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ii>«ij(> social

© F.loisa P íüutto d e P alm a, e d ito ra, 1072. Inscripción N ? -10.029. E d id o n cs U niversitarias de V alparaíso C h ile , derechos reservado* edición de 1.000 ejem plares diseño: A lejandro R odrigue/, M. Im preso en los talleres de E ditorjai. U niversitaria San Francisco 454 Santiago/C hile

¿QUE ES TRABAJO SOCIAL?
ESCUELA DE TRABAJO SOCIAL U. C. V.

ELOISA PIZA R R O DE PALMA M ARIA ED IT1I JO E £ E V IC EN TE DE PAULA EALEIRO TERESA Q U IR O Z CECILIA LEI VA

I DICIONES UNIVERSITARIAS DE VALPARAISO
UNIVERSIDAD CA TO LICA DE VALPARAISO

PRO LO G O * L a C om unidad de la Escuela de Trabajo Social de la Universidad Católica de Valparaíso presenta hoy su pri­ mer núm ero de una serie de. publicaciones denominadas Ensayos de Trabajo Social, bajo el nom bre de Proyecto Escuela Trabajo Social de la Universidad Católica de Val­ paraíso. E l iniciar un sistema de publicaciones significa pa­ ta esta unidad académica la materialización de un anhelo largamente sentido. I.os últim os años de nuestro trabajo han provocado uti cuestionam iento que se ha traducido en la negación de un planteam iento y de un quehacer profesio­ nal anterior, proyectando asi la base de una nueva perspec-

liv a . M o v im ie n to q u e n o se ha p r e s e n ta d o cornò un p ro ceso ù n ico y a isla d o d e o tr o s im p o r ta n te s n ie s tio n a m ie n to s q u e e l q u e h a c e r p r o fe s io n a l ha s u fr id o en C h ile y en A m é rica L a tin a . L a r e a lid a d L a tin o a m e ric a n a con sus ca ra cterística s d e d e p e n d e n c ia y d o m in a c ió n p resen ta a las d iv e rsa s p r o fe ­ s io n es d esa fío s in e lu d ib le s y en e sp e c ia l a a q u e llo s q u e la­ bo ra n e n lo so cia l. E s esta r e a lid a d y la n egación d e n u estra a cció n S o cia l P r o fe s io n a l T r a d ic io n a l la fu erza m o to ra d e l s u r g im ie n to d e un T r a b a jo S o cia l c o m p r o m e tid o con los in te re se s d e la clase ob rera . O p c ió n q u e im p lic a un d in a m is m o p e r m a n e n te en su co n creció n a p a r tir d e una p r á c tic a re fle x iv a y s is te m á tic a , in scrita en un m a rco d e to ta lid a d . O b je tiv a c ió n d e la acción q u e va g e n e r a n d o n u e v o s tip o s d e r ea liza c io n es q u e son re s ­ p u e sta s y p r o y e c c io n e s a los r e q u e r im ie n to s d e la c o y u n tu ra h istó rica que. v iv e n los d iv e r so s g r u p o s so cia les c o m p r o m e ti­ d o s en una acción tr a n sfo rm a d o ra co m ú n . I.as p u b lic a c io n e s p r e te n d e n c o m o o b je tiv o ce n tra l c o m u n ic a r d iv ersa s e x p e rie n c ia s d e esta n u e va p ro sp e c tiv a d e l T r a b a jo S ocial p r o fe s io n a l, p a ra ser .som etidas a la refle x ió n critica d e lo s T r a b a ja d o r e s S ociales y d e m á s p erso n a s i>inen­ ia d a s a l</ so cia l en C h ile y d e I a tin o n m é rica . E ste p r im e r n ú m e r o está d e s tin a d o a la p u b lic a c ió n d e l P r o y e c to d e E scu ela d e T r a b a jo S o cia l, p o r q u e d ic h a e la ­ b o ra ció n c o n s titu y ó e l p r o d u c to in ic ia l d e l c u e s tio n a m ie n to d e l T r a b a jo S ocial tr a d ic io n a l y la p ro yecc ió n d e un n u e v o tip o d e T r a b a jo S ocial. P r o y e c to , q u e en su a p lic a c ió n ha id o te n ie n d o va r ia c io n e s q u e n o han s id o in c lu id a s en esta p u ­ b lic a c ió n . E l tr a b a jo q u e ah o ra se p r e s e n ta e s f u n d a m e n ta l­ m e n te e l m ism o q u e d io o rig en a l n a c im ie n to d e la E scu ela en e l m es d e a g o sto d e 1971, s a lv o a lg u n a s co rreccio n es de red a cció n . T o d o e l e n r iq u e c im e n to q u e esta p r im e ra a p r o ­ x im a ció n ha r e c ib id o e irá r e c ib ie n d o en sus co n crecio n es será e x p u e s to en fu tu ra s ela b o ra c io n es. A si, e n to n c e s, los p r ó x im o s tra b a jo s d e b e rá n e n te n d e rs e d e s d e la p e r s p e c tiv a g e n e r a l q u e T r a b a jo S o cia l p la n te a en e s te p r im e r en sayo.

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L a C o m u n id a d d r la E scu ela d e T r a b a jo S ocial b u s­ ca , a tra v é s d e este ó rg a n o d e co m u n ic a c ió n , f)o d er in ic ia r un d iá lo g o acerca d e la acción s o c ia l cotí lo s g r u p o s c o m p r o ­ m e tid o s e n ella: o b rero s, cam p esin o s, p o b la d o r e s , tr a b a ja ­ d o re s so cia les y o tro s p ro fesio n a les. D iá lo g o q u e r e q u ie r e e l in te rc a m b io d e las d iv ersa s e x p e rie n c ia s d e ¡os s u je to s p r o ­ ta g o n ista s.

D IR E C C IO N
E sc T ra b a jo S o c ia l

U .C .V .

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INTRODUCCION

El trab ajo d e la C o m isió n E lab orad ora d el P royecto E scuela d e T r a b a jo Social es co n secu en cia d e un p roceso d e ca m b io s q u e se ha id o g esta n d o en la realid ad ch ilen a , en las U n iv ersid a d es y en las p ro fesio n es d e S erv icio S o cia l y E d u cación F am iliar.
A l g u n o s A n t e c e d e n t e s H is t ó r ic o s

En 1966, en la E scu ela d e E d u ca ció n F a m ilia r se p ro d u jo u n a prim era crisis d e p r o fu n d o c u e s tio n a m ie n to d e la p rofesión . En estas circu n stan cias p a rtic ip ó a ctiv a m en te e l a lu m n a d o en co n e x ió n con la f e u c . v . E n c o n o c im ie n to d e esta s itu a ció n , R ecto ría o r d e n ó la form ación d e u n a C o m isió n

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co m p u esta p or la d irecció n d e la E scu ela, rep resen tan tes de d o cen tes y a lu m n o s y a u to rid a d es acad ém icas, a fin d e estu ­ d ia r p o sib les vías d e so lu ció n a los p ro b lem a s d e la E scuela en cu estió n . A este p erío d o .sigue tod a u n a ép o ca d e reestructu ­ ración en c u a n to a lo a ca d ém ico y u n a d em o cra tiza ció n de la estructura d e p od er. En 1967 com ien za la lu ch a p or la R eform a U n iv e r ­ sitaria en la U n iv ersid a d C a tó lic a d e V alp araíso, ten ie n d o co m o resu ltad o, p rofu n d as tran sform acion es en la estru ctu ra aed ém ica y d e p o d e r d e esta U n iv ersid a d . E u 1968 en la E scuela d e S erv icio S o cia l se p rod u ce un autiu m w tion am irn to d e la p ro fesió n y d e la form ación p ro fesio n a l .1 p artir d e las e x ig e n c ia s d e la R ea lid a d C h ilen a y I^ atinoan ierú an a. En sep tiem b re se re a li/a la prim era C o n v en ció n «le esta U n id a d A cad ém ica, a p ro b á n d o se mi C ons­ titu ció n Básica. En 1969 se form a u n a C o m isió n M ixta d e d o cen tes v a lu m n o s etc am b as E scu elas ron el o b je to d e a n a liz a r las d o s p ro fesio n es teórica y p rá ctica m en te. C o m o resu lta d o de este e stu d io se elabore) un d o c u m e n to «jtie p la n te ó la p o sib i­ lidad d e u n a n u eva form a d el q u e h a c er so cia l, orien ta d a hacia u n a p o sib le E scuela d e T r a b a jo Soc ial E n 1970 se agu d iza la crisis en la E scu ela d e S ervicio S ocial. El a lu m n a d o e x ig ió ca lific a ció n d el p erson al d o cen te y u n re p la n te a m ie n io to ta l y rad ical de- la p rofesión . En este m ism o a ñ o , en la Esc uela d e E d u cación Fa­ m ilia r se realizó una C o n v e n c ió n ron el p ro p ó sito d e analizar tem a s q u e d icen re la ció n con su ex iste n c ia y su resp u esta a las e x ig e n c ia s p la n tea d a s p or la socied ad . Se a b o r d ó g estion ar la c o n tin u id a d d e la C o m isió n In tercscu elas 1969. C o m o resu lta d o d e las g e s tio n e s d e am b as E scu e­ las. esp e c ia lm e n te S erv icio S o cia l, se p la n te ó y se a p ro b ó a n iv e l d e l S en a d o A ca d ém ico la form ación d e u n a C o m isió n q u e em p ezó a sesionar el 21 d e O ctu b re d e 1970 en m i fu n ­ ció n d e e la b o r a ció n d e l p royecto d e u n a Escuela d e T r a b a jo S o c ia l1.
• c fr. ( ‘a r i a ilc 8 »le j u n i o d e 1 0 7 0 «le la E t c u r l a d e S. S o c ia l a l S e n a d o A c a d é m ic o , a c u e r d o s 2 4 1 . 2 G9 . 3 0 0 . 5 0 1 / 7 0 . d e l S e n a d o A c a d é m i c o y D e ­ c i r l o N o 2 0 0 d e R e c to ría .

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rm »Y K c:ro EscÚ kla d e Trabajo S ocial
EI in i b ajo d e Ja C o m isió n E lab orad ora d e l P rovec­ ió ti* la E scu ela d e T r a b a jo S ocial se co n cretò al e stu d io d e los fu n d a m en to s, n atu raleza y estru ctu ra, segú n encargo ex p reso d el S en a d o d e la U n iversid ad C atólica d e V alp a­ raíso. C on estos cr iterio s básicos se d esarrolló la elabo* i ación d e este in fo rm e q u e c o n tie n e tres p artes fu n d a m e n ­ tales. las cu ales n o p u e d e n tom arse a isla d a m en te sin o q u e d eb en ser con sid erad as e n su c o n tex to . B a jo el títu lo d e F u n d a m e n ta c ió n G en eral d el P ro ­ vecto se p resen ta n a q u e llo s e le m e n to s b ásicos q u e p erm i­ ten en te n d e r la creación d e u na E scuela d e T ra b a jo Social. Esta p a rte co m p ren d e d os gran d es aspectos: p rim e­ ro. un E stu d io sob re la R ea lid a d N a cio n a l v u n seg u n d o asp ecto q u e se refiere esp ecífica m en te al T r a b a jo S ocial. El in fo rm e se con creta en un seg u n d o m o m en to , »•n la p resen ta ción d e un p royecto d e la Estructura A cad é­ m ica d e la n u e v a U n id a d . D e n tr o d e la F u n d am eritación . se presenta la realid ad ch ilen a en su d ia lé ctic a d e d e p en d e n c ia v d o m in a ció n dJh rl p ro p ó sito d e ubicar d e n tr o d e la d in á m ic a d e d ich a co n ­ tra d icció n p rin cip a l u n tip o d e trab ajo social d e lib eración y tran sform ación . L os re q u er im ien to s y d esafíos q u e presenta esta n n lú lad con creta co n fig u ra n el co n t n id o d nl T r a b a jo So« ial. E sto se d eta lla en el e stu d io d e los cam p os d e a cció n , ob jeto s y o b je tiv o s d e este trab ajo. Se h abla en e s le tem a de I»»> sujetos p ro ta g o n ista s d e l p roceso d e lib era ció n , su s p o ­ sib les a cc io n es esp ecífica s y lo s e lem en to s q u e sirvan co m o m ed ia c ió n para una p raxis cien tífica . E n la segu nd a p arte el p royecto se con creta en u n M itiic u lu m basad o en los fu n d a m e n to s a n terio rm en te ex ­ p uestos. Esto c o n c ib e una a p ro x im a c ió n c ie n tífic a a la d i­ n ám ica d e la realid ad n a cio n a l, efectuad a a través d e la ac* i ión re flex ió n d e h ech os con cretos. A p orta, ad- m ás fie otros elem en to s, tod a u n a m e to d o lo g ía para la in v estig a ció n y ti un ¿form ación d e la realid ad . E s in teresan te d estacar q u e d u r a n te los cin c o m eses q tir fu n c io n ó esta C o m isió n e x istió u n a activa p a rtic ip a ció n

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de alum nos y docentes de am bas Escuelas, tanto en la ela­ boración de trabajos, como en la corrección y sugerencia a los preinfonnes hechos por la Comisión. Destacamos asi­ mismo. la colaboración de distintos especialistas quienes rea­ lizaron un valioso aporte al presente proyecto. Finalm ente, queremos hacer presente que estp irabajo tiene carácter de inacabado y configura una búsqueda, a la ve/ que pretende servir como punto de partida. Es tam ­ bién un p u n to de llegada, una síntesis de m últiples análisis. Es en fin. un planteam iento teórico que resulta de distintas prácticas y que se orienta hacia una práctica distinta. Sólo en ella este planteam iento podrá ad q u irir validez y universa­ lidad.

I. FU N D A M E N T A C IO N G EN ERA L DEL PRO Y EC TQ

1.1. E s t u d io d e la R e a l id a d N a c io n a l

Introducción Al plantearse el problem a fundam ental de la nueva orientación profesional de Servicio Social y Educación Fa­ m iliar surge la necesidad im periosa de ubicarse previam ente dentro del contexto de la realidad naciom l. Pretendem os que la creación de una Escuela de T ra b ajo Social sea una respuesta concreta y dinám ica a los requerim ientos que di­ cha realidad manifiesta. En la últim a década, América L atina ha sufrido procesos de cambios intensos, que plantean el surgim iento de una realidad latinoam ericana independiente en lo eco­ nómico, político, cultural y social.

Frente ;t es le contexto histórico en general, las pro­ fesiones están sufriendo un período de crisis y amocuestionam iento. ( tisis que se ha agudizado en el ám bito de las profesiones Servicio Social y Educación Fam iliar. Diversos intentos de estas tareas profesionales han sido realizados para encontrar algún camino que perm ita en lo teóricopráctico i i-definir la significación actual de la acción social pr ofes i on ni un iversi tari a. La aproxim ación a los problem as de realidad nacio­ nal la hacemos tratando de encontrar en ella elementos que revistan significación para explicar y fundam entar una nueva orientación del T ra b ajo Social. 1.1.1, D ependencia La dinám ica y las características de nuestra estruc­ tura social se definen y se entienden en el interior del marco de la eleprudencia. Desde los inicios de la década del 60 u n destarado grupo de científicos sociales latinoam ericanos empieza a considerar la problem ática de nuestro continente desde este punto de enfoque particular, que se denom ina dependen­ cia1. La v a l i d a c i ó n c]e csta perspectiva proviene del hecho que parece explicar m ejor una serie de fenómenos que per­ manecían aún oscuros, cuantío se los incluía en el marco de la problem ática del "suhdesarrollo". La perspectiva surgió originalm ente corno una crí­ tica contra el supuesto metodológico que buscaba interpre­ tar a los países subdesarrollados según las etapas recorridas por las economías desarrolladas. Así nuestra industrialización latinoam ericana correspondería a ciertos aspectos del pioceso europeo d u ran te el siglo xix. v que las pautas de los siste­ mas políticos, social y económico de Estados Unidos y de los países de Europa Occidental anticipan el futuro de nues­ tras sociedades. El estudio de la dependencia en América 1.atina centró su análisis respecto al hecho de que los pro­ cesos en America Latina asum en un carácter de resultado im previsto líente a las pautas clásicas. Cabe señalar que esta
’El trab a jo ctiisico «le G arboso, I kknando y F A u rrro , Enzo. Desarrollo en A m erica ¡Mí ¡na.

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denuncia constituye el aspecto más acabado de la “literatura de la dependencia". Los estudios sobre realidad han m anejado la noción de "dependencia”, por lo menos, en d os encuadres distintos. Por una parte el que insiste en Ja subordinación nacional respecto a intereses foráneos y. para el cual, la noción de "dependencia" cum ple una fu ndón de denuncia y de noexplicación d entífica de los procesos latinoamericanos. Más que una herram ienta ú til al análisis de realidad, el concepto se emplea ideológicamente como expresión de las aspiracio­ nes nacionalistas y traduce la búsqueda de un desarrollo na­ cional capitalista2. Un segundo grupo ha privilegiado el estudio en tor­ no a las particularidades nacionales que brotan del impuesto de la realidad m etropolitana sobre la nuestra. Un tanto, el problem a central para este grupo son las relaciones de do­ minación en q ue se organizan las la lac iones ele producción y político-sociales. La noción de "depem leiion” at|iií es un concepto integrado a un cuerpo teórico, d a botado para el análisis de los fenómenos del modo capitalista en su polo deprimido*. El enfoque q ue aquí e m p l e a m o s s e asimila a la \ilTima posición: se trata de descubrir las cararirristicBS par­ ticulares que aparecen en esta sociedad intervenida, de modo particular, por los intereses extranjeros, Al expandirse los centros capitalistas, s u » proyectos interceptaron con algunas de las posibilidad' de los países periféricos, que quedaron asi en una situación am bigua: -tfr. QciI|ano, Aníiiai.. íletlcfinicir'iti ilc la Dependencia v niargílUiHzaeitin en América latina. P. 28 c.r.s.o. \ además (Ir. abrió de t ■ho rentado Osvaldo Sunkel y Helio Jagiiaribe. En misma nmi*-' i1,. nbiea '1 discurso de Gabriel Váleles cuando etitrcíga los aeuen'os de <ici v ;il pre­ sidente Níxon y la exposición ni ('.onRieso del uiiuiMrn \i>ei>io /le-il'a del 1?7-x1-70 (el inciso ü" del capítulo l .se tic-nomina ' 1.a eco -o t’.i i 1 i i es una economía dependiente") . “ Adem.is del Trabajo primitivo de- Caucmiho, I i'rvavoo II v l'Airno. Enzo, Dependencia y Desarrollo en América lamia, til. Siirlo xxi Mé­ jico. 1ÍK JS. Se incluyen en cicla tendencia los estudios de Theotonio dos Santos. CJuija.no, Anídai., y VVtíTCW i. K tcvni-i-.i:c>. t'li tercer biu| io unipersonal estaría constituido por el inefable F um , Anori eoii quien no se identifica ninguno de los anteriores, i ■ o i¡»e parecería identificarse con el primer sector.

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Mii|;rn un/i»*, ilr n o n o m ía central, geográficamente ubicados n i m u -,i i i\ n ii iu iii( Q u ie r e decir entonces, que to<la la pre111 n Iii 1 1 Iii n tu i<-1 ■ «11 id.ul nacional se encuentra alterada a dis1111 ....... n i. !• s |«ii l.i presencia de estos polos densos de inten . luí.un ii ijiir atraviesan a la formación social dependiente \ qii<' .decía al resto de la estructura nacional. La economía, |,i ni i;.iiii/ai ión social, las formas que adopta la dom inación ' pnliiiia"', la realidad cultural, se seguirán de un modo par­ tí« ni,ii no autónom o— en las sociedades dependientes. Ks así cómo capitalism o dependiente dice un modo di producción particular, que indica esquemas estructurales v pautas de desarrollo posibles que resultan imprevistas respicto a la industrialización de los países capitalistas clásicos del siglo xix. La dependencia es entonces una perspectiva para ermviderar las historias nacionales donde las posibilidades de realización son las que perm itían los cambios — oue las mo­ dalidades capitalistas asum ían en los polos— hegemónicos del sistema. Las m utaciones de centro ^Rsoaña-Holanda-Tnglaterra-Estados Unidos) o los desplazamientos de poder de una fracción de burguesía a otra (capitalismo-mercantil-manufart m as-industria m ultinacional) sufrieron requerim ientos distintos que alternaban el lugar económico, e^o^ráfico. so­ cial y político en que se apoyaba el interés en la realidad periférica. Resulta así que observando las sociedades nacionales se descubre la huella de la dependencia y de la dom i­ nación. Las características actuales del esfuerzo de industria­ lización en Chile, y las posibilidades que se abren a futuro no se entienden fuera de esta perspectiva de dependencia. Queda claro de esta m anera que cuando afirm am os que la economía chilena se ha desenvuelto bajo el signo de l.i tic pendencia, no nos referimos sólo al hecho de que nuesti.is economías periféricas se encuentran oprim idas en sus posibilidades de desarrollo al hallarse intervenidas por los intereses de los países centrales, sino tam bién a algunos im ­ portantes aspectos que surgen de las relaciones de Producción y l’odet en las Realidades Nacionales.

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I

1.2.

A n t e c e d e n t e s i>e i .a D e p e n d e n c i a d e C h i l e

Desde los días de Valdivia la form a de inserción dr Chile en la etapa m ercantil del capitalism o fue fundam ental para su ordenación estructura] histórica. La prim era tarea de los españoles en Chile -común ron la intención de los peninsulares en toda América fue rlescubrir metales que pudieran sostener el consumo de Es paña y financiar la conquista. La explotación metalúrgica requería grandes cantidades de mano de obra. lo que a d ­ quiere su punto de utilización jurídica y de conuol del pro­ ceso del trabajo. La crisis de la producción tuinera ubicó a Chile en una segunda periferia, destinada a producir bienes de con­ sumo para los mercados m ineros del Perú y, en — m enor m edida— para el Alto Perú. El surgim iento de este mercado para productos anim ales (cebo, cordobanes, cueros), preci­ pitó el proceso de apropiación de la tierra, produciéndose un cam bio de actividad económica de la clase dom inante y a la vez originando un proceso de reorientación lundam ental de las fuerzas productivas; de la m inera a la agricultura. Desarrollándose un vasto proceso de fetidalización de l:r’ac­ tividad económica. La ru ta comercial perm anente del Pacífico perm itió a fines del siglo xvtti la conquista del mercado peruano para ios productores trigueros de la zona central (donde la estan­ cia se substituyó por la hacienda como forma de explotación ag ríco la). Esta situación de propiedad y las relaciones semifeudales que ella com portaba, dieron origen a una institución propia del campo chileno que se m antiene hasta hoy: el inq u ilin aje4. El origen de los inquilinos en C hil° rem onta al siglo xvii, es decir, más de un siglo antes de la disolución de las encomiendas. Los terratenientes, necesitados dv m in o de obra, debido a la dism inución de la población indígena se vieron obligados a entregar a los mestizos tierras en “ prés­ tam o", con el fin de que les cuidaran la propiedad y el ga­ nado que pastaba especialm ente los lind°ros d - los fundos. De este m odo sin pagar salarios y m ediante la entrega de un
'H o h iik , | kan y C.ÓNf.oüA, \ I a h i O. E volución de la p ropiedad rural rn el V alle del P anuqué. Ed. U niv.. Sigo. 1956.

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n •» » «(• w »11ii ido valor. el estanciero se aseguraba I» »)• • • i I h Im i i |i h * I* (altaba, I m i i • | »1 un« i .1 lase —dice el especialista ch ilen o » •»m i m origina "un sistema de tenencias graiiH I h i* mlm «mnas particularm ente en los extrem os de •♦ it 11 1 IVi o estas tenencias van evolucionando. Del o ••• » iim ío cotí un canon sim bólico, se pasa a im posiciones •|im 11 •ij •11í ni deberes de custodia de linderos y asistencia a im liih". La segunda fase del proceso que culm ina en el ini |i n linaje, se desarrolla durante el siglo xvm . Al valorizarse li tierra*. principalm ente por el au m en to de la dem anda del trigo, los terratenientes lo m e n /a r o n a arrendar las par­ irlas. a cobrar un canon a los mestizos que trabajaban en l is i ierras prestadas anteriorm ente. "La T enencia", continúa fiógora, Se constituye en arrendam iento cobrando cierta im ­ portancia el pago del canon; hav una mayor d ep en dencia de los arrendatarios y un au m en to de sus habares, ya no asistían solam ente a rodeos, sino que se les reouiere en la conduc­ ción de productos a las ciudades, v para ente proporcionen un neón en a lg u m s faenas, más tarde en todas. La eran ha<ienda va descargando su necesidad d e servicio sobre los a rienda tarios” . A fines del siglo x v m deja de usarse el term ino arrendatario para ser reemplazado por el de “ inquilino". F.l g ru p o oligárq uico térra t e ñ i r t e de a pro exporta­ dores forma el núcleo prim itivo en torno al cual se fue Es­ tructurando el sector d om in an te chileno. A lgunas tem pranas experiencias sociales marcan en este grupo ciertas constantes políticas v culturales v. com o rabote, facilitan determ inadas opciones económ icas para una etapa in m ediatam ente posterior: a) La oligarquía chilena aparece marcada durante este período, por un fuerte nro^eso rl■ * d ’^ernficarión com o prupo d o m in a n te respecto de la actividad económ ica y por el desarrollo progresivo de fracciones d* cía««: o u e ^n una totalidad buscan desarrollar tendencias hegem ónicas. En esta situación están los m ineros de C opiapó, las clases financie­ ras, etc. Desd* m uv temprano, la dominac ión chilena se acos­ tumbra a ceder, para asumir proyectos nuevos, para permea20

fuIi/;tiso a las nuevas ideas. Esta actitud del grupo dom inante, lu c e q u e la agudización de las contradicciones d e d a se sea en C hile más difícil q u e en otros lugares y ayudará a la m odernización adaptadora d e la estructura de dom inación pin la integración al sistema de los sectores más vivos de la (»posición naciente. C ualquier choque de g ru p o s portadores dt cam bios cualitativos se ha p od id o reemplazar por un « • |liste sucesivo de la estructura de d om in ación vigente: b) La alianza de grupos agrírolas, m ineros y íinan»¡eros (denom inados por C lau d io Veliz las .S pautas de la n o n o m ía chilena) y que ejercen sin contrapeso la dom inatión política, persiguen intereses coincidentes con aquellos ile los centros del capitalism o m undial. Son un grup o minoi ¡(ario de ingresos privilegiados gracias a los altos precios q u e logran del trigo y m inerales que exportan a lnglaren*a; se aficionan a un consum o d e lujo que sólo se logra trasla­ dando a C h ile los productos de los mercados europeos. Dueños absolutos de la política local, im pulsan una ordena­ ción económ ica (libre c a m b io ), institucionales (C ód'go Civil, reorganización del Ejército) y cultural (im portación de pro­ fesores europeos para la reforma e d u c a c io n a l), q u e asrgiira el acop lam ien to de la nación y del capitalism o e u ro p io . * Desde 1875, “ La fu n d ó n q u e asume ahora el capital extran­ jero en América Latina es sustraer abiertam ente una parte de la plusvalía q u e se genera dentro de cada econom ía na­ cional, lo q u e incrementa la concentración del capital en las econom ías centrales y alim enta el proceso de expansión ímpenalista" (SubdeanrroUn y R e v o lu c ió n , Ruy M auro M a k i n i , Editorial Siglo V ein tiun o. Stgo. Chile) ; c) D esde el pu nto de vista de las características de los grupos sociales que se diseñan en este sistema de dom ina­ ción, la historia chilena í»e caracteriza hasta fines d°l siglo por la tío participación de los d om in ad os en la escena p o­ lítica. En todo este tiem p o no llegan a constituir una "clase para sí". Existió una proletai ización creciente, en base a Ir m inería, pero la disem inación geográfica d ificu ltó la toma d e conciencia de los oprim idos acerca d e su situación de ciase (posiblem ente por esta razón fue q u e I o j primeros m ovi­ m ientos r e iv in d ic a m o s no surgieron entre los obreros sino entre los a rtesa n o s).
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fe

I)r hecho algún itlcMiio avanzado logró constituirse en un proyecto político sólido: el liberalism o crítico de Last.iilia. el efím ero C lub de la Reforma y el paso de Bilbao, no dejaron Iludías en la política chilena — incluso Baimaceda, < 11■ i<-ii a juicio de algunos autores, buscó in terpretar los intereses objetivos del sector dom inado, nunca fue un líde» popular reconocido por las bases. “C uando B rd m a c e d a ... buscó recurrir al pueblo, los aconiei imientos probaron cpie el m alogrado Presidente ha­ bla buscado protección en algo que no existía®. La Economía del Salitre y la Política Parlam entaria. Los intereses extranjeros pudieron im ponerse en Chile porque coincidieron con los de la oligarquía dom inante nacional q ué se m aterializaba en una alianza entre ésta y el Im perialism o. “Como era natural y hasta necesario, el comercio exterior pasó a ser la fuerza m atriz del sistema económico doméstico, legando así el curso y los avatares de nuestro desarrollo con lazos íntim os a las fluctuaciones de la economía m u ndial”0. Gracias a esa com unidad de intereses, antes seña­ lada, Mr. Tilom as N orth se pudo apoderar del dom inio de la industria salitrera (pagando con un préstamo que le con­ cediera un banco de V alparaíso). T an real fue el peso de la dependencia sobre el hacer económico y político nacional, que cuando Balmaceda intentó recuperar para la Nación esas fuentes de recursos, la reacción desencadenada elim inó al Presidente. “El desarrollo del principal sector exportador de este país, tiende a ser asegurado por el capital extranjero m ediante inversiones directas, que ha dado a las clase? do­ m inantes nacionales el control de actividades secundarias. La plusvalía lograda en la esfera del comercio m undial per­ tenece a capitalistas foráneos, y sólo una parte de ella —cuya m agnitud sería según el poder de discusión de su interlo cuiot - pasa a la economía nacional m ediante derechos e im puestos pagados al Estado”. (Ruy M auro M arini. S u b (¡rsarrollo y Revolución.). D urante .35 años el sector domi“P in j o

I'iiu a k m s . A. l a Fronda Aristocrática. Ed. del Parifico Sigo. p . 70. \ n í - » i_ C hile un raso de desarrollo frustrado. Ed. Univcrsita-

í i;i. Santiago 1959. p. 15.

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nan te vivió como hijo pródigo de las rentas que entregaban las oficinas salitreras y que redistribuían por m edio del Es­ tado. El sistema político que se denom inó parlam entaris­ m o no es sino una forma de participación directa en la re­ partición de estos beneficios. La aristocracia chilena vive su "belle époque”, se educa en París, se desentiende de la reali­ dad chilena. Emerge en este tiem po una clase m edia particular, no se trata de la burguesía que vio laEuropa del siglo xix, sino de un n u trid o estam ento funcionario, rme, lejos de opo­ nerse a la dom inación tradicional, se integran a ella como su aparato burocrático. En torno al salitre surge una tem prana clase obrera, batalladora, conflictiva, muchas veces reprim ida a sangre y m etralla, ron vitalidad como para entregar sus nronios líde­ res (Recabarren, L afferte), que se organiza sindical y políti­ cam ente7. El auge y la decadencia de los países dependientes se liga al cam inar del centro. En 10)8 los alemanes descu­ brieron la fabricación del salitre sintético v la exportación , chilena dejó de interesar en el m ercado m undial. La crisis del 30 liquidó definitivam ente a la ofeVta chilena en el exterior. N uevam ente un factor de oaís central rebota en nuestra economía y genera las condiciones de su desarrollo. En 1018, la clase obrera p ró d u 'fo del salitre se acaba como tal: el m ovim iento traba iador n 'O T d» im oulso y no tuvo ningún peso en inda la etana armón ir* míe se produjo entre las dos presidencias d - A lew n rlri El m o v ím iento obrero sólo se refo rm u lu á va sobre nuevas bases, debido a los proyectos de industrias livianas ente sur­ gieron luego de la crisis del 80. Ligada a e sp industnalizarión nrovecindi. **m '<*r«*e tam bién una nueva clase media. indenend?<»nte e n n rjn n n ío de la oligarquía v que veinte años después va a c o n s t i t u i r esa fuerza que se expresa políticam ente en la Democracia Cristiana.
'O iro hecho q u e ilum ina lo señalado, es la m atanza de Santa M aría de Iq u iq u e.

La crisis de 1930 dejó a iodo el sistema chileno sin base de susicntai ión. La intención que se insinúa en la dé­ cada del 30 y que se afirm a du ran te el Frente Popular, con­ sisten en mi intento de producir ¡m em am ente los bienes mauulac (lirados que antes se im portaban. Se trata de un trasplante desde el centro, ya que hay necesidad de satisfacer una dem anda que ya estaba for­ m ulada; significó producir localm ente determ inados bienes de consumo para un mercado acostum brado .1 las m anufac­ turas ile una economía desarrollada. De allí que la industrialización chilena abre las puertas a la dependencia económica, tanto a nivel del m er­ cado de capitales como de la servidum bre tecnológica \ afi­ nes características de la dependencia política y cultural. Fue la situación ambigua antes descrita la que abrió las puertas al capital extranjero de las empresas m ultinacio­ nales que se lia ubicado en los años 00 en sectores estraté­ gicos, 110 ya de los recursos básicos, sino de la industria. Las inversiones directas de F.stados U nidos en C hile crecieron levem ente en 1901 y ISC'I (27 a 30 m illones de d ó lares), pero desde 1905 al 08, se triplicaron: 08 m illones este últim o año8. Las m odalidades de nuestro desarrollo industrial, suponen un replanteo autom ático de tecnologías evolucio­ nadas a las nueva» iniciativas industriales, siendo nuestra disponibilidad de m ano de obra y capital diversas de las eco­ nomías centrales, resulta que esas tecnologías sólo pueden asum irlas los sectores más poderosos. Las consecuencias son dobles: a) Concentración progresiva del capital, que se em ­ *í: \i'irro, O r l a n d o . Pizarro. Rokfrto. Dependencia Iránjera en Chile, ceso, Santiago 1070.
e

Inversión ICx-

I.iis dalos, así com o la estrategia (le ubicación para lo g rar el m áxim o d om inio con eats inversiones aparecen aquí. I .1 neutro señalo: "E n los últim os años se- han visio vitalizada ram as i|m batía el a ñ o < > /> 110 h abían recibido a p o rte alguno, como son la fabri­ c a c ió n industrial de sustancia y p roducios quím icos, in d u stria básica del h i e r r o 1 del acero y construcción de m aquinarias, e q u ip o y accesorios i'IlVl 1 Ii os" tim «¡ón de Planificación in d u stria l E l E sta tu to del Inversionista (l).F .I.. V' 2f S) y su significado en la indtislrla chilena. Publicación Nv 18, p. H .

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puja a producir, ya en los sectores productores de bienes de consumo que pertenecen a la prim era industrialización“; b) Depreciación de los salarios ya que la tecnología excluyem e de m ano de obra increm enta la oferta de fuerzas de trabajo y consecuentemente, baja la capacidad de nego­ ciación de los sectores obreros"'. Es necesario destacar que la infiltración del poder extranjero no fue m eram ente económico-tecnológico, sino tam bién se derivó de una serie de estrategias políticas que prepararon Con anterioridad el terreno propicio para asentai mi poder. 1.a dependencia se da a través de un colonialismo disfrazado, consistiendo en la penetración disim ulada de per­ sonas y capitales vinculados con el poder económico exterior que aparentem ente crea industria y planes de desarrollo na­ cional. batiendo inversiones en los bancos extranjeros. En esta forma se inicia la luga de capitales y empieza a descu­ brirse la faceta antinacional, contando con otro elem ento valioso a .su favor: el Estado que aparece aliado al capital extranjero. Clon este breve análisis lo que se lia querido destacar es cómo se ha ido rem achando una tendencia que aunque emerge como una situación de trabajo, s p com unica a nivCl de empleo, a la distribución de ingresos y por ende, a las posibilidades de consumo. Las canictcrisiicas del desenvolvim iento de la in ­ dustrialización dependiente, m arcan política e ideológica­ m ente el perfil y las posibilidades del m ovim iento trabajador. P edro V i skovk: lo resume así: “ Diversas investiga­ ciones recientes coinciden cu caracterizar el modo de funcio­ nam iento de la m ayoría de las economías latinoam ericanas,
'I us (/»nidios em píricos ré d en les no ilejiui duda de un proceso a n o r­ m al de concern ración de capital en las m anufacturas de consum o. ( Ir. l>ARnrrÓN, O sc a r G. A lfiurw \ características de la tom a de deeitiouns fu la gran Empresa. Servido de C ooperación Técnica, Sigo. 1970.
'"'VARELA, l i n i o . [islra tífirn citin Social d e la ¡¡oblación tra b a ja d o ra en

C hite. Escuela de Econom ía l 1 de (Id le , la p a rticipación de los obreros bajó en osos años del SO ni 23¿S% d*l ingreso, la p a u o n a l creció de 13,lí al M ientras el ingrexo nacional p o r persona e n lre 1950 ) 1961 subió de índice 100 a 118.7 el sueldo vital bajó de 100 a 81,5 en el m ism o período. C.fr. P in to , A. Chile una econom ía difícil. Ed. K.C.E. M éxico 1964. p .H .

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y particulai mente la chilena, rom o determ inante de un pa­ ilón ele (Jes.uiollo necesariamente "concentrador" y "exclu­ yeme" en el sentido de (pie lleva inevitablem ente a una con­ centración creciente de los frutos de crecim iento en deter­ minados estratos socioeconómicos, y como contrapartida, a la mutgiuación de otros estratos de la población y sectores de la econom ía11. Para lo que a nosotros interesa, este estilo signi­ fica que se creen focos de avanzada tecnología y alta prodin i ¡vid,'ul, en tan to que segmentos im portantes de la eco­ nomía han ido quedando al margen del proceso de tecnificación. "U n grupo de estos estratos constituye lo (pie pudie­ ra calificarse como sed o r “m oderno” , del que forman parte las unidades, económicas que operan con formas relativa­ m ente eficientes de organización, productividad creciente y niveles tecnológicos y de dotación de capital por personas ocupada relativam ente altos. En el o u o extremo, subsiste un sector que pudiera calificarse de "prim itivo”, constituido por unidades económicas que trabajan a niveles bajísimos de productividad, casi sin utilizar ningún tipo de mecanización, con una densidad insignificante de capital y en las que las tecnologías en uso son extraordinariam ente atrasadas11. Estos focos son reales (no sólo distinciones analíti­ cas en un con tin u o ). En el caso chileno alrededor del 18% de la fuerza de trabajo está incorporada al secloi moderno, en que se genera 54% del producto total, en tanto que casi un cuarto de esa fuerza de trabajo se ubica en actividades “prim itivas” en las que se genera menos del 1% del pro­ ducto. El universo trabajador tam bién aparece dividido. Un subconjunto se vio integrado al polo dinámico, en cam­ bio hay una m ayoría que resulta. lógicamente, excluida, ya que la m áquina tiende a m ultiplicar productividad, elim i­ nando m ano de obra. Un estudio en torno a la naciente industria petro­ quím ica (controlado en un 70% por la Dow C hem ical), se­ ñala “El program a petroquím ico diseñado para Chile, que
"Vwskovic, Pi dro. D istribución v opciones A« Desarrollo. C uadernos d< la R ealidad N acional NW 5, septiem bre 1970, p. •II * V e s K o v i c , 1’ e d r o . Cita II.

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está íntim am ente ligado aJ capital y (etnología extranjera y que totaliza aproxim adam ente 160 m illones de dólares, con cuatro grandes complejos que en total reúnen 11 plantas, ocupará sólo alrededor de 950 personas1 5 1 . El sector m arginado está a su vez internam ente es­ tratificado: hay m arginados absolutos que carecen de trabajo estable y hay otros que se ubican en el polo prim itivo de la producción, tanto de bienes de consumo como de servi­ cios. Las cifras de la desocupación en Chile m uestran claram ente esta nueva dicotomización. M iles de Personas 170 150 320 590 910 % de la Fuerza Tra­ bajo 5,4 4,6 10,0 < 18,4 28,-1“

Desempleo T otal en 1970 A Desempleo abierto aparente ¡i Desempleo abierto eri los inactivos. A + Ii Desempleo abierto total Subem pleo o desocupación disfrazada.

Estas cifras m uestran gráficam ente cómo hay secto­ res populares que no están integrados al m ovim iento obrero, situación «pie deberá considerarse para determ inar los cam­ pos de acción. Quisiéramos llam ar la atención sobre el hecho si­ guiente: la revolución tecnológica hace cpie inevitablem ente
“ Estévkz, Jaim i:. Industria fu l m i n a y P etroquím ica. C itad o por C aí-uto y Pi& arro. 1-a tecnología (know-tiow) es pro p ied ad privada de las g ra n ­ des em presas m ultinacionales q u e la» descubren en sus propios centros de investigación, estas em presas trasladan esta tecnología ;i los países d e p e n ­ dientes v se contabiliza como p a ite del a p o rte de capital. En el taso de la P etroquím ica, casi el 10% del a p o rte Petro Dow equivale a know how, "C fr. Confeccionado con datos de ó d k h lan c iu>fs por NovY Step any. El D esem pleo en Chile. Mensaje N° 195. diciem bre 1970, p. 519.

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una proporción considerable de m ano de obra (que sin d u ­ da tiende a am urillar) sea arrinconada en un nivel de acti­ vidad econòmica cuya significación para la productividad del sistema es nula o decreciente. O sea, <|(ic el proceso de marginalizni ión de m ano de obra opera paralelam ente a la m arginali/ai ión de un con­ junto de roles que son los únicos a los qui tiene acceso una alia proporción del sector popular. Por ser este proceso un subproducto de la incorpo­ ración creciente de la tecnología en el proceso de produc­ ción. este dinam ism o es irreversible en la estructura actual de relaciones de producción. En este sentido, el fenómeno que se ha denom inado "m arginali/ación" no se agota en las funciones clásicas que se asignaban al “Ejército industrial de reserva” (que consistían en sostener la olería de fuerza de trabajo cuando lo exigieran los crecimientos cíclicos de la econom ía), ya que esta población excedente no es recuperada hoy por el sistem a15. Como se lia señalado ai inicio de este estudio, la aproxim ación a la dependencia donde el pu n to de vista cul­ tural aparece como una dim ensión trascendental, para en­ tender la realidad en su totalidad. En algunos momentos dentro de esta brevísima descripción explicativa hemos he­ cho referencia a la dim ensión sociocultural, en sus aspectos más relevantes. Sin embargo se tiene conciencia que un científico análisis de dependencia cultural requiere básicam ente de de u n a serie de investigaciones sobre esta tem ática que aún no se han realizado y que se presentan al T rabajador Social tom o un desafío urgente v prioritario. No obstante, basándose en nuestra experiencia y contacto con las clases populares harem os algunas conside­ raciones que nos parecen im portantes con respecto a la de­ pendencia cultural. Existe en los grupos dom inantes una
'-Sobri- esta concepción y estudios posteriores a Veckeinans la "tnatginaliiliid". C lt. X un Jo sé, S u peffittbIlición relativa . e jé rtitn indu stria l de resentí v pora inaTgitiat. Revista la tin o a m e ric a n a d e Sociología, ju lio 1969, p. 17R O ía,Jano, A.níbai.. /Indefinición de D ependencia y Alargintilizoción de A nn tifa I,tilm a, ceso, Santiago IÜ70.

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fuerte dependencia de las pautas culturales propias de los países hegemónicos. Dependencia que se traducen en la adopción de formas y actitud de vida, de valores, aspiracio­ nes y proyecto de realización extranjeros. Dependencia que se reconoce en todo el aparato educativo en la apropiación de program as y métodos didác­ ticos propios de los países centrales. Dependencia (|tte se m anifiesta en las costumbres, en la im itación de hábitos, patrones tic consumo y modas provenientes de los países m etrópolis. D ependencia en el nivel ideológico a través de los medios de comunicación de masa (riñe, televisión, propa­ gan d a), diversas manifestaciones ari (sircas que invaden fácil­ mente el mercado, a m ínim o costo im pidiendo el fomento y desarrollo de las expresiones autóctonas. Dependencia que se descubre fái ilútenle en las or­ ganizaciones culturales extranjeras m á s simples como las em­ bajadas. institutos culturales hasta lo s "específicos" '‘jrrants’’ que se les otorga a las Universidades para que realicen de­ term inadas investigaciones. Dependencia que se fortifica a través del control de la información por m edio de las agencias periodísticas cotfío 'ffhi. ansa que tiene por objeto presentar un realidad social y política del m undo desde los inten ses de los países dom i­ nantes. l odo este proceso m ult ifatel ico de dependencia ha tenido como resultado clases dom inantes con formas y valo­ res de vida no originales, no nacionales, sino idénticos a los grupos hegemónicos de los países centrales. Esta situación de dependencia económica, social y cultural tiene una dimensión profundam ente dram ática y específica en los grupos populares nacionales. I.os grupos populares acusan un estado m aterial de miseria, ham bre, enferm edad, 110 educación, situación que podría describirse como infrahum ana. Cabe hacerse la si­ guiente interrogante: ¿Cómo se explica la posibilidad y la no reacción de los grupos populares ante esta situación glo­ bal discrim inatoria? La respuesta está en el com plejo fenómeno de la 29

ti

introyección de Jos valores de );i dase dom inante en clase dom inada16, im royección que significa en térm inos psicoanalltico, que los grupos con conciencia oprim ida a través de un mecanismo de defensa tienden a negar lo que viven y sienten y b aten propios los valores \ formas de vida de aquellos sectores que les m uestran un estilo ele vida como realizada. Esta alienación de los grupos con conciencia op ri­ mida sirve a los intereses de las clases dom inantes para per­ petuarse en el poder. Ella utiliza todos los medios de edu­ cación y comunicación social para consolidar y extender su ideología. No podríam os term inar este breve análisis, sin des­ tacar las posibilidades que en este m om ento se abren en la H istoria Nacional. Posibilidades (pie se están concretando con la apli­ cación de ciertas políticas, orientadas hacia la liberación de la dependencia. Política que pretenden lograr, la indepen­ dencia en el plano de lo económico, político y cultural, que abren la brecha hacia la transform ación social. En esta condición intrínsecam ente m arginalizante la que lleva a la crítica radical a la estructura y que, previo a cualquier adhesión ideológica o sentim ental, obliga a adop­ tar el p u n to de vista de los sectores dominados.
1.1.3. R e a l id a d N a c io n a l y A c c ió n S o c ia i .

La crisis profesional de los que elaboran en lo social surge en este contexto de la realidad nacional. La depen­ dencia llega a puntos límites. Se dem uestra la incapacidad de la estructura económico social dependiente de resolver las contradicciones surgidas de su propia naturaleza. T o d o el proceso antes descrito contribuye a crear variaciones fundam entales en la conciencia nacional. La re­ presentación tradicional de la sociedad no altera / ella apa­ rece cada vez más como un campo de acción en el cual es factible protagonizar su historia y no ser m ero observador. El dinam ism o de las contradicciones lleva a plantearse
“ A p u n tes <lt' d a se del Seni. C aracterísticas biópuico-sociales de la c o n ­ ciencia o prim ida. Profesor: G issi, Jom a.. V alparaiso, o c tu b re a diciem bre. 1970.

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frente a la sociedad global a sectores o grupos incluso no motivados o reticentes a incorporarse a los problem as del Cam bio Social, sumergiéndolos de hecho en el quehacer po­ lítico. La actividad laboral no puede ya existir separada, por lo menos, de la organización revindicativa, igualm ente que la mayoría de las otras actividades del hom bre. Incluso el lugar de habitación se ve orientado hacia formas de par­ ticipación organizada. La comunicación tic masas lleva los problem as a todos los sectores. C ualquiera sea la conciencia que se crea, ésta entra en conflicto con la idea de sociedad establecida, ya sea generando inseguridad, indiferencia o crítica social. El Servicio Social y Educación Fam iliar profesional tradicionalm ente se han planteado como una acción de servi­ cio hacia la com unidad que suponía la existencia de una situa­ ción establecida o al menos la existCm ia de un relativo con­ senso social. De ahí entonces que la actividad estuviera d iri­ gida en una prim era etapa histórica, a aliviar al desposeído de la fortuna desde una sociedad caritativa grupos margi­ nados de los beneficios de la m odem izadón. Y a dism inuir las tensiones y conflictos sociales provocados por la estructura vigente. ; T a n to en la fase de ayuda como en la de integración, la ideología era esencialmente la misma. La asimilación del m arginado hacia una sociedad y h a d a un conjunto de valores considerados "buenos o racionales” , según fuera la época. Esta concepción de la arción social profesional entra en crisis, a m edida que avanza y se configuran las contra­ dicciones de la dependencia y los conflictos de la industria­ lización. Cada vez más, l o s sectores o grupos sociales a los cuales estaba dirigido el quehacer social, dejan de responder a la definición funcional de "m arginados” para incorporarse a las nuevas formas de conciencia y de acción provocadas por la situación social que se vive. Su conciencia pasiva se vuelve predom inantem ente protagónica, y su visión de la sociedad es cada vez más conflictiva. Ya no hay allí sólo “necesitados” o "segregados” sino que tam bién grupos sin­ dicados, m ilitantes de partidos, habitantes de ciudades 31

con un consumo de expansión, desempleados que conflictivan el equilibrio social del sistema, que no es capa/ de a b ­ sorberlos. El campo de acción del trabajador social se ha trans­ formado. Incluso el profesional ha llegado a ser ajeno a él. Su metodología y su teoría no responden a la composición de los sectores sociales en que se desenvuelve. Como conse­ cuencia de ello se burocrati/a, se enajena y progresivamente entra en una crisis de fondo como profesional. Su razón de ser inicial, la tarea ¡alegradora, choca con una realidad conflictiva y con su propia conciencia tle la sociedad. La opción por el conflicto lo encuentra inefi­ ciente en el m étodo y carente d e una ideología elaborada. Comienza a reconocerse a sí mismo como un agente de la sociedad establecida, en u n a sociedad en cambio. El proceso social lia pasado por sobre el Educador Fam iliar y el Asis­ tente Social.

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1.2 TRABAJO SOCIAL

1.2.1 O b j e t o — O b je t iv o s df.i T r a b a jo S o c ia l

El estudio de la realidad chilena nos ha perm itido analizar brevem ente las situaciones derivadas del fenómeno de dependencia. Estudio realizado con el objeto de poder ubicar concretam ente el T ra b ajo Social en la problem ática de esta realidad. La discusión sobre objeto y objetivos, Campos de Acción y M etodología del T ra b ajo Social, form a una to tali­ dad que com prende la realidad en que se ubica y el m om en­ to histórico considerado. El objeto del quehacer social profesional tradicional se visualizó de una m anera espontánea y focalista a p artir de la situación social, problem a que se le iba planteando cir-

i unstancialm entc: asistencia y orientación al desvalido, al asistido, al polín a través de trabajo con casos, grupos y comunidades. Desde un p u n to de vista metodológico, el objeto se coincibe como una construcción teórica y sistemática que surgiría del análisis del contexto global“ y más espedíicamen* le de rom i adicciones concretas y reales que presenta la so­ ciedad en un m om ento histórico determ inado. Es decir, no sr tr.ua de d efin ir el objeto a p artir de un esquema abstracto ideal, ni desde un p u n to de vista pragmático. Al h ab lar del objeto en el T ra b a jo Social se está refiriendo al sujeto que se construye históricam ente. De acuerdo al análisis de Realidad Nat ional y al planteam iento teórico anterior, se podría decir, que el objeto del T ra b ajo Social, es la Acción Social (praxis) del h o m b r e oprim ido y dom inado. H om bre que no posee los medios de producción y rto participa real y activam ente en la gestión política social y cultural de la sociedad a la cual pertenece. Correspondiéncjole a él, en esta sociedad el papel protagón ico c-n la trans­ formación del m om ento histórico actual. D entro de una Sociedad dependiente, los hombres se encuentran impedidos de realizar una praxis transform a' dora, tanto del m undo objetivo como del subjetivo, estando, envueltos en ideologías y formas de acción espontánea y confusas. El quehacer social, y la ciencia que lo sistematiza están ubicados en la historia concreta. Su estudio nos revela que han estado al servicio de un grupo social determ inado. P or ello un conjunio ele proposiciones para la acción del Trabaje) Social tiene relación profunda con el m om ento his­ tórico en el cual está ubicado. Así podemos llegar a definir si éste es un instrum ento al servicio de la dom inación o de la liberación. El hom bre se realiza en la historia, y la crea en la m edida q ue se crea a sí mismo, con vir tiéndase en dom inado o en dom inador, en la constante relación dialéctica del ca­ pital y del trabajo. La historia es creación del hom bre en su relación con la naturaleza y con otros hombres, pudienclo resultar de esta relación la alienación y la dom inación que hacen del 34

hom bre un ser m anipulado y m anipulable p o r la opresión ideológica y otros tipos de servidumbre. Siendo la sociedad una creación del hom bre, y el hom bre a su ve/ creación de la sociedad, en ella se encuentra tam bién la posibilidad de liberación Trente a la dom inación, a la inistilicación, o a Ja situación, o la situación dada, para conducir su propio destino. La transform ación de la sociedad opresora y la reali /ación del hom bre constituyen un proceso histórico que se fundam enta en el m ovim iento mismo de la realidad social. La praxis de la liberación no se hace ni por, ni para el hom bre, se hace con él en las eondic iones concretas. Ello es el objetivo general y am plio de toda la transformación social, en la dialéctica de la situación y de la acción. F.1 proceso de liberación es auténtico si no crea nuevos opresores, en la ilusión o seúdoconcreción de la libertad. Según la expresión de Paulo Freiré ' nadie libera a nadie y nadie se libera solo” 1, por lo tanto, el T ra b ajo Social tiene sus ralees en el hom bre oprim ido como sujeto de la transform ación en las contradicciones de su realidad, como en sus intereses, en sus necesidades percibidas y cri­ ticadas. r. La liberación supone la desaparición del opresor y* tam bién de la imagen del opresor en el oprim ido. La domi nación-cultural crea una situación de dependencia por parte del hom bre oprim ido que inlroyecta imágenes y valores im puestos por el opresor. El proceso de liberación colectiva es la forma co­ rrecta cíe educar y ser educado, a través de la acción y refle­ xión en la realidad. En esta perspectiva entendemos la edu­ cación social. La liberación por lo lanto no es un proteso espon­ táneo y confuso de las masas o del pueblo, sino un proceso que supone organización, gestión, movilización, politización, en un m ovim iento perm anente de concientizadón y p arti­ cipación. La organización popular se hace un objetivo funda­ m ental en el contexto del m ovim iento histórico donde se
' I ' r i :irk , P ai ii .o . Pedagogía d e l O p rim ido. M ontevideo, t ierra N ueva,

1970, cap. iv.

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a d q u ieren fu erzas d e c o n ju n to y se form a u n n u e v o sen tid o d e so lid a rid ad y re sp o n sa b ilid a d social. L a o rgan ización e s u n a m ed ia c ió n y n o un fin en sf. M e d ia ció n con el o b je to d e servir d e in ter m ed ia rio en tre el m o v im ie n to p o p u la r y lo s o b je tiv o s d e lib eración . L a g estió n p o p u la r se refiere a la acc ió n d e l p u e b lo m ism o a n iv e l d e la p la n ific a c ió n , d e la d ecisió n y d e la e je ­ cu ció n , ta n to en lo s c a m b io s estru ctu rales y sup erestru ctu rales, co m o en la creación y m a n ten ció n d e las n u evas form as d e p ro d u cció n y d e o rgan ización v in c u la d o s a los intereses d e to d o s lo s trab ajad ores. C o m p r en d e la e lecció n , ta n to d e lo s m ed io s para satisfacer las n ecesid a d es d e l p u e b lo , co m o ta m b ién d e los fin es q u e le d an a su vid a tina e x iste n c ia d e lib erta d . Esta g estió n así co n ce b id a , in c id e e v id e n te m e n te en la m o d ific a ció n d e situ a cio n es o b je tiv a s y su b jetivas, q u e c o n fig u ra n u n a ca p a cita ció n q u e lleva a la su p era ció n d e c o n tra d ic cio n es d e u n a to ta lid a d en d is tin to s p la n e s tales co m o : la id eo ló g ico , social, p o lític o , ec o n ó m ic o , técn ico , en ­ tre otros. E ste tip o d e c a p a cita ció n se d is tin g u e p or un lad o, d e l a d iestra m ien to q u e form a h á b ito s m ecá n ico s q u e d es­ tru yen el e sp íritu cr ític o d e l h o m b re y p or o tro, d e en tre­ n a m ie n to d e m in o ría s p riv ileg ia d a s (líd e r e s ) , q u e p erm a­ n ecen aisla d os d e sus liases, el p u e b lo m ism o. L a m o v iliza c ió n p o p u la r , sig n ific a p rod u cir u n m o v im ie n to m asivo, fren te a u na m o tiv a c ió n con creta, q u e sirve d e m e d io al p u e b lo para tom ar co n cien cia d e su p o d e r d e c o n ju n to en su p roceso d e lib e ra ció n . C o n stitu y e un tip o d e p a rtic ip a ció n q u e p u e d e llev a r y / o ser co n secu en cia d e la p o litiz a c ió n . P o litiza c ió n , e s u n p roceso a través d e l cu a l el p u e ­ b lo o rien ta a l p o d e r y p articip a real y co n sc ie n te m e n te en él. E sta re a liza c ió n se o b tie n e en su to ta lid a d a través d e u n a trascen d en cia d e lo s lim ite s d e p o d e r y o b jetiv a c ió n d e u n a n u ev a so cied a d en lo cu ltu ra ], ec o n ó m ico , id e o ló g ic o y p o lític o -ju r íd ic o en la socied ad . C o n c ir n tiz a c ió n , es u n p roceso m e d ia n te el cu a l el h o m b re m ira el m u n d o o b je tiv a m e n te , lo ad m ira, d á n d o se cu en ta d e la s situ a cio n es lím ite s y p royectan d o n u e v a s situ a ­ c io n e s en las c u a le s c o m p ro m ete su acción p erson al ju n to a

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o tros. E sto 1c p erm ite o b je tiv a r u n a cu ltu ra y u n a sociedad cada vez m ás a u tó n o m a en la q u e se h ace su jeto . P a r tic ip a c ió n , s ig n ific a q u e el h o m b re p u ed a ser s u je to a u to d c te r m in a n te , actor y cread or d e sí m ism o, d e su m u n d o , d e su a cc ió n , d e la p ra x is liberad ora. Es u n p roceso to ta l q u e im p lica to d o s los n iv e le s, asp ectos d e la vid a h u ­ m ana y to d os lo s hom brea. E ste p roceso n a ce d e las bases, para llegar a la cu m ­ bre y n o v ie n e im p u esto d esd e arriba. L o s o b jetiv o s, su c in ta m e n te d escritos, son en u m era ­ tiv o s n o ta x a tiv o s, n i sucesivos, e x istie n d o en la p rá x is segú n las estra teg ias y tácticas d e la tran sform ación , las co n d icio n e s co n creta s y lo s p ro ce d im ien to s técn icos.
1.2.2. C a m p o dk A c c ió n

U n ca m p o d e acción es u n a form a d e a p ro x im a c ió n a la rea lid ad . La d in a m id d a d d e ésta h ace q u e e l C a m p o d e A cció n d ep en d a d e la situ a ció n h istórica y d e la coyu n tu ra so cia l. En este trabajo, p reten d em o s so la m en te h acer u na prim era a p ro x im a c ió n teórica, basada en ex p er ien cia s ya sea d irectas o in d ire cta s sobre esta m ateria. E stam os co n scien tes ^ Ijue sedo a través d e u n a p ra x is p odrá re a lm en te en riq u ecerse, m o d ifica rse, reform u larse o criticarse este p la n ea m ie n to , q u e es so la m e n te u n p u n to d e p artid a. A p artir d e u n a n á lisis d e lo co n cr eto real, se p u e ­ d en id en tifica r estra tég ica m en te sectores activ o s y p rotagó- 1 n ic o s d e una d eterm in a d a form ación social. En g en er a l el ca m p o d e a cc ió n para e l T r a b a jo S o cia l s ó lo p u e d e ser la to ta lid a d con creta d el h o m b re d e h oy. en su co tid ia n e id a d , para p o d e r p a rtic ip a r con e llo s en la co n cr eció n d e u n p royecto d e lib e ra ció n . Por esto lo s cam p os d e acción d el T r a b a jo S ocial están fu n d a m e n ta lm e n te rela cio n a d o s, fo n n a n un tod o; n o p u e d e n ser a islad os, p u es se trata d e la creación d el h om b re m ism o, q u e im p lica m o v im ie n to , acción y re flex ió n . É l p roceso d e la lib eración d el h om b re en la re a li­ d ad. lo gesta la clase trab ajad ora, p or ser la m ayoría, q ue sufre d ire cta m en te las con secu en cia s d e la c o n d ició n d e d o ­ m in a ció n q u e gen era la d ep en d e n c ia . Se e n tie n d e co m o clase trab ajad ora, en una prim era

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aproxim ación, a todos aquellos que están en situación m ar­ ginada ile la propiedad, de los ingresos, de la educación, de los consumos, de los servicios, y de las decisiones. T am bién pertenecen a este grupo aquellos que lu d ían activam ente por los intereses de la dase trabajadora. Esta gran mayoría, que tendría la fuerza potencial capaz de gestar un cam bio revolucionario, necesita tener la posibilidad de acceso a una educación y a un dom inio ins­ trum ental objetivo y científico que perm ita la acción de transform ación de la sociedad, deslíe su propia realidad. A la luz de esta prim era opción general, y de acuer­ do a la coyuntura histórica que nos presenta el m om ento actual, surge un criterio de campos de acción más específico. El desarrollo nacional puede ser enfrentado desde dos prospectivas diferentes, pero com plem entarias y simul­ táneas. La prim era perspectiva es aquella que considera la acción directa con aquellos sectores que tendrán el papel de protagonistas y un rol histórico en e1 proceso «le cambios estructurales del país y la segunda perspectiva considera la concreción de nuevos valores en el contexto de una revo­ lución cultural. La realidad nacional dependiente y sus contradic­ ciones exigen un cam bio estructural, radical, global y rápido. Es p o r eso que el cam po de acción del T ra b ajo Sorial se ubica en aquellos grupos que tendrán el papel de protago­ nistas en el proceso de liberación nacional, en el plano de la infra y superestructura social. Dentro de la prim era perspectiva se pueden distin­ guir Í5 grupos populares diferenciados por s u s características socioeconómicas. Las características propias del prime» núcleo son: las de un grupo perteneciente al polo dinám ico de la eco­ nomía en el sector industrial o de servidos, con tecnología desarrollada y con un co n tad o más estrecho con el grupo dom inante, situación que les perm itiría percibir más direc­ tam ente la condición de dependencia y dom inación. •Sus integrantes son obreros con un <ierto nivel de educación. El trabajo para ellos, constituye su principal preocupación. Son obreros especializados, con alguna his­ toria v conciencia sindical. 38

Este grupo constituye una f u m a de poder conside­ rable dentro del ám bito nacional. Juegan un papel decisivo en la producción y p o r lo tanto, en el plano de la estructura económica. Por las características mencionadas, a este grupo le correspondería ser la vanguardia del Sector P opular. Sin em bargo existe un bajo nivel de conciencia de solidaridad y responsabilidad de la situación obrera nacional, salvo algu­ nos dirigentes. El trabajo con este setior laboral se haría funda­ m entalm ente a través de las organizaciones sindicales, servi­ cios de previsión social, empresas de nuevos tipos que se están gestando. El segundo grupo lo constituye aquel contingente obrero que se ubica en el polo m arginal de la Economía. Está form ado por un pequeño grupo absorbido por el m er­ cado de trabajo en el sectot prim itivo de la economía y un g ru p o cada vez mayor de m ano de obra sobrante. Los inte­ grantes de este polo se caracterizan por no icner preparación técnica, tener bajos ingresos, inestabilidad en el trabajo, ocupación en pequeños servicios y no tiene rela<ión directa con el polo dom inante5 * . . En sus luchas laborales, pareciera que se interesan principalm ente po) lo reivindicativo y por toda la proble­ m ática que surge del consumo. El I ¡abajador Social dentro de este grujió debe redefinir su acción. Acción que tm licionalm cnte no ha tenido ninguna proyección y cuestionan!iento de la situación social global. La realidad de este polo prim itivo \ m arginal de la economía implica trabajar en la perspectiva de lo pobladonal, puesto que la población es el lugar donde se puede aglutinar este grupo como una fuer/a social. La linea de acción surge fundam entalm ente de las necesidades reales, sentidas por los obreros de la población pero orientada hacia un en loque totalizante de la gran pro­ blemática sodal y su situación. La tarea del trabajo Social fundam entalm ente se centraría en torno a los pobladores reunidos y no individualm ente. En algunos casos significará
•Cfr. Vi'skovic:, Pkdko. D istribución del Ingresa y Opciones del Deuttrullo. Santiago, c e r e n 3. 1970. i

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fortalecer y prom over las organizaciones existentes y en ouos, cuestionará a las organizaciones, cuando éstas no res­ pondan a los intereses reales de los pobladores. Existe un tercer núcleo que ha sido denom inado “ lum pen proletariado” q u e estarla formado por trabajado­ res que h an quedado fuera del sistema de producción. Las características básicas de este grupo podrían re­ sumirse así: No participan en el trabajo productivo, su explota­ ción no es tan evidente, es más indirecta. N o guardan n ingún tipo de lealtad para la clase obrera, puesto que no se sienten participes de la vida de los trabajadores urbanos, ni de los campesinos. Lo que trac como consecuencia que se puede esperar distintos tipos de conciencia, condicionada p o r su m edio de existencia. Se encuentran en el nivel más bajo de la estratifi­ cación en poblaciones periféricas. Las relaciones de este grupo con otras clases no se da tanto a nivel "ocupacional” sino "territo rial''. En ellos juega sobre todo, la variable “conciencia de estratificación” en la población, más que en las relaciones de trabajo*. Por las condiciones que se señalaron anteriorm ente, este grupo puede ser m anipulado fácilmente por diversos tipos de activistas. La tarea del T ra b a jo Social en este sector, sería des­ pertar la conciencia para que ellos puedan distinguir crítica­ m ente, aquellas influencias externas que correspondan a los intereses reales de los dom inados, y puedan rechazar las otras. Paralelam ente, a esto, se hace indispensable una capacitación técnica y social que habilite la participación responsable de estas personas en el proceso de producción y en la construcción de una nueva sociedad. Fundam entalm ente lo expuesto dice relación a los grupos populares urbanos. G rupos que están afectados directam ente por las relaciones sociales de producción, pro­ pias de la industrialización dependiente, ya sea porque están incluidos en estas relaciones o m arginados de ellas. Al hacer una prim era aproxim ación al sector rural, conviene

’V Á N D K iw au T E R K N , I'R anz. Algunas Investigaciones sobre la Margitmliilnii cu Chile, eme.

destacar que ocupa ti 24,4% del total de la fuerza de tra­ bajo ocupada en el país. En el sector rural las relaciones de producción se han desarrollado tradicionalm em e de m odo diferente que en el urbano. l^a estructura social agraria os compleja tanto por la cantidad de estratos en que es susceptible de descompo­ nerse, como por la m ultiplicidad de funciones que puede cum plir el campesino. Los diferentes caracteres que adquiere la fuerza de trabajo ru ral están condicionados por el tipo particular de relaciones sociales de producción, a la cual se adscriben. Está surgiendo una nueva categoría dom inante en el agro, la del trabajador asalariado, que expresa la homogen i/ación de esta clase. Se puede distinguir varios tipos de asalariados, con un rasgo común que es la relación contrac­ tual “obrero-patronal". Debe notarse que este asalariado tiene ciertas ca­ racterísticas que no lo diferencian tajantem ente del inqui­ lino. T ien e una rem uneración parcial en dinero y escapa a toda otra dependencia extraña al trabajo. N o ha alcanzado un alto índice de participación en las organizaciones grd»diales o políticas, tiene menos conciencia de grupo que otros sectores del agro y su acción tiene relativa significación en las organizaciones sindicales. En cambio, los inquilinos reciben la rem uneración de su trabajo: se entrega en especies, regalías y una ínfim a parte en dinero; la relación con el patrón se da en un marco filial paternalista y se caracterizan por tener una participa­ ción en organizaciones gremiales o políticas, tiene conciencia de grupo y su acción tiene significación en organizaciones sindicales. Los inquilinos representan el 8,4% de la pobla­ ción activa agrícola estando en un proceso de dism inución. Existen tam bién en el agro otros sectores cuya p rin ­ cipal característica es la de ser una población flotante no vinculada a una unidad productiva. T am bién están form a­ dos p o r trabajadores provenientes de los centros poblados o pequeños propietarios y se denom ina afuerinos y volun­ tarios. El afuerino es un trabajador sin acceso a la tierra,

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combina su actividad con otros rubros y tiene, en general, relaciones inestables en el trabajo. El voluntario, en cambio, es más estable que el afuerino, no tiene acceso en principio a las regalías. Es le tipo de trabajador es absorbido por la empresa patronal de aquellos trabajadores con los cuales el inquilino explotaba su regalía. Zcmelman señala "que en la situación objetiva del campesino se contienen las condiciones objetivas para que pueda, indistintam ente, evolucionar hacia una posición de acomodación d en tro del orden establecido ('tomo sería el caso de los trabajadores con relaciones estables) ; o, hacia una posición de abierto cuest ionam iento (como podría ser el caso de los trabajadores inestables) Pareciera que las capas campesinas más dinám icas en la transform ación de estructuras serán los sectores flotan­ tes; más aún se pueden m ostrar en acciones conjuntas con los sectores |>opnlares urbanos4. La industrialización acelera el proceso de urbaniza­ ción, que más allá del crecim ienio de las ciudades significa una reform ulación de las relaciones sociales en toda la sociedad, inclusive en el sector agrario. Iíecho que se tra­ duce en un quiebre de la condición propia del campesino, con diversos grados de intensidad en diferentes lúea res. Al T ra b ajo Social le corresponderá ubicarse dentro de esta perspectiva, en aquellos focos más siimifir3fi'ros para la realización del proceso de educación social v movilización. Entiéndese por éste el autom ovim irnto míe propicia la libe­ ración del campesino y la concientización d'* sus propias contradicciones. En cuanto a la segunda perspectiva d ” concreción de nuevos valores n i el contexto de una revolución cultural, se plantea al T ra b a jo Social una tarea Mmuhán'vi v com ple­ m entaria a la perspectiva anteriorm ente d ilu v ia d a . T area que consistiría en la educación social del nuevo hom bre, crítico, solidario, creador y cogestor de la estructura social. En una sociedad capitalista los valores dom inantes
‘Zkmf.i.van. I-Juco, Factores determ inantes rn el su rgim iento de una d ase campesina, cf.ren N« 1, m a n o 1971, p. 9f¡, 97, 98, Santiago.

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se basan en la propiedad privada y concentración del podrí, generando principalm ente el individualism o, la c o m p n m d a . la ganancia, el m ito del éxito individual, el consunio artificial. La creación de una nueva sociedad im plica cam biar la estructura económica, tactor indispensable a la desalié* unción del hom bre, pero im plica tam bién un trabajo a nivel superestructura!. a) Desmi ti ficando y descodil ¡cando los valores im ­ puestos por la estructura económica y cultural de dom ina­ ción; b) R edescubriendo y concretando valores cjne se generen en la lucha de liberación. Valores como la solida­ ridad. responsabilidad social, lealtad de dase, espíritu de trabajo, creatividad y otros, y c) Nuevas relaciones sociales que se traduzcan en diálogos, participación según sus posibilidades, reconoci­ m iento, y no en dom inación y competencia. Existen para los hom bres de hoy, una tarea muy ardua: la negación crítica de todos los "antivalores” de , .nuestra sociedad capitalista y la búsqueda racional y crea­ tiva de aquellos valores que impulsen la transform ación de la vida hum ana. Creemos que esto no es fácil para nadie, y que sólo la praxis en distintos ám bitos puede ir conducien­ do al descubrim iento y gestación de una cultura dinám ica, hecha por hom bres más libres. Un desafío im portante, dentro de muchos otros, que la nueva sociedad deberá enfrentar es la socialización cíe las nuevas generaciones. De la forma como lo haga de­ penderá en parte el fu turo de la sociedad. Rechazando toda socialización dom esticadora, pro­ ponemos una socialización que sea un proceso biológico antropológico, sociológico y psíquico de incorporación critica a u n a cu ltura para su recreación dentro del ám bito de la acción social. D entro de cada sociedad se reconocen determ inados canales de socialización. En nuestra actual estructura social actúan como agentes social ¡¿adores del niño, en prim er lugar la familia, luego las guarderías, parvularios, escuelas, ám bito 43

social (vecindario, población, ciudad) medios de com uni­ cación, ele. Para esta tarea se hace necesario tener acceso a todo tipo de organizaciones que socialicen al joven, al hom bre, al niño. T ales como la familia, la com unidad escolar, los me* dios de comunicación de masas, los ceñiros juveniles y otros. Además de las dos perspectivas anteriores, es im­ p ortan te considerar la política social y el T ra b ajo Social. Política social im plica todo aquello que dice rela­ ción a la legislación social, organización de servicios y el arbitraje de recursos y medios para satisfacer las necesidades de los hombres en una sociedad. En el m om ento actual, el T ra b ajo Social necesita ubicarse criticam ente en las políticas sociales gubernam en­ tales a nivel de fam ilia, vivienda, educación, trabajo, salud y otras. T am bién le correspondería participar creativam ente en la proyección de nuevas políticas sociales, dentro del pro­ yecto histórico chileno, a parí ir de los problem as e intereses concretos de los trabajadores. En esta aproxim ación a] tema Cam pos de Acción, no se ha pretendido agotar las posibilidades de acción del* T ra b ajo Social. Se m encionan algunas n»e se consideran las más im portantes. Es un punto de partida, para que en la práctica teórica se vaya m odificando y perfeccionando. 1.2.3.
M
e t o d o l o g ía i> u

.

T r a b a jo

S o c ia t .

Como se ha planteado anteriorm ente, la p r a v i s de la liberación configura el objetivo central dH Ti »bajo So­ cial, en H realidad concreta de cada formación «ocial. En la praxis del quehacer social hav dos posturas fundam entales qti- se traducen en dos posibles tipos de ac­ ción: la acción dom inadora y la acción l'b r 'd o r i. La acción dom inadora tiene por obi^m h m anipu­ lación del hom bre y busca el provecho, el nod r v la seguri­ dad general rH dom inador. En este tino d'- acción se esta­ blece una relación vertical entre educador v educando, teniendo como consecuencia la deshum anización, la invasión cultural, la alienación. La postura liberadora, en cambio, tiene por objetivo la transform ación de la realidad histórica y del hom bre, por

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ios mismos hombres. E ducador y educando, se vuelven suje­ tos fie la acción, m ediatizados por el m undo com ún. Los sujetos-actores y los actores sujetos se inieractúan m ediatizados por la realidad y por una instrum entaIi/ación sugerida por ella misma.
1 .2 . 3 . 1 . La A c c ió n

D

o m in a d o r a

La M etodología suele ser definida como una serie de etapas sistematizadas en función de un objetivo predeter­ m inado. Esta definición, en el contexto positivista, se carac­ teriza entre otras por ser atom ista, naturalista, funrionalista y mecánica. U na consecuencia del atom ismo es la separación entre sujeto y objeto en las Ciencias Sociales, considerando los “hechos” sociales como cosas, lo que im plica tam bién una consideración n atu ralista de los fenómenos. Este plantea­ m iento naturalista supone una visión de los hechos sociales como si fueran independientes unos de otros. El sujeto que conoce está desvinculado de lo que conoce, dicotom izando racionalidad y realidad, quedando el prim ero pasivo frente a los hechos. Según esta concepciónla ciencia sería una reproducción mimética de los hechos. El positivismo tiene relación con el funcionalismo, no sólo por las razones anteriores, sino tam bién porque con­ sidera la sociedad arm ónicam ente, quedando fines v medios como un cum plim iento de una fu n d ó n sodálm ente deter­ m inada p or el “statu q u o ”, "negando así el nexo entre el plano de los valores y el plano del análisis funcional"5. El aspecto mecánico de la postura positivista signi­ fica, que con la m odificadón de una parte se puede ir trans­ form ando el todo, en la forma de acción v r^ c rió n . Este planteam iento red u jo Iris distintas formas, cine históricam en­ te se vienen desarrollando en el ám bito d ” ln rie n d a a un esquema de descripción e interpretación. Ellos supone uha descripdón y luego una explicación lineal se«rún 1 .1 cual un lincho es cansa de otro distinto, considerando ambas* varia­ bles focalísticamente. Uno de los problem as fundam entales d" lo que
MIinkei-Ammeht, Framz. Ideología del Desarrollo v Dialéctica de la H istoria, Santiago, Ediciones N ueva U niversidad, 1970, p. 169.

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hasta ahora se ha conocido como Servido Social, es el con­ finam iento de su acción o procedim iento aislados, parciales y fraccionarios, conocidos como Caso, G rupo y Com unidad. En ellos se encuentran mezclados técnicas diversas, tales como entrevistas, encuestas, discusión en grupos, etc., sin que aparezca explicitado su pu n to de origen, su intenciona­ lidad y su meta. Situación sim ilar caracterizó la profesión de Educación Fam iliar, al abordar focalístic ám ente la proble­ m ática de la familia. Lo más característico, en ambos casos, es la ausencia de método, la indefinición teórica y el aisla­ m iento e incapacidad de com prender los procesos que con.v tituyen Ja totalidad. 1.2.5.2. L \ \ cción L iberadora 1.2.’ 3 .2.1. /'nudom entación M rtodológirtt U na fundam entación que ofrezca coherencia y soli­ dez para el T ra b ajo Social que ahora se proyecta, está aqui ubicada d en tro de la dialéctica de la historia y ele su teoría del conocim iento. De aqui que el pu n to de partida para quien aspire a realizar u n quehacer profesional así plan­ teado sea la inmersión dialéctica en la realidad concreta. U na nueva postura metodológica frente a la praxis de la liberación, tiene que superar el positivismo en sus as­ pectos empíricos o idealistas por un enfoque de totalidades, histórico y crítico. Este m ovim iento metodológico de práctica del pen­ sam iento se ubica en una totalidad que implica, "un movi­ m iento en el que cada comienzo es abstracto y cuya dialéctica consiste en la superación de esta abstracción. Dicho ascenso, es pues, en general, un m ovim iento de la parte al todo y del todo a la parte, del fenómeno a la esencia v de la esencia al fenómeno, de la totalidad a la contradicción y de la contra­ dicción a la totalidad, del sujeto al objeto y del objeto al sujeto'’0. La totalidad se manifiesta de una m anera “fecha­ d a” . según las condiciones y contradicciones específicas de cada conyuntura o formación hisiórica-social.
“Kosik, K ari i . Dialéctica de lo Concrcto. M éxico, G rijaldo, I9fi7, p. 19.

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Según este enfoque, el hom bre y la sociedad son sujetos y objetos de liberación. Los hechos sociales son cons­ truidos e históricos, son hechos hum anos en los cuales los sujetos se objetivan y los objetos se subjelivan. El pu n to de partida para iniciar una praxis de li­ beración puede ser cualquiera, como lo fenoménico, lo uni­ lateral, lo pobre, lo aparente; hasta llegar a descubrir lo esencial, lo m ultilateral, lo rico, lo que d a unidad a esas diversas facetas del todo. Es asi como aparecen com binados en el proceso los aspectos sensibles y racional del conoci­ miento. En el proceso metodológico de una praxis liberado­ ra el conocim iento sensible es superado por el inteligible, el nivel de la seudoconcreción por el de la concreción real, a nivel abstracto. A este m undo sensible pertenecen los fenómenos externos, la praxis íatichizada, las representaciones com u­ nes, las relaciones inm ediatas, las sensaciones y demás expe­ riencias de los sentidos. Las reales necesidades de la clase trabajadora, consi­ deradas de una m anera sensible y seudoconrreta son con­ fundidas con las exigencias o necesidades de consumo social­ m ente introyectadas. Por ende, se puede hablar de un conocim iento enajenado, de hombres enhenados que se "pierdan" a si mismos en su vida cotidiana. Estas no son n pcp<jír1'*rles ais­ ladam ente biológicas, culturales, sociales, sino históricam en­ te hum anas. Esta m archa del sensible al racional v d'-l racional al concreto, se da en Ja praxis, en un m ovim iento de in­ vestigación y exposición perm anente, rn que la realidad es explicada no p or algo ajeno a ella, sino por su m ovim ien­ to mismo, en el desdoblam iento de sus fases concretas. La etapa racional no se agota en sf misma, sino que está en función de la práctica transform adora, no consis­ tiendo en un m ovim iento de ideas “en una lógica", sino en la puesta en marcha del concreto pensado. Esta etapa de la praxis reproduce el concreto en su m ovim iento más general, destruyendo la concepción caótica d i m undo, llegando al todo estructurado en sus m últiples relaciones. 47

Las prácticas espontáneas fundam entalm ente im pli­ can un conocim iento sensible. Las prácticas racionales im plican fundam entalm ente un conocim iento racional, am ­ bas en un m ovim iento perm anente de espontaneidad y ra­ cionalidad. El pasaje, por ejem plo, de la "clase en sí” en "clase para sí” plantea la necesidad de superación del co­ nocim iento sensible p o r el racional referente a la clase. La acción social im plica teoría y práctica. Es la práctica el punto donde se verifican las teorías y tam bién es ella pum o de partida para llegar a la teoriza­ ción. La teoría científica no es cenada, sino perm eable al cambio en contacto con la práctica, por la experiencia científica. Las teorías nacen de la práctica, caracterizándose justam ente por expresar la práctica en un lenguaje abstracto y universal. Las teorías científicas tienen un carácter heurístico y sistematizador en el desarrollo del conocimiento. Su carác­ ter de heurístico lleva a una constante invención y creación de nuevos conocimientos, y en cuanto a sistematizador, per­ m ite la ordenación de un conjunto de prácticas, hechos, ideas, leyes y generalizaciones. Sedo en esta relación entre teoría y práctica es posi­ ble determ inar lo verdadero y lo falso v no estableciendo conexiones entre hechos aislados. La práctica científica es la superación de prácticas sensibles c ingenuas. Para poder caracterizar m ejor esta práctica teórica hay mío distinguirla de un otro tipo de práctica: la práctica-práctica. La práctica-práctica com prende una actividad ins­ trum ental de m ediación entre el hom bre y el m undo, que no se critica a sí misma, repitiéndose en base a las lim ita­ ciones de la pura experiencia. C ierto tipo de tecnología está ubicada en este campo, como tam bién el quehacer social profesional tradicional. Este últim o quedó mucho tiem po en la aplicación de técnicas del caso, grupo y com unidad en un nivel activista y pragmático. La práctica-teórica, en cambio, exige la reflexión crítica en la acción, que la ordena para superar los distintos momentos que se plantean. La teoría es un nivel m ucho más general que abar­ 48

ca un conjunto global de hechos y pensamientos, con tina concepción del m undo, de la sociedad y del hombre. La teoría se vuelve crítica cuando poseyendo una coherencia dialéctica interna se pone en perm anente com u­ nicación, con la práctica y la historia. Esta profunda rela­ ción con la historia la pone al servicio de la búsqueda perm anente de la transform ación de los hom bres y de la sociedad. Esta teoría implica tam bién la dialéctica del co­ nocim iento sensible y racional. La reflexión y la acción son inseparables en este m ovim iento crítico. En este sentido se relacionan la teoría y la práctica. Sin teoría no hay acción científica, sin práctica no hay teoría. La liberación es una constante superación de con­ tradicciones, por ende, un m étodo que se quiere definir como liberador necesita p a rtir de las contradicciones fecha­ das. abriéndose en una espiral de perm anente superación. Los m om entos de la superación dependen de la to­ talidad donde se ubica. T o talid ad que involucra un cons­ tante rédim ensionam iento y transform ación. Por ejem plo: la dialéctica entre el local y el nacional, entre este últim o y el internacional. La superación se hace en la conciencia y en la rea­ lidad al mismo tiem po, no en un nivel abstracto, sino en el concreto. Hay un m ovim iento de superación entre lo concre­ to y lo abstracto, lo particular y lo universal, la opresión y la liberación, la espontaneidad y la organización, el subje­ tivismo y el conocim iento objetivo y otras contradicciones particulares. Es necesario en este proceso estar alerta para des­ cubrir en la realidad la relación entré las contradicciones particulares o secundarias y aquella fundam ental que se conoce como contradicción principal. El desarrollo interno de la realidad es contradictorio, uno y diverso, por ende un procedim iento técnico sólo puede aproxim arse a ella si toma eir cuenta est^s contradicciones que perm iten com prender su dinamismo. El m étodo de la acción liberadora implica análisis y síntesis, generalización y particulam aciórt, diacronía y

sincronía, cuyas formas son planteadas por las exigencias de la praxis. Los fenómenos individuales o particulares contienen el universal o el general. El particular como lo más sencillo, lo más simple, lo ordinario, se opone en la misma realidad al más general, más rico, más com plejo en una unidad de contrarios. En la dialéctica de la liberación se configura tam ­ bién un m ovim iento de negación y proyección. Al mismo tiem po se niega y .se proyecta. Se niega la opresión y se proyecta la liberación. Se niega lo viejo y se proyecta lo nuevo, en la relación sujeto-objeto. Siendo nuestra sociedad una sociedad de dom ina­ ción, está constantem ente negando a los hombres dom inados su realización histórica. La negación de este tipo de dom i­ nación implica una nueva síntesis. Esta negatividad es a la vez positividad en relación a hom bres nuevos y una nueva sociedad aún no existente, que empieza a surgir dentro de la antigua sociedad. Las consideraciones metodológicas anteriorm ente expuestas sólo tienen sentido ubicadas en el proceso histó­ rico concreto de cada realidad. La historización o tem poralización perm ite una integración de conocimientos en función y a partir de las exgencias de la realidad histórica, y una criticidad perm a­ nente de las acciones en ejecución. L2.3.2.2. Estructura y Proceso M etodológico. La m etodología com prende u n proceso y una estruc­ tura. Como proceso es un m ovim iento q u e no se agota o detiene en u n solo m om ento, sino que posee una dinamicidad histórica. Como estructura exige una ordenación en térm inos de teoría y m ediación que perm ita sistematizar y ad u a r. Hay una perm anente dialéctica entre génesis y es­ tructura. T a n to como proceso, que como estructura la m eto­ dología se realiza por aproxim aciones sucesivas. La aproxi­ mación sucesiva por ser relativa y constante caracteriza el 50

proceso mismo ele conocim iento y acción científicos. L:i in­ teracción sujeto-objeto se hace perm anentem ente enrique redora porque cada aproxim ación revela aspectos nuevos y a su vez dem anda nuevas acciones transformadoras. Las aproxim aciones que aquí se proponen son es­ quem as provisorios teóricos, que resultan de distintas expe­ riencias de terreno, y cuyo replantea m iento es una tarea perm anente de la práctica profesional. La transform ación social, la liberación no es un proceso mecánico de acción y reacción frente a determ inados estímtdos. lis un proceso de producción de una nueva socie­ dad y de un nuevo hombre, superando las situaciones exis­ tentes en las relaciones sociales. El T ra b ajo Social no sólo tiene que rep lan tear toda la elaboración técnica ya utilizada, sino además crear nue­ vos instrum entos de acercam iento a la realidad en su cono­ cim iento y acción. No se trata de un proceso de m oderni­ zación sino básicam ente de dar un contenido liberador a los procedim ientos técnicos. Estos procedim ientos se relacionan con el m étodo científico general en la dialéctica de la ciencia y de la técnica, de tal m odo epte una dénm ele de la otra. El criterio más general para elegir una trc n ira .d e ' ■una m anera racional y sistemática es uu** cada procedim iento sólo puede salir del conjunto, esto es de la realidad misma. Es la realidad la míe señala o exfae un conúm to de procedim ientos para ser enfrentada como unidad total, pero dialécticam ente conform ando imid.'»di"s en ti diversidad y diversidades en la unidad. R$ asi como so im nide one la me­ todología se convierta en una sum am ria d<° técnim s aisla­ das o en conjunto de recetas para m aninular la realidad. Las técnicas pueden ser m últiples v variadas, apro­ vechando las va experim entadas o cn*ándo>:e rn rl proceso otras nuevas. La flexibilidad en la aplicación debe garan­ tizar el desarrollo de la iniciativa del mtpblo mismo. En todo el proceso se exise ’ I autocontrol ríe los sujetos actores por una constante c t> tic-* v r>»t*'vW«in. T os procedim ientos de estructuración salen dH trabajo práctico, y los sujetos-actores ron los actores-sujetos v*n rreando V proponiendo procedim ientos dentro d" un criterio de eco­ nom ía y flexibilidad frente a la realidad. 51

La estructura M etodológica. De acuerdo con la fundam entación ya expuesta se considera como puntos básicos de la estructura metodológica del T ra b ajo Social lo siguiente: 1. Los valores, en una Teoría Crítica. 2. Condiciones, medios, actividades, fines. El plano de la acción concreta se relaciona con el plano de los valores de una m anera crítica. A nteriorm ente quedó caracterizada la teoría crítica como un marco con­ ceptual coherentem ente dialéctico e histórico. La “operacionalidad” im plica más concretam ente un sistema de valo­ res que se producen y una estructura donde se relacionan los medios, fines, actividades y condiciones. La com binación de estos elem entos en la realidad concreta hum ana, en la cotidianeidad de las relaciones so­ ciales y en la temporaneidael de la praxis configura una metodología general que tiene distintas estrategias y tácticas. La estrategia plantea los objetivos más generales, m ientras que las tácticas los más específicos, con las respectivas ope­ raciones. Esto no tiene rigidez, pues la estrategia se puede volver una táctica y la táctica una estrategia. El m étodo se ubica en el desarrollo mismo de la realidad, es una forma de acceso a un determ inado contenido, es un orden elaborado por el pensam iento abstracto del mo­ vim iento interno y concreto de la realidad. Los valores. En este proceso es necesario la prefiguración de nuevas relaciones sociales en la superación de las rela­ ciones existentes. Ello im plica la creación de nuevos valores en las relaciones sociales, según el desarrollo de las fuerzas productivas, de la ciencia y de la técnica, de la sociedad en general. Hacer corresponder las relaciones sociales a las exigencias y valores de la realidad histórica exige una pues­ ta en marcha de un m ovim iento de transform ación. Los valores que surgen en el proceso histórico son '‘inventados" por los hom bres en sus relaciones sociales. Este proceso exige que se replanteen distintos enfo­ ques sobre los valores en las ciencias sociales. 52

Asi esto lleva a la necesidad de reenfocar el con­ cepto mismo de ciencias sociales como sistematización de hechos, cam biándose tam bién el sentido de leyes como puras generalizaciones. El m undo objetivo es apariencia y esencia. La cien­ cia busca las relaciones esenciales que se dan en la realidad concreta, por el pensam iento abstracto, en la superación perm anente de la apariencia, en un lenguaje objetivo exi­ do por el desarrollo histórico de la ciencia misma. Por ser histórico no se reduce a un conjunto de fórmulas «tem po­ rales o puram ente convencionales. Sólo así llega a lo que es más general, con carácter de reiterabilidad y regularidad, o sea, la unidad en la diversidad. La referencia al problem a de la m etodología y de los valores nos pone frente a la cuestión de la "neutralidad" científica. Como ya se ha señalado m ucho, en el ám bito científico se supone una “neutralidad" ética en la construc­ ción de la ciencia, esto es la idoneidad m oral del cientista en su trabajo. En la relación a la “neutralidad" axiológica, el he­ cho mismo de definirse por una neutralidad es abandonar la neutralidad, es o ptar por algunos valores existentes cjn .la sociedad misma. En este contexto los fenómenos no son independientes del sujeto, y el cientista hace parte de un contexto. La acción de este últim o es una acción histórica­ m ente ubicada y ubicable. En toda praxis está im plícito o explícito un compromiso que si no es dado explícitam ente por el cientista, lo es p or la sociedad a quien sirve. La cien­ cia y la técnica han servido a la dom inación y a la opresión como a la liberación y a la independencia. La transform a­ ción de la sociedad y del hom bre en una sociedad y en un hom bre nuevo im plican un redim ensionam iento com prom e­ tido de la ciencia y de la técnica en esta construcción. Condiciones, medios, actividades, fines. El planteam ien­ to de las condiciones, medios, actividades, fines se sitúa en un contexto global de valores, de la teoría crítica, de la historia, de la metodología general. El m étodo en T ra b ajo Social significa el desarrollo de los nexos interiores de la realidad en su conexión, nec.e53

sidades y contradicciones, colaborándose en la dinám ica interna de los movimientos sociales globales y parciales. Es­ tas son las condiciones concretam ente contradictorias del desarrollo de la acción. La relación medio-fin no puede desconocer el con­ tenido real de la acción, el origen de los lines, que en reali­ dad pueden volverse medios para oíros fines, quedando los fines como medios y los medios como fines. En la praxis se transform a un objeto determ inado ron una.actividad, con medios de trabajo en función de un lin predeterm inado. Lo que distingue el trabajo hum ano de la actividad anim al es, entre otros aspectos, la previsión del fin. Por ejem plo, en la economía: la transform ación tie­ ne por objetivo elaborar un producto, un valor de uso o cambio en el que el hom bre pone en marcha su fuerza, dinam iza la naturaleza, regula, controla. Su producto es tam bién objeto, m edio o condiciones para olios trabajos. l)n producto puede ser interm ediario para la producción ele otros. En esta producción el hom bre se apropia de las cosas para transform arlas, consum iendo en la producción, produ­ ciendo en el consumo, elaborando nuevos productos y pro­ duciéndose a sí mismo, en su vida m aterial y su conciencia del m undo, creando la cultura en la modificación del medio. E l Proceso M etodológico El m étodo se enriquece y modifica perm anentem en­ te en la m ediación con la realidad. Cada una de las aproxim aciones de este proceso son pasos dialécticos que asumen lo anterior y propician lo si­ guiente. De tal m anera que el conjunto ele ellas constituye una totalidad, una reflexión y acción (praxis) que se enca­ denan. Las aproxim aciones son estructuraciones histórico* genéticas. Sin pretender ofrecer un esquema, sino con la in­ tención de ilustrar tentativam ente la dinám ica del proceso metodológico, podemos señalar por m om entos fases de la praxis en la dialéctica histórica de superación de contra­ dicciones. En cada una de las tres aproxim aciones que presen­

tamos se señalan las características de la ineracción■ sujetoactor y actor-sujeto y algunos de los posibles instrum entos «le mediación.
A p r o x im a c io n e s
a

- b - c

A. L a totalidad concreta, en una prim era aproxi­ mación, se percibe principalm ente por lo fenoménico. La to­ talidad como conjunto de condiciones objetivas y subjetivas se constituye perm anentem ente en distintos niveles. El feno­ ménico es lo aparente, lo inm ediato, lo particular. H ay percepción cualitativa y cuantitativa de los problem as cotidianos vivenciales. Se trata de captar las con­ tradicciones propias de cada situación real y concreta. Se descubren las fuer/as aparentes que están en juego. Los sujetos-actores y los actores-sujetos buscan dar respuesta a los problemas, después de lograr una percepción objetiva de la significación real de la situación. Se gestan ac­ ciones de movilización, concientizaciÓTl, participación y, u organización. Los actores del proceso elaboran en común el preproyecto al codificar y descodificar las situaciones. Para ello se usan técnicas de recolección de datos, cuantificacjón, g ra­ tificación, de dinám ica de grupo, comunicación, audiovisua­ les, etc., Es interesante m encionar que en esta prim era apro­ xim ación ya se constituye una lucha crítica y transform adora, caracterizando el m om ento de mayor espontaneidad en la acción. Se realiza una prim era ubicación de las contradicio­ nes en la totalidad percibida y de la totalidad en relación a las contradicciones. ¡i. En una segunda aproxim ación se trata de supe­ rar lo puram ente fenoménico y llegar a lo esencial en el m o­ vim iento histórico de transformación. Los sujetos se movilizan, concien tizan, politizan y organizan en función de una relación que se descubre entre el proyecto propio y el proyecto nacional. Se discuten las políticas generales, surgen conflictos y se debate la proposición de objetivos estratégicos generales según el m ovimiento ele transform ación. Este proceso se estructura abstractam ente m ediante

técnicas de interpretación, análisis de conjunto, y de rela­ ciones en la totalidad. La acción puede m ediatizarse por técnicas de com unicación, de expresiones culturales popula­ res, de dinám ica de grupo, de organización de masas, etc. Se elabora un proyecto global de la totalidad con­ creta según los frentes que surjan, en la relación del p arti­ cular con el general. C. Según las contradicciones de la realidad y la praxis de los sujetos se van produciendo cambios en las rela­ ciones sociales de producción corno los hom bres mismos. Esto plantea nuevas contradicciones que exigen a su vez u n a supe­ ración. Pero son contradicciones de distinto orden que las prim eram ente encontradas. El proceso de lucha, crítica y transform ación se m anifiesta en acciones tácticas y estratégicas según el proyec­ to global de la clase obrera para lograr históricam ente la participación, la gestión, la planificación y la adm inistración de su destino p or los sujetos mismos del proceso. Las técnicas de operacionalizaclón estarán en fun­ ción de estos objetivos fundam entales, im plicando el dom inio de ellas por parte de los trabajadores sociales. Estas praxis plantea u n m om ento teórico y práctico de suma importanc ia, donde se reelabora la teoría y se llega a un nivel superior de práctica. Se puede sistematizar, por ejemplo, a través de evaluación, de la crítica y autocrítica, de la teorización sistemática, repletando una nueva prác­ tica en modelos provisorios científicos. Es im portante que el íentruaje en que expresan todas las sistematizaciones con­ juguen el rigor científico con comunicación popular. Esta sistematización perm ite "delim itar” v construir otras totalidades y nuevos “modelos” , al mismo tiem po que am plía la participación de las masas en círculos progresivos. I.as acciones del pueblo van adquiriendo un sentido histó­ rico congruente y una certeza racional. Al elaborar, en esta praxis, cada conjunto específico d'-l conocim iento hay que tener en cuenta los métodos y téc­ nicas propios de este conjunto o subconjunto, ubicándolos siempre en el contexto general aquí planteado.

5f>

2.

C U R R IC U L A I)E LA ESCUELA DE T R A B A JO SOCIAL

I u Escuela de T ra b a jo Social, en concordancia to n el objetivo general de la U niversidad, pre te n d e c o n trib u ir en la form ación de u n profesional, q u e estando realm ente com prom etido en la transform ación de la realidad nacional sea c ap a / de a d o p ta r elem entos científicos p a ra co n stru ir con el p u e b lo u n h o m b re y una sociedad q u e den respuesta a las exigencias de una a u té n tic a liberación h u m an a. Esta m eta recién propuesta exige una form ación académ ica com pleja, dinám ica, g rad u al y crítica, cen trad a por sucesivas acciones y reflexiones d e n tro de la R ealidad N acional. F rente a la p ro b lem ática central de la R ealidad N acional, es necesario tener un criterio teórico p a ra enfocar su análisis. El criterio seleccionador de tem as básicos generales surge del análisis histórico en el cual se destaca hoy el fenóm eno de la d ependencia y libración, al cual hem os a lu d id o cu el inform e sobre R ealidad N acional. En este contexto, son las contradicciones principales del fenóm eno de dependencia nacional los aspectos revelantes para dich o estu d io científico. Siendo el objetivo del T ra b a ja d o r Social p a rtic ip a r en la tran sfo rm a­ ción d e la realidad para la liberación del hom bre, el c u rric u lu m p re te n ­ de com o m eta central p ro p o n e r los elem entos básicos esenciales de aná-

¿

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!¡sis par« que- científicam ente el profesional sea capaz de e n fre n ta r la re a' lidad. R ealidad q u e aparece com pleja tínica c indivisible. D e tal m anera q u e líennos concebido una form a de c u rric u lu m en q u e el alum no, de ■ tu todo concreto vaya, p o r sucesivas aproxim aciones, conociendo y o p eran d o creativam ente, la realidad. La m odalidad de docencia q u e la Escuela de T ra b a jo Social opta pretende: — su p e rar la dicotom ía e n tre la form ación teórica y la experiencia práctica del alum no, de tal ir. a ñera q u e este proceso d e form ación p ro ­ fesional constituya una u n id ad teórico-social. — su p e ra r el concepto de educación tradicional en el cual el alu m n o es objeto .pasivo y receptivo; g aran tizan d o los m edios para q u e sea sujeto c reador de su p ro p io proceso de aprendizaje. — p e rm itir q u e tan to el docente, como el a lu m n o se com prom etan activam ente con la realid ad en la cual tra b a ja n , buscando ju n to con el p ueblo los m edios y form as m ás eficaces d e -a c tu a r en relación a las necesidades q u e esta realidad présenla. En esta m odalidad de docencia q u e se po d ría denom ina! sem inariotaller, se conjugan las tareas de investigación, docencia y acción profesio­ nal, q u e constituyen las bases fundam entales sobre las q u e se desarrollan los curricula. Esta m odalidad se caracteriza p o r la constitución de equipos tie d o ­ centes, alum nos y trabajadores q u e reflexionan y a ctú an en la realidad. De acuerdo con la política q u e sobre cu rricu lu m lia trazado la U ni­ versidad C atólica de V alparaíso y eii razón a la m odalidad d e docencia tic la escuela, los c urricula com prenden asignaturas obligatorias optativas y libres, de acuerdo a la siguiente distribución. C l'RRI C U L A
C;UWUCULU M OHMGAtYMtlO

/ . / C ursos B ásicos

Clave T.8.-101 T.S.-1I1 T.S.-12I T .S .1 3 I

A signaturas H isto ria de * C hile A ntropología

F re n e q u isilu ---• ------------------------------------1.2 R e a u i m d N a c i o n a i .

H oras 4 •} 1 4

Créditos 4 4 4 4

Filosófica
M atem áticas E stadística

T .8.-201 R ealidad N a ­ cional Nivel i T.S.-2I I R e alid ad N a­ cional Nivel 11

T.S. 101 T.S. 20L

4 4

6 5

58

C lave T.S.-22I T.S.-2S1 T Ü . 241

/¡signatura* R ealidad N a­ cional Nivel 111 R ealidad N a­ cional iv R ealidad Narional v.

P rerretjuisito

H oras

Créditos

T-S. 211 T.S. 211 T.S. 211 221 231
1.1
T r a b a jo

SociA l.

T .S. T .S. T .S. T.S. T.S. T .S. T.S. T .S.

A-301 A.311 B-321 »-331 C-341 C-351 C-361 431

T ra b a jo T ra b a jo T ra b a jo T ra b a jo T ra b a jo T rabajo T ra b a jo

Social .Social Social Social Social Social Social

i
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ni iv 'V vi vil

4-6 4-6 4-18 4-18 4-18 4-18 4-18 4-

6 6 10 10 10 10 10 5 100 ,»

¿Sistematización

T O T A I. 2. CuMucvtUMt O iT A tn o
►*

2.1 N úcleos básicos: — — — — — E ducación A dultos C om unicación Social Expresión C u ltu ra l L ingüistica Política sociales: Educación T ra b a jo Fam ilia Salud Vivienda Obrera

2.2.1

Area

M ovim iento y organización o brera -Política y legislación .sociales obreras. — Fam ilia obrera. 2.2.2 Area Cam pesina — M ovim iento y organización cam pesina. — Fam ilia cam pesina — Política y legislación agraria

— J u v e n tu d

— E sc u d a y C om unidad 2.2.3 Area Poblacicmal — T e o ría de m arginalidad — O rganizaciones de base — Fam ilia — Ju v e n tu d — - EM.uela y C om unidad — U rbanism o C U R R IC U L U M 1.1. CURSOS BASICOS:

P reten d en a p o rta r elem entos indispensables q u e contrib u y en a la com ­ prensión global de la p roblem ática p ro p u esta por el c u rricu lu m . Con tal propósito se presen ta el siguiente contenido: H istoria de C hite Análisis critico de los antecedentes históricos más significativos para la nueva sociedad en gestación, tales como: c u ltu ra prehistórica, origen y desarrollo d el colonialism o, capitalism o y dependencia, la lucha sindical, la dependencia ideológica-cultural, la lucha p o r la independencia. A ntropología Filosófica ■ S e p re te n d e h acer algunas reflexiones sobre concepción del hom bre y del m undo. Se analizan conceptos tales como: alienación, enajenación, hum anización, liberación. E n u n a p rim e ra aproxim ación se ab o rd an los lem as de la sociedad de consum o, la civilización técnica, el hom bre nuevo y olios. M atem áticas El objetivo básico de esta asignatura está en las relaciones e n tre lógica, m etodología y ciencia. P ara ello se incluyen los elem entos fundam entales de la m atem ática de con ju n to s aplicables a las Ciencias Sociales. Estadística Deben ofrecerse los fundam entos básicos de la estadística descriptiva y an alítica q u e p e rm itan p ro fu n d iza r en el análisis e in te rp reta ció n de los aspectos c u an titativ o s de la investigación. I.!í. REAII DAD NACIONAl.:

l.os cúreos de R ealidad N acional p re te n d en c ap acitar al a lu m n o en la com prensión científica del m om ento histórico c h ile n o y sus perspectivas de liberación a fin de poder a ctu a r en su transform ación ju n to con los sujetos p rotagonistas del proceso.

(JO

l o s ti i fcr «-11 les nivele« <lr realidad nacional Kenln ili •..ii!iill;nl>ii pnt aproxim aciones sucesivas, ten ie n d o n i <nenia q u e en m i c o n |iitiiu deliro a b o rd a r la problem ática nacional com o m ía to ta lid a d q u e «citnpiem lr. base económ ica, relaciones sociales de- producción, valore-, r ideología*, características biopsicosociales del hom bre chileno, el liMetna social, ej Estado. Se e n tie n d e que- el a b o rd aje de la realidad com o u n lodo ilnico y diverso requiere el a p o rte y p a rticipación de nn e q u ip o intcrdisciplin& iio en el q u e los diferentes especialistas ciarán su c ontribución de acuerdo a las exigencias d e la realidad y a la visión p a rtic u la r d e su disciplina.
1RABAJO soca ai.:

I,os cursos de T ra b a jo Social, preten d en q u e el a lu m n o se plantee crítica y creativam ente en la realid ad a p a rtir de los elem enlos m etodoló­ gicos necesarios p a ra la acción Social. El ik-'safío qlie esta realidad p re ­ senta perm ite evaluar su eficacia y tra b a ja r en c o n tin u o re p la n te o de estos elem entos. El contenido general de T ra b a jo Social abarca una tem ática q u e com ­ prende: V F undam entos d e l conocim iento científico: O bstáculos al conocim iento científico. Form ación del pensam iento cien­ tífico. Introducción a la dialéctica. D ialéctica y T ra b a jo Social. El m étodo d e Investigación: C rítica al em pirism o - T écnicas y m étodo estru ctu ralista. El sentido tem ático de la investigación. Codificación. T em aiización. Descodificación. Sobre la Acción C u ltu ra l.

tí,

R. Teorin M etodológica:

• *

Ideología de la Acción - O b jeto y objetivos del T ra b a jo Social. La acción d om inadora. I-a acción lib erad o ra. La revolución c u ltu ral. La praxis de la liberación. T eo ría M etodológica del T ra b a jo Social. La teoría y la práctica. SensJble-racionaL G eneral-particular. C ontradicción-superación. H istoricidadto talidad. Sobre la acción pedagógica y la educación social. C. h n plcnientación: C onüentización. Politización. T écnicas de C om unicación Social. D iná­ m ica y T écnicas de G rupo. La ideología de los m edios de com unicación. La semiología. Planificación social. La planificación central. L a gestación y p a rtic i­ pación obrera. A dm inistración social y O rganización po p u lar. T eoría de instituciones y organizaciones. M étodos y técnicas de orga­ niza ción. Al térm in o de estos contenidos, el estu d ia n te d ebe sistem atizar su p ro ­ ceso de aprendizaje, contrib u y en d o a la conform ación d e u n a teoría del T ra b a jo Social, p u d ien d o considerarse ésta p a ra efectos d e titulación.

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Esta tem ática señalada para T ra b a jo Social d e b e alcanzar u n total d e .67 créditos. Su d istribución cu períodos académ icos, su intensidad teófifio-práctica y la determ inación de p re rre q u isito s corresponde a la adm inistración de la escuela. Es necesario a clara r q u e la presentación de los c u rricu la y especial m ente el cu rricu lu m de T ra b a jo Social en dicho orden es solo ron la finalidad de ex p licar y e n te n d er su opcracionalidad. CU R R IC U L U M O P T A T I VO El cu rricu lu m o p tativ o p re te n d e ofrecer al a lu m n o distin tas posibili­ dades de tina p reparación más específica en lo tcórico-prártico, q u e lo h a b ilite p a ra tra b a ja r m is eficazm ente en un d e term in ad o cam po de acción. lle n tro del curriculum optativ o se d istinguen dos aspectos: Un aspecto de form ación, básico q u e busca una com plem entación y profundización del c u rric u lu m obligatorio. Un aspecto de form ación profesional q u e tiene com o finalidad cap a ­ c ita r con m ayor p ro fu n d id ad al a lu m n o en m i área p a rtic u la r concreta de la problem ática global. El c riterio seleccionador p a ra la form ación específica han sido los in te ­ reses de grupos reales existentes en el ám b ito nacional: obrero, cam pe­ sino y poblacional. Estas p rio rid a d es se han concebido tom ando en cuenta la dinam icidad de estos grupos en el procesó de cam bio de la estru ctu ra. lis necesario aclarar, q u e la orientación de esta selección no significa ten e r u n enfoque parcelado de la realid ad , sino se e n tien d e en relación con la to talid ad social. Estas no son categorías cerradas sino form as de aproxim arse a tra b a ja r la realidad. (Ver docum ento C am po de A cció n ). A qid no s e e n u n cian contenidos d e asig n atu ras o ptativas p o rq u e lo q u e se pre te n d e es señalar m íeteos de form ación, q u e p erm itan al e s tu ­ d ian te tener una visión específica de la p roblem ática, para lo cual pueden a provechar diferen tes asignaturas teóricas, program as de investigación y trab a jo de c u ltu ra p o p u lar, q u e le p e rm itan in te g ra r su núcleo de p re fe ­ rencia en la form ación profesional. C U R R IC U L U M U B R E El cu rricu lu m versidad. lib re se rige p o r las norm as q u e establece la U n i­ T IT U L A C IO N P ara o b ten e r el titu lo d e T ra b a ja d o r Social, el a lu m n o debe obten er un total de 168 créditos, d istrib u id o s en la siguiente form a: C urriculum o bligatorio C urriculum o p tativ o C u rricu lu m lib re 10!) - 65% -44 - 25% 15 - 10%

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