advérbio). quando vós fordes. ele é. quando ele for. Verbos Auxiliares: Ser. tu serás. o particípio indica geralmente o resultado de uma ação terminada. na verdade. Futuro do Pretérito simples: eu seria. (função adjetivo) Na forma simples. vós sois. não sejamos nós. como em “dirigir” e “agir” este “g” deverá ser trocado por um “j” apenas na primeira pessoa do presente do indicativo. por seres tu. Ter. Futuro Simples: quando eu for. flexionando-se em gênero. que nós sejamos. Particípio: dançado. enferrujarão. quando eles forem. nós fôramos. Gerúndio: partindo.

Pretérito Imperfeito: eu estava. vós estivéreis. ele houvera. ele haverá. Futuro do Presente: terei tido. ele teve. Pretérito Mais-que-Perfeito Simples: eu estivera. vós tínheis. eles tiveram. por termos nós. tu estarás. por teres tu. não tenha ele. tu terias. ele tem. Pretérito Perfeito Composto: tenho estado. eles estarão. ele estava. Imperativo Negativo: não estejas tu. nós estamos. esteja ele. eles estiveram. quando vós houverdes. nós tínhamos. se eles estivessem. tu houveste. estejam eles. tu terás. eles haviam. Pretérito Mais-que-perfeito Composto: tinha estado Futuro do Presente Simples: eu estarei. por terdes vós. Futuro Simples: quando eu houver. Pretérito Imperfeito: eu havia. quando tu tiveres. Pretérito Imperfeito: eu tinha. tu estavas. nós havíamos. Pretérito Mais-que-Perfeito Composto: tivesse estado Futuro Simples: quando eu estiver. ele terá. eles terão. vós houvéreis. Futuro: quando eu tiver. eles tinham. tu estás. tu haverias. ele havia. que ele tenha. vós havereis. que eles estejam. Pretérito Perfeito Simples: eu estive. vós haveríeis. Pretérito Imperfeito: se eu houvesse. que eles hajam. Pretérito Mais-que-Perfeito Composto: tivesse havido. Futuro Composto: tiver havido. quando nós tivermos. Infinitivo Pessoal: por ter eu. não esteja ele. vós teríeis. se nós houvéssemos. nós estaremos. Modo Subjuntivo Presente: que eu haja. nós havemos. se tu estivesses. Pretérito Mais-que-Perfeito Composto: tivesse tido. vós estaríeis. ele teria. nós haveríamos. ele estivera. se tu tivesses. eles estavam. Pretérito Mais-que-Perfeito Composto: tinha tido. nós tivéramos. Pretérito Perfeito Composto: tenho tido. se vós houvésseis. Formas Nominais Infinitivo: ter Gerúndio: tendo Particípio: tido Haver Modo Indicativo Presente: eu hei. quando tu estiveres. quando tu houveres. se eles tivessem. Pretérito Perfeito Simples: eu houve. nós estivemos. nós estaríamos. não estejais vós. tende vós. não tenhais vós. eles teriam. nós houvéramos. Futuro do Presente Composto: terei havido. . Pretérito Perfeito Composto: tenho havido. eles estiveram. vós estais. vós estáveis. se ele estivesse. não estejamos nós. Modo Imperativo Imperativo Afirmativo: tem tu. por ter ele. por estarem eles. Pretérito Mais-que-Perfeito Simples: eu houvera. nós teríamos. tu tinhas. tenham eles. se eles houvessem. vós estareis. Futuro do Pretérito Simples: eu teria. nós haveremos. eles haveriam. se nós tivéssemos. tu houveras. vós houvestes. vós tivéreis. ele estaria. Futuro Composto: Tiver estado. quando ele houver. ele haveria. Futuro do Pretérito Simples: eu estaria. que nós tenhamos. quando eles tiverem. que tu tenhas. Futuro do Presente Simples: eu haverei. não estejam eles. quando eles estiverem. tu estarias. quando nós houvermos. ele está. Futuro do Pretérito Simples: eu haveria. eles houveram. Modo Subjuntivo Presente: que eu tenha. tu tens. se vós tivésseis. Pretérito Mais-que-Perfeito Simples: eu tivera. por terem eles. vós tendes. que tu estejas. quando ele estiver. Infinitivo Pessoal: por estar eu. Pretérito Perfeito Simples: eu tive. Futuro Composto: tiver tido. por estardes vós. Futuro do Presente Simples: eu terei. que vós estejais. vós estivestes. eles estão. que ele haja. se vós estivésseis. Formas Nominais Infinitivo: estar Gerúndio: estando Particípio: estado Ter Modo Indicativo Presente: eu tenho. tu estiveras. nós estivéramos. vós tereis. vós haveis. tu tiveste. nós houvemos. Pretérito Imperfeito: se eu estivesse. tu haverás. tu estiveste. tenhamos nós. se ele tivesse. eles haverão. que vós hajais. ele há. se nós estivéssemos. ele estará. por estar ele. tu hás.Estar Modo Indicativo Presente: eu estou. que nós estejamos. estejamos nós. quando ele tiver. Futuro do Pretérito composto: teria tido. não tenham eles. Pretérito Mais-que-Prefeito Composto: tinha havido. que eles tenham. quando nós estivermos. por estarmos nós. quando vós estiverdes. que tu hajas. ele tivera. estai vós. Modo Subjuntivo Presente: que eu esteja. Futuro do Pretérito Composto: teria estado. quando eles houverem. tenha ele. Modo Imperativo Imperativo Afirmativo: está tu. Imperativo Negativo: não tenhas tu. eles têm. vós havíeis. quando vós tiverdes. que nós hajamos. que ele esteja. ele houve. se ele houvesse. não tenhamos nós. Futuro do Presente Composto: terei estado. ele tinha. eles tiveram. eles houveram. vós tivestes. tu havias. nós teremos. Pretérito Imperfeito: se eu tivesse. nós temos. eles estariam. se tu houvesses. que vós tenhais. ele esteve. nós tivemos. tu tiveras. eles hão. Futuro do Pretérito Composto: teria havido. por estares tu. nós estávamos.

Modo Imperativo Imperativo Afirmativo: haja ele, hajamos nós, havei vós, hajam eles. Imperativo Negativo: não hajas tu, não haja ele, não hajamos nós, não hajais vós, não hajam eles. Infinitivo Pessoal: por haver eu, por haveres tu, por haver ele, por havermos nós, por haverdes vós, por haverem eles. Formas Nominais Infinitivo: haver Gerúndio: havendo Particípio: havido Verbos Regulares: Não sofrem modificação no radical durante toda conjugação (em todos os modos) e as desinências seguem as do verbo paradigma (verbo modelo) Amar: (radical: am) Amo, Amei, Amava, Amara, Amarei, Amaria, Ame, Amasse, Amar. Comer: (radical: com) Como, Comi, Comia, Comera, Comerei, Comeria, Coma, Comesse, Comer. Partir: (radical: part) Parto, Parti, Partia, Partira, Partirei, Partiria, Parta, Partisse, Partir. Verbos Irregulares: São os verbos que sofrem modificações no radical ou em suas desinências. Dar: dou, dava, dei, dera, darei, daria, dê, desse, der Caber: caibo, cabia, coube, coubera, caberei, caberia, caiba, coubesse, couber. Agredir: agrido, agredia, agredi, agredira, agredirei, agrediria, agrida, agredisse, agredir. Anômalos: São aqueles que têm uma anomalia no radical. Ser, Ir Ir Modo Indicativo Presente: eu vou, tu vais, ele vai, nós vamos, vós ides, eles

Modo Imperativo Imperativo Afirmativo: vai tu, vá ele, vamos nós, ide vós, vão eles. Imperativo Negativo: não vás tu, não vá ele, não vamos nós, não vades vós, não vão eles. Infinitivo Pessoal: ir eu, ires tu, ir ele, irmos nós, irdes vós, irem eles. Formas Nominais: Infinitivo: ir Gerúndio: indo Particípio: ido Verbos Defectivos: São aqueles que possuem um defeito. Não têm todos os modos, tempos ou pessoas. Verbo Pronominal: É aquele que é conjugado com o pronome oblíquo. Ex: Eu me despedi de mamãe e parti sem olhar para o passado. Verbos Abundantes: “São os verbos que têm duas ou mais formas equivalentes, geralmente de particípio.” (Sacconi) Infinitivo: Aceitar, Anexar, Acender, Desenvolver, Emergir, Expelir. Particípio Regular: Aceitado, Anexado, Acendido, Desenvolvido, Emergido, Expelido. Particípio Irregular: Aceito, Anexo, Aceso, Desenvolto, Emerso, Expulso. Tempos Compostos: São formados por locuções verbais que têm como auxiliares os verbos ter e haver e como principal, qualquer verbo no particípio. São eles: - Pretérito Perfeito Composto do Indicativo: É a formação de locução verbal com o auxiliar ter ou haver no Presente do Indicativo e o principal no particípio, indicando fato que tem ocorrido com freqüência ultimamente. Por exemplo: Eu tenho estudado demais ultimamente. - Pretérito Perfeito Composto do Subjuntivo: É a formação de locução verbal com o auxiliar ter ou haver no Presente do Subjuntivo e o principal no particípio, indicando desejo de que algo já tenha ocorrido. Por exemplo: Espero que você tenha estudado o suficiente, para conseguir a aprovação. - Pretérito Mais-que-Perfeito Composto do Indicativo: É a formação de locução verbal com o auxiliar ter ou haver no Pretérito Imperfeito do Indicativo e o principal no particípio, tendo o mesmo valor que o Pretérito Mais-que-Perfeito do Indicativo simples. Por exemplo: Eu já tinha estudado no Maxi, quando conheci Magali. - Pretérito Mais-que-perfeito Composto do Subjuntivo: É a formação de locução verbal com o auxiliar ter ou haver no Pretérito Imperfeito do Subjuntivo e o principal no particípio, tendo o mesmo valor que o Pretérito Imperfeito do Subjuntivo simples. Por exemplo: Eu teria estudado no Maxi, se não me tivesse mudado de cidade. Perceba que todas as frases remetem a ação obrigatoriamente para o passado. A frase Se eu estudasse, aprenderia é completamente diferente de Se eu tivesse estudado, teria aprendido.

Pretérito Imperfeito: eu ia, tu ias, ele ia, nós íamos, vós íeis, eles iam. Pretérito Perfeito: eu fui, tu foste, ele foi, nós fomos, vós fostes, eles foram. Pretérito Mais-que-Perfeito: eu fora, tu foras, ele fora, nós fôramos, vós fôreis, eles foram. Futuro do Presente: eu irei, tu irás, ele irá, nós iremos, vós ireis, eles irão. Futuro do Pretérito: eu iria, tu irias, ele iria, nós iríamos, vós iríeis, eles iriam. Modo Subjuntivo Presente: que eu vá, que tu vás, que ele vá, que nós vamos, que vós vades, que eles vão. Pretérito Imperfeito: se eu fosse, se tu fosses, se ele fosse, se nós fôssemos, se vós fôsseis, se eles fossem. Futuro: quando eu for, quando tu fores, quando ele for, quando nós formos, quando vós fordes, quando eles forem.

vão.

- Futuro do Presente Composto do Indicativo: É a formação de locução verbal com o auxiliar ter ou haver no Futuro do Presente simples do Indicativo e o principal no particípio, tendo o mesmo valor que o Futuro do Presente simples do Indicativo. Por exemplo: Amanhã, quando o dia amanhecer, eu já terei partido. - Futuro do Pretérito Composto do Indicativo: É a formação de locução verbal com o auxiliar ter ou haver no Futuro do Pretérito simples do Indicativo e o principal no particípio, tendo o mesmo valor que o Futuro do Pretérito simples do Indicativo. Por exemplo: Eu teria estudado no Maxi, se não me tivesse mudado de cidade. - Futuro Composto do Subjuntivo: É a formação de locução verbal com o auxiliar ter ou haver no Futuro do Subjuntivo simples e o principal no particípio, tendo o mesmo valor que o Futuro do Subjuntivo simples. Por exemplo: Quando você tiver terminado sua série de exercícios, eu caminharei 6 Km. Veja os exemplos: Quando você chegar à minha casa, telefonarei a Manuel. Quando você chegar à minha casa, já terei telefonado a Manuel. Perceba que o significado é totalmente diferente em ambas as frases apresentadas. No primeiro caso, esperarei “você” praticar a sua ação para, depois, praticar a minha; no segundo, primeiro praticarei a minha. Por isso o uso do advérbio “já”. Assim, observe que o mesmo ocorre nas frases a seguir: Quando você tiver terminado o trabalho, telefonarei a Manuel. Quando você tiver terminado o trabalho, já terei telefonado a Manuel. - Infinitivo Pessoal Composto: É a formação de locução verbal com o auxiliar ter ou haver no Infinitivo Pessoal simples e o principal no particípio, indicando ação passada em relação ao momento da fala. Por exemplo: Para você ter comprado esse carro, necessitou de muito dinheiro

04. Dê, na ordem em que aparecem nesta questão, as seguintes formas verbais: advertir - no imperativo afirmativo, segunda pessoa do plural compor - no futuro do subjuntivo, segunda pessoa do plural rever - no perfeito do indicativo, segunda pessoa do plural prover - no perfeito do indicativo, segunda pessoa do singular a) adverti, componhais, revês, provistes b) adverti, compordes, revestes, provistes c) adverte, compondes, reveis, proviste d) adverti, compuserdes, revistes, proveste e) n.d.a 05. “Eu não sou o homem que tu procuras, mas desejava ver-te, ou, quando menos, possuir o teu retrato.” Se o pronome tu fosse substituído por Vossa Excelência, em lugar das palavras destacadas no texto acima transcrito teríamos, respectivamente, as seguintes formas: a) procurais, ver-vos, vosso b) procura, vê-la, seu c) procura, vê-lo, vosso d) procurais, vê-la, vosso e) procurais, ver-vos, seu 06. Assinale a única alternativa que contém erro na passagem da forma verbal, do imperativo afirmativo para o imperativo negativo: a) parti vós - não partais vós b) amai vós - não ameis vós c) sede vós - não sejais vós d) ide vós - não vais vós e) perdei vós - não percais vós 07. Vi, mas não ............; o policial viu, e também não ............, dois agentes secretos viram, e não ............ Se todos nós ............ , talvez .......... tantas mortes. a) intervir - interviu - tivéssemos intervido - teríamos evitado b) me precavi - se precaveio - se precaveram - nos precavíssemos - não teria havido c) me contive - se conteve - contiveram - houvéssemos contido - tivéssemos impedido d) me precavi - se precaveu - precaviram - precavêssemo-nos não houvesse e) intervim - interveio - intervieram - tivéssemos intervindo houvéssemos evitado 08. Assinale a alternativa em que uma forma verbal foi empregada incorretamente: a) O superior interveio na discussão, evitando a briga. b) Se a testemunha depor favoravelmente, o réu será absolvido. c) Quando eu reouver o dinheiro, pagarei a dívida. d) Quando você vir Campinas, ficará extasiado. e) Ele trará o filho, se vier a São Paulo. 09. Assinale a alternativa incorreta quanto à forma verbal: a) Ele reouve os objetos apreendidos pelo fiscal. b) Se advierem dificuldades, confia em Deus. c) Se você o vir, diga-lhe que o advogado reteve os documentos. d) Eu não intervi na contenda porque não pude. e) Por não se cumprirem as cláusulas propostas, as partes desavieram-se e requereram rescisão do contrato.

Exercícios
01. Assinale o período em que aparece forma verbal incorretamente empregada em relação à norma culta da língua: a) Se o compadre trouxesse a rabeca, a gente do ofício ficaria exultante. b) Quando verem o Leonardo, ficarão surpresos com os trajes que usava. c) Leonardo propusera que se dançasse o minuete da corte. d) Se o Leonardo quiser, a festa terá ares aristocráticos. e) O Leonardo não interveio na decisão da escolha do padrinho do filho. 02. ....... em ti; mas nem sempre ....... dos outros. a) Creias – duvidas b) Crê – duvidas c) Creias – duvida d) Creia – duvide e) Crê - duvides 03. Assinale a frase em que há erro de conjugação verbal: a) Os esportes entretêm a quem os pratica. b) Ele antevira o desastre. c) Só ficarei tranquilo, quando vir o resultado. d) Eles se desavinham frequentemente. e) Ainda hoje requero o atestado de bons antecedentes.

10. Indique a incorreta: a) Estão isentados das sanções legais os citados no artigo 6º. b) Estão suspensas as decisões relativas ao parágrafo 3º do artigo 2º. c) Fica revogado o ato que havia extinguido a obrigatoriedade de apresentação dos documentos mencionados. d) Os pareceres que forem incursos na Resolução anterior são de responsabilidade do Governo Federal. e) Todas estão incorretas.

Graus dos Advérbios: o advérbio não vai para o plural, são palavras invariáveis, mas alguns admitem a flexão de grau: comparativo e superlativo. Comparativo de: Igualdade - tão + advérbio + quanto, como: Sou tão feliz quanto / como você. Superioridade - Analítico: mais do que: Raquel é mais elegante do que eu. - Sintético: melhor, pior que: Amanhã será melhor do que hoje. Inferioridade - menos do que: Falei menos do que devia. Superlativo Absoluto: Analítico - mais, muito, pouco,menos: O candidato defendeuse muito mal. Sintético - íssimo, érrimo: Localizeio rapídíssimo. Palavras e Locuções Denotativas: São palavras semelhantes a advérbios e que não possuem classificação especial. Não se enquadram em nenhuma das dez classes de palavras. São chamadas de denotativas e exprimem: Afetividade: felizmente, infelizmente, ainda bem: Ainda bem que você veio. Designação, Indicação: eis: Eis aqui o herói da turma. Exclusão: exclusive, menos, exceto, fora, salvo, senão, sequer: Não me disse sequer uma palavra de amor. Inclusão: inclusive, também, mesmo, ainda, até, além disso, de mais a mais: Também há flores no céu. Limitação: só, apenas, somente, unicamente: Só Deus é perfeito. Realce: cá, lá, é que, sobretudo, mesmo: Sei lá o que ele quis dizer! Retificação: aliás, ou melhor, isto é, ou antes: Irei à Bahia na próxima semana, ou melhor, no próximo mês. Explicação: por exemplo, a saber: Você, por exemplo, tem bom caráter. Emprego do Advérbio - Na linguagem coloquial, familiar, é comum o emprego do sufixo diminutivo dando aos advérbios o valor de superlativo sintético: agorinha, cedinho, pertinho, devagarinho, depressinha, rapidinho (bem rápido): Rapidinho chegou a casa; Moro pertinho da universidade. - Frequenternente empregamos adjetivos com valor de advérbio: A cerveja que desce redondo. (redondamente) - Bastante antes de adjetivo, é advérbio, portanto, não vai para o plural; equivale a muito / a: Aquelas jovens são bastante simpáticas e gentis. - Bastante, antes de substantivo, é adjetivo, portanto vai para o plural, equivale a muitos / as: Contei bastantes estrelas no céu. - Não confunda mal (advérbio, oposto de bem) com mau (adjetivo, oposto de bom): Mal cheguei a casa, encontrei a de mau humor. - Antes de verbo no particípio, dizse mais bem, mais mal: Ficamos mais bem informados depois do noticiário notumo. - Em frase negativa o advérbio já equivale a mais: Já não se fazem professores como antigamente. (=não se fazem mais)

Respostas
01-B / 02-E / 03-E / 04-D / 05-B / 06-D / 07-E / 08-E / 09-D / 10-A /

Advérbio
Advérbio é a palavra invariável que modifica um verbo (Chegou cedo), um outro advérbio (Falou muito bem), um adjetivo (Estava muito bonita). De acordo com a circunstância que exprime, o advérbio pode ser de: Tempo: ainda, agora, antigamente, antes, amiúde (=sempre), amanhã, breve, brevemente, cedo, diariamente, depois, depressa, hoje, imediatamente, já, lentamente, logo, novamente, outrora. Lugar: aqui, acolá, atrás, acima, adiante, ali, abaixo, além, algures (=em algum lugar), aquém, alhures (= em outro lugar), aquém,dentro, defronte, fora, longe, perto. Modo: assim, bem, depressa, aliás (= de outro modo ), devagar, mal, melhor pior, e a maior parte dos advérbios que termina em mente: calmamente, suavemente, rapidamente, tristemente. Afirmação: certamente, decerto, deveras, efetivamente, realmente, sim, seguramente. Negação: absolutamente, de modo algum, de jeito nenhum, nem, não, tampouco (=também não). Intensidade: apenas, assaz bastante bastante, bem, demais,mais, meio, menos, muito, quase, quanto, tão, tanto, pouco. Dúvida: acaso, eventuamente, por ventura, quiçá, possivelmente, talvez. Adverbios Interrogativos: São empregados em orações interrogativas diretas ou indiretas. Podem exprimir: lugar, tempo, modo, ou causa. - Onde fica o Clube das Acácias ? (direta) - Preciso saber onde fica o Clube das Acássias. (indireta) - Quando minha amiga Delma chegará de Campinas? (direta) - Gostaria de saber quando minha amiga Delma chegará de Campinas. (indireta) Locuçoes Adverbiais: São duas ou mais palavras que têm o valor de advérbio: às cegas, às claras, às toa, às pressas, às escondidas, à noite, à tarde, às vezes, ao acaso, de repente, de chofre, de cor, de improviso, de propósito, de viva voz, de medo, com certeza, por perto, por um triz, de vez em quando, sem dúvida, de forma alguma, em vão, por certo, à esquerda, à direta, a pé, a esmo, por ali, a distância. - De repente o dia se fez noite. - Por um triz eu não me denunciei. - Sem dúvida você é o melhor.

08. c) Descobri o meio de acertar.A repetição de um mesmo advérbio assume o valor superlativo: Levantei cedo. 02. d) Nossa irmã é mais nova que a sua.a Respostas 01-B / 02-C / 03-D / 04-B / 05-C / 06-E / 07-D / 08-B / 09-A / 10-B Preposição É a palavra invariável que liga um termo dependente a um termo principal. Assinale a frase em que meio funciona como advérbio: a) Só quero meio quilo. . Perante todos disse. após. c) O menino. com. (= de acordo com) . mediante. e) lugar / modo. sob. b) Ali está o material. 06. Ele ficou em casa. b) Disseram-me por que chegaram tarde. c) Tudo está correto. em. senão. é flexionado: a casa.. cantou desafinadamente. contra. A preposição a nunca vai para o plural e não estabelece concordância com o substantivo. o particípio permanece no masculino plural: Minha irmã Zuleide emagrecia a olhos vistos. perante. estabelecendo uma relação entre ambos. as estrelas. Morfologicamente. c) Boas notícias duram pouco. b) Amanhã. apenas no último permanece mente: Educada e pacientemente. c) Lá está teu primo. a estrela. visto. As preposições acidentais são palavras de outras classes que atuam eventualmente como preposições. sim. c) lugar / intensidade. d) Ela fala bem. e) Ela falou calma e sabiamente.Dois ou mais advérbios terminados em mente. c) Aonde está o livro? d) É bom o colégio donde saímos.O artigo definido a que vem sempre acompanhado de um substantivo. Em todas as opções há dois advérbios. d) tempo / causa. d) Talvez ele fale. Exemplos: Não dê atençâo a fofocas. sobre. b) tempo / modo.d. As preposições podem ser: essenciais ou acidentais. para. Exemplo: Fiz todo o percurso a pé. e) Comprou um metro e meio. o jogo.As preposições essenciais são sempre seguidas dos pronomes pessoais oblíquos: Despediuse de mim rapidamente. circunstâncias a) tempo / intensidade. 10. e) Estava bem cansado. exceto. até. respectivamente. Indique a alternativa gramaticalmente incorreta: a) A casa onde moro é excelente.” (Millôr Fernandes) de: “Um dia” e “mal” exprimem. Marque o exemplo em que ambas as palavras em negrito estão na mesma classe gramatical: a) O seu talvez deixou preocupado o professor. entre. exceto em: a) Ele permaneceu muito calado.. por. . 03. São: como (=na qualidade de).” a) adjetiva b) adverbial c) prepositiva d) conjuntiva e) substantiva 09.Na locução adverbial a olhos vistos (=claramente). de. e) n. ontem. e) O sítio aonde vais é pequeno. e) Já cheguei. 04. Só não há advérbio em: a) Não o quero. a expressão sublinhada na frase abaixo é classificada como locução: “Estava à toa na vida. (não há concordância com o substantivo masculino pé) . salvo. sem. Não vá sem mim. tirante: Agia conforme sua vontade. segundo. Classifique a locução adverbial que aparece em “Machucou-se com a lâmina”. consoante. Leia o texto que segue: “Não há muito tempo atrás Eu sonhava um dia ter Esse ordenado enorme Que mal me dá pra viver. São: a. não iremos ao cinema. b) Achei-o meio triste. As preposições essenciais atuam exclusivamente como preposições. falei a todos. realizou-se. a) modo b) instrumento c) causa d) concessão e) fim 05. b) Respondeu-nos simplesmente com um não. trás. hoje. a árvore. d) Parou no meio da rua. Exercícios 01. A palavra em é: a) conjunção b) pronome indefinido c) artigo definido d) advérbio de lugar e) preposição 07.. d) Traquilamente. cedo. desde. ante. b) Antigamente era mais pacato o mundo. as casas. conforme (=de acordo com). . as árvores. Qual das frases abaixo possui advérbio de modo? a) Realmente ela errou.

de acordo com. modo: Partiu às pressas. em frente a. tempo: Desde o ano passado quero mudar de casa.Locuções Prepositivas: É o conjunto de duas ou mais palavras que têm o valor de uma preposição. devese rir com alguém. espaço: Por cima dela havia um raio de luz. por cima de. lugar): Caminhava por ruas desconhecidas. os. Sobre (em cima de. dos. naquele. O uso da preposição com permite diferentes interpretações da frase acima. as. uma. embaixo de. às. de+ entre. uns.”. ao invés de (=ao contrário de).os= ao. finalidade: Lute sempre para viver com dignidade. Após (depois de): Após alguns momentos desabou num choro arrependido. e sim no começo: Vimos de perto o fenômeno do “tsunami”. àquilo. (inclusive) Com (companhia): Rir de alguém é falta de caridade. em vez de. aquela. Combinações e Contrações Combinação: ocorre combinação quando não há perda de fonemas: a+o. Os sonhadores amam até quem os despreza. daquele. será palavra de inclusão e não preposição. à exaustão. isto =da. depois de): Por trás desta carinha vêse muita falsidade. posse: Dizem que o dinheiro do povo sumiu. especialidade: Minha amiga Cidinha formouse em Letras. Mas é inadequado dizer: Proibido para menores de até 18 anos. a preposição a (que está contraída com o artigo a) traduz uma relação de: a) fim b) causa c) concessão d) limite e) modo .Não confunda locução prepositiva com locução adverbial. aquele. De (origem): Descendi de pais trabalhadores e honestos. Curiosidade: O símbolo @ (arroba) significa AT em Inglês. Use o sinal de crase. àquele. espaço. A última palavra é sempre uma preposição. nisso. tanta era a emoção. A contração da preposição a com os artigos ou pronomes demonstrativos a. em cima de. vestese sempre com elegância. para+ a = pra. além de. matéria: As queridas amigas Nilceia e Nadélgia moram em Curitiba. uma máquina administrativa que não funciona. Por (percurso. aquilo. O acidente ocorreu perto de meu atelier. aquela. aos / a+onde = aonde.. modo: Marfinha. Valores das Preposições A (movimento=direção): Foram a Lucélia comemorar os Anos Dourados. sob pressão dos pais. tempo: Iremos nos ver ao entardecer. causa: O bebé chorava de fome. naqueles. . esta. em redor de. por trás de. este.isto. daquilo. (ideia de passear) Ante (diante de): Parou ante mim sem dizer nada. defronte de. tempo: Pretendo vêlo lá para o final da semana. Até (aproximação): Correu até mim. Viveu.. acerca de. aquele. Sob (debaixo de / situação): Prefiro cavalgar sob o luar. deixou explodir a questão social. Em (lugar): Moramos em Lucélia há alguns anos. a respeito de. Veja quais são: abaixo de. em+ um. apesar de. a) Reescreva-a de duas maneiras diversas. que em Português significa em. assunto: Conversávamos sobre política financeira. Trás (situação posterior. No trecho: “(O Rio) não se industrializou. (e não: dos alunos estudarem) Desde (afastamento de um ponto no espaço): Essa neblina vem desde São Paulo. matéria: Era uma casa de sapé. perto de. que precede o sujeito de um verbo. numa. Apreposição para indica de permanência definitiva. (=no lugar de). em algum provedor. em lugar de. Contração: ocorre contração quando a preposição perde fonemas: de+a. Entre (posição entre dois limites): Convém colocar o vidro entre dois suportes. é preposição fora de uso. Para direção: Não lhe interessava mais ir para a Europa. junto a. lugar: Os corruptos vieram da capital. a fim de.. graças a. Exercícios 01. (locução prepositiva) . naquilo. das. aquilo recebe o nome de crase e é assinalada na escrita pelo acento grave ficando assim: à. tempo (substituída por antes de): Preciso chegarao encontro antes das quatro horas. A preposição de não deve contrairse com o artigo. b) Chegamos a Universidade as oito horas. para cada uma das reações. acima de. É tempo de os alunos estudarem. ao lado de. por causa de. Vou para o litoral. (ideia de morar) Perante (posição anterior): Permaneceu calado perante todos.. Apreposição a indica deslocamento rápido: Vanios à praia. àquela. de modo que haja um sentido diferente em cada uma. Financiamento em até 24 meses. direção a um limite: Bateu contra o muro e caiu. a par de. a noção expressa da preposição com. aquela. através de. Na locução adverbial. daquela. e inchou. Contra (oposição. b) Indique. deste. se necessário: a) Não vai a festas nem a reuniões. dentro de. com contato): Colocou ás taças de cristal sobre a toalha rendada. nisto. o nome está at. tempo: Certamente teremos o resultado do exame até a semana que vem. 02. aquele. disto. o ex-coronel ianque (. antes de. do. tempo: Tudo aconteceu em doze horas. No final da Guerra Civil americana. não compramos um DVD novo. 03. Portanto. umas. causa: Por ser muito caro. em favor de. isso. causa: A cidade foi destruída com o temporal. hostilidade): Revoltouse contra a decisão do tribunal. nunca há uma preposição no final. fermentada por mais de dois milhões de favelados. aquelas = num. Sem (ausência): Eu vou sem lenço sem documento. até a. numas. desta. instrumento: Feriuse com as próprias armas. minha comadre. assunto: Falávamos do casamento da Mariele. aquilo = dentre. a partir de. aqueles. (locução adverbial). as. Atenção: Se a preposição até equivaler a inclusive. naquela. É substituída por atrás de. nuns. para com. o. junto de.Uma preposição ou locução prepositiva pode vir com outra preposição: Abola passou por entre as pernas do goleiro.) sai à caça do soldado desertor que realizou assalto a trem com confederados.

Ui!. na escrita.04. pronome pessoal oblíquo c) artigo. Muito bem! Chamamento: Olá!.. Em 1. matando-as com jornais. uma mesma palavra ou expressão pode exprimir emoções variadas. Jesus!. Meu Deus!. Sim!. e nenhum livro com força de me prender. Eia!. e) O local da chacina estava interditado.b) Chegamos a Universidade às oito horas. Força!. tudo está perdido.3 Resolução: 01 . assinale a alternativa correta: 1) Preposição 2) Conjunção Subordinativa Causal 3) Conjunção Subordinativa Conformativa 4) Conjunção Coordenativa Aditiva 5) Advérbio Interrogativo de Modo ( ( ( ( ( ) Perguntamos como chegaste aqui.” d) “Trancava-me no quarto fugindo do aperreio.4 – 5 e) 1 .” No texto. b) Está na hora da criança dormir. estados de espírito ou apelos: As interjeições são como que frases resumidas: Ué ! =Eu não esperava essa! São proferidas com entonação especial. A seguir. Assinale a alternativa em que ocorre combinação de uma preposição com um pronome demonstrativo: a) Estou na mesma situação.. o assaltante recebeu a bala na cabeça e morreu na hora. Alerta!. Parabéns!. Uh! Uai! Pedido de Silêncio: Quieto!. 09.4 . realizou assalto a trem. lh! Medo: Cruzes!. os vocábulos em destaque são. pronome demonstrativo.2 . Olha lá! Alegria: Viva!..) sai à caça do soldado desertor.5 .” c) “Não fumava. Alô!. e) Acordei num lugar estranho.” 07. Ah!. com indica “em companhia de”. d) Retirei os livros das prateleiras para limpá-los. Na frase 2. Que bom!. Chega!. b) Neste momento. Psit! Aversão: Droga!. pronome pessoal oblíquo d) artigo. 06.”.2 – 4 d) 3 . encerramos nossas transmissões. ) Como estivesse muito frio. Assinale a alternativa em que a norma culta não aceita a contração da preposição de: a) Aos prantos. despedi-me dela. preposição. ) Percorrera as salas como eu mandara. Oh!. os vocábulos em destaque são respectivamente: a) preposição e artigo b) preposição e preposição c) artigo e artigo d) artigo e preposição e) artigo e pronome indefinido 08. Foi necessário apenas um disparo. Olá!. Caramba!. ) Tanto ele como o irmão são meus amigos. 03-E / 04-B / 05-C / 06-C / 07-A / 08-B / 09-B / 10-C / Interjeição É a palavra invariável que exprime emoções. c) Feriram-me a pauladas. Atenção!. com o ponto de exclamação(!) Locução Interjetiva: É o conjunto de duas ou mais palavras com valor de uma interjeição: Muito bem! Que pena! Quem me dera! Puxa. e) Ao entardecer. fiquei em casa. No final da Guerra Civil americana. convenientemente. Vamos!. Xi!. c) Falava das colegas em público. que se representa. “O policial recebeu o ladrão a bala.3 . 05.a) --------. a) 2 . como em copo com água. ) Tinha-o como amigo. preposição. Bico fechado!. com gente estranha. Calma!.3 – 1 b) 4 -5 . Ânimo!. c) Daqui não saio. Raios!. Tomara!. a) Desejo todo o bem a você. Assim. Psiu!. torna a guardá-las na bolsa. Tchau! Concordância: Claro!.1 . Silêncio!. 02 a) 1.5 . Toca! Aplauso: Bravo!. 2. numerando. os parênteses. o ex-coronel ianque (. Certo!. b) Na frase 1.3 . Sem dúvida! Desejo: Oxalá!.) sai à caça do soldado desertor que realizou assalto a trem que levava confederados. b) A julgar por esses dados.” e) “Andavam por cima do papel estendido com outras já pregadas no breu. em 2.1 .2 . Oba!. com indica a relação continente-conteúdo. Alto!. que legal! Classificaçao das Interjeições e Locuções Interjetivas As intejeições e as locuções interjetivas são classificadas. d) Ando só pela vida. Oba!. Credo!. No final da Guerra Civil americana. Assinale a opção em que a preposição com traduz uma relação de instrumento: a) “Teria sorte nos outros lugares. o ex-coronel ianque (. com confederados. com introduz um adjunto adnominal (de trem). Classifique a palavra como nas construções seguintes. Pudera!. Admiração ou Espanto: Oh!. Nossa!.” b) “Com o meu avô cada vez mais perto de mim. 10. Assinale a alternativa em que a preposição destacada estabeleça o mesmo tipo de relação que na frase matriz: Criaramse a pão e água. pronome pessoal oblíquo. artigo b) artigo. que. preposição. Céus! Advertência: Cuidado!. Basta! Saudação: Oi!. “Depois a mãe recolhe as velas. Adeus!.1 – 2 c) 5 .4 . d) Andou a colher alguns frutos do mar. sensações. (trem-soldados). introduz um adjunto adverbial de companhia.. Queira Deus! Quem me dera! . Ânimo: Avante!.’de acordo com o sentido que elas expressam em determinado contexto. o Santa Rosa seria um inferno. pronome demonstrativo. pronome demonstrativo e) preposição. Essa não!. respectivamente: a) pronome pessoal oblíquo. estarei aí.

c) copiar. b) adequar. “Eles deveriam ter comparecido àquela festa. c) Fabiano era muito desconfiado. ele insistiu. e) catalão . que as interjeições muitas vezes são formadas por palavras de outras classes gramaticais: Cuidado! Não beba ao dirigir! (cuidado é substantivo). 05. d) chão . é indispensável a presença da preposição “a”. Assim. Dos verbos abaixo apenas um é regular. A flexão do número incorreta é: a) tabelião . b) interjeição.Observe na relação acima.advérbio .advérbio .numeral . c) conjunção . “Esta blusa é igual à que compraste”. c) Os mudos falam com as mãos. mas é um mero sinal gráfico que indica ter havido a união de dois “a” (crase). c) ermitão . d) conjunção condicional. d) conjunção.Antes de palavra masculina: Chegou a tempo ao trabalho. e) advérbio.Antes de verbo: Ficamos a admirá-los. Vende-se a prazo. 09. b) bênção. identifique-o: a) pôr. Por isso. Respostas 1-A / 2-A / 3-D / 4-A / 5-E / 6-B / 7-E / 8-E / 9-D / 10-B / EMPREGO DO SINAL INDICATIVO DE CRASE Crase é a superposição de dois “a”. d) adjetivo .interjeição. d) Apesar do fracasso. d) frijo (frigir). d) reaver. mais fácil será para ele ter o domínio sobre a crase. b) conjunção adversativa.chãos.tabeliães. que é um problema de regência. “Enquanto punha o motor em movimento.verbo . Na oração “Ninguém está perdido se der amor. d) cristão. b) Havia muito bichinho ruim. Exercício Geral 01. quanto mais conhecer a regência de certos verbos e nomes.verbo. e) preposição essencial. b) Pretérito mais-que-perfeito do subjuntivo. e) fedo (feder). Para haver crase. e) Aquela rua é demasiado estreita. Das palavras abaixo. 04. geralmente a preposição “a” e o artigo a(s).melões.. 03. 06.adjetivo. e) Pretérito imperfeito do indicativo. d) Pretérito mais-que-perfeito do indicativo. pois. c) Presente do indicativo. A alternativa que não apresenta erro de flexão verbal no presente do indicativo é: a) reavejo (reaver). d) Fabiano vacilava muito para tomar decisão. em vez de escrevermos “entregamos a mercadoria a a vendedora”. 02. e) interjeição . Marque a frase em que o termo destacado expressa circunstância de causa: a) Quase morri de vergonha. Essa superposição é marcada por um acento grave (`). A alternativa que apresenta classes de palavras cujos sentidos podem ser modificados pelo advérbio são: a) adjetivo . podendo ser também a preposição “a” e o pronome demonstrativo a(s) ou a preposição “a” e o “a” inicial dos pronomes demonstrativos aqueles(s). e) capitão. c) preposição. 07. 08. e) Muito eficiente era o soldado amarelo. Vieram a pé. Ele começou a ter alucinações. b) melão . Não existe Crase .”.” O verbo destacado encontra-se no: a) Presente do subjuntivo.interjeição . A classe de palavras que é empregada para exprimir estados emotivos: a) adjetivo. c) advérbio de condição. devemos sobrepor os dois “a” e indicar esse fato com um acento grave: “Entregamos a mercadoria à vendedora”. faz plural como “assombrações” a) perdão. . c) coloro (colorir). c) alemão.” O acento grave que aparece sobre o “a” não constitui. b) precavo (precaver). b) verbo . aquela(s) e aquilo. a palavra grifada pode ser classificada como: a) advérbio de modo. b) Agi com calma.conjunção. Aponte a opção em que muito é pronome indefinido: a) O soldado amarelo falava muito bem. “esta blusa é igual a a que compraste” ou “eles deveriam ter comparecido a aquela festa”..catalões. e) brigar. 10.verbo. . a crase.ermitões.

Mas. . A explicação é idêntica à do item anterior: o pronome adjetivo possessivo aceita artigo. ficaria assim: O meu sítio é melhor que o teu (não há preposição. antes de um nome de pessoa. mesmo que a preposição esteja presente. Os papéis estavam sob a mesa.Antes de artigo indefinido: Levamos a mercadoria a uma firma. Se ocorrer “em” ou “de”. respectivamente.Com o pronome substantivo possessivo feminino singular. vim de Santa Catarina). por motivo de clareza: A água inundou a rua até à casa de Maria (= a água chegou perto da casa). aquilo: quando a preposição “a” surge diante desses demonstrativos. se não houvesse o sinal da crase.Antes de expressão de tratamento introduzida pelos pronomes possessivos Vossa ou Sua ou ainda da expressão Você. etc. . Porto Alegre indeterminadamente não aceita artigo: Vou a Porto Alegre (estou em Porto Alegre. diante das segundas. vim da Paraíba). pode haver crase porque ele. Traremos a Sua Majestade.” Ou: “A minha secretária é exigente”). Prefiro terninho a saia e blusa (no masc. Pretendo ir à Europa (estou na Europa. para até.Quando o “a” estiver no singular e a palavra seguinte estiver no plural: Falei a vendedoras desta firma. . não. aceita o artigo definido a(s): As cartas estavam colocadas umas às outras (no masculino. aquilo pelos demonstrativos este(s). Eles queriam oferecer flores a você. desde que comprovada a presença de preposição. Por aí se deduz que. acompanhando-se de uma expressão que a determine. o uso de acento indicativo de crase não é facultativo (conforme o caso.. = prefiro terninho a vestido). Para se saber se o nome de uma localidade aceita artigo. não ocorre crase. tudo vale a pena quando a alma não é pequena. . A solução não se relaciona àqueles problemas (= a + aqueles). às vezes. aquela(s). O avião dirigia-se a Santa Catarina (estou em Santa Catarina. vim da Europa). haverá crase porque o artigo definido estará presente. passará a admiti-lo: Vou à grande Porto Alegre (estou na grande Porto Alegre. . quando vierem determinados. Dirigiu-se a mim com ironia. a tratamento prolongado.Com expressões tomadas de maneira indeterminada: O doente foi submetido a dieta leve (no masc. Enviamos um telegrama a Marisa. Portanto./ A solução era esta apresentada ontem. existir preposição: Ela compareceu perante a direção da empresa. haverá crase com o “a” da frase original. A entrada é vedada a toda pessoa estranha. A solução não se relaciona àqueles problemas. .. Pediu informações a minha secretária. A Crase é Facultativa . Os nomes de localidades que não admitem artigo passarão a admiti-lo./ Enviei cartas a esta empresa. antes destes últimos. não ocorre crase: A que artista te referes? . antes do “a”.Quando.Antes de pronome interrogativo.). . há as que admitem artigo antes de si e as que não o admitem. vim de Porto Alegre). quando significa “inclusive”./ A solução não se relaciona a estes problemas. estará comprovada a hipótese do acento de crase sobre o “a” inicial dos pronomes aquele(s). Não dei atenção àquilo. Refiro-me a pessoas curiosas. surgir a preposição “a”. .Nomes de localidades: Dentre as localidades.Antes dos pronomes pessoais: Nada revelei a ela. Por isso. o sentido ficaria ambíguo: a água inundou a rua até a casa de Maria (= inundou inclusive a casa). no masculino. Esta gravura é semelhante à nossa. mas não o exige (“Minha secretária é exigente. Refiro-me a uma pessoa educada. forma reduzida de Vossa Mercê: Enviei dois ofícios a Vossa Senhoria. será proibido ou obrigatório): A minha cidade é melhor que a tua.Antes de nomes próprios feminino: Enviamos um telegrama à Marisa. . Enfrentaram-se cara a cara. podemos usar o seguinte artifício: Substituir os demonstrativos aquele(s). pois o “a” é artigo definido: Parodiando Fernando Pessoa.] . estará negada a hipótese de crase.Na expressão valer a pena (no sentido de valer o sacrifício. Os críticos não deram importância a essa obra. Em português. apenas o artigo definido). . Casos Especiais ./ Não dei atenção a isto. o esforço). é partícula de inclusão. A solução era aquela apresentada ontem. aquela(s).Antes dos pronomes demonstrativos esta e essa: Não me refiro a esta carta. . para maior segurança. Quando até significa “perto de”. Se ocorrer a combinação “na” com o verbo estar ou “da” com o verbo vir. aquilo. pode-se ou não empregar o artigo “a” (“A Marisa é uma boa menina”. a crase é facultativa. A simples interpretação da frase já nos faz concluir se o “a” inicial do demonstrativo é simples ou duplo. é preposição. isto. aquela(s). Entretanto. Quando o nome próprio feminino vier acompanhado de uma expressão que o determine.Antes de pronome adjetivo possessivo feminino singular: Pediu informações à minha secretária. Se não surgir a preposição “a”. Com o pronome indefinido outra(s). Iríamos a Madri para ficar três dias. não haverá crase: Enviou seus representantes à Paraíba (estou na Paraíba.. deve-se substituir o verbo da frase pelos verbos estar ou vir. Enviei cartas àquela empresa. às vezes. devemos sobrepor essa preposição à primeira letra dos demonstrativos e indicar o fenômeno mediante um acento grave: Enviei convites àquela sociedade (= a + aquela). esta(s). . [A (artigo) Candinha do Major Quevedo é fanática por seresta. Iríamos à Madri das touradas para ficar três dias. no masculino.Antes dos pronomes indefinidos com exceção de outra: Direi isso a qualquer pessoa. Não dei atenção àquilo (= a + aquilo). vim da grande Porto Alegre).Com expressões repetitivas: Tomamos o remédio gota a gota. diante das primeiras. Se. O acento indicativo de crase é obrigatório porque. mesmo com a presença da preposição. O acento indicativo de crase é proibido porque. ficaria “os cartões estavam colocados uns aos outros”). o rei Hubertus. Ou “Marisa é uma boa menina”). = foi submetido a repouso. Exceção feita. ficaria assim: Este quadro é semelhante ao nosso (presença de preposição + artigo definido). Dedico esta canção à Candinha do Major Quevedo.Pronomes demonstrativos aquele(s). a crase é facultativa. pode ocorrer crase. uma mensagem de paz.

. “loja”. às escuras. d) Não cheguei a nenhuma conclusão. então haverá crase: Levaram-me à casa de Lúcia. Mas.. Olhavanos a distância. há crase diante do relativo. . Assim que saiu do escritório.. quando aconteceu o acidente. então não há crase: é preposição pura ou pronome demonstrativo: A fábrica a que me refiro precisa de empregados. à vontade (de). às tontas.). à tarde. mesmo que a palavra subsequente seja masculina. e) A sentença foi favorável a ré. Devido à discussão de ontem. “certeza”. b) Vou a casa de Maria. não havendo. (O escritório a que me refiro precisa de empregados.Quando as expressões “rua”. as mulheres se apaixonavam por homens que tinham olhos à Alain Delon. Como se viu. Dadas as respostas. c) Ouviu-se uma voz igual à que nos chamara anteriormente.. Voltei à terra onde nasci. Para saber se existe crase ou não diante de um pronome relativo. etc. (o aluno).Pronome Relativo: Todo pronome relativo tem um substantivo (expresso ou implícito) como antecedente. estiverem subentendidas: Dirigiu-se à Marechal Floriano (= dirigiu-se à Rua Marechal Floriano). . etc. mas o pronome relativo que não foi substituído por nenhum outro (o qual etc. Mas. “planeta” ou “lugar onde a pessoa nasceu”: O colono dedicou à terra os melhores anos de sua vida.Palavra “casa”: quando a expressão casa significa “lar”. haverá crase no “a” do feminino. .Sempre haverá crase em locuções que exprimem hora determinada: Ele saiu às treze horas e trinta minutos. via-se um barco pesqueiro. A crase não é admissível em: a) Comprou a crédito. às mil maravilhas. . às cegas. O problema. Paula saiu daqui à uma hora. Se o “a” se transforma em “ao”. já tinha mudado todos os seus planos (= quando ela saiu. às vezes. (ao diretor). Telefonem à Guaíba (= telefonem à rádio Guaíba). Exercícios 01.Não confundir devido com dado (a. Assinale a alternativa correta: a) O ministro não se prendia à nenhuma dificuldade burocrática. b) O presidente ia a pé. mas a guarda oficial ia à cavalo. à e há com a expressão uma hora: Disseram-me que. crase): Dada a questão primordial envolvendo tal fato (= dado o problema primordial. os. o aluno conferiu a prova (= dados os resultados. 02. (O trabalho ao qual aspiro é almejado por muitos. Se ocorrer “a” ou “o” no masculino. Iremos a casa à noitinha.. b) Os policiais chegarão a qualquer momento. etc. o relógio marcava 1 hora). houve. houve um mal-estar no ambiente (= devido ao barulho de ontem.. dirigiu-se a casa. locuções adverbiais ou locuções conjuntivas que tenham como núcleo um substantivo feminino: à queima-roupa. que reconheça os obstáculos que estamos enfrentando. deve-se substituir esse antecedente por um substantivo masculino. quando a palavra terra significa o oposto a “mar”. Pedro saiu daqui há uma hora (= faz 60 minutos que ele saiu). Quando o maestro falta ao ensaio. “estação de rádio”. pois. Se ocorrer “ao” no masculino. quando a palavra significa “solo”. à custa de. É necessário então frisar que não há necessidade alguma de que a palavra masculina tenha qualquer relação de sentido com a palavra feminina: deve apenas ter a mesma função sintática: Fomos à cidade comprar carne. A segunda expressão não aceita preposição “a” (o “a” que aparece é artigo definido. (o escritório). A Crase é Obrigatória . “vezes”. não haverá crase no “a” do feminino. c) Não sei como responder a essa pergunta. Cuidado para não confundir a. Fomos à Renner (fomos à loja Renner). havendo crase antes de palavra feminina determinada pelo artigo definido. o violinista faz as vezes de regente (= o violinista substitui o maestro). se o “a” permanece inalterado ou se transforma em “o”. É bom não confundir a locução adverbial às vezes com a expressão fazer as vezes de. (ao sofrimento). duas horas depois. (a cravo). Teresa telefonará de São Paulo (= faltam 60 minutos para o telefonema de Teresa). Os astronautas desceram a terra na hora prevista. Viriam à Terra os marcianos? . Exa.Quando a expressão “à moda de” (ou “à maneira de”) estiver subentendida: Nesse caso.Quando está implícita uma palavra feminina: Esta religião é semelhante à dos hindus (= à religião dos hindus). Os empregados deixam a fábrica. Assinale a opção em que falta o acento de crase: a) O ônibus vai chegar as cinco horas. em que não há crase porque o “as” é artigo definido puro: Ele se aborrece às vezes (= ele se aborrece de vez em quando). Pedimos um favor à diretora. à moda de. sob pena de falsear o resultado: A festa a que compareci estava linda (no masculino = o baile a que compareci estava lindo). “morte”. Na passagem do antecedente para o masculino. às pressas. Chegamos à uma hora.Palavra “terra”: Não há crase. devemos substituir a palavra feminina por outra masculina da mesma função sintática. para muitos. “domicílio” e não vem acompanhada de adjetivo ou locução adjetiva. a menos que se trate de distância determinada: Via-se um monstro marinho à distância de quinhentos metros. .Palavra “distância”: Não se usa crase diante da palavra distância.). 03.. d) Cheguei as doze horas. haverá crase: No banquete. à força de. Excluída a hipótese de se tratar de qualquer um dos casos anteriores. Há crase.). as): a primeira expressão pede preposição “a”. O professor chamou a aluna. à medida que.). consiste em descobrir o masculino de certas palavras como “conclusão”. Estávamos à distância de dois quilômetros do sítio.). Nos anos 60. c) Fui a Bahia. d) Solicito à V. se a palavra casa estiver modificada por adjetivo ou locução adjetiva. Mas: A distância. Dirigiram-se à casa das máquinas. às oito horas. . não há crase: Chegamos alegres a casa. “ar” ou “bordo”: Os marinheiros ficaram felizes. Iremos à encantadora casa de campo da família Sousa. substituímos festa por baile. (ao supermercado). O perfume cheira a rosa.). . serviram lagosta à Termidor. às dezesseis horas. Muitos são incensíveis à dor alheia. à maneira de. o pronome relativo não pode ser substituído. daqui a uma hora.Sempre haverá crase em locuções prepositivas. pois resolveram ir a terra. . A carreira à qual aspiro é almejada por muitos. à noite.

a gozar nossas merecidas férias.àqueles . a) à . O Ministro informou que iria resistir __ pressões contrárias __ modificações relativas __ aquisição da casa própria.à . a) às . d) Fizemos alusão à mesma teoria.à c) ao . b) De hoje à duas semanas estaremos longe. precisamente as dez horas. Assinale a frase gramaticalmente correta: a) O Papa caminhava à passo firme.a . a algumas horas de Manaus.há c) a . “O grupo obedece ___ comando de um pernambucano. exclamação e.à .há .04. a) a .à 12.há c) as . 06. “O pobre fica ___ meditar.àquelas .a Respostas (1-A) (2-A) (3-C) (4-C) (5-C) (6-C) (7-D) (8-B) (9-B) (10-D) (11-A) (12-D) (13-B) (14-D) (15-B) SINTAXE DA ORAÇÃO E DO PERÍODO Oração: é todo enunciado linguístico dotado de sentido. __ duas quadras da Avenida Central”.há d) à . a) Há . a) às .Sª __ alguns dias”. “Nesta oportunidade.a 15.àquilo d) à .a d) à . estou ___ seu inteiro dispor para ouvir o que tem ___ dizer. d) À qualquer distância percebia-se que.aquelas . Em toda oração há um verbo ou locução verbal (às vezes elípticos). c) Chegou à noite. várias frases ou um período. ___ dias não se consegue chegar ___ nenhuma das localidades ___ que os socorros se destinam.aquilo b) a . b) Ele tem um estilo à Eça de Queiroz. volto ___ referir-me ___ problemas já expostos __ V.a .a .a . e) Ora aspirava a isto.a e) À . Marque a alternativa correta quanto ao acento indicativo da crase: a) A cidade à que me refiro situa-se em plena floresta.à .há 13. c) As amostras que servirão de base a nossa pesquisa estão há muito tempo à disposição de todos.a .à .a b) as . c) Dei um presente à Mariana. a) o . e se exibe diariamente ___ hora do almoço”.a e) à .à d) às . ___ tarde.a 09.à b) as .àquilo 07.a .aqueles .a c) às .a d) o .há . ora a nada.àquelas . através de reticências.à – à e) a .a b) A . b) Dirigiu-se ao tribunal disposto à falar ao juiz.a e) o .àquilo c) a .a .há 10. a muitos quilômetros daqui. a lavoura amarelecia e murchava. A alusão ___ lembranças da casa materna trazia ___ tona uma vivência ___ qual já havia renunciado. completando um pensamento e concluindo o enunciado através de ponto final.à – a b) à .a b) ao . interrogação.a e) a .a .a .à . indiferente ___ que acontece ao seu redor”.a .há b) a .àquelas . Não têm estrutura sintática. Fique __ vontade.a .à c) a .a .à 08. a) à .àqueles . A oração encerra uma frase (ou segmento de frase). radicado __ tempos em São Paulo. não podem ser analisadas sintaticamente frases como: .à e) às .aquilo e) à . à falta de cuidados.àqueles .aqueles . 11. 05.à .há b) a .a . Em qual das alternativas o uso do acento indicativo de crase é facultativo? a) Minhas idéias são semelhantes às suas.à . porém há. a) após às b) após as c) após das d) após a e) após à 14. Use a chave ao sair ou entrar ___ 20 horas. a presença do verbo. necessariamente.aquelas .a d) às .a d) Há . “A casa fica ___ direita de quem sobe a rua. d) Esta é a casa à qual me referi ontem às pressas.à e) as . portanto não são orações.a .à .à – a d) à . ora aquilo. em alguns casos. a) à .à .a c) À .a – a c) à .à . e) Cortou o cabelo à Gal Costa.

sendo um predicado nominal. Exemplo: A menina banhou-se na cachoeira. e. na sentença. O tema. Nos exemplos seguintes. mentimos sobre nossa idade para você: predicado verbal mentimos: verbo = núcleo do predicado nós: sujeito No interior de uma sentença. Ao fazer tal afirmação estamos considerando o aspecto semântico do sujeito (agente de uma ação) ou o seu aspecto estilístico (o tópico da sentença). está fechada hoje: predicado nominal fechada: nome adjetivo = núcleo do predicado a padaria: sujeito padaria: núcleo do sujeito . ele. o núcleo é sempre um nome. Aposto e Vocativo. Objeto indireto e Agente da Passiva). Exemplos: As formigas invadiram minha casa. ele se refere ao sujeito. de um pronome substantivo ou de qualquer conjunto de palavras. só o predicado. as palavras amigo e revestiu são o núcleo do sujeito e do predicado. Geralmente apresentam dois grupos de palavras: um grupo sobre o qual se declara alguma coisa (o sujeito). Se o sujeito se refere a um objeto da terceira pessoa. ou pronome substantivo ou. pronome ou verbo). qualquer palavra substantivada. cujo núcleo funcione. é “O amor”. sua representação pode ser feita através de um substantivo. Normalmente. O sujeito é “Os rapazes”. tu. A declaração referente a “o amor”. Adjunto Adverbial. Na oração as palavras estão relacionadas entre si.constituir-se de um substantivo. Quando se trata de predicado verbal. seu núcleo é sempre um nome. as formigas: sujeito = termo determinante invadiram minha casa: predicado = termo determinado Há formigas na minha casa. Já que o sujeito é depreendido de uma análise sintática. Então têm por características básicas: . isto é. (a oração toda predicado) O sujeito é o termo da frase que concorda com o verbo em número e pessoa. o sujeito. respectivamente: “O amigo retardatário do presidente prepara-se para desembarcar. Exemplos: A padaria está fechada hoje. O predicado é a parte da oração que contém “a informação nova para o ouvinte”. que identificamos por ser o termo que concorda em número e pessoa com o verbo “jogam”. há formigas na minha casa: predicado = termo determinado sujeito: inexistente O sujeito sempre se manifesta em termos de sintagma nominal. . Já na frase: Os rapazes jogam futebol. ao passo que o predicado é o termo determinado. Os termos da oração da língua portuguesa são classificados em três grandes níveis: . o sujeito é representado por um pronome pessoal do caso reto (eu. pouco siso. que encerra a essência de sua significação. ainda.Termos Acessórios da Oração: Adjunto Adnominal. é “é eterno”.). excepcionalmente. Essa posição de determinante do sujeito em relação ao predicado adquire sentido com o fato de ser possível. O predicado é “jogam futebol”. A menina – sujeito banhou-se na cachoeira – predicado Choveu durante a noite.Socorro! Com licença! Que rapaz impertinente! Muito riso. o ser de quem se declara algo. Cada termo da oração desempenha uma função sintática. Observe: O amor é eterno. .apresentar-se como elemento determinante em relação ao predicado. mãe Nácia!” Sujeito Pobreza Os sertanistas (Raquel de Queirós) Um vento áspero Predicado não é vileza. É normalmente o “ser de quem se declara algo”. sacudia as árvores. . etc. vamos restringir a definição apenas ao seu papel sintático na sentença: aquele que estabelece concordância com o núcleo do predicado.estabelecer concordância com o núcleo do predicado. “A bênção. Termos Essenciais da Oração: São dois os termos essenciais (ou fundamentais) da oração: sujeito e predicado.Termos Integrantes da Oração: Complemento Nominal e Complementos Verbais (Objeto Direto. Exemplos: Sujeito: é equivocado dizer que o sujeito é aquele que pratica uma ação ou é aquele (ou aquilo) do qual se diz alguma coisa. “o tema do que se vai comunicar”.” (Aníbal Machado) A avezinha revestiu o interior do ninho com macias plumas. o predicado. o núcleo é sempre um verbo.Termos Essencias da Oração: Sujeito e Predicado. constituindo a declaração do que se atribui ao sujeito. na língua portuguesa. . mas nunca uma sentença sem predicado. . o sujeito é o termo determinante.nome feminino singular Nós mentimos sobre nossa idade para você. capturavam os índios. como partes de um conjunto harmônico: elas formam os termos ou as unidades sintáticas da oração. Quando esse nome se refere a objetos das primeira e segunda pessoas. Núcleo de um termo é a palavra principal (geralmente um substantivo. uma sentença sem sujeito. como um substantivo. ou seja. e um grupo que apresenta uma declaração (o predicado).

“De qualquer modo. ou por uma palavra ou expressão substantivada. apontar um atributo ou acrescentar nova informação ao sujeito.). Isto não me agrada. que se deduz da desinência do verbo). locuções adjetivas. a palavra base) do sujeito é. fruto de uma análise sintática.). . eu: sujeito = pronome pessoal de primeira pessoa Vocês disseram alguma coisa? vocês: sujeito = pronome pessoal de segunda pessoa Marcos tem um fã-clube no seu bairro. Observações: . está expresso na primeira oração e elíptico na segunda: e (ele) aproximou-se. adjetivos.” (José de Alencar) O sujeito pode ser: Simples: quando tem um só núcleo: As rosas têm espinhos. todavia.” (o sujeito. mas sim estabelecer a importância do fenômeno da concordância entre esses dois termos essenciais da oração. Pode ser omitido junto de infinitivos.Não confundir sujeito indeterminado com sujeito oculto. neste caso. É difícil: oração principal optar por esse ou aquele doce: oração substantiva subjetiva O sujeito é constituído por um substantivo ou pronome.) Exemplo: “Todos os ligeiros rumores da mata tinham uma voz para a selvagem filha do sertão. Quando se é jovem. Não se trata. . Predicado: assim como o sujeito. amanhecer. pois. etc. Come-se bem naquele restaurante. mas expresso: Alguém me ensinará o caminho.Assinala-se a indetermiação do sujeito com um verbo ativo na 3ª pessoa do singular. não se sabe quem a atropelou. foi uma judiação matarem a moça. O núcleo (isto é.” Expresso: quando está explícito. (= Açudes foram construídos. o sujeito. sendo. Observação: São verbos impessoais: Haver (nos sentidos de existir.” Composto: quando tem mais de um núcleo: “O burro e o cavalo nadavam ao lado da canoa. sem referência a qualquer agente já expresso nas orações anteriores: Na rua olhavam-no com admiração. Exemplos: . .”. Então têm por características básicas: apresentar-se como elemento determinado em relação ao sujeito. “Breve desapareceram os dois guerreiros entre as árvores. “Um soldado saltou para a calçada e aproximou-se. acontecer. (sujeito: eu. soldado. anoitecer e outros que exprimem fenômenos meteorológicos. o predicado é um segmento extraído da estrutura interna das orações ou das frases. (Quem atropelou a senhora? Não se diz. Vossa Excelência agiu como imparcialidade. na 3ª pessoa do singular: Havia ratos no porão. Exemplos: É fácil este problema! Vão-se os anéis. fiquem os dedos. acompanhado do pronome se. realizar-se. isto é. Normalmente. Nesse sentido. gear.) Agente e Paciente: quando o sujeito faz a ação expressa por um verbo reflexivo e ele mesmo sofre ou recebe os efeitos dessa ação: O operário feriu-se durante o trabalho. passar. um substantivo ou pronome. guardem os brinquedos. ventar.. Fazer. enunciado: Eu viajarei amanhã. Em torno do núcleo podem aparecer palavras secundárias (artigos. a memória é mais vivaz.” (José de Alencar) “Foi ouvida por Deus a súplica do condenado.. Crianças. ninguém: sujeito = pronome substantivo O andar deve ser uma atividade diária. sendo este o termo determinante (ou subordinado) e o predicado o termo determinado (ou principal). É triste assistir a estas cenas repulsivas. portanto. Indeterminado: quando não se indica o agente da ação verbal: Atropelaram uma senhora na esquina. Aqui vive-se bem. através do predicado. o sujeito antecede o predicado.” (Ramalho Ortigão) “Mas terás tu paciência por duas horas?” (Camilo Castelo Branco) Sem Sujeito: constituem a enunciação pura e absoluta de um fato.” . o andar: sujeito = núcleo: verbo substantivado nessa oração Além dessas formas. Oculto (ou elíptico): quando está implícito.Exemplos: Eu acompanho você até o guichê. com referência ao tempo e Chover. Choveu durante o jogo. por isso. “Um bando de galinhas-d’angola atravessa a rua em fila indiana. Devagar se vai ao longe. relampejar. nevar. ser e estar. mas se deduz do contexto: Viajarei amanhã. São construídas com os verbos impessoais. Ela tem uma educação fina. o predicado é sintaticamente o segmento linguístico que estabelece concordância com outro termo essencial da oração.Assinala-se a indeterminação do sujeito deixando-se o verbo no infinitivo impessoal: Era penoso carregar aqueles fardos enormes. O pronome se.Sujeito formado por pronome indefinido não é indetermiado. a posposição do sujeito ao verbo é fato corriqueiro em nossa língua. Construíram-se açudes.Assinala-se a indeterminação do sujeito usando-se o verbo na 3ª pessoa do plural. Regina trancou-se no quarto. o conteúdo verbal não é atribuído a nenhum ser. Ninguém lhe telefonou. é índice de indeterminação do sujeito. de definir o predicado como “aquilo que se diz do sujeito” como fazem certas gramáticas da língua portuguesa. o sujeito também pode se constituir de uma oração inteira. “Bateram palmas no portãozinho da frente. Trata-se de fenômenos que nem a ciência sabe explicar. Marcos: sujeito = substantivo próprio Ninguém entra na sala agora. Paciente: quando sofre ou recebe os efeitos da ação expressa pelo verbo passivo: O criminoso é atormentado pelo remorso. quando não está expresso. (sujeito: vocês) Agente: se faz a ação expressa pelo verbo da voz ativa: O Nilo fertiliza o Egito. Nesse caso. decorrer). Muitos sertanistas foram mortos pelos índios. a oração recebe o nome de oração substantiva subjetiva: É difícil optar por esse ou aquele doce. Exemplos: O sino era grande.

Há verbos que. o peixe. o povo. substantivo. No primeiro caso. ocasionalmente. predicado: demoliu nosso antigo prédio núcleo do predicado: demoliu = nova informação sobre o sujeito tipo de predicado: verbal Os manifestantes desciam a rua desesperados. no segundo exemplo. mais contente. transitivos. invejo.” (Marquês de Maricá) Observações: Os verbos intransitivos podem vir acompanhados de um adjunto adverbial e mesmo de um predicativo (qualidade. características): Fui cedo. constituem a nova informação sobre o sujeito.” (Gonçalves Dias) .” (José de Alencar) “A pobreza e a preguiça andam sempre em companhia. pois os verbos em: Intransitivos: são os que não precisam de complemento. predicado: é desastrada núcleo do predicado: desastrada = atributo do sujeito tipo de predicado: nominal O núcleo do predicado nominal chama-se predicativo do sujeito.“Depois me deitei e dormi um sono pesado. de complemento(s) ou termos acessórios). Em outros casos é necessário um complemento que. . Exemplos: João puxou a rede.. pronome.” (Povina Cavalcante) (isto é: o povo parecia mais contente) Chama-se predicação verbal o modo pelo qual o verbo forma o predicado. etc. Em alguns casos o verbo sozinho basta para compor o predicado (verbo intransitivo). transitivos indiretos e transitivos diretos e indiretos (bitransitivos).” (Graciliano Ramos) Outros verbos há. entre “nós” e “fazemos”. tem sentido completo. entre “Carolina” e “conhece”. adjetivo. ambos constituem o núcleo do predicado e resultam no tipo de predicado verbo-nominal (tem dois núcleos significativos: um verbo e um nome). por si mesmos. quem encerram uma noção definida. no Sul” (Paulo Moreira da Silva) (Subetntende-se o verbo está depois de peixe) “A cidade parecia mais alegre. Entretanto.” (Luís Jardim) . a transitivos quando construídos com o objeto direto ou indireto.” (Machado de Assis) (Está subentendido o verbo é depois de algozes) “Mas o sal está no Norte. que são responsáveis pela principal informação naquele segmento. Passeamos pela cidade.” (Ciro dos Anjos) . verbos que entram na formação do predicado nominal. Além dos verbos transitivos e intransitivos. Quanto à predicação classificam-se. A empreiteira demoliu nosso antigo prédio.“Morrerás morte vil da mão de um forte.) funcionam como um elo entre o sujeito e o predicado. Os verbos transitivos subdividem-se em: transitivos diretos. parecer. Exemplos: Minha empregada é desastrada. “Três contos bastavam. podendo. Isso se dá porque a concordância é centrada nas palavras que são núcleos. insistiu ele.“Inútil tentativa de viajar o passado.. constituir o predicado: são os verbos de predicação completa denominados intransitivos. etc. temos um predicado nominal (seu núcleo significativo é um nome. por natureza. num mesmo segmento o nome e o verbo são de igual importância. quase sempre um atributo que se refere ao sujeito da oração. Exemplo: As flores murcharam. Os verbos de ligação (ser. De qualquer forma. ou um verbo (ou locução verbal). sujeito: todos nós = termo determinante predicado: fazemos parte da quadrilha de São João = termo determinado Nesses exemplos podemos observar que a concordância é estabelecida entre algumas poucas palavras dos dois termos essenciais. As folhas caem.” (Camilo Castelo Branco) Observe que. estar. denominados transitivos. As orações formadas com verbos intransitivos não podem “transitar” (= passar) para a voz passiva. existem os de ligação. em geral por estar expresso ou implícito na oração anterior. desesperados = atributo do sujeito tipo de predicado: verbo-nominal Nos predicados verbais e verbo-nominais o verbo é responsável também por definir os tipos de elementos que aparecerão no segmento. não transmitiriam informações completas: puxou o quê? Não invejo a quem? Não aspiro a que? Os verbos de predicação completa denominam-se intransitivos e os de predicação incompleta. penetrar no mundo que já morreu.” (Oto Lara Resende) “Não simpatizava com as pessoas investidas no poder. Cheguei atrasado. No primeiro exemplo. relacionando o predicativo com o sujeito. a ferocidade dos algozes inexcedível.. esses complementos do verbo não interferem na tipologia do predicado. Os animais correm.Carolina conhece os índios da Amazônia. sujeito: Carolina = termo determinante predicado: conhece os índios da Amazônia = termo determinado Todos nós fazemos parte da quadrilha de São João. predicado: desciam a rua desesperados núcleos do predicado: desciam = nova informação sobre o sujeito. os verbos puxou. Quando. Entrei em casa aborrecido. Verbos intransitivos passam. isto é. que para integrarem o predicado necessitam de outros termos: são os verbos de predicação incompleta. ligado ao sujeito por um verbo de ligação) e no segundo um predicado verbal (seu núcleo é um verbo.“Inutilmente a minha alma o chora!” (Cabral do Nascimento) . seguido. sem os seus complementos. aspiro. porque atribui ao sujeito uma qualidade ou característica. quando este puder ser facilmente subentendido. Exemplos: “A fraqueza de Pilatos é enorme. “Não invejo os ricos.” (Machado de Assis) “Os guerreiros Tabajaras dormem. pois têm sentido completo. ou não. “Os inimigos de Moreiras rejubilaram. No predicado o núcleo pode ser de dois tipos: um nome. juntamente com o verbo. um conteúdo significativo. pelo contrário. nem aspiro à riqueza. é muito comum a elipse (ou omissão) do verbo.

relativamente à predicação. Conforme a regência e o sentido que apresentam na frase. perdoar.” (José Américo) “Do que eu mais gostava era do tempo do retiro espiritual. os pronomes o. Mário encontra-se doente. Exemplos: No inverso. Exemplos: A Terra é móvel. ter. Muito desses verbos passam à categoria dos intransitivos em frases como: Era =existia) uma vez uma princesa. (aspecto transitório). Exemplos: A bandeira é o símbolo da Pátria. É desagradável tratar com gente grosseira. os. convidar. suar.” (Guedes de Amorim) Dentre os verbos transitivos diretos merecem destaque os que formam o predicado verbo nominal e se constrói com o complemento acompanhado de predicativo. declarar. unir. Observações: Os verbos de ligação não servem apenas de anexo. investir. “Trabalho honesto produz riqueza honrada. A empresa fornece comida aos trabalhadores. apraz-lhe. tremer. depender dele. entram na formação do predicado nominal. etc. Oferecemos flores à noiva. Parece que vai chover. crescer. colher. obedecer.. comprar. A mesa era de mármore.. Entre os verbos transitivos indiretos importa distinguir os que não admitem para objeto indireto as formas oblíquas lhe. rir. obedece) o médico. chamar. castigar. eleger.” (Marquês de Maricá) “Então. cumprir com o dever. concomitantemente. Em geral são verbos que exigem a preposição a: agradar-lhe. Exemplos: Comprei um terreno e construí a casa. verbos transitivos indiretos não comportam a forma passiva. não ligar para ele. com preposição. outro indireto. Os verbos. Pertencem a esse grupo: julgar. . (tratar=lidar). etc. um complemento sem preposição. Exemplo: O homem anda. elogiar. Há verbos transitivos indiretos. brilhar. assistir. no predicado nominal. receber. latir. nomear. Julgo Marcelo incapaz disso.. Exemplos: Consideramos o caso extraordinário. A Lua parecia um disco. usados também como transitivos diretos: João paga (perdoa. Inês trazia as mãos sempre limpas. etc. brincar. Em princípio. que admitem mais de uma preposição. levar. dizer. (transitivo direto) Não dei com a chave do enigma. tomar do lápis.” (José Geraldo Vieira) Observações: Entre os verbos transitivos indiretos importa distinguir os que se constroem com os pronomes objetivos lhe. etc. ver. Anda com dificuldades. um estado ou modo de ser do sujeito. A água está fria. como atirar. conheço-as.. etc. variam de significação conforme sejam usados como transitivos diretos ou indiretos. imutável. De Ligação: Os que ligam ao sujeito uma palavra ou expressão chamada predicativo. contrariar. chamado objeto indireto. Ele está doente. podem pertencer ora a um grupo. O moço anda (=está) triste. a. ferir. Eu não estava em casa. Transitivos Diretos e Indiretos: são os que se usam com dois objetos: um direto. Ceda o lugar aos mais velhos. socorrer. Esses verbos.” (Ciro dos Anjos) “Populares assistiam à cena aparentemente apáticos e neutros. adotar. (transitivo direto e indireto) Predicativo: Há o predicativo do sujeito e o predicativo do objeto. (transitivo indireto) Os pais dão conselhos aos filhos. (tratar=cuidar). perseguir. mentir. Fiquei à sombra. agir. mas exprimem ainda os diversos aspectos sob os quais se considera a qualidade atribuída ao sujeito. podem ser usados também na voz passiva..Alguns verbos essencialmente intransitivos: anoitecer. solenemente Maria acendia a lâmpada de sábado. Outros mudam de sentido com a troca da preposição. adoecer. avisar. fazer. O mar estava agitado. investir contra ele. achar. O médico é pago (perdoado. servir. lhes. Verbos como aspirar. desculpar. puxar da faca. saldar. construindo-se com os pronomes retos precedidos de preposição: aludir a ele. etc. aspecto transitório: Ele é doente. incomodo-a. lhes. O verbo ser. imitar. etc. como nestes exemplos: Trate de sua vida. agradeço-lhe. desobedecemlhe. entristecer. isto é. ao qual se prende por um verbo de ligação. Alguns verbos transitivos diretos: abençoar. a qual lhes acrescenta novo matiz semântico: arrancar da espada. dispor. considerar. proclamar. atentar nele. Excetuam-se pagar. não têm classificação fixa. ter. A ilha parecia um monstro. bate-lhe. O povo chamava-os de anarquistas. ora a outro. (intransitivo) O cego não vê o obstáculo. Transitivos Indiretos: são os que reclamam um complemento regido de preposição. traduz aspecto permanente e o verbo estar. (transitivo direto) Deram 12 horas. por exemplo. as: convido-o. Outra características desses verbos é a de poderem receber como objeto direto. Dona Cléia dava roupas aos pobres.” (Érico Veríssimo) “Lúcio não atinava com essa mudança instantânea. Observações: Os verbos transitivos diretos. chegar. designar. ir. abraçar. (intransitivo) O homem anda triste. contentar-se. nascer. Os verbos transitivos diretos podem ser construídos assidentalmente. sair.. Predicativo do Sujeito: é o termo que exprime um atributo. sem mudança de sentido. prejudicar. anuir a ele. (intransitivo) A terra dá bons frutos. Transitivos Diretos: são os que pedem um objeto direto. em geral. encontrar. pegar de uma ferramenta. desagrada-lhe. (aspecto permanente). (de ligação) O cego não vê. estimar. Exemplos: “Ninguém perdoa ao quarentão que se apaixona por uma adolescente. obedecido) por João. e pouco mais. encontro-os. vir. assistir a ela.

Torna-se sujeito da oração na voz passiva: Abel foi morto por Caim. Ninguém me visitou. não regido. Objeto Direto Preposicionado: Há casos em que o objeto direto. Avisamo-lo a tempo. eu não entendia certas coisas. Onde está a criança que fui? Predicativo do Objeto: é o termo que se refere ao objeto de um verbo transitivo. São os seguintes: .Traduz o ser sobre o qual recai a ação expressa por um verbo ativo: Caim matou Abel. Exemplos: O juiz declarou o réu inocente. “Vence o mal ao remédio. é facultativa. vos: Espero-o na estação... isto é. O predicativo objetivo geralmente se refere ao objeto direto. .”. prejudicas a ti e a ela. deu um beijo em Adelaide. a. O objeto direto pode ser constituído: . .”.” (Aníbal Machado) “Nenhum de nós pelejou a batalha de Salamina. . referentes a pessoas.”.” Termos Integrantes da Oração Chamam-se termos integrantes da oração os que completam a significação transitiva dos verbos e nomes. Observações: O predicativo objetivo.Em expressões de reciprocidade. molhou a ambos. para garantir a clareza e a eufonia da frase: “Os tigres despedaçam-se uns aos outros.. “Vós haveis de crescer. enganavam é a Pedro. Ela nos chama. o complemento de verbos transitivos diretos. (=O trem chegou e estava atrasado. “As companheiras convidavam-se umas às outras. . Unimos o útil ao agradável. mas não o encontrei... “Nunca mais ele arpoara um peixe-boi. . Observações: O predicativo subjetivo às vezes está preposicionado. Podemos antepor o predicativo a seu objeto: O advogado considerava indiscutíveis os direitos da herdeira. A qual delas iria homenagear o cavaleiro? .. não vem regido de preposição. Onde foi que você achou isso? Quando vira as folhas do livro. . os retirantes iam passando. outro existe que entra na constituição do predicado verbo-nominal. ela o faz com cuidado. O objeto direto tem as seguintes características: .”. A médico. Exemplos: O trem chegou atrasado.Quando o objeto direto é um pronome pessoal tônico: Deste modo. “Que teria o homem percebido nos meus escritos?” Frequentemente transitivam-se verbos intransitivos.”. (que:objeto direto de plantei).” (Machado de Assis) Em tais construções é de rigor que o objeto venha acompanhado de um adjunto. Sílvia olhou-se ao espelho.”. impedindo construções ambíguas: Convence. “Mas dona Carolina amava mais a ele do que aos outros filhos. como vemos dos exemplos acima. em certos casos.Com nomes próprios ou comuns. A árvore que plantei floresceu.Em construções enfáticas.” .. “E até embriagado o vi muitas vezes. evitando que o objeto direto seja tomado como sujeito. “Amava-a tanto como a nós”.”. “Era o abraço de duas criaturas que só tinham uma à outra”.. Integram (inteiram. nos. dandose-lhes por objeto direto uma palavra cognata ou da mesma esfera semântica: “Viveu José Joaquim Alves vida tranquila e patriarcal. se..Complemento Verbais (Objeto Direto e Objeto Indireto). geralmente a preposição a. “Tinha estendida a seus pés uma planta rústica da cidade. . “Ricardina lastimava o seu amigo como a si própria. Nós julgamos o fato milagroso. Completamente feliz ninguém é. de preposição.. “Agora sabia que podia manobrar com ele.Completa a significação dos verbos transitivos diretos. “O estrangeiro foi quem ofendeu a Tupã”. com aquele homem a quem na realidade também temia. Julgo inoportuna essa viagem...”..Agente da Passiva. enfim. Raros são os verdadeiros líderes.. . Marta entrou séria. Amemos a Deus sobre todas as coisas. perder-vos-ei de vista. “Abraçou a todos.” (Vivaldo Coaraci) “Pela primeira vez chorou o choro da tristeza. . Isto ocorre principalmente: . Esta. Que linda estava Amélia!.Quando o objeto é o pronome relativo quem: “Pedro Severiano tinha um filho a quem idolatrava. “Sentia ainda muito abertos os ferimentos que aquele choque com o mundo me causara. eu vos amo. Não me convidas?.”. Lentos e tristes. vem precedido de preposição..Complemento Nominal. “A este confrade conheço desde os seus mais tenros anos”.. . .Pelos pronomes oblíquos o. Todos partiram alegres. “Marchei resolutamente para a maluca e intimei-a a ficar quieta. “Se eu previsse que os matava a ambos.. como todos ali”. Excepcionalmente. Meu Deus.”.”. Estimo-os muito.”. Novo ainda. Pode o predicativo preceder o sujeito e até mesmo ao verbo: São horríveis essas coisas!.. Procuram-na em toda parte. “Pareceu-me que Roberto hostilizava antes a mim do que à ideia.Por um substantivo ou expressão substantivada: O lavrador cultiva a terra. como a um irmão.Normalmente. me. Quem são esses homens?. “Tratava-me sem cerimônia. completam) o sentido da oração. As paixões tornam os homens cegos. pode referir-se ao objeto indireto do verbo chamar. a quem felicitou pelo desenvolvimento das suas graças.. Objeto Direto: é o complemento dos verbos de predicação incompleta. O povo elegeu-o deputado. ao pai o filho amado. confessor e letrado nunca enganes.Sendo objeto direto o numeral ambos(as): “O aguaceiro caiu.”. Chamavam-lhe poeta. nas quais antecipamos o objeto direto para dar-lhe realce: A você é que não enganam!.” (Ferreira Castro) Procurei o livro..”. as.) O menino abriu a porta ansioso.Quando precisamos assegurar a clareza da frase.”.Além desse tipo de predicativo. normalmente.. sendo por isso indispensável à compreensão do enunciado. principalmente na expressão dos sentimentos ou por amor da eufonia da frase: Judas traiu a Cristo. os. “Provavelmente. te..Por qualquer pronome substantivo: Não vi ninguém na loja. . às vezes vem regido de preposição. Exemplos: As plantas purificaram o ar.

no caso.. Assistência às aulas. “O ódio ao mal é amor do bem. lhes: amar a Deus (amá-lo). enfiou a linha na agulha e entrou a coser.. Exemplos: A defesa da pátria.). é obvio. Representa o ser que pratica a ação expressa pelo verbo passivo. muitos o louvam. Objeto Direto Pleonástico: Quando queremos dar destaque ou ênfase à idéia contida no objeto direto. Aludiu ao fato.. Isto não lhe convém. não fosse ele surdo à minha voz!” Observações: O complemento nominal representa o recebedor. regidos de preposições diferentes: Rogue a Deus por nós. Assisti ao desenrolar da luta. a harmonia da frase.. cumprir com o dever. Isto te pertence. perdão das injúrias. Sobram-lhe qualidades e recursos. Representa. útil ao homem. só ocorre com verbo transitivo direto. verbos de mesmo radical: amor ao próximo. O objeto indireto é sempre regido de preposição.. são considerados acidentalmente transitivos indiretos: A bom entendedor meia palavra basta. com.. . como característica do objeto indireto: Recorro a Deus. “Imagina-se a consternação de Itaguaí. perdoar as injúrias. Disse-lhe a verdade.” Complemento Nominal: é o termo complementar reclamado pela significação transitiva. para e por.? “E. entusiasmo divino. Observações: Há verbos que podem construir-se com dois objetos indiretos. “Seus cavalos. Objeto Indireto Pleonástico: à semelhança do objeto direto.: “Arrancam das espadas de aço fino.. e a ira contra o mal.. a condenação da violência. pegar da pena.. etc. se. pegou da agulha. o objeto indireto é representado pelos substantivos (ou expressões substantivas) ou pelos pronomes. de.). “Era conhecida de todo mundo a fama de suas riquezas. Muitos já estavam dominados por ele. Pedirei para ti a meu senhor um rico presente. obedecer aos pais. convencer ao amigo (convencê-lo). os pronomes em destaque podem ser considerados adjuntos adverbiais. quando possível. tornando felizes também aos outros.”. ordinariamente. adjetivos e advérbios. Ela queixou-se de mim a seu pai. geralmente. (lhe=a ele). Rogo-lhe que fique. Ceda o lugar aos mais velhos. amar o próximo.. Vem regido comumente pela preposição por. pegou do pano.Transitivos Diretos e Indiretos (na voz ativa ou passiva): Dou graças a Deus. Peço-vos isto. vos. Assistimos à missa e à festa. lhe.”. ela os montava em pêlo. As pessoas com quem conto são poucas. contra. A cidade estava cercada pelo exército romano. “Ah. A proposta pareceu-lhe aceitável.Com certos pronomes indefinidos. por ênfase.. Difere deste apenas porque.). adjetivos) e alguns advérbios em –mente. em vez de complementar verbos. A substituição do objeto direto preposicionado pelo pronome oblíquo átono. regresso à pátria.Transitivos Indiretos: Assisti ao jogo.).Em certas construções enfáticas. e menos frequentemente pela preposição de: Alfredo é estimado pelos colegas. a(s) e não lhe. Agente da Passiva: é o complemento de um verbo na voz passiva. se faz com as formas o(s). A preposição está implícita nos pronomes objetivos indiretos (àtonos) me.. facultativa. enfático ou redundante. basta-lhes xingarem-se à distância. Podem resumir-se em três as razões ou finalidades do emprego do objeto direto preposicionado: a clareza da frase. (Disse a verdade ao moço. O bem. nos.”. Jaime o trazia escondido nas mangas da camisa. O filme a que assisti agradou ao público. Vem sempre regido de preposição. O objeto indireto completa a significação dos verbos: . A pessoa a quem me refiro você a conhece. Falou contra nós. Não preciso disto. Contenta-se com pouco. A coisa de que mais gosto é pescar. mas poucos o seguem.” Observações: Nos quatro primeiros casos estudados a preposição é de rigor. os quais. te.”... o paciente.. A quantos a vida ilude!. Dê isto a (ou para) ele.) O objeto indireto pode ainda acompanhar verbos de outras categorias. Conto com você. . O objeto direto preposicionado. a ênfase ou a força da expressão. As preposições que o ligam ao verbo são: a. A esse objeto repetido sob forma pronominal chama-se pleonástico. pegou da linha.. etc. Em frases como “Para mim tudo eram alegrias”. obediente aos pais.. Nos demais casos a preposição é expressa. o objeto indireto pode vir repetido ou reforçado. etc. A nomes que requerem complemento nominal correspondem. Não confundir o objeto direto com o complemento nominal nem com o adjunto adverbial. aos brigões. sobretudo referentes a pessoas: Se todos são teus irmãos. (=Rogo a você. nos cinco outros. Aspiro a uma vida calma.” O agente da passiva pode ser expresso pelos substantivos ou pelos pronomes: As flores são umedecidas pelo orvalho. “Para ele nada é impossível”. lhes. Os obstáculos contra os quais luto são muitos. por que amas a uns e odeias a outros?. a remessa de cartas. Dedicou sua vida aos doentes e aos pobres. Esperei por ti. colocamo-lo no início da frase e depois o repetimos ou reforçamos por meio do pronome oblíquo. (=Peço isto a vós. (=Obedece a mim.. incompleta. Como atestam os exemplos acima. A carta foi cuidadosamente corrigida por mim. de certos substantivos. expressa ou implícita. .. Exemplos: “A mim o que me deu foi pena. “Chegou a costureira. como puxar (ou arrancar) da espada. Ele só pensa em si. complementa nomes (substantivos. “Que me importa a mim o destino de uma mulher tísica. o medo de assaltos. É regido pelas mesmas preposições usadas no objeto indireto. em. o ser a que se destina ou se refere a ação verbal: “Nunca desobedeci a meu pai”. atirar com os livros sobre a mesa... incapazes de se moverem. Exemplos: Obedece-me.. (=Isto pretence a ti.. regressar à pátria. o alvo da declaração expressa por um nome: amor a Deus. compositor de músicas. quando soube do caso. Exemplos: O dinheiro. Aumente a sua felicidade.” (Jorge Amado) Objeto Indireto: É o complemento verbal regido de preposição necessária e sem valor circunstancial.

Exemplos: Rapaz impulsivo. (=De ouvidos atentos. Maria é mais alta. dois pontos ou travessões. (voz ativa) Observações: Frase de forma passiva analítica sem complemento agente expresso. folhas de árvores. o Colégio Tiradentes. cheiro de petróleo. especialidade . em geral. o que me obrigou a ficar em casa.. as ruas. (Expulsaram-no da cidade. .” (Carlos Drummond de Andrade) “No Brasil. “Irmão do mar. Saí com meu pai..” (Mário de Andrade) O núcleo do aposto é um substantivo ou um pronome substantivo: Foram os dois. As borboletas. na escrita. companhia. etc. amor ao próximo. Pedro II. plantio de árvores. mas predicativo do sujeito: Audaciosos.casa de ensino. está elíptico. Exemplos: D. O dia amanheceu chuvoso. Pelos pronomes adjetivos: nosso tio. leves e graciosas.fio de aço. Os adjuntos adverbiais classificam-se de acordo com as circunstâncias que exprimem: adjunto adverbial de lugar. pouco sal. por exemplo. em outras palavras. Não havendo pausa. foi um monarca sábio. Domingo que vem não sairei. desenvolve ou resume outro termo da oração. Talvez esteja enganado. declaração de guerra.) ou. Júlio reside em Niterói. fim ou outra especificação: .homem sem escrúpulos (=inescrupuloso): qualidade . Na passiva pronominal não se declara o agente: Nas ruas assobiavam-se as canções dele pelos pedestres.). Nas frases seguintes. Pelos numerais: dois pés. negação. “Nicanor.).” (Camilo Castelo Branco) “No fundo do mato virgem nasceu Macunaíma. um rapaz. É importante saber distinguir adjunto adverbial de adjunto adnominal. como nestes exemplos: Minha irmã Beatriz. assunto...criança com febre (=febril): característica . Observações: Pode ocorrer a elipse da preposição antes de adjuntos adverbiais de tempo e modo: Aquela noite. gosta do mar (obj. aviso de amigo. casa de madeira: matéria . não haverá vírgula. qual seja a de caracterizar um ser. encontramos a felicidade. Exemplo: Meu irmão veste roupas vistosas. causa.presente de rei (=régio): qualidade .. terras férteis. (voz passiva) Tu o acompanharás. indir. região do ouro e dos escravos. Volte bem depressa. fala corretamente. (certo). Este representa o alvo da ação expressa por um nome transitivo: a eleição do presidente. por vírgulas. O adjunto adnominal formado por locução adjetiva representa o agente da ação. terá sujeito indeterminado e o verbo na 3ª pessoa do plural: Ele foi expulso da cidade. do espaço. o escritor João Ribeiro. empréstimo de dinheiro. Moramos aqui. Exemplo: “Meninas numa tarde brincavam de roda na praça”. empréstimo do banco. a palavra é a mais bela expressão da alma humana. Os apostos.. Nas ruas eram assobiadas as canções dele pelos pedestres. Mário não se conteve.. meio.O agente da passiva corresponde ao sujeito da oração na voz ativa: A rainha era chamada pela multidão. imperador do Brasil. posse. “Onde estariam os descendentes de Amaro vaqueiro?” (Graciliano Ramos) O aposto pode preceder o termo a que se refere. Escureceu de repente. Errei por distração. Aposto: É uma palavra ou expressão que explica ou esclarece.nom. este lugar. origem. os dois surfistas atiraram-se às ondas.. quinto ano. lugar. tempo.” (Cabral do Nascimento)(refere-se ao sujeito oculto eu). O aposto não pode ser formado por adjetivos. Só não tenho um retrato: o de minha irmã. Pelas locuções ou expressões adjetivas que exprimem qualidade. não há aposto. expôs-me seu caso de consciência. animal feroz.. Compreendo sem esforço. o rio Amazonas. país cuja história conheço. farinha de trigo. a casa do fazendeiro. (Devastam as florestas.). Adjunto adverbial: É o termo que exprime uma circunstância (de tempo. Mensageira da idéia. que modifica o sentido de um verbo. (errado). aviso de perigo. Ande devagar. etc. não dormi. pertença.adn.. modo. aulas de inglês: fim. (voz ativa) Ele será acompanhado por ti.aviso do diretor: agente Observações: Não confundir o adjunto adnominal formado por locução adjetiva com complemento nominal. indicadas. (certo) Termos Acessórios da Oração Termos acessórios são os que desempenham na oração uma função secundária. as mãos dele: posse.. o romance Tóia. qualidade de alguém ou de alguma coisa: o discurso do presidente..).). ele e ela.. adjetivo ou advérbio. o qual. destruidor de matas. intensidade.. Pelos artigos: o mundo. muitas rãs.). amor de mãe. Ouvidos atentos. Não durma ao volante. aproximei-me da porta.livro do mestre. Adjunto adnominal: É o termo que caracteriza ou determina os substantivos. água do mar (adj.). pertença . amei as solidões sobre os rochedos ásperos. Ele fala bem. herói de nossa gente.água da fonte. etc. O adjunto adverbial é expresso: Pelos advérbios: Cheguei cedo. destacam-se por pausas. descoberta de petróleo. ao passar para a ativa... às vezes. etc. declaração do ministro.adv. adjunto adverbial e aposto. que rua?. ou a origem. esvoaçavam num balé de cores. (Meu determina o substantivo irmão: é um adjunto adnominal – vistosas caracteriza o substantivo roupas: é também adjunto adnominal). Assobiavam-se as canções dele nas ruas. (=Naquela noite. beleza das matas.. exprimir alguma circunstância.). colheita de trigo. São três os termos acessórios da oração: adjunto adnominal. a Rua Osvaldo Cruz.). determinar os substantivos. ter medo do mar (compl. filho de fazendeiros: origem . modo.. Pelas locuções ou expressões adverbiais: Às vezes viajava de trem. acensorista. de objeto indireto e de complemento nominal: sair do mar (ad. (=No domingo. As florestas são devastadas. O adjunto adnominal pode ser expresso: Pelos adjetivos: água fresca. capítulo sexto.. (voz passiva) A multidão aclamava a rainha.

d) adjunto adverbial – adjunto adnominal. um animal. às vezes. “Acho que adoeci disso. o teu defensor. que pode ser uma pessoa. e) recebeu. meus amigos. e) de ligação – transitivo direto. ó alegria do mundo!” (Camilo Castelo Branco) O vocativo é um tempo à parte. O espaço é incomensurável. Nogueira. a saber. 05. 04. “Recebeu o prêmio o jogador que fez o gol”. o animal ou a coisa personificada a que nos dirigimos: “Elesbão? Ó Elesbão! Venha ajudar-nos. d) transitivo direto – transitivo indireto. Assinale a alternativa correta: “para todos os males. refere-se a toda uma oração. da intensidade das coisas. d) o gol. morcegos. c) objeto direto – aposto. b) sujeito – aposto. c) de ligação – transitivo indireto. há dois remédios: o tempo e o silêncio”. b) predicativo do sujeito – adjunto adnominal. Exemplos: Nuvens escuras borravam os espaços silenciosos. c) agente da passiva. ó Cristo!” (Alexandre Herculano) “Ó Dr. d) sujeito – sujeito. O aposto que se refere a objeto indireto. 07. Na escrita é separado por vírgula(s). o que me levava a preferir sua companhia. Assinale a alternativa correspondente ao período onde há predicativo do sujeito: a) como o povo anda tristonho! b) agradou ao chefe o novo funcionário. e) Ele foi eleito por acaso. as palavras grifadas exercem a função respectivamente de: a) objeto direto – objeto direto. 06. b) sujeito – objeto direto. c) objeto direto – sujeito. e) objeto direto – objeto indireto. por um momento. d) objeto direto – objeto direto. olá. uma coisa real ou entidade abstrata personificada. é: 03. c) adjunto adverbial – objeto direto. ó lágrimas saudosas!” (fagundes Varela) “Ei-lo. ó Liberdade!” (Mendes Leal) Observação: Profere-se o vocativo com entoação exclamativa. Não pertence à estrutura da oração. b) objeto indireto. ou da preposição acidental como: Dois países sul-americanos. sinal de tempestade iminente. d) O avô era querido por todos. complemento nominal ou adjunto adverbial vem precedido de preposição: O rei perdoou aos dois: ao fidalgo e ao criado. por favor!” (Maria de Lourdes Teixeira) “A ordem. Este escritor. e) o aluno ficou sabendo hoje cedo de sua aprovação. correi. b) o jogador. fato que me deixa atônito. e) objeto indireto – objeto direto. c) Ela será coroada por ti. filha do velho coronel Tavares. Nessa frase o sujeito de “fez”? a) o prêmio. ó sol de maio. aquele horrível delírio”. d) complemento nominal. Um aposto pode referir-se a outro aposto: “Serafim Gonçalves casou-se com Lígia Tavares. e) adjunto adverbial. Indique a única alternativa que não apresenta agente da passiva: a) A casa foi construída por nós. c) ele nos garantiu que viria. “Usando do direito que lhe confere a Constituição”.” (Ledo Ivo) O aposto pode vir precedido das expressões explicativas isto é. Vocativo: (do latim vocare = chamar) é o termo (nome. d) no Rio não faltam diversões. eh!): “Tem compaixão de nós . os termos grifados são respectivamente: a) sujeito – objeto direto. bichos. mande-me cá o Padilha. Simão era muito espirituoso. nnca foi superado. . e) objeto direto – complemento nominal. de tudo ela tinha medo. Em: “A terra era povoada de selvagens”. é a base do governo. de beleza. título. os termos grifados são respectivamente: a) objeto direto – objeto direto. 02. os pontos interrogativo e exclamativo indicam um chamado alto e prolongado.” (Machado de Assis) “Correi. O vocativo se refere sempre à 2ª pessoa do discurso.O aposto. Em: “Dulce considerou calada. por isso não se anexa ao sujeito nem ao predicado. Considere a frase “Ele andava triste porque não encontrava a companheira” – os verbos grifados são respectivamente: a) transitivo direto – de ligação. c) que. No exemplo inicial. isto é. senhor de engenho.” (Raquel Jardim) De cobras. Podemos antepor-lhe uma interjeição de apelo (ó. apelido) usado para chamar ou interpelar a pessoa. o termo grifado a) objeto direto. b) O presidente será eleito pelo povo. Exercícios 01. como romancista. 08. b) de ligação – intransitivo. não são banhados pelo mar. amanhã!” (Graciliano Ramos) “Esconde-te. a Bolívia e o Paraguai.

/ vibraram.) Existe uma maneira prática de saber quantas orações há num período: é contar os verbos ou locuções verbais. Havia muito serviço.Orações coordenadas sindéticas adversativas: mas. c) conjunção subordinada – complemento verbal. mas ainda. . As orações independentes de um período são chamadas de orações coordenadas (OC). nem. d) o coitado do velho mendigava pela cidade.” (Coelho Neto) . As orações coordenadas são classificadas em assindéticas e sindéticas. ponto de interrogação ou com reticências. A espada vence. ou seja. por subordinação e por coordenação e subordinação ao mesmo tempo (também chamada de misto). Assinale a alternativa em que a expressão grifada tem a função de complemento nominal: a) a curiosidade do homem incentiva-o a pesquisa.. Período Composto por Coordenação. uma oração) Quero que você aprenda. b) a cidade de Londres merece ser conhecida por todos. por exemplo. por uma conjunção coordenativa aditiva. Num período haverá tantas orações quantos forem os verbos ou as locuções verbais nele existentes.. uma oração) Deves estudar para poderes vencer na vida. b) conjunção subordinada – conectivo. Quero que você aprenda. porém. por isso. há uma paz profunda na casa deserta. contudo não te exaltes. avilta. Pode ser: .. Há entre elas. entretanto ninguém trabalhava. “Não só findaram as queixas contra o alienista. mas aceitam-na. / sofreram. O período é simples quando só traz uma oração. oração absoluta. / portanto merece minha gratidão. OCA OCS As orações coordenadas sindéticas são classificadas de acordo com o sentido expresso pelas conjunções coordenativas que as introduzem. / brincamos. não só. Exemplo: O homem saiu do carro / e entrou na casa. (um verbo. este período composto: Passeamos pela praia. logo. “É dura a vida. duas orações) Há três tipos de período composto: por coordenação. Exemplo: Os torcedores gritaram. d) pronome relativo – objeto direto. o ouro infama. Saí da escola / e fui à lanchonete. Ele me ajudou muito. Orações Coordenadas Considere.As orações coordenadas são sindéticas (OCS) quando vêm introduzidas por conjunção coordenativa. OCA OCS Adversativa Observe que a 2ª oração vem introduzida por uma conjunção que expressa idéia de oposição à oração anterior.” (Machado de Assis) . 01-E / 02-E / 03-C / 04-C / 05-C / 06-A / 07-C / 08-A / 09-D / 10-C / Período: Toda frase com uma ou mais orações constitui um período. Exemplo: Pegou fogo no prédio. (uma locução verbal. . OCA OCS Aditiva Observe que a 2ª oração vem introduzida por uma conjunção que expressa idéia de acréscimo ou adição com referência à oração anterior. (Período simples. Exemplos: Pegou fogo no prédio. no entanto. (dois verbos. apanhei o embrulho e segui. 10.As orações coordenadas são assindéticas (OCA) quando não vêm introduzidas por conjunção. (Período composto. (duas locuções verbais. 1ª oração: Passeamos pela praia 2ª oração: brincamos 3ª oração: recordamos os tempos de infância As três orações que compõem esse período têm sentido próprio e não mantêm entre si nenhuma dependência sintática: elas são independentes. a palavra “que” tem função morfossintática de: a) pronome relativo – sujeito. não só. OCA OCS Conclusiva Respostas .” (Machado de Assis) “A noite avança.. mas não convence. como já dissemos. e o período formado só de orações coordenadas é chamado de período composto por coordenação. e) conjunção subordinada – objeto direto. As pessoas não se mexiam nem falavam. chamada absoluta. com toda a força que eu tinha”. / recordamos os tempos de infância.” (Cecília Meireles) Tens razão. mas até nenhum ressentimento ficou dos atos que ele praticara. desonra. mas também. pois.Orações coordenadas sindéticas aditivas: e. contudo. ou seja. por uma conjunção coordenativa adversativa. A doença vem a cavalo e volta a pé. Em: “Cravei-lhe os dentes na carne.09. OCA OCA OCA “Inclinei-me.” (Antônio Olavo Pereira) “O ferro mata apenas. todavia.). c) o respeito ao próximo é dever de todos. e) o receio de errar dificultava o aprendizado das línguas. é claro.Orações coordenadas sindéticas conclusivas: portanto. mas. uma relação de sentido. que se encerra com ponto de exclamação. o período é composto quando traz mais de uma oração. duas orações) Está pegando fogo no prédio. entretanto. Estudei bastante / mas não passei no teste. uma não depende da outra sintaticamente.

1. mais consigo encontrá-los... pois. “Entrando na faculdade.. ora o rasgava freneticamente. Respostas: Ouviu-se o som da bateria e os primeiros foliões surgiram... logo. ou retirava-se logo. 06. tudo precisa ser bem feito ou custará preço muito caro.ou. Leve-lhe uma lembrança.. ou. por uma conjunção coordenativa conclusiva.. portanto Resposta: B Por isso – conjunção conclusiva. que. não mereces fé.. c) Quero desculpar-me. porém. porque. 4.. quer. No período “Penso. pois a noite está fria. Leu o livro. Guarde seus pertences. Raimundo é homem são.. Por definição. 04. Ele é teu pai: respeita-lhe. que te abençôo. A água do mar ainda estava fria. que ela aniversaria amanhã... Seja mais educado / ou retire-se da reunião! OCA OCS Alternativa Observe que a 2ª oração vem introduzida por uma conjunção que estabelece uma relação de alternância ou escolha com referência à oração anterior. “Jacinta não vinha à sala. entre as orações de cada item. de justificativa em relação à oração anterior. . Quero desculpar-me. As praias permaneciam desertas. Correu demais. ou seja.. . porque. 03.” (Machado de Assis) “Em aviação. a alma é imortal. ou seja. Mas – conjunção adversativa.. todavia. ou seja. seja. ora. seja. “A mim ninguém engana.d. Resposta: Os dias já eram quentes.Orações coordenadas sindéticas alternativas: ou. fortes como o marulhar das ondas. portanto. entretanto b) por isso..Observe que a 2ª oração vem introduzida por uma conjunção que expressa idéia de conclusão de um fato enunciado na oração anterior. que não nasci ontem. porquanto. . a vontade. uma correta relação de sentido. A matéria perece. pois arfava muito. Observando os períodos seguintes: Exercícios 01.. usando conjunções adequadas. 02. Que – conjunção explicativa. oração em destaque é: a) coordenada sindética conclusiva b) coordenada sindética aditiva c) coordenada sindética alternativa d) coordenada sindética adversativa e) n. portanto. Dormiu mal. é capaz de descrever as personagens com detalhes.” a partícula como expressa uma ideia de: a) causa b) explicação c) conclusão d) proporção e) comparação . que c) logo. por uma conjunção coordenativa explicativa. Resposta: E A conjunção como exercer a função comparativa. pois. conquista-a. por isso as praias permaneciam desertas. pois. mas d) porém.. b) Não durma sem cobertor. por uma conjunção coordenativa alternativa. Relacione as orações coordenadas por meio de conjunções: a) Ouviu-se o som da bateria.. mas.Orações coordenadas sindéticas explicativas: que. podem servir mais tarde. Portanto – conjunção conclusiva. 05. oração coordenada que seja desprovida de conectivo é denominada assindética. 3. A noite está fria. porque e) entretanto.” (Renato Inácio da Silva) “A louca ora o acariciava. porque. 5.. ouviam-se amplos bocejos. porque. mas a água do mar ainda estava fria. logo.. Os amplos bocejos ouvidos são comparados à força do marulhar das ondas. OCA OCS Explicativa Observe que a 2ª oração é introduzida por uma conjunção que expressa idéia de explicação. . logo. Vamos andar depressa / que estamos atrasados. Vives mentindo. caiu. ora. Os dias já eram quentes. quer. a) porque. Assinale a sequência de conjunções que estabelecem. os sonhos não o deixaram em paz. pois. Porque – conjunção explicativa. Reúna as três orações em um período composto por coordenação. Não consigo encontrá-los.a Resposta: A 07. Venha agora ou perderá a vez. Os primeiros foliões surgiram. todavia. 2. .” (Luís Jardim) . Em: “. logo existo”..” (Fernando Sabino) O cavalo estava cansado. oração sublinhada pode indicar uma ideia de: a) concessão b) oposição c) condição d) lugar e) consequência Resposta: C A condição necessária para procurar emprego é entrar na faculdade. portanto deve trabalhar. . Não durma sem cobertor.. pois. procurarei emprego”.” (Érico Veríssimo) “Qualquer que seja a tua infância.

O que dizer sem resvalar para o pessimismo. não balançava uma folha. II. apesar de. Estaríamos nos enganando se achássemos que estas lideranças empresariais aqui reunidas teriam motivação para fazer a distribuição de poderes e rendas que uma nação equilibrada precisa ter.” (Arlindo de Sousa) . a Mitsubishi e mais um pouquinho. embora (ou conquanto ou posto que ou se bem que) não o conhecesse pessoalmente. São classificadas de acordo com a conjunção subordinativa que as introduz: . ele é classificado como período composto por subordinação. a soma do faturamento das nossas mil maiores e melhores empresas. mas ao mesmo tempo extremamente representativos como população. (adjunto adverbial de causa) Veja. portanto. Orações Subordinadas Adverbiais As orações subordinadas adverbiais (OSA) são aquelas que exercem a função de adjunto adverbial da oração principal (OP). Embora não possuísse informações seguras. ninguém ousou reagir. temos riqueza suficiente para distribuir. Conjunções: se. (objeto direto) Não pude sair por causa da chuva. mas a mãe nem notou. É também ocioso pensar que nós.O fiscal deu o sinal. Resposta E Período Composto por Subordinação Observe os termos destacados em cada uma destas orações: Vi uma cena triste. Conjunções: embora. repetitiva dentro do ciclo de graves crises que ocupa a energia desta nação. Quando um período é constituído de pelo menos um conjunto de duas orações em que uma delas (a subordinada) depende sintaticamente da outra (principal). em eventos como este. visto que. Como ele estava armado. OP OSA Causal O tambor soa porque é oco. As orações subordinadas são classificadas de acordo com a função que exercem: adverbiais. agora. OP OSA Concessiva Admirava-o muito. pois que. visto que esteve doente. (oração subordinada com função de adjunto adverbial de causa) Em todos esses períodos. Sejamos francos. no entanto. um é composto por coordenação e contém uma oração coordenada sindética adversativa. sem. a crítica pungente ou a auto-absolvição. se bem que. Irei à sua casa / se não chover.” (“Discurso de Semler aos empresários”. de tal elite. a menos que.O filho chegou. Conjunções: porque. a segunda oração exerce uma certa função sintática em relação à primeira. b) O que dizer sem resvalar para o pessimismo. e chego a um número menor do que o faturamento de apenas duas empresas japonesas. Empresários empurrados à condição de liderança oficial se reúnem. Ela saiu à noite / embora estivesse doente. subordinada a ela. . ainda assim arriscou uma opinião. Se o conhecesses. mesmo que. (oração subordinada com função de adjunto adnominal) Todos querem / que você participe. “Vivemos mais uma grave crise. ainda que. Como não me atendessem. Não fui à escola / porque fiquei doente. Aliás. mas o mesmo tempo extremamente representativos como população. desde que. como (= porque).Condicionais: Expressam hipóteses ou condição para a ocorrência do que foi enunciado na principal. (oração subordinada com função de objeto direto) Não pude sair / porque estava chovendo.Concessivas: Expressam ideia ou fato contrário ao da oração principal. que. não o condenarias. “Que diria o pai se soubesse disso?” (Carlos Drummond de Andrade) A cápsula do satélite será recuperada. como podemos transformar esses termos em orações com a mesma função sintática: Vi uma cena / que me entristeceu. Nota-se que existe coordenação assindética em: a) I apenas b) II apenas c) III apenas d) I e III e) nenhum deles Resposta: D 08. e) Em termos mundiais somos irrelevantes como potência econômica. repreendi-os severamente. substantivas e adjetivas.I. para lamentar o estado de coisas. Faço sempre. a filha saiu. da tal elite. sendo. OP OSA Condicional Deus só nos perdoará se perdoarmos aos nossos ofensores. Folha de São Paulo) Dentre os períodos transcritos do texto acima. “Faltou à reunião. d) Sejamos francos. a crítica pungente ou a auto-absolvição? É da história do mundo que as elites nunca introduziram mudanças que favorecessem a sociedade como um todo. impedir sua realização. a não ser que. . Acabara o exame. III. é ingenuidade imaginar que a vontade de distribuir renda passe pelo empobrecimento da elite. caso a experiência tenha êxito.Causais: Expressam a causa do fato enunciado na oração principal. Digamos. A frustração cresce e a desesperança não cede. temos riqueza suficiente para distribuir. c) É também ocioso pensar que nós. (adjunto adnominal) Todos querem sua participação. Assinalar a alternativa correspondente a este período: a) A frustração cresce e a desesperança não cede. os candidatos entregaram a prova. para meu desânimo.Não caía um galho. Em termos mundiais somos irrelevantes como potência econômica. contanto que. por mais que.

não me ouviram. como.Conformativas: Expressam a conformidade de um fato com outro. mais se aprende. logo que. Conjunções: para que.” (José J. OP OSA Conformativa O homem age conforme pensa. tal como. de maneira que pude prolongar minha viagem. os povos se levantam. . “Lá pelas sete da noite.) Mariana esperou que o marido voltasse. O fiscal verificou se tudo estava em ordem. Ele saiu da sala / assim que eu cheguei. segundo. que. enquanto. pois que.” (Marquês de Maricá) Enquanto foi rico. Como a flor se abre ao Sol. depois que. Daremos o prêmio a quem o merecer. Veiga) De tal sorte a cidade crescera que não a reconhecia mais. OP OSA Comparativa A preguiça gasta a vida como a ferrugem consome o ferro.” (Marquês de Maricá) Ela o atraía irresistivelmente.” (Machado de Assis) (não deixasse = para que não deixasse) . As notícias de casa eram boas. Observe: O grupo quer a sua ajuda. A chuva foi tão forte / que inundou a cidade. tanto como. em que está subentendido o verbo ser (como a mãe é). O trabalho foi feito / conforme havíamos planejado. todos o procuravam. sempre que. Abri a porta do salão / para que todos pudessem entrar. como no exemplo acima. Ninguém pode dizer: Desta água não beberei. OP OSS Subjetiva . Ela é bonita / como a mãe. à proporção que. Conjunções: como. cria asas. tal qual. Relatei os fatos como (ou conforme) os ouvi. OP OSA Final “O futuro se nos oculta para que nós o imaginemos.. . Os retirantes deixaram a cidade tão pobres como vieram. Como diz o povo. Elas podem ser: . quando escurecia. OP OSA Consecutiva Fazia tanto frio que meus dedos estavam endurecidos. num período.Oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta: É aquela que exerce a função de objeto direto do verbo da oração principal. assim que. Conjunções: conforme. as casas iam rareando. quanto mais. Conjunções: porque. Lembre-se de que a vida é breve. (sujeito) É importante / que você colabore.” (Machado de Assis) (que = para que) “Instara muito comigo não deixasse de freqüentar as recepções da mulher.Temporais: Acrescentam uma circunstância de tempo ao que foi expresso na oração principal.Finais: Expressam a finalidade ou o objetivo do que foi enunciado na oração principal. ao passo que.) Aconselha-o a que trabalhe mais. porque (=para que). Quanto mais reclamava / menos atenção recebia. que. como o imã atrai o ferro. a fim de que. mal (=assim que). ao passo que os preços sobem. assim minha alma se abriu à luz daquele olhar. as casas se esvaziam.Proporcionais: Expressam uma ideia que se relaciona proporcionalmente ao que foi enunciado na principal. que (combinado com menos ou mais). Conjunções: quando. como sabemos.: As orações comparativas nem sempre apresentam claramente o verbo. Por mais que gritasse. (objeto indireto) Necessito / de que você me ajude. (= Não me oponho à sua viagem. . OP OSA Temporal Formiga. À proporção que avançávamos. assim como. como (=conforme). geralmente são introduzidas pelas conjunções integrantes que e se.” (Marquês de Maricá) Aproximei-me dele a fim de que me ouvisse melhor. exercem funções sintáticas próprias de substantivos. é um grande veículo de informação. OP OSS Objetiva Inireta Não me oponho a que você viaje.Cumpriremos nosso dever. OSA Proporcional OP À medida que se vive. Observe: É importante sua colaboração. “A fumaça era tanta que eu mal podia abrir os olhos.. como (= porque). vai diminuindo. (tão). Conjunções: à medida que.Consecutivas: Expressam a consequência do que foi enunciado na oração principal.Oração Subordinada Substantiva Subjetiva: É aquela que exerce a função de sujeito do verbo da oração principal. Observe: Necessito de sua ajuda. tristezas não pagam dívidas. (= O mestre exigia a presença de todos. . O valor do salário. O jornal. visto que. OP OSS Objetiva Direta O mestre exigia que todos estivessem presentes. “Fiz-lhe sinal que se calasse. ainda que (ou mesmo quando ou ainda quando ou mesmo que) todos nos critiquem. Orações Subordinadas Substantivas As orações subordinadas substantivas (OSS) são aquelas que. Obs. . quando quer se perder.Comparativas: Expressam ideia de comparação com referência à oração principal.Oração Subordinada Substantiva Objetiva Indireta: É aquela que exerce a função de objeto indireto do verbo da oração principal.” (Carlos Povina Cavalcânti) “Quando os tiranos caem. (objeto direto) O grupo quer / que você ajude. . quanto menos. .

/ que mora na Bahia.Oração Subordinada Substantiva Predicativa: É aquela que exerce a função de predicativo do sujeito da oração principal. Orações Subordinadas Adjetivas As orações subordinadas Adjetivas (OSA) exercem a função de adjunto adnominal de algum termo da oração principal. essa proposta traz algum motivo oculto?” (Machado de Assis) As orações apositivas vêm geralmente antecedidas de doispontos. “Talvez o que eu houvesse sentido fosse o presságio disto: de que virias a morrer. OP OSS Apositiva Só desejo uma coisa: que vivam felizes. Sê grato a quem te ensina. como. Exemplo: O escritor Jorge Amado. etc.” (Graciliano Ramos) . cumprir. gerúndio e particípio). acabou na miséria. Ex. (= Sua colaboração é necessária. Meu maior desejo agora é que me deixem em paz.: Sabe-se que ele saiu da cidade. (= Sou favorável à prisão dele. a oração que ganhou o 1º lugar especifica o sentido do substantivo cantor.Subordinadas Adjetivas Restritivas: São restritivas quando restringem ou especificam o sentido da palavra a que se referem. Não sou quem você pensa. Observe como podemos transformar um adjunto adnominal em oração subordinada adjetiva: Desejamos uma paz duradoura.) Parece que a situação melhorou. é conveniente. em construções do tipo é bom.: É certo que ele voltará amanhã. é útil.A oração subjetiva geralmente vem: . OP OSA Restritiva Nesse exemplo. . etc. mas sem restringi-lo ou especificá-lo. que o filho recuperasse a saúde. que é nosso pai. que nasceu rico. etc. OP OSS Completiva Nominal Sou favorável a que o prendam. tornou-se realidade.” (Olegário Mariano) .. “Há saudades que a gente nunca esquece. quanto. Além desse tipo de orações subordinadas há outras que se apresentam com o verbo numa das formas nominais (infinitivo. Ex. poderá ser assaltado.: Convém que todos participem da reunião. Diga-me como resolver esse problema. ocorrer. etc. Podem vir. Ele tem amor às plantas. Rubem Braga é um dos cronistas que mais belas páginas escreveram.Subordinadas Adjetivas Explicativas: São explicativas quando apenas acrescentam uma qualidade à palavra a que se referem.” (Osmã Lins) “Mas diga-me uma cousa. Os animais que se alimentam de carne chamam-se carnívoros. (Só desejo uma coisa: a sua felicidade) Só lhe peço isto: honre o nosso nome. quem. / lançou um novo livro. quando empregados na 3ª pessoa do singular e seguidos das conjunções que ou se.) Estava ansioso por que voltasses.depois de expressões na voz passiva. vindo sempre depois do verbo ser.. . que passe por ali à noite. “Fabiano tinha a certeza de que não se acabaria tão cedo. Observe: Estou convencido de sua inocência.) Minha esperança era que ele desistisse. OP OSA Explicativa OP Deus. Observe: Ele tinha um sonho: a união de todos em benefício do país. Orações Reduzidas Observe que as orações subordinadas eram sempre introduzidas por uma conjunção ou pronome relativo e apresentavam o verbo numa forma do indicativo ou do subjuntivo. contase.) e podem ser classificadas em: . indicando que o público não aplaudiu qualquer cantor mas sim aquele que ganhou o 1º lugar. . entre vírgulas. Aconteceu que não o encontrei em casa. é certo. qual. como sabe-se. (aposto) Ele tinha um sonho / que todos se unissem em benefício do país.Oração Subordinada Substantiva Completiva Nominal: É aquela que exerce a função de complemento nominal de um termo da oração principal. Exemplo: Seu desejo.depois de um verbo de ligação + predicativo. Ex. É necessário que você colabore. constar. Exemplos: Não sei quando ele chegou. também. que cultiva com carinho. . Exemplos: . Alguém. intercaladas à oração principal. Pedra que rola não cria limo.Oração Subordinada Substantiva Apositiva: É aquela que exerce a função de aposto de um termo da oração principal. Observação: Além das conjunções integrantes que e se. nos salvará. esclarecendo um pouco mais seu sentido. tais como quando. diz-se. (complemento nominal) Estou convencido / de que ele é inocente. Importa que saibas isso bem. (oração subordinada adjetiva) As orações subordinadas adjetivas são sempre introduzidas por um pronome relativo (que . as orações substantivas podem ser introduzidas por outros conectivos. Observe: O importante é sua felicidade. cujo. (Seu receio era a chuva. (adjunto adnominal) Desejamos uma paz / que dure. (predicativo) O importante é / que você seja feliz.depois de verbos como convir. Exemplo: O público aplaudiu o cantor / que ganhou o 1º lugar. urgir. OP OSS Predicativa Seu receio era que chovesse. Valério.

subordinada adverbial Note-se também que há pausa (vírgula. / os jogadores foram para o vestiário. .. Não esqueças que é falível. devemos procurar desenvolvê-la do seguinte modo: colocamos a conjunção ou o pronome relativo adequado ao sentido e passamos o verbo para uma forma do indicativo ou subjuntivo. O período agora é composto por coordenação. . telefone-me. . OSA Temporal Acabado o treino: oração subordinada adverbial temporal. subjetiva. mas como o próprio nome indica. Quando entrei na escola. entramos na escola. “Na ‘Partida Monção”. Precisando de ajuda. Rosa chorou. É bom que você venha. Exemplo: Rosa chorou porque levou uma surra. adverbial temporal d) subjetiva. adverbial temporal. (oração coordenada sindética aditiva) Saindo depressa de casa: oração coordenada reduzida de gerúndio. No seguinte grupo de orações destacadas: 1. OP OSA Comparativa OSA Condicional Exercícios 01. porque seus olhos estão vermelhos. (infinitivo) . objetiva indireta 05. Na frase: “Maria do Carmo tinha a certeza de que estava para ser mãe”.” A oração sublinhada é: a) adverbial conformativa b) adjetiva c) adverbial consecutiva d) adverbial proporcional e) adverbial causal 04. já que ambas podem ser iniciadas por que e porque? Às vezes não é fácil estabelecer a diferença entre explicativas e causais. Ela fala / como falaria / se entendesse do assunto. encontrei o professor de inglês. Qual é a diferença entre as orações coordenadas explicativas e as orações subordinadas causais. reduzida de gerúndio. saindo depressa de casa. visto que a surra foi sem dúvida a causa do choro. objetiva direta c) objetiva direta. A oração reduzida terá a mesma classificação da oração desenvolvida. Chegados que fomos. objetiva direta. reduzida de infinitivo. (particípio) As orações subordinadas que apresentam o verbo numa das formas nominais são chamadas de reduzidas. Assim que acabou o treino. imperativa.Acabado o treino.Uma oração coordenada também pode vir sob a forma reduzida.O infinitivo. Não existe aí relação de causa e efeito: o fato de os olhos de Elisa estarem vermelhos não é causa de ela ter chorado. objetiva direta. Se precisar de ajuda. os jogadores foram para o vestiário. Temos orações subordinadas. Exemplo: Tenho vontade de visitar essa cidade. A segunda oração do período? “Não sei no que pensas”.Ao entrar nas escola. os jogadores foram para o vestiário. Essa casa foi construída por meu pai. Há reconstituição de uma cena como ela devia ter sido na realidade. A palavra “se” é conjunção integrante (por introduzir oração subordinada substantiva objetiva direta) em qual das orações seguintes? Acabado o treino. Exemplos: Preciso terminar este exercício. as causais sempre trazem a causa de algo que se revela na oração principal. Exemplo: O homem fechou a porta. pois a oração iniciada pela conjunção traz a explicação daquilo que se revelou na coordena anterior. Essa noção de causa e efeito não existe no período composto por coordenação. 2. 3. Observações: . OSA Temporal Ao entrar na escola: oração subordinada adverbial temporal. orações reduzidas que não são passíveis de desenvolvimento. subjetiva b) subjetiva. objetiva direta e) predicativa. Ele está jantando na sala.Precisando de ajuda. reduzida de particípio. o que não acontece com a oração adverbial causal. que traz o efeito. Ao entrar na escola. é classificada como: a) substantiva objetiva direta b) substantiva completiva nominal c) adjetiva restritiva d) coordenada explicativa e) substantiva objetiva indireta 03.Há orações reduzidas que permitem mais de um tipo de desenvolvimento. o gerúndio e o particípio não constituem orações reduzidas quando fazem parte de uma locução verbal. adverbial temporal. conforme o caso. / telefone-me. isto é. que é efeito. Está claro que a oração iniciada pela conjunção é causal. encontrei o professor de inglês. Para classificar a oração que está sob a forma reduzida. muitas vezes. / encontrei o professor de inglês. Há casos também de orações reduzidas fixas. telefone-me. a oração destacada é: a) subordinada substantiva objetiva indireta b) subordinada substantiva completiva nominal c) subordinada substantiva predicativa d) coordenada sindética conclusiva e) coordenada sindética explicativa 02. O homem fechou a porta e saiu depressa de casa. (gerúndio) . não há uma atitude inventada. respectivamente: a) objetiva direta. na escrita) entre a oração explicativa e a precedente e que esta é. OSA Condicional Precisando de ajuda: oração condicional.

minha antiga empregada. e) Era difícil para o ladrão procurar os engenhos da várzea. muitas vezes. não formam uma unidade sintática: Lúcia. a oração “para cortar” em relação a “não bate”. orações subordinadas adjetivas. .separar o adjunto adverbial antecipado ou intercalado: Chegando de viagem. . motivo para tanta raiva. Ponto ( . b) A Federação arroga-se o direito de cancelar o jogo. etc. Não se falavam nem se olhavam. orações subordinadas adverbiais comparativas c) agentes da passiva. ou meter-se para os lados de Goiana 10. . lua. ou melhor. (omissão do verbo preferir) Termos coordenados ligados pelas conjunções e. orações subordinadas adverbiais concessivas. não se pode separá-los por meio de vírgula. não vivia no coco como a do Santa Rosa. ) . ou. foi a ganhadora única da Sena. serventes. coordenadas entre si b) adjuntos adnominais. Podemos concluir que. mas teve vontade de tomar o trem e ir valer-se do presidente. ): É usada para marcar uma pausa do enunciado com a finalidade de nos indicar que os termos por ela separados. Não se separam por vírgula: .. a oração grifada é: a) substantiva subjetiva b) substantiva objetiva direta c) substantiva completiva nominal d) substantiva apositiva e) adjetiva restritiva Respostas: (01-B) (02-E) (03-A) (04-D) (05-E) (06-B) (07-C) (08-E) (09-C) (10-E) PONTUAÇÃO Os sinais de pontuação são sinais gráficos empregados na língua escrita para tentar recuperar recursos específicos da língua falada. nada me importa.“Há enganos que nos deleitam”. . . . Neste período “não bate para cortar”. “Lembro-me de que ele só usava camisas brancas. exceto em: a) O fato era que a escravatura do Santa Fé não andava nas festas do Pilar.isolar o nome de lugar na indicação de datas: Belo Horizonte. tais como: entonação. é: a) a causa b) o modo c) a consequência d) a explicação e) a finalidade 09. e se não sabia notícias de Antônio Silvino.objeto de verbo. . lua. . d) O oficial perguntou de onde vinha.indicar o final de uma frase declarativa: Lembro-me muito bem dele.adjunto adnominal de nome. 26 de janeiro de 2011.separar termos coordenados assindéticos: “Lua. coordenadas entre si d) objetos diretos. . 06.separar o vocativo: Maria. . . pausas. . . Ainda não me decidi . . por um momento meu canto contigo compactua. Em . Em todos os períodos há orações subordinadas substantivas. A vírgula no interior da oração É utilizada nas seguintes situações: . depois de amanhã podemos nos encontrar para acertar a viagem. orações subordinadas adverbiais comparativas 08. religião e política. procurarei por você. faria o mesmo com o engenho que ele fundara com o suor de seu rosto. esteve aqui ontem. Ex. pelo respeito. V...separar elementos de uma enumeração: Precisa-se de pedreiros. nem dispensam o uso da vírgula: Conversaram sobre futebol.” (Caetano Veloso) . . jogo de silêncio.” Os termos sublinhados são: a) complementos nominais.marcar a omissão de um termo (normalmente o verbo): Ela prefere ler jornais e eu.isolar expressões de caráter explicativo ou corretivo: Amanhã. orações subordinadas adjetivas.oração principal da subordinada substantiva (desde que esta não seja apositiva nem apareça na ordem inversa). lua. é fundamental para o progresso do país. As pessoas. c) Um dia aquele Lula faria o mesmo com a sua filha. traga-me uma xícara de café.a) Ele se mordia de ciúmes pelo patrão. Não vá embora. esposa de João. b) Não lhe tocara no assunto. quando há uma relação sintática entre termos da oração.” A oração sublinhada é: a) subordinada substantiva completiva nominal b) subordinada substantiva objetiva indireta c) subordinada substantiva predicativa d) subordinada substantiva subjetiva e) subordinada substantiva objetiva direta 07. mestre-de-obras. apesar de participarem da mesma frase ou oração.nas abreviaturas: Av. Na passagem: “O receio é substituído pelo pavor. porém. d) Precisa-se de operários. A educação.predicativo do objeto do objeto.predicado de sujeito. são falsas. meus amigos.separar o complemento pleonástico antecipado: A mim. e) Não sei se o vinho está bom.separar alguns apostos: Valdete.separar períodos entre si: Fica comigo.ª Vírgula ( . coordenadas entre si e) objetos indiretos.separar conjunções intercaladas: Não havia. c) O aluno fez-se passar por doutor. pela emoção que emudece e paralisa. revistas.complemento nominal de nome.

(O prazer de viajar .separar orações subordinadas adverbiais (desenvolvidas ou reduzidas). Há três casos em que se usa a vírgula antes da conjunção: . e ainda assim não foi aprovada. frases intercaladas de caráter explicativo e datas: Na 2ª Guerra Mundial (1939-1945). . neologismos.separar orações coordenadas muito extensas ou orações coordenadas nas quais já tenham tido utilizado a vírgula: “O rosto de tez amarelenta e feições inexpressivas. (cap. . Heliel!” ( As violetas de Nossa Sra.indicar uma citação textual: “Ia viajar! Viajei. . juntamente com o ponto de exclamação: Quem ganhou na loteria? Você. etc: Art..Em perguntas diretas: Como você se chama? .” (Canteiros Raimundo Fagner) Aspas ( “ ” ) . de um decreto. .advertência. o inferior um tanto tenso (.. “Uma manhã lá no Cajapió (Joca lembrava-se como se fora na véspera). quando a bronquite crônica de que sofria desde moço se foi transformando em opressora asma cardíaca.Após vocativo: “Parte. Rodrigo e Gilberto..isolar palavras ou expressões que fogem à norma culta. . Travessão ( __ ) . .) menos a felicidade. numa quietude apática. (O milagre das chuvas no nordeste.. desfiz e refiz a mala”. enumerações ou sequência de palavras que explicam. Trinta e quatro vezes. acordara depois duma grande tormenta no fim do verão”. consequência.separar os itens de uma lei.se viajarei para Bahia ou Ceará. ocorreu inúmeras perdas humanas.separar as orações intercaladas: “.esquece.disse o velho . com todo o sangue na face. Essas orações poderão ter suas vírgulas substituídas por duplo travessão: “Senhor .Eça de Queirós) Se..Após palavras ou frases que denotem caráter emocional: Que pena! Reticências ( . dei a ele um “feedback” do serviço a mim requerido.indicar dúvidas ou hesitação do falante: Sabe. por exemplo): Coitada! Estudou muito.” (O selvagem .separar as orações substantivas antepostas à principal: Quanto custa viver.quando a conjunção e assumir valores distintos que não seja da adição (adversidade.. de quem guardo amargas lembranças. . com a finalidade de dar ênfase. se fizer necessário a utilização de novas aspas. e pula de alegria.. quando começarão as aulas? .dar início à fala de um personagem: O filho perguntou: __ Pai. comi algo e saí para o trabalho. e ri. III. o uso da vírgula passa a ser obrigatório: Não fui nem ao velório. II..isolar palavras. curvou-se ainda mais. como gírias.José de Alencar) .Senhor..separar as orações coordenadas sindéticas e assindéticas (exceto as iniciadas pela conjunção “e”: Acordei. .tenho grandes contentamentos em a estar plantando.. resumem ideias anteriores: Meus amigos são poucos: Fátima. mas que seja infinito enquanto dure. disse o velho.quando as orações coordenadas tiverem sujeitos diferentes: Os ricos estão cada vez mais ricos. Estudou muito. nem ao enterro..demissão. ( ‘ ‘ ) Parênteses ( () ) .interrupção de uma frase deixada gramaticalmente incompleta: Alô! João está? Agora não se encontra.Às vezes.cassação de aposentadoria ou disponibilidade.. e fugindo com o corpo apresentou o gancho.suspensão. Conversando com meu superior. às pressas. mas não foi aprovado no exame.Após interjeição: Ufa! Ai! . ) . de uma sequência.” Ponto de Interrogação ( ? ) . ) .. estas serão simples.Graça Aranha) Os parênteses também podem substituir a vírgula ou o travessão. VI. A vírgula entre orações É utilizada nas seguintes situações: .separar as orações subordinadas adjetivas explicativas: Meu pai. dentro de um trecho já destacado por aspas.destituição de função comissionada.José de Alencar) . os lábios grossos.” (Cecília. e os pobres. estrangeirismos.eu queria te dizer que.antes de apostos ou orações apositivas. nem à missa de sétimo dia.destituição de cargo em comissão. cada vez mais pobres. alva e pura como um foco de algodão.. Quem sabe se ligar mais tarde. tomei meu banho. Ponto-e-Vírgula ( .. IV..” ..)” (Visconde de Taunay) Dois-Pontos ( : ) . Entretanto.”. A festa na casa de Lúcio estava “chocante”.ao fim de uma frase gramaticalmente completa com a intenção de sugerir prolongamento de ideia: “Sua tez.quando a conjunção e vier repetida com a finalidade de dar ênfase (polissíndeto): E chora. e grita. 127 – São penalidades disciplinares: I. V das penalidades Direito Administrativo) .Humberto de Campos).Após imperativo: Cale-se! . tenho grandes contentamentos em a estar plantando. bufando.iniciar a fala dos personagens: Então o padre respondeu: __Parta agora. . . mora no Rio de Janeiro. palavrões. de uma petição. o que mais se acentuava no fim da vida.indicar supressão de palavra (s) numa frase transcrita: “Quando penso em você (. Eu?! Ponto de Exclamação ( ! ) . principalmente se estiverem antepostas à oração principal: “No momento em que o tigre se lançava. tingia-se nas faces duns longes cor-derosa. se essas conjunções aparecerem repetidas. era pronunciadamente vultuoso..antes de citação: Como já dizia Vinícius de Morais: “Que o amor não seja eterno posto que é chama. V. realmente não sei. arcaísmos e expressões populares: Maria ganhou um apaixonado “ósculo” do seu admirador.

Exercícios 01. Hífen (−) Usado para ligar elementos de palavras compostas e para unir pronomes átonos a verbos.unir grupos de palavras que indicam itinerário: A rodovia Belém-Brasília está em péssimo estado. d) José dos Santos.indicar mudança do interlocutor nos diálogos. começa por letra maiúscula. minha avó. outras pessoas a reunião ficou mais animada. aguardavam. porém. um pouco além do ponto em que começam as outras linhas. Nossa capacidade de retenção é variável . o que tenho é grave? __Não se preocupe. c) Precisando. c) Pouco depois. sem que este riso os impeça de conservar as suas roupas e o seu calçado. vive no Rio. ficou mais animada. que. que me achava lá. 05. telefone. melhor telefone que eu venho. telefone. de mim. é variável e . e) Conduziram-me à rua da Conceição. d) Pouco depois quando chegaram outras pessoas a reunião.. b) Eu tinha. quando chegaram. d) Precisando de mim. no Rio. em fila. o seu moleque. procure-me. c) Ansiosos. isto se passava. o seu moleque conhece pouco os deveres da hospitalidade. assinale a que não está pontuada corretamente: a) Os candidatos. os períodos foram pontuados de cinco formas diferentes. b) Tenha cuidado ao parafrasear o que ouvir: nossa capacidade de retenção é variável e. em casa de uma comadre. É só tomar um antibiótico e estará bom.e muitas vezes inconscientemente deturpamos. 23 anos vive no Rio. Exemplo: guarda-roupa 03. que eu venho. disse Alves. Parágrafo Constitui cada uma das secções de frases de um escritor. e) Precisando. b) José dos Santos paulista 23 anos. Assinale a letra que corresponde ao período de pontuação correta: a) José dos Santos paulista. aguardavam ansiosos o resultado do concurso. Das redações abaixo. 23 anos. ao parafrasear o que ouvir! Nossa capacidade de retenção é variável e muitas vezes inconscientemente. vive no Rio. __Doutor. o que ouvimos. procure-me ou melhor. ao parafrasear o que ouvir. muitas vezes. c) A estes. os candidatos aguardavam. Assinale o texto de pontuação correta: a) Não sei se disse. ou melhor. a reunião ficou mais animada. triturados soltos no ar. muxoxos. b) Pouco depois quando chegaram outras pessoas a reunião ficou mais animada. assinale a letra que corresponde ao período de pontuação correta: . d) Os candidatos ansiosos aguardavam o resultado do concurso. conhece pouco os deveres da hospitalidade. e) Tenha cuidado. e em vão tentava emendar-me: provocava risos. em fila. a) Entra a propósito. b) Precisando de mim procure-me. Barra ( / ) Aplicada nas abreviações das datas e em algumas abreviaturas. ansiosos. e) José dos Santos. o resultado do concurso. 06. vive no Rio. paulista. Instruções para as questões de números 03 e 04: Os períodos abaixo apresentam diferenças de pontuação. deturpamos o que ouvimos. como os pedaços da carta de ABC. é uma simples infecção. a) Precisando de mim procure-me. d) Na civilização e na fraqueza ia para onde me impeliam muito dócil muito leve. e) Os candidatos. b) Em fila. A alternativa com pontuação correta é: a) Tenha cuidado. d) Tenha cuidado ao parafrasear o que ouvir. o juízo fraco. numa sala pequena. inconscientemente. Colchetes ( [] ) Utilizados na linguagem científica. mas só mais tarde notei. . em fila. que eu venho. paulista 23 anos vive. melhor telefone que eu venho. ou melhor telefone que eu venho. a) Pouco depois. ao parafrasear o que ouvir. Nas questões 07 a 10. ou. procure-me ou. e) Pouco depois quando chegaram outras pessoas a reunião ficou. deturpamos o que ouvimos. nossa capacidade de retenção. c) José dos Santos. 02. de mim. palavrões. Asterisco ( * ) Empregado para chamar a atenção do leitor para alguma nota (observação). quando chegaram outras pessoas. deturpamos o que ouvimos. Também pode ser usado em substituição à virgula em expressões ou frases explicativas: Xuxa – a rainha dos baixinhos – é loira. o mais que pode acontecer é que se riam deles os outros. mais animada. deturpamos o que ouvimos. c) Tenha cuidado. aguardavam ansiosos. os candidatos. o resultado do concurso.muitas vezes inconscientemente. paulista 23 anos. Leia-os todos e assinale a letra que corresponde ao período de pontuação correta: 07. o resultado do concurso. Nossa capacidade de retenção é variável e muitas vezes inconscientemente. Os períodos abaixo apresentam diferenças de pontuação. b) Entra a propósito disse Alves. em fila. 04.

acerca do possível ladrão ou ladrões. meio que. e) Era um homem de quarenta gordo. fisionomia insinuante. mas em todos os casos deve subordinar-se às exigências da eufonia.. 08.” (Érico Veríssimo) . d) Prima. apareci com o rosto e as mãos muito marcados. O adjetivo que se refere a mais de um substantivo de gênero ou número diferentes. disse Alves. com o mais próximo: “Escolhestes mau lugar e hora. a tinta e a barro fresco. atrativa ou ideológica (dá ênfase a apenas um dos vários elementos. destas impresso constante sorriso.No masculino plural: “Tinha as espáduas e o colo feitos de encomenda para os vestidos decotados. imediatamente se lhe apagou. disse Alves. Assim. b) Era um homem de quarenta gordo. disse Alves o seu moleque conhece pouco os deveres da hospitalidade. Seguem esta regra os pronomes adjetivos: A sua idade. sexo e profissão..grande número de camareiros e camareiras nativos. com valor estilístico). na concordância. É o princípio sintático segundo o qual as palavras dependentes se harmonizam. fisionomia insinuante. Concordância Nominal: adequação entre o substantivo e os elementos que a ele se referem (artigo. o seu moleque conhece pouco os deveres da hospitalidade. fisionomia insinuante.. com as palavras de que dependem.” (Luís Henrique Tavares) .toda ela (a casa) cheirando ainda a cal. Músicos e bailarinas ciganas animavam a festa.” (Machado de Assis) “Os arreios e as bagagens espalhados no chão. Exemplo: O alto ipê cobre-se de flores amarelas. b) Prima. meio que. fisionomia insinuante. destas impresso constante sorriso. constante sorriso. a bela viúva. meio que mesmo sérias. baixo. baixo.” (Antônio Calado) Velhas revistas e livros enchiam as prateleiras. Concordância Verbal: variação do verbo. e) Entra a propósito. da clareza e do bom gosto. 09. mesmo sérias trazem e cinco anos.. Muitas vezes é facultativa a escolha desta ou daquela concordância. ou com o substantivo mais próximo. pronome. Por que tanto ódio e perversidade?. suplicou o moço com um leve sorriso que imediatamente se lhe apagou. em geral. o seu moleque conhece pouco. efetua-se de acordo com as seguintes regras gerais: O adjetivo concorda em gênero e número com o substantivo a que se refere. e) Deixo ao leitor.. e cinco anos. c) Prima faça calar titio. e) Prima faça calar titio. calcular quanta paixão empregou na execução do canto..” (Alexandre Herculano) “.. d) Era um homem de quarenta gordo. tanto nominal quanto verbal. empregou na execução do canto. com um leve sorriso que imediatamente se lhe apagou. destas impresso constante sorriso. trazem “Concordar” significa “estar de acordo com”.. destas impresso. a bela viúva.” (Humberto de Campos) “Meu primo estava saudoso dos tempos da infância e falava dos irmãos e irmãs falecidas. Aqueles vícios e ambições. suplicou o moço com um leve sorriso que. o adjetivo concorda. baixo. um e outro legítimos. a) Deixo ao leitor calcular quanta paixão empregou na execução do canto. 01-C / 02-E / 03-C / 04-D / 05-E / 06-B / 07-D / 08-B / 09-E / 10-B Respostas CONCORDÂNCIA NOMINAL E VERBAL A concordância consiste no mecanismo que leva as palavras a adequarem-se umas às outras harmonicamente na construção frasal. trazem e cinco anos. “Seu Príncipe e filhos”.c) Entra a propósito. “. adjetivo). faça calar titio suplicou o moço com um leve sorriso que imediatamente se lhe apagou. trazem e cinco anos. baixo. meio que. quanta paixão empregou na execução do canto. Exemplo: . e cinco anos. mesmo sérias. . c) Era um homem de quarenta gordo. a) Prima faça calar titio suplicou o moço. poderá concordar no masculino plural (concordância mais aconselhada). ocorrem dois tipos de construção. Velhos livros e revistas enchiam as prateleiras. os deveres da hospitalidade. os elementos que compõem a frase devem estar em consonância uns com os outros. a bela viúva a bela viúva. d) Entra a propósito. conformando-se ao número e à pessoa do sujeito. baixo. nas suas flexões. em roda. d) Deixo ao leitor calcular. Seus planos e tentativas. Concordância Nominal Concordância do adjetivo adjunto adnominal: a concordância do adjetivo. fisionomia insinuante. destas impresso constante sorriso. suplicou o moço com um leve sorriso que imediatamente se lhe apagou.Anteposto aos substantivos.Quando dois ou mais adjetivos se referem ao mesmo substantivo determinado pelo artigo. Essa concordância poderá ser feita de duas formas: gramatical ou lógica (segue os padrões gramaticais vigentes).. com a função de adjunto adnominal. meio que mesmo sérias trazem. c) Deixo ao leitor calcular quanta paixão. .. a bela viúva.Com o substantivo mais próximo: A Marinha e o Exército brasileiro estavam alerta.” (Carlos Povina Cavalcânti) “. b) Deixo ao leitor calcular quanta paixão empregou na execução do canto. quando posposto. mesmo sérias. a) Era um homem de quarenta gordo.” (Herman Lima) “Ainda assim.. Exemplos: 10. faça calar titio.

.” (Aníbal Machado) Observe-se que em tais casos o sujeito não vem determinado pelo artigo e a concordância se faz não com a forma gramatical da palavra. “O céu e as árvores ficariam assombrados. Os campos estavam floridos. . poderá o predicativo. Vossa Alteza foi bondoso.” (Eça de Queirós) “Seriam precisos outros três homens.Quando o objeto é composto e constituído por elementos do mesmo gênero.Os adjetivos regidos da preposição de.Se anteposto ao objeto. Concordância do particípio passivo: Na voz passiva. neste caso.” (José Gualda Dantas) Concordância do adjetivo predicativo com o sujeito: a concordância do adjetivo predicativo com o sujeito realiza-se consoante as seguintes normas: .Se o sujeito for representado por um pronome de tratamento. . Doutor Juiz. o adjetivo se flexiona no plural e no gênero dos elementos: A justiça declarou criminosos o empresário e seus auxiliares. Deixe bem fechadas a porta e as janelas. a concordância se efetua com o sexo da pessoa a quem nos referimos: Vossa Senhoria ficará satisfeito. podem esses adjetivos concordar com o substantivo (ou pronome) sujeito: “Elas nada tinham de ingênuas. (com referência a um príncipe) O predicativo aparece às vezes na forma do masculino singular nas estereotipadas locuções é bom. .” (Machado de Assis) Longos eram os dias e as noites para o prisioneiro. “Olhou para suas terras e viu-as incultas e maninhas. muito. “Vossa Excelência está enganado. etc. Segue as mesmas regras o predicativo expresso pelos substantivos variáveis em gênero e número: Temiam que as tomassem por malfeitoras. O dedo indicador e o médio estavam feridos.Sendo o sujeito composto e constituído por substantivos de gêneros diversos.” (Alexandre Herculano) . algo. Os dedos indicador e médio estavam feridos.” (Ariano Suassuna) Vossas Excelências. Achei muito simpáticos o príncipe e sua filha. etc. “Água de melissa é muito bom. ou sendo preciso realçar o predicativo. o particípio concorda em gênero e número com o sujeito.. Considero autores do crime o comerciante e sua empregada. concordar com o núcleo mais próximo: É preciso que se mantenham limpas as ruas e os jardins. o adjetivo predicativo concordará no masculino plural: Tomei emprestados a régua e o compasso. Estudo a língua inglesa e a francesa. não é mau.Estudo as línguas inglesa e francesa. às refeições. embora o sujeito seja substantivo feminino ou plural: Bebida alcoólica não é bom para o fígado. como os adjetivos: Foi escolhida a rainha da festa. Seus olhos têm algo de sedutor. efetua-se a concordância normalmente: É necessária a tua presença aqui.” (Carlos de Laet) O tribunal qualificou de ilegais as nomeações do ex-prefeito. (= indispensável) “Se eram necessárias obras. o predicativo deve concordar no plural e no gênero deles: O mar e o céu estavam serenos.” (Machado de Assis) “É preciso cautela com semelhantes doutrinas. É proibida a caça nesta reserva. o predicativo concordará no masculino plural: O vale e a montanha são frescos. Os jogadores tinham sido convocados. A noite torna visíveis os astros no céu límpido. mas com o fato que se tem em mente: Tomar hormônios às refeições não é mau. eu lhe garanto. tanto. Foi feita a entrega dos convites. as colheitas seriam fartas. que. normalmente ficam no masculino singular: Sua vida nada tem de misterioso.” (Antônio Olinto) . são merecedores de nossa confiança. (Gonçalves Dias) Encontrei jogados no chão o álbum e as cartas. que se fizessem e largamente. Todavia.” (Aníbal Machado) “São precisos também os nomes dos admiradores.O adjetivo concorda em gênero e número com o objeto quando este é simples: Vi ancorados na baía os navios petrolíferos.” (Carlos de Laet) Concordância do predicativo com o objeto: A concordância do adjetivo predicativo com o objeto direto ou indireto subordina-se às seguintes regras gerais: . A ciência e a virtude são necessárias. O governo avisa que não serão permitidas invasões de propriedades. “Torvos e ferozes eram o gesto e os meneios destes homens sem disciplina.” (Camilo Castelo Branco) “Hormônios. .Sendo o objeto composto e formado de elementos de gênero diversos.O predicativo concorda em gênero e número com o sujeito simples: A ciência sem consciência é desastrosa. senhores Ministros. “O César e a irmã são louros. “Vi setas e carcás espedaçados”. . por atração.Quando o sujeito é composto e constituído por substantivos do mesmo gênero. é necessário. é preciso. Havendo determinação do sujeito. É necessário ter muita fé.). que se referem a pronomes neutros indefinidos (nada.

Só eles estavam na sala. um e outro agradeceram-lhe muito o benefício da salvação do filho.” (Graciliano Ramos) Os substantivos sendo sinônimos. é invariável. anexas. quando ele [Rubião] saiu. etc. Dezenas de soldados foram feridos em combate. ensinaste-os tu em toda a sua sublimidade.A olhos vistos. Como palavra denotativa de limitação.Possível. Como adjetivo. quando se referem a substantivos de gênero diferentes. [ou baixo] Junto e direto ora funcionam como adjetivos. “Referi-me à catedral de Notre-Dame e ao Vesúvio familiarmente. o esforço e o amor. A locução um e outro. O singular é de rigor quando a expressão superlativa inicia com a partícula o (o mais. Nem um nem outro livro me agradaram. outro. caro. disse a secretária.Adjetivos adverbiados. Certos adjetivos. na sala iluminada.” (Carlos Góis) “A mania de Alice era colecionar os enfeites de louça mais grotescos possíveis. só [sozinho.Só. incluso. Remeto-lhe. o adjetivo possível no plural. por si sós. Forma a locução a sós [=sem mais companhia. quando usados com a função de advérbios terminados em – mente.. vai a relação das mercadorias. o particípio concordará no masculino plural: Atingidos por mísseis.” (Ronaldo Miranda) Como se vê dos exemplos citados. há nítida tendência. Elas só passeiam de carro.” (Maria Helena Cardoso) “Estas frutas são as mais saborosas possível. Esses produtos passam a custar mais caro. e deitou-o no jazido de sua esposa”. [sério = seriamente] Penso que falei bem claro. duas cópias do contrato. Jesus despediu a multidão e subiu ao monte para orar a sós.” (José Gualda Dantas) “Foram direto ao galpão do engenheiro-chefe. único] concorda em número com o substantivo. o maior. (José de Alencar) “O velho abriu as pálpebras e cerrou-as logo.Os pronomes um. concordam no masculino: Marido e mulher viviam em boa harmonia e ajudavam-se um ao outro.” (Autram Dourado). este adjetivo ora aparece invariável. raro. que cegueira e desatino é o nosso!” (Manuel Bernardes) . o menor.) Os prédios devem ficar o mais afastados possível.” (Alexandre Herculano) Nito e Sônia casaram cedo: um por amor.” (Machado de Assis) O substantivo que se segue às locuções um e outro e nem outro fica no singular. permanece também no masculino: “A mulher do colchoeiro escovou-lhe o chapéu. pode-se. . ora flexionado: “A volta. “Lúcia emagrecia a olhos vistos”. sozinho]: Estávamos a sós.Quando o núcleo do sujeito é. somente. concorda em gênero e número com o substantivo a que se refere: “Martim quebrou um ramo de murta. Usado em expressões superlativas. leso. claro. Remeto-lhe. Os crimes de lesa-majestade eram punidos com a morte. Outros casos de concordância nominal: Registramos aqui alguns casos especiais de concordância nominal: . [ou mais barato] Estas aves voam alto. Ele trazia sempre as unhas o mais bem aparadas possível. em geral. como no último exemplo.” (José de Alencar) . por interesse. um coletivo numérico.O pronome que se refere a dois ou mais substantivos de gêneros diferentes.. concordam com o substantivo em gênero e número: Anexa à presente. neste caso. . Significa visivelmente.” (José Louzeiro) “Era como se tivessem estado juntos na véspera. equivalente de apenas. Locução adverbial invariável. flexiona-se no masculino plural: “Salas e coração habita-os a saudade”” (Alberto de Oliveira) “A generosidade. ficam invariáveis: Vamos falar sério. . Ajudar esses espiões seria crime de lesa-pátria. e. inclusa.O pronome. Referindo-se a dois ou mais substantivos de gênero diferentes. a corveta e o navio foram a pique.Anexo. o menos. alto. como se os tivesse visto. para se usar. bastariam para torná-los célebre. “Elas moram junto há algum tempo.” (Autren Dourado) . Como adjetivos.” (Alexandre Herculano) Conheci naquela escola ótimos rapazes e moças. Vão anexos os pareceres das comissões técnicas. Observaçã: Evite a locução espúria em anexo. efetuar a concordância com o substantivo que o acompanha: Centenas de rapazes foram vistos pedalando nas ruas. ora como advérbios: “Jorge e Dante saltaram juntos do carro. “Mas achei natural que o clube e suas ilusões fossem leiloados.” (Josué Guimarães) . O médico atendeu o maior número de pacientes possível.” (Carlos Drummond de Andrade) Concordância do pronome com o nome: . quando se flexiona. Eles estavam sós. no português de hoje. e o resultado obtido foi uma apresentação com movimentos os mais espontâneos possíveis. o outro. Exemplos: Um e outro livro me agradaram. Esses dois livros. a folha da tristeza.. (Coelho Neto) “Zito envelhecia a olhos vistos. etc. com os quais fiz boas amizades.” (ledo Ivo) “. uma fotocópia do recibo. esperava-nos sempre o almoço com os pratos mais requintados possível. o pronome concorda com o mais próximo: “Ó mortais. referida a indivíduos de sexos diferentes.. como sério.. “Repousavam bem perto um do outro a matéria e o espírito. barato.

” b) “Os projetos que me enviaram estão em ordem. ( ) chapéu e calça. Os Crocodilos. há menos pessoas na praça. Exercícios 01.” (Martins de Aguiar) Contudo.” (Assis Brasil. a) Será que é ____ essa confusão toda? (necessário/ necessária) b) Quero que todos fiquem ____. (vazia/vazios) e) A dona do imóvel ficou ____ desiludida com o inquilino. Usada como advérbio. sentida antes como adjetivo. atualmente. d) Quando foi encontrado. esta palavra é invariável. ( ) chapéu e camisa. b) Eles. pois não podem haver cidadãos conscientes sem educação. Duas malas não eram bastantes para as roupas da atriz.Bastante. sinônimo de suficiente: Não havia provas bastantes para condenar o réu. mas estava totalmente lúcido. Geou durante a noite e a planície ficou toda (ou todo) branca. “Na reunião do Colegiado.Menos. (meio/ meia) 04. a) “Recebei. “Uma sentinela de guarda. no momento em que as discussões se tornaram mais violentas. . No sentido de inteiramente.Todo.” (Austregésilo de Ataíde) . o templo e a vila. conforme lhes prometi. Suas mãos estavam todo ensangüentadas. c) Decorrido um ano e alguns meses. As meninas ficaram meio nervosas. (=vigilantes) Papa diz aos cristãos que se mantenham alertas.. lá voltamos. costumase flexionar. É palavra invariável: Gaste menos água. 02. As meninas iam todas de branco. Reescrever as frases abaixo. esta palavra é.. “Levi está inquieto com a economia do Brasil. ( ) calça e chapéu. Vossa Excelência. por isso. Os sapatos eram meio velhos.Meio. Pela sua origem. A frase em que a concordância nominal está correta é: a) A vasta plantação e a casa grande caiados há pouco tempo era o melhor sinal de prosperidade da família. Exemplos: A porta estava meio aberta.. 25) . alerta (=atentamente. corrigindo-as quando necessário. dirigiram-se ao salão onde se encontravam as vítimas do acidente. Os soldados ficaram alerta. .” No trecho acima. e) Ela comprou dois vestidos cinza. A casinha ficava sob duas mangueiras. (alerta/ alertas) c) Houve ____ razões para eu não voltar lá. eu preferia mais ficar no pátio do que continuar dentro da classe. lá voltamos. embora seja advérbio: Esses índios andam todos nus. com ar entristecidos. não faltou. a) “Ele informou aos colegas de que havia perdido os documentos cuja originalidade duvidamos. que a cobriam toda. olhos abertos e sentidos alertas. c) Não lhe pareciam útil aquelas plantas esquisitas que ele cultivava na sua pacata e linda chácara do interior. flexionada no plural: Nossos chefes estão alertas. ( ) chapéu e paletó.” (Carlos Drummond de Andrade) “Os brasileiros não podem deixar de estar sempre alerta. mas poderão ser importante para a pesquisa que estou fazendo. Fica invariável quando advérbio. e) Esses livro e caderno não são meus.Alerta. Como no exercício anterior. os processos de nossa estima. há uma infração as normas de concordância. . completamente. invariável: Estamos alerta. no sentido de um pouco. devolvêlos-ei ainda hoje. Vê que se aproximam dias bastante escuros. d) Decorridos um ano e alguns meses. portanto. p. a) 1-2-1-1-2 b) 2-2-1-1-2 c) 2-1-1-1-1 d) 1-2-2-2-2 e) 2-1-1-1-2 03. Enumere a segunda coluna pela primeira (adjetivo posposto): (1) velhos (2) velhas ( ) camisa e calça. Varia quando adjetivo. Assinale a frase que encerra um erro de concordância nominal: a) Estavam abandonadas a casa. Mas admite-se também a forma invariável: Fiquei com os cabelos todo sujos de terá. Complete os espaços com um dos nomes colocados nos parênteses. À noite. mas serviam. argumentos e opiniões veementes e contraditórias. de prontidão. b) Ela chegou com o rosto e as mãos feridas.” 07. em estado de vigilância) é advérbio e. (bastante/ bastantes) d) Encontrei ____ a sala e os quartos. 05. “Todos os sentidos alerta funcionam. a) Reescreva-o com devida correção.” 06. esperando pelo esconhecido. Os emissários voltaram bastante otimistas. ele apresentava feridos a perna e o braço direitos.” b) “Depois de assistir algumas aulas. sendo. caso em que modifica um adjetivo: As cordas eram bastante fortes para sustentar o peso. b) Justifique a correção feita.

sendo composto e anteposto ao verbo. a) necessária b) alerta c) bastantes d) vazia e) meio 04.O sujeito é composto e da 3ª pessoa O sujeito.” (Camilo Castelo Branco) “Faze uma arca de madeira. em harmonia com as seguintes regras gerais: . novidade. d) Elas não progredirão por si mesmo. Respostas 01-A / 02-C 03.. nesse caso. b) Meia palavra. e) Ela própria nos procurou. ficaram tristes. entra nela tu. o verbo se flexiona no plural e na pessoa que tiver prevalência. d) Passei muito inverno só.” b) Concorda com o sujeito “argumentos e opiniões”. usar o verbo no plural.O sujeito é composto e de pessoas diferentes Se o sujeito composto for de pessoas diversas. Aponte o erro de concordância nominal. este poderá concordar no plural ou com o substantivo mais próximo: “Não fossem o rádio de pilha e as revistas. c) Carla anda meio aborrecida.Quando o núcleo dos sujeitos são sinônimos: “A decência e honestidade ainda reinava. escorriam-lhe da alma como de uma fonte perene.” b) “Depois de assistir algumas aulas. c) Estava só naquela ocasião. muitas vezes. pluralizando-se a frase. freqüentemente. porquanto a escolha desta ou daquela concordância depende.” (Carlos Povina Cavalcânti) “Tu não és inimiga dele.” b) A frase está correta. 05. 09.08.” (São Paulo) Verbo antes do sujeito: Acontecem tantas desgraças neste planeta! Não faltarão pessoas que nos queiram ajudar.índice de sua sensatez. (A 1ª pessoa prevalece sobre a 2ª e a 3ª.” (José de Alencar) “Vida. não? (Camilo Castelo Branco) “Vós fostes chamados à liberdade. a) “Receba. 10. e) Só estudei o elementar. valor relativo.. e) Sós. irmãos. 06.O sujeito é simples: O sujeito sendo simples.. com ele concordará o verbo em número e pessoa. (você e ele = vocês) Muitas vezes os escritores quebram a rigides dessa regra: . .” (Machado de Assis) É licito (mas não obrigatório) deixar o verbo no singular: .” (Ricardo Ramos) “Ali estavam o rio e as suas lavadeiras. do contexto.. as palavras destacadas permanecem invariáveis: a) Este é o meio mais exato para você resolver o problema: estude só. Exemplos: Verbo depois do sujeito: “As saúvas eram uma praga. Exemplos: “A esposa e o amigo seguem sua marcha. da situação e do clima emocional que envolvem o falante ou o escrevente. casa abençoada onde paravam Deus e o primeiro dos seus ministros. a) “Na reunião do colegiado. a) “Ele informou aos colegas que havia perdido (ou: ele informou os colegas de que havia perdido os documentos de cuja originalidade duvidamos... b) Ela chegou toda machucada. b) Só as mulheres foram interrogadas. a) – Muito obrigada. c) Eles estavam só.” (Carlos de Laet) Aconselhamos. a 2ª prevale sobre a 3ª): “Foi o que fizemos Capitu e eu. graça.Deus e tu são testemunhas. perturbou-o.” (José de Alencar) “Poti e seus guerreiros o acompanharam. acreditei. a) Andei por longes terras.” 07-E / 08-E / 09-D / 10-C Concordância Verbal O verbo concorda com o sujeito.” (Almeida Garrett) “Juro que tu e tua mulher me pagam. leva geralmente este para o plural. pois em sua meia promessa.Quando os núcleos do sujeito formam sequência gradativa: Uma ânsia. eu preferia ficar no pátio a continuar dentro da classe.Ora fazendo concordar o verbo com o sujeito mais próximo. . Assinale o erro de concordância nominal.” (Mário Barreto) “A coragem e afoiteza com que lhe respondi. disse ela. Sendo o sujeito composto e posposto ao verbo. não faltaram. d) Já era meio-dia e meia. tua mulher e teus filhos. argumentos e opiniões veementes e contraditórias. que seria de Elisa?” (Jorge Amado) “Enquanto ele não vinha.” (Camilo Castelo Branco) “Que barulho. meio tom . apareceram um jornal e uma vela. que revolução será capaz de perturbar esta serenidade?” (Graciliano Ramos) .” (Coelho Neto) As normas que a seguir traçamos têm. A quem pertencem essas terras? . pois não pode haver cidadãos conscientes sem a educação. Assinale a alternativa em que. quando este se pospõe ao verbo: “O que resta da felicidade passada és tu e eles.” (Mário Barreto) (tu e ele = vós) Você e meu irmão não me compreendem.” (Machado de Assis) . uma aflição. uma angústia repentina começou a me apertar à alma. os protestos de nossa estima. Vossa Excelência.” (Carlos Povina Cavalcânti) . o que me deixa meio apreensivo. no momento em que as discussões se tornaram mais violentas.” (Machado de Assis) (ela e eu = nós) “Tu e ele partireis juntos...Ora preferindo a 3ª pessoa na concorrência tu + ele (tu + ele = vocês em vez de tu + ele = vós): “.

Quando o verbo precede o sujeito: “Não lhe valeu a imensidade azul.. Exemplos: “Aleluia! O brasileiro comum. isto é. (Só um candidato pode ser eleito governador.” (Guimarães Rosa) .Núcleos do sujeito unidos por ou Há duas situações a considerar: .” (Alexandre Herculano) “Tanto Noêmia como Reinaldo só mantinham relações de amizade com um grupo muito reduzido de pessoas.Núcleos do sujeito unidos por nem: Quando o sujeito é formado por núcleos no singular unidos pela conjunção nem.” (Machado de Assis) “Um príncipe ou uma princesa não casa sem um vultoso dote.” (Camilo Castelo Branco) “Ele com mais dois acercaram-se da porta. caso contrário. “Já tinha ouvido que plantar e colher feijão não dava trabalho.” (Eça de Queirós) É preferível a concordância no singular: . viagens.” (Alexandre Herculano) “Tanto a Igreja como o Estado eram até certo ponto inocentes. o homem do povo. aos elementos do sujeito unidos pela preposição com.Núcleos do sujeito designando a mesma pessoa ou coisa: O verbo concorda no singular quando os núcleos do sujeito designam a mesma pessoa ou o mesmo ser. mas também. tudo isso me levou a fazer uma coisa única. Ainda não foi encontrado o autor ou os autores do crime. o gênio imperioso. nem Deus teriam força para me constranger a tanto.) Nem Paulo nem João será eleito governador do Acre. ninguém. .” (Camilo Castelo Branco) Pode se usar o verbo no singular quando se deseja dar relevância ao primeiro elemento do sujeito e também quando o verbo vier antes deste. (Só uma cidade pode sediar a Olimpíada. etc. tanto. o verbo no plural. etc.” (Camilo Castelo Branco) Há. O ladrão ou os ladrões não deixaram nenhum vestígio. o João-ninguém. nem nada a ninguém.” (Valério Andrade) Advogado e membro da instituição afirma que ela é corrupta.” (Cassiano Ricardo) . o verbo concorda. tudo.. o verbo concordará com o núcleo do sujeito mais próximo: Paulo ou Antônio será o presidente. nem dinheiro. em bons autores. O presidente. espetáculos. .. não só como também.. agora é cédula de Cr$ 500.) “Naquela crise. chegou a Paris às 5h da tarde.. ninguém: Quando o sujeito composto vem resumido por um dos pronomes. Exemplos: Manuel com seu compadre construíram o barracão. ninguém saiu do campo.. “Já num sublime e público teatro se assenta o rei inglês com toda a corte. iniciou solenemente a missa. usa-se.” (Aníbal Machado) (Tanto um grito como uma gargalhada atravessavam a cidade. fica o registro. . diversões. Exemplos: Nem a riqueza nem o poder o livraram de seus inimigos. tanto é lícito usar o verbo no singular como no plural. nem a alegria das flores. com o pronome resumidor. ocorrência de verbo no singular: “A glória ou a vergonha da estirpe provinha de atos individuais.Sujeitos resumidos por tudo..Núcleos do sujeito são infinitivos: O verbo concordará no plural se os infinitivos forem determinados pelo artigo ou exprimirem idéias opostas.” (Viriato Correia) . “Na fazenda. Rir e chorar fazem parte da vida Montar brinquedos e desmontá-los divertiam muito o menino. Exemplos: Jogos.” (Carlos Povina Cavalcânti) (ou davam) . no entanto. que um grito ou gargalhada forte a atravessavam de ponta a ponta. não se recusa trabalho. “Eu com outros romeiros vínhamos de Vigo. estouvado. “O entusiasmo.” (Vivaldo Coaraci) “Há dessas reminiscências que não descansam antes que a pena ou a língua as publique. em nome dos telespectadores. Exemplos: O comer e o beber são necessários. nada.como. com sua comitiva. no singular. Predicado Sujeito Oracional .Se a conjunção ou indicar exclusão ou retificação. assistentes.” (José Condé) “Tanto a lavoura como a indústria da criação de gado não o demovem do seu objetivo. comumente. nada.Sujeito oracional: Concorda no singular o verbo cujo sujeito é uma oração: Ainda falta / comprar os cartões.00!” (Carlos Drummond Andrade) “Embora sabendo que tudo vai continuar como está. Exemplos: Não só a nação mas também o príncipe estariam pobres. alguns goles de vinho.) .. só Deus ou Nossa Senhora podiam acudir-lhe. nada pôde satisfazê-lo. nem a pompa das folhas verdes.Núcleos do sujeito unidos pela preposição com: Usa-se mais frequentemente o verbo no plural quando se atribui a mesma importância.” (Alexandre Herculano) “Nem a Bíblia nem a respeitabilidade lhe permitem praguejar alto.” (Machado de Assis) Não o convidei eu nem minha esposa. o protesto. com dois sacerdotes..” (Machado de Assis) Jogadores. no processo verbal.” (Luís de Camarões) . árbitro. atualmente.Quando há exclusão.Núcleos do sujeito correlacionados: O verbo vai para o plural quando os elementos do sujeito composto estão ligados por uma das expressões correlativas não só. Nem eu nem ele o convidamos. “Nem o mundo. quando o fato só pode ser atribuído a um dos elementos do sujeito: Nem Berlim nem Moscou sediará a próxima Olimpíada.O verbo irá para o plural se a idéia por ele expressa se referir ou puder ser atribuída a todos os núcleos do sujeito: “Era tão pequena a cidade. Exemplos: O bispo.

geralmente preferida pelos escritores modernos. seguida de substantivo ou pronome no plural. portanto.” (Raquel de Queirós) . a concordância se efetua no singular.Um dos que. Heráclito foi um dos empresários que conseguiram superar a crise. efetuando a concordância não com a forma gramatical das palavras. o verbo concorda. no plural: “O príncipe foi um dos que despertaram mais cedo. usar o verbo no plural. “Depois nem um nem outro acharam novo motivo para diálogo. quando posposto ao sujeito. em orações adjetivas restritivas. Sujeito de adianta: esconder que (as realidades) . quando se deseja destacar o indivíduo do grupo. só Jairo não sabe ler. etc. o mais acertado é usar no plural o verbo da oração adjetiva: O Japão é um dos países que mais investem em tecnologia. de preferência. Cabe a quem fala ou escreve escolher a que julgar mais adequada à situação.Estas são realidades que não adianta esconder. um prato de carne e um prato de legumes. Exemplos: “Um e outro gênero se destinavam ao conhecimento. o vebo. quando se quer salientar não a ação do conjunto. as duas concordâncias são igualmente legítimas. e cotejando-as com as dos autores que usaram o verbo no singular.” (Machado de Assis) “Uma ou outra pode dar lugar a dissentimentos.. pode ir para o singular ou para o plural.” (Carlos Povina Cavalcânti) . não é prática condenável fugir ao rigor da lógica gramatical e usar o verbo da oração adjetiva no singular (fazendo-o concordar com a palavra um).” (Mário Barreto) Quando o verbo precede o sujeito.) Ressalte-se porém. porque têm tradição na língua. como no exemplo: Jairo é um dos meus empregados que não sabe ler.. grande número de.” (Camilo Castelo Branco) “Reconheceu que era um par de besouros que zumbiam no ar. o verbo da oração adjetiva flexiona-se. Pode-se. efetuando-se uma concordância não gramatical.Um ou outro: O verbo concorda no singular com o sujeito um ou outro: “Respondi-lhe que um ou outro colar lhe ficava bem. grande número de. dando-se a entender que ele sobressaiu ou sobressai aos demais: Ele é um desses parasitas que vive à custa dos outros. este poderá ir para o plural.A maior parte de. Todavia. etc: Sendo o sujeito uma das expressões quantitativas a maior parte de. . Uma junta de bois tirou o automóvel do atoleiro.” (Moacyr Scliar) Ele é desses charlatães que exploram a crendice humana.. nem um nem outro: O sujeito sendo uma dessas expressões. mas a dos indivíduos.” (João Ribeiro) Há gramáticas que condenam tal concordância.. Como se vê dos exemplos supracitados. Ramalho Ortigão. Dos meus empregados. no plural. expressiva.” (Hernâni Cidade) “Um e outro descendiam de velhas famílias do Norte.Um e outro.” (Ramalho Ortigão) “A maior parte dos nomes podem ser empregados em sentido definido ou em sentido indefinido. Ondina Ferreira e Aurélio Buarque de Holanda. Essa concordância ideológica é bem mais expressiva que a gramatical. de velhos. Exemplos: A multidão vociferava ameaças. Por coerência. como se pode perceber relendo as frases citadas de Machado de Assis.” (Gilberto Freire) “A maior parte dos doidos ali metidos estão em seu perfeito juízo. Exemplos: A maior parte dos indígenas respeitavam os pajés.. Se o coletivo vier seguido de substantivo plural que o especifique e anteceder ao verbo.” (Machado de Assis) “Areteu da Capadócia era um dos muitos médicos gregos que viviam em Roma. conforme se queira efetuar uma concordância estritamente gramatical (com o coletivo singular) ou uma concordância enfática. a maioria de.” (Machado de Assis) “Havia na União um grupo de meninos que praticavam esse divertimento com uma pertinácia admirável. Na linguagem culta formal. com a idéia de pluralidade sugerida pelo sujeito.” (Machado de Assis) Uma e outra família tinham (ou tinha) parentes no Rio.Sujeito Coletivo: O verbo concorda no singular com o sujeito coletivo no singular. O sertão cearense é uma das áreas que mais sofrem com as secas. (Jairo é o único empregado que não sabe ler. parte de. mas ideológica: “Uma grande multidão de crianças. em regra.” (Machado de Assis) “Sempre tem um ou outro que vai dando um vintém. ao empregar as expressões em foco. uma das que: Quando. . deveriam condenar também a comumente aceita em construções anormais do tipo: Quais de vós sois isentos de culpa? Quantos de nós somos completamente felizes? O verbo fica obrigatoriamente no singular quando se aplica apenas ao indivíduo de que se fala. “Foi um dos poucos do seu tempo que reconheceu a originalidade e importância da literatura brasileira. Gandhi foi um dos que mais lutaram pela paz. mas com a ideia de pluralidade que elas encerram e sugerem à nossa mente.. que nesse caso é preferível construir a frase de outro modo: Jairo é um empregado meu que não sabe ler. Um bloco de foliões animava o centro da cidade.” (Machado de Assis) “A maior parte das pessoas pedem uma sopa. o pronome que vem antecedido de um dos ou expressão análoga. Essa é a concordância lógica.. O exército dos aliados desembarcou no sul da Itália. no caso em foco. de mulheres penetraram na caverna. como nos dois últimos exemplos.” (Alexandre Herculano) “Uma grande vara de porcos que se afogaram de escantilhão no mar.” (Alexandre Herculano) “A baronesa era uma das pessoas que mais desconfiavam de nós.” (Fernando Namora) .

o que é mais lógico. Campinas. etc. que estava sentado à porta da casa. Nenhum de vós a viu? Qual de nós falará primeiro? . o verbo concordará normalmente com o sujeito: Vende-se a casa e compram-se dois apartamentos. foi chamar o pai. mas com a ideia por ela sugerida (obra ou livro). como sujeitos: O verbo concordará. Campinas orgulha-se de ter sido o berço de Carlos Gomes. Eram eles que mais reclamavam. (= Os bombeiros a salvaram. por atração.” (Camilo Castelo Branco) “Vossa Majestade não pode consentir que os touros lhe matem o tempo e os vassalos.Concordância com certos substantivos próprios no plural: Certos substantivos próprios de forma plural. (Todos os cinco homens assistiam à cena. em regra. Em construções desse tipo. desterrados. soltou um grito de protesto.” (Camilo Castelo Branco) A concordância do verbo precedido do pronome relativo que far-se-á obrigatoriamente com o sujeito do verbo (ser) da oração principal.” (Osmã Lins) Todavia. o verbo concorda no singular. Sertões.” (Rebelo da Silva) “As Valkírias mostra claramente o homem que existe por detrás do mago. caso contrário. como Estados Unidos.Concordância do verbo passivo: Quando apassivado pelo pronome apassivador se. Assim: Sou eu que pago. mas ideológica. que é também correto usar o verbo no plural: As Valkírias mostram claramente o homem.” (Rebelo da Silva) .. em regra. que assistiam àquela cena estupefatos. o importante é saber que. como eu. “Correram-se as cortinas da tribuna real.quantos dentre vós estudam conscienciosamente o passado?” (José de Alencar) Alguns de nós vieram (ou viemos) de longe. porque se efetua não com a palavra (Valkírias. não é gramatical. Férias de El-Rei).” (Eduardo Prado) Os Andes se estendem da Venezuela à Terra do Fogo.?” (Alexandre Herculano) “. no singular (3ª pessoa) ficará o verbo: Qual de vós testemunhou o fato? Nenhuma de nós a conhece. neste caso. sobretudo com o verbo ser seguido de predicativo no singular: “As Férias de El-Rei é o título da novela.) Um dos cinco homens. nas orações adjetivas explicativas.” (Rebelo da Silva) “Aperfeiçoavam-se as aspas.Embora o caso seja diferente.) ...” (Gonçalves Dias) “Não sou eu quem faço a perspectiva encolhida. Devem ter fugido mais de vinte presos.Mais de um: O verbo concorda. com estes últimos. ou. com os pronomes quem e que. Eram elas quem fazia a limpeza da casa.” (Celso Luft) A concordância. o verbo concordará. cravavam-se pregos necessários à segurança dos postes.. “Os Estados Unidos são o país mais rico do mundo. ou se o numeral for superior a um. nas quais o pronome que é separado de seu antecedente por pausa e vírgula.) Seja qual for a interpretação. Lusíadas. Vossas Excelências não ficarão surdos à voz do povo. em frases do tipo: Sou eu que pago. “Eras tu quem tinha o dom de encantar-me. Andes. seguidos dos pronomes nós ou vós. Gataram-se milhões.” (Paulo Coelho) “Os Sertões é um ensaio sociológico e histórico. em frases como estas: Sou eu quem responde pelos meus atos. a concordância é determinada pelo sentido da frase: Um dos meninos. Ressalte-se.” (Alfredo Bosi) . “Os Sertões são um livro de ciência e de paixão. porém.Sª. . És tu que vens conosco? Somos nós que cozinhamos. a linguagem enfática justifica a concordância com o sujeito da oração principal: “Sou eu quem prendo aos céus a terra. Estando o pronome no singular. no singular. embora se refira à 2ª pessoa do discurso: Vossa Excelência agiu com moderação.” (Camilo Castelo Branco) . é comum deixar o verbo no singular. de análise e de protesto. muitos. portanto não necessários ao enunciado... O plural será de rigor se o verbo exprimir reciprocidade. neste caso. .Concordância com os pronomes de tratamento: Os pronomes de tratamento exigem o verbo na 3ª pessoa. na 3ª pessoa. Tratando-se de títulos de obras. que. na 3ª pessoa do plural: “Quantos dentre nós a conhecemos?” (Rogério César Cerqueira) “Quais de vós sois. sem que se vissem resultados concretos.. (=Eu pago) Somos nós que cozinhamos.. é oportuno lembrar que.. é lícito considerar o verbo ser e a palavra que como elementos expletivos ou enfatizantes. “Espero que V. Exemplos: Mais de um excursionista já perdeu a vida nesta montanha..Pronomes quem.” (Ricardo Ramos) “És tu quem dás frescor à mansa brisa. “Os Lusíadas” imortalizaram Luís de Camões. (=Nós cozinhamos) Foram os bombeiros que a salvaram.” (Gonçalves Dias) “Nós somos os galegos que levamos a barrica. não me faça mal.Quais de vós? Alguns de nós: Sendo o sujeito um dos pronomes interrogativos quais? quantos? Ou um dos indefinidos alguns. tanto o verbo ser como o outro devem concordar com o pronome ou substantivo que precede a palavra que.. Mais de um dos circunstantes se entreolharam com espanto. poucos.. levam o verbo para o plural quando se usam com o artigo. etc. Somos nós quem leva o prejuízo. (Só um menino estava sentado.

quando usados como impessoais. (sujeito: ler bons livros.” (Camilo Castelo Branco) Observações: .. . no sentido figurado (= cair ou sobrevir em grande quantidade). locução verbal: devem-se ler) “Nem de outra forma se poderiam imaginar façanhas memoráveis como a do fabuloso Aleixo Garcia. deve-se aceitar as regras. sem dúvida.” (Camilo Castelo Branco) O verbo ser fica no singular quando o predicativo é formado de dois núcleos no singular: “Tudo o mais é soledade e silêncio.o verbo chover. tanto é lícito usar o verbo auxiliar no singular como no plural. “Quando se joga. com ele concordará o verbo Emília é os encantos de sua avó. não é estranho ao português europeu: “É verdade. passar de (na indicação de horas).” (Carlos de Laet) “Choveram comentários e palpites. chover e outros que exprimem fenômenos meteorológicos. Exemplos: Não se podem cortar essas árvores. pode-se considerar sujeito do verbo principal a oração iniciada pelo infinitivo e. permanentemente. predicado: deve-se) Em síntese: de acordo com a interpretação que se escolher.Verbos impessoais: Os verbos haver.” (Monteiro Lobato) “Havia já dois anos que nos não víamos. Portanto: Não se podem (ou pode) cortar essas árvores. locução verbal: podem cortar) Devem-se ler bons livros. fazer (na indicação do tempo). nem tudo são dessemelhanças e contrastes entre Brasil e Estados Unidos. Dá-se também a concordância no singular com o sujeito que: “Ergo-me hoje para escrever mais uma página neste Diário que breve será cinzas como eu. nesse caso.” (Ledo Ivo) “Concluo que não se devem abolir as loterias. .” (Ferreira de Castro) .” (José Geraldo Vieira) “Soube que tem um cavalo morto.Também fica invariável na 3ª pessoa do singular o verbo que forma locução com os verbos impessoais haver ou fazer: Deverá haver cinco anos que ocorreu o incêndio.” (Carlos Drummond de Andrade) “E nem lá (na Lua) chovem meteoritos. embora menos comum.” (Ricardo Ramos) “Em Paris há coisas que não se entende bem. Assim: Não se pode cortar essas árvores.” (Sérgio Buarque de Holanda) “Em Santarém há poucas casas particulares que se possam dizer verdadeiramente antigas. Vai haver grandes festas. existir.” (Gonçalves Dias) “O que de mim posso oferecer-lhe é espinhos da minha coroa. “Sou aquele sobre quem mais têm chovido elogios e diatribes. Nem faltam exemplos em escritores modernos: “No centro do pátio tem uma figueira velhíssima. (sujeito: árvores.” (Raquel de Queirós) Sua salvação foram aquelas ervas.” (Camilo Castelo Branco) . deixa de ser impessoal e.Na literatura moderna há exemplos em contrário. não há locução verbal e o verbo auxiliar concordará no singular. Tem dias que sai ao romper de alva e recolhe alta noite.” (Carlos Drummond de Andrade) Esse emprego do verbo ter. com um banco embaixo.” (Machado de Assis) “Vida de craque não são rosas. isto.Concordância do verbo ser: O verbo de ligação ser concorda com o predicativo nos seguintes casos: . Há de haver. respondeu Ângela.” (Camilo Castelo Branco) “A causa eram os seus projetos.” (Camilo Castelo Branco) “Faz hoje ao certo dois meses que morreu na forca o tal malvado. impessoal.” (Machado de Assis) . por haver.” (Rubem Braga) Nas locuções verbais formadas com os verbos auxiliares poder e dever. mas que não devem ser seguidos: “Vendia-se seiscentos convites e aquilo ficava cheio. Devem-se (ou deve-se) ler bons livros. no singular. no quintal. e o predicativo um substantivo plural: “A cama são umas palhas. impessoal. o.” (Viana Moog) A concordância com o sujeito. o verbo auxiliar concordará com o sujeito.Na língua popular brasileira é generalizado o uso de ter. ou aquilo: “Tudo eram hipóteses. portanto concordará com o sujeito: Choviam pétalas de flores. Começou a haver abusos na nova administração. fortíssimas razões para ele não aceitar o cargo.Quando o sujeito é um nome de coisa.” (Almeida Garrett) Entretanto.Quando o sujeito é um dos pronomes tudo. ser: O sujeito sendo nome de pessoa.” (Machado de Assis) Na mocidade tudo são esperanças. Não deviam (e não devia) existir crianças abandonadas. “Não..” (Raquel de Queirós) .Existir não é verbo impessoal. (=Devem ser lidos bons livros) (sujeito: livros. isso. é também lícita: “Tudo é flores no presente. predicado: não se pode) Deve-se ler bons livros.” (Ledo Ivo) “Tudo isto eram sintomas graves. ficam na 3ª pessoa do singular: “Não havia ali vizinhos naquele deserto.” (Machado de Assis) “Aqui faz verões terríveis. Portanto: Nesta cidade existem ( e não existe) bons médicos.” (Camilo Castelo Branco) (Tem = Há) . Abílio era só problemas. na voz passiva sintética. (sujeito: cortar essas árvores.

) Os astros é que os guiavam.” (Aníbal Machado) A maior parte eram famílias pobres.” (Camilo Castelo Branco) . ainda quando seguida de substantivo plural: Era uma vez dois cavaleiros andantes.era perto das cinco quando saí.” (Raquel de Queirós) “Sentia era vontade de ir também sentar-me numa cadeira junto do palco. deixar o verbo no singular.: “Seis anos era muito. era o que me pediam. atente-se para os livros) A primeira construção (que é a mais lógica) analisa-se deste modo. .A não ser: É geralmente considerada locução invariável. fazendo-o concordar com o substantivo seguinte. senão. a não serem dívidas e desgostos. convertido em sujeito da oração infinitiva.Quando o predicativo é o pronome demonstrativo o ou a palavra coisa: Divertimentos é o que não lhe falta. A situação é preocupante.” (Rui Barbosa) “Nas minhas terras o rei sou eu. a não ser escombros. é pouco.. a não ser bonecos sem pescoço.) Da mesma forma se diz. é demais.) (Hoje é dia seis de março. . (= Então os dois se desentenderam.” ( Raquel de Queirós) “Eram duas horas da tarde. (= olhe-se para..” (Eça de Queirós) “Seriam seis e meia da tarde.O verbo passar. referente a horas.Quando o predicativo é um pronome pessoal ou um substantivo. etc.” (Alexandre Herculano) “O dono da fazenda serás tu.” (Eça de Queirós) . salvo. Tu não és ele. (= por exemplo. .Pode-se. sempre mentiras. (= Aqui se açoitavam os escravos.Na indicação das horas. é menos que (ou do que).” (Graciliano Ramos) “Por que era que ele usava chapéu sem aba?” (Graciliano Ramos) Observação: O verbo ser é impessoal e invariável em construções enfáticas como: Era aqui onde se açoitavam os escravos. em frases como: Quando o trem chegou. passava das sete horas. ninguém conhecia aquela praia.mas a minha riqueza eras tu. senhores. A não ser alguns pescadores.Estando a expressão que designa horas precedida da locução perto de. é mais que (ou do que).) “Hoje é dez de janeiro. verbo hajam (=tenham). Seguida de substantivo (ou pronome) singular.” (Latino Coelho) .” (Machado de Assis) “A não serem os antigos companheiros de mocidade. e não haja visto.” (Celso Luft) . Matoso Câmara Jr.Nas locuções é muito. datas e distância . mantém-se invariável a expressão inicial de histórias era uma vez.Quando o sujeito é uma palavra ou expressão de sentido coletivo ou partitivo.” (Correia Garção) “Mentiras..” (J. evidentemente. o verbo ser é impessoal (não tem sujeito) e concordará com a expressão designativa de hora. “A maior parte dessa multidão são mendigos. “Os bastidores é só o que me toca. sois vós.. (= São as mães que devem educá-los. data ou distância: Era uma hora da tarde. e o predicativo um substantivo no plural: “A maioria eram rapazes.” (Camilo Castelo Branco) Dois mil dólares é pouco. a expressão. pouca gente manuseia hoje.Haja vista: A expressão correta é haja vista.) .” (Eça de Queirós) . (= Eram os astros que os guiavam. hesitam os escritores entre o plural e o singular: “Eram perto de oito horas.” (Camilo Castelo Branco) Mas: Eu não sou ele.” ( Fernando Namora) “Os responsórios e os sinos é coisa importuna em Tibães. objeto direto: vista. equivalente a exceto. .. haja vista o incidente de sábado.” (Machado de Assis) “Era perto de duas horas quando saiu da janela. Doze metros de fio é demais.” (Machado de Assis) “. e o sujeito não é pronome pessoal reto: “O Brasil. é suficiente. “Nunca pensara no que podia sair do papel e do lápis.” (Carlos Drummond de Andrade) Mas não constitui erro usar o verbo ser no plural. (= Sou eu que mantenho a ordem aqui. Vós não sois eles... foi pôr o chapéu. Pode ser construída de três modos: Hajam vista os livros desse autor. com ênfase: “Vocês são muito é atrevidos.” (Álvaro Lins) “A não serem os críticos e eruditos.” (Said Ali) “. entretanto na linguagem espontânea. . concordando com a idéia implícita de “dia”: “Hoje é seis de março. “Era hora e meia. Sujeito: os livros. cujo sujeito exprime quantidade. Cinco mil dólares era quanto bastava para a viagem. Exemplos: Nada restou do edifício. fica na 3ª pessoa do singular. aquela obra..Era uma vez: Por tradição.” (Machado de Assis) Observações: . hajam vista os incidentes de sábado. Exemplos: “As dissipações não produzem nada.. O resto (ou o mais) são trastes velhos. veja) Haja vista aos livros desse autor. ninguém o tratava pelo nome próprio. (= Éramos nós que trabalhávamos) As mães é que devem educá-los. etc. preço.) Nós é que trabalhávamos.Locução de realce é que: O verbo ser permanece invariável na expressão expletiva ou de realce é que: Eu é que mantenho a ordem aqui. medida.) Foi então que os dois se desentenderam.. permanece invariável: A situação é preocupante. (= tenham vista. vejam-se) Haja vista os livros desse autor.

Mal haja: Bem haja e mal haja usam-se em frases optativas e imprecativas. Exemplos. pode funcionar como índice de indeterminação do sujeito.” (José Américo) “As notícias parece que têm asas. no masculino. .. dar e soar: Referindo-se às horas. por isso fica na 3ª pessoa do singular: Quando chegamos ao aeroporto.” (Cecília Meireles) “Outros. parecia que não podiam com a enxada. por atração.” (Said Ali) Pasar.Concordância com o sujeito oracional: O verbo cujo sujeito é uma oração concorda obrigatoriamente na 3ª pessoa do singular: Parecia / que os dois homens estavam bêbedos. São gastos ainda um milhão de dólares por ano para a manutenção de cada Ciep. as paredes estremeceram: oração subordinada substantiva subjetiva. devem concordar no masculino os artigos. Outros exemplos: “Nervos. . o particípio ou o adjetivo podem concordar.” (Autran Dourado) “Um quinto dos bens cabe ao menino. importa (ou convém) não esquecê-los. Em casa. no sentido de ser mais de. . passava das 16 horas. com o sujeito oracional em destaque: Não me interessa ouvir essas parlendas.. de preferência.” (Alexandre Herculano) “.Concordância com numerais fracionários: De regra.. que pareciam estourar no minuto seguinte.Concordância dos verbos bater.Concordância com sujeito indeterminado: O pronome se. como nos exemplos: Um terço das mortes violentas no campo acontecem no sul do Pará. . horas (claro ou oculto). Foram colhidos três milhões de sacas de trigo. com o substantivo feminino plural: Dois milhões de sacas de soja estão ali armazenados (ou armazenadas) no próximo ano. com milhões..Concordância do verbo parecer: Em construções com o verbo parecer seguido de infinitivo.Milhão. etc. bilhão e milhar são substantivos masculinos. respectivamente. parecer concordará no singular: “Mesmo os doentes parece que são mais felizes... Acabe-se de vez com esses abusos! Para ir de São Paulo a Curitiba. com referência a horas. quando seguidos de substantivo no plural. deu três horas o relógio da botica.” (Mário Barreto) “Tinham batido quatro horas no cartório do tabelião Vaz Nunes.” (Camilo Castelo Branco) . parecia caminharem no céu. já passa das oito horas – disse ela ao filho. em ritmo moroso. . “Cerca de 40% do território ficam abaixo de 200 metros. bilhão e trilhão: Estes substantivos numéricos..” . os três milhares de plantas.” (José Gualda Dantas) Dois terços da população vivem da agricultura. Exemplos: Um milhão de fiéis agruparam-se em procissão.. pode-se flexionar o verbo parecer ou o infinitivo que o acompanha: As paredes pareciam estremecer.Bem haja. Exemplos: “Mais ou menos um terço dos guerrilheiros ficou atocaiado perto.” (Latino Coelho) “As lágrimas e os soluços parecia não a deixarem prosseguir. esses bilhões de criaturas. o verbo ao plural. Um quinto dos homens eram de cor escura.” (Graça Aranha) Usando-se a oração desenvolvida.. alguns milhares de telhas. Anotei os livros que faltava adquirir. numerais e pronomes que os precedem: os dois milhões de pessoas. incorreto usar o verbo no plural.” (Machado de Assis) “Deu uma e meia. tem o numerador 1.Se o sujeito da oração for milhões.Concordância com percentuais: O verbo deve concordar com o número expresso na porcentagem: Só 1% dos eleitores se absteve de votar.” (Camilo Castelo Branco) “Bateram quatro da manhã em três torres a um tempo. Verbo sujeito (oração subjetiva) Outros exemplos. fica-se mais à vontade. ou. no feminino. a concordância do verbo efetua-se com o numerador.Concordância com os numerais milhão. badaladas ou relógio: “Nisto. levava-se doze horas. quando o número fracionário. os três verbos acima concordam regularmente com o sujeito. que pode ser hora.” (Oto Lara Resende) (Isto é: Parece que as notícias têm asas. O verbo concordará normalmente com o sujeito.” Ou “Viase entrarem mulheres e crianças. Meio milhão de pessoas foram às ruas para reverenciar os mártires da resistência.quando as estrelas. (faltava adquirir os livros) Esses fatos. entretanto.. Meio milhão de refugiados se aproximam da fronteira do Irã. Observações: .) Essa dualidade de sintaxe verifica-se também com o verbo ver na voz passiva: “Viam-se entrar mulheres e crianças. o verbo concorda obrigatoriamente na 3ª pessoa do singular.” (Antônio Hauaiss) .” (Fernando Namora) “Referiu-me circunstâncias que parece justificarem o procedimento do soberano. Só 2% dos eleitores se abstiveram de votar. Vamos. que vem sempre posposto: “Bem haja Sua Majestade!” (Camilo Castelo Branco) Bem hajam os promovedores dessa campanha! “Mal hajam as desgraças da minha vida. Nesse caso. Não nos parece. seguido de substantivo no plural. São viáveis as reformas que se intenta implantar? . de aparência acabadiça. Detesta-se (e não detestam-se) aos indivíduos falsos. (construção literária) Análise da construção dois: parecia: oração principal. Foram destruídos 20% da mata.. (construção corrente) As paredes parecia estremecerem. levam. Os dois milhões de árvores plantadas estão altas e bonitas. Por isso. é verbo impessoal. Verbo sujeito (oração subjetiva) Faltava / dar os últimos retoques.

mas só a primeira tem tradição na língua. b) A maioria dos conflitos foram resolvidos. As duas interpretações são boas.foi feito d) Chegam . . d) Seus apartes eram sempre o mais pertinentes possíveis. b) A casa estava meio desleixada.. mas não .” (Machado de Assis) .ser c) haja .... (= Todos nós estávamos preocupados. Indique a alternativa em que há erro: a) Os fatos falam por si sós.serem d) haja .) Da velha casa não sobraram senão escombros.Em casos como o da última frase.. e) O impetrante referiu-se aos artigos 37 e 38 que ampara sua petição....ser b) hajam . (Ou seja: não resta nada. É provável que . Há erro de concordância em: a) atos e coisas más b) dificuldades e obstáculo intransponível c) cercas e trilhos abandonados d) fazendas e engenho prósperas e) serraria e estábulo conservados 05.. e vem seguido de substantivo no plural. b) Apesar da greve. . pode-se. (=Nós dois vivíamos felizes.basta .Mais de..existe .. mercadores não tem a força de vendilhões. c) Os livros estão custando cada vez mais caro. cumpridas. e) Nem uma nem outra questão é difícil. b) Não poderia haver dúvidas sobre a necessidade da imigração. em tais frases.. c) Faz muitos anos que a equipe do IBGE não vem aqui.serem 09. d) Deve existir problemas nos seus documentos..) Ali não se via senão (ou mais que) escombros.) “Ficamos por aqui. d) Bateu três horas quando o entrevistador chegou. 08. de exigências! Ou será que não .... d) Devem haver aqui pessoas cultas.Não restam senão ruínas: Em frases negativas em que senão equivale a mais que.. Assinale a frase em que há erro de concordância verbal: a) Um ou outro escravo conseguiu a liberdade. ninguém foram demitidos..foi feito Exercícios 01.basta ..existem .. 04. c) Deve haver bons motivos para a sua recusa.. e) Fui eu que abriu a porta para o agente do censo. “Para os lados do sul e poente.bastam .Concordância com formas gramaticais: Palavras no plural com sentido gramatical e função de sujeito exigem o verbo no singular: “Elas” é um pronome pessoal. Sobrou mais de uma cesta de pães.... os sacrifícios que . e) Era a mim mesma que ele se referia. d) De casa à escola é três quilômetros. a) hajam . b) Na sua bolsa haviam muitas moedas de ouro. professores.. d) Fomos nós quem resolvemos aquela questão. no feminino (oitenta e duas entre cem mulheres). c) Eles parece estarem doentes. embora houvessem muitas ciladas em seu caminho. menos de: O verbo concorda com o substantivo que se segue a essas expressões: Mais de cem pessoas perderam suas casas. e) Choveram papéis picados nos comícios. Assinale a opção em que há concordância inadequada: a) A maioria dos estudiosos acha difícil uma solução para o problema..Concordância com o pronome nós subentendido: O verbo concorda com o pronome subentendido nós em frases do tipo: Todos estávamos preocupados.) Os dois vivíamos felizes. senão ruínas. 06.existem . c) Faz mais de cem anos que a Lei Áurea foi assinada.) Na placa estava “veiculos”. insatisfeitos. 03. na enchente. b) Choveu pedaços de granizo na serra gaúcha.existe . costuma-se usar o verbo no plural.existem . “Contudo. efetuar a concordância do verbo no singular com o sujeito subentendido nada: Do antigo templo grego não resta senão ruínas. 02. por se considerar a porcentagem um conjunto numérico invariável em gênero. sem acento. Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal: a) Soava seis horas no relógio da matriz quando eles chegaram. . funcionários.foram feitos b) Chega . c) José chegou ileso a seu destino.bastam . (= A palavra elas é um pronome pessoal.. a concordância efetua-se. (Isto é: não restam outras coisas senão ruínas.” (Carlos Drummond de Andrade) . A concordância verbal está correta na alternativa: a) Ela o esperava já faziam duas semanas.. não se viam senão edifícios queimados. disse a moça.. fazendo-o concordar com o sujeito oculto outras coisas... pessoas interessadas: são muitas as formalidades a ..foi feito c) Chegam . 07.. a não ser. diretores. vagas na academia. .” (Alexandre Herculano) “Por toda a parte não se ouviam senão gemidos ou clamores...bastam . Gastaram-se menos de dois galões de tinta. ou.foram feitos e) Chegam . por sua causa? a) Chega . pela lógica. e) Todos parecem terem ficado tristes.. Menos de dez homens fariam a colheita das uvas. os seus amigos. Indique a opção correta.” (Rebelo da Silva) Segundo alguns autores. seguindo o uso geral. no masculino. no que se refere à concordância verbal.ser e) hajam . Exemplos: Do antigo templo grego não restam senão ruínas. de acordo com a norma culta: a) Haviam muitos candidatos esperando a hora da prova.

menos e) do que.atenção a....Paulo. . . .inerente: a.acostumado a.contíguo: a. .passível de: As regras são passíveis de mudanças.versado: em. por: É necessário o respeito às leis. . para.. a) a.quem sinto. O projeto. de.agradável a. por. Obedecer a algo/ a alguém. . Apresentamos a seguir vários nomes acompanhados da preposição ou preposições que os regem.aliado: a. . .vazio: de.. com as c) que. . em: Tenho muito gosto em participar desta brincadeira. menos d) do que.... é preciso levar em conta que vários nomes apresentam exatamente o mesmo regime dos verbos de que derivam. . Exercícios 01.empenho: de. ..apto a.impróprio para: O filme era impróprio para menores.... sempre que possível.necessárío a. . . para: A medida foi necessária para acabar com tanta dúvida. para com. com. menos b) do que.amor a. em: A certeza de encontrálo novamente a animou. . menos c) a..compatível: com.vizinho: a.sensível: a. por: Ele demonstrava grande amor à namorada. de. .fértil: de. a) de que. as d) à que. . . . por. com: Todos estavam acostumados a ouvílo.. . tradições da firma. . .organizastes Respostas (01-C) (02-D) (03-D) (04-D) (05-D) (06-D) (07-C) (08-C) (09-A) (10-E) REGÊNCIA NOMINAL E VERBAL Regência Nominal Regência nominal é a relação de dependência que se estabelece entre o nome (substantivo.hostil: a..semelhante: a.. às e) que. Soube que mais de dez alunos se .. para com: Nunca deu atenção a ninguém. simpatia.próximo: a. . nesses casos..aflito: com. . de: Tinha horror a quiabo refogado.gosto de. em. associar esses nomes entre si ou a algum verbo cuja regência você conhece. . . ... com. .satisfeito: com.. Observe-os atentamente e procure.acessível a: Este cargo não é acessível a todos. . de: Junto com o material.dúvida em sobre: Anotou todas as dúvidas sobre a questão dada. .. de.residente: em. .respeito a. encontrei este documento. com as 02.análogo: a. Observe o exemplo: Verbo obedecer e os nomes correspondentes: todos regem complementos introduzidos pela preposição “a”. .. por: Sentia antipatia por ela..benéfico a. . . .. . . de. para: A reforma foi benéfica a todos. Conhecer o regime de um verbo significa.coerente: com.. de. . Obediente a algo/ a alguém. ..útil: a.10. No estudo da regência nominal.rente: a.. a) negou – organizou b) negou – organizastes c) negaram – organizaste d) negou – organizaram e) negaram .situado em: Minha casa está situada na Avenida Internacional. . para: O acesso para a região ficou impossível. em.desprezo: a.lento: em. por. por.antipatia a. . para com. por. . . Quanto a amigos. .. . com.estão dando andamento é incompatível. .. de: Sua saída não foi agradável à equipe.adaptado a: Foi difícil adaptarme a esse clima. para: Estava apto para ocupar o cargo.alheio: a. .equivalente: a. para. .. prefiro João. para.alusão a: O professor fez alusão à prova final.preferível a: Tudo era preferível à sua queixa. .afável com.grato a: Grata a todos que me ensinaram a ensinar. Certos substantivos e adjetivos admitem mais de uma regência. conhecer o regime dos nomes cognatos. com.certeza de.aversão a. . .sito em: O apartamento sito em Brasília foi vendido.. menos . . de.favorável a: Sou favorável à sua candidatura.horror a. por: Sempre tive aversão à política. por. com. com as b) a que.junto a. em. para com: Tinha um jeito afável para com os turistas. a participar dos jogos que tu e ele . Na regência nominal o principal papel é desempenhado pela preposição. ..acesso a. adjetivo ou advérbio) e o termo por ele regido. entre.suspeito: de.

e) A enfermeira assistiu irrepreensivelmente o doente. A oração “Cheguei no metrô”. no segundo caso.. d) Costumo obedecer a preceitos éticos. 06. objeto direto de pessoa: Eu ajudavaa no serviço de casa. satisfazer) Logo. Pode ser intransitivo (VI não exige complemento) / transitivo direto (TD) ou transitivo indireto (TI + preposição): D. A vencedora abdicou o seu direto de rainha.(VTI): A banda Legião Urbana agrada aos jovens.. odioso. Abdicar: renunciar ao poder. popularmente usada a fim de indicar o lugar a que se vai. Assinale a alternativa correta quanto à regência: a) A peça que assistimos foi muito boa. pois oferece oportunidade de conhecermos as diversas significações que um verbo pode assumir com a simples mudança ou retirada de uma preposição.03. (agradar significa acariciar. (VTI) Abraçar: empregase sem / sem preposição no sentido de apertar nos braços: A mãe abraçoua com ternura. O conhecimento do uso adequado das preposições é um dos aspectos fundamentais do estudo da regência verbal (e também nominal). empregase com preposição: Na conversa aludiu vagamente ao seu novo projeto. o qual d) às quais. IV d) I. preferiu declarar falida a firma a aceitar qualquer ajuda do sogro.. Dentre as frases abaixo. III. desmaiou. no silêncio”. Empregase sem preposição no sentido de acariciar. sentido diferente. Assinale o item em que há erro quanto à regência: a) São essas as atitudes de que discordo. IV b) I. As preposições são capazes de modificar completamente o sentido do que se está sendo dito. b) Baseado laudos médicos. Cheguei ao metrô... título desistir. III e) I. mimar: Márcio agradou a esposa com um lindo presente. é muito comum existirem divergências entre a regência coloquial. sedento e) oposto. e a regência culta. uma apenas apresenta a regência nominal correta. embora fosse tão humilde. cotidiana de alguns verbos. conclui-se que “agradar alguém” é diferente de “agradar a alguém”. III e) I. limpo. é o meio de transporte por mim utilizado. II. Pedro abdicou em 1831. oneroso d) orgulhoso. cujo e) que. c) Informo-lhe de que paguei o colégio. Empregase com preposição no sentido de desejar ardentemente por: Ansiava por vêlo novamente. (VI). Assinale a alternativa que contém as respostas corretas. possui. Regência Verbal A regência verbal estuda a relação que se estabelece entre os verbos e os termos que os complementam (objetos diretos e objetos indiretos) ou caracterizam (adjuntos adverbiais). involuntariamente. I.. (VTD). angustiar: A emoção ansiavame. d) Ele se diz especialista para com computadores eletrônicos. referirse a alguém). Assinale-a: a) Ele não é digno a ser seu amigo. “As mulheres da noite.. satisfazer. Abraçouse a mim. o metrô é o lugar a que vou. II 07.. A mãe agrada o filho. (VTD) Aludir: (=fazer alusão.. (agradar significa “causar agrado ou prazer”. (VTI) Ansiar: empregase sem preposição no sentido de causar malestar. b) Há muito já lhe perdoei. III. No primeiro caso. pálido. IV. Desde criança sempre aspirava a uma posição de destaque.. perito c) leal. em cujo 05. d) Guimarães Rosa é o escritor que mais aprecio. II. Aspirando o perfume das centenas de flores que enfeitavam a sala. (VTI) Agradar: empregase com preposição no sentido de contentar.. bom. (VTI).o poeta faz alusão a colorir Aracaju. Visando apenas os seus próprios interesses. Como era orgulhoso. A opção que completa corretamente as lacunas da frase acima é: a) as quais. inconsequente b) indigno. III. b) Estes são os livros que precisamos. Cheguei no metrô. e) O sol é indispensável da saúde. (VTD). sábio 04. c) Esse foi um ponto que todos se esqueceram. Assinale a opção em que todos adjetivos podem ser seguidos pela mesma preposição: a) ávido. de cujo b) a que. c) A atitude do Juiz é isenta de qualquer restrição. Aliás. chorando. rico.. concedeu-lhe a licença. (VTI) Respostas 01-B / 02-A / 03-D / 04-D / 05-D / 06-A / 07-D / 08-C . a um cargo.. Nunca abdicarei de meus direitos. e) O ideal que aspiramos é conhecido por todos. ele.. no qual c) de que.coração bate de noite. (VTD). (VTD) Ajudar: empregase sem preposição. contentar) A mãe agrada ao filho. O estudo da regência verbal permite-nos ampliar nossa capacidade expressiva. a) II. no padrão culto da língua. 08. prejudicou toda uma família.

(VTI) Empregase sem / com preposição no sentido de socorrer. (VTD sem preposição. (VTD) / Chamouo de covarde. Esqueceu me seu endereço. (VID). (VTI com preposição). Como transitivo direto (VTD) e intransitivo (VI) no sentido de aproximar. e seu sujeito é uma oração reduzida de infinitivo: Custoume pegar um táxi. (VTI) Empregase com preposição no sentido de ouvir com atenção o que alguém diz: Atenda ao telefone. ser caro. É transitivo direto e indireto (TDI) no sentido de acarretar: A imprudência custoulhe lágrimas amargas. A professora sempre assiste aos alunos com carinho. Para que ele pudesse ouvir. ou Ela casouse com seu grande amor. Foi logo batendo à porta.(VTD). ter direito ou razão: O direito de se defender assiste a todos. O juiz chamou o réu à sua presença. Empregado como verbo transitivo direto e índireto. (VT). Nos exemplos. Informar: o verbo informar possui duas construções. é TD: A queda do dólar implica corrida ao over. É conjugado como verbo reflexivo. (VTI) Assistir: empregase com preposição a no sentido de ver. conceder: Deus atendeu minhas preces. esquecer e lembrar. Contentarse: empregase com as preposições com. (VTD ). Lembrei um caso interessante. (bater junto à porta. O carro custoume todas as economias. (VI) Atender: empregado sem preposição no sentido de receber alguém com atenção: O médico atendeu o cliente pacientemente. No exemplo o verbo esquecer está empregado no sentido de apagar da memória. em: Entretínhamonos em recordar o passado. (VTD). O verbo casar pode vir acompanhado de pronome reflexivo: Ela casou com o seu grande amor. o verbo não aceita o pronome lhe. são transitivos indiretos e pronominais. Todos querem assistir a ele. cheirar: Aspiramos um ar excelente. Atenderemos quaisquer pedido via internet. Avisaremos os clientes da mudança de endereço. não exigem os pronomes me. Empregase com preposição no sentido de dar atenção a alguém: Lamento não poder atender à solicitação de recursos. é TI: O touro Bandido investiu contra Tião. no sentido de dar posse: O prefeito investiu Renata no cargo de assessora. ajudar: A professora sempre assiste os alunos com carinho. residir é intransitivo e exige a preposição em: Assiste em Manaus por muito tempo. é TI: Nunca implico com meus alunos. o verbo chegar exige a preposição a quando indica lugar: Chegou ao aeroporto meio apressada. pregar: Minha mãe ensina na FAI. (preferência brasileira) Avisar: avisar alguém de alguma coisa: O chefe avisou os funcionários de que os documentos estavam prontos. lhe. (VTI) Empregase sem preposição no sentido de acarretar. Informouse das mudanças logo cedo. por favor. construido com objeto + predicativo: Chamouo covarde. Lembrame um caso interessante. Avisamos aos clientes que vamos atendêlos em novo endereço. (VTDI) Ensinar: é intransitivo no sentido de doutrinar. exigem o pronome e a preposição de. era preciso bater naporta de seu quarto. (VTD). envolver. (VTI) Empregase com preposição no sentido de caber. (VTI) Nesse caso. presenciar: Todos assistíamos à novela Almas Gêmeas. Implicar: empregase com preposição no sentido de ter implicância com alguém. (VTI) No sentido de morar. Já tem tradição na língua o uso de avisar como OI de pessoa e OD de coisa. com. são transitivos diretos (TD). ambos os verbos. (VTD). (VTI) Chegar: como intransitivo. (VTD) No sentido de ouvir.Aspirar: empregase sem preposição no sentido de respirar. Chegueime a ele. Bater: empregase com preposição no sentido de dar pancadas em alguém: Os irmãos batiam nele (ou batiamlhe) à toa. Ela casou antes dos vinte anos.(foi difícil). apelidar. no campo. Na língua culta. (VTI). (VTD) Empregase com ou sem preposição no sentido de denominar. (inteirarse. entrou em casa e bateu a porta. mas apenas os pronomes pessoais retos + preposição: O filme é ótimo. isto é. Nervoso. não são pronominais. (VTD) Empregase sem preposição no sentido de embaraçar. verbo pronominal) Investir: empregase com preposição (com ou contra) no sentido de atacar. Informeilhe que sua aposentaria. Custar: é transitivo direto no sentido de ter valor de.(fechou com força). Atenda o telefone. Esquecer / Lembrar: estes verbos admitem as construções: Esqueci o endereço dele. (VTE). Entreter: empregado como divertirse exige as preposições: a. comprometer. (VTI). Chamoulhe covarde. Lembreime de um caso interessante. (VI não exige complemento). de. é TD: O vizinho implicouo naquele caso de estupro. é TD: Nós investimos parte dos lucros em pesquisas científicas. para alguém abrir). na 3ª pessoa do singular. É transitivo direto e indireto no sentido de dar ínstrução sobre: Ensino os exercícios mais dificeis aos meus alunos. (VTD) Empregase com preposição no sentido de querer muito. É transitivo direto no sentido de educar: Nem todos ensinam as crianças. (VTD) No sentido de ser difícil é TI. se. O desestímulo ao álcool combustível implica uma volta ao passado. Contentome em aplaudir daqui. (VTI) / Chamoulhe de covarde. Chamava por Deus nos momentos dificeis. Você pode observar que no 1º exemplo tanto o verbo esquecer como lembrar. (dar pancadas) Casar: Marina casou cedo e pobre. Você é realmente digno de casar com minha filha. (VTD) É inadequada a regência do verbo implicar em: Implicou em confusão. (VTDI) Empregase sem preposição no sentido também de empregar dinheiro. (VTD) . Chamar: empregase sem preposição no sentido de convocar. ter por objetivo: Gincizinho aspira ao cargo de diretor da Penitenciária. Este computador custa muito caro. exigem os pronomes. e o verbo lembrar está empregado no sentido de vir à memória. Esquecime do endereço dele. em: Contentamse com migalhas. VTD e VTI: Informeio que sua aposentaria saiu. os verbos esquecer e lembrar quando usados com a preposição de.

enrolou e não respondeu à pergunta do professor. (e não de ir sozinha) Pisar: é verbo transitivo direto VTD: Tinha pisado o continente brasileiro. exige a preposição a: Prefiro dançar a nadar. culta. vir depois: O descanso sucede ao trabalho. mais. (VTD) Preferir: empregase sem preposição no sentido de ter preferência. voltar ao estado primitivo: Depois de aposentarse reverteu à ativa. (VTI) Quando o verbo precisar vier acompanhado de infinítivo.Morar: antes de substantivo rua. usase morar com a preposição em: D. Perdoar: empregase sem preposição no sentido de perdoar coisa. (VTDI) Empregase no sentido de responder a uma carta. Subir ao poder. com a preposição a: O reitor presidiu à sessão. amar: Quero muito bem às minhas cunhadas Vera e Ceiça. no sentido de precisar: Necessitávamos o seu apoio. Necessitar: empregase com verbo transitivo direto ou indireto. Presidir: empregase com objeto direto ou objeto indireto. Na linguagem formal. Subir à cabeça. Empregase no sentido de destinarse: A renda da festa será revertida em beneficio da Casa da Sopa. (VTD) Preferir VTDI. (VI) Empregase com a preposição de no sentido de originarse. no sentido de ter preferência. (sujeito indeterminado) Empregase sem preposição no sentido de indicar com exatidão: Perdeu muito dinheiro no jogo. (pediu licença). Marcelo namora Raquel. do que. Empregase no sentido de voltar para. não exigem os pronomes me. no sentido de ter necessidade: A mãe perdoou ao filho a mentira. a língua moderna tende a dispensála: Você é rico.(VTDI) Obedecer / Desobedecer: empregase com verbo transitivo direto e indireto no sentido de cumprir ordens: Obedecia às irmãs e irmãos. é TI: Perdoemos aos nossos inimigos.(VTD) Empregase com preposição no sentido de gostar. é VTI: As crianças carentes precisam de melhor atendimento médico. o verbo responder. pagar alguma coisa a alguém: Cida pagou a carne ao açougueiro. constróise com a preposição em: Residimos em Lucélia. nos. Caso contrário. Usase. Não se usa apreposição de antes de oração infinitiva: Os pais não lhe permite ir sozinha à festa do Peão. comparecessem à reunião. mil vezes mais. Antipatizei com ela desde o primeiro momento. não precisa trabalhar muito. Namorar: a regência correta deste verbo é namorar alguém e NÃO namorar com alguém: Meu filho. Simpatizei com você. (VTD ) Empregase com preposição no sentido de conceder o perdão à pessoa. ter afeto. (inadequado). . mas não sabe precisar aquantia. Essas expressões exigem a preposição a. podese usar a preposição de. A direção pediu que todos os funcionários. se. Residir: como o verbo morar. Prevenir: admite as construções: A paciência previne dissabores. ( adequado) Subir: Subiu ao céu. (VTI) Constróise com o pronome lhe e não o: O assistente permitiulhe que entrasse. dízse pedir que. Reverter: empregase no sentido de regressar.a posse de alguém: As jóias reverterão ao seu verdadeiro dono. (VTI) Querer: empregase sem preposição no sentido de desejar: Quero vêlo ainda hoje. Pagar: empregase sem preposição no sentido de saldar coisa. Proceder: empregase como verbo intransitivo no sentido de ter fundamento: Sua tese não procede. com sujeito indeterminado: Precisase de funcionários competentes. é VTI: Cida pagou ao padeiro. Prefiro chocolate a doce de leite. Quero prevenilos. Permitir: empregado com preposição. Paulo César. (VTD) Empregase com preposição no sentido de remunerar pessoa. é inadequado usar este verbo reforçado pelas palavras ou expressões: antes. Suceder: empregase com a preposição a no sentido de substituir. Necessitávamos de seu apoio. Paguei à costureira. Residente e residência têm a mesma regencia de residir em. avenida. (VTI) Empregase como verbo transitivo direto e indireto. Empregase como transitivo indireto com a preposição a. Prevenimonos para o exame final. Marina Falcão mora na rua Dorival de Barros. O reitor presidiu a sessão. A secretária pediu para sair mais cedo. etc: Simpatizeime com você. puder colocar a palavra licença. (sem escolha): Prefiro dias mais quentes. exige objeto indireto de pessoa: O médico permitiu ao paciente que falasse. namora Cristiane. quando. à secretária. Paguei a costura. isto é. vir de: Muitos males da humanidade procedem da falta de respeito ao próximo. (VTDI) Por alguma coisa: Quanto pagou pelo carro? Sem complemento: Assistiu aos jogos sem pagar. é TD: Devemos perdoar as ofensas. entre pedir e o para. na Avenida Internacional. Simpatizar / Antipatlzar: empregamse com a preposição com: Sempre simpatizei com pessoas negras. Preveni minha turma. Subir ao trono. Pedir: somente se usa pedir para. é VTI): Cida pagou o pão. Estes verbos não são pronominais. muito mais. (VTI) Empregase como verbo transitivo direto e indireto. (não exige a preposição no) Precisar: empregase com preposição no sentido de ter necessidade.. no sentido de dar início: Procederemos a uma investigação rigorosa. Não desobedecia às leis de trânsito. às vezes na voz passiva. a uma pergunta: Enrolou. Responder: empregase no sentido de responder alguma coisa a alguém: O senador respondeu ao jornalista que o projeto do rio São Francisco estava no final. (VTDI) Admite voz passiva: Todos serão perdoados pelos pais.

d) preferia mais sair do que ficar em casa.” (Graciliano Ramos) Observações Finais Os verbos transitivos indiretos (exceção ao verbo obedecer). como: Entrou e saiu de casa. jamais aspirei a tal cargo. d) avisei-lhe de que não desejava substituir-lhe na presidência. tocar em alguém: Não deixava tocar o / no gato doente. lhes funcionam como transitivos indiretos que exigem a preposição a. taciturno e mudo”: a) pelos seus feitos. pois apesar de ter sempre servido à instituição. Empregase no sentido de ser da competência de. Todos visavam ao cargo. c) avisei-o de que não desejava substituir. jamais aspirei a tal cargo. Não se deve dar o mesmo complemento a verbos de regências diferentes. poupar-se ao /o trabalho. em que está bem empregada a construção com o verbo preferir: a) preferia ir ao cinema do que ficar vendo televisão. sinceramente confesso que o admiro. Obedeço ao mestre. 02. d) o chefe chamou-os para um diálogo franco. 06. b) é dever do médico assistir a todos os enfermos. . não admitem voz passiva. o chefe não chamou às feministas a sua seção. Empregase no sentido de caber por sorte. Quaresma ficou reservado. enquanto as formas lhe. c) custa-me dizer isto. o verbo grifado foi empregado com regência certa. d) redobrou de intensidade. jamais aspirei tal cargo. Proporse alguma coisa ou proporse a alguma coisa? Proporse. caber: Ao prefeito é que toca deferir ou indeferir o projeto. a) não assiste a você o direito de me julgar. Os estudantes assistiram ao filme. 03. que elas chamaram de maternidade. Visar: empregase sem preposição como VT13 no sentido de apontar ou pôr visto: O garoto visou o inocente passarinho. Convideias. as funcionam como complemento de verbos transitivos diretos. O gerente visou a correspondência. d) não se pode assistir indiferente a um ato de injustiça. Empregase no sentido de comover. e) as mulheres foram para o local do movimento. a) avisei-o de que não desejava substituí-Io na presidência. chamei-lhes de discriminadores. Em todas as alternativas. apesar de. eu lhe perdoaria os defeitos. Os exemplos citados abaixo são considerados inadequados. O cargo era visado por todos. Passar revista a ou passar em revista? Ambas estão corretas. herança. não obstante: “Em que pese aos inimigos do paraense. Assisti e gostei da peça. b) avisei-lhe de que não desejava substituí-lo na presidência. pode vir com ou sem a preposição a: Ela se propôs leválo/ a leválo ao circo. sensibilizar. 05. os.Tocar: empregase no sentido de pôr a mão. b) bateram à porta. e) avisei-o de que não desejava substituí-lo na presidência. darse ao /o luxo. exceto em: a) a vista de José Dias lembrou-me o que ele me dissera. Assinale a opção em que o verbo assistir é empregado com o mesmo sentido que apresenta em “não direi que assisti às alvoradas do romantismo”. a. por herança. e) o padre lhe assistiu nos derradeiros momentos. disporse a. pretender: Todos visam ao reconhecimento de seus esforços. e aspiro sociedade e luz. pois apesar de ter sempre servido a instituição. porém a segunda construção é mais frequente: O presidente passou a tropa em revista. pois apesar de ter sempre servido à instituição. no sentido de ter em vista. 04. c) naquele momento difícil. Assinale o exemplo. sempre foi assistido por bons conselheiros. Em que pese a . b) estou deserto e noite. c) em sua administração. pois apesar de ter sempre servido a instituição. b) preferia sair a ficar em casa. O mesmo se dá com: darse ao / o incômodo. e) antes preferia sair do que ficar em casa. tocar alguém. O filme foi assistido pelos estudantes. Exercícios 01. c) de repente. O verbo chamar está com a regência incorreta em: a) chamo-o de burguês. é OI: Tocoulhe. b) como ninguém assumia. Obedeço lhe. d) apesar de a hora ter chegado. Corrijase para: Entrou na casa e saiu dela. As formas oblíquas o. chamou por Deus e pelo Diabo. chamaram-lhe o salvador da pátria. houve um nervosismo geral e chamaram-nas de feministas. e) mandou chamar o médico com urgência. Casos Especiais Darse ao trabalho ou darse o trabalho? Ambas as construções são corretas. jamais aspirei tal cargo. e) quando ela morresse. pois você legitima a submissão das mulheres.expressão concessiva equivalendo a ainda que custe a. pois apesar de ter sempre servido à instituição. como se obedecesse a voz do mágico. jamais aspirei a tal cargo. Empregase com preposição como VTI no sentido de desejar. Assinale a única alternativa que está de acordo com as normas de regência da língua culta. chamando Rodrigo. usase com OD: O nascimento do filho tocouo profundamente. Assisti à peça e gostei dela. uma linda fazenda.lhe na presidência. mas antes peque por excesso. Assinale a opção em que o verbo chamar é empregado com o mesmo sentido que apresenta em __ “No dia em que o chamaram de Ubirajara. A primeira é mais aceita: Davase ao trabalho de responder tudo em Inglês. c) preferia antes sair a ficar em casa. Convidei as amigas.

São (sadio). Homônimos: são palavras que têm a mesma pronúncia.Providência (substantivo) e providencia (verbo). d) precisou a quantia que gastaria nas férias. imparcial. simétrico/ assimétrico. b) dado o sinal. . . concórdia/discórdia. . outros. . por matizes de significação e certas propriedades que o escritor não pode desconhecer.Ordem e anarquia. procedemos à leitura do texto. e) na hora das promoções. Exemplos: . esperar/desesperar. c) não sei bem onde foi publicado o edital. . mas significação diferente.Contraveneno e antídoto. A homonímia pode ser causa de ambiguidade. entretanto. Antônimos: são palavras de significação oposta.Às (substantivo). e) os processos onde podemos encontrar dados para o relatório estão arquivados 1-A / 2-A / 3-D / 4-B / 5-D / 6-B / 7-B / 8-E / 9-D / 10-B / Na maioria das vezes não é indiferente usar um sinônimo pelo outro. .Semicírculo e hemiciclo.Alfabeto. as palavras são divididas nas seguintes categorias: Sinônimos: são palavras de sentido igual ou aproximado. c) lembrou-se mais tarde que havia deixado as chaves em casa. de numerosos pares de sinônimos. . vulgar. pegou da vara e bateu no animal.Mal e bem. exceto a) aspiro à carreira militar desde criança. . Respostas SIGNIFICAÇÃO DAS PALAVRAS Quanto à significação. A antonímia pode originar-se de um prefixo de sentido oposto ou negativo. b) é preciso lembrá-lo o compromisso que assumiu conosco.Para (verbo parar) e para (preposição). oculista e oftalmologista. A contribuição Greco-latina é responsável pela existência. ao invés.Colóquio e diálogo. Em qual das opções abaixo o uso da preposição acarreta mudança total no sentido do verbo? a) usei todos os ritmos da metrificação portuguesa.Colher (verbo) e colher (substantivo). palavra que também designa o emprego de sinônimos. exato. mais restrito (animal e quadrúpede).Adversário e antagonista.Justo. Exemplos: .Oposição e antítese. grito. uns são próprios da fala corrente. estes têm sentido mais amplo.07. .Translúcido e diáfano. O que chama a atenção nos homônimos é o seu aspecto fônico (som) e o gráfico (grafia). Com efeito. Embora irmanados pelo sentido comum. encontrávamos colegas. Exemplos: Bendizer/maldizer. c) enraivecido. apagar. . por isso é considerada uma deficiência dos idiomas. desataviada. Assinale a opção em que o verbo lembrar está empregado de maneira inaceitável em relação à norma culta da língua: a) pediu-me que o lembrasse a meus familiares. não bebas esta água. em: 08. explícito/implícito. em nossa língua./ enraivecido. e às vezes a mesma grafia. . . Só o contexto é que determina a significação dos homônimos. comunista/anticomunista. não bebas desta água.Jogo (substantivo) e jogo (verbo). são (forma do verbo ser) e são (santo). 09. os sinônimos diferenciam-se. . b) cuidado.Rego (substantivo) e rego (verbo). simpático/antipático.Apoio (verbo) e apoio (substantivo). literária. Daí serem divididos em: Homógrafos Heterofônicos: iguais na escrita e diferentes no timbre ou na intensidade das vogais. O verbo sublinhado foi empregado corretamente. pertencem à esfera da linguagem culta. b) por toda parte. . . c) a atitude tomada implicou descontentamento.Pelo (substantivo). onde quer que fôssemos.Aço (substantivo) e asso (verbo). abecedário. . 10.Moral e ética./ precisou da quantia que gastaria nas férias. . e) a enfermeira tratou a ferida com cuidado. pegou a vara e bateu no animal. íntegro. lembre-se de mim. . Exemplos: .Louvar e censurar. e) àquela hora. .Soberba e humildade. Exemplo: . suprimir. Assinale o mau emprego do vocábulo “onde”: a) todas as ocasiões onde nos vimos às voltas com problemas no trabalho. d) onde encontraremos quem nos forneça as informações de que necessitamos. científica ou poética (orador e tribuno. cinzento e cinéreo). progredir/regredir. . abolir./ cuidado. . d) não me lembrava de ter marcado médico para hoje. aqueles. reto. ativo/ inativo. às (contração) e as (artigo). custei a encontrar um táxi disponível.Extinguir.Brado. uns dos outros. clamor. d) prefiro estudar Português a estudar Matemática. /usei de todos os ritmos da metrificação portuguesa. pré-nupcial/pós-nupcial. / a enfermeira tratou da ferida com cuidado. certo. . o superintendente nos ajudou. . pelo (verbo) e pelo (contração de per+o).Transformação e metamorfose. O fato linguístico de existirem sinônimos chama-se sinonímia.

. Exemplos: .É um sujeito muito irrequieto. possui várias conotações (ideias associadas. ostentação. (não: Maizena.O trem. (sentido próprio). Quanto mais uma pessoa se distanciar da escrita padrão. (não: ao meu ver) .Ela prefere mortadela a queijo. ela refletiu sabiamente. . infligir (aplicar) e infringir (transgredir). . (não garage) . (= no começo) (não: em princípio) .O avião aterrissou no horário previsto. grande curral de gado. livre (verbo livrar). procure um médico. ele voltava vitorioso. (em tese) (não: a princípio) . (não: de menor) . Sentido Próprio e Sentido Figurado: as palavras podem ser empregadas no sentido próprio ou no sentido figurado. No segundo exemplo.Caça (ato de caçar). Podemos citar ainda. pôr fogo) e ascender (subir). a palavra ouro denota ou designa simplesmente o conhecido metal precioso. (sentido figurado). descarrilou mais uma vez. (se persistirem. luxo. dar deferimento) e diferir (ser diferente. cuidar. comprimento e cumprimento. (não: gratuíto) .Construí um muro de pedra. vultoso (volumoso. eminente e iminente.A maisena parece que está vencida. repartição) e sessão (tempo de uma reunião ou espetáculo).Devo ir ao cabeleireiro ainda esta semana. osso e ouço. prescrever e proscrever. (não: prazeirosamente) . ceifar).Censo (recenseamento) e senso (juízo).Somem (verbo somar). como exemplos de palavras polissêmicas. (não: fez com que) . A boa notícia é que muitos estão conscientes disso e querem melhorar. sede (vontade de beber) e cede (verbo ceder). (obstáculos não se vencem. (sentido figurado).Em face (ou ante a) da confusão reinante. superam-se) .Concerto (harmonia. (não: somos em) . (não: irriquieto) . marca comercial) . (não: cabelereiro) .Mereceu ganhar o prêmio Nobel de Literatura. . que têm dezenas de acepções.Fez que (fingir) não ouviu a advertência. seção (divisão.Todos reivindicam melhores oportunidades. . pomos (verbo pôr).Vamos galera! O “show” é gratuito. deferir (conceder. atoar e atuar.Depois de superados os obstáculos. ele voltava vitorioso. caminhada (verbo). (sentido próprio). divergir. lá em casa. o sujeito jamais é preposicionado) .Mangueira: tubo de borracha ou plástico para regar as plantas ou apagar incêndios. .Acender (atear. na Rússia. ocultar. . (não: reinvindicar) . (não: récorde) . ouro sugere ou evoca riquezas. . cedo (advérbio). . . procure um médico.O Brasil bateu recorde outra vez.Meu irmão é menor de idade. equivale a uma condição) . (não: latex) . tem o sentido conotativo. adiar).Paço (palácio) e passo (andar). degradar e degredar.Livre (adjetivo). .Não se esqueça de colocar sua rubrica.Elas aceitaram prazerosamente minha contribuição. tetânico e titânico.A meu ver tudo parece caminhar satisfatoriamente. vigiar. (não: haver) nada há ver = nada a receber . Homófonos Homográficos: iguais na escrita e na pronúncia. (não: em face a) . denotativo. . . mais dificuldade terá de se lembrar da pronúncia correta das palavras. .Apreçar (determinar o preço. glória.Cegar (tornar cego) e segar (cortar. (não: de ano) .Em princípio. Denotação e Conotação: Observe as palavras em destaque nos seguintes exemplos: . relativo ao véu do palato. A esse fato linguístico dá-se o nome de polissemia.Pomos (substantivo).O cigarro provoca o enfisema pulmonar. (não: efisema) .As águas pingavam da torneira.Nunca encontrava empecilhos no caminho.O condor vive em regiões montanhosas. .Fulano nadava em ouro.Foi um privilégio conhecê-la. alude (verbo aludir). sentimentos.Depois de vencidos os obstáculos.A persistirem os sintomas.Fiquei com muito dó daquele jogador. a direção do presídio proibiu as visitas. .Somos quatro.Ênio tem um coração de pedra. (não: aterrizou) . (não: previlégio) .As horas iam pingando lentamente. (não: do candidato. descrição e discrição. (não: rúbrica) . (não: rúim) . . evocações que irradiam da palavra). (não: côndor) . .O látex desta confecção é de primeira qualidade.Pena: pluma. árvore frutífera. cassa (tecido) e cassa (verbo cassar = anular). tem sentido próprio.Ao persistirem os sintomas. (não: muita dó) . (inadequado) . Polissemia: Uma palavra pode ter mais de uma significação. sessão musical) e conserto (ato de consertar). .Ficamos em pé / de pé o tempo todo. . não deixe a garagem aberta. (não: mortandela) . No primeiro exemplo.Velar: cobrir com véu.Esta roupa não tem nada a ver com você.Já é hora de o candidato dizer a verdade. o verbo dar e os substantivos linha e ponto. ratificar (confirmar) e retificar (tornar reto. .Cedo (verbo). (não: Nóbel) . (não: interim) .Homófonos Heterográficos: iguais na pronúncia e diferentes na escrita.Concertar (harmonizar) e consertar (reparar. (não: impecilho) . . (não: descarrilhou) .Cerrar (fechar) e serrar (cortar). era (verbo). punição.Repetiu o ano porque não estudou o suficiente.Meu tempero está ruim. Exemplos: .Alude (avalancha). cesta e sesta. Parônimos: são palavras parecidas na escrita e na pronúncia: Coro e couro. (quando persistirem. equivale a tempo) . poder. avaliar) e apressar (acelerar).A princípio tudo parecia real. peça de metal para escrever. muito grande: soma vultosa) e vultuoso (congestionado: rosto vultuoso).Cessão (ato de ceder). dó. corrigir). sua proposta nos interessa. real. emendar).Por favor. somem (verbo sumir).Caminhada (substantivo). .Hera (trepadeira) e era (época). sela (arreio) e sela (verbo selar). cético e séptico. .Naquele ínterim.Comprei uma correntinha de ouro. (ambas formas corretas) . .Cela (pequeno quarto).

. .fragrante ..estrangeiros e) seção . Na . pois os homens .. Assinale-a: a) A eminente autoridade acaba de concluir uma viagem política..eminentes b) senso .. ontem. A Redação Oficial inscrevese na confluência de dois universos distintos: a forma regese pelas ciências da linguagem (morfologia. publicidade e eficiência ( .. estilística etc. c) Promoveram uma festa beneficiente para a creche. a) eminente..... o desinteresse do mestre diante da . proscrevi b) prescrever. d) Devemos ser fiéis ao cumprimento do dever...A)(10..lasso ...iminentes c) senso . ratifiquei 09.. da guerra... deflagração.lasso .. conforme estabelece o artigo 37 da Constituição Federal: “A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União.cumprimento . Legislativo e Judiciário.incipiência e) seção ... 07. a) mandado .laço .....comprimento .iminentes Respostas (01... dos Estados.. impessoalidade. Assinale-a: a) cozer = cozinhar. “A . correta e eficaz. emigrar = entrar no país c) comprimento = medida.. 03. e) A cessão de terras compete ao Estado.. “Durante a . . Estava ..B)(02. nunca teve muito . incidiram b) iminente.fragrante ..D)(05.. reincidiram c) eminente.. Há uma alternativa errada..flagrante . no ....sessão ..). a) seção .seção .. do prefeito foi .. Por ser “oficial”. objetiva. de feiticeiros os ...lasso .laço .flagrante .estrangeiros b) seção . nos erros do passado....extrangeiros d) sessão ...insipiência c) sessão .cassado 08. cumprimento = saudação d) consertar = arrumar. . Assinale o item em que a palavra destacada está incorretamente aplicada: a) Trouxeram-me um ramalhete de flores fragrantes.. entre seus diversos organismos ou nas relações dos órgãos públicos com as entidades e os cidadãos.cumprimento .B)(03.......E)(09.incipiência b) sessão . de tarefas .C)(07. a Redação Oficial deve ter as qualidades e características exigidas do texto escrito destinado à comunicação impessoal..B)(06.. em astronomia..cumprimento .A)(04..caçado b) mandato .B) REDAÇÃO DE CORRESPONDÊNCIAS OFICIAIS Conceito Entendese por Redação Oficial o conjunto de normas e práticas que devem reger a emissão dos atos normativos e comunicações do poder público..flagrante . de direitos territoriais a a) sessão .cassado c) mandato .. O .. ... Pertencente ao campo da linguagem escrita.. prescrevi e) retificar. apresentavase sempre ..iminentes d) senso .. a data de meu nascimento.. coser = costurar b) imigrar = sair do país. )”. c) Sua ascensão foi rápida. clara. deflagração.sessão ... moralidade.estrangeiros 04.. o conteúdo submetese aos princípios jurídicoadministrativos impostos à União. recindiram 02.. incidiram e) prestes. b) A catástrofe torna-se iminente...insipiência .. demonstrada pelo político”.cessão . nas esferas dos poderes Executivo.eminentes e) censo .cessão .. d) Ascenderam o fogo rapidamente.” a) ratificar. Marque a alternativa cujas palavras preenchem corretamente as respectivas lacunas. a . conflaglação.. b) A justiça infligiu a pena merecida aos desordeiros...incipiência d) cessão .Exercícios 01... do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade.estrangeiros c) secção . e) Reacendeu o fogo do entusiasmo.. aos Estados e aos Municípios. sintaxe. retifiquei d) proscrever. na frase seguinte: “Necessitando . concertar = harmonizar e) chácara = sítio. essa modalidade de redação ou de texto subordinase aos princípios constitucionais e administrativos aplicáveis a todos os atos da administração pública....... solene era ..B)(08. o número do cartão do PIS. discriminei c) descriminar. 05.. Há uma alternativa errada..casçado e) mandado .. semântica.... xácara = verso 06. flagração.. conflagração..” a) insipiência tachar expertos b) insipiência taxar expertos c) incipiência taxar espertos d) incipiência tachar espertos e) insipiência taxar espertos 10.. Na oração: Em sua vida. expressão verbal dos atos do poder público.....comprimento .caçado d) mandado . plenária estudou-se a .. científica do povo levou-o a . reincidiram d) preste. As palavras adequadas para preenchimento das lacunas são: a) censo ....

. os textos oficiais são expressão do poder público e é em nome dele que o emissor se comunica. que amplia a significação (! . protocolares e de anacronismos que ainda se leem em documentos oficiais. O domínio do idioma é equipamento indispensável à vida em sociedade. . . Não cabem também. exprime opinião e evidencia um juízo de valor pessoal do emissor.de colocação: “não tratavase” de um problema sério em vez de não se tratava. São descabidos também as citações em língua estrangeira e os latinismos.Ambiguidade: Duplo sentido não intencional. vivem vigiando as outras pessoas. à sintaxe (estrutura gramatical das orações) e à morfologia (ortografia.: “asinha” em vez de ligeira. de suas impressões subjetivas. resolvo. ainda não foram incorporadas pelo idioma. provocados por descuido ou ignorância. alguns pressupostos de como devem ser redigidos os textos oficiais. Não faz sentido usar “perfunctório” em lugar de “superficial” ou “doesto” em vez de “acusação” ou “calúnia”. são unânimes em desaconselhar a utilização de certas formas sacramentais. Padrão culto do idioma A redação oficial deve observar o padrão culto do idioma quanto ao léxico (seleção vocabular). São também inaceitáveis nos textos oficiais os vícios de linguagem. objetividade. A impessoalidade contribui para a necessária padronização. não há como separar uma do outro. Por isso. sem o que cada texto seria suscetível de inúmeras interpretações.). do ano de 2011 do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo”.Solecismos: São os erros de sintaxe e podem ser: . vivem na miséria. o objeto da informação. portanto. em formas verbais comuns como: declaro. Ao contrário. epistolares. resultante da junção de duas ou mais palavras da cadeia da frase. Como exceção. clareza.de concordância: “sobrou” muitas vagas em vez de sobraram. fora de uso. (Mãe de quem? Do desconhecido? Do interlocutor?) . a seguir. São inaceitáveis também a pontuação expressiva. . . nos textos oficiais. apesar de formadas de acordo com o sistema morfológico da língua. Diferentemente dos textos escolares. que não têm dinheiro. depressa. muitas vezes. Se o texto oficial não pode e não deve baixar ao nível de compreensão de leitores precariamente equipados quanto à linguagem.da morfologia: “interviu” em vez de interveio.de regência: os comerciantes visam apenas “o lucro” em vez de ao lucro. “excessão” em vez de exceção. . fica evidente o falo de que a alfabetização e a capacidade de apreensão de enunciados são condições inerentes à cidadania. Por padrão culto do idioma devese entender a língua referendada pelos bons gramáticos e pelo uso nas situações formais de comunicação.A forma e o conteúdo da Redação Oficial devem convergir na produção dos textos dessa natureza. coloquialismos. tão ao gosto da linguagem forense. alguns desses vícios: . é nos termos da lei que ele o faz e é em função do cargo que exerce que se identifica e se manifesta. no sentido de se obter a maior compreensão possível com o mínimo de recursos expressivos necessários. razão pela qual. . Ex. . ao qualificar. bem como as abreviações e imagens sígnicas comuns na comunicação eletrônica. a presença do “eu” enunciador. sobriedade. Portarias lavradas sob forma poética. O adjetivo. . ou o emprego de interjeições (Oh! Ah!). sentenças e despachos escritos em versos rimados pertencem ao “folclore” jurídicoadministrativo e são práticas inaceitáveis nos textos oficiais. impõe uniformidade. determino. que permanecem nos registros cartorários antigos. sempre nos termos da lei e sobre atos nela fundamentados.Cacófato: Som desagradável.pela utilização de estrangeirismos: galicismo (do francês): “miseenscène” em vez de encenação. Ex. Indicamse. Exemplos: As pessoas pobres. A Redação Oficial supõe. sem ser notado)..Neologismos: Palavras novas que. Os moralistas. a Redação Oficial não admite adjetivação.. que se preocupam com a moral. anglicismo (do inglês): “delivery” em vez de entrega em domicílio.: “imexível” em vez de imóvel. O que interessa é aquilo que se comunica. Não cabe na Redação Oficial. Enumeramse. . Ex.). Mesmo quando o agente público manifestase em primeira pessoa. neologismos. sentimentos ou opiniões. como receptor. Ninguém é verdadeiramente cidadão se não consegue ler e compreender o que leu. nomeio. . para se inserir nos domínios e técnicas da propaganda e da persuasão. bordões da fala e da linguagem oral. acentuação gráfica etc.Pleonasmo: Informação desnecessariamente redundante.Barbarismos: São desvios: . que não se pode mexer. Devemse excluir da Redagão Oficial a erudição minuciosa e os preciosismos vocabulares que criam entraves inúteis à compreensão do significado. servidor etc. deve ser um texto neutro. Mas esse é um campo que refoge aos objetivos deste material. reduzindo a variabilidade da linguagem a certos padrões. Nesse sentido. é o conteúdo. citamse as campanhas e comunicados destinados a públicos específicos.Arcaísmos: Utilização de palavras ou expressões anacrônicas. a Redação Oficial não visa ao efeito estético nem à originalidade. . Impessoalidade e Objetividade Ainda que possam ser subscritos por um ente público (funcionário.da semântica: desapercebido (sem recursos) em vez de despercebido (não percebido. que constituem desvios das normas da línguapadrão. a seguir.. que funcionam como índices do envolvimento emocional do redator com aquilo que está escrevendo. Os manuais de Redação Oficial. que vários órgãos têm feito publicar. um operador linguístico dotado de um repertório vocabular e de uma articulação verbal minimamente compatíveis com o registro médio da linguagem. Ex. ).da pronúncia: “rúbrica” em vez de rubrica. regionalismos. exonero etc. que fazem uma aproximação com o registro linguístico do públicoalvo.: Darei um prêmio por cada eleitor que votar em mim (por cada e porcada). sem facilitações que intentem suprir as deficiências cognitivas de leitores precariamente alfabetizados. jornalísticos ou artísticos.da ortografia: “advinhar” em vez de adivinhar. como: “No dia 20 de maio. “talqualmente” em vez de igualmente.: O desconhecido faloume de sua mãe.

afeita a títulos e a tratamentos reverentes. a Câmara dos Deputados. portanto. são pressupostos não só da Redação Oficial. como o exemplo risível e caricato que segue: “Preliminarmente. servem para agilizar o andamento burocrático.. há outras características comuns à comunicação oficial. e não a pessoa de seu exercente. os Tribunais Superiores. uma linguagem “neutra”. espaçamento. de classes sociais e de níveis de escolaridade. Basta observar o estilo “enxuto” de Graciliano Ramos. Embora os pronomes de tratamento se refiram à segunda pessoa (Vossa Excelência. “Reverendíssimo” são vocativos que. Não têm mais sentido os imensos “prolegômenos” e “exórdios” que se repetiam como ladainhas nos textos oficiais. de Dalton Trevisan. ajustada não apenas às normas gramaticais. que devem ser utilizados de forma correta. a linguagem metafórica ou a elíptica e alusiva. o Senado Federal. (e não “vosso. além de facilitar a legibilidade. mas da própria literatura. repetições enfáticas já foram considerados virtudes estilísticas. padronização e correção gramatical. para abordar questões de tamanha complexidade. as prescrições quanto à diagramação. dicionários e pelo uso em situações formais. mestres da linguagem altamente concentrada. a velocidade que se impõe a tudo o que se faz. Pronomes de Tratamento A regra diz que toda comunicação oficial deve ser formal e polida.Se nos trabalhos artísticos..”). tornou esses recursos quase sempre obsoletos. quem sou eu. inclusive ao escrever e ao ler. memorando. Vossa Senhoria). Observe que absolutamente nada foi dito ou informado. Vossa Excelência vai esclarecer o tema. a função pública impõe a despersonalização do sujeito. Formalidade e Padronização As comunicações oficiais impõem um tratamento polido e respeitoso. a função pública. as marcas individualizadoras. impessoalidade. São inadmissíveis. São erros muito comuns construções como “Vossa Excelência sois bondoso(a)”. regionais. o Ministério das Relações Exteriores. Concisão e Clareza Houve um tempo em que escrever bem era escrever “difícil”. Vale lembrar que os pronomes de tratamento são obrigatoriamente regidos pela terceira pessoa. órgãos do Judiciário etc. referendada pelas gramáticas. como também às normas de educação e cortesia. Para isso. gradações. os poderes Executivo. que fundamentaram a proposição tempestivamente encaminhada por Vossa Excelência. Reafirmase que a intermediação entre o emissor e o receptor nas Redações Oficiais é o código linguístico. dentro do padrão culto do idioma. as ousadias estilísticas. conforme define o Manual de Redação da Presidência da República. Entenda-se que essa solenidade tem por consideração o cargo. jornalísticos e escolares o estilo individual é estimulado e serve como diferencial das qualidades autorais. salvo em algumas peças oratórias envolvendo tribunais ou juizes. o tipo de fecho (encerramento) de uma correspondência e a forma de identificação do signatário. posto que estes antecedentes necessariamente antecedem os consequentes”. com que os textos oficiais procuravam revestirse de um tom solene e cerimonioso no passado. em algumas instâncias do poder. Vossa Majestade sabe que respeitamos sua opinião. É também por essa razão que quase todos os órgãos públicos editam manuais com os modelos dos expedientes que integram sua rotina burocrática.. formalidade. Além dessas. a concordância é feita em terceira pessoa. de João Cabral de Melo Neto. “Meritíssimo”. é fundamental o emprego de pronomes de tratamento. Atualmente. Entrementes. Outro aspecto das formalidades requeridas na Redação Oficial é a necessidade prática de padronização dos expedientes. “Excelentíssimo”. adjetivação intensiva. do agente público que emite a comunicação. a autoridade pública revela sua posição hierárquica por meio de formas e de pronomes de tratamento sacramentais. o correto é “Vossa Excelência é bondoso(a)”. Concordância verbal: Vossa Senhoria falou muito bem. numa análise ainda que perfunctória das causas primeiras. os despachos e o arquivamento. A utilização da segunda pessoa do plural (vós). “Ilustríssimo”. concisão. a respeito das quais divergem os hermeneutas e exegetas. é hoje incomum. tornaramse inevitáveis. a concisão. como o emprego de pronomes de tratamento. antes de mais nada. subordinações sucessivas. a eficácia do discurso. As Comunicações Oficiais A redação das comunicações oficiais obedece a preceitos de objetividade. de Carios Drummond de Andrade. requerimento. Hoje. diversos governos estaduais. acima das diferenças individuais. aviso e outros. clareza. Períodos longos. no Brasil. vocábulos raros. enfim. caracteres tipográficos etc. como a Câmara dos Deputados. o Senado. humilde servidor público. da tradição retórica de Rui Barbosa e seus seguidores. Concordância pronominal: Pronomes de tratamento concordam com pronomes possessivos na terceira pessoa. os modelos inevitáveis de ofício. ainda que essa regularidade imponha certa “monotonia burocrática” ao discurso. enumerações. A Presidência da República. a economia vocabular. . a precisão lexical. Vossa Excelência escolheu seu candidato. A Redação Oficial prima pela denotação. herdeiras. indispensável se faz uma abordagem preliminar dos antecedentes imediatos. de acordo com o destinatário e as regras gramaticais. pela sintaxe clara e pela economia vocabular. anacrônica e pedante. isto é. Outros órgãos e instituições do poder público também possuem manual de redação próprio. Na tradição iberoamericana. inversões sintáticas. ou seja. Mas. indispensável se faz que nos valhamos do ensejo para congratularmonos com Vossa Excelência pela oportunidade da medida proposta à apreciação de seus nobres pares. Legislativo e Judiciário têm os próprios ritos na elaboração dos textos e documentos que lhes são pertinentes. Assim.

Do Poder Judiciário . Secretários de Estado dos Governos Estaduais. A dignidade é pressuposto para que se ocupe qualquer cargo público.PR Conforme o Manual de Redação da Presidência. Ministro do Tribunal de Contas da União. o fecho das comunicações oficiais “possui. Por isso. É suficiente o uso do pronome de tratamento Senhor.Concordância nominal: Os adjetivos devem concordar com o sexo da pessoa a que se refere o pronome de tratamento. Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal. Senhor Governador / Senhora Governadora. Presidentes das Câmaras Legislativas Municipais. está abolido o uso do tratamento digníssimo (DD) às autoridades na lista anterior.Deputados Federais e Senadores. deve ter a seguinte forma: A Sua Excelência o Senhor Fulano de Tal Ministro de Estado da Justiça 70064900 Brasília. além da finalidade óbvia de arrematar o texto. Auditores da Justiça Militar.Do Poder Executivo . (para mulher) Sua Excelência . DF A Sua Excelência o Senhor Fulano de Tal Juiz de Direito da l0ª Vara Cível Rua ABC. Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional.Do Poder Legislativo . sendo desnecessária sua repetida evocação”. cônegos e superiores religiosos). Prefeitos Municipais. a de saudar o destinatário”. (para homem) Vossa Senhoria está ocupada. clérigos e demais religiosos). Os vocativos correspondentes são: Eminentíssimo Senhor Cardeal.de quem se fala (ele/ela). e sim título acadêmico”. “em comunicações oficiais. deve constar do endereçamento: Ao Senhor Fulano de Tal Rua ABC. seguido do cargo respectivo: Excelentíssimo Senhor Presidente da República. Senhor Ministro / Senhora Ministra. Governadores e vicegovernadores de Estado e do Distrito Federal. o fecho é a maneira de quem expede a comunicação despedirse de seu destinatário. . . Vossa Excelência: É o tratamento empregado para as seguintes autoridades: . Juizes. Vossa Excelência ficou confuso. recomenda-se empregá-lo apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham concluído curso de doutorado. ressalva-se que “é costume designar por doutor os bacharéis. Vocativos O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos chefes de poder é Excelentíssimo Senhor. As demais autoridades devem ser tratadas com o vocativo Senhor ou Senhora.Presidente da República. Endereçamento De acordo com o Manual de Redação da Presidência. O vocativo correspondente é: Santíssimo Padre. Vossa Excelência . o endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência.Ministros dos Tribunais Superiores. Vossa Senhoria: É o pronome de tratamento empregado para as demais autoridades e para particulares. O vocativo adequado é: Senhor Fulano de Tal / Senhora Fulana de Tal. Nas comunicações oficiais para as demais autoridades eclesiásticas são usados: Vossa Excelência Reverendíssima (para arcebispos e bispos). Embaixadores. Oficiais generais das Forças Armadas. nº 123 01010000 São Paulo. Vossa Santidade: É o pronome de tratamento empregado em comunicações dirigidas ao Papa. Vossa Reverência (para sacerdotes. Vossa Reverendíssima ou Vossa Senhoria Reverendíssima (para monsenhores. VicepresidenIe da República. Deputados Estaduais e Distritais. No envelope. Secretáriosexecutivos de Ministérios e demais ocupantes de cargos de natureza especial. Fechos para Comunicações De acordo com o Manual da Presidência. Vossa Magnificência: É o pronome de tratamento dirigido a reitores de universidade. nº 123 70123-000 – Curitiba. no envelope. ou seja. DF A Sua Excelência o Senhor Senador Fulano de Tal Senado Federal 70165900 Brasília. em comunicações oficiais “fica dispensado o emprego do superlativo Ilustríssimo para as autoridades que recebem o tratamento de Vossa Senhoria e para particulares. seguido do respectivo cargo: Senhor Senador / Senhora Senadora.com quem se fala (você) Emprego dos Pronomes de Tratamento As normas a seguir fazem parte do Manual de Redação da Presidência da República. Vossa Eminência ou Vossa Eminência Reverendíssima: São os pronomes empregados em comunicações dirigidas a cardeais. No entanto. O Manual também esclarece que “doutor não é forma de tratamento. Correspondelhe o vocativo: Magnífico Reitor. SP Conforme o Manual de Redação da Presidência. (para mulher) Vossa Senhoria está ocupado. Membros de Tribunais. . Senhor Juiz/ Senhora Juiza. Ministros de Estado. (para homem) Vossa Excelência ficou confusa. especialmente os bacharéis em Direito e em Medicina”. ou Eminentíssimo e Reverendíssimo Senhor Cardeal. Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais.

20 de maio de 2011 . e a razão pela qual está sendo encaminhado. recomenda-se não deixar a assinatura em página isolada do expediente. quando foi publicada a primeira edição do atual Manual de Redação da Presidência da República. na qual é apresentado o assunto que motiva a comunicação. em todas as comunicações oficiais devem constar o nome e o cargo da autoridade que as expede. Exemplos: Assunto: Produtividade do órgão em 2010.Identificação do Signatário . “Cumpreme informar que”. inclusive o presidente da República. alerta o Manual. .Assinatura.Até 1991. devidamente disciplinados no Manual de Redação do Ministério das Relações Exteriores”.Assunto. não há parágrafos de desenvolvimento em aviso ou ofício de mero encaminhamento. com preferência para a expressão “Cordialmente”. Assunto: Necessidade de aquisição de novos computadores. A diagramação proposta para esses expedientes é denominada padrão ofício. em caso contrário. possuem formas semelhantes: Ofício. . a anexa cópia do telegrama nº 112. “Ficam excluídas dessa fórmula as comunicações dirigidas a autoridades estrangeiras.” Desenvolvimento: se o autor da comunicação desejar fazer algum comentário a respeito do documento que encaminha. para encerrar a correspondência de forma polida e sucinta.Destinatário. deve ser incluído também o endereço.Local e data. com exceção das comunicações assinadas pelo presidente da República. Aviso e Memorando. Exemplos: Of. São eles: Respeitosamente: para autoridades superiores. diz o Manual de Redação da Presidência da República. seguido da sigla do órgão que o expede. de 3 de abril de 2010. elas devem ser tratadas em parágrafos distintos. que é encaminhar. Resumo do teor do documento. “Tenho o prazer de”.empregue a forma direta. deve iniciar com a informação do motivo da comunicação. A utilização dos fechos “Respeitosamente” e “Atenciosamente” é recomendada para os mesmos casos pelo Manual de Redação da Câmara dos Deputados e por outros manuais oficiais. 123/2002-MME Aviso 123/2002-SG Mem. a estrutura deve ser a seguinte: Introdução: deve iniciar com referência ao expediente que solicitou o encaminhamento. Desenvolvimento: no qual o assunto é detalhado. cópia do Ofício nº 34. que trata da requisição do servidor Fulano de Tal. No caso do ofício. 123/2002-MF . indicando a seguir os dados completos do documento encaminhado (tipo. poderá acrescentar parágrafos de desenvolvimento. O Manual simplificou a lista e reduziu-os a apenas dois para todas as modalidades de comunicação oficial. O nome e o cargo da pessoa a quem é dirigida a comunicação. Quando se tratar de mero encaminhamento de documentos. para exame e pronunciamento. data. o que confere maior clareza à exposição. do Presidente da Confederação Nacional de Agricultura. Atenciosamente: para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior.” ou “Encaminho. Identificação do Signatário Conforme o Manual de Redação da Presidência do República. A forma da identificação deve ser a seguinte: (espaço para assinatura) Nome Chefe da SecretariaGeral da Presidência da República (espaço para assinatura) Nome Ministro de Estado da Justiça “Para evitar equívocos. embora tenham finalidades diferentes. Padrões e Modelos O Padrão Ofício O Manual de Redação da Presidência da República lista três tipos de expediente que. origem ou signatário. Evite o uso das formas: “Tenho a honra de”.Fecho.Texto. e assunto de que trata). Devem vir por extenso com alinhamento à direita. de 11 de fevereiro de 2011. . que atenderem a rito e tradição próprios. segundo a seguinte fórmula: “Em resposta ao Aviso nº 112. anexa. de 10 de fevereiro de 2011. a respeito de projeto de modernização de técnicas agrícolas na região Nordeste. exceto nos casos em que estes estejam organizados em itens ou títulos e subtítulos. Já os fechos para as cartas particulares ou informais ficam a critério do remetente. o Aviso e o Memorando devem conter as seguintes partes: . abaixo de sua assinatura. Exemplo: Brasília. Transfira para essa página ao menos a última frase anterior ao fecho”. encaminho. . Se a remessa do documento não tiver sido solicitada. o expediente deve conter a seguinte estrutura: Introdução: que se confunde com o parágrafo de abertura. havia 15 padrões de fechos para comunicações oficiais. Os parágrafos do texto devem ser numerados. Nos casos em que não for de mero encaminhamento de documentos. Conclusão: em que é reafirmada ou simplesmente reapresentada a posição recomendada sobre o assunto. O Ofício. do Departamento Geral de Administração.Tipo e número do expediente. se o texto contiver mais de uma ideia sobre o assunto. .

informá-lo de determinado assunto. seguido de vírgula. Neste caso. Para evitar desnecessário aumento do número de comunicações. ou . . A tramitação do memorando em qualquer órgão deve pautar-se pela rapidez e pela simplicidade de procedimentos burocráticos. diretrizes etc. . o formato de arquivo Rich Text nos documentos de texto. preferencialmente.não deve haver abuso no uso de negrito. a exposição de motivos é dirigida ao Presidente da República por um Ministro de Estado.o início de cada parágrafo do texto deve ter 2. sendo. sua estrutura segue o modelo antes referido para o padrão ofício. a serem adotados por determinado setor do serviço público. os despachos ao memorando devem ser dados no próprio documento e. 11 nas citações. ideias. De acordo com sua finalidade. com acréscimo do vocativo. sombreado. Pode ter caráter meramente administrativo. ou seja. . . . relevo. . Exemplos: Ao Sr. os nomes dos arquivos devem ser formados da seguinte maneira: tipo do documento + número do documento + palavraschave do conteúdo. Tratase. . e permitindo que se historie o andamento da matéria tratada no memorando. memorandos e anexos destes poderão ser impressos em ambas as faces do papel. a exposição de motivos deverá ser assinada por todos os Ministros envolvidos. Senhora Ministra. .0 cm.dentro do possível. em folha de continuação.7 x 21.para facilitar a localização. Nos casos em que o assunto tratado envolva mais de um Ministério.deve ser utilizado. Formalmente a exposição de motivos tem a apresentação do padrão ofício. Devem constar do cabeçalho ou do rodapé do ofício as seguintes informações do remetente: . que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou em nível diferente.a impressão dos textos deve ser feita na cor preta em papel branco. A impressão colorida deve ser usada apenas para gráficos e ilustrações.endereço postal. no caso do ofício. Sua característica principal é a agilidade.o campo destinado à margem lateral direita terá 1. devem. todos os documentos elaborados devem ter o arquivo de texto preservado para consulta posterior ou aproveitamento de trechos para casos análogos.0 cm de largura.telefone e endereço de correio eletrônico. o da exposição de motivos que simplesmente leva algum assunto ao conhecimento do Presidente da República. Exposição de Motivos É o expediente dirigido ao presidente da República ou ao vice-presidente para: . Aviso e Ofício seguem o modelo do padrão ofício. . Obs: Modelo no final da matéria. bordas ou qualquer outra forma de formatação que afete a elegância e a sobriedade do documento.5 cm. Chefe do Departamento de Administração Ao Sr. com a diferença de que seu destinatário deve ser mencionado pelo cargo que ocupa. Subchefe para Assuntos Jurídicos.o campo destinado à margem lateral esquerda terá. por essa razão.5 cm de distância da margem esquerda.propor alguma medida. . no caso de falta de espaço. Exemplo: ano 2010” “Of. . sublinhado. se o editor de texto utilizado não comportar tal recurso. ou. Esse procedimento permite formar uma espécie de processo simplificado. Já a exposição de motivos que submeta à consideração do Presidente da República a sugestão de alguma medida a ser adotada ou a que lhe apresente projeto de ato normativo. sombra. também com particulares. .para símbolos não existentes na fonte Times New Roman. 123 relatório produtividade Aviso e Ofício (Comunicação Externa) São modalidades de comunicação oficial praticamente idênticas. no mínimo 3. assegurando maior transparência a tomada de decisões. A única diferença entre eles é que o aviso é expedido exclusivamente por Ministros de Estado. . de uma forma de comunicação eminentemente interna. e 10 nas notas de rodapé. Exemplos: Excelentíssimo Senhor Presidente da República. chamada de interministerial. Quanto a sua forma.deve ser utilizado espaçamento simples entre as linhas e de 6 pontos após cada parágrafo. . além de outros comentários julgados pertinentes por seu autor. Em regra. de uma linha em branco.Forma de Diagramação Os documentos do padrão ofício devem obedecer à seguinte forma de apresentação: .é obrigatório constar a partir da segunda página o número da página. embora sigam também a estrutura do padrão ofício. apresenta duas formas básicas de estrutura: uma para aquela que tenha caráter exclusivamente informativo e outra para a que proponha alguma medida ou submeta projeto de ato normativo.submeter a sua consideração projeto de ato normativo. o memorando segue o modelo do padrão ofício. No primeiro caso. Memorando ou Comunicação Interna O Memorando é a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão. obrigatoriamente. itálico. poderseão utilizar as fontes symbol e Wíngdings. Ambos têm como finalidade o tratamento de assuntos oficiais pelos órgãos da Administração Pública entre si e. para autoridades de mesma hierarquia. Obs: Modelo no final da matéria.nome do órgão ou setor. letras maiúsculas. portanto. 29. que invoca o destinatário. ao passo que o ofício é expedido para e pelas demais autoridades. as margens esquerda e direita terão as distâncias invertidas nas páginas pares (“margem espelho”).deve ser utilizada fonte do tipo Times New Roman de corpo 12 no texto em geral. Senhor Chefe de Gabinete. .os ofícios. . ou ser empregado para a exposição de projetos.todos os tipos de documento do padrão ofício devem ser impressos em papel de tamanho A4. apontar: . Quanto a sua forma.

complementar ou financeira: Os projetos de lei ordinária ou complementar são enviados em regime normal (Constituição. Anexo à exposição de motivos do (indicar nome do Ministério ou órgão equivalente) nº ______. promoção. no todo ou em parte. .na introdução: o problema que está a reclamar a adoção da medida ou do ato normativo proposto. . trazer apenso o formulário de anexo à exposição de motivos. formalidade. Deve.se o problema configura calamidade pública. Cabe lembrar que o projeto pode ser encaminhado sob o regime normal e mais tarde ser objeto de nova mensagem. Ressalte-se que: . ainda. caput). . . com solicitação de urgência.no desenvolvimento: o porquê de ser aquela medida ou aquele ato normativo o ideal para se solucionar o problema.3. a solução que se propõe.o tamanho dos campos do anexo à exposição de motivos pode ser alterado de acordo com a maior ou menor extensão dos comentários a serem alí incluídos. o texto da exposição de motivos e seu anexo complementam-se e formam um todo coeso: no anexo. Texto proposto. enfim. aproveitamento. padronização e uso do padrão culto de linguagem) deve ser redobrada. qual medida deve ser tomada. impessoalidade. reintegração.3. Texto atual. Além disso.conferir perfeita transparência aos atos propostos.se se trata de desenvolvimento extraordinário de situação já prevista. 64. §§ 1º a 4º). As mensagens mais usuais do Poder Executivo ao Congresso Nacional têm as seguintes finalidades: . ser encaminhada cópia ao Congresso Nacional ou ao Poder Judiciário ou.Impacto sobre o meio ambiente (somente que o ato ou medida proposta possa vir a tê-lo) .se há projetos sobre a matéria no Legislativo. 61) ou de urgência (Constituição. em certos casos. de 28 de março de 2010.outras possibilidades de resolução do problema. Mencionar: . transferência. ser publicada no Diário Oficial da União. art. devidamente preenchido. ou qual ato normativo deve ser editado para solucionar o problema. . o problema a ser enfrentado e suas causas. 10. se não. apresentar veto. em consonância com as questões que devem ser analisadas na elaboração de proposições normativas no âmbito do Poder Executivo (v.ensejar mais profunda avaliação das diversas causas do problema e dos defeitos que pode ter a adoção da medida ou a edição do ato. art. O texto da exposição de motivos fica. Em ambos os casos.se a despesa decorrente da medida está prevista na lei orçamentária anual. a critério da Subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil. ainda. . Mencionar: .na conclusão. ascenção. exoneração. Nos casos em que o ato proposto for questão de pessoal (nomeação.. a devolução do projeto de ato normativo para que se complete o exame ou se reformule a proposta. mas é encaminhada com aviso do Chefe da Casa Civil da Presidência da República ao Primeiro Secretário da Câmara dos Deputados. .a síntese do parecer do órgão de assessoramento jurídico não dispensa o encaminhamento do parecer completo. remoção.Custos.4.4. para que tenha início sua tramitação (Constituição.) .1760.se a despesa decorrente da medida está prevista na lei orçamentária anual. quais as alternativas para custeála. submeter ao Congresso Nacional matérias que dependem de deliberação de suas Casas. art.se se trata de problema cuja causa ou agravamento não tenham sido previstos. expor o plano de governo por ocasião da abertura de sessão legislativa. encontramos uma avaliação profunda e direta de toda a situação que está a reclamar a adoção de certa providência ou a edição de um ato normativo. . reservado à demonstração da necessidade da providência proposta: por que deve ser adotada e como resolverá o problema. recondução. reversão. fazer e agradecer comunicações de tudo quanto seja de interesse dos poderes públicos e da Nação. Com base em avaliação do ato normativo ou da medida proposa à luz das questões levantadas no ítem 10. aposentadoria). .Síntese do problema ou da situação que reclama providências. Ao elaborar uma exposição de motivos.por que é indispensável a vigência imediata. ao atender às questões que devem ser analisadas na elaboração de atos normativos no âmbito do Poder Executivo. disponibilidade. novamente. 64. Dessa forma. . notadamente as mensagens enviadas pelo Chefe do Poder Executivo ao Poder Legislativo para informar sobre fato da Administração Pública. Mencionar: . demissão. tenha presente que a atenção aos requisitos básicos da Redação Oficial (clareza. .se há outro projeto do Executivo sobre a matéria. .Alterações propostas. a cujas assessorias caberá a redação final. A exposição de motivos é a principal modalidade de comunicação dirigida ao Presidente da República pelos Ministros.valor a ser despendido em moeda corrente. . .Encaminhamento de projeto de lei ordinária. . assim. Mensagem É o instrumento de comunicação oficial entre os Chefes dos Poderes Públicos. dispensa. concisão.Alternativas existentes às medidas propostas. .permitir a adequada reflexão sobre o problema que se busca resolver.Razões que justificam a urgência (a ser preenchido somente se o ato proposto for medida provisória ou projeto de lei que deva tramitar em regime de urgência).Soluções e providências contidas no ato normativo ou na medida proposta. de acordo com o seguinte modelo previsto no Anexo II do Decreto nº 4. e as alternativas existentes. se não. quais as alternativas para custeála. A falta ou insuficiência das informações prestadas pode acarretar. a mensagem se dirige aos Membros do Congresso Nacional. . e eventuais alternativas existentes para equacionálo. readaptação. pode. O preenchimento obrigatório do anexo para as exposições de motivos que proponham a adoção de alguma medida ou a edição de ato normativo tem como finalidade: . de ____ de ______________ de 201_. não é necessário o encaminhamento do formulário de anexo à exposição de motivos.Síntese do parecer do órgão jurídico. seus efeitos e seus custos. . Minuta de mensagem pode ser encaminhada pelos Ministérios à Presidência da República. .

52. enviandolhes mensagens idênticas. 215 do seu Regimento Interno. § 2º). art. Ministros do TCU.Indicação de autoridades: As mensagens que submetem ao Senado Federal a indicação de pessoas para ocuparem determinados cargos (magistrados dos Tribunais Superiores. art. 136.Pedido de autorização para o presidente ou o vicepresidente da República se ausentarem do País por mais de 15 dias: Tratase de exigência constitucional (Constituição.) têm em vista que a Constituição. Descabe pedir na mensagem a urgência prevista no art. no seu art. art.Encaminhamento de medida provisória: Para dar cumprimento ao disposto no art. atribui àquela Casa do Congresso Nacional competência privativa para aprovar a indicação.Comunicação de sanção (com restituição de autógrafos): Esta mensagem é dirigida aos membros do Congresso Nacional.Outras mensagens: Também são remetidas ao Legislativo com regular frequência mensagens com: . art. . . . 57. incisos III e IV. juntando cópia da medida provisória. parágrafo único). 137). devidamente assinado. IV). V).convocação extraordinária do Congresso Nacional (Constituição. art. XIX). se o veto é parcial. e os respectivos avisos são endereçados ao Primeiro Secretário do Senado Federal.Mensagem de abertura da sessão legislativa: Ela deve conter o plano de governo. art. dirigida a seus membros. . e 83). Somente produzirão efeitos legais a outorga ou renovação da concessão após deliberação do Congresso Nacional (Constituição. exposição que acompanhará.pedido de autorização para decretar o estado de sítio (Constituição. as análises necessárias constam da exposição de motivos do órgão onde se geraram. XX). o Presidente da República encaminha mensagem ao Congresso. e outros. Tais exames materializamse em pareceres dos diversos órgãos interessados no assunto das proposições. . art. e as razões do veto.pedido de autorização para operações financeiras externas (Constituição. porquanto o § 1º do art. orçamentos anuais e créditos adicionais). § 5º). acompanha a mensagem o correspondente processo administrativo. Mas. com aviso para o Primeiro Secretário do Senado Federal. 57. § 4º).pedido de autorização ou referendo para celebrara paz (Constituição.Comunicação de veto: Dirigida ao Presidente do Senado Federal (Constituição. que abrange minucioso exame técnico. II). . Chefes de Missão Diplomática etc. autenticada pela Coordenação de Documentação da Presidência da República.justificativa para decretação do estado de defesa ou de sua prorrogação (Constituição.pedido de autorização para declarar guerra e decretar mobilização nacional (Constituição. Entre as mensagens menos comuns estão as de: . Esta mensagem difere das demais porque vai encadernada e é distribuída a todos os congressistas em forma de livro. cuja publicação se restringe à notícia do seu envio ao Poder Legislativo. 84. art. a mensagem de encaminhamento ao Congresso. para exame e parecer da Comissão Mista permanente (Constituição. mais precisamente. O presidente da República. e a autorização é da competência privativa do Congresso Nacional. § 3º). . em procedimento disciplinado no art. Além do ato de outorga ou renovação. 166 da Constituição impõe a deliberação congressual sobre as leis financeiras em sessão conjunta. 166. quando a ausência é por prazo inferior a 15 dias. na origem das propostas. art. art. . . ProcuradorGeral da República.Encaminhamento de atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e TV: A obrigação de submeter tais atos à apreciagão do Congresso Nacional consta no inciso XII do artigo 49 da Constituição. . faz uma comunicação a cada Casa do Congresso. XI). Nela se informa o número que tomou a lei e se restituem dois exemplares dos três autógrafos recebidos. 49. 155. § 2º. . ao contrário das demais mensagens. 52. que comanda as sessões conjuntas. Presidentes e diretores do Banco Central. § 5º). jurídico e econômicofinanceiro das matérias objeto das proposições por elas encaminhadas. sob pena de a Câmara dos Deputados realizar a tomada de contas (Constituição. . . O portador da mensagem é o Chefe da Casa Civil da Presidência da República. III. E à frente da Mesa do Congresso Nacional está o Presidente do Senado Federal (Constituição. 223. . § 1º). art. art.proposta de modificação de projetas de leis financeiras (Constituição. 64 da Constituição. quais as disposições vetadas. 52. as mensagens de encaminhamento dirigemse aos membros do Congresso Nacional. “na forma do regimento comum”. . . entre eles o da Advocacia Geral da União. 141. . O currículum vitae do indicado.pedido de autorização para exonerar o ProcuradorGeral da República (art. por cópia. VI).Encaminhamento das contas referentes ao exercício anterior: O Presidente da República tem o prazo de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa para enviar ao Congresso Nacional as contas referentes ao exercício anterior (Constituição. nos quais o Presidente da República terá aposto o despacho de sanção. diretrizes orçamentárias.Quanto aos projetos de lei financeira (que compreendem plano plurianual.relato das medidas praticadas na vigência do estado de sítio ou de defesa (Constituição.proposta de fixação de limites globais para o montante da dívida consolidada (Constituição. A razão é que o art. art. art. 52. encaminhada por Aviso ao Primeiro Secretário da Casa onde se originaram os autógrafos. art. 62 da Constituição. art. e 128. As mensagens aqui tratadas coroam o processo desenvolvido no âmbito do Poder Executivo. art. . 49. 84. a mensagem informa sobre a decisão de vetar. § 1º). tradicionalmente. art. 66. .encaminhamento de atos internacionais que acarretam encargos ou compromissos gravosos (Constituição. XI. 84. art. por cortesia. 51. § 6º). . 223 já define o prazo da tramitação. XXIV). 84. Seu texto vai publicado na íntegra no Diário Oficial da União.pedido de estabelecimento de alíquolas aplicáveis às operações e prestações interestaduais e de exportação (Constituição. exposição sobre a situação do País e solicitação de providências que julgar necessárias (Constituição. acompanha a mensagem. 166. I).

500 ha (Constituição. . indicar o respectivo número da reunião ou sessão. . Para os arquivos anexados à mensagem deve ser utilizado. .Local e data. o formato Rich Text. devese fazêlo com cópia xerox do fax e não com o próprio fax. com a menção. 188. . como os demais atos assinados pelo Presidente da República. sessão ou assembleia. evitandose assim a expedição de um novo título ou documento. por seu baixo custo e celeridade. Assim. a fim de que se preserve a data de validade. em decorrência de veto. Fax O fax (forma abreviada já consagrada de facsímile) é uma forma de comunicação que está sendo menos usada devido ao desenvolvimento da Internet. com indicação das personalidades envolvidas. se necessário. Sempre que disponível. em caso de documento arquivado. Obs: Modelo no final da matéria. página e no mesmo meio de comunicaçao oficial no qual o ato administrativo foi originalmente publicado. de convocação de nova reunião etc. deve restringirse o uso do telegrama apenas àquelas situações que não seja possível o uso de correio eletrônico ou fax e que a urgência justifique sua utilização e. onde o documento foi publicado. Obs: Modelo no final da matéria. Telegrama Com o fito de uniformizar a terminologia e simplificar os procedimentos burocráticos. . sendo que. também em razão de seu custo elevado.Assinatura: nome e função ou cargo da autoridade que constatou a necessidade de efetuar a apostila. . é necessário existir certificação digital que ateste a identidade do remetente.vocativo. . não interessa definir forma rígida para sua estrutura. deve constar da mensagem pedido de confirmação de recebimento. a apostila deve ser publicada com a menção expressa do ato.a indicação do tipo de expediente e de seu número. . centralizado. isto é. cujo papel. 166. atualização ou fixação da vantagem. § 8º). se deteriora rapidamente. etc. art. do redator.o local e a data. esclarecimento.Título: APOSTILA. Nos termos da legislação em vigor. ATA É o instrumento utilizado para o registro expositivo dos fatos e deliberações ocorridos em uma reunião. § 1º).pedido de autorização para utilizar recursos que ficarem sem despesas correspondentes. Apostila É o aditamento que se faz a um documento com o objetivo de retificação.o texto. transformouse na principal forma de comunicação para transmissão de documentos. iniciando a 2 cm do vocativo. Por se tratar de forma de comunicação dispendiosa aos cofres públicos e tecnologicamente superada. se for o caso. esta forma de comunicação deve pautarse pela concisão. de pequeno formulário com os dados de identificação da mensagem a ser enviada. emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual (Constituição. É conveniente o envio. em certos modelos. Não há padrão rígido. Estrutura: . Se necessário o arquivamento. Obs: Modelo no final da matéria. em caixaalta. Registro dos assuntos abordados e de suas decisões. Estrutura: . para que a mensagem de correio eletrônico tenha valor documental. do horário de encerramento. juntamente com o documento principal. passa a receber o título de telegrama toda comunicação oficial expedida por meio de telegrafia. atualização. de cujo conhecimento há premência. É utilizado para a transmissão de mensagens urgentes e para o envio antecipado de documentos. Entretanto. no início da margem esquerda: Excelentíssimo Senhor Presidente do Senado Federal. na forma estabelecida em lei. ele segue posteriormente pela via e na forma de praxe. Em se tratando de atas elaboradas sequencialmente. para que possa ser aceita como documento original. Não deve receber numeração. Caso não seja disponível. esclarecimento ou fixar vantagens..Texto. devese utilizar recurso de confirmação de leitura. a apostila deve ser feita abaixo dos textos ou no verso do documento. no início da margem esquerda: Mensagem nº . Correio Eletrônico O correio eletrônico (“email”). O campo assunto do formulário de correio eletrônico mensagem deve ser preenchido de modo a facilitar a organização documental tanto do destinatário quanto do remetente. isto é. A mensagem que encaminha algum arquivo deve trazer informações mínimas sobre seu conteúdo. devese evitar o uso de linguagem incompatível com uma comunicação oficial. preferencialmente. art. verticalmente a 2 cm do final do texto. incluindo: Preâmbulo registro da situação espacial e temporal e participantes. Em caso de publicação do ato administrativo originário. horizontalmente.Título ATA. Um dos atrativos de comunicação por correio eletrônico é sua flexibilidade.Texto: exposição sucinta da retificação. de folha de rosto. se for o caso. número. de acordo com o pronome de tratamento e o cargo do destinatário. quando não há condições de envio do documento por meio eletrônico. As mensagens contêm: . não traz identificação de seu signatário. A mensagem. Quando necessário o original.pedido de autorização para alienar ou conceder terras públicas com área superior a 2. dia. telex etc. horizontalmente. Os documentos enviados por fax mantêm a forma e a estrutura que lhes são inerentes. Fecho termo de encerramento com indicação. e horizontalmente fazendo coincidir seu final com a margem direita. devendose seguir a forma e a estrutura dos formulários disponíveis nas agências dos Correios e em seu sítio na Internet.

função ou cargo. Carta É a forma de correspondência emitida por particular.Local e data. . definido no art. usase a expressão “Em tempo” ao final da ATA. com finalidade. do órgão pelo qual responde. alíneas etc. Parecer É a opinião fundamentada. o padrão da correspondência oficial. opinião ou informação de sua responsabilidade.Assinatura e função ou cargo da autoridade. .Título: ORDEM DE SERVIÇO. incisos.Vocativo.A ATA será assinada e/ou rubricada portodos os presentes à reunião ou apenas pelo presidente e relator. que é uma proposição. . a numeração poderá apoiar-se no padrão básico de diagramação.Assinatura: nome da pessoa que declara e.Assinatura: nome da autoridade competente e indicação da função. . .Data.Número do processo. Ordem de Serviço É o instrumento que encerra orientações detalhadas e/ou pontuais para a execução de serviços por órgãos subordinados da Administração. Obs: Modelo no final da matéria. nome e função ou cargo do parecerista. Estrutura: . em caso de erro. Obs: Modelo no final da matéria. em geral. com o registro das informações corretas. acima conceituado. dependendo das exigências regimentais do órgão. ou autoridade com objetivo particular. numeração e data. . . . emitida em nome pessoal ou de órgão administrativo. Obs: Modelo no final da matéria.Nome do órgão principal e secundário. quando necessário. Objetiva. mas outros fechos podem ser usados.Texto: exposição do fato ou situação declarada. . O parlamentar deverá assinar memorando ou ofício apenas como titular de função oficial específica (presidente de comissão ou membro da Mesa.Texto: desenvolvimento do assunto. O despacho pode constituirse de uma palavra. . Estrutura: . cargo e endereço. Fecho opinativo (conclusão). Visa fornecer subsídios para tomada de decisão. por estar o parlamentar emitindo parecer. . como tal. .Texto. . seguida da palavra “resolve”. Nesse caso. Se o gabinete usar cartas com frequência. por exemplo). Parecer (desenvolvimento com razões e justificativas). sobre tema que lhe haja sido submetido para análise e competente pronunciamento.Preâmbulo e fundamentação: denominação da autoridade que expede o ato (em maiúsculas) e citação da legislação pertinente ou por força das prerrogativas do cargo. . no caso de autoridade. porém possui caráter mais específico e detalhista. a exemplo de “Cordialmente”. Declarações que possuam características específicas podem receber uma qualificação.Local e data. não o memorando ou ofício.Assinatura. Declaração É o documento em que se informa.Número de ordem (quando necessário). . de uma expressão ou de um texto mais longo. e.Texto. função ou cargo. Obs: Modelo no final da matéria. . compreendendo: Histórico ou relatório (introdução). a exemplo da “declaração funcional”. nome do interessado em destaque (em maiúsculas) e sua relação com a Câmara nos casos mais formais. não se confundindo com o memorando (correspondência interna) ou o ofício (correspondência externa). O desenvolvimento do parecer pode ser dividido em tantos itens (e estes intitulados) quantos bastem ao parecerista para o fim de melhor organizar o assunto. e não especificamente da Câmara dos Deputados. . a comprovação do fato ou o conhecimento da situação declarada deve serem razão do cargo que ocupa ou da função que exerce. A declaração documenta uma informação prestada por autoridade ou particular. centralizado. algo sobre pessoa ou acontecimento. devese usar a carta. ou ato relativo ao andamento do processo. Obs: Modelo no final da matéria. seguido da informação correta a ser registrada. . quando se deseja indicar relação de proximidade ou igualdade de posição entre os correspondentes. . poderá numerálas. No caso de autoridade. sim. a otimização e a racionalização de serviços. Estrutura: .Ementa (resumo do assunto).Título: DECLARAÇÃO. que pode ser dividido em itens. Estrutura: . 126 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados. Além do Parecer Administrativo. No caso de omissão de informações ou de erros constatados após a redação.Texto.Número do processo de origem. nos quais a autoridade que assina expressa uma opinião ou dá uma informação não sua. existe o Parecer Legislativo.Fecho.Assinatura: nome e. . imprimindolhe clareza e didatismo. essencialmente. Despacho É o pronunciamento de autoridade administrativa em petição que lhe é dirigida. utilizar o termo “digo”. com forma de tratamento. destinatário.Local e data. A fim de se evitarem rasuras nas atas manuscritas. Obs: Modelo no final da matéria. devese. Estrutura: . Pode ter caráter decisório ou apenas de expediente. O fecho da carta segue. sob responsabilidade. Em grande parte dos casos da correspondência enviada por deputados. . mas.Endereçamento. A Ordem de Serviço se assemelha à Portaria.

Certas portarias contêm considerandos. grandes metas realizadas e problemas abrangentes que foram solucionados. . Estrutura: .Remetente ou destinatário. o Relatório de Viagem deverá ser elaborado com vistas ao aproveitamento efetivo das informações tratadas no evento para os trabalhos legislativos e administrativos da Casa. o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder (art.Assinatura e. devendo haver identificação das assinaturas. Protocolo O registro de protocolo (ou simplesmente “o protocolo“) é o livro (ou. breve resumo do conteúdo da correspondência. . se for o caso de servidor.. os quadros. com estrutura semelhante à do requerimento. sendo que o exercício desse direito se instrumentaliza por meio de requerimento. independentemente do pagamento de taxas. Neste caso. “a”).Número progressivo. indicando o período e o trecho compreendido. Este registro. Obs: Modelo no final da matéria.Título: PORTARIA.Local e data. . do funcionamento de uma instituição.Fecho: “Nestes termos. segundo a Lei 10. Requerimento (Petição) É o instrumento por meio do qual o interessado requer a uma autoridade administrativa um direito do qual se julga detentor. O registro tem quatro elementos necessários e obrigatórios: .Assinatura: nome da autoridade competente e indicação do cargo. . aconselhase registrar uma descrição sucinta da participação do servidor no evento (seminário. podendo ser indicados os resultados parciais e totais. que pode ser dividido em artigos.Vocativo. com as razões que justificam o ato.evitar o detalhamento excessivo das tarefas executadas pelas unidades administrativas que lhe são subordinadas. Pede deferimento”. No que concerne especificamente aos servidores públicos.Texto registro em tópicos das principais atividades desenvolvidas. atruibuindo-lhes um número e também uma posição de arquivo de acordo com suas características. A gestão do protocolo é normalmente confiada a uma repartição determinada. documento de identidade. da autoridade competente. . função ou cargo.Ementa: síntese do assunto.112/90. Exposição do pedido.Preâmbulo e fundamentação: denominação da autoridade que expede o ato e citação da legislação pertinente. Estrutura: . como nos casos de nomeação e exoneração. Por extensão de sentido. de preferência indicando os fundamentos legais do requerimento e os elementos probatórios de natureza fática. reivindicação ou manifestação. A Constituição Federal assegura a todos. devese atentar para os seguintes procedimentos: . ou seja.relatar apenas as principais atividades do órgão. . suprime-se a ementa. O termo protocolo tem um significado bastante amplo. Quando mais de uma pessoa fizer uma solicitação.Data de recebimento ou de saída.gerar um relatório final consolidado. que recebe o material documentário do sujeito que o produz em saída e em entrada e os anota num registro (atualmente em programas informáticos). Estrutura: . Obs: Modelo no final da matéria. por exemplo. A ementa justificase em portarias de natureza normativa. ou seja. se obedecerem a normas legais.destacar propostas que não puderam ser concretizadas. . cargo ou função (e nome do destinatário).Portaria É o ato administrativo pelo qual a autoridade estabelece regras. com destaque. contendo nome do requerente (grafado em letras maiúsculas) e respectiva qualificação: nacionalidade. .Regesto. detalhado ou não. do exercício de atividades ou acerca do desenvolvimento de serviços específicos num determinado período. missão oficial e outras). mais atualmente. “protocolo” significa também um trâmite a ser seguido para alcançar determinado objetivo (“seguir o protocolo”).absterse de transcrever a competência formal das unidades administrativas já descritas nas normas internas. . Sempre que possível. 105). têm fé pública.741/03). . precedendo à qualificação civil deve ser colocado o número do registro funcional e a lotação). e domicílio (caso o requerente seja servidor da Câmara dos Deputados. art. . O cronograma de trabalho a ser desenvolvido. No caso de Relatório de Viagem. se for o caso. tem valor probatório em casos de controvérsia jurídica. a palavra “resolve” vem depois deles.Assinatura e função ou cargo do(s) funcionário(s) relator(es). o documento utilizado será um abaixoassinado. o suporte informático) em que são transcritos progressivamente os documentos e os atos em entrada e em saída de um sujeito ou entidade (público ou privado). . Obs: Modelo no final da matéria. .. incisos. .Texto incluindo: Preâmbulo.Título RELATÓRIO ou RELATÓRIO DE. a lei que institui o Regime único estabelece que o requerimento deve ser dirigido à autoridade competente para decidilo e encaminhado por intermédio daquela a que estiver imediatamente subordinado o requerente (Lei nº 8. ou seja. 51.priorizar a apresentação de dados agregados. . para fins de preferência na tramitação do processo. idade (se maior de 60 anos. numeração e data. limitado. alíneas e itens. Relatório É o relato exposilivo. Quanto à elaboração de Relatório de Atividades. se possível. .Texto: desenvolvimento do assunto. . ao máximo de dez páginas para o conjunto da Diretoria. identificando-se diretamente com o próprio procedimento. Departamento ou unidade equivalente. . identificando as causas e indicando as prioridades para os próximos anos.Local e data. os dados estatísticos e as tabelas poderão ser apresentados como anexos. curso. . profissão. seguida da palavra “resolve”. estado civil. XXXIV. para os aspectos positivos e negativos do período abrangido. baixa instruções para aplicação de leis ou trata da organização e do funcionamento de serviços dentro de sua esfera de competência. . parágrafos. Em portarias de matéria rotineira.

informo Vossa Excelência de que as medidas mencionadas em sua carta nº 6708. Os estudos técnicos elaborados pelo órgão federal de proteção ao índio serão publicados juntamente com as informações recebidas dos órgãos públicos e das entidades civis acima mencionadas. Nos termos do Decreto nº 22. da Constituição Federal. § 1º. de 24 de abril último. sociológicos. O exame deste último aspecto deverá ser feito conjuntamente com o órgão federal ou estadual competente. cartográficos e fundiários. Em complemento às observações transmitidas pelo telegrama nº 154. inclusive daqueles assinalados em sua carta. 6. de 4 de fevereiro de 1991 (cópia anexa). o procedimento estabelecido assegura que a decisão a ser baixada pelo Ministro de Estado da Justiça sobre os limites e a demarcação de terras indígenas seja informada de todos os elementos necessários. estaduais e municipais deverão encaminhas as informações que julgarem pertinentes sobre a área em estudo. (Nome) (cargo) 1. Os estudos deverão incluir os aspectos etno-históricos. 5. Como Vossa Excelência pode verificar. 231. Os órgãos públicos federais.5 cm 3 cm 297 mm 210 mm . Atenciosamente. Em sua comunicação. estão amparadas pelo procedimento administrativo de demarcação de terras indígenas instituído pelo Decreto nº 22.Exemplo de Ofício (Ministério) (Secretaria/Departamento/Setor/Entidade) (Endereço para correspondência) (Endereço – continuação) (Telefone e Endereço de Correio Eletrônico) Ofício nº 524/1991/SG-PR Brasília. dirigida ao Senhor Presidente da República. 4. Vossa Excelência ressalva a necessidade de que – na definição e demarcação das terras indígenas – fossem levadas em consideração as características sócio-econômicas regionais. É igualmente assegurada a manifestação de entidades representativas da sociedade civil. 2. com a necessária transparência e agilidade. 3. a demarcação de terras indígenas deverá ser precedida de estudos e levantamentos técnicos que atendam ao disposto no art. 20 de maio de 2011 A Sua Excelência o Senhor Deputado (Nome) Câmara dos Deputados 70160-900 – Brasília – DF Assunto: Demarcação de terras indígenas Senhor Deputado. 1.

O Seminário mencionado inclui-se nas atividades do Programa Nacional das Comissões Internas de Conservação de Energia em Órgãos Públicos. de 26 de outubro de 1990. (Nome do signatário) (cargo do signatário) 1.5 cm 210 mm .Exemplo de Aviso Aviso nº 45/SCT-PR Brasília. no auditório da Escola Nacional de Administração Pública – ENAP. instituído pelo Decreto nº 99. 27 de fevereiro de 2011 A Sua Excelência o Senhor (Nome e cargo) 297 mm 3 cm Assunto: Seminário sobre o uso de energia no setor público Senhor Ministro. Convido Vossa Excelência a participar da sessão de abertura do Primeiro Seminário Regional sobre o Uso Eficiente de Energia no Setor Público. a ser realizado em 5 de março próximo. Atenciosamente.656. localizada no Setor de Áreas Isoladas. nesta capital. às 9 horas.

Devo mencionar. Nos termos do Plano Geral de Informatização. que a informatização dos trabalhos deste Departa-mento ensejará racional distribuição de tarefas entre os servidores e. Quanto a programas. 4. cuja chefia já manifestou seu acordo a respeito. 2. Chefe do Departamento de Administração 297 mm Assunto: Administração. acrescento. solicito a Vossa Senhoria verificar a possibilidade de que sejam instalados três microcomputadores neste Departamento. 118/DJ Em 12 de abril de 2011 Ao Sr. Instalação de microcomputadores 1. uma melhoria na qualidade dos serviços prestados. por fim. sobretudo. O treinamento de pessoal para operação dos micros poderia ficar a cargo da Seção de Treinamento do Departamento de Modernização.5 cm 1. Sem descer a maiores detalhes técnicos. que o ideal seria que o equipamento fosse dotado de disco rígido e de monitor padrão EGA. (Nome do signatário) 210 mm . Atenciosamente. 3. apenas.Exemplo de Memorando Mem. haveria necessidade de dois tipos: um processador de textos e outro gerenciador de banco de dados.

significativa mudança da posição norte-americana nas negociações que se realizam – na Conferência do Desarmamento..5 cm 2. Ao renunciar à manutenção de cerca de dois por cento de seu arsenal químico até a adesão à convenção de todos os países em condições de produzir armas químicas.5 cm Excelentíssimo Senhor Presidente da República. 2. no último dia 13. os Estados Unidos reaproximaram sua postura da maioria dos quarenta países participantes do processo negociador..Exemplo de Exposição de Motivos de Caráter Informativo 5 cm EM nº 00146/1991-MRE 5 cm Brasília.5 cm (Nome) (cargo) . (. 2.5 cm O Presidente George Bush anunciou. inclusive o Brasil. em Genebra – de uma convenção multilateral de proscrição total das armas químicas. 24 de maio de 2011 3 cm 1.) 1 cm Atenciosamente. abrindo possibilidades concretas de que o tratado a ser concluído e assinado em prazo de cerca de um ano.

de 1991. 28 de março de 2011 210 mm . relativos à exploração de serviços de radiodifusão. Brasília. 2 cm 3 cm 1.Exemplo de Mensagem 5 cm Mensagem nº 118 4 cm 297 mm Excelentíssimo Senhor Presidente do Senado Federal. nas quais informo a promulgação dos Decretos Legislativos nºs 93 a 97.5 cm Comunico a Vossa Excelência o recebimento das mensagens SM nºs 106 a 110. de 1991.

lavrei a presente ata que vai assinada por mim e pela Diretora. em face de decisão contida no Processo n. Nada mais havendo a tratar. a partir de 11 de abril de 2004. que foi aprovada. publicada no Suplemento ao Boletim Administrativo de 30 de março de 2004. Com relação aos projeXos concluídos. Maria da Silva. parabenizando a todos pelos resultados alcançados. e eu. que apresentou um breve relato das atividades desenvolvidas no trimestre. Tomou a palavra o Sr. Diretora da Coordenação. a reunião foi encerrada. teve sua situação funcional alterada. sem alterações. a Sra. deu início aos trabalhos com a leitura da ala da reunião anterior. nomeado pela Portaria CDCC-RQ001/2004. Em seguida.001/2004. apresentou a pauta da reunião. Brasília. ponto n. Diretora Secretária . ponto n. com a inclusão do item “Projetos Concluídos”. a Diretora esclareceu que todos mantiveramse dentro do cronograma de trabalho preestabelecido e que serao encaminhados à gráfica na próxima semana. Chefe da Seção de Marketing. ressaltou que nos últimos meses os trabalhos enviados para publicação estavam de acordo com as normas estabelecidas. Ana de Souza. o Sr. de Secretário Parlamentar Requisitado.123. na Sala de Reunião do Cedi. para Secretário Parlamentar sem vínculo efetivo com o serviço público. sendo aprovada sem o acréscimo de novos itens. do dia 24 de maio de 2011. quarta-feira.Exemplo de Telegrama [órgão Expedidorl [setor do órgão expedidor] [endereço do órgão expedidor] Destinatário: _________________________________________________________ Nº do fax de destino: _________________________________ Data: ___/___/_____ Remetente: __________________________________________________________ Tel. p/ contato: ____________________Fax/correio eletrônico: ________________ Nº de páginas: esta + ______Nº do documento: _____________________________ Observações: _________________________________________________________ _____________________________________________________________________ Exemplo de Apostila APOSTILA A Diretora da Coordenação de Secretariado Parlamentar do Departamento de Pessoal declara que o servidor José da Silva. 105. 123. Chefe da Tipografia. em 26/5/2011 Maria da Silva Diretora Exemplo de ATA CAMARA DOS DEPUTADOS CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO Coordenação de Publicações ATA As 10h15min. no mesmo local. José da Silva. Às 11h45min a Diretora encerrou os trabalhos. Em prosseguimento. Mário dos Santos. incluindo o lançamento dos novos produtos. 25. às 10 horas. antes convocando reunião para o dia 2 de junho.

Sª..Exemplo de Carta CÂMARA DOS DEPUTADOS GABINETE DA DEPUTADA MARIA DA SILVA Brasília. exservidor da Câmara dos Deputados. em seus assentos funcionais. 4 de maio de 2011. informo que o processo de transferência de estudantes para as escolas técnicas federais é feito de forma pública. que JOSÉ DA SILVA.777/2003. consta a concessão de 30 (trinta) dias de licença para capacitação.. Cabe ao candidato pleitear a vaga de acordo com os critérios estabelecidos. a partir de 2/1/2004 (DCD de 3/1/2004). O referido exservidor não usufruiu das férias relativas ao exercício de 2003 e. colocome à disposição para sanar eventuais dúvidas quanto a esse assunto. Brasília. 5. Em atenção à carta de V. Maria José da Silva Diretora . 293. Contando com a compreensão de V. Cordialmente. de 7/1/2004). teve declarada a vacância do cargo de Analista Legislativo atribuição Assistente Técnico. Sa. com normas estabelecidas em editais e divulgadas pelas instituições. para fins de prova junto ao Supremo Tribunal Federal. Maria da Silva Deputada Federal Exemplo de Declaração CÂMARA DOS DEPUTADOS DEPARTAMENTO DE PESSOAL Coordenação de Registro Funcional DECLARAÇÃO Declaro. referente ao quinquênio 13/1/1995 a 26/1/2000 (Processo n. Ao Senhor José Maria da Silva Rua Bulhões de Carvalho. publicado no Boletim Administrativo n. Copacabana 20350070 Rio de Janeiro – RJ Prezado Senhor. 10 de fevereiro de 2011. 15.

.. ................................ IV ......... 70 do Regimento do Cefor............. 8.... consultores e servidores dos setores de apoio da Consultoria Técnica.... 3........... DE 6/6/2010 O DIRETOR DA CONSULTORIA TÉCNICA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS.......... 2........Exemplo de Despacho CÂMARA DOS DEPUTADOS PRIMEIRASECRETARIA Processo n ..................... c/c o art... por força do disposto no inciso I do art................ no uso de suas atribuições....... / ... resolve: 1............................................................. V .......... 7.......................... da Lei n...... Havendo mais de uma solicitação de uso para o mesmo horário.................. José da Silva Diretor .. 95..............112/90............. 111 reuniões de trabalho dos consultores.. 11 reuniões de trabalho da diretoria..... .... Deputado José da Silva PrimeiroSecretário Exemplo de Ordem de Serviço CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSULTORIA TÉCNICA ORDEM DE SERVIÇO N..... .................... /200 .. O cancelamento de reunião deverá ser imediatamente comunicado à Diretoría da Coordenação de Serviços Gerais............ Ao Senhor Presidente da Câmara dos Deputados........ será adotada a seguinte ordem de preferência: 1 reuniões de trabalho com a participação de deputados........ ..... nos termos das informações e manifestações dos órgãos técnicos da Casa..................... As reuniões de trabalho serão agendadas previamente pela Diretoria da Coordenação de Serviços Gerais. As salas 3 e 4 da Consultoria Técnica ficam destinadas a reuniões de trabalho com deputados............. Em ........ com parecer favorável desta Secretaria.............. 6...................

ou seja. percebe-se que não havia confirmação da gestação antes da dispensa. conclui-se que: a) não existe estabilidade quando a gravidez ocorre na vigência do aviso prévio indenizado. Nesta hipótese. a gravidez ocorre antes da dispensa. importante indagar se gravidez confirmada no curso aviso prévio indenizado garante ou não a estabilidade. (ex-Súmula nº 244 – Res 121/2003. culminando com a edição da Súmula n.Não há direito da empregada gestante à estabilidade provisória na hipótese de admissão mediante contrato de experiência. Em face do exposto. embora a gravidez tenha sido confirmada no curso do aviso prévio indenizado.2003). proteger a gestante e o nascituro. DJ 19. A gravidez superveniente à dispensa. na data do afastamento a reclamante já contava com mais de 01 mês de gravidez.11. O TST tem decidido (Súmula 371). na hipótese dos autos. assegura estabilidade à empregada gestante. 244. certo é que a empregada já estava grávida antes da dispensa. assegurando a dignidade da pessoa humana. passamos a analisar o assunto. A confirmação do estado gestacional só veio após a dispensa. refere-se à afirmativa médica do estado gestacional da empregada e não exige que o empregador tenha ciência prévia da situação da gravidez.2004). como atestam os exames trazidos aos autos. Este entendimento exclui a estabilidade provisória da gestante. não constitui dispensa arbitrária ou sem justa causa.04. Com relação à questão sobre a estabilidade provisória por gestação. De acordo com tais conclusões.2000). Assim. A empresa só dispensou a empregada depois que lhe foi apresentado o resultado negativo do teste de gravidez. quando a gravidez ocorre após a rescisão contratual. basta comprovar a gravidez no curso do contrato para que haja incidência da regra que assegura a estabilidade provisória no emprego. a empresa teve o cuidado de pedir a realização de exame laboratorial. visto que a extinção da relação de emprego. durante o aviso prévio indenizado. (dia) de (mês) de (ano). (ex-OJ nº 88 – DJ 16. Contudo. tem efeitos limitados às vantagens econômicas obtidas no período de pré-aviso. O fundamento jurídico desta estabilidade é a proteção à maternidade e à infância.Inserida em 08. que assim disciplina a questão: I . letra “b”. portanto. “b” do ADCT). embora confirmada no período do aviso prévio indenizado. pela concessão de aviso prévio indenizado. (localidade). considerando os fundamentos jurídicos do instituto da estabilidade da gestante. II.A garantia de emprego à gestante só autoriza a reintegração se esta se der durante o período de estabilidade. II . O artigo 10. entendemos que a empresa deve proceder a reintegração da empregada diante da estabilidade provisória decorrente da gestação. Neste sentido tem sido as reiteradas decisões do C. ou seja. não assegura a estabilidade. (ex-OJ nº 196 . a garantia restringe-se aos salários e demais direitos correspondentes ao período de estabilidade. Do contrário. em face do término do prazo.Exemplo de Parecer PARECER JURÍDICO De: Departamento Jurídico Para: Gerente Administrativo Senhor Gerente. (assinatura) (nome) (cargo) . É o parecer. expressão utilizada na Constituição. para solução da questão. (art. 10. que a projeção do contrato de trabalho para o futuro. A confirmação da gravidez. III . A conclusão da ultrossonografia obstétrica afirma que em 30 de julho de 2009 a idade gestacional ecografica era de pouco mais de 13 semanais. desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. considerando que a responsabilidade do empregador pela manutenção do emprego é objetiva e considerando que o desconhecimento do estado gravídico não impede o reconhecimento da gravidez.11. o que foi feito. diante da suspeita de gravidez. No caso colocado em análise. da empregada Fulana de Tal. do ADCT. b) fica assegurada a estabilidade quando. não tendo sido confirmada a gravidez. existe responsabilidade objetiva do empregador pela manutenção do emprego. ou não.O desconhecimento do estado gravídico pelo empregador não afasta o direito ao pagamento da indenização decorrente da estabilidade. Ao contrário. TST.

...... ...... de 30 de novembro de 1971....... Art...................................................... servidor ou convidado................................. 3................ autorizadasem processos administrativos no âmbito da Câmara dos Deputados e assinadas pelo DiretorGeral............... 1..... Brasília.. Em se tratando de relatório de viagem.... de Nome Função ou Cargo de 201............1 Havendo subdivisões............................. Tópico 2 Atribuir uma temática para o relato a ser apresentado...................................... de 13/1/2010 Disciplina a utilização da chancela eletrônica nas requisições de passagens aéreas e diárias de viagens. os assuntos subseqüentes serão apresentados hierarquizados à temática geral................... Tópico 1 Atribuir uma temática para o relato a ser apresentado..... ........ indicar a denominação do evento........................ ................. Art.......................... 31 Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.. Tópico 1...... ... no âmbito da Câmara dos Deputados........ para parlamentar.......... resolve: Art......................... 11 Fica instituído o uso da chancela eletrônica nas requisições de passagens aéreas e diárias de viagens...... Sérgio Sampaio Contreiras de Almeida DiretorGeral Modelo de Relatório CÂMARA DOS DEPUTADOS ÓRGÃO PRINCIPAL órgão Secundário RELATÓRIO Introdução Apresentar um breve resumo das temáticas a serem abordadas.... da Resolução n..... no uso das atribuições que lhe confere o artigo 147............Exemplo de Portaría CÂMARA DOS DEPUTADOS DIRETORIAGERAL PORTARIA N.... autorizadas em processos administrativos pela autoridade competente e assinadas pelo DiretorGeral............................ 21 A chancela eletrônica...... ...... item XV...... O DIRETORGERAL DA CÂMARA DOS DEPUTADOS........ .... Considerações finais ... 20........ será válida se autenticada mediante código de segurança e acompanhada do atesto do Chefe de Gabinete da DiretoriaGeral ou do seu primeiro substituto. de acesso restrito....................... local e período compreendido.....

................... de ... ............................ Pede deferimento.............. (nome do requerente........... Brasília................................................................... (demais dados de qualificação)................................................ Nome Cargo ou Função ANOTAÇÕES ——————————————————————————————————————————————————————— ——————————————————————————————————————————————————————— ——————————————————————————————————————————————————————— ——————————————————————————————————————————————————————— ——————————————————————————————————————————————————————— ——————————————————————————————————————————————————————— ——————————————————————————————————————————————————————— ——————————————————————————————————————————————————————— ——————————————————————————————————————————————————————— ——————————————————————————————————————————————————————— ..... Nestes termos.............................................. .................................... em maiúsculas) .... ............ ................................Modelo de Requerimento CÂMARA DOS DEPUTADOS ÓRGÃO PRINCIPAL Órgão Secundário (Vocativo) (Cargo ou função e nome do destinatário) ...................... requer ...... de 201..................