N-57

REV. E

AGO / 2005

PROJETO MECÂNICO DE TUBULAÇÕES INDUSTRIAIS
Procedimento
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o responsável pela adoção e aplicação dos seus itens. Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não segui-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo. Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão Autora. As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma. “A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. – PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.”

CONTEC
Comissão de Normalização Técnica

SC - 17
Tubulação

Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

PROPRIEDADE DA PETROBRAS

50 páginas, Índice de Revisão e GT

N-57

REV. E
SUMÁRIO

AGO / 2005

1 OBJETIVO........................................................................................................................................................... 4 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES............................................................................................................... 4 3 DEFINIÇÕES....................................................................................................................................................... 5 3.1 PROJETO MECÂNICO ......................................................................................................................... 6 3.2 PLANTAS DE ARRANJO ...................................................................................................................... 6 3.3 LOCAL SEGURO .................................................................................................................................. 6 3.4 PRODUTOS QUENTES........................................................................................................................ 6 3.5 PRODUTOS FRIOS .............................................................................................................................. 6 3.6 CLASSE DE TUBULAÇÃO ................................................................................................................... 6 3.7 CONEXÃO DE PEQUENO DIÂMETRO (CPD) ..................................................................................... 6 3.8 REPARO ............................................................................................................................................... 6 3.9 SISTEMA DE TUBULAÇÃO.................................................................................................................. 7 3.10 TAXA DE CORROSÃO ....................................................................................................................... 7 3.11 TUBULAÇÃO ...................................................................................................................................... 7 3.12 TUBULAÇÕES DE PROCESSO (LINHA “ON SITE”) ......................................................................... 7 3.13 TUBULAÇÕES DE TRANSFERÊNCIA (LINHAS “OFF-SITE”) ........................................................... 7 3.14 TUBULAÇÕES DE UTILIDADES ........................................................................................................ 7 3.15 TUBULAÇÕES DE PEQUENO DIÂMETRO (TPD) ............................................................................. 7 3.16 SERVIÇOS CRÍTICOS OU PERIGOSOS ........................................................................................... 7 3.17 CCT ..................................................................................................................................................... 8 4 CONDIÇÕES GERAIS ........................................................................................................................................ 8 4.1 RESPONSABILIDADES DA PROJETISTA........................................................................................... 8 4.2 APRESENTAÇÃO DO PROJETO......................................................................................................... 8 4.3 MATERIAIS ........................................................................................................................................... 8 4.4 CRITÉRIOS DE CÁLCULO ................................................................................................................. 10 4.5 IDENTIFICAÇÃO DE TUBULAÇÕES.................................................................................................. 10 4.6 COORDENADAS E ELEVAÇÕES ...................................................................................................... 10 4.7 ISOLAMENTO TÉRMICO ................................................................................................................... 10 4.8 AQUECIMENTO EXTERNO ............................................................................................................... 11 4.9 FABRICAÇÃO E MONTAGEM............................................................................................................ 11 5 DISPOSIÇÃO GERAL DAS TUBULAÇÕES...................................................................................................... 11 6 ARRANJO DE TUBULAÇÕES CONECTADAS A EQUIPAMENTOS ............................................................... 14 6.1 CONDIÇÕES GERAIS ........................................................................................................................ 14 6.2 TUBULAÇÕES LIGADAS A BOMBAS ................................................................................................ 15 6.3 TUBULAÇÕES LIGADAS A TURBINAS ............................................................................................. 16 6.4 TUBULAÇÕES LIGADAS A VASOS ................................................................................................... 17 6.5 TUBULAÇÕES LIGADAS A PERMUTADORES DE CALOR.............................................................. 17 6.6 TUBULAÇÕES LIGADAS A COMPRESSORES................................................................................. 18 7 REQUISITOS PARA TPD EM SERVIÇOS CRÍTICOS OU PERIGOSOS ......................................................... 19 7.1 REQUISITOS PARA TPD DE PROCESSO ........................................................................................ 19 7.2 REQUISITOS PARA TPD DOS SISTEMAS AUXILIARES DE BOMBAS DE PRODUTO................... 20 7.3 REQUISITOS PARA TPDs DE SISTEMAS DE INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE ........................ 25

2

N-57

REV. E

AGO / 2005

8 VÁLVULAS ........................................................................................................................................................ 26 8.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS .............................................................................................................. 26 8.2 VÁLVULAS DE SEGURANÇA E DE ALÍVIO ...................................................................................... 27 8.3 VÁLVULAS DE CONTROLE ............................................................................................................... 28 9 JUNTAS DE EXPANSÃO .................................................................................................................................. 29 10 SISTEMAS DE PURGA PARA TUBULAÇÕES E EQUIPAMENTOS.............................................................. 29 11 SUPORTES, APOIOS E RESTRIÇÕES DE TUBULAÇÃO ............................................................................. 30 12 DIVERSOS ...................................................................................................................................................... 31 ANEXO A - FIGURAS............................................................................................................................................ 33

TABELAS
TABELA 1 - TEMPERATURA LIMITE DO MATERIAL ............................................................................................ 9 TABELA 2 - DIMENSIONAMENTO DAS VÁLVULAS ........................................................................................... 16 TABELA 3 - MATERIAIS PARA TUBO DE CONDUÇÃO ...................................................................................... 22 TABELA 4 - LIMITE DE ESPESSURA PARA TUBO DE CONDUÇÃO ................................................................. 22 TABELA 5 - LIMITE DE ESPESSURA PARA TUBO DE CONDUÇÃO - LINHAS DE VAPOR ............................. 23 TABELA 6 - LIMITE DE ESPESSURA PARA TUBO DE CONDUÇÃO - ÁGUA DE RESFRIAMENTO ................ 23 TABELA 7 - LIMITE DE ESPESSURA PARA TUBO DE CONDUÇÃO - ÓLEO DE LUBRIFICAÇÃO................... 24

FIGURAS
FIGURA A-1 - PONTE DE TUBULAÇÃO .............................................................................................................. 33 FIGURA A-2 - TUBULAÇÕES EM TUBOVIAS...................................................................................................... 34 FIGURA A-3 - ARRANJO ESQUEMÁTICO DE UMA UNIDADE ........................................................................... 35 FIGURA A-3 - ARRANJO ESQUEMÁTICO DE UMA UNIDADE ........................................................................... 36 FIGURA A-3 - ARRANJO ESQUEMÁTICO DE UMA UNIDADE ........................................................................... 37 FIGURA A-3 - ARRANJO ESQUEMÁTICO DE UMA UNIDADE ........................................................................... 38 FIGURA A-4 - POSICIONAMENTO DE FUROS DE FLANGES ........................................................................... 39 FIGURA A-5 - ARRANJOS TÍPICOS DE LINHAS DE SUCÇÃO DE BOMBAS .................................................... 40 FIGURA A-5 - ARRANJOS TÍPICOS DE LINHAS DE SUCÇÃO DE BOMBAS .................................................... 41 FIGURA A-6 - ARRANJO TÍPICO DE TUBULAÇÃO EM BOMBAS ...................................................................... 42 FIGURA A-7 - AQUECIMENTO DE BOMBA RESERVA....................................................................................... 43 FIGURA A-8 - ARRANJO TÍPICO DE TUBULAÇÃO EM TURBINAS A VAPOR .................................................. 44 FIGURA A-9 - ESPAÇAMENTO ENTRE TUBOS E VASOS................................................................................. 45 FIGURA A-10 - ARRANJOS TÍPICOS DE TUBULAÇÕES EM COMPRESSORES.............................................. 46 FIGURA A-11 - AFASTAMENTO MÍNIMO PARA LINHAS DE SUCÇÃO DE COMPRESSORES DE AR ............ 47 FIGURA A-12 - ARRANJOS TÍPICOS DE VÁLVULAS DE CONTROLE .............................................................. 48 FIGURA A-13 - ISOMÉTRICO DA INSTALAÇÃO DE PURGADORES EM EQUIPAMENTOS............................. 49 FIGURA A-14 - ELEVAÇÃO E PLANTA DE INSTALAÇÃO DE PURGADORES EM TANQUES ......................... 50

_____________ /OBJETIVO
3

N-57
1 OBJETIVO

REV. E

AGO / 2005

1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para a execução do projeto mecânico de tubulações industriais em unidades industriais, compreendendo instalações de exploração e produção em instalações terrestres, áreas de utilidades e de processo, parques de armazenamento, bases de armazenamento e terminais (incluindo estações de bombeamento, compressão e medição, estações de tratamento de efluentes) em áreas fora de refinarias, utilizando como referência as normas ASME B31.3, B31.4 e B31.8, além da norma ISO 15649, onde aplicável e em conformidade com a Tabela 1 da norma PETROBRAS N-1673. 1.2 Esta Norma não se aplica a tubulações que pertençam a sistemas de instrumentação e controle, sistemas de despejos sanitários, sistemas de drenagem industrial, sistemas de caldeiras de vapor. Também não se aplica a instalações marítimas, oleodutos e gasodutos, tubulações pertencentes a equipamentos fornecidos pelo sistema de pacote (compactos), exceto se definido de forma diferente pela PETROBRAS. Para instalações em plataformas marítimas de produção, além das recomendações da norma ASME B31, devem ser seguidas às recomendações da norma API RP 14E. 1.3 Esta Norma se aplica a projetos para a PETROBRAS, iniciados a partir da data de sua edição. 1.4 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.

2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
Os documentos relacionados a seguir contêm prescrições válidas para a presente Norma. PETROBRAS N-42 PETROBRAS N-46 PETROBRAS N-58 PETROBRAS N-59 PETROBRAS N-75 PETROBRAS N-76 PETROBRAS N-105 PETROBRAS N-108 PETROBRAS N-115 PETROBRAS N-116 PETROBRAS N-118 PETROBRAS N-120 PETROBRAS N-250 PETROBRAS N-550 PETROBRAS N-553 PETROBRAS N-858 PETROBRAS N-894 PETROBRAS N-896 - Projeto de Sistema de Aquecimento Externo de Tubulação, Equipamento e Instrumentação, com Vapor; - Vãos Máximos entre Suportes de Tubulação; - Símbolos Gráficos para Fluxogramas de Processo e de Engenharia; - Símbolos Gráficos para Desenhos de Tubulação; - Abreviaturas para os Projetos Industriais; - Materiais de Tubulação para Instalações de Refino e Transporte; - Espaçamento entre Tubos; - Suspiros e Drenos para Tubulações e Equipamentos; - Montagem de Tubulações Metálicas; - Sistemas de Purga de Vapor em Tubulações; - Filtro Temporário e Filtro Gaveta para Tubulação; - Peças de Inserção entre Flanges; - Montagem de Isolamento Térmico a Alta Temperatura; - Projeto de Isolamento Térmico a Alta Temperatura; - Centrifugal Pumps for General Refinery Service; - Construção, Montagem e Condicionamento de Instrumentação; - Projeto de Isolamento Térmico a Baixa Temperatura; - Montagem de Isolamento Térmico a Baixa Temperatura; 4

N-57
PETROBRAS N-1522 PETROBRAS N-1645 PETROBRAS N-1647 PETROBRAS N-1673 PETROBRAS N-1674 PETROBRAS N-1692 PETROBRAS N-1693 PETROBRAS N-1758 PETROBRAS N-1882 PETROBRAS N-1931 PETROBRAS N-2022 PETROBRAS N-2543 ISO 15649 API RP 14E API RP 520 API RP 551 API RP 553 API STD 610 API STD 611 API STD 612 API STD 614 API STD 617 API STD 682 ASME B1.20.1 ASME B16.11 ASME B31.3 ASME B31.4 ASME B31.8 ASME B36.10 ASME B36.19 NEMA SM 23

REV. E

AGO / 2005

- Identificação de Tubulações Industriais; - Critérios de Segurança para Projeto de Instalações Fixas de Armazenamento de Gás Liqüefeito de Petróleo; - Material para Tubulação - Folha de Padronização; - Critérios de Cálculo Mecânico de Tubulação; - Projeto de Arranjo de Refinarias de Petróleo; - Apresentação de Projetos de Detalhamento de Tubulação; - Critério para Padronização de Material de Tubulação; - Suporte, Apoio e Restrição para Tubulação; - Critérios para Elaboração de Projetos de Instrumentação; - Material de Tubulação para Instrumentação; - Detalhes de Instalação de Instrumentos de Pressão; - Shaft Sealing Systems for Centrifugal and Rotary Pumps; - Petroleum and Natural Gas Industries - Piping; - Recommended Practice for Design and Installation of Offshore Production Platform Piping Systems; - Sizing, Selection and Installation of Pressure-Relieving Devices in Refineries; - Process Measurement Instrumentation; - Refinery Control Valves; - Centrifugal Pumps for Petroleum, Petrochemical and Natural Gas Industries; - General-Purpose Steam Turbines for Refinery Services; - Special-Purpose Steam Turbines for Petroleum, Chemical, and Gas Industry Services; - Lubrication, Shaft-Sealing, and Control-Oil Systems and Auxiliaries for Petroleum, Chemical and Gas Industry Services; - Axial and Centrifugal Compressors and Expander-Compressors for Petroleum, Chemical, and Gas e Industry Services; - Pumps - Shaft Sealing Systems for Centrifugal and Rotary Pumps; - Pipe Threads, General Purpose (Inch); - Forged Fittings, Socket-Welding and Threaded; - Process Piping; - Pipeline Transportation Systems for Liquid Hydrocarbons and Other Liquids; - Gas Transmission and Distribution Piping Systems; - Welded and Seamless Wrought Steel Pipe; - Stainless Steel Pipe; - Steam Turbines for Mechanical Drive Service.

3 DEFINIÇÕES
Para propósito desta norma são adotadas as definições indicadas nos itens 3.1 a 3.17.

5

E AGO / 2005 Conjunto de atividades de engenharia e o seu produto destinados a apresentar informações necessárias e suficientes para adquirir. às instalações e ao meio ambiente.5 Produtos Frios Fluidos com temperatura abaixo ou igual a 60 °C.1 Projeto Mecânico REV. decorrentes de um eventual vazamento provocado por falha do sistema.8 Reparo Qualquer intervenção que vise estabelecer a operacionalidade após falha ou corrigir não conformidades com relação ao projeto original. Para suspiros. conforme norma PETROBRAS N-1645. de forma a enquadrá-los em função dos efeitos à segurança das pessoas. 3.2 Plantas de Arranjo Para fins de aplicação desta Norma são também aplicáveis todos os termos relativos as plantas de arranjo definidos na norma PETROBRAS N-1674. 3. conforme norma PETROBRAS N-1674. O conjunto de informações fornecidas pelo projeto é constituído dos documentos listados na norma PETROBRAS N-1692. Para drenos.15. 6 . Ver item 3. Nota: Projeto mecânico e projeto de detalhamento de tubulações devem ser considerados sinônimos para fins desta Norma. 3.N-57 3.7 Conexão de Pequeno Diâmetro (CPD) São consideradas conexões de pequeno diâmetro. todas as conexões que apresentem diâmetro nominal igual ou inferior a 1-1/2” (NPS ≤ 1-1/2). 3. operar e manter os sistemas de tubulações de instalações petrolíferas. em classes. 3.6 Classe de Tubulação Grau de importância dos sistemas de tubulações. 3. construir.3 Local Seguro Região na qual é admissível a descarga de gases inflamáveis ou tóxicos.4 Produtos Quentes Fluidos com temperatura acima de 60 °C. 3.

flanges. linhas auxiliares de máquinas e linhas de instrumentação. interligadas entre si e/ou a equipamentos estáticos ou dinâmicos e sujeitas às mesmas condições de projeto (temperatura e pressão). conexões. nos casos de vazamentos. são exemplos de sistemas de tubulação nestas condições.12 Tubulações de Processo (Linha “On Site”) Tubulação que interliga sistemas de tubulação ou equipamentos no espaço físico definidos pelas unidades de processo. linhas com fluidos líquidos inflamáveis em temperatura de operação igual ou superior a temperatura de “flash” ou de auto-ignição.13 Tubulações de Transferência (Linhas “Off-Site”) Tubulações que interligam sistemas de tubulação ou equipamentos no espaço físico fora das unidades de processo.15 Tubulações de Pequeno Diâmetro (TPD) Tubulações de instalações industriais de diâmetro nominal igual ou inferior a 1 1/2”. 3. E AGO / 2005 Conjunto de tubulações usadas para conduzir fluidos. gás natural e gás para tocha. 3. fogo e/ou toxidade ambiental. 3. necessários ao processo e armazenamento.N-57 3. normalmente delimitadas pelo limite da bateria. e) linhas de gás inflamável: gás residual de processo. gás combustível. linhas com fluidos em pressão parcial de H2 superior a 441 kPa (4.16 Serviços Críticos ou Perigosos Para fins desta Norma. As alíneas a seguir. linhas de solução DEA. contaminadas ou não.10 Taxa de Corrosão Número que indica a perda de espessura da tubulação ocorrida em determinado período de tempo em um ponto ou conjunto de pontos de controle e expressa em mm/ano. etc. auto-ignição. 3. curvas.11 Tubulação Conjunto de tubos e acessórios (válvulas. MEA ou soda cáustica.) destinados ao transporte de fluidos de processo ou de utilidades. GLP. 3. 3. 3. compreendendo as linhas de processo. mas não limitados a estes sistemas de tubo: a) b) c) d) linhas conduzindo fluidos com concentração de H2S superior a 3 % em peso.14 Tubulações de Utilidades Tubulações que transportam fluidos auxiliares.9 Sistema de Tubulação REV.5 kgf/cm2). 7 . entende-se como serviços críticos ou perigosos aqueles em que há perigo de explosão.

2 Apresentação do Projeto O projeto deve ser apresentado como determinado pela norma PETROBRAS N-1692. 4. k) linhas de hidrocarbonetos e produtos químicos sujeitas a corrosão sob tensão. 4. 4. cálculos e todos os demais documentos que constituem o projeto.3. da norma PETROBRAS N-76. as padronizações de material de tubulação. do projeto por parte da PETROBRAS em nada diminui a responsabilidade da projetista pelo projeto. devem ser consideradas adicionalmente as prescrições da norma PETROBRAS N-1645.1 A projetista deve sempre assumir a total responsabilidade sobre o projeto e elaborar desenhos detalhados.3 A liberação ou aceitação.1.1. 4 CONDIÇÕES GERAIS 4.3. cujas abrangências devem estar definidas na norma PETROBRAS N-1693. g) linhas de hidrocarbonetos e produtos químicos conectadas a máquinas alternativas.1. bem como de todas as disposições legais que possam afetar o projeto mecânico de tubulações industriais. l) linhas de hidrocarbonetos e produtos químicos que atingem temperaturas abaixo de 0 ºC.1 Devem ser adotadas no projeto. 8 . em temperatura de trabalho superior a 260 ºC ou pressão de trabalho superior a 2 000 kPa (20 kgf/cm2).2 mm. i) linhas de hidrocarbonetos e produtos químicos. h) linhas de hidrocarbonetos e produtos químicos com elevado nível de vibração.1. 4. em caso de vazamento.N-57 REV.1 Responsabilidades da Projetista 4.2 Para parques de armazenamento de GLP. devido à despressurização súbita à pressão atmosférica.3 Materiais 4. 3. E AGO / 2005 f) linhas com produto tóxico “categoria M” da norma ASME B31. É de exclusiva responsabilidade da projetista a estrita observância de todas as prescrições aplicáveis desta Norma. Devem também ser seguidas pela projetista todas as exigências das normas específicas para cada uma das unidades industriais citadas no item 1. total ou parcial. j) linhas de hidrocarbonetos e produtos químicos com sobreespessura de corrosão ou erosão acima de 3.17 CCT Conexões a compressão para tubo (“tubing”).

API 5L) Aços-Carbono Acalmados.5 Para temperaturas PETROBRAS N-1693. E AGO / 2005 4. 4. a projetista deve preparar padronizações de material utilizando o formulário padronizado pela norma PETROBRAS N-1647 devendo ser preenchidos todos os espaços que forem aplicáveis. ocorrem nas temperaturas máximas para as quais o material ainda apresenta resistência aceitável para a aplicação. utilidades e para linhas auxiliares de máquinas (bombas).3. recomenda-se o uso de aços inoxidáveis tipo “H”.3 Os materiais das padronizações preparadas pela projetista devem ser os que constam nas normas ISO. ABNT.1/2 Mo Aços Inoxidáveis 405. TABELA 1 .4 Para temperaturas de operação superiores a 15 °C devem ser consideradas as recomendações constantes da TABELA 1.3.2 Para os serviços não cobertos por nenhuma das padronizações de material de tubulação. 4. Somente devem ser utilizados materiais de acordo com outras normas com autorização da PETROBRAS.3.3. ASME e API. para tomadas de flanges de orifícios. os limites de temperatura devem ser estabelecidos para cada caso. 316L Aços Inoxidáveis 310 Notas: 1) Os limites de resistência mecânica.N-57 REV. [Prática Recomendada] de operação inferiores a 15 °C consultar a norma 4.1 Mo Aços-Liga 5 Cr . Em serviços corrosivos. [Prática Recomendada] 9 . Para elaboração destas padronizações devem-se seguir as recomendações da norma PETROBRAS N-1693.3.3. 316 (ver Nota 3) Aços Inoxidáveis 304L.1/2 Mo Aços-Liga 2 1/4 Cr . esses limites não devem ser ultrapassados para serviço contínuo em nenhum caso. citadas no item 4.1. 4. o menor diâmetro nominal é de 3/4”.TEMPERATURA LIMITE DO MATERIAL Temperatura Limite (°C) Resistência Oxidação Mecânica Superficial (Ver Nota 1) (Ver Nota 2) 100 400 430 500 530 530 480 470 600 430 600 530 530 530 530 530 570 600 700 800 800 800 Material Aços-Carbono de Qualidade Estrutural (A-120) Aços-Carbono Não Acalmados (Materiais Qualificados) (A-53. ASTM. 2) Os limites de oxidação superficial ocorrem nas temperaturas acima das quais o material começa a sofrer uma oxidação superficial muito intensa. 410 Aços Inoxidáveis 304.6 Para qualquer tubulação de processo. Permitem-se tubulações com diâmetro mínimo de 1/2”. com Si (A-106) Aços-Liga 1/2 Mo Aços-Liga 1 1/4 Cr . 3) Para temperaturas de projeto superiores a 550 °C.

as elevações básicas de pisos. bem como arruamentos. 36”.8 As espessuras de paredes dos tubos de aço devem ter os valores padronizados pelas normas ASME B36. constantes das normas PETROBRAS N-76 e N-1693. A identificação de cada tubulação deve figurar obrigatoriamente. 3 1/2” e 5”.6. 48”. 4. 3/8”.7. em todos os desenhos (tais como: fluxogramas. 24”. bases de equipamentos e estruturas devem estar de acordo com a norma PETROBRAS N-1674. plantas e isométricos).3. bombordo e boreste. exceto se definido de forma diferente pela PETROBRAS. [Prática Recomendada] 4. 54” e 60”.1 Todas as construções.6 Coordenadas e Elevações 4. na Folha de Dados de tubulação e nos documentos de projeto necessários.2 As tubulações com isolamento térmico devem ser indicadas conforme as normas PETROBRAS N-58 e N-59. equipamentos e tubulações.7 Deve ser evitado o uso de tubulações com os seguintes diâmetros nominais: 1/4”. 10 . 4. 42”. 4. N-550. folhas de dados e demais documentos do projeto nas quais a referida tubulação aparecer ou estiver citada. 4.7. E AGO / 2005 4. O diâmetro nominal de 2 1/2” deve ser usado somente para sistemas de água de incêndio. em destaque.5 Identificação de Tubulações Todas as tubulações devem receber um código de identificação de acordo com a norma PETROBRAS N-1522. Nos projetos de ampliação de unidades existentes deve ser utilizado o mesmo sistema de coordenadas do projeto inicial. listas.3.7 Isolamento Térmico 4. limites de área e quaisquer outras informações relevantes de situação devem ser locados nos desenhos por coordenadas referidas a um sistema de 2 eixos ortogonais denominados “Norte-Sul de Projeto” e “Leste-Oeste de Projeto”. 30”. Em instalações flutuantes. 4. tais como: plataformas e navios.10 e ASME B36.6. para conectar diretamente em equipamentos.2 Salvo indicação em contrário.19. as coordenadas podem ser referidas a proa.N-57 REV. Permitem-se pequenos trechos de tubo ou acessório. as tubulações de grande diâmetro devem ter os seguintes diâmetros normais: 20”. 4. 4. N-894 e N-896. popa.9 Para evitar dificuldades na aquisição de válvulas ou conexões. limites de terreno.3.4 Critérios de Cálculo Os cálculos mecânicos do projeto de tubulações devem obedecer aos critérios da norma PETROBRAS N-1673.1 O projeto e a instalação do isolamento térmico de tubulação devem obedecer às normas PETROBRAS N-250.

3 Tubulações com isolamento térmico ou com aquecimento.8 Aquecimento Externo REV. levando também em consideração os requisitos de segurança. A projetista deve avaliar o auto benefício desta solução. 5. quando necessário.2 Em refinarias. como. 5. 5 DISPOSIÇÃO GERAL DAS TUBULAÇÕES 5.N-57 4. e para linhas de sucção de máquinas. 5.2. 5. 5.3 A altura mínima. montagem. no mínimo. Essa altura deve ser sempre aumentada. permitem-se tubulações enterradas somente para drenagem e para linhas de incêndio dentro de unidades de processo. em princípio não devem ser enterradas. por exemplo. 5.1 O arranjo das tubulações deve ser o mais econômico. 11 . Permite-se esse tipo de construção para linhas de drenagem. E AGO / 2005 O projeto para aquecimento externo de tubulações deve ser conforme a norma PETROBRAS N-42. unidades de processamento em geral e em indústrias petroquímicas. para a instalação de acessórios na parte inferior dos tubos. quando não houver outra alternativa viável.2. devem ser tomados cuidados quanto à preservação do aquecimento. dentro ou fora de áreas de processo. botas para recolhimento de condensado e drenos com válvulas. de água de resfriamento e de despejos. deve ser de. segurança e facilidades de manutenção. as tubulações devem ser instaladas acima do nível do solo. medidos a partir de geratriz inferior externa dos tubos.9 Fabricação e Montagem A fabricação e a montagem de tubulações devem estar de acordo com a norma PETROBRAS N-115.2 Como regra geral. levando-se em conta as necessidades de processo. dentro de unidades de processo. Deve ser prevista a possibilidade de ampliação futura nos arranjos de tubulação. 300 mm. reservando-se espaço para esse fim. garantindo a integridade do isolamento e permitindo a dilatação térmica.2.4 Devem ser evitadas as tubulações dentro de canaletas. acima do solo ou de um piso. 4. Caso seja imprescindível.1 Em terminais. operação. parques de armazenamento e bases de provimento. para qualquer tubulação não subterrânea. permitem-se o uso de tubulações enterradas.

em princípio. permitindo que as primeiras se apoiem nas últimas (suportes “caronas”) e reduzindo assim a necessidade de suportes intermediários. Por razões de processo ou econômicas. 5. Quando estiver previsto o trânsito de equipamentos de movimentação ou elevação de cargas os espaços sob as tubovias devem ser adequados a esses equipamentos. Esses espaços. suficiente para: a) permitir a construção dos pontilhões.5 As tubulações devem formar grupos paralelos. para a inspeção e pintura das tubulações. devem ser instaladas. sempre que possível. Quando previsto tráfego de veículos. ficar no centro da tubovia. para a passagem de dutos de instrumentação e cabos elétricos. ou a direção vertical. tubos de grandes diâmetros ou com materiais especiais podem ter tratamento diferente do anteriormente descrito (ver FIGURA A-3. Quando for previsto tráfego somente de pessoas. que as linhas de pequeno diâmetro fiquem entre 2 linhas de grandes diâmetro.6 Dentro de áreas de processo. A profundidade da trincheira deve ser a mínima possível. a maior parte possível das tubulações deve ser instalada sobre tubovias elevadas (pontes de tubulação). por cima das tubulações conforme mostra a FIGURA A-2. Por razões econômicas. referências 4 e 6). 5. 5. As tubulações não devem ser apoiadas sobre plataformas ou passadiços. 5. Em casos especiais pode ser analisada a não colocação de trincheira (travessias de linhas de incêndio ou linhas solitárias).N-57 REV.10 Devem ser sempre reservados espaços nos suportes elevados de tubulação (pontes de tubulação ou tubovias). preferencialmente. com a mesma elevação de geratriz externa inferior dos tubos (elevação de fundo).5 m. ligando diretamente equipamentos entre si. Havendo cruzamento com ruas ou avenidas. permitem-se tubulações instaladas a grandes alturas convenientemente suportadas. ter uma direção ortogonal de projeto (Norte-Sul ou Leste-Oeste).8 As tubulações sobre tubovias elevadas devem ser dispostas de tal forma. a altura pode ser reduzida para 3 m e a largura 1.7 As tubulações de interligação. Grupos de tubulações horizontais paralelos devem ter elevações diferentes para direções diferentes. Os tubos mais pesados devem ficar na menor elevação da ponte de tubulação e mais próximos das colunas da ponte de tubulação. As tubulações que tenham derivações para diversas unidades ou para equipamentos de um lado ou de outro de uma tubovia central devem. 5. referência 8): 12 . Permitem-se trechos de tubulação a pequena altura do piso. As tubulações que trabalham em temperatura elevada devem ficar externamente no grupo de tubos paralelos e na maior elevação da tubovia para facilitar a colocação das curvas de expansão. Esses grupos paralelos devem. E AGO / 2005 5. fora de áreas de processo. como mostra a FIGURA A-1. desde que não obstruam as vias de tráfego de veículos e pessoas. sempre que possível. sobre suportes a pequena altura do piso. as tubulações devem ser instaladas em trincheiras (tubovias) permitindo a passagem de veículos em pontilhões. são os seguintes (ver FIGURA A-3. b) permitir que uma derivação do tubo de maior diâmetro possa passar por baixo da rua. c) deixar uma folga suficiente para permitir a entrada de pessoas por baixo dos pontilhões.9 Todas as tubulações elevadas devem ser projetadas de forma que não obstruam o acesso para pessoas. essas tubovias devem ter uma altura tal que permita um arranjo de tubulação com espaços livres mínimos de 4 m de altura por 3 m de largura.

14 Sempre que possível todos os bocais de descarga de grupos de bombas devem estar no mesmo alinhamento.21). e 5.10.2 Para cada projeto e para cada caso as dimensões finais das tubovias devem ser aprovadas pela PETROBRAS.interligações aéreas elétricas para iluminação alimentação de cargas. cruzetas ou podem ser feitas por curvamento do próprio tubo. Devem ser evitadas as curvas de expansão no plano vertical.1 Deve ser previsto.13 O arranjo de toda tubulação deve ser feito prevendo-se acesso rápido e seguro aos equipamentos.12 No caminhamento das tubulações deve ser prestada especial atenção aos casos em que haja alguma exigência de processo.15 As curvas de expansão devem ser colocadas em elevação superior à tubulação (espaciais).5.1 a 5. exceto quando não for permitido por motivo de processo (linhas com declive constante. b) 1 000 mm x 300 mm . tês.2 O curvamento dos tubos deve ser feito segundo os requisitos da norma PETROBRAS N-115. ausência de pontos altos e mínimo de perda de carga. bem como as linhas de válvulas de segurança devem ser instalada no topo da linha-tronco (ver item 5. O uso de tê flangeado deve ser minimizado.17 As mudanças de direção devem obedecer aos requisitos apresentados nos itens 5.1 As mudanças de direção das tubulações devem ser feitas com o uso de curvas. válvulas e instrumentos. óleo de lavagem e “flushing”.17. 13 .16 Todas as tomadas de utilidades. referência 13).17.17.11 O espaçamento entre tubulações paralelas deve ter. 5. 5. 5. E AGO / 2005 a) 800 mm x 300 mm .espaço total para dutos de instrumentação elétrica.10. fluxo em 2 fases e algumas linhas de sucção de bombas). As tubulações e suportes devem ser locados de forma a permitirem a fácil desmontagem e retirada de todas as peças que forem desmontáveis. 5. devendo-se levar em conta os deslocamentos que as tubulações possam ter em conseqüência das dilatações térmicas.17. 5. 5. 5. espaço de 25 % da sua largura para ampliação futura. 5. os valores dados na norma PETROBRAS N-105. tanto para a manutenção como para operação (ver FIGURA A-3. 5. 5.N-57 REV. joelhos. tais como: declividade constante. nas tubovias em geral. no mínimo.

17. turbinas e compressores) deve ser previsto um filtro temporário.18 O emprego de flanges deve ser minimizado. referência 7).1 Condições Gerais 6. tanques. no mínimo.19 As tubulações com isolamento térmico devem obrigatoriamente ser providas de patins ou berços (ver item 11.20 Todos os flanges devem ser colocados de forma que a vertical ou as linhas Norte-Sul de projeto passem pelo meio do intervalo entre 2 furos (ver FIGURA A-4). podem ser utilizados raios de curvatura médios de até 1.3 Para o curvamento de tubos utilizando método convencional. qualquer que seja o material. Os valores dados nas normas API STD 610. 5. [Prática Recomendada] 5. Para o curvamento de tubos pelo método de indução por alta freqüência. conduzindo líquido ou sujeitas a esforços dinâmicos ou ainda cuja perda de carga seja crítica .10.17. as derivações sejam feitas a 45° com o sentido de fluxo.N-57 REV. para tubulações de diâmetros iguais ou superiores a 30”. deve ser indicado nos desenhos qual foi a curva usada. 5. API STD 617 e NEMA SM 23. 5. E AGO / 2005 5. de acordo com a norma PETROBRAS N-118.1 Nas tubulações de entrada de qualquer máquina (tais como bombas.1. exceto quando houver um filtro permanente na tubulação. 6. 5 vezes o diâmetro nominal do tubo. 5. o raio de curvatura médio deve ser. podem ser tomados com uma indicação preliminar. 14 . [Pratica Recomendada] 6 ARRANJO DE TUBULAÇÕES CONECTADAS A EQUIPAMENTOS 6.1.5 Em todos os casos acima.21 Recomenda-se que. o diâmetro ou o serviço da tubulação (ver FIGURA A-3. devendo-se observar entretanto que a utilização dessas normas só é possível para as máquinas projetadas e construídas de acordo com todas as exigências dessas mesmas normas.4 As curvas em gomos devem ser projetadas segundo a norma ASME B31. permitindo-se normalmente apenas para ligações a válvulas. para a proteção do isolamento térmico. API STD 611.2 As forças e os momentos causados pela tubulação sobre os bocais de qualquer máquina (devido à dilatação térmica.3. API STD 612. peso próprio ou de qualquer outra origem). dependendo do procedimento de execução a ser aprovado pela PETROBRAS. devem ficar abaixo dos limites admissíveis fornecidos pelos fabricantes dessas máquinas. 5. quando a curva não for a de raio longo. bombas ou outros equipamentos. A instalação do filtro temporário deve ser de forma que permita a sua fácil colocação e retirada. Podem ser flangeadas as tubulações que necessitem de desmontagem freqüente para limpeza ou inspeção e as tubulações com revestimento interno.5 vez o diâmetro nominal.17.3). vasos.

essa válvula não é recomendada para as bombas com sucção não afogada. na extremidade livre da linha de sucção.1 O arranjo das tubulações deve ser tal que permita o fácil e livre acesso para a operação e manutenção da bomba e retirada da bomba e de seu acionador. localizadas em pontos estratégicos da tubulação e com fácil acesso do solo. Nas FIGURAS A-3 e A-5 estão apresentados alguns arranjos típicos.2 Quando essas peças de bloqueio não forem previstas.1.2. c) tubulação de recalque (qualquer caso): colocação obrigatória de uma válvula de bloqueio junto ao bocal de saída de cada bomba. As “Figuras 8” devem ser representadas nos fluxogramas de engenharia. 6.2. definidos em acordo com a PETROBRAS durante o detalhamento. Nota: Quando for possível drenar a tubulação de sucção através da bomba.2 Tubulações Ligadas a Bombas 6. 6. Deve ser previsto um espaço mínimo de 1 500 mm no lado do acionador da bomba (ver FIGURA A-3.3 Devem ser previstos drenos a montante das válvulas de sucção no ponto mais baixo e a jusante das válvulas de retenção na descarga.3 O projeto das tubulações deve ser feito de forma que os vasos e equipamentos possam ser bloqueados para manutenção.3. O bloqueio deve ser feito com o uso de válvulas de bloqueio e peças “Figuras 8”. com facilidade e sem risco. 6. ou bombas em paralelo succionando de uma mesma linha-tronco: colocação obrigatória de uma válvula de bloqueio junto ao bocal de sucção de cada bomba. 6. [Prática Recomendada] 6. 15 . tampões ou bujões.1.2 As válvulas para a operação das bombas devem ser de fácil acesso. 6.2. suficientemente mergulhada no líquido do reservatório de sucção. pode-se dispensar o dreno a montante da válvula de sucção.1 Em tubulações suportadas ligadas a bocais inferiores de equipamentos.4 O traçado das tubulações de sucção deve ser o mais curto e direto possível. de forma a permitir a introdução de raquetes.2. 6. referência 19). devem ser previstos suportes reguláveis.N-57 REV. E AGO / 2005 6. b) bombas com sucção não afogada: colocação obrigatória de uma válvula de retenção (válvula de pé). sem pontos altos ou baixos.1. levando-se em conta a necessária flexibilidade térmica para as linhas.3. de modo que se possam efetuar operações de drenagem total e limpeza de linhas com as bombas bloqueadas (ver FIGURA A-6 e norma PETROBRAS N-108). com o mínimo possível de desmontagem na tubulação. o arranjo de tubulações deve permitir a remoção de válvulas ou de outros componentes. devendo-se evitar o emprego de acionamento por corrente ou hastes de extensão.5 A colocação de válvulas junto às bombas deve obedecer aos seguintes critérios: a) bombas com sucção afogada. e que não estejam em paralelo com outras bombas. para a colocação de flanges cegos.2. de alguma plataforma ou piso de operação.

9 Os ramais para 2 ou mais bombas que operam em paralelo.DIMENSIONAMENTO DAS VÁLVULAS Bocal Diâmetro Nominal do Bocal Um diâmetro nominal menor que a linha Sucção Diâmetro Nominal da Válvula O mesmo da linha 2 ou mais diâmetros nominais menores Um diâmetro nominal do que a linha menor que a linha Menor que a linha Um diâmetro nominal maior que o bocal Descarga 6.11 Para bombas de deslocamento positivo deve ser previsto by-pass com válvula de alívio na descarga com a capacidade de vazão da bomba.7 Quando o bocal da bomba for de diâmetro menor do que a tubulação ligada ao bocal.2.1 São aplicáveis as mesmas exigências e recomendações dos itens 6.2. 6. succionando da mesma linha-tronco.2. de forma a evitar o fluxo preferencial por um ramal. 6.6 Cuidados especiais devem ser tomados em tubulações ligadas ás bombas alternativas.10 Para sistemas operando a temperaturas superiores a 300 °C.8 Quando a tubulação de sucção for de diâmetro maior do que o bocal de entrada da bomba.2.2.1 e 6.3. com a mesma perda de carga.2. 6. bem como para as bombas centrífugas tipo sucção dupla.N-57 REV.12 As tubulações de descarga de bombas dosadoras devem atender aos requisitos estabelecidos pelo fabricante.2.2. com o intuito de prevenir vibrações indesejáveis aos sistemas. devem ser os mais simétricos possíveis.3 Tubulações Ligadas a Turbinas 6. recomenda-se o uso da TABELA 2 para o dimensionamento das válvulas junto à bomba. além da válvula de bloqueio na alínea c). 6. [Prática Recomendada] TABELA 2 . 6. 16 . 6. a bomba reserva deve ser mantida aquecida através de recirculação do fluido. na FIGURA A-8 está apresentado um esquema típico. conforme esquema mostrado na FIGURA A-7. 6.2. E AGO / 2005 d) bombas com recalque para um nível estático mais elevado ou bombas em paralelo recalcando para uma mesma linha-tronco: colocação obrigatória de uma válvula de retenção junto ao bocal de saída de cada bomba.2. a redução colocada junto à bomba deve ser de acordo com as FIGURAS A-5 e A-6.

3. ou de qualquer outra origem) não devem acarretar tensões superiores às admissíveis nos bocais. 17 .3 Deve ser instalado um sistema de alívio de pressão.5 Tubulações Ligadas a Permutadores de Calor 6.3. em 1 ou 2 setores convenientemente escolhidos no costado do vaso.1 O arranjo das tubulações deve ser feito de modo que não obstrua o acesso para operação. pesos. na tubulação de saída da turbina.2 Para vasos verticais.7 Deve ser previsto sistema de purga na linha de entrada de vapor mesmo que a turbina tenha purgador automático de vapor. 6. Devem ser deixados inteiramente livres os tampos de bocas de visita e outras partes desmontáveis dos vasos. E AGO / 2005 6. Esse sistema de alívio não é necessário quando a turbina descarrega diretamente para a atmosfera. instalado no ponto baixo. ser vertical. 6.1 São aplicáveis as mesmas exigências do item 6. com fluxo descendente. de preferência.4 Na tubulação de entrada da turbina deve ser previsto um purgador de vapor.3 Todas as válvulas devem ser acessíveis para operação do piso ou plataforma. imediatamente antes da válvula de regulagem ou controle. 6. 6.3.4.4 Os esforços exercidos pela tubulação sobre os bocais dos vasos (devido a dilatação térmica. 6. Esse filtro deve ser colocado o mais próximo possível do bocal de entrada.5 Deve ser previsto um filtro permanente na tubulação de entrada da turbina.N-57 REV. devem ser como mostram as FIGURAS A-3 e A-9. 6.4 Tubulações Ligadas a Vasos 6. A análise de flexibilidade das tubulações deve considerar os deslocamentos dos bocais dos vasos devido a dilatação térmica dos vasos. preferencialmente. manutenção e testes.3.4.4. Devem ser também previstas válvulas de bloqueio na descarga de cada turbina. 6. 6.4. 6.3. sempre que não houver um filtro integral na própria turbina.3.5. 6. As folgas necessárias entre as tubulações e os vasos.6 Quando 2 ou mais turbinas têm uma válvula de controle comum. os bocais conectados a tubulações e instrumentos devem ser agrupados.4.2 A tubulação de entrada de vapor na turbina deve. e antes de qualquer válvula. devem ser previstas válvulas de bloqueio no bocal de entrada de cada turbina.4.

6. referência 1).6 Tubulações Ligadas a Compressores 6.5. Quando necessário. com tomadas de água. As linhas longas de sucção devem ser evitadas e nos casos em que sejam necessárias. dentro do espaço necessário para a remoção do feixe tubular. iluminação. para evitar problemas de “surge” e de perda de carga. devendo-se fazer a tubulação o mais retilíneo possível. no caso de falha na alimentação. para permitir a desmontagem dos parafusos desses flanges (ver FIGURA A-3. bem como estrutura saca-feixe (fixa ou móvel). Nas FIGURAS A-10 e A-11 estão representadas algumas disposições típicas. Deve também ser deixado livre um espaço suficiente.6.6.5. a linha de sucção deve ter o fluxo ascendente. devem ser montados separadores de líquido junto ao compressor.N-57 REV.5. 18 . 6. devem ser previstas “Figuras 8” para permitir teste hidrostático individual dos equipamentos.5.2 O arranjo de tubulação de sucção.3 Os pontos baixos nas linhas de sucção devem ser evitados. deve ser estudada a conveniência de se ter talha ou ponte rolante fixa (ver FIGURA A-3. acesso para máquinas. tomadas elétricas.2 O arranjo das tubulações deve ser feito de modo que seja possível a retirada dos feixes tubulares. não devendo ficar em lugar que restrinja a sucção. chaminés.7 No caso de permutadores sobrepostos. descarga de gases ou qualquer outra fonte contaminante do ar.5. 6.6.4 As tubulações de água de resfriamento ligadas a permutadores devem ser dispostas de forma que a água não seja drenada pela tubulação de saída.3 O projeto de tubulação deve prever área para limpeza. 6. 6. deve ser tal que evite entrada de umidade no compressor. 6. 6. carretéis e tampos de casco com o mínimo de desmontagem de tubos. 6.1 O arranjo das tubulações dos compressores deve facilitar a desmontagem da carcaça e a remoção das partes internas. com tomada para a atmosfera. E AGO / 2005 6. em todo o perímetro dos flanges do casco e do carretel. Não deve haver nenhuma tubulação na área em frente a tampa do carretel. deve-se prever a eliminação do condensado e da sujeira acumulada.6 O arranjo deve prever bloqueio (mesmo em série) e tubulações de contorno sempre que os permutadores forem passíveis de manutenção individual em serviço.5. De preferência. As tomadas de ar para compressores de ar devem estar longe de janelas.5 Os resfriadores a ar devem ter válvulas de bloqueio nas tubulações de entrada e de saída. referência 20).

9 Devem ser previstos filtros na linha de sucção. 6. 7. purga. dilatação térmica. na linha de sucção. se requerido. 6. conforme previsto no item 6. purga. Quando houver uma tubulação única de condensado.6. 7 REQUISITOS PARA TPD EM SERVIÇOS CRÍTICOS OU PERIGOSOS São apresentados a seguir os requisitos de projeto dos seguintes sistemas de tubulação: a) b) c) d) Nota: linhas de processo. by-pass e equalização). e nas tubulações interestágios.1. com capacidade igual à do compressor. linhas auxiliares de válvulas: “flushing”.7 Devem ser previstas válvulas de segurança.4 As tubulações ligadas ao compressor não devem transmitir esforços excessivos devido a pesos.10 Devem ser previstos purgadores nos pontos baixos das linhas de distribuição de ar comprimido. 6. linhas dos sistemas auxiliares de bombas de produtos. by-pass e equalização. 6. seus by-passes e alívio térmico. No caso de compressor alternativo. derivações.6.6 O condensado drenado de cada estágio de pressão deve ser recolhido em tubulações independentes.6.1 Requisitos para TPD de Processo 7. em equipamentos e tubulações.8 Devem ser colocados vasos amortecedores de pulsação o mais próximo possível da descarga do compressor e.N-57 REV. Devem ser previstas ancoragens.6.6. e. 6.1 São considerados TPD de processo os seguintes sistemas de tubulação: linhas de processo. linhas de instrumentação e controle. entre a descarga do compressor e a válvula de bloqueio.5 As válvulas para operação do compressor devem ser acessíveis do piso ou plataformas. devem obedecer às Os drenos e suspiros instalados em tubulações especificações da norma PETROBRAS N-108.1. Os suportes devem ser convenientemente espaçados para evitar vibrações. 19 . as linhas auxiliares de válvulas (“flushing”. as tubulações não devem ter suportes no bloco de base do compressor. ainda. E AGO / 2005 6. suportes ou juntas de expansão para minimizar os efeitos de pulsações e vibrações. devem ser previstos meios adequados de evitar o retorno do condensado de alta pressão para os estágios de menor pressão.2. a base do equipamento e do acionador e os suportes das tubulações a ele ligados devem ser construídos independentemente das fundações.6. De preferência. tomadas de alívio térmico e de PSVs. estrutura e cobertura.6. 6.

1 Os materiais de TPD devem atender a norma PETROBRAS N-76. para impedir a condensação da umidade presente no isolante térmico sobre o tubo.1.2 Requisitos para TPD dos Sistemas Auxiliares de Bombas de Produto 7. deve ser instalada uma folha de alumínio entre a linha e o isolante. 7. arranjando devidamente as linhas no contorno da base da bomba. de 3/4” e para as tomadas de placa de orifícios que são de 1/2”.2.2 Para as linhas no item 7.1. segundo a norma API 610.3. 7.3. dentro dos limites da base da bomba.2. 7.2. E AGO / 2005 7.2 Para serviços críticos ou perigosos usar tubos de condução sem costura. o fabricante da bomba é o responsável pelo projeto e fornecimento.2. 7.1 Devem ter projeto próprio de detalhamento. sem obstruir o acesso.3.3 Requisitos para Projeto Mecânico 7.1.2 As linhas devem ter projeto próprio de detalhamento.2. 7. 7. os seguintes serviços: a) b) c) d) linhas auxiliares de processo (“auxiliary process fluid piping”). com “as built” de campo.1. 7.1.2 Requisitos para Padronizações de Materiais de Tubulação 7.3 Não é permitido soldar suportes das tubulações sobre máquinas e sobre tubulações com possibilidade de vibração.1 Consideram-se como sistemas auxiliares de bombas. no mínimo. extremidade lisa.1.2.3 desta Norma. exceto para drenos e suspiros que devem ser.1.1 Prover fácil operação e manutenção.2.1. linhas de água de resfriamento (“cooling-water piping”). com isométrico e “as built” de campo. com diâmetro nominal mínimo de 1”. conforme a norma API 610.4 No caso de isolamento térmico das linhas de aço inoxidável.3. linhas de óleo de lubrificação (“lubricating oil piping”).N-57 REV.3.2 Os suportes tipo braçadeira devem ter a porca ponteada com solda e ser instalada uma chapa de desgaste entre o tubo e a braçadeira. devendo ser atendidos os requisitos do item 7. 20 . linhas de vapor (“steam piping”).2.3 Requisitos Gerais 7. 7.1. 7.2.3.

2.2.3.4 Prevenir a formação de bolsão de ar na bomba.3. E AGO / 2005 7. linhas de selagem. linhas de suspiros e drenos.6 Prever niple com 150 mm de comprimento com par de flanges. o mais próximo possível da bomba. linhas de “flushing” ou purga.2.3. sem desmontagem das linhas.3.N-57 REV. 7.3.11 Para inspeção de fabricação e montagem aplicam-se as disposições da norma PETROBRAS N-115. linhas de recirculação.7 Os PIs e TIs devem ter bloqueio e dreno e serem instalados nas linhas adjacentes interligadas à bomba com luva roscada. A sobrespessura para corrosão adotada deve ser compatível com a taxa de corrosão esperada para o fluido bombeado.2.2.8 Para desmontagem das linhas.13 No caso do isolamento térmico das linhas de aço inoxidável. Devem ser usados flanges para solda de encaixe. 7.3. deve ser instalada uma folha de alumínio entre a linha e o isolante. 7. para impedir a condensação da umidade presente no isolante térmico sobre o tubo. linhas para injeção de fluidos externos. nunca no corpo da bomba.5 Devem ser usados materiais conforme a norma API SDT 614. 7.9 Não se admitem flanges dos tipos sobrepostos (“slip on”) ou de virola (“lap joint”). 7.2. 7.2. 7.3. para facilitar a desmontagem e remoção.3. em todas as linhas auxiliares. 7. 21 . 7.2.3. linhas entre o selo mecânico e a bomba.10 Devem ser utilizadas válvulas e acessórios do tipo com extremidades para solda de encaixe (ES).2.2.3 Prever a drenagem completa da bomba.3.12 Não é permitido soldar suportes das tubulações sobre equipamentos dinâmicos.4 Requisitos Específicos para as Linhas Auxiliares de Processo As linhas conectadas ao corpo da bomba: a) b) c) d) e) f) g) h) i) linhas de equalização (“balance lines”).2. linhas de “quench”. deve ser usado par de flanges e não usar união.3. 7.2. linhas de escorva. 7.

E AGO / 2005 7. 7.4. com dureza máxima de 25 HRC.4.4.3 000# .3 000# . b) espessura mínima: 1 mm.2.CCT x ES ASTM A 105 e porca em ASTM A 105 revestida conforme Nota 11 da norma PETROBRAS N-76.CCT x RO . d) para interligação com extremidades para solda de encaixe de tubos de aço-carbono. válvulas e flanges com extremidades para solda de encaixe.MATERIAIS PARA TUBO DE CONDUÇÃO Material ASTM A 106 Gr B ASTM A 335 Gr P5 SC ASTM A 312 Gr TP316 SC b) extremidade: ponta lisa c) limites de espessura (ver TABELA 4).2. TABELA 3 .4 Usar acessórios. como em conexões de sobrepostas de selos mecânicos e de “flushing” de caixas de gaxetas. recozido.3/4“ .N-57 REV. 7.2 Tubo de Condução a) materiais (ver TABELA 3).LIMITE DE ESPESSURA PARA TUBO DE CONDUÇÃO Material Aço-carbono e aço-liga Aço inoxidáveis 7.4.1 Devem ser adotados os requisitos das normas API STD 614 e API STD 682 e das normas PETROBRAS N-553 e N-2543. c) para interligação com extremidades roscadas. 7.ASTM A 182 Gr F316 e porca em ASTM A 182 Gr F316.2.3 Tubo de troca térmica: a) material: ASTM A 269 Gr 316. para teor de Cl ≤ 10 ppm. 7. usar conexões tipo anilha: 1/4 “ .5 Requisitos Específicos para as Linhas de Vapor 22 Faixa de Diâmetro 1/2” a 3/4” 1” a 1 1/2“ 1/2” a 1 1/2” Espessura Mínima SCH 80 SCH 160 SCH 80S .2. 1/4 “ .4. Limite de Aplicação Temperatura ≤ 260 °C Temperatura > 260 °C Teor de Cl > 10 ppm Temperatura > 260 °C Teor de Cl ≤ 10 ppm TABELA 4 .5 Conexões roscadas só devem ser utilizado quando absolutamente necessário.2. usar conexões tipo anilha em ASTM A 564 Gr 630.3/4“ .2.

b) espessura mínima: 1 mm.2. 1/4” .CCT x RO . b) extremidade: ponta lisa.ASTM A 182 Gr F316 e porca em ASTM A 182 Gr F316.N-57 7.6. E AGO / 2005 TABELA 5 .4 Usar acessórios.3/4” . usar conexões tipo anilha: 1/4” .LIMITE DE ESPESSURA PARA TUBO DE CONDUÇÃO . recozido. 7. Espessura mínima SCH 80 TABELA 6 . REV.2. 7.6. com extremidades para solda de encaixe.2.ÁGUA DE RESFRIAMENTO Faixa de Diâmetro 1/2” a 1 1/2 “ 7.1 Não devem ser usadas linhas de cobre.2.2 Tubo de troca térmica: a) material: ASTM A 269 Gr 316.5.5.5.2.2.3 Tubo de troca térmica: a) material: ASTM A 269 Gr 316.6 Requisitos Específicos para as Linhas para Água de Resfriamento 7. válvulas e flanges soldados.3 000# .LINHAS DE VAPOR Faixa de diâmetro 1/2” a 1 1/2 “ 7. com dureza máxima de 25 HRC. c) para interligação com extremidades roscadas. para teor de Cl ≤ 10 ppm. usar conexões tipo anilha em ASTM A 564 Gr 630. recozido. c) limites de espessura (ver TABELA 6).ASTM A 105 e porca em ASTM A 105 revestida conforme Nota 11 da norma PETROBRAS N-76.2.5.CCT x ES . c) limites de espessura (ver TABELA 5).LIMITE DE ESPESSURA PARA TUBO DE CONDUÇÃO .1 Tubo de condução: a) material: aço-carbono galvanizado. b) extremidade: ponta lisa.2 Tubo de condução: a) material: ASTM A 106 Gr B.3/4” . d) para interligação com extremidades para solda de encaixe de tubos de aço-carbono. com dureza máxima de 25 HRC. para teor de Cl ≤ 10 ppm. 7. 23 Espessura Mínima SCH 80 .3 000# .

2 Tubo de condução: a) material: ASTM A 312 Gr TP316 SC.2.2.ASTM A 182 Gr F316 e porca em ASTM A 182 Gr F316. 7.3 Tubo de troca térmica: a) material: ASTM A 269 Gr 316.3/4 “ . d) para interligação com extremidades para solda encaixe de tubos de aço-carbono. 1/4” . com dureza máxima de 25 HRC. 7.3 000# . TABELA 7 .ASTM A 182 Gr F316 e porca em ASTM A 182 Gr F316.7.3 000# . válvulas e flanges devem ser com extremidade para solda de topo.3 000# .CCT x RO .2. recozido.6 Ramais devem ser minimizados e entrar a 45º. usar conexões tipo anilha: 1/4” .CCT x RO . b) espessura mínima: 1 mm. usar conexões tipo anilha: 1/4 “ . d) para interligação com extremidades para solda encaixe de tubos de aço-carbono.N-57 REV. 7. Ligações roscadas são usadas em conexões de instrumentos e onde linhas de “tubing” são usadas. 1/4 “ .ÓLEO DE LUBRIFICAÇÃO Faixa de Diâmetro 1/2” a 1 1/2 “ 7.CCT x ES ASTM A 105 e porca em ASTM A 105 revestida conforme Nota 11 da norma PETROBRAS N-76.3/4” . 7.3 000# .2.2. b) extremidade: ponta lisa. usar conexões tipo anilha em ASTM A 564 Gr 630.2. no sentido do fluxo da linha principal. Apenas para o caso das linhas de retorno ao reservatório de óleo.5 Trechos horizontais devem ter caimento (maior que 1:50).7. c) para interligação com extremidades roscadas.1 Não deve ser usado tubo de aço-carbono com ou sem requisito de limpeza. para teor de Cl ≤ 10 ppm.7.7 Requisitos Específicos para as Linhas de Óleo de Lubrificação 7.7. c) para interligação com extremidades roscadas. 7. usar conexões tipo anilha em ASTM A 564 Gr 630. 24 Espessura Mínima SCH 80S .4 Nas linhas após o reservatório de óleo até a caixa de mancais os acessórios.7.7.2. E AGO / 2005 b) espessura mínima: 1 mm. no sentido do reservatório de óleo.3/4” . c) limites de espessura (ver TABELA 7).CCT x ES ASTM A 105 e porca em ASTM A 105 revestida conforme Nota 11 da norma PETROBRAS N-76.3/4 “ . sem o uso de mata-juntas. admitem-se solda de encaixe.LIMITE DE ESPESSURA PARA TUBO DE CONDUÇÃO .

Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É vedado o uso de fita vedante de 1)Teflon® ou à base de cobre. A válvula de bloqueio que separa o equipamento ou tubulação do instrumento deve ser acessível e seguir a especificação de tubulação correspondente.ESQUEMA DAS INTERLIGAÇÕES DAS TOMADAS DE LINHAS DE INSTRUMENTAÇÕES 1) Teflon® é marca registrada da DuPont para resinas. É possível ser utilizado produto comprovadamente equivalente. filmes. N-1931 e N-2022.3.1 Nas interligações das linhas de impulso de instrumentos. 7. desde que conduza a resultado igual. Neste caso. sendo um exemplo adequado de um produto comercialmente disponível. A exceção é a conexão com rosca de instalação e remoção dos manômetros. 7. utilizar a pasta vedante à base de grafite.7.3 Requisitos para TPDs de Sistemas de Instrumentação e Controle 7.2.1 São estabelecidos nesse item os requisitos para TPD de sistemas de instrumentação e controle interligados aos equipamentos e às tubulações que operam em serviços críticos ou perigosos. 7.7 Realizar limpeza com solvente antes da operação. E AGO / 2005 7.3.3 Requisitos para as Tomadas de Linha de Instrumentos 7.3. fitas e fibras de politetrafluoretileno (PTFE). às tubulações e aos equipamentos.2 Devem ser adotados os requisitos das normas PETROBRAS N-858.3. MEIA-LUVA NIPLE TRANSMISSOR OU INSTRUMENTO DE CAMPO CABO OU FIBRA ÓTICA PAINEL LOCAL OU DE CAMPO MÍNIMO VER NORMA PETROBRAS N-76 LINHA DE INSTRUMENTAÇÃO OU IMPULSO (NORMA PETROBRAS N-1931) FIGURA 1 . os materiais dos tubos. A terminação com rosca para as conexões de instrumentos ou transmissores (inclusive de tomadas de flanges de orifícios) não é permitida.3. acessórios e válvulas devem atender aos requisitos da norma PETROBRAS N-76 e aos requisitos adicionais desta Norma até o primeiro bloqueio. N-1882. usar conexões para solda de encaixe.N-57 REV. 25 . conforme norma PETROBRAS N-2022 utilizando-se os padrões P-007 ou P-008. conforme FIGURA 1. flanges de orifícios e transmissores.

8. Se.2 e 7. execução de tratamento térmico e testes de estanqueidade e de pressão. esta linha deve ter suportação adequada. providas de acionamento por corrente (ver FIGURA A-3.3.3. 8. para prevenir o rompimento da linha de interligação. As válvulas operadas por alavanca devem ser instaladas com folga suficiente que permita a manobra da alavanca.2 As válvulas que forem operadas com freqüência devem ficar em posição tal que possam ser facilmente operadas do piso ou da plataforma. não enquadradas nas descrições dos itens 7.4 As válvulas devem sempre ser colocadas de forma que suas hastes ou alavancas não obstruam ou dificultem a passagem de pessoas. a suportação deve ser feita no corpo do próprio equipamento ou tubulação. 8. prevendo-se suporte quando há risco de vibração. 26 .3. 7. 7.1 Todas as válvulas devem ser instaladas de modo que haja facilidade de operação e possibilidade de desmontagem ou remoção quando necessário.1.N-57 REV.3 Na instalação de instrumentos com registro no campo e dos transmissores. podem ser instaladas válvulas.3 Para válvulas situadas sob plataformas ou em trincheiras admite-se o uso de hastes de extensão. por razões de acesso requerido ao instrumento ou ao transmissor. e respeitando os mesmos critérios da padronização da norma PETROBRAS N-76 selecionada. Para as válvulas colocadas com a haste na horizontal. valem os requisitos gerais do corpo desta Norma. de 1 900 mm. Como regra geral não usar suporte tipo pedestal para instrumentos de campo. a elevação da válvula.1.2 As tomadas das linhas de instrumentação devem ser instaladas e montadas conforme os requisitos de controle de qualidade da norma PETROBRAS N-115. 8 VÁLVULAS 8.1. referência 10).1 Considerações Gerais 8.1. E AGO / 2005 7. no máximo.3. As válvulas motorizadas devem também ter acesso para operação manual.3.1. Para elevações superiores. desde que não sejam de operação freqüente. acima do piso de operação deve ser.4 Tubulações de PSVs Na instalação de válvulas de alívio térmico em tubulações.3. o comprimento da linha desde a interligação à tubulação ou ao equipamento deve ser o menor possível (ver FIGURA 1). 7. Nota: Para as demais tubulações de pequeno diâmetro. para operação e manutenção. o comprimento da linha entre a conexão e a PSV deve ser o menor possível. com relação ao ENDs. a linha for extensa.

ser prevista instalação de “Figura 8” junto às válvulas. ou entre o ponto de interligação e a válvula de bloqueio.1 Devem ser previstas válvulas de alívio em tubulações contendo líquidos.6 Devem ser empregadas válvulas providas de tubo de contorno (by-pass) com válvula de bloqueio em linhas de vapor no limite da unidade. para visores de nível em vasos com hidrogênio e outras situações de risco.2 Válvulas de Segurança e de Alívio 8. compatível com as necessidades de operação. i) nos pontos de montagem de ramais novos com tronco em operação (utilização de “Hot Tapping Machine”): é necessária a instalação de válvula de bloqueio. c) linhas de vapor para processo interligadas com qualquer equipamento. 8. devendo também.1. manutenção e segurança da instalação.N-57 REV. devem ter uma válvula de retenção o mais próximo possível do ponto de interligação.6).7 Como regra geral. f) todos os equipamentos que possam ser temporariamente retirados de operação. quando for o caso.2.2 As válvulas de segurança devem. quando especificado pelo projeto ou padronização de material. ou linha de processo. e) tubulação de saída de qualquer equipamento onde houver possibilidade de inversão de fluxo: colocação de uma válvula de retenção. h) nos pontos de interligação de sistemas provisórios com tubulações definitivas (“tie in”). 27 . deve ser convenientemente locada para facilidades de operação corriqueira. saindo do ponto mais baixo da tubulação. sem interromper o funcionamento da unidade: colocação de válvulas de bloqueio junto a todos os bocais. em todos os sistemas de tubulação. São indicados a seguir alguns casos em que é necessária a instalação de válvulas. g) sistemas em que a contaminação recíproca não puder ser admitida: colocação de 2 válvulas de bloqueio (uma em seguida à outra).1. 8. afastada do forno ou da caldeira. Quando essa disposição não for possível.2. Esse coletor não pode ter pontos baixos. de preferência. A tubulação entre a válvula de segurança e o coletor deve ter declividade constante para o coletor.1.5 Nenhuma válvula deve ser colocada com a haste voltada para baixo. e levando até um local seguro. d) linhas de óleo combustível ou de gás combustível para fornos e caldeiras: deve ser instalada uma válvula de bloqueio. em todos os pontos de ligação de um sistema no outro. com 3/4” de diâmetro mínimo. geralmente também é necessária a colocação de válvulas de bloqueio. nos trechos compreendidos entre 2 válvulas de bloqueio. descarregar para o topo de um tubo coletor. deve ser prevista uma linha de drenagem. considerar a necessidade de bloqueio duplo. além das que forem indicadas nos fluxogramas de engenharia ou exigidas de acordo com outros itens desta Norma: a) limites de unidades de processo e limites de propriedade: são exigidas válvulas de bloqueio em todas as tubulações. com um dreno entre as válvulas. o número de válvulas deve ser o mínimo possível. 8. b) pontos de utilização (o mais próximo possível) em todas as tubulações de utilidades (ver item 11. 8. caso esta válvula seja definitiva. nos limites de unidades. com trava de acionamento. E AGO / 2005 8. em local acessível para operação de emergência.

Recomenda-se que as válvulas de regulagem sejam do tipo globo até 8”. 8.3. (ver FIGURA A-3. 8. sempre que isto não for proibido pelo processo. B31.3 Deve ser deixado espaço suficiente para a desmontagem e manutenção do diafragma e da haste da válvula. exceto nas condições previstas pelas normas ASME B31.N-57 REV. Nos casos em que isto não for possível. 8.8.4 A descarga de qualquer válvula de segurança para a atmosfera deve ser localizada de forma a não atingir pessoas ou equipamentos.3. a fim de se evitar vibrações nas válvulas. 8.5 As válvulas de segurança devem ser colocadas junto da tubulação ou equipamento que estão protegendo.5 As válvulas de controle de nível em vasos devem ser instaladas de tal maneira que o indicador de nível seja visível durante a operação da válvula de regulagem da linha de contorno. sempre que possível.2 Como regra geral.3. estas dimensões devem ser definidas para cada caso.3.1 A instalação das válvulas de controle deve ser feita como mostra a FIGURA A-12.2.4 e B31.2.3 No tubo de descarga de válvula de segurança para a atmosfera. 8. e gaveta para diâmetros maiores.2. exceto quando indicado em contrário nos fluxogramas de engenharia. 8.3 Válvulas de Controle 8. 8.7 As tubulações de descarga das válvulas de segurança e alívio devem ser convenientemente suportadas considerando-se as vibrações e outros efeitos dinâmicos peculiares ao tipo de escoamento. e linha de contorno com válvula de regulagem.3. em local de fácil acesso. segundo a norma API RP 520. Para as válvulas de controle com diâmetro nominal acima de 12”. ficar no nível do piso.4 As válvulas de controle devem.2. bloqueio e controle devem estar de acordo com a norma API RP 553 para as válvulas de controle de 12” e menores. as bitolas para tubulação de contorno. prevendo-se válvulas de bloqueio (antes e depois). também. 8.3. E AGO / 2005 8. 8.6 Não devem ser usadas válvulas de bloqueio entre equipamentos e tubulações protegidas e as válvulas de segurança e alívio.6 Devem ser previstos suportes adequados nas válvulas de controle.3. 28 . referência 14). deve ser verificada a perda de carga na tubulação de entrada da válvula. [Prática Recomendada] 8. deve ser previsto furo de 10 mm de diâmetro para servir como dreno. Deve.2. ser previsto fácil acesso para manutenção dessas válvulas. bem como entre estas válvulas e os pontos de descarga.

serpentinas. de controle e de retenção. o mais próximo possível do bocal de saída do aparelho. E AGO / 2005 8. Neste caso. de forma que as tubulações tenham flexibilidade própria e não causem sobre os equipamentos esforços ou tensões superiores aos admissíveis. a fim de que as juntas não sejam submetidas ao peso das tubulações ou quaisquer outros esforços ou tensões superiores aos admissíveis. sendo que entre esses 2 pontos só pode haver uma única junta de expansão.1 Devem ser previstos purgadores para a drenagem de linhas de vapor nos seguintes pontos: a) pontos baixos da tubulação. 29 .3. Entende-se como ponto de ancoragem as ancoragens propriamente ditas e os pontos de ligação a qualquer equipamento preso por chumbadores.7 Quando a válvula de controle ou de regulagem for operada manualmente e em um conjunto com um instrumento indicador (de vazão. b) pontos onde a tubulação aumenta de elevação (no sentido do fluxo). c) antes de todas as válvulas de bloqueio. pressão ou outra variável). de forma que o operador da válvula possa observar o instrumento. d) na entrada de qualquer máquina a vapor. 9. convenientemente espaçados. como mostram as FIGURAS A-13 e A-14. e) nos trechos horizontais de grande extensão. devendo o purgador ser colocado no trecho de elevação mais baixo. vasos com camisa de vapor e outros equipamentos com finalidade similar). preferindo-se um traçado com mudanças de direção no plano ou no espaço.2 Quando forem usadas juntas de expansão. 9.2 Os sistemas de purga devem estar de acordo com a norma PETROBRAS N-116. 10 SISTEMAS DE PURGA PARA TUBULAÇÕES E EQUIPAMENTOS 10. 10. devem ainda ser previstos purgadores na saída de qualquer aparelho em que o vapor seja usado como meio de aquecimento (aquecedores. tampões ou outros dispositivos de bloqueio. o purgador deve ser colocado na própria tubulação de saída de condensado.N-57 REV. bem como antes de extremidades fechadas com flanges cegos.3 Além dos purgadores para a drenagem de tubulações de vapor. o mais próximo possível do ponto de aumento de elevação.3 Todas as juntas de expansão (com exceção das juntas com articulação) devem ficar obrigatoriamente entre 2 pontos de ancoragem. 10. 9 JUNTAS DE EXPANSÃO 9. o sistema deve ser convenientemente suportado. a válvula e o instrumento devem ser instalados próximos.1 O emprego de juntas de expansão deve ser evitado sempre que possível. ancorado e guiado. refervedores.

Os suportes de tubulação próximos a bocais de equipamentos rotativos e bocais inferiores do equipamento de caldeiraria devem ser de tipo regulável. 30 .5 Os purgadores devem ser dimensionados pelos seguintes critérios: a) purgadores para drenagem de linhas de vapor: conforme norma PETROBRAS N-116. devendo ser evitado o uso de grampos.3 Para o dimensionamento dos suportes. (de preferência conduzido para a drenagem pluvial local) e não possa atingir pessoas ou equipamentos.7 Os tubos devem ser deixados completamente livres para se moverem sobre os suportes.6 Os vãos entre os suportes de tubulação não devem ter valores maiores do que os estabelecidos na norma PETROBRAS N-46. apoios e restrições e de suas funções. 11. de equipamentos ou outros tubos ligados ao tubo considerado. 11. apoios e restrições deve ser conforme a norma PETROBRAS N-1758. Onde necessário usar amortecedores. não se admitindo que sejam suportados simplesmente pela tubulação.8 Devem ser empregados suportes de mola em todos os pontos em que a tubulação tenda a se levantar dos suportes. devem ser considerados os critérios de cálculo constantes da norma PETROBRAS N-1673. de modo a facilitar montagem. guiada e ancorada. braçadeiras e outros meios de fixação dos tubos nos suportes. 11 SUPORTES. por efeito da dilatação do próprio tubo. 11. a fim de evitar tensões excessivas na própria tubulação e nos equipamentos ligados na tubulação.2 Toda tubulação deve ser convenientemente suportada. No caso de descarga para a atmosfera. APOIOS E RESTRIÇÕES DE TUBULAÇÃO 11. exceto nos pontos onde forem previstos no projeto fixações especiais para a tubulação (restrições. o tubo de descarga deve ser localizado de forma que o jato de vapor seja dirigido para o solo. para uma rede de coleta de condensado.5 O critério para identificação de suportes. 11. apoiada. teste e manutenção.1 A terminologia e os detalhes construtivos dos suportes. todos os equipamentos ligados à rede de tubulações devem ter suportação própria. bem como para limitar deslocamentos.4 Como regra geral. 11. podendo ser feita para a atmosfera nos casos em que for economicamente mais favorável. b) purgadores para saída de aparelhos de aquecimento: a capacidade desses purgadores deve ser igual ou maior do que o consumo de vapor do aparelho de aquecimento. preferencialmente. ancoragens. 10. os vãos máximos devem ser calculados como indicado na norma PETROBRAS N-1673. guias e batentes).4 A descarga dos purgadores deve ser feita. E AGO / 2005 10.N-57 REV. Para tubos de outros materiais ou de diâmetros e espessuras que não constam da norma PETROBRAS N-46. 11. 11. apoios e restrições devem estar de acordo com a norma PETROBRAS N-1758.

3 As tubulações com isolamento térmico. b) entre 2 juntas de expansão (como recomendado no item 9.9 Devem ser previstas ancoragens nos seguintes pontos dos sistemas de tubulação: a) limites de unidades de processo e limites de propriedade. antes do tratamento térmico. tubulações de traçado geral retilíneo.3). os apoios (patins e berços) soldados à tubulação. e de drenos em todos os pontos baixos de qualquer tubulação. Ver norma PETROBRAS N-1758. Devem ser previstos drenos acima das válvulas. referência 4).5 Para as tubulações operando a baixas temperaturas. 31 . 12 DIVERSOS 12. não devem se apoiar diretamente nos suportes. c) entre 2 curvas de expansão (“loopings”). para que o isolamento não encoste nos suportes. não devem ter elementos soldados ao tubo. confeccionados em aço-carbono. além daqueles solicitados pelo processo. 11. os patins. a critério do órgão usuário. deve ser previsto um componente soldado ao tubo. podem.2 Em instalações suscetíveis a precipitações atmosféricas ou umidade relativa do ar elevada. usando-se patins e berços. E AGO / 2005 11.10. qualquer que seja o tipo e finalidade do isolamento. 11.10. ancoragens. com 100 mm de altura e comprimento suficiente para acomodar. 11. 11. os patins e berços devem ser conforme a norma PETROBRAS N-896. berços.1 É obrigatória a colocação de respiros em todos os pontos altos.10. 11. ser utilizados selas ou patins em tubulações com diâmetros nominais iguais ou superiores a 1 1/2”. Caso não seja possível.10 Apoio da linha nos suportes (ver FIGURA A-3. preferindo-se que sejam fixados por meio de braçadeiras aparafusadas ou outro meio adequado. para diâmetros superiores devem ser utilizados berços. só são admitidos se as tensões na região de solda não comprometerem o desempenho do componente. 11. no limite de bateria de unidades ou de sistemas e em ambos os lados de válvulas de controle.10. 11.4 Para as tubulações quentes de diâmetro nominal maior que 3/4”. com folga.11 Para tubulações em aços-liga. que provocam intensa corrosão externa do tubo nos interstícios com o suporte (vergalhões). exigindo-se sempre um comprimento mínimo de 300 mm.12 Para tubulações de materiais que necessitam de tratamento térmico.1 Todas as tubulações não isoladas e de diâmetro nominal igual ou inferior a 14” devem se apoiar diretamente nos vergalhões dos suportes. os patins e berços devem ser de aço. 11.10. os movimentos de dilatação.N-57 REV. em trechos verticais. guias.

água e ar comprimido) devem. d) cada linha para estações de utilidades deve ter uma válvula globo com conexão de engate rápido para mangueira. de modo a permitir a manutenção ou isolamento desses sistemas. A instalação de flanges de orifício em elevações iguais ou inferiores a 5 m em relação ao piso deve permitir a utilização de escada móvel.N-57 REV. 12. conforme definido pelo projeto básico. ar e água. em pontos de injeção de vapor nos equipamentos de caldeiraria. Em todos os outros casos deve ser prevista a instalação de plataformas. em linhas situadas em limites de sistema a serem definidas pelo projeto básico.6 Devem ser obedecidos os seguintes requisitos para estações de utilidades (FIGURA A-3. em bocais de equipamento. E AGO / 2005 12. ao nível do solo: as estações de utilidades devem ser espaçadas de tal maneira que toda a área possa ser alcançada com uma mangueira de 15 m de comprimento.2 O diâmetro e os detalhes de instalação dos drenos e dos respiros devem ser como indicado na “padronização de material de tubulação” de cada linha e conforme a norma PETROBRAS N-108. _____________ /ANEXO A 32 . b) vapor e ar em plataformas alternadas de estruturas e vasos (locar em plataformas de acesso à boca de visita).3 As tubulações de utilidades (vapor. 12. referência 2): a) vapor. sempre que possível. 12.4 Devem ser previstos bloqueios nas derivações das linhas principais de utilidades.7 Os trechos retos de tubulação a montante e a jusante dos flanges de orifícios devem obedecer a norma API RP 551. c) as linhas de água e ar para estações de utilidades devem ser de 3/4” de diâmetro. 12. 12. 12. ficar localizadas em uma das margens do grupo de tubos paralelos em uma tubovia ou nos suportes elevados em unidades de processo.8 Devem ser instaladas “Figuras 8” ou raquetes (norma PETROBRAS N-120) nos seguintes pontos: a) b) c) d) em todas as linhas no limite de bateria.5 O projeto básico deve definir a necessidade de injeção de vapor em equipamentos e tubulações para fins de limpeza com vapor (“steam out”) durante as partidas e paradas de unidades e sistemas. enquanto as de vapor devem ser de 1”.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

B.5 11.1.12 6. C e D Não existe índice de revisões.3 6.4 8. E Partes Atingidas 1e2 3.6.4 e 10.5. 12.10.1 6.7 4.2. 11.2 4.1 4.2 e 11.6.8 4.1 e 5. 4.2. 5.1 e 4.9 5.3.17 4.7 10.11 12.7 e 8.10 7.17.3.1.3 e 6.2. REV.3.1.8 5.5.21 6.4.5 4.10. 5.2. 11. 11.1.3.2.N-57 REV.3 11.3. 6.6 FIGURA A-3 FIGURA A-6 FIGURA A-9 Revisados Incluídos Revisado Incluído Revisados Incluído Revisado Revisados Revisado Revisados Incluídos Revisado Incluído Revisados Revisados Revisados Incluído Incluídos Revisados Incluído Revisados Revisados Incluído Revisados Revisada Revisada Revisada Descrição da Alteração _____________ IR 1/1 .6 e 6.3. E AGO / 2005 ÍNDICE DE REVISÕES REV.6.1.3.1.1 a 7.3 4.8.3.3 5.8 e 6.1.7.3.2. 12.10.6 8.5 e 12.2.1.3 5. A. 11.2.2 a 3.

N-57 REV. E AGO / 2005 GRUPO DE TRABALHO GT-17-06 Membros Nome Bruno Cambraia Lemos Carlos Frederico Guimarães Robbs Eduardo de Araujo Saad Hernon Viana Filho João Bosco Santini Pereira Jorivaldo Medeiros Luiz Coimbra Montebello Otavio Lamas de Farias Walter Ribeiro Paulo Cezar Correa Defelippe Lotação ENGENHARIA / IEABAST / EAB / SE AB-RE / ES / CN ENGENHARIA / IEABAST / EAB / SE E&P ENGP / IPMI / EISA AB-RE / ES / TEE CENPES / EB / EQ AB-RE / ES / TEE UN-BC / ST / EIS UN-REPLAN / EN Telefone 816-5805 814-7850 816-5824 814-2575 814-3159 812-6227 814-6542 861-2348 853-6263 817-7462 Chave EE5N ED69 SG6J K0M8 DPQ0 BR15 EG35 KMK6 RP3F EEM8 Secretário Técnico ENGENHARIA/SL/NORTEC _____________ .