Edição Eletrônica por Rafael Palma

A PROPAGANDA DA GUERRA
por Adolf Hitler

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Obra de domínio público.

[ Seg 14/Ago 06 — 09:39:04 ]

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da garantia da vida. pois os povos sem honra costumam perder a liberdade e a independência. Justamente o insucesso total do plano de esclarecimento do povo alemão. A que formidáveis resultados uma propaganda adequada pode conduzir. Estávamos em face de uma questão que. com os judeus. A propaganda durante a guerra era um meio para um determinado fim. como lição eficiente. Começava-se por não se saber claramente se a propaganda era um meio ou um fim. pois todas essas idéias não estão no ambiente. Aquele. na essência. Com a sua partida deste mundo desaparecem também essas idéias. e esse fim era a luta pela existência do povo alemão. Às vezes era até prejudicial. Isso. deixaram-na passar despercebida. Mesmo entre os homens. Levá-la à vitória. caem por terra todas as considerações de humanidade ou de estética. Haveria entre nós uma propaganda? Infelizmente. mais tarde ou mais cedo. desde que conduzissem à vitória mais rapidamente. Belos seriam somente os métodos que ajudassem a assegurar a dignidade à Nação: a dignidade da liberdade. na realidade. tais como estética etc. A finalidade pela qual se lutava durante a guerra era a mais elevada e formidável que se pode imaginar. Todas essas idéias têm uma significação secundária na luta de um povo pela sua existência. que quiser ser escravo covarde não deve ter o sentimento de honra. deve ser julgada do ponto de vista da sua finalidade. esses pontos de humanidade e beleza são excluídos. Quanto à questão do sentimento de humanidade já Moltke afirmava que ele residia no processo sumário da guerra. Não nos faltava oportunidade para pensar sobre essa questão. não se deve discutir sobre esses assuntos. Ela é um meio e. eis o seu objetivo. Se. Aprendi imensamente nessa propaganda de guerra feita pelo inimigo. porém. que são os inventores modernos dessa cultura perfumada. Aqueles que da mesma se deviam ter servido. Infelizmente tudo tinha de ser aprendido com o inimigo. os povos lutam neste planeta por sua existência quando se trata de uma questão de ser ou não ser. Fossem estes pontos conhecidos daqueles que os deviam conhecer.. quase que inteiramente desconhecida dos partidos burgueses. Tudo o que. foi para mim um motivo para me ocupar mais particularmente da questão de propaganda. não havia vontade honesta para tal. Toda a sua existência é um protesto vivo contra a estética da imagem do Criador. Essa era a única atitude possível na questão da propaganda da guerra. Será possível que esses decadentes considerem "estética" a sorte atual do povo alemão? É verdade que. em uma palavra. que em nada adiantava. uma vez que possam contrariar o seu instinto de conservação. com inaudita habilidade e cálculo verdadeiramente genial. aplicou este instrumento com grande eficiência e a isso se devem muito dos seus triunfos. da honra da nação. Infelizmente as lições práticas eram fornecidas pelo inimigo e custaram-nos caro. Tratava-se da liberdade e independência de nosso povo. esta cairia muito rapidamente no desprezo geral. ainda existe ou melhor deve existir. e que. Por outro lado. até mesmo de um mundo habitado. Àqueles que procuram argumentar nesses assuntos com palavras. a propaganda só poderia ser encarada sob o ponto de vista de princípios conducentes àquele objetivo. é a que conduz a esse fim. a propaganda pode variar no seu valor intrínseco. na medida que elas provêm do sentimento desses mesmos povos ou raças. por sua vez. É também claro que a importância do objetivo que se tem em vista pode se apresentar sob vários aspectos. pois. O adversário aproveitou. numa luta de vida e de morte. justamente pelas organizações sociais comunistas. do contrário. e que. porém. sobretudo na época de Lueger. pois gerações de vagabundos sem honra não merecem a liberdade. que a aplicação adequada de uma propaganda é uma verdadeira arte. Quando. aquilo de que nos havíamos descuidado. portanto. pois a atividade.Observador cuidadoso dos acontecimentos políticos. nesse sentido. O sentimento humanitário e estático desapareceria. sempre me interessou vivamente a maneira por que se fazia a propaganda da guerra. do nosso lado. como tal. pois a natureza não as conhece. julgavam-se espertos demais para aprender dos outros. As armas mais terríveis seriam humanas. chegam mesmo a desaparecer. uma vez que este perdesse as raças criadoras e portadoras dessa idéia. Portanto. corresponde a uma justiça mais elevada. só posso responder pela negativa. foi mais do que modesta. eles também não poderão servir de orientação para a propaganda. não obstante opiniões divergentes de muitos. Eu via nessa propaganda um instrumento manejado. portanto. desde logo. Examinando atentamente o resultado da propaganda de guerra alemã. desde o princípio. com grande habilidade. A forma a tomar deve consentir no meio mais prático de chegar ao fim a que se colima. na luta. foi tentado nesse sentido era tão inadequado e errôneo. pode-se responder da seguinte maneira: As questões vitais da importância da luta pela vida de um povo anulam todas as considerações de ordem estética. Compreendi. a maneira mais incisiva de combate. tendo-se em vista o interesse social. A maior fealdade na vida humana é e será sempre o jugo da escravidão. do futuro e. elas só são próprias a alguns povos ou melhor a certas raças. chegava-se à conclusão de que ela era insuficiente na forma e psicologicamente errada. nunca se teriam verificado vacilações quanto à forma e aplicação dessa arma verdadeiramente terrível na mão de um 2/5 . O povo alemão lutava por sua existência e o fim da propaganda da guerra devia ser o de apoiar sua luta. Somente o movimento cristão social. a guerra já nos tinha mostrado. mas originam-se na fantasia dos homens e a ela estão presas.

O cruel efeito da arma do adversário que ele começava a conhecer parecialhe aos poucos uma prova da brutalidade do inimigo "bárbaro" de que ele já tinha ouvido falar. Sacrificando esse princípio em favor da variedade. etc. por outro lado. o que infelizmente se dava com o soldado alemão. A capacidade de compreensão do povo é muito limitada. a propaganda de guerra dos americanos e ingleses era psicologicamente acertada. a capacidade de esquecer é grande. como verdadeiro embuste. etc. como o fizeram os jornais humorísticos austríacos e alemães. por forma psicologicamente certa. de ação mais terrível. dava-se o oposto. da necessidade de um processo e da justeza de algo necessário. assim como no caso do cartaz. em vez de um aumento de sua combatividade ou mesmo resistência. parecer-lhe-ia mais uma confiança no que lhe tinham dito e aumentaria a crença na veracidade nas afirmações de seu governo como também. Assim é que. ajudando assim a preservá-los de decepções. até que o último indivíduo consiga saber exatamente o que representa esse estribilho. o que. provoca-se uma atividade dispersiva. segue-se daí a seguinte doutrina: É errado querer dar à propaganda a variedade. como no caso da propaganda da manutenção de uma guerra. Semelhantes são as condições do que hoje designamos pela palavra propaganda. Assim.. Tudo isso era a conseqüência e se entregar esse serviço de propaganda ao primeiro asno que se 3/5 . chamar atenção da massa. é a melhor prova da justeza ou erro de uma propaganda. Assim sendo. Quanto mais modesto for o seu lastro científico e quanto mais ela levar em consideração o sentimento da massa. cuja importância só assim cai no círculo visual da massa. deverá ser um sucedâneo da arte que se procura oferecer. porém. é tão pouco ciência quanto um cartaz é arte. Além disso. terá que estudar mais do que o próprio cartaz . de atrair ao seu círculo de atividade um povo inteiro. Apresentando ao povo os alemães como bárbaros e Hunos. A arte está exclusivamente em fazer isso de uma maneira tão perfeita que provoque a convicção da realidade de um fato. o caminho para a atenção e para o coração do povo. ela preparava o espírito dos seus soldados para os horrores da guerra. A arte de um cartaz consiste na capacidade de seu autor de. o cartaz deve transmitir à massa uma idéia da importância da exposição. O fim da propaganda não é a educação científica de cada um. quem desejar se ocupar da arte mesma. tanto maior será o sucesso. acabando por fazer delas um juízo justo. Quanto mais importante for o objetivo a conseguirse. e não a satisfação às exigências de alguns sábios ou jovens estetas. Tratando-se. em compensação. por meio das formas e das cores. pois o soldado. deve-se proceder com o máximo cuidado. psicologicamente. foi um erro fundamental querer tornar o inimigo ridículo.conhecedor. quanto mais ele consegue esse desideratum tanto maior é a arte do dito cartaz. O resultado é uma diminuição da eficiência e conseqüentemente o esquecimento por parte das massas. Por exemplo. E esses deverão ser valorizados como estribilhos. mas. hoje. nunca. ou para aqueles que. a propaganda deve-se restringir a poucos pontos. acarretou graves conseqüências. Este. do ensino científico. a sua elevação espiritual deverá ser mantida tanto mais baixa quanto maior for a massa humana que ela deverá abranger. o soldado alemão sentia-se ludibriado por aqueles que o tinham orientado até então e. Assim. a fim de evitar concepções intelectuais demasiadamente elevadas. O cartaz de uma exposição de arte só tem em vista chamar a atenção sobre a arte da exposição. Dele se espera que se aprofunde nas várias obras. O homem desanimava. necessidades. A arte da propaganda reside justamente na compreensão da mentalidade e dos sentimentos da grande massa. Sob a impressão imediata da resistência do inimigo. Como ela não é não pode ser uma necessidade em si. Ela encontra.. é a de despertar s atenção da massa e não ensinar aos cultos ou àqueles que procuram cultivar seu espírito. quando caía na realidade. observando-as com todo cuidado. sobretudo o soldado inglês nunca se sentiu mal informado pelos seus. Que os nossos sábios não compreendam isso. pela propaganda. a sua ação deve ser cada vez mais dirigida para o sentimento e só muito condicionalmente para a chamada razão. Toda propaganda deve ser popular e estabelecer o seu nível espiritual de acordo com a capacidade de compreensão do mais ignorante dentre aqueles a quem ela pretende se dirigir. porém. considerado pelo seu lado de apresentação. A segunda questão de importância decisiva era a seguinte: a quem se deve dirigir a propaganda. por si mesma. A mais terrível arma que fosse empregada contra ele. Em contraposição. servia para crescer o ódio contra o inimigo infame. sem que. por um segundo tivesse sido levado a pensar que as suas próprias armas fossem. tanto mais certa. por exemplo. infelizmente assim se consideram. fazia do inimigo uma idéia totalmente diferente. Este sistema é profundamente errado. um simples passeio pela exposição. Compreendendo-se. e sim chamar a atenção da massa sobre determinados fatos. Este chegava a rejeitar as notícias oficiais como falsas. deve ser a tática a empregar. e não lhe bastará por exemplo. A propaganda porém. como era de esperar. aos intelectuais ou à massa menos culta? A propaganda sempre terá que se dirigir à massa! Para os intelectuais. muito provavelmente. não se deve tratar de propaganda e sim de instrução científica. pois a multidão não consegue nem digerir nem guardar o assunto tratado. a necessidade da conquista da grande massa. como a sua finalidade. a causa está na sua preguiça mental ou no seu orgulho.

Qual. é como em muitos outros deste mundo. na sua grande maioria. justamente é que não se pode ser guiado por estetas nem por "blasés". O mesmo se dá em relação à propaganda política. Que se diria. Essa tática serviu para assegurar. o meio termo. como na realidade era o caso. inútil essa miserável tática e até mesmo perniciosa. de uma maneira verdadeiramente genial. que se deixa guiar. São positivos ou negativos: amor ou ódio. finalmente. Muito se poderia ter aprendido do inimigo. oficiais de Direito. de maneira absoluta. Neles não há grandes diferenciações. pois que. Além disso. sobretudo pela propaganda inglesa e por ela aproveitado. dentro em pouco. ela só tem poder de atração nos círculos literários. Lá não havia indecisões que pudessem provocar dúvidas. a primeira e mais importante condição para o êxito. O desideratum foi atingido. em uma propaganda em causa própria. que ela fosse capaz de causar o efeito necessário no seio da multidão anônima. propositadamente. foi a conseqüência dessa indecisão? A grande massa de um povo não se compõe de diplomatas ou só de professores. pois a sua falta de sensibilidade faz com que procurem constantemente novos atrativos. Foi essa mentira repetida e repisada constantemente. A persistência nesse caso. Não é de espantar que a nossa propaganda estivesse reservado um tal insucesso. por exemplo. lança toda e qualquer culpa sobre o inimigo. porém. Só mesmo os nossos "estadistas" falhos de espírito poderiam imaginar que. torna-se indecisa e desconfiada. num caso como esse. Deveria ter-se incessantemente atribuído a culpa ao adversário. Ela. verdade ou mentira. observasse a onda da propaganda inimiga durante os quatro anos e meio de guerra. persistiu-se na afirmação de que o inimigo alemão era o único culpado pelo rompimento de hostilidades. porém. Nunca. Esses sentimentos. mesmo na ocasião das maiores derrotas. em virtude da falta absoluta de raciocínio psicologicamente certo. os segundos devem ser cuidadosamente evitados. o que eles desejam é variedade e são incapazes de uma compreensão das necessidades de seus concidadãos ainda não contaminados pelo seu pessimismo. O que menos se compreendia era a condição primeira de toda atividade propagandista. Foi pois. se não se levar em consideração sempre e intensamente um postulado fundamental. então. A prova do conhecimento que tinham os ingleses do primitivismo do sentimento da grande massa foi a divulgação das crueldades do nosso exército. Essas criaturas de tudo se fartam com facilidade. sobretudo quando o adversário não comete a mesma tolice. Foi um erro fundamental. menos pela reflexão que pelo sentimento. de olhos abertos e com o sentido alerta. Nada mais natural. após quatro anos. Ela trazia a semente da ineficácia na sua própria dubiedade. em vez de compreender que para este serviço é necessário um profundo conhecedor da alma humana. logo no começo da guerra. Neste terreno cometeram erros tão grandes. aponta como "bons" outros sabões? A única coisa a fazer diante disso seria levantar os ombros e passar. esse pouco terá de ser repetido constantemente. 4/5 . nas discussões sobre a culpabilidade da guerra. Os primeiros dão. não são complicados mas simples e consistentes. Esse efeito é.encontrava. a saber: a atitude fundamentalmente subjetiva e unilateral que a mesma deve assumir em relação ao objetivo visado. é de índole feminina tão acentuada. justiça ou injustiça. A massa não está em condições de distinguir onde acaba a injustiça estranha e onde começa a sua justiça própria. e sim de criaturas propensas à dívida e às incertezas. e está sempre preocupado em evitar injustiças ao inimigo. o povo acabe acreditando mais na propaganda inimiga do que na própria. mas. não só assegurar a resistência ao inimigo como começar a influir nocivamente no modo de ver do nosso próprio povo. A propaganda de guerra alemã serviu de exemplo inexcedível em feitos negativos. Além disso. mesmo que esse fato não tivesse correspondido exatamente à marcha dos acontecimentos. Tudo isso foi compreendido. Ela tem de se contentar com pouco. pela forma e pela expressão um tal cunho à propaganda que. a julgar pelo seu conteúdo. que se tinha o direito de se duvidar se tanta asneira podia ser atribuída só à pura ignorância. o menor indício de reconhecer um direito à parte oposta. porém. O povo. de um cartaz anunciando um novo sabão e que. ao contrário. com o fito de influir na grande massa do povo. com esse pacifismo anódino e cheirando a flor de laranja. inevitável quando se trata de um povo como o alemão que já por si sofre de tão grande mania de objetivismo. A massa não chega a compreender que não é assim que se imaginam essas coisas nos postos de comando. se conseguisse despertar o entusiasmo de alguém ao ponto de arrastá-lo ao sacrifício até da vida. Quando se verifica. Em assuntos de propaganda. a resistência no front . Qualquer que seja o talento que se revele na direção de uma propaganda não se conseguirá sucesso. campanha que se adaptava a esse estado de espírito do povo. mesmo de pessoas capazes de ajudar com acerto. sobretudo aquele que. admitir que a Alemanha não podia sozinha ser responsabilizada pelo desencadeamento dessa catástrofe. porém. Todos acreditaram nesse embuste. O quanto foi eficiente essa maneira de fazer propaganda ficou patenteado claramente no fato de ter ela conseguido. no seu modo de pensar e agir. era pouco provável. sempre propensa a extremos. dada a uniformidade e coerência desta. cria-se imediatamente a dúvida quanto ao direito próprio. no entanto. mesmo ante o perigo do seu próprio aniquilamento.

Logo que uma propaganda. Na Inglaterra. que nunca deve ser abandonada. Todo anúncio. de modo geral. necessita -sendo como é de difícil compreensão. entretanto. e fornecia pequenas ocupações para heróis modestos.. Quatro anos após. O seu sucesso era. Só assim a propaganda poderá agir de uma maneira uniforme e decisiva. etc. O estribilho pode assim ser iluminado por vários lados. porém. Só então poder-se-á. começa a se dirigir pelas necessidades deles. não foi criada para fornecer a esses senhores blasés uma distração interessante e sim para convencer a massa. enquanto que entre nós era considerada o último ganha-pão dos políticos desocupados. A propaganda. a propaganda valia como arma de primeira ordem. igual a zero. Durante toda a guerra empregaram-se os princípios fundamentais reconhecidos certos. guardando a acentuação uniforme e coerente. com espanto. e. fazer amadurecer o sucesso final. estalou na Alemanha uma revolução cujo "leit-motiv" provinha da propaganda de guerra inimiga. de seu conteúdo. Só querem novidades. somente depois de repetidos milhares de vezes os mais simples conceitos é que a sua memória entrará em funcionamento. exclusivamente destinada à massa e levada avante com tenacidade incansável. Esta. tem o seu sucesso assegurado na constância e continuidade de sua aplicação. a saber: Essa arma espiritual só tem o seu sucesso garantido na aplicação às massas e esse sucesso cobre regiamente todas as despesas. é capaz de. perde toda a unidade e se dispersa inteiramente. que deve acabar sempre afirmando a mesma coisa.de um determinado período de tempo.Eles são sempre os primeiros críticos da propaganda. Lá. Só a linha mestra. antes mesmo de estar disposta a tomar conhecimento de um fato. Qualquer digressão que se faça não deve nunca mudar o sentido do fim visado pela propaganda. demasiado batido.. sem que se tivesse nunca tentado a menor modificação. 5/5 . compreendeu-se mais uma coisa. o qual lhes parece demasiadamente arcaico. assim como as formas de execução. e finalmente acreditada. restrita a poucos pontos de vista. Tornou-se mais tarde desagradável. ou melhor. constatar que formidáveis e quase incompreensíveis resultados tal persistência é capaz de produzir. Também aqui foi modelar o exemplo da propaganda de guerra inimiga. pois. seja ele feito no terreno dos negócios ou da política. entretanto. No princípio essa tática parecia louca no atrevimento de suas afirmações. só procuram variedades e tornam-se dessa maneira inimigos mortais de uma conquista eficiente das massas sob o ponto de vista político. porém o fim de todos os raciocínios deve sempre visar o mesmo estribilho. na sua organização e no seu conteúdo.